Liberdade com Rcsponsabilidadt: 
Dola Vista tr. .-- 29/04 73 
• •• l'i ♦M.C:. !ili h.ii.!i(Jil.hiJJlAIMFtRW ~ ' ãu, .:wil&í .-- • 
Sui ~ecebe··á 130 Malhões 
Cap Grude, por Au 
lonío Joau Ilugo HoJrigUtt' 
do "Caricio 110 Estado·' - 
''O goveruu<lol' Jo~é .l!'l',,gollí 
tlevorá ulcançar te uma 
vtótiosa etapa e seu Ge­ 
vetno, nos próximos di, 
quando depende 11iuda do 
conflrmaç[10 dn da tu, no ,li 11 
do m-aio, na ci<ladu de 
Campo Grade, será nss1- 
nado um cotrato de fnnncia­ 
mento de 130 m1lllões de 
ct·uzdros comB.N.0.E. ulli­ 
mando nssim a providên­ 
cins pum a extensão da, 1c­ 
dos de transmissão e dstri­ 
buição á 46 munleipios - 
toros€uso dentro dos site­ 
uias Nc,1teu !:!ui do mnlo O:os 
so. A luformnç!10 é tio ,•u­ 
geuh+tro Kermum José Ma 
e:do, direlor-pesdente 
da Cl!}àAT. que transitou 
pelo act·<>porlo <Anlonfo João 
ruruo Ouuabra para 
ultímnat ente,adltnentos finai+ 
bre u concessão dos f.a­ 
clamentos. 
CONTRAT•J 
Dependendo 11111du do 
coní1rrnac;õe~, no prox1mo 
,lia 5 <le m11!o, em C11wpo 
drande, haverá o ato sole­ 
ne <lq 11sslnntur11 d<! contrn- 
Salve o Trabalhador Brasileiro 
Na rui.la k11ginqu11 curo! 
rechã, o vaqueiro é, talvez, 
o 1>rlrndro a dcep•1l11r p,ru 
as eua• nllvldades collJl•n•s. 
Logo em seguldu, é o Iuv.a­ 
dor que, de enxtt::18. th Clht1is 
parle {110'.U potu u luvoura. 
Numo estr•d• di8tllnte e 
ln!lolta, palra sobre o vo)ao· 
te de uma jamanta o motorls­ 
lo, talvez preocupado com a 
!ilhlnha que deixou adoentada. 
N•• grandeo cldodes, 
o Ju[a-lu[a de todos 
os dias: 
joven• em dlsparnda para n~o 
perder o Ontbua, o eeludonte 
com os olho• fixoR num volu• 
molio livro, hmto. resolver a 
taro!a proposh pelo mtSlre, 
o Pre>ldente da Naçn<, procu­ 
ra por todas •• formulus re­ 
solver os problem.s que nfdam 
o Bra;ll; um camlnh!lo apa• 
nhando lixo, . desln(etando e 
hli,:icnlzanfo o bslrro; num 
l!ospllal o médico transpira 
fria p&ra ~nlvar a vldo e.e urn 
do•nto; numa suln de nula o 
pr"feucr repelo com carmbo 
o excrolclo que alguns alunoJ 
niio enttnderom; o [err•lro bole 
8 serres gemem, as« chaminés 
das [abric .. ~vocuom um tulo 
de [umaço. o comeccloolo con• 
vence o frcguôz de que a 
:iua mercodorln. é n m1:1is ncc.s .. 
lvel; num canal de telrvisdo 
as corda8 vocnlícae do cantor 
Unem poru ulegror 08 coraçõe• 
tristes, o cientista ocoba de 
uo,cobclr mais um medicamen­ 
to; o tngonhelro troça a plan­ 
to de umn .con&trução; o n• 
c.rdoc obrnçon e perdoa em 
nome de Deus. 
Enlim, quer no campo, 
quer nn cido:le, to:los com o 
pensamento vgltado par. Deus 
buscam no trabalho a maior 
fonle do riqutzn e !tllcidade, 
a cons,quencla imediata de 
uma vida consclenle, que é 
sem dúvldn, a paz de t:splrl• 
to. 
Qu.iemos ltmbrsr que 
só o tnbalbo dlgnlli cn o ho­ 
mem. O~sde o lixeiro • o la­ 
vrcdor oté o méalco e o clcn• 
lata. Todos somos Iguale, por­ 
que dependemos um dos ou­ 
tros. O que seda de umo. ci· 
e.Jade ,e nao tlvuse o lixeiro? 
Onde cons,gulrlamo5 oa cere• 
ai, se n3o •:d,tl59e o lavradot? 
E nsslm, Irmanados num 
só penrnmenlo.' con,trulr um 
Bru,11 ccidn vez maior e melhor. 
Vamo, conlrlbulr com o par­ 
colli de que ulspomo,, pois do 
p•queno es[orço de cada um 
de pós, surge o sopro glgun­ 
c do progrc,so. 
Solve· Iº de Mio - Dio do 
TRABALHO 
1,, ilc !1nancíumento, deven­ 
do estar presente S ixci. 
o Governador Jo,ó .l!"ragrll1 
ll todos os pro[eitoa dos 
rnunielpios beu1•flci11<lo..; com 
a lmplunt.nc;ilo do JCiFL1,mf1 
tnergético c!o sul mtugros­ 
se+e. 
Com 1.'5les recur~os n 
GEMA T írá estender as lí­ 
nbs de transmissão n todos 
os munidpios da regiãosul, 
uClmdo nos slslemas de 
operação Cntapó. Navia, 
Eldorado Giór111 de
1 
Doura­ 
dos, rlítirnu do Su, ::Ofova 
.A nd1 adlna, Brn,il11nd1a, Ba­ 
tuguassú. l:'ontu Porã. An- 
Sr. Clovis Marce!ino de Oliveira 
A populacão Belavistense colicita do 
N_obre Atcaide as seguintes providencias: ['ali[jl?l 
l)Conservaçio das ruas que encontram-se intra:ustvei, 
2) Colaborar co111 o Ewpre~ário qi.;e cunott·uiiú ,, nr­ 
vo cinemn: 
3) Redo de energia elótric11; 
4) Obdecor a rfsc:. o sou •plano <lll L1aball.w•. 
[mpresàrios ~a :nmazônia Com Nava Dirnloria 
San Paulo - Em soleni­ 
dade n que compareceu olém 
de ollas autorldode, locais, a 
gronde molorla de todos os 
.eus ass'oole.dos lol elella 11 
nova l11relorlo d11 AE■oclaçao 
dos Empresé.rloe Agro-Pecuá­ 
rios da Amozonla, bem oomo 
o Conselho de Admlnlstra91!0, 
Na oportunldsde diversos 
congrcgudos Uzoram uo da 
palavra-destaonndo oR méri­ 
tos da ges1ao onterlor e lem­ 
bnnJo 11 novu diretoria dua 
obieUvoa que nortelam a pau. 
ta. dti e.llvldede daquela entl­ 
dude de closse. A dlrelcrla 
eleltu regerll 01 jeijtlnos da 
ssocição durante o próxmo 
biénio e estA assim constl­ 
tuids: presldenle - José Apa­ 
reoldu Ribeiro; vloe-preslc:en- 
cJetrif ª cação fie. is t pttn stt 
rntits alia ts tis 
mcrca s 
lonio Joiio, Aman,IJ.,1, S1- 
drolindla, Mar«caju, ta­ 
qm,, Jatdim, G111a Lc,pes. 
Bela Vista, Carco!, Jargua 
1í, Badeitante e Campa@. 
'Além dos recuroo~ pre,­ 
velentes do BNDE, CE­ 
MAT, traves do Governo 
<lo btado, farà ainda lu'eS• 
timento~ com recursos pró- 
prios ua otdem dt: 40 mi­ 
lhões de cruzeíros. 
te e dlrrt,,r gerei J,,ao Car. 
lus do Souz11 M2lrelles; dl• 
returo1< - CHrlos Alv,e Sel­ 
xu~, Jeremh1s Lunar:lelli Ne. 
to, Munoel Elpldlo Pereira de 
Qu,;lroz Filho e Ronnldo Ave­ 
lar AssumpçQo, enquunto o 
Conselho d~ Admlnisl,uçfio 
está usslm composto; predl- 
denle - José 
bello a 
Apurecldo RI· 
vlce-preBldtnl" - 
Cândido Flaryi, da Cruz. Jo­ 
Qo Curl<,s d" Souzu Melrelles, 
Jollo Lavar! do Vai, 
úorlb. e Pedro Frnn e o Pü,va. 
., 
De você depende a continuacão da 
·• 
Tribuna em nossa cidade COLABORE 
Mário 
Hlo - lcnl.iurw, lnrmll­ 
u" brtchlldtli p<,éa cubrnr 
preço, t.c,ru-. eh., quu ushvi,­ 
rem Impresus nu embalagem 
do remédio, so lado da lden- 
1,I,c1.1çllu d1, µrq:o 1.aclooaL 
A iforção é da Co­ 
mio Iutermintsletal de 
1-'ltÇo>', QUt! hú 1,,,tc d101 Ee 
reuniu Cvm íl :superllltl'nden­ 
ciu du sur-. AJ.l p,m, propor 
•JJCrf€lçu11t:it'Oto dot, HrvlçoH 
de Iscuitzuçlo do etor. 
Os in!rtores das deter 
mln•çlit,~ do CIP, que eept:­ 
llli..w a voutud., doij aulc.rida­ 
clcs ;;overnan.entu[s llg,d11s 
uo setor, serao c!ovldsmente 
punidos. 
ferréa 
Propõe 
30 Brasil 
Br&siho - O Paraguai 
teria proposto •e. Hrut! 11 conr­ 
truçao de tuna Unha !érrea 
entre u r,giiio de, Saltos de 
Gut>lrn (Rio Poraná, zona 11- 
mltrofr) " li Jocalrdhde 1• VIia 
Rica, & lí5 Qullometrc1 de 
•Assução, puoaodo por lt.Jpu. 
A me,m a ••rverla p&ra !ranJ• 
portar o clo:i~uLo porM a cor:.1- 
lrução d& ,uper-u&inu de ltelpu, 
cujo •hllvução •~rà lnlci ada 110 
que se pteve, quundo ocorrer 
u visito do predente Stroessner 
ao Bn,U. 
A nollclu procede de 
mdob vmculudtlt. "chaoce!crla. 
acrescentando que deverá e­ 
lar novamentte n~ capital do 
pais o r::la,fe do ceno:ionlal do 
govtrno PttúJ!u•lo, Conrado 
Pappolsrdo, paro tratar do, 
detalhes de protocolo e segu­ 
rençu du vl,lla pre,1denclaL O 
ltamsraly età escolhendo o 
lugar no át•do d, Golàs nn­ 
dé o pres1<1eni.: Slrot15ner se 
ded!cará a ptl!c&. Jogo •pÕ• 
conc1uJdos oH ales o!klaü ·de 
sua viagem estado-se que 
erà s ilha do Bnuna! onde 
há facilidades de ho,p'edogc.m 
e existac de peixes de cera 
qullo> .. 
CONCECIDNnHm CfüVflOlff 
• 
Vhdo até nossa loja, você vai ter toda liberdade para admirar os novos OPALAS 73 
m{onetas C10 que são capazes de fazer qualquer loucura pelo seu dono 
R,cebemos seu curro usado como sinal - Visite-nos 
sob a direção de Oraldo Flores Nogueira 
RUA MARECHAL MALET. 325 - FONE H'-1-3 
e as 
sem compromisso SOCIEDADE AUTO PASTORIL Etd., ngora 
ca.- 
AQUIDAUANA - MATO GRObSO 
Ji

l'HIBUNA 
O jornal 
II 
Mia1lli Ifo­ 
rnld'' nfln, ou qUg ;; even• 
luul vir.gom do presidento 
Nixon il ,mmlca do Sul 
incluirá certamente o Bra­ 
s1l país considerado prlnc­ 
pol liado dos EEUU no 
continente. Km Editorial 
lntitulndo " 11.ostraudo 110s 
Latíno11 o qu11 realmente 
nos prcocupn", o jornal 
iuform11 quu recentemente 
Bons hábit.os 
A MENTE n1o se fatiga 
nllm se ll>gvt!> com tonlti' lrc­ 
quOncla em virtude do dili­ 
gente ,mpiego e ccuroda estu­ 
do, como em razão de lgtrsr 
comldl pesadu em born1 lm­ 
próprlu• e d~ llescu,ua peru e/ 
u atensllo dcvidu às lei~ dll 
saítde. Horn■lrn•gulareH r,ura 
bS rdolQõe~ e pr,ro o RHno, 
m'nam as energius cerebrul. 
Diz o A. S. Puulo . qu,m qul­ 
Zet er bem ±sucedido no eti­ 
glr norruu lllevndo de µicdode, 
precisa ser temperen!e em tu 
do. Comer, bebor e vestir, 
tem uçl!.o <llr. t•i em no~uo 
progresso csplrltuo· 
saude é umu benção 
qul poucos avrcolJm. Multo• 
comem n todas os horu8, a 
dc,pelto das lulii de saClde. 
Entl!.o n mente fica obscureci, 
lln. Como p, drm os homens 
ser honrados e/ llumlo• divln11. 
quando so ne!gentes em 
sous hlt.bltuo, tão de-atento 
u luz que l)~us tem • dado 
com relação a eus 0l8a? 
A vljn é um eanto legado, 
quo unlcar:ioale Deus nos 
pode hLbiht ,r u cc-nservar e 
emprogur pera glórlu Suai 
Mas aquele que formou a 
maravilhosa estrutura do 
corpo tomará esp~dal cuida­ 
do em conservu-lo em ord~m 
coso ,,a homens nilo prece. 
dom em sentido oontrlt.rlo a 
Ele. 
A aaude, n vida e e 1,- 
llcldadu silo reRultodo dtl 
obdlênclu Cle l~ls llslcne que 
nos regem o orgenlamo. Se 
nossa vonlude o modo de' 
lvor se acbu em harir,onla 
com n vGDtode do Deus e 
com seus cminhos; e faze­ 
mos tl vontade do nosso 
crindor, Ele conservarà em 
boue condições o urgnnlema 
humano, o rP6t11urnrà as fn. 
ouldllaes murula mentele e 
lisiou,, a lhn ,te' que pas1n 
trnbulllar por melo do nós 
puru 8ua glórltt. Seu poder 
restaurnuor munl!eem-eo cone 
t11ntom,·nte em nosso carpo. 
Se coope,umos com Elu nee­ 
ta obra, ,., ú e felleidad, paz 
e utilidade silo os resultados 
certos. 
E O u V<·r ue toda pes­ 
soa, P"r •lll' r de E! meem11 
o 1,or umor dtl humuald11de 
lmtrul,.,e qu·11,to lls leia da 
via" e u l"lu•.• pr blnt cons­ 
clencloot1 d>d'.énclu. Todos 
JJIBCL11w !..· tliurlzu-~e com 
esse orguni-mo, o mais mn­ 
rsValhoso de todos que é o 
corpo bumono. Devem oom. 
preender as funções 3os vá.­ 
rlo• ótgiioR, e n depoodên­ 
da d, um para oom os ou­ 
ltoe quunto no silo functona­ 
ruento de todos. Cumpre-lhes 
estudur o lnflu~ncla do mente 
obre o corpo e deste. sobre 
aquel11, e as leis pelas quais 
sllº eles reglaoe. 
ELLEN o. wrun; 
Vai 
Remédios 
o prr1irhmle Nixon 1cve­ 
lou que o Departamento 
de Estudo o o Conello 
de S,,gurar.çn l'lal'ional, 
recomendam-no vlsitar 
u Ameiea Latfu. O "Mia­ 
JUÍ llc1 nld" 1nform11 qne, 
há indielo de que o presi­ 
denlt1 prclendo dosfazcr as 
íus11111nções de uegligcncin 
o visitar região, 
trazem saúde 
para 
O Br!lsll vai fobrlcnr o 
Dadas,um noo derlvado da 
•ullÓna, de grunàe ellcilclu 
1 
no tratumento dn bans,10la•e 
O produto já existe, uss sua 
f bricuço em escala no 
Pa.u torncU-Bb pnt l'd cem 
c.1 cs(or-ços ,io lusliluto Bu- 
1.:.ntil. e Isatuto do Anubt6- 
tleo do Recife, euyca 
es canse[urut; ove 
w a subolll.ndu. 
Fabricar 
Hanseníase 
O trabalho do pesquh,a 
!oi coordor.ado pelo bloquf. 
mldo Oswahlo Gonçslves de 
Llm•. consultur-geral du Cen­ 
tral de Mcdlcamentos _ Ce­ 
me, A preduco em larga 
C:.Ec-:i?, sc1 tl desenvolv!da nos 
icbeatóios 
I· r o e 
A J A . E l 
(Roberto Erasmo Carlos; 
Roberto Carlos 
De janelo o hor J,,,nh• 
A liberdade de um e+trta eu passo ver 
O m•u pen,aw,nto vr,a lln, ,m ••uh,; 
P'ra longr de cnd~ crLu 
Eu às vezes peno t cnde sss estrada 
Pode lever aluér. 
Tanta gente J se :rependeu 
E eu... Eu vou pcnsnr tll vou P•n>H 
Quenlll,i vez:e- tu pensei tatr d• cus 
Mas eu desisti 
Pois ~u ••I Jà lera 
t:u não terle o que tenllo agora aqui 
Meu pul me dá conselhos 
Minhu mne vive lolendo cem •abtr 
Que eu tenho meus problema, 
E que ás vezes só eu posso resolvwr 
Coisos da vida, 
Choque de opiniões 
Colrns de viria 
Cof,es de vldu (rt!rllo) 
Novamente eu pen,el Ir •mboro 
Viver a vida que cu quiser 
Caminhar no munJu eo!renlanclo 
Qualquer coisa que Vl•r 
Penso ondar sem rumo pelas ruas 
Pela noite sem pensor 
No que vou dizer em cos,1 
Nem sotlslaçllo o dor. (ref1ào) 
P,nsô due, vcu~ me convenço 
Que aqui é meu lugar 
Lá fora és V'7.t• chove 
E é quase certo que eu vou quHcr voltar 
A nollc ,empre é frio 
Quondo se tem um !,to com omor 
t: e>Fc •mor eu lenllo mas me esqueço às vezes 
De lhe dar valar. (ro!rAo) 
Tudo tem ••u tempo 
E umo vida Inteiro cu ftoho p'ra viver 
E nessa vida é necessário o geute procurar compreender 
Coisas que •borreccm muita vez s acontecem por mor 
E •••• amor cu tenho IDI esqutcido às vezea 
De lhe dar valor (Refr0)... 
Faça 
Cristão no 
o culto 
/ 
Lar 
Escolha ·um de!ermldadc di• no •em·ma e s,mpre li 
mesma hora, só ou n compunhta de pessoas de casa rus o 
queltnrn,ocompaohar do bon voo••·rte f·çn "-n p·• qp 
i } h ild, · 	·«s uiuu ace. ·rcce 
. mp es, um •• alncero, não penas pedirdo graça mies, prin­ 
cspalmente, luzes e frrço,, a fl:n di, bw:, ent,nder 
0 
cÜm rir 
a vontade do Senhor. Depois da p:ec.. leia ou peço 
8 
• • 
qu, _tela um pequeno trecào do ing-tho seis:eia } 1oz 
~o E•plrlllsmo ( •O Evi>ngclho segundo o Espirllhmo• de AJI 
}/r. eu ·Eucta+coes tv=rgeiiess>, d: áatoalo Latu si 
1 •Jlti, bem.sobre o,que lo!_lldo e procure .,,guir aqueles 
ensln~s, que são-os endoas de Je:us. Procure afeftsu >eu 
coreçao ao Evnng,lbo, bu<can lo exercitar-se ns prática d 
virtr±es «aeplitüesdss relo cristo. reuré ter ál [, 
um ler crisllio, no qu,I ,., ps ttlque e do aua erja lnaci· d 
amor • Deuo "· no pr6xlrno, tol corno os <sícsu Js."{'° 
cute ser úUI, procure ter a alegrio .:!e servir. • • r"• 
Faça tudo poro n:,;uter em ,eu e· em terno de si um 
nmbl<.nte de paz, !!e hormol'in, de bus vnn<sd1,, de paciencio, ac: 
compre,nsao dos problemo, " do• o,c,;,1ctades nlheilll de 
fraternidade, de caridade, de reslgnasço, de hu!ldads ±a3te 
de fc esclarecida. 	• ~ e 
s 
1-- Pelo Batamo oos 
Jcr,nrftlnu uo ,'llulsterio (li, 
Crleto morto e retouscltdo; 
Par lo, o bnttsrno constitui 
entrada e engajamento na 
igreja. A de bsttmn! no. 
malmente ser v/vida nua 
comunld:de, n<l senatldo mals 
amplo da pul1.1vra: fau;1'.la 
grupos d~ vlcfo PHóquie. Em 
1:speclnl, 11 CftODÇI preta 
de um melo de vtdn ou co­ 
n11.1nJda:ltJ para CfbiCer na fé 
do tlullemo. 
2 - Dei o nece,sld11da 
de se bntlzur na própria pu• 
róquia em outra paróquia se­ 
Ja exlgldu I llUlorl:i:nção por 
t'SOrfto do Vigário. 
3 • HuJa 8empro u 10,crlç/10 
feitn pelos pais, com 11 de­ 
vldu nntecedõno,n. Sem Jsl-0 
é quase Impostvel organtz 
Cuuvenlcntamente u celebra• 
ç!lo do bailamo. 
.t. f: lndlopuusovel a 
prepar~ç/ln dos pnfs ou dos 
respon,avc!S pela etluoaçlio 
crlstn do batizado. A exl- J 
gencle da preparaçflo não 
preclra ser necessariamente 
ll fcequencln a ourso11. O 
curso ser nelderado como 
um melo de despertar a 
conrclcncl11 do11 pais ll deve 
Inerir-se dentro de uma 
p11.stor11l.. geral que viu a 
evaogelizução da fomUJa ln• 
tolra. 
5 • Os pais deve ser Joceoti. 
vu~os escolher psdrJnbos 
realmente cristos e, quanto 
posslvd, u& p;óprla co:ounJ­ 
<lude. llcon9tl)ba-se UWll pre­ 
parnçll.o espaclbl para os 
p11drtnhcc que vlercm c<u lu­ 
ra. ullo é nec~sssrlo exfglr 
comprovantto de pre;,uaçao. 
6 • HuJ~ em cuda pnróquia 
dias e horarJoa fixos pura os 
balizados, coo!orme 1111 exJ­ 
gcnclus e • populaçao das pll• 
róqul .s. 
7 • A celebração do ba­ 
tíaa.o seja digna e com­ 
punhudu de comentarios 
twnclo,se multa Joportancl; 
a Leitura dn Palavr11. 
!í • P,;lo meno, algumas 
v1.:ze:;, O bullsmo seja ceie~ 
brtalo C'JID m&l.,r Eolenklada 
~ den,rn da cllebraçaa Euca­ 
ritices, sobre tudo na 'llgilla 
Po5cal. 
ll - QuLnlo &08 adullcB 
e Lcpre indispenssel uma 
preparaÇ!lo udeqca<!a, antes 
e e:e btizadcs para se 
fnstrir umu cvm11D11bde cr:is- 
11!. 
10. Tõd,s esle.s orltnl3-­ 
çCes são muls pastoris do 
que jurl1lcals e <lo,,.:m ser 
apI,cudo~ crac. ucrw uctentl­ 
du curldade pastornL 
t Frei Dnnlel Co­ 
ma..elu o !.m. ,a;,. 
BI-PO AUXlLIAR c!e 
~orilia - SP. 
Caros leitores. tis· cs 
orkotações. doa Blsp:s do 
B,, 4l respeito do B.tisno. 
FelfcJ:o t<idos cs pnrcquianos 
tle Glcrl:.l dt. D. urscos que 
!1:wrnm Ee.i curso ce ·.91.ti:­ 
:::o aglnrlo co::i uma cot:·scJeo­ 
cia tais respnsvei e c:isti 
Quem aiodn :i.Qo fez &L·u cur .. 
g«-+e aos Iteres d 
-.utr:z e ::ta Capela pero 
que unidos :jems uru co­ 
·uridde de testemunho de 
Urito reusituds. 
r 
O CM,·- 
-

TJlll3UNA. DA I'ílOH'l'r'.lfli 
CACEX ia o preço 
anco do Dr sii S / 
ateu te iilt» (tinu 
da 
COMUNICADO ilÚMERO 410 
, A CAnTElflA Dt; CO, 
MERCIO l:XTEIHO!l DO 
BANCO DO BR/BIL S/A, 
tendo em vita decifo do 
Conselho Moneli'lrlo o que 
r• refere a resoluçfio nº 248, 
ele 20-2-73, do Banco Centro( 
do Brasil, e a dellb,roç~o do 
Conielho Noclonol de Comer, 
cio Exterior, comunica que 
e exportação de HOjo em grilo, 
larelo,e torta llcor6 suj~ltll o 
venda prévia dos referidos 
produtos a CACEx, sob o pa. 
gamento a visto, na proporção 
de 1 lume) tonelada ·paro:ca, 
da 3 (Ires) tonelada, exporia• 
das, nas bases s seguir idl­ 
cado,: 
a) SOJA EM GRAO -Cr$45.00 
(quarenta e cinco cruz.troe) 
o soco de 60 ( .. ,,enh) quilos, 
novo ou de primeiro, uso. 
FARELO OU TORTA DE 
SOJA - CrS 800,00 (oitocen­ 
tos cruzeiros), por lontlada, 
sendo obrigatória o embola­ 
gem usual do mercado Interno 
udmlllodo-•e na evenluolldodo 
de tralor-,e de forelo peleUta• 
do, a entrego o gronel. 
2. Serllo con•ideradoe ali 
seguintes alternotlvas: 
a) - Exportaçno de sojo 
em grno, contra n entrega de 
soja em grilo ou seu e.qulva­ 
lenle e:n farelo ou torta, 
b)- Exportoção de fare­ 
lo ou torto contra a entrego 
de iarelo ou to,ta· 
3. As trcnaações com a 
CAGEX obedecerilo 011 oon1i- 
Soja 
Relaço de Pessoss Que 
Contrlbulram: • 
Dr. Pedro José Polmlerl 
CrS 100,00 
Dr. Rubens do Castro 
Pinto C,S 100,00 
Luiz Fernando Nunes Ron• 
:ion CtS 100,00 
Panlllcadora Central CrS 
100,00 
Cosa Progresso CrS 100,00 
Caso 'l res lrmllos Or$ 
200,00 . 
Afonso Nunes Leite Cr$ 
100,00 
Contundo com a colabora- 
BELA VISTA 
çõ,s c,t11b, lec11Jns no r.ontrato 
de compro o vencla, cujo mo­ 
delo se encontra disposlção 
do, inlne;,ndos netl Ag0ncl6s 
tfo Grupo CACEX, e será fir­ 
mado quando do eml.11!0 da 
l!xportaçilo. 
4. No prtiodo de 30 dlos 
o contar du dotn da publlce­ 
çõo de,t~ Comunicado, serA 
perritldo, em carter exotp· 
clonai, que a• empresas que 
lndusttlallzam ,ojo proctuem 
venda• direto,, observando o 
preço eatabel ecldo neste Co­ 
munlcodo, ao8 coniuidores 
filiados oo Slndlrato dr lndus, 
Iria! de Roçõet e Organlza­ 
o dss Cooper111lvas do E,tado 
de Suo Paulo (OCESP), até o 
limil~ globnl ~e 40.000 tonela­ 
das poro o primeira e 10.000 
toneladas para segunda, cuju 
notas fhcals, devidamente 
outeoticadu1 pelo• citadas ,n• 
tidades de classe, coostllulr-••· 
no em comprovante, da venda 
no merca1o Interno para oe 
efeitos do exportnçllo. 
5. Poro mnlore, esclare­ 
cimentos •obre n opllcaçllo do 
presente Comunicado 01 lnle­ 
res,ollos deverão procurar 
qualquer llas Agencias do Gru­ 
do CACEX. 
Rio de Janeiro (GB), !!9 de 
março de 1!173. 
e) Fernando de Souza Oliveira 
Diretor $ubatltulo 
a) Edm" Vo,gao de Oliveira 
Chefe :lo D,porlomcnto Geral 
de Exportoçilo - substituto. 
BIBLIOTECn PÜBUCn DE BELa VISTA 
ção de lado~. espero-se ctu• B. 
Visto tenha o •uo Biblioteca 
Públko, para "li salie!oçno doe 
esludnnttd, e estudiosos em ge­ 
ral. /' Secrcterlo de B:iucaçllo 
Municipal aceitou o deea!lo do 
povo belevletense' veja o que 
VOCE pode lazer. 
•EDUQUE UMA CRIANÇA 
NO PRESENTE, PARA NAO 
TER DE CASTIGAR UM A· 
DULTO NO FUTURO• 
(Mensagem do grupo en­ 
carregado de orcanlzar a Bibli­ 
oteca Publica.) 
Dr. GIL Marcos 
Advogudo 
aut 
Rua PIlade Hbois 428 
Dr. Pedro Guilherme 
Advogado 
Jardim 
Lon lo 
Avenida Duque de Ca><lu, õ!lt 
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« Revista do Sudoesfe » 
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li tistniir f2.1. li­ 
vms a Escolas de to grau 
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p · em geral- Livros em branco • 1 ivros escolares Cadernos 
r.:~:~ss e artigos pura presentes em geral. Boutiqut: - Perfumariu 
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• seção de Secos e molhados 
Me as MK. e tai@ia fias±i ti- 
Acruardem para breve a nova Casa de Peças, assessórios 
para° qualquer vei~ulo ao lado da casa de moveis Progresso 
Bl'.:LA VISTA 	MATO GROSSO 
Cuiabã - Com o cbejetuvo 
de auxiliar zcs alunos cujos peis 
tão destituidos de recursos linen 
ceires a Secretaria de Educs;ão 
e Cultora do E,tado di,tnbul,.; 
no deco.rer deste ano, atrsvés 
de con.,ênio com o Mini:-têrio da 
Educoçõo e Cultu,4 com o 
Instituto Nacional do l.iv,o, 
un, tolo! de 1:12 m,1 e 500 livros 
a escolas de primeiro grau bene­ 
ílc,•ndo 33 r:,un,ciploa matog,os­ 
en:e+ J92 -tabelecimentes e 59 
mil e 17 lunos. A iforcão 
fci pe:tudo pela Dvi±ão de Pro­ 
sremis Epecbis Szção do 
!.,,co D•dõt,c:,. do SEC. 
JA INIClOU 
me.ara a M sr a ueba' ta 
e»ns pusas um o Bu­ 
falo da Iota N a «alua em 
lactas4o om o programa, 
t,a srtu 4 Campo Gde uma 
rcla de lvros quer sra de­ 
tvtbds « «relas dar«sao Sal 
do Etadc o tempo ·m que a 
Jsti.barco era tem!em i4o 
na região Norte Na dstubuçà 
colbrsram com a retara de 
Educas as Delega»s, Ralo· 
nas de l::r,,mo , •• Pr<Íl't!uh! 
Mun,c,pal,. Os tolo• d,d.it,cor 
são de Lingugem e Metam#tia 
e benhiciaro também i biblio 
teces e prolssortes «ses atravt 
do Mal do Professor 
O Banco do Livro de cad ' 
e,tab,1,cimcnto r1col,, t lncum• 
bido dr ,mp,tatar oi to!Ot ,,,, 
alunos por todo llno lttivo, <-Om 
a condição dr devolve-lo no fi. 
nal do ano, 
Decreto defenderá 
inleresse úas 
O DECRETO 
Jomalislas 
A in:eg,• do decnto e o S<• 
guinte: Ar. 1o É abdgal6nua a 
presentação por parte dos que 
servem ou venham a servir órgãos 
d• admlni,tr•ç.io direta e Jndirc• 
ta do munloplo, no desempenho 
de ••lvrdadcs p,ôpriu da p,of,s­ 
siio d, jornalista qualquer que 
seja a ncturezo da retrlbuiçAo, de 
proV• do competr'nt:c registro pro• 
Íiu!on,J no MiniatirlO do r raba­ 
lho e Providtncla SocJal. 
Porógrafo Único - A ino­ 
bservincia da exigência constan­ 
te: dutc artigo ímplic.ard na imc ... 
diata ccs5<Jçõo du •tiVldad,s do 
halteso e consequene suspensão 
do pagoment:, da retribulç~o te· 
rcspccti-ta. 
Artigo 2• Compele ao Ór• 
são Central de Pesal, da Se­ 
cret,iri,. d, Admini•tuçio vtlu 
pelo cumprimento do dispo±to no 
ertigo anterior, pera o qual ado­ 
Iarà as previdências que julgar 
ncc.rudrio. 
Artigo J - P,,. o, qur 
já servem aos órgics indicados no 
Ar. 1.o +xigéncia ali prevista 
deve ir seti:feita no prazo de 
tio (sessenta) dias, e contar da 
vigencia deste Decreta. 
Mililar: Uniâo 
DeseuY11Yi uto 
FORTALEZA - Com o 
obejrtivo d, dcf,ndtr 01 lntc,es-- 
ses dos jornalistas, o prefeito Vi­ 
cente Cavalcante filho, dutc mu• 
nic'pio, vem de publicar decreto 
que vela o durmpenho dt ativl• 
dadu e,pecllieu duu cl•ue, 
nos órgão de administração di­ 
teta e Indireta, por quem nio e 
encontre legalmente habilitado. / 
O d,creto do chefe do fxccu- 1 
lvo foi el,borado rm estrita e 
cancordança com o Decreto-Lei 
feder•I n° 972, de 17 de outubro e 
de 1969 que exige, como condl- 
çõo cn,nciol par• o uuclclc, da 
profiu.lo de jorn•llsto, o prtvlo 
regut:o do lnte:re-uado Do ótgio 
reglonol eompttente do Ministé· 
rio do Trasblho é Prrvldtncia So• 
eis!.

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I 
Felicidaae 
(Colaboração L Y ... ) 
Ser fofo; l!'rnPo lu,·a- 
mcu ... ('nrln . 
Ambição de teda+, 1u» 
mundo <prn Cot u•, 
da ente que vul e vem. 
P,•ssoas r,obrcs ... pcs­ 
soau ríc,,tt . . . 
To,ba cum um ,ó 1:11- 
soio:- SER FELIZ. 
Fdrci<lado núo é diheí­ 
ro, não 6 conforto, não é la­ 
xo. 
Feliridndc ó nuJ,,r du 
pés desclços, 
pela prnia destlrla; senliuclo o 
nvento 
despentear-no$ o cnl>elo. 
E ouvír o chib·c10 do 
pnssnro cantor 
nus m,.nhã~ .,zufs de 
ptimn_vern. 
E ver os jardins eui- 
dndob 
ns 1osas orrlhudss 
É ouvir o fr:o dns eri­ 
ançns 
n brincarem de o&is, 
É o choro do recéu­ 
uasoldo, 
sua primoirn nti,ud,• ,,a- 6 
1,, o m1111do. 
l<', lir!daJ1< 6 ver u chu- 
V,1 <',Ili', 
o li•lllpo,,,I an11z1Hlvr, 
é o are .. 11:s smglr ,le­ 
pls de tudo. 
É o lnar, as lSlrclas, 
é senti:r a precuça de 
Deus. 
nJs horns Jc tecllo e 
Huliclúo. 
E cGmtemplat uwu flor 
am111chnha 
que 11:1sctl nos cnnq.,,s. 
E ouvh o cri cri do~ gr1• 
ó o canto elas cigarraf1 
na~ noítc< quentes- 
E s, nltr o corter d11 viela 
por entre as casas mut­ 
chut111, dll sol. 
Ft l1cidadu ... 'é' estur 
contigo. 
É sonhar 
1!:nfüu ... 
Conceito àe homens célenres 
RUI 81RBOSA • 1840 1923 
",mo a mocid•dc na ple­ 
nitude d, suo purua como o llr· 
m,mcnto na 'Pl•nltude de ,cu 
axul. Utzcm que o •lcnlen,~ 
só e cor,cmple na idade madura. 
O ,er moo valia por uma Casa 
cheia de ouro: não se trocaria 
por todai as riquctn uiáticas. 
Cingida • fronte de loucos frut•s· 
cr:ntu o n,anct:bc er de si mrs 
mo todo uma glóri•• Rcspeit•••· 
se usa fnllore.5,ct.ncia; nio se 
ptrmitla que um Infeliz nublou• • 
al(g1c juvcntudt- E é com cu6 
mocldad,, entu,1liti:• e: enl,ltl• 
çado, é com use botolhüo sogra· 
do, que Pêrlclo criou • suo A· 
t<nas, expansão megifics_do p0- 
der. vontade- e modlrac;•o • 
BYRON (Jorge G.,don, 
Lord) - 17tl9 182-1. 
•• A pobrtx4 e um ioÍtlmtn­ 
to mas é talv•Z melhor ptch:11-lt-1 
ás eburdss_distracôe:, tão des­ 
ptd.a de C::>raç3o e ~;:-ot:>. e que 
d4o prdutndt1. ..,,. pu1cas do~ 
classes chamadas superiores. Sinto 
m< f<lix per ter-me hb:rt•do, e 
~stou ruolvldo a mt mantfr of,~ .. 
todo dclu todo o reto da mi- 
nha vida''. • 
Bedhov.•n (luclwin Vno) l7i0 1627 
''Nio'dlrcl nsd4 du, n'-oos 
1obc1t1nos. Prdiro o reino do ,u .. 
teledo, mels elevado que qual 
qucr mon@1qult de:rlcal ou ucu­ 
culjt ... No auc rn:: d,z: rcspr:1to, 
9,ac;u aos céus. meu ,c1no é no 
ar. Como o vento sopro., 1,01. .s 
mó'co, e assim oa dentro da 
minbs lms' 
é aulm soo a mluco. 
ClCERO (M•rco Tüllo) 
Scc- 100 A.C. 
··au.,,odo a fo,lun-, nos a­ 
emparhs,e tudo ccre à nc:sa 
vontade, rio devemo mctrr so­ 
b:-,OiA, oborecimcnto ~ errogc!ln• 
cirt. Ê r:uovtt dt ciphito m.:,qu[· 
nho, d -:xar•sc du-ebat1:r na Ílll 
e.da:e, zu abeter na msérie. A 
lguold,d, do .inimo cm tedo o 
d-!curso d4 vld~. c:'I roc,ma fislc­ 
nmle, zxterlcr, dão sempe cxcc 
J.,ol.:: nspzc:to de- cxcdc:nl~ ct .. 
dtt!r''. 
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z.a pelo, conc:-c,tos cmttldo~ em 
colunas as.s1n4du. 
Dr. estou quhi den:11:ntc 
mu volto pdra Ialer ao senhor 
que tenho lutado pera fazer con 
que o meu marido p,Hc m.11s 
c,ua. Ê. uma t,ntczo a gent.: f,,.. 
car só com a, c,i4nÇes no lub. 
' de todo dia sem : o •mmo do 
marido que bem podia ajudar 
d. grntc ~nqudnto faço o .::Jevcr 
de c..a,a e a c:omid4 parct dar a 
dcs. Nõo tem geito o homem 
só quer rua e ,..ada mai:. Jgnc-­ 
ro o que cJc Lcn ÍaZ<ndo; ccr· 
temente alg:Jm.a fuz~uc.a nu ca~a. 
dcuas duavugcnhddu: ou cnJ~ 
é alguma cua. de jogo que csti; 
atraindo o arrastando o meu querl- 
E,te Jo1na.l é composto 
e icipr(?;So nas Ot:cinns do 
«Correio do Sudoeste» 
,:,. q u: da u n na llt. 
Papa pede os jovenz .. 1 úc,~trn:.:;:.:.o ,•m Chípre:. 
qtw se iu•1Mnn u,1 Ctt to. fJl1 lo )J11lbr-r no JLo 
•ALr .. m os 1,lh<. •, 1,,1 u o O ... ri, cio S,d J lim de: 
Pontifce, num sermão d+ 15 insta! r o In ta o do E'nu­ 
Iiuto« na Bastlc do S, dos Político P o A- 
Pt>«lro... 	gt~ ... 
ltunn não prejudirá Extrent t!, d 11, ··~ 
vgentla, disso o Ps tento podem lar Chle à benta 
da E!trob às Eugeueiro de ua guerra civil. 
lll:1110 Br1111g.. . .Fr,111,:,, n,iu ntil1z,1i :.r• 
Em Curitiba- Jornnda ms atomucas n A:etica 
clt, C1r111g1u ,, Tr~ua,ltolo- L•1tin1 •.• 
grr. Bncv-:IL,x,1 -F,,c, ,1 uo V.,u TL.eu ee ldo pdo 
po1lodo cl~ G " 9 d.- Julho, Pap:l ••• 
na F.,cul:bcle de Odontolu• Novos rquesttos ta 
gin da Uivetidde do Pa. Argentina . 
r,má.. . 	~,m ~rt1:,:o ele: p1l11Jtlra 
Anthony dn Cruz, e- pág o Jrual argentino 
rente d" Kod·1k (frlr:d ,,1:,:,rn- . •EI Crunbla• críl c:a proccl!i­ 
linn) foi llbc:ta lo p~a ><·U~ 1.,cnto br:.,1ie110 •.• 
bhJU1•,1ruclorcs 1q,ó, o p,,. Iu~~l Ít;Va,lru o Lib,1110 
g11meuto :!e Um llllliiw e UL!ou 40 p lc"Liu , ••• 
de D0J,1res • .. Bowb s cu A gripe Fog• matou 
a 
... e dtZIJ o r l610fo: 
Í(çti o que eu fço, mas 
não ía;s o que digo ou 
ucrcvo. 
A~i'e,tão os v:r.!,dc, l::e,1· 
cas para a conduta do cara que 
nõo qu,r errar r• vida. Cad> 
um com o nu precrll'J. com a 
sua ideologia, crença e man!~s 
••m omitir oquilo qur <sti dito 
11c1mo. porque do contra.rio utl 
rodo do. 
Como disse. dt. vt:r. pa~Dad.,, 
D. Jo,cf• m•ndou-me uma cor• 
ta contando da crttin,ct do 
marido, o nu quc:rido Oultirlo 
que d.u poro fugir a noite ,d• 
casa. Leiam a cttta: 
Vão do Estrda, 15 de 
Março de 1973 
• limo. Dr. Clr,no 
B,la Vista. 
em Got 111 1 fl m:nlher urnf 1 
v,l .. a t!,, B,., 1 D. Uune- 
gtl:1.u .. IÍ.l 1,(1' :- 1110 
b.11·,n I cf l!iD 
. 
1110 
1<• c l , .. , 1r,a·or ~xr,0I- 
1 .. dor , , m.,,, 1 u 1 1nra o. 
Et.UU ... C,.d .:·Jlil d •uuu­ 
c,a ti, Prnf. lu:z 1'01,0 tl.1 
'oms&o Peru:buc toa de 
Comba1,, av.• l'· ,t:01r6picos. 
r'l'11bu1. , J.. .l< 1 onli,Íl'l 
, Jtgc1 á e111 Maio ;i b.,lavis• 
lense que coneo:ter ao tl­ 
tlo te Mss Imprensa ls- 
tadua l• ua c!d ,de d,, Aqui­ 
d~u .• n I por t:CJ>iao elo ' 
Íl •!..),I ., .•. 
(onsuitas e espo5tas 
d.:> Ouil8do j):.rct a pe:,d,:;!, pJ,s .. ntnbum,, 1:c,u,a:Jre su,1 tiobre o 
• se .s «os@is «. %%%%%2 "2R 
gora D, quero que: o S, essa prorr quai juramento 
ensine li' mm o quie dcv-.1 i..iz., .,i ... rqi..:i: pó !t; n:L! 1..1..@._;r.,1.:..i1.:t.cr mul­ 
paca el~ íJcjr em caso, como 0 to ,;e os eale:.:;H du mtCllc:r:a de•• 
e: 	cobrirem e pretnderem levar o ca· 
.... r. p,c:n:t. u r.a iuo Cdrtó ..:,zen- so d Ju!t:ç,:i por l'U ular pre:.ea.· 
do o szu ccmpontamzn!o. Não dendo rzedic r. O que o4o é da 
Valeu nado comida bóe, cari- mtnba prt.füs,Do. poh1 i--ou DfJCD!i.d 
e· ·t·+ si6»s «« E21.%1..31. 3%% 
s. nh~, m,ndou Íc,z:flr rnultcu vou 7 JiiAo v..wi du.t.cr Doit!tJ u.ci e.o• 
apenes nas tisadas cretinas mutres ? 
dele e qu.>ndo chega a noit1- l::.ntão lá vhi II rf:et1~: tlst .. 
nfp ~~ voi. m.: la,gando ecs !%."suco Qun •• ro prr 
cr,M,ç ,; Pr.:cl1 > que de trid1· v. Jo!'Ot·Ja, é s:mp!e.a. A &eJlho· 
rc·. • O:. e:~~ hcmcm ~m190 da l"""ol compra !tl no fl,tu liJb C:o um pa' 
cuLI e d~ ÍdmiLa. 	coLLab:1 de lubA ruJmoso, daqueJes 
tas «« «» ·a·.• E%.:,1:.%".% 
rtspost., dcs!a cem o trmé:d10 ne ttua.s cam.adre.1 porque ad'tnbo 
p,cm..tido. 	ól3 coneequ1;.acb&. E.ntn.o. a stllbora 
suA oro coma .%%:Z32.: 
AMIGA Josrfa Stud,nt<, go, uJ!o precisa mu,lo no começo. 
tua• D . .loStlU... dh.i 6J mfc.ho.11 rr 
comend!lçôe::s &obre .:s comadre.•. 
c!.a5 podt"r:lo criar prob!t-mu p~rn 
mim, que estou sendo boru,iabo p:a• 
ra a :,eobor:1.Abl Dorn.Ja--efK. qua.n 
do c_bc:;;u a bo:a do Ja.ohr 
ou uma. ou dua:; b::.ru.• da habitual 
Ba.hl!U do oeu qu~rtdo (Ju..ter.to pa, 
ra. a rua. a b.Ljj,,llor.a úç.a um ca1· 
dinho ralo e zostosc com &ma bõa 
dos.u. de b4.! dmlt.l'go no lu.;iar do 
sal comum. No pruneiro dis, ele 
"'Ul Ee upc:-L r e n.rr-nJn.r pela rua 
1.ue:s.mo. ma.. L.Unhom Jro pe;:ua.r 
que a!i;um moI novo (nlé.m dn, 
mulheres e jogo) quer lhe acora 
ter e voil.r.a cedo ;.,....nt, a c.:;:a. 
dc.s.con!Ulâo com a molcsU11 que 
ap4l'C'CC.ll de i.ub1to. 
No d.a esuite, lazende 
quclxn di) dOr d! barriga. n!l, h:ta 
s mesa borus Ja.'I uHJ..ab:tu a. 
Je:thom :lp:ja:-.ae--Ih~ o i;.-nl a..:::nr" 
:;o ncv:s.:nerne e nli!"L!ll p:,r dfa:,t,e 
porque ele quando eatir pa rua 
oa prcnll!ld~s d.... e.frito volto.r.l 
• Ru;>lsta.-. Dono Jo,.da, 
ttm hcmtns rcnitcnt.:s cm ccm,­ 
tcrcm folho, ~ Í•lh•s gravls,lr,,a. 
com0 rs4$ que a tenhcra epcn­ 
ta. quars .. :(}.un A 'nscrt:ic1:­ 
com mulheres mundanas e o jc­ 
go, Leis c3netcs da soc,ed~de. 
E:·1 v e.ias são na m"liOr Pi!llli! 
d,.u V.!Zc,. os rcsponJdvtu por se• 
par<lçó::s de c.a.u1s fclr:t<s ~ g..::­ 
rem de:graças aos pequeninos 
:rrs que não tem culpa do 
ptccea1m'.!nt0 1neou,tJ d::a :.&;u;. 
gcnhC,es. 
D Jos•fa. áesde que ,he 
cscrtvi que volt;!lu:..' e!: .r.unhb 
prfst-r:çl!!. t'r4 para solucioner 
m«mo o ceio da seu merida, 
tão fujão quanta insensível nos 
ccmprcrniHOJ do 14r Stmples­ 
m~nte quc:c, uma promc.esa dd. 
i,cnho.m:: ru'.io e.n-;-lnar e 11cm !alar 
C-omércio e RepresgíllatÕ?S ASCENÇÃO r, TOA. 
Agua Salus- Agora em Mato Grosso - a agua suudo 
pura-Saudavel 
ílHn CU. QUITO - 205 CBMPO 6R!HDE Mam HOSSO

ANO 11 Bela Vista, 28-04-73 No. 57 
cu 
O t>robkm~ d11 mnlurtdude do 
vo lntcrrl'1Htr de peito aoY rupc.,n .. 
vels pela Educo Integrnl dos 
Homens. preocupiço constante 
rxlste oo lour.o dt· nos .. t..i;: p,1p:lou.!: 
o do 111011trur o& contllloa e orwen• 
tow 110 Intimo tJo Homem nrccullriu 
e obriuntórJl9 purn o ,imlldurcoltncn. 
to pslco!Oi.:lco o fa:tl
1r com que o Lol 
tor conhçça u estrutura de uma per• 
1ont1.lldudo'' o o, fôrt111 JnlPrn11s 
que condlclonmn A cncrcln Interior 
quo devo tronsbordru p1lt11 o exte- ... 
rlor. A mnturldndo conduz uo Ho. 
mem livre, livre de sentimentos ne­ 
ru-,to&, como o odlo e rancor, e, 
umn pc .. boa comum necessslta do 
nuto-upcrfolconmeato, o Joro:Jl!sln 
tum n ncccs,ldo.du d11 "'maturidade 
mental" para discernir o quo é cer 
10 (dentro do~ p•drõea Jbrnallsll 
coa) e o que óerrrado. 
No Jornal no 5, em defesa 
do Sr. ,louqulm Jo•~ Fu-relru Souto 
(Jota Joia) de moa .Kola ,',ero oo Ve· 
rcndur Gluucy l'IOres.. A replica do 
nobro F.dll lol ""'" dcmon•lraçOo 
da vcrMtllidadc do FU'.1 lnlell~Cocl11 
Gll1h1mot:1 d::u, rct1pO!UlH do CloucJ". 
nWo gostamos tltts '"frases tclt.o1.' 
quo uaou ;>ara Uulurp.u o srnU-,to do 
Artigo "Jogo do Blelo", Se, o como 
a ordude, tivesse u llentlr uma 
aó looc-, cu ~derla a.h.lla udmtllr n 
repila do «bom migo» Giaucy, 
pols bru.Urin considerar certo o cun· 
trArlo. mu11 ht. cem mil mun'-'irns de 
exprimir o ft:'~lhO d11 'crdode, no 
compo da Mcnlra u.lo cowporla 
llmllc•. O nrll.f"º Jogo do Bicho, do 
companheiro oto Jota, cornprl.en­ 
dom Ltllore•. Não CrlUcou o Joio 
No Pornaunl E Slm No llr,1111. Crc­ 
tlcou ns bane.tu o os Cumbltttas que 
tmpcrom llvrcw. em nos,a':i runs, e 
aora o problem é do Delegado 
quo deve t.ci,mar QS pr'O'Jd~nchu,. o 
Jornal Indicou o 1m110 1 ! 1 
Jogo do !;icho: AtHtunto hnctt• 
rttd• clI1 N05.SJ8 Pó.glctH. e.Por En.. 
quanto. 
Com N!tipelto n Neto uro 
tqoo lol 11ullo) dlldn oo l'relcllo 
nomc3do. Sr· Cló'l:s Mlll'Crllno de 
OUvclra. rcnUrmo a acusação, faço 
como Zolá «acuso o Homem quo 
[az du Pollllc.u umn formo de b'Tan· 
1-,,ldo Pcre,ra 
ro fJIJ·  lt,,I ndtJ"l!i.,-; 
Cidades pai szram Sana 
trt11I, ,:0110 cdl' 
X-X 
Denhti o, 1ut:í1Ucros 
que vi,-1;.rn 11• ~t.H('Jcl: ri,,n- 
1r, Fit:ma, Ritoca We!­ 
lingtou, Augeb, Cll-•tlanc u 
Lel. 
X-X 
d<'Zii pr:r1so,tl. o l'rctclto rle Delo quando et em jo;;o o fu1uro d,. 
Vhlo, npola Jorn.1• do oulrll• CI· llell Vf,ta. bfm Glnucy, luluru  o­ 
d111k•1; (•Cvlill"iJIUTiJÇ01-"~, í'c ••. ) ê e<' nu Radio e cu no Jotn~I. •-:,t, t,. 
não pola o nosso doral. o" com os erros Grttcos, esta. 
A 111),u s111J~o Claucy, nfio 6 mo• (ormaado OPINIÔE:>. A Con,u­ 
uor d,uh•·lru ,,polu nm1go Olauc)', ~ nlcoçfio •ó ltlD ,·alor, qunodo nmb;a 
Prestipiar. Prestigur o Qrgo que as partes etão em relação o com­ 
utuntmonlo <les,nrnlve ur.rn lnír•- parlllhum do mrsmo problema, pro­ 
lltlrutura snrormotlvu, tiue r11percu· ~urnndo cuda um não ,ó a 1ol11çlo 
1lrli no 1u111rp, boje Jé ano colhldos >eolio o pleno •lgnlflcado du •eu 
os lruto"· do aeu I rucrama e futura· próprio problema. Só enl~o II meu 
rut·nte outroa. 	ver, pode a .. comunJcaç:lo,. bUrUr 
o Joroul criou umu Men- efeito. A comuolcuçOo envctvo res• 
talidade de loformoçllo (oio ndlon. ponsobllldodes. Não 6 urna oçfio 
tn 
O 1rnrrl•o, JJOl"l cooheço o que le- uollateru.1, deve havtr umii compre· 
'IIH n' ntmaJ . Glucy, repito: o Jur eosAo <lo!> pa1uvro,, brm como o 
onl é Vencedor, vecce 111,avéB da &lgnWcndo d"8 •enlecça,. Con>U· 
Ul da resolução u da Pcr•oveuoça. nicar GloUC', exige re1pcllo o um 
Nlio vumo!i crl .. r Poh'mlcas, 11 res· pouco tle bom acneo . Vocf!. l!i.ge. 
polto de utn tuto consumado. riu quo necessito dr "or,cnt~ç.10 
,coito ª" c1 h.tct19 Coastrutiv&.!!t mais sábia'•. Não creio. O meu rnt~• 
na cnttciHI dC'Nlruti•a~ titrYf'nt como ln,, o Amigo nAo ~ alrnplcs ho-­ 
estipulo pars moldar as Mentaltda- ruem: é Deu,, Gl . .ucy. j:; do Gran­ 
des. Ttubo umn Virtude que pode. de .rqullcto de Ualverao da Luz, 
,ur defeito. ou incero, voe &abe que recebo as Jn.,plraeões ~ crrfa 
rcconht cu o tem provas disto. Nllo procuro coordcnnr minha Mente 
olvido o debate o D ló.logo para trans pon poder captar a-!I mcoi.ag~n,. 
{ormur t, dt:balc- rw l•'ôrç~ de otua· Nem aomprc entendemos a lingus' 
çto om pról du Belo Vlsw. A Bbli. em Divina. E colsu da malérlo. 
olcca Publlcn ''31 funcionar, rueoq... Assim 11ml~o Olaucy. u. comunlcaç4u 
I'C'i núo dlrlnl!m mr,.b carros, oovo não reRUnlc ~6 cm lruosmltlr, 
Ciucmb Dk Cidade, mula conscien.. runs sim; v~•r tt verdade e a verda' 
tlzação das Massus e uma inhnldn- ele do tlUI,) cilà dizendo. Gosto de 
de de sugestões para o desenvol seu l'rogram, permite uma suge 
~lmco~ tlc tod.1 u rc:;!Oo. Quem lnl· tno'! Nilo sou du ..,elita lotr1cctua.l" 
clou ~ssas Cumpunbns 1 O Jorcal, d• Cldad•. mas... mel p0derl11 
coucordu, amigo Glucy ? No cri- transmitir mats çdo e mccos iro· 
tlqucl O!I am!g:os Pnra11,uuloij, cst.uu nlu~ Quooto a Noto Zero dada o 
ludo por laços fraternos os mnes Sr. Clóvis farelino de oliveira, 
mo!'o Crlltquc1, crlllco, e cr!Uctt.rel Prc(~ilo nomeado do Bela 'Jbta, e.la 
u la]u,ttça, u lucompreençllo de um perruan•c,,: lOTA Zl::RO. por nfio 
homem quo nllo rocoobeco o eefor etilur cumpcfoao aeu pfano do Tru· 
ço o a dcdkuçil.opor urna Bclll VI■ª bl).lbo e vucO quoodo me~ce,.la ~a• 
ta melhor e " lo&:aUna Hea,:al. I.uo LJcs que à receberá. 
é uç;io. 	PENSAMENTO: "Só o desconheci' 
meato da Yc-r1o<lE." podo trnzer dts• 
córdla" 
"A Justiça só se faz qoando a Scn· 
t.eo,;a t.em por oasc o Bom !'eOd0'
1 
··conisell', C enfrentar 08 lotos.• 
encnr,u OR ucoatt-clmentos de qunl, 
quer espécie com o denodo preciso 
punt hUporLA lo!I amcnlza 101 ou 
de1trul lo:.'. Fort.nlece-nM contudo. 
dura.nto u nouu breve p..aasa~em 
pelo dda' 
•A crillca doe nmtgos u dos 
outros J&rual~ h•Jmllha ou dcsdoura• 
A uçD.o l:mh:o Glaucy, nào 
na.si:o do lnt...1cclo. A açn.o procede 
de- umtl <llmc11:1Jo comololnmtota 
dl!errnr. ~~.2~ ... pnrn ver multo 
clrment ±sus c3isas necessi' 
ua 10 do Luz. Nfio se pode te:­ 
Chuld~do com u mcote embolada, 
per rt1acon:~. tJo ria. por favor. 
estamo! trJL.ando do assunto mui .. 
to sério. niio hâ tempo pura rir 
falou cm Mo~a atual, falou cm L J. -B. Alfaiataria 
« A Loja do Homem Elegante» 
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Lançamos o desafio a quem possa continuar rumando 
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Rua Dom Aquino - 353 ':;,/ 2/3 C!i.mpo Grande Mnto OroSiO 
Também: .F;itlnrn f' 
Palo Melo, Tuta, Ricardo, 
Jh.ltfon~lnl.w, -"la<lafcua e 
Oer.ddo ~lurono, Ellna, 
Marcelo aglis 
X-X-X 
Bal» da Aleluia no GPR, 
foi SUi Toda a gag anta- 
da prestiglaram. 
X-X-X 
Joia me,ruo 6 ficar ob­ 
servando como dançan (al­ 
gumas parecem t:cr '.de LlO• 
las ou borr11cha) e a pnque­ 
ra .... é de lascnr. 
Salário Único 
O MINISTRO Julio 
Barntn, do Tn balbo, co• 
menton que " parece bas­ 
tnnle prodvel qu,• nos pró­ 
ximos Ires auos, chegue­ 
mos a ter no .B, a~il um 
üuico ~nlário miuimo, m:,s 
!soo depende nloda de 
estudo. 
Salária Minímu Será 
etilo 
A patir de lo de Wuio 
lDia do lt-abalbador), o 'si.­ 
lãrío mfaimo ~trá au:ncn­ 
tndo em l:iº/
0 em lodo ler­ 
tltórío nacional. Em MA­ 
TO ORO 'SO. o s:ilútlo 
deverá ser elevdo para 237 
cruzeiros. e 40 ceotavos. 
bssesnde-se nossos calculos 
na m•;jornção de 15% so­ 
bre o :,ulário ;;tua). que é 
de 206 cruzdros e 40 cen­ 
tavos. 
, LL , ou t.>11- • , 1· • • 
, Uli 'º,tqt, L.'' 1, ,Hl.1 s~1.t.1 
? wbés puder«, la 
le Ma,acju t se por aqud 
Legal!: 
Dr. Cirano ... 
X 
iente de new leves. 
V.iniro i.: El11111 ,; O v:tldo o 
l.,d .. ,. 1"101!a11 e Hutb.... Ta 
ludo 11zul. 
X-X-X 
Parabens Matiléia pe­ 
lo univcr~ário do di.i 17 ;,p 
Mil fumacils «o ioao 
Carlos Fukya pelo e 
Blllvewírio du dlr1 22 pp. 
x-x-x ~ 
No domingo, Bons [ 
unto legal... Tá com ou­ 
tro aspecto, músicas qu~ 
di piá turm requebrar a 
valer. 
X-X ·-X 
CASAL DA SEMANA 
Pedro e Tuta 
() 
JocooUnento pnr:a. cat1t1, que ele 
nau e trouxis de !atz.er :xtx.J na rua 
ou cm cn.:1"' .tlbtdtL 
Est.. rcce,w é lllfaUvel D. 
Jcsefa. para o• homens que per 
dcr:.m a 11:rgooba e de.L>.Bm ns , 
cboras e tilbos •ru casa~• dll.nu 
e tt m.llantJrsgem. Acreruto que 
u senhora 1Jcaru ft:hL ,e liUr bua 
Je1t. o que lhe dl~• em absoluto 
tt:':,:re:do, acw contar u nenhuma 
CO!UioiÜlC. 
i:' ... ul! bew lJ. Joeefa, o.4o YÂ 
c-cmpr<.,md.cr me cum. CO.o. t::..11-8 tt 
quta.utJ.; qu1zt:r. ou necu~Jl!lr. podo 
volt.ar uu. tcldor...ar. 
Or. C.Hr-UJJO 
.1:.otou cuturJco. Coatr:stci p-.. .. 
ru n1iUbJ. OLCt:Wfa. Wil4 luur.l 
pra W. ac bü.1 e vou fWr. com to­ 
u4os os egredletes das ego ) 
<lu ;.munc1.., qutS llz .DOM jouuils 
aluda de oura unuus qualudacee 
excepcloats ema e tratada de 
mulher b bonJU..t::i:, bc.m dotaja p,Ja 
atures, com os olbos e a (ala 
e cerlhos coto esperava aqui 
o p.pal. 
.. .~vru. lb!O ugu.J. V.dJ 1.uJlLJO... 
lW.r (!Ut'.' o foguete de iuit.roIUt.utu.. 
Logo quee contratei-u, para o teu 
mulor comudu e .u.lio 4>t~:!:.z Lodo 
aquele mun~o em fur.a.:a dc.: bc.Jc2.u. 
LuadeI fazes upa cadeira tpe 
gi..rator1a co:.u lllmo!uda e enco.1110 
de petas de tucano que sdo s 
mals macias, para ela en seatit 
quu reta tads em mea ê:tcr,tD­ 
nu. : kr tlLWlo de c.otar voa.e.do 
como um p:c,.o..t.nclrn. 
Vot.1 t:.'C-k'"Ddi:r o expe.d.ie:11.e 
por mals u:ua honL em csClD. pe.rt.o­ 
llo <lo d1;a pa.n1 il.1.o uperd!Çar todo 
tese pauora:na. 
De sra«ta eo diante ja vai 
fuocioou CO:rt:.lum~nto o m-.:u. tc­ 
le!o.uu . 
., , l:t.>muoico uos COUjulen.t.e:i que: 
a.ma.nu~ n.llo haverã e.rpcdJentc 
no escritorlo epi regasijo tamanho 
acbudo que muuo?l n:io e:-oca.ntt.i.r:i 
ucolrniuu "·e:: ou ,1.du.. Fabd:.. 
..$..""« sesta. si» «o 
Votarei outro n. e D» 
quiaer e o Ivaldo peritur,' 
Dr. Clraco 
1 
t 
Ferros. Chu1>u~. Tubos Tiniu-. · 1 • ' <l e 
• -, r ..._u_ <=Jos, i ros.. oujunlos sanitários e Arumc,-. Sal. Pneus, PnrnÍ:>risus, Ft:rrn~em ent gernl 
<En,punuo C:,}>eru ~.,,. atendid - 11. f 
o nos Ibc o.ereceras uu, eulêzinho 
Atendido 
Rua Coronel Juncio - 815 -. C·li:u P,:A,l 3tl 
de EMIUO J. 6HHAIIf E Cill-- 
Por pessoal especia.lisado 
GUIA LOPES DA LAGUNA--ll,T OOROsso