't Fundador -- Ivldo Pereira IU O II Mtitele Causa l tu Serà inaugurado dentro de poucos dias nesta cidade o E­ critério do Associação d< C,;d1 to e Aistêrcia Rural de Mato Grosso, á cuja Testa, está o Sr D,. João Bati1h Paro • ln,tolaçfto dês,e im· portant• ieto1 de A .. hléncl• Ru­ ral, chegaram movéls,novos e ou­ tros utencllios. A Prefeitura Muolclpol j.l está adaptado a sala do ontlgo Forum para a éde provisona. Se­ rõo lnnu9urados n•> Estado 7 E,­ crltórlos drna nC.tuu·za, o que dorã .1 rtglão bcncfici•do, um surto_de progreseo na atividade ogro-1ndu1lfl•I. Ao alo Inaugural d.v,rl,O estar presentes altos 'funcionários de ACARMAT bem como o E_x- , mo. Sr. Or. Poulc, Coelho Mac~a­ do, Srcr me !ojcm, pols nt s encontro mals, nem me!mo pn­ ra soluçar. Os soluços foram su(ocuJo• e u lágrimas sllen• clo!nB rolam em mloha fuce. L4 lura hà luar, no inlin o o­ zul, as estrelas, lua, e também lU nuvens perumbutam incon­ •6vels sem saber o seu pró· prlo destino. • A aoturt-zu • é belo, como • belo é o vide. N" noturezn lu­ do 1e transtorma. na vldo um pouca assim o sucede: é ex­ tinta frunl[ormn e evo !ui, ne· la ná sempre: Onten, Hoje e Amanh!l.. Daqullo que existiu ontem urn pouco hoje sobrevive e talvez jé. de Ucar um pouco Cronica de Helrna Lopu, ól mais Jovem e romantíca pen• de Jardim. pera o omanhü. O m2do que eu tlnh•. hoje ,,no existe, pois onteuu mesmo você quis que hoJ• nodo mnls exlstl■se entre n6~. E eu niio sei o que !ezcr pare preencher o vazio que vo­ cê deixou oe minha pnbre al­ ma que padece •• chagas que sua lndilercnça é cpaz de me fazer sofrer. Você se sente feliz em humilhar u qu,m te quer e nada Cu para compreen1er de quem necessita de aua com­ pr.ensào, ou m•lhor -Você niio quer cornpreeoder-mc. Você é demais crgulhoso hinbém e !s,o me fa'li mal pois, o orgu­ lho é contra balunça de to­ das os mhédns. Mn! ope11nr de tudo_ eu go,to multo de voce e é Isso que foz solrer, mos n!lo lamento, . lamento sim a !ellcidade que eu tive pata hoj• estar sõzinh•. e Isso ME SUFOCA Iotnia ta ttaih - bel Iis l Islt à lort e lato filas o». u.o c-». do Informalwvo de Brasa: Ser­ vico de Imprensa e Rcfulo do Stnado í edrral) (Qundo voltavam de Ca.:lpo Orandti, onde tl­ uh11u1 ido assistir uo Coucur­ so Miss Mato Grosso, os ocupantes da camioneta I<'ord, d" Beln Viw1, Airton Oonsalvc~ • sna espôsa Tere• zn Cridli1111, H1lcla Mu:'ia Muraao, Relei lfrnn Gar­ cia e sua irmi Nele(, IJilO esperavam o deslêcho tragi• co do passeio. Após n pas­ Sagem d serra. na altura do chnmndo 1 1 Pontillif10 da Morto," o veiculo dirigido pelo populnr apn>sentador do programa Curlição In­ ternaC/onal, AJrlon·de.;:gover· nou-~e suinc!n .fio leitu da estrnda e dnndo váriuM cnpo• tadns. No primeiro baque 11 jovem Nelci foi llirada fo. Brasi li a, (SIR) - Rela­ taudo na Con::lssiio de Eco­ nomia do Senndo c•s projeto~ de" lei uúroeros 57/il, qu,, regula " r,ropagnncln comer­ cial 'dos i;rodude.; ·iudus!rh­ lizados do fumo, 59/il, que di8ciplina a vendn de cigt­ ro menores, limita a pu­ blldd&de sobre fumo e tor­ na obrigatório aos lnvolu­ cros dos produtos de fumo o dístico: Cuidado piejudí· eia) l,.'snúde, e 78/71, que •diopõs sobre prophganda de fumo s' de bebidas ale olleas, o Seuador P.iulo Guerra (AREN.1-PE) m,rnifeslou-~e pela r~jcic;iio do piimeiro por entender que o projeto_ 59/í l "focall.zá o problema ra do veiculo morrendo ino• tintmeaento. Hilda Maia, A irtou e Hlci, foram inter­ nados nu Hoep!tal das Cll­ nic:as do Campo Grande, e Tereza Crístina, que sofreu letimento,. leves' ptovl.Je11- ciou os primeiro~ Eccorros pedindo ajuda a veicult1 milílcr que passava pelo local e comuni- cando o aconteeido aos la· mJliares e autoridadt1!'. A jovem Nelci morreu, deis:nn­ do aos beluvlstenses a ale­ gría a meiguice, que sua personslldade irradiava. Pa­ ra nós continua vfvn, poh ... woru et:::: nosso eÓração e a morte é VIDA Até 'J)reve, Nelcy. li«situes tolero tristuit as Ias de uma ruaueira mais obje­ tiva.". O parlametar da ARE­ NA pe,rnambu1•ana preferiu, porém presentar emenda Hubstitutiva euglobando a mntérl, trat d nos proje­ tos dti números 59 eí8, de 19íl .e go .g t- Preaatnho chetro,o lá d:l 111l UllB•.S, !oi uma vez a ,•en· ""IIOllhice àele; na ulllmo vr, ele entrou correhdn pra dentro a Aos nnlverriantes da emana pp. Mil labaredas! Etlvnl,lo 8alN1.1i10, lida Ma­ ria Mnrano e Anl Rosa Silva(Nic»). l'ur hoje ó só até a p1óxim11 (' não esqueçam que: uma grnde cidada é constitulda de llomens e li­ vros: njude n Conslmir 11 nos•:, B1bliotcca Púbica.> Casal da scuta Semana: da coso com os calças Co!ledalll - E o eeohoro está ,&tlsfel, to? - Dr, tenho Impressão que tertl umn com;Hcto !ronqullldo de, mos penso no conta da lorrneoh ... - Deixe Isso pera ele D. Joséfo. - Ficarei feliz se ele pa. rer dollnltlvament,i. denols, escuta Dr. Já souberam da elicnole da reccltu e ~s oml. gas nqul me enchem pedin­ do. entno falei oomo :era. em segredo' porque elao lambem tem os maridos passeadores, sob ud, n!lo é Dr? - D. Josefa. entno a ae­ nbo,11. . A A,, qunl o homem romperá aa tronomia expllc• qu• as condi- onllgas fronteiras e para ~ çõts de vida nos outros plané- 0:X:etcer, como os deuses, po, t•s e ••télit.:s solar, com uma ou der sõbre tudo quanto foi duu cxcti;õu, do ainda multo cr!ac!o, está evlr!c .temente mais àe,favorãvels do que na lua, disposto 11 nega: 6Uf própria O homzm não quer apenas notureza e a ,acrlflc.~r l! ,I piorar o, mundos mesmo. A razno n11o no, mo!· bizorros e misteriosos, quer u tra nenhuma oportunidade dls, até onde {or possivel, colo- para o homem escapMr 4 ésse nizá-lcs e tirar provrlto pat• si. de,tíno. T!lo po:le-rcaa pare· Segundo plonos orcpsrados por ce a tenl5çno que não coD· cngenh,iros amerlconos, dentro de segue Iurtar-Be n ela, me? poucu décadas podrm ,o,glr na se souber que prepara a pró­ lua pcqunu cidades e minas sub- prla ruiaa. E no eotaoto 111° terrâncas. O maiores progressos é esta toda a verdade. r.i­ tecnicos do íutu,o devtrão loco· • vez o homem seja salvo, pre• llzaH• num umo que poderia cisamente por ser ,evado ~ cham41·1• •técnica plan,tãria•, limite extremo do perigo. cSó (• tran,formoçõo d, mundos es- quando se !!presenta ·ao bO' tranhs; para aaplã-los és neces- mem uma tareia que requtr ,idades do homem). Ern M .. ,. o .a:áxlmo de e-eus esforçai. ou em outro, vlerla então um ele consegue rellzar cols4 novo homtm, •o , .. lona cósmico•, graodiosae» (T"ynbei,). lii° que teria consclncia do fato de que podemos pois depol • cst r devendo sua vida scb tai tar nossas esp11ranças? Tal· condições. li um• potênc.lo que vez só nuqullo 'quo Koeitl~ o utorla protegendo cont,a o> chamou uma •Mutação .Rell perigos do esoeço cósmico, e •• glosa•. o npareclmen:to et 0 • amtoças de um meio <>l••nho: a• pontãneo de um NOVO B ' Cienca. O fundam,nto da Ciên- MEM. que nflo deve sua dl­ cia moderna, a profunda concvl- forença à técnica p,ico16gi: çiic, do po~rr 11,mllodo do ••Pirita cn e nem , retorta dos bl• nada ulst, que não possnmos loglstas moderno&, msl U~~ fazer- .levam quase forcads- TRANSFORMAÇÃO INTER mer.te a ulllm• lntc,rog,ç;;o: O NA. Em tllrno de um tal rrt1I•· homem, o S:r au odils zub geporémn, única salvaç4os" ruls+ » Nsurez._mcdfte» a si @inda poderia haver P%,,l mesmo e curro Cosmo, não se- homem, não se pode '4e. r.í um dia capar até de por fo,a fir qualquer especuls de vigência as próprias lis da na- tu:a, 1 Eu,,;:, disse o Scn~or ( Livro: Den Gatter" Deus: Es que o homem é como um de Nó•. ,,,bcndo o bem e o• Glelcb User Leben ve mel » roa. pols, pra aue não morgen: Igal uns peuue eIenda a sua mão e tome Iam- bém d» árvse da vida, e coma (Compilação lvalo Pe e viva 11tcm.1rn:ntra. reira) Takez cja crts a ultima 1nct.. ducooh•cld •. d, te,&., • Cénuzla. Impôr um paradeiro à 1 1 (" o Trlbu1t1 da b'roulcir;a. l.l 111 V Ili .1 unho de 1973 Rotando Escobar Formandas-Agente da Loterla do Estudo de Mato Groso (LEMA T) TF - QnaíH os motivos quo )1,varam a LEMAT a crínr n Agêncfa de Bela Vista? R- Nossa c!dnde atrnvessa umn fose int.ensivn de progresso, e as perspectiva eaonõmicns siio as mclboror, TE- O Br, solicitou a Agência ou fot indicado para a mesma? R - Fui inclic11do uo Olrclor Abbot de Castro Pinto, polo Figu1:iró. ?. preenchendo os nome,.do. 'TF- Quais as regiões que Agência atenderá? R - No,so movimento nb1nui-:erÍI os munkípios de Bela Vbta ,, Can•col. TF- Qual o fulidade da LEMAT? R - O J111helro do povo aplícndo eru benetlcio do pró- prio povo: coasttuçiio de praças de esportes, e assis- tência stcial. TF - O11do func!o11111á a Agêucia? R - No Inicio, em carál,•r provisório, funcionará em minha re.sidêucin: Rua Generl Osórío ne 5. TF- Qual cota designada pela LEMAT? R - l;11ci11lmcnle foi dcsignad11 uma cota de 50 bilhetes. TF - .l!,uncionou uonnul ruente II venda de bilhetes ern sua prímE bilh<.L> L. d,: a que a Lemat cuteis: pacas o:i,c,10. ol:no r.oci,i:;. A Lcnnt • dica tcdo o drhero arrecadado vcndl do b:lho1CSr, nc:::to:. bt.~ , d0 1to qur dar que, o oro no sai d:te Etada, Uma, 6 tl • r..Jo perde nun.:::il ._ Mato Agarre-se a esta oportunidade e monte numa for­ tuna fácil, Iacilima. Basta comprar um bilhete da Lote:ria do Estado de Gross.) paru ganhar 40 mil Cruzeiros no primeiro premio. E mais 1758 outros premJos fabulosos. Na Lemat você nunca perde. Ajuda na construção de praças de esportes e auxlia as obras de assistência s01iaL Os lucros da Lemat são destinados a esses setores. .i. '.::t:.c.;..' a sua vida de uma vez por todas. Sem esforço, sem lutas cansativas. 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Fnleccu 1111 [lu~: 1:, o M.,. ,echnl Iv11m Koncv, h;i1ó[ cln '.!:1 Guerrn lllundial. Fhvio Cvlentr: A volta aos vldPos, maia «uxperil•nte e relista». O Jornul WMhinPtou Pofl, recebeu o Prémio Pulitzer do Jornnlismo do 1 !l73, o mi importante no género no mundo, grnçns 1,1:1 repc,rl11- pgons sobre os escandalos de Wnlergnle, O Brusll foi e,colhido parn sedo do 12 Congresso de Mnrkellng, u ser reulizudo este mês' 0 Governo braslleiro iuves­ to 300 m ilhões nc porto do Santos. Banco do Brasil, n~ôrcin de Pnrltt, ocupa'o 60 lugar en­ tre os bancos q uo op~rn m na Frnnc;a. O Senador Pctrônío Por- tela, lanço a pluvita obra do vsto prograuna ei­ torloi ,:unH•moralivo Jo !:!o~­ qu:centenário d Inudepe­ déncln, Exposição Agro- Pecu/i1 la de Maracjú'será no perio. do ou 15 28 de julho proxmo. Uma importanto linn­ ça foi formdu om Aracaju ent:o a lgrt•ja C1tlólfc,1 e n :ilaçoa .. na pira <'owbater a ~xcromn pohrna dt1 muitos camponedes Bf,rgipanos. Depois de quasi 40 a­ UO.i • do snrvlços ll c11ns11 pú­ blica, aposentou-se o mi­ JÍSlt'o de T1lbunai.:lc Con­ tos da Umo, Abgsr Re­ nanlt, que foi tawbém um dec!icn Ru11 Dom Aquino - 353 S/ 2/3 Csmpo Gr1inde Maio Grosso 1 Le"'a e s • 1ne J Móveis em Gernl - Colchões ele Moln e Espua;a - Travesseiros de Espuma - Máquinas ele Costara «SINGER> BELA VIST A MA1'O GROSSO Livraria e Papelaria Progresso Pnpeis em geral- Livros cm bronco - livros escolnres Cadernos Louçns e artigos pnrn presentes cm gcrnl. 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População de Jardim Espera que a Vlasão Cruzeiro Sul cumpra o prometido: NOVA AGE CIA do ANO 11 Belcr Vlsta. 3-06-73 p ece do [ed, ada« a A!rs gora! de N!«y Itta Cota, qut deixo4 prfi:jJO 1 !'.: ·tia e bisra voha·lo.it,rlo que inda se de-dbra e pr@segue, Jâ marco.do j'ºt' nm H.·1:tl.k. de ir­ reveretblidade, tuz consigo a he­ ránca dos dC'-Cont1nulJ 1d•s e dt•frt­ engcnR que dtric11tum :i r .. l'i{,n,1ll1.1- çRo do Poder PolUic.•n, JA ~ tempo do so procurllt' u t'!lUS'I principal desse tormentoso desromp'as«o, Prece·me que se vem desen­ volvendo c1S: tt'tul~nc1n de nature­ za pollllcll desde quundo a fle'olu. cno do Sdo Poulo levou Getúlio VoT1?nB n udotar u Conslllulçlo do 34, bà qUO eo procuru o motivo do rotardnrmento em e reullzr o fnn• cloaamenlo do Poder Poltlko e, consC'QU0nlementg, o c.•xcrclcio dn própria •llvldode, polllcn, entro n6e. Certo C6lou_ entretanto, dt­ quc n rozüo prln:::lpal des10 tlc11con passo desafiante se relaçiona com os p/els de evolução dos dois condlclonumeotos que sempre ntuu· rnm no processo de nos,n. tormn· çAo: o sóclo-culturn o o 1úclo•cco 1 nõmlC!J, Se todas as tonlntlv1u de ra· ctonnllzuç,io do Poder Polllco •• CllfílCtCriZlverslflonde. Chegou Jâ oolobornntlo, também, no e­ tor de ensino, lecionando rnRtemtHlon 110 ColE1tio Esta, nua!. Nossoo voloD do boos­ vindas e felfz permauencla entre nós. -XX- Regressou de Cuibá dia 19 JIP, o Pre[,llo Joi,., Lamu.1 de Souza que trouxe boRe rn­ tlc1us puro StdroUlndlo, Além do llbnnçllo de verbuü. Suu Excl.i. inda censegul, atru­ veu df> oonvl"nlo com ri Se­ crelorlo de A ,àdc. gublucl• médlou-dentárlo, médico, den· tlats, tendente conlnuo pa4- ra o Ho,pilol ElnJ!rla SI!, ô;!o Barbonn. Tudo rorà PUJ.!'' 1 c­ io Estado. Autc1·lormeole Ji'I " Dep. Rub~n Figueiró havln oon.eguldo umo verb, de crS 20.000,00 pura ,, r<'fertdG hos plto1. -xx- Estove em Sldr,,lfl.n·Jtn umn comisFClo de engenhei­ ros ullm d" ercolhc, o lcc,d ond" será construido n rutu­ ra estação rebaixador da CEMA'l'. Dentro de 20 mest-~. mnls ou menos, Sidrolt1nrllu es1uri recebendo ene,g111 elétrico de Ur.•1bupt1Lgé, t..· !D é umn noticln nlvi<•urelr11 poru a Pérolo de, Plen,Jto. Com .nergia el<'trfr1to utucul.:. e compr .. cnde.. A vl•Do das obras dG Deu treceIhe 11 paz e o olvlJo. Dloutc dn d1vlllll btlew do criado, u tempeotade do tru coraçDo ,e ncolms; pa(xno e dor udormeeem a um loolo e doce e,olko ,cm fim. Parnco que II runo do DCui. olrav~a do.s barmenftsJ do unlsu; cuxug"a a tun lá;:rlrnn e e, .. cata, O cánttco é Lneno; as har­ moais o projectam curn us sua! 1.rwàs. Tudo r..:v1::IJ o eu intimo mistério, e cu.' du ticr exlertorlza o pcc•drneoto do Deus, Quondo a dor, ó ulir.a, ntinr,tc ns m11l.:1 lntlm:a l1l.lrad do teu cora· ç!io, ouve!i uffi!l voz n te dizer: Qut1ndo o til.Unto t.la nolte se des dobra, numa caricia. sobre todJ.o Ks coUio:i:. como que 88 prou•;.:"!ldo, cm sru 13000. uma voz te diz. Ucu~ Quando u tempe,d.nde lll!!C. e a ter" ru estremece, um oz repete: Deus. Quando a tcmpe:,let.lts ru;;t-, a terra estremece, uma voz repete: Deus' E n cstu{><'ndu vh~Uo lodo. dor. sus .. tu. cus passos, escuta e ora. Abre teu3 bracos A crfaçüo e coru elo repete: ••OetU, nmo.tc'". A lua pro-' co. Mo mnls eatn.o .admlr:i.çn.o me. droaa do poder di,•Jno, 1erj IDbÍli aubllouda.: nrú umor, Será .o prc· co dulçurtJrll que se c·oLará qual um continuo c:intlco de alma, eco. ondo de contluento em continente pela terra (od.:i, t.le onde pelos ma· res !oru .. de estrela em estrela pe 1011 e~paço:t lncomcasurâ,•ds; o pa• E3,""E. 25.:.% tam um cm côro, o1compnohc1.0do tt voz sumida do mais bumntlde Insec lo que se e<..conde tlmldamcole por cutru ud erva~, cujo cautJ..t, cmbo· r.t rmrrça st.t perder na ~mplfdno ( ,r d·> a t 11 p·, :, 1 Ul rr ,. ~,. ,? r't._, , .. r -.. l 1.:. .... 1,'lt►tL1 :, • te do eu nmor, E!p«de te, 0alma no emas ! o novo Das, d l r; ..•. No do Cristo, bondade; o mata os u2ativo rasto de du 1 r. m·,; ,1 .. rtale quo cor nt . ,t careta que e perda 1. U Jn .. finto bimo que r4uso entt ptar no to cr 4do par trgr-tu das Lreus do mltetio, mas et pleno de lut, o dis ua pro!ando. tus emergem 1cessante±ente 0a :.aeordt.í do hiao da vida, Ln-te nrle rc•cn rf•C io. ;:>:1'1 que ,., ,. D. bt+mo é mor Nio dlgs. duvldo dfz.c: t•u nmn: tira! Or.i diante da obra de Deus; Antes terra, o 'mr,o céu Pede 1!1u quo te (nlem dt1 D,u11. pN1A BOI Cíf'ilf't'I k Vol d11 ca...:•11 lnrla~• duo formas o pr1odp!r, e o pensamento que n todas a!ma, • elaa todas e ron-- 2rezarão no teu redor, tender to .o seus braço« fraterno, olhar-t no com r..11 alho• ftltoa do laz, e o C'lrrno i;orrlr da vld'l rnvotvt , .. t~" com ,wa cartelA. MIi V07••11 te d.irão «Vem, Imfo, ala teu Intimo nseta; recobra [orças na vis1o blime. MA vida é grande e bela e, mesmo sob n dor, ll mais crud~nte ~ teolz.. i'i H''mpr= dJ.i'ln. d• ecr vlvld:.•. E tomandose pela mão, e[ração. «Vem; transpõe o Hmir o desvnd o ml•t~rlo. V f nno podes morrer; ouncn· nunca poder« morrer. A tua dor pa.ctnrá, e por melo d-el;,. ai;.-.,.nrfrrtiJJ, ron-.rrvantfo ns e-xpc· prrl~nrla. coibido,. Nno lcmu • more nem a dor. J..:lns n:Jo so er, tincno nem maldarfo, JDRtl ap-nau N'pte11,..nt.am o rllmo dtt ttD•v•-tfo e a via das tua nsenãe. A ida é um cnntlto sem !lm. C,nta; com n o c o ; canta com o crtnnç.ão toda o lnJlnHo c:1otlco do amor,. Orn nsslm, 6 alma cx.tenw;da •Hcnhort Dendllo srJ••• 60:• lireturln pelo dor !rm:i, pois que ela. de ti me oproxJmo. Prostro-me dl•nte do Tua obra lmcn••• nlndo que n minha J)Bl'k, neto, s,jm o can·aço. Nada poo pedir-Te, por que ludo JA é Ju,lo e perlelt.r> na T1.H1 Crlacfio, me,mo o meu sofrer, mo•mo a n:lnh• Jmperfelçno. qu• 6 pa,sn~eira. A,:uardo no posto d!> meu dever o meu amadurecimento f" na Tua contemplação bu,:co rf:" pouso». Corre,ponde. 6 atmn, oo Imenso nmplexo, e verdadeiramnen to sentirás Deu«, Se Inteligência dos J!rKndes Tenera, e 1!0 curva temrro,a nnle j: pooleclalld.ode ~o con~lto e dll rcaUr . .:u;lí.o do Cna· dor e .se acerca do dlYlco pefos~ 1 fnug.,,ates via, da rneote. o cora•" ç~o dos humilde• cb•ga a Deus p,· la.1 ecoda.!I da dor u do nmor. e o sente oe!us veredas jesu rr;-a..h pro!uod• ••bedoria. Ora o Deus o;;:slm. 6 aln:.R. cnnsoda~ Reclica tu:i cobeca cro Seu peito. e ttpoWJ. PIETRO BALDUI Agradecimento A Famlll, dt Maria Rit• Loureiro, agradece .; Pr,frltuíl Mun'cipal. p,lo ltU gesto de Solidariedade no , c u 00.ssamcn• to. Asradece ao Povo de s,1, Yi,t.a, pois seu Funeral conslltUIU uma ime:Dsi d emonstraÇáo Jc Comunidade dos Belavist«ns Atendido por pessoal especialisado Rua Coronol Juvcncio - 815 - e:i,xa Po.,bl 3G te [III I. RERAIE E Cln. GUIA LOPES DA LAGUNA-MATO GROSSO