TRIB ONTEIRR , 
Liberdade com 
NO II 	e!a Vista - MT. 
iwwwwiwili wwiwwwwiwwia ns;=r = - .. :::.;1111,uttiY 
Responsabilidade 
" 24/024,"- 
:::n =•:::::::nõl 	Jf !J! 
fnayli assina os teliitis t (ali real a hir: lyiuia 
Municínia ue Ponla rorã 
t Ia» IilII l SI 
; n;is 
Ao Prefeito de Perto Mur­ 
tinho, Sr. Alcir Coello, graa­ 
de amigo dos Jornalistns. 
Ho1J1em integro, leal e aês- 
+o propagandas Demago­ 
gicas.A.clr Coalho npoia os 
Jornais que fazem verda­ 
deírn L>:PRENSA!!! 
Estio en fnse de con­ 
clusão os h-ahalbod topogri­ 
fleos dos Putdmonios de 
Vila Fronteira Rlcs e Vi!a 
Marques,'da Coloia Ge­ 
nernl Dntra no Muuiclpio 
de Ponln Porii. 
A CODEálAT subme- 
• feira Brasileira de Me!ore no Exterior NO~@ Zéro 
Foi rootlzad• no ctdode 
de As■ur:çno. capital da Repú· 
blksi do~Poroguoi ",11 I Feiro 
Braellcira de Nelore no Exte­ 
rior. o:,x110:ds,.mo,lra redo­ 
brou a conllonçs dos pecucriB• 
los cm exportar reprodutor•• 
da raça nelore; conquistando 
em primeiro lugar os poises 
vlslnhoe. Paraguai e Uruguai 
Boivla para cm seguido iova· 
d irem, o mercado mundlo . Fo· 
rom (UIIZados grandes_ nego; 
cios na Feiro. os ... pecuorl11ta1 
cooacgulrnm vender seus ani­ 
mah A UlJl prêço médio por 
unidade antrc oito (S à 10) mil, 
o::édia superior dos preço, do 
Bruil. forem vendidos cerca 
de 95% dos animais, num to­ 
tal de :l00.000.,dolar O Pm. da 
associação brasileira de criado­ 
res Neores., J3se, Mário Jun­ 
queira de Azevedo decloroU•Jc 
otimista, dizendo que a vendo 
de Nolores no Paroguol. obria 
novos mtrcados, e que êue falo 
vem de ,encontro:• a, polllloo 
de} exporlao!!.o do Ministro 
Dolltm Neto.' O interesso doo 
poouarletae Parngualos pelos 
reprodutores Zobutnoe breel­ 
lelros em parlioulnr o Nelore, 
teu ó. npreciaçfto do ExmJ. 
Sr. Oovtrnador o lotearue11- 
to dos Patrimonios o tua 
c,porlunidad~ Sua Exe1ên,:ia 
ssiou os prim9iros titios 
definitivos relativos queies 
pnlrlmonlo;, 
Este trnb,tll.io da CO- 
tem motlvndo suue viellus 
periódicos UIJO centros orlutó­ 
rlo do Brasil. A lults de 11- 
nanoiamoolo e o alto custo 
de lransport,i silo cuuGus que 
impedem um oornérclo mula 
con,tnnte. espernmos que o 
Oovêroo proporcione uos pe­ 
cuarlFtas condições de am­ 
pliarem estas eicportsções. 
Ao Jurdlm Botlinlco. locll da 
felrn, compsrecernm os Minis­ 
tros Pnraguulos do Interior, 
Sab!no Mantnnoro e da egrl­ 
culturn Hernundo Bertoni. Os 
exposlturscs braslleiros julca­ 
ram loto posllvo u presen­ 
ça de pecuurlstas Argentinos. 
Os pecunrlntas Brasileiros le. 
var11m utó Aesunçao 350 Ne­ 
lores. provlnientes de Silo 
Paulo, Muto Or~•SO, Bablu, 
Oolà.s o Ml::ius Gemia. A mu­ 
lor alraçllo du ExpoelçOo foi u 
Reprodutor Nelore •Mundn 
Chuv» com llõO Kllo,, oon- 
11lderado onlmnl sem prêço. 
Para breve Exposlçllo nn Bo­ 
la. Peril, Argentlnn, Aus1rt'llla 
e Paises Alrlcnnce. ~ o Bnsll 
se projetondo no exierior u. 
gora também na pecuária. 
DEMA1' faz putte do pre­ 
Tutu do emmucrpço de 
colonias que visa a regula­ 
rizaçião d posse da trra o 
a iwpf.wtu,;iio <lc um rn•- 
nluo de infr estrutura so­ 
ci :.1 n.s colonlu!' Eetsdu:,:~. 
à TV Morena Cal 
6 que esqueceu as promes­ 
sa~ feilae por ocasião da. 
venda de seus Aparelhos. O 
Povo de Bela Vi,;ta EXIGE 
medidas para que pOEFnmos 
ler Tulevisão em cnsa, não 
parn enfeite, mas pura ncom­ 
panl.Jar o Progresso de nos­ 
o Estado. 
Novo Oelegaào em Maracajú 
O Oovernndor José 
Fcagelli, uomeou o Bacba­ 
re: Vergilio de Almeida, pa­ 
ra exo:recr em comissão o 
cargo de Delegado de Poli­ 
cit1 da cidade de Maruc11ji1 cm 
virtude da exoneração de J c­ 
ão Rodrigues Vieira. Ao Dr. 
Vergiho, uo~sas cougruLulu­ 
ções 1 H! 
Esperamos que a dlre 
çüo d11 Vlnção Cruzeiro do 
Sul tendn ao noso Apêlo­ 
A agêndu do ,Jardim, uão 
ofetce ccJições de uo. He­ 
pet:mos: movimento do O­ 
mbus o passgeiros é imen- 
Jota 
+o, e conforme promessa da 
Ewp1/!sa ,em, wastruido 
um ncvo predio. Estamos 
guardando o inicio das 
obras. Até agora foram ó 
promessa. 
Dez 
JARDIM: Vila Brasil abandonadn 
O, morada,., de populou ao lcarde medidas urgentes á res 
V,la (300 kbitantes) pedem ao peto do E,tado Calamitoso que 
P,d,,to &aldo de Oliveila, ur- se encon«•m a, rua, da cilada 
grntcs p,ovidtnclu no sentindo VII,. P«fc,to Euldo: O Povo 
de doto, aquda Vila de um G,u- tscol~eu·o P••a comanda, a Nau 
po bcolar. A p,.feitu,a pouue faç• com que d, não naufrague. 
um trrreno bem localizado • que O Povo que o elegeu, 0 Povo 
podrrd servir para a construção exige. Providências devem ser to­ 
do mesmo. Oullouim. ,olicit•m madu J 1 1 
lsilia to li 
Renova-se a campanha 
e.m pró! Residência do Juiz 
em nossa Comnrca. Parece 
quo os represent,ntas do 
Povo chegaram a conclu• 
são que esse problema tom 
de ser _ resolvido. . Lógico 
que tem de ser resolvido. É 
umn vergonha, Bela Vista 
não ter condições de acolher 
um Magistrado. 6abeoo~ 
que a Municipalidade:. pode 
deve e tem por obrigação 
encarregar-se ;lesse encargo. 
Viúvas, órfãos, presos - 
guardando Juris, herdeiros, 
ji. estão desesperados com 
essa situação. Esperamos 
que •As Elites» da cidsde 
se compenetrem do prejuí­ 
zo que o nosso Pavo está 
tendo. Va:nos ngunrdar as 
PRO V lDÊNCIA:-5. • 
uh l ei bibiliez 
Com o Inicio das au­ 
lns .. começaram também os 
problemas para os pia de 
aiunos. Não temos Livrarias, 
e as Bibllotccu dvs Colé­ 
gios não satiafazew a pes­ 
quisa do~ ebludante.<, O Pre­ 
fdto uom&ado, Sr. Clóvis 
Marcdino de Oliveira, tem 
por obrigação começar e jà, 
a conshulr uma Blhlioteca 
Municipul. Uma cidade co­ 
mo Bel 'Vista, não pode 
continuar omissa cm vários 
setores, e Ulll que não per­ 
doamos é a Educação, Va­ 
mos construir nossa Biblio­ 
teca! 
l 
so 
MIKIKIIIAI (CRIINIII 
■
Vindo até nossa loja, você vai ter toda liberdade para admirar os novos OPALAS 73 e as ca­ 
mionetas C10 que são capazes de fazer qualquer loucura pelo seu dono 
Rtcebemos seu carro usado como sinal_ - Visite-nos sem compromisso SOCIEDADE AUTO PASTORIL l:.tda., agora 
sob a direção de Oraldo Flores Nogueira 
RUA MARECHAL MALET. 325 - IfONE lN-3 	AQUIDAUANA - MATO GRO!:>SO

Bela VI· ,1 
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L..-, pós um Carnosa! 
lmrl11l.,do,  l:tUrn!JS ,'lU f)ll'l!ll 
Qu11ruw1,1, turtu norm, I e 
m i.t~ Orn1,llu ... Útil!IO 1 11 
X-X 
"'1:) i.lr,ucnúl'lril'.l n<,b lluu 
"• :::c:nuou, ló H uo muntlo 
curiuo no Bossa ! I 
a, Escuf 
/1 utlr6 
X-X 
!Ju". Cegouh.l lrouxu du 
JJrüSoatu no Cuoal /lloiblo 
Luur,•Jro (Shlrlel) 
1 uwo Linda 
garol11, P11r11bcns 1 ! ! 
X-X 
Ah I r,erocc quo ll-101 ço 
X-X 	é moíl du rcntar Oll y.,Jhui; 
'l'ollu üuf6ch,ii , ucellon• Am6roa. Heotarum !nmllem: 
d,l Potlalti óu n~uraaou u . Longo a Atlcoc 1 ! 1 É lsBo ui. 
toga Coscla. Resultado X--X 
uo Curuavnl, n6 1 1 ? 
X-X 
Mus , . . ouh••I kg:,! 
IUt:blOO, [l VOllU !lu Zé e tl<l 
Nlcu 1 1 1 Dois g,1:.u,,dos e be­ 
puructuu uf,o oli. O ncgoulu é 
junlur 1 1 1 
X-X 
Tamllom u Juou levou 
«uquoh•• uustu
1 
Colll II Clle· 
gutlu-SurpreaR do oeu Love 
lvuldo o Eatolu gunharum 
suu J 11 1, filh11du, u Boee 
ohamu-su Ana Karlno, lllhu 
do Cdb<al Dlloey MHrques-Ell­ 
zu.beto Solomllo Marque~ 
X-X 
Alf o próximo, e ... 
um pensamento: ProcurLva 
umu l!strôlu no Céu, e, ena 
vla um Vugulume nu Terru. , 
Llion e l'i:o de Paz 
O [msillrn é Isto, ~cole ... 
Foz pouco dias circulou verdade, • coragem de srr hu • 
Pum Jornal do r<alao Jc.:, de mildc e s<rvlçal, compreensivo e 
Minas uma noticia que no, cn· bom, de promovu o nmelhante 
lrasteccu. Grupos dz pessoas per- nJ• tle um Igual ou Inferior - 
l<ncentc, o um grupo 1dl9loso sulo - coisa parecida com so· 
cotóltco muilo lc,vorosos <11) citllsmo ? ... 
,uo c,enço, m,s não muito evo· AS CRITICAS CAEM ... 
luidos a iuz do Concilio deram· Outros procuram marginalizar o 
se uo ingrato oficio de pregar Curslho,comparando-o,ao proces­ 
contr• o Cursilho de Crrstando· so totolil.lrlo de lavogem cc«bral. 
d,, nõo 1ob,mos ,ob que prc• Os que ja f,equ<ntaram desconhe• 
texto. Pzecc que, segundo nos cem tal lovogtm, Enlr•r o homem 
informou o nota do Jo,nol <Trl• dtnlro dcsi •lllvrtmenle, examln11• 
buna do Leste-> Oi pregadores se, por si, sem coaçdo de: nlnguc:m, 
objttovom ser o Cu,11!110 um decidir-se o ,., melhor e mais 
moimento socialista, •. Só íal- cristão, para sintonizar com a 
lavo ,·r.,I!, 	Igreja e: íazu o bem ao próximo, 
Em seu, 222 acs de cxis em maior coutncia consigo mu· 
ttncio e hoJt cem !~Us mllhôtl mo e: suJ própria consciCnda - 
de dd.:r;,nto ~ r.imµ.,l1z.:n.is, o é um processo usual em todo se 
Curiho em provado, oi uma· tiro csprrltual, Isso i. o que h~- E 
nos o ccr.•cnt...:d.i.til W. G. , da não nos consta se chame Isso de 
imnp:asa paulito, ums excepcic- «lavagem cerebral. 
nal vitalidade entre quzntos o Alguns, tambem men» es­ 
~•i•m lr-qucn! ,do olé o momcn• cl•,ccidos sob,c a r .. lidodc dos 
to. O b.::m 'lUl! ,,! Ydi cpuando Cundhos, cm sua tdo proíicua 
:cmnpte ms ns mossa amcrla influência, tem·no julgado umo 
• d..: muitos Católl=os d1: «arrtgimcntaçdo para a direita 
L.po ecomodedo e tradicionsl, é iêxtrc:ma ... :. Também nio pro, 
loto que entra olhos • dentro de cede t•I susocita, porque os Cur• 
quem pruc1.Jr1.1 conhcc.e .. Jo ou ob- sllhos não trata-n de posi· 
zrvá le com olençõo. çóes pollticas dr qualquer cspi.• 
lSTv Ê BOM OU NÃO Ê ? ci•- Eles admit<m politlco,, ad• 
ConsclcnUzõr os cristãos sc- vogados, médicos militares, sa­ 
br.e seus d~vtru, ptird que eles cttdotu, leigos, ÍUnclondriOs é 
o, vivam reolmcnle na soci,dad,- trabalhadores- Se o maioria quc 
e bem ou nôo é 7 . , : os frequenta é de classsc média, 
Lna-lc, o vlvuom Intenso- o loto e devido As condiçÕ•• da 
mete o Evenglho, em todos os vida mcxlerna, pois multa gente 
embentes sociais, no desempenhe não dispõe d.t tempo ntm de 
do; Íuf'lçõ:s pübl1cd:s ~ na solução meios para compa,rcu it rl.unl• 
d, ordtm social que • todos in• õcs embora ela, utcjom abertas 
terra quem coisa melhor ? a todos. , 
Fozt'r que o cris[do d,ixc: o A c.ondlçdo única imposta 
seu slacitl is"'lomen:o sua e,- ao cursilhhto é esta: ttr coragem 
lo5110do modorro e o' comodis- de aceitar o Evangelho e com 
no de braços cruzados pera ele contorner a vida e accitu a 
V:vu P.l.rticip~ndo iltivcJmcntc da verdade hl qual ,la é, sem dls-­ 
unidade- auzm pode dizer torções ou Interpretaçõcs acomo­ 
que 1!10 é :ocioll:mo ou qu~ sºc.. dadas. 
i• tucio o aue Já se folou atrás JORNAL O MOMENTO 
qa o Curilho leva o Cristão Mensagem transmitida por 
• hzn '/ 	Barcelos de Jesus no dia 25 na 
E a convictão, o •mor a TV C·d d B 
_____ .;.__,.;;;.;:.;,__:_....:...:....=':;•:.:.:c: ... ::;r~a- 
QUiiUUO º·' d•,.Cúd CIJ­ 
!Dl:Çi.1:Il ,, t.Jc.,•:flrur ou air 
do ritmo natural da música 
ão tenha dúvida de uus 
estão tortos. Povelr:ente 
você não s cm-erva el 
lugar apropriado, onde de­ 
vem ficai' uJ po~.ç:,o n.rt.­ 
cal. Do qualqu<>r wodo, t• 
possivel fazê-los voltar i 
formn prilllitivu, c1,loc,,udo­ 
os (liorizonl11lmeuto) 1 nt:e 
duas super!ices :igida (de 
màrruoro on vidwj e po1- 
feitamente pluas. Deixe-os 
UOSSll posição de 30 a 4 O 
dins o, sobre 11 placa supe­ 
rior, coloque nioda objetos 
pesodos, como dicionário~. 
X-X 
Nunca a geufo teui 
pregos do tamnnho que se 
quer. Ou perderam-He ou 
misturaram-se com outrcs, 
Para evitar que isrn ncou­ 
leça, reuna todos os vidros 
de conserva de taru pa ros­ 
queada que você tem. Pre­ 
gue ns tampas des;;o~ vidro~ 
debaixo de ama prateleira 
alta, onde você guurd.i fer­ 
rnmenlns. Separe os pregos 
por tamanho o coloquu nos 
vdros. Depois é só rosquer 
os vttlros e pronto. ')s pre­ 
gos e~tariio sempre nrruma­ 
dos. 
X-X 
Para iwpedir que o 
ngrião amareleçR, conserve-o 
envolvido he1me1lcaruentu 
num1L folha de papel, Ficn­ 
r:í sempre viçoso. 
P.,1.,r.l 1 
li 
SI.Wialu@filias 
Dez lrlgorl!lcos que es­ 
tavam compr•ndo • carne por 
preço superior a Cr$ 63,00 a 
arroba terSo seus credito• cor­ 
tado• junto oo• bancos oficiais 
por descumprir( m o acordo 
entre o Governo e o sindicato 
do Setor 
A listo 1oe punidos foi 
divulgado ontem. 
A Sunnb por sua v,z, r,. 
chou um írlgorllico em lts bo­ 
ro! que se utllizovo de águ• 
proveniente de um lcpro,.lrlo 
para lavar carne. O frlgorifl­ 
co ouuvn no obosléclmenlo d, 
Niterói. Hoje será lnlclsdo uma 
llscoUzsçilo Intensivo de ladra 
cs frigorífico• do Brasil, Cen­ 
tral. 
Aprens u 
N. QUELA EsA 
Sérgio Bioncount Eliza!h Cardoso 
Naquela nes de rentavn emte 
E me dzn sempre 
0 l)UC (, Vi1·1•l fiJti,' t 
Naquela usa el: couta a l, oi o 
Que hoJu 11a nll.':11v1..i til ,...•Joi<..lv e se de cor 
.Naquda w,-1,,, de jttnl.!1'1, n g, utu 
E contava coulcnlt! 
O que fez de u.ul 
E nos seus olhos 
füil tanto o l>.,lho 
Que is que seu flio 
!<;u ilquc1 scn fii 
Eu ufto sablu, ou não sabl 
Que doía bnto 
Uma wesn nuui c11nlo 
Uma casa o um jardim 
Se eu soubesse 
O quanio doí a vidu 
Essa dor tão doida 
Kão doía a,sim 
Agora resta UIU.; WlSll ua ala 
E hoje ningt•ém mal,; folu 
No eu bandolim 
Naquela mesa tá flt:do ele 
I<; a saudade dele 
'l'á doendo em mnnn 
(Repele ludo) 
BOSSA 
MElHiiH 
NOVA BAR 
ílTEflDIMfllT O 
É o ponto de encoutru dp:, pc~solis de bom 
gosto 
ELETRA RÁDIO CONCERTOS 
De Gnldiuo Brites 
Rádios Toe-discos -- Aparelho 
r1zado8. Tecnico coüipeteate no ramo. 
Ru« Coude de Poro Alegre. 34 
BELA VISTA 	MT 
1 
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fàbrica de quadros. Plastific"-'C d 
~ ~ oe:umen(os 
Run José Bonifácio, 631 . Belu Vs M T 
' 
;•• 
Um estabelecimento de coriliança 
vende por menos e serve melhor entregas 
rápidas a domicilio 
A que 
«Nós acreditamos em 
Pílntn DI UBERDIBE Iº 130 
B O l11 TO» 
BOMITO MI. 
------------~---------- 
MP@Pense#sase 
li « CARTORIO DO lo OFICIO ,> 
Te,be iãc•: J.osé &voino e Silva 
i 
t 
r 
i 
1 
j 
'

'frihun11 dn fronteira 	Beb Vbta 
e Mu 
IIIICIO I'OI 412-1M3 
ln<lku Tr1,jHórlu pum õnibu 
Senhor Presidente' 
Nos,termos dos rtigo.' 102 
e .103 do Jlr•r,lmento Interno, 
rwllcllo u V, Exa., pó1 o 
conhecimento do Plenirto, en­ 
eminhr protocolo no Ch{e 
do Executivo Municipal, In1i. 
cand2.lhe ser de bom lvitre, 
recomendur uo responsável pe­ 
la agência d. Onibus desta 
ldnde que determine os mo­ 
tortas da ôn[bus que vem 
d cldde de Belu Vista e Por-. 
to Murllnho, u dar contlnulda­ 
do do mo lrojelódn p•lo Ro­ 
dovln· Fedcrol, oté n Ruo Dr, 
Ary Coelho eh• Ollv,·lro, porn 
dol,enlrorem à tw. Duqu~ de 
Cxlas até e npdnein locul. 
Jnrdlm, 16/02/73 
Ernondo Murtlns Borbosn 
Vereador 
rnmcncuo 1m 211a - EMB 
• 
Senhor Peldente 
No fiel Ideal e dever do bem 
cumprimento do meu msndoto 
e cabnl desempenho dus mi­ 
nha, funçõ,s represenlntlvns do 
povo e nos termos reglr entais 
upós o conhcci-I1ento do Ple­ 
n6rlo, Indico no Exo. Sr. Pre­ 
(elto Municipal providênclod 
para _ser construido o mols 
brevo po.;>ivcl um nbrlco com 
banco dr espero, na lalxa á 
marcm, :lo l{odovla Federal, 
na Via M6jor Cesto, pars que 
os residente; daquela Vila po3• 
••m esporor n circular Jordlm­ 
Oula Lopes ou ônibus, prote­ 
cldos do cmbrosodor ,oi o dus 
chuvos, prlnoipalmonte os cri­ 
onças que cstudnm oqul no 
centro . 
Conllo no ncotemento dn, 
providCnolo, pelo Sr. Prefeito. 
Jnrdlm-Mt., 09 de Morço de 
1973. 
Ernundo ~ortlns Barbosa 
Vereador • 
ptriuantls e velculos per­ 
tencentos uo Munwiplo, recebi­ 
doo por l'Jlso idmli,1 troç:iu; 
b} Se os Imóveis possuem 
eocrlturoa Públicos ou rcgulod• 
mçllo. 
' Ncstl!B Termos 
P.K • Def,-rlmento do Ple­ 
nário e de V, .Exu. 
,Jnrcllrn, 1(j do !eveftlro de 
1073, 
Ernondo Martin, Bcrbo•a 
V ercodur 
REOUERIMEliIO Ho 01/73 EMB 
Exmo. s~. Prcsldcole do 
Cámorn Municipal dtl Jardim. 
Nos trrmos do· Item VI do 
otUgo 110 do Recimento ln­ 
terno o § 1° do m•smo onlco, 
requero a Mes após a devida 
dellbernç!lo do Plenârlo de,tn 
Cn,e encaminhar expediente 
no Sr. Pie(eo Muolclpal de 
Jordun, •ollcllondo o,,scgulo• 
te. Informes: 
o) Relação completo doa 
bens.' lmoycls, móveh, titulo• 
Altair 
HEQUEnlMEIIIO tio 2/73-EMB 
Exmo. r, Preldente da 
Olmot·o Munlclpul de Jurdlm 
Mt. 
Noe lermos do Item 1V do 
nrllgo 110 do Rt•gimeolo Inter• 
no e § 1 ° do mesmo urtigo, 
requeiro à Meso, opôs o devi­ 
do dellber11çii.o do Pltn6rlo, 
tncsmlnhnr expediente oo Ge­ 
rente do l:l•nuo do Bru•II S.A. 
Agrnrla tm Guio Lopes do 
Lagunu, com os votos de cor,­ 
groluluções e ogroúeclmentos 
deste Poder que e célula re­ 
preser.toliva de Jurdlm, pelo 
pre6llmosu cclob,roção dad& a 
este Munlclplo no que tunge 
ao problema energético. 
Neste» Termos 
P.E. Delc11mcnto do Pie• 
córlo e de V. Ex. 
Jardim, 16 de fevcrrlro de 
1973. 
Ernoodo Murlins Barbosa 
Vereodor 
MOCfiO li.O 1/13 
1 
EMB 
Aprescntomos &pós :,uvi· 
po o Plenórlo • dlspenoodeij os 
[ormulldodes Rcglmcotoh, Mo­ 
ção dd de,ogrodo do povo de 
J ordlm oo Presidente do Sone­ 
mot, µelo desolenção daquele 
Órgao com o Dono Monlolplo, 
no que tange a ptrfuroçã~ de 
novos poçoe, ompliação do rê• 
de d'ilguo e lmplontocao de 
escolas senltórlos. 
Jardim, 09 de M&rço de 1973 
Ernando Msrtln, Burbc,a 
Ver e odor 
Moção n.o 2-73 
Apresentamos após ou­ 
vido o Plenário e dlepeosadas 
,±±.r% 
vo de Jurdlm, no Eni;onhelro 
Reglunal Dr. Murcclo da CE· 
MAT, pelo seun nlbelamenloa 
do problema e plano do go­ 
verno dr, eletrillcuçao desta 
refio, inda mi por de­ 
cor.hcer o nor es du« CIda 
des de; Jardim, Guia Lopcn 
tlu Lpuni e Nonaqu, quun­ 
do procurado por te Ve­ 
reu·ll,r e o Sr. Pnfelto Mu­ 
nlclf)ul, no e8crllilrlo cm C11m­ 
po Grande. 
Jardim-Mt, 09 de Mrço 
de 1073. 
Erpund; Martins 3rb0a 
Vereador 
lndlção n.o 3-73 EmB 
Nc térmIO Rimettals, após 
o cnnhoclmcnto do PJ•nArlo 
ello.,wluhe-Ge 1•xpo,llenle uo 
Che!e do Executivo, Indican- 
do-lhe II ncccsslt!11de de Â 
mondur rocur n rua Princi- 1 « gora com Mova Olr cão )) 
pnl da Colõ11111 dt• Boqudrao • 	, j 1 
que ~:i encontra nbsadoouda -~-------------- 
e er um verdsdelro:mata,zal. 	-------- 
Jurdlm 0!J de lllarço du 1973 
Eraando llfartlos Barbou 
Vererdor 
Indicação n. 4-73 EmB 
Nu• têrmos do Regl­ 
mrnto lnlerao, no dever JJ 
uso du atribuições do meu 
mHnúuto, lndko ao Sr. Pre- 
!elto, após conba cimento do 
Plenário, u necetdade de 
pleltcer lnslstentea:onte Junto 
so Governo Estsdunl a cons- 
lruçao do Prédio para o fo. 
rum loc&l, obrn CSlll, já 
Iol prometldn no no pus­ 
do, doado terreno no Estado 
conforme Lei n° 300,I72 e por 
negllgêoci11. da sdmlol&lrsçll.o 
unterior ficou parllzada 
oonstruçao. Nóo, o povo 
oooflamos nas lolclatlvnJ do 
Sr. Prdtltn e tulvez ainda 
nesle ano teoh11mos lololado 
R construção do nosso 'Forum 
deaulogoodo assim, o r,ródlo 
da Prefeitura. 
Jardim 09 de Março de 197:l 
ErDndo Martins Barbora 
Vereador 
Indicação n. 5-73 EMB 
Nos têrmos Regimeotn1~ 
Indico oo Sr. Prefeito Muni- 
cipal, npóo o coob~clmento 	1 
do Plenário a nece62ldade 	Servi: para crescer j 
de pleitear junto ll Delegacia 	N 
Regional de Trânsito om ã«si- 	BOIIIO M. I. 
dauaoa dois Guar.das p/. edu- ' 	• • f 
cor o nosso Trilnslto, coibir o ----------------------- 
abuso dos JI)eoores no volan- 
te, pondo rlaco a vfdus buma- 
nun e regulorl:tar a documeo. 1 
loção o emplacamento dos 
veiculas licenciados por este 
1 
• 
Munlclplo. • 
1 
- 
Jrdi-Mt, 09 . de 1 .973 
Ernundo 'Marllos Barboea 
Vereador 
Comercial José Paulo 
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(_n,:J11IL 1 1.. , 1 •,11 li,, 1 ' 1.Pl,I., 
l,1, 1 ! ,1 1' / li' l 1 '1
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J.. 1111.!1111: 1111 1 t.;1)•1 ·1 i 
pu is i+,g.o la apito ptbl,'n 
: iatdo H'ld p«rela peus « 
,h .. u· m11 I? ,.li.' (J 11)1) j) 1 ,J,1, 
t ditslo, afaz!npent, qu a 
)1, ·n! !,·11, Url 111 1 t, rmJO v:.. ,rn 
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lt11l!J uo [;: .. 1:lt --- als do que o 
ln, C:-limcnto f!l1.1li:.l tl0t l':"l.1d06 
Unltlos nu i-c:1lUutc do. Amêr1..-1 Ln• 
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tiOJ ill!l'!,Jme:ntO':t 1J bl!Liõ,·1' de: dó· 
lurc?-o ,1., : ,·u próprio t:;tÇJit:'ll 1.'.' rom• 
peram todos reeurdus de crei­ 
tncnlo l C.:>llOlllh"O p.:lo quinto llnO 
cousecnut:a. 'ouvas nücsda tuué­ 
rlca Latina nenluo, talvez - 
ozuirm tato ptoIesro o. 
uumltll l li ,ou f'tiUco h.;l1l p.l. 
tlllOVd.l1,1lo .!m., 1' ire- lu mi• 
nlnu do. til:Ui ttcur. o., r.alJr.,t: .. 0.3 
llr.H1ilclro~ cout1nu;...re,;.ut u l'0U~lrulr 
1 
"ºl , 
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, j o1 , Jf,!'1".I 1,.-::, !11.,L 1';.1 n(•itillo 
i:. ll ' (
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0 e duf,O°'. •h (l",1 t11 
1:1U , r- .. lll o.ic'•, 1 tn •ilL r..i•, u 
Hr. 11 e l  hc,;i, no ti1tnlo rp, ,; !•J 
+s contra a dspao b dor 
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do 1,, 1:~ •1slrl  1 n 1lJ m1), ,;,i ,J t 
oprht' tunt!o o trca,,1og-ln mui~ r
1 
ent. 
'r,o tale ele conjunto eh' 
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, 1.! , , .: 1 !., 1r.1t.,:;.Jo, lt.<1'1 f·)I• 
il! r• • nith! 1 pr,t• ncL1 ln-!u~tru,l 
1.:a1 .1  ,,;: JLlnr ·., (l•1111n todos o .. 
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ncaudo u cidude desses ele­ 
meutoc per:1lclosoe, JazeuJo­ 
os proournrom um trabolho 
tlcconto, qu1: dignlflque " 
oldutlüo uu sun mols elevn~n 
cQndiçúo de oferecer uma 
convtvenciu salutar, reJptl­ 
tunio seus co11cic
1Bc!ll• s, hoo­ 
rcndo suu oo:idlç!lo de homem 
em lrhbBlho hom,.;:o e :>?O• 
pulsar. 
Jota Jotn 
Jato Jotn 
No n° 49 de,ln jornol, ar­ 
tigo VISCONDE.DE TAUNAY, 
n~ EC·guncla linha úo ptlmeirn 
e, !una onde se lf: 13° oulvcr­ 
sr!o, leia-e.' 10. Na pu­ 
do coluna, onde cs tl: vcndldu 
poro dlvcr,as li11gua,, lei0,8•· . 
verlldo (trsdu z1do) pcrn dlvH­ 
sas lingus. 
[ X MIEI t 
« rnrnmrn nn rnonmnn » 
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Modo Estela V. Pu•ir• 
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T'Iuna da Fronteira 	Doln 'Yisb 	)forço de 1!'373 
Pecuaristas a idêla surgiu - de vocês, dep nde sua exeuão. Bela Vista dev 
predsa do seu Frigorifico, «Mãos a Obra» 
o e, e 
Hist6ria dos Calendários. - O mais antigo 
Origem do nome 
,1 
•A palavra colendblo d,. 
Algnova entre os romanos o lf. 
vro no qual: os bonquelro(lon­ 
çavam{os somas pagos no pri­ 
meiro dlo.,do 
1
mll1; durante o 
Idode Mêdla pousou o lndloor 
determinados perlodc,, como 
mês, dia, semanas; e o ano e a 
distribuição deste com relaço 
o um determinado ponto de 
partlda.Postorlormente, o têrmo 
foi empreendo r.o oenl1do de 
atmonoque,, Enc. Mérito) 
Diz-se que o ano de 11149 
corrasponde:ao· 6662 do perlo­ 
do Juliano; 6709 da Era Judai­ 
ca; 2 7251das:G>llmplodos Gre­ 
ga,; 2. 702 de funduçõo de Ro­ 
ms;{2,6467da Era de Nbona»­ 
sr,' I 367 do Héjlra (Calrn­ 
dárlo Moomelono ); 1 994 do 
Colendllrlo Juliano; 4•19 do des­ 
cobrimento do Brasil, 367 do 
lntroducão do Golendárlo Gre­ 
gorino 157 do Calendàrlo Re­ 
publicano Framêl. 
E 1 958 corresponde e ; 
6 671 anos_do perlodo Juliano 
1 !158iono,,do Calend6rlo Gre­ 
goriano; também 1 958 anos 
do Coléndàrlo Juliano: 1 377 
ono• do HéJir•,' ó 718 anos 
do Era Judalc11; l 711 anos 
da fundaçlode Homa. 
Quatros nomes estno 11- 
gados á história dos cal,ndll­ 
rlos: Romulo, Numa Pomplllo, 
Júlio C~sor e Gregorlo XIII (Pa- 
pa). ' , 
O prlmelrÕ colend6rlo !oi 
estabelecld11 por Rómulo no 
ano de 753 da fundação de Ro­ 
ma. O ano tiahe, ento, 304 
dias e dividia-se em 10 meses. 
Rõmulo começou o ono no dia 
/'"-, 1° de morQo, • 
,,., Numa Pomplllo. mcessor 
de Rõmulo, e•tobeleceu o ano 
de 155 dias, dividido• em 1l 
meses. 
Mal• tarde, Júlio Céeor 
prom.>veu - nova rdormo do 
colend&rlo com o auxilio do 
famoso astronomo Sos!genes 
decidindo que o ono comum se­ 
ria de 365 dias, e que, para 
ocertar o ono civil oo ono tró­ 
pico (denomlnoçllo paro o tem• 
po decorrido entre duas P••••· 
gen& ~onsecullvao), ae acres• 
oento,se de 4 em 4 anos um 
dia coa: p lemenllr ... Ao ano 
de 366 dlot !oi, enlllo, dado O 
nome de bissexto. Esse colen- 
dilrlo teve !nlclo 45 ano, en­ 
t .. d'e Crista. 0eaomlnou-•• 
Calendário juliano, em homne­ 
negem a Júllo César que o 
lo,tltulu. 
Em 1 582, dado a erro 
desse calendário, a dl!erenço, 
era ji de 10 dlu entro o ano 
r.ivll e o ano trópico. 
Impressionado com o fa. 
to; o' Popa Oregórlo Xlll, fm 
1 685, decidiu corrigir o erro, 
resolvendo tlrar 10 dias ao 
ono, ordenondo quo o dia 
Imediato a 4de outubro de 
1 582 fosse chama:lo dia 16 
Resolveu, lambem para Impe­ 
dir o reproduçno de erro, que 
ee 1uprlml .. em J dlos o lodos 
oi 4 ,éculo,,;o,tobelecendo poro 
HS8 flm,que o õltlmo ono dos 
3 primelros séculos não seria 
bluexto, sendo-o somente o 
último do 4° século. 
Oe anos 1700, !SOO ti 
1900 (oram, portanto, nnos co­ 
muns, e 0 ano 2.000 será bte­ 
eoxto. 
O oaleadárlo gregoria­ 
no (assim cbomudo porque o 
papa Unba o como do Gre­ 
gório) é boje Quase ualver­ 
enlmente nUolodo. Aumenta 1 
dia om onde 4000 11D08. A di­ 
ferença tul do juliano é da 
13 dloe. 
O 1100 é o meMmo em 
quase todoM od povoe do 
mundo. Só os i:regos conser­ 
vem o colcndlrlo Jullono. O 
1100 doa turcos ~ mnlo defei­ 
tuoso; compõt.ee do 12 me­ 
e lunres, alternadamente 
de 2!l a 30 diuu. 
•Qe egtpclos odolavam o 
nao de 360 dine. conhecido 
como Ano Vogo ou do Nobo­ 
nosaor. Mais lorde edotornm 
assim como oe romonos, o 
uno de 365 dino. dorprezaado 
porém, li lrnçllo de um quor- 
10 de dia. Estas !rações acu­ 
mulndeli trouxerem tnl con­ 
!uello que Jullo Césnr vtu-se 
obrigada n empreender a 
reforma do colend6rio Para 
tol pediu auxilio <le Soi;ige­ 
a es, setrcoomo de Alexnn­ 
drla. Ficou estabelecido que 
a nno civil teria 365 dias e que 
de 4 em 4 ano eriu de 366 
dlna (uno bissexto), Ii:stu re­ 
formo ohamodo julluna. teve 
1ugor no ano 46 a. C. a quel 
pora acertor oe erros acnmu­ 
ladoe, durou 445 dllle, valen­ 
do- lhe o nomo de «ano da con­ 
!ueão•. Em 325 a. e., a lgre­ 
ja Cat6llc11, pelo Concilio e 
Nl0él11, adotou o ouendárlo 
Juliano, determinando que 
rosacm bt,sextos os nnoe cujo 
nOmero fosse dlvlslvcl r,or 4 
pràtlca. que ê adotada ntê 
hoje. l!os o ano trópico nnu 
tem exatamente 365 dtns u 
6 horas e elw 365 dias, 5 ho­ 
us, 48 minuto e o 50 se;;un­ 
doe. Porlonto, n relorm .. ju­ 
Uaoa cometia um erro do 11 
• 
elemento do Calendário foi o día. 
dos meses 
minuto e 10 segundos por 
no pra Inis, E»te, cumd­ 
lendo-ao oom,o correr dos é­ 
cutos, trouxeram novu con­ 
fuOlo, u ponto do eu, 1 582;JA 
bnver uma ,dllerenç11 '.ele 10 
dloa_enlrn o soo trópico e o 
aoo olvl!. Collbe eolao no 
Popa Grrgórlo Xlll determinar 
novo r11lormo do calendário• 
(Oeogrolln Geral, I• série, M. 
Gullcrrnz Durán). 
O Século XX começou 
no dlo 1 ° de Janeiro de 1.001 
cEl,•borom:em erro·. os:::que 
pen,11m quo oe século9 come­ 
çum , m 1° de Jan11lro 
de uno terminados, em 00 
CO!T,O 15CO; 1000, ele. 0 1o 
suo eeculnr vomeçn em­ 
pre a 1• de Jontlro do~ nnoe 
termlnodos em 01. Mslm, 
a século XIX começou em 
1° do junelro de 1801 e lor­ 
mlaou a 31 de úczur.:!J,o do 
uno 1900. O Século XX lerá 
mole um dln do que o se,·u­ 
lo XIX. Nenhum Peculo gre­ 
goriano pode corncç11r em 
qunrta leira, sexto feiro ou 
domingo. O secula XX come­ 
çou a trça felru, 1 de 
janeiro de 1.901 e tor11.tnsrA 
num rlomlngo, 31 de dezem­ 
bro do uno do 2000. 
O cah,ndárlo chinês é 
mnlc curioso, Era bnscudo n1•s 
movimentos comblnndos do 
Sol e da 11111. Davam OR chi­ 
neses no caloadérlo um11 du. 
raço de 365 dias dividem-no 
em 12 psrtes iguain chama­ 
doe Tchang-kl. Os mest H 
doe oblnesee dtslgnnru•e~ por 
Dümoroo do urdem. , Contam 
os cblnesee oe anoe u'partlr 
do aublda cio lmperodcr 110 
trono. O dia começo n moln 
noite e divide-se em 12 par­ 
tes !guris chamdn Shl». 
O ono doe eglpclo er 
compoeto de 365 dlae, 12 
meses e 5 dias, Adotaram o 
calendrlo confta. 
O oalenddrio repl'lbllcn­ 
no esteve em vigor em Fran­ 
ça durante 18 onoa (,10 22 
de cetemhro do 1792 o 22 de 
de setembro de 1805}. Tinha 
12 meces de 30 dlae e 5 ou 
S dias complemeataree. Cba• 
msvamn-so os meses: Vindimt­ 
árlo, !lrumárlo, Frlmérlo, Ni­ 
voso, Pluviosa, Ventoee, Ger­ 
mltial, Florlal, Pcolrlal. Mes 
sldor Thermldor, Fruotldor. 
O onlendarlo pceltlvlsta 
!oi crlnclo por Auguelo Conte 
en 1840. Tinha a ano, 14 me­ 
ses do zS dias consagrsdos 
A Teocrãcla, à Poe■iH, a F1- 
losoli11, A olênola. Os dias li- 
RELOJOARIA -TECNCS- 
dc Luiz . du Silva 
Relógios Teonoe-Beka-Royoe-Selko e Oriente-Óculos de grau e eombrs - Jólas 
em aral Allaaças do todos 0s preços. Ane.xo oflolno autorlzoda para con,êrtos 
de Selko e Oriente - tudo pelo oredlérlo. 01 melhores preços da regido· 
Rua Visconde de Tauay 570 	Guls Lopes n. Laguna-Ml' __ .....:.... .;..... _ 
- 
uham os nomes dos humena 
célebrea. O dia 16 do 8• mcs 
era consagrado a Camões, 
o din 3 do 9 nés u Vasco 
dn Goma e Forallo do Mu­ 
galhAt•s, 
O colendArlo hraellla !oi 
criado no •éculo. IV da nossa 
Ero. Os mese, são regulado, 
pela Lua e tem 29 ou 30 dia,. 
O ano compõe ou de 12 meses 
quando é comum ou 13 quando 
~ embolhmlco. Os anos lem o 
nome original de defectivo 
(353 dias ); rel,'Ular {35.t dia,) 
abumdanle (355 dlu). 
Somente em 1 731, s Eu­ 
ropa começou seu ano no dia 
1° de Janeiro. No Frâoçs, foi 
o l!dlt~ de Carlos IX que fi­ 
xou no Inicio do ano a 1° da 
Janeiro. Atl! e1sa êpoca (1664) 
os franceses principiavam o 
ano pela Páscoa. Na Inglaterra 
e na E•cócla, o ano começava 
o 20 de março•. 
Os nomes doe me,es, no 
sua maioria, foram Inspirados 
(m vários fato, de época em 
que o cslendárlo, pelo sua 
lmportanda na vide dos ovos 
cro o eosunlo mal• discutidos 
em Roma. 
•O• antigas gregos davem 
os me8es do ano o nome de. 
fetos ou cerimonias religiosas 
e nacionais ou doménllcas. e 
Antesterion• (metade de jaotl- 
10 e metode de levertiro J, por 
exemplo, era a mê• dedicado 
festa o vinho, Cesto que du­ 
rava três dlu, ,u, qual se ce­ 
lebrava a abertura dos vuos 
de vloho. No mês chamado• 
hecalombeon• (juoho•julho ), 
que era do primeiro do sno, 
verificavam-se o, secrilicio• 
(hecttombet),' no de •elelobo­ 
llon• (fevereiro-março) reallza­ 
vam .. se aa festas em honra de 
Diana,' no de pasldeon• (no­ 
vembro e dezembro , honrava­ 
se Netuno,' no gamellon• (de­ 
zebro-juneiro ), celebravam 
1e 01 caaamentos.· no •bodro­ 
rion» (agosto-setembrc, co­ 
memorava- .. a vitória de Teseu 
sobre as smazonas. e ssim 
nos demab meses do ano». 
(na próxima continuo ... ) 
dair Guun de Blubl 
,,, 
$:ip» 
ti«n e 
Militar: União 
Desenvolvimeuln 
Coluna iIédic11 
/SI!M4 NEVOSO CHIRL 
INFLUI M MALES DO PIRE­ 
LHO DIGESTIVO 
O papel do eldcrno neno­ 
so cntrul é utuntao no de­ 
sencdear.@to de pr6ceio 
do aparelho degiativo em' ge­ 
rl é destacado' pelo Prof. 
Monclr PúdUll Vl:clo, nr, XXIII 
cvpres.o,brns!!elro.de, n-. 
trenterlogia. Em se; trba 
lhu manll-,.,tnções • dtguAtfrnM 
nas doensas do tstemn ner­ 
voo ce:tul, u per!rico, o 
professur tu!ur de cl/nica 
médica da,Escol," Peulista de 
Medlela, d3 São Pulo, trn 
ts quematicut;etc das re­ 
percurües dlgostlv. dsque- 
1~ slstr1,;u e rlurle n sllera­ 
ções digewtuvus em doença8 
que utiu!{cm u via periférica. 
ANALISE - Dlvldindo em 
via perHérici, córtex cere, 
bral e tumores e alterções 
vscuiareR do cl&ter.a nervo­ 
o central cs tóleoe de uas 
observações, o mestre pau­ 
lletu noall,o cuuu um úele3. 
No prlmtfro. kn:bru que •có­ 
lIcas bdominis paroxistlces 
quasf emppre noturna levam 
uo quadro d» verdadeiro ab­ 
c!ome agudo - e sllo abaer­ 
vudas na tbls dorsalla. A 
dor pode ser difusu. localiza­ 
,lo·se ma1M no rétu eslowa­ 
go,nu bexlgu e lringe.> 
Pro!. Vlíél:i Páauu aponto 
outras ltr:çõe cbsrvadas 
em ,;u, cuau1dlica, rclullv11- 
mente c outros deis Itens, 
aqui em resumo. Recorda que 
muitas uaitestações digesti­ 
vus como sialurré/u, dores 
epigaflrlcss, eentaçfio de ple­ 
nitude gastrlca etc. br;o fa­ 
nomens que ntecelem cri­ 
se convulslva et pciente 
disrilmlco cerebral. E uores­ 
ceata que nparecf,,;ento de 
ulceras e/ou hemcrrogla dl­ 
gostlva_,-m • doe atos com tu­ 
mor nu cérubru ti AVC é 
comprovado por uchdos cl­ 
ntcos e de nocropsin. Cita 
Frencb. e cus., t1n:re outrot 
meztres. 
CDHGflESSO Df Jomrnusrns 
JEHA, 12 Mil 
r>quldoucoa - O sr: Fer­ 
nando Lucerelli. x prefelto 
Munlclpal de,tn cidade, tn!or­ 
mou que o Vº Congresso Esta. 
dual'de jorslistas :Profissio­ 
nsls, a ser levado a termo nes­ 
ta cidade. em gosto próximo, 
Oon!ed com nuxllio'd-, 1! 1011 
cruzeiros. Segundo screscentou 
o mesmo lnlormoni:e. este u­ 
xilio consignada pela prareltu­ 
í municipal de Aquidsuena, 
de acor.:b com D suo prcvlslio 
eonUda no arça:neota da mu­ 
nlcipsUdade pora o p.re,ente 
e.xerclclo. 
Leia e 
@7coisfa dáa nsfege$ão 
« Revista do Sudoesf e ,. 
0-rE 
•

n 
AU!C Informa 
Assinantes: Pa- prémio Nobel 
e mn tà sà 2$5i de Literatura: 
Boell 
luz. M Maçai 
,. 
No. 52 
1./ ..... 
Oração 
. 
Do Jornalista 
Henhor, vós ~oi" ,, p,.l,,v1 a de Drns Pai 
ois Mensagem que o muado precisa conhecer 
Dai-me, Senhor, a grJÇ•• de ccrrunlcar 
u meus itmío. 
Que ninl« clna de jornnl ontrlbua para a paz 
do mundo e e progresso de minha pnção. 
retzmcnle 
.. , 
Que.,eu ~cjJ um insh umcnlo v11l!Jo e doc1l em 
vossa miios. 
Que apliaue com responsabilidada o dons de in· 
tdigêncin 1111 formn~i10 ·c111 •Opinião Pública> 
~110 eu sl'ja leal e justo na transmissão da verdade. 
.J 
O p:oj .. tu qu·, r, r;u?n .l i:, .t O 
voluntario is miher ts forças 
mdas braile.tus via a dar 
u ela ois oportuntdode de 
li e bolho. a.llr:r.<'U oo Seniço 
se Diu!gsço deputudo Pe­ 
Jrn .Luc,•::1. (;.!lJB-ll:VI), ouur 
ia preposição nesse etiiy 
que será examinado pio Plenà. 
tlo du (Ut:l!.ita. 
Sgbmas .que a mulher 
b1sslll•iro qu: !;z um curno 
sup,•rlor rncontrn dlliculàude 
er conseguir acercuuo de tra­ 
bh, pó» u tua formatura, 
is pobre tem dificuldades 
tD irequêocio. da~ noJaa~ univer­ 
.idud,:., l,lJ pt>rquc• ,, c,tuàu 
é b:tarte cr. Atbs têm1 
1u .. 1 lJ. '- v· .._. p ... ri:u::lo, r 
fase economlzamonte ngatva, 
pademus dizer sln, vemos 
mAlh:.res de jvene brilelros, 
espccLhnente L9 mob pobre!, 
que onclu: o cur .. o ttUperlor 
o e tornm verdadeiramente 
frustrallo~, porque nno conse­ 
guem ter melo de sub;lotêncle 
que scthfo<;n ,uo necessldode 
econ0mlro. 
A ,•idl mil!tsr n!lo tem 
vanlogcn,. No dln em que ne­ 
la lngr ... S,;!1
1 o jovem j n coroe­ 
çe • n ter urnu ajudo lina~ccl­ 
ra que menlza a despesu da 
fuu !ncr:ila para m•nlê-lo. Esto 
s ruz.o p/ qual apresentei á CA 
ma,u esse pr~jdo .Umn questão 
..-conômicn e: nucionnl porqunoto 
,nb,mcs qu, oqu.lc que pasiou 
pcl.:i vi::ia miHtur tem olgum&s 
qualidades e sptiões que ou­ 
tros nRo 1cm. Por exemplo: 
111.1cna gulrra óu numa revolu~ 
ç~o o que foi mllftcr tem mui­ 
tos mnnelrns de de[c,a. Asnlm 
pod..-rà. occut cer ccm u mulher 
que foi mliitar. Portnnto, é um 
lutar de segurança nacionalJ 
que pro mo,~ o mulher. 
' 
Que eu jamls traia essna rerdde que devo a 
leltore~; nem fnlttfiquo a informação para !los 
nificnntes. 
Que mc,u trabubo de iuformar seja construtivo a fim 
de sempre enriquecer as mentcs e elevnr os cora~óoe. 
meus 
dfg- 
A Vóz coni:11gro miflha pc:.ia o meu jornal, que IÍ 
:, um torn po, dc,m e ofertr, • 
OBRIGADO, SENHOR 
Promotores de Justia 
Ccncurs-o Os aprovados 
No recente concurso pua o ingresso ao minlsléi-!o 
Públko, no cnrgo <lc Promotor de Ju;tlça. O Procnr:i.­ 
dor Geral da Justiçn Dr- Atbaido· .Monteiro d11 Silva 
Presld6ntc da Banc11 Exurnínndorn, cujos exames.ae rea­ 
lízan,m o~ Capítal do Estado deu a conhecer o resultado 
sendo os seguintes os uprovudof; por: ordem .<le classifica­ 
ção Dr. Satíro Beaedíto d& Ollveíra, Ora. Elísa Betí 
Roma Amnrilha, Drn. Neusa clautí;; Guimarães de Souz11 
Dr . .Maurícío Sampafo, Dr. Ivone Alves;tRibeiro, É Dr. 
Ollton Lopes de Souza, Dr. Antonio Edls:m Pinto Figuei­ 
redo, o Dr. Fernando Clnudlu •• Capit~ríbe :.Saldanha. 
A lguild Jos aprovajos vínbam exercendo o cargo ía­ 
tcrinamente, como ·o. cnso,<ln~ promoturfas deº.Ponta Porã, 
Amuwbni e Barra do Garças e perto de 20 candidatos 
coocorrerao(as vagas que não uilrapassaraa:. á 4. 
Um lemo de C6!oni, 
uJo nome é Iunch boell, re. 
ceb,u u l:'r~mio de Lileratu, 
,a. Tem o laureado ucr!lor 
cerca de 40 obres. E entre s, 
traduzidas pora a noioa llogu1, 
deHaurno,.· Clfeaç■s lamb•m 
são cvis ?», E não disse rem 
mais urna palnvr6• e Bilhar 11 
nove e meu• . 
Em 21 nnoa· contegul h- 
zer 1J plrnto, na L,tereluru. 
Recebendo, 13 titulo. lllrràr!o, 
no decorrer de 1951 a 1972. É r, 
alente ut coisa fantástica. A 
consogreçio m#xlts para qurem 
e1creve, o l',cmlo Nobel • 
b,m poucu1 o con,eguem, por• 
que depots deus .,oleoldedt, 
não existe outro de mnulor des­ 
taque, • li;uat .-alcr. 1: um ,o­ 
nho, por QU•l todo1 Iutorn. Ten 
tam. t: rA•> raru1 08 vllorlosol. 
Além do Prémio Nobel, que 
con,tllue uma ver:ladtlra gló• 
ria; receb,u o escdtur, a quso• 
lia de Cr$ 600,00 do Acad,mla 
Sueca. Boell; é realmtlnla um 
escritor, qu• •• hin destacado 1 
no c,nãrlo mucdlsl, é de eçno, •) 1 
participa com fervorosidade, • 
de!end,u e sempre defende o 
Homem. dentro de dignidade o 
rupeito perante a eoct,dsde 
atual. 
Foi 1olda1o de Hitler em 
30, porém nunca seguiu as 
idéias do eu comandante, E 
como •oldado, martirizava-•• 
em ver-se tracsformodo ern 
ueu rldlcul• peça de urna 
mon•truo•- méouloa que !abri· 
cava mortes! Sofreu. E isso lhe 
ajudou futuramente cm ,eus 
escrito,. Amadureceu o ,cu 
e,pirlto. Els porque em ieu• 
trabalhos. lud .. é contado sem 
fantasia. Ê a mais pura rui!• 
dad,. A Vtlrdade nuo. ) , 
Mesmo em se traltodo } 
do. assuntos de horro;e,, mor- J 
k•. guerras e mlsérl11 ~s ,.u, 
livros !IIO 1uaves, não aberre, 
cem,e,,fascinam. Nunca nos 
desanimam. A todo tn,uot• 
brota e esp,rança. A po11I• 
billdade de se recon1trulr. De 
tudo voltar a aer belo. De ,e 
vollar:a amar com amor ver­ 
dadeiro. 
Iuu é Bcell. o Prêmio 
Nobel de Literatura 72. 
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