. 
Fundaior -· 'lv,ldo I', rrlr, 
,.:iiiiiiiiim;;.;;.iiF.imii.,,:; 
Liberdade com esponsabilidade 
I» s» Me thijih ta li t &rw litil 
•·, .... 
l.. 
Ministro do Pluneiamento-Joüo 
l 
l 
V 
i 
O lnalllulo Bra>ll,lro ele 
Adm!nlstroç~o Munlclpol(l81UI) 
trvés de suo E,cola Nnolonul 
do Sorvlcas Urbano,, reolizarà 
om ,uo sede no Rio de J11nel· 
(r n pnrllr de ., de Junho, o 
lV Curso do Plnnejornento ;do 
Ação do:Gaverno Municlpnl. 
O Curso, que tem o po_troclolo 
do Ministério '.lo PlaceJarnento 
e Coordenoçllo Cerni, objetive 
tronirnltlr u técnlcne de elaba­ 
roçllo, e controle da execucilo 
dos prog,~rnae governornenhl• 
de rc,p
0nsebllldnrltl dos munl­ 
clplo,, tendo no orçnmonlo suo 
Paulo dos Heis 
:. ~ '-' 
peça tundamnental. Sua duroçiio 
é de dol• m,•,eS em tempo ln• 
tegrol. Durunl• o Curso 1er!lo 
discutido, com o; portlclpantes 
o •Modelo de Orçornento-Pro­ 
g10.mn• porJ munlciplos, f! o 
Mo3lo de Orçamento Pluria. 
nuel de lnve,tlmeotce, dois 
tmportont ,; d:icumentLR ~dita• 
do, pe:o 18,  com o p&trocl­ 
nlo do M!NlPLAN. 
Poder ilo Inscrever-se ser• 
vic!ores do Prelcllura,, do or­ 
glioS e,toduals e reglonab do 
•s.lstencla o munlclplos, e dos 
Trlbunols de Cnolo• do E•:.•~- 
Veloso 
Sccretar1a de f. e Cultura oislii~ui livros niáálicos 
A Secretaria do Eduoa­ 
ç!lo e Culto1ra, ,om canvan{-, 
com o Instituto Nnclounl do 
Livro (INL), distribuiu ccrcu 
de 8.000 livros dlJillooB < m 
nosso reglilo na ano tlc 1972. 
Estes Ivros foram entregues 
s escolas Particulares, Esta­ 
du1,le e Municipais nas old11- 
dtR do Porto Mutllnho o Be­ 
lu Vlstn. 
O oontempln·lo dc,to uuo 
!oi o munlclpiu do J11rdlrr.. 
receba oda -li64 livros que 
at.-11dcitüo toéns ne es..:olas e 
colegls da iinh cidade. 
DlnomízanJo Rua j ,.rlr.dlçào u 
Delealo 'e Ensino Dra E­ 
nll p,,rr!ru de souza. reo•b~n 
do apeio Iategrol da Secreta­ 
riu, mudou. toda uma estra­ 
hnu LrCa.lco na setor educn­ 
olansl, lntel(r•ndo Porto ltur­ 
lfnho. Bela Vlslrt, Cnncol e 
Jmdlm ,t,-ulrn do contexto 
oJucacloual dl• e,l!ldo. 
Csdo p•rtlcl.cantc rcceb•­ 
rà um ajuda de custo no va­ 
lor de 400,00 men,ols. 
O Curso é inteiramente 
gr,.lulto. ,
0 tntld•de• lnterc,­ 
sndee •m loálcer cnndldntos 
deverilo su lic11ur por tclegrnmn 
no lBA !, ~~ formulnrlos de 
io&crlçio pnrn o eadcreço: 
IBA.I. Ruo Visconde da Silva 
157- Botalogo- Te!. 266-2132 
Ead. Tolcgril.fico: lBAMBRAS ' 
20000 . Rlo de Jeoelro-Gb, 
Nota Zéro 
,., 
·' 
1 .. . 
ô - , . 
5 Ao. Sr. Cios teclo de orictra 
Prefeito nomeado de Bda Vis ta, que 
não dá o de-vi do apoio 1-1 o «unico 'orgã~ 
de imprensa da cidade. 
; hO Cc,J hc, ,.dur e t1~femor 
? fe;enlo dzs Boas Causas 
Belvsiets.}ta Jota, em 
seu pagurus municzção 
f<;i.1P. 
S«.b2 otobr Edl, que 
quele que d:zesser o Po­ 
!it'co Frusta lo» é o único a 
eo!sborr cor suas Crôni­ 
cns e A:figo+ vmn nosso jor­ 
nal. 
Gk . .y, L,; ... <le .;eu Pro• 
~,::· ... , un: 0).:10 d._. dlvu(o;u­ 
as idéias principias revlu­ 
do1:àrl0:, e nc.o nit:io de ofen­ 
der uu pessoa integra e 
hh-olt5,, .. •Cou;un:cnção Ta­ 
tal> por ser irradiado de 
Uu, , Err:b:..'.lr- e.:lroogcira, 
, l!J,'rtc:e ru .:ar C:.!:lnho de 
sua parte; o,tossiu, malhar 
um dn_cr cobborado d1 
Ao Vereador José Gla. Tua.é na!hsr tolo o 
cy Flôrcs, que desconbecen- C,;rpo ReJator13J do Jornal. 
do a ética de bom profls,ional Nota Zero..... 
""""""t "" 	do as14+7» 
Novo cinema em B. Vista 
Um conhcoldo l'mprcn.lr!o dê 
no8u, cldnude, procura um ter­ 
reno bem localizàdo, p/ cc"­ 
trulr um cinema á •t>ltura dos ~ 
balnvlsteus,s•. lnlur□, 11 a 
nossa reportagem» que» den- 
tro de pouco tempo terz::i0<: 
um novo cinema, com torces 
a omodiiages que o ttul 
no oferece>. Agu duremos 
esperançosos o Inicio das 
obras. N!!o dlvui;;nremos u 
uamu do din0,ulcn el!!llrl's:i. 
rio pols cumu se.bem •O Se­ 
i,:rcdo é n Alma do Negocrn• 
José Glnuc_y Flores 
Vindo até nossa loja, você vai ter toda liberdade para admirar os novos OPALAS 
73 
ancnetas ClO que sao capazes de fazer qualquer loucura pelo seu dono e as 
Recebemos seu carro us-.1uo como sinal - Vjeite-nos em • s 
sob a rllreção de Ornldo Flores Nogueirr. comprom:s:io OCIEDADE AUTO PASTORIL l:.tuu., i.gor~ 
RUA MARECHAL MALT. 325 - FONE lt!-3 
ca- 
_SUB"" _r	o sRosso

Tf!IBUNA DA FRONTEIRA 
ff 
Nossa reportagem cs­ 
teve om Viriilil no porlemo~ 
so o rico Município do Ita- 
• porã, opor111nidaJe em quo 
munlcvo dlvotso,:s contatos 
com uutoiidndas e povo da 
cid11do Podrn Boniln. 
É conL,gianle o ontu11i­ 
asmo daquela população ide­ 
alista e trabnlhndorn, dlan, 
to do progresso do seu mu• 
nicipio, em todus as rodns 
do bato papo, repartições pú, 
bllcus, estabelecimentos bnn• 
cários, todos commtam a be- 
les noturna d cidade, qua­ 
do a ilumlnação a mercá­ 
rio dá um colorido todo es­ 
pecual ás avenidas e puça, 
constratado agora com os 
oslabolechnentos comerciafR, 
o ro11ldl:ncia11 lnmb6m ilumi­ 
nadas. 
Cidadãos paMlos com 
11u11s fom1li11s, ao entardecer, 
após nm:iuh1tr a terra o dia 
totlo, lomnm 1mas condu­ 
ções e díri:.:em•se 110 conh'o 
urbano, a fim de deleitarem­ 
se com n belezn dn llumi• 
nação enquanto os filhos pas• 
Arfovoldo Maria Bento, . 
Iílho de José Maria Bento e 
de Dono Ollvlo Pnulo, paulis­ 
ts de Dracena, herdou de 
sona pala a flbro e dlncmlsmo 
q11e tornurom pofislvel a edl­ 
llooçoçno do portentoso EstH­ 
do ele sno Paulo. Bnndelrunte 
por lndole, em 1051 enxerga. 
va. o promle@or luturo de Ma­ 
to GroEeo, e mlgravn poru 11 
cld11de de ITAPORÀ. não veio 
aó, trouxe consigo as pessoas 
mala qoerldae, sua esposa 
Dona Nadr e seus (Ilho,: An­ 
looln, Morin de Fá.Uma, Al­ 
borllno. e Albe?to. Pcrsonnll­ 
dude cnllvnnte, honradez, al­ 
io Eeplrlto humanitário !!ze­ 
ram com que Arlovodo tor- 
Vocl.s, acredito, nio st: cs­ 
que€eram das sábias palavras da­ 
quele f1lósofo j.; falecido que cs· 
creveu tão bacana máxima que 
sempre encabeça nossos utlgo,. 
Ê um pens,mcnto ,ubllmc. 
Ume novl da de. Nosso aml· 
so Emllio dos Anjos voltou com 
oulra carta multo comprido con· 
tando o desfecho do ruposta 
que o dei no n° 50 dt:&tc jornal, 
clt,ndo· dclelhu do ocorrldo d,­ 
pois, para as minhas conclusões. 
.. TrPntctc'iO na integra a aua e.ar• 
a. Sabiá da Sera, 23 de Mar• 
co d 1973. Amigo Dr. Crano. 
Bela Vista. Cumprindo teu con­ 
srlho sal multo mal ao querer 
bancar o moclnho de faroeste 
com a mlnho mulher Eufroslna 
que outro dia deu uma briga co­ 
migo, m.as ama briga de leio. 
Dr. , vou- diur, nós somos de• 
ss casais ponto e 'Virgulo, que 
is vtsts O homem é glgnte e o 
mulh<r anil. pcls aqul cm cosa é 
contrário, faço o papel de pon­ 
to e a Eufrosina a virgula, coma 
uma ,lcf•nt• de s••nd.-. 
No adiantou querer fazer 
frçs por que peguei uma surra 
e olê. o Jot F,.,cr ,e ÍiHlliC dt 
naase querido por toda a po­ 
pula<;llo, Eest1 conceito adqul­ 
rfjo através da aplicação de 
suoe quolldades Jevarnm-no a 
exercer o cargo de Juiz de 
Paz durante 4 anos. 
Homem de seu naipe n!'lo 
poderia ficar 6. margem da po­ 
lllioa e neln Ingressou em 
1972, pnra o esos.lad& de um 
pnl,llco no alto aenlldo da P•· 
lavre. 
Polllioo que lrnaemite no 
elmplioldad11 de eune palavras 
um Imenso idenl, e prolundo 
reepello oo eor humano. Vloe 
Prele!lo no pcrlodo de 1962 a 
1966 dentro do poeeivel, co­ 
laborou no desenvolvimento 
d queride lTAPORA, e num 
besta aqui, iambcm tomova a de­ 
le e ainda meli•me ns loucura de 
cnfrrnl.1-lo na hora da briga; 
quando cometou o discussão cio 
mandou me calar a bõca dinndo 
Ah I Ah I Ah 1 •hl l,mbre1 do 
seu conselho r disse pra ela bem 
duro, quesi gritando, Ban, Bac, 
Ban ao que ela mz deu um em­ 
Purrão e fui parar debaixo de 
Uma .lrvo,e do quintal, e ela foi 
se ,p,oximando. Ouan:lo levei o 
empunic lrmbr,i da consoante 
que o seu con,dho mondou que 
acrcsccnlauc e quando um gosto 
de represália eu quiz lzer Bana. 
Bong, Bang. mas foi na plmeira 
pol,vra da replicou com um sô• 
cO no meu qutlxo Que até lem­ 
brei do Casius Cly que dizem 
ur multo vale:ntc e dual vi.ses 
foi 4 lena. • 
O,. aquele 1ôCo me acabou 
com cs dentes de Cima e de 
baixo .. a unsueir4 derramou e: só 
ic:mb,o daquela '1cra que e,curc­ 
ccu a vlta e e:u via s.altar um 
montão de estrelas na ramagem 
ds rvore que ficou que nem 
árvore de natel fóra de tem­ 
po. Àhi. tive atê sorte de dormir 
um sono repuredor, porque acor- 
seiam e brincnm nn ptaça 
príncípnl. 
Iluporu 1>ou1 Juvhh ,d­ 
guma peln sux situação pry­ 
vilegiada, pela fertihd«de do 
1111.is terr113; pela cnpaclda<lo 
de trabalho do seu povo, 
projela•ae a panos largos 
outro ns principais cidndes 
de Mato Oroaeo. 
0
1 otimismo do 
conf!unte no governo 
te do Sr. Aryonldo 
Bento, apoiado pelo 
povo 
atuan­ 
Murin 
Poder 
reconbeolmento do lub(1rl0Ro 
povo d!I terra adotlvu, fot 
eleito prefeito em 19i3. Hoje 
Ituporã recebe de braços a­ 
berton o visitante que quer 
ver a puiançn de sua Agcicul­ 
cura. Pecunri!l e o tremendo 
esforço em colocar a 
cidade como uma das mala 
produtoras do estado 
NECESSIDADES URGEN· 
METAS BASE DA AD- TES DO MUNIC!PIO 
MINISTRAÇAO ARIOVALDO 
MARIA BENTO. 
1) Complemenloçllo Ener 
glu Eletrica (Urubupuaga) 
de! já noitinha com ,la na beira 
da cama com uma baciasinha 
pondo salmoura com acoól, pi­ 
menta • lõdo que dizem ser mui• 
to bom para qutbradura. D,, que 
sOÍtlmrnto, que dõr, qu• deses• 
pêro, mas sou homem e ndo quiz 
cho:ar d• dõr porque na certo 
levava outra. 
Dr. Chranc, vou contar pia ser 
sincero desde aiança ,u era d<mals 
guloso apesar de pequenino auen­ 
do havf• bõlo ou doeu em Ies­ 
tinhas eu só pegava 0s maiores, 
só queria dos grandes porque 
enchia a barriga mais drprusa; 
aulm fui cre-sce.ndo 4té que egar­ 
rei a namorar, só queria garota 
gr,nde, gordn e carnuda, tálo de 
taquara. nd:o crA comigo, quando 
precisei casar, já estava na deta 
encontrei Eufrosina 411.1c não era 
bonita mas tinha carne como va:-d 
de Jeroguá e me atrevi num bsi 
lc a convida-la para ballar e de 
.. ngraçodinho meti de dizer que 
es'ave apaixonedo por ela Pois 
bpezar de- pequenino Dr. 4quda 
montanha tapou a parada e não 
me largou mais no baile. qutnC:o 
parava a müsicn ela queria pi­ 
u:or na sala ao meu lado, vi lo- 
Legislativo, faz com que o!­ 
gãos governawentai., voltl'r.1 
as vistas pata aquele m­ 
fllCipio, 
A atual adulnltruçlo 
vem preocupando-se lo só 
com o centro urbtno do c1. 
oode, mus, prlncfpalmtnte 
com reparo e bettur de ro­ 
dovias nlim ds der escoamen­ 
to de grande produção sgrt­ 
cote, o setor educaclonol es­ 
to venu merecendo especial 
carinho por parte do Chcle 
do Executivo de Itapora, 
(Trnns. da Folha de Dourados) 
res 
3) An•ortlz~çllo doe de­ 
bitos da saterlor admlnlslra­ 
ço. 
4) Limpeza nn cidade 
ó) RePlauroçllo das Es­ 
tradn8 Munlolpals 
5) Regularlzaçllo do Ser­ 
viço lnteroo da Prefeitura. 
A) Estradas 
8) E,colas 
C) Rede de Esgotos 
ITAPORA - DESENVOLVI 
2) Ampllaço das Es 
colos e Quadro de Professo- MBNTO - UNlÃQ 
go QUt jd e,a ciúme, pr,s outras 
não dançarem ccmlgO e já mie 
am,e;ava dc:b,iga se me. agarra, .. 
se com outa: namorada_ 
Ji viu Dr ? Foi um. i>cus 
nos acudo Dr. Eu"folava pro ,la: 
vemos senta que vou beber água 
ela me eríiava um beliscão de 
ficar roxo. como vi outro dia, 
uma porção de rodelinha, roxas 
na pcma • nunca.mais me livrei 
dessa anta animalisada que de 
tanto querer bem quesl ac­ 
bou de vez com o marido. Dr, 
11 mulher é tSo graude que as 
petnss dela parecem doi; 
troncos de aroeira, os braços 
dole_cepoa de"jece.raudá aos 
pretos, a pelturra é ccmo mu­ 
ro de fortaleza, capoz de der­ 
rubar aramado ile fàrpa sem 
aranhar ·e o;mnque. - hà, Dr. 
o muque quando fechado pa­ 
tece boleadelra de guasca, 
qunudo bote qcebra mesmo. 
Agora com essa experlêocla 
Gs surrn que revel estou re 
st1vhJo;fugir delu Dr, porque 
não quero bsnca r o Cusius 
m,m. de pensr.r. Vou prepa 
rur tezreno par fugir e como 
jà sei o n° do telefone do 
ecUt0rio, quando cle;;it em 
Bel VJt, Vou conr no +e­ 
nhot a IInhas p ripeis. O 
por que ficou Dr, e que es­ 
tu banguela de eim e de 
balxo, no poso nem lalnr, 
porqu.i :i lln;,•1.111 1 ;,"1>1 di'Kh•l• 
verd, toda hora quer alr 
pura Ióra e tenho de empur­ 
rala com o dedo; o dentMt, 
qunnto, no vai pedir pra 
arrumar os dente. Dweram 
quo o Dr. l{os'l ó o cnafa !Ja. 
raleiro. Vou Jó. 
E•lou resolvido Dr. vou 
luglr. O que o Sr. acha d" 
tur.fo luo Ur., tu o»so fazer 
umo. queixa Pras rntor/jade& 
ou tenho de ficar qult!Jnho P 
sumir ? 
Hesponda-me Dr. 
BELAVISTENSE: 
De você depende a <ontínuacão da 
Triboba em nossa <Idade COLABORE 
O oa:fgo 
Emlllo doa Anjoe. 
Reaposta: 
EmJl!o, ,ou pslcc.logo e 
ao ler lua primeira cartu JA 
estava sabendo que apanhu 
da mulher, ,eu melo kIla. De­ 
mel, 11lnd• me enche com esu 
carta do lamaohu da lua mu­ 
lher. Mas como fiquei Indig­ 
nado com a ação dela lhe 
dando bell1cAo des:le aolt,fro 
e ,urra depois de casados, 
entl lá Ili o que preclsu 
saber: Dizia o seu colega lta­ 
llaco, o grande psiquiatra GI­ 
ANBULLARJ: Nno lil pior ani­ 
mal mala •xlrelagacte e capr _) 
cheio, do que uma mulher cJu­ 
menta. A besta domestica-se 
com a espora e a mulher só 
a paulada. tá 7 
Seu Emlllo? Crie vergo­ 
nha e n1o fujas da tua º"'ª• 
que deve monllzá-la como ho­ 
mem. O remêdlo ai é pau mes­ 
mo, tome, coragem t, vire a 
medalha, pau nela, Bua mulher 
precisa de spanhar pera ser 
domesticada. Não tem bang 
nem nada, você apanha um 
bom porrete e senta-lhe nl13 
horao de briga, maB honre e, 
tuas calças, se não aguentas 
um porrete apanha uma vara 
e mande. surre a mulher pra 
valer, meta llie vata, de-lhe 
paulada a vnler e ullm garan­ 
to que ela del.xa dessa ,:r J 
cheso e Ilcarâ que só um pffo. 
de-16; depoJs de&ta nAo me 
v,nha mais com quexumes, o 
que tia prt,clsa mesmo é de 
pou, com !aso vai ficar man­ 
sinha. e olhe Jà, quem ssbe se 
ainda não terllo a ,upre,a do 
sparecimento de um rebento. 
N•da de levar o c.uo llll au­ 
torldadu que elu não tem un­ 
guento para passar em que­ 
bradura,. 
Passe !>em sea Emllio, 
até outra vez. 
Serviço 
• Ordem e 
Dr. Crano 
E.'T. Amigos, cor essa 
ktlomélrica éorrer;pcndtod• d" 
Emllio, fiquei •cm ecpaço pa.ta 
publ.:c,,r tantas outr11s carta• 
recebidts que Itca::n psra ou­ 
tra edlçaP: 
Mililn: União 
Desenvalvime1ta 
leilar. - 4loalize SI 
nssinarura 
1

TRIBUNA 
DA 1' HOl(Tf.:lllA 	t Vi«ta ,i $ 
--·- _,.----·--~- -·---'----- --- - -1,,.. 
amara Muniipal de Belo Vista Mt 
Indicador Profissio 
,. 
Projeto de Lei 
dustri 
d 
D16p0e obre a Lenço do Imposto predial e territorial cm 
ex-combatentes das Y'orças Kxpdlclonarinas Brasileira 
du 2> gunru llunJli,l. 
A Câmara Municipal de Hela VIsta, aprova 
rt, 1e Ficam Isentos dos impostos predits territoriais, os 
Imóveis de proprledle dos ex-combntentes da 2 Gu rru Mundla!. quo, 
tenha participado eletivamente em operação bélica das Força Expedt­ 
lonárls Hraslleira. que no estejsm nuferindo amparo efetivo do E«lado, 
Artigo 2 .- Ela Lel entrara em vlor na data de sua publlcaç4o 
revoadas as disposições em contrário. 
Sala das e»0os, 0) do abril de 1973 
Dr. PoJro JoYé Polml•rl - Vereador 
rns1mcnnvn 
G:ol;nda C,lmnra de Vereadores do Bel& V1,ta, o Projclo de Lei, 
que tenho a elevada honra do submeter à lastre apreciação de VV,156. 
cncontrn-se ao abrigo dn Coo•tlluiçno Yedernl. 
A Constituiçlo Federal, prescreve em seu rt. 197, incisos «a» «b» 
• •e•, oslabllidade, se lunoloaó.rlo• público,, sem o exJgCncla do dl•• 
posto no $ 1° do art, 97, aposentadoria cor proventos integrais aos vin 
to e cinco uno• de eervlço clellvo, •••lol~nclll métllco, hOS?lla tur e edu, 
ciiClonal eo carente de recursos. Como •• ,·crlllca no pu•tulndo con,ll• 
luclon•I o Eliwdo rccooheco • ua inarredvel obrigação de omparar os 
aeu, noolonuls. <tu• ano •• lurtarnm ao npNo da l'Alrlo. pura oferece• 
rom o oongue do btHllclro no ullur do• horola. 
Contudo: 00111 totlos os brasllelros, ex-combatentes, da F.E.B., pu­ 
deram ver amparados pelo l!stndo, pela torma prescrll4 ua ::onaUtulçilo 
em empregos público•. esl•bllldodo tunclono 1 e ,po,onladorla ao, 25 
,'nos do ecrvi<;o, por terem em função de suns ttvidades bl!-ltcae nos 
campos dn Europa, conlraJ<lo loumera~ molC8tias, sendo a. mais comum 
a rucatul com caractcrliJUcas de neuroses. , oossn crnnde maioria, o 
Estado nüo lhes podo trooqucar n ei • seus famllloros, ra.aJs do quo re. 
curSoe mtdlcos., h0!pllnlu.re1 e medlcamcaofi; contudo, üsdcs recursos 
não 01 livraram da fome e do desamparo material. 
Na verdade, embora n Lei Conslilucionnl nno tonbu provl•to anti. 
vomonte o coao de lsençBo lrlbutárhl, uos ex-combatentes, contudo dou­ 
lhes vnntngcns mulorce, quo por mà aorto muitos na.o se encontram cm 
•ltuaçl!o de gozar, mos lntcrprctnndo-sc a Lei pelo principio de equidade, 
rates de sobra assiste aos fundumentos constituclonais deste Projeto 
de Lei. 
Na reolidod.e é um dcvl'r pt1lrióllco, tl exemplo de que tem tida 
[cito em outros muntclploa. nilo delXur cair no o,qucclmento os heróicos 
bO.crlHclos doa nossos Irmos que lutaram nlo sómente pelo Brasil mas 
pela llbcrdndc mundlnL 
Com o presente Projeto de Lei nlo e pretende nmpnrnr aos 
ex-combatentes que por uma formo au outra Já tcnha•mpnro.mtl-8 ,im aque­ 
les que nlo vieram ptos ao Brasll para se verem, agraciados com as 
vonlogcns de co.rgos publico,. 
llntn du Scs,ilos, 09 de abril de 1.117:l. 
Dr. Pedro José Polnleri - Vcrcodor 
Dr. GIL Marcos Saut 
Adv o 
Rua Plude Relol 428 
9 a d o 
Dr. Pedro Guilherme 
Advogado 
Jardim 
Avenlds Duqu+ de Caxias, »91 
Melo Groaso 
oluna espirita 
aa:leis ta #titã 
. , . Amai o vossos 1D lmlgos 
fozel o bem aos que vos tem 
õcllo e oral pelos que vos, 
perseguem e caluniam Por 
que ae vóa n9.o amais senao 
aos que vos amam, que re.­ 
oowpensn bavels de ter?, 
Nno Hazem os Publlc.aoos 
também o _mesmo?-E se vós 
saudardes 'sómente aos voe• 
aos lrmaos', que raieis nisso 
do especial'? - Nl!.o fazem 
oselm os genllos?- Sede vós 
logo perfeto como também 
vosso Pel C?elestinl é Perfol• 
to (8. Mateus, oap. V, ver. 
44,46 e 48,) 
Pois que Deus possui a 
Perfeição !nllnlla em todas 
ae eolsne. n mà:.<ill111: ''.Sêde 
porleltos, como 'tambem vo~_­ 
eo Pai Celestial é Perfeito • 
Tomada à Letra, pres,upõe- 
10 a posslbUldade .de nUnglr 
o PerfelQIIO abaoluta. Se IOB· 
se dado à c.r!11tura ser tam­ 
bem perle.lla quanto o Cria• 
dor, el11 chegaria a igualá-lo 
... e ... o que (l •inadlmlestvel, 
M 0s homen• a quem ee 
dirigia Jesus nilo compreen­ 
deria ·eesa d.Uercnça, e ELE 
ae liínltou a ,apresentur um 
Modelo, aconselhundo-os a se 
tJB!orçarem por allngi-lo. Por 
tnl!! palavras deve-se ent·en­ 
der u Perfelço relatva a 
de que 8 Humunidade é pos­ 
alvel e que o proxlma . da 
Divindade Em que consiste 
essa pcr.leiç,lo? J'esns disse: 
'AII cs vossog inimigos, Ia­ 
zeis bem aos que vós odei­ 
am, oral peles que vos per- 
neguem" ELE desl!'oostra ai, 
que o essencial da perfeição 
ô s Caridade • na sua mais 
olla express!lo, por Implicar 
a prática de todas as outras 
vlrtudte, 
Do, lato. ae ohservarmos 
oa resultados de lodos os 
vloios e mesmo :os eimples 
. de!eltos, , reeonbeoemos que 
no há um só que nl!.o altere 
mas ou menoe o sentimento 
da Caridade, por todos se 
originam do egolsmo e do or­ 
gulho que ul!.o n sua antitese 
pois tucJo quanto exalta 
a personalldaoe, destro!.. ou 
pelo menos entraqueee os 
elementos da lldima Carlda­ 
Je, qu .. sl!.o: a benevolência, 
e lnuulgênclu, 8 abnegoçl!.o e 
o devotameto. O amor do 
proxlmo elevacJo até 110 
umor pelos Inimigas. nllo se 
podendo oonjug..r com ne­ 
nhum sentimento contrario 1 
Coridade, é por !aio mesmo 
indicio de mulor ou menor 
superioridade Moral, do que 
ae Infere que o grau da Per­ 
telçilo eota na rozilo da 
Grandeza do Amor. Por isso 
Jesus npôs huver rspreeenl&· 
do nos seua Dlsclpulo1 as 
:egras dA Carldalle, no que 
elu tem de me.la aubllmado 
d1see:_"Scde Vóa perfeitos 
como vouo Pai Celestial''. 
"Reconhece-se o verdadeiro 
espirita pela sua tr11nsforma­ 
ç0 Moral e pelos esforços 
empreendidas pura dominar 
as 6Uss IncUnuções". 
(Evaogelho Segundo O Esp(. 
rlt;smo: AUan Rardec) 
Dr. Pedro 
Advoga eia 
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< Revista do Sudoesf e 
H poucs me«s « C!t. 
Don/to bra, Minereçdo S,A do Parani 
andou acertando ot melo de 
iostslt uma fI!sl nesta Idade 4, 
para o ptovettmnto do 
1<Xcelente ui.kárlu do mun1cl •• 
pio e consegulu fsvóres d lre- , 
te1lura Munfclp•I co:no o mini- ~ 
mo de ]uda par a suas_int­ 
lação qui. Aguardn-se para . 
breve 1eu pronunclamouto. 
Accntece que duaa outro 
Empresas congeroas jà se in­ 
teressaram lambem na inatalu­ 
ç40 do moinhos pars pulver­ 
ZlÇÚD do colcáreo ln o.tum 
para corretivo do sólo, sendo, 
cooform• coruta, que uma dê­ 
i., (os nome, dos tirmae ião 
mantido• em segrQdos) já arren• 
dsram um waqulat.mo que 
exl.ie parado no munlclp10. 
O PRODOli!>TE dutlnn 
Jmporl?oclu elevada paro f1011n, 
c!omento da, in:10,trfos do 
cblcáreo, 
As Emprias organizadas 
que quiserem dedicur a se 
ramo de Jllvldade " tiverem 
buses de gor&nlla pora levan- 
tar um emprésllmo vull-Otu pa, 
1 
ra aqublção de msqulnbmo e 
ln•talaçõcs, não terllo nenhum 
prcblems ao wpreselarem seus 
projeto"" BANCO DO BRASIL 
s / A que fará estudo das prc­ 
po,tas com o mefhor lnterbse 
pois a, ln,tr.ções E:xlstente,, 
s0o as l:4al9 animadora,, dian- 
lr. lambem. do Jnterêoae do 
Covêroo em smpllar o rendi. 
mento do cultura de cereob. 
A• grande, lavoura, au­ 
mentam dia a dia • tendem a 
aumenlar temprc, para o que o 
Prodoe•te pferece os meios fl, 
nàncelros psru s homens de 
fmprê,a_que queiram lambem 
colahorar com o lavoura do 
Sul mulogroBB•Dse que já .. 
avulta cnecendo de quatida­ 
de ecurme de calcáreo todos 
os anos, pura corretiva, torcan.- 
do-,e a moagem da cal um 
dos mclhoru negócios na regijo 
de B,lo Vrsi... 
Por ou4o.lado, a Prefeiturs 
Municipal rstdl intercsuda .no 
m0mrnto das in1toloçõts dos u­ 
tabelecimentos agro-industriais, 
podendo dispensar-lhes algumas 
lacilidad,., 
Ourm andar depressa, _co­ 
lhe,ii bon, fruto,. 
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1
rrlbn111 da Fronteln 
Abrll de HJ7J 
JU H9,2. 
, ESTRADA D MARCiARID 
Legal o fm do semana querendo ser cunhado do Odo• 
em Bela Via. No domino o cio, quem falta decidir: você ou 
Boua 1uptr·p1ullglado, multo <la? 
gtnte compart0tu 
X-X 
X-X 
linda a mlua dt Domingo, 
dt Domingo de Ramos no Ma· 
tlz ... Bl branca. 
X-X 
Club, do Laço, coma hmpre 
aos domingos: l,gal pra xux0. 
X-X 
Nossa deveria haver mais 
cordialidade por parte da Bilhe• 
tula do Cin•m•- EducaÇfo grn· 
t, ... , e duoaç.io ... 11! 
X-X 
Entre nós, nossa ex 
fessora urea Guedes ... 
estadia. 
X-X 
Goitcl de ver domlngo e 
Odóclo ocomponhotlo do Sônia, 
que supresa hein l 
X-X, 
S,ta. llde Maria Murano 
Srta Solengc Urblcto 
pro· Sra. Marl• JêÍsé S. Dcdé 
feliz Sra. Dclfa Ocampos 
Acho que o No,1,on, está 
O Que Somos Quantos Somos 
Houve époco cm que fa. 
ler de slndlrelhmo de Trobo­ 
lhodores Ruroh em sioõnlmo 
de perlgoe até espantavam 
multa gente. 
De certo tempo pero cà 
multas pessoe já, ouvirem fa­ 
lar de sindicatos de.Trabalha­ 
dores Rurel•. out,oe ouvirem 
sõbre CONTAS e mels recen­ 
temente passamos a notar a 
existência da FEJAGRI. 
O quo somos afinal 
do conto? 
Os sindicatos de traba­ 
lhadores Rursb ,llb usdocla• 
sões de lovrodores,' que se 
unem para buscor dlea melho- 
"" auasé todos_ os Eslo· 
do do Brasil faltando openes 
um ou dolo, e,detem sindico• 
tos de trnb•lhodoreB rurnb, e 
também Fzderução congregan­ 
do êue1 slndlcalc.s. 
Em olgum estado o mo­ 
vimento Smrllcal ó mal• antigo 
e j6 cons•guiu atingir quaso 
os munlclplos, como é o caso 
do Rio Oronde do !:ui, Per­ 
numbuco, Sontn jCntarlne, Pn· 
,anil Ceorti e outros mi. 
Quondo ~xist• mais de 
um +indicuto, organize se 
Botcndo um plá com o Ed­ 
valdo, note! que ti, está caido 
por alué quz está na cidade 
Maravilhosa. 
X-X 
Oba li domingo a. nôltt 
1 
vi um bale pipo ao 10m dr v,o• 
lão'. Jmnes, Nelis, David e CI­ 
da Coelho, 
x-x 
ELEGANTES DA SEMANA 
Sra. Ana Mala Vasconcelos 
Sra. Azilde lnsfron Co,t& 
Srta Sandro Barreto 
X-X 
CASAL DA SEMANA 
r<rnondinho e Zrnõbio 
Melalul ( hlilo ) 
Atendendo pedido de nos­ 
•o leitor da cidade de Jordiw 
José Carlos, reladonamoA abai­ 
xo o Quollro de Coluborderes 
do Jo1:nal • Tribuna do Fron­ 
teiro. 
Dlr,tor (11} Proprietária 
Marie Eatela Vdn,quez Pcr•lra 
Redutor-Chefe e Diretor 
Re,pon,àvcl 
I veJdo Pereira 
Colaboradores: 
Jo•é Jooqlllm P. Souto (B.Visla) 
Ad»ir G. Buldl (Cor.col) 
Grraldo P. Sobrtnho (B. Vista} 
ume Federaçllo, e quando 
existem mais de tres Federa­ 
ções no Pai,, organiza· ae 
uma Confederação. 
Os Sindicatos e Fed•ro­ 
çüo recunhecldos e autorlza 
dos n funcionar pelo Ministé­ 
rlo do Trbolho e Previdêcfe 
soclnl é o OcgBo mAxlmo dos 
Traballsiores Rurais, a CON­ 
TAG· Conltderaç3o do, Tre­ 
lhedores o, Agricultura, !oi 
reconhecida . pelo Preddente 
da Repúblico. 
Quantos.aomoa. então? 
Exlsle no Brasil 19 'fede­ 
rações de Trebalhadorê. na 
Agricultura, e n FETAGRl. é 
n Fedtuação:male;,nova, con .. 
tando com 20 ,lndlcatos • 
e aproximadamente 19 mil 
trabolhadore• .rurois •lndlc•ll• 
zdos e oom uma meta o 
atingir de 35.000 (trinta • 
cinco mlli assocfod~• nté de­ 
zembro de t.973. 
Aasuciados à 19 Federa­ 
çõtS cxhtentem aproximada­ 
mente um mil e aehceotos 
slndlcatc• de trobelhadoru 
Rurais e um total de_mais de 
um milhão e melo de associa­ 
dos. 
Helcnu Lope• (Jordlm) 
Tuca (Jor;llm) 
Paulo F. S. Sllv,irn Nantes 
(Sldrolândlo} 
Cop. Morlo Manlelro (Pre,I• 
dente do U.J.,.) Aqnidauana 
Eurlpedes Ferreira (LY) Silo 
Joaquim de Barra - SP 
Alice Pedra Nunco Bela Vista 
Correspondente em Porto Mur • 
tloho, Antonio João, Marac,jú, 
ltaporã e Campo Grandt. 
Estes elementos que ln• 
logram a •ua '
1
'l'rlbuna da 
Prootelra" 
A Prcfplfurn levou n 
eleiLO uoLJtvel tral,nllv, re­ 
vonsttuldo o ramal da es­ 
trd de Mnrga:ldn, neste 
mnnieipio, que assim ficou 
lu tegrad11 llllll cl.Jamndas es­ 
tradús dn prnduç:io - por­ 
que, esse trabalho que fol 
acelerado empregando-se 
n:1., todo mnqui:iismo e 
pessoal teenco d Prefeitu­ 
ra pra que"fleasse pronta 
em tempo record pra es­ 
conr os produtos da lavou­ 
rn, foi ,alcançado, o que 
efetivamente trz uovo 
n:cuto "aos usuários. 
Co11vldndos pelo sr. 
Clovis Mnrcelino db Olivei­ 
rn• para visib-la, co:: sua 
comr,nnh/11 segulruos até 
onde se situa a grande 
planluçüo do arroz E! ~oja 
dos destemerasos gauchos 
que desgrrarum-o da terra 
natal par estas bandas de 
Mato Grosso trazendo con­ 
sigo o espirto de luta, a 
experlencih . no trato da 
terra e a teeníc no mane­ 
jo de enores mplementos 
que f,:cil1tarão .grande pro­ 
porçilo de pro dutlvadadc de 
cereais, o quL• importa di­ 
zer que eles trouxeram pa­ 
ra o nosso rincão, Nqullo 
que podemos denominar: 
trabalho ~01 ío e píoneirls­ 
mo, numa . demonstração da 
eCitlencia do bome:n brasi­ 
leiro nn conqaisla de uma 
fse nova do desenvolvi. 
mento ,,gricola em umn re­ 
gio ·ntes dedicada unica­ 
mente ã pecuaria. 
A estrada em apieço 
ficou com um aspecto no­ 
vo: larga, abaulada, com 
boelros, aterros de eascall.Jo 
e outros meios de seguran- 
Um sorriso no custs na­ 
da II produz multe. 
Enriquece oom elt,, a­ 
quele que o recebe, sem 
empobrecer aquele que o dá. 
N0o dura mala que um 
Instante. mae II sua recorda­ 
ç!!o é eterna, 
Ninguem é to rico que 
o poosn dispensar, e .nin­ 
guén é t!!o pobre que núo o 
z:o•sa merecer. 
Crlndor de lellcidade, em 
Casa, nos negocios, eCL:qual­ 
quer lugar, é sinal eensivel 
de nmlsade. • 
Um ,arriso aá descanso 
ao cansaço· , 
No desanimo renova a 
coragem e na trls!ezu é oon­ 
soluço. 
É o untidoto n±turi p­ 
ra todBli' as màgoas. 
ça, 0 que, tl m medo de 
errnr, podt.:rnos garantir 
que com pequena cousetva­ 
çilo !icnrá ela eru condi­ 
ções do trafego pernrnuen­ 
lti. aliás com dupla !inul!. 
<lnde, pois partiuJo ela cs 
trada BR AIT-B. VMa-Ca­ 
rncol, vai alcançar a E­ 
trnda Federal que partindo 
de Jardim dE>mauda Podo 
Murtinbo, entrocaudo na 
Fazenda Margarida, com 
pouco mais de 40 kílowe-­ 
tros, economizando em cer­ 
ca de 90 kílomctro11 aqueles 
viajantes que queira seguir 
desta cidade á de Porto 
hlurtinho ou vice-versa. 
Essa estrada deve «er 
reconhecida pelo Governo 
Estndunl como uma das vi­ 
cinnis prevista pelo PRO­ 
DOESTE, pois tem todas 
hS c,uaclerislicas exigida,; 
por aquele orgiio federal 
cinco (5) cidades do ;.sudo­ 
este matogrossense, serrin­ 
do-11.Jes para o escoamento 
da produção agrícola e 
transporte de gado de cor­ 
te. 
~erece parabéns o sr. 
Prefeito )!unicipal pelo ma­ 
gnifico trabalho :::reaitzado 
nu reconstrução de tão v1- 
lsl via de transporte que 
passa no meio das planta­ 
ções verdejantes. 
Quanto a magnliic.a 
plnntaçlio de arroz e outro 
cereals, fica para outra vez 
ser focnlizada em entrevista 
com sr. Mnyer um dos 
agricultores gauchos pionei­ 
ros da mecanização cm 
grande escale. neste muni­ 
cípio. 
Jota Jota 
(Colaboràção L Y ... ) 
Rlis #e a las ii­ 
tis fãs te lw Ilha, 
na te te sr aiiasii • 
Tio Mateba 
Ma é um bem que n!!o 
se pode comprar. nem em­ 
prestar " nem roubar. 
Pois. somente tem vslor 
no instante em que se dà. 
E se vooé encontrar, de 
quem um surrlso eepera e 
nllo lhe tlá, seja generoso e 
de o seu .. 
Porque. pinguem tem 
ta.n:n :ieceeslànde do sorriso, 
Como aquele que ao, outros 
ailo sube dar. 
Sendo hoje o dia do eu 
anlver&árlo. peço lfcenc;11 P•· 
ra que e:a nome dos beavis- 
11:nscs curuprlrueat0-lo LOUUo 
nlncerumcnlll. 
E você, tio Msreba que 
luz u criança JJorrlr, e ... e o 
que é mal belo que o or. 
rl10 de um crinça? Neste 
dia em que co1lle mu.ís uma 
Vor no jardlw de auo cxls­ 
ténch,, aós ebtemos oompur­ 
tllhando de bU" fellcldadu 
mas temos tumbem um llqu1: 
nbo de tristesu dentro de nós 
subes porque? Por que você 
vu.o ficando mala V!1lhlnbo e 
daqui mldB uns anos terem<t& 
que clama-l VOVÓ Mutoba. 
Mas Illlo ó por Isso que 
você vue esquecer de nós 
ué? 
Nós sabemos que ape­ 
Ear de estar rtcaa<lo velho 
nllo vae perder o seu ~splrl­ 
to de jovhlíd!1dll. 
TIO Matba, desejamos­ 
lbe muitos anos de vida e 
que 1ua lclu seja como 'um 
mar de roeu, ogllado peloe 
ondas da !eUcld,de. 
Eue e o a:eu desejo, e 
de todos qul presertes. 
Obrigado Tio lt.t.ebu, 
pela alegria que tem dado As 
erianças Belavisteases!! 
ROSELY 
fXPf filfHff 
Empresa Trihuna da f ronleirn 
IMPnrnsn - fULB!CIDllDf 
Dretona Proprietária 
Maria Estela V. Pcrc11• 
«JOfifffll• 
« lfilBUlln un_fHOIHflRAl) 
Redator-Chefe Ivaldo Pereira 
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Redação e Administração 
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Propagandas Indador Pro{uronal 
8,00 ;,cr cm de coluna 
Primeira página 13,00 or cm. 
Ulia psine 10,0g o m. 
O Joel nao se responsabil­ 
za pelo ccnetos cmltidos em 
colunas assinadas. 
-XX- 
Para sorrir movtmeota· 
mos 16 musoulos: Este Jor:nal é composto 
Pora fechar a cara-- 58 
aproximadamente. ' e imprsso n:lS Oficinas elo 
SORRIA SEMPRE (e «Correio do Sudoeste» 
que uoja por ec.,uomJa). A q u ; d a n n na M.

ANO n 
lviu tas 1as h ide 
ds diminutdo, wsmn, a dr­ 
/pt mar de continue: r0 4 ade ,, .. tr.úu,lt,, nu,; 'J'-• 
• , or1 • ·t•··l 11.u ••• , " • 
liutndo mto ,",, publicas, á nolte, Iaeitnpdo e 
rUtt• du e11ltnh•, o ;,r l rc t l da 
O 
 Ida da crlaças e- 
to Multpal de terioa que ',,,t is que finalmente +o 
coloca@é lulnarias sr4% ,''etiidas co a medds, 
e d . do a 	qun d/ío JJCL&>O pum or, Cll,,· j ~ (J..'- vdd1Htdr& u,Curl- 
D erzl recon
, lZl 
1 
' 	1,tit.~ quo ru11c1or,aru .i 1i
1
~11c_. o ~~
0ª d~ antes. 
que vem a er mullas 1àm4 
Vice·Literançd ena e la@ Rurnl 
próximo ao Jtllometro 50 da 
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.BENTO GONÇALVES» que 
l'rcrolturn mun1ou c111utru1r 
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l • 
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O Correio serpre no 
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O 1111111 carta 11 &i po6tu 1111 
correio ew Culubfl o 22 do 
Fev,mlro, só chegou f.'JUI em 
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geuc,a do GUIA POSTAL de 
a prse o número d cidnud' 
clestloátarla nos endereços, 
colPa Ião d!Ucil clll ooiaegulr 
l'!:eomo n,Y grandeg cidades, 
qusnt,, ruela para o uo do 
que moram O!l campanha. O 
caso do caria citada é tlplco. 
f 
1 
laia» a iaia ial 
..-+ 
Como 1ecoul.iecimento 
no seu trab!lll.io e dinnmis­ 
mo, o ScnoJor dnldonhn 
Derzl - Arnna de Mto 
Grosso - a.:aba de ser re­ 
conduzido ao pôsto de Vice 
Lider do Governo da Ci­ 
mara Alta do pals, pelo no• 
vo Lider, Stinador Pclrônio 
Portela. 
Assim, o Senhor Salda- 
nLa Dzzi passará mais dois 
nnos no exercício da Vice­ 
Lideranç:i goveinnmental do 
enzdo Federal e, especial­ 
rnrnle com a Incumbência 
de coordouar as Comissões 
Mistas co Coogresso Nucío­ 
::iul que foram couvocndos 
para exme de mté:las ur­ 
gentes encumlubadnc no Le­ 
gislatívo pelo Preslden te 
o sr u ologuJo Regionut 
de Com no Grnnde poderio bem 
estudar' um n,et~ d'I. /génctll 
1l'c11l too Correio ter, já :eve 
untrs, un, plant~o uue dot:Jln· 
gos pura tender as pesou 
que pecesitum de canuni+- 
Hovo Cinema ~ara Bela Vista 
Médici. 
O senador S1.ldanba 
Derzi, que jÍI vinha ocupan­ 
do a Vice-Liderança ao tem· 
po em que o senador Filin­ 
to Muller era o líder 'do 
Govero, foi reconduzir.lo 
no pô.;;to pdo senador Pe­ 
h ônie> Portelo, em face do 
recoubecimento dos seus 
éritos pessoais. 
lulurcuçüos !urueciuos 
por por0 que ;ncrecc !é, 
oào conlu do que está p>. ra 
+ser eletivuda organizçlo 
de umu Firma ie gabrto tes­ 
ta c!dnde peru u ex(,lorn· 
çúo de um cmrma com lo~os 
.s requ!sitos dos ruis mo@teV­ 
nos. O nome do emprtearlo 
Hca om sigllo, ptH!l ver se sal 
150 mil Crnzeims para Glóiit de ourados e SidroJândia 
Biblioteca Municipal 
No dia 9 do correole o 
Sr. Pretelto drn inicio à cm­ 
ponha do Livro para tl or­ 
gan!z~çllo da biblioteca dll 
cidade. 
Vamoe colaborar gente 
de Bel" Visl8, i;i:rque u que 
se dor agora em livros, ter~­ 
m08 no futuro em Jon,ntude 
CUIABA - Os munlclploa de 150 mll cruzc!roi destina- sentido, já foi assinado pob 
de Glória de Oourndc• • SI• dos n execução du o,ovlço, de 
drolàndln, rec:iberào cudu um inst,i!oç:io e o:nontegem de equl- Govercador José Frogdh e 
em forma d, auxilio. do Go- psmento de rede de ener- 
vemo Esladunl. a lmpo,tnnclo glo elélcico. Dec,et.o, neste publlcado no Diátlo OUcfal. 
)) 
çõeõ rápidas, pois nllo con­ 
cebs que uma cidade como 
Bla Vista !:que com urna 'He­ 
pert'çO.o !mp·,rtbale como •L· 
, fechada durunte 36 bot11d 
por semana, tendo pessoal di+. 
punivcl. 
m,·~m,. Os bels'l'lslensas ao­ 
cam «Jer.BJOEoA de novidade 
e ui ruutéuu ae aivereõe~ pú­ 
bilu:. 
Aguurdtmo• com entusias- 
mo esse ncont,cfmeato e en• 
viemoR no,sue !tlfclt~çüer. uo• 
cld11dn,, que teve ID o feliz/ J 
iclcl,tlvu, noE!Ío 11mlgo e bom 
belavistense. 
PLANO IACIOIAL E AI­ 
MEmnçno ESCOlnR 
Acolhendo exposlç1o de 
mõtlvo, do• Mini>lros da. eu­ 
de. ?lnnejaroento, Educeç-ã:>, 
Trabalho • F1zenda, o PreSI• 
dente Méd!ci o,slnou Decr•l
0 
Instituindo o ProgrlltnB No• 
clcmol de Alimeotsçllo e Nu­ 
riçar. TeIn como ol:jcti'l'o 
p:loclpai a m,lhori" das con­ 
dições d., ohmcnt.ç.lo e nutrl­ 
çib do povo brnsil.,iro . 
cullo e cstudloaa. 
os a:!ultM amantes da 
bou L<ituro, tambem saberão 
!requentar 11 bibllotec"' nos 
moc:entos dispoalvels, co• 
Ibe:ido novos conbeclmentoa. 
além das horus agradáveis 
juntos do amigo!. 
Jota Jota 
e o m u n i e a d o 
A Coletoria Eatadual d• 
Antonio João comunlcs aG~ 
contrlbulntc, da Pe:uãrlo qu• 
o pcozo para regu.larlz.açlí~ de 
inscrlçilo e entrego de Oecle· 
roç!lo de Po:uori1laa e Movl­ 
mcnlo Eccn&mlcc, é até o di4 
30 de &bril: oulro&a!m solldta 
entrega de tolõ<>s e nota• tfs­ 
caJs. 
Ant.onlo Joéo, 16 de abril de 
19i3. 
... 
Ferros, Chapas. Tubos. 'Tintas. Azulejos, Vidros. Conjuntos sanitários e Srames, SI. Pneus, Par»risas, Ferragem em geral 
.. Enq..:un o espera ser utendido nós lbe olcrececuus ,u11 cuf.'.-.cinho,. 
i.tendido por pessoal especialisado 
OUl.- LOPES DA LAGUNA-11AT OOROSSO 
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