't 
Fundador -- Ivldo Pereira 
IU O II 
Mtitele 
Causa 
l tu 
Serà inaugurado dentro de 
poucos dias nesta cidade o E­ 
critério do Associação d< C,;d1 
to e Aistêrcia Rural de Mato 
Grosso, á cuja Testa, está o Sr 
D,. João Bati1h 
Paro • ln,tolaçfto dês,e im· 
portant• ieto1 de A .. hléncl• Ru­ 
ral, chegaram movéls,novos e ou­ 
tros utencllios. 
A Prefeitura Muolclpol j.l 
está adaptado a sala do ontlgo 
Forum para a éde provisona. Se­ 
rõo lnnu9urados n•> Estado 7 E,­ 
crltórlos drna nC.tuu·za, o que 
dorã .1 rtglão bcncfici•do, um 
surto_de progreseo na atividade 
ogro-1ndu1lfl•I. 
Ao alo Inaugural d.v,rl,O 
estar presentes altos 'funcionários 
de ACARMAT bem como o E_x- , 
mo. Sr. Or. Poulc, Coelho Mac~a­ 
do, Srcr<lõrlo da Agricultura 
Certa v«z ate jornal publi­ 
cou nOtJCii!I de qu? o Gn,verno 
do Estado ,,tava org•nlundo uma 
inhra estrutura que vlsa anparar 
e ativar as Emporesas que se rdis­ 
ponhom • montar lndu,trl., dl• 
versas em Mato Grosso, através 
o Programa de deselvolvimento 
do Centro Ose. 
A lnstalaçõO aqui • ,m outros 
munlciplcs de ,scrltóróo, da A· 
carmat, é o caminho. Breve, in­ 
dustriais, pecu.ulslu e dgrlcultu• 
rts terdo anlstcncla ttcnlca e 
eredito todo tspeclol paro suas 
atlvld•de,. 
Jota Jota 
Tudo perece estor par!ldo. 
vejo tudo Inerte o sem vida. 
Até e próprl• vld!l pareoe es­ 
tar extinguindo-se do meu ser 
pua quctambém ele pos·;n p•• 
rar de umn vez por todu. As 
forço> me !ojcm, pols nt s 
encontro mals, nem me!mo pn­ 
ra soluçar. Os soluços foram 
su(ocuJo• e u lágrimas sllen• 
clo!nB rolam em mloha fuce. 
L4 lura hà luar, no inlin o o­ 
zul, as estrelas, lua, e também 
lU nuvens perumbutam incon­ 
•6vels sem saber o seu pró· 
prlo destino. • 
A aoturt-zu • é belo, como 
• belo é o vide. N" noturezn lu­ 
do 1e transtorma. na vldo um 
pouca assim o sucede: é ex­ 
tinta frunl[ormn e evo !ui, ne· 
la ná sempre: Onten, Hoje e 
Amanh!l.. 
Daqullo que existiu ontem 
urn pouco hoje sobrevive e 
talvez jé. de Ucar um pouco 
Cronica de Helrna Lopu, 
ól mais Jovem e romantíca 
pen• de Jardim. 
pera o omanhü. O m2do que 
eu tlnh•. hoje ,,no existe, pois 
onteuu mesmo você quis que 
hoJ• nodo mnls exlstl■se entre 
n6~. E eu niio sei o que !ezcr 
pare preencher o vazio que vo­ 
cê deixou oe minha pnbre al­ 
ma que padece •• chagas que 
sua lndilercnça é cpaz de me 
fazer sofrer. 
Você se sente feliz em 
humilhar u qu,m te quer e 
nada Cu para compreen1er de 
quem necessita de aua com­ 
pr.ensào, ou m•lhor -Você niio 
quer cornpreeoder-mc. Você é 
demais crgulhoso hinbém e 
!s,o me fa'li mal pois, o orgu­ 
lho é contra balunça de to­ 
das os mhédns. Mn! ope11nr de 
tudo_ eu go,to multo de voce 
e é Isso que foz solrer, mos 
n!lo lamento, . lamento sim a 
!ellcidade que eu tive pata hoj• 
estar sõzinh•. e Isso 
ME SUFOCA 
Iotnia ta ttaih - bel Iis l Islt 
à lort e lato filas o». u.o c-». 
do Informalwvo de Brasa: Ser­ 
vico de Imprensa e Rcfulo 
do Stnado í edrral) 
(Qundo voltavam de 
Ca.:lpo Orandti, onde tl­ 
uh11u1 ido assistir uo Coucur­ 
so Miss Mato Grosso, os 
ocupantes da camioneta 
I<'ord, d" Beln Viw1, Airton 
Oonsalvc~ • sna espôsa Tere• 
zn Cridli1111, H1lcla Mu:'ia 
Muraao, Relei lfrnn Gar­ 
cia e sua irmi Nele(, IJilO 
esperavam o deslêcho tragi• 
co do passeio. Após n pas­ 
Sagem d serra. na altura 
do chnmndo 
1
1
Pontillif10 da 
Morto," o veiculo dirigido 
pelo populnr apn>sentador 
do programa Curlição In­ 
ternaC/onal, AJrlon·de.;:gover· 
nou-~e suinc!n .fio leitu da 
estrnda e dnndo váriuM cnpo• 
tadns. No primeiro baque 11 
jovem Nelci foi llirada fo. 
Brasi li a, (SIR) - Rela­ 
taudo na Con::lssiio de Eco­ 
nomia do Senndo c•s projeto~ 
de" lei uúroeros 57/il, qu,, 
regula " r,ropagnncln comer­ 
cial 'dos i;rodude.; ·iudus!rh­ 
lizados do fumo, 59/il, que 
di8ciplina a vendn de cigt­ 
ro menores, limita a pu­ 
blldd&de sobre fumo e tor­ 
na obrigatório aos lnvolu­ 
cros dos produtos de fumo 
o dístico: Cuidado piejudí· 
eia) l,.'snúde, e 78/71, que 
•diopõs sobre prophganda de 
fumo s' de bebidas ale olleas, 
o Seuador P.iulo Guerra 
(AREN.1-PE) m,rnifeslou-~e 
pela r~jcic;iio do piimeiro 
por entender que o projeto_ 
59/í l "focall.zá o problema 
ra do veiculo morrendo ino• 
tintmeaento. Hilda Maia, 
A irtou e Hlci, foram inter­ 
nados nu Hoep!tal das Cll­ 
nic:as do Campo Grande, e 
Tereza Crístina, que sofreu 
letimento,. leves' ptovl.Je11- 
ciou os primeiro~ Eccorros 
pedindo ajuda a veicult1 
milílcr que passava 
pelo local e comuni- 
cando o aconteeido aos la· 
mJliares e autoridadt1!'. A 
jovem Nelci morreu, deis:nn­ 
do aos beluvlstenses a ale­ 
gría a meiguice, que sua 
personslldade irradiava. Pa­ 
ra nós continua vfvn, poh ... 
woru et:::: nosso eÓração e 
a morte é VIDA 
Até 'J)reve, Nelcy. 
li«situes tolero tristuit as Ias 
de uma ruaueira mais obje­ 
tiva.". 
O parlametar da ARE­ 
NA pe,rnambu1•ana preferiu, 
porém presentar emenda 
Hubstitutiva euglobando a 
mntérl, trat d nos proje­ 
tos dti números 59 eí8, de 
19íl 
.e go .g t- 
Pre<is~ de Taxi?l 
CHllME üNTO_HIO 
. Fone - 216 
Clttsso -Con~õrtb- Rcgur11nço 
A!iTOlilO-Pooto de T&xi N• 3 
~ 	"'™" ... 
• De você depende a continuação da 
■Tribulia em nossa cidade COLABORE 
A abor JugcU1 ml arnorfcu­ 
ns, apare nt1mor.te !ácll poro 
ut nnttvo dc continente, lar. 
na-se difteil pelo fato dos ucon­ 
tecimentos politlccs a· sseme­ 
Ihsrem ou e repetlret, per­ 
monecerem no tempo • no, 
e8paço, serem os'mesmos o 
nom<• 1nscrl•Jns no problema 
como estrelas de um cor8 
telaçilo fixo. 
Ago,to pebsodo quondo o 
Presidente Lanusse fixou o 
dia de Sllo Bartolomeu, 25 de 
agasto, carn" limite para o J. 
m!eglbilfdude daquele, que &a 
enconlrnvom !oro do território 
orge.ntino. porecfa eslar crlan, 
do o primeiro ''lrnpouc" ao 
Graode Acordo Nadonal, que 
preconlzara camo meio de re­ 
tir•r e Argentino do grande 
atoleiro tm que o pais se en­ 
contra desde 1955. 
Em aquela data pre!lxeda 
ó pri:neiro grande desaOo no 
ex-dlludor Juan Domingos 
Peron. Que ele retornasse à 
pátri, em primeiro luga_r, co­ 
mo passo declivo para rún­ 
t.g:açfio polítlcu. era a exlgé.n· 
c1a contido no decreto poUtico 
limll&tlva. 
Um foto mostrou que Pe­ 
rón ainda tem vinculações mf­ 
liurre, -:la m•ior •·tmport.incla 
noquda mesmo medida •m que 
Cij seu, malore,:lnimlgos s!lo 
os que envergam farda. Vh!­ 
tau .. o~ eotrondo em sus cosa 
pela porta do frent,-. o Gene­ 
nl hlorcclo L!vim•ton aquele 
mesmo que Lonusse vorteu pa­ 
rss margem dos acontecimen­ 
to, depois de entregr:tr-lhe a 
cudeir a m que llnh!l posto o 
duro e inflexivel General On­ 
gania 
Pote quem se;encontra_do 
lado de !ora do •imbrogllo• 
o:gentlno, Eem:.mniores couta ... 
tos com os dodo3 reais e dià­ 
tos da sua crise, somente tem 
como io,trum,nto de a.nálbe 
a grande tradicâo sul-ameri• 
no que e relume na pou.ca 
valtJade da monúesltçilo elei­ 
toral e bo extrsordJnár!c po­ 
der, que é permonent• ,d .. for• 
is armsdas. 
E todas vez que a urnas 
!tacnsssm como vá.rias vez:es já 
acoate.ceu, oesw·parte do muc. 
do e especiimuente na Argen­ 
llns plooc,m i.s tora.os num 
conlror.to do, !ocções armadas. 
COHC[CIOHARIO Cfff YftOLH 
Vindo até nossa loja, você vai ter toda- liberdade para admi.rar os no-vos OPALAS 73 
mionetas C10 que são capazes dé fazer qualquer loucura pelo seu dono 
Recebemos seu cnrro usado como sinnl • Visite-nos sem compromisso SOCIEDADE AUTO PASTORIL Ltda.
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sob a direção deOraldo Flor.es Nogueira 	ago:i 
e as 
RUA MARECHAL MALET. 325 FONE 1043 
ca- 
AQUlDAUANA - MATO G ROl5 SO

TRIBUNA DA FRO,lfTf:lrt/ 
Br h 
Conentso Mies Mato Gros- miseao organizadora (que 
so om Cnrnpo Ornn<le 1111- 1Uu1lo trnbnlllaram) e no po• 
por badalado. Inúmeros Be- vo Belwvlstente que muito 
lavistnses comparecorm aplaudiu e deu apóio à Ce­ 
pnin aplnudir n nossa Miss hna ao ser clelt Miss [e- 
Beln Visl11 73 h Vista 
Célia !ôz SU nn pna­ 
sareln, mnllo nplaudi<ln pe­ 
los presentes, e, Iam bem va­ 
lou a torcid11 Iorronlla feita 
por um eno:me ne lo Be­ 
lvlstenses. 
Seu trje tipieo foi de 
Vaqueir. Tenso 'par Be­ 
ln Vlsta a Fax» de Miss 
8impntla Mato Grosw 73. 
Parabens!!! 
Nu s, 
Nólson Gomo~ do ;lol­ 
Jo e Flia. agradecem ao Sr, 
Preíeilo Muuicipnl e Co- 
.... e dizia o f!loso[o fe• 
ço o que <U !eço1 mol1 nno 
fa;a o que eu digo ou eecrevo 
leso, quem quor ondor cer• 
to, nllo se mele em equ;vocos; 
a consciência é um roteiro oer, 
tu para os decisões certas. Quem 
deDUzar, cat mae col mesmo. 
· O escritório está movlmen­ 
tadlsslmo, nlo só de vhltontes 
como de correspondêncles. F ,. 
llzm•nle o Sonlnhe (apelido ca­ 
rinho ,o que dei á minho ope· 
ro,n Secretário) vem desenvol• 
vendo um trabalho ,fie.lente,•· 
tendendo aõ correspondiinclos 
e o telelone que não pocn de 
tilintar. 
Agora, quando pego •• 
cortas recebidos jó. teni10, de 
ante-mão, conhecimento do 
conteúdo que tro,mlte-me ml­ 
nbo. Secretário, .tornando-se fá. 
cll ao soluçõe•. 
Ve:nos começar pela car­ 
to do jovem Chino Fernandes, 
que spira casamento mss tem 
umas ... 
Dr, Dr, lclefonemn pero o 
senhor. 
- Quem é Sonlnha? 
- Uma senhora ... 
- que quer elo? 
- Alô-alô-sim, 16 com o 
Dr.? 	. 
- Diz ela qne é nm ossun­ 
to partlculor com o renhor... 
- DA cã o aparelho. Quem 
!ola? 
- Dr. aqui é Dona Joséfa 
Strldente, poro ngrudccer ao 
1enbor o grnnde favõr qu• me 
fez coa, aquela receito que foi 
agua na fervuru o meu Qulté• 
rio criar vergonha e llcor cu­ 
xeiro. 
1 Oh/ Obl mult, b,m D. 
Jeséfe, ent1o fol tudo legul? 
a homem procedendo bem. 
gn■ta.ndo de fier em casa, é? 
- Sim Dr. Dcpole que cpli­ 
quel-he tr1'.!I, ,purgantes (0115 
no fu!>aatnho chetro,o lá d:l 
111l UllB•.S, !oi uma vez a ,•en· 
""IIOllhice àele; na ulllmo vr, 
ele entrou correhdn pra dentro 
a 
Aos nnlverriantes da 
emana pp. Mil labaredas! 
Etlvnl,lo 8alN1.1i10, lida Ma­ 
ria Mnrano e Anl Rosa 
Silva(Nic»). 
l'ur hoje ó só até a 
p1óxim11 (' não esqueçam 
que: uma grnde cidada é 
constitulda de llomens e li­ 
vros: njude n Conslmir 
11 nos•:, B1bliotcca Púbica.> 
Casal da 
scuta 
Semana: 
da coso com os calças 
Co!ledalll 
- E o eeohoro está ,&tlsfel, 
to? 
- Dr, tenho Impressão que 
tertl umn com;Hcto !ronqullldo 
de, mos penso no conta da 
lorrneoh ... 
- Deixe Isso pera ele D. 
Joséfo. 
- Ficarei feliz se ele pa. 
rer dollnltlvament,i. denols, 
escuta Dr. Já souberam da 
elicnole da reccltu e ~s oml. 
gas nqul me enchem pedin­ 
do. entno falei oomo :era. em 
segredo' porque elao lambem 
tem os maridos passeadores, 
sob ud, n!lo é Dr? 
- D. Josefa. entno a ae­ 
nbo,11. <lDntou paro algumas 
comadres? n ,enhora até ju­ 
rou qua nada diria n nlnguem!II 
- Dr. o senhor sabe como 
é n mulher, s amigas, a gen­ 
ta quer ser õlll, ver o quo é 
bom paro todas ... 
- D. Joaefe, 
do.r galho! 
-- No Dr, porque eu ovl­ 
,o a todas que é um segredo... 
- Mos assim? que segredo 
é esso que todo as comadros 
sabem? 
- Dr, Dr. oqui eatA uma 
amli:o. minha comodre, vne 
ltilor com o senhor, atenda-a 
por luvcr ... 
- Alô, Dr. Clrano, multo 
prazer, como vnl o senhor. 
bo quanto tempo desejavo 
conhece-lo, pelo prodlgio do 
occrlo nos conselhos às es­ 
posi;s cnnsa.ins de sofrer a 
nnsêccla dos maridos fujões 
eu querlu muito !alar com o 
fenhor Dr,porque u :sua re­ 
ct!i tr. purt. i,. com oure Jose­ 
fa [oi um porrete, o cornp,ulze 
Qu,térlo eatâ agora Cllllelro e 
tudo mundo jâ ,rnbe do Po• 
der da recellu e oomn eu de­ 
~fi.j, consertor o meu marido 
Anlonl.Dho. nllo encontrando 
nois retédio n pruça, nna 
farmnscias uqui no exlille ma• 
ls o sal msrgo. Hoje dlsae- 
rum-me ()ll!I o n,. O'impío, 
d0 Bulrro Antonio' Jo0o, de­ 
vido grande sald mun1ou 
vir ,Je tillo Puulo uma torielu• 
da do produto! 'Terei {d+ e. 
perut, ou o senhor tom um 
&uccdaot.:o? 
_ A a,ohoru, por favor 
quelr!l decllrnr u ~eu uoml·? 
Dr ou Isabel des Frzerei, 
mi conhecidu como Belil, 
móro nn fazenda TIr-Te!tua 
em Murllnbo, 11aqueh1 lonJU· 
ra e ssim mesmo por là tam­ 
b6m todos as comadros JI 
nu bem da descoberta e veem 
nqul Ialur com o Sr. 
_ D. Isabel: pare, pare <ie 
falur que eu JI estou Aontlo­ 
do que hnverd encrencas. A 
Renhor<t. conte ds comadres 
que n!lo ho. mais remédios e 
perdoe-me D. Isabel permlt- 
me D. Jeabol, sollcl!o-lhe 
volte noutro dia que êijtuu 
ugorn com uma consulente 
no eecrftor10. 
_ Tome o aparelho Sonl­ 
nha qundo alguma comudre 
ele D. Josefa teleloonr, diga 
que sal, nada mslP ... 
_ Vês como so elas? 
agora tenho lmpressno que 
toda Bela Vfsta esté. com 118 
comadres alvoroçados no pro­ 
cura do sal amargo, Io uté 
parece que pegou n;oda co­ 
mo uquelae • 'correntes·' -urna 
catllnhn pedindo que posse 
Pc<lro Palmiéri"- Lé<ln. adiante a mesmo coueo, mas 
eom umn cildula lembras-te? 
_ Ah Dr, sou sou novu 
ainda, não alcancei esse tem­ 
po mos talaram-me de,sa, 
correntes... Olhe o telefone 
de novo: Quem é? Alô? sim, 
sim, esper .. por fnVor. Dr, Dr, 
outra comadre. d.. O. JoseCo. 
- Sonlnhe? e a mlnh• 
recomenCloçüo? - 
- Dr. quando atendi cl• 
estova escutando a suo voz ... 
na mão .. , - AIO, Dona? 
- Bom dia Dr. Clrano, 
multa seUsfsçâo, equl e,tou 
com diversa• amigas para con­ 
sulta-lo pelo tele!one, achamo• 
mele fóc!l, olhe Dr. eslilo che­ 
gando outra• amigos, todas "1es 
nossos comadres.,. 
- Dona o nome por fe· 
ver? 
- Sim, Dr. Amhroeina 
do Amor Perfeito. soo criada, 
não sou daqui, vim de fora 
de longe, em busca do vosdO 
conselho, cujo fama de con· 
sertador de maridos tt aosvle• 
dos corre por nl, .. 
- D. Am:iro&ina, l'otou so­ 
tlatei!o e sinto não poder B• 
tende-la egorn, fale com a 
Sonlnho que estou atendendo 
coosnleote no escritórln. To• 
me o rone Soo!nha. terei de 
oguentâr casa enoll'Jrrudn de 
comadres ... Pobres morldos ... 
- Pobre1l nadn Dr. el-s 
precisam aprender, cusum-se 
e depois deixam as pobres 
coitadas com os prob!emas 
do casa e sa vllo poru o JÔ· 
go. pra lolla, só jqgo, Jõgcl 
- Sonlnh.; n!lo dês 1111101- 
tes, prlnclpu.lmeo,te ãs cumo­ 
dres, caba sendo mal isto 
pelos maridos. se descobrirem 
que partiu duqul ess frmi­ 
dilvel receita. 
- Mali ela é lnltll!vel, lo• 
das aR donos nflrmurnm-me. 
- Sooinha: Oeallgae ~i'Eê té­ 
lefne, Vamos Irtr drs cr­ 
lns ... Eu ando multo apre en­ 
slvo. Tenho quulcpl!r c,-~sa 
estã lncutlndo em meu espf. 
rlto., esa comadres ião 
crl11r problemae, .. 
- Como di&se c Ceio 
quer se casar, pus tetu um 
lias que se opõem. o pr,•blé­ 
ma é õ. priiDB, vamos lêr, So­ 
nlnhn o curta do Craloa, 
Ribanceira 'Alta, 1B di" 
11brll de 1073. Dr. Clrano-Be- 
1. Vl&ta. 
Tenho até vergonh de 
dizer o Dr. que Espire casr 
com a prima X...ll.Da. purque 
Isso vai 
ur !t um desgoRto ns ftn!­ 
[las dela e minhs tsmbém 
porque dize que asares 
de purr.nte3 lltlllC'I Jl~ ,,t JU, 
A converux das tias (e+t# 
tais o as que inverta! 
eouus venenosas e ecletu 
a J.lCOl,·) nno me cc uvunc,•m, 
mas dizem que o!l lilholl d..i 
prlrr.oa quu•c i;ernpre J.1eBc,•m 
leijados, difornes, Ln-ians 
us vzs mudos. Lelo nas 
revista4 obre e plluls, 
ma no credito. A ho11no, 
subo Dr. como é, moça 
depols que pegou uma tfrl­ 
uhu do conlfonça com i1 gen­ 
te, é esel:' cabra mesmo que 
eJI quer. EPtou com pcn11 
de!a, a !dmll!a é contra 
u l!llnhu., idem; tenho 
n peo as 18 ano1' cno tenho 
erpréo, profiro, o me 
pol no d4 nada, frequemt 
m uulas do 2 _grnu, p rr:n 
depois que na '[«lln oteg 
do mim, perdi o tosto por tu. 
do Dr, no me entra nada.a 
nbç, só peno nela coto 
:Jvld<, 
Dr. o que o renhor diz e 
uconselha ête pobre 
apulx ando ? 
Do crludo 
Cfino Fernandes 
Heeposlus de tua mlul 
vo Cl.;ioo, f,cu p:ira ou11a ,n 
estou tom!Jém aqui com u tl· 
beçdolds por cusu'de tt. 
tas com«dres iheia que nt 
cocherum. Purn outrn vez C, 
sino. 
A Última A ventura: 
.. !)r. Cfrnno 
memcr Slolze 
•A conquista do espaço u- decadencla da criação ou cilu. 
niverul, é tão lnev,t.!vel como dos escombros do Univer,o c:ir1· 
o nascer do Sol• lW,V. Broun) morenado; um novo céu • ""'' 
Sõm,nt, aos poucos a hu- r,Ova Trr,a. então 0 Í,omtm lor· 
manimadadc vol comprecndrndo nado rul!dad, o seu son~o m,:1 
que o lancemento de utélitu proluodo; «Ele seria cntlO,ccr., 
artl!iciBs, foguetes rntcrplanctã· D.us•. 
,los e plataformas, espaciais, ,1- Epilogo: A vldll semprl• 
gn,f,cam mais do qu, um, sen· foi, como diz Morco Aurélio, 
••~ão técnica; que O disparo ao uma viagem em terra eslra­ 
,ipaço sideral anund• 0 bicio nhe. Mas o mundo novo, quo 
de um• nova era oa História. De- surge em ooaeos dias, serd malr 
ve-se pensar nas translormaços do que apenos estranho, 8P
8
• I J 
int,l«tuals d, Imenso alcance, rec,-nos especial, Jaooacebl• 
provocadas p,la pouagem do vel, e repleto de sombrio pa• 
sistema geocêntrico pera o sist- vor. Assim, cumo nunca ali• 
ma hcliocêntrlco, hã quatro secu• tes ocorreu na Hfijtória, o 
los, pare poder avaliar, ainda que próprio homem está psto 
oproxim•d,meote, 0 ,lgnfflcado em dl1vida, nl1o Apecas pelo 
t •• consrquências do ,alto da perigo de vir êle a aofqul- 
«• t,uena para a era cósmlc.r. lar-se u oi próprio com Of 
O hom,m, até agora prêso ao seu meios de um técnloa deeeo· 
planêle pãt,io, desprende-se po· cadendu, porém, mofa al.nda 
r• as estrelas. 	pelas iotervençõe5 em !Ili 
D,f,rrntes dos aven turciros personalidade, pelos esforço• 
d, ,éculo, ousados. que cruza• du Ciência no sentido de 
vem os mares pera descobrir ter- transformá-lo em mquu4 
ras desconhecidas e tncontrar ;. que funcfooe sem alrllo• no 
nuperados tuouro,, os conquis• mundo dominado por Inrtru­ 
tador•s modernos, que não tar• mentas. No horizonte da Hil­ 
da,ão a transpõr o limiar do u• tõrin yem ralando, o primeiro 
nlvcrso. •julgam ~bcr perfeita• dia de um noTO mundo, no 
mente a qu, os rspera>. A A,, qunl o homem romperá aa 
tronomia expllc• qu• as condi- onllgas fronteiras e para ~ 
çõts de vida nos outros plané- 0:X:etcer, como os deuses, po, 
t•s e ••télit.:s solar, com uma ou der sõbre tudo quanto foi 
duu cxcti;õu, do ainda multo cr!ac!o, está evlr!c .temente 
mais àe,favorãvels do que na lua, disposto 11 nega: 6Uf própria 
O homzm não quer apenas notureza e a ,acrlflc.~r l! ,I 
piorar o, mundos mesmo. A razno n11o no, mo!· 
bizorros e misteriosos, quer u tra nenhuma oportunidade 
dls, até onde {or possivel, colo- para o homem escapMr 4 ésse 
nizá-lcs e tirar provrlto pat• si. de,tíno. T!lo po:le-rcaa pare· 
Segundo plonos orcpsrados por ce a tenl5çno que não coD· 
cngenh,iros amerlconos, dentro de segue Iurtar-Be n ela, me? 
poucu décadas podrm ,o,glr na se souber que prepara a pró­ 
lua pcqunu cidades e minas sub- prla ruiaa. E no eotaoto 111° 
terrâncas. O maiores progressos é esta toda a verdade. r.i­ 
tecnicos do íutu,o devtrão loco· • vez o homem seja salvo, pre• 
llzaH• num umo que poderia cisamente por ser ,evado ~ 
cham41·1• •técnica plan,tãria•, limite extremo do perigo. cSó 
(• tran,formoçõo d, mundos es- quando se !!presenta ·ao bO' 
tranhs; para aaplã-los és neces- mem uma tareia que requtr 
,idades do homem). Ern M .. ,. o .a:áxlmo de e-eus esforçai. 
ou em outro, vlerla então um ele consegue rellzar cols4 
novo homtm, •o , .. lona cósmico•, graodiosae» (T"ynbei,). lii° 
que teria consclncia do fato de que podemos pois depol • 
cst r devendo sua vida scb tai tar nossas esp11ranças? Tal· 
condições. li um• potênc.lo que vez só nuqullo 'quo Koeitl~ 
o utorla protegendo cont,a o> chamou uma •Mutação .Rell 
perigos do esoeço cósmico, e •• glosa•. o npareclmen:to et
0
• 
amtoças de um meio <>l••nho: a• pontãneo de um NOVO B ' 
Cienca. O fundam,nto da Ciên- MEM. que nflo deve sua dl­ 
cia moderna, a profunda concvl- forença à técnica p,ico16gi: 
çiic, do po~rr 11,mllodo do ••Pirita cn e nem , retorta dos bl• 
nada ulst, que não possnmos loglstas moderno&, msl U~~ 
fazer- .levam quase forcads- TRANSFORMAÇÃO INTER 
mer.te a ulllm• lntc,rog,ç;;o: O NA. Em tllrno de um tal rrt1I•· 
homem, o S:r au odils zub geporémn, única salvaç4os" 
ruls+ » Nsurez._mcdfte» a si @inda poderia haver P%,,l 
mesmo e curro Cosmo, não se- homem, não se pode '4e. 
r.í um dia capar até de por fo,a fir qualquer especuls 
de vigência as próprias lis da na- 
tu:a, 1 Eu,,;:, disse o Scn~or ( Livro: Den Gatter" 
Deus: Es que o homem é como 
um de Nó•. ,,,bcndo o bem e o• Glelcb User Leben ve 
mel » roa. pols, pra aue não morgen: Igal uns peuue 
eIenda a sua mão e tome Iam- 
bém d» árvse da vida, e coma (Compilação lvalo Pe 
e viva 11tcm.1rn:ntra. reira) 
Takez cja crts a ultima 
1nct.. ducooh•cld •. d, te,&., • 
Cénuzla. Impôr um paradeiro à 
1 
1 
(" 
o

Trlbu1t1 da b'roulcir;a. 	l.l 111 V Ili 	.1 unho de 1973 
Rotando Escobar Formandas-Agente da Loterla do 
Estudo de Mato Groso (LEMA T) 
TF - QnaíH os motivos quo )1,varam a LEMAT a crínr 
n Agêncfa de Bela Vista? 
R- Nossa c!dnde atrnvessa umn fose int.ensivn de 
progresso, e as perspectiva eaonõmicns siio as mclboror, 
TE- O Br, solicitou a Agência ou fot indicado para a 
mesma? 
R - Fui inclic11do uo Olrclor 
Abbot de Castro Pinto, polo 
Figu1:iró. ?. preenchendo os 
nome,.do. 
'TF- Quais as regiões que Agência atenderá? 
R - No,so movimento nb1nui-:erÍI os munkípios de Bela 
Vbta ,, Can•col. 
TF- Qual o fulidade da LEMAT? 
R - O J111helro do povo aplícndo eru benetlcio do pró- 
prio povo: coasttuçiio de praças de esportes, e assis- 
tência stcial. 
TF - O11do func!o11111á a Agêucia? 
R - No Inicio, em carál,•r provisório, funcionará em 
minha re.sidêucin: Rua Generl Osórío ne 5. 
TF- Qual cota designada pela LEMAT? 
R - l;11ci11lmcnle foi dcsignad11 uma cota de 50 bilhetes. 
TF - .l!,uncionou uonnul ruente II venda de bilhetes ern 
sua prímE<ira semana de trabnlho? 
R - Superou minhas expectativas, esperando para brc• 
ve um aumento do núu:ero de bilhetes, e consequente- 
da LEMA T, Sr Roberto 
Dt1putado Estadual Ruben 
requisitos necceeários fui 
mente o aumento ela cola. 
TF- O quadro de cambfstos contimu o me+no? 
n • Não. foi iei1ov11do totalwcnto, e!colhldo doutro do 
critrfo' Honestidade Responsabilidude. 
'l'f - Qul o prêmio maior, pago pela LEMAT"I 
R - lnichlmenlc o prémio era de 20.000.00, agora ~ 
LEMAT paga 40.000,00 (dobrou a pard) e tódas as 
sextas-felras são feltas s extrações na sede da Loteria, em 
Culabó, 
TF . Tem rt1ctbldo apóio dos bolavl6teoses7 
R - Sim, todo• tem colaborado; pdoolpalmeote o Sr Abdalta 
Solo (Paplto) qu• é um Joeeotlvador (err,oho da Joterl1 em 
Bela Vhh. 
TF Quantos cambistas possui a Agencias? 
R. Começamos com tré, ms8 de acórdo com o desenvolvi­ 
mento Iremo, au:neotar o quadro. 
TF - Qual o beneficio que P.ela Vista ter,i com a agência do 
LEMAT? 
R • Criarem:• mercado de trabslho para !nimero• B~lavl1- 
tec1es, e 16glcam•n º• a Vista poderá ser ,orleada com os 
prOmios pogo1 p•l LEMAT. 
TF. Qual o pr, :lo bllb•le? 
R • O Bilhe! ntelro custa 30,00 com 10 !raçõe9. 
TF . O Sr/jà Iniciou o ,,rvlço 1• prop1gonda? 
R - Sim, µtravé, d• c•rt11,e•, auto-talante, rádio e néste Jornal 
TF • Os J)lano• para o futuro? 
R. lntensl{lcer o mrov,meolo de bllhtlu, de propagondu e 
tudo iodlco que " LE~JA'l',seri qem recebida em nossa Cidade. 
TP. Suas pslsvrus fiais?' 
R • Aceitei rtpre;entoção da LEMAT em Bala Vlno, vleoodo 
eclmn de tudo o Progresso da oossa querida Princesa do Apa. 
Loteria 
do Estado 
de Mato Grosso 
, .. -~··,·· .......... 
.y- 
A Lemat tem csta opin!Ia. 
Agor• C.ld> bilh<.L> L<nul tom ' 
to fracds o cesta is 2000_ 
todo le, Voco pode fcar rico 
sozinho.. Nla dr,"1.1 !lJJ. SCC'lo. Vool 
tc.m T766 ptom,c; prá ganhar o 
ml« o primoiro premio do 
e, S 20 000.00. E ,;nd.l. ,do:J'n,t.>. d,: 
a que a Lemat cuteis: pacas 
o:i,c,10. ol:no r.oci,i:;. A Lcnnt • 
dica tcdo o drhero arrecadado 
vcndl do b:lho1CSr, nc:::to:. bt.~ , 
d0 1to qur dar que, o 
oro no sai d:te Etada, Uma, 
6 t<rU: com o: b:Thote, Lcm>l • 
r..Jo perde nun.:::il ._ 
Mato 
Agarre-se a esta oportunidade e monte numa for­ 
tuna fácil, Iacilima. 
Basta comprar um bilhete da Lote:ria do Estado de 
Gross.) paru ganhar 40 mil Cruzeiros no primeiro 
premio. E mais 1758 outros premJos fabulosos. 
Na Lemat você nunca perde. Ajuda na construção de 
praças de esportes e auxlia as obras de assistência s01iaL 
Os lucros da Lemat são destinados a esses setores. 
.i. '.::t:.c.;..' a sua vida de uma vez por todas. 
Sem esforço, sem lutas cansativas. 
Compre logo o seu bilhete dn Lemat para a próxima teXtração 
semanal. 40 mil cruzeiros estão n sua A Lc I 
espera. mal quer ve c,.o 
montado numa fortunn. 
l is é ntr; cm os Milteis ta I[li] nti ti» pt 1a. 
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aos vldPos, maia «uxperil•nte 
e relista». 
O Jornul WMhinPtou Pofl, 
recebeu o Prémio Pulitzer do 
Jornnlismo do 1 !l73, o mi 
importante no género no 
mundo, grnçns 1,1:1 repc,rl11- 
pgons sobre os escandalos de 
Wnlergnle, 
O Brusll foi e,colhido parn 
sedo do 12 Congresso de 
Mnrkellng, u ser reulizudo 
este mês' 
0 Governo braslleiro iuves­ 
to 300 m ilhões nc porto do 
Santos. 
Banco do Brasil, n~ôrcin 
de Pnrltt, ocupa'o 60 lugar en­ 
tre os bancos q uo op~rn m na 
Frnnc;a. 
O Senador Pctrônío Por- 
tela, lanço a pluvita obra 
do vsto prograuna ei­ 
torloi ,:unH•moralivo Jo !:!o~­ 
qu:centenário d Inudepe­ 
déncln, 
Exposição Agro- Pecu/i1 la 
de Maracjú'será no perio. 
do ou 15 28 de julho 
proxmo. 
Uma importanto linn­ 
ça foi formdu om Aracaju 
ent:o a lgrt•ja C1tlólfc,1 e n 
:ilaçoa .. na pira <'owbater a 
~xcromn pohrna dt1 muitos 
camponedes Bf,rgipanos. 
Depois de quasi 40 a­ 
UO.i • do snrvlços ll c11ns11 pú­ 
blica, aposentou-se o mi­ 
JÍSlt'o de T1lbunai.:lc Con­ 
tos da Umo, Abgsr Re­ 
nanlt, que foi tawbém um 
dec!icn<lo reunlor de, discur­ 
eos presidenciais. 
Acfdenle na rodovía Cam­ 
po Grande-Bela Vista causn 
morte de jovem belnvístense. 
Depósito de Bebidas PINCiUIM 
de Durío Desur Nogueiru 
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p ece do 
[ed, ada« a A!rs gora! de 
N!«y Itta Cota, qut deixo4 
prfi:jJO 1 !'.: ·tia e bisra <!i. 
Escuta," d "Hivtpio Uoivet­ 
,.,, .. 
A Radonaliz ~ão do Poder Político 
Somos um povo nlndll lnfrll• 
eo oo excroklo do rncloclolo re­ 
llexl'O, dcltcl•ulo de cvorl0nclu 10- 
olol o avuso b. orgonlzoçBo racio­ 
nal dn nllvldodo pollllcn, • , 
(Artigo do Oepulr,do Poulvol 
Durro10. 
Quem acompanha o rvolutr 
d11 RevoluçAo do a cul•• nn•crn­ 
t,11 •o confundl'n, c,.111 0:-1 n11•n• K 
de renovnçllo e tk m,Hli"rnl,1:ldt• dtH 
{dós de 22, fucllmt·nt,, ch:.(•f'11 qlH'. 
do poruclo com u,, r., .. t•t.; do 1-u•u 
próprlo desenvolvimento, em diíl­ 
culdudes so pode epvir, também, a 
leoln expresso una prm ,nrnto 
buscn de formas quudss à ua 
lnellluolonallzo~âo 
Se o proct•:-i..:, r<>voha·lo.it,rlo 
que inda se de-dbra e pr@segue, 
Jâ marco.do j'ºt' nm H.·1:tl.k. de ir­ 
reveretblidade, tuz consigo a he­ 
ránca dos dC'-Cont1nulJ 1d•s e dt•frt­ 
engcnR que dtric11tum :i r .. l'i{,n,1ll1.1- 
çRo do Poder PolUic.•n, JA ~ tempo 
do so procurllt' u t'!lUS'I principal 
desse tormentoso desromp'as«o, 
Prece·me que se vem desen­ 
volvendo c1S: tt'tul~nc1n de nature­ 
za pollllcll desde quundo a fle'olu. 
cno do Sdo Poulo levou Getúlio 
VoT1?nB n udotar u Conslllulçlo do 
34, bà qUO eo procuru o motivo do 
rotardnrmento em e reullzr o fnn• 
cloaamenlo do Poder Poltlko e, 
consC'QU0nlementg, o c.•xcrclcio dn 
própria •llvldode, polllcn, entro n6e. 
Certo C6lou_ entretanto, dt­ 
quc n rozüo prln:::lpal des10 tlc11con 
passo desafiante se relaçiona com 
os p/els de evolução dos dois 
condlclonumeotos que sempre ntuu· 
rnm no processo de nos,n. tormn· 
çAo: o sóclo-culturn o o 1úclo•cco
1 
nõmlC!J, 
Se todas as tonlntlv1u de ra· 
ctonnllzuç,io do Poder Polllco •• 
CllfílCtCriZ<im por urn!l cuforln 
com;Utucionntl.sta que logo lia lrus· 
tra ou práttc.u. cooslltuclona.l o ''ol 
gerando um u1ovimcnto ccnlrêrJo 
à pennnnfocla de cnd::1 ConsUtul• 
çllo., 1:10mento so podrrA dribulr u' 
essn contiDJ:~ncltt n,1o um u.nsolo de 
pcrtelçAo institucional. mad um11 
ddlolêncln de lormnçno pollllcu. 
Somos um povo &lnd&. Jnlen' 
so no exercido do rt1cloclnlo retle 
xivo dcllclenl• do cooolQucl• &o' 
olnt do auvldado polillou. lolellz; 
mcole, ono ,o podem qu,trunr eh, 
ps no longo processo do lormn 
çdo cullur•I de um• noclonolldndc, 
o rx111cm mllngrolroa que •ceio• 
r<'nt n prc.dUQ0o dc,so Insumo ln' 
, lal,·e~ pr• elos o e lnsubslltulv•l do 
prtW"Jidll cio deíenvolvJmento Jote' 
grado do organlsmo naclonal. o 
r w l i in' s e encontra n u m 	e - 
1!,~10 , ultu•, 1 ,-m quo o primado 
lha prÓJ): 111 l:t•onml::t 11 desv1ocula 
de tu+s rates soeinl, enquanto 
v:11 ,·onuuu.1Hlo cerlns dicotomia,, 
,·ouw u do hi<.0mlo Educação-Cul· 
111r.-1, tra:t<.:rn'..!o o, coosecUrlos· da 
CICnclu • Teonolo~lu, ~o Ensino e 
P<•squl;o o <l• Unlveroldodo e Em' 
pr!!,U, todatt eDl busca de totegra· 
çi0. 
?rio hA ncgur, portnnto, que 
o processo de racionalização do 
l'o,h:r Pollllco rtemundu. umu. meta 
tk u:.turt.•z.:1 s0clo culturnl que se 
rl!l..h:10110, por riUlL 'CZ com o tio' 
evolvmento do slstomn cducu.• 
tlvo do Pnis e o !colido do suas 
d1n·lri7,l'9 l.ú'Jlcas. 
Ot•-~d • quundo elaborou seu 
prr: Iro estatuto, a Alança Reno 
vüdo:-u N .. cloO!il cootortu prlmazln 
il polllco cducadoool, cerlll de 
quu s,wcnto por t1eu lotcrm6dlo 
:ilcanç&.riu, a longo prazo, o ama• 
tlurcolmoatu cultural qur tonta 
full• vem lezeodo no Brnell porn 
n utlJznçfio d•• lormas ,Alldn• do 
rnc..lonnllzm;no no campo poHtlco. 
Como se n3o lhe bostnsso justltl' 
car u. prl1:1uZl!l dc,ua motn polfti• 
co, a All~nç3. Renovadora Noclo­ 
nol •Inda bO Julgou obrlr.odn a 
promover o educo.çllo paUtico. 
utravl!:i do lnsli~utoe e Departn• 
menlos quo se e~tilo. criando. 
Disse o Inclito Presente 
Mêdlcl, com pond,rodo ncorlo, que 
o Bro:.il 1:1omentc: t1e rco.llzarl11 co~ 
mo utnD (:ronde naçl1o Qlll.Od0 a 
novo. ~orilçllo ossumlssc a dlre-­ 
çlo e.los scu.t de.5IDol!, 
A Allu.uça Reno,·ndora Nncio. 
nal. ntr1l'éz do t1eu programa de 
açlo partldfit io. deste ano, jd se 
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o novo g<-rente do i':Hcrll6rlo 
d11 ACAHMAT Sr. Jollo L'lr.es 
Cupcrtlue, 26 1,no1 dH ida~,• tl 
nolural de Colmbl',1 ,Hall~ 
Gorais. O novo extcnolools• 
ln é formndo em A~roooml11 
polu Escol.-. de Mfrloullura 
do Viçoso MO. e espect61l, 
zodn em Engenharia Agrlco­ 
ln !'.>lverslflonde. Chegou Jâ 
oolobornntlo, também, no e­ 
tor de ensino, lecionando 
rnRtemtHlon 110 ColE1tio Esta, 
nua!. Nossoo voloD do boos­ 
vindas e felfz permauencla 
entre nós. 
-XX- 
Regressou de Cuibá dia 
19 JIP, o Pre[,llo Joi,., Lamu.1 
de Souza que trouxe boRe rn­ 
tlc1us puro StdroUlndlo, Além 
do llbnnçllo de verbuü. Suu 
Excl.i. inda censegul, atru­ 
veu df> oonvl"nlo com ri Se­ 
crelorlo de A ,àdc. gublucl• 
médlou-dentárlo, médico, den· 
tlats, tendente conlnuo pa4- 
ra o Ho,pilol ElnJ!rla SI!, ô;!o 
Barbonn. Tudo rorà PUJ.!'' 1 c­ 
io Estado. Autc1·lormeole Ji'I 
" Dep. Rub~n Figueiró havln 
oon.eguldo umo verb, de crS 
20.000,00 pura ,, r<'fertdG hos 
plto1. 
-xx- 
Estove em Sldr,,lfl.n·Jtn 
umn comisFClo de engenhei­ 
ros ullm d" ercolhc, o lcc,d 
ond" será construido n rutu­ 
ra estação rebaixador da 
CEMA'l'. Dentro de 20 mest-~. 
mnls ou menos, Sidrolt1nrllu 
es1uri recebendo ene,g111 
elétrico de Ur.•1bupt1Lgé, t..· 
!D é umn noticln nlvi<•urelr11 
poru a Pérolo de, Plen,Jto. 
Com .nergia el<'tr<on permn­ 
nente e 11bundante reulla coi­ 
so nova poderá surgir. 
-XX- 
Dln 17 ,pp. quundo se 
comemorou o !1c6quic•ntenàr 
rio de inBtuluç!lo <lo Fodel' 
Leglslotlvo Jlo Brcsll a Clma­ 
rn Muniolpnl rennlu-su 3olc- 
nemente. Na ocallo usarata 
du pulavrn o Sr. Prnslrlenle 
Alllvo Srud e o Verendur 
Paulo F. da Silva Ni,nte' que 
falaram sobre a drta fste­ 
jadu. 
/tis causo la, @u te Mata 
.  V,:., () , t .. 'rad .' J} 1 I' •I. .f. ll l 
instante no eterno caminho da 4e 
t; ... , dl:L .... u tardo das tas «Api4 .. 
s··2"os. ««t.d«t­ 
II.as a obra do Deus! Suave 
mcfud10-·t M.J1tlt·L ~l' l' ',1 do d· 
uno c!of ll-nor.• .roo-. alr ,.t-" d a• 
formas exteriores, os dois nutri0 
- o d~• &ln,.'.S e o J.a, t.0'.).3.-. - ,-e, 
ub.1'..rv,im e r-fl 1-Lntt·a1. ;Jits ptohn• 
deza onde ,e cac:ontrii, o leu. e3• 
1>fr1to utucul.:. e compr .. cnde.. A 
vl•Do das obras dG Deu treceIhe 
11 paz e o olvlJo. Dloutc dn d1vlllll 
btlew do criado, u tempeotade do 
tru coraçDo ,e ncolms; pa(xno e 
dor udormeeem a um loolo e doce 
e,olko ,cm fim. Parnco que II runo 
do DCui. olrav~a do.s barmenftsJ do 
unl<er•o. prrpa,,,. qUJ1l brisa n­ 
coo!orlante
1 
pelos tuus face, )lr1lvll• 
das pela fttnfa;a. e netas se deruor:1 
numa caricia. 
ne-leza, r1:pou110 d'nlma, con~ 
toclo com o dlvJno ! l!ntlo, o via· 
Jor CJw;!.ldo so reanima por um no­ 
vo preM!t'ntlmenlo do ,ua rnt-ttl. 
Nilo p:irccc loo.ua o jornada n quem 
se det..óm um lu1lante, pr1r11 t'O cu­ 
sendcntnr ll toott· I!: eou'lo a •lma 
,e orgt-. cont.emplJ, iot.et.lpa. e se 
dl,põc u rnrrnctar o longo du entro.• 
da. Com um olhar voltado para o 
Alto, u:r.i-t (ll.cll nru rltowar o !i.­ 
iloso catunbo 
Pár~. ó ilrna.. na t ... u vln. do­ 
lOri>su; cuxug"a a tun lá;:rlrnn e e, .. 
cata, O cánttco é Lneno; as har­ 
moais o projectam <lo Intinlto pa­ 
ra bejsrt: a fonte, ó cotado viu 
Jor dIJ v1:!:.1. Por entre o tro!lr cla:i 
'ou,:; llt,1n11.:i.1.s do unlvrrso, rls-.eo.m. 
11u111 n•r.dilh:;.dJ du Lh!lczas. as uu' 
'ed voZC:-( d:a.s humJldc.s criaturas.. 
tu a s lr ã s . Também e u - clama 
umu - buU Wha de Deufi, Jut.o u 
tiolrli: carr rgo o meu fardo e mor 
<.ho JJJr;1 vitória~ lambem bOU ,·Jdt1.. 
integrada no grande vida de Todo' 
E' tudo, de fragor da teupes­ 
t.u.lc- ;.o 1.. .. ul!co ,;Su romper do 601, 
do :saremo 1.fo rccóm o!lccldo oo grl· 
to dc.!ic:-ol r11do da ulm:.t, tudo fala. 
de t, suesto, nas us propria 'ot.. 
..-111 cürL> curn us sua! 1.rwàs. Tudo 
r..:v1::IJ o eu intimo mistério, e cu.' 
du ticr exlertorlza o pcc•drneoto do 
Deus, 
Quondo a dor, ó ulir.a, ntinr,tc 
ns m11l.:1 lntlm:a l1l.lrad do teu cora· 
ç!io, ouve!i uffi!l voz n te dizer: 
Qut1ndo o til.Unto t.la nolte se des 
dobra, numa caricia. sobre todJ.o Ks 
coUio:i:. como que 88 prou•;.:"!ldo, 
cm sru 13000. uma voz te diz. Ucu~ 
Quando u tempe,d.nde lll!!C. e a ter" 
ru estremece, um oz repete: Deus. 
Quando a tcmpe:,let.lts ru;;t-, a terra 
estremece, uma voz repete: Deus' 
E n cstu{><'ndu vh~Uo lodo. dor. sus .. 
tu. cus passos, escuta e ora. Abre 
teu3 bracos A crfaçüo e coru elo 
repete: ••OetU, nmo.tc'". A lua pro-' 
co. Mo mnls eatn.o .admlr:i.çn.o me. 
droaa do poder di,•Jno, 1erj IDbÍli 
aubllouda.: nrú umor, Será .o prc· 
co dulçurtJrll que se c·oLará qual 
um continuo c:intlco de alma, eco. 
ondo de contluento em continente 
pela terra (od.:i, t.le onde pelos ma· 
res !oru .. de estrela em estrela pe 
1011 e~paço:t lncomcasurâ,•ds; o pa• 
E3,""E. 25.:.% 
tam um cm côro, o1compnohc1.0do tt 
voz sumida do mais bumntlde Insec 
lo que se e<..conde tlmldamcole por 
cutru ud erva~, cujo cautJ..t, cmbo· 
r.t rmrrça st.t perder na ~mplfdno 
<lo cpaço, !"cus ouve. conhc.ce, re· 
colho e omn.. No iolJnito do espa 
ço o do tempo. 6 .s,a !orça únlc:,, 
Jmensa .ond~. de un:or, que tudo 
soHda.dza e i.u<·tcnt.a num hn.rmo" 
nlco dNcn,oh•im~to de torç:as. 
Vo\'"-, o teu olhar p3ra nff 
menor-e~ coi::,:,s. e.ti ordem Gupre=a 
que preside d toda.d e.a crfatur..1"~ 
B 
a 
• 
VI d· nte 
pe »'a le d,s r4, por i , o 
utido de pr, da erdadiara pau 
protupi da la rtoda qu et 
i,~,n ; , 1 
1
1 n!l:t !''• t•, , ,.t •·-· r. E 
Da emt? te tgurita t! 
) '>( ,r d·> a t 11 p·, :, 1 Ul rr ,. 
~,. ,? r't._, , .. r -.. l 1.:. .... 1,'lt►tL1 :, • 
te do eu nmor, E!p«de te, 0alma 
no emas ! o novo Das, d l r; ..•. 
No do Cristo, bondade; o 
mata os u2ativo rasto de du 
1 r. m·,; ,1 .. rtale quo cor nt . 
,t careta que e perda 1. U Jn .. 
finto bimo que r4uso entt 
ptar no to cr 4do par trgr-tu 
das Lreus do mltetio, mas et 
pleno de lut, o dis ua pro!ando. 
tus emergem 1cessante±ente 0a 
:.aeordt.í do hiao da vida, Ln-te 
nrle rc•cn rf•C io. ;:>:1'1 que ,., ,. D. 
bt+mo é mor Nio dlgs. duvldo 
dfz.c: t•u nmn: 
tira! Or.i diante da obra de 
Deus; Antes terra, o 'mr,o céu 
Pede 1!1u quo te (nlem dt1 D,u11. 
pN1A BOI Cíf'ilf't'I k Vol d11 ca...:•11 
lnrla~• duo formas o pr1odp!r, e o 
pensamento que n todas a!ma, • 
elaa todas e ron-- 
2rezarão no teu redor, tender to 
.o seus braço« fraterno, olhar-t 
no com r..11 alho• ftltoa do laz, e o 
C'lrrno i;orrlr da vld'l rnvotvt , .. t~" 
com ,wa cartelA. MIi V07••11 te d.irão 
«Vem, Imfo, ala teu Intimo nseta; 
recobra [orças na vis1o blime. MA 
vida é grande e bela e, mesmo sob 
n dor, ll mais crud~nte ~ teolz.. i'i 
H''mpr= dJ.i'ln. d• ecr vlvld:.•. E 
tomandose pela mão, e[ração. 
«Vem; transpõe o Hmir o desvnd 
o ml•t~rlo. V f nno podes morrer; 
ouncn· nunca poder« morrer. A 
tua dor pa.ctnrá, e por melo d-el;,. 
ai;.-.,.nrfrrtiJJ, ron-.rrvantfo ns e-xpc· 
prrl~nrla. coibido,. Nno lcmu • 
more nem a dor. J..:lns n:Jo so er, 
tincno nem maldarfo, JDRtl ap-nau 
N'pte11,..nt.am o rllmo dtt ttD•v•-tfo 
e a via das tua nsenãe. A ida 
é um cnntlto sem !lm. C,nta; com 
n o c o ; canta com o crtnnç.ão toda o 
lnJlnHo c:1otlco do amor,. 
Orn nsslm, 6 alma cx.tenw;da 
•Hcnhort Dendllo srJ••• 60:• 
lireturln pelo dor !rm:i, pois que 
ela. de ti me oproxJmo. Prostro-me 
dl•nte do Tua obra lmcn••• nlndo 
que n minha J)Bl'k, neto, s,jm o 
can·aço. Nada poo pedir-Te, por 
que ludo JA é Ju,lo e perlelt.r> na 
T1.H1 Crlacfio, me,mo o meu sofrer, 
mo•mo a n:lnh• Jmperfelçno. qu• 
6 pa,sn~eira. A,:uardo no posto d!> 
meu dever o meu amadurecimento 
f" na Tua contemplação bu,:co rf:" 
pouso». 
Corre,ponde. 6 atmn, oo 
Imenso nmplexo, e verdadeiramnen 
to sentirás Deu«, Se Inteligência 
dos J!rKndes Tenera, e 1!0 curva 
temrro,a nnle j: pooleclalld.ode ~o 
con~lto e dll rcaUr . .:u;lí.o do Cna· 
dor e .se acerca do dlYlco pefos~ 1 
fnug.,,ates via, da rneote. o cora•" 
ç~o dos humilde• cb•ga a Deus p,· 
la.1 ecoda.!I da dor u do nmor. e o 
sente oe!us veredas jesu rr;-a..h 
pro!uod• ••bedoria. 
Ora o Deus o;;:slm. 6 aln:.R. 
cnnsoda~ Reclica tu:i cobeca cro 
Seu peito. e ttpoWJ. 
PIETRO BALDUI 
Agradecimento 
A Famlll, dt Maria Rit• 
Loureiro, agradece .; Pr,frltuíl 
Mun'cipal. p,lo ltU gesto de 
Solidariedade no 
, c u 00.ssamcn• 
to. Asradece ao Povo de s,1, 
Yi,t.a, pois seu Funeral conslltUIU 
uma ime:Dsi d emonstraÇáo Jc 
Comunidade dos Belavist«ns<S• 
2a Exposição lnternado.nal 
Agro Pecuária-Julho 
Ferros, Chapas, Tubos. Tintas, Azulejos, Vidros, Conjuntos sanitários e Arnmes, Sul. Pneus, Pu.aurisu:,, Ferragem em geral 
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