MWt t ttttt ~ 
1 
Fundador -- Ivldo Pereira 
ANO li 
""'''"'" :::,;;;;;;::- 
Liberdade com Responsabilidade 
peta vt ir. e 	' 2o/os4" 
wiiiik irrir iris iciicsiiwn is iisiiiriiioisi f 
1T 
Senado Federal-Gabinete da Vice Lideran~a do <ioverno 
firas apor pser te Sliit sare SMiv ase pa uairi» 
BRASILIA A Comissão 
d, fln1nÇu do S,nado Federal 
aceitou parecer do ~unodor Sol 
danha Gerzl - ARENA - MT 
favoravel à aprovação do pro]e 
to-de·lcl QU< ntab,lce< c,;tbios 
P•r• lixaçllo do Salà,IO Sase e 
dispõe 1ob,c • conttlbulç.;o dos 
proll!slonals l1bcroh par• o Ins­ 
tituto Nacional de Pre,idtnd• 
Social (INPS). 
O objctl,o p1lnclp,I do 
citado proJtt.o, i: •c,uttntar pd· 
rigulo ao rio 77 da Lei 0,­ 
glnlca. no qual se ntab,l<<cu 
que o •ulirlo•basc» ierá fi>cado 
pelo D,partamcnto Nacional da 
Ptcvldtncla Social •ouvido o Ser. 
vlço Atuo1lal e 6,giios de classe 
quando houver, devendo ser il'" 
t,ndldu nu ttsptctlvu labcl•• 
o, p,cullarldadu das dlvCrs•• 
categoria de trabalhadores e o 
pad,ão de vida de cada rrglão•. 
Enttndcu·u, com o proj•.tu 
agor• aprovado pelo Comhslo 
de finanças ao act:itar o parc:Ccr 
do Senador Salanha Drzi, QUC 
o cit.ldo clitérlo, e:-nbora muito, 
justo para as categorias norm4ls 
de «trabalh!!idoru autonomos•~ não 
o é paio os «proÍluiOndll libc­ 
rah>, cuja rc:munuaçdo varl• 
g,and,m,nt,, de cotcgorla pro .. 
tisSiOniJI pau outr..1 t, frequente• 
mente, dcntro da própria classe. 
Por lo mesmo é que, o 
parágrafo a ser acrescentado ao 
referido a,t. 77 cstabtlccc: ·que o 
cu1ário-base» dos profissionais 
hbe,.sls - mi-d1cos, contabU11ta 
etc. - sml fixado dtntro dos 
seguintes c,ltérlo,: 
1) - Por 'tempo de allvidade 
oroflutonal: d) llté cineo anos: 
até dois sal.ítlos·mtnimoíl de 
mdlor valor vigente no pais; 
b) de cinco nté dtz •no,: 
até qvalro salddOs-minimos dr.: 
maior valor; 
e) de dez o quinze: anos: 
até sch salli,los•mlnlmos de 
maior valo,; 
d) de: quinze • "Vinte •no,: 
dté oltO sol,hios-mlnimo, de 
maior volor, 
e) de vinte anos em diante: 
até dtz salárioS-minirnos de 
maior valor. 
II) pela renda declarada, 
paro os que, •pÓs o df!clmo ano 
de conl,ibuiÇões, opt•rem cm 
permanecer estáveis na contri­ 
buição e,!abelecid• para o l,tra 
•c• do Ít1>m I ciutc parágrafo, 
caso cm que ndo poderio ,ctor­ 
nar à escala progrtSslvo all e, ... 
t•bel,cida•. 
O projeto relatado pelo 
scn1dor S.J:lonh• Derzl, :!elcr· 
mina, ainda, que os atuas po 
hsstonals hberais, seguradcs du­ 
tõnOmos do INPS, ,ó '.<rio d,· 
rrltO ao• b,nfído~ p,,,vidtnc,á • 
rios d, oeõrdo eom a tab<la 
previs'a n0 ant [e. Ao6s cinco 
anos de curtubuiçã cb:z cs 
novos lndices». 
O senador Suldunhs 
Dcrzl termlnr,u fleu JJR!tC<-r, 
depofs de uma longe4 expo­ 
çl0 obre o uw?unto ftr n­ 
clo ser •JU&lo que 6c ccuc.-. 
d o uumen!o do sa'rio-b • 
B• d1, cnntrlbulçOo, li fr de 
que nn posntdora, e:es 
protlsslls conter cot 
Belavistense Com 
taras revir os», Qnnnto 
uu (• µJct., fel! ~HC, 1 o do pro­ 
Jt!.li1, t!•U •. .?tou que e trnt­ 
va de metérin referente às 
itana puriss uo Etado 
(µur<.1 fl,cal1d ·Jc) 11 niio As 
utivtdies [seis do Estudo 
cora Iee.3use no Te»ou­ 
r,1 N• c,ouul, uul porque, ovl­ 
ava fovoraelmente a ua 
uprouç4 • 
O ~•jllCllo <! c11Udo proje­ 
to, emn bases ben mul nm. 
rlus cent, ·'e projeto go- 
ver.an pt:l, que ett ntul­ 
rné• t,· . [Tl 1r,1n1lluç/lo no 
Cortes:o Nacionsl. 
ova Diretoria 
.,.. 
Desde o dia 7 do ,I,.io 
de 1973, o Clube fapor1i­ 
vo Belvistense tem UOl'a 
Diretoria. O Clube, legitimo 
repre.,;entauto dos -Belavis­ 
tenses, 3trnvessa urna fose 
dificil nn sua histórica. • cn­ 
mln bada. É de extrema ne­ 
C6st1idade o apõio de to;los 
Belavistenses, pois o nosso 
Clube, não é simplesmente 
um ~lube de fest,i e diver­ 
sões e sim: urn Monumenco 
vivo das idéias e aspirações 
do povo Fronteiriço 1 ! ! 
< Ao aceibrrnos tão es­ 
pinhosa tarcfn, tínhamos em 
mente defender um patd­ 
mônio social que muitos 8a• 
criflcios custou para ser e­ 
rigido oo coração de nos­ 
sa Cidade. Constrangedor 
seria paru todo o quadro sc­ 
cia1 do Belavistense, a extín• 
são dessa casa, que com o 
passar Jos anos; tendo si­ 
do o recanto felíz pa.ra !.no­ 
tas e tantus emoções, adqui- 
riu almn, ITansformando-se 
dd cuisa CL:J ente deposil.Á• 
rio do nosso mais puro e 
sincero cario!Jo. Acredita­ 
mos que o desallo que acei­ 
tr.nios reflete o ansdo de to­ 
do pa[ de familia, ardente 
ltSpirador _da manutenção de 
um io,ftUmcnto' de sociali­ 
zação de ~cus lilho$. Viver 
e COêXistir 6 o impulso na• 
tural do homem, não mais 
sendo possivel no estágio da 
nossn ciilização o homem 
ilha, que oiio cuida da mis­ 
biio de solldaried:ide humana 
cujo fator aprimora e dignifl~ 
ca o holl!em. Contamos tom 
voce I E o Befavistense não 
morrerá ! » 
Palavras da nova DÍre. 
toriu, que, dirigida pelo Dr. 
Pedro Jc.,.é PalmíJri, AdTo• 
gado e Ver.iador, transforma,­ 
rá nrna estnunrn arcnica e 
arrancJrá do rnurasmo o Clu­ 
be que representa Bela Vis­ 
ta ! 1 
soe 
MIRAI CHEMI 
Vindo até nossa loja, você vai ter toda liberdade para admirar os novos OPALAS 73 e as 
mionetas C10 que são capazes de fazer qualquer loucura pelo seu dono 
' 
sem compromisso SOCIEDADE AUTO PASTORIL 1:.tda.; ngora 
Recebemos seu carro usado corno sinal - Visite-nos 
sob a dlreçio deOraldo Flores Nogu€ira 
RUA MARECHAL ,MAL8T. 325 - FONE 1N3 
AQUIDAUANA - )..[ATO 
=-= _ .. 
ca- 
GRObSO

,, 
TRIDUNA DA 
Br 
' 
n 
Deputado Federal que trabnl!Hl por /1,,f to Grr." o 
Joia Jota 
Lindo o desfile de n­ 
presentação das Candidatas 
á .MisB Bola V1nl11, ocorriLlo 
no O.P,lt., súbnclo pp, O 
Apresonln<lor daH mesmnM 
foi o nosso amigo Airton 
Jacob Gonçalves. 
As lindn~ Cnndidalns 
silo:. Tereza Florentino, M, 
Dorvaliua Ubirata, Elzete 
Modeirua Nelcy Hrnu Costa 
e Cólin Molo, do foto dn­ 
riio muito trnbnll.Jo ao Júri. 
@rê) 
No mesmo baile todus 
as hlãcs for:1m homou11gon• 
dns, us11ndo dn pahvra o 
Dr. Pedro Pnlmi6ri. 
4± 
Ás Mãos preseutes Jo. 
rm distribuídas lembran­ 
ças, na seguinte ordem: 
A Mi1e mais ldosíl: dra. Belem 
~ 
A Müe de mu.ior n~. :lo ti· 
lhos: Sra. Bonifncía Antunes 
(14 filhos) 
A Mãe mais jovem: Tereza 
Cristina Stumpf Gonçulves 
#% 
Por li registrei; Dr. 
Pedro-Lêdn, Késio-Maria, 
Dr,Ilólio- ~armem, Sr. An­ 
tonio-Diva e o Sr. Clóvis­ 
Ana. 
.CU a 
Tambem: Sr. Uiises - 
Ratoma, Beto-Adair, ·Anto­ 
nio Jouo-Dlone. Otaviubo• 
Zulem,1
1 A vellno,Ce:este, 
Bularoarque-Lcouor, Alo/­ 
io Rosinha, Jaíro-Ama Ma­ 
ria, Sgto. Marçal e Sra. e 
Doun Qulka. 
CírculurRm: Solnuge, 
Ri toca. Newton, lldeíonsl­ 
nho, Pnulinho, Fútimu, llnr­ 
ciu, Dom, blnrildn, Marícl­ 
do, Oracínlrn, Flüimn Lino, 
Vilmnr, Pérícles, Odócio; 
J nl:;on-J urema, Pedro-Tu ta, 
Edcr-Kika. 
Furaeinlas á 'Tinia 
hlaglíone pelo seu nnt dia 
li pp., onde reuniu turma 
pop parn coruemornr.!11 
A C:llmeru Munlctp,11 do 
Cnmpo Grunde, pelo seu lre. 
atdooto, endereçou uo Se­ 
nhor !:Jeputudo Fedo rol Dr. 
Ubaldo Barém, o seguinte 
ollclo que truoscrevemos ntt. 
integro: .Camum Munlcipul 
de Campo Grande - Estado de 
Mnto Grosso • Campo Gran· 
de 2-í de Abrll r1e 1973 
OÍ. n. 42J Sec. Seobur De­ 
putado: 
Volemo-oos do presonlc 
para comunicar á V. Ex. 
que em Sessão plepria des­ 
ta Carn. re11llz11d11 no dlll 17 
do corrente, !oi oprCvodo por 
unanirr:idade de votos, reque­ 
rímento do Vereador Pedro 
Perelru. Dobe e envJundo 
agradecimentos da Cuomru 
Munlclpol e do povo de Com· 
po Grande, pelos esforço• de 
V. Exla. visando 11 iuolusilo 
de Mato Grosao no Corpeo­ 
nuto Nocional de Futebol c­ 
mo aconteceu, com uma equi­ 
pe de Campo Grande. Sabe­ 
mos perfeltumente que tal 
não teria ocorrido nllo fo~ee 
suo lnterferencla. Fica ;>orlan­ 
to creditado a V. Exle. 01111~ 
Prt>stl:;:ínrnm: Denize,. eese trabalho em favor deste 
Nlc11, Z1lda, Jane, Migut?, E&tado que se s~morá no ln­ 
Afonsinho, Clda, Céliu, Lote comeneurayel volume de ser- 
F d 
, .. 
1
. t L • viços que Já prestou A noseo 
crnnn o e Eh1zele .oure1to gente. 
e Auinbn. 	Receba, pole os mala 
efusivos ogradeclmentoe desta 
Cu,a e do povo de Campo 
Grande 
Aproveitamos n oportu­ 
nidade poro nltrar-lllo os 
proteeto, dti alio apreço e es­ 
tima. (a) Fellx Belanluc. Pre­ 
sidente. 
NOTA DA REDAÇÃO - 
Temos lido em Jornais, ootl­ 
clos dando conta de que a 
lnoluello de Moto Grosao no 
Casal da Semna: Capltão Campeonato Nanlonal de Fu, 
Mosqueiro 
O 
Áurea. lebol fõra devido esforços 
OS DEZ MANDüMEIHOS DO fiMOR DO MATRIMOHIO 
Sldrol&ndla, 09 de maio dr 
1973 
Do Pruldont< do Mobrol 
Municipal 
Ao Sr, Dlrelor da Tribuno 
do Fronteira 
Ruo Borõo de Melgoço S/N 
Bela Vsts Mt 
Assunto, ComunicaÇõo (Foz) 
Sr. Diretor 
Temos a satishacão de 
comunlc•r • V.S. qu< • de acordo 
com • Portaria nº 16/i3 do Pe­ 
feito MunlclP•l, Sr. João Lemes 
' d< Souz• fo,am dulgnodo, os 
membros da Comunlcaçi0 Mu· 
nlclpal e Sub Comlniio do Mo· 
brl de Sidroliindl• • qual ficou 
aulm Conslltulda; 
C::omluão 
Pruldcnte - Paulo do Sllv.lra 
Nant<1 
Secretário - • Ex,cutlvo: Joel 
Tera Palhano 
Coordcnodor.' Vicente de M.d,I• - 
ros 
Encane gado do seunt. Financei- 
Tumbem: Edsou Moruls 
Cecília, Cândido Mirandr.,­ 
Aida, Marçollu-Zélla, Sgto. 
Guedes e Sru., ::3gto. Adoris 
e Sra.. o Sgto. loureiro o 
Senhora 
Carta a Redação 
ros.' Antonio Jurandy de Alen· 
car 
Encar. de P,opa9. e dlvulg•çiio 
Cleld< Rolon 
Vlá-P,uldcntc.' Elclnda Gon• 
calves de Souza 
Scc,u. ExocuUvo: Marl• F errel­ 
ra de Brito 
Coordenodora.' N.tde Sooru 
França . 
Encat. de Assunt. Fnanc. José 
Lustosa do Nascimento 
Encr, de Propag- e D,vulgaçõo .. 
Eva Fcucha d< Olivelr• 
Sendo só p•r• o mom<nto 
aprcvc:it11m01 o enscJO pua au• 
bscrcvu·mos 4Pttstntondo pro• 
Ltstos de estima e consideração. 
Atencicamente 
P oulo Fm<iro de Silqueha Nantes 
Prcsidcnt< 
Joel Terra Plano, 
Sacretário ' 
Ub· B 
Amarão teu esposo (o) 
com todo o teu coraçlío e com 
,~das ás tuas forçai' com de­ 
sinteresso e sem egolsmo, eem 
permitir que nlngul!m nem nu­ 
da turbe jamais teu amor. 
2· E,·JtarAs tudo que pos­ 
sa diminuir o personalidade e 
responeabilhlade de teu espo. 
eo (a). O mor faz crescer o 
pessoa amada. 
3º - Tua constanti, preo­ 
cupaçllo será senlr mais e 
melllor 11 teu espoFO (n) pro­ 
curando sempre aprofundar o 
o amor. • 
4• - Terád cada dln pnra 
oom t·rn esposu {a) uma •ur­ 
presa • uma atecçao eepEclol. 
(Cbrinho, dellca<1ezas etc ... l 
que tende n manter vivo u 
chama do amor matrimonial. 
5°-- No matarás o amor. 
F evitarás toda ação, (getv, 
despPr.d!d11s por dlvl'rsou pro­ 
cere eportvotas do Estado, 
Agoru estamos clcnrna que tt 
llrtntl 11tuuçilCJ do no,so Dtlpu 
!Gdo Dr. Ubaldo Dnrero, foi u 
cus concretu 1111 solução d11- 
flnlt1 vu desst:l mugno proble­ 
mo que bo bem pouco t•m­ 
polgwo II oplni(lo publica do 
Estudo, principalmente dt:l 
Campo Grncde e Culabá. A 
eun iot.r!eroncla deo,slva 
Junto as •Ulorldades c;sportl­ 
va, do C.B.D. resultou na en· 
tradu de dois limes de Mato 
Grosso nu dl1puta doe Cluben 
ooclonals paro 11 t!Scolbu do 
melhor. 
Nunca duvidBmos do e;:n. 
penho que Dr. Ubaldo Ba­ 
rem empregu em beoe/lc10 
do sua terra natal. Opcroeo, 
consciente dos deveres 11 
cumprir, 1'880 li ustre porh1- 
mebtar ealli 11 eolher cada 
vez mula, os louros que lho 
cabe como a maior gratidlío 
do povo matogrosense pelos 
serviços que VtHD prest~ndo 
ao cltod~ sempre com multo 
dedlcoçao 
O requerimento do Edil 
Cnmpo-Grnnden~e, a mais 
Importante comuoo de Moto 
Groaeo, logrando unao.lmid11de 
de seus pores, é provo elo­ 
quente da coo!iao9a que des• 
pertou na atuação desse !lus­ 
tro porlament11r. 
•TRIBUNA DA FROITTEIRA• 
que Bempro prt:st1glou e pres­ 
tigio o Esporte Noclonel, os· 
ociu-se eR mDi[e­ 
taçllll de gralidllo endercçoo. 
da ao Dr. Ubaldo Barem, u 
pruvu do maior reconheci· 
menta por Uio expressiva a­ 
tusçllo na Comar,s dos Depu. 
tados. ou onde o, lntereuea 
dó povo estejam a exigir oe 
sérvlços do seu lldlmo repre­ 
seJltaote. 
tlaliari 
lha Iista haqa 
Per 111otlvo d• entrego d, 
um donativo •os Vetrronos d, 
Guerra do Choco por• • • con,t,,. 
ão de um Mousoléo e um 
Cess para os Veteranos, leve@. 
sc • cobo d• inlend(ncia Mu­ 
nicipal de Bzla Vista, um ato 
que deu margem • um• brilhant, 
festa de confetetnlzacio. Bal· 
Par,guol. 
No oportunidade, ,om , prutJ1• 
ço d, Autorldadrs Civis r Mi· 
fitares do Paraguay e conceitua 
dos vislnhos de Bela Via Bu. 
sil, o b,m, quisto homém pO-bl,· 
co e acaudalado pecuarisna Be. 
lavlstense; Sr. Mo no,I Rodriguu 
de Miranda e sua distlnt• rpó· 
sa e filha, com eloquentes pal­ 
vrar, fez entrega, ao Sr. lesou· 
reiro d. Assocloçõo dt Vrteu· 
nos: Sr. Vlunte Beni!cz Rui, de 
um Reprodutor Sovino d, pura 
Raça que leva por nome: «Cka­ 
cO e que será posto em Rh 
para angariar fundos. Na mesa 
ocasião. o P•cuariSt• Pompllio .> 
Pedra, fez consideravel donati 
vo rm d1nhriro e cm rcprrstntl· 
cão do Capilllo, Ex-Combotcntl 
O,, Antbel Helseck Ferira, a 
zendelro Paragu•lo que aporto, 
por• o mrsmo fim, dois lindo ,. 
nlmol1 bo,lnos. 
Tambzm o Ex-Combatcnt< 
Copitão Heictor Tôrres , Fu.tn• 
deiro e Comerciante radicado 
tm Corocol, com «motivas pala 
vras doou uma vaco em emo 
ria de seu irmão morto na quer 
ra do Choco. 
Os Sr,. Iub<lino Urg,te • 
Armulfo Moldonado, p,.,Jdent< 
da Anccíoção de mutilados • 
Lisisdos e Presldcntc da Auoci•· J 
çõo de Ex-Combalentes, r,spctI· 
vamentz u8aram da palavra per 
agrddcc.cr cm nome dos vrte.rd .. 
nos da Gue110 do Chogo, lio 
distintos e volioSos prtmios. 
Posteriormente a lima. Su 
Monoel Rodrigues de Miranda 
(Nice), o fazer uso da palra, 
pediu um minuto de ,iltncio ,m 
meméa dos caídos da Gur 
do Ch,co, e ao terminar sua rr 
ração. fez donatino de Números 
de káa à vários Veteranos e su4 
lnslituiçôu, fozendo o mesm0 
sua dignlsSimo filha (Lt- 
nl,a) Após • C.erimonio: foi se· 
vido refrigerante e salgados e+ 
presentes, nos Salões da intu 
dén<lo Munlcip•I, genlilm<nU ce­ 
dido oo, Vetcrano1, par• css• de· 
mcnstraçll<, de irman<!,de cntt< 
os habitantes de duns Bel} Vista 
BRASIL PÁRAGUAYI J l 1 
palavras eto ... ) que possa 
diminuir o amor. 
6º - Amarás to inten­ 
eamente o teu esposo (u) que 
nllo te permltlràs uma lniede­ 
lldedo nem sequer por peosu.. 
meoto. 
70 -- Te enlegaráa u. teu 
eepoeo (e) total e permanente, 
Bem reservas csplritual ou 
corporal. 
8° - Nào faleUicaràs 
nunca o omor, n:oolaràs sem• 
pro /berto o teu coraçllo e 
nele n~o hnb!tará a mentira. 
9° --- Nllo permitiras que 
nenhutn pepsauento, entt. 
mento eu deseja desordena­ 
do surge jamuls a transpa. 
r!.ncln do teu coração. 
!Oº - Amarás teu espo- 
uo (u) com a ti mesmo. Vive- 
rás sempru por ele (ebt), e 
nerlio cDQIS EM Ult SÓ ES. 
PH!ITO E UMA SÓ CARNE• 
De você depende a • continuação da 
Tribuna em nossa cidade COLABORE 
I 
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f 
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Real Comércio e Representações ltda. [ 
Produtos cosméticos derivados da Geléia Real - Geléia 1 
_B.eal: Superbom - Superpólem - New-Life - Néo-Fumos: l 
La.nçamos o desatio a quem possa continuar fumando 
a após usa-lo, 
..r7%%8mm.m:2": 
--~--.------ --------------------- 
Carta a Redação 
Rl' 2 de mlo de 1973 
1-r. Rdctor Chefe de 
THIBUN" OA FRON'.!"tlRA 
Be! V.sta 
Estado do Luto Grosso 
Sndaçües: 
Recebemos cou: prarer 
c n. ãl dte ãarsi cm 
data de l7 de març 
Apreciamos bastante a 
transcrição felt do nos 
• curta ;::,,nfidenclal e Itor 
ç4o Cleotlflca•. 
Faze o do volos o porre# 
so e desovolviaeto da <T 
btIDa da Froteira•, aq1li --· 
mos "º larerro dlspordD8 •· 
.lgos de Bela Vista. ., 
Com e•llma e coiuldtr•oJI>• 
Fernando R. Carpelle 
Dept de Promoço e Rela 
olln PQblJcu 
1 
r

Tribuna da Fronteira 
Dela Vista 	Mafo de 1973 P»± 3 
----------------- -------~------------- ------- 
DRACOINF MAL 
Em menos do dols anos, 
Brasil se convorle11 nos 
+·gundo provedor de assis­ 
tOuoin cconômic11 á Bnlivia, 
depois dos E.E.U.U. 
-X- 
0 diplomatn Brítauico 
Dounld Mnitland Coi nomcn­ 
do delegndo perrnaneute da 
0 rã-Brdanh11 lln8 Nações 
Unidns, substituindo Sir 
Colin-Crowe• 
-X- 
Técnico Jn Idouoeia fuz 
estíglo na Acarmat em Cuia­ 
bá. 
-x- 
O cientista Albert Ba­ 
bín :lesoobrlu dois virus do 
câncer. 
-X- 
O Prosidoute Snlvndor 
Allondo do Chile, aprese­ 
tou queixn-crime contra n 
emprêsn Que Edita O Jor­ 
nal «EI Mercrlo, alegan­ 
do lnforrnnçáo ri.Isa. 
-X- 
{_,, O Pnpa Pnulo Vl foi 
convldndo à vlsitnr II Repu­ 
blion Árnbe Egipcln. 
-X- 
Goueml do Exórdio Hum­ 
berto de Souzn Melo, coman­ 
dato do Ile. Exército se­ 
diado em Siio l'nulo comJu· 
risdiçl!.o sobro Mato Grosso 
receberá o título de Clda­ 
do Mutogrossenueo. 
-X- 
O Presidente da Hop1í­ 
bllca, General .Módlci, com 
bso no to Institucional no, 
ri demitiu José Colombo de 
Eiouza do Cargo de desetn­ 
bnrgadot do Trtbun11l de Jus• 
tiçn do Distrito Federal. 
-x- 
J nrdirn co festas e ju­ 
gos oaportivos comemorou 
27 anos do fundução. 
-X-X 
Porto ~lurtinho recln­ 
m Navega4ão Fluvial. 
-X-X 
Campo Grande sediará 
no próximo ano a Illo. Ex­ 
pasiçiio lnternncionul do Ga­ 
do Nelore. 
--X--X 
Pedro Josó Pnlrniarl ó 
o novo presidente do Clabe 
Espo1 livo Be!Avlslense. 
--X--X 
Beja Vista conta com 
o cscrilàtlo da Acarmnt. 
-X--X 
Clovís Marcelino de Olivet­ 
rn viajou para Culal,á!I! 
X---X 
«Todos gritam e recla­ 
am que em Beln Vl;h 
faltn muita coisa. que de,·eri11 
ser feito isto e mais aquilo, 
ms na hora em quo são 
chutrisdos n pnrliclpnr, a aju• 
dnrºnn lutn, em beneficio de 
nossa cidade, ficam omissos, 
e nào putidpam. Critcnr é 
bem fácil, mas ajudar é difícil. 
Depósito de Cebidas PINGUIM 
de- Duio Dcsur Nogueiru 
Gnurnnà Ccrv•ja e Sod3 da Anlartlou - Sco! •Lnta, 
Guarnnd e Tubin Fuaada - Mlnl Chopp - Knllrn- 
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Quom munda na terreiro é Ogum 
Quem manda no unlvrso é OxalA 
t, homem chegou a lua 
Porque Deus deu colher do chã 
Se o homem o virtude quer cbeg.ar 
Licença val ter que pcdJr 
Melhor não pensar em exigir 
o Sol pode at6 eo esquentar 
teria bom se aluem pudesse cho. 
gar I 
Pr gente aqui na terra saber 
Qual 6 s transo. meu pai 
Qual 6 11 transa 
:E: prccllo ter pureza prá e atrar 
Mas o dettltto é o pal da morte 
Quem manda no nnlvero 0 Oxalá 
Ntnguem sabe quuJ é seu caminho 
Mas com fé • gente tem colher de 
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Sorta bom .... cio- .. 
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Maria Estela V. Pereira 
«JORNAL 
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Redator-Chefe Ivaldo Pereira 
Coloborodoru: 
Redação e Admlnlslroç.!o 
Ruo Bor.lo dc:;.Mtlgoço 5/N 
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Deneis Municipio 60,00 
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8,00 ;,or cm d, coluna 
Prlmrho pigln• _,,; 13;00 por cm, 
Ülllm• piglno 10,0o por cr. 
O Jornal não se ruponsobill• 
za pelos conceitos em!tido8 em 
colunas assinadas. ' • 
Este Jornal é composto 
e impresso nas Ollcinas do 
«Correio do Sudoeste» 
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Trlbur11 da J"rontc;r,, 
B&h Vi&ta 
Minha querida Jardim 13 de Maio de 1.8-88 Se 
Emancipação dos Escra V08 s LJ CP, S 
Is lt:ler a 
sã1 tesitaial 
Naao! qual contigo. Ma 
tu j conheci u vldo mul­ 
to mala do quo eu lmnglnuvo, 
por ISBO lnh lnalnusle ll llll• 
dor. Nos meus primeiros pas­ 
sos aontl o quanto era llrme o 
lou solo, amparvs-me de lo­ 
dos o Idos e quando me dc­ 
soqullibr1we, o tou ch&c noo• 
lhlo-me detlondumento, len­ 
tando amenizar a quodn. Lo­ 
go que comecei u compreon­ 
der o sentido da vido, pssel 
11 obaervA-lu noe mlnlmos 
dolalhea, percorri com oi o­ 
lhos ledo o eeu corpo mjel 
lo@o, eros grondoe e serloe 
inda multo muls, terias ai­ 
da muita 001011 o mllstrar-me. 
O tempo foi passando, e 
eu eompre oresooudo ooollgo 
omnndo•lo ondti voz mel@. 
Coolosso 11ue tive ciúmes de 
ti, pois houvo ópncl em que 
nllo só eu oomo multou vin­ 
dos de !oro, passarll.lll a amar. 
te também, mae depois com­ 
preendi que teu ooraçno era 
graodo demais para cvrpor­ 
lar sozinho o meu amor, ern 
neoeesãrlo acolher nos que 
ohegovam, dor-lhl'S carinho, 
onelná-loo e ajudá-loo a vi­ 
ver. 
Do olho arregalados eu vl11 
teu oresclmooto, para todos 
os lodo& um pouquinho, uno 
hnvla barreiros poro deter-te 
Assistência Particular 
Emanuol 
Serh umo coluno sólida 
para o suitentocão do lnalltu­ 
tó de fraternidade • quo per­ 
tenças, no entonto, lerás tam­ 
bém a ,ua obra de assistência 
portioular. 
Nilo te Umitaru, contu· 
do, a desfazer os oo,laculo• 
da natureza eetrllamente mate· 
ria!. Tronsportar6s contigo os 
tesouros do coração em dls· 
ponlbllidode constante e, de 
tal mcnelro. que os outros 
possam sor:or em tuo alma a.s 
quota• de ompero morei :le 
que precham para o desen­ 
peobn dos taref•• que o vida 
lhe aulnala, 
Começarás do ombienle 
domE,tlco. Ouviras com p4- 
clêncla as oplnlõe• controdl­ 
t6rlu do pare0te dlltcll • pres­ 
tarh o serviço que •• clrcuns­ 
tanc111' te exijam, incluindo 01 
encargo11 humUdrs, con&l:iera­ 
do• de servidão. 
Na oficina de trabalho ou 
no lemplo de tua fé, n!lo es­ 
perarãs que o cbeCe, o diretor 
0 
colega, 0 companheiro ou 
0 ,ubordlnado pronunciem re• 
clamações para resolver o, 
p1obl•mas cujo presença re· 
conheces, e sim desenvolve­ 
ràs esforço mximo para que 
h harmoat1 e a 1egurançn per .. 
• m•ntçam resguordnda• no equl· 
pe, evitando qualquer ruplu· 
ta uoa mecanismos da ação. 
E. no giro dos posso• cotldla· 
no•, Beja na rua ou no õnlbus, 
não te rccwarAs estender o 
braço omigo ao doente ou à 
crlanç• sob o pretexto da !ai• 
ta de l•mpo; ab1tor·te-6! de 
n tudo tu consequlns traaa. 
pnuor: Logooe, rlachoe, mor· 
rotos; tuna r11lzes uno reRpcl­ 
lavom mais nada· em todos 
os contos h!lvln um pouqui­ 
nho dt! ti. 
Crecloo • e • expon1lndo-te 
puro todos on lodos adquiria 
110 wrsroo tempo· n beleza· " 
hurmonlu e os oontoraos do 
umu bel11 cidade. Já ern uma 
mllnlna mõçu·; que Já lszl11 
tremer wuas vizinhis' Ji era 
emudu 01111 só por mfm· moe· 
por todos que uqu! chegavam' 
fueolnudoa nll•> e6 pela tun 
beleza mas tmbem por que 
viam· um futuro melhor· 
mal8 promlsxor. 
E o tempo passou. Hojo 
estàs com vinte e sete no 
no !for do Jdedo· bem cóns,r· 
vedo· smnde por • muitos e 
olnda por mim qutt nllo te 
abendonel· pote eu cresci· e 
nos ouc.s decorridos de mi­ 
nha vida tentei esquecer-te 
urrando a outros mas como 
sempre uooatece o ~odos· vol­ 
tei eo nicho e ful receblda 
com o men mo curlnbo· com 
o mesmo e• lor. Eru o encon­ 
tro do velho amor, 6rll a vol­ 
la de alguem que no conse­ 
gulu esquecer-te e que de­ 
sejo 'morr .. r !l teus pós, mi­ 
oba oldade Jardim ... Itnlo Arrl­ 
co Oonzage - •Tuoa•. 
tomar a oleoçfio dos beloonls• 
tes, quando o hor6rlo de traba­ 
lho esteja findo, pondarando que 
eles, po.slvelm•nt•, oslarno 
presos a co:npromluos íeml­ 
liares que nunca te pesuram 
nos ombros; pagorlls luas di­ 
vides com o senso de exati­ 
dão, sem desprezar as contas 
singelos, reconhecendo que el­ 
guns cruz.Iro, Con,tltuem eu• 
bida lmportâncle entre muitos 
daqueles que t• honrarem com 
pequeninos ,ervlço,; dlrth 
•muito obrigado• li taldociato 
ou à coiturelra que te ateo­ 
deram os ,olloflações; agrode­ 
cer.h com uma boa palavra ao 
tran,eunte a Quem pediste um 
eaclartclm•nlo e que te aju­ 
dou com genllltza, sem o de­ 
ver de te auxiliar; nno c,nsu· 
rorá, o :noço do armazém, 
quando tragas uma encomen• 
du •m regime de atrozo, 
lembrondo-te de que ele ,sta. 
rA atravessando prova, ocultas• 
que talvez não 1uportadas, 
chorando no Intimo e utlsfa­ 
zendo, o mesmo tempo, os 
Imperativos da proflnão 
Diariamente. todos so­ 
mos chamados às reaifzs 
çOes de essências sociais. 
Atende o tua emprésa partl­ 
oular, nease sootldo. Ag", po. 
rêm de tal modo que o mal 
uDo venha a aurglr provo­ 
cando coatentaço. Seja on 
de for tanto quanto pouivel. 
faze o bem antes dele. 
(Página recebida pelo 
médium Francisco Candldo 
Xavier) 
0 Brnsll deu um paso 
lsro no concelto das nçõe 
ulvllfzed«• do mundo inteiro 
no'erradicar a escravfuro, 
um11 questllo soct&I e jurfd!c• 
que:ao,ílndor.do • s6culo XIX 
ulnc1a ernµerrnvu o progr.,.Jrn 
que o ,tmpórlo'dos Bragança» 
llesejovu que fo,se uzuhuldo 
por todos bro,lletro,. 
Desrl, mullo, soo, alro 
vinho o Pais •• debotendo 
com as queetõe, aboilcionlsto, 
que mnl•ilnlolotlva u polltfco 
psrlid&rla:de época, 'aporecen· 
do de vez em quando nesss 
jornadas um de!t:asor do 
emancipeçllo;> com :,.o!, Intuito 
de v•loriur o c•mponh• poll· 
tioo-partid6rla da 111a íaoção e 
raros vezes •quela que e!etl· 
vamente enoeravo o problema 
com petrlotl,mo, u lealdade 
que o. c&So exlgla para o 
9rull de dl(Jctl ,ltuoção que 
•• enconlreva, como noção 
que;ospir!lva .' desenvolver. A 
escravldilc era o fotor du etro• 
10, 
Niio ob•tonte, era o im 
ptredor D. P,dro li o maior 
Interessado no a!>ollclonlsmo 
porque em todo ,eu reinado 
procurou Incutir nos seus Mi­ 
nblros , o: sentimento de 'que 
éro nece,sárlo, fazer algum• 
coiso em favor de emancipa• 
çllo. 
A lei que entre nós des­ 
de 1831 aboliu o tráílco, s6 
velo a;ser• cumprida em 1850 
(Euzéblo de Queiroz). Mas e 
1upres•iiO do Infame comércio 
nDc extinguiu o escrovldno. 
A pcllllca do imperedor 
éra o da emonclpeçao gre:lall­ 
'va. Com simpatia aprovou ele 
um projeto do Con~elhelro PI­ 
menta Bueno • - (Marquez de S. 
Vlcenle, 1866) que corres­ 
pondlo ás suas vistas, ma, os 
governo, de então não que rin 
uaumlr a responsobilldade dn 
relorme. 
Quando o oplnl.io la menl­ 
festar·se pela reforma, Pimtnta 
resigna ao podu diante a h:mpu­ 
lade poliu.:. e cabe ao Yl,coo• 
de Jo Rio Branco ssumir o pn­ 
der. A 20 de S•tembro d: 1871 
ÍOI votada e grande lei, no mcs• 
mo dia unciOn•dd pela ?rínct8a 
D. lzab,I. 
Com essa lei eslava ca 
bada a escravidão, mas alguns 
iritos liberais e outros exalta 
dos, prosseguiram na campanha 
da abolição, que queriam o mais 
breve ou imediatamente. Formou­ 
se cntio um Partido abolicionista 
a que se aliaram os homc::u da 
imprensa das cida du, ' líbrr•tos 
e polltlcos, orado1 u e escrito• 
res. Nascia as8im a mais bela 
campanha da cmanclp4ção cm 
que.Oi políticos ccd1am",.t:cncno 
ao entusiasmo dos jurnalist.as, 10 
Calor vibrante dos oradores in 
tlamados pela caunu Justa. Não 
ruh dúvida que a naçdo intci 
ra via-se abalada com a reação 
Pague em dia 
PORTO ALEGRL 
Ournnft· , y:,-1(.1 qu.: cs se­ 
adores Date Mri, Ney 
«oca jmna. Btza, José ±tney o Nel­ 
··ºº Carneho fiz+tm ao se 
u«dor Data! krupger em 
ua reidócix, o verddei­ 
to debute qu e feriu e 
fota de plesta, girou 
quase todo ta tottuo da t 
cessão. 
Os quatros a! lts conu­ 
Comemorar:do a data a firmaat que sómente no 
hoje como uns das muiules con. gundo Semestre é 'JUO ô 
qu'la do nosso lmpéro de e. pwtido tttaeronisl al tta­ 
tilo, porque out,o, p .. s contu. tar do problema, já que a 
nuwaram alada mantendo s es elelçao idela eri a 1j 
cravatur•, dtv,mo, fazer ju,tlça 'de juneiro do p16xl010 llllO. 
e homen&grs, os vultos da tpoc• 
que em felizes horas de suas Na palvra do senador 
xiittncias preciosas premlde, biarte Mariz, a Arena teu 
talvu pd• ,voluçllo polit1co•)O• urn ).{1U,1de lfdcr a pessoa 
ciais, souberem, com petulatlsmo do prestdeute Médci e, na­ 
rcsolver problemas de mérito, tutalmente, espera dele uma 
base • 1imbofo da grandu1 de 
nossa Pátria que começou enta, palavra de orie:ataçao. Num 
a viver ums fase úrea, grandeza desafio disse que o satuador 
do cOr,ç.iO de nossa sente p- Nelson Caneiro, no entan­ 
,. o bem de uma raço e•mag•· to, COlllO meubto da opo­ 
da pelo jugo de seus algores, lção. tuva a vontade. e 
demonstraçJo 11rand,011 lambem 	' 
dono•so despr,ndlmento A serviço nadu lhe impedi~ de falar 
da hum,oldade qu, sofre dentro sobre o candldnlo de seu 
do ,tculo, po, lncompr«nsio partido t, dizer de,,do J. á. 
dos homens que ntla souberam 	• f 
»inda interpretar a agrada otrj quI .,era o CECO Ilido. 
de paz e harmonia que ofereceu- N.;l~on Carno:ro rcs~ 
lhe CHillSTO, o RIIDl,::,ron. ti 
pondeu que o MDB 'não 
se pronunciou ainda por­ 
qus não está definido co­ 
CJO surá o pleito sticessório 
pois que uas eleições esta~ 
duals e municipais sempre 
hà o debate público pelo 
radio e televisão dos nomes 
e programas. Para ss fvtu- 
ras eleiçôe3• pre:,ldenclais a 
forma de debato polltico 
aindli não .foí definida. Da- 
niel Kriuger viajou para 
Brasilla domingo. Os sena­ 
dores visitantes 
ram onte.n. 
produzida por essa 
da. 
Anos depols ate:ela emsn 
cipadora cu'mnoa com a Lei do 
Mitro Joio Airedo, d± 1.3 
maio de IM, assinada pela ms 
gnanim Prlncess label, legen­ 
te do lmperco ,rradccondo • u· 
cravatura no Brasil. 
Devemos lembrar uqul que u. 
Juo concerreram lnofvidtsvtd.M ns.­ 
Jorcs. como Luiz. C&mo. (Hlbo de e. 
crava e português, vcodJdo pelo 
paJ como etc.ravo ainda. a.dolesc..onte· 
fez-e homem lirre e defendeu a 
nçe) o jornshsta preto Jo,é do Pa­ 
lror.:.1nlo, que bem podemo~ cog,oo-­ 
rnloa-lo PATRIARCA DA ABOLI· 
AO porgue foi a sua pena de ou- 
10 e a sua palavra flueate,que le­ 
vou de vencida essa jornsda mero­ 
ruvcl. tiem er-1ucccrmo• de QuJnUno 
Uocatuva, Lopc:1 Trovgo e outrcJ, 
que eram os grandes oradores do 
ubolicJooismo, cujas p.31avras aoo• 
qubtavaw as maasas. 
Com a as•loalura d& Lei Aú• 
rca. cowcçou Do Bnull um• vfda 
flava. 11,,uvc alguma fase de te­ 
Uns e revollas acm import4ocla, 
porém. Jogo tomou vulto e no uno 
sc1ru1nt.c deu motivo a proclarna­ 
çdo da nossa Repúbllca. 
Homcnagcaado a memória dos 
vultos tlustres da emancipação, não 
csquoçamos do incon!undtvcf Jo,é 
do Potrocinlo, cUJO per!JI lol 1.40 
bom feito por Coe.lho Neto, cog:no­ 
mtDsodo-o de O LIBERTADOR. Co· 
clho Neto éru, t4rnbem, ubuUclonts. 
ts.. como rot Ruy JJur-boUL 
.,hslm. ao comemorarmos L4o 
slgoUic'-uva d:ltll• que ,..levou avante 
o 11ucrldo BrusU, boje, depol, dr 
mats de b0 nos, vemo-lo gradio­ 
o, ccmo,potência das maiores do 
mundo, prog:roaslsl~ o rí.cc. po .. suln­ 
do vttlorca 011 cuJtura d.1s Jct~ 
bll jurtsprud~ncta. oa dipiom.acia.. 
9:.%.± 
coocarto das naçüoS • de todo o 
mundo cumo um. do" lidere:J nu dc­ 
t'caa d.a Ube.rdudo ::ios poves. 
JOTA JOTA 
sua assinatura 
LEIA COM AIEAO 
H6 olgum,u ••menos 
atrtas. vl uDu menina ser atro­ 
pelada por um nutom6vel qu60• 
etrevessova umo rua. VI o pai 
correr em dlreçllo, pegá-la em 
6eu, braço, •oquoolo ela 1e 
c:cntorcio ern agoala mortal. O­ 
bservei. t,,mbcm, o olhar de­ 
sesperado do pai - ma, nada 
pude,fazer a não ser murmurar 
us preçe, pedindo que oqu.1- 
lo nunca mals vlesse a ocorrer. 
Hoje, unha ilha de seis a­ 
ooil !oi p;fo primeira vez á es­ 
cola. A noite conversamos mui­ 
to; falou-mne da menina que sen­ 
ta-se:. á !UO. frente; da de ca be­ 
[os.loiros e caracolados', do 
g,,roto a seu lado que t!Je faz 
e.eretas; :ia p:ofe.ssor• que tu­ 
do observa e da renina ta!s 
cre,cida que nno 11CttdJ1a no Pa­ 
pai Nr.el. 
Mos nllo -:ra isso que 
lhe querJa dizar. ~u queria, alm 
lembrar·lhe que quando a sua 
boneca se quebru, ou qundo 
fuz um ·galo· nu testa, eu pos­ 
o treti-la, mas quando ela'co­ 
meçn a &lrove .. o: • rua, 10• 
ni:or. motorista, està nas ,uss 
mao,. Por mais que eu queira 
não me é polvel ecompanhá la 
Pelo amor de Deua n&o atropele! 
._ 	tnlnh4 lrlhl-Motori<tL Obrlj;ado. 
JULHO, 2.A EXPOSICAO AGRO-PECUÃR l E B. viSt A

ANO II Bela Vista, 26-05-73 No. GO 
Te z F'tia, fet- 
, 1 '-o'•,.,, '. Pr, lo, ALii·lc, 
J+/no Jirlg ea, oa L .f. 
. ,, J•.t." 1J1.:n'.z... SIUT-Jlf, 
Ma:in,tela, Neita avos e 
fJlha•, 
t lo,rts st f+a 
•• [em ala.mss a daer' 
Quero de ar um perus­ 
mrnto ai letores' «Na é 
cedo pera lata, nano trde 
pra vence ! ! [ 
Br 
Em 
Pela 1. vez o Concurso 
hllss Bela Vl,to é bem uq:Jul - 
zado. A T.F. porab,•:ilzs a,1< 
Orgonlzador~d. Pelo menos 
no ouve Morrneludo. Tudo 
multo bem !eito. Corpo de Ju­ 
rados composto por gante que 
entende e de Respcnscbilldsde. 
De foto o Jútl teve u:n Tro­ 
balhlo pura escolher s uls 
bela, pois todu, astavom Lln­ 
dul!( 
-X-X- 
O Corpo de Júri foi com­ 
po,to por: 
Dr. Josl, Rodollo Falciio 
fde A<iuldouona} 
Sro.'Glelce R. Folcao (de Aqul­ 
douano) 
Cel. Perlandro 
Sra. Arlstéia Mota Periondro 
Major José Maria Pardo 
Sro. Morin Alice Pordo 
Lul, Antonio Mntlmbon• 
do (do D!drlo do Serra) 
af.af% 
Os Malôs das Condldotos 
foram olerlados peln Sra. Re­ 
Jane Cornelro. Gentil· Sro. 
agradecimentos pelo suo vec 
llo,a colaboretão 
> 
A Mlss eiello recebeu va­ 
rios prêmios, u@sim como ca­ 
da Candldatn recobou umo !em• 
b,nntn: Os prêmios foram dou. 
dos pelas 1eguinteo ceGoe Co­ 
mercieis: Coso Novo, Co!a Es­ 
lYela, Coso Progresso, Casas 
Pernambucanos, Cos~ Dois Ir- 
mão, Csa Irperll, Cose 
Apotccldu, Pi.t Boutlquc e 
arza Mods, Rotary, Lojo 
Maçônica e u Preteitura Muni­ 
clpal que doou um b·lo jógo 
d,i :.lnla1. A todo9 o multo 
obrigado d• Comt•Hiio Organi­ 
zadoro. 
As C•.ndidoles estavam 
bellssims (E.. e Rainha do Apt1 
de f~to, tem multa miou bo­ 
oltu} Tumbem a ornamentação 
do pussarel11 ~w alto estilo, 
demomtrondo o zêlo e o ca­ 
rinho do• decoradoreR/11 
A Festa !oi transmitida 
pela Emlssôro emlg11 ZP 23. 
O npresentudor <!as Mi•••• 
Alrton J. Gonçalves. Tombem 
goslc1 do, uplousos em mas,a. 
O 8,1 wlstense está começan- 
• do tl pnz lkipar e vibrar com 
aquilo que é nos,olll 
zG3e:3Rs 
Prestigiando estovam.'Cap. 
Mo,quoiro e Sra. , Ten. Crls• 
plm e Sro. . Cop. Maoera e 
Sro .. Tea. 'lale, e Sra., MI­ 
rogais e Sra, Relnoldo-Mahe. 
E; E35.3e 
Tombém.· Dr. Pedro- L~- 
1o, Morcls-Elfznbele, Edson-Ce­ 
cilia, 0uego-Ccclllo, Cleonla·Zo­ 
nlr, Djolma·flrmlno. Abel-Te­ 
rezlnha. Jolro-Ano Murla, Ec!e• 
mor-JuUooo e Alteir-Lldio. 
Circularam' 0svaldo,-lo­ 
its, Evi!do-Elpii, Alvtr. 
Catrin, Doe-Mla, Eram 
Bowoon. trflldll-O1111 , ldur· 
que:-Elizabete, Euclides- Gui­ 
Ih·rm!na, Dite e Sra. fll 
LlnCJ e Sru. 
X-X-X 
Nolel o u,wlel: A1c.iuw­ 
Hoslnha, C!.1ucy El_y, /ry Hl­ 
cardo-Maria, Arton-'Terezo 
Clóvi -Anu, Ant,;nJo-JHvn C·t~ 
tnpurt.i o sru, Flormd,,, • Jt,. 
mono Alves, Sandra Hurret+, 
Jllurllew.1 Gvdoy, Nt•ld,• !'&r:,l· 
"°• e t e ln b e m " d!. 
namll.b1or do ,'~Olll:;,L '..:r. 
Nol di Loruagdra tl b,J 
0 
,___,,_J 
Glauci Flore, Ver. e oprc,.nt,Jcr do pro3ram,• «Comunicação Totol• 
Pua cbrllhot:lcr nosso co­ 
luns, entreistmos as três pr!­ 
meiras colocR:fo.> no Ccncur~o 
Belo Visto, a tombem a Miss 
Slrnpalio. 
3o coiceada: 
Seu nome 7 
Ellzabete Mede iro, 
2- Doto de N :is:lrnento 
5/3/1955 
:1- Qual •eu autor pr,­ 
ferldo? 
Mocbodo de A1si; 
4- Qual o cantor Bros[. 
leira e Enraogdro de eun pr,·­ 
têncla ? 
Brosllelro.· Ro!:ierto Carlos, 
Estrangeiro; Frook Sln"t:a 
5 - Que cba d duven. 
tudo Belavl,teo;e ? 
A otunl Ju,•eolullc Be· 
lavlstense já e biutente prc­ 
gresslsto e desenvolta 
6,- U opinião poro o 
melhor d,senvolv!tnenlo de nos­ 
so Cidade 7 
Para o melhor desen­ 
volvimento, é necessário 
CULTUaA, pdncipslmcntc por 
parte dos jovens, que dcviorn 
dcd!ear-se mols !) boa Leltur.,, 
por que no Iuturo el~• serilo o, 
Admlnlstrc:lore, da rnesmt. 
7- Qúol o •ua sensuçiio 
eo ser classificada ? 
Surprêso e feliz, pois 
Dilo ~sperava ser classmccdo. 
-x-x- 
O nter!rho +teva mui­ 
to fe!!z, pois Misa Deli Vls· 
7)éa Ms Sipsts 5Ao 
oluna« ! Escl Noral. f .. 
,HJ Dl, .. t r: o Norru1.! <·Bt1 
apor equlpdo de linda mt 
nss. Ah! u úorvalfn'l 6 tum, 
bmn d Escola Narml. No 
RUIJ, lnlJ9 por Qlltl t la !HIO foí 
c!1.'•' 1(!!'Ao, poht CElãVU MA­ 
RAVIL1IOSA, o<s'.1 é u o;,l­ 
nlOo gerul'I! 
X-X-X- 
~.lil cJrnmas aos 11 n i· 
vcrdarla o t .. s: 
Rocha OIIvirs, olange 
Urbiet, Pasela Ramires, 
Sllli:1,fo Lldi:SrJlll, Ruth Medl- 
1111, Cl111 e, siho, Virunla e 
Tito. 
itino de Misses 
6- T,m sigo m•i• a df­ 
:c:er ? 
:1,!eus agra'.lecimento1 
extensivos á Ccm.ssão 0rgsni­ 
zadoro, que multo lrobaihou 
para o brilhantismo de mesma. 
GTG1 
2• colo•:ado 
Seu nome ? 
Nelcy llrsn Casto 
2- Dnta de oosçimento ? 
fl/10/55 
3 Qual seu autcr .. pre- 
forldo ? • 
Castro Alves 
4- Qual o cantor Brosi­ 
leíro e Eslraogeiro de suo pre­ 
fencio ? 
Brosllelro: Jcrry Adriani 
füt,angeiro.· Johnny Hollydoy 
5- Que ocha do Juven­ 
tude !lelovisleose 7 
Becan•, faltando um, 
pouco mais de entrosamento 
entre eles. 
6- Um, opinião para o 
mdhcr desenvolvimento de noss~ 
Cidod, 7 
Colaborar muito, princi­ 
polmcnle com o Clube Esporti­ 
vo Belsvi±tese, que de maneira 
nenhum.:, dcvtmOJ deixAlo- mof• 
""· po,, .!e ê o T?.ADlCIO­ 
NAL 
6- Oual • sua scnuçõo 
ao ,e, cla,sificada 7 
1colocada: MIss Bel V 7.3 
1- Seu none? 
C+lla MraIs Meilo 
:.- Data .do na cimenta! 
10/7/53 
3-- Curso que frequenta' 
:1". Normul 
4- Qul eu autor preferido? 
JIC1UJ/lUU Jl,ur,o 
-- Qual a cnntor Brssl- 
lefro e Latrangelro de suo 
pretd!'ucln'! 
DrBslll:lro: Paulirho du Vl­ 
ola. Extrangeiro: JIm Indrtr 
6 - Oplull!u HUU pern o 
111clbor clcsoov. du JJOIJEa ol­ 
dUdâ 
Fn!la m!lb Cullurs, prlrt· 
eiplmaeate deicço 4 boa 
L1ilturo. llfos... brevi> ... brcv,, 
tcrt'mu~ 11 aoa,m Bfbliulocu 
P(Jhlicu q111., oforccn/ cnn- 
dlçõs uv nosus vens de 
p,0!11..rew bon~ ·" uprovcltá, 
VCI<> L"IUlllctJ(l)f,!11 
7 - Que aclm do ,Juventu· 
ele Bc>lr1vlsteae,? 
.8 Umll juventude lillva 
e cornunlcollva faltando um 
pouco mnls de con:pacaEllo 
entro os• mesmos. 
b - Quol u aua son,uçilo 
uo st·r 'tln•611fcadn? 
Fiquei surprêso " emo­ 
c1oand,,slma, pois n/lo ospe· 
ravn 1,er a venceJoro!I! 
9 - Tem ulgo mnls o dizer? J 
Quero agrudcer a todos 
uque!e que coluborornm ele 
u:nn forme ou de outra 8 
pr,nctr-,lrncn!~ A Comiuilo 
orgaulz9dora que muito no» 
IIICl!!,llvou, ...... (arei li P061il· 
vr / ... ,!arei tudo de rnlm pd­ 
ra bem representar a Holnha 
<111 Ap11 no Concurso MJô8 
M&lo Groeoo 7:J!
1! 
Us, 
?,,J1,s Slrnp&ll, Bela Vlsl!l 73 
l - Seu nome 
Dnlcy Maria Slpoll 
2 - Dstn de n11scimenlo? 
1416/55 
3 - Cuno que frequente? 
3•. Normal 
-l - Quul seu autor prefe, }) 
rido'? 
Antoine Saint Exuperry 
5 - Qunl o cantor Brasl- 
lelr<J e Estraogeirn de sua 
preferência? 
Erasileln: Caetano Velo· 
bo. &trangelro Ruy Cbarles 
6 - Que acho da juveolu· 
de BelevlsteoSE:,? 
É uma Juventude bas 
tante diollmlca, 1particlpando 
tl colaborando com tudo que 
estiver ao seu alcance, elD· 
bora ftll:ando um pouco mell 
de entendimento entre oi 
mesmo 
7 .- Uma oplnlão para 
o melhor desenvolvim1:,nto de 
noss~ Cidade? 
O essencial em qu:al· 
quer :Cidade é Cultura..e­ 
lsso é o que !alta mai1 tllll 
pouco pera seu desenvolfl· 
n:.ento. 
8 - Quol sua sensação ao 
ser clnBsi!lcada? . 
Fiquei surprêso e !a!iZ. 
porque bfinal. ,fui eleita pel11 
colegaa Cnndld11.tns 
9 - Algo mais a diZer? 
0m pensamento: ,O e4: 
seneis! é lnvlsivel para OI 
olhos. eó se vê com o Cora• 
ção•l!I 
de fMIUO J. Cflflff lTf f- Cl4. 
--------- ----- 
Ferros, Chapas, Tubos, Tiutas, Azulejos, Vidros, Conjuutos sanitário,; e Arames, Sc.l. Pneus, ParnÍ>risos, Ferrugem em geral 
«Enquanto espera ser atendido nós lhe oferecemos um cafezinho» 
Rua Coronel Juvencio - 815 - Caixa Postal 36 
Atendido por pessoa! especialisado 
GUIA LOPES DA LAGUNA-.YATO OROSS0