m'O li 
iwwwmi .,";G5..3,5 
Seu 
A 
. ; 
"±' 
edi s.l 
O Presidente Grras­ 
tazu )lédicí com b,,Ml em 
t>Xposição do ruulvos tio Ml­ 
nhtro J ulio Barata do 'l'rn­ 
bahc, o Providencin Socí:il. 
ussinou decr,,to alll•ranclo 11 
tubeln do saHtrin mínimo ;ia­ 
r diversas reglõss do Bra­ 
sil. No ~eu arlÍf!O lo, o <lc­ 
creto altom ,1 t.,btib nuleri· 
' 
Gasolina 
numentu de .4 em 4 Mêses 
or. No 1:rligo 2o <l1:-: que os 
mcuor••~ do 16 an,.s nnntll 
perceberão menos de 50 
<lo ~~làrlo mln!mo r,-gio1rn:. 
P.,.ra os ll'abnl h:dorl!S que 
tenham fíx,1do por Icl o m.í­ 
imo de jornada diária de 
trnb•Jbo cm menos de oito 
bo,as, o ,alíirio ml111mo s,­ 
rá fgnl o da no:z tbel2, 
Segundo explicações do 
secretê.rlo Geral do ~Jlnl~lé­ 
rio dos M!nus e Energln. Beo­ 
}omlm Mil rio B&li;IO, o . mo­ 
alda tomada pnrn a 1nnJor11• 
çno sobro a Q11.3nlloa 5º e 50 
e 0osequência da forte tn- 
1êncln nltlstn nos prêços do 
Óleo no MercDdo Inlern~clo­ 
obl. • Como " Brasil é cc•m­ 
prudor de Oleo o o venclu.sob 
11 lormn do oombusllv,1 º" 
llncadu lnlcrno Brn,llelro, 
nilo hà outro melo do n!!., Sll 
eldVnr II prCQJ>, frt,uu o !:n­ 
genbelro MO.rio Butlltu. O úl­ 
timo aumenlo> dn gos~Unn ocor­ 
reu o 1º do Junuiro des o a­ 
no l 1 
anntM DHrnDE CO:ISTRU- 
cno Dt PiJDOVIA 
BRAS!LII - A onolusõ.o de 
projel'> pnrn conitruçáo 11;, 
BR-103, 11!,!Ulldo oJ ciJ~drt, 
do Riu Brilllsnte e Duurudoi< 
rm M•,lo Grosrn, !01 snllcllo- • 
do uo ministro Morlo Andre­ 
t1.zZ:-!, do Tanaportes, pelo 
dopu'Ltl<, !c,!oro) Ural:ln Ba 
rém, d ARENA talo grcs­ 
snse. O parlamentar rersrl­ 
tou quo n ro>dovit,, com trll­ 
fego de 1.200 vieulcs por 
dia, ó responuàvel pelo es­ 
coemento de 16% llll CC{IOCI• 
mula «gzleolu do Estudo. Ape­ 
ijar disto, e,a•,. tuílclonnndc 
cm oundlçÕoJ p1ec6tlu~. o 
quo dllloult·• o :rnn ut'llza­ 
çEI<>. Falln npenns ettu lrnclio 
pru Dourados ter t'lc,,sso i.o 
s!tona rodcvlirlo nuclonl 
pn, lmcntndo. 
LA#epe f] é tfjf& 3j.%$.=" 
@li li ti@is. 
inimo 
multlplicaJo J>01 oito e di­ 
v/Jido por aqudc wàximo 
legal. No decreto preslden­ 
chli r,!1rm:1 s,, que o snlúilo 
miuimo r, gion ,1 ele Mato 
Grosso será ds Ct$ 240,00. 
A d.ária setá ele Cr~ 8,00, 
a hora "º' vi-;o C1S 1,00. 
me ~estina á cuHura 
is $ 15 «ilhes 13 
O Ministro J nrbns PaE­ 
rn!Ínho anuuciou em Brasi­ 
lia. a aquisiçiio de uma ver­ 
ba supiomcntnr du ordc1.u da 
:!ii mllbõts da cruzeiros. que 
será aplicada ainda este ano 
nn ,,reu de cultura. EEsos re­ 
cursos conseguidos depos 
de entendimentos entre os 
Minais lros d Educação, do 
Planbjamento o da fazenda, 
s~rio som:idos aos 31 mí­ 
!hões previstos no orçame 
to do pluuo nacio::ial de 
cultura. 
rnve 
Amor, H' hoje no 
fosse am da ta ~s:gutf:cr.:ív,1 
por:. tí, talvez o dia seria 
um fgu,,I n tantos outros. 
Hole por mis que me ese 
force não .:on~lgo c!c.i:rnr d'l 
bentlr um voz.ia lnvnrlir 
meu 1liwo e, uma leva ou­ 
,1-t do melaucolia vem en­ 
'O! ver miuLa alu.1u. llojo 
~eu aniversário e não mnls 
estás ~qul. Tudo aquilo 
quo dceejei dizer e ofertr 
te boje, ficam ~ó pra mim 
na lcmhrnnça, ue,im co:no 
uwu t'>P!trhnça malgrada 
que ajímenl<:i, por algum 
tempo. Estou bÓ, e uo ou• 
vir 11s ,nr.hicns qu11 foram 
nt!lsas sinto em mu rosto 
clm.s lngrimnR rolorcrJ, ~im, 
as minhas liígriruas foi am 
o!! unicas migalhas perrna- 
1wntcs q'.le restaram dv 
Eslivewo" na rcsidêu­ 
cia do Sr. Abdala Snin 
(Papito) e coustatomos •in 
loco• a cura de um doente 
que portam li terrível mo­ 
léstia l'ubloes Pretos•. O 
• po:ludor da moléstia, morn· 
c!or <ln cidade de !:. Marin~á, 
Estudo do Paian~,' levou a 
1:.iz concerol, ci,;6 rei e 
cnncetosa para complelnr o 
trutamei:to. Afitmou á. 11e- 
ttaknt» te tales a» h'aqui 
Um contrdbando de· 3:J0 
mil outleroos !o( lotToduztdo 
oo Paruguui proveniente do 
Bras
1
1 segundo deuonolcs 
cl:1s ,,utorlds.des parugunla,. 
De vcê depende a continuação da 
liibm1c9 em nossa cidade COLABORE 
iô 
nosso aIlo:, 
ITojo tudo ó t11.d, sem 
ti, e déste nada constitui-se 
todos os momentos desta 
minh'vlda imutil o razia 
sem tua presença. 
IIoj:.:, qunudo a noite 
Vh'l', que tudo và p:.r>t 011- 
de e como qnizer, i,à ou 
itel ao me~mo Jugnr anelo 
0111torn nos eaco11t1.ivamos 
J-{eviverd 03 momen­ 
tos (dizes q:.111 juntos nli 
passamos, mas sozinha e8- 
tarei boje e lr;•los os dias, 
poís, j,w,uls 'V!tnrf1~ para 
mim. 
:'J;;~ apesnt de tudo 
meemo Eal,cm1o que já mo 
esqueccsll', d'l !uudo do 
cotação deste meu nada de­ 
sejo-te tudo, pois ngora te 
quoro mnis do que te quiz. 
Helena Lopes Unrdim) 
pqrtngem o ,-itndo senhor 
< Este Homem ó um Snnto. 
Envia s Raizes Pagando 
inclusive Despesas do Cor­ 
reío•. ~ ossa intcnç~o, é, 
informar os leitores do tia­ 
ba!Lo humanitário que de­ 
eeuvolve o Pnplto niio s6 
em Mato Grosso, mas em 
diversos países. Abdula Sai 
merece mttlor considera(ãO 
dos bdavlsteu•es. 
ve Eer rigoroca e lmedtate. 
O oootrnbando provocou 
uclrrodu;; .deb~tca entro o de· 
putudo Clorado ollc:Jall1t1 
A Asoclço,do lndus- Cersr. Zacarias e o presl- 
triais Gr:.flcos comunicou a 
dlreçao Aduaneira que a re. dente do Pnrtldo Liberal 
pressllo ao contrabando de Redtc11I, deputado Justo Pas- 
tor Beoltez. 
COH~WONAHID CHlYflOlíl 
Vindo até nossa loja, você vai ter toda liberdade para admirar os novos OPALAS 73 e as 
mionetas C10 que são capazes de fazer qualquer loucura pelo seu dono 
Recebemos seu cnrro usado como sinal • Vl,ile-nos sem com-promlsso SOCIEDADE AUTO PASTORIL l:.td • 
sob a dlre9ão de Or:.ldo Jtlores .Nogueira 	a., agora 
RUA MARECHAL MALET. 325 -- FONE 1N3 
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AQUIDAUANA - l'úATO GROSSO

'1'db111111 da Fronleirn 	Bala Vi«t 
i tatano luitil te ta»l si o li p (Cana»as ph pssaga t iasi mm:si±pies piir th loiiji 
Godoy 
_ y
1
·ce-Pres
1·ctente-Osca.r Ferreira Leite ·- Secretárin-Hi>rmi11io B. Souz;i 
PresidenLe-lVlal'celino • 
Nantes Silveira. . Antonio da Silva 
Atuante Povo Politizado - Boa Administração 
V ~readores . lrineu 
Camara 
Caràcol e o Desenvolvimelto 
Bojo 1 •. de mnlo, oomc­ 
moramos, dois 11uonteclmeotos 
que entroloçum-so, pois, um 
é eleito do outro: Dlo dos 
Trubalhodorco e a•. oolvcr­ 
edrlo do Emsuolpoçno Polllloa 
do Munlolplo. "Eeto lo! lnl­ 
olo d11 dlRoureo pro[erldo pe­ 
lo Sr. Todeu Ocumpoe, nno 
uuou eatos poluvrns o "goro· 
dor do entus!osmo'' que é o 
Pre!ollo de Cnrscol, moo 
entendemos suo Mensagem 
nns onlrellnhus.'' Corucol dos­ 
perto poro suo res t poslçno 
de destaque no Estudo, hoje 
possui um Ginaslo us ruus 
!oram. patrolodue, o& terrenon 
buldlos tnconlrn•ae llmpoe, e 
o que ó lrnporlunte: o pncoto 
e trobalhttdor Corncolense 
recebo o lmll do Progresso: 
n Enorg18 EINricul/1. 
Atualmente Curnool tem pou· 
oo psrn olereoer, mne equl­ 
vnleolo a multo, pois olere­ 
oo a vontode que traoelor­ 
ma e_ oon,tról. Tempo do 
Prodoeste, do Proterro, de 
Provslo, ·.tempo do desportur 
Csrooolense, ópoca do Pre· 
feito. «entuslesmo Tadeu 
Ocumpos. 
O povo escolhe as DIre­ 
trizes que levurio ao desa­ 
b1 ochar .ioonõmlco de Cnra­ 
ool: Podur Executivo, Logls­ 
lotlvo ,e Povo andom llgudoe 
por ums [orço que supera oe 
obstuculos: O Desonvolvl­ 
merto. O lmportnnle ó dei­ 
xar basee para o Futuro: só• 
lidos ., vlll.vels. Os obstâou­ 
los pnrn o Desenvolvimento 
dn Regina e/lo muitos e de 
multo !ôr~·o, mos cstno sendo 
venoldoe, homens de todo 
olosse social motivados para 
e ooupaçllo, trnoelormam o 
Melo e uc estruturas Mentais 
Arouloas. A boro ó de oons­ 
clênolu Nuolonul em tôrno da 
nectseldade do Desenvolvi· 
weoto e dn partieipaçlo. E u 
hora declelvu. Agora ou nun• 
oo. É umn corrido centro o 
tempo. A pedra !undnmtrnhl 
do progresso lançada por 'Ta­ 
deu Ocumpos, trouxe uma a­ 
llrmaçllo do ot!lsmo da ccn­ 
!lanço no grond1oso Tuluro 
de Cnraool''. 
Dlo l"'de Mole, o vizinho Munlclplo de Caroool, come­ 
morou atu S• Aniversário de Emencl;:,oçao Politlca. Foi um dia 
festivo pata os Caracolenses. 
, . -X- 
A Preleituro MunJclpal, otrevEB de ,rn dlnàmlco Prelelto 
Sr. Tadeu Ocampos, o!ereoeu o lodo Populaçao e Vlsllanle.t: 
Jogos na quadre de E1porlt, no Compo do Munlclpnlldode, e 
compcllçõe• no Clube do Loço. O Insigne Prelelto, lnsugurou 
a REDE de Energlo Elétrico, cumprindo des&b torm•, uma pro 
messo feita hà 2 meses, 
-X- 
No almoço o!,recldo ns Autorldodes onotomos a pre,ençn 
do Sr, Clovl• Marcelino de Ollvelro (Prefeito de Belo Visto) 
sr. Oswaldo Turlnl (representante do C:i.moro Municipal de 
Bela Vbto) Sr. Oscar Ferreiro Leite; Hermínio Benigno de Sou­ 
z0 Antonio do SIiva (V.readores de Corocol) Copttiio Botelll 
(repres,nondo o 10• RC) que ofereceu um lindo Troféu á Equi­ 
po caml?en do C?lube do Laço. e Dela Vl,h•, Copltilo Mosqueiro, 
Pe. Pedro, lho. Enll Perclro de Sorza (Delegada de Ensino) e 
o Sr. Promotor Publico. 
-X- 
A Estrado que ligo Belo Visto a Corscol em ótimos con­ 
dlçõt,. Pnrabrnlzomos a DBRMAT por otender umn n1plra• 
ç!lo anllgn do• Coracolense,: ESTRADA TRANSITAVEL. 
-X- 
Juventude prestigiou a disputa aclrrodo no Clube do laço 
mas OIimplo, Morto, Morçolla, Peco. lvette Lino e Goozoga 
provnrom serem os melhore•. !25x20) 
-x- 
0 bom do clube do Laço de Be1o Visto continuo sendo 
o lvette Lino: E o •Peló• do laço. 
HORAS 
07,00 mlSlll r<>lene 	. 
08,00 Ha1tumeoto du PaVilbOo Nocional 
os.:m n.,rn., QAcolor. clube do lço de Caracol, e Bela Viola. 
09.00 Lançamento da Pedra !undomcntal do Ho&pltal Oeral 
de Caneol. • 
10.00 Torneio Inicio do clube do laço do Caracol ., B. Vhta 
12.00 Cb.urra,co na ■t,àe d• Prddlurh 
13,00 Declsiva Fins! dos laçadores por equipe. 
Torneio relrmpu[o de competições esportiva {futeboi de 
,alio) vclley-bol masculino " feminino. Equipes locais e vsl­ 
tuntes, 
Confuso ... tudo é conhuo, e quosc nodo entendo. As ,ma· 
gens se confundem, as vozes sã0 quase como o rumorejer das 4944+ 
corr~ntes: ninguém entende. Nodo ouço, nada vejo, porem Deus 
quiz que agora neste momento derradeiro eu tenha muita Paz, e em 
minha Mente pc,moncço tfo cl•r• como • Luz do Sol. • Tua lmo• 
sem • oo, meus ouvidos murmures multe, frases: pouo ouvil tua 
voz. Posso alé sentir o calor de tuas mão~ ao apcrtartm •• minhas 
num descspuo louco de reanimar meu ser, Já quase sem vida. Mas. , 
n4o 
5
e preocupe Amor. morro por ti para que possas vi-1tr sem 
sentlrts pena de mtm, porem, Vívcrel em ti, no teus gestos, no teu 
caminho, viverei a tua vida e tudo que sentires tombem ,cn1rr1. 
Parto agoro sem rumo e Jamel, voltarei aqui, porque pauo • 
viver aqui do neda poro o nada. Sem ti e sem vido parto 090,a, 
mos ... Irei feliz por Que csllve contigo nos meus dr•r•deíros mo• 
mentes de vld,. Amonhã, não verei quando romper a au,ora, pois 
iHnio m•I• olstirtí e quando outro crepúsculo uhlir i• Eercl umo 
recordação a mais para ti, Tudo foi tão belo •té . a goro, mos, • • 
partirei 11 ! E pena que, quando ia receber seu último beijo, cor 
drl ... estava sonhando , . , !!! 
Proibida Pesca com Rêde 
A SUD.l!:PE comunicou no Ooverna:lor José Fru­ 
gelli e no Secretario Paul<> Machado, du Agricultura, 
que uüo será pormitido em Mato Grosso até o final des­ 
te n:io n Pe8tU Fluvinl com a ut;lizu,;ão dú rêdes e ou­ 
tros materials desse típo. 1) Governador José li'ragelli 
baixou Decreto proibindo a exportação do Pescado para 
fora do Estado até o dia 31/05/73, podendo este prazo 
ser prorrogadv. 
Srs. PESCADORES 
Tendo chegado o conhcimento da Diretoria do 
Clube de Caça e Pesca de Beln V1stl, qUti pesfoas ines• 
crupulosas fizeram uzo ele. REDES de P~SCA, cujo m~­ 
teritil está proibido pelo Exc,o. Sr. Pre~1dc_nte da_ Repu­ 
blica, em caravana de pesca, sem que parn isso est1vei;sem 
nbiiitados por esta Diretorla. 
Resolve n me~rna Dlr,;l01ia advertir que niio vacilará 
ema tomar atitudes legais para proibr esse abuso, 
tão prejudicial ao dC!,envol vime.ito de nosso pesca, nos 
Riod ;!e notsa jurisdição. 
a) A DlRETORIA. 
p 
6 
MONY 
s 
O Vencedor, no proptlo O mundo eocial é umn 
momento.da vllórla, tem• a lula cuóllca de forças que es­ 
sensnçllo de umo derrota (Pie. to, inda é procura dcs u- 
lro Ub11ldl) 	perlori,s equlllbrlos de direito 
X-X 	(P. Ubaldl) 
f: neoesellrlo (azer o bo- X -X 
mem nntes'de; fazer progru- No é esteril sdversf- 
mas sociais, e fazer euees dade como diz Rens, nem 
programas 'sómente_par fe- de beus como diz Cbuteu­ 
zer o bomemi(Pletro Ubaldi) briand. Vem de nós mesma, 
X- X da possa !perfeição, de nos- 
... Ums trapsormçc su igsrunein. (H. BubienseJ 
poderA ser eempre acompu- X-X 
nhndn da edlticço de cu QUANO ALGUEM É 
tra .(Maquiavel) CAUSA DO PODER;DE OU- 
X-X 'fREll, ARRUINA-SE, POIS 
Para conhecer a nnture- AQUELE PODER VE'l DE 
za dos povos é necetrio ser ASTUCIA OU FORÇA. QUAL 
prlnclpe, e para conhec~r 11 QUER DESTA E SUSPEITA 
doa prluo1pe■6 ueoeeshrl11 AO :SOVO PODEROSO (Ma- 
ser rio povo (:Maquleval) • qu11>.-el) 
X-X 	X-X 
Fiz para voce Amc,r, 
um Poem tritlsuito, mas 
ur;o Udl 0111Je o perdi. Procu• 
rel mu!to, mus ... de nada odf. 
uotou. 1.'o
1 uma penu meu 
bom! Ohl Sim foi una grande 
peoa, pois eh, lhe dlrlu tudo, 
tudo aquilo que oenll quncdo 
te uentastes de n im. Ago­ 
ru nn•J ael mure expor o Fen, 
llcento trlslonho que renll 
aoterlormenta. polo voco re­ 
gressou, e n vida tombem 
com voce voltou. Era u□
• poema, Jfado, enleltodo do 
coróo, umu:corôa' feita.coro 
esptnhoa pootlngudos, oom só 
que puseram na cabeça de 
Jeeus. 
Quando tu te ausenta8. 
o mundo parece _deabar, e » 
tormento começo arn,sar tu- 
do nquUu que ainda restrj 
dos nossos momentos de ll 
mor. Sei que nllo precedemos 
bem ornando fSB!!D. Sei que 
serio um vexnme, se aquelel 
que n!lo avaliam os senti· 
mentos humanos, aqueles que 
desejar ver ruina de seus 
sernelhontee, soubeEsem do 
nosso ldllío. Mas ... nado dis­ 
rn lnteresstt. NIio h/, dlobel­ 
ro no mundo que possa colll· 
pensar um minuto que pas, 
ao uo seu Indo. 
Sou triste, multo triste, 
e ~igc; pela vida !ora. até o 
momento em que Deus ,e 
compadecer de mim, e del 
xar voce só para mlm. Tal· 
vez eu seja egoísta, s,não 
gosto dez viver srim. Des 
preso 11 VJ,ia ;obsouru, e º) 
mim mesma lambem W.aldl- 
go meu coração tolo, qutl 
nllo soube escolher; sim! nSo 
soube escolher, e ;por [sso 
ogora minha vida aerá um e- 
terno sofrimento. 
Meu rosto está transli· 
gurado pelas noltes lnsooes 
que passei peoe ... ndo em ti. 
Minhas noites mal dor.das 
lrena!ormaram-se ussim. Pe­ 
sei coisas e mil pensamen 
toa v!lo. em minha mente 
ulloro. Tenho a Impressão 
mor... de que Unges ao di• 
zer que me ama■. 
Vou procurar m11ls mn 
pouquinho, o poema que eE• 
crei, para que na próx/! 
vez, tu poss:ls lê·b tumbeJD . .l 
ROBÔ 
Viajar na Viação Daniel, é 
wl a$zen / tt 
O ônlbns que fez B IID· 
nlrn. Belo· V lata-Caracol. no 
dla 28/04/73 pp. num verda• 
delro 11ten.tudo li vida dos 
pssageiros, suiu de noss 
Cidade complermemte se 
Freios.'O M,,torlstu fazeudo 
verdadelra g In 4stlc4 
com as archas, usava 
•Motor poro frear•. A DER· 
MAT deve tomar providtDOlaB 
urgentea no sent!do de proi­ 
bir e:ses abusos que pede 
ro acarretar desgraça ao4 
passageiro. 
RepE<Umos: Vlaj&r na 
Vição So Dnfel & Com­ 
prtt.r pusag .. n, para a :Uor1 • 
(/

Tlbuna da Fronteira 
---------------------------------------- 
Dela Viu" 	Maío de 1973 
«M o 
E TRISTE, MAS ..... A CONTE CE ! ! ti 
Dràco 
t nolto. , , o luo proteodo Ilumino us egun lronqulfes do 
rio, .. EslrelnB no 1Jrmomenlo dao lmpressno de um enx:nme 
de vogulumea. A lgrejo oo longe porece umu cldode de luz, 
Col<,rldo. lrrodlonle, A• ondos monaoe do poético rlo provocam 
um ruido semelhante á chuva nos telhados de polho. 
Deixei o cidade por um cominho tortuoso, lnsreme, bus­ 
cando maior conloto com o nalurezn. Duscando paz. Hermo. 
nle. A quietude, o som melodioso do noite, u comunbllo do 
esplrllo com a naturezo, proplclo o momento mllglco. A luz 
torna-se vlslvel. Luz do luz. luz da mente. Sinto o corpo 
leve, o e1plrllo voa de encontro ao conhecimento do e Eu, 
eteruo, 
A dl'.! vldo que voguenvn pelo labirinto de minha men­ 
te, lorno,,e cerlozn, certeza do vldo ,teme. Surgem lmogen1 do 
pouodo e recordações 6• tornam vivos, oomq eco de uma épo­ 
ca em que u ser humano ainda eslavo ligado á natureza. Olho 
par ss estrelas como se ali em cima encontro,se o solução do 
lnlcma, •levo os broço, em direção do céu.. , sinto o fogo 
conaumir es entranhas, a mente torno',eu Centro de Atreçilo. 
Urr barulho povorosammte estrugé perto de mlm. Esboço o 
gesto pueril, de turnpor o• ouvidos, e fechar os olhos 6 luz 
demoalodo, mos , . . estou for do tempo e do o,poço. O lnex­ 
premlvel está em mim. E,tou no tun órbllo. Senhor, No teu 
omor, tem piedade de minha fraqueza. Sinto o luz mover-se 
em dlreçn.o e• trevas, é a força de pco•lração que redime e 
levanta. Vejo o turbllhno do amor projebr-se do olto para 
baixo. O sublime quer de,cer a minha mente, eu queimo uma 
tocha. Não sei mais compreender. 
Avanço com o olmo !remente, apertado, na üosta de me 
compreender, de firmar e registrar este, lampejos do e,p!rllo. 
Só um Instrumento divino poderio norrur lllls eohos O meu 
ritmo Interior •ufooo neste morrasmo que é o expressilo huma­ 
na, as luzes se estloguem, brilhos •e O?n!Uodcm e se perdem. 
Els que minha olmo volto par• caso do corpo. A aeoso­ 
ção do Luz pn,sou perto e o meu Eu Se dluolveu ao seu ar­ 
rebatamento. Tenho nos olho• urna poeira de ouro, no, ou­ 
vido, cântico, celestes, cm lodos os sentidos. uma sublimação 
suprema: O diotlco ces,ou depois de seu último paroxismo. Es­ 
tou no escuro. Retorno o cominho do co,a. Estou no escuro, 
mos no recóodllo de minha mente uma luz começa a brilhar. 
Meu !ardo torne-se leve, as arvores silenciar minha psnagem, 
um belja-llor ;,oueo em meus ombro,, umo voz martelo meu 
cérebro . , . Bu ,ou o Caminho, a Verdade, e • vida. Numa pre­ 
ce muda olho o ~éu, já cão vejo ••trelas, njo o sol, luz for. 
tlsslma. Calor imenso e sorrio, sorrio pelo momento màgico. 
- Obrigado Senhor, Elerog Crladqr. 
pot fijuii lz antianal» 
Na Scuio realizada die 11 
de abril pp. n • Assembléia Lc· 
glslotiva, o Deputado Rubens FI­ 
gueh6 teceu com,ntdrlos ,obre 
a propalada RedcnÇio Tcrrlto· 
rial da Amazonla M1togroncn• 
se dentro da atual Pollllc• efe­ 
tiva d• Amazônia legal. Afirmou 
o pelamentar que não se deve 
tapar o Sol com uma peneir 
pois os fatos estão ai o Indicar 
que modificeçõtS tansccdcnlcs 
na estrutura turllorlal do Pais 
ocorrtm cm breve, e; devemos 
nó1 Matogroncnsu que: tanto 
j,I demos em favor da Integrida­ 
de Nacional, nos preparar psi· 
cologlcamenlc pua dar a nossa 
contribuição TenllOrlal cm benc· 
Ílcio da Ideia maior que é a 
grandeza do Brae1I. 
• 
Nao digo em que me is­ 
pire», paro que pudesse redigir 
ut• note, mar • mult• l:<nlt •• 
be o motivo . , . 
E triste mais acontece ain 
da em nossos tempos, gente que 
faz suas sujeiras. roubos, etc. e, 
quando é ducoberto, apelo cul• 
panda e oul,os. 
Esse lípo de pessoa é con­ 
siderado como um animal, mui• 
las vuu põe • culpa dr 1uas 
malandragens, em pessoas que 
nio uíllt m0lr, que descensam 
cm per, e.. com es9s atitu ... 
des procuram desonrar uma Me­ 
móls. Há os que choram no 
velório da pessoa cgm o mais 
descarada fingimento, e quando 
01 Autoridadu descobrem el- 
E X r [ O I E li l E 
[apus» Inata filia 
IMPfiEIISn - PULIDIDAOE 
Dirctor•-Proprid.irlo 
Maria Estele V, Pcrclro 
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Rcdator-Chrfc• Ivlo Pereira 
Colaboradores: 
Redação e Administração 
Ruo Barão de Melgaço S/N 
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Prlmtlra p,igina 13;00 por cm. 
Último página 10,0o por cr. 
O Jornal nio ,e responubili• 
za pelos conceitos emitidos em 
colunas assinadas 
Este Jornal é composto 
e impresso nas Oflcinus do 
«Correio do Sudoeste» 
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guma sujeira do dto «choro 
e o meimo não,tendo outra $ai· 
ds, resolve d,zu que o culpodo 
< o ful,no de lal. L.. v•:> •• 
autcmidades atrás do fulano, e 
com surprta certame que o 
m@:mo já morreu há meses. Cc­ 
municem o fato ao «chorão e 
ele com a mlror calma e falta de 
vcrgonh• diz que não era de 
seu conhecimento. Vejam só: 
choro no velório do fulano, e 
Dr. 
Ruo Pilnde Rebola 428 
depois d que nao sabia que 
e'z havia falido 
Em mính• up!n11 o, noo ha 
ena que possa cobrar um c.,imc 
desa naturee, só mesmo o Io­ 
do Poderoso t quem tem meios 
de punl-los. 
E triste mtu acontece, acon­ 
teceu e queira e Deus que no 
aconteça meis 
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!JllBUNA DA PHOJTE!llUi. 
Sua mãe quer 
"' 
VOce VIV 
Coloboração L Y ... 
SAbij bicho, hojo é o Dlo dau Mlles. 
Do t0d11s, m,no, do suo. 
Ltmbrn,sc dclu'/ Que perd,u toda 11 ult11rlo dt viver 
quoudo•'J)erdcu v11cê7 
Vod'. que lro<'nll da por um punhado do bolinhu,, uru 
punhado do crvo; o olgumo« picados. 
Sobe bicho, hoje um gconde número de ::nüc, e,llio cho­ 
ron:lo. 
Chorondo, porque nlio podem sorrir de tonto lellcldod~ 
guc cios lêm. 
com o• lllho• A !Uo volte. Com olgun• presente, abulo,. 
Com s,us filhos vivo~. 
Sobe, bicho, o suo lomb~m e,ló chorando. Porque niic 
pode &orrlr. Porque nno tem por que sorrir. 
Ela está derrotada. 
Elo olnda nllo morreu nó porque tem o esperança de fo. 
zer você nascer outro vez. 
Sobr; bicho, mãe é assim m<amo. 
Lembre-se dela hoje. 
Voce n3orpreclsa provor que 11lndo é filho ddo. 
Mos voce pode começar provar o você mesmo que é um 
homem. 
O que ela Hempre quis. O que elo sempre sonhou. 
Sobe, bicho, é bocono oqucla empolgoçõo de ser homem 
dentro dod padrõ•H de hombrldadu que a mente Infantil ~ 
doente de seuJ amigos coo,trulu. 
E b110,rnu provar •uu:mnchlco ou euo llberdndc fuman­ 
do 
O prlrnolro p11011u. tomando II prlmolra bollnlm, opllonn­ 
do li. prlmelru plcudu, 
E um snrro p11ra euus 11wlgos. 
Mos scrA quo tudo isso é b)can11 para u sua namoradu? 
Ser que prova pura eln quo você t mais homem do 
quo os outros que você chu quudrudos. por fora? 
SerA, bicho? 
Sua mlio. hoj~, ponsu no menino que você foi. E que 
olu nunca contestou. 
Mnn quo desejou um dío, gerou num momento de ornar. 
Até começor perde-lo nuua guerra. paro a qual elu 
nuncu esteve prepi.rudo. lnlollzmente. 
Mus não se esqueço de uwo ooillo muito lmportonto: 
soue amigos lonm O.iVdrdos qu11ndo llr&rum você delu. Nüo 
for11m leais. 
Ele& usaram urm11s qu~ 0111 dbconheclu. 
E que de,oonhooB até ogoru. 
Foi umu guerra desleel. Denonests. 
Por Isso hujd ela snnte. E solre. e espdra, também. 
Esporo qu" um dlCl voce volte " aor n ori11nç11 que 
[oi rozlb dn v,d~ dela. B quo um dia val ser tambem u Ta­ 
ziio d e suo vldo. 
Você vol Ker PAI?. 
Volte, bloho. Volle hoje. 
De este pr~ocnle parn eh, no DIA DAS MÁES 
Volto a ~~r Ilibo dela. 
Elo só quer você. 
VIVO. 
LY 
o 
O maior gorila do mundo 
o e.Gorila berins:,!.!I•, medo metros 
de olturn a pc:-1" 300 qullott. seu 
redoto ó nas florcstn.s ~otnbr_los o 
inóspitas do Znlro nas proxlm1d11dc.c 
dos mentes Viruga e da retão do 
K•buzf. 
-X- 
o lh•ro e O Fantái'illco Vôo 
d U O•lvol,,• do Rlcbonl Bocb. 
" 4oia a iiss 4+ "»st­ 
ttc11es" nos EEUU. 
-X- 
l'lol•F•do do Policln do Jur. 
d1m EX01'ElU!>O. 
-X- 
O Sr. Toobn.tJo Amnrnl lnirin 
u contudo do novo cinemu. Mals 
um VIiÓRIA do sempre alerta c 
cvolulh"o 'TRIBUNA. OA FRONTEl, 
RA", 
XX 
Dnvld LJ.ng. rico fazendeiro 
merleano, desapareceu misterioso­ 
mootc; em ptcon luz do dl~ 110b o 
olhur aflito de sua esposa e seus 
tJlbos, pB:il~ounca mn.Ja , o perecer. 
(Uno Grnndcs_:HnlG'fflDS do. Huma­ 
Dldlldo) 
XX 
Fl descoberta na A!rica uLa 
pilha 11tõmlea naturot quol~rtartun ... 
clonado tivamente ate 10 milhões 
do nnos otros.. A nattchl~ rol' dlVUl• 
Jl'Gdól Dõl Academlu do CMncllu da 
1-'rnnço por Francis Pc.r:ia, oho tun• 
cloottrlo dn Cornls~:lo ::.de .... E:nergfa. 
Alümlci:a e proro,sor do Co16g.lo ·do 
França. - 
XX 
DIa 26 do molo escolheremos 
ll • Mlss tlnproa..,. do Bc.lu Vb.tv 
uue rcprcseot.urA nossa. cldudo no 
V Congresso de Jornalistas Protis­ 
Elonois. no Coacurso ~lls! Jmprt:1.s!l 
Estadual. 
XX 
pra-d pata tcebt oe jornalista 
do tu 'n r. r.;: do, 1kb VI ,3 tlll• 
0 Goro Portuues orce. 
le no rsilente M@ll a ma!s n! 
ta condevia;ão de Portugal. 
Aquidnurull KcrA p:ilco do V 
Congresso, a Princesa do Sul pre. 
XX 
!'rnod•co Xovler /CJll('O) rr• 
cebcrfl ,,i.e mCH o Ululo dó .()tdn• 
dlio Paull,1110,,. 
XX 
A l'h,tllp, c,ltl lo.tJJlando Lm 
)fonuus, :ia t.rtfi da Zonu FJ'1'ncu 
umu no'll t.ilJClc:a dNllnniJ.t ,.l pro-­ 
tluçAo do rAdlus porlAt<I~ ,m dl, 
vn10, tnrnonl&os o modelo/4 dJfc. 
1'6nlcs ut1Jb.uudo uu,lérfo prhnA nu.• 
clonai nu proporçno de 00" 0• 
XX 
Oura Trudint e Konlliroku 
empresus japonesas, In»ta'ro a 
prlmelm Ubrtco;ac Rulos X 
XX 
Em 1 !Jli3, o llrasil exportou 
três mll e welcontos dolires cm· 
Cnmorlo. AI~ Sttembro de 1972. 
tra Aumentou para quinze 
milhões de dolnrcs. 
XX 
A Usloa de I1bn soltciru, cu, 
Jo funcioonmeoto, úo ucorllo com o 
organograma de suas obra, ó 
ocorr1.•n11 em fe:vernlro do proximo 
ano, começur.í. o produzJr t•nc•rgla 
clHrl,n no mh de Junho próximo 
t1nlcclpauJ.o cm ccrcu. de oito me­ 
es data de sua inauguração. 
XX 
Bula Vlslu terá representa­ 
çfio do fuorurol se-~uodo Joformn• 
ções da CONTAG. 
XX 
O Deputado Fodcral Abel 
A vila defendo melhor a11.lárlo paro. 
rufessore de 1 e2 gruu. 
XX 
Bemt com ova estrutura 
criou novo~ d::purlumeotos: Crédl· 
to cerni, do P.1triruõnlo e. do Cré .. 
dito llural. 
XX 
Folcccu o jornoll,ta Josú ,Jay­ 
me F. de Voscoacclos. 
XX 
E merccldamuonte conhecido 
o nomo do •Vur-o-Pcsc.' cm BeJ6ru 
do Pn.râ. como ponto do embR.rque 
e desembarque de mcrccdorlas t.ra­ 
zid»s por omba.rcaçõe.s pequcons. 
O que pouco• uberu é quo C3.!h! 
nomo derlva do um outro Imposto 
no tempo dn i::ovcrno colonlnl para 
rc,::ulnmcotar os se-rvfços dt1 ndunoa: 
cVcro~Pcso1, isto C, ver o peso ver 
dBddro das mercadorias, o peso 
G" ; cor tos4o 4 r»sr 
XX 
Acordo do gds BoUvlooo pro 
vi Sl~crurgí11 na Fron.tclro. Brosll­ 
Boll'Hl 
XX 
O prttZ.o J)tltu ttcolhlmcato do 
&!ll4rto cducaç.Bo é oté o dia. 31 
do mnlo. 
XX. 
Escola de "plnlum Corumbn/ 
c-n,c expora cu1 JU:iuoçilo: capll!ll 
e.lo Porngua(· 
X.X 
Uma equipo do Pcsqulsodorcs 
cnecos ptodu.ztrum umo vuclna ao/ 
tuopn., quo !ol testada com rcsUI/ 
lados posltl1'o::O nn Et!op!a,. t::0J:t1ndo 
rn!ormou o puJodJeo •SVc.nska 
Dsbladol>. 
X.X 
O Jornal progres,o de Dou/ 
• • «» v 
XX 
O Deputado Lopes Lins, aca/ 
ba de lnaçu o 11cu utumo l'Cmnaf 
cc •Caminho .dn LonHl> e.m nolto 
~~- nulogra(o no Hot.et Compo Orun[ 
X.: 
Japoneses iuicrcss.-do!: nn e.x/ 
~~) do mlofrlo do Urucum (Co/ 
XX 
. O Dopulndo G.:.rciu NNo tio/ 
ou na Cirara Federal, a palituea 
tnµda pelo Oo,·eroudor Ft11.c111 
1ihan 
Guerra do 
Ipá 
Paraguay 
A.Historia conto o: fatos 
atonttcldos em tod!.ls 01 temp01 
desde que o hcmtm ovov•ssou 
as fazes mais d,f,c,i1 d, vids no 
•to da conquista, • glória de ccn· 
sertar a conco,dld dos p<hos da 
Ttrro, am,eçodo por luta, int,r. 
mlnnvtls. 
Sempre houve a guerra, as 
disputas por h,gtmooias d, no­ 
çôes, por impcsicée: de reis e di­ 
tador<, qu, lmpuahom .,u podrr 
.i p010 da fo,ço e da violtncio 
convulclonando o mundo, t,az~n· 
do 6 dõr e o ,ofrimtnt~ oo oc• 
nero humano, fazendo despon­ 
tor OClmo da ÍOgUelro qui ott3• 
vem,a desolação, a destruição. em 
detrimento du conqui1t.H maís 
nobres du clvllluçdo Qut: tx,910 
e slá a exigir uma paz duradc­ 
,a pc,ra o rtsurg1mt:nlo de um 
mundo m,l~o, onde o hr mrm 
possa mprcger a torça reelizado­ 
ra da sua inteligencia em benehi­ 
cio do hum•nid, d,. 
Tambem o Brasil foi aras 
tado a lilUcrra devido essas on­ 
lfngencios externas tão contrarias 
i indoJ, do nosso povo Bmc,nte 
da oaz e- um, convivcn::ia de 
harmonla ent e visinhos. 
Em N:vembro de 1854 fa 
obrul•ment,: oprisionodo tm A,, 
,unção por ordem do d,l.dor 
Solono Lopc:s
1 o navio br.>;llciro 
Marques de Olida que levave 
bordo o Presidente da Provin· 
cla de Mato Grosso, ferendo es­ 
te seu prisionei10, .,lém de ou­ 
tros ft.'ltos de origem politica, co­ 
meçando imcdlatJ>mcntc cJ inv,Hdo 
de noua Pau[.s; por tropas P•r.a­ 
gu•y•• no Sul do Pois e • fron­ 
te1ri!I àc Mato Grosso. 
foi uma luta que: dvrou 5 
longos anos de p,fvctÇôts dcs 
ncuos combatentes, longe que 
tsttvom dos ct:ntros de abeste­ 
cimento e d•ma,mmco parct con• 
cluirtm 4 • gucrrc1 com rc,pidez
1 
causando grandes perdas para em 
bas as pares, tendo e regstrur 
Como digno de nota, a bravura, o 
resistc:ncla e abnc:geção do, Eicc .. 
cito, cm luto. 
Estas fronteira foi invadida, 
Belo Vlst,r cst•v• •m podrr de, 
paragueyos qu,ndo veio de São 
Poulo e Minos Gtr•is • Colun• 
que deveria atacar o Praguay pe­ 
lo Norte peru amenisgr a luta em 
outro, frentes do Sul do P•ls. E,, 
sa coluna brasilei comandada 
polo brovo Cel. C•rlos de Mo· 
rae Camisão, cntrcu no territó­ 
rio P•r•guoyO • 21 d: Abril de 
1867. num avenço dHicnl, sem re­ 
cursos de subi:tencia, em gado 
suÍ1cicnte e ainda o cJçJc fwtJ~ 
gantc do lnimlgo. até quz chega­ 
rom A Fncnda l..guna. do d,• 
tador Francisco Sclno Lopez, 
donde regrcssa,.,m to forte B,lo 
V«ta vinte dias depois, concer­ 
tando ah! o regresso ao Brasil 
iniclondo entoo • celebre J1ETI'. 
RAOA DA LAGUNA tão bem 
d:scrtnz_imortal obr do Vi+­ 
condede ±auay, onds se rota 
o. e,tolc12m:, do sold,do brui­ 
leiro que ns adversidede lutava 
e.cm inc,cídiv-c-l brio ~ vdor va- 
li Mato de 1867 
JOT, ,lOT.-.

J 	• 
ANO II Bela Vista, 12-05-73 No. 59 
Em corhnonlH roathudn na 
manhn do tQ último, no Pol,clo do 
Plunolto, o• presld<"nlc< Errlllo Gor. 
ratzu Mediei e Alfredo troessner 
ns.tn.rum dccloruçno conjunta do 
20 pontos, nu qual manitostum n 
ldcntldode de 1>rlllcl11l0• e hlenl• 
quo presidem n condutu lntc-rnoclo­ 
Dnl dos doitl poh,on. 
N11 me6ma Ol'ilt-!íl.o, os cllnn­ 
cdcrÕR Mnrlo Clb.100 Bnrbm-a e 8u­ 
pena Pastor assinarum o trabalho 
pura upwvdtJmrnto llldructélrlco 
do rio Parans, medrante u constru­ 
çOo do Uslnn <lc Jluipu. 
Após a ostilnntura dOft doeu• 
mentos, os presidentes do Brastl o 
do Pnruguul trocnrum n, cnncun 
com que hnvtum chanceludo a de­ 
clnrnçffo conjunta. 
EIS O TExTO DA DECLlllJÇ!I.O 
•·A Convltu do 1tllt1 Excclônda 
0 sanbor presidente du Hcpúbllca 
Federatl·u do llrutill, Gcnornl dc­ 
Ex~rcllo Emlllo Gnrra,luzu ll,Jdlcl 
tiuu ExcolOncla o >-e11hor prc:ddentc 
da República, do Para~uui, General 
de-Ex!:rcito Alfredo Stroesner, vl 
Nitou oflclnlmunti: BrabHlu. do 25 u 
27 do nbril de JOT.l. 
Uuruoto n vl5ilo, que puteo­ 
tcou·o cordlnlldutle fellzmete exis. 
tcntO entre os dois puiacd e ~tus 
Governos. cujos Juços de nrnfudctl 
e ostreltm cadu vez mnals, graças 
no eaplrito· quo norteio suaa rcln' 
ç0es, os dois presidentes efetuaram 
exteoe11 troco tlc pontos de Vl,Stu 
•obre qucstõee de :mblto mundlol o 
reglono.1 o ex.umin:unm. com dHlda 
ntcnç!lo, o qundro du11 rc~nç0cs en· 
f.re o Brosll e o Poroi:;uu1. 
Colooidlrum, ou oportunldndc. 
em tlelxbr ooaelaocln tlu ntmoBfero 
fraterna cm que hO processurum as 
convcr1nc;Oes. tia ldcntldado, Junls 
urua 'l'Z reltcrudll, de prloclplos e 
ldral1 quo prc.ddclil o coudutu ln· 
ternaclonn Jlc seus pulsea, e do'I 
rcsutn'1os poetU..-os o quo chegaram 
Hobrc o ulual pnnoruma dns tiUU! 
relnçõcs e os poaslbili<lndes de um 
oprlmornc1tnlo crcJ:ccutc dn omlz_.• 
do o da cola.boruçlio brs~ileiro p .. - 
ragualn e, para esse efeito, convle• 
ram em subscrever a segulnto 
DECLARAÇ,O CONJUNTA 
01 prcsldonteic dii Rc;>Ublica Fc .. 
dcrnllvn do Brasil e do Kopübllcn 
do P.:.ro.gunl 
1 - M10Utstam sut1 contlno. 
ça no opor!olçoumonto Un . convl· 
võnc:la intcrnnclont1 ntrnvcs do 
primado do dlrelt.o e do uprafunda­ 
mento da B01ldurledtu1e cntto os E.s, 
tndos. A uasc pcopoHllo, rcssuHnm 
como principias tunJumcnluls clu.~ 
relações lnteroncíonnl~ a lg-un1d:i­ 
do jurldkn uoM EstnJos,, autodc 
tcrmtnaçllo dos po'0.i, u nno lctor. 
,·enç!lo nos asunts interno8 dc,tl 
outros Enn.dos, o c:oopcruçõo [ra~ 
terna entre ns nuções, o reconheci• 
mcnto da paz e n --oncord{a como 
tu.tores cncoclo.il:i do proi::rcsso n 
soluçno das contro,,erslns por ml"Íos 
pacifteos, o respeito os direitos fun 
damentala da pessoa lumuna e 
condcnnçno de lodlls n.s modalldn­ 
des do vfolcncla que contra eles 
alentom. Rojcltam. nt-Eso contexto, 
~ualqucr tcndencío no co.:igclamonto 
.##::.E" E".1 
cin. 
II - Colncldeu1 nn ncccssl• 
dndo do lorllllcclmento dos Nnçõca 
Unidas como órg:lo mnntencdor do 
pn-z e dn Scgurooça lntcrnocíonal. 
Snc:lui.udo, nc!ltc conceito. a ■ec.u· 
r-nnçn, o uegurançtL cconõmlca, Isto 
e, u rc•pon•abllidado ••l1dar1a o 
coletiva dn todaA n• nuç0ctt no <fU0 
diz respeito uo processo de desen' 
volvlmeoto. 
III-- Iteram a vrenela 
de qu~ ee reformulem equll!tUva• 
n:cntõ us tuls estruturas do co. 
mcrclo intcrnaclonnl, dando RC no, 
p1.tso~ cm de!ICUVnlvlmcnto condi' 
ç0es de etetiva competição través 
do melhor uct1atw nott mrrcados dos 
Plll5-!8 dt:sPuvolvidvff, m-::dlnntc !0r' 
talectmcnlo o omplia<;Jlo do Ml&lema 
de preferenclas gerais, da suprc,sil.o 
de medidos protccloni•ln o dn cU· 
rnluoçD.o llu quul(Jucr formo de lro.
1
• 
tamento dtscriminntôrlo na plica 
çlo aquele sistema. • 
IV Em foco ela lmportfincla 
que utdbu('ru us negocioçOe:J comer 
clafs, multllntorals, que 10 deeenro• 
1orl1o no foro do J,!alt, u parllr do 
corrente :ino, 111unl!cst.Hnt n convJc' 
ç:to de que o3.pises em desenvol 
Vlmrnlo delas dcvC'm participar ple' 
n:uncntr, no Intuito de ol,lor mo· 
lhorcs condições para o numí'nto de 
!UJS TCOCltlUf de cxpotltlÇlío. 
V Con~ldcram lssenclul que 
a re:formuloçllo do 1,lt;t('mu monctá' 
rlo Interaclonnl asegure nos pal 
t1es cm dcsonvolvlruen(o mslorct 
recursa" para os invcniões e pa' 
rn o financiamento de seu comcrcio 
Internacional. ntrovés de mecanis­ 
mos que !ocUltcm cm seu bene[lcio 
n traferencla de capital. 
IV - Consignam o empenho 
de seu.."I ~overno, cm reforçar O!I 
mecanismos da organização dos Rs· 
Ll:ldos Amerlcnaos, a tlm do que es­ 
ta pottaa .1tlo~lr plcnnrucoto seus 
objetivos, scjsm os de índole pollll• 
cn, t-eJom do nutureza ccónomka, so• 
C'lul ou culturo1. 
VII Coincidem nn lmporU.ncla 
!umlnmcntal cfo proceaso do lotCJ::"ril• 
çno dn Aml.lca, Ln:tnn, como lns. 
trumcnto puru Incretncntnr o desen­ 
volvlnn:nto ('Con0mko-suclul e n 
solldurícda~o doa ;rnlscs nn área, o 
pom ampliar o com~rclo regional 
Assln11tnm. n oropó.slto,0:1 esforço, 
rcnllzatloa pelo Aesocluçllo Utino. 
Americana de Livre Comércio, rel­ 
tcrnnao o cmpe:tbn dos golernos ao 
sentido d~ :JPrlmornr o rovluornr 
seus mnezunatos. 
VIU EJ"p:-Cs6am sua ,uUsfoção 
pela ron.nclro polo quul ostâ eocüo 
implementado o troto da B:tcla do 
Prutn e rcorlrmam o propoalto p=lo 
rltórfo dos dois pulsei em conUnunr 
a envidar lodos os eato:cos no 
s o n t i d o dn consecuçio dot1 
oHos TlnH a ,que se propõe nlco.ncnr 
JX. - Cousfgn:un, como alb· 
mente poRltlvo, o dinamismo das 
relocõ,i; entre o Brne11 e o Pnra­ 
guai e exprcssn:n sua s..1ttsfoçlio 
, peln nsslnnturn, boje,. por ,ou■rcs­ 
pccu,•01 MJnl11tros •leis Rclnçüos 
Exteriores, do Tr.;.tado entro :a Repu­ 
blica Fcderntin, do Br:isll e u Ro .. 
publlc:i do Pa.rnguo.1 pnra o npro- 
• 'cltnm~nto htdroclotrico dos recur­ 
sos bldro:1 do rio l'nrnn6. perten­ 
centes tm condomtulo no11 dois 
pa.lseii, desde e lncJuslvo o &:11to 
i:i:r.o.nde de Sete Quedas ou Solto de 
Gua.tr;i ntó n. foz. • do rJo Ig:u'1çU, 
com o qual e ubrr, dentro da 
mala franca, umpla e lenl co1nboru .. 
çfio entro o& dols pni1:10S' roa.Is P<'rs• 
pectias para transtornação ócio 
ecooomlcR d.:i tsei;:ltlo c paro. o do- 
1u.-nvotnmcnto do Brasil e do Pa­ 
raguaL Ao mesmo tempo, rênllr­ 
mam que, no con:t.ruç.Qo o nn ope· 
rnçno desl:;r;., obro,, .os dois g-ovc.r. 
nos terão pre:ifDte! n. prcoct'Potfto 
de n!lo oc:istonar prcjulzu sen,lvel 
presam e desejo de quo O! rdo' 
ridos tudos contemple na postbt 
l:dade de fetri!teço do »stema. 
XV(I! - Reconhecendo ' de 
intress', inlu!ve parta a tele. 
• ct1munlc.!!u1:o n:. nta6?"1Cu do Sul 
n Integruço dos dois p.as stra 
ves de umn latema de mleroonda4, 
teclem que prossigamn os estu· 
dos prtinentes. 
XIX -- A Fim do mpllr as 
relações culturls entre os dols 
l)'liLef'i. julg-am dJjJnn, da muJor 
al.tnçllo JJl!i nc::od3çõe., teudeute-s 
aturlffznr e dlnamlz!lr o convêalo 
[ora da- sua respectivus juttsdiocs 
digo jurlsdlçõc. nuclonols, de confc•r· 
mldndc com 0tl cornprunllz!,.,0.i in· . 
tornaclonas vigentes de que o 
parte nmbos paises . 
X - C01ncldew cm utrlbulr. 
de acordo com a pollllc• de. Je,, 1 
e reciproco entendimento em que 
fin 11cham empenhados seus g'OVt.'r. 
nos, n devida importância à ex+cu. 
çno doa trul,0U1os u cnrgo du Co. 
mlRsão Mixto de Limites o c.1t11c· 
terização de Fronteiras 1 r .. 11-Pu, 
ruaL 
Y - RrglBlram, como cxcm' 
plo do iienlhlo cada vez molJ pro• 
mnlsor da dlversttlcaçio dus reta' 
õe econômicas entre os tola psi 
, 0 trnbuJhus que vtm !:lt!nUo 
roaliz.::do11 pela Comlun.o Mbto de 
Comercio f! Invcsllmenlo!S u pela 
l'01nb•Oo ~U,te Especlul de Traos' 
porte o T
1uJamo. Ats■lonlam autos· 
sim, os ventoiens que tC'rfo 
pnro embo!I pJisci:, a cunclu-,,ao <lc 
ncordo.!I do lnterctist• reciproco. 
XIl - Exprimem aua solista• 
çúo pe)o cn,uwJnl111menlo du pro· 
~rama do nç!lo em !uvor do Pur.J 
gual, no õmblto du ALAL8, cuja 
ruse inlclal cht:gou ao eu termino 
com n concludllo do. pcsquba do 
mercado brasileiro par u coloca­ 
çilo c.le produtos pnracu.o11o3 de ux· 
port..çflo o pela <lec)du de lmple' 
mcnt.ur o reíerldtl procranm no 
mais curto pruzo. 
XII - Monllestn c,pcdol 
ngrudo pelo estágio em que e en 
contr1t o projelu de co1!!.Lruçâo du 
estrada ncarnucion-Puerto l'rt:• 
sldente troessner, no qual colsbo 
ra o·• Dcpo.rlbWColo N11ciour.t de 
C•lrodo du lto~ogcrn, do llrusll. u 
que cooat.ltuirâ ••lemcnto UecJ0h•o 
no coote..''.:to ,Ja., ligações cnlro os 
dul• poises. 
XIV - Coincidem em que. 
para crlar novo:1 ~sllmulos no cam• 
po daa rclnt;õi:s ccouômJcuJ:j e:ntro 
os doJs pah,cs, e anorucnte convc• 
nlentc vir a c!:ltabolecer ~e um rt· 
gime legal por, cvlt.or a dupla 
1rlbutoçl10. 
XV - jUIJlOm alwmcotc po, 
sitivos os projetos rea!zudos no 
cumpo do coopf:..rnçQo tccnlca e 
e.xprc3sam sua dech14o do .:impll.l• 
101. Nesse sentido, con.:,ldl•ram do 
lmporfouc!a que se rc.illzr-m pnra o 
f'.iraguul. estudos do ,•labilfdade dn~ 
lndu~trlo.c,, sldcrurglcatt o pctr-cuul• 
mico, :: oa de um plano de desen­ 
voMincnto lntei:rol da região do Pa­ 
rand. 
XVI - Conslderondo "sltuo­ 
ç~o mcdltcmlnea.du Ropubllco do 
Pari1Q:u3J e o desejo da Re-pUbtica 
FederaUvna do Bru:U de ecvldnr to­ 
dos os esforços n. !lm de pe-rmillr 
á. ntlçllo lrmâ o mo.ls !ucll uce:JSc. 
aos pontos m:irlllmos bra.uldros, 
:.:.9.572%± 
tirmom ,ua determlonllo de c,m• 
tJnucar 11 impiemeour a.tt concc:,:iücs 
do tlcpós1tos fr'a.ccos, cocfcrhlns uo 
P.:.rngunl., nos por1D::l de Santos e 
Paranagua. 
xvn - ..sslnal:im a Impor 
la.nela de que se rcv·esllrúo, p .. ra us 
comun1caçôcs entre o Brusll e o 
l'uragua~ os estudos de vlabllldode 
u. ec.rc::n efctuado;pelo Oepart.imcnto 
Nndonal do Estrndns de forro, do 
BralL, com o propósito de entabe 
lccer uma Jnt,rconexilo de Rede C11mpo Orandt. 
Fenoviarla do Panc:aal, " purtir 
de Assunçllo com ri do Br.;.íllf, utr:.1· 
és de um ponto na !ron1e.lrn de 
ambos pabe:s. a.o mesmo tempo ex. 
cultural vgenut 
X-- Mamutestam ena de6 
jo 1)1
1 
(Jllt: Hnl l!fo 8 Af.: Hçôo r-1 
lejarn u·.IJuR p.or mn!,; um:. c-.trflJ_. 
de rol±;era pavimentd, para cu 
Jo ftu a tutoridadea compete 
te de mbos palzes dotate, 
qupdc eatirem convententer, ts 
providicis necessárles. 
Feita na cidade de Drastlla 
os vinte e sefs dlas do ms dz 
•brll demll llOYeCClltOS C hCl,er.'.1 
e trás" 
Sw,.donal o Show aprt· 
tentado por ey e Dino, sába 
do pp. no GPRII! 
-x-x- 
Nosst,l!I como o B,lavist,n• 
se não vibra com nada, até os 
arti1la pcrc,bu•m a falt• dt en• 
tusiasmo e apluss do povo 
presente. Gostamos imensamente 
da hrase dita por um deles. 'o 
/tista vive de aplausos disse 
iuo, por que ningutm eplau ia!' 
Um vexem, o s1ltnclo (até pa,e· 
ca velónuc), na hora do dcs!,1, 
dss g9rotas que ccm boa vconte 
de colaboraram e quase ninguzm 
•plaudiu!I O Belavislense inco­ 
moda;e demais com aqa:lo 
.. Que os outros vão pen±ar'' e +e 
retrai. Que é sol, seja voce 
mesmo. Onde quu que s,ja. vi­ 
bre com tudo aquilo que é nos• 
so!I! 
-x:...x- 
Fztmos votos que a nos 
•• próximo l-1-.íu B,la V;sta, t,· 
nho a iniciativa que Ieve 0 n0ss 
Ex·Miss Aurora Carvalho, que 
pa,tlclp.va atlvam,nte de lodo 
e quelqutr acontccim,nto 5ociBI 
como desíiks, etc... r, nunca 
por mais simples que [orse a 
promcçdo, ,,ntava ·se pua Í1car 
debochando daqutla, ciue cola­ 
boraram. Diz o ditado. «eauela 
qu, rulmrnte é bem dotada pt• 
la n•tureza (Bonita) jamais necessl· 
ta de esnobar para apetecer>, 
X-X-X 
Prc,tiglado o Baile das 
Nc+altista estavam: Antero-Ze­ 
J;. Tcn •. Crisplm Brazil e Sra. 
Van« Er,Jk., Dr. Murano e Sra: 
Jonc (áe Jordfm), Nair Duua, 
Emiliana T<rezinh• Lino, Mário 
Varges e Sónia. 
" 
As minas que coopera,am . I 
d+shlmndo foram. Jane, Nc, 
fina Emil,o, M,gutl,na e Drnizt• 
P.roben1, cd.bo,ando vocrs 
demon1tram simplicidade • ceie 
guismo e NO garotas conven- 
cldas • cn<ias de compluo, co 
mo hó mu,las em B,la Vista. 
-X-X- 
Tambem Circularam: H,ld• 
Moiia. El1z,bttt P,nhoiro, Edval­ 
do, R,cardo, Longo• Arl,ne, To· 
ny • N,di•, Crl1tino. 
Na EXPO de Campo Grande 
notei e nnotet Ur. Padro Palmlérl 
e Sra .• EIJz.etc Nabun Ricardo Va.1· 
c.oncc·lo•, llicar<lo ~!elo, Yrolian, 
Cel.•O Gomes; Harlley Vilsiba Jo[o 
Jlarbosa, FrttJma Sllvn. Ansel~ 1to· 
<Jrl-:ues. EIJoa, Rosalvn, 
X-X 
Pn:-ab~n• i1 EmJllanu Godoy, 
pelo s,u uolver.ãrio do dia 6 p. 
Mlt !al~cas s:ora Etelka e Mnrln Ce· 
le,te pelo oolverdrlo 
dia 1U pp. e p/ Noedl lancJelra 
sou oalver,lirloX d~ 11 pp, 
Vnmos ver ae osle noo, .D4 
escolbu d• Mias Bolo Vista oiio boja 
MAU MELAUA pela tudo deptnde 
da responsai,IIJdndc daqueles que 
comoe s me+J"!dor !!! 
CASAL DA l>.BMANA: Kéalo 
e MarJa 
x-x-x 
X X 
SOCJE!JADE EM lllAli,CAJÚ 
Casaram ,,, no dJo '!7 de 
õbrll o• Joven.,: Êllo e Rosllene. Elll 
Secrel.4rh, do CoJeglo Normal, Ele. 
lunclooárfo do BEMAT. AJJ co,al 
milhões <ie íollcldades I ! 1 
X X 
. Vibrando de !ellcJdades, P• 
lo seu.noivado ocorrido dla 27 yp2. 
llllro e Jólce. Ele. rrodutor do Fll' 
me ,..Colngnngoc• rod,do em Mara· 
Cbju. Ela c:ur,o.odo o Normal 
i,os noJvos, parab1a..s de to• 
dos o• amigos / I J 
X X 
O Presidete Garastazu Médiei, assinou na 
J 
1, 
/; 
IJ 
Novo Comandante p/ a 9a R. Militar 
{ 
do Exército, nomeado o @eaeral de Divissiio Tnsso Villa.r 
de Aquino, l:omauilaute dJ 9o Rtgião Mílitnr rndi:idu ew 
Atendido 
Rua Coronel Juvencio - 815 -- Caix:n Po:.19.I 36 
per pessoai • especialisado 
GUlA LOPES DA LAGUNA-MATO GROSSO j