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lv1,ldu ."' rt li a - 
llUO 1! 
Liberda<lc com R.espor~abilidadc 
c' Vista MI. - " 01/0373 
·----- ------ --- ~- . 
- •.••. ,'?'jlfllP,. ..... ,ww,nft1#X'..UOhhilPthffl• .. • .'t --- ' 
ENERGIA ELETICA PARA O SUSSTE 
A CliMA'l'. jó oló tr•llo­ 
lhondo em AqulUtu•no, 1.1, •­ 
berturu do• plcndo, }Jarn o ln,­ 
telsção da Rde de tu»n»misso 
que demondsrú E•ln V!ttn. 
Rcnlmcnte, o Govrrnndor 
do 1',tedo, hovlo prometido 
Luz de Urubupungã, puro ena 
Hei:100 com 1 onc de prnzo. 
) 
1 
Situlintio gwr ai 
ào Baaco rto Brasil 
Do correspondente 
Fai orgouizado crn Sldro­ 
JAndie. ucnu coml•?tilo com o. 
flnolidnde d~ lutos pela lnsla­ 
lnç~o de umo ogencio, do Don­ 
co do Brosll naquele cl:ludr. 
Fozem pnrtc dn Comidsil.o 
os Sro. Hugo Pl,gns Sllvclro 
{Prestente), Wilmul Marks 
{vice-pre,idcnte/. Pnulo F. da 
Silvolrn Nnnlc1 (secretório), 
Allllo Lub Ptrclro, Vicente 
Medeiros, Antonio Jurondy A­ 
lencnr, Morolnlo de Brllo. 
Sendo um munlclplo êS&t-n• 
cio]mente nfropecaerita, spre­ 
ocnlendo uma produção coml­ 
der6.ve1. com vasta reu terri­ 
torlal. Sldrolãndlo 5e rucentc 
pela lalln de uma ogenclo da- 
O ;:,r. Clôv1• IJcrccllno 
e, Olh llll, Prdcllo hluolcl­ 
r•I. n.c,lilu-nr, !,I,groma de 
Cuinb6, , icdo cc iwportonte 
•der Gcrv,,nomentol, choman­ 
do-o á C•phol, porn H,unlao, 
que éebcterl!. 1ão n:ogno pro­ 
blemo. 
S6 o tel,gromn jà noa 
-- quclc e,tebeJeclmento de crédi- 
to, que, umo vez lnslo!ado, la­ 
cliturtí. •o• ogropecuerlstas ob­ 
tenção d~ flnenclomentos e 
lncr•men!oru o produção. 
As <lo,scs produtoras do 
:fonlclplo estào dando Integro! 
•paio o iniciotlv•. 
Contrabanào e rouba ~e cano: 
essa leal «nli. u 
O G,ncrol Gostúo Nume, 
dn Cur:ho, Secretá.rio do Segu- 
1 unçn Público o tendendo sollci­ 
tsções MIltares da Policia Mi- 
111.r, elirmou que u Mll!cln de 
nosso Estado está agora exe- 
uivo, ms» .., no liqueto 
LUfôricc, oln:plcmrentt por 
Isso, vumos guardar o regres­ 
so do b. Prdelto peru medlr­ 
mco o extemfto do problema 
que nos berici: l! Jà é 
t,mpo do govtroo tSludunl, 
olhar um pouco poro e;to cS• 
queclda Beln Visto. 
cutondo um rlgoro,o ,crvlçu de 
repreosao •• contrabando e 
roubos de carros no regfõo de 
l'onlu Porà. !rcnleiro do Brasil 
c<im o Pornguuy. O General 
declorou que após ss investiga­ 
Ções efetuudo, pelo 11° HC, 
ronclue-se que a qundniha 
que opero no Regi8o. ulcrn de 
roubo!ii de carros. dcdlcc.1 -t s 
trúllco de entorpec,ntes e é do 
timblto lnternoclcnsl. 06 ex po­ 
llolols Morlcl Mariscott e Ade­ 
rnar Auguoto do Ollvdrn, o ,Fi­ 
ninho•, podertam s~r O:! chefes 
dn quadrllno oo setor de Pon­ 
ta Por. Com 'o trobnlho c,m­ 
junto que v.rn sendo renllwdo 
entre n Policio e o Exercito, lo­ 
go veremo8 deshnratudu uma 
Rede de ardilosos malfeitores. 
TRhFICANTES E LADRÕES. 
..1 
{ 
..., 
r 
IS M. O E 	A I W I R N 	- FB:KIT D E 	G E L 	V IS I 
Mkt» ao Dírelor 
Nn reunlDo do último diu 
10 da Câa:u,a Municipal c!t 
Sldrolândi•, o vereador Paulo 
F. da Sllvelrn,Nsnte• apresentou 
requerimento Eollcllando ro ... 
mvledo o[lclo ao diretor do 
Oermnt pedindo lmedlnto palro­ 
lamento da Estredo Vldnul 
Sldrolândla-Capllo Seco-Anhnn· 
,e 
dui qu ncnira em pes- 
simo e:!t:!o. 
A via e quluo, serve 
paro •SCcci::::er.lo ó praduçllo 
ngrupernirfo do regH,u de Ca­ 
pão Seco e liga, dlrdomenle 
a série do murldpio ó E•trada 
Feder! B! 163 Cmo Gron­ 
do São Poulo. 
COMUNICADO AO PÚBLICO 
Comunlc3ID08 no Público ena ;zera! que miguem se 
cucoutra uutor:zado á fornecer inforyaçoes vu responder 
pelo Jornol, a ni!.o eer o Redator ,. D.r .lvro1 dr, meijmO. 
Quulquer publlcuç!lo ou llllurmuç!lo Jcv. ser :!1:1r.:tda A Re­ 
deção: Rua Darilo de Mfslaço SjN mn irote no Grerolo 
Pedro Rultuo. 
Murla Es!els Vel,squez Fere,'4 
D!retorn-ProµrJetarJ::. 
lvuldo Pereira 
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levarem seus lrlhos uo BAILE INFANT1.'.. du !',.seca quo fa­ 
râ re31lsar nos hillÕed tlo GREMIO PEDRO qLJF!NO. no dla 
22 de abril, Domingo dd Pascoa u p,rlir dos 15,30 horas. 
FAÇAM us crJauço,; o:..6;ur:l.tn u .. :m PASCOA F?llz, .. e 
ao mesmo tempo etarlo ajudando que!as criunçes que 
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na FOME dos pobrezinhos, 
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O Milagre do Homem 
lvaldo Pornira 
Os p1·ü1tip,1[8 doutrinàr·ío8 que íundamen- berào 
lélm ~: ido~ofüi. <lo sistt.•ma cooperativo 
O Muudo lutoiro ren:i•1 
homenjgm to Br!, g ft!a­ 
ofla de cooperação e ptt+i­ 
olpuQúo o.:lvladu pelo Govor­ 
nu Fcdeml e osus re!a 
ções oxterlores, l11vn,ucrn ti 
Afrlcu, Aslu e l:uropo. Nc­ 
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guuldade. Ioje temo o qu0 
uforooer, o t·ondlçõ~~ tio ,,,,.J, 
glr oqullo q111J non conv( 111. 
Nossa ecouo111il1 ( lll<Hlêlo pro­ 
prlo) é tl:lmlrudu, " Sislemu 
colocou o numero, do !Jumil­ 
clo rubalhouor no urn!H culto, 
no seu du9lllo l11gur: CoU(d­ 
euto e Hetiponou,cl. 
A Nuçilo ooeea, trubolhundo 
om lun9úo :lu welhor11r ,,I! 
condições llu vida dotl Brus!­ 
lelroe, rtlsp!ru ullvluctu. As vi­ 
tórlus tornum-ílo cou.tuatcs 
do lluniciplo wuis longlnqno, 
óu grundes Cupials, todos 
punloiputn. . 
O desenvolvimento vertigl­ 
no8o do Pais ó cbuwado <~l­ 
lugru Brabllciro,, nós nlfo 
uoell11moa cata duslg:rnçib 
por c:iuo rouonhccedon a L:::l 
hlsórlcu e a lorçu rlu Tr.ill ,. 
lho. Mt1rBOlijÚ urn11.r:.iuusculu 
lruçllll do lweu,o Br.i.sll, llcn 
purtou, maK o • ,\ll•1;;;rc !1:.,.­ 
rucujuonso• velo t1tmbcrn nc 
lut11t1, rcuúnclos, • tr,b.,lll,,. 
multo trbulbo. E o Mlugre 
do Hon:cm. No uln OG/OG/1UGS, 
um grupo de howuns: pucu­ 
url6tus o luvorelroô, lundu­ 
vam n Cooperatlvu Agro-l'~­ 
cullrlu :lixt.i. LtJu. u,, :-i.1ar-'­ 
oujú. A moro.; dos tll[[cultl ,· 
des, a ldón germinou, o o:i­ 
pltal tlu rooém oilada cmprc­ 
sn era de 37.000,00 (trinti. o 
sete mil oru,elro$), wus... o 
oopllu! em eutuslusmo, von­ 
tade ora llilllltado, u • doolo 
onpltul velo u ldólu , 
Em 1968, como o •Pumpcl- 
ro• que enlrcrnuco 11 torru 
vire da cumplss tudo o 
lJlhJ euccnlru pela lrecte, u 
filosohs do Governo varr!a 
dos uonteu o nepntivismo e 
o ntruimo, Tudo e#ta 
(ll'Of'ido u Irilirluu a bonnnn 
de (.;in.;mi!e, ; rm•tn duquc­ 
le i!rttµu :orn.wn-,is glguntcs, 
rrhUI cr, 11ccuosàrlo u njud11 
do Gov(
1rno • tr.ta•Junl e do 
Banco do Brasil. Ambos dis­ 
sera! prerule, €tavu pron 
t «l!num!tc•, o pevlo pro. 
pur do pum a Gxplosllo. E oe 
gouchos chegtarfJm ... 
Cl.w;:ar1,1il coru nuVll6 'récnl 
cu . com , xp,nlllncla em Coo­ 
p,•r,il1vlt1u10!!! ... e,.. deu-uo a. 
, xpluc•!ío, expio silo que pode 
s, r à1-sc,ilu com lutor,: 
Cnpllul Inicial; 37.000, 00 
C1,pitul utu,,l - 1.283.000,00 
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urnz e 150.U0U hUCUS do eojú 
A Cooperativa !uncionn 
ucntro doR mois modernos 
ruoldes de coopertiismo, 
cmprcg1rnuo tccuicas moder­ 
as pura ecgem e armaze­ 
n,.:,1cul·,1. 
Hje, em Marnc,.jô., ê a 
re;,;pv~tu, tios que 11credltam 
llU futurn àu A~rlcUllUrli em 
i.0o E;ado, SvI!!mos nos 
cnut,~ctcs m,H,tldo..; com Iu­ 
vrnú,,res, qm• o problema 
melo no tomento lo u 
cstr.,ll.i&!/1 Nós qutJ vimos u 
pu,,j,nçl!, o cutusiul'IIlO da­ 
qu I, g.,r,te. aolicita.111os ao 
ü :ivcrncdor José Frngell!, In­ 
tervir, pnru • qu~ etite proble: 
ma núo vit trunor!I' o procee­ 
su de deseevolvlwenlo, 
Bra~il, nós ucredit11mos em 
vooü!!I 
Cooperativa· Uniil.o o De­ 
senvQlvlml•ntol!I 
«Coauernliva nmo·Pecuária Mixta ne Maracaiú Una» 
Constituida em 6-6-1968 
Registros; INCRA N· 857 em 9-12.68 
DAC N·· 048 em 31-12-68 
J OOM N· 15530 em 1-12-69 
Diretoria Executiva. 
Drretur-Presideulc Dr . .Ari Rigo 
Vice-Presidente Telruo Ross 
Secretário Gel"mnno DelJuu. 
Conselho 
Ütac'ilio Corrêa E;,-pindolu 
Gerson Alves Marcondes 
Astolfe Nogueira 
Orlando Leonel Correia 
Henrique lluhnnnn 
O· ·vir em vez de {u­ 
Crer ü ,relert»tice da stio­ 
clsç ,ú cou1,<1otlvn, r,lutlv• o 
eua po1 le •·<:Lnômlco, jtl que 
nu su prle ssciallva, us 
d1stlnçúu r,dde nu unidade 
~ntro '" membros, necessárlu 
oo •um por t•1dus e todos por 
um, . 
Coo e ,tomos vendo, há 
n cooperutivs, dltinpulndo-a 
de quoll1uer nu'.ro tipo de so­ 
clcdude com fins económicos, 
ums dualidade especifico: u 
cooperutl·.a é, f.!mullfineomentll 
un:m aO!'!Ocloçílo rlt-! pesftons e 
umo croprC-;o comum. 
A l1:>•c:d:..it;õo <lc pc.d,00U é 
coroc1eri7ll~o pele: u1 livre uni­ 
ílo, purb oulisluur ncces;ldodc 
cornurn por mdo de emprésa 
•;ornum; b) cod1/ulç&o aemo­ 
cratico, em que o vuto fg:uul 
de qualqu,r ;6c1u pe,rnite u 
unidade u, eç0.(1 uaco,,,r!a," o.) 
Ooncepçüo JJ-'rtl ~ pdo povo. 
empresa ±e distigue 
por: e) !)úb!~úo tio capttsl que, 
como in:trumr.:nlo nt!Ct:)~,lrlo, é 
recrutado ene os só'los cor1o 
quotu de <ucri[lc!o ~ rec;,b,,. 
upenas, o Imuneração fixa 
dtJ um reduzido iurn; b) dls­ 
tribu1çüo ac t:X.:t.:dt:nl~~ (lxce­ 
Jentes t! n:io lucres. porque. e~­ 
lcd n:io siio v1tiudO.:. ~ porque 
mtns estbelecidas, des­ 
linadus à m:.1nutc:"Uç.'.'io llo 1:kr­ 
viço, são d'e:mltt.as cotn a 
lolga nces.tis pur ev;tu: pre­ 
juzo, delxs,a o, em consequen­ 
clu, obus eu rx;roente) pro­ 
porclouulme:{e is operações 
que o !.l~!<.i(.;J,d;, l..:nh.J tt:itu 
com o ccop : :,J uv,' » estudo 
do; própdc.;:, ._.:c~úcLúue, utllllu­ 
dores dos :cus rv!'o:. 
O Si.:ilt.•ir,u ::ucpt!r:.1tivo db· 
igue-se, tinente dos es­ 
tatals e cup:!/4s,' aquele.. 
pelo upa d [so ci s­ 
lft:ntu:io e deste, alén dos j: 
cltodos. pt:ltt :.un formn ~~Pt'• 
olficu .1~· cc..:.cc:ntroçau. 
Enauno ss ta.presa: 
capitallela creem absorvenjo 
todo o poci~r Cu.:i .-.:nllclrldt!!! que 
Co!GborcrbW nu lt·U crcscimcc .. 
to, no copettivismo o cres. 
cimento s.-.: C.:..1., depi:!odendo o 
órgilo de cup:la, dÍrda ou 
imediotomtnll·, do, seJ5 for. 
madores. 
Ma:cs, uiud, fcrte:avente 
o xistem coptativo a !apor­ 
tãnciu pimort! que dú ele 
educação Uo;; ,..,_ir.:. :i.:--:c::indo 
e servidorc-;. 'D.- rr l ·nt.J.lo i::Ho 
se foz. nulur u ,.,. mt:fo~ ú ,;;;en­ 
volvi-lo< qua ,!! •. e" D:. F•n­ 
guet: ~o I1m t,! .J l'.Oupc1 :-ti i.·1:.- 
A Coopcr,:H.'11'!1 t1.m pr .. :. .sdo 
relevante; srviço; «cs tcuarte: 
da rcgiãv. mant.:ndo ur.t ccm::de­ 
to iort1m.cntc de v.,c,11.J1 t.: ,e­ 
médio: de uraénacu. 
,__ O bicear&nlo Mcdee- 
eterin&rio ·tá entoe o D, 
Eden B2edis d- M.is e.s 
bano de e!h, a:un. t _, 
hhader inesnlav» em pr! e 
nca pecas. 
?..>;.; [L1.r iwrn.u .. , 1""!:P.OD.>tf• 
veis ti ,olitlari-,J, pstú qu ca­ 
do um ulcoocc pleno vid1, p•s• 
rnol ,., todoa juntos, p!cou vida 
social>. 
Pare tal, os cnopern- 
tivns udotornm regra! de natu­ 
reza iodo! e de conteúdo cco­ 
nórnlco que constituem o seu 
código vital. 
Siio us regras de oalureL• •ocial 
1- u livre LJdesão,' 
2 o conlrof;, democr6- 
lico, 
no, 
o !omwo oo ensi- 
4 - o menblldode polltl­ 
ca e rellgfo,u. 
As dr, natureza ecouõrnlca sllo: 
3 - a po,lç!lo do cupf- 
to!, 
ro. 
6 - o prática du retôrno 
7 - as vendos a dinhei- 
Livre adesfo é II porta 
aberta da cooperativa .f entra­ 
da e á &olda dos ,eu• sócios, 
com pequeno, e raros limita­ 
ções, em coses .specl!Jccs. 
Controlt democrático ê a 
lguo!dude ubolut& dtl volu da 
qualquer o;sodado, é o lncoo­ 
troslavtl poder de rtsoluç!io da 
1 
molorla doo sócios. 
Fomento ao ensino é a 
primeira obrlgoçUo da ooope,a- 
• tiva, em releçãu eu seu corpo 
social, 11 fim de que, devida• 
mente 1nstruidh a ma.;;:td. osso .. 
clu d u pcssa delibtlrur com ••· 
guronço. 	• 
Neutralidade polltico e re­ 
l_!r:fosa é o ofo•tomcnto oas 
cog,tações da cooperutlva, des­ 
:,t•, problemas, pru!undam~ntt 
apaixonantea e aesogrcgadores. 
Puai;:Do do Cupltul é a 
~lia cu!ocnçào n, e v.,rtludelros 
termas' capital é instrumento, 
•t'ullor é 11 criatura humuna. 
Dul. o cc.p!tut receber remu­ 
nerução, otruvéo do juro e&ta­ 
beleddo, e o eócio, com seu 
voto, Jadei,onelente do cu pt­ 
tul qui, pu~,rna. ler a dlreçilo. 
Prllt!cu llu rntõrao é u 
distrillufçn,,, dos excedentes 
ua cudu exerclcio ifouncelro 
dos ssccidos de acordo cou 
as oper~ções que tenha feito 
com u cooporutlva. Como das 
0p,ruçõeo é quo resultut us 
excedentes quem mofa onerou 
mala pos~lbílltou excêaen­ 
tes e eis neles participará. 
Vt!?1dus o alnhelru é 11 
c1,ove dn ordem nos negó. 
c!ob <ln couperullva e nu e­ 
ccaomio dos seus ussoctados 
shivn 8it'•JBÇÕê8 ;;specfols. -' 
n euarlürnen1n u~ flssis!ência Veiuínária àa 
sair ita te iaaraii 
tug.as de inontJncla para o 
!tel que é um dos meicres 
da rego. predominando a raça 
ni:lcro?, :<ndo rc-·proàuto,.:s d..: 
lo valer. 
A Cespratva ders dos 
limes que rcrtcem sue: diretri­ 
:, atende .o apicultor ao 
a<cc. :ta da reli,sr tarm p:­ 
iw«e' 
Est raàas bra­ 
si leHas rece- 
me1ro 
nhão 
em 
o pri­ 
cami- 
gáúcho 
73 
PORTO ALJLORI<: 
(O Nacioual Telex) 
.A inda cw l 9í3 ser/ pro• 
duzido o primeiro calhão 
a ser fabrfeado oru ,;érie no 
Rio Grande do Sul. .Ern 
reuniliú !'calizada ontem, 
sob a presidência do do-) 
vernador Euclfdes Trichêli e 
que coutou com n presença 
dos s~cre!àrlos Víctor Fae- , 
cioni, Sociais V1lfeln, Edl• 
son Chaves e Vedseímo do 
AmàrJl e dos diretores do 
Grupo Industrial Handon 
- Raul Rnndon e João 
L. Colla ., do diretor do 
BRDE, Sr. Mauro Knijnik 
foram acenndos o~ detalhes 
do financiamento, através 
do DUNDOPEM, de fo=ma 
a permitir aluda no 2o se• 
mestre de 73 a fabricarão 
de camíohões pesados no 
Rio Grunde 
J 
O empreendimeulo é da 
Randon S/A que já possui 
c_onlrnlo com o grupo 
KOCKU.àl da Suécia com 
objeto de receber colabo· 
ração téc:n[::a das divers,s 
em~rêsas do _citado grupo. 
Serao produzidos em série 
os denominudos <Caminhões 
fora de estrada,, com mo• 
tores Scania Va bi~. sob Ii· 
cença da Lockum Industrial 
AB, com índice de naciona• 
lização de 75%. A capaci• 
dade dos primeiros veiculas 
será de 22 toneladas estan­ 
do previstas linha• de ca• 
mínhões de 35 e 65 tone• 
,adas, destinados .::. utilíza· 
«;:ão em gruoc!es terraplena· 
g_ens e transporte de • miné­ 
nos,A m:irca será Kockulll 
Randon _e o grupo brasilei· 
to de vera exportar seus vei­ 
cules paru a AméricaLatin11- 
~ ?andou com 1.500 ope• 
ratlos te experiência na 
lnlmc:,ção de eixos e semf­ 
reboque~ " dever:, ampliar 
;!Uas instalnçõe,., ttm 36 mil 
metros .:iundrados. 
O projeto vmoa sendo 
estudado há seis meses com 
n p:ir!Jcipnç,ic> do Govêrno 
do _E,,tauo_ e estó é o pri- 
111e1ro µrepto do ramo au­ 
tomobiliSl•~o no Rio Grnn­ 
Je <lo Sul. 
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'l'dhunn tfo honteírn 	1f V+a 
Mato de 1913 
EDITORIAL 
Presidente Emll!o Gurrnelozu Médlcl 
- · 
r<·- • - - -.: • 
d.i- 
Em 19tl3 e l !l54. lmpero­ 
vo no Brosll o unnrqulo, a 
corrupção. O Govêmo Goularl, 
crlnva condições de prolilern­ 
rcm Idéia, •li~nigioas contrá­ 
rios oo sontlmerto Cri5lilo brn­ 
sl!elro e rn<liçü-, democrático. 
Era o caos. Marinheiros suble­ 
vados, sargentos da Policia. 
Mllltnr da Guanobora, desre•· 
peitando n hiern,quia, greves 
dos operários metalúrgicos, es­ 
tudante• ilu1idos com reformos 
que nn verdode visavam odes­ 
moronamento de um Pois, cujo 
bhtório provn sui, grandeza. 
A Revolução começou de 
fato no dia 7,09/1961, qundo 
contrariando os Ministros Mi­ 
litares, mos com o opôlo do 
Governo do Rio Cronde do Sul 
(L~onel Brlzzola) e 1 1 I Exér­ 
cito, o Sr. Jollo Guulart, amo­ 
ve posse, lnakondo o Sr. Tan­ 
crédo Neves (P .S.D. ) poro 
Presidente do Conselho, de Mi­ 
nlalro, ern o Regime Parlomeo­ 
tarhto. Foi revogado este re- 
glmo em Janeiro de 19G3. com 
o plebiscito que npro,·ou a 
volto do Rcpime Presiden­ 
cialista. Ms, deele 7/09/1961 
o •Sorbcnm·• bro,llelro {E.S.G.) 
t,amnva em silêncio a sorte da 
Nação, Isso porque o Sr. Gou­ 
lort, cuncu oespetlaro con­ 
fiança, nos ollos clrculos mlli-, 
torce. 
fnrtolecldo no Poder, (o 
Povo mis uma vz ero Iludido) 
o Prc,idenle propôs OG Cocgres­ 
Ro e reformss de ousa; Agr6, 
ria, a Polllica e o Unlvcrsltárlo. 
A derrocado do govêroo que 
buscovu olzntar Oonlru O• prln• 
clplos Democràticos da Naçllo 
Bro,llelra, culmloou no dia 13, 
qunc:lo o Pre•ldec1e realizou 
o «Camiclo das Re!ormoo A 
lollltrnc;3o Comunista, a Polltl­ 
cn de crescente estallzoç~o. o 
menlro
1 n d,mogoglo dos lide­ 
res sindical. o eclregulsmo, 
enl!m toda o abomícável PollU­ 
ca do Sr. Goulor e Companhia 
fizeram com que a 31 de Mar­ 
ço de 1964, tropas dos Gene- 
Bastidores Politicos 
as ter m hiia lse 
Rio -- Montar umu base 
l)O!hlca, erganlz,dn em torno 
d11J.'.eun liderança e ú margem 
e em detrlmrnto das Udernn­ 
çns tradiclonulo dn ~RENA. 
é umn das preocupnçoee, con­ 
Iesenda,r do governador Cesar 
Cale, do Ceurà. e 11 meta 
que vem perseguindo com 
obstlnaçllo e total exlto, Pn- 
111 
que este esquemn estadual 
l'Blruturodo a purtlr dos mu­ 
nlclpios e-que hoje j domi­ 
na a eeçilo nreniala ? O pro­ 
prlo governador n!lo pode 
oferecer uma resposta unica. 
Ele ne lançou oandldoto ostec­ 
slvo ao senado, antes mesmo 
da deIJnição do sintama e num 
aparente desafio a uma pro 
vnvel prolbiçllo, que se 
1
- 
sera na linha do 16glcn _e dn 
coereeis, como y18 293; 
da tipicamente pollh~o, par 
oterecor a motil'nçüo ao seu 
esquema regional, indicar u 
objel!vo que estava faltando 
e orlar n perspeclvn do fu­ 
turo::Iiolltloo. hlus, de qualquer 
ma.neiro, terá que entregar o 
eeqnema, pronto e acabado, 
no seu tncessor. Se puder 
inlllr na osc2lha o retira-lo 
da sua equipe, nl!o terá per­ 
dido tempo e trbaiho. Se for 
surpreend!do por uma docls!lo 
do cima psra bixo, uutorl­ 
tnrln e lnquretloco.vcl, serâ 
mu!lo dlicil GU!l sobrevlveo- 
0111 pofilica. • 
O Gov11rnndor Ccsar Cil· 
lcs contorna o~ aspetoG pes­ 
sonis, encustelnndo-ae nn de• 
resa de uta tese: a necessi­ 
dode do 11po!o popular, du ba­ 
se de SUE(e:taço do povo, 
8 
qu~Jpuer rrglmo pol!tico. 
Quando foi escol11ldo para G~­ 
ver2do do Ceàr o recebi-­ 
do coo un forasteiro nelas 
chefils pe:itieus- locais, en­ 
ti; g necessidade de cequis- 
rois Mourão Filho e Cnrlos Lub 
Guedes. ttnrrhassem de Minas 
Gerais no Rio de Jeo<iro. Ero o 
Revoluçllo. Em poucas hora, no 
lovs-se a ade,üo da• principais 
preços o Movimento. A Alo 
conjunta do• Grnerols Pop de 
Figueiredo, Cordeiro de Foriu, 
Costa e Silvo, Üdylio Denis e 
Nelson de Mello, consolldcu a 
vitórlu do Movimento terrinan 
do com o • Dllodura SlndlC<'• 
Militar», como o considerava o 
,audoso Mal. Cutelo l:l,occo. 
Desde 1964, ono do Revo• 
lução, Governo e Iniciativa 
privada !olom a mesmo lin­ 
guagem. Poucos Revcluçõrs 
terão mudado tonto a Vl:lu de 
um Pois em Ilia, pouco tempo, 
quonlo a de Morço de 1964, 
que se estende na atividade de 
seus 3 Presidentes, e está co­ 
locando " Noçllo oo seu devi• 
do. lugar. São tcn,po; novo,, 
com nova -Gente que trouxe­ 
ram soluções paro uogustlnntes 
problemss. A Revolução .Foi 
Feita Porn Construir / ! 1 
Dr. 
Ciia Geral Ci,ia c O±.n!o Pediatra 
Ruo Dr. Arl Coelho d· OI«era n a Jardim 
Dr. GIL Marcos Saut 
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Bon'lo 
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Dr. Pedro Guilherme /. • 
1 1 
Advogado '' 
Aveuldo Duque d~ C'axl•s, ii91 J: [ 
__ J_a_,d_l_m 	h_1_u_1_c_G_~º~n-u_o_- ·' / 
, I ,. 
1.- 
Dr Carlos Edy Sá de Medtiros 
Advogado 
Bela Vista 	Maio Gresi10 
lar, como urna sustentacfio 
IndIsperel para os eus 
planos administrativos. umu 
solida ades!lo popular. E este 
!oi o primelro estagio de um 
e8quem executzdo com gcun­ 
de perslstenola. Dedicou tn­ 
dos os flru: de ~~mnnn e. r,·­ 
allzhQào de vlsltos noa mcnl­ 
olplos, presldlu ooncenlra­ 
çõea, varou Fortaleza dP ci­ 
ma ubnlxo, perOarrc.ndo cadn 
bairro. Sentlu que Revolu­ 
o não estovu recebendo 
apolo .dos estud□Gtes e opo­ 
r11rios e dirigiu-se de maneira 
eepeclul a usts duas cl»ses. 
Quando veritlccu que con­ 
quistara urna liderunc~ pes­ 
oal, ullcerçadu em popu­ 
luridude efetivu, partiu psra 
a luto pelo controle do dlreto­ 
r!o reg onal do ARENA. Em­ 
polgou o f.illtido, c-nhm. 
Dr. Pedro Palmiere 
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'/ 
Chi 1 1 1 flnR cio SPmu1111 
n Rnlnh do Apu, pouco ma­ 
vlmontndo. O prugrnmn ntuul• 
mento é Pó B0He11, u Clntmo 1 
X-X 
A ílm 1111 fozurcrn um 
Curso, eu)rum pra n Cnp 
do Estado, u mias; Normn 
u Conatllnctu , .. Folloldu<lco 
X-X 
Até que enfim chegaram 
Ch ves do O.E.D.V ... 
Corpo Docente e DIscento 
multo sullalultotl t 1 
x-x 
Lego!, 6 o Prog111mu do 
l0doH ou dOtnlílgllll nu ctuh 
do Luço: Futubol e Luçudus, 
nlem d11 olrnrruHoudu ua horn 
do ulroôço. Por (1 noreae dte­ 
tlnlos Pecuorlat~R u suns rco­ 
pocllvos l'omtll11ij ! 1 1 
X-X 
E minha gente, es- 
tá próximo o Mes em» que 
erA feita u oscullia do Mis 
Belu Vista. Quem er u su­ 
bell1ut11 da Srtll. llurllch, Szch• 
lnt11 ? Agunrdcmob 
X-X 
'1'11mhum mullit gonto nu 
expeolallvu du I I expo em 
Bela Vttna. Desejamos que 
tenbnm o m11emc. SU du Expo 
paseadu ! 1 1 
X-X 
No dlc 23 Jlp. 11nlvorsu­ 
rIou o noo nmlgo e profes­ 
eor Oraldu Jl. Bnltu. Mil f11ls­ 
ouo á voo() 1 1 1 E dia 24 a 
nos mlg e professora OI­ 
gu 1'✓.oudouçn-Pnrubenij ! 1 1 
X-X 
E , .• em 25 Jlp, reu. 
airum um uuus :oeld(lnula0, o 
mundo lulanttl Bllluvhti-nee 
para pagarem als uma vc­ 
llnhu, 09 lolfol1oe: Veneeea 
(Iliba do 0nMOI Venllr Elelkll) 
e Jonits ((ilhe do casal Ilê­ 
llo But!lnnu u Mnrleoo) a elas 
mllhori-s de (umaciobae I J 1 
X-X 
Clrculoa:Jo por Bola Vis. 
111, o nos10 querido 1':x-Dll e­ 
tor do G.8.B.V .. Dr. Sldoet 
Nunes Leite I! 1 
X-X 
I<:loguntes du !:iumonu: 
Sr. Zéll Marçollu 
Sra. Nice Mlrundu 
SrA. Clotilde C11etro Ploto 
Sr. Celeste Cota e Silva 
Sru. Leonor Bulumrquo 
Sru. liooll Loureiro 
Sra. Zulema Loureir o 
tira. Porcl110011 P. M111coro. 
nhss 
5ru. OllrupJo Cordlonl 
S:u. Sldoey Mascareobae 
X-X 
Caul da Semana.' 
André e JnneH. 
Sociedade • em Maracajú 
No dio 2íJ/03/73, Bnivrna· 
rlou • Sra, Rito Muller, upà1a 
do nono •migo Sodi Mullu, 
Contador d• Cooprrotlv• Mixto 
de Maraclu. A distinta niver 
utlantc, voto, dt extensivas Í(-­ 
llcid,dci 1 1 1 
X-X 
Proveniente, da Cidade de 
Corátlnho (R.S.J pora prestigio. 
rcm o acontecimento d sogra e 
cunhado do Sodl i 1 1 
X-X 
Presentes tambem. Sr. Hei­ 
to• Bengala • Sro, • filho, Sr, 
Germano B,llan • Sro, {Sónia), 
Secretário da Cooperativa, O Ve­ 
tuinorio do Componha Febrt Af­ 
iou, Dr. Ed,on. 
X-X 
E num ambientz alegre e di• 
vertido tr,nscorrcu o aniversário 
do Sra. Rta Muller. 
1EPOUCO; _ 
2E.BOM, 
10ÊMELHOR:' 
, ...... 
A Lemat tem esta pila. 
Agora cada bheto Lemat tn 
1o facoes o custa cs 200o { 
todo ola. Voei, podo ficar rico / 
&Olinho., N.1o divic!.1 su:,, r.orto. 'Voei 
m f756 prcmioo prá ganhar o  
ais o primera premio do 
$ 20000.00 E ainda desfruta dis 
;i!i quo a Lomat custeia: ptaçu , 
e<potlo. obr» ~ A u,m,t • 
!i:::J todo o d,nhoiro :tlTOC4d.tdo- : 
venda do t,,1hotos, ncsl03 bons , 
dos. is.to quer di:or quo. o :ou 
eiro não sai desta Euda Uma 
ó corb: com os bolhoto: Lomat 
tona fniia 
1/2 xicua de le,tc condensado 
1 xlcara de igua 
5 colherlnlu de bounllh1 
2 xlura dr crtmc de frite bafl• 
do com açúcar a gosto 
Modo de Faz.,: 
Misture o leite com a água e 
e baunilha, bata o creme de lei­ 
te att engrou•r, adicionando • 
mhtura (tia. , 
ColoqJe nH formas e leve ao 
r.Írlgtrador, Depois de gelado, 
tlre, do refrigerador torne a bater 
e leve novamente ao rcf,fgrr•dor 
att a hora de servir 
Coluna [ spirila 
TEMOS O QUE DEMOS 
Meimei 
Podes guardar o pão para mui• 
tos dias, alndo que o uctuo de 
tua casa slgnilique ausência do 
csstnlal.enlre o, proproos vizinhos; 
todavia quando puderes, olongd 
a migalho de alimentos aos que 
fitam :l,cbaldc o íog.;o s,m lume, 
Podes cOrtservar armários re-­ 
plelos de vutcs lnut,ls, ainda 
que e traça con:orrtt consigo a 
poue do, panos devido aos que 
se cobrem de andrajo,, no entan­ 
to, sempre que possas, cede a 
migalha de roupa ao ccmpanhcl• 
ro que sente frio. 
Podes trazer bolsa farta, alnd, 
que o dinheiro supt,fluo « lm· 
ponho problemas e lnqulct•ções 
contudo, quando pudcru, ofcrr• 
ce a migalha de recursos oo, Ir· 
moos ncceultados, 
Podu •linha, pu/umu e ador­ 
nos psra, uro a vontade, ainda 
que pagues- coro • hora de obu• 
so, mas sempre que possas, es'" 
tende a mlgolha de rcmedio aos 
doentes em abandono. 
Um dia, que ser~ noite •m 
teus olhos, deixarás pratos cheio, 
e. móveis ab1rrotado1, cofres e: 
enfeites, para a traveula de gran· 
de sombra; entretanto, não via­ 
leras de todo nu trevas, porque 
os migalhas de amor que tiveres 
dlstrobuido, Cllo••o mulliplicodas 
em tu .. mio,, como btnçios de 
luz. 
Médium Íranclico C. Xoclcr 
E X r t O I E·N I E 
«lRIBUNn nn FRONTEIRA)) 
Dlrctor•-Propricl.irla 
Maria Estela V, Pcrelr• 
Redator-Ch,fc- lvaldo Pereira 
Colaboradores: Divcrs01 
Redação e Administração 
Rua Barão de Melgaço 5/N 
Bolo Vista iw. Grosso 
Aulnaturo anual CrS 50,00 
Assinolura mtnJal ~ 5,00 
O Jornal não se responsabili­ 
:za pelos conceitos e:mlUdos em 
colunas •sslnadas. 
,,Nunca eu sei» 
É verão.. pata e vivet para dar um 
Um extensa praia de- sopto de vda em meu ser 
.eurla, 1111 ondas do mar, e Inerte. Por que tudo leso ncon 
o lençol azul ds volumosa tceu ? Por que to encontre! 
Aguos. Um crepúsculo belo. logo que tinhas que partir ? 
As gnívolAs voando Incan- Oh I Deus quisera fughr, o 
s/íveís por rnbro a praia l' fugit e pra bem longe da­ 
uma músíca trintc que so qu1. Aqui onde ludo me !u 
perde pelos ares que ela en- lembrr de ti e a cada 1os­ 
volve, Quanta beleza para to anónlmo vejo tu ims­ 
e ver II... Porém uda gm. Fugft talves para um 
se percebe quando se ,lem extensn praia deserta oade 
um redemoinho fofcrnol de uwus souhoa contigo Yiio 
tristezas 11 cor1oer a Ahua. dor:ullar, ngora. Mas, om 
i:3ão 19 boms, e que be• va do ouvir toc1oa 011 ruldo;i 
lo crepúsculo se desfaz wgo- caracteristicos eu gostaria 
r11 que a ·norte e estende de ouvlr sómente a tun voz 
lon tamente, sobre o Hori- doeu e suave como as mí 
zonfe que ele reíuara at6 ~lc:;111 entoodni, pelos arpejos 
bá pouco. Tudo é tão triste celestiais Mas assim sózi­ 
paro ruim por que Dão CI!• nha de quu nJiu11t11 fugir, se 
!ás aqui. Revolto-me coutrn t1,uto aqui co1110 li alóm só 
tudo isso, Mns Je que va- posso penar, souhar e leru­ 
le Jazê-lo se coutinua ames- brar de ti ? ... 
ma nusilncin com ou Eem re- Pcrdol'-atnor, por tudo 
Tolla ? : ... e ão seí se isso, mas eu preciso devo­ 
,.Jguw dia ainda te eucou· cii. Peosel ,ru pedir que 
trarei em roeu caminho. voltei; p1m1 wim, pura que 
Partiste sem no menos eu possa viver, para eu ser 
dizer-me adeue, negando-me eu L'le~ma. Mas não, n:lo vol­ 
assim II alegria de ver-te tes náo. E por suu volta niio 
pela derradeira vez, privan- a'iento sequer a mínin11 
do-n:e de teu úllimo olhar ilusão, pois mesmo quo vol­ 
roubando-me para dar a ou- tassee não ~ería só para ruim 
tros, o teu sorrlsn fraco por que nuuca, eu sei, po­ 
que eu tanto .rdmlrei. l:liu- :leràs :,er sómcntu meti. 
to-me como Ke 11lgo rnuíto 
Importante fultnsse em mim 
L.KN.A 
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Este Jornal é composto 
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MATO GROSSO 
LEMAT 
LOTE RA DO ESTOO Dt MIO cOSO

ANO II Belo: Vísta, 31-03-7:l 
" t:I 
ãCíl. $ 
. ,.: '. 
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+ , 
No. 53 
Centenário das instalaçõas da Marinha em Lactário . 
Comamdo Na,•nJ:do Lad,rlo. 
llà cem nnos passado,; no l dla 1 
do marco, dava·so inicio ns insta­ 
laç0c• do An<Dol de MorlllhB do 
l:iidllrio sôbro a. m::irJ:;cm dln: o do 
rio PllnlJ:Ual, DO locnl ondo lllÕ 
hoJo ,e encontra Unldndcs da Mn­ 
rlnha. 
Em lSGJ era crlndn o copll:1- 
nla dos Portos de lloto Grosso. cm 
1676, n Flolllba do Mnto Gros,o e 
cm 1032. a Prlmclr. Companhia RC• 
ional de Fuz.ilclros ?hvols. 
E'tn 193:l t::rn crlndo o Comnn­ 
d.o N11vn de: ltnto Gro6A0 constitul- 
.."z±.1.2.5 
de ).t:.rlnhn da L.ldArlo. com a.s mce. 
mo..s cnractcr(sllc0,~ tuncionnlR, tnos­ 
Jormando-so nu Boso Flu,•l11 de u .. 
dà.rto o inda, nesse mesmo uno 
extinto o Comnndo Nova do M11o 
Oroi,so e criudo sexto Distrito 
Navul. 
Em 19Jl lol crtado o Hospl­ 
tal naval de Uldârlo o ~ru H!.55. o 
SoNI~ de Slnalllaç~o NdutJco do 
Oeale. 
F11mlmenl~, cm 1067 o Sexto 
Dtst.ritro Naval tem un Séde trns 
.s::4 
m.icde Naval de Ltldàrio. 
o Comondo Naval do'udàrio 
atuAlmc.ntc tem sob u ua suborni- 
ruç6o', n'.Da&o ,Flu<lnl:de.Lad:irio, ll 
Flotllbn do Mnto Grosso, Ho,pitnl 
Navnl do l.nd,irlo, o &rvlco do Sl­ 
nulizçlo do Cesto. o Grupamento 
de futllclros Nnvols e n Capitania 
e.los Porto11 do Esli:do de Mnt.c. Gro.1-­ 
so, tendo esse conjunto de Unl­ 
dndca do b!arlnhn coro Juato or~ulbo 
cOtncmorado de 10 a 14de tnl.ll'ÇO, o 
Centcnõ.tJo d.c;.slnstnlnc;UcsN:ivu!s eru 
Lndnrlo, 1>unto do Centro-Oet1l0 bro­ 
sUeiro. Unld:1.!o do Con1nodo Nll• 
vai / Lud~rlo Bnse Fluvln.l de Ladú­ 
rlo, criado em 14/0~/1915 conforme 
D.ereto no 38.101 de 1S/10/J9Sú, e o 
c!!tobcl,clmcnto c.le;tlnado n pN":at.,_r 
llpofo lOJ:!lSUCO!I 111 lórt::i.S do Comnn• 
do Naval do Ladárlo, seu atual 
c-omnud:1nto {• o CnpiUio. Tenc.nte,. 
Curlos Hogerio Bonorino l'<obrc; 
Flol!Jhn de Mnto CroS!O, 
cr!JldlL por AVLSO do ~0/10/!SiG (OO­ 
no) 77 de 2◄/10/li;'iG do Quurtol 
Generul ac Marinha), é um• !orça 
cpernUva. tem como ml.as.110 pan.t .. 
c.lpor do opernçllos mllltnrc• e. quan­ 
do tal se foz n~cass.:lrlo, promover 
trnbnlho <lo Assbtl:ncla. 1oc1u1 no 
longa dns rnUtgt'Ds do rio, P:it:1• 
gual. comaodtld:i ntu:i.lruentc pelo 
Cnpltlo de Corvctn Sll'lo Fou·clro 
de b..btlo&; 
Ho:plt.ol Navnl do Lod1rlo, 
crhu.lo pelo Dcc.rclo nº 29SlU da 
27/0711051 tom como lnlssüo precl- 
pua ntcndcr uo ,,~eoul mlliLAr e 
civil du Marinha e vos dependentes 
dêstc,, lotndo11 o rcsldrnt.e-, . na. 
á.rea LndArlo Corurnb.'t. beu Dire­ 
tor ó o CuplUlo de Frui;:::1.1., Joi:é 
Maria de Santa Helena Corra; 
O Grupamento de Fuz.lleiro, 
Navls, tem oriem da Primeira 
Companhia de l• .. uzilclro:, NC.'Blt1 
do Brsll, criado pelo Decreto aº 
21..957' de l:J/JofJt:t!, t.cndo n ah.llll 
dcnomlonç.10 pí'IO Dt:l'rC'lO o
0 
5lb11- 
A de U7
10:lfl!lf,-'i. e Grupamento de 
F'uzllclros Navuls de Ladrio é 
c.omandndo pelo CupitlJo de Cor­ 
vet3 (~) Puulo Tele■Ja Silveira 
.t"rimo. 
• O Sorvlço do SmollzaçJo 
NduUcu t.lo Ot::sLc (SSN-G) ~ um ór 
go da rede da Diretoria ,lc IIJ. 
drogrnrhi. e NO"l'J::1lÇllo. subort.11- 
nnnllo.so nu 11r~u n" Comando Nu• 
Võl de Lndurlo. c11J11 [lnolldndc 
precipua e a m:10uu nç!io doa c­ 
qulpnmcntoH dt: hinnlluiçã.o nli.utlcu 
equipamentos este que ·dilo. àque­ 
les que e utilzm da nave;zaçlo, 
m:itltlmn ou Uuvlnl. como n:eto do 
transporte, o indtpnsavel eu­ 
ranca, ndo cheflda pelo Capitão 
do-Corveta IIUGO BERNAílDI 
JUNIOR; 
A Copll,nnl• doa Portos do 
Est.;.do do M.ãto Grosso: e.stnbl•lecl­ 
mcnlo lntc;runtc da Dir~torfa <lc 
O valor de uma Biblioteca 
Qu.ando c,.·.;lmt111!l-nte trom,1l!i'U 
pela Qulntti uvenidtl, 'OHOU·S6 llO· 
 tlllll'Ote uqu(>)O pcobaW~Dlo (,IUl: 
eu tanto necessituvu esquecer. tu 
era um homem rnorlo'', Mim, dentro 
cm puuco cu nllo p,u,saria de um 
!rio cadi ver deitdo n mesa de 
w "%g,"%. • osso "4e 
Mlddlo weot. n~dovum n mluha 
procuru e n!lo viam B l.Jora de e8• 
tcuror º" meu! miolos com umu 
ngum 37. 
Ao passar pelo majestoso 
Edll,cl<, da Dlblloteca !foclonol, ou­ 
'1 nico 1lbllar um pouco aclmu de 
minha coJcça. Joi:uel-mo 110 thâo. 
Algucm ullruva contra mJ m cu111 
,11euclndor. Sem pcrd;;i e.lo tempo 
lcv:intcl-me e entrei naquele Edif­ 
clo. que para rnlm erc1 n.tnd.i. umu 
1ncó~nlta, pois ni nca ali Unha ea • 
tndo. 
As 1nla1 cr.am ,-trandc.-s, clc.rad 
um pouco frtns talvez. sou1 móveis 
Blmplc,, e nllo tJnl.Halll quase llC· 
ullumn decoraçtio. 
Mais o que mais me impres- 
tf , .. ,, ... a a te,s t 
rsr/'+ p gturla da 
1nt.la e Mlar.rua,{ m La»a 
ro, utrc tls as guitle D%o 
tm adat do I E "tito• E«ti 
t + « m e d o u s e ta 	V 	E y e 
tst Jus0s cumbpt ist os ao er 
~l'Jll tJ,ti"'l r•u (' l!II' ur .. ..- J (·n 
tenro l aluo Nos« sl.toa 
tarrha 'ti Gorra ena Latir.o 
Mato Griso fota iras que tu 
t. ru!e o n F+e+ i! e Aro. 
pat.c unsttue elo tito n 
Lote:», prutedo itutta 
tos prtutplos detoratucs 
do tudo tu. General d 
li tato tumarro d 8eu 
Me! o'«tantnte da Nona lgio 
Mi4t Hvpo otiitado toura 
tt Idade oL tutatts 
utenoto Matinha de Lo&rio, wara 
do coptte.tudo ttuste!«!os 
1
1::!'.I ru:,tutc, tl,lll rua-o >H, p:d·_, 
e!verde.General de Drào ke«, 
tidhh, til! ~
11111..idu. ,l"OliJLLlo LL 
ORLIa. 
:-ior.c.u (M o t-lli-11c1u. ,Jn,c11fl, rrl­ 
atça, elhos talamente debruça­ 
dos obre <J .. matu dt,cn,01 llnos 
ell te encunttam. 
Par nio causar uspela, 
punhei um livro qualqvr e bfll• 
tel ruc:.• junlo J. nl:~un'f e'ltud11nlu 
que falavam batxtho. 
LI nq111.·k Jlvru: c,11 lfornrJ • 
JlwR dJ Ctl:nctu~. do um HlllOr cu~ 
Ju nome nO.o J.!uurud, t, J.;O!'ltrJ. 
Nu::1..;1. ,m mlnhiJ vida llnhã 
lido ulgo sim. Quanta cata oll 
rr.e Jmpn, .. ~Jun(Jll. ,\'ldu.1111..·nh: np,,· 
nheJ outro, dt•pol" outro, d<'pul« 
otro e as:.. psi hcrus e horas, 
esquccido do que n esperava là 
!orn. 
Qu.1o irnbcc~l tlnhu. t-tdo a!6 
ugorn. Com lartlPI cohal'I ltudn1 a _)) 
eret prendidas e estududss 
e cu J;(nor!lndo-n" por ccmpll'tu. 
Desde moleque, quando «tira 
va pedras tas vidraças. no Iu 
buitro o;..lnl. o Uroof .. 11111. unbi 
uerslo us Llvros, Mais agora 
unha compreendio o quato tinba 
pcrJldO 
Flávio poderá ser punido: 
M'inistros verão o «tape» 
Brosilin - Os ministros 
Jabao Pnesa,lnho, Allredo Bu­ 
zald e Hygíno Corsettl - que 
!ormom ti comiasllo que es­ 
tuda o nlvcl d11 programnçllo 
do TV no Braetl- reuniram-se 
para exumlner o tape do •Pro­ 
grama Flnvlo Cavslcantf•. em 
que !oi explorad, o caso do 
ineiro que alugou a mu­ 
lher. 
O minlelro Allredo Bu­ 
zald convocou o diretor de 
Policia Federal, general Nilo 
Canopa - que ee encontra­ 
va OIL Foz do Iguuçú - pa­ 
'"' oonversur sObro o assunto. 
A Dlvlsllo de Censuras e Oi­ 
'eflÕes Fübllcas do DPF de• 
·verA requhltar o l11pe do pro­ 
gramo, 11ui, jli eetA em poder 
oo Ministério dos Comunlc,­ 
ções e lo! projetado, ontem· 
pera dols ussesores do mi­ 
nistro HygJno Coreettl. 
Na CAmnra dos Dt!pu­ 
todce continuaram os dlsour­ 
sos contra o programe e., se­ 
gundo o aeputado Clóvls Sten­ 
zel, du Ar.ina gaucha, «o go­ 
verno vai tomor provid/;ncl­ 
es para evitar repet!çllo 
de qúarlros como o que foi 
apresentado domingo íllllmo 
pela ttile,•is!!o•. O deputud.o 
paullsla Freitas Nobru con- 
corda com seus cole;as {aU 
cho, maa tem" que u 1u:ua­ 
çilo blrvu dtl pretexto para a 
11doaç!!o de outros rnedldas 
ccalra n televlBAo pelo go­ 
verno ledernl. 
O deputado Norberto 
Schmidt, lambem e.a Arena de 
Rh Grunde do Sul, criticou o 
pngraruo, obdervondo queoe 
u 0.nsla de publlcidude, o ln­ 
cideucla do Jpope. reciemar 
tuls expedientes ex-uso, e­ 
ri pr~fo,ivel um completo U· 
nonimato•. 
Salientando u importa.nela da 
televisão como veiculo de co­ 
munlctsçO.u, Clovls Stenzel 
dlrmoo: Tudo o que se d'z, 
luao quu se apr.aeotn diante 
das ceras pão In'eressa ó 
aos !_'.:rodut.ores, oo, potrocl· 
nadc,rc.s que, pelo l<:levlsão. 
quortm veoder mercodorlo. Tu 
ou o que TVtransm'to é de 
interesse nacionl tr&nsmlte 
ext:::iploe que ~ugerelll imi­ 
toçllo. T~onsmitem ldélns que 
são reproduzida•. Cria volO• 
res no,·oa 1: destro! veios pe­ 
llrileo _d~ condutu e compor­ 
tamento e nem sempre os no• 
vc lo rrellores que s n­ 
tigas•. 
(O ESTADO DE SÃO PAULO 
- 15--3 73). 
E 	~e EMIUO L GElilfilIE E ~lü. 
Ferros, Chupa.., Tubos, Tintas, Azulejos, Vidros, Conjuntos sanitá,·ios e Arames, Sul. Pneus, Parno.risa.s, .F eungem ""' geral 
"Enquanto espera ser atendido uõ,. lhe olcrecemos um cnf~zinho1> 
}tendido por pessoal especialisado 
Ru11 Coronel JovEcncio • 815 - Caixa PoeLI 36 
GUIA LOPES DA LAGUNA -:!ATO GROSSO