---- 
01 FRON T EI 
Fnndnnor - lv•ltlo Ptrt Ir,, 
ANO li 
ithJii!.Íiiiili O i!CJ JSJ.lê h ii Jt!.Jhh~ 
Liberdade com 
Bola Vista - MT. 
a _.-------,Gp 
Responsabilidade 
- 17/00/73 - - 
z: x :D.a.:: an .1 .. 
H, 63 
Do Presidente da Ca­ 
mara M. de Bela Vista 
aos Diretores da TV MORENA 
23 4o Feverelro do JIJ7:I 
Do: l'rt•ld•nte dn Ci,maro 
Muolclpsl do Dolo Visto. MI. 
Ao,: Ru. Dlro1ore• do TV. 
MOflENA Conol 6 - Campo Gron­ 
•• MI. 
Assunto. Encaminha Moçio 
de desagrado Protesto. 
Sr. Diretores, 
1) Con,ldorondo o completo 
abaodooo o o total lallu tlo provi• 
<1C!JclB!, no sentido de doto, e■lll 
cldado do um• conllauu reooptlvl• 
dade de haagcn, dus ""º' pro~••· 
mações; 
2) Coslderando cslo alo, co. 
mo um desrupelto o mcama ~m 
meoo3prcso, por ptute de Vv. Bs., 
par com o povo e tll a.utorfd1.de1 
deta cldde, 
8) Coolldtrundo, que vArlo, 
»pelo jà foram formulados, den­ 
tro do. devldn titica o dn re1ptllo, 
que 1crcdllAvr11no1, Vv. 81. fossem 
mereccdorca; 
Levamos 10 conhectm,nto 
dess!l l)lretortn. que, cm ''"'ªº Or• 
dln6rlB doste LeglHlollvo, re11lzod• 
" 19/2/7U, lo! vowda e provada 
unoolmeo1e MOÇAO DE DESA­ 
GRAOU E PROTESTO, ;,,los lolo, 
acima cxpoato,. 
Que •d• o pr,1rnto oxpedlen­ 
to, a manllestapo do no»ao repu­ 
dio e da nosa desconsideração, 
até que providênelas se]a toma­ 
dos. 
Dr, Florl Murooo - l'nsldento 
José Glaucy Flores 6eoretArlo 
LICiA ESPORTIVA BELAVISTENSE 
Nova Diretoria e ovos Rumos 
A Liga Eprtiva Blavis­ 
tcn,c (LE.13) •lcgru nova dl,cto• 
rfa, e tr•çou di,c:trixe, para in· 
tt.n,1Ílcar o t:lportc: na Ptlncc:u 
do Apa. A dlnamlca cnlldad~, 
agor• dirlgld• por elemento, en• 
tu1a1tas, e:- uporthtu que vlum 
dotar Bels Vta. de um• infra 
estrutura csportlvd, para qur a­ 
manhã possamo ter grandes ese 
;,etaculo,, reuniu-i, dia 10/6 pa• 
u ,oordenu 01 ,trabalho,, e lo· 
mar nedlda, p•r• coloc1r • LEB 
em p'ena atividade. 
Na reunllo foram aprsen­ 
tadu vá-in formulu • no se:n· 
lido de ecadar fundos para 
• tlrmlr<> d., obras do E,tadio 
Munlripal. tod•1 pod•rilo ,rr,m 
aprcveitados dentro das uas 
viabilidade. Na oportunidade, 
•• [oi apresentado Anll•oroJcto do 
Código de Taxo e Multas. sen­ 
do aprovaao pzla diretoria, - 
guardando o parecer do Conse­ 
lho Fhcal. A LEB enviou a Com· 
po G,onde o Sr. Rodolfo Lou· 
reiro para f,zu o curso de â, .. 
P1aielo limila Gasto lleitoral 
.. 
bit,o a ser dado p,lo p,ol,uor 
C,rlos Costa. A atual diretoria 
já n movlmrntou no sentido de 
colocar a LEB •m contato com 
a federação Mao4grossense de 
E,portcs. • plcite>ndo as verbu 
pomellda, otlo• Deputados: Ru• 
ben Flgud,6 e Alexandrino Mar­ 
qus que terão aproveitadas no 
lérmlno du obra, do estádio. 
Na r<unl~o do dia 10 utlvcram 
pr<sent•s o Pruidente da LEB 
Glaucl Flores ✓
Vice Pruldente Cleonu do Nu­ 
cimento Coelho 
Soc,ctárlo DJalm• Fernandes 
Det? Técnico - Ansenio Lourei­ 
rO 
Tesoureiro • Cel,o B,u 
De de Arbitro Sa Alfredo 
Loureiro 
Com+elho de Assessores. Ca 
Guson Vale Monteiro. Am,ro 
Gonçalves. 
D,ot' de Relaçõu Públicas; Bas• 
Uilo Augusto Ferreira Leite e Jor­ 
nalith lvaldo Pcrelro. 
Brasília-O candidato 
que flzel' de!pesa~ destin•­ 
das ao transporte tl nlimeu­ 
lnção de eleitores, on qunfo­ 
quct outras vinculudns a~ 
exercício do ,oto, podc_ra 
uão eer dlplomndo, no co­ 
so du aprovação do projeto 
do Deputndo Etelvino Lins 
(Arena-PK), que :ucebera 
psrecer favorável na Co­ 
misso de Justiça. 
No pnrecer, o Deputa­ 
do Djlma Bossa (Aren­ 
BA) afirmo que a 1utc1a_ttva 
•'basca aperfeiçoar o sist­ 
mn eleitoral proteger de­ 
mccracla. usseguraudo a 
todos os candidatos igual 
oportunidade, além de pvri­ 
fw.,r o pleito dele rcmo/,mdo 
a influência do dinheiro." 
Aviso 
A Prefeitura Municip:,l 
do Bela Vistn, avisa aos 
cont~ibulutes dos impostos 
territorial e urbano que fi­ 
ca prorrogado até o dia 30 
do corrente, o prazo paro 
pag,mento da 1 • prestação, 
e pede a presença daqueles 
que se julgam prejudicados 
a) Clovis Murcelino de Oli­ 
voira 
Prefeito Municipal de 
Rela Vista 
Figueiró faz sugestão ao Dermat 
Cui1,b.i-S11ruprc prco­ 
eupado com us roivindicnçÕeJ 
da comr idade matogros­ 
ense, o deputado estadual 
Huben F1g11ciró, no plenário 
da Ábscmbléi11 J,egi!latlvn, 
endereçou +ugestão dire­ 
ç,10 do DERMAT, no Hen· 
tido :lo que txnui/ne antes 
de definlr o traçado dn es­ 
trnda V1cinal Cnmpiio (no 
wunlcipio de Mlrandu) a 
cídadu de Bonito, o seguln• 
Culsbá - O doputlldo Rubon 
F!guolró opr .. cntou lndlcnçlo dlrl­ 
td ao diretor do 11o Distrito do 
l>eportan;cnto Nacional de 01.Jras 
#.5%42.."E 
cconõmlca~teadcntes a loclulr no 
próximo or,amcnlo plurloou■l do 
Investimentos daque}o órgllo. recur• 
••• pBrnUmpleol«çao de.i>rojeto de 
sanumcnln btulco paro a cldnde 
de Bela Visto, no Sul do !!,nado. 
Prl,ou o parlnmrntr.r m11lo­ 
g:ros,cnsc quo o ntual prdelto da 
@oração 
Sofro c+lado o Coraço 
amargurado., Coitsdo esiá 
doente, por,..que !u o m,­ 
goas lacto, nllo sei p,,rque 
rnzllo. Medito muflo pr, curno­ 
do expllcaçllo, mtts nllo rn­ 
e<>Dtro soluçllo. Chorn e iolu­ 
ç1 este coração d» farrapo, 
mas de - nada adlant~ e,ta 
trlstexa que o coosome. 
PdSSO mui1118 nollc, ln­ 
aooee penauudo ·cm ti. Solro 
tanto ao pensar que tolvl·z 
neste instsute, uguvm feliz 
vm teua braços rapouu. lo­ 
vejo a criatura que tem a 
lmeuea felJcldede d, dealru­ 
tar de teus csrlnhas. 
Procalle Mal, reconheço, mas 
da que adlonl!l se ao coraçao 
na.o, podemos ditar ordens, 
mudá-lo ? corno quls,ra ... 
Qaisera trocar este mal­ 
dito, coraçllo, que t~ em,. Qui­ 
sera estraçalha-lo e num. "" 
biamo esporramé-lo, que nun­ 
ca mais assim sofresse por 
ti. r 
J;:s mau. cruel e caprlolto­ 
ao. Tenho 11 imptcssAo que a­ 
doras ver-me aolrendo. Por 
que? que fiz eu de mal? ... 
Nilo basta os horrores que bll 
mais de ums :dioada padeço 
por ti? Tu bem o sab~• por que 
À su distinta clieutela, 
amigos e ao público em 
gemi que só clinicará nes­ 
ta cidade até o dia 30 do 
corrente mês, em face de 
sua transferência para Cam­ 
po Gnnde, ocde se estabe- 
le roteiro' Campno l!'azeu~ 
da Sena Ncgrn ~ Cawpo 
Novo - reglão d borra. 
Cnnastrlto-Bonito, numa 
extonção de etenta qui- 
lometros. 
Frisou o parlamentar 
que o traçado que agere 
em tertn03 de estrada de 
prod•Jção; 6 o illtlli, COUYt­ 
Dionte, poi11 atraves aria 
uma região de grunde pro­ 
dutl vidadc agro pastoril. 
Sei t (sgsus ma %l lista 
Bel■V[ata, r, CIóls Marcellno de 
Ollvelra obleve do ,ov•mo do E,. 
ludo, olravé• da Se<relorl• de Pl•. 
nrjumento. um projtto bibico pt1r11 
lmplantaç.Ao da rede de esgoto;f.. 
m,,9 a mualclpalidade ntCe!iislt&r-4 
rle eub!lancJaJ recurao flnance-lro 
ele outras fontes para coocretizar " 
obra, que multo representará. em 
Importo.nela para oqu,la cidade 
loh!rOQCloDal. 
•CORREIO 00 ESTADO• 
aernpr,• dl11s ste nmor-me, mss 
já nll-> cr,t , otij!o. Qu, m a­ 
ma d.,v,rtts, nllo proctde ua­ 
Alm .... 
Long, lr.nge de 'li sonho 
cc,m tuu e, 1 n~gem querida e 
meu to!e corço já começa 
11 chornr. Sim. chorá bililnho 
e msu c,,rpu lodo torn•-Be I­ 
nerte p,lo r!or atroz. Dor ... _ 
ta paa qual o único remédio 
é a tu p sena e o teu ca­ 
rinho. Sim teu. carinhos ::i:.i 
devolvem f vldu. N:o crês? .. !! 
Aobn esqul,,to o teu proceier 
Prece que te divertes em 
n:e fozer solrer. 
Faço até o impoulvel para 
coutentar-te, e olio sei por 
quo tu me magoes a~6im. 
Mos nllo Importa, um dia no 
futuro talvez valorize tudo •­ 
qutlo que _hoje Iferiorla, e 
ucredlte meu doce amor, ope· 
our dos pesnrea. eer. tHde. 
muJt,, :arde Trancarei meu 
coração, chavearei forle, mui­ 
to forte. e a chave num ab!s­ 
m;;, atirarei, Só assir,,. t.lllve:,;. 
este nmargurac!o coração. 
deixe para sempre de solrer 
em vl!o .. r 1 ... :. 
ROBÔ 
Dr.Enok José de Souza;· - AVISA 
lecerii. Aproveita a oportu­ 
nidade para agradecer lhes 
a generosa acolhida e colo­ 
ca-se á disposição de todos 
os belavis1enee$ naquela lo­ 
calidade. 
Televisão Mor ·na 
A Falsa Jmagow 
O 4retos d TV Mo. 
""• can•I 6 d•moo,tr■ocfo 
má vontade e completo desres­ 
peito ao povo bclovfst,o,,,, 
no atenderam ao apelo de 
dveros classes ciis da c[da 
de, qu• ,ovlaram cnrtvs
1 
clr­ 
cuier,s e uma lnrlnlc!ede de 
,.,llcll4çõu. p,d1ndu que CUM­ 
PHAM ,uu obrlg11cõ •s: Dnlar 
Bela Vista de am imsgem re­ 
gu
1ar A Cámars de Vn•a:foru, 
envlcu uos «dinâmlcos direto­ 
reli da •fomon• e •tradlc!o· 
oat, t,Jevbllo uma Moço de 
desagrado e : 'roteslo, clla 2'J 
d• Fevereiro, nté o pre,ente 
momento resposts fl uma 
vrrgochou OMISSÃO. E1pe­ 
rmcs que os digno, dlretore, 
ucordtUJ do sonbo l•Urgfco, 
nnfe• que o me&ruo torne-se 
Pes,dt!lo. Bela VJ,tu pediu, 
sgore Bel• Vhte exige; QUE­ 
RDJOS U!.!A IMAGEM REAL. 
Vamos aguardor. 
fücalizar f mprezas 
Parliculares 
~r .. kíl!t>- O senador 
Frnnco Mon!oro, Jatormou 
q1e irreseturá a considera­ 
a0 do Senado, proj·to dI­ 
' onrlo qui, ••• pes-oas jurl­ 
ti!cfl.1 de dlrell ~ privado, de 
qce o Poder PõbHcu ou en­ 
ti~ades de suu Ariistraço 
Jodiretu H<jam DClODlStü• ex-­ 
ciulvos ou rujorit4rios Micam 
subm:•fôas ao ccntrule fino.n~ 
cdro do Tnbun1I di, Contas 
cmpetente, sem prejuízo da 
fhcnllz·,ç!!o ex•rcldu polo 
Poder f.xec•11l vo. 
A propcata dn ~enador 
emedeblsta etcl,,reo" que o 
conU'ôie ora objd!ivadu •res­ 
peltac.f "" pecu1iarldnd,s d" 
lunolcnamento da enUdade 
llmltanllo-6e o poJer pubticc 
e. vcrJflcar o exetl:Hlo daa 
conta, e a leglt!rnldude dos 
fats», svn! ed.da a lpo­ 
afç;Jo de norma6 nllo pre,id• 
t,,a na leglalJçllo. 
f e n Mi@ (anal. 
SUICIDIO. 
A ponte sôbre o rio"Ca­ 
racaL na "e.:trada'• que Liga 
Beln Vista 11. Caracol; n!lo o­ 
lerece rhco de vido: t um 
Verdadeiro sulcltllo. , Der­ 
mt j terminou a constru­ 
ção da no,u !'OOtto, ague.r­ 
dado o Inicio do acabatnec­ 
lo (Aterrar) 11. ,er feito pela 
CER-3, parn coloca-Ia em 
coodlçõPs de u.o. 
Os encarregados da obra 
devom acelerar os trabclhoa. 
pois a empresa de onlboa que 
lnz a llaha BeJa Vlata-Cara­ 
col, n!lo po'.!e responaablll­ 
zsr-se por fu1uro-a acidentes. 
e oa pecuarlwtas do vlzfaha 
município. em oarn de ruir 
u ''ponte'.. flesr4o ":Ihado»" 
Vamos tomar d1>Yldes pro­ 
vidênclas.

!!•la Vh!1 	de J973 
DEVOÇÃO E FANATISMO 
Luiz Goulart is ir tuna d ll fina te is te huti 
Isto«rt 
a zha # 
1891 
Ousa forç111 governnm o 
ner humano, Apurenlumenlo 
1umelhunh•a, m11u, nu roull­ 
dado contraditórius. a Devo­ 
ço é o Fanotlsmo. 
A :Jevoçllo é um unjo do 
luz que elovu u ulmn às nl­ 
turue do Dou; o fanatismo 
6 erpente nru ds opres­ 
eno: 11 lgnorllncfo. 
Noe olbow d!l devoto ol11- 
tlm as luzes dn Fé trnsbor­ 
danlo do Amor, nu; olhos do 
Jonátlco brliham l11l>orect!lt1 
cruél■, cbisp de ódio. 
A Devoçlo leva Paz: 
o fanatismo c11nduz à 0uerrn. 
No ooroçfü> ~º do,·oto hll. 
lugar pnra 101!11• 1,p Crloturoe 
do Universo, nu ulrr.1, do laná­ 
tloo eó h6 tugur p11ru os que 
dividem e od, lom. Um nbro 
ue portes do Templo o Ilumi­ 
no o cominho du mundo, o 
outro cria muralhs intrt nspo. 
nlveh no ontenJlmt'oto do 
proxlmo ... 
A Devoção e uma ár- 
vore que ano escolhe mno 
pnrn Mo colher e·ous Jruloe; a, 
Jlmontu quem pode. O fana­ 
tismo ó árvore nociva. obser­ 
va quem dela se aproxima e, 
conforme sej11, olereco frutos 
covonrnadoe ... 
'l'ndo o mnl no •rorra 
udvem do aepnratlvl6mo dos 
fnnotlooe. 
Mas fellzmonte o Bem 
naece do Fó du Devoçllo BID• 
cere: êsse sentimento de pu­ 
r,zu que laL com que até o 
funéllc,1 seja lido e a. 
madc como lrmUol E assim o 
Amor da Devoç!lo nllo oonhe· 
cem JlmltfB para amar... Je, 
sua, o Cristo, por certo, a­ 
mou n todos aqueles que, fa­ 
nátlonmrnte, o condenaram A 
cruz! Amou n mllo sucrllega 
que empunhou a lonça con• 
Ira seu coraçllo ... 
O oornçllo de Cristo • o 
slmbolo da Devoç!lo Suprema 
-a cnsu de luz do Deus vi­ 
vo-e caminho para nossa 
própria devoçllo ... 
Felba de Dourado■
Liga Esportiva Belavistense 
Tesouraria 
O Sr. Ctr Augusto Escobar, Iº tesoureiro da Liga E1por­ 
tlva Belovhtense. cumprln:lo o disposto no Art. 32°. lnc. "C'". 
doe Eetotutoa da entidade,' el•hora o CÓDIGO DE TAXAS B 
MULTAS, qur entrorá em vigor e patUr dn data do sua apro­ 
vacllo. 
Anti- Projeto de Resolução N° 
Arl. 1º - flcam criadas através de,te código corupetenle, 
as • TAXAS E MULUAS, que compõe n Receita da 
Liga EsporUva Belavlstense (Arl. 300, lnc. •c•.). para o 
exe,clclo de 1.973. 
a) Tuxa de Fll!ocao 
b) Taxn de Reghlro para competições 
0llcla!s e Extraurdlnótlaa 
e) Txa de ln,crlçilo de Atléta 
d) Taxn :!e Licença; paro am;stoso• 
entre flflados, competlcõrs lntermu­ 
nlclpaia e Internacionais 
e) TAXA DE LICENÇA, para Exeunões 
f) 1axa De Translerencla De Atléta, 
RI Taxa, de Empréstimo de Atlétas 
h) Taxo de ASSiBlencla Médica 
CAPITULO 11 
CrS 100.00 
20,00 
3,00 
e 19.00 
• 20,00 
• 5,00 
• 7.00 
« 5,00 
§ UNICO: A Taxa estipulado no Inc «h» deste artigo, 
&erà cobrada mensalmente do Oube Filiado. juntamente com 
a mensolidn:!e. Serà aplicada tdmbém, no, documento• de Re­ 
ceita, provenientes da parUclpoção perctntual do Liga em com- 
petições omlstoaua de qualquer genero. 	• 
Art. 2• Fico estipulada a men!Blidade que aerá paga pe­ 
los clubu Filiados, até o dia 5 de cada mês, no ve1or de Cr$ 
10,00 (Delz cruzeiros). 
Da partlclpaçãe Percentual da Llgi:(naa promoções 
Esportlvás. . 
Art. So. - Ficam ••tipulodas as norm.a quo Serão ado 
ladaa patn a po,ticipação percentual da Liga, na• compeUçõu 
esportivos sob a sua'jurisdição: 
11) Certame, 0tielals; Renda até CrS 300,00, 4 ¾. Sobre o que 
exceder de CrS 300,00, ... 200/o- 
b) Amhl0101 entre CIiiado;; 
c) Amlstosos_ com vlaltantes 
§ Unlco: 0a c1ucs cmis,o• deste Capitulo, 
Pela Diretoria. 
~ ... --.- 
30% 
20% 
serão Fresolvidos 
CAPITULO III - Multas 
Esle Srs. é a 2 Feira 
de CInchas do Municiplo d 
Jardim. Por lncumbenclo du 
Secreltrln de Educaçfio e Cul­ 
tura do Estado de Mato Grcs­ 
so, a lodo, o ~unlcfplt>s elu• 
borado pelo Corpo Adrnlnlstro­ 
tlvo do Centro de lnt,grnç!lo 
do 1o e 2o grau deetu ClduLle 
e reolluda com gronde enlu- 
1loemo do Corpo dhcrnte de!­ 
tas Escolas füloduols 
Hoje depois dos prepure­ 
tlvos dos Eetadantts e seus 
Mestres, honrados pelas pre­ 
aença das mah alta, e liu,tru 
Autoridades fütnduor, e Muni­ 
cipais, lemos a ntlfoç!lo d• 
epruentar: A feira de Cllncla 
em Jardim 
O que r uma Feira de 
Ciências ? Qunls os p,op6sltos 
de sua exlstench? 
Feira da O@nclo é umo 
amostra de trab,lbos clentlli· 
coo organizada pelo, Pro!esao­ 
rese con(ecclonados pelo, nos· 
sos Estudante,. 
Tem como objeto primordlal-ge 
nl, exercitar o luno, leva.lo 
no conhec:lmentc, é fazê-lo con­ 
tribuir pnra o aprlmor.mento 
de sua Educsçllo. 
Pouul vários objelo& parli­ 
culare,. Deve prlnclpolmente 
forllllcar os elos que lnterilgom 
o Escola à Comunlpade. Pode­ 
mos. un!Oos, con,e­ 
gulr lato alravé, da Felru de 
Ciências do nosso !!icip1. 
Trazendo com el11 oa Pais {J. 
Escola por meio de. contri­ 
buições t!e seu F!lb >, troz~n­ 
do o Povo à Eocolu pt r melu 
de contribuições de seu Il­ 
ibo, de materiais que ele tra 
rá A Escola para utilizar nO· 
trabalho. Trazemo■o Muni- 
Brasinha na 
Parabens? ao tio Matebs 
pelQ suo moravllhosn ldélc1 
de como divertir e: socltslizar 
a crtnnçad11 6el11visteosel!II! 
Art, 4o As multas patu os diversos casos] serio apll- 
........... 
cadaa d& ac6rdo com o quo dt■pü• o C. B. j. 1). D. 
Airuardalldo Par«:n do Conselho Fhcal 
X X 
Como sempre no fim d e 
aemsna juventude pop circu­ 
lando pelu Boesa. 
Por lá: as cocndfnhu. Murll­ 
da, >.forlelda, Maria Atice e 
Néllt!II 
XX 
De volta entre tós a 
elmpàUca Cenlse Dealtry. 
X X 
Passou fim de emane 
na Princesa do Ap11 e jovem 
Rlba■. Notei qno· voce tran- 
sou multo .legal. ha 
XX 
Bastante orig!nal a Fes. 
ta Junlna Infanll reallzada 
no Oube Paroquial. 
Parubens aos crgnnlzadores!I! 
X X 
Foi um su_total o Curso 
de noivos realizados no diu 
olplo todo 11trnvôs de uuai:i 
F/rmns Comtirolait, OHcinu, 
Laboratórios que contr-lbaorn 
pra a Felru de C!ela 0ti 
ruatorfol ce:!!do por em,,róstl­ 
mo ou dooçllo. A Feira da 
Cl~ncla propicia 110 jovem o 
njustamento llocful • nc:ccsaó­ 
rlo e natural no suu lrlcide. 
o lnter-reJ11c1onomcnto social 
que dá oportunidade a sltua­ 
çõa11 d1lercates·no cotfdl1rno. 
E uma Feira dllerente: Edu- 
cativn, dIfuade a Ciência, 
pola ó umu llçllo clentlfl- 
ca Aqueles que a visitem o 
,ucesso t0tal do aproveita• 
meuto está na qualidade do 
exposto e nn arte do__expo­ 
ellor. 
Promove a soclabllldado 
e ll Unlilo entre colégio,, •n­ 
lrl! u Cldndes. Um11 marovJ­ 
lhoeo permuta de Cultura 
Cíentffica. Vemos conhecer 
verdadelru cepacfdcdes. 
Potencias, humanas, desper­ 
tondo pua 11 Vida. Dons 
Datcs, inertes. completamente 
•do1mrcldo1 que iniciam • clran· 
da ds Vida tum toque magico 
de oportunidode Que •• obrem 
cntdo ... : .. 
E,t., confecções reprcsen· 
t,m o dio dos Mutre na Escola a 
disseminar a dioClncia. 
A Fr!,a Jardinensc d, 
Cilociu é a imagem da nos•• 
P.itria, do Grande Estado de Ma­ 
to Grosso, dcsprrhndo de um 
salto M,ge,toso e muito partlcU• 
la,m,ntc de Jardim que nlnguem 
e nada conseguiu burlar ou calar 
na via célere que perccue impe­ 
Jidd naturalmente na arrancada 
pcira o Progresso. 
Prol•. Rit• C•rmrm 
Braga Lima 
Escuta 
Movimento familiar Crlsl!lo. 
loumeros Casara comparece­ 
ram!/ 1 ! 
X X 
Mil lobarêdas ao dinA­ 
m•co Dr. Pedro Pafmlétl pe­ 
l teu Nal. ! f l 
X X 
Elegantes_da, seasna. 
Sr Contsncis Lcubet 
Srtª Cristina Océriz 
Srt• Cella Melo 
Srt• Ana Emilla 
Srl• Lldia Czlndie 
• Srt• Ellzabete Salomào 
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Militar Oaiál 
lism1lrilel11 
AURORA <Tuu) ,Na noltr 
de I) de abrl de 1+97, uns 
nave espacial de outro p'sr4t 
se precipitou no pouso de jus d 
Proctor em Aurora {[as) E 
ettenado o piloto no cmi!és 
do povo ? Com esta interrege 
çiío se ocupam nos Estados U. 
nidos dsde há temana» não o 
mente o! GÍtCÍonado, .;, h,115,.,i 
da ciência-hçio, bem com ln. 
portantes cientistas, cs jorralts' 
norte-americanos encontraram, 
gora, M,ry Evons,·de J9 ,no,, 
testemunha do mlsterlo+o acon­ 
tecimento. «Aquela causou er­ 
tão não pouca excitação» dle 
a senhora Evans em ume entre· 
vista •m Au,or•- •Multas pu,011 
tiveram meda, já que nio u­ 
biamo que pensar. Aí,na] de 
conlas, isto ocorreu ante! que 
tivésemos avies. O, irmãos 
/teh levaram a cabo seu prlme­ 
ro Yõo • motor Kilty H,wk C•· 
rolina do Norte. em dezembro 
de 1903, isto é seis •DOt d,pci1 
do inddonte ,.a T ex,,. M,ry E.• 
vens não tem dúvida algum que 
então se precipitou realmente u 
objeto volante. "Eu nka I5'2ct 
e me havia esquecido de alue 
le scontedmento até q,r vohcu 
., ,aparecer :rrc,nt,m,nte na Jrn• 
prensa. Vilamos, naquela época, 
rm urora. porém meus pais nio 
me deixaram acompanhá.los ztt 
o lugar do ac:ldcntc. Ou,ndo r,• 
g,,ssaram mt: diuertm que um 
avião havia explodido e aue o pi• 
loto ,uultou em p,do;o,. T111a· 
vn•s• d, um hom,m de baixa,es 
towr• que foi ente,rsdo nO ciml­ 
térl'O d, Auroro no mesmo dia." 
ESTUDAM 
Partldórios• da teoria da n•• 
v espacial tem estudado exami 
nando essa zona em Aurora. d" 
semanas passada, ccm a jus± 
de instrumentos cientihc: ís e 
reconhecer dador. Pn,a, dr» 
pe,mfudo legal Pura. e ,..,,.,cc:.sft I 
exumação, com vi,tas 9 bita 
os rstos do presumi«'J{ato de 
outros mundos. Pedo, de metal 
achados na zona tem sidolevadcs 
a vánvos institutos cientificas p4 
ra a correspondente sniUst'. 
O professar Tom Gray, da 
Universidade Estadual do 1'for· 
ts do Texas, examinou ur 
desee, ;tragmeolos metálicos 
e o coosl:!er11u musicado. jâ 
que está composto de !erro 
cem porcento. porém a0 mes 
mo têmpo faltam multas pro· 
prledades poraui« neste 
metal, porque nlh epre-sent;,, 
megcetlsmo nlgum e é relu­ 
zentt!. "Nilo quero proounc:I• 
sr-me de modo ulzumn se o 
Irugoeoto de metal é de o­ 
riges extrc1-lerrestre. mas 
estfmuln ,minha curlo&:ldade 
cor.io clcntls!• de que tanto 
!erro Dilo 1enh11 propriedade'• 
disse Oray. Se se tratar de 
lgo realmente estranho, en­ 
tnu ,era necess:irio lntens!!l- 
sómente nlo pujemos fazer 
supualçõ~•·, &ea: chegar a 
nenhuma cc,nolua!la, .. 
Ilhou o professor. 
aubU• 
J, 
...

'I'1ih(IM rl.1 l'roni-:1r:i 	r ,, , 4 
e DR e e 
TO OE S VIÇO ESSO 
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Gnsol111;1 DiCblJI - To<ln lnl111 º"' lubri- 
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Juuho de 1973 
J 
Inspiração 
Claude Medeiros 
O que ó a Íil1'pirnç,'io1 
E algo que uo:i wovo 
a fazer una coisa qualquot 
!Cm riue l•rnhnmoi; muilu 
i:ousc1ôncla do fulo. 
Artistas h que preci- 
sam dr olgo muito forte pa­ 
ra in8pil'or-so u fnz,,r urna 
obra de ; rte. 'l'oclrt obra do 
Arte é produto de uma in­ 
satisfação. 
Tomos dentro de nós 
cm potencial mil cois1H bo­ 
as, porlniito"'G tÓ sc•guli·' 11 
Inspiraçüo. 
O Esporte 
Promove 
Entro pe.asar e fzer há 
u pequena distncla,­ 
c11rtu e.,~a dislúucia fozcn::lo: 
A Viela 6 curta, c tndo 
que íizr-rmo~ ó ponr.o. 
O interessante 4 1o- 
denr-nos de coisas linda~, 
<•laM com cortez11 !'eriio o 
móvel de nossa inspiração, 
por que o belo, lnspir,1 o 
nobtI!I 
A Nobrnza est6. dentro 
de nós, sejamos nobres e 
então sert!111os felizesl!I 
Une os Povos 
os Ni unidpios 
Dia 10 de Junho, domingo, 
um grupo de hom,ns ldeali,tai, 
cOnscltnte, do pepel que o Es• 
porte representa na Sociedade 
reuniram-se: para traçar •H dirttri­ 
zes da Liga Esportivo B,lovi,t•n· 
•• (LEB) A reunião lran1Íormou• 
se numa cutua. A LEB rena,c•· 
r.í, poh 01 e menlos que Inte­ 
gram a atual Diretoria d,monslra· 
ram • qu•lidsdc primordlol do, 
vencedores. 
Matuddade, • s,nso de rea­ 
liuçlo que rtll,tl• nos atltud,, 
que pautarão o desenvclvlmtnto 
da no,u Liga E,portlvo. Os o­ 
bjettvo, trocados exigem de lme• 
dlato umo lõrça de atuação mar­ 
cant'ê';··poi," os prcblemas que as­ 
solam o Esporte Fronteiriço ••~ 
dtcorrtntes do opotla od mlnlsl;o• 
tiva. O, .tuài, dlrlgcnte• d,mons• 
Iraram um dlnaml,::io e vontade 
Incomum, vomos' Colaboior no 
[ Xf[Blf Hít 
[pisa lihnata fwtin 
lMa. 
IMPREHS!1 - PUBUC!OflOE 
e.o.e. 0320121,1 
Detona Maria E:tela V. Pera 
«JORHillir 
IBIIA UM IR IIEA» 
Edltor-Ch,le • Ivnldo Ptr,ira 
Cohboradoru: Divt1101 
Redac;io • Admlni,lrac;iio 
Ruo Bar/io de Mtlgoço 5/N 
e' Belu Vfob i.i. Grosso 
,enlldo de colocar a P,lnctsa do 
Apo ''ombro • ombro" com os 
:lcmai, .: Centro, Esportivos, 0 
Comércio locol, o Pttftiturd, os 
Clube, dtv<m se conscl,ntlzar,m 
que um Povo forte é devido a 
um Esporte ,odlo. O Povo anll· 
E,port,vo é um Povo débil, e o 
Bel•vlstente é forte • E,portlvo, 
A LEB reiniciou suo, otlvldodes 
com F6,c;a lotai e as prlm•lras 
providi!ncl .. j~ foram lomadn 
para r,gulorlzar Sua sltuoçào Jun• 
lo h F.M.f. B.lovisltnse, o mttm 
base da oluel Dlrotorla é elevar o 
nome Esportivo d, nosso Cidade. 
trazendo até aqul grandes qua 
tiros e compe,ttções Esportlv•s de 
carótu Internacional Um grupo 
de hom,ns 4Ctitou • tarefa nran- 
d,osa de rzvlgorar nosso Esporte. 
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Última p~gina 10,0o por cm. 
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dos, oss!n,turu, • pubtlc,çÕ•R 
são recebt'as atlante±mente. 
E&te ,Jornal é composto 
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uCorrelo do Sudoeste» 
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) 
" Revista do Sudo sie 
il 
p 
e. 
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1RIBUNÁ DA FRONTflRA 
LEM
- 'ITLotcria 
, , , • do Estado 
· · , • • de Mato Grosso 
00 r$ 40mil da LEMA T podem mudar Sua Vida. 
COMPRE-logo seubilhete. 
Entre nessa, meu amigo. Esta semana pode mudar em cheio sua vida. A Lemat existe 
para faze-lo feliz. Compre hoje mesmo seu bilhete e olho vivo na extrasão- 
LEM 
, Carta a Redação 
li [spti leais: 
os cor+, o7."". +os 
'Beln Visto Mt. o
4 
de J Esportiva B•l1vhten,e, 
Do: Presidente do LEl~~tor-Cbde da Tribuno da Fronteira. 
Ao: lvaldo Pereira 
lca Eleição e Poue. 
Asaunto: Corou~ nte para Jevor ao conhecimento 
1) Sêrvlmo-nos do pr~lbla Geral Extraordinária, realizada 
de V. Sa. que em ,uem foi rleltn a Sova Diretoria duta 
no dlo 30 de Mste p! !!2", i.o7s, iiado aí conutaida: 
entidade, pera o Ex,rclc J,uc Flõre,. 
Presidente: José G d y Nascimento Coelho. 
Vlce-Pre•.: Gleond• 
0
000 0 
que dbpõe 01 Estatuto•, o 
2) De conformlda e esentou à aprov19llo doa demais 
Prc•ldente eleito nome.iu e •~v.e lleov. ª"lm con,tltulda; 
comete+ i» !r"%; 's.éernas. 
1o seeretrlo '{3ir Ossua 
2 ser«ear!o.i ro isso+r- 
10 Tesoureiro. lsn Baez. 
2o Tesourelro: Ce uénlo Loureiro. 
Do Técn!e' !',iiedo Loureiro (s)­ 
Deptolde Arbitro>. Jvan Coita Marques. 
Dept.; JurldJco; Dr. Bli de Arav.jo Barbo•a. 
Depto Medico; V: ,que Paez. 
Olr. Planejamento, ,'Pabllens; Iveldo Peelra, Wa!de­ 
Prop11ganda e R•IBçaetlio Augu,t-0 Ferreiro Leite. 
mnr Leite do• Santo" • O(retorlo com • parllclpaçno efetiva 
Co te também e
st
a g, composta dos Srs. Cap. Ger- 
as 'seio de Asses%{sises « tossir Blssi. 
',t inteiro, A"",, vetado suprema de poder cum- 
31 R .f
irmamo• • 
0 
• pars tanto e■peramos poder 
e função e 
rir télmente no"? elabora;4o- 
contar com o V. epo1o 
Saudações 
fio 
1 
__ Preddente 
Josó Gfaucy re S tárl 
deB __ ecre o 
Djalm11 s. fernan 
T 
Loteria 
do Estado 
de Mato Grosso 
iasil é lu {Ama llis luas tu f. li#is 
 
O Brssil está em vins 
de absorver a maio parte 
da verbll'.:limlte espipuladh 
pelo Congresso dos ~tudos 
Unidos, parn:a;ventl&. de ar­ 
mamentos para auerlca 
Latira. Este llmile é da or­ 
dem de 150 rnilbões de dó­ 
lnrcs e li cempra, que segun­ 
do o Ministério da Aeronáu- 
lica, o Brn5il negocís é de 
O R 85 ... rnbõea Je jolare& 
~sta Ítnpvrtanein repre­ 
,ent" 60 por cento da verta 
fiberud& pelo Congresso A­ 
mericauo. 
A lraud~çiio entre oa <!ois 
país se refere 48 caças F-5- 
E que se:ão utlizados pola 
Forçu Aerea Brnsileira. 
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De Alfcu Batista Gomes 
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Telhas-Arela-Manllbaa-Tintu-C•ixa D'agua-Ferrageai- 
Temos Tudo Para Construir Sua Caia 
Rua Volunt.arlos da Pntria - 1082 Fone-133 
Aaara filial em Caracol - Avenida Brasil S/H 
Direção de Alceu Batista Gomes 
Nós acompan•amos o progresso do Sudoeste

ANO II 
Cibernétic 
. It nnliílO Ciência li ova Q 
Gemido Piuto SobrínLo 
Quem ierla o criador 
dosla cmlrabollou cl~ncln7 
Seu crhdor, !oi no suilldo la· 
to da plavro. um dos homens 
mola prod1gfo1os de no D 
época. No,cldo no Etdos 
Unido, om 1894 e falecido ,m 
Eelocolmo em 1963, eo, dezol, 
to me1es do !d.d, ji ,;abla lor 
e aos aete ano~ já estova fn. 
mlflorlz,do com e• o~ras de 
Darwin, Llcrnclndo em Cl•n­ 
clae oo, quatu, ,., •"' •• dou• 
lorou-se aos Llelflllo, con•o­ 
grend.o o reato de me vld, à 
pesquha e no ,n,lno do Mn­ 
lemAtlce e dl,clpllna• o,intiX"N. 
Nio é. pois, de e•tranhor quo 
de um bom,m ss,lrn •xcepclo· 
nalrncnte dotndo, nusce,;. u· 
queln disciplino cu cl~ncln que 
espelho, de forme mols csb1.1l, 
a consolcnole eminentemente 
teCllológloa do homem cun­ 
temporuu,o. Qual o nome des• 
te gênio? Norbert Wler.er. 
Desde o seu aparecimen­ 
to n ObernéUca u 0onsl!. 
tuÍu em verc!;;deirn revolução. 
que nlo fcou reatrllo ao pio· 
no tccnol6glco - o pl•no dos 
computadores miraculosos ou 
de máquina• qu• Imitem o 
comportamento dos sere• vi­ 
vo,. Ela exlrovuou paro ou­ 
tros campo• do conhecimento 
humano, tais como a Psicolo­ 
gia. a Flslca, a Soc!nlog;a e 
até mesmo w Filosofia. 
A •Clbernét!ca>, é, om 
re,umo, a dêoclo que trota 
'.los autômatos. Seu objetivo e 
a conatruçlio de mâqufoa com 
o comportamtnto o mais Bpro­ 
:rlmodo pos,lvel do humooo, 
proporclonendu ao homem ll­ 
b•rtar-se do trabalho mental e, 
consequentemente, •umcntnr 
os ,11ua momentos de lazer. 
oqu vale reuallar que nlé 
b,m pouco tempo o operórln 
trabaihava de doze ate quin­ 
zo horos por dlo. Hoje tr• bo­ 
lha oito e para o MOO 2020 j/t 
ae prevê apenas dtz horas 
s emanai. 
O utudo doe Computo. 
dorea Bletrõnlco,, é parte In­ 
tegrante da G:lbern,;tlca que 
embora aeja um lermo jà uso· 
do por Plolllo desde remotos 
tempos da Oréc.la Antiga, res­ 
■urglu no mundo atual como 
designativ de uma clênci11 
nova, que velo abrir novos ho­ 
rl:z:ontes para o progresso do 
humildade. 
Hlatórlco da Computação 
A hlllorlu, do romputação 
confunde-se com própria Histó­ 
ria da Humanidade ... E1tud6-lo, 
Implico, necess6rlcmente, em 
um rolroil)tcto 110• tempo, 
mui• primitivo,, e oo 1egmen, 
to pRs10 a pn110 dn evoluçno 
do proctBBu hlst6rico do civl, 
hzaçii0, pois, de•d~ ternpoe 
lmllmorloh o homem realiza 
cálculos embora fossem na, 
quela época os mais elemen­ 
taren. 
Prlmltlvomente. o homom da, 
cav•rnaK usava de meios rudimcn­ 
tftc!' paru nuxllla•lhe em 1une 
conta,; como conchus, p~quenn1 
podru•. pcdoços de madelra, etc .. 
lm do» prôprloa dedo•. 
)!ai• tordo os chlnu,•s !den­ 
ltzorau1 um instrumento que lbs 
permitiu um ~rando nn1nco no 
cnmpo du comput..içllo. Esse instru .. 
tento qu foi o primeiro compu­ 
hdor d ~lta. e que apcs:.ar de sua 
>lrnpllcldado. quando :;iancfado c!i­ 
cleotcmentc posslbllltn cAlculo com 
rapidez •urprlcndcnte. foi o é o 
..UACO, 
Um outro compul1dor usado 
prtmltlvamcnto, foi o QUIPO, do 
qual ss utilizavam·se os quichuas. 
Com o correr dos tempos 
v.,rJos. ovcntos foram sendo rcgl1- 
ludo1 no tencno da cotnpulaçAo, 
como consequenda do protes+o 
ltuDHlno; dentre clgs detShcnmos: 
1) A lntroúuçilo dos lrgorl• 
mos por Nõapler: 
2) A snvcnç!o do. ré~ua cio 
cálculo, que fel o primeiro comp1, 
lttdor onal61lco da blstórin, pe!o 
roateinAuco lng!Ca William Ou~ht• 
trcd em 1622 
3) A ldcalluçlo por Postei, 
rm 16J:!, do uma mdqutou do o­ 
mar mect1.nlc~ que ?01 a.oce.stral 
mais remota daw &tunls mlqu10,3:1 
dt• cnlcutu r: 
4) A roorlernlzoç«o por Le­ 
Jbnllz. do invento de- Pnecnl, com 
a ldenllzaçao em 1671, de uma so. 
maJora e mulUpHcn<lora; 
5) Atuallzac~o por Jncquard, 
cm 1801, de cano~ perfurado~ com 
coditleções para operação em uma 
#"; E? o s 4«os 6 
Contudo, lol somente vinte e 
novo •nos mais tordo, uu srja cm 
1833. que lol projotsdo por Charles 
Bbbge, o primeiro comput.ador 
aulomnttcc, oenomlnatlo •M6qu1n:1. 
Anallll:a•, o qual por dl!icul!lades 
técnicas e iianceiras no pode ser 
con~truldo n.tQUt"lR épec:a. O com• 
putndor de Bntbngo era lntolramen• 
te mec:inlco o já trn.zln multn:r do.s 
idél11, ussdo1 pelot-1 computudores 
ElClrt;Dlcos utu:ils. 
Semente cm l!UG, como coa .. 
sequencia da Bepgunda Grande 
Gnerro.. (ol que HUrglu o prJmolro 
t.%.22#:: 
•Yl'nnia. Fr3 o BNIAC, Jntcfals de 
«Eletrenie Numeriea] lnte,rntor 
And C-olculador>. 
Moderamcnt, 'o computa­ 
dorc.s 11.um a m1;:ruórl-. interna n!lo 
,ó P"TO a computoçao d• dadoa. 
mos também pera armazenagem 
dos protamas. 
do Vo<ê 
(J ij 
St 
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Muttos otente t 1 1 ml ... t! 
twent peral-tos. wt+a· arr:s· 
Lr:do J,{'t en1 U1!H". 'W t .J,.I t-. 
5 .. m Hl ntido, porque puna e a I· 
tara h f mesmos, com nus li­ 
tes e 111,.: qu1II ti.d,,. 
Um:. fr;inCn JudMr1, u•n •• ~-_, 
leal du ofert1rfmen10 1n Ít· !lbl·:-t.1 
)01-la c.lc H'U.J cu:nphnco, l' Jb1.;!I P 
mltiria serrem, mfim, eles me.t • 
J:: upnas comn esta t ofl1,·, 1 
que ~/ 1 port•·•ltto rc:.1IU.U->1U o Bt :­ 
vJr os outro:1. 
Talvez voe auto pio t. 1 J. 
thllíd;,, lOblruç.it), 011 C:-1l·.·Ju at0raiva­ 
tado por :ma doença ... Llz 
você Reja tento, murc: o por ' 
ve df lo de c.reter, ou u 
rue-Io rnml:inr 11jo 11: .. t c;.t Pf<lt-, -> 
os 8('U!I n::o O C0".'lJJõcU1cl , •. J l .J 
veetn num trabalho ta.1graticaty! , 
()U!illdO pod<'rl.1 d,ir tn 1lto 111:Jh, _.;. 
fiUOln Yocl' (• lll!t,!U(JO l1itt {Jor 
CXlCtiCJrllll'nh.· L S.;.-,1,, 0 fll lX·• TtU!liJ. 
lha do ... ,rnl•:n, t::rj·. !r J.ta;o; '., 
ce Dunc citou sss li:zutes l 
co Pl'Usu !!::m;,re uc-..te~ termo~ 
«o ca tie se boa aule 
fatia ... n• t•lf u·.-t·; - ~ U,n jl,d e, 
me compreeade se, .. ,+,u!- 
pre esse bendito.• ·+ . ' 
t11to ê que ·:..,,· ... c·1r: 1 ,,.JJ:J., ! 
rnçic recalzaa, uza;rntsc I 
CL'rlOl:4 dl•1:; p:.r cri:-... <li· Ó•· e .... •·~ 
N ... ottc ... ,. b:,I:,.,. 1• cp: .. r:-1 1 
lo mf pro"zzud s!ou ! ... - .·.v!­ 
dentemente ulsno tu ts0 par : 
elo é mcJho; do que 4"•: ._ • o l'll .'• 
vesse u itli·eia dde, +ta t, • 
trução, +ma 1rutdsde de dspta;tt 
cu tumbcm íuti1.1 . , . 
O ou ex!sto re!m:te r: 
voco e que nllo quer aceitar é um 
;,ouco de rnncor contra Yot·~ m ~ 
mo, contr.J o-. outro,, ~on.tr·l n ,.,. 
da _ . bc•m Jú. 110 fon:10 t• um c­ 
gvfsmo qu~ reJna cm "oCt', ccrt'J :' 
Sossczuc amigo, Deu1 o e. 
e u »cus olhos voce não (., m••:. r 
nem m('JJi):,: am,u.Jo que qu.1lqut'" c·.1 
tro dos homens que voce invrej. 
Entregue-lhe xua ang:ti, 
1;un dor e sua maço· . e ncre. 
dite mais no poder Dele do qtte e.e 
sua capacidade. 
Na medida que voce to:±: 
c-onc:cJcncfrt, r-crlt.r,r ." ofetcr eis 
Hmitc!l u Deu~, Jrfl d•.! ... cobdado ç•.J..:• 
hUi pob~lll v.wt ln1t:.cfurmundo cm 
imensa riqueza 
Enquanto cce nlo tiver oze1. 
to rvus limites de erdaa, na! 
poderá con,t:roir d! rólldo. f-l.lHJ ... L· 
passa eu t:npo des[ndo os is 
truaentos que esta aas mie ra, 
outro", ,-. 111 perc: bt-r q11c VN':" tw:·,· 
bém pos,-ul os t:OUi, rnh·e:, d ... k:-..a· 
!.cr. mo5 uteis.. N:i.o olho rn~J.:- o 1 
outro e s.:-o:: u co:ur-:.: u l1:1w• 
lhor. cerlo ? 
LAL,CO 
Gr,rr l l l'• :o Tu!t., P; m vetu no Pó» .. ,m o d', n J,~ 
h o 	A q u e ! s Istn d 	S A s Jdo. 
Com D.ses de Quis.lhas 
Com Ihnco• J., Snp IJ 
Cem Da,:,çss d<' SI 01 
Com DIças d+ Shup!mn e Outras. 
E no dl'I li de ,Tuni10 ,,,, Jfi. 10 llor,u, 
pra a eriad, os interessados na participação das dane tl 
pi,u de são João devem pr.icurer u Dlrelorta do Clube. 
Rua Voluntários da Patria: 
Rua do Grimc 
O rord reli da rua v.,. 
iuntúrlo~ d., P.ítll,. er,vJonm 
no noso jrnl a quinte +­ 
pdu·. •Nã•: po' moH Citar s 
alu!8 mnunifestações ds elvu­ 
g-,•rl ,. que omiú:Je ocorrt'm un 
nos tus, t!roa brigar, b!E 
do•, uqui proliferem, que o de· 
le~ado !u:De 1-rovidêocl,.c. So­ 
m rb:/hdsrs, paza73s 
SüCIMfD CnmemHta 30 nnos da ff aspilaf 
A Socirr..,J, (:foc:edade 
MrJ , .. , de Aqui:fauan:i). pro­ 
vrieli·a hoje do anlgo lo-­ 
p1tal AI.Jolfo Lu:z, reuniu 
uo teein!o daquele nozoco­ 
m:o, a ~oc1('r!:•r!e Aqu!d:u,:­ 
nense bem com autoridades 
civis, uilitares, e eclesiasti. 
cas, para comemorar os trin­ 
ta anos d:i íunuuçáo do Hos­ 
pital que cstere beira de 
fecbnmenlo por parte da 
Ncrobte. 
O co!!lparecimente fui 
em mus,a, e p,queuo seria 
o nosrn espa~o psr., eou­ 
rucc;,r nomin:dmeote o; que 
li estiveram porem, regis­ 
tramo!:', que esteve preseute 
a sociedade, corpo medico 
e autoridades. 
Nuquela memoravel re1t­ 
oifto, os dirlgenl~.s d, bo-­ 
pilnl. pre,!:1~au: a maís catí­ 
vnate e ímonedourn bome­ 
gem o Dr. Estucio Muuiz 
que Ol qu,Jidndc de tuncn­ 
tlor do hospital, foi que:p. 
realizo a primeira interren. 
çáo cirrurg;ca naquela c;,s~. 
a r,õs a uliertura, feil,!, 
pele seu. Diretor, Dr. Cur- 
los, saudou os presentes clí· 
zcndo da !imdidade daqU~ 
J" coqui-tel, o Dr. RobertJ 
Tlndde e a seguir, numJ 
homenagem especi6I LO Dr. 
Esbeio Muniz. u1-ou da pi• 
lwra, cm nome da SOCI· 
)! EO, o Dr. Rubens Nu· 
nes da Cunha, que-, nom 
rPlato hlstoríco e bem fuo· 
d 1mentado, traçou a per,o· 
n;;líd;,de do homensgead, , 
Dr. Estcio Muuíz, dizeoco 
<lus t<uas qu•.!idadef rnarcno­ 
tes de Médico. 'numanita­ 
ric, homem p~blico, polí1i­ 
co e cidadão Aqu:dunease. 
Comovida.:1enk. Dr. 
Muniz, agrndec.11 r ~uílo 
que recebh. jrzendo que. o 
fizer até hoje, o fez por 
de•er profisElonal e de tJ­ 
ciudão, distribuindo com o; 
presentes, os louros colhi• 
dus. 
Em rapid::s ;,alnvrn,, 
o Cel. Metrldates Ce:iamo, 
d.Ia nzou para rat:ficBr 
a homenagem prestadn 1° 
Dr. Estacio Mt:niz e d.e S'J3 
parte, tumbem estender 3 
mesma ao sr. Antonio P­ 
cu e D• Sofia Rondoc, 
im1Jo•toa cootrlbulndo para 
o progreáso du cidade, exl• 
gl:nos mcd!das eonendcrd, 
d!l,ile pecumfnoao e t11rrlrtl 
mui: 
O Crime. e Reg/slr11co• 
o apt!Io, o temon nbsulaU 
certeza •1ue o Dr. Ivnm Cos:, 
Marques, noso delegado, • 
t!lanl 11s '1evldas provldêocles ~ 
'; 
2a Exposição Internacional 
Agro Pe
1
uári-a-Julho de 24 a 29 
) 
CASA SUO STE 
Atendido por pesos 
Ru Coronel Juvencio • 815 - Caix.a Po~t:.J :Jü 
----- --- 
ds fMIUO J. Gf lflMTf f Cll 
Ferros, Chapas. Tubos. Tintas. Azulejos, Vidros Coj±tos sa±reis e . ' ses, SI. Pea. P 5; Fe ge geral 
, ., a 	• • "• a , 1 ~. ara n as, cerne. m cn1 er 
<eEnqunnto e:,pcrn ser akndido nós lbe oleie·mos um cafezinho» 
especialisado 
GUIA LOPES DA LAGUNA-MATO OROSSO