NtElifl 
l<"uudr,dor 
ANO li 
ilhi! J?M IÍl!il J Jhi :;;,,---;$@- 
Liberdade com Responsabilidade 
Bol.J Ylsht - MT. 	24/00/73 	_ 
...n:-·-:--- ili! Jh.Jhh $ Ili h~ -- iõi77 
MATO GROSSO TEM URÃHIO 
!iollciaa oxlra oficiais diío conta de que foi Jocalizn­ 
da uma reserva; urnnllorn cm Moto Oro~so. L<:ssa 1esorvn, 
llegundo us moemas foutes infrmntivas, já estria devi­ 
dnnrn1Jl0 localiz1Ldu <, id1mll!icadn. Km bom ní10 posso ser 
conflrurnda, s11be-&o quo 11 companliia du Po,quisu do Re­ 
cursos Minorai, -- CiPE - estio trabalhando pata veri­ 
fcar ocorreneís minorls etn Mato Grosso. 
«Coluna do Jota 
Escola Rural sra Bl'VI­ 
ta. O Sr. Deputado 'Estadual 
Rub<ns FlgUth6, cm c1rh cumu· 
nicou 10 Sr. Prrlclto Municipal 
o ,eu pedido feio ao r. Sere­ 
tério d Educação do Estado pa­ 
na contemplação de Bel Vito 
com recurso do Sláro Educa 
çlO•Ouota F,du•I do Ex•rcldo 
de 1073 pra a construção de 
um• E,cola Rural com 211.970m2 
861 noticia, quanto mais 
escola menos iletrado rzmo» 
A '.duc1ção, O tnsino p,oflulo• 
nal, ão as molas qut lmpultlO· 
nario te Pais ao completo d- 
1<nvolvlmcnto, 
X X X X 
Expo11ção A 910 lndu,trl,I inter· 
nacion,1 de Bela V111,. 
O Sr. Secrcl•rlO de Agrl­ 
cultu•• do E.tido, Dr, P•ulo 
Coelho Machado deu CR$ 
20.000,00 para 1uxll,o na promo 
ção da Expo,lçio, • 1 1 Exposi­ 
çio Agro lndu,trl•l lntun,clonol 
Bela Vlta. por Intermt 1lo da 
Pref•llur• Munlclpaf e o Sindica• 
to Rural. 
Te moa cutc;z:a qUe 01 ra· 
paz.o que tubtlham nfnc: mi,· 
ler, v.iO dar um ,how d, btlua 
no Parque d• ExposlÇio, O<>m 
novos atrativos, mols cxpostoru 
de aolm•h e produto, indu•trial1- 
2ado1 r o que mais vai sUr· 
prccndu, certamente. slo o, 
produto, agrlcolu, que ji •pa• 
recc:m equl em quantidade volu­ 
mou• e de oualldadc ~,p,cial. 
XX XX 
Viaçio Molh 
No ln'cio do mês vindouro 
vai entrar novamente na ['nh 
São Paulo-Bel Visa essa impor­ 
tante Empresa de Transporte de 
Passegelros,"conforme contou-me 
cm Ponla-Porii o !<U Agente 
Executivo. 
Outa vtz. ela vem para va• 
ler, lr1n1p0rt•t:do puugelro, 
daqui o••• qu•lquzr ponto da­ 
q ucle lllncr.irlo, ,tê 530 P•uio, 
pol, não h,i m 11, nonop6lios 
que 4 prejudicava, fazendo seus 
luxuo,o, õnlbus t11ft91rtm daqui 
P. Por,i 1<m u;n 16 pan•s•lro, 
col,a lnconceblblvcl, au,ndo 
multa gente Hcava a espera de 
transporte. 
Quanto mais condução, 
m.lhor. A qualquer hora pode• 
ló ,e viajar tcnd0 ônibus na 
linha. Agua,d,mos • o povo 
dt.vr: p1csliglar csu Emprcu QU'! 
no, llgsri dlrtlam<nte com Sio 
Paulo no mtsmD d11. 
T c:r,mos josnals e cnComcndu 
prontdm•nte tranl:lport•dos por 
cua magnlflc, Emprtu de tnns .. 
Rio de Janeiro - O . de­ 
putado Vllm11r Pollls, d• A­ 
rena guansbarlna, epreaonln­ 
r, 6D Trlbunfll Reglon11l El1-l­ 
t•11nl da Gnannbsra, requeri· 
meto pedindo a cv8ação 
doa maodatoB do governador 
Chagas Freitas e do vlce-o­ 
veroador Era•mO Martins Pe­ 
dro, al~gendo que ambos dei­ 
xrm de upreaent11r a necee­ 
s, ris. deolaraça.o de beas 
no registro das reap•cUvas 
oandldaturas. 
o0tes 
Jota» 
X X X X 
Reservo de Box na Expo­ 
slcAo 
lmporlante fazcnd,1,0 do 
Estado do Paraná, te[egrelou ao 
S,. P,.f,1to Munlclpal sollcltan• 
do urgente pttÍtrtncia na rrur• 
va de 15 bax na Exposicio, a­ 
r• uus touroS que virio oportu· 
namtnlc. 
' Bom multo bom 
Calor ta tuna#na hle Sr ssal» 
•Tenho certeza. afirma 
o deputado Vllmar Pallla-de 
que o TRE acolherá o rut!u 
Pedido e a11ulurà o mandato 
de Chagas Freitas. poli o 
Tribunal lei ;Induzido a erro 
por oo,al!l.o do regletro d11v 
oeodld11turae•. E acreacentou: 
•Foi porta11to um reglalro 
eleitoral lreudillento e, con- 
8equeptemente a ele!ço de 
Chagas Freitas e Eras,no 
Mlirtlns Pedro nllo passou de 
umapanlomlna•. 
CAMARA 
FEDER l 
Deputado Ubaldo Batem tt e ne­ 
crolo~lo de D. Ahrlu nllll Loureiro 
Dhseurso pronunciado pelo 
Deputado Ubaldo Bar«m, na Se»44o 
},P"Ja 4o 4is is 4e Mo 4o 
O liENHOfl UBALUO BAntU 
(Sem revindo do orador 
Sr. Prc•ldcnle.'Sr•.'D•putado9 
reel,tro. ncst.a oportunidade dolo­ 
roso l•to qu• enlutou a hmllla 
mato-grossense~ Trat1-u, do folecl• 
meato, ao, 102 nos de idade, n 
cld•dt· de O.la Vhtu, de D. Mria 
l!lla • Lour<lro. 
Naae<?u D. Maria Rito Lourei­ 
ro cm H de Novembro de 1870. 
Era casada om Afonso Loureiro 
dd Al:neld•, grande Jldor potlllco 
no decudo de l!n0/30, J!. lulecldo. 
Deixa dez filho vivos. Aelina 
Lourelro .. Port.o Carrero, 8ulomGo 
I..,ourelro de Almeldi., cn■ado com 
D. Marim Alveil Lourrlrt,, Rlh1 Lou' 
r.lNI, viúva do Jl~elon,o Plabolro, 
Concelçlo lour~lr• KoJna, vlüvu 
do Coa,taal!no DaU•I• Rojaa, Draa· 
dlna Lourel:o Oablolo, viúva de 
FeUx Gablno, Neuo Loureiro Mo­ 
rclu vtáva ·de Arindo Morelr, EII­ 
dia Loureiro do AltneHa, Alhoa!­ 
slo Loureiro de Almeida, casado 
com Jacy Barros Louretro
1 CcJJna 
Lourolro, casada com Tullo Morel• 
ra e ara da G!órl• ll4tllaul, ca• 
soda cnm Murlo B•tllaol. 
Como sempre, disse 
Mlrna, dando da ombros e a, 
D. Mri Rita' Lourelro per- ' creeoent~ndo-s.:mJ novidades 
tendo a um.a das 1alias pionei lgaa E em sllêndo segui­ 
ra• ,ue tundoram Dela Vbta. Rra r11n, as d•ias por algum mlnu­ 
proprlcldrlo 1• l'ozendo V~qullha, toa. sen1o Dlrce a 1• a fafnr: 
parada obrlgalórla de todos Ol'I vJa­ 
JaoLe1 que dcmo.ndavum .1 ltcpübtl­ 
Ctl do Pardguuy. Notabillzou-ae p~• 
La hospitalidade, apanágio do eu 
espirito bom e generoso, for un 
fazeadu, panaram tigur,ui ootúvcts 
do nona hlstórt.o. como C:indldo 
Mnrta.o• du tillva nundoo. Jo:1~ 
Franclsco Lopez. o Gula Lopez das 
Retirada da Laguna, e D. Aquino 
Corrfa. quando Go,•eroodor ele: Ma.­ 
lo Gros&o. 
Portadora de grn
1,dea virtu­ 
des 1cmcou ao longo c.le SU9. vida 
amor o bondade. Odx11 genro.,· 
róras, netos, bisnetos e tetranetos. 
que, ao Jado dos fllho,i e tllha, 
por m(m J.i u:eoclonodos. m11nterllo 
por certo 11 cbomA da honr::i.di!Z. 
probidade e bencmcrên..:111 por elR 
ateada. o. 11Arla Rita Loureiro 
soube enfrentar com invulgar co­ 
TgmTe _desprendimento todas as 
#±3% %:.:25 
O ambiente isttJado e inóspito, lon' 
a de abatl!IB. perm.IUu fol!lsa rcvo• 
fada na plenitude sua grandeza de 
••plrtto, lot?<?p(doz o 111,upltintáVOl 
ienero1ldade. Aul.m cooUnuou 
i±: ± .52%: :3:3": 
dc1conheclmeato de 11eu5 coacJdo.• 
ditos, 
...%±..± ,%3 8% 
%.#."5..1% 
D. Marta Rlb Loure1N com acom· 
pa.nba.mento do'ctv&do·-nomero de 
penoas que Iam d:,:,lho o Ultim.> 
adeus. 
Em meu nome pcssoa.1 o no 
<!os dcmn.l!I compoac.atea ds Banca' 
do da ARENA de Mato Grosso, on 
vio à 1.imUlo. enJuuda a exprc.n!lo 
do mou ma.la profundo pezar pelo 
ocorrido. {O orador é abraça<:o). 
A-P 
JUVENTUDE NA LITERATURA 
O Drama Maior (Conro) 
lloll'nn Lopes (11 pean 
mal,; Jo,om de Jardim) 
Sob o cropõsculo mol~ 
uooo vez; VII& nova deupedh1• 
eo do um ala de sol e cnlor. 
Era m8s de novembro e 
o verllo reinava. Mirna tam­ 
b(jm dtepodit1-11u de seus psfn 
e lcm/loa e dlrlgla-&e oo colé• 
glu oude cur■ava o g1na11al. 
Ela la, frl!lz: poli o4 mo­ 
mentos mls logres e dees 
p,eooupadoa da vida. panava. 
8+ no coléglo, com es asmt­ 
g.,~. LQ counegul& esquecer 
u lncomprseneão, !alta de a.­ 
polo e declloaç!ld de seua pala. 
A caminho do col~glo espe­ 
ra VII•'- todo a 05 r!IB! Olro11, 
8ua amlga, sua melhor &miga. 
- OIA, DItce,"tudo bom? 
- Olá, Mima, tudo bom 
e você, como p&1ssou o fim 
Je somaoa? - respondeu-lhe 
º"ºª· 
- Sabe Mirou, nao que­ 
ro e3nr,bur-me pt1rfvocê, que­ 
ro pena contar-lhe como fol 
divlrlfdo meu !Hn de &11mnna 
sol que você e ente só a 
tdsce.uo, ebados d domingos. 
- f: :Olm, • diese Miraa, 
wns fico ooot,nte com você 
por ter-ie dlvlrtldo ha1tante. 
- Ah, sim, sábado papal 
ievou-m11.c0 bnlld e domingo 
tu e tule passeamos bas­ 
:untc duranle e, dia e à noite 
eu, puptsl " m·um!Ie lomoe ver 
o !llrotl. Dlrou conUuuava a 
com,r uR porm,nore■é Mlrna 
u qu.,l se dlgaava a onvlr tu, 
do na lado, quando de repente 
Dirce viu. que duas'.Jlgrima■
rol11va:u dos olho11 de Mlrua. 
Que fui Mlrna, te o­ 
teudi? 
Na.o Dlrce, nada d!seo. 
S que 11u gostaria tanto qae 
meu• pal4 !OSBem como 01 
seus. 
- Eu sel Mirna e Jamen• 
to multo por yooê. 
- Meu pai continuou 
Mirna é servente, mas eu que• 
ria que ele oompreendesu 
que: na.o é só os ben~ mate­ 
rias que podem razar alguem 
!ellz. Mamãe tsmbém nas bo­ 
rae que mala eu neoeaalto 
de carlobo, em vez de aliar­ 
se • mim, eln torna-ae qua­ 
se uma inimiga. 
V@CE: 
Essa era um das tul. 
ta vror quo Mira falava 
de seus pnts, E com raro 
Eles não deixam di­ 
trr-e, ito ó passear, Ir d 
cmemu, bailo, e plqu1>nfque, 
negando tltó o próprio direi­ 
to de ser JOVBM. Porém Mir­ 
ou, preudeu asim a ser re- 
11lgnada ,. ncellar lu1o Bem 
queii:ar-se do nadu, sondo uma 
garota eorpreensina 'o miga 
do lodos que del/1 10 aproxi­ 
ma em busca de 11ui:1Uo. Ti­ 
nha apeaa 17 anos mas 
j4' agJa õ pen,sva couio um 
adulto, vivido e ui:p•rlontt1. 
C que também diZla aem­ 
prc a Dlrce era: 
Não 11el ate quuodo Irai 
suportar tudo luo. pois até 
o rapaz de qnom eu mais 
g,sto perd!, porque meus pala 
não qutzersm aoolhr nouo 
namoro e multo mena■o pe­ 
dJdo de ons11menlo quo Ro• 
berto llz. 
- Tenha coragem Mlrna 
enoorojava-n Dlrco, Roberto 
vai e,pen-la. 
-. _ QaaHnada Dirca e, 
le,é noivo e ó desejo que e­ 
le wej feliz, como o é sgora. 
- Dluo nlla lenho cor­ 
ln:a dlt•• Dlrco talvez esteja 
noivo s6 "para tmostrer a 1eu1 
pais qu, ele é capaz dl1&0. 
- O que não modlflca 
nads-responde Mira. Se ele 
tivesse opinllo nAo fari» leso. 
Pasur,m três anos de­ 
pois dtese diálogo. Roberto 
casou-,e multo brtvc e Olrc~ 
hã apenu algun,;mê1es. Apt- 
11r d• t•r lutado multo 
Mlrna nlio contegulu dluuadl.r 
a d11eon!Jaça, a lrleza e o mo­ 
do de P•11ear de aeu, peJ, 
Era I1lba única e conto va a: 
gora %0 ano,. Porém um dia 
ao atravessar uma du c:nai• 
movimentadas ruas c!e Vl!a No­ 
va, !dfrn11 atlrou-10 &ob um 
carro em alta velocldadt. Foi 
socorrida em seguida, e nu, 
poh foram logo 1vizad01, 
No ho1pltal, !reotc a 1eu1 
pais, Mlr:.a dlue 
- Pe_rdoem-m.e, ma• eu 
Dllo suportava mais viver, co­ 
mo vivi até agor., Espero que 
pelo menos compreendam meu 
prlmolro alo do rebcldla, e re- 
0D81, Adeu1 papal, ad•u• ma­ 
mãe, que Isto sirva de llçllo 
• multo, outroa;pa.J.a. 
Mima morreu, mu nin­ 
guém a e,queceu. Agora sow 
pais são reslgnados e aalgos 
doa !ilha• do, outros. O • que 
ac(Janton tanta me1qulnh1:i com 
a filha q:;e tiveram. 
O carinho, apJ!o, co,,,; 
preensio do lmp...,,dndlvei, 
na vida dos jovec,. por par: 
te ele ICUI ge.nilDrtl. 
2a Exposlslo Internacional 
Agro Pecuária-Julho de 24 a 29

Triuna da Hroatelrao 
--------------- 
Bela VJ,ta 	Pszda ? 
A GRITA DO POVO 
Brasinha na 
Escuta 
SõbrH o Jmp6sto 
predlr1I e torrllorlul urbano 
exagerado. 
Desfie o .f11lclo do oor• 
roole mês, vimo I notando o 
dheobor por qu3 pnesam· os 
proprletdrJoe dll tmóvetw ur­ 
banos deetn cld 1de. fooe o 
doepropóslto da Bllll dGB lm­ 
põstoa lançado .1 por11 eoe 
Exercido (noo de 7:1) polu 
Prefeitura Municipal, o que 
trouxe tambem trns de si a 
roaço dos cootrlbulnlce, oomo 
este que nos A4 contou (to 
contenns) de pr yv3nelas to-. 
m11doe junto 1:0 Exmo. Sr, 
Pres. do Repúb.Ioo, Governa­ 
dor do Este j ,. outmu !luto· 
rldadee do Legt lutlvo Fede­ 
ral e Estadual. 
Transcrevemon nn inte­ 
gra a oploi0o dt,!60 Ilustre 
cldodllo, quo d eceptc!onado, 
expõe com clor,zu u, auns 
amarguras pelo que está a­ 
contecendo (all&s Justas) e 
nguorda a■ providências 
solicitados. 
Estamos eolldárlos com 
ele e todos! os demls que 
nas mesmas condições so• 
Irem Imprevistas Injustiças. 
Tranecrovenos por ser opor­ 
tuno: " 1 • Po~sulr terreno nllo 
é crime. 
A ·pre!elturn Municipal 
de Beta' Vletn quer tratar o, 
proprietrios de lotes como 
quo nD.o meuçum considera­ 
ções e elm como réprobos 
que estejllm a merecer 
onulgos. Quer puni-los eeve­ 
rnm,nle com taxação lnoon­ 
ceblvel, à gul!a 1e Impostos 
territorial ~urh•nn. 
Quem oolllpra um lote 
de terreno é um cldadllo que 
quer progredir, ,quer formar 
um pP.trlmõnlo, quer nseegu­ 
rar o futuro de fomllla. pois 
ele no adquirir um t;rreno 
està danda o primeiro p11s60 
pera ali formar uma resl• 
dênola. Se ele já tem uma e 
quer construir • outr11. tanto 
melhor. Eotã nllo eó ejudanao 
o progresso do lugar, mses 
lambem està ooope1ando pa­ 
ra quando chegar um pessoa 
dc;mudança encontre pelo 
menos a• poulbllldade de con­ 
•egulr' uma casa para alugar 
em breve. 
Nem, todos pódem, é 16- 
gico, construir a oasa lmedla­ 
taa:onte, mas:enquanto um cl­ 
dadQo possuir um lote de 
terreno ele acalenta uma espe. 
raoça, tem • objetivo, nllo é 
um derjuestado, qnem é um 
de,lludlclo. 
2- Quem tem 011so pró­ 
pia de moradia , é um. cida­ 
dão enralzr.do, que jâ eetà 
formando um patrimônio e jà 
deu • apreçlàvel parcela de 
contrlbulçõea pare o progres­ 
so do lugar Presnme-■e que 
tenha ld éla de continuar a 
morar nu cldado Nilo deve 
Btlr mosaocrodo, enourroçndo 
para que e mudo pra outro 
munJclplo. Multo no contrá• 
rio: Deve ser motlvndo, deve 
ser Incenlvado Para cada 
vez mals trsbalhr para o 
eu prureso e para o pro- 
greuo do seu munlclplo 
'3- Quem tem cn+as de 
aluguel em 9clt1 Vista, êsae 
entno é um bcnr.merlto e me. 
reco o naxtuno up0lo, o má. 
xlmo l,.ccntlvo, pois aqui os 
cu diluguel aó dão ubo. 
recimentos, despeas e pre 
julzoe. 
SetveIr 98n cas98 c0- 
mo mui• uma p,ça na forma­ 
ção du ddudo, no seu de­ 
ienvolvimenlo. no teu pro- 
1.?r0ii,u, e, nclma de tudo, ser­ 
vem puta a forço de no- 
vos Jures o pera ncomoda- 
renr os que vêm de outras 
regiões. 
4-É conceblvel, é sdmis­ 
Flvel, ó necessário • que n 
Prnleituru uumenle n sua 
rrecudço, e, pra Isso, 
acresço pura o corrente exer• 
clolo 11111 tttnlo por cento 
1,0bre o total pago pelos con­ 
tribuintes no eoo !IDlerlor. 
Nunca, porém. êase 
numeotu puúorá ser excessivo. 
O acréscimo exorbitante 
na taxoçilo dos tributos pro­ 
move o de,contrôle do orço· 
mento dc-mé•tlco, numenta 
conaideravElmente a toxa de 
lnllaçilo e gera o principio do 
caoa ecocômico, Ião deeutroao 
tão mléfico, aue por si só ó 
cpsz de produzir umo trens 
formação completa no •status 
vivendn» de um povo. 
Um pnl de fnmilla deogo,. 
toso. aborrecido, revoltado, .sa­ 
bendo que .:.üo poderá ••ldar 
o• lfUS compromlseosr saben­ 
do que n!!o pJderá comprar 
um remédio poro um !Ilho do­ 
ente, é uma c/olulo explosivo 
de grande seoslbllldade. Não 
se lhe de colcea porque ex­ 
plodtr. 
Os grandes e,ladlstas, 08 
eminente, clenlutos que se de­ 
dlcnm aos sócio-econômico,, 
subem multo bem disso e tu· 
do lazem para· controlar a ln­ 
flç40, o maior estoplm da 
maior bombo que paira •ôbre 
a cobeça dn humanidade. 
O llusl,e benemérito Pre­ 
sldenle Médlcl. no seu,asc,n­ 
drado <1plrlto dó e.todlsto. de 
sdminislrndor culto. eficiente 
copnz e humonltário, tem pro­ 
curndo e tem conseguido pro­ 
roer o progresso, o dese­ 
volvlmenlo do Pala, Bem no 
tDtanto emitir, em hipó­ 
tese lgumo, ou descuidar-se 
de controlar o lnfloç&o. 
A determinaçl!o do bene­ 
mêrllo Presidente Médic.l poro 
quo a lnUaçno nílo ullrapas,e 
a barreira <!os doze por cento 
ao ano, em 19i3, é a malar 
prova de que ele, após longo, 
estudos om conjunto com os 
J1uslrcs ministro,, . chegou À 
conclusão de que é 11bu,lula• 
mente necessário, e de bom 
ulvll,e limitar ,a mlolmo pos• 
slvel a laxo lnlinc.lonárlo. 
Se os grandes mestres da 
administração, Presidente Mdi­ 
cl e Minhtro D,llim N,to, que 
promoveram.o atual milagre b,o­ 
ailriro, nos dão exemplo e no, 
ensinam • ,., comrdtdos, • re1- 
peitarmos heis que gum os 
frnõmlnos 1ócl0·tconõmico1, não 
serrmos nó, que Iremo, coope• 
rar para a dutruiÇJo total n•st• 
r,gllo da polltic• ,conõmlco•Íí· 
nancrir• da Gove,no íedtral. 
5 -E preciso ttrmos em 
mente que Belo Vilta é uma cl• 
dade pobrt, com populaç;o ne 
sua grande malorlo constituída 
de gente pobre. 
Costelas mlrtbolantu n;;o 
se coadunam com • ,ulldadr 
do orçamento. da nossa gente, 
Banhos e dtvBnrl01 Ce uplrilos 
de grendrza não cabem no bolso 
do pobrtlro que aqui vivt, 
trabalha e sofre. 
Um dia, nilo muito dlstan• 
t,, aqui chegar,! a <nfrgla hidra· 
elétrico, Teremos cairas moder­ 
na• d, oito r.ndlmrnto; ltrtmos 
moag,ns de calcare.o, curtumrs, 
frlgoríflc0s ÍAbrlcos de calçados, 
d, brinqurdo,, de mõvtls etc. 
Então, no devido trmpo. 
ccncomitanlr:mlntc com o au• 
mtnto do podtr aqui11tlvo do 
povo, com o aumento; da_popu­ 
loçilo, tudo cr<Scrr,1 r.ipd,mente 
o progresso será acelerado, as 
const,uções serio aos milhares. 
as tran,a;õu rconõmlcu ,,,ão 
ao, milhõu, e al sim. A are­ 
cadaçio da tPrefeltur•, outom,lõ­ 
cament,, tu.; subido vo,tlglncu­ 
mente, pelo rtndimrnto de co­ 
lettvláade e nio pelo •umtnto 
puro e simples da taxação ti­ 
but,ria, 
6- Uma grande parte dos 
proprietários desta cidade, de­ 
sesperdos com os lançamenlcs 
de tributos municipais com au 
mento exagerados, com cem 
duzentos, trezentos e até mais 
por cento 8ôbre o lotai pago no 
ano anterior, andaV•m ptdindo 
paru un! e outros tom&rtm uma 
p,ovidi!ncla a rcsp•lto, Ruolvtu· 
se então fazer um pedido coletivo 
levando o fato ao confe:dmcnto 
do liuslre P,uidenle Midicl, do, 
ilusliu Ministro Delfim Ndo Go 
vernudor Josi Freg,111 e de ou• 
lr•s peuonalldade• dos quais es- 
perem uma decisão humanitária 
consoante as condições de«ta 
comun1dadc. 
«UM BELAVISTENSE. 
BEL AVISTEMSE CLAMO:E 
cem a Liga Esportiva de Bela Vista 
Esporte é fator de união 
Dia 16/06/73. Clube 
Esportivo Belnvistense, abriu 
novam,ntc Buns portae pa­ 
ra recebar a Sociedade Be­ 
Javislease. Parabens ao di· 
nfunico presidente e sua e­ 
quipe pelo 1>cilhaotist.00 da 
Festa. 
X-X 
Prestigiando o Tradi­ 
cional lá e,tavam: Cleoniz 
Zanlr,•Hideck-Leida, Dr.Car 
finbos-Beatriz,)Abel Teresl­ 
nha, Éuock-Lecyr, .Alvair­ 
Cntnrinn, Avelino--Cefe.ste 
X-X 
Também: Sr. e Sra. 
Clóv1s M. Ofiv:?irn. br. e 
Sra. Ivan Costa Marques, 
Sr. o Sra Jurandlr Ferreira 
Tony-Nlclia, Longo-ArJene, 
e o Sr. Promotor de Rela 
Vista e sua esposa- 
X-X 
Circularam: Oraldo-Te­ 
reza, Edü-Elza, Jura e Si­ 
claey, Jaisan-Jnrema, Sandra 
Ba::eto, Edvaldo, Rosz Id, 
Ramão, Márcia. Dr. João 
Batista, Odócio e n nossa 
MIiss Cell J!elo. 
• A Assembléia LPglsletl­ 
v& de Mato Grosso·:- encami­ 
nhou ao senador FJllnto Mu­ 
ller, preslder.te do Congr.,so 
Naclooal, umo mtJç!lo di, con­ 
gratutaçõc., pelos estudos que 
estão Hndo reallzado,, na á­ 
rea federal.' vi.ando a remu­ 
nereçlo de vereadores. O au­ 
tor da mRt<!rla foi o deputa­ 
do estadual Ivo Cersózlmo, 
que: crntou com o apolo dos 
seus paroa. 
n MOÇÃO 
Nn Integra. ~•ta é a mo­ 
ção de congratulnçõee que o 
Leglslallvo ato-rrosense - 
cnba de nvir ao senador 
Flllnt<, Muller: ''A Assembléf• 
Legislativa de Afeto Gresa 
1ensivrl aos ameies do povo 
que tem 4 honra de· represen­ 
tar, endereça a Vossa Exce­ 
lênc:.in n, mala efusivos cum­ 
primento pelo estudo que 
vem fazenoo, no sentido de 
pDsFJbllllar remuoeracão '103 
Srs. Vereodores no Pais co• 
mo ,e,ribuiçào justa qullo ne­ 
cessària no exercício de suus 
elevadas funções, mandata­ 
rios q:;e- silo do povo º" lla:­ 
blto municipal e, nestas con­ 
'1ções m-broa do Gover­ 
no Municipal. Polltlco cunhe­ 
cedor dos problemu nacional, 
dolai!o de v!so ampla a jud!­ 
cios, no temo dúvida 
de que o e.tu 1o que vem ela 
borando alcauçar.t élato pleno 
màxme quando pretende 
Vasa Excelencia oomo 
acentua a Imprensa deste País, 
que o próprio textn Co..atrtu- 
X-X 
Notei num: bate pa 
informl ao som dos Plp 
CnpiLJlo Dourados-Nkc, D· 
H6llo-Crmem' 
X-X 
E .•. a Elódln Ribefro 
toda feliz no lado ao s&u b· 
ve . . ; 1 ! 1 Tudo azul ... 
X-X 
Legal mesmo, é ver o 
Lino dnnçar ... e .. , co• 
mo dança 11 1 
X-X 
Mil fumncinbas ns ani• 
versariaotes da semana PP.) 
Zenaide Lino, e Arlcle 
0devar Barbosa e Mar ' 
quito Barbosa e Joll.o Amí• 
dlo Viera que aproveito11 a 
ocnsiã::i para ficar noivo 
Casal da Semana. 
Ramão-Claudete. 
imaio aa Inatos: pio h A. Injili, 
clona! Federal '!lx, o• crJlê­ 
rios e condições de perc? 
çllo de sub,ldios p,Jos'iu. E­ 
dis, por certo, leal, eo 
conslderaç!lo n!lo só a pop;;, 
hç!lo de ca!!a munlclplo, "''i' 
outro sir, a renda m nolcfi,ll, 
evitando- em algu.nB caiol­ 
errus e abusos ocorridos n, 
pa><ado. Partlclplo dfr,t0 do 
trabalho do soergalmect<> !d•' 
células menores dentro do 
prlacfpio coneÍ-ltucion11I d• 
desceotrallzacao polltioo•ad· 
mlnlstratdvo ser.i norma cola• 
cidente com o, principlos d° 
Ju.tiça que O Vareador rec•· 
ba parcela proporclocal d
4 
reoella orçamentária, cc%!1• 
retrlburçAo és deepe,u d.ueJII 
bolsad!le illaluaive com vll­ 
gen, pelo Interior de ,.ui 
munlcfplos, em muitol caso■, 
de vaata extenaao tertltorla.
1
• 
O L-.glstaUvo fatadual Mal0• 
gro,senae externa a VoiP 
Exelencla os mais .,,1uafdtl­ 
cos uplausos pela meritórl 
trabalho que vem .elaboraAd
0 
Com &erie.iJade e acendrsd° 
esplrito pübIteo barca4e,f 
lraas(ormaçl[o cm reallü • 
de uma aspiruço jüsta d 
quantos exercitam a nobf 
Cunçlo de Vereaaça, em J111" 
niclplo• atualmente no co 
templadoa com corremo 
dl!Dte retribu;ç&o r-emoefll• 
tórl.t. 
J

'l'rlbuna rlu Froult11 .. 
Junho de 1973 	J 
K O I S s f XP[llfNJ[ 
) 
·Dia 1 de Junbo de 1r7a, 
hOxla•I• 1rn, (11.i t1e 111 :1!1:!. dlo. qut, 
ue fclllerlrutS d11 Uha. de :.tJn. reu 
nun•SO,. p11ra' luvoeru riloH do ter .. 
IUMade, A IIh de Man está locali­ 
zndu nll Orá- Ur< tanl,a ciltlca. o 
museu d lha, ut.da urna prc• 
ciosa rollqul•, • 1 vro •Grond Al­ 
bert .. , e.acrJlo cm l,tll.u, l!"nncia, llr. 
cnh:o, behrou e nlc u!'io Ntm. o 
rtih Museum po f li um f'Xem. 
piar, 6 umu rarl ludo ol>lçada P•lo, 
etudiosos da Mfgl +, 
X-X 
•Exutumento .i meta noltt dn 
véspera de finados h pra 2 de 
U0V('lllbro) ulnumu.., fullllllae des· 
cendentes de italiano, no Hlo Gran 
do no Sut. costumnn, 11trvlr umn 
cela festiva os mortis da casa. Esr 
t1111 1.: um ,lo!I multo~ ('1
1 Humeit cbli-a. 
nho e iexpllcvel conservado# 
por eMsa colrja. u ripem, dever 
ver procurada ma toma unti,ga. 
qunndo o oulto do.-1 nurlnH ""-1.tin 
banquetes funebres ( !t•vlrtu Plnnl' 
ta Junho) 
X-X 
·Os médico stvlétlcas estão 
u,ondo o ruido em .U.t1s~lrnn frc· 
quine.lo. pura Holdnr t ,:-10, pnrlidoH 
do cor?() humano. 
· Y-X 
'SJl~llndo li P. 111,v .. l•ky. Oo 
takures do Hazislo (Indl«) entre 
º' QUBII nAo t:. ri,ro l'ICOOlrar ~º­ 
nboras de juventude eterna, que 
se dizem descendentes dirvtos do 
Sol (11urya-vonsop), Jurnuls so; 
meaclo.m Olll 48!1llllO, muudB.nOti 
o guardnin, por t.écµloe u Tio ti. 'CS· 
pora de melhores dh.3 p11r11 o, bo. 
ruttn•. oa lnnudltos lL'"'-0uros de lltntl 
ou doa •llnns», capuus dt! eclipsar 
ca malerca da hl:;tur13 E.s:,Oti to"ku­ 
res urya-vansus parecem possuir 
cmtlD lruns- ou Palil'tBS llâcic:nil, 
quo podem 1ualar in,taotoncamcntc 
no, tlcrus e outros nnlmaitJ. O!or 
Gruua o s,lvaa <io lliodusUlo) 
X-X 
•Aglodo aobu~ c6lulo.. e.mbrlo• 
nA.rlas, um cientista l:ODsc~ui rnbrl­ 
cor monstoY. Outro tuantcvc 'lvo, 
por -tS horas. um Cetu c.lc deZ e­ 
roemas, ton. do ütero m11torDO 
h..xlAte um opt1ttlho c:npoz de anuli­ 
z.11r ui funções dt1 pluceotJ. durnnle 
lodo o portado fobL 
Um cuaal podtrà, com u aJu· 
da clécia, ornur um be per 
t«e w@use O 
·ELstem no m+-++ 35 esli 
J.!""• npestlf db mola laUlo&a ser a 
c..10 1:.~tto, porto do plnlmldc de Gi­ 
uh. A asllage tem sldo estudada 
por cenlODUli de pesttUlt1acJore1. 
Dela tiC diz que contem o ruumo 
dt, todo• os conhecimentos antigos 
ae aocloloi;la. p~(cologla. o leologJá.. 
Pierre Wcll 10.açou na Frnnça o U 
vro: O Segredo llu Ea:lfDRC, uma pos· 
elvcl rcspo1lao lao4.'!S illlcrroi;aç-õe:11. 
X-X 
·usando cumpuU:uJrce e ra.los 
X, os.,Uouti11to ,da Unlvc.ri.ld.:idc do 
±±. E%a: 
a reatdsde d·9ma eretese 
•'l.in.buoanco 6 a cld;1do mal& 
anUttt. da Terru e so encontra 110 
1
1c.ru. 011 a.tbtos ava!lo.m sun Ido.do 
entre 15 (() mU n.oos. ?{rua otdadl.l. CI' 
lá a Porta do Sol. munu111cnto rli' 
tranho. coberto d~ hfcrói;Wo1. on· 
de o cnccuhrlro ttovh'.nlco Alo.xan-­ 
dre K.uuotJCY ldrnU(1cou um c:a­ 
leadarlo veoublaoo do 2:!5 c1lad. 
•o loelltnlb. do Ficç4o Clen' 
u!icn. .ApllCAdO., Dll Uniilo So•ICIUCtl 
o o grupo Al(TOROA, nu lob,'Tatc.r, 
ra cont1tflocn: ceou-os de d.UU840 
do ldóiaK novzh,- 
X-X-X 
No taiLe ntre o Paleozóico 
e o Mesozóico (por conseguinte ha 
200 mÍtbóos de' anos) um aconteci 
rnc·nlo,t.ósmlco devi;, tt·r l'.ltluencia' 
do a Vldu ,obre • tura; pula no' 
qu• lu tempo extin,, ulrnm l'e rm 
numero t . .o onur,nc ~spócle.1 um· 
mais na agua e n terra, que·não 
pstee coneblvel uma usa pura 
m,nte lcrrena dê>Ke nnlqull•m•nto 
,m ,n;;ssu. No tmblo doa teo6me· 
no& hoje cunhe.01do1 pode-sa im,,' 
t, como única postbtltdade de 
um11 tol lnllu6uclu r<lHrnlc•, quu a 
n Terra f0se envolvidu por uma 
dosu l'IC'
1
ndo 'lle ro.tJinção cô,mtca. 
Coo cusa mi prorável de um 
tul roptutlno 1turnento da r-dloç.So 
rica ndmulto te o, aparecleto 
du urnu suw·mtiv.a próx1mà A Ter• 
ra, a p0» 1-.aut....• cxplo,aa ,de umo 
estrela, (Pseuul Jordan). 
1 XX-XX 
A Clouci pesqulsou a es 
trnturn <lo u:,tl>ro alé nos íalllruo, 
•ulcott l' clrcun,·01uçõe.a conheco 
lhe uw dimeuoues e o péso, Las o 
tabe dizer purquo un homem se 
h .. r11t1. um J!CUlo e o oulto um tole 
X-X-X- 
·u ?>t. UuV"ld .,SarnoU, conhe· 
c1du como cl:'uture•. progno,Lica 
quu dentro ue dez nno,, ciocor, 
p1italiblo tubérc:ulo!te, outro■tJag•• 
lo» du humupldhda terno pcrd.Jdo o 
liurror, i:.'l:utamcnte como bojo a, 
grades eptdemias do passado, a 
et e a coleta. 
X-X 
O llt. liclo, Lcbwaoo, do 
Unt'~tali..h,dt.! McGIII, previu. a iSu• 
clJb::rtu de umu drOitl qua d.Julp•• 
riu r.. t1i;rcl'l;,I itludu. uma pJlult1 
uutl tesão. 
X-X-X 
Nu Un!vcn,Hlade de V!t1n1.' 
tcr.snrnc.J, o U1nuor Ou Facu.Jdade 
de Mc<ildao, Pro!. Ô. S. H•Jn• do' 
tionvolveu uma. ecnlca para manter 
mulher gravida cota eu obdome c 
P1!lvc cm uma tenda. de plA1Uco. 
uu. quu.l H. preuao é rcduz.1du por 
uma bomba pól.fll um qulllto da. 
prCb5lO utmo.i,tc,ku, UDl Wélodo a 
que Olo tlcu o uomo do tle!tcow, 
pro::u1üo, ou uxlgcouçü.o laUt.l. O 
uutam•nto 6 lcltu <Jurante mola 
lloru. dllU't~ uo~ tllllmot1 dez tJlu 
do Crti.lact e .UJc10 dod 11'bu.1Aos 
de parto. A redução de pressão 
lJo utcro Coi plt:l~Judu. para rcdu• 
t s dotes do parto e também 
ajuda o ague materno a circu.r 
malt, liV"rcmcolb. O l.'ru(u1:11or l:ie.)'o• 
tlcou :;urprt. co<1Hlu qu.i.odo, um 
uo após uus experencius, come' 
çou u. rccebt:r oouclu.e du m4e1 
de que 011 tu::u, hlbo.:i nascidos ois 
eais coudlçÕt!• crum c:::pcci•lmeute 
ttellzetes e lacaente adianta' 
d0d IIID bt!U 1.h~bC(l'olvtweolo (lllco. 
Logo e verificou que luns des 
es bebês uperoxigenados eratu 
realmc:uto iEXcq,c.looa.11 como AAU 
Ocrtel, quo r~apool.l.Ul uo lule(oae 
nos 1:J tncSCb e. luh,va. quatro ldto 
m.u, uo11 tn:a anos.. 
X-X-X- 
NOSSO RECADO: 11,,pcrar 
o lnvisl•cl com o caplrllo aberto, 
fiem 11rcconcchos e adotar n pu• 
qultin. doa fe.nOmeooc. lmparclaJ• 
mente. ó 1evcr do bomem có.smJco 
luvistense, nossa época exige 
umo muulc hvre • .nGo adote pen.a· 
me.ato~ a.cg;a.t'01. o muado que 001 
r-odclu é rorç::i. ae um conjunto de 
vontades., aUc-so a t:!Ua correnta, 
cm!Uado ~DJJ.amontes de pa.i:, 
amor, proxresio e união, 'ido e, 
queças: A mu.n.clrtt. como peas.a.R, re,. 
percutir. Eeu modo do viver. 
DRACO 
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Ültimo página 10,0Q por c11>. 
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LEMl'
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Os C r$ 40mil da LEMA T pode mudar Sua Vida .. 
COMPRE- logo seu bilhete. 
Entre nessa, meu amigo. Esta semana pode mudar em cheio sua vida. A Lemat existe 
t 
1 
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DA 
para faze-lo feliz. Compre hoje mesmo seu bilhete e olho vivo na extrasão- 
L Mil 
Revelação 
Vovt ubla 7 Você sabia 
que cu te amav.a 7 Nio. , • vo­ 
ct não oodla saber. 
Voct nem acqucr not,va, 
qUt cu Ílcava sempre cspuando 
para te ver passar E voct .•. 
vocr passava indiíercntt:, . com 
seu olhar distante e aqutle Jeito 
de sorrir que só voct tem 
Eo meu coração pulsava 
lortt. miei,• vez auer,ndo grlt•• 
ltu nome. mu nutu horas cu 
pedia a Deus «penas: 
• - Receber um sorriso teu, 
e morrer drools 1 1 1 
DE 
Morrer com a ilu,io de qu, 
tambrm me •m•vas. A llu,10 
qur só ern sonho, podia ter. E 
então minha imaginação voava, 
dando asas a todo meu amor 
oculto e cri•ndo situaçõu do 
perfeita felicldade entre nós, ma, 
a0 acordar eu cala na tite rea. 
lidade de saber que meusísonho, 
eram'"impoulvcfs de acontecer. 
Hoje eu ainda ronho • , . 
sonhos de remorsos, de angústias 
me pzrguntando: Por que 7 
Se antzs eu sonhava com o 
lmpossivrl ,u tinha al9un,a eape• 
rança regada de fantasias de mi­ 
nha alma enamorada, de que tu­ 
do um dia se tornasse r,Blld,õe. 
e, hoje eu sonho na certeza de 
que nunca» vai acontecer, 
Porque ? Porque meu Deus? 
cu ndo tive coragem? Per qut cu 
não te confessei o que tlnha no 
coraclo 7 
Oucm tRbr a sorte me sor• 
riria e num sorriso tu diuu que 
aceitava, meu -,mor 7 
Agora é tardr. • todo ar­ 
rrpendimento é Inútil. 
Vocf. Morreu IH morreu Hm nun• 
. S. APA 
De Alfcu Batista Gomes 
Plea-Azulejo,-Lnv11tórios-Madelra 211rrada-Lad1llho&-Tljoloa-Clme11to,­ 
'l'elh&,-Ar<1la-Manllhas-T111taa -Caixa D'agu11-Ferroge111- 
Temos Tudo Para Construir Sua Casa 
Rua Voluntnr1os da Pntri!I - 1082 Fone-133 
Jrho 	Pá tl • 
Loteria 
do Estado 
de Mato Grosso 
Agua filial em Caracol • Avenida. Brasil S /H 
Direcão de Alceu Batista Gomes 
·N6s acom pan~amos o progresso do Sudoeste 
A 
ca rabcr que cu te amava. 
E t para voct que tu ,, .. 
crcvo, ,~ e:,uu,r Um melo de vo­ 
e! ficar sabtndo. deve. uistir 
tanem um meio de me rupon• 
drr. 
Ou<m sabe um dia .. , 
Eu espero. E espero que se 
não Hór possivel realizar meu 
sonho na terra, quem ,,bc cu 
Possa. a teu lado ser feliz no 
Ctu li 1 
TÉA 
(T4nio P .. qu•linl - J1rdirn) 
Gêrmlo doa Subtenente, e Sargentos «PEDRO ROFINO• 
- Fundado em 09 de abril de 1961 - 
Oficio n• 01. Seo. Circular 
Bela Vllta - MT, em 30 de-Mala tle 1973 
Do Presidente do O S S P R ao llm•. 8ra. Diretora do 
Jornal •Tribuna da Frontela• 
As»unto: Comunicação (taz) 
1. Compre-me levar ao conhecimento de V S, que to; 
empos,ada. no dia l? de malo de 1973, :a nova Diretoria 
desta Entldude, para o exarclclo de 73/74, 0~11Stiraida na 
seguinte ordem: 
Presidente -- 2 Sgt Al(ntdo Loureiro 
Vlce-Preaidente - 3" Sgt Geraldo PJato Sobrinho 
1° Secreár!o - 3 Sgt. Isaac Er:aga €11:npo■
2° Secretário - Civil Hildo COl"Ollel Vledu 
t• Tecourelro - 2° Sg Odemar !ledelro• 
2° Te.ourelro - 3' Sgt.Jorge Cartapattl 
1• Suplente - Civil Waldemar Leite doa Santo■
2" S11plente - Civil Jo■é Glaneyr Flore. 
BlbUotecário - 3º Sgt lvll José Rodrigues 
Dlre_tor ao Dep. Têcnlco - 1° Sgt Adonla F. da Silva 
Presidente do Coa,. FlacaI -. 2 Sgt Sebas1o A. Senhorie 
Secre:1ria do Cone FIscal 3° Sgt Eutráso Gaiteia 
~: Voga! do Cone. Fiscal 3• Sgt Annlndo A. Roasato 
- Voital do Con■• Fiscal 3° Sgt Jollo Lur:eno de Je,aa. 
2. Sem outro motivo, aprevelto a elliejo para renovar 
01 protestos da mal, atenda consideração apr1&e1111J1do 
11& 11081118 	• 
Cordiais SaudaçOe, 
Alliedo Loureiro - 2° gt 
Pnlldantc do &ssPR 
-

ANO II Bela Vista, 24-06-73 No. G4 
U
-- .. 
1u 
M til Mali e a [tal l1si 
lvnldo Pereira 
Tribuna da Fronteira solidaria com 
o Jornal O <cMunicipio» da cidade 
de Amparo SP. 
O Jornnl ,() Município• tralrnlho evolutivo de um 
da cídode Amp iro,- 110 Es- Jornal. algo sujeito a domo­ 
tado de Sã 'Pilo, uva hçórs. Destialidado. Quan­ 
t•ma lutn coulr,, o Pt~•feito du uma Adwínislrnção não 
nom<,ado dnqn, ln (·idade os• ncowpanha ns dlrilrizes Ira• 
!Ancin, O Prefeito nomeado çadas pilo nosso insigne 
da turistica citado, Pro- Presidente. ola ostli sujeitn 
meteu massacrar o Jor, a crittca5, mns, ., •Chefão> 
nal mandando um trator de AmpHo, uão aceíta 1t 
Arrnzar o prédio, omlt.1 crltí~a o ptocura demolir 
tunclona o va'e11h1 orgio o~ quo impedem o seu cn- 
de imprcnsn. 	mínbo dc"•t~atoristn•. 
O Diirio de Limolra», Nós militantes da Ím· 
tambóm!solidárb com' o pe- prons~ fnteríora1m, jornalís­ 
quono -gronde jornal, pu- tns JNl' ldc1il, na maíoría 
bhcou um artlgo a reapeí- das vezes 1:screvendo, pro­ 
to da urbitr11r1etladc prnti- pagando e díslrlhufndo o 
cada pelo •pllrlóllco> pro- fruto de nosso trabalho, ví­ 
fdto: ... A Luta de ,O Mu- ~audo,_i.dwa do tudo es­ 
niciplo• pa:-11 sobreviver clarecor us massas, uiío n­ 
com dignidade, é dupla- coitamos o uso da força, 
mente simbólica. De um la- para fazer culnr um jornal. 
do, ela nos cole a todos Nós que aceitamos a 
perante um 'drh mu dilirlo e Hcvoluçüo do 1964. como 
nacional: a batulha que os dofínílívn e restauradora. não 
municipios travam pura pre- adlwítlrnos AMEAÇAS 110s 
servar o que resta da sua homens de Imprensa. 
nutonoml:i e de suns tradi- Nós que não admill­ 
ções como centros de con- mos erros das admíoielrn­ 
vivio democrntico. De outro, ções em troco ..'!e favores, 
11 resist~ncia ~:i pequeno não aceitamos a imposição 
jornal a um prc!eito hUto- de ldélns anli-demacráticas: 
crítico vale como exemplo Nós. qut encaramos o 
oferecido a grnnde Jmpren- o joroatlsmo como fator prf- 
1 1 1 
mor,Jiel da formaçlln de opl- 
aa nac onn • Ela merece 
II nlões, nar.. podemos admltlr 
solidariedade .:!e todos o,i BESTIALIDADE: 
jornais do Brasil que não -:ir; Nós, que nao uzomo, o 
perderam O senso da reg- jornal em beneficio proprlo. 
ponsabilid:i.de e dos valores nllo podemos aceitar a ARBI· 
éticos inerentes á missüo da HARIEDADE de um mau bra- 
ellmo. 
imprensa. Pelo Brasil afora Nós. que entendemos o 
proli!etnm prefeitos como mensagem do emloentl' Pre­ 
ésse. Fatos recentes, am pia- Bidente Médlcl, no pronuncls­ 
mente. divulgados'. pclo co- menta •Jogo do Verdnde., não 
1 O E 
podemos concordar oom a 
rajoso jorn!I • ;, stado de al!tu !e do prelelto de Ampa­ 
São Paulo•, comprovaram ro, o por nllo coooordarmo&. 
que até na cupula:de Ad- lançamos o nosso brado de 
ministração pau!istn, por SOLIDARIEDADE. Prossiga •O 
exemplo, impera uma men~ Munlolplo•, eatamos ao seu 
1-1· • 	lado. 
"' idade em. tudo semelbon- Saiba. sr. Prefeito de Am- 
te à do grotesco tlronete do paro, que 
O jornal, O jorna­ 
Amparo. A contestação não llatu, o jornalismo silo ele­ 
ó admitida, a critica· é re- mentoa delermln.intes nu vida 
cebida como afroata, o di. Individual como coletiva. ne­ 
alogo_ 'ileºmoc;álico, tido por llhnmn pessoa; n,rnhum ou­ 
d , 	clco social pode passar sem 
csa110 9UbveraiTo.,. (Dl:i.rio eles, e alaguem tem o direi- 
de Limaira). 	lo de uzar meios orbitr6rloa 
Pcnsavamos que 11. Rc- para calar a voz da lmpreo­ 
vo!uÇào de 1964, tivesse es- aa. Jornal Sr. Prefeito, o 
tirpado. dos administrações ldél11s; Ideias vlv111 que nllo 
.
os folsos brasileiros, mas. podem ser demollda3 por tra­ 
tores. •O MuolcJpio• està 
elea:•teimnm•::·em continuar tno•traii:!o o vlor de seu, 
no mando. Nossa imagina- HOMENS do imprensa, na lu­ 
çlo s6 pode ser superada ta para preservut 'os Ideais 
pela ropnlsa •que tal bo- demooràtlno, o merece o n- 
. 	polo de lodo~ os orgiloa de 
múaoulo desperta. Arra- Imprensa do nosso estado. 
sar um prédio onde lun- •A luta pela liberdade 
ciona a redação de um jor- de lmproll.la eempre foi lrma­ 
uel. 6 lnadimiasivel no atual nada ao aper!dçoamento ru­ 
guverno. li oonttaria na nor. lstu das democracJs,, contu 
:! 
. do nuncl de1vlnculada das 
llll.l! emocraicas,; dcfend:- nt-oeuid~deo dti controlar seu, 
das pelo nosao glorioso E- llmlt•• na procura da LIBER­ 
xercito, e por nossa ím• DADE COM RESPONSABl­ 
prensa livre • sobsrana. LIDAJ>E (E,cola Superlor de 
O ditador de Amp,aro (oito Guerrt,) 
anos no poder) ,nlo àcei- . •lmpren&a quarto Po:iu du 
la criticas e conllidcra o Democraclu• 
Ubaldo Barem 
Verbas Federais 
Deputudo Fedem! Ur. 
Ubol1o Burém d,atlDll vcrbno 
do su11 cota pessool opcuoa 
do :Mlr.lstérlo ria Educuç3o 
parn esl!< munlolplo de Bela 
Viola, como nbulxo de,crlto, 
bom como parn oe munl:lplos 
de P Porii., Amambay, Jguateml 
Aquidnu9na, Brlo de !!0!g - 
ço, Campo Grunde, P11rua~1- 
bll e Rondonópoll9, pois no 
v~rb11s ainda d11 suo cota pes­ 
FOBI do Mfnlslerlo do f'iuoe­ 
Jamento serllo llber11tla• no 
egudo semestre do corren­ 
te ano. 
Bela Vfalo: 
B11nellclênolB Hoap,ta lur 
de Bela Vista CrS 13.000,CO 
Socied11de Evung•l!o" ,Je 
Pcoteçllo aoo Deanmpur•dn< 
do BPlll Vlst'l 5.000,00 
Escolu Poroqulnl Santo 
Afonso 5.000.00 
?orb Murlinho 
Escola Nossa Senhoru 
das Grçus 5.000.00 
Pavlmentxçllo de Estre. 
das de Rotege 
Ainda na Cllr.11re Fede­ 
rol o Depuluflo Dr. u::, ,ldn 
Sarom pediu provl•iéncla• n,, 
Sr. Mlolslro dca Trouapurtcs 
pnra a sbortura do concor­ 
rcnclos pero a p•vlm•ntoçúo 
dse seguintes uolrndne: BR 163 
Rio 9rflbante Dourado,; UR­ 
:JiS- Dour•dos Peranavol e DR 
070-Culsbà Caceres. 
Go!lamos Imensamente do 
emp,nho do ncso talento e 
es!orcudc representante na Cà­ 
moro dos Ueputsdoa, semp,e 
rernlvendo orublemns vitais 
pa"a o desenvolviauento do 
nosso E,tado. Com a pnvimen­ 
toç1o da rodovia-Dourados-Pa­ 
ranava1- i;rdtlcam,nle Mato 
Grosso ligado ao Sul do Pais 
diretamente pelo Estado do P•· 
ranó sem n,ceasidode de f■zer 
o volta por Epltàclo no E,tn­ 
lad o de Sao Paulo 
imi lira te lia«toro 
Mobrn! (Mc,vimemo 
Brosileiro. de Alfabetização) 
lnnçou o grandim;o concur­ 
so ''Prêmio Mobrnl de Ll­ 
tertura", com prêmios de 
15.000,00 para obras ioódi­ 
li,s em· todo território na­ 
cional, 
Os intcre5sarios devem 
solicitar maiores informa­ 
ções 110 ugenle de Mobili­ 
zação do Mobrnl: Jo;é Ro 
nnldo Teixeirn-Run Jouquim 
co. vite 
A·gr d- bi .i 
Mortinho 2.300-Cnrnpo 
Grande Mt. Os jovens bela­ 
TÍ~enses e jardinenses de­ 
"ªm pnticiparem, pois 11. 
literatura 6 n alm:i de um 
povo, e sua mais alta lor­ 
ma nc comuuieação. 
Oca ai Athan-lo Loureiro 
Jac turra: lmbruç agrati­ 
l de convidar ete cluu.sta e 
wphor para -tiros no uh 
Paroquial banto Afono mo ato fra­ 
terno da Irr.ilias cato!! o que 
per!ódiamente fazem ats reu­ 
n.os do Movlretuto Cristo o.s 
Prtucpsio de desse«das pe­ 
óas desta dade- os rol ta, 
Go,!tl 1:rnito du• 1iot1r. ., ho­ 
raa daquele convivio de alegrias 
lntc:n.o culto o. 1ê e , rença em 
Deus. Deque o no»o m'go 
Bafom: qu(I com rnuftl dr:J'!Uvoltu. 
r11 clirti1Ju o, trubalhod coroudos <lo 
hilo, , 
A rt.Jolll Iatrnclo era Õ'lr 
111:1t1 ootkl.t ,tmbolfca lóiobr~ o ül'l~ 
mas o our D Jacy ['ar os Ir­ 
mao,, d-llb.rd ler oqullo que elu 
dl»se sobre a - Esperança Instada. 
V. Jacv Ct}dCu-mo HCU e.ocrlto- 
EoU!o minha ldtln mudcu. 
psra que fosse transcrito nesta 
coluna tfio l'lCprurlvo quao belo 
dt,curso prorcrJdo ;ior es.a ilustro 
e culta cfam• de nou3 •ocleaado. 
Abo!IO, 31 belM, e 1>1omeolo­ 
eas paJovrtu <lc JJ. ,Jacy: 
• Meis amigos. estamos no 
til de Malo: O mes do Marta-ma 
dns flores· mts das mies. mês da 
.ü.perallÇIL 
Parece-me que no cor.çao 
materno onde pars e aninha a e8s 
Pl'MDCU· 
Mf:S DAS MA l::S Pe,;o-lbes 
um momcoLO de Ellcaclo em memó• 
ria de nossas mies (do Athaaslo 
e minha que parlJram deste mundo 
nc,Lo rnê:r :,, inlnba raz Jubt~meote 
doze unob). 
Falei-lhe mCr da ESI ERA.N' 
A trago lhes uma mensagem o 
bre u esperaça essa palavra bo, 
alta. platad,1 de v,rde e olmbolizll 
um Ideal recon!.orLJ uma fé nos 
dá força de vencer.. 
Onde ha um dt!Bejo b.i um 
carr.inh,', e 14 t:nWla. est:1 a E.spe" 
rJOi_.il, t>.s--se ponto que r-econbece­ 
mos dentro do JJós, ma, que só 
existe com 11 força de urna ló viva. 
No aianta termos um ponto 
de psrtd1 +e io edtivermos Jm" 
buldos, cheios de espennçtl em 
atingir u Ium. 
E,t.o. esperança que scnUmos 
to intimamente ver de una fonte 
quo no:t lo.CuodY a.e.i;;u.raoça. é su. 
perior nós, só pode vir do Bem, 
este ser supremo que é Deus A, 
Espcrooço ô o próprio BE.1.1, ela 
oa.o provein o MAL. 
Idea1Jz1mos, con!lamo, na 
espera, nI promes,a, somente do 
que é bom. 
Sendo bom é nm bom, ó 
Amor. 
Nos momentos de uíllçLlo na 
dór, nas horas do desconforto da 
:;~paraçGo, no infurt;,.nto, no aban" 
doco dos omi,o,, lá e,tá Ela, sem' 
pro nos acenuada com a sua 
gtonde promessa: Espera... 
Quando pensamos que ollo 
mats 5uportarcmo~. eu1Ao, atu vem 
a grande graça, {a prova de amor 
que ó nesse monento recoobece' 
mos. tudo passa, momentos e horaa 
1las virão, melhores, trazendo a fe 
licldt:t.dc. Horque só damos Valor a..s 
cousas que amamos qusndo esta' 
mo, na c.mloeocUl de :>erde-.las. 
l::s!e f.acho do luz que nos 
invado, marovllhoso de p,u e se 
renidde nos renova para a luta. 
E com ela, com o au& compu.nhit1, 
~aportnmo.:1 e cspr.ratros. 
E que é c,sa força? •<:n'1o 11. 
rc. o E.tp1ril.Q e u Graç11 de Deus 
qu~ nfio nos :ibondonam até o fim? 
E umr. :i:l'liçn lc••gotavel. é 
u atlaoça de Deus com os seus 
Ulhoó. 
Só '"Slori@amos o Esperança 
quando nos liClltlmos completame.a• 
to loCcllzea é ne&SC" oa;e qu9 Deus 
no, rc"'clo, o secumos que sc.m· 
• 
s1mo 
População 
Espera que 
Sul cumpra o 
pre eistu no nvnso l to, t 1o 
li. r e,heemas o- 4 t .., 
ta e inpot t!a 
Se n&o con!tu;e4. 
e pio reconhecertgs 
trsa tatus qu ptoem d 
de Deu, para conoto, en!4o, e4 
tanas tomnp'etamente drrtata 
1!!ttes. 
Deus iuturde-tos Eype. a 
a 4tnr t da Cé, 
f. precio pedir s Iwus le 
para waber enfrentar a vida, eptlo 
al etá x espvrançn em tua or±de 
Se ndo fo,e.nus animados 
por ena luz, como pod raros h 
iar IHll<l tanto~ atlllivoij proble,raJ< 
(IUO DO..i lltJJJi:tc/ 
A descrença, a desesperança 
nos torna covardes. 
Nada e constroe eti tvpe. 
rauça. 
Essa crença é um ideal 
e somente por um Ide! nos eter. 
amos Intensamente e, e«e «frço 
trfl.l conteut1t.01euto con~li!(O rne--a.o 
e • culorl• 187. rccom,ç,r • Juta,< 
porquo ex:Jste u füperan1;,1. 
As lembranças que r brilhAt!t 
cintilantes em nos+aw vdgs +ão 
01 do:t mornt".ntos apafxonantu dr. 
apllauç:io de nouao encl'JIJU • 110 
momtnló• do swper'Jçio. 
O que a Juveotudo de 110
1 
Jr, cbel11 ,lo lnlcllgencla. • carla,I 
dde? wenlo a nossa eperança da 
tutuanhà em um muodo mefhcr • 
mais humuno, de,d• que cad.a u,a 
de nós nos l'forçumoa e TU dar o qoe 
••i• a menor p11rcelo de nossa ! 
e Amor. 
O 1iroprlo Cristo viveu 11 u 
perao~., de prome'>All de K-eu Pai, 
sofreu a morte atroz na Esperança 
de u:no grande Prom,ua de JIJ. 
dooç4o. 
!cobuma força bumana seria 
cnpnz de cxlln11alr o Pnder ::>Moo / 
que habitava oa humonldtlde dt 
Cristo unido o Esp.rito de Deus 
o corpo do Heobor ;.devlu nect.!lit: 
riatete resussltar e, Ele o Hho 
de Deu8. Cipt:nu·a a eua rcsurrer 
çáo. 
Num momcnlc, na h ott. Prv­ 
eslllbellclda Jrr,,mpcu Jc1u1 do 1e' 
pulcro. ro1iontc, glorlo,o e lmortnl­ 
A morte' deixou cili 0 eu 
lmp~río, a Juz trJuo!ou das treva5. 
Era " boro aocfod11 pdo& 
Dlulpulos. pelo• acculos. a borJ 
aguardada peln E.!J>'IN109a. 
Um novo dia começou: O 
primeiro de uma nova Pé-de um.a. 
nova Esperança, de um nevo Amf 
entro o, homens e as,lw a ,no!.l.l 
fé su reveste duma espemnça qn.t 
•e tuodacnecta. na verdade,. J.o.aba• 
lavei. onde ganha •entldo e equlll­ 
brio. 
Je::iutJ rc,uulton e ao, qu.e 
o amam aoe que o S-eQ'Ue.m ilue: 
.%2.%0 
cb.1~15 o a mão DO lido: Sou eu ✓
me.Jmr,, que venc! a morte. 
• Ide e ditei a todos os ho­ 
mens, que vou para meu Pai e 
Vosso Pai, para tu Deus e Vos­ 
so Deus.- Na casa de me, Pai 
tem multas mon.dos e eu "'OU 
ndtaotc pr-~pc.rar-vos uw lugar' 
e, os que o a.mam o s;c;iue :, 
aeli[uem. vivem e confiam nau d· 
pernuça. 
Todo..s a! coi,as parece:, 
oovn6 como o~ madruga.d& .d• 
Crieçlb. 
• A E,peraaçs é 1>>-Z. e lmcnJS 
p:u; que 11<! renova em aurora• v'f. 
bn,,:-r,, de Uni4o • !r11tunlda<ie e 
a.mor 
RolistA 1eiga: J•cy. 
B. V. 31/5/i:l. 
Exemplo• vJ•l!lca.ote par• nr 
homrts que pcrder&m a I.6 e.m si 
mesmos revigorar a wegura7ç3 
que nos da s esperaça, aan" 
há nobresa de corsc:5:o e ee -.~ 
em Deus. 
de 
Jo::n .Tola 
Jardim 
Vlasão Cruzeiro 
prometido: 
do 
1