Funtlndor ... fvaltlo P~•rt 1ra Liberdade com Responsabilidade 
JU40 li 	.,Joia Vl!sla • MT. 
WRRV?GRGeri s..is rs wi «o..s r wsisei mwiwiwwin 
Projeto que e ncede pagemento para 
Vere~ciores <om fili to MüHer 
., 
r 
Brnollla - O • presidente 
da Arena, S•nedor F1llnto Mul­ 
lor, e&!§. exomlnando prnjeto 
de reformn comtnuclonnl pre­ 
parado pelo vice llder do MDB 
Deputado rlceu (; o lares, que 
dispõe &obre 11 rcmuneroç ão 
do, vereadores de todo, o, 
munlolplos. 
s,gundo o pnrlomentor 
i;•úCbo, a gratuld•d• do ·mon• 
dto de veredor nos municl­ 
;il~• com muno• Je 200 rnll 
hbltaates representa uma 
contro.:!lção com o hl~nl d,•­ 
mocrflÍlco ocalentndo pelo vo­ 
cnçno da comundudc bru•.zi.dru 
jr. que ufo,tn:Jo, lide• 1,ollti­ 
cs os brasileiros Nem recut­ 
»os, estimulando o oeso dv 
ricos que nem sempre reprezeen­ 
tnm n melhor cXptet.SÜ.o da 
cultura e do upirlto púb!ico•. 
OTIMIS:10 
O sr. Alem Colot<> mo,­ 
lrou .. Re ollmlsto. corn us r~ cu,.. 
le! dtcloreções do S,nodor ~-1- 
llnto Muller, oe,gundo os quaG 
eEl6 tratando .com quem de 
direito>, do problema da 
vereonço gratultw, em busca de 
umo ooluç:lo roollsla. Oe,de 
long• dai•, p•rlemcntares da 
Arena • do MDB discutem o 
p,oblerne, sendo conhecida a 
po,tçllo do presi:l,nte oren!s­ 
t, favorvel to reexme da 
questão. 
Pelo anteprojeto do Sr. 
Ale~" Colares, os vereodoru 
!orno jú• a rea:uneroçllo. cu­ 
jos lluites e critérios serlo 
fb.:aJts t.m lei complementor. 
)esta [ormo, observou o vice­ 
der vposiciontsia, o assunto 
Atr..Jt'rl. t-t:"r omptomt!nt~ dlsou ... 
tio a frs se que seja encon­ 
tr111Ja mdbur .solucllo, a(e,t..Eo­ 
do u~ urros o as distorções 
do p,s••do. 
Sem o ilpolo Jn Areno, o 
MDB offo poder6 opre,enter o 
projeto de rdorm .. con,tltuolo­ 
nl, pols são necessárias 104 
n,dn:.turuJ e n bancado do 
Oposlço é formada por npe­ 
nas 87 deputodos. 
'>-.: 
;,:t 
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r, .. 
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Marinlrn late ts las! laaa hsar 
Llmu (AP) - A Mt.1l­ 
nha Merccnte brstleir, em 
lodos 08 PflOll'~, Hti tentan­ 
do limprlor os r U86 1.1tlvMn· 
des, com o obJtlivo de aUt• 
gurur o amblcJo,o proJ010 do 
alcunçur 5,5 mllbõLS de tcne­ 
lndllB em burcos, psr o llnal 
de 1975. 
Pura nicançur essa me­ 
to. o BraFII llru:ou umu Fêrlo 
do convêniow eotr~ urmedo­ 
ree ou de govêrno pera gc­ 
vl•rno, noa Olllmo, tempoa. ll 
continua ntgooJnndo outros, 
OGm DUÇÕl'S eu repreG!::D18D• 
Ice da A!rlca América e Eu­ 
ropa. 
Na alualldode, a Mar!· 
nha Mercante brssllelr11 tem 
um total de 2,5 m!lbõeB de 
teneladoe e plano pura alcon­ 
çar 5,5 mllhõeR ae tonelada• 
em fine de 10í5, lnclulndo a 
construção de enormes na­ 
vios de nté 40:) mil tGnelodu. 
Uma delegação brusllel- 
... '· 
1 
l. 
ra presidida pur Owaldo 
Cru1. Lob. ·. u IHI< i,crnJu por 
oito elementos, repte ntn­ 
do o Min!tétto do Hviuç0e 
Extentes nu upe1 ,.1c:lt·nnclu 
da Marinha Mercttu e o 
Ministro dos irn±porte, wsi­ 
nou con,(nfu nu u Pc,u, 
eeLbelecndo que nvls do 
mb s Icioal'Jades com­ 
pdrt!ll:urLr,1, di, f.;rrT1•1 cqui­ 
llltha, ou 1run p 1rtc rtu mor­ 
cadociuH lrumnclonlldú :J e ll• 
tre uP. du•H noções. 
5f lílllldO Cruz Lobo e o 
Pnulo Ncguelrn P1,roplon~, o 
Era~H firmou cor.vCnlos com 
r,rmadoreR g,,veruca ,!u Ar­ 
l{entlnu, Un1iio So,iét1ca e 
Estndos Uuidne e (•~ pcr1s es­ 
tende-los is nomrnifl llulg6- 
rla N1gfns, "' Gamo. 
A del•ll•t•&:i broE!IC ira 
viajou para santlago do Chi­ 
le, u fim de usnar um acor­ 
do mimilar !lo peruano. 
1 
) 
MEIIIIR IERAIEI 
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THll3UNA DA FRO.NTElni 	----------- 
Uberd d , lg ai . 
Côn. Raimundo Damin 
Mão é necessário muita cultura 
pra saber-s a origem do slogan 
cL,bu:lade, touoldode, í,otunid•· 
de», Requer-se, porem, muita vir­ 
tude para traduzi-lo na prica. 
Liberdade é a mais no 
bre das prerrogativas da pessoa 
humana, No entanto somos olnda 
ucrovos do nouo ,goi•mo • da 
opressão Indevida de outros. 
A Igualdade na teoria t 
reconhecida por todos. No mal, 
das veres porem, hica-se nisso. 
A Fraternidade é dccouln • 
ela prlmárl• d, nona lillaçio 
divina, Ouonlos silo os que • 
vlvtm ,m profundldad, 7 
A Campanha d, rraternlda• 
de visa parllcularmant• ln,1,úr, cO• 
mo o pr6prlo nome o diz, na 
liotcrnldad<, Sem antes no• con• 
vtntermot de que somos lodo, 
lrmios, strá lnutll upuar os fru· 
tos. 1: por iso que • Campa• 
nhada Fraltrnldade é em primeiro 
lugar campanha de evangeliza­ 
cao. O ego Ismo é a ntgaç:io pi,• 
na da fratunldade, ao pano qut 
o amor é • su• u•foc1a Imporia 
angustiar as consciências sepulta­ 
das no tumulo do egol;mo. Con­ 
l• um• 1 ndo que Herodes, o 
me,(ado dos inocentes de qu 
nos• fala a. Eveng~lho, lol.,cor• 
dado trn 6,u sepulc,o por um 
coro de vo:us lnf&ntfs. Ptrs•• 
guido pelo aguilhão de.melodias 
dolentu, pulou do tumulo r st 
pr,c,p,tou no fundo do,mar. No 
silêncio das 4guos, as Ietm»s 
vous Insistentes. Foi lnutlf u· 
conder· e no'astro mals distante 
do unlver,o, Us Hlavam os vozes 
a rsperà-lo. Rcgrcuou, tntllo, 1 
ttrra e, de pé sobre o mais alto 
ponto dum• cidode, enfrentou 
aquele remorso em fofme de me­ 
lodias e gritou para abafá-lo. 
·Basta. Eu era pagão. Errei. Por­ 
que nilo.prrsesuls agora a lan• 
tos crl,tãos que· por seu tgolsmo 
deixam moer milhões de homens 
de fome ? • 
O resto í silêncio 
Celso Carnolro 
mudanças, ms no e"r pen­ 
suma muitos, de ums [ora 
brusca. Mudança, ertas, que 
poderão ser representaste pela 
extinção dos mu aqul da tr­ 
ra, por peieclmrnlo •m hecr.­ 
tombes, Ilagelos, guerras res 
urgindo assim, um mundo ms- 
1 transcendental, na qualidade 
talvez de «Mundo de Regente­ 
ração». 
Destortc, um !u lura 
glorioso ulfl 1,eodo ccntlruldo 
pelos pensamentos e exemplos 
de tantos benfeitor que xls· 
tem por ai, muitos oUl 11oõ11l­ 
mos mos que conlrlbur·m poro 
construção de uma vida me­ 
lher. 
Telvez nós próprios, po+­ 
aamos voltar na quolld•d• de 
bat11lhadorc1 locootest•• do ver, 
dade, ajudando a extirpar o vi. 
cio e a lnjuetfça, de,de quo 
comecemos a seme■r o bem. 
pois depende de boa semeodu­ 
ra a farta colheita em que se­ 
rea:o• os primeiros b1ntllcls­ 
dos tm vlodouraR exlstenclas. 
Nõo nos divorciemos do• 
prloclpio5 orlstllo1, traçando 
aceso caminho do maadom•D• 
to do Amor em 1eotldo lato, 
(mico copez de arejar a men­ 
te de quooto• o cultivarem. 
O omor cobre a mullldoo vé,suno, ovoluldo, lotalmeote 
dos pecndos, dlue Jesus. Es- lençarlomos mão do bomba a­ 
trlbados na Ju,tlça Divino, é , tomlca parli o dl6,emlnaç~o par­ 
que todo• os oriaturo, peodem clol ou totol da humanidade. O 
cnda vez mela paro. as boas !relo esln ju,tameole nesta pe• 
qualidades. 	queoa palavru Amor que ecou 
Poder-se·lo ;,erguntar a no coraçno de mu!Udile•, mal­ 
humonldade ame, perdoa, ou 1e• grodo os ,àrlos males soclalo 
r!t. uma mera utopia de morolls- qu• ainda ao, ossolom. Cabe a 
tu, dizendo que um dia lodos elguos nq;stlvhtae mal lnfor• 
convergiremos para esta lante modos, •ro vez d~ pregarem e 
sublime chamada Amor1 preverem ,ofrlmeotos futuros, 
Outros, ontl-evolucloolstas tr• bnlhar<m pelu vitória do bem 
dando mo•tra de verdadeiro O mal nll.t. é uma latollda­ 
mlopla, chegom l'rmar que, de, existe l, ms em funçllo 
no campo de moral, nlo evo- das nossas imperfeições trazl­ 
lulmos, ma> aomeote no do sn• dss de um po•sado !onglnquo, 
ber, e que tem sido nossos cons e o medido que nossa folha de 
tantes objetivos o perfelços- serviço em prol do nosao ••· 
mento dos métodos terrenos pa- melhante for aumeotude, vllo 
ra n destrulçll.o. Cabe um e•- so dissipando nossa, dlvldos. 
olareolmento•perli todos oa que N9.o podemos onallsor uma 
osalm pensom. Ora, se o ho- porte do problema pelo todo. 
mem r•almeote alio estivesse Nilo e>:lsle o destino mos tudo 
galgando os degraus de oua pró- voi,se escadaaodo à medida 
prin perlelçao e&plrltuol, que de renovação dos seres Que 
aerla da humonldode do época. oqul estilo encornan:lo. Com 
vivco:lo cm um muodo de ar- eleJ, por certo, •urgirão novas 
momento oucleot luze, e diretrizes. 
Raciocinemos: Se nada ti- Destu maneiro, haverá 
li@ Missai 
B 
' 
1 cuta 
Muita gente prestigon o Show de Mreos Pittet, 
teaiüzdo no Clube P.roqull de Bela Ita Pragua. 
-X·- 
Domingo, bicadeira ,dançante no OPI, poueos 
(Ol!l !J:t I tC•Jlll lll. 
Esteve neste . cidade dia 
28 do mes pai.ado o Dr. Lui­ 
gl Scirru, engenheiro da CE­ 
MA T, que &qul velo pua lo­ 
cellznr o terreno onde será 
con.lrulda 11 futura sub- esla­ 
çÕ.J elevadoura de eoerglo de 
Urubupungll Será construida 
na parle Norte da VIia Novll 
próximo dd estrado do uere­ 
porto, lug•r Ideal poro que 
se destino. 
Com o noticia d!i'.lu pele 
TRIBUNA oo numero anterior, 
tla lwp, 1tândo de CrS 
130.000.C00,00 que o Estado vai 
tomar do B.N.D.E. por cmpres· 
timo. p11r11 lnetalaçõ'9 de rê­ 
des elétricas no Sul de Moto 
Grono, o povo desta cidade 
deve gora acreditar on serlt­ 
dede com que o Exmo. Gover­ 
oodor José Fragelll trai~ os 
nágnos problemas adminislra­ 
tlvn& e do lntereue da nossa 
populaçüo. 
Luz a fartar, pero multo 
breve. 
JOTA JOTA 
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Espuma • Máquinns de Costura «SINGER> 
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. Louças e artigos pnrn presentes em «eral. Boutiqut - Per.fumaria 
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-.X • 
Entre os presentes destaquel: Odete Barros, sua m- 
na Oiga teudo en cotp4la cocadiuha» Ellzete 
Lou11.1to. 
-X- 
Tr,rubfm· em br,te-papo Informal ao ,om do P'JPS: 
Sr. e Sra. Capitão Mos'lueira, acompanhados de seu fi­ 
lho (é um fõfo) e dn ,liss füla Vista. 
X-X 
Juvenl11dll nuimuda curllu:.Nica. Jane.s, Denle, Né­ 
lÍ<', Klk8, Marcelo e us ma.ias Jllir:mda. 
X-X 
Bola Braacn pna a Céla' Melo que està d~; n11w,Love, 
assim como o Di!son Si poli,' hum .... hum!ll 
-X- 
Por ló. também Alolsio .Mendes-Rosinh11,:c1audicaor. 
Jairo Vrnna, e Léla Barcelos, 
-x- 
E... dal?por que esse .silénelo todo para o Con- 
curso de Miss. Ei ... !! organizadores vamos. mo,1menlar, 
p->IB o Jornal Folha da Tarde de Corumbá.· no dia 24 
pp. noticicu: Em Bela Vista está pegaado fogo'a escolha 
de sua lliss. l!oçns bonitas disputando o cobioajo titulo. 
Então ? vamos botá fogo mesmo,, ,porque senão fica 
chato, não ncl.lam 'l 
X-X 
ToJa eufórica por. ter recebiclo[nohc1as do!Love-Lov11 
de Juiz de Fora a nossa amlga Zilda. 
x-x 
Aproveitando o: feriado entre nós a graciosa. lo110 
Melo. 
A Vllma que seguirá para Brasilia, votos de Ftliei­ 
dades em seus Empreendimentos. 
X-X 
Lubnredus mil_ para: Estela, Froilan e Anterinho 
pelo aniversárlo do dia 4 pp. 
X-X 
Chumacinbas aos univerij1maotea .do dia 19 pp. Zo' 
e Maritt Patricla, filhos do ca:ml Zoé Pinheiro e: Bene· 
1 
dita Loureiro Pinheiro. 
X-X 
Não percam. no GPR, dia 6 apresentação das can· 
dldatu::i à Mbs, dia 12 novo. Baile-das ises e dia 19 es­ 
colha daquela que repre!entará a Rainh& do Apa no 
Certame Miss Mato Grosso. 
EL!<:GANTES DA r::!KMANA 
Sra. Aua Rocha de Oliveira 
Sra. Cf,n<lldu T. Baez 
8rti,. Lén Bnrcelo 
Sra. Aparecida Ossuma 
CASAL Dá SEl!ANA 
útavinho e Zulerna 
Transas de Caracol 
Legal a lorcldn -organizada pelo Club1:, do Laço! 
Continuem. 
X-X 
Clandio e Jacíra de grandes amores (mas .... Jacira 
deixe de ser ciumenta, tá?) 
X-x 
gt. IUemar .Ferreirn deixa Caracol. E... com mil 
saudades. 
X-X 
6wlf ! Como é búo:: pcqneror, não éjari e ...,ooali? 
. 	X-X 
E triate a desptdidn.- nessas uistez.as Reginaldo e 
Leonír. Que fossa hcln? 
X-X 
Numa transa muito~óia. m_quei: Odínei Oodoy, So· 
aia Oodoy e G1ovan:a Braga! 
-X- 
Algnem anJa muito triste co..n a 6ituação do .Rubens. 
Calma gata ... culwn: 
-X- 
Mu~ ... é o pt'pubr Preguinho o papai da charmusa 
llza ..... 
• -x- 
O:!no, Professo Teófilo super querido pelos alunos 
e... o Prfissor zldir é adepto ferrenho'dos jogos Es· 
parivos. 
-x- 
A Da«oris da Clb Esportivo de Caracol :,:aúcfa Ca· 
raco: pelo eu Ss aniversário 
X-X

'Tribuna da Frontelra 
B la Vt,La 
CA 
l 
-' 
,,. 
1 
' 
POSTO OE SERVIÇO ESSO 
De 
Lázuro Ürti:r. de Moae, 
Gasolin- Diesel Toda linha de lubri- 
fic,rnles - Lnvugem - Lubrlficnçl1o troca do 
oleo - Anexo lanchonete 
JARDlhl MT 
Organização Irmãos Jaques 
Matadouro Rio Formoso 
CASA DE CARNES 
POS'l'O . SHEL 
Servi: para crescer 
HOHITO M. T. 
a»eg 
« CARTORIO DO 1° OFICIO » 
'J'abollão: José Avelno e:s11v11 
&.acrllurn1, contrato1, procuraçõu, rccoobecimentos do Utma1' 
registro de imovois, .'de titulos e documentes'de protesto • 
anexo,. Exlralmo• lotocõplas no boro - Autcnllcado1 
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leral, vul convocar os Minis­ 
/roe dn lnd6strlw, do Cornér, 
lo e da Agrlcultur, para te- 
• ·ponderem ooH DeputudoJ ossun• 
to» ligados às uus pastas. Co­ 
Juo '" recordn, numn de, prt, 
melros sessões da presente Le­ 
rtlsluturo, o deputado Herbert 
Levy, requereu o compareci, 
mento • C6moro do~ mlol,troH 
Prnllnl de Moraes e Clrne Li­ 
mo, n fim da. que roapoodcs­ 
sem as lnterpeloc;õoa, que no 
• requerimento, envlou o Pre. 
..,, 6ldrnte F16vlo Marclllo, 
Logo pepoh o presidente 
'°lllnto Muller Informou à rll· 
portagem que ambos ou ml­ 
nÍstros se dispunham a aten· 
der o solkltoçno do ropr,,en, 
lante paulista poro. em dia e 
horo o serem fixado• pela Cli• 
moro, atenderem /18 .porgnntao 
nno openo• do Sr. Herbert Le­ 
vi, mos de qunisquer cutros 
iia ss nus 
Brasil não Aceitará 
De ''0 Esli:do de São loglstloo que Moscou ernpres· 
Paulo 	tou n campunhn militar da 
qual resultou a orloçllo do 
um 'satéllte' hindu. Bonrlla 
!)esh. Nassor terminou eua 
carreiro como prisioneiro dn 
8una dependencla da ajuda 
mtlitar eovlélloa, . que tornou 
llusorit1 par11 ~I e poro seue 
sucessores n oh11mada "ter­ 
ceiro poelç!lo". 
Nestn •ldrcelra poolçllo• 
lnalsle ngoru, ,anacr?nlcamen­ 
te, Hoctor Cnwporu. Isto, por­ 
que o Perón de 1973-1976 é 
o meerno Peron de 1943-1955. 
"A llnbn lnternttclonnl do pe­ 
ronismo'' - dlPee Camporu­ 
•tol marcodu pelo general Pe­ 
ron ao fixar a tercelru posi­ 
çl!o que depois se projetou 
no terceiro mundo•. 
O «terceiro - mundlsmo• 
n!lo tem lilosoll"', mse, ape. 
nas alguns preconceitos e 
reseentimento, que geram po­ 
-slções e 11Utudes mais senti, 
mentais do que 11ogloae. «na­ 
cionalismo• ( ontlnorteamert­ 
csnismo e antioofdentullemo), 
•progresslemo, (soolallzanle e 
eslatlzante). Como explicou 
Ro::ierto Campos em artigo 
publicado em uoson edlçao 
de ontem, ,Inimigos reais do 
deeenvolvlwento ou com ou­ 
tra& pnlavrne. os fatores reale 
do snbdesenvolvlmento (es• 
t,gnaçllo e lnvolaçllo economJ. 
cu8) so justamente as posi­ 
ções lrruclonnla . ilo «tarcel­ 
ro mundlsmo•, populismo de­ 
magoglco e nacionallsm~ xe­ 
nó!obo. Nas primeiras obser­ 
vações deste comentário re­ 
ferino-ncs às consequencias 
do •teroet.ro mundlsrr.o• na 
polltlca Iotero110lonal. No pJa. 
no coonomlco-soclal 'porém 
o •tercelro.mundismo•, como 
se demostrou no Sras.li de 
Jango Oulnrt., na Argentino 
do l'erõn o no Chi!e de AI- 
Conhocemoe a hstoriu lenade provoca lnllaçllo e los, 
do■promotor"ª do ''terceiro tubllldndo pollllco. Isto por 
mun<11omo" Sucnrno, ante& de n!!o ter un1n politica poaltlv& 
tezrar eu puis no cam. e construtiva, maus penas 
o comunittu lo deposto P•· uma . polllc11, dcmngogica e 
lo exercito. Nelru e wua tl. negativna que nlimentnndo o- 
lha encaminhsrum lnd!a pu. bretudo p:opos!tos ideológicos 
·a ocupo sovletico, ligan. e propuzar:distrecs, pretende 
«a- u este par u pacto combater ;alguzu coisa, ao 
;nlllll! lr,_i,aça'fi l'~-..;.. npolo •nvé~ ccostr· •· umn ecuno· 
BELA Vi5s a ssv "h"e"" 
O prosldento eleito da 
Argentina, Rector Campora, 
declarou om recente enlrti• 
vlstn quo seu governo segui­ 
rá uma pollllon lnternaoionnl 
do "toroalrn puslç!lo e manl­ 
le•lou sua convloçilo de que 
o Brasil oe unlrâ no que deu· 
oreyeu como "o processo de 
lntegrnç!lo lotln11·omorloena 
na Juta oontrn,o Imperialismo 
Snbe-se que, no jorg!le 
do • • tercoiro-mundiemo' •, 
-- emprestado oo mnrx:lsmo·lenl· 
nlamo, "lmperlall&mo·' ldenll­ 
floa-se com o supremo esta­ 
gio do capitalismo, cujo bn­ 
luarlo s!lo cs Estados Unldod. 
E utilizar llSBo jordila é pro­ 
vu de estugaçlo ou, 11té. 
do lnvoluçllo lnleleotual. O 
que Campora propõe é que 
toda América Latina regrida 
alé o ponto on.te estava a 
Argentina Pm 1955 e onde 
estava, no mesmo ano, palses 
como n lndla de Nehru, Egi­ 
totde NMser e a lndonesla de 
SuJ..,mo, que,· sob no benoões 
inspiração das potencias 
'preuentnntes de uma dna 
uns outras postções, ou seja, 
, Unl!lo Soviética e n Chino 
l:'opular, proolnmornm os 5 
prlnclplos do. Panch•Shlla. A 
/ doutrina Bandunq é a edlç!lo 
a!ro·a■iilloii do • 'terceiro, 
mundl■mo" ou se se quiser 
a platslorms dn solldarledade 
atro-nslãlloa Fidel Castro so­ 
nhou liderar um movimento 
arro-aslâtioo.ati.Do-nmerloano 
1
~plrndo no mesmo "t,roel­ 
mundlsmo''. Mas. o muxl­ 
o que ooosegulu !oi que de• 
gadoft aeus at-Jam admltl- 
01 la conh-:enclu• doe pai• 
se,■"nllo-allnhudoS''. 
deputados e sobte temas outros. 
Segunda feiro, estiversm 
reunidos 0 Sr. Filinto Muller 
e Flavio Murcillo para llxaçiío 
do dnu. Aule,, o pr,sidenle 
da Cámnru e,tcve com o Jlder 
Geraldo Freire, Este disse 6 
Jmprtnso: 
Já está decldldo o com­ 
perecimento do8 Ministro, Pra­ 
tini de Mores e Clrne Limo. 
Em dia e horn que deVerllo 
1er tnorcedos porn depois do 
s~mooa Sento, os tltuloros dos 
poste, do Industria • do Co­ 
mercio e do Agrlculluro, em 
dlos dllerente8, lr0o respondtr 
8 quaisquer lndogoçõe1 dos 
deputados. Tomblm o Sr. Her­ 
berl.Levy lerà liberdade para 
lnterpelnr os doh mlnhtro,, 
olé mesmo com perguntas que 
não lenha fello por ocasião d• 
seu requerimento. 
celro-niandliC'Hh dCilfll do 
cuidar rJt C00J!lrllÇ, u de 
uma economia viável par 
com bter, com plvrun e 
uções (conflaco n11dooull.lB, 
çllo), aquilo que, seauado a 
po»iço dos países oclhitaa 
contltul u causa de eu de­ 
BúDVOIVlrnento: 
Ilitii tiliy 
ln Ils@ 
Indicador Profissional 
A Nociaçião Mtcgrosense 
do Mlnitltrio Pwbllco' com sé­ 
de nesta Ceital, elgu sua 
nova diretoria Cons,lho Deli 
bcr•llvo. Ê o que lnform• o t­ 
viços de relações públicas da­ 
quela enlld•de, que congr,ga te• 
do, 01 promotores de Ju,Uça e 
dtfcnsoru públicos do Estedo. 
Para gerir aquela entidade de 
claue, foi escolhida por unanl• 
midade de votos, a chapa enca• 
b,çado pelo advogado Lul• Vi• 
da Fonseca, promotor de Justiça 
da Caplt•I, que cumprirá um se­ 
gundo ptriodo •dmlnlstt•tlvo no 
menclon•do órgio cluslsla, A 
novs diretoria em fr•nc• &lívida· 
de, est, di,posta a at,ndcr e de­ 
í,nder as rtlvlndicaçõu de todos 
os seus congr,gados, ugundo 
orlenlaçõo que te vem adotando. 
EXPlDIEHTE 
[asa lo« ftia 
IMPRUISíl - PUBLICIDnOE 
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Maria Estela V. Pereira 
«d0RIIAL- 
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GINECOLOGISTA-OBSTEJRICIA-CIRURGIAO GfRDl 
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He!a Vbla - 	.lato Grosso 
• 
ne 
Reoista da Snfegação 
« Revista do Sudoesf e ,. 
Real Comércio e Representações Ltda. 1 
Produtos cosméticos derivados da Geléia Real. - Geléia 
Raal: Superbom - Superpólem • New-Life - Néo-Fumos: 
Lançamos o· desafio a quem possa continua,r fumando 
após usa-lo, 
/' ·~ ~!:~!~º~ ~.:_:_~-~-R- E-~-~-u_,_n_s_r_a_uc,_'.~_!_!_:_.r_n!_~º_., Of_: __ ªTf_1a_~_ºs_■o_ l 
-f

'frlbunA dn Froulcirn 	Da«la V»ta 
J I 2. 
... 
A Lenda da Ferradura 	D A(O 
Quando Jeus prgnva 
Oll Pulostlnn II bor. 1111v11, em 
cowp11nhl11 <loB 1Jlsclpuln~ fllHI 
mulo ludo, lluvl11m riu t•vnu· 
gollzur ,l l!lUIIÚO ento conht­ 
oldo, ln umn vez, em dl nr. 
tente, por um comlubo ure­ 
noso, no melo do qual &e lhes 
deparou umu le,·r1111uru. Vl'lh••. 
O upóetolo S. Pedro jul· 
gou-a uma coisa desprezível 
que não oomponsurlu o e,!or· 
ço de so abalxr pura le­ 
vantar do ohBo; lllbS JesuK, 
que sobln ler 110 intimo, com­ 
proendeu o pcnrnmento rle 
quem huvla de er depois o 
prlnolpb dos ll(JOKlolOB O 8~ re­ 
lrooerlondo, um r asso, npM• 
nbou u ferradura 
Ao oheg11r n umu l'lde!u 
quo elava nos cantis do 
deserto, eeua vend, u u !er­ 
rndurn o um l,rrelro por um 
donárlo, com que. oom prou 
um grande cacho d11 uvtt~. 
Meteram se depol pelo 
deserto e, quondo lnn, mn!d 
11torment11dos polll sedé quo 
o calor provocav, Jesus deixou 
cair nu chão, um ttpós outro, 
oe bago8, que S. Pedro apa­ 
nh11vn, &tm lhe custar o S­ 
lorço de so ba!xur tantas 
vozes. 
Por lla:;, dlase-lhe o 
Mestre: 
- Que !azts Pedro? l'or 
lma rrelen~e numenlar n'rca na Transamazônica 
O lNCRA está exami­ 
nndo as possibílldndes de 
passar de 500 para 3.000 
hectares a área para oeupa­ 
ção no eixo dn Trans1tma• 
zonica, onde l qundro no 
momenlo ó o seguinte: 34 
grovilas com 17 mil f:t,mi­ 
llns, 91 !:lil pessoas. 
Este ano será triplica- 
que te wbalxas usim tantm 
vez+ ? 
O p6talo respondeu; 
- 8•ahor, oelou chulo 
de t,edo o vt,u o ponhando ns 
uvne quH dt•lxufs o•lr. 
- li por quu niio lo nbol­ 
xAte para npuuhr forrn­ 
dura que encontritos há pou­ 
co nu caminho '? 
- Por quu nno !Orvla 
p11ru nuda. 
- Po!:1 apunhel-11 eu, e 
com o produto da eua venda, 
comprei estas uvn que ugo­ 
rao te refrescam. Tiveste pre 
gutça de te abaixar uwn ,ez 
s gora curvaste-te clnquculu 
vezes. FIc ubendo que uté 
o que wols dcapre:z:lvel nos 
pu,eoe tem o ti8U volor. nu­ 
ma. oporluuldodo qualquer. 
Strlu dlllcll exceder em 
vulor o llç3o que ,obre a dls­ 
eIplina do etforço nos dá ea- 
1., lindo opól<,go. 
A pregulça pode-se com­ 
parar A fo,c;n pn,elvo chsmo­ 
dn cm mecàn•oo - Inércia que 
constate ou resistência oposta 
por um corpo um repoueo a 
pOr-,e.om movlmeoto, ou a 
de um corpo m movimento 
para licar em repouso. 
(Exl1nido do livro •Es!Jr­ 
ço e Proveito• do Orlson 
Swell Murueu). 
do u produção agrícola dns 
agrov1lus. E:n 1972 for,m 
colhidns 160 mil sacus do nr­ 
roz. b•tendo-se o recorde do 
de tonelagem por hectares 
com 3 tonela-.!us, e há qua­ 
tro usinas de beneficimen­ 
to. Cnté: foram planlad~s 
35 mll mudns e 300 mil 
!Orào planl11das este ano. 
Aprenda o -Sucesso 
Se você sentir saudade 
., 
Luiz Fablano 
~e você ,entlr saudade enUl.o 
Vai compreender de tudo que lalol 
Era verdi<de do meu coração 
Com seu omor eu sempre aoob~i 
Quando v-1oê lol ·erob.rn 
Não vis II bom de ver tambén partir 
Essa. trlatez" qu, uo:.meu peito mora 
E úo meu cornçilo 11ao quer eulr 
Existe muita saudade 
No corço de quemiespera alguém 
Eu ta amo de verdade 
:s.i.o:sellporquo ·rui!.o 
V J<ê Dilo tom 
Nlo,vcm,vlv1,r aqul comigo 
:-enllr abrigo e celor que eu lh• dou 
t;ó quer omur .-ooê ?º verdade 
".lo lciporta o que Cor 
Fals,ou pensel 
Que voot vlrla 
Para u:Rbar Jcom esta imensa dor 
.11or11• comproencll que nunca mais 
Serei feliz 
Porque 3cê no quer o meu smor. 
W ,.,1Jl11g1ou - UtiJ,. 
zu udo-se de mxetos de p­ 
lo de porco, um cqaipe 
médica consegue uantet com 
vída bá quase um mês, umu 
awuina du 9 anos quo 1evti 
lodo o ~eu corpo quo1ma­ 
do. Pum súl va-la, especia­ 
lu,lá• do Ho•pitnl Díckto­ 
oeHs, de Wufbiogtoa, sub­ 
metem-na dialamente a um 
lratumento de enxerto de 
pelu de poreo. 
A léculca !oi elaboradn 
em 1.965 pelo professor 
Dan Natb o ;;gora é aplicu­ 
da pda primelrn vez, com 
boas I eHultudos. Consil!te 
em colocur a cudn 24 llorns 
pele de porco sobre as pat­ 
tes queimndJs do corpo, de­ 
pois de retir11dn a pele n(e· 
Tiradente 
rir t ltzito 
Mártir dn ladep,ndêocla 
A 21 de abril pp. completou 
181 11noe <10 enloroomenlo do 
palrono da nosso Independên­ 
cía, o Alteres duqulu José 
da Sllv1< Xavier, um dos mele 
proemlnen1ee pnrtlc!pontee du 
INCONFI01!.NCIA MlKElRA 
que de,ej1wn 1 llber111ção do 
Bru61l, do Jugo portugues. 
Foi uma ação empolgan­ 
te de bravos oldad!ios de VI­ 
la Rica, u capllol da Caplla­ 
nla de Minas Gerais, cheia 
de lances m&rcante" do he· 
roismo e patriotismo com quu 
t!Dlrentavam vigorosamente o 
colonialismo ua época do rei­ 
nado de D. Maria 1. 
Houve a trnlç!io, e eala 
velo de Joaquim Sllverlo doa 
Reis que também estava oom­ 
promel!do com a lnconl!dên· 
ola. 
D'al pars frente. tol a 
nngfiatla, deaolsç!l.o e as pri­ 
sões dos lnconlldenlee que 
toram encarcersdo9. Dentre 
estee, notáveis homem de 
saber estavam aliadod a jus­ 
ta canaa da emancipação da 
PS.trio, como Claud!o Manoel 
da Costa, formado em Direi­ 
to pela Universidade de Co­ 
imbra, o maior ;j,ndvogo.do da 
Capltsn1a; de1embargndor 
ThombB Antonh.1 Genzag1, nu 
épooo, talvez o mais aplau­ 
dido poeta do Brasil; lgnác!o 
de Alvarengn Peixoto, poeta 
e uma das gun:!es fortunas 
da terra mineira; cônego Luiz 
Vieira da Silva. o maior ora­ 
dor oacro e uma d~s batinas 
m,ls cultse do seu tempo, 01 
II s pira» tilinil 
Bra,Ula - Emboro con­ 
llDuem lirmundc que um 
da• opções para o MDB oo 
prcce,so 1uces16rlo ••rà a de 
apoiar o candidato da Revo­ 
luçio, desde que de •• com­ 
prometa a dtlend,r a, teses 
bàslcns do partido, reccnhecem 
os seus dirigentes que esta é 
um• posição meramente decla­ 
ratória, pora •feito ate.ruo, 
Nem Ulisses Guiares zen 
quolquer cuo de seus com­ 
panhelros dmitem a vlabili::lo• 
do do Ili htpótse. por duo.s 
raz.õe, prlncipals. Em pri:I,el­ 
ro lugar, perece-ltes lapcsi- 
tada do pciente. Nth as 
H·gurn que a prática diml· 
uui 11 ()OS.'!tbilidndo de Infee 
ção, nlé de impedir a pet­ 
d11 de líqaicl<,.•, nlíviar a, do· 
re e uelbornt o apetite do 
doou te. 
A pequena vítm, den­ 
tlr,cada como S 111dr,, K1r11- 
ball, sofrera enssta quel­ 
m11dur11s b:í 13 d,, urnr,;o 
ultimo quando tua cammso­ 
la de dormir mce11d1ou. em 
contato com o cobertor el­ 
trlco. Os cnxc1 tos coiuc.,­ 
dos eu Sandra custa 1, aí« 
de 100 dolares (600 cruzei­ 
ro.) por dia, eeudo proven1- 
euteH de porra recém sacrl­ 
ficadvs, qu!I são compradob 
ao Banco de pele, para tra­ 
tamento de queimadurus. 
padres Carlos Correlts <lt! ;Tu· 
ledo e Melo, JCJ6é du Sllv11 
" Oliveira Rollm, llunoel Ro· 
drlgues do. Cc,sls, José Lüpe• 
de Oliveira, homens do gr .. o­ 
do sober e multe,~ uUlro11 
bro.silolros llubtr,~. Inclusive 
m!Ulores, oraw t.mbeG, e, n­ 
Juro.dos. 
O prDcesso que SI! los· 
lourou. um verdadeiro dra­ 
wo. vividos por t,56eS lnlré. 
pldcs patrlótas, culm!nou com 
" sentença de morte ao AI­ 
fores Jouqulm Joié dn Silva 
Xavier, O TIRAOESTES, de­ 
grêdv ts uutroa lnconfidentes 
e longa, prisões a outros. 
O poeta C!oudlo Monoel 
da Cüsh. sulc!dou-•e no prl 
silo. 
Uma bhtoria du ldesliõ­ 
mo, leold11de u grt1nde umor 
à Patrla, unlüm tod6s, estes 
Impávido• consplradoreE. na 
mala brilhante demonatruçllo 
de devotumento A liberdude. 
O povo :irnsllelro naquela é­ 
poca sclrln Od rigores do Ju­ 
go da metrópole· 
Consumudo o processo, 
n 21 de abril de 1792 Tlra­ 
dei:tes sobe serenamente ao 
poUbulo no Cnmpo de São Do­ 
mingos (Lttn:p11dos11) no_ Rio 
de Juntlro. dando. o seu san­ 
gue generoso pela liberdade 
db PBlrla. 
Essa l!ber<ísde vel~ 30 uooa 
depois as margeos do lpirnn­ 
ga ae bem que pur um prio­ 
c!pe do He.lno de Por1oga1, o 
povo brasileiro reconhece u 
!:lórla do grande Msrllr. 
Jota Jota 
O Bneo do Brasil ca 
ba d uttizr fane!stnen­ 
to para Implantação de 3 Mo­ 
d+rn Frigorifccs en Muto 
Grosso. Te:ão cupaeldde de 
ubte de Melo Mi!h1o de c­ 
beçAs nu/mete. 
X-X 
o l orprf u ao 
P1,rfur,u(•11 d,, lJr, t-fl ,, B!rn!'o 
Itaú Atéics, 8undo maior 
Bac patitular ao Pafs, ele­ 
vou o uuero de Agcias a 
468, uma das rtorw Redes 
B•acirl1>11 Jo l'alB, (' uumen­ 
tou o voluc,, do DopóaltoR 
pr crcu de Tres BIIhôes 
de cruzeiro. 
X-X 
O Grupo Paulista de 
Ernpr,•càrlos d• Oaurú, voltou 
eocaolud, co,n u Lldude de 
Santa Cruz de La bierra, on­ 
de lorum truntlds contnto 
cum u!101, Camncl•nlos do 
Orienta Balivfauo 
X-X 
Aviiio pl!otudo µor Carlos 
LObo> (lobinho) cm vôo r&;r.an- 
1~ quondo laz1 .. ucrobncln1n11 
Estrada Dourados-Ponta-Por, 
chocou-se cu:o u Kombl, dl­ 
uglda pt:lo !>r Edmllson KUH• 
ltn que tbV<J norle lnBtanlá· 
Dt!JJ O Pllõlo coo■egulu ater­ 
r,z,r no 1Jéropõrto dtl Marncê­ 
J, ubadonaudo o Avll!o 1 1 
X-X 
N< Jorn,;l nº 51, pubU- 
C»tos a nota lnf1.rmaodo o 
Rtceblmt:nlo dt.1 Verbs de 
.IQ.UU,•.~O dt bÚU ª'' Grernlo Pe­ 
dr,a Rfno detinad A Con­ 
truçáu J<; l'ücln11 <; Quadra ele 
E!porte e. Fiszemo, uma reti­ 
ficação: fala Verba é ÚNI­ 
CAMENTE PARA A CONS­ 
TRUÇÃO DA QUADRA DE 
ESPORTES l I J 
X-X 
Pre•idente W.édlcl, apll 
Cfl A 1 5, em Diretor de Cllé­ 
gio ds. llb11 elo Gover:rndor 
Coléglo Estaduel que venal 
Certll11:11do, d11 Conciusno do 
2" Ciclo: Madurezu. 
X-X 
. Jilnlo Quudros, propõe 
ajuda noJ '/Jihcs-BOas. nn pu­ 
b!lcuçllo do livro quu oa Ser­ 
lnn1atas Irão !'Sorever a rea­ 
pelto das t!xperll!nc16S adqul­ 
rldu de vários anoa de con­ 
tuclo com os lndigenGs 
-x- 
A Erva ~ktt., podert. ser 
,iovumentc ,. foots de divisas 
para Ponta Porll 
XX 
O Sr. Mnnc,.,J Rodr/gue, de 
Miranda, DOA Touro de mar­ 
ca Glr d Assoclaçl!o d(;: .Ex­ 
Cor.batentes da Guerra do 
ChliCO. O valoroeo a:ilmel se. 
rA destiuudo a t:rrecnde;r fun­ 
dos puru construço do Pan­ 
lnleão do, He:cb da Gaerrs 
do Chaco. Os diretores da As­ 
so<iaçllo bgrodl cem como,,,. 
dos o gesto do eoslgue !hneco 
vcl que um condlàato escolhl- lucicnàrio é a macule.oção do 
do pelo,Slstemo posso, em quuJ. lodo o fn,trum•r:t!ll de e:rceçã., 
auer_momento,antes de ssu- e o cessar do p;enersl Médi­ 
mur o poder, comprometer-se ci não terà condições de, 
com a defesa do, pcstulodos c:urto prazo, :i!mo.r contra. a 
op7sh:ionhtas o.inda que e.stes xr:.o.ré. PoT cutTo lado~ ele .se·rà 
seJ•tn.o . t1'SlnbeJeclmenlo da presidente da Repábllc& per 
demccncla, a volta no Estado força de uma decisão tomsd 
de._Dlzcit.o cu o fim da legi,- em circulo, nstrilos, qu, nao 
laçao e:rc,pcionol. Mesmo qne dependerá ••qatr d•• forçu, 
pe.nsnsse oelim, e blo sco. partidária, da Re,·olu~o. Por 
muito iproàel, o candidato que eatüo, sem nceszldade, 
not. '< Lrrtscarlo proclllmá-lo ee.labcleccrÍ.4 compromlnos. ~ 
- ~•to que P->derla colo- sindn mois c::m J opodcib ali· 
csr em risco sua própria can- norizàrl? Neà mesmo pra 
d1dolura. Acrr:tece que a IÕ• govcr.:inr da pr<cissrü cu de­ 
rica :c atual momento resa- psCzrs dMDB, quinto mais 
para • r eolcl'tO 
1

ANO 	Bela Vista, 5-05-73 
ISft EL C0NDEN DO PEl. 
' 
O U: UBAMO 
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1 •• 
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I 
{ 
Neçõee Unidas - O cone­ 
lho de Segursnçn àu Orgt1• 
nlzaçlio dos Naçõec Unldn9 
condenou ontem Israel pelos 
ações mllltoreo eletuadas 
contra o Llbano, a dez de 
abril. A to mudo d e poslç!ln 
oonolulu mnis de umo sr,m11. 
na de deb,ten sollcltndos:pe• 
lo Llbano no selo do organis­ 
mo permnente,da ONU. En 
uma reeoluçno aprovadn com 
onze votos o. lavor e nu­ 
nhum contra, o Conselho de 
seguram;a '1o. ONU condenou 
também a •'todos os atos de 
violência que põem em perl­ 
go e'atacam, aos inocentes". 
Quatro pala ~~stAdo• :Uoldoa 
Unllio' Sovlellêo, China e 
Guiné), se abstiveram nu vo 
taçlio da matéria, que havia 
sido opresentndn pela Fran­ 
ça e pclu Or8-Brcto.nha. A 
condenuçno dos "'repetldoe 
akques cnllltores" l&ruelen­ 
ses h&.Vl& sido solicitado pelo 
Ltbano. depois que uta 
pais -- cuudo de b,,spedo.r 
i:u,-rrllheiros palestinos - 
havia so!rida os<ral<la• ele· 
tuados pelas forças armada; 
de lsruel. 
RENUNCIA 
o C,>DSblho de Seguran­ 
ça. do:ONU ulém da con­ 
denar conoreto.m.inte Israel 
pel,, lncunilo de dez abril 
em B~•rute àuronte o.. qual 
rernltorum:mortos trcs chefes 
da. guGrrllh~ palestlnn, Ins­ 
tou o este pis "renunciar 
imediatamente'' u tod agre­ 
sio armuda contra o Llbcno. 
No. 58 
a 
e 
No prenmhulo do resoluçno 
so ohrn:nr quo o conselho 
ruodttmenla Lod"• os recentes 
ato de Scgut1,nç1t da ONU 
lamento. pro·vlolêncla que 
curem a perda de Yldas 
Inocentes tJ uma ameaça a 
avluçno civil lnternacloonl 
Nesta ultima frnao Inter­ 
preto como uma re!êrencla 
uo atentado terrorista orabe 
oontro um avllio da compa­ 
nhb lnrueleose • • ELAL, no 
uero porto de Nicósia, Chipre 
dois dias antes da tncurs!l.o 
contra o comando p&lesllno 
cm Boirute. Destac"m, con­ 
tudo, cs cbservadores que se 
trata do uma re!erênc!... ~m 
termos gorais 6e mencionar 
especl!icumente o ntnque de 
Nlcóela. 
Verd 
... Tendo aasumn!do a 
cheli do Executivo Be/si­ 
l+n4e e dia 29 de abrll lle 
1!)71. o $r. Clóv(q M1>rc!'lino 
de Oliveira.'achou,por be 
cvmoçar 11 rPe•truturor todo 
0 
1,lhl.t rua. u,Jwlul.strntlvo dn 
Prefeitura, para postertortuen­ 
te cxnoul,,r um p!tno ,1e.lrr,­ 
balho tendo caráter de obras 
prloritrins o egulnte. 
11) Rde de e[g0tos p ro 
o pcrlrnl'tro ur:.> ,oo 
b] Calçamento» pr f 
rua principul8, pelo »/ste as 
de !uqaetea, ·fabricada pe· 
'" Prdu !lura, com Ma­ 
quinrlaa serem 'adquirida 
e] ln11tn1'1çl'1•l de um com­ 
pleto p1cirque lofuotll na Pru• 
ç do Aps, bm como srbo. 
tzaçlo un)forre e viveiro 
te plnts, provislo pra o 
INICIO DE 1073. 
Jd puvsou 1 uno na Ad­ 
mlnlolrJç!l.o Clóvls iillbrcetinn 
do Oliveira. O que foi feito'! 
NADA Con6lderamo, quo 11 
cap11cld11d0 Admlnl6lratlva 6 
requlktto do «Chefe» ;desde 
IJU'-' u con,e,to,de cheflur, cle- 
10 scnou•. EC cor,lundc com o 
de ,dmloistror. E o prefeito 
de B@ln Vista bom Admtnls. 
triaor '? Oa fales iodlcum 1, 
resposl11 u seguado feyol. é 
«Oo vernur é prever-. O Pre­ 
feito t.meado do Bela Vista 
usou da'prevso' par pubil­ 
o>r o seu ?lrno d~ Trabulho ? 
A eRpota é NÃO. O cuncel­ 
to Foyoll:1110 dti prov1s!lo po6- 
,ue :l fases dlelinlas: A PES­ 
QUISA: que leva 11 11nteclpu• 
ção do futuro, e consequeuie­ 
mente o PLANEJAMENTO, 
strutente, que prepara o 
lvaldo Pcrolrn 
Chte no tu PROGRAMA DE 
AÇAO; 
O'inl este de um 
PlanJmento Coordenado, e 
Instrumento tua 6ficaz é o 
Pregam de Ação. Este é, a 
llnhas de conduta, us etapas 
a percorrer, o resultado vi+­ 
do, os melo as empregar, o 
8 in11rl'11a Ili AdffilDlli(rllÇllU 
prcvlotu e pr .. poradu puru um 
det,•rmlnad,, perlodo do 1cm, 
p». Nada ulsso foi leite. NAo 
quero que e repute preun­ 
ç.1o ,, foto de um llcmcm do 
baixa Cuiluru econôalca e 
nczitzd de «o:ietaço à. 
blJ• •dltcorrcr o regutu i.u­ 
b:c 11 Admlnlttraçllo públlco, 
mas ll Ltb~rdade do. Jmpronsa 
t 8 prloclptos de·uçl'lo, kvnm 
n:ll à opinar sobrll 1110 magno 
problera. Que s AI!s Ma­ 
gnlllcttncln• Ecor.Omicna :la 
Prdelturn DHl permitem, ruBB 
nllo pude haver Administra­ 
ção qu1rndo ollo t'Xlste uma 
Co~raen&çl!o no l'lnno cou­ 
ccbl:!o nu tscol111, doa abc. 
jetlvos e na capacldade dos 
quadro~ !ucdonola. 
O ,Clu,!t• devo couvca­ 
cer-so àe que ,em um PLA­ 
NO Diretor, dividido em PIa­ 
nos pucloi■não terá nuucu 
condições de AmIn!strur cs 
Bena Públicos. A Cep11cldnde 
de Coordenaço é um dos 
Predicados mls m±rentes do 
br,m ,che!e•, oao se pcdo 
c, ordenar ou Planejar, multo 
menos.Comandur oow posau1r- 
wos CONDIÇÕES. T.BCNICAS 
E VONTADE INTERIOR 111 l 
<,PSICO-PIG TOGRAFIA» 
Veroon Howard 
Quero falar-lhe. sobre o 
único]grende erro''que4todos 
ccmetem ao avalisr o Carater 
de outra pessoa. Isto servlrà 
para evitar êrro9 em:ouas re• 
lações com outros, e lhe se:á 
espeolelcnente [útil ao encon· 
trur alguem pela 1, vez: gran­ 
de êrro é o seguinte. eomltlr 
etradmnente que o outra pe•• 
soa é tão amodur,cide, 1tD· 
sala e atenclos qusnto,parece 
na sup,rllcle . Vcé não per­ 
cebe o cbcque e mágoa cnu,a­ 
do• por ,,.sa suposição? Tal­ 
vez os conheça p,u experlen­ 
clo pe,sool. Nlio 00, •é pos6l­ 
vel enxergar poi- baixo do 
super!lcie da outro p,ssoa. Ao 
Invés nós ldeallzaroos, pinta­ 
mo-lo com as qualidades que 
mc.!51tsmos e queremos que 
ela tenh•. Depob... quando a 
pintura começa. o ,air, flcomo.s 
cbocndts com o que parece 
por baixo. Se um homem sor• 
De você depende a continuação da 
Tribuna em nossa <idade COLABORE 
ri bastante, •upomos que te· 
nha personalidade ~legre, quan­ 
do na realidade ele sorri por 
bàbito. Se exibe maneiras •d•· 
cldldns, acreditamos que seja 
seguro de ai, quando • • 
1 
pró­ 
prios m•nelras ,a.o um d!.larce 
pus uma Incerteza .Jntedor. 
Voce -:teve ter em meu­ 
te que os outros tem confülos 
e conlu1ões,lnt•rcu bem mal· 
ores do que as que revelacn. 
Perceber-se às vêz .. , t.SSU 
preuõ•s rtca.lcodll• explodirem 
num 'ª'll" delta, Sarca,mo ou 
Acusação. A euto-ccmpreer:sao 
nos ,judo ~ ver e t..ntende.r ou• 
tras pessoss. Percebendo nos,o 
próprio liU Interior, torns.mo­ 
nos perceptivos em nossos Jol• 
gumeoto e srn.;atos em na,us 
rdações. A ,comprEeo,ão rsim· 
pies nada teme. Não projete a 
lluaão e nilo~ouvirâ ;o estron­ 
do. Eie um sistema simples 
cao veja o outro como voce 
achn que e!e.é, perollo que 
gradualment, ele revele o que 
ele é realmen~. Utlliu utas 
ldélu onde qu<r que encoctr• 
pessoas e do-lhe-1!.o um docni• 
nio novo e calmo!!!! 
de m1uo J. GREluflE E Cl4. 
Ferros, Chapn-<, Tubos, Tintos, Azulejos, Vidros, Conjnntos sanitários e Aromes, Sul, Pmms, Pnrabrisns, Ferragem em gernl 
«Enquunto espera ser tendido nós lhe oferecemos um: cafezinho 
Atendido por pessoal especialisado 
Rue Coronel Junco - 81.3 	GUIA LüPES DA LAGUNA-MATO OROSSO