I t.O 11 
----- 
tp rsr+à+. 
Responsabilidade 
17/03 7a 
;a7 GG 5sr-is, 
51 
A 
pe- 
%é. 
 
r 
,· ' 
- ~ -... .__, 
; 
Pedro Rocha Jucá Presidonte;da JORN AMAT 
,(_, 
O Sindicato dos joi n:i­ 
fülns Ptofü!éionJis no Es,11- 
do do Mrtto G:rostÕ, .itra1 .:í,; 
do seu presidcnk, -Jo:.n~lblê 
Peuro Hocua J ucá, l nvlo:t 
o seguinte ofdo :,o S:::cr,­ 
tário Jo:iquim Al~rcclo Soa­ 
re:; Vranuu, d.~ Educ.;çã:J e 
Cultura. 
Serve preseute pra 
aprornitand;, :i uon yo•1t,.uu 
com que V. a se ate5en­ 
tcu quanto ::n alcndim:nl..> 
de rei·indicn,õc,; ,la cl«~so 
jomalislica du M!to Grosso 
Niviudic;ir º" s,•guinle:, iten,: 
l - ·Até o mowcnto a 
Secretaria da Educção • 
Cultura nü" -o uwnu'e"tou 
quanto :i realização Jc L·X,1• 
mues te Iwdutezu especiais 
pura jorn:ihstus profü~iona._: 
de t'vh,to Gro,so, confcr:n:­ 
:;olicita~ão , :::pru,G~ rm ,rns· 
so oficio d,' 23/1/73, Em 
foce disto, in:islim..:., n.t 11:1- 
vindícnçiio, corto de que 
V. s ai :i<lu mio eucarn1- 
nhon u ,,s~uuto por absolu­ 
::. f: lta de tempo, 
2 Em co:responden- 
c!J de 7/2/73 qur.udo refor<;a­ 
mos o nosso apelo qto. no n­ 
tc•ullimouto dJ;itew; anterior 
sug<'rimos que V. Sn no:; 
dc5~l> todo o apoio para u 
1t2:iz:.ção do um curso de 
cx1cu,ao cnricuiar, om ln• 
nl.io i,róx1wc, na; Univors1- 
,, ~ ~ • l!:sladual _ de Muto 
Gro-,o, ~rn Campo Ornn­ 
dr. Com-> houve problenws 
J13 o: dem prof. do professor 
qus cctd:ria o euro, 
,ol,citJmo;; que V. Sn. de­ 
ttuius o ditento deste 
cur,o p:a;,. dezembro de 
1 !lí3 um:. vez que em junho, 
por ordem cro!_lológica: de­ 
ver i o mesmo sel' re1d1z11do 
ma Uaiversidade Federal de 
~ai.O Grosso. n~~tn Capital. 
Declaramos, :1 todo os nossos cl­ 
entes e a quem int,;1'L • e p .,1:,,. , <pn 
a pvrtir desta <1,di.i, o ,, . 1L·. '.ATO 
L PES, deix!- de ser nosso vendedor 
u utorizado . 
. 'endo a:,:-;1rn. r..,'.i.o ,.!.:.i.) i-c.> pün·.a­ 
bilizumos pr,r qu·•1ri11!;J' .,w qu., ,, ci­ 
tado sr. fizer em te±:e i tos {ir m=L 
Po.-ta t',,1 a. 19 
Ponta Porã 
----------- 
Taxa íloíloviária 
_______ ,;_, ... _t_o Gros:_ __ / 
Unica 
e iiths ?las 
Rio {AN) - O Prt?nid~n 
o !llio Grrs:uu etc 
vcoiludo expoição de tu.. 
tiv, h cfo!i Mi;:l,tro dcn T· i!'­ 
p r1cs O do F. ZO!Jd'.l, USdll u 
dec.cto reguk::rll'ntc:.:clo ore­ 
colhimento da Taxa Ro,1uv•• 
nrla Única 
Plllo ato prcsideuciul, o 
valor devido pelo pr'bprlet!lrlo 
do veiculo sujeito uo pago­ 
monto :lu Taxa Rodovlé.rlu 
Únlóo, eerá recolhJdo dlreta- 
3 
_ O profel!sor V[n. mente pelo co11,rlbulnte é re- 
de arrecedadorn de tributos 
demir Dias PJno. professor led.,ralo, flcu:ido eote pngt:· 
àe Comunicação da Ponti- meato vinculado co veiculo. 
ficil Uui~e1s1d11de Católica No cosu de 111leoaçllo do 
do Hlo de .Tanoiro, está velculu. o compruvm:te do 
dispo.:,IO a rnlnistrar eru pagamento d3. Taxo Rodovlá· 
riu única será tn,nsle rido 
Cnm?O Oruudo, n3 Univer- 110 novo proprletúrlo, o quul 
sidado Estadual de .Mato· llcnnl obrigado a averbá-lo 
Grosso, clll data u ser junto ao órgáo de trizito 
[1xado por V. Sa., um curso lccul, no prazo do 1rlnt11 dine, 
· lnteu,ivo de eorunicçüo d 
O 
conter ds :lata da. oqulsl- 
ç00o. 
que.Iro dias. a 1:xomplo tio Nilo será e,dgl1o novo 
qu~ minisltou ua Uni,-ersi- pagawbnto da T nX11 Rodovlá• 
dade Feclet~,; de Mnto Gros· ria Onlc:1 no caso de tr8ns­ 
so nc,tn Cnplbl rocence- !erêncla do veiCt/lll poru oi:- 
met.to, paro jornallstnl! e u­ 
niversitàrios lnteressedos na 
@até1i11. C8peramos que V. 
Sa. :.Utorizê a realização do 
mencionado curso. E tão 
logo n Secrclarla da Edu· 
caçio e Cultura se pronun­ 
cie n m,peito, voltaremos a 
ttatrur do assunto diret:,­ 
mente com o professor 
Vlndemir Dins Pino. 
Mililar fxalla 
Rio Preto - O tenente­ 
cor,)nel Donlel :Uilnz.zo, cbe!e 
do Uoldode de Engenbena Mi­ 
litar do Exército, cess.1ltou :, 
ml,s:io dos jomnllstos, auroote 
homenagem à Imprenso, em 
Seo José do Rio Preto. •Sol­ 
dados do B,aslt s~o pnrticulr.r­ 
mente, os homens de cultura 
e de imprensa, porQue tem n 
tare!A rolevente. e re,ponssb1- 
•• a Fe!ergo, 
n! 0 p zo i volt. 
sue d. , {u..: _ ,l1JttfJor. 
O m. »to bt"!bcloct: 
P:, .u.J,,r }J .ü. • l'• !JO.,.~!Ç':o 
it.!_ 1.,; ,  t efeu- 
+o, ad!o.. u, ]u. +0. 
feit n. sr!o e jnelro u 
oütt.!Jr , .oul1Jrwc ,, :.ú,., .. r,, 
!10111 <l.ipJ::cJ. A~,irn. Ull !Jl!l• 
cus CU!!. Iin.l 1 UllL r!io HC, 
recov:.da, cm jsnc,íro, 11oul 
2, t-:E; f<.1V('f'· ~'.,; 3, O:,rço· 4 
~bril; 5. mal• , 6. Junho; 7, 'ju: 
lho; 8, a:;,.Etc; 9, Leterubro; e 
O em outubrc,. 
No Pl'cti !llu tX~rcit:io 
uraovçio de ltcença dos 
velcuio3, coí. .. p!uctio Lr.:.01oa 
duü eu: 1 u 2, p~_.e:ú rcr fEl­ 
la ais o ui:it.o cia d 1e 
de msr;e e o, de placas 3 
Cl 4, i.lé u Ui'1UJ•J , do mês 
de .. .t;riJ. 
- 05 ::.l!r ! r.,., d,. Faztn 
J., e <lvL Tr_n p,rleJ, D::l 
àrus de suas coupe.êzcius, 
bixarüo Instruções ccmnple­ 
rcant.ir,s :lJ cu,·;,ri;J:!eoto do 
ato Pres!-uctai. 
a lesa 
11:!u:k a:. .is c!U.
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de formar e 
fortalecer e ezrscirci fislca 
da nacinalidde.no que escre .. 
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Socopsi0patologia das drogas psicctivs specto 
dcpemlê,u·in'.,< Profalnxiu 
Trabalho aposentado no '2' Von. 
y'ruo Irefleiro Petqatatt ia u 
1 Iunt4o Luso-ltsitetra de Hi. 
quatrla !lzado em Belo llorzon- 
1h1 J u 1 de cutulro de I72 pelo 
L. 0swald Moras Audrde, diretor 
do Pronto Aovorro Psi@ulAtrlco do 
fü111111órlo Jloturo,:o. 
E'tudo obre 11.+i! tn!tentos 
feitos no l'routo socorro do Hos­ 
pital Pinel, wo periodo de 13-10-1364 
u Ili U.J!Ji()· 
N,l 111"11 llrn!1.;,Jo fJUuntlt....tiv~, tlvc­ 
mon !l.hUU <'Ut.w.,; tJru; dh•~t:..-r1K enl1- 
d.ade+ Ioológ, equlzofrenla, 
neurose, olpolrenlas, epilepsia, ot 
hl']U, 71,,u, 	• 
ALCOOLISMO.-- 028 ea8os, ou 
t-Ojll 17.JG!l" ,1 o t(UP 111Ut-lfíl a j!ra­ 
vldutlu (., t111u culul0l!llUO!i corno 
ah.OOli(IIHO Of: tUbOS un (IUO o J)[• 
ciente apresento intomns do «deli 
rlum lr<'nH•fh», o l"lmplC11 rnto do 
1ndl'l1hto 1:t-r uluntlh..lo por cml.Jrlo­ 
;u'z, no o coloctnos entre os al­ 
coolltsta::s docnt.1.!J:, 
T>!::l'ENIJJ.::0.TCS cm maconha. psi­ 
co,e!tlmulr111tca, cocalnu, LSP..25 e 
outras ub tAnc;s, tivemos 6,7%, 
ou t;cja ilU CIH os. CurlO!:O é que 
vemos neste enfoque, nu distribl­ 
çn.o qualilallru de alcoollstas, ns 
classes A classe-ulta, B-média-alta; 
c-médla. D ma@dla Baixa:E·pobre 
,il 
! 1 
SaLomoa qu11 n rullConha nntigo­ 
mente era híiblto dr marginal. das 
l.ln!-ol!:J menu~ luvorccldui; cconoml• 
comente e atualmente et ntlugin­ 
llo ut, chls:.cJ lllL1l:1 ,.:lc-vudti-., o que 
o p.asou no Estado dn Guanaburu 
penso que podera ser encralzado 
para todo o ilm,11. 
VIVER 
- 
e ACREDITAR 
Colaboração ,,L V_,_.,, 
7e 
, 
1
1 
' 
1
1,.q,: dos 'i ll> c:.15.oR cncontrado11 
de maconha, cocaina, palco - estl­ 
tnulunh'c,  inh.am duri clnnctf mula 
eluwds. classe média > altas e 
elusse mnédia. 10?5 nu clsse medi 
baixa s nu clse pobre. Vem,os, 
))ortanlu, qUl• css,.it drogns quo 
.,uth:umL'nl..: l"rJm upan.iglo dnquo. 
kri (JUu Unham menos rccursc.11 e. 
l'.Oll.1111lco::;, c,t.·w nllngído u. classu 
l!1.1ls ultn. :!!>% c.lc, ulcoolisto., nn 
l'l.t!i.!O ullu znédln, dos :w:w c:nlll!I e 
73, nus eia»ses: médla alta, média 
baixa e pobre, Computamos apenas 
ts pessoas de 1 60 nos de ida 
de, Evituuos a lteração de meno. 
rc1 no Pronto Socorro Pólqulálrlco 
pur ct1lhH1 do convh•lo com os docn. 
lf..tt ll1Cnlill9. 
Quanto ao Sl'Xo. tivemos 
uleoollstuas6"de homens e'1495 de 
uiheres. 1sto também é lo de 
uv,•u, pois numa cs.tu.tht.lcu fe.h.a 
utó ltl~ tlnbamo, l:!º/, de : rnulho. 
rct1 ••m nouotc LaU.·odlmcntos. Mulho. 
re que também cheam áquele es. 
t.,tlu oc cmbrlni::ucz quo teva no 
(klirlo nlcoôllco o quo, pelu manhã. 
precissm que alguém lhes dé um 
pouco tio nlc:ool parn que pos.snm 
to111ur o t-eu café 
Q1lnntlu !is dcapendCuc:las 
(t11JCUllh;1. ~:-ic:.o cst1mu1antcs t­ 
outras substinels) anotamos 76%, 
de hoeo e quuse d0 de mulbe­ 
res, 
; 1 
óunotu"uo C"llldo rl'JI, o. 
uloolismo ' atingindo mais ,os'volt1 
ro, e0m 1,5 csdo, 11; des. 
quitados e vluvos, numero mlnlmo 
do olrndl111cntoA. 
(Juunlu:1 fl• dcspendtlnci•~ 
(CunuuliJs 8unllvn L. 
1 
:rnfelnminu~. 
c·oc:.,Jrni), hrnhém off 'aolt.elros rr. 
vclornrn·sor mnlst ntlngldOij, com 
64,56%; casados 2»,22" 
Quunto / ldorlu, Y,to to111hll111• 
f bostuntu1ln1crcssuntc; polR. vcrell 
emos que, llO cnnlrárlo do quo 10 
encontrava nu d(lcnda de l!J:!0 a 
J!lJO, em que toxicomania utingia 
rnnls u< pessoo•lldoa,,. uqul;,o, Jo, 
vens 8ílo •• prc,n• prlnclpol1. 1'l, 
vcmm, :!j0/
0 na hlxn olárlai de 30 u 
r,o uno• ile ldodo o 7a% M tolxu 
1 ao ººº"· Isto mofflrn que os 
Jovens, Juslumcntu ua Idade cm 
devem C3lnr fozcndo isun tormoc;no 
culturul, sun. nprcndlzacem, cstno 
,e nulo destruindo, 
Qnonto no nlcool,mo,~ .tlve· 
mo, 26% nu lolxa 18 • :IO nno•, 
onquanfo q1•0 7a p/ccnto dos vlcladc8 
Jo,·coo cstno na faixo de 18 a 30 100s 
(depcodenlo• de maconha, p,ico 
estimulantes, ;LSD 25). Na fala de 
ao a 50 anos cncootromo• U2p/ceoto 
do' olcooli,mo. 
• O loto tntarcs,onte • que na 
falx• ctdrl• cio r,o a 60 anos de Idade 
tivemos 0 do de:,,cndcn te. de mo. 
cooh•lo ;outros 1ubstJl0clu palco 
ativa e 12% de olcoollslae. 
Profilaxia 
Todos os,autores e estudioso 
dos problema• dns dcpundenc1n, 
concordam em que paro. n verdade 1, 
ro tóxlcomaolo ó necessário quo 
bojo uma prcdlspo,lçfio ladlvlduol. 
que lovn o tndlvlduo a uur o ol>u, 
sr du substâncias psico' tivas. 
Pura Termos Sx110 Em Umn 
Compnnh;:i Contrn A, Onda Avniun
1 
ludoro Uos Drogas Cnpot.lzcs do 
Provocarem Depeudênclu l11sfco Ou 
P,lqulco No Dra•ll.E No Mundo 
A Coapnnhn. Devo,, Tor tr,Oar6ter 
Prc'cntlvo E Nfio Sõ I!cpre.1lvo. 
::lO'emoR procuur 11 c:JU88.!I 
do nbu~o dos.tóx.lcos.utudondo.us 
moUvoçõc• lncllvldunle o colellvo.s 
e btt coalltçõcs 1oclotóglcas quo !11. 
voreccm o aum,ato dot1 deptodcn. 
tes. 
Todo, o, /inguto• <lo problc. 
mo devem ticr ~11tudndo1:c. onallzn. 
dos fim de eselnrecer as população 
lendo o cuidado do ovitur:quo um.1 
Jnformnçfio, crrudo. •. ou doturpada 
poseu ,ervlr do orma do dois gu. 
mes. 
Devemo, eofoUzor o Ulilla 
Or~anlz:nçfio dc;:ombilo nnclonnl 
quo passrnto. a counJcnar ,.todas as 
JatormtlçücH 0om:ro11pcito do dro. 
as que promo'Orto cureos. no 
scntldo do nprlmorar os conheci. 
mcntos bf.islcos do professore-e que 
tenham' cont.Ato direito com os jó, 
vens, 
Da Flnalidade 
Estimular_a.participacio dos 
dlvcrso.11 Eil4do da l•"cc.lcracllo. dos 
/%$31 $: 
e o Decreto no 69.845, di! !?7 12 19il 
e que em eu Arti. lo diz. «E dever 
tJc todn .. pcs,on tisica ou jurJdlca 
colu.boror no combato no .. '.lràtfco e 
uso de substâncias entorpecentes 
ou que determinem dcpend~nd ... 
Uslcu ou p.<slqulca•. 
Colabonr com os Centros 
l!ducaclon~ls quo mnobfcdU!m. in. 
terremse pelo assunto, 
Divulc.nr B!I ln!ormBtõca juc. 
to ás diversas espc:cfnltdadca. ;,ro. 
fcuercs, ru~dlco,. pslcólogo:t, o. flm 
Médicos Sociais das 
----------------e:> 
Um estabelecimento de 
de melhor esclarecer a populnçac. 
Muuter controle: fJt-fJObllCUlO 
das drora capes de engendrar 
dependência 
Devemos crlur no Estu­ 
do du Ouonub~ro .irn plano 
do conecleullzBr na nlunos 
du■e,colos prlm6rit1s do Ea­ 
taclo, a respeito du noclvldu. 
de dcs tóxlcou. em llugun,::crn 
uccesslvcl o rfcomcuto llus• 
Irados. O mt·~mo dcverl11 ser 
(oito noe demnle Eet«dos da 
Fedcruçno. 
lato é multo lmportuoto, 
porque o que 6 condlolonutlo 
na hlxa etárl11 do 5 o 11 n­ 
noe de Idade mercn ln<lt'Je. 
volmento o Individuo pori. o 
reeto da vldo. 
Devemos coneclenlizH 
os orlançee a respeito d1.1 no­ 
cividade doe tóxico&. 
A companba meritória 
que o Governo esta foundo 
jã está daudo eeus resultados; 
pola tenho sido procurndo 
com frequência por grupos 
de co!egfols que e!lll'l iotcrts­ 
■edoe em fazer trobnlbos a 
respeito dae 1ubstO.ncfau en­ 
torpecentes e umu dos per­ 
guntas que mo fozem O " 
seguinte: A Compunha que 
o Governo e,tA ft zendo , .. m 
alguma vulldado ? Respondo: 
•Só e pre1eo911 de vocês a­ 
qui, só o foto de estarem 
interessado• em conhecer e­ 
te malDO problemo, jà é um 
dado positivo•. 
Devemos oomoçur pelo 
escola prlmárln, pois o pro­ 
blema de elucldnçllo dos ado­ 
lescentos vem encontrando 
sériss resistências e diI!cul­ 
dades, pois os lndlvlduos des­ 
sa falxa etária jll se julgam 
com maturidade sullolente, 
desprezando os conselhos o 
orlenteçllo dos adultos. 
Detendo a tese de que 
junto áe Faculdades deveria 
haver uma cadeira s respei­ 
to das drogas pelcoatlvaa, a 
llm de que aa professoras 
prlmàri•s, que passaro lon­ 
go tempo err. contáto com as 
crianças. estejam eu!iclent,. 
mente preparàdae para orien­ 
tá-los dev!domente. 
Ontrosslm, devemos orll­ 
oular com ae entldndee lntrr­ 
n11olonala, ligadas 6 Orgunl• 
zoçúo Mundial do Saõde pe­ 
ra que as medidas preveni!. 
v11e tenbum um caráter Unl­ 
vereol. 
De acordo com a nova 
Lei 5. 726, «Considero-se eer• 
vlço relevante a coloborttçãu 
preatada por l)eesoae Ilslobe 
cu juridlcae no combate no 
trllllco e uso de sebe. entor­ 
pecentes ou que determinem 
dependênola;llelce ou pelqulca. 
Publicado o pedido do e~nbor Atol, 
sio Uendes 
' 
coruiança - A que 
vende por menos e serve melhor entregas 
rápidas a domicilio 
era um palbnçu tamoio, clt­ 
llrJn do tcdF t plalelus. Pa­ 
rcela II b.>mcm mols frll:i: do 
mundo, dollo do um rcpnto­ 
rlo !IICHJ;Otnvol de pludu6, 
quo rttcvata rio da 
proprln, ar(Julhauc1tc!Pfi d o 
pc<lru. 
Mil!', eESU pnlhaÇP, vivia 
um drnmc. cruel, igoorndo 
das rnultldõo». 
Buscando remédlo par su 
nctlgla, o pnlbaço consul­ 
tou Ull' pelcansllKle, no qual 
revelou todo seu intimo an­ 
guelludo so!rlclo: 
- Sou utn homem triste, 
doutor. NO.o cooelgo sorrir, 
•le!COoheço a nlegri. VIvi la­ 
peuudo n mim mesmo ... 
- Pense nos especlos uizro, 
davels ia vdnu, nas cisas 
hous; nos omlgo6;. 
- Jú 1-xpi;rJmentel tudo Is­ 
so doutor, mos sem rc~ul­ 
tudo ... Sinto-me lnótll. 
Depois de uma série de 
conselhos a,osl!lvoe, como 
último recurso o palcanalletn 
sugeriu. 
- IH um circo exlr1101dl­ 
nárlo, n11 cidade. meu omlgo. 
Vá até IA e você d risos, - 
preclnndo os piadas do polbo­ 
ço <VentBnla•, 
- N!io resolve doutor.A que­ 
le palbeco tem um riso de 
cewlterlo, um riso !8Jso. en­ 
cobrindo todlo, cansaço fruslB 
çllo. O palhaço «Venlanle• .. 
DOU eu ! 
Pobre homem ! DellrJo 
dns plat.,Jas. Oênlo do riso 
Inesgotável em suns plsdas •. Se há os que não ,c1tdl• 
2%%# 	«« a« 
tal de aen11r-se um trapo hu- mcn,. 
mono, sem serventia . . . Se o mundo cst.õ cheio de 
A liçllo dessa hlstórJa, Pts•imi1mo'.e che!o'de dmot,dos, 
meu caro leitor, é multo cio- Srja vocr. amigo, srja vo• 
ru: o maior engano de no11a ct que constrói, no g,sto lindo 
vida oasce, quando afirmo- de Qurm ainda acredita cm si, 
mos: Ja ano sou illlll. Ninguem nos outto, e na alvorada de um 
precle11 do mim. Estou sobran- mundo melhor, m•ls fratrrno, mais 
1 
do, no vldo, :ia socledo::!e. Hudóvcl , mais [diz. 
Pessoas, que chegam no e■- 
tado :lo palhaço •Ventania>, Lcmbre-,c: O Egoísmo Es, 
são consld&radae manlacas craviu: O Amor Contról. 
depreslvo ót srb'to, denth, 
conbrce o m11111110 de 111110 1 , 
ma, vando a própria epu 
tura, onde enterram !em 
de viver. Otts. deprets. 
xivo julpu ao frustads, ent. 
J1i; intll)I N<Jill r:HJ>ITl<J li ld,·!.1 
e o +ocorro da re!/giAo o 
confortam. Julgu-te abmdc. 
ll!ldo polo prÚJHIO Dttlf. 
O dut.1nto rlcprcr.rnlv., 
negn n El IDfOaJO,"l&oln-~o d 1 
outros noe quais jà ucredila 
Quando_aluem repudia deli 
pit!vament, Io!ando-e fugia. 
do _du vida 6ocla'. . , . nh;o 
do grnvo cslà uouafeceodo • 
umu: porsoaulldado bumanJ 
crn1lob11 pura n derrocada! 
Viver é ,um•detinllo di­ 
ário. Nern tudo é !!lcll o cor 
do rorn, oa exlstêncl11. .Maij 
o, lntc,ll,::enlcs .. na; urleJdo vi­ 
ver, procuram reagir sempre, 
em qualquer ob!tuculo ou 
adversldudtJ. jOR nrlldlUi, na 
arte de viver, euem, tropeça:n 
moo logo depoJsJfazendo de 
coda queda um n6vo degrau 
paro subir. Cboram 11qu1 o 
uli. Mas enxugam ns lngrlmue 
reoomeç,odo sua comlnbeda, 
a cada amanhecer. 
A vhlu só tem um seO• 
tido. quando ~comparlilhnda 
com 01 outros. Porque o Impor• 
lante Bóo as' pessoas- Peuou qut 
aceit,m, •crit.sndo os cutro,. Pu· 
so,s que rstímem a si mesmas, 
Estimando 01 ovtrc,. 
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oo ccrlu {iloi;olfn, u:11r, CL: t_. 
))JCHIDO é U rcupo:1lll CJUO dou 
uun oouaulonlc~ 
Vejum o que diz o a11Jlgo 
,polonlo Soureu, tio J1.1rdlm, 
ua uuu curta de 22 do PcV<i­ 
rolro llodo. 
Dr. Clrauo - Dcln VJ1,lu. 
EAtou coutando 110 He• 
uhor ncscos Ir11cns Jln!Juo que 
mblsoo, o loforlunlu c:n que 
peneiro!, oulndo na betelra 
de ornar um!!. mulher qu., tiO 
tem cara, nnc tem coraço, 
lnlollg~nol11; vuntu1fo, roll11iau 
caráter, coisa n6nhum11, bru­ 
ta prn vuler, Gom cunh~cl­ 
ruento dos deveres du d•mu 
do lor. Jiú oito nnoa oosümus 
) 
1 , 0 jll. temos 9 !llho11. !ln que 
V ver Dr. o weu Ujllltlo IH!blU 
épooa upertedn para rchus- 
our bóia o Jeito pr11 !llh11r11- 
du, sendo que n mulhtr cu­ 
me por 10 o que uumenlu o 
lnlortunlo acima referido, tra­ 
zendo-me à lMlu coisos rnnls 
orropiunte~ quo um horu?m 
no.o dllVll fazer. N[lo lll't!U160 
oonlar mola neda, o sunhvr 
ji ti estu altura dllve cutur 
ciente da minha dc:;gruç,,. 
Dr., quero um conselho 
do senhor a llm de. evJl~r 
que eu lnça n segunda besta,. 
ra uu mlnhn Vida. Aguarelo 
uproBendo ume. corto do se­ 
nhor. 
" ..1 
1 l 
e 
Seu sdmirador 
Apolonlo Soures 
Ruo. Col. Drogo, 2.617 
Resp.- Apolonlo, lotio 
ho,aom 111~ bostelru, oonsole­ 
su n!O só você é besta. Su 
vo·o~ fosso o Dr. Clruno, hr.­ 
vorla de sober como hú gen­ 
te tlio besta na. torru. Até eu 
fico besta de tant11. bcstelrn 
dos outros. Tenho em wl!os 
oontenne do cartas de homens 
e mulheres 0 quuso todos 
eleo quotxum-sc doe lnfortu. 
nlos 0 beetelrus prallondaa. 
É Isso mcsrr.o, no com,,. 
multo amor, faollldodes 
~~i llueõea rnguorau; o oert.o 
às ~ezes, ê O pai ou a miie 
d cujos loucos pnrn descun­ 
s aspiicat», iio fie 
beatas que a resgatei! ... Jul 
nndo quti descobriram ou 
~d ulrlram ti melhor coiso do 
mu~do, oilo pnsnndo ús vo­ 
zes da maior «espiga• para 
Ioda o vldo de. gente. 
Doe moles, o menor. 
Ti c a cooclusllo pela llUa 
co~ta que ao menos o!io trn· 
)rnlhndores. Apo!onlo, que h
1 
ls­ 
tOrla 6 068a do nove m loB 
.im oito anos de unl!lo ? . 
Ora csea em parte oua 
queixa 6 oxoesGiva porque u 
sua lllU!her prodt1a uli:uma 
cole" de tilit: lllhoa. Devia 
ter buscado conhecer sua Q~· 
vore geoeolúglca {dll mulhE:r) 
tee da bosteiro, porque ... 
nn uo estou Urmementi cou­ 
porQ Ido que ulo tetn purcntes­ 
vonc m lligunio r,itnz.ana. Con. 
oo co em· outra corto. 
to mo 
volte ApÔlonlo 
nr: Clr11no 
C,,tJ d, 1, 
.. .. : ~ f 
senhor tom i ses dib, 
pote que tu LO 4 •• ,_ l 11rd .. 
cois, pior Ou 111ur,tfo, D,.,  ·1 ... u 
desconfedo que minha mulher 
não preta. 
Esse cutto dia ncntvei 
um bil!,ct, <m c11,. me orr, µ ,.1 
mais com calma pensei que ele 
amnde não tinha lido praue «o 
tova fcch,drr,lio. fique, ,cnc udo 
e ficava c m dó da minha 
qui!rlclit fc,mo ,lna. '3 ... n .. 
ando que leza meu jizo dela, 
poh amo•c mui~~ ~ IJ .. f..: .. 1 '--· 
m u i t o e j o v e m 
"lnc.t1 ndn rn • :I • u ur I li ·rd~l,o 
O quc aura.a e±e ehreto lrémi.::i­ 
do por ,-1,. 
Al,I Dr. o ri J.! f.!J :.t c,11xl- 
nha Corun!td o m,nhJ o~ .. ~tdÇ l 
E ela é ão bens 4o .: , 
tão ativent tu#sua, carinho­ 
ta, tetve e +p xonad por mm 
(sim ela &z). D:. avalie, pese, 
m!Ç~ c:m -.xtl.'11 e.o e, m,nhJ d.!., .. 
9raç~... el tnha cutro ame!!l 
D,., ,~teu chourndc, .·aou 
louco, r'ilV t .. nh ccreg. m Pufd 
vingençe; a Qu, J,vo f,zar ? 
Seu amigo e: 1.dtn:r,:dcr 
Ju,tino PuciÍicÔ do Cruz 
Rc,po:la 
Seu Ju,tino
1 e l,Hlim5vd. 
Exi~L:r.. c:..1: cont:Jdiçõ lld 
vida. Mr.!> fique.: certo lcn1bcm 
que quando a urlçaé bói co­ 
rno oizcs, g.w.õ.:s ,. un.,bú: d .. s· 
cobrem lego e do alto <1dajando 
em <::p1qué..i, cêc:m tm cimJ e 
devoram tudo.' N.;o é ? 
Tr,mbêm r.'·" ,1qJdc aslo­ 
ta ccb5els: U é cuco, doi: 
é bom ... t dmis. Nee 
conjunturê!, cem tod~~ d.,. virtude~ 
cl• lhe pôs no ccb•o. D,:i• o 
meu colcgc1 V. V1b: No miJis 
!ornb:io dn,ma d.: 11dt1ltério. sr:rn­ 
pre há um pcnto vi;ivel, o mari­ 
do q..,i: h V,ngJ, <= lt.:rtivd sem 
deixar de :l!r rid:c.ulo. Outro 
ccl.:giJ mem, Daniel D'Are, a ms­ 
ma couso õHir.1: Ur.1 m::.rido trll1"' 
do p.:/cJ 1nulh.:r não ncccssiia 
vingar-se. O amsntz nczgat 
se-ó dis:o. 
t m.:sm,:;,. U1.1t: ccincidt;Jl ... 
ela Ju!t1no, o !i .. u nor.1= diz tu .. 
do' és justo porque não deseje 
vingõnça; és p.:ic1Íico porqL:c não 
inventou ·um.::i b,;54 cem o cspõ­ 
~a e humildcr.,_nti: r.::tJ vida c.:r ... 
,c5ll il ~uo CrJZ, Ccrnplcto, til ? 
E melhor .ter a n,e m±is feda­ 
ronte, pd,.::m fl.l, que umo bele­ 
xoca s.:;fod,. 
Vá pro íuno ss:pente a:­ 
tejenrc. 
Um di,qullrslnho, :eu iu,­ 
tino, procure o Dr. Pedrinho. 
Dr. Cirano 
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ln!ita!ei c.-.Clilêrio d Ru.l da Adi­ 
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com telefono n, 3/l!/13, ~é!lc 
111- H X -203 5.0 T. 
A,; c:d:n, 
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tvrh tem snto, ptunt.' 
puf scup Witk tcutldho 
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l'rll 1 ,(·'.0nal 1 1 1 V, me,; com 
e+hr uretads O prol!em d 
'Tóxico, dev e er Lrtado com 
1nh ·tinto pele. Auto:i!ades 
urvpetentes, A slples tepres­ 
ele eo 6 otuficleate. Por que 
f'gare, Professares e r!li­ 
fures não prorovem reunlões 
e e.lareça á Juvuude dos 
iun tas consequências do uso 
<.I I Cluc,inbo, fblinboJ e demois 
J,., u<lo-u: u.11.l/mle, montnl,. 
() lmpol tnnlu é r. '!'mo Cormo­ 
lo do Jovt, e nlo o impc­ 
dirento apurrio do Vlcfo. 
r: umu ldi:in. A .Juvwlude dn 
tr culinua tu Luta, tó que 
1?t,,ln vLr. í,,l Luln melimo. So­ 
p•,po; o bolucl<as corourom á 
Üilw:u nullé do Coruuvol. Isso 
é ídu, verucmhc•o, molccogem, 
Vamos cubar cum esis man!­ 
!rnccr;õ,,G de volrntlo, guottlem 
ouo,; cnllrgion pora os estudos e 
trabalho. Tempo ae ·btbrle« 
Já parou. O negocio or é 
P,,,. e Trubal110. O Colunista 
vgrdece em nome de Tribunu 
u ujurla do Preíelto Cl6vls Mcr• 
celino de Olivefra, que deu seu 
cpôlo 6 Revisto Integração, Vn­ 
mos lutar por nos,o Bibllol<co, 
uw lluU,1-111 b,•m iu!ormudo vo­ 
le por uol.. 'Temos u promessa 
uo Verendar i1fcmo Dllon, "êle 
nos juduá nete ideal nobre 
o Ílcundo 1 ! ! 
Do E,1,clo-Govêrno !:,t11- 
iual, oilsta quunto s receita 
tu de 73, dl,oe o Secretário 
O;'vio de Olvira da Fsznda 
de M:,to GuJS:'o: . . . e!-tnmo:; 
ctirystr por au em virtude tdo 
c r . c i n	t o econôn!co d o 	E	­ 
a.e, da ler:ficção e umen­ 
to da produção, a lecelta e- 
1( l U{h:rior u do e.no pus:;!ldo. 
ia.o Groso importa:á Sul 
G ·ruu dll J3ullv!u. Sccodor Fcr­ 
OJih:o Ccrrén dn Co:it:'l que 
tcrú .:.eu moodüto cncrnado em 
Hli;;, cllrmou que nilo oa con­ 
di;atará ás Eleições do ano que 
vou,. Explicou que estu suo 
r,11:uJe, ,·lsu ::iflo p~cjudlcsr o 
Cuscrnodor Jo,e :Frogelll, que 
é S'.:J p.:!r::ote cm grou previsto 
p, b,lnelegibiildodc•. O Exntor 
t:,tn iu,i, Jorl dos Snntos, da 
Cid : de Pedro Gomes, fol 
bo'.tctb quando cobrava um 
cJn'.dbuinte Tribunnl c!e Jusli­ 
~a c:!l ssnrlo remodelado. O 
Poelc e nosso particular amigo 
Hut,, m de (;aijlro deseovol, 
venvio us ztlvjddes frente 
»ser de ltaprenss do do­ 
vLroo [', rclrQ Llron (Cvrumb/i) 
com bvsstnte efilncla. Par­ 
ÍJcnw. V cr :Jfio ó qu,~tiio de 
honra para lregell1. O Estádio 
du F1,!elio! qu~ ou Cuír,bonos 
d,• multo rrlvin1ice1n rlcverá 
ser hnda na atual adminltru­ 
ç!io, De ocõrdo com o Jfolctirn 
Interno no 911/73 do Mlo!et/i, 
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comp1•tênclU ~0ri dele_g.H!or. Fh­ 
cul:1 do Té·'OUro Neclonal nos 
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oucilo do re6lmc de Tempo 
lntegrol r Decllcoçfio cxcluBlvo 
no?,.suoa rtspcllvu• Jurldisçõ~•­ 
Cllntlld3lu u Pnsldúocio do 
Cons >lho federul da O, D, A. 
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(Thecou, RuErn9, etc , . )A Ma­ 
rlohn ~ Mlnlstórlo do Trobolho 
assinam convênio, com n .. , , 
du Oentrol de Medicamentos 
(CEME), vlsondo oo Intercâm­ 
bio no produçilo, pero uma 
operoçfo cm largo escola, O 
Mlnletérlo da Agrlculuro, 
confirmou pero este mês o 
execuçno de novo sistemático 
de plnnejom•nto, ovollação e 
conlrôle de suas atlvfdades 
em todo o Pais. com o obje, 
tlvo de s!mpllf!cor n eloborn• 
ção e dcsenv,ilvfm'enlu de pro­ 
gramas e projetos Agro-Pecu, 
llrfos • Bro,11 firmará ocôrdo 
com s Arpélla (transportes 
Marlllmos) 
DO MUNDO- Bombos ex­ 
plodem em Alenns Italia 
ojudorll os Póvos sub-de$envo(. 
vides do mundo • Israel, Juta 
obertomenle contra os Missões 
Cristas • Brejneve propos o Nl­ 
xon por& oprofundor relações • 
A"ln•do convênio Cubo-EUA: 
contru Pirotarla • 1-lenry Kh­ 
singer, visitará Cubn • Pai••· 
tinos omeoçom maior o Rei 
Hussein • EEUU vllo procurar 
soldados desoporecldos na Indo• 
china , 
Um bom fim de semana e 
até a próximo. 
Pensamento da semana- e O 
Credo é livre, como livre é o 
Homem•. 
Em tempo: Energia Elétrica 
ern earncol é uma realidade 
ser6 Inaugurado dia 1° de 
Malo. 
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De 
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Gasoli@ - Diesel Toda linha d fubri- 
f1c«ules - L:1vugcm - Lubrlficnçilo troca de 
oleo - •ine~o luuchonete>- 
J.ARDlhl 	MT 
Bola Vsta, 2 de leve­ 
reiro de 197:J 
IImo. Sr 
lvaldo Pereira 
Trlbu0íl du f l onllirU Be­ 
Ju Vlita-Mt 
Prezado au,igo e zcuhor 
Venho por rm,o tlu nre, 
ente presentr meus pr­ 
beaH pelo 1ranccurno do 1 o 
An!verrlo da «Tribuna da 
Froutelrn,,, dPS'•J1,1nos n c8la 
longos unes de bons serviçr 
u coletlvldude, corno vem fo. 
zeodo neste prlm'llro vno, 
munlendo:In1.1bul11vel o lema 
do •Liberdade com Respon• 
aabllldu.de. 
sem mal~. aprovcito-mú 
do ensejo pnrn subscrcver•mO 
upreentundo s minha, 
Cordeflls Saudações 
Deooleolano cio Vusoouceloe 
Si» llilitar. lia 
Dr~em e Descnvolvimcnf o 
[XP(Dl[Hl[ 
«TRIBUHn on FRDtllflHR» 
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Dr. Roberval Borges 
Medico CRM-MT-209 
GINECOL061SJA-D~SJETRICll-CIRUR614D BER4l 
Consultório-Rua Cond6 Porto Alegro-309-Tel-215 
Rela Vista 	Mato Grosso 
"Lanchonete NOSSO CANTINHO" 
algades em geral - Bebidas 
O Ponto de encontro da socí~ade Jer.dinensc 
AGORA coi.i NOVA DIREÇÃO 
JARDIM 	l1ATO OROS5O 
i 
l 
f

'l'ríbuna ón 'Fro,ltdra 
la VLta 
--------------------- - 
}.1 r,,ri dt 107,; ________________ .. 
Bra inh na Escuta 
.. E ps um Carnaval 
de oltar labarédas, cA esta. 
mos pr lgunt comentários 
sóbre:n lesto mola cspcrndo do 
ano li 1 
JC-X 
No GPR o Carni 73 fl 
de quolmur• 11 1 , .. tudo bn­ 
oauo, uselm como Decorço 
que etvn bostante orlginl. 
Porohen& 111 
X-X 
Mereceram do1toquu pe­ 
la olcr,rh.1 o onlmnç!lo contn­ 
glonto, os Coooh: Dr. Késlo­ 
Morln, Mnneco-Nlcc, Ed,on­ 
@eclllo, Alvaro• Perclllnnn, Ve­ 
co Lcolro, 0orlboldl- Suely, 
Dr. Jlobervol Tylu, MorqueB­ 
Ellzobete, Evlláalo-Elpldlo. 11 
X-X 
Goelei de vor colrem no 
Samba: Sr. Noz.aré e Esposo, 
'rtbl-0llmplo, Woldemor- Go­ 
novcvo, Ten. Szohloto e Sro. 
X-X 
ôpo 11 1 revolorom serom 
ólfmoe Sombl•tns. Jurocy Me­ 
lo e Ellzabeth Pinheiro. Poro­ 
bena 1 11 
X-X 
Mas. . . quem sambou 
em pnrr durante FR 4 noites 
foi o Dr. Murono e Dn•. Hlldo. 
Ôllmo. Eta caso! animado 1 1 1 
x-x 
Entre o eolno colorido e 
u luzes oluacontes, notei num 
tremendo balanço: Alolsio-Ro- 
91obe, Ten. Pór~lo-Elbn, Ten. 
Ney e Sra. , Buclldes-Gul­ 
lhermlno, Alvalr-Catnrlno, 
Almlr-Coclldo, Horonoto-E­ 
mlllana, Pérlcl•~-Angelo, Jono 
Corloa-Cldo, "' tombêm o nos­ 
so •migo Honório Roio. 
X-X 
Bocnnoa foram os trajes 
usdo durante o Coroá pelo 
trio: Fatlw11, Nica e 'lãnic. 
Super prá frenta 1 1 1 
X-X 
Brlncon'.lo oo Som estrl- 
d•nte~do couj. Mldle ol Sky:ko 
-- Nely; Nln--Dilm, Fern­ 
dlnho-Zcnóbln, llulnmnrr111e 
-·Lrnnor, Montonhü o Bro. , 
E<.fcr-Arotllg Gimtll-Flur 
Elhu Lino e Sro. lfollton-Enl; 
0eroldu-Norm9. 1 11 
X-X 
Snmb,ndo em componhlo 
da Odete, Comt6ncls, l:llnn o 
I<osolva, vorlos Jovens anime­ 
doo pr: daná de Dourados e 
Marocnju / / 1 
x-x 
Notei ocompanhndo du­ 
rante 05 noites Carnnv1lesc11• 
com uma Mino multo legal o 
Geraldo Murono ... é l,so oi Ili 
X-X 
Lntro u Juventude oni, 
mada eotovom·. Dony, Hóllnho 
Zeco, no monas Toolnbo e Ro­ 
sono, Zé Geraldo. :Paulo PI, 
nbclro
1.llde!onoo, Pedro e Tuta. 
Paulo-Melo e Fátlmo, a os 
monu1 Ilda Maria e Modoleno 
Murono 111 
X-X 
Apreciando a fe1to " fo. 
logro!ondo os Follõea: os Po­ 
dre• Redentorhlo. Legal mesmo 
era traje do Po. Pedro. 111 
X-X 
Brlncororr. pouco ... mu 
brincaram: Fernando-Mary, 
Dr. Enok-Leclr, Vaner-Rt■I· 
ka. Cristaldo o Sro. , João Il­ 
defonso e Sra. E .. , a6 ouls­ 
llrnm de •Camarote•: A laná, 
:tio Melo-Solam~ e Jacinto 
Miranda-Nice. 
X-X 
Que aconteceu Kailo ? 
Apagou ne•te Carnaval ? e vo• 
ce também James. Notei a au­ 
sência de J ollo Pinheiro e 
Nozlr ... o ano passado aam­ 
barom tanto ... talvez no pró­ 
ximo nõ? 
X-X 
Partlclpoodo do Folie tam­ 
bem: Wellngton-Rltoca, Mor­ 
celo-Ellzabete Nnboo, Durval 
-Sra, Cndo 1'úrrc1 u Sra, 
Jercy---8sloué, OJllo, Bato, 
Tuto Hicardo Melo, Ls M. 
nss Dlv e Cladnr Mohisk e 
Juventude Petgu«ia tambem 
se fz presente ... 
X-X 
Nosso ! ler.tJJ ,:enl~ dequl 
e tombem visitantes que pre+­ 
U,:!orvm o Csrnuvel to Gl'R, 
tornou-se fmponlvel enutur • 
lodos ... Ias uma colsn ó 
certo: odoraram o Cernavsl cm 
Bela VI»ta ... é claro, apó+ a 
!olln ltm 11 prnla do ,pl par1< 
o Rclox /! ! 
X-X 
Ah 1 Não podia deixor de 
oootor a presencu dos caeols.' 
Anterlnbo-Zdi, Antonio João 
-Dlone, Eder,-Klko, Ramõo 
-Cleudele, lldefoneo Loureiro 
o lone Melo, Dlornlr e Maria. 
x-x 
A anlmução oro tulal. !!mi­ 
nha gente, por lá tombem·. SP• 
boeliao Zncarla• e Sr.a, Abrllo 
Z acarloe e Olga, Morly Z•CU• 
ilo• e Espóso e o Edv•ldu 5&• 
lomão que estava um borotu 1 
X··X 
Ana numa pequro las­ 
cada o lldemor . . . ó . ó . 6 
X-X 
E o nessa o migo Ulbono ? 
que i:arõto pri !renlex 1 (só 
ando de Terno I ) 
X-X 
Porobeos ao Bloco dos 
Saroogs, apresentado nu úlll• 
mo oolle. fstlivam llndus 1 
X-X 
Idade dos eonho,, ldcdo 
morovllhosa .. , é "" ló anos 1 
E quem chegou neeso fosti no 
dia 10 pp. !oi e Cocsdlnha A na 
Maria 0cempos, Mil (shcus à 
Voce 111 
X-X 
Casei da Semooo.' Cltuzo 
e Castro 
• 
1 
j 
.- 	.... .,....,,..,,..,,'""",.. 	-➔
M 
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' 	•• 4' 3 
Carmen Miranda «A pequena notav-al» 
Um dia é da caça, 
Iro d taçúor, diz o v 
dégla. M quem vi.ja 
VIçio Cruto de sul vs qt 
o velho tlitodo wr,~ r 11 ., • l 
mncdifço para t ur 
dla é da caça e tu'ro 
moturl+t. 
D,s 16 do corente o 0nt­ 
bus daquela Lmprra que [a 
o percurso Aqu'.d',u,: •-ll 
Vista, di:igldo pelo m4onst4 
Rurnllo Loburu, eu ver cru7nr 
um veado no t trn1n, lr..iptl• 
mlu molor ,vt loci1ad,· , o v,1- 
culo, o fim de p;l, 1,ttúp.1. • 
menlo mot;!-lo, Rem;l:, L,1,.r.; 
conseguiu om ptHt .. , o H u ln­ 
lento ferln:lo o llnlr, cl.:ld.o 
que fugiu rumo + curp; qte 
ELETHA RÁDIO CONSERTOS 
De G,dd,110 l.lcit, ·. 
lHdios -- Te-d l'u.• • - ,i, ,,. Ih,, 1: "nsisto- 
rizados. Técnico coi.peite no :+u:e. 
Ru·, Cond,, <lc Porio , 1. c:r,. ;.H 
BELA VISTA 	M'I' 
FOTO Tmcoto. 
lotos pura documentos, fotocópes. Feportagem, 
fabrica de quadros. Plastifica e documentos 
Raa José Boifácio, 631 Bel. Viu M T 
Organização irãos lques 
Matadouro Rio Formoso 
CASA DE C..RNS 
POSTO SHEL 
i 
-gew. Borracharia -ài..1 b no,t-, toca de oleo 
de Jozá Uda. 
<e Atendimento diu e: 11uitc > 
e Acompaubumo,; o pogresso de Bonito» 
B0NITO 	!':.ATO GROSSO 
, 
HONIIG M. T. 
mil 
R 
Vt. OSiCÃ 
-

ode 
1 
.., .., rgiu - de vo<és, dep r e su 
predsa do seu ·Frigo Hi<o, 
ANO II 
Bela Vista, 17-03-73 
r 
_ • .,/ .,,. 
Osw...ildo Coimbra Grubert Jardim 
pecuarista homem que defende o direi­ 
o de ser- ser acima de tudo, 
<:Um ,Tardinenso ardoroso e combativo » 
um re<em-nascido 
de seu própvio Ciêmeo 
Nova lo.que O te- 
to pcu!mente desonvlvt­ 
do de seu proplo gemneo 
f, i rÍIUl!!'<!•lllOllte r:s:lirphtlo 
do abdomcru do um11 crliin­ 
ç nascidn seis stnrnuas 
atrào. O c:,so não 6 novo 
nos : llllÍS dn tr.edÍl:inn, qno 
o dtl[Íntl uFouts in (etu> É 
rn r;ssimo, porém: 1110 lodo 
uns doze cases usinlados 
a~ uoj,·. A in!erveução ci­ 
rnrgica foi executada no Hos­ 
pil .( ,Jame~ Woacomb Ri­ 
lt-)" do lnd1unopolis. O mé­ 
dico do fatilla descobrira 
l11d,1etnmen!0 a anomnlin 
dur,,nte umo dr.s normais 
con,ultae médicas de coo­ 
t: oi~ dn crlnnQa. Ele nverl­ 
gou n r,rc~enç& de uma 
à, e :i in~olltameute inchada 
perto do estomago. A cien­ 
cit, médlcn não sabo nindu 
quul é o roecnniflno-fisio• 
logico que provoca fouorne­ 
nos deste geuero. Foi rcla­ 
tivumente fácil rellrar ô fe­ 
to, que à unnllse cromossen­ 
tica - revelou ser do sexo 
mi:~culino, ge..aeo dn crian­ 
ça em cujo nbdornero se 
encontrava, 110 segundo ou 
terceiro ruês Je desenvolvi­ 
meuto. A iutorvcnçiio cirur­ 
gicn, muito parecida com 
aqueln quo é realizada na 
exlirpnçiio de um tumor, 
foi gravada em • video-tape 
depois dn autorização dos 
pais do pequeno _ paciente, 
um docut::1ento unico, 11 im­ 
portantissloo. 
, xe(uÇ o. ·eef a Vista d v.e, e 
«inãos a Ora» 
1s - É f ACIL E BARATD VISITAfl OS Pt ISES uO 
a fim de ou{et 
tancer curn alravés ~e [1vas 
Esrnvn 
Heportem dc G Cauro 
li ,•op,dul p>ru IJlõrlo do 
Limeira 
Publlc6do o rcc, bimlln•• 
desro, erva• mcdlclnol•, ot<n­ 
vés dos jornrts «Gwz+tas de 
Llmelro, e •O Prpulon• em 
pequenos orLlgn .. , dcr,t1t1 d,, 
pouco comectl o rrcrber 1'1· 11< • 
de muitos llm1•Jren,es e de p••­ 
suas de locall<lndes dl~lante,, cn 
mo Bouru, Piracicaba, Aruras 
Campina,. ArarGquora. dr. , 
que pr.>,·urnvam, Qlé com c;rlu 
deee,peru,. um meio de cc..mlH1- 
tcr o cencer e que vir nts 
sas ervas talvez u úlllmo t, n­ 
tatlva. • 
Conlcs;o qu,•. clctcrenl• 
no comeco, não estnvs ncrccf­ 
tendo mullo nod mllo1ires dr•.· 
ses plantas. Decorridas, na 
entonto, 15 a 20 c!los dos pl­ 
melrosUpessoo,:que expe,lm• n­ 
tarom.t,fs me'.l,comrnto,, mi­ 
nha surpreso foi multo gr&nd" 
•o:saber:queioslprlm•lro, pJ­ 
cientes j:1 .NAO SENTIM 
MAS AS TERHl'/EIS DuRF:,, 
NÃO DELIRAM MAl!::i E li.­ 
VIA VOLTADO O 11PtTlTE 
NORMAL E A COLORAÇ;O 
SADIA 
Outros dec!Morom por 
escrito, os fotos posltlvos que 
h•Vlam experimentado e cnvl­ 
i.vam !otogroUa,, paro aar.m 
undas como comprovones :leS • 
sas curas, Todos as declarações 
e (atos foram então enceml­ 
ohedas oo amigo Abdallah Salo- 
16 em Bela Visto Moto Crasso. 
Mais lorde decorridos 
alguns meses, tlvc o opo1 tuni­ 
dede de encaminhar oo sr. 
Abdalleh mais alguns cidadãos 
japonese, do Alta Paulista, 
que cnegoram o fretar um avi­ 
ão para conhecer pessoalmente 
o sr. Solo, ,eu trobolho e re­ 
,ulledos. 
A VERDADE CIENTIFICA 
Apesar de observados os 
resultados positivos e ccredl­ 
ton;!o nas curo, rápidas da• 
•decloroções> , es~revl ao ami­ 
go AbdeUah Saio, sollcllsndo­ 
lhe PROVAS ClBN'llFICAS, 
para que pudesse publicar na 
•Revl&t& Limeirense«, que fos­ 
stm conclusões satisfalórieB e 
que r·eelmente convencessem os 
leitore,, os médicos e quem 
m•ls foa,e, 1õbrc os •poderes 
mlraculosoe e cienli!lco6• , co- 
mo se olardeava, dessas ervas 
medicinais. Foi entlo que, em 
17 de setembro de 1971, obti­ 
ve uma e.arta antxa ás 
proves cientificas, leito• atro• 
vé• de lotocóplss do cê'NTRO 
CJENTJflCO DE PESQUISAS 
VEGETAIS, d .. AnllpoUs, Goiás, 
cursão, 
reeçao ocorra e vegem 
O 1rmullo. '· ed 
pdis i Fo,n,c1d:: m,1 p::uo, ., 
f,onhl,a p,lo S,rvtço dt Pcl, 
Matitim•, At,u e d frone•r•i tL 
nos entro urbanos a prece­ 
himento, «m seis vla», é deme. 
rado, e o processo era retardd 
e muros carros ccnvegtem ag 
pc»to alfandegário ao mesma 
tempo. Por isso, convtm apsnhu 
o, ío,mulJ,los nos órgà•> íed,,., 
de domlcllco, entres~•• nedw,• 
te ap,uenfoçôo d• carlel,o dt 
Jd,ntldode, para p,e,nc~l-,;, 
calmomrnte ,ru co,a. O IJC:::i 
carimba os vias do Ícrmol,irlo !lc 
uld•, dnolv,nde, 1,ts, um• do, 
quals é levedo ao agnte pele 
clal, que anoto • soldo cr.1 Jl,ro 
p1óp1lc. A, outros dun dn,n 
ser guardades per+ a dvluçà, 
na vola ao brasil. Dara quem 
vlaje em ómibus, os propus sg.· 
tes vendedores de pesgem ite 
cumbem-ie desta pente. 
e.92%.1 
da ccndlçõo cflcJol do tun,t• < 1 
te, dlrtlto ,i ccl• do, mll d:lla· ' 
r,s, ao cãmblo ofrclal, ,ave 1~,r 
P4Slbportc; e 'e é daqueles q .. t 
ndo gostem de perdu c.:31Jns r.1: .. -' 
nulos na Írontdra dos Q'...t 
prnsom auc t,mpu t dlnh,11,, 
esmo em vagem, fure tatbm 
e documenhaçdo Internaciumsl 
<lo carro. no Tturlng Club do 
Brasil (antes de vlajar 0 claro) 
• $aber. 
•l - c.,teira Jnt:rn,cíc· 
al para Conduzir - equ,val• 
a certeira de mfctista - d 
<11re1to ... olrii;tr .010.r·úHI •rn 
qualquer ut dos 90 pale ± 
gn.tarlos de convenlo cem ct 
quoi• o Tourtog rooa.lém 1d•· 
çõe,. 
b) - C•rn•t dtl Pass,p r­ 
te en LJouonne - correspor:d• 
,o P•t••porlt do carro. 
e) - Cerllfic•do de Pro• , 
prledade Intern.clonal - equl•J 
vale á licença do carro. ' 7 
1 
Em Buenos Aires, obra l 
•llelro goz., do prevlléglo da • 
n:to ttr molas revist1das. por 
Isso o desemboroço alfandegárlo 
é rápido. 
Ao deixar a Allãnd,i;a, i:o 
entant~, o turista menos 
0vh•· 
do corre o rl,co de ser lesado 
por motorlst. Inescrupuloso qu: 
e-Obram 20 pela corridu (10 ou 
1l cruzeiros ), conforme o drn· 
blo anterior, e preco• eleva• 
de,. Exigindo o taxlmetro, o 
corrida n!!.o vai além de dois 
cruzeiros. Exr.etuando os qu• 
trabalham no porto e nos por, 
tas de hotéis, os motoristas d: 
Bu,enos Aires são cortese, e 
honestos. O serviço é bru!.' 
para gastar três cruzeiro, é ~ 
precleo andar muito. Hotéis cow 'i 
calefoç~o. §gua qucnl• e b>· 
oba prtv,uivo oscilam entre %0 
t: 22 cruzeiros~ 
Rotei.roa de ••Irados ill• 
formações sobre pernoites, bo­ 
téb, pontos turlstlcos, eu:, p>· 
ra uma viaaem proveitosa e:n 
automóv•f. podem ser obtldJ! 
no Touring Club do Bra,11. B.ii 
_viagem p•lo oxterJor não dei· 
xe de utillzar.,e dos ,;ervfços 
das entidades congéneres.° 
Tourlag. ~ como ,e fora aóc:i
0 
Ttm os mesmos direitos. 
-----:---------- 
No. 51 
0ECRIME 
O b,Htlt110 c,t.i <m s,tua• 
ç.4o vonu1jaH1 poro visitar os_pai­ 
ses do Dota. Não penas pela 
prx.midade gecgáhr, mss prin 
cipalmente pela relação cambie! 
que o favorece. Um churrasco 
de primeirissima, em Buenos ires, 
sob1<mtsa • tudo, não pou• Jc 
C,S H.00. 
O Urugusi a Argentina «e o 
Po,oguai ui.lo logo olí, rodov••• 
osíoltadas, ortlgos b,11101 t DO• 
vo, •migo,. Tudo no, un,: oml· 
zade, as condições sócio-eco­ 
nmtcas, ., Íactlidodes de ª"'.!º· 
Só em julho de 1972, 
c1lcnt1 mil brasilrnos visitaram 
Bu,nos Airts e Blcche. N» 
rnwôpolc d• Amwco do Sul tem· 
se bo• ,l,ment,çôc, bon, hocci,s 
(C,S ÇQ 00 em médio), vida no· 
lona intenta e passeies tunsucos 
la+cintes, e/m de um peque 
L,6111 'ldnt.do pi,10 c.cmpu,, a p,e­ 
çs ród.co, 
COCUi-l ENTCS PESSOAIS 
O dd,dóo br.,,l,1ro por• 
ninar num desses peses precise 
tiptnos de um dccumnto dn­ 
tuhcedcr. pe:+epcrt, certeira de 
identvdedc cu t,lulo de ,!.iler· 
(quolqurr um do, trh. lsolad,m(n• 
ta, t ±uh+ente), mas ccrthcado 
J, vocin•çào lntrrnac,onal • for­ 
mulário de «aids do Brasil. Se 
ltVa, •l9um oporrlbo ,uj«to d 
l,cenço,1 de impo,taçdo, como má­ 
quina fotográfica, gravadcr de 
,om, í,lmodora. ele dtvrr.t •prc· 
sentar umc1 dcclorc1ç4o com a iden- 
1,f,coçõo do objeto, • Ílm de su 
ce'mbada na Alfândega. 
DOCUMENTOS DO LARRO 
Querendo i de cargo 
lambtm n,lo h, ;,robl,m•- Alem 
do, d~cumrnlo, d, l,.b,lit•ç.lo 
u19ldo, no 8, • .,1. o •utcmob, • 
1,n• dcvn! munir•I< do CIC ou 
CPF - cart.io de ldcntiÍic•c;•o 
ci:ntribuinle - comprovant~ c:s­ 
tar rm dia com o lmp0slo de 
renda, SE:m o qual o carro ndo 
pana na fronteira. L>e. pais p,ra 
pais as rxigtncias de cntud,u 
diferem ur., pouco, que é bom 
conhecer. 
Foz do l9uaço - Entr•da, 
no Preguei- O, cocro, de 
propriedade comprovado do tu - 
riita (lnte:irtimcntc pagos) saem 
du Brasil normalmente. com a do­ 
cumrntac;õo ul9ido no Br•sil. 
Os prclcnd(ntu • firmas 
comncials ou com alieneç4o Íi­ 
ducfdria. somente: com í1,dor 
ldõnco e ruptcti1a1 autorizações 
de quem de direito. 
Viculos não pertencentes 
ao turista, mas a terceiros (p,1· 
soa liste,,) não podem ult do 
Pais. 
Entrado n• Argenlln• 
Documentação normal, quando o 
vticulo pcntencer ao turhta. No 
caso de pcrtcncu a terceiros (pu­ 
so• llslca, lhm• comercial, etc), 
dcvtrá utar munido da lndi,pen• 
sdvtl, autorizaçdo. com firma rc­ 
conhrcl::!o pou dirigir no pais e 
na Argentino. o veiculo •m quu• 
Uo, devendo a mesm• este:- 11u ... 
tcnlicoàa pelo Con1ulado daquele 
P•is, no B,osll. 
UNOE SE OBTÊM 
O cc,ttí,cado de ••cinoc;õo 
inkrnocionol t obtido no 0,par· 
lamento, Federo! de Saüde, gro· 
tulhmrnto. e tem volidodc dt 
dois anos. Convém vacinar-se 
11l9uns di-11 11ntu de inlclu • c.x- 
(Í 
r 
Zê# $üffET/ tos. aura 
Fl:r: •~. Chupa~, Tubos, Tintas, Azulejos, Vidros, Conjuntos sanitá.-ios e Arames, Sal, Pneus, Paraorisns, Ferragem eni geral 
<(Enquanto espera ser atendido nós_ lhe olerecemos um cafczinho1> 
• 1 Rua 
Atendido 
Conel Jvencio - 815 - Caixa Postal 36 
por pessoal especial isado 
GUIA LOPES DA LAGUNA- MATO OROSSO 
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