w ui tueee- 
' 
rotor- too sana 	Liberdade com 
ANO li 	Bo1:, Viola - MT. 
Responsabilidade 
-- o7/044 
- - ---- alei si iileis !--- 
(Cal ali 
'eia 
pi, a Sr (tis I'ali t 
ttilo lisiipl te la Iisu 
Carta aborta do um 
pai, ao Sr. Clóvis Marceli­ 
no Je Ollvefrn: Prefeito 
Municipni • de Bel Vista. 
Sr. Prefeito: 
l.!:u o ndmiro, o Sr. ó 
i,:onlo do povo, veio do po­ 
o, é o povo no poder. Es­ 
poro que este poder não 
coguo, co:no cegou u lnutos. 
Sou pnl como o Sr- tam­ 
bém o é, 11 única dl[t'rcnça 
é que sou Pai pobre. Mns ... 
u nmor que dedico a mct?s 
[ifüog é igual ou superior 
(_ do sr. Meus filhos, sa­ 
guo do mau sangue, cmne 
ela minha carne, são: 9 en­ 
tes queridos, quo terão uma 
vida melhor tlo que eu 
• tive. Trabnlhr. honrosat::1en­ 
te para sustenta-los, e com 
Fó e..o. Dous cnmprlro1 
mlnb misso. 
Niío pude Estudar, 
nossas condições crum hu­ 
mildes, só couheci o lraba· 
lho. O pouco que st'!, n­ 
promli no livro dr1 vida. 
Sr. Prefeito: meus. filhos e os 
[1lhos de toda gente humil­ 
de, precisam estudar o para 
C
-~tudarem noccssitam L1· 
os. O jovem de hoje, Sr. 
P:deilo, possuo nquela 
Vontade que Iez. de um 
Lsnlador, Presidente do 
uma Grando Naçio. As ve­ 
zes eu choro, choro por 
ver n chnrna nos olhos de 
mDus fílhos, quando podem: 
Pal, preciso de nm livro. 
O senhor snbú, o pre­ 
ço de um livro é de 
oito a dez cruzeiros, é o 
equivalenlo u I kg. do cur­ 
ne e um pouco_de nrroz! 
As vózes com n ll:conomln 
feita pela Palrou, adquíridn 
em tanques de lavar roupa 
comprumos um livro. Que 
ttlegria, Sr. Prefoíto, 
eles rettibnem com 
um "obrigado" que pene­ 
tra fundo no cornção, 
Por tudo Isto; e pelos 
Pala pobres como eu, peço­ 
lbe: Construa a Bibliolecn 
Pública, o Sr. deixurá um 
vu!íoso legudo à Juventu­ 
de. Não seromos nós os 
Pais apenas a gdecer, 
·Ele'' que está nos Céus, 
que tudo vê, ficará conten­ 
te;porque "Ele dfsse: O que 
fazes a um destes pequeni­ 
nos, fuze-o a mfm. Muito 
obrigado Sr. Prefoito, tenho 
nbsulula certeza que aten­ 
derá o meu pedido. 
•' Uma crlnnça proibida de 
Eslud111, é como um pissa­ 
ro proibido de Voar'' 
DURAO DA VIM MEXICANA qrüS SEGUEM PARA AFRIEC 
Em menos de quarenta 
anos, durnço da vida no Um lote de 60 bovios da 
México qusse que duplicou. raça zebuina 'Gll , 48 Vacas 
E, 2025 cs exlcno pe- e os 2 touros foi abarcado 
q médla, esperar vl- e Sole» no novi6"Rlo Cor­ 
ver 32 nno8 anos, a coren- to" de bandeira argentina. 
te duraç!lo ro6dla da vldo. ó com dcslloo K111shasa, Rcbu­ 
de mnis de 60 anos. A madl- bllco do Zaire, na Alrlca 
cin preventiva, melhor h!- Central. Esse lote é parte de 
girene o cuidado pre-natal um pedhlo de cerc de 3.000 
so considerados fatores pri- cabeças. O produto é de ltu- 
mlrlo do molboru. vrrav •. S.P. 
Se bem que o jogo é pro· 
!bl:lo no Brn,11, em virtude de 
Leglslsç!lo nêsse eenlido, em 
Bela Vllta a jog&lina e des­ 
oarodamente feita o dia Intei­ 
ro por Intermédio dos camble­ 
tns, que pérambulam pelos rua, 
como senhores de uma garan­ 
tia •em similar na queslllo das 
contravençõe, penais. 
E d~ espantar o número 
de jogadores que procuram 
certa Agencia ou •ponto• de 
coaprarem suas papeletas da 
sorte, bem no c,ntro da cida­ 
de, prlnclpnlmente quando che­ 
g• o noite. 
A outorldade pollclal de­ 
vê tomar providencias energl­ 
cas contra essa prática crlmt­ 
nosn que atinge nn mnlor por­ 
te os mencs lávorecldos da 
no,ss população que veem ex­ 
tinguir seus próprios recurso, 
em beneficio de vlslonblos que 
além de Inlllngirem os dlsposl­ 
tlvoa. das noesu leis, num fla­ 
gronte ostensivo, • dlurlnmente 
rebuscam·deat• lado do RIÓ 
Apa os dirheiros que o8 enri­ 
quecem lneacrnpu)osamente. 
Con,te que vllo dllírlamen­ 
te de Cr$ 3.000,00 o 5.000,00 
transferidos para a cidade vi- 
BRASINHA NA ESCUTA 
Tô gostando do ver, jl 
comecur11m CJR convites pum 
o Crncurno Wos Bela Visto, 
Sugerimos wc dirigentes do 
Ccucurso qu1, f'xi;nru n con­ 
llrcauçi!o du candidata por 
ecrito, e comecem logo us 
IJ08UIOS, puro que n/lo UCOll• 
teça como todo ano come­ 
çam euAolos, (:lo. só uma Ht'­ 
mana antes do cooourao. Dce, 
se jeito é lmposlvel fazerem 
bonito lá lorn, pois ... oum 
pouco tempo ninguom apren­ 
de anda !!I 
X-X 
Tambõm pedlwoa a co­ 
Jsboraçllo doe meninas que 
são oonvldadus. Vumus cola- 
1.Jorar oow o no.ao Munlcl. 
pio, o mostrar que a Rainha 
do Apa de foto tem utta 
Mina Jóia II! 
x-x 
No Bossu, domingo no­ 
tei em blllll pupo ln[urmal: 
Rltoca, Solange, Cólla, o Hll­ 
de Maria, 
X-X 
lIals umu vez Vovó, o 
nosso amigo e professor 
Sturnpf. Aos Avós e Pais 
nouos perabóoe!/1 
JOGO 
X-X 
Multa gEoto pre:llgJc:u 
as oomoruoroções do dia Jl 
da março no 10° li.C. Leunl!!I 
Por lll multo cowunlcatlva a 
Srlu. Otília. 
X-X 
Clrculendu DlUllt, 118 
m;inos: Erotlldoa, Zo:nlde e 
Mari. 
X-X 
Podlmos uos coasoe Lei­ 
toros daqui II do& outros Mu­ 
nlclpfon que noa enviem no­ 
tas SoclaI. Contamos com a 
col11boreçllo. Aguardnrnmoe ! 
X-X 
ELEOAJíTBS DA SEMANA 
Sr•. Tereza Criitina 0onçalve1 
Edvuldo Setom!lo 
Sr Rosinha Mendes 
Antero Loureiro 
Sru. Diva Urblt11 
Dr. Hollo Loureiro 
Sra. Beatriz Medelro5 
Alltun J. Gonçalves 
Srtu. Arlene 
Gurlbaldl (98) 
Srta· Marola Gonçalves Pudra 
X-X 
CASAL DA SEMANA 
Ezequiel e Lüc1a 
DO BIORO 
slnho do Paraguay onde existe 
a cana que •banca• ,ssa espe. ... 
ele de jogo, com dono incalcu­ 
lável para os nossos patrícios 
menos avlzados, que perdem 
suas economias as vezes coo-­ 
seguidas duramente no trobnlho 
de sol e sol, enriquecendo aque­ 
les que gozando «dolce vita» 
talves até riem-•• da dugroça 
que levam aos lares de nouos 
trabalhadorts multas vezes car­ 
regodoa de filho,. 
Levamos ao conhecimen­ 
to do Sr. O,. Delegado de Po­ 
licia esse fato criminoso, a fim 
de que uma vez por todas se 
estanque essa sangria aos bol­ 
ses dos pobres trabalhadores 
Indefesos, olraldos pela pro­ 
m••sa v:i: do, cambhter. 
O Sr. Dolegado de Poli­ 
cia deve cumprir a lei, sane­ 
ando a cidade desses elementos 
pernido,o,, foztndo-os procu­ 
rorem um brabalbo decente, 
qae dlgo.illque o cldsdão na 
eua mais elevada condição de 
oferecer uma convl vencia aalu­ 
tar, rtspeitondo seus coocldo.­ 
dõe1, honrando sua oondlçiio 
de homem cm trabalho hones­ 
to e propul1or. 
Jota Jota 
$rui: te [d»zz» 
una sr slsliluil 
Notleias vindas do P'a. 
lacio do Alencustto indicam 
que o utuul Secretrfo d 
l:ducaçlio tt Cultura: Prof. 
Joaquim Alfredo Soares VI-­ 
na, poderá ser substituldo 
pelo ex-Deputado José Ter. 
reira de Fretts, que atual­ 
mentu vum exercendo as fun­ 
ç0es de Chefe ds Ase@orl 
da Assembléia Leglslalfv11 do 
Mato 0roeso. O posslvel no­ 
vo Secretário, conta com a 
slrupul111 do Governador que 
o eoahece dtode hó longos 
o.aos, tonto no desempenho 
de suau fuoçõeb pnrlloulares 
como na de Ex-Porl11mentar 
Posolvelmento 008 pró­ 
xlmou dia~ sola o Decreto 
de substitulço na Pasta de 
Educação. 
fRüGElll AJUDn 
COHGRESSO 0E JRILISIS 
O Governador José 
Frugelll, deBIIDOJ Verbas 
co valor de 10.000,00 (dez 
mil cruzeiros) pura 11 U.J.A. 
(Unlllo doa Jornalisla11 de 
Aqui1austs) pura cobrir dee­ 
pesas cor u realizuço do 
V Coagu;;so Estadual do 
Jornallataa Prolisslonale du 
Mato Grosso. O Congresso 
será reallzado no dia 15 
ele agotlo, promoçllo do Sfn­ 
dJoato doa Jornalistas Pro­ 
iestonais de Mato GrOeso. 
O Redator da Trlbuaa da 
Fronteiru.' Ivaldo Pereira, e»­ 
tará reprt5entuodo n claue 
Joraltstica de nossa cidade. 
Mobral na Região 
O Surpervisor de Área 
do Mobral, Sr. Noedl Leite 
Laranjeíro, informou a Repor­ 
tsge::o que os mtl.as do Mo• 
bralpsru e,te Jornal serão cum­ 
pridas. As metas psra os Mu­ 
niciplos de: Bela Vlita, Põrto 
Murtinho, Jurdlm, Gula Lopes 
do Loguns e Caracol complc­ 
terum 4.875, (quatro mll oito• 
centos e setenta e qustro} con­ 
venlodos. O Sr. Noedl agrade­ 
ce a colsboracllo da popule çlio 
de Jardi::o que o ajudou a 
fechar • cote d• 426 convenia­ 
dos. O inicio das Aulas em 
Bela Visto e Jardim será no 
diu 2 de Abril e n, Mutricu. 
las s,:ão até o tine! do mê, 
de Junho. 
•Colaborem Com u Mobral» 
De você depende a continuasão da Tribuha em nossa cidade 
COLÃBORE ... 
1E 
tONCfCION4RID CHf VROtIT 
•  
Vindo até nossa loja, você vai ter toda liberdade para admirar os novos OPALAS 73 e as ca­ 
mionetas C10 que são capazes_ de fazer qualquer loucura pelo seu dono 
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sob a direção do Ornldo Flores Nogueira 
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_ ____ ._ 	....._ ....., 	_:_.:....,_..:..:.;~..:.:..:..- ..... -

rntBUNA 	1 
o onho 	, f,i ant re 
E ta a la lualaent. 
{'X:)fl'. o int!ruo, cu±a guo 
rn11IL1 f Jll ,. IJJ!ttlltludt"' rotHI(, lJ •I') 
jJ 1 ,ru1!o " .1JULJ ,, H!JO rnuHO dl;:c, 
lllrJ, 1 U(rl-C Pui!!, ( uldrtr, m 
, 111u lo pwatd fitar na m • 
lida do posiye! o abandono em 
que e encontrava cntu o 0 0 
·até!ad., 4 nos ueusa fronte!: 
ta um pante linhos que pG 
1.listes de kilometros + mal 
las vetes crn !IUrl!nl.l.! Ylq,(·JJ"t 
quast lpenetraves como é o caso 
ua zona w{0nu desbravada, 
pul111ilhllúa pcl~~ uovoi b111ultlrnu­ 
as que ecüntndo pelve_% 
vrJetu t.lu JIOt-:io t!HiJHJlte 1 r, 1• 
teste da teputtrea 4some 1e!"%"° 
ovos com tro oc±;4%,"","" 
110VOJ nuclro!, popJJ:,C ourt •
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Uo ÜCt:Sll'O JHH Lt.!rr.,. u,iu,1 o • 
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b U,.;, J utr1 ucclc• 
os ter4t6ri9 8" ,"" clvillz.uçUo 
rudumente or I ro:; h Jl' mrrcà 4, 
s que v,%;' resvoivels­ 
dlnú1111cn do ll uukomi.:utc o,i 
u(,rlo que odsr ~~ U:llo d1."' urna 
dtficuçio o cunslr' us carue. 
Pau nova 9,"%,"á' iiéir» 
tcrbtlcae de 
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olén lho:, H 8'4!:IU 
ate, vos",, co viío 
iea rezlio (tUC t ucr cxµJoro­ 
suava imune4_4""}' @ovasse a 
:n" llHhthlrlul <l, 
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ôndcll condlzon­ 
um este;oris "Y?"iiuad no, 
te com i.r. smu 
1 
uort da naturc-­ 
capes 4os ?5,{:] oteci cm 
za. Hlajn visto, diversos em pe­ 
mrncrlo:t os ma" ,qosos, s süus 
t.lrus o 1r.eLul~ P~~n.vcls: 
11 
Juxurlun­ 
ucua-vin6 1:,on h.1 otorccc furluro de 
te veetçao g" atas me4leinsts 
mudclra do lc '-= 
09 
ccimeoa de 
ull'm dos mals rtuo:ooufnlJ.111 como 
ores.e yal%;{"" ii@rãa rç@a 
us belas orqu tl roru. bclczn. nlcm 
e outrc?j th>!)
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llu L unlll ruunu riqub­ 
dc nu.mtcr Ulll u no:1 rlo!I plticosos. 
Mltn. n;)~ mu.tl.5 cxtliténcJu de 
Ate» as0.,1%%,}ak que í«i- 
moer$,"%"," ossos 1ri«o» 
mente o P uculturu.dot1 e 
2%2..s. + «- 
trioos já clvllizadu8 e espallhodus 
ior c:s-.c no,so tcrrltorlo mcnso 
qu a FUSA! desbravo cata de 
bClvlcoln11 tndom.vcit:i. b 
Esst1 rculido1lo t•ru t1uo e e .. 
ou o brasileiro do presente. 
Prvelamos efetivamente ou­ 
l u~ é no?tim. 8ou contra o 
""coa r5ri# A 5ni- 
ZONIA- porque'! ~o t?lll _srmpru 
no1:1 pcilcnccJ ·: Ucupuç;o. b.:10 blm, 
ó flll.OU'1•1 e oportuno. porqub f 
lJM.sll crt:i1cc tlu mandra C1Cbl1 r ~ 
dt1 nrt:"essltando de espaço par 
t-1i:u povo que aumento o campott 
paru u • ;;:1Ulura. de. n.Jhncotos o 
criação do seu «ado, principal r; 
quezo, que felizmente já se est 
concrêfüzuodo llC:!na Am;.1Jml11 Ill- 
bulos,:c:,tl dlo cm que co.mcmo- 
. rnwot1 a pos~:.ir.:em do 1() unworsú• 
rio da ltuvoluçfio do llnrço do 
10ti t, 'D.Cio podlLI c:u dclxnr de es. 
erever nu 'TRIBUNA D FRON. 
TfüR  de Bolu VJsl.l, uma de•crl­ 
·no Su!:iclDl.'.l do uc.:iltnludo tlcscjo 
d 4esquecível co-e-tdcsno Mre­ 
chnl CJndldo llt1rluno da Shvu. Roa• 
don obre u construção da Itradu 
do í'crro l;Jlo l'aulo-CulubA-:;11n 
tar<un ,·la Sautn Aou do Porona.hl 
bu; pr.óxlmo. por tanto. de ode 
cstn.·t1e coJ,:ilt.ndc, OJ:Oru. de cou~ 
trulr u pomc sol>ro o lho Poruna 
na ponta. tlos t.rllhos da Aruraquu.· 
rense qu0 no prim...iru 4unrtcl dcJ.k 
1Hkulo nno cxh,Uu nuqudo sertão 
apenus o caminho Santana-- Buds-­ 
Coxlm: na llifC't.10 de Culabâ1 ou 
por ArUl:!UDYil-Hcndonopoltt.l 
E:,s..: era o ionho do c.r:indc: 
llra~llcJro., que antecedeu, com 
ou,ros bra-'oe Jo qutl!ilc da tiu.i 
envergadura nora}, a integração 
da Patrla Dr.:utlclrn, nlém da Boh11 
lc.1~1_.z:r:iUca Muto GtthSo-Amozona.-i 
que con,truhl por erdem de outru 
grnnd~ Intci::;:racfouistu que !ol u 
l"'re1ldento ih)Dbo Pcan. t::ra.ni.Jc 
Urasllolro de MionN Gerois. que pcc­ 
h ndiu no ulvort?cer tlc:~tcs sccul,, 
tl1lr Do'1. tlslonoml:l õlO llraslt; m1ll.;; 
que n lntulidndu colheu sua vldJ 
cru t>lc.no l.llnodoto dn Prcsldencln 
ltondon 11rcvfo o ra!!clnlo e 
r.r-andc.:z.o. ,100 ~ncc.rr:ava o ocupaçfio 
da. Amuzonlo uqucb época poia a 
conhecia de isu tuls as via;zen: e 
l'X)llori:u.·õcs '-lUU !<'-:: no~ scrtnei; 
luvio!f chc-!iundo um,l Cornb,:l.o 
CltuU!lc:-. Dos si::u~ trabnUws h:Jcf 
autr.«, existe InumIIA obras de 
c.arl)ltl l3cnl'Co e Utcri1rl.o; ehlr! 
t s ti± 
um entreto noa girantes n,A 
lura traves de asa turltrlo 
!dóblllo, 
~e i-:l1.1U11lu.:.u 
[todos ta·r al 6 idéa peco 
nl da por si da 'otvetruàc da­ 
queta Esrd t Santarém, teve 
adeptos.to que 1o Joia»·O E. 
MOHM f'A de uists l,e - ''. 
Jui,ho d,:, l'i::·í. pu!.lk<lll_tir UP1 L,tll 
o wbre estrda de retro Norte 
de Mato Gros.o, tas partindo do 
l'Ulrolll·,Jmculo du J'oroe,tc ,r.., 
Ut1.1&ll, hem utor e~:.' uumc-:t du~ 
fuudJd(.f(•S l JJu~t.o:ei.:. Md..d U·tlU 
mete influenciados pela Idéia d<: 
Jlundv11 IJUU : Ullhuvu Jl~nr hUl1 
lta natal Culaba otn o litoral 
t"lll bilo l'ull!o , uo u1atc com o 
Hla Attazonas, dando Ihs 'igaço 
mal» rap.da para Europa e 
Am('rfcd U>J Nur:~, , l1l.JCt.1ndo db· 
"""· norte do restdeut«e 
Afu11ro l't.•U~, tu h1 mudou, lovundo 
a l une l, 110 ti CorOIJ.illhltL de E 
de Ferro (!UL• 1rarl.t ur,mdéi, beuc· 
lido• • Mulu CirO<OO, 
Nílo J1cou rm voo •••1uucldo 
o tnlc1·..,bt1(: do Govcmnour Dr. 
Marlo Correa da Costa quo ludo 
fel puru que vlugu.!urn u ~xlliu:ncl!l 
do Norte de Mutu Grooso dispcw 
tü,utJoJho f,.vor~:1 üfJrecto,·chl. 
,lufs turtll•, outro üovcroador 
llc lluto ürOh!'IV, o lnluliit.1vcl Dr. 
FcrnnoJo t:ur.icu du. Cu.11w. solai· 
nho duquclo. p11ra Jl~jr a capllul 
11mtogro.1sco:; ... a S!lo lJaulo. mau· 
ctou :,. u 1rmfio Dr. Ytrlo C~ruu du 
Cota então Diretor da !J.t.n. pro· 
JeLar uta estrada de Rodagem de 
~ul.1hh n t>orto ·raboado, cn<:urtun· 
do em 40 ldlomdro-.. o. dlnhncl.1 
hoje cxist,010 d11 ••lruda l'ORTO 
Já do novcmlJro-tdmpo Gn,ndo 
CulólJfi que c~lú concluindo ~cu 
ASFALTr.ME:-il'O. 
Mns L&quela imdallHL do Dr. 
Fcroundo nno lo~rou l·xito lotul 
:or diversos fatores dificels, Ius 
ituulnente existe u estrada que 
p•rUndu du Porto Tnboodo cm 
rr,·nlc u Jt1lctt, no H10 Pau.u.), fim 
du linha da Araraquarense no Es. 
do de So Pulo) passa por Cas­ 
nl»dlu,_Baús, Aruuuya, fodono­ 
UOll:i. é Culubll, porém blHU us Cu­ 
futctl:,llutti de umu. b0.s estrutlt1 
que po,30 concorrer com n de u. 
l.11:rübtt• Ubcrltuulia.,Jatuhy o Ara. 
auyu-Cutaba ou n de UbctnlJa·Stlc. 
:sln11lo•i'.lrnaahlba-llal5 etc. que II· 
guri<1 com u quo dt, porto Tnbo3dO­ 
- Abl chtlJ ua sJtuuçOoe de IIJ:n• 
ões com u Capital de Mato Gros­ 
bU, prc~on1ulln:, por Roadon o ,e· 
ruIaJS por uutro::1 Putrlotu.s.. 
• Tudo L,~o quo ficou dito é 
ttu:i~l do lHlJbJc.lo .... llojc. o sonho 
de Hodon rol hw:1do tL oCcltc, nu. 
c.:uni-t,uç11o da rodovJu. CUIA8A­ 
>ANTJ11Éll, que ul,á., o Sr. Ge­ 
lll'rat l'rt!:,ldcntc d11 Rcpubhcu 
cunftou•n n duiii Botnthões da l!o• 
gt!nhurl.u d~ Conbtroçno do Ilxér .. 
cito. o quo :iao ddxo de ser umu 
hc:illh.'OOJ.:CC:: ao IOtilgnu Mul. quo 
pcrtcncuu h urnlU. de Koi;cnhnrfa, 
A lguçdo de Cuiubâ com o 
Xorlo ll:nu. du ter feita hojo ou 
lo~o dl·t>ol!; porquo ultm de Ht!r 
Uc ulto 1utcrc.B.:H! !i>OCl0-cconom1co, 
utuls ~Jodu o no ::-entldo da Segu­ 
rança Ncinal, per tsso, a vio 
euetrunte do nosso Presidente 
1Ut1adt,u-u. con::.trulr logo. Ahi U­ 
cam O.!fllc:iludo:, a~ obr;,s lcv:idus u 
efeito cm :,.fato Groh~o pelo cosso 
Go,•tirno Vb.!Uldo o Jntog-mçüo No.• 
clounl 
a isso tudo ulndt1 nfio é o 
começo ún ;.:ri'lndc. urruocada quo 
o l:lrut!U lc.v.i.r..k II c(cfto ou Amc-­ 
C?l do ~ui ulndn. nc3l1J Hn.W do 
!'icculo X.X pJru mcilltar o descn• 
'olvimcuto uno ~6 do oobciO intc­ 
rlur cume ~ambom dus RepubUc:i::. 
llOSS;:H ,·httnb.us. IC•ando a. el.o..s 
l!lmb.ltU J!r:lDde! pnrcclA do pro· 
i:~~o que conquistou cm r:uno 
perodo de lt-tupo. Como pol"L"nCW 
ccouowic., que o. como pob.Suldor 
du laconicn.-.,ut.11 ,tiquczu.. o Brn::.1 I 
JJOúera. fuu:.r ru.ultc; muJs quo bso 
em tempo u.10 muito lOD!;,O. 
A ideia de Rondoo (o aonl10J 
tiobro u. co11 .. lrut,·!lo cfo J::. de l•'. 
Cut .. l>.l Santurétu, t1cvc ser fcrmen· 
t.:idu oov:imcnte, :ic bem que com 
Hl,:umu. '~nnntc, poli ott fato.s 'cem 
dc:iC:DrQ1rmdo frcqut!nlc.monte uo 
Rrnbno ú lalt!f'CS.-,C t0lCro!)CJon:;.l. 
CJtcmos nqut n Declur.i~&o 
Con;unt.a us.o;lonoa t•t11 Snnto Rele.no· 
Uaírum pcioti Prc.s,fdi:m~ Medfci e 
%% ±.1. 
t•.1tmdu tfo t.Jli.iJ.:.•m du llllASlLIA 
CU!Aíl, ll,NAl1S DOA v1s·r11 
utc l'ncontrur t1 ll1 b nu !ront.c.i• 
a do lado venezuelano. 
. E uma obra de folezo. Aias 
coa:11dc1a1110.s ?J d!,,t.:ucín. 1.!c. G OOU 
I,1lomHro,. Jc.ina.111 exte:Jda p.:.ru 
110 Jufur-o dtlr conta. du N.•cuUo 
'1li.lr.du for Jnl~n>..Ul.'LhJo o COOJer· 
1o, turiazu, outros trat«por. 
d • 1..-,r•. • 1~ t:.•J.,.:i QlJc rcquCN!ru 
4.!c.'Jl'lu i.:--: 'cli..alcJ l.~l h.lLLJll o QUf: LL u.:ilnldu, 
«ESTUDANTES de Bela Vista 
t«pai pod n o eferer trai 
o ludo é poseiei, ,Arim, [ao 
reteres teve ponto o Era«li 
trde a intensittur n u industria 
pe»ada, tem que nlerr_u proda. 
lo de su. latrcas, com os 
exemplos diaros 'nlo deixem 
duvido, quanto o 1mporldncJo da 
"""º uportoçlo. Novo, fobrf­ 
c0 serão inauguradas com a 
oportunidod• de novos mtrcodo, 
laceis de serem supndos pela 
1ndu~tn4 nocJonol, ndo sO d Yt.• 
ne,uela, tombem Colombl,, 
Equ•do,, Pe,ú, Guianas e toda 
/m!ric• Central os produtos 
b,a,ilei,os 14 com prtços com• 
pttvas como pela ótima quali­ 
dado com que se opr,1ent•m 
ns .,f,;,. !ntunaclonol. Então, 
em muito breve- tempo rs)a ,s .. 
Irada asfaltado não •guentarA o 
pe10 do movimento de veiculo, 
peudoc com e-normes c"rga:s. 
Logo, portooto, serão vohodos 
os •lrnçóes paro • cslroda de 
ferro, unlco meio de transporte 
c•p•z de vtnctr grande, dist•n­ 
cidl com rconomIa de gc1sto,, 
principalmente se el,triflcadu, o 
QUt ndo acontece com o veicu- 
lo auto-motor que olém de con• 
sumir combu,tivtl• coros e de 
carisima manuteção quando se 
requu grondes di,tonclu, ga,tos 
de pneu,, peços e de,arr,nJos 
frequente> na utr,da em pleno 
v1c19rni como é com1.Jm, acc1rrc-­ 
lando grov,s p,ejulzo,. Po,ém, 
•ssa estrado deve str conslruldo 
e con«rva:lo da mdhor fõ,mo, 
se bom que cm algum tempo te­ 
rd " concu1rencic1 de uma Estrada 
de Ferro eltlriflcodo (Ilho Soltei- 
ra e oulras hidro·cletrlcas vulto- 
sas nos rios do vc1Jc amazonfco) 
que ccrlor. o centro do Brosll 
desde São Poulo até Cuiabâ, 
Manaus, Crecase outras capitais 
dc1s Amcricas, como lnlcialmrnte 
id,ou o grdndc palricio Marr.­ 
chol Cand,do Morlono da Silva 
Rondon. 
Nesta data, o prestar ho­ 
men•gcns •os vultos que dtsflo­ 
gara,n o H,voluçõo; n,st,, dolo 
dnlvcrseria dd 9randios4 con ... 
quisto do povo br•slleiro, •o 
hom,nagcclr os homens que no 
p,escnt" dirigem este mogniflco 
Pai,. General McdiCI, suo •qu!­ 
P< d, csclorccidos Mlnisttos, 4" 
Forço, Armadas, ovalislos da 
Revolução Junto oo povo, n4o 
posso cquccer-me daquzle vul­ 
to eminente cuja br4vura e cspl - 
rl!o de brasilidadc é exemplo 
d• pattiotismo Válido, lemb,an· 
do seus feitos cm beneficio 
da Pa1rla e do humanidode. 
Então. gostaría que o emi­ 
ncnt, P1<sldtntc Mediei, por 
seu gonlal Ministro dos Trans• 
portes. por antecipaçio (umc1 
vil do minha· de: futuro bem proxi­ 
mal m•ndo eitudar • viabllidodc 
des,o Estrada de Ferro P1<conl­ 
z•do per Rcndon, mas já de 
b,tola largo e clclrific:,,da, para 
cccmpanhar e servir o p109ttuo 
brasileiro, porque Sr. Presidente 
dSOtd nlngotm mais SCSUfd es­ 
te- Ptii!' como o Sr. prtvJo. 
Precirom dar-lhe c•mlnho 
pera cus passos largos em de• 
manda de um p,ogrcsso galo­ 
pante nunca visto nc mundo em 
ncr-hum4 noç.do : civiliHd~, só o 
Br.,ulf c.ctd construindo c.ssa~gran­ 
deza rob os dUspicios da segura 
din:cio de V. Exa. e. •judo de 
Deus que é. mesmo Oruileiro. 
~ela V1,1a- MT., 31 
ço de 1973 
d, Mo,- 
• José Joaquim Fcr~ird Sauto 
Copra de Madeira Bruta e Veuda de Madeira Serrada 
Agradece a Prt-Jorôncw 
filI] 
SER A IA 
Ilf MJOWIO fMO PfHZO 
Hua Cuool•l I lorelrn e'n 
----------- 
ijj 
-ge111. 
o~zolína - Lubrificantes - Derivados, lava· 
«Acompanbmos o 
BONITO 
TEL0 
J!ltOUlO Jolw-A'r 
de Jozá Lida. 
Borracharia ~ dia o noite, troca de oleo 
« Atendimento dia e noite » 
progre~Ro de Bonito» 
MATO GROSSO 
lliI1 
Cancer cura através ~e ervas 
A luz do conhecimento 
cientifico, nfo !oi ntm determl­ 
n&do ainda n que cnusa o cân­ 
cer mas o, pesquisadores es· 
tão meis Inclinado• a supor qac 
é um delermlnodo tipo de 
vlrus o reepon,ável peJn dce­ 
çe. 
O lmUtuto Nsciooel da 
Câncer dos E•tndos Unidos 
planeja reunir tudo o que se 
fez até hoje, no mundo todo, 
paro o combate da moléstta, 
conslitulndo um colossal Bunco 
de Informações. 
Recentemente em um slm­ 
PÓ•io de um dia, realizado nos 
Bslados Unido,. sôbre o cãn­ 
cer, parllclpara111 perto de 10 
mil pessoas. Fi:ou detumlnado 
que o B!lilco de Informações 
lnte,nocloonl Sôbre Estudo, do 
Càocer, reunirem farto mate­ 
rial sôbre o assunto. resolven­ 
do o problema ntuol, que apre­ 
senta u Jntormacões não reunl­ 
d•d num único ceotro mn, !ra­ 
gmenlndos por todo o mulldo. 
MATADOR 
O cãocer é uma doençc 
que moto anuolmenle milhares 
•e pe&son• em todo o mundo 
e h.!1 umo d.!:codn que .se 
procura um rEmedio dic6z' sem 
que seja descoberto. Tanto os 
lnborotôrlo• mais sofisticados 
do mundo quant_o nos cob!liln, 
dos ce.ntros m•b n!astodos, 
onunci,-se de vez em quando 
o de,cobert.a de um remedlo 
que, a pdoclpio, ;,arece obter 
vantagens na luta contra 
n doença. Porem, me,cs depois 
es,e mesmo medicnm,nto ou 
essa mesma erva. de!spnreee 
do merccdo, e o cancér conti­ 
nua no ordem do dln, imba­ 
tlvel. Um caso ocorrido lt!i 
• algun• nnos no Nordeste bra­ 
sliefro rt>c:it:trava o lpê Rox-o 
coto passivel «achado» que 
combateria 1e modo eficaz a 
moléstia. 
EVAS ESGOTARAM-SE 
RAPIDAMENTE 
As ervas qu• Abdallah 
Salm e1tá urnndo a principio 
parecem obter bons reault.a,. 
dos. Re•to ••ber se conflnua­ 
rlio •empre udm. 
f X r f n l f li TJ 
Imprensa Tribuna da Fronteira 
f MPRrnsa - PULBICIDnDf 
01rdor•-Proprlet.l,io 
Marda Estela V. Preina 
«TRIBUlltl DJl fR8WTflR4» 
Redatar-Chefe• Ivaldo Pereira 
Colaborado,.,, 
Dive.,sos 
ffi 
exigem 
a crlasao da Biblioteca 
Red•ç.ío e Adminisltoç.o 
Ruo Barão de Melgaço S/N 
Befa VishJ iri. Grosso 
Assinotura anu,I C,S 50,00 
D,-nals Municiplo 60,00 
Propa3ond•• Indicodor Profiuion1l 
8,00 ;,or cm de coluna 
Primeira p,jgJna 13;oo por cm. 
Última p.igino 10,0o por cr:>, 
0 Jorno! noio ,e t<.spons•bifi• 
za Pc!e>s conceitos emitidos •rn 
colun,u assJnadas. 
e: 
Este J ornai é composto , 
e impreaso nas Oflcinall do 
•Correio do Sudoeste» 
A q u 1 d a u II n a J.[t. 
Muaidpef.

ABrII d 1973 
lndicad p 
Dirigeutes Máximos do Governo Bolivianc 
La Paz- O Brasil con­ 
cedeu eruprestimo de cinco 
milhões do dolares - 30 mi­ 
lhões de cruzeiros á Bo­ 
Jivín parn a consecuçüo de 
gig1mtesco plano rodoviário 
que o governo daqude pnls 
pretendo realiza!' uos próxi­ 
mos anos. O emprestlmo foi 
consetlído pelo Banco do 
Brasll durnnte nssinulurn do 
convênio fínnndo pelo cw­ 
baix11dor brnsilciro Clautlio 
Garcia de Souza, pelo chan- 
Mensgem para nberluro 
da Sessl!o Leglrlollva de,se eco 
envida o Congresso pelo Ge­ 
neral d• Exército: Emlllo Gar­ 
roatazu Medld. Presidente da 
Repúblico.' 
e.Haverá nssim, nn se .. 
gunda metade deste ano, tem• 
po sutlcente poro que suscite 
o quesi!o rncessório, e se lhe 
encaminhe n necesst.ria solu­ 
c;ilo. "General Moaclr Araújo 
Lopes, membro do. Comissão 
Nacional de Moro! e Civismo, 
segue mêtodo de Moo paro 
criar •soldodlnhos verde-Amu• 
reios• baseado no exemplo do 
Guarda Vermelho. •rnquerltôs 
poderio Ker abertos contra Es­ 
trongeltos nll Amazõnln (Em­ 
prnendlmento Ludwig no Jorl) 
O complexo Industrial c.m nove 
Emprêsns Alemãs, do setor dn 
Carne o Norddeutsches Vien 
Und • Flehchkonler, Investirá 
maio do 1 Bllhi'io de Marcos 
(2 Bilhões e 250 milhões de cru­ 
zelrosJ nos próximos ttes nnoa 
na execução de um projeto tio 
grandioso quanto a da Volks­ 
wagem no setor Automobills­ 
tlco{ para implnntuç!lo do Frl­ 
gor [lcos em SIio P&ulo, Ooláe, 
ce!or Mario Gutierrez e pelo 
ministro Ambrosio Gareia, 
dos 'l'ransporles. 
At6 junho o governo 
brslleiro deverá entregar cin­ 
co por cento do total do cró­ 
dilo. que cstlí condicionado 
á compra, no Brnsii, das ma­ 
quinas e eqnlpamontos neces• 
sário~ n l'calizaçiio do progrn­ 
ma q deverá ser pago em 10 
llnos, dois de graça com juros 
de sele por conto no ano 80• 
bre os saldos, 
Dr. José Jurandir 
irurgit 
ion l I 
~------ ' ! 
de Oliveira 1 
1. 
, I r. 
C!iniea Geral Cirurgia e Olonto Pediatra 
Rua Dr. Arl Coelho de Olieirs na 
Hua Pilflde Rebole 42ll 
Dr. Pedro Guilherme 
Advogado 
Jardim 
Jntdim 
Dr. GIL Marcos Saut 
Advogado 
Avrn1da Duque de C8xloe, 5!J1 
Mulo G:osso 
8011 llo 
r 
i 
l 
!· ►1 
JU 2 
Porá, Moto Groiso e Triângu­ 
lo Mineiro. O grupo Aleml!o 
irá lambem desenvolver na 
Amozõnio o maior projeto 
Agro-Pecuário do Mundo. '54 
Munlclplo• de Maio Grosso es­ 
e,tão sendo otendldos • desde 
dia 21 de mnrço na maior Cam• 
panha de Vocloeç!lo ~m messa 
contra a PoUomlellto, já reali­ 
zada no Estado. Secretarla de 
Educzço val • distribuir mnls 
de 133 mil llvros li Escolsa de 
1° Grou. •Foram deposltndos 
noºBEMAT em São Pulo os 
12 mllhões que o Bnnco sátra 
de Investimento S/A, empres­ 
tou ao Govêrno de Moto Gros­ 
o em formo de Fioonclome.nlo 
destinado• :1 lmplontnçilo do 
Centro Polltlco ndmlnbtTaUvo 
,m Culabá... • O Governador 
Fragelll ajuda Associnçiío Mé­ 
dico de Mato Grosso. 
Pensamentos «O Juizo 
nlbelo não pode tingir se te­ 
mos o con,clêncln ranqulla 
em relaçilo aos no::sos atoa> 
Entre o Revide e o Des­ 
prezo (!. Celúnln. é melhor o 
Desprezo, que n!io exige coe­ 
contacto com o Colunlad-or> 
O < Plano 3.000», como 
é design:do o projéto rodovi­ 
úrio do gon:.rno bollvlano,­ 
teru o objetivo do estabelecer 
ligaçüo com zonns deEpovon- 
das mas potencínlmenle rica 
do Território jo pais. As ne­ 
gociações pars a concessão 
do empicstlmo foram inicia­ 
das há nprnximadamente um 
ano. 
PAPA fülU DO rnPEL DOS 
JOVENS 
V A TlCANO, ( AFP), O Pll• 
pa falou da juventude feminino 
atual ao receber ontem s rell­ 
glosa.o, alunos e polo de olunes 
do colegio romeno do Sagra­ 
do Coração, no locnl :lenom(. 
nado 'Irndade dos Montes. 
«As jovens de hoje», fir­ 
meu o sumo ponliflce, «tem 
necessidade no penas de uaa 
formnçilo humana e . cultural 
cmplamcotc eberte as o•plre­ 
ções de nosso lempo, como 
tambem de um ambiente Im­ 
pregnado de fé, m que se pre. 
parorl!o para dnr a. melhor de 
si mesma, a serviço da lgre­ 
]B e dn sociednde•. 
Paulo VI pediu u suas 
jovens ouvintes que compteen­ 
dnm que e•tilo vivendo um 
momento capltol poro seu fu· 
turo e que denm bu;;cer o 
Impulso espiritual que cortque. 
cerá hoje suus relações hums­ 
nas e amanha.lhe, per.nlUrà 
cumprir •uas cbrigatõ•• no 
selo do lomllia ou da profisslo 
OUTRO TEMA 
•O pecado assim ocmo 
as dooncns e_ us _deagrnça•. e 
um temu unttpot,oo º" vlaa 
do homem• titlrmou o Papa 
Paulo Vl perante 6.000 !leis 
que comparecernm n nudían, 
eia geral seunal de ontem. 
<em duvida, disse o Pp 
é um tema inevitavel e mui­ 
tu i:nportante, pelo foto de 
que -:lo pecado depende nos­ 
sa, conduta cristã e nosso 
deetino eterno> 
» 
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Tenho etudc eufórico 
,•.,rn u •olí,luç/o quu Vbl 
n'ulnw tlc multo 1:enlll que lc111 
, nruJo tin :untoto cvno,cu ,. 
lomornm ,·,,11hcdmcnto · ";ln nos­ 
'" !llo,oflu quanto uo unlóqu• 
dos diversos problemas que u 
vhlll moJcrn~ ucurrctu UOj 
meto uvisudos obte o uvanço 
da cléncla, principulnente no 
compo especl!ico d10 rnluço,, 
huunus nu famllia e no 'raba. 
lho. 
Comigo é nsslm. Sobretu- 
do empenho-me du mc!111r l6r­ 
nct1 p•rn 6oluoloonr com llrmo­ 
>ll, 1euld11de e muita ,tncand•· 
de, os caso que vêm os ml­ 
nhss mo. Fludo. 
Acoro, como ~do aUID<II• 
li em meu 0scrllorlo, cunu 
de consultas, telegratus, tele 
[onems diversos e ln,1,t,mles 
r,cado,. l>ilholcs div•rsos ele., 
que roubam bom tempo _exce,­ 
sl•o tomei o deliberoç~o de 
cont'rater umo Secreltrl• para 
o meu escritório, uuxlliat essa 
C}UI! to1nurá a seu cargo_divet 
o setores, comu relações pu­ 
blloos, telefone, converss etc. 
Para iso, mandei anúncio ncs 
ornais desta mpeir, SECRETA­ 
RIA, lmpurtonte e,critórlo _d~ 
Psicologlu precisa de una 5e­ 
crttàl'lu juve:Ua cem us. ctirUctt:­ 
ristlcuS abaixo: Ter l>õ• O(Jr< • 
sentuçilo, tud1, modorr.lnh~. ~er 
pollglolo pora rodu?.lr o Guo­ 
,.
111 
uc lr&t poro donle pora 
evllur u• !roseo: capim comeu 
µoi, gurl p1c,u cubru e a,sl:n 
por plonle 
Conhecer pru!un:lomiot• 
o nosso Idioma atém de cor.h•• 
dmcntos bDOiou• de psiculoglo. 
e 
11 
melódica prlocipol do lde­ 
lnterprcloçdo Intuitivo dos s­ 
tomu• ncrvotkos que mais 
crretom envergonhtsmo nos 
cu:us, Deve usar vestimenta da 
eoco; pouca roups, mini-sal ou 
mlcro-lrenle unlco ou simples­ 
ente ünlza frente' turbsm 
ps1e usar toplex, txnga trans­ 
parente ou simtlr desde que 
r1(io olet• o cotêlOd do corpo 
c1u, c,rnvür50S. 
'l•r ::urrho n rnuf.i C1Jtt ... 
vnulc Cd>elu& ,1• gro, e olho• 
como os ,1,, Dorlen, Glorln, vo, 
como n de Lucy 1111 Hadlo !{,. 
urd de São l'uulu. 18 n ~Q bUOff 
110 ixno, dai pau clante já 
é tlllu, 1100 serve. tluem tiver 
esss crateristlas o souber 
{nlH no I cl,lon, de Udn Vhlo 
potlu ,nlrt'nlar, venha "' E•· 
cr1tôrlo II Huu d• Adiruocno n/n 
nu fim du ltnhu, porn u, leste 
nhlurols, tumor Oij medidos do> 
lorm•~ e llrmor o conlroto. 
 
re da fóruna, [uns o priipl é 
t,m11ir-•c um l>1bdõ n v1,b do 
chle, dando lhe ums vi.io do 
1.Jdu ll fu,crnnnlO mo, stm ln­ 
tnuçõei mnaliclos, #em [te­ 
ci,ar lrolJulhur, <1"" / lo eun- 
Ag:oru, que n:lo IIe ve­ 
nhom nenhuma sujeito com co­ 
ro de obuboro cascudo p.rP 
ttlropolhor a, oxlgéaclao do em· 
blenl~ e lornur cinzento 0s 
projomos du ellquéla proluco • 
lor. Tombem é precho ler CD• 
uh,clmmto 110 rnonejo de Chm• 
putodoreo paio ;umu ellclente 
exlraçno de dodo•. 
Eslos sum6rlu• exlgênclss 
s11o p,ru nfio conlundlr com os 
Egcri16rioB po,sodislos que nilo 
avançom. rnontendo slgum•S 
l>urrlJ:udas ,oolhus co,nu relo• 
çõ<B públicos e outrns on{erml- 
1!odc• correlo1as ao alrozo 
quonlo a técnologln el<tr6nlc• 
usoda no rerente, Oferece-se 
bum odcÔodo co..a olguns pr<· 
-,ales v•llo;oij se o Dono fõr 
de !alo O de pcnocho. 
E uma rodo na mãe, 
Em ttlntcse, nl esló o Se· 
cr<lirl• qu~ osp1ro ler em meu 
escritório. 
BRASILLA - l!:,lran­ 
gciro dfrorda,lo, quo ~e 1111- 
tr alisa bslzlro, pode co­ 
seguir na lustfça do Brsil 
uomdegução para o divor­ 
eio e, com isso, csar-e 
aov?mente pela II brsilol­ 
• Foi o que decidta o S­ 
prema Tribunal, o julgar 
processo de loiro'ogaçio 
d entenç «de dvorelo - 
corrido ni Belgic. Foi 1e­ 
)lltor o mmstro Bílc Pin­ 
i',O· 
... 
Tenho em mil.o• l1111meru, 
curtas que no tenho espaço 
pare citn-los, o QUe llco para o 
próximo número do jornal, In­ 
clusive nmo nova carta de Dº 
Josefa Stridente comunicando 
que o morldo cootlnúa !ujfio 
de cosn. Vou· dar umo liçfio u 
cSie morolo. Aguardem. 
Até u proximu vez se Deus 
qulzer e o lvotdo permitir. 
Dr. Clrooo 
A dccbüo, quo não ó 
iucditu, reforç,, à jurisprU• 
deneia do Supremo s alar­ 
g,1 u interpretação d,is qncs­ 
lc'>os du I ecou hccimen!o da 
dis,;oluçüo da ~ocie,la,la c-in­ 
jugal, no Bra.sll. Oc acor­ 
do com u orlentaçio dotí 
ui:uh', unllclJuto, s~ u con­ 
juge do qual s dirorclou 
o u tronge1ro fur <lo nac!o­ 
nE:idade braele!r, não ser 
perml:iJu no Pn!s o ser;nu­ 
do cnsnm~ull> duqnde. 
piiii» lss s 
Perspectivas Eco­ 
nômica e Sociai 
Do o Estodo do S. Paulo 
Ett nutrevietu concedl­ 
da u unt Juruul colomhlaou o 
l'rnfOhUr llobn10 elo Ollvel 
r11 Cu111pu~ LJf1rmou quo u 
Brattll tt:ru uundlço~i; ccono­ 
mlcsu e r,ullllcu du i.::unlcr 
uodcruuo o rllimo de orui 
clmculu quo vom 11prcseolau- 
00 o uitt.aos no, pode4o 
ull/18, muutc-lu por um per1•1· 
do ouusla11ru Vúl. Eir,bum uem­ 
vrc houvc:~~e, no Breu!, as 
coudlçõee b.slcuH nccusstl­ 
rluu ~o de,envolvlweoto uo­ 
uomlcu rupldo lulluvum-noJ 
no 111neder du ministro do 
Plt1noJ11mtinlo do Cuverou 
Cateto Branco, três requi!­ 
lo~ quo, gruçus à 'RevoluçAo 
de 1064 conseguimos et 
puuoo tempo: tlBlu bnlnlld11de 
polttlcu, udmlDlblrs.çào eou­ 
nomica raclunul e mudcrnl­ 
zuçno duu lnBlilulções. O 
prol11ssor Rob,mo de Olivei­ 
ra Campos relerlu,so à oxls, 
lt,DCla de luauelrl•s dlnuml­ 
mlcus quu ijUrneutu ngora ge 
c6tl tlc11envalvcud·J, cerno a 
mluoraçno n.i qu•I o Brusll 
,;e. uchuv• t,m utruso -, u 
vetraqulmlcu, u mecanlc11 
pccua .. , n cubuloso e n de 
papul, Em seguida, o reno­ 
wuao ~conoru1,;la ajudlu úa 
lmeoa1111 pcrijpoctlvnH que tie 
abrem à oxportuçno de pro• 
c!utoa ocropecuarloR. Lum­ 
bruu; uu1rosslm que conse­ 
guimos monlllr um mecanJs. 
mo, tJu canullzoçno de pou­ 
pançu guçus uo qusl u !lixa 
Ut lnvctllwenlos ee elevuu 
ounsldoruvelmente. dovendo 
alluar-se ogoru uo nlvel do 
21% uu l:'roduto lntcruo 
llruto. O pro!euor Roborto 
ue 011vetr11 C1ur.pos ref Bailou 
que o volume e o valor das 
uxportaçoes devem 11bsolu­ 
tt1u1trntc, ,;.r ru:rnttdo,
1 
de­ 
pt:nuonau '•to do merc11du 
mundtul e da prn~crvação 
ao CSlablild8dt> polltlcu, ealu 
Ulllma conelltui.llao ··talvez o 
latot mus tmporlnnte da re­ 
oupor~t;O.o econumico do 
l:'ut•"· 'i'oado-ao-lh• porgun­ 
tndo till u coasocuç!lo Uu~ 
111etas d~ desenvolvimento 
nav exlce, no Brtt611 grande 
sacrlltci., aucuil, llobrlro de 
Ollvelri1 Ct1WJJ01> reepundcu 
' 'Nnu conheço oeohum tipo 
d1, desenvoh·lmenlo oconomt­ 
cu aceleruao que 
1não neulT 
li do sucril1ctoa socluls tem­ 
pururloa. E Isto é verda:le 
lautos nu regimes socialistas 
como nos ccpltahstus. Creio 
quu, no cus,> bro~ilelro, o 
u1>crtlkiu n!lo ê melar e pa­ 
reco at6 menor do que ou­ 
tros pafda6 qu6 •nlrentum 11 
t11rblu de creeour aoeleruda­ 
menle. 
leilor: - sua 
Assinatura 
lale 
E d o 
Deve-se não sóm eol8 
analizar as palavrss, mas 
indn us r,pfulóes e luudu­ 
mente delas' 
(Montalgne) 
O Jôgo do Bicho, ilel{al, 
cancro do um cocterlLJúe, 
cou1u d• . crlrne3, lrRlções 
circula live em nosu CIde­ 
dude. Há multo tempo vl­ 
nh~moe observ!rndo & marcha 
do Jõgo i,m Bela Vl•tn, eatá­ 
vamus abismados com a 11- 
berdade que os Cumblela 
uglam e r,gcm. Chega nu 
cumulo de of,reoer ''em ca­ 
•a" O produto da desgraça. o 
jôgo. N!lo podl&mo3 fazer 
011du, até como é de n~esu 
folllo, termoJ provuo. Conse­ 
gu!mos s provus. E De 
unterlores. combatlumos u 
omlsdllo do Oo'erno Esln­ 
duul'com re[erênc111 i> LOS9u 
Cidade, ugora llcnmos ,ur­ 
presos com o "equeoiuento, 
dus Orgaos FedtHul• compc­ 
tenlea para colbllem o Jõgo. 
Enqunnlo no Senudo o Sr. Fi­ 
linto Muller dfz ..... A Naçao 
vlgllr,,nte du con!Junça, sento 
que é lndhpeusável garantir 
u conlluulunde do obras que 
es vem reaHzan~o tl du orlen­ 
toção que o impulsiona, pra 
tanto, lmpic.oe consolidar nor­ 
nas lnsll:ulçõas, sob a lnspl­ 
ruçao rl~a pr;aclpios da Re, 
vo!uç?o em consequenclu. 
com os novas témnpes em qus 
vivemos e vive o Mundo. hluf­ 
to bnnllos us palavru9 do no­ 
bre Sen~dur, mos . , .. a Re­ 
volução, contorme pulsvra do 
P,esluenta :.-tedTcl, nllo viE!I 
apenas trons!ormur o, Meío, 
moa elm trunalorrc3r o Homem 
prepnrallo-o para aceilur uo.' 
va Fllosoüa db Vida. O Pai,; 
está vigilunte, bela Viste 0, 
. 
r 1 
" 
Lenat tem e'a piria. 
tXo L' Voei, pc.d-t í:ur nc-:, 
ozlg N{o ddu tua crta. Vos 
lt,m Tioú J:,t"ti-1:1,cs JJfJ. KJnhu • 
,o peneiro prumo do 
S 2000000. E• nd• _d,;f.·u1.1dn 
a q9a Lemnut cutoia. pragas 
o.parte, obras sociais A Lemat 
fica todo o drhero arrecadado 
vendi da blhotes, netos bns 
d.:1 L!o q•~r d111..Y qiJ/1, o seu 
r3 rio ai deto Efada Uma. 
6 CO!ll: com o-. I; lhcl::. Lanat 
aqui o Jogo é livre, devemos 
consolldur nos:;oa la.tltulçõee, 
ótlu10, o;as ... aqui em Bela 
Viotu, oao ,na Nequer obe­ 
docidzs Leis Pels, uqul o 
Cnmblolu iruperu, ele o Sr. 
<ln Sorlo. Pet;u·lhe Leitor umi. 
go: 1,.j,d,lo com esles dados 
reais e obJelivoa; diáriamen­ 
te crs ;J.000,00 a 5.0U0,00 eno 
lransfo~Jdos pnrn a Casa de 
,Jôgo. ::;abemo~ d" pessoas 
lludldos, que deJxum de lor• 
necer all□eotos aos lilbo6, pa­ 
ro Jogarem toda remane 14 00 
a 20,00 no Jõgo. A tolice e a 
lnffrlD•11tez n&u se curam com 
couaelhoe, !IÓ3 que não ocel­ 
lon.os ecltu E:;tudo de coisos, 
lebrmos uo Povo, Piro ao 
Povo que é expelindo dlàrJ1.1. 
meute·. (.) Jogo eet.ú aliado nu 
Crimo. boj,, nm Jôgo de Car­ 
tus, umanb!l. e Roleta, depois 
jagum<:>s a VIda. Quando um 
Comerciante r-,cluwu do Co· 
tercio, ttquetu sabendo que 
o maior colps:!o é o Jõgo. 
Qaando u.m Pu, abandona u 
eeu Lar, o jôgo tem a sua 
pnroela. Quundo um filho dee­ 
reepelta us Lels Fluais, o J6- 
go conlribuiu para Isso. Leitor 
amigo.· por ocus!Jlo do nnlver­ 
sáno'dc noGsu Jornal, dWamo;; 
que jà enchor:;fivamcs a Luz. 
u ••• l.ioj11 reconhecemos que 
o verdadeiro ,Jornalismo é 
aquele que defende os leJ.(l- 
1,mos inltresses do Povo. Vo- 
e e Leitor, que enviou Carla 
critlcunc!o o Artl"O centra o 
JOg~ do Bicho, n"ós CODVidn­ 
m.o:i para um buie-pepo. :cmos 
obeulut:i certeza que voce é 
mais Iludido que Ulll viciado 
e :•ua cura dbp<JJde do nmhl­ 
en:e que lrcque,nl11 o do algnl­ 
!Jcado d:l Viéa puru voce 11
1 
Sr. Cio vis Ma1 celino ~e ílliveira, os Belavistenses solicitam na noàre Prn1eito as sguuin~s nrn~id~u&ias: 
1) Energia Elétrica 
2) Balancetes da Pt·eieitura publicados neste Semanário 
3) Assistência aos Bairro::; da Cidade

ANO II Bela Vista, 7-04-73 No. 54 
Iuil l lphalo Ilho ln se 0uiset Muie 
ss 1.sptia to tu t t ail t II3 de Nome 
r. Presidente 
Ao11b11mon dll rcoober, 
ononmluhudo polo Sr. Dorl­ 
vnl Duntto Alvnrllnr,n, Prolei­ 
lo Munlclpul elo MoraCaj, Es­ 
tado do Mnlo Grasno, copia do 
oxpedlento no qunl S. Exa. so• 
llolln provldênolue no oenll•. 
do do quo o D.N.E.R. oons• 
trúu com urgencla uma. poo• 
to de ooooreto &obro o corro, 
go Cnohoolro, no trecho da 
oetrudn BP-267 qu1> Jlgn Rio 
Brllbunto o Mnrucnju u, dnll 
u lodo o Sudooeta Muto-gros­ 
oonso. Lerei para quu ooneto 
doo nunls o tOor do telogru­ 
mn eovlodo a proposlto do 
nseunto, ao Sr. ~tlnlelro Ma­ 
rio Andreazzu e 110 Sr. Dire­ 
tor do Departnmento Nnolonnl 
de Beiradas de Rodagem Sr. 
EIIssu Rezondo.: Inclada a 
colhelto super-sofro prevlsfio 
superior hum mllhDo euona 
do urroz e duzentos mil BB· 
cus soja vg setenta porcento 
produçfio oBconmento Sno 
Paulo olrovcs BR 267 vg lu­ 
moutámos Jev11r conhoohnento 
V. Exola sllunç~o ponto cor­ 
rogo Caohoelrn BR 267 trecho 
Muraonju Rio Brilhante n!lo 
o!ore::e segurnnça suportar 
grande trn[ogo sufrn o presteo 
ruir oooslon6.ra pt1tnllsnçiío 
todo tranco poru Silo Paulo 
dos munlolploe Porto Murtlnho 
vg Bola Vista vg Jordlm vg 
Ouln Lopes da Laguna vg e 
M11rnosjü. Conlinmos esplrlto 
potriotlco V. Exola eoluçQo 
nnguslloso problema pt. Suu­ 
dncõoe Lourlvul Dunr1e Alvn­ 
renga Prefeito Municipal Ma­ 
raoujú•. 
Sr!!. Depuludos 
Sr.· ProHldonte, re!orçn­ 
mos'o pelo formulando ao 
Sr. MlnlHtro doa Truneportoe, 
na certezn de quo a senalht­ 
lfrludo putrlolou do S. Ex11: , 
rell0r11dumento conllrm11d11110 
trato doa gruvos problema, 
nucfonls, nlo o delxurá de. 
sutento l nuccueldado de eer 
prontamonto oonstruldo. o. 
ponte de concroto objeto do 
tele~rumu do Prefeito do pro, 
grt>sslstb IDunlclplo de Mnra­ 
oojó. 
X-X 
N. do Redaçfio.' Conflr. 
milmos o julzo que sempre 
!Ilemos do nobre Deputadn 
Ubaldo Burém que ná Camn­ 
ra Altu ó o lldlmo represen­ 
tante de Bola Vista e todo 
Sul :lo Moto Grosso. atento 
aos mlnlmoe lntero~ae da Re­ 
gliio quo represento nlo ó 
oomo o coso dn ponte em 
apreço como tombem ques­ 
tões de nslnllomenln de 8s­ 
trado, oonetru9õea de coleglos 
e tatts outras cousas utei8 
a esta fronteira. 
Ubnaldo que sbe do apre­ 
ço e con[lnoça que lhe dopo. 
eito o povo mato-grossense, 
ocrtomente n!l.o llosrá alheio 
e ruidosa atisfaçao de agra­ 
do IJUO sua otunçfio na Com a­ 
ra dos Deputados traz aos 
omlgoa que lhe sllo tombem 
eoltderlos como tambem doa 
humildes patriciod dos quais 
soube conquístnr gade nroi• 
zade. 
Aventuras 
Como é -bom viver. 
omar, sonhar!... Correr pela 
vide sentl.ndo a brisa [orle ro• 
~~r mlnhn !oce e de,pentecr 
meus cabelos. Deitar eobre a 
nlvn ainda úmlda de orvnlbo, 
e ver o ceu azul, o, piasoros 
voando enfim ludo de belo 
que-n notureze nos o[erece pe• 
ra vermos e ndmirsr. 
Estou agorn numa praia em 
que n oreln br:.nco. cobre 
meus pés e fogem por entre os 
dedos de minha mno, A 6gun 
nzul, as ondas furiosa a epu­ 
ma bronca, como é bela n 
natureza! ... 
No campo que oe eatcnde em 
minha fnnte, há. muitos nni­ 
~la que caminham com ru­ 
mr.o incerto, outros sedentos 
vo até o riacho paro socln- 
tem suas vontades. 
Enquanto corre veloz o 
carro cm que vlll,jo, Vejo pe• 
las J1melos lodo o trecho 
de estrado devorada em pouco 
lempô, lã longe os cnmpo,, rios 
fazendas, lindas paisagens eu 
vejo. Multo• P•BSog,lros dor­ 
roem mos eu não quiz faze-lo por 
que quero ver tudo Isso en· 
quanto po,so. 
O cnrro diminui a velo­ 
cidade por que vnmo• otrave■• 
sar uma curva perJgoslsslma o 
o motodsh e,tà ciente de 
suo grande re,ponsabllldnde. 
Estamo, qu••e chegando. Mas 
chcg.ndo onde? Nao sei. Sei 
que pcnsel multo, mas,, quan­ 
to tempo? Nilo sei. ... Vivo nas 
grode3 de uma pris!!o. Estou 
pra!... 
MONY 
Quem ão esti satis­ 
!cilo com o nome q111, os 
pais lhe deram terà c;hauce 
de trocá-lo por outro de lí­ 
vre escolha, entre os dezoi­ 
to o nos 21. nnoE de i«lacle 
num prOCfSSO nut.ornfttlco e 
gratuito. E o que pretende 
um projeto do deputado 
Ilerbert L11vy, omborn rndo 
Indique que níLO será fàcil 
trnnstormá-lo em Lei. 
Itens 
Filhos 
Moral 
Noticiosos 
ilegitimos 
Suécia 
Cerca de 20 por cento dos fi­ 
lhos quo URora nosccm co 8ut:cits 
chegam 1orll do ctuomonto, se~ua­ 
do o dopartamonto, do CLl!tntlca dn­ 
quolo. oaç5o. 1;10 ó o dobro da 
taxa de 1960 e uignitlcn um on­ 
mcnto de 18 por cento em compu 
raçllo com uns dois snotl otr _s, 
na 
Ad olesccutes 
5eguodo certo estudo Ibera­ 
do pelo Coml,no Presidencial So• 
bre o Cr~aclmento d11 Populaçõo o 
Futuro Estadvntdense, quuse u mue­ 
tade das jovens soltclrn• de deze­ 
nove nnO! no, EUA J6 ttvcrnm re­ 
Jnçõee sex7Jol.8. Começando co!U us 
Jovens de qninze nnos; o esludo 
most.rnvo. qcc l!S.8 por cento n:io 
era mais virgens. Já na idade de 
16 on<>s bnvta ~1.:! por cento que 
havia tido rclnçõet sexuul::. Com 
a idade dezessote ano, o númrro 
aumenta'D !pnra 26.U por cculo. 
Na tdadt: 18 nno1 a. porcentagem 
era de 7 por cc.nlo e, com l<J 
anos era de 48 por cento. Ser de 
que a doença venérea seja pi­ 
d@mica entre os adolescentes' 
RFSPÉ ANDO 
#a as las fillus Is 
«bomtInhos» e ptetçoos ' 
de ·moralizador. 
90 Mostre·lhe coma 
se plantar uma horta ou nm 
jartlírn; rnsfuu ,L Hpreclnr u 
encantos da atuczn. 
10»- Ensfn a dez. 
prezar ts apnênct«s. a p4. 
recr aquilo quo ó, e a à 
parecer aquilo que no é 
! lo - Convença-a d! 
que a felicidade no casamen­ 
to, não depende só do ma­ 
rído, nias do seu (dela) pró­ 
prio tcmpMamonto. 
12- Diga-lhe 4uw 
Como Ctislã, não Jevo pôr 
a sua digniclade a leilão; u­ 
snndo vestido da'. •u:odafnos 
de hoje. 
O artigo transcrito por 
um jornal braalleiro, 1e,lm 
concluiu; e Servirão estAS re­ 
comendâçõea liomentc ;m 
as ruues o filhas norte-ame­ 
ricanas, ou tambúw !er-Jo 
úteis ás mães e filhas sul 
americanas ?• 
Nuo hà -.lítvídas de <1ue 
estas poderiam eeguir-se 
4o) - Díga·lhe também tantos outros conselhos, e 
(jlHl um rosto cheio e ~~dlo, alé ID!lÍS atuolizndos: quíçá 
vnic• m~ í~ que um de!kado até com palavroe mals nuo­ 
rosto de <booec;i piutadn». derna~ e coovínceales: cba· 
s~) - Olga-lhe que um nanas; prá frenta,. etc. 
vestido de chitn ou ulgodo Mas, como diz o provérbio: 
pugo. assentr. rndLor- qu~ Aos intdigcntcs poucas coí• 
um de seda por pagar. sas l.,astaml e Por Isso .• !i· 
Go - <Eosine-lbu II quemos por i,qui, e por bo· 
usai' spatos bons, fortes, a je ó só ! Obrigado pela leitu• 
fazer compras, e verificar se ra l 
a cor.ta eslú certa .• 
7o-- Lusine u ter con­ 
fiança enu si mesma, e a aju­ 
dar a si mesma. 
So - Dígu-lbe qne 
um lra bnlhad.or bourado, cm 
mnng ns de eumisa vale 
mais do que um;. dúzia de 
3su, Latem stas 1e­ 
postas ou conselhos, viestuI 
dos Estados Unido. Corso 
j« dissemos num atiugo an­ 
tcrior, oi! EEUU. piram 
pelas enquetes. Desta feda, 
a pergunta isotlda uo jot 
nal ateremo fol: (Que 
<lr•vrmos dízcr ás uoKJ..: f:­ 
lhas ?» As respostas vie­ 
ram aos milhares, form 
coleciotadas, estndados, , f­ 
n!mente, em ltese, assim 
»presentou o mesmo jornal: 
lo- Dê-lhe ma du­ 
,,açiio c1·is1ii; ensine a cozi­ 
uhar uma comída i,atll,1 o 
aborosa, euslne a lavar e 
passar a roupn, e costurar 
e n cerzir. 
2- Conv.::nça-a de 
quo ma boa cozinltcira pou­ 
pará médicps e remédios. 
3o - Faça-lhe saber 
!(UC só economiza aquPle 
que gasta wenos do que ga­ 
la, e que todo o que ga­ 
nha weuos do que gusta 
está perdido. 
ma=mww=;trazer=ar 
í 
' , 
ronte Jnlcrnacinnal Bela Visla-Brasil/Bela Visla-Parnnuay 
Visite a Princesa do AP A 
.J 
T1echo Helccíonado por 
J'l!onio Presbítero. 
l!'olha d11 Tarde •Corumb.í• 
DEPUTADO PEDE PREÇOS 
JUSTOS PaRa o FEIJÃO 
Comentando a fala do fi 
ido e o 4Umento de u:u pttÇO 
nos ultimes metes o depuudo 
fancisco Liberdcne (MDSCO 
solicitou ao governo que csu .. 
beleça preços minimos mels res 
listas pra o feijão poa 'a palie 
tico de preços minlmos constitul 
O !nslrumcnto de que dispõe O 
governo para incentivar a produ 
çdo dUcgurado ao' produtor o 
reembalo na pior das hiote+ 
dos custo da produção- 
Redomou o sr. Lisardoni 
que •·a iamcaç., de compr4 de 
fedo no exterior, prucntcmrntc 
a tlru o sono dos responsavei 
leve·os a raciocinar mais rente à 
rcalidode. no momento de deter· 
minar preços justos 
produtos ts.sencieis ... 
para 01 
TE 
ne EMIUO J. GElfldllE E cm. 
Ferros, Chupn-;. Tubos, Tintns. A:.mlcjos, Vidros, Conjuntos sanitários e Arames, Sal. Pneus, Paraorises, Ferragem cm geral 
<Enquunto espera ser atendido nós lhe olerecemos um euíczinho P 
Atendido por pessoal 
Rua Coronel Juvcncio - S15 -- Caira Potul 36 
especialisado 
GUIA LOPES DA LAGUNA-MATO GROSSO