NtElifl l<"uudr,dor ANO li ilhi! J?M IÍl!il J Jhi :;;,,---;$@- Liberdade com Responsabilidade Bol.J Ylsht - MT. 24/00/73 _ ...n:-·-:--- ili! Jh.Jhh $ Ili h~ -- iõi77 MATO GROSSO TEM URÃHIO !iollciaa oxlra oficiais diío conta de que foi Jocalizn­ da uma reserva; urnnllorn cm Moto Oro~so. L<:ssa 1esorvn, llegundo us moemas foutes infrmntivas, já estria devi­ dnnrn1Jl0 localiz1Ldu <, id1mll!icadn. Km bom ní10 posso ser conflrurnda, s11be-&o quo 11 companliia du Po,quisu do Re­ cursos Minorai, -- CiPE - estio trabalhando pata veri­ fcar ocorreneís minorls etn Mato Grosso. «Coluna do Jota Escola Rural sra Bl'VI­ ta. O Sr. Deputado 'Estadual Rubm novos atrativos, mols cxpostoru de aolm•h e produto, indu•trial1- 2ado1 r o que mais vai sUr· prccndu, certamente. slo o, produto, agrlcolu, que ji •pa• recc:m equl em quantidade volu­ mou• e de oualldadc ~,p,cial. XX XX Viaçio Molh No ln'cio do mês vindouro vai entrar novamente na ['nh São Paulo-Bel Visa essa impor­ tante Empresa de Transporte de Passegelros,"conforme contou-me cm Ponla-Porii o ! adeus. Em meu nome pcssoa.1 o no nfque, negando tltó o próprio direi­ to de ser JOVBM. Porém Mir­ ou, preudeu asim a ser re- 11lgnada ,. ncellar lu1o Bem queii:ar-se do nadu, sondo uma garota eorpreensina 'o miga do lodos que del/1 10 aproxi­ ma em busca de 11ui:1Uo. Ti­ nha apeaa 17 anos mas j4' agJa õ pen,sva couio um adulto, vivido e ui:p•rlontt1. C que também diZla aem­ prc a Dlrce era: Não 11el ate quuodo Irai suportar tudo luo. pois até o rapaz de qnom eu mais g,sto perd!, porque meus pala não qutzersm aoolhr nouo namoro e multo mena■o pe­ dJdo de ons11menlo quo Ro• berto llz. - Tenha coragem Mlrna enoorojava-n Dlrco, Roberto vai e,pen-la. -. _ QaaHnada Dirca e, le,é noivo e ó desejo que e­ le wej feliz, como o é sgora. - Dluo nlla lenho cor­ ln:a dlt•• Dlrco talvez esteja noivo s6 "para tmostrer a 1eu1 pais qu, ele é capaz dl1&0. - O que não modlflca nads-responde Mira. Se ele tivesse opinllo nAo fari» leso. Pasur,m três anos de­ pois dtese diálogo. Roberto casou-,e multo brtvc e Olrc~ hã apenu algun,;mê1es. Apt- 11r d• t•r lutado multo Mlrna nlio contegulu dluuadl.r a d11eon!Jaça, a lrleza e o mo­ do de P•11ear de aeu, peJ, Era I1lba única e conto va a: gora %0 ano,. Porém um dia ao atravessar uma du c:nai• movimentadas ruas c!e Vl!a No­ va, !dfrn11 atlrou-10 &ob um carro em alta velocldadt. Foi socorrida em seguida, e nu, poh foram logo 1vizad01, No ho1pltal, !reotc a 1eu1 pais, Mlr:.a dlue - Pe_rdoem-m.e, ma• eu Dllo suportava mais viver, co­ mo vivi até agor., Espero que pelo menos compreendam meu prlmolro alo do rebcldla, e re- 0D81, Adeu1 papal, ad•u• ma­ mãe, que Isto sirva de llçllo • multo, outroa;pa.J.a. Mima morreu, mu nin­ guém a e,queceu. Agora sow pais são reslgnados e aalgos doa !ilha• do, outros. O • que ac(Janton tanta me1qulnh1:i com a filha q:;e tiveram. O carinho, apJ!o, co,,,; preensio do lmp...,,dndlvei, na vida dos jovec,. por par: te ele ICUI ge.nilDrtl. 2a Exposlslo Internacional Agro Pecuária-Julho de 24 a 29 Triuna da Hroatelrao --------------- Bela VJ,ta Pszda ? A GRITA DO POVO Brasinha na Escuta SõbrH o Jmp6sto predlr1I e torrllorlul urbano exagerado. Desfie o .f11lclo do oor• roole mês, vimo I notando o dheobor por qu3 pnesam· os proprletdrJoe dll tmóvetw ur­ banos deetn cld 1de. fooe o doepropóslto da Bllll dGB lm­ põstoa lançado .1 por11 eoe Exercido (noo de 7:1) polu Prefeitura Municipal, o que trouxe tambem trns de si a roaço dos cootrlbulnlce, oomo este que nos A4 contou (to contenns) de pr yv3nelas to-. m11doe junto 1:0 Exmo. Sr, Pres. do Repúb.Ioo, Governa­ dor do Este j ,. outmu !luto· rldadee do Legt lutlvo Fede­ ral e Estadual. Transcrevemon nn inte­ gra a oploi0o dt,!60 Ilustre cldodllo, quo d eceptc!onado, expõe com clor,zu u, auns amarguras pelo que está a­ contecendo (all&s Justas) e nguorda a■ providências solicitados. Estamos eolldárlos com ele e todos! os demls que nas mesmas condições so• Irem Imprevistas Injustiças. Tranecrovenos por ser opor­ tuno: " 1 • Po~sulr terreno nllo é crime. A ·pre!elturn Municipal de Beta' Vletn quer tratar o, proprietrios de lotes como quo nD.o meuçum considera­ ções e elm como réprobos que estejllm a merecer onulgos. Quer puni-los eeve­ rnm,nle com taxação lnoon­ ceblvel, à gul!a 1e Impostos territorial ~urh•nn. Quem oolllpra um lote de terreno é um cldadllo que quer progredir, ,quer formar um pP.trlmõnlo, quer nseegu­ rar o futuro de fomllla. pois ele no adquirir um t;rreno està danda o primeiro p11s60 pera ali formar uma resl• dênola. Se ele já tem uma e quer construir • outr11. tanto melhor. Eotã nllo eó ejudanao o progresso do lugar, mses lambem està ooope1ando pa­ ra quando chegar um pessoa dc;mudança encontre pelo menos a• poulbllldade de con­ •egulr' uma casa para alugar em breve. Nem, todos pódem, é 16- gico, construir a oasa lmedla­ taa:onte, mas:enquanto um cl­ dadQo possuir um lote de terreno ele acalenta uma espe. raoça, tem • objetivo, nllo é um derjuestado, qnem é um de,lludlclo. 2- Quem tem 011so pró­ pia de moradia , é um. cida­ dão enralzr.do, que jâ eetà formando um patrimônio e jà deu • apreçlàvel parcela de contrlbulçõea pare o progres­ so do lugar Presnme-■e que tenha ld éla de continuar a morar nu cldado Nilo deve Btlr mosaocrodo, enourroçndo para que e mudo pra outro munJclplo. Multo no contrá• rio: Deve ser motlvndo, deve ser Incenlvado Para cada vez mals trsbalhr para o eu prureso e para o pro- greuo do seu munlclplo '3- Quem tem cn+as de aluguel em 9clt1 Vista, êsae entno é um bcnr.merlto e me. reco o naxtuno up0lo, o má. xlmo l,.ccntlvo, pois aqui os cu diluguel aó dão ubo. recimentos, despeas e pre julzoe. SetveIr 98n cas98 c0- mo mui• uma p,ça na forma­ ção du ddudo, no seu de­ ienvolvimenlo. no teu pro- 1.?r0ii,u, e, nclma de tudo, ser­ vem puta a forço de no- vos Jures o pera ncomoda- renr os que vêm de outras regiões. 4-É conceblvel, é sdmis­ Flvel, ó necessário • que n Prnleituru uumenle n sua rrecudço, e, pra Isso, acresço pura o corrente exer• clolo 11111 tttnlo por cento 1,0bre o total pago pelos con­ tribuintes no eoo !IDlerlor. Nunca, porém. êase numeotu puúorá ser excessivo. O acréscimo exorbitante na taxoçilo dos tributos pro­ move o de,contrôle do orço· mento dc-mé•tlco, numenta conaideravElmente a toxa de lnllaçilo e gera o principio do caoa ecocômico, Ião deeutroao tão mléfico, aue por si só ó cpsz de produzir umo trens formação completa no •status vivendn» de um povo. Um pnl de fnmilla deogo,. toso. aborrecido, revoltado, .sa­ bendo que .:.üo poderá ••ldar o• lfUS compromlseosr saben­ do que n!!o pJderá comprar um remédio poro um !Ilho do­ ente, é uma c/olulo explosivo de grande seoslbllldade. Não se lhe de colcea porque ex­ plodtr. Os grandes e,ladlstas, 08 eminente, clenlutos que se de­ dlcnm aos sócio-econômico,, subem multo bem disso e tu· do lazem para· controlar a ln­ flç40, o maior estoplm da maior bombo que paira •ôbre a cobeça dn humanidade. O llusl,e benemérito Pre­ sldenle Médlcl. no seu,asc,n­ drado <1plrlto dó e.todlsto. de sdminislrndor culto. eficiente copnz e humonltário, tem pro­ curndo e tem conseguido pro­ roer o progresso, o dese­ volvlmenlo do Pala, Bem no tDtanto emitir, em hipó­ tese lgumo, ou descuidar-se de controlar o lnfloç&o. A determinaçl!o do bene­ mêrllo Presidente Médic.l poro quo a lnUaçno nílo ullrapas,e a barreira cilhaotist.00 da Festa. X-X Prestigiando o Tradi­ cional lá e,tavam: Cleoniz Zanlr,•Hideck-Leida, Dr.Car finbos-Beatriz,)Abel Teresl­ nha, Éuock-Lecyr, .Alvair­ Cntnrinn, Avelino--Cefe.ste X-X Também: Sr. e Sra. Clóv1s M. Ofiv:?irn. br. e Sra. Ivan Costa Marques, Sr. o Sra Jurandlr Ferreira Tony-Nlclia, Longo-ArJene, e o Sr. Promotor de Rela Vista e sua esposa- X-X Circularam: Oraldo-Te­ reza, Edü-Elza, Jura e Si­ claey, Jaisan-Jnrema, Sandra Ba::eto, Edvaldo, Rosz Id, Ramão, Márcia. Dr. João Batista, Odócio e n nossa MIiss Cell J!elo. • A Assembléia LPglsletl­ v& de Mato Grosso·:- encami­ nhou ao senador FJllnto Mu­ ller, preslder.te do Congr.,so Naclooal, umo mtJç!lo di, con­ gratutaçõc., pelos estudos que estão Hndo reallzado,, na á­ rea federal.' vi.ando a remu­ nereçlo de vereadores. O au­ tor da mRt !d•' células menores dentro do prlacfpio coneÍ-ltucion11I d• desceotrallzacao polltioo•ad· mlnlstratdvo ser.i norma cola• cidente com o, principlos d° Ju.tiça que O Vareador rec•· ba parcela proporclocal d 4 reoella orçamentária, cc%!1• retrlburçAo és deepe,u d.ueJII bolsad!le illaluaive com vll­ gen, pelo Interior de ,.ui munlcfplos, em muitol caso■, de vaata extenaao tertltorla. 1 • O L-.glstaUvo fatadual Mal0• gro,senae externa a VoiP Exelencla os mais .,,1uafdtl­ cos uplausos pela meritórl trabalho que vem .elaboraAd 0 Com &erie.iJade e acendrsd° esplrito pübIteo barca4e,f lraas(ormaçl[o cm reallü • de uma aspiruço jüsta d quantos exercitam a nobf Cunçlo de Vereaaça, em J111" niclplo• atualmente no co templadoa com corremo dl!Dte retribu;ç&o r-emoefll• tórl.t. J 'l'rlbuna rlu Froult11 .. Junho de 1973 J K O I S s f XP[llfNJ[ ) ·Dia 1 de Junbo de 1r7a, hOxla•I• 1rn, (11.i t1e 111 :1!1:!. dlo. qut, ue fclllerlrutS d11 Uha. de :.tJn. reu nun•SO,. p11ra' luvoeru riloH do ter .. IUMade, A IIh de Man está locali­ zndu nll Orá- Ur< tanl,a ciltlca. o museu d lha, ut.da urna prc• ciosa rollqul•, • 1 vro •Grond Al­ bert .. , e.acrJlo cm l,tll.u, l!"nncia, llr. cnh:o, behrou e nlc u!'io Ntm. o rtih Museum po f li um f'Xem. piar, 6 umu rarl ludo ol>lçada P•lo, etudiosos da Mfgl +, X-X •Exutumento .i meta noltt dn véspera de finados h pra 2 de U0V('lllbro) ulnumu.., fullllllae des· cendentes de italiano, no Hlo Gran do no Sut. costumnn, 11trvlr umn cela festiva os mortis da casa. Esr t1111 1.: um ,lo!I multo~ ('1 1 Humeit cbli-a. nho e iexpllcvel conservado# por eMsa colrja. u ripem, dever ver procurada ma toma unti,ga. qunndo o oulto do.-1 nurlnH ""-1.tin banquetes funebres ( !t•vlrtu Plnnl' ta Junho) X-X ·Os médico stvlétlcas estão u,ondo o ruido em .U.t1s~lrnn frc· quine.lo. pura Holdnr t ,:-10, pnrlidoH do cor?() humano. · Y-X 'SJl~llndo li P. 111,v .. l•ky. Oo takures do Hazislo (Indl«) entre º' QUBII nAo t:. ri,ro l'ICOOlrar ~º­ nboras de juventude eterna, que se dizem descendentes dirvtos do Sol (11urya-vonsop), Jurnuls so; meaclo.m Olll 48!1llllO, muudB.nOti o guardnin, por t.écµloe u Tio ti. 'CS· pora de melhores dh.3 p11r11 o, bo. ruttn•. oa lnnudltos lL'"'-0uros de lltntl ou doa •llnns», capuus dt! eclipsar ca malerca da hl:;tur13 E.s:,Oti to"ku­ res urya-vansus parecem possuir cmtlD lruns- ou Palil'tBS llâcic:nil, quo podem 1ualar in,taotoncamcntc no, tlcrus e outros nnlmaitJ. O!or Gruua o s,lvaa Ke nnlqull•m•nto ,m ,n;;ssu. No tmblo doa teo6me· no& hoje cunhe.01do1 pode-sa im,,' t, como única postbtltdade de um11 tol lnllu6uclu rro alé nos íalllruo, •ulcott l' clrcun,·01uçõe.a conheco lhe uw dimeuoues e o péso, Las o tabe dizer purquo un homem se h .. r11t1. um J!CUlo e o oulto um tole X-X-X- ·u ?>t. UuV"ld .,SarnoU, conhe· c1du como cl:'uture•. progno,Lica quu dentro ue dez nno,, ciocor, p1italiblo tubérc:ulo!te, outro■tJag•• lo» du humupldhda terno pcrd.Jdo o liurror, i:.'l:utamcnte como bojo a, grades eptdemias do passado, a et e a coleta. X-X O llt. liclo, Lcbwaoo, do Unt'~tali..h,dt.! McGIII, previu. a iSu• clJb::rtu de umu drOitl qua d.Julp•• riu r.. t1i;rcl'l;,I itludu. uma pJlult1 uutl tesão. X-X-X Nu Un!vcn,Hlade de V!t1n1.' tcr.snrnc.J, o U1nuor Ou Facu.Jdade de Mcr-Ch,fr • Col.boradorti: Ivafdo Prr,lr• Dlvt1101 Rrd,ç;o • Adminl,tr,çiio Rua Bar,lo dt Mtlg,ço S/N Bola Vlnla Auinatur• anual C,~ 50,00 Dc'n•I• Município 60,00 Propogondu Indicador P,oli11ion,I 8,00 ;;,o, cm d, <:oluna Prim,ir, pá51ln1 13;00 por cm. Ültimo página 10,0Q por c11>. O Jornal não e responsabili­ za pelos cnccitos ,mhldos •m colunas assinadas. @.;.t-@} 1 01 pegunenlO•, de prcp,gsn­ do,, a11,lnaturns_e publlcaçõos •ão recebidos adlecludomect,. : Este Jornal é composto e impre.;so nas Ollcinas do •Correio do Sudoeste .. Mt. ----~ Precisa de Taxi? CHAME ANTOHIO Fone - 216 Cla■se -Coaíõrlo- Segurança ·ANTOISIO-PootA> do Taxl N• 3 E iNl M , · G l . Colchões de Mola e Espuma • Travesseiros de ovets em ern ' Espuma - Máquinas de Cpstura BELA VISTA , MATO GROSSO Livraria e Papelaria Progresso Papeis. cm geral. Livros em branco • livros escolares Cadernos Louças e artigos para presentes cm geral. 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A llu,10 qur só ern sonho, podia ter. E então minha imaginação voava, dando asas a todo meu amor oculto e cri•ndo situaçõu do perfeita felicldade entre nós, ma, a0 acordar eu cala na tite rea. lidade de saber que meusísonho, eram'"impoulvcfs de acontecer. Hoje eu ainda ronho • , . sonhos de remorsos, de angústias me pzrguntando: Por que 7 Se antzs eu sonhava com o lmpossivrl ,u tinha al9un,a eape• rança regada de fantasias de mi­ nha alma enamorada, de que tu­ do um dia se tornasse r,Blld,õe. e, hoje eu sonho na certeza de que nunca» vai acontecer, Porque ? Porque meu Deus? cu ndo tive coragem? Per qut cu não te confessei o que tlnha no coraclo 7 Oucm tRbr a sorte me sor• riria e num sorriso tu diuu que aceitava, meu -,mor 7 Agora é tardr. • todo ar­ rrpendimento é Inútil. Vocf. Morreu IH morreu Hm nun• . S. APA De Alfcu Batista Gomes Plea-Azulejo,-Lnv11tórios-Madelra 211rrada-Lad1llho&-Tljoloa-Clme11to,­ 'l'elh&,-Ar<1la-Manllhas-T111taa -Caixa D'agu11-Ferroge111- Temos Tudo Para Construir Sua Casa Rua Voluntnr1os da Pntri!I - 1082 Fone-133 Jrho Pá tl • Loteria do Estado de Mato Grosso Agua filial em Caracol • Avenida. Brasil S /H Direcão de Alceu Batista Gomes ·N6s acom pan~amos o progresso do Sudoeste A ca rabcr que cu te amava. E t para voct que tu ,, .. crcvo, ,~ e:,uu,r Um melo de vo­ e! ficar sabtndo. deve. uistir tanem um meio de me rupon• drr. Ou nal mandando um trator de AmpHo, uão aceíta 1t Arrnzar o prédio, omlt.1 crltí~a o ptocura demolir tunclona o va'e11h1 orgio o~ quo impedem o seu cn- de imprcnsn. mínbo dc"•t~atoristn•. O Diirio de Limolra», Nós militantes da Ím· tambóm!solidárb com' o pe- prons~ fnteríora1m, jornalís­ quono -gronde jornal, pu- tns JNl' ldc1il, na maíoría bhcou um artlgo a reapeí- das vezes 1:screvendo, pro­ to da urbitr11r1etladc prnti- pagando e díslrlhufndo o cada pelo •pllrlóllco> pro- fruto de nosso trabalho, ví­ fdto: ... A Luta de ,O Mu- ~audo,_i.dwa do tudo es­ niciplo• pa:-11 sobreviver clarecor us massas, uiío n­ com dignidade, é dupla- coitamos o uso da força, mente simbólica. De um la- para fazer culnr um jornal. do, ela nos cole a todos Nós que aceitamos a perante um 'drh mu dilirlo e Hcvoluçüo do 1964. como nacional: a batulha que os dofínílívn e restauradora. não municipios travam pura pre- adlwítlrnos AMEAÇAS 110s servar o que resta da sua homens de Imprensa. nutonoml:i e de suns tradi- Nós que não admill­ ções como centros de con- mos erros das admíoielrn­ vivio democrntico. De outro, ções em troco ..'!e favores, 11 resist~ncia ~:i pequeno não aceitamos a imposição jornal a um prc!eito hUto- de ldélns anli-demacráticas: crítico vale como exemplo Nós. qut encaramos o oferecido a grnnde Jmpren- o joroatlsmo como fator prf- 1 1 1 mor,Jiel da formaçlln de opl- aa nac onn • Ela merece II nlões, nar.. podemos admltlr solidariedade .:!e todos o,i BESTIALIDADE: jornais do Brasil que não -:ir; Nós, que nao uzomo, o perderam O senso da reg- jornal em beneficio proprlo. ponsabilid:i.de e dos valores nllo podemos aceitar a ARBI· éticos inerentes á missüo da HARIEDADE de um mau bra- ellmo. imprensa. Pelo Brasil afora Nós. que entendemos o proli!etnm prefeitos como mensagem do emloentl' Pre­ ésse. Fatos recentes, am pia- Bidente Médlcl, no pronuncls­ mente. divulgados'. pclo co- menta •Jogo do Verdnde., não 1 O E podemos concordar oom a rajoso jorn!I • ;, stado de al!tu !e do prelelto de Ampa­ São Paulo•, comprovaram ro, o por nllo coooordarmo&. que até na cupula:de Ad- lançamos o nosso brado de ministração pau!istn, por SOLIDARIEDADE. Prossiga •O exemplo, impera uma men~ Munlolplo•, eatamos ao seu 1-1· • lado. "' idade em. tudo semelbon- Saiba. sr. Prefeito de Am- te à do grotesco tlronete do paro, que O jornal, O jorna­ Amparo. A contestação não llatu, o jornalismo silo ele­ ó admitida, a critica· é re- mentoa delermln.intes nu vida cebida como afroata, o di. Individual como coletiva. ne­ alogo_ 'ileºmoc;álico, tido por llhnmn pessoa; n,rnhum ou­ d , clco social pode passar sem csa110 9UbveraiTo.,. (Dl:i.rio eles, e alaguem tem o direi- de Limaira). lo de uzar meios orbitr6rloa Pcnsavamos que 11. Rc- para calar a voz da lmpreo­ vo!uÇào de 1964, tivesse es- aa. Jornal Sr. Prefeito, o tirpado. dos administrações ldél11s; Ideias vlv111 que nllo . os folsos brasileiros, mas. podem ser demollda3 por tra­ tores. •O MuolcJpio• està elea:•teimnm•::·em continuar tno•traii:!o o vlor de seu, no mando. Nossa imagina- HOMENS do imprensa, na lu­ çlo s6 pode ser superada ta para preservut 'os Ideais pela ropnlsa •que tal bo- demooràtlno, o merece o n- . polo de lodo~ os orgiloa de múaoulo desperta. Arra- Imprensa do nosso estado. sar um prédio onde lun- •A luta pela liberdade ciona a redação de um jor- de lmproll.la eempre foi lrma­ uel. 6 lnadimiasivel no atual nada ao aper!dçoamento ru­ guverno. li oonttaria na nor. lstu das democracJs,, contu :! . do nuncl de1vlnculada das llll.l! emocraicas,; dcfend:- nt-oeuid~deo dti controlar seu, das pelo nosao glorioso E- llmlt•• na procura da LIBER­ xercito, e por nossa ím• DADE COM RESPONSABl­ prensa livre • sobsrana. LIDAJ>E (E,cola Superlor de O ditador de Amp,aro (oito Guerrt,) anos no poder) ,nlo àcei- . •lmpren&a quarto Po:iu du la criticas e conllidcra o Democraclu• Ubaldo Barem Verbas Federais Deputudo Fedem! Ur. Ubol1o Burém d,atlDll vcrbno do su11 cota pessool opcuoa do :Mlr.lstérlo ria Educuç3o parn esl!< munlolplo de Bela Viola, como nbulxo de,crlto, bom como parn oe munl:lplos de P Porii., Amambay, Jguateml Aquidnu9na, Brlo de !!0!g - ço, Campo Grunde, P11rua~1- bll e Rondonópoll9, pois no v~rb11s ainda d11 suo cota pes­ FOBI do Mfnlslerlo do f'iuoe­ Jamento serllo llber11tla• no egudo semestre do corren­ te ano. Bela Vfalo: B11nellclênolB Hoap,ta lur de Bela Vista CrS 13.000,CO Socied11de Evung•l!o" ,Je Pcoteçllo aoo Deanmpur•dn< do BPlll Vlst'l 5.000,00 Escolu Poroqulnl Santo Afonso 5.000.00 ?orb Murlinho Escola Nossa Senhoru das Grçus 5.000.00 Pavlmentxçllo de Estre. das de Rotege Ainda na Cllr.11re Fede­ rol o Depuluflo Dr. u::, ,ldn Sarom pediu provl•iéncla• n,, Sr. Mlolslro dca Trouapurtcs pnra a sbortura do concor­ rcnclos pero a p•vlm•ntoçúo dse seguintes uolrndne: BR 163 Rio 9rflbante Dourado,; UR­ :JiS- Dour•dos Peranavol e DR 070-Culsbà Caceres. Go!lamos Imensamente do emp,nho do ncso talento e es!orcudc representante na Cà­ moro dos Ueputsdoa, semp,e rernlvendo orublemns vitais pa"a o desenvolviauento do nosso E,tado. Com a pnvimen­ toç1o da rodovia-Dourados-Pa­ ranava1- i;rdtlcam,nle Mato Grosso ligado ao Sul do Pais diretamente pelo Estado do P•· ranó sem n,ceasidode de f■zer o volta por Epltàclo no E,tn­ lad o de Sao Paulo imi lira te lia«toro Mobrn! (Mc,vimemo Brosileiro. de Alfabetização) lnnçou o grandim;o concur­ so ''Prêmio Mobrnl de Ll­ tertura", com prêmios de 15.000,00 para obras ioódi­ li,s em· todo território na­ cional, Os intcre5sarios devem solicitar maiores informa­ ções 110 ugenle de Mobili­ zação do Mobrnl: Jo;é Ro nnldo Teixeirn-Run Jouquim co. vite A·gr d- bi .i Mortinho 2.300-Cnrnpo Grande Mt. Os jovens bela­ TÍ~enses e jardinenses de­ "ªm pnticiparem, pois 11. literatura 6 n alm:i de um povo, e sua mais alta lor­ ma nc comuuieação. Oca ai Athan-lo Loureiro Jac turra: lmbruç agrati­ l de convidar ete cluu.sta e wphor para -tiros no uh Paroquial banto Afono mo ato fra­ terno da Irr.ilias cato!! o que per!ódiamente fazem ats reu­ n.os do Movlretuto Cristo o.s Prtucpsio de desse«das pe­ óas desta dade- os rol ta, Go,!tl 1:rnito du• 1iot1r. ., ho­ raa daquele convivio de alegrias lntc:n.o culto o. 1ê e , rença em Deus. Deque o no»o m'go Bafom: qu(I com rnuftl dr:J'!Uvoltu. r11 clirti1Ju o, trubalhod coroudos 1omeolo­ eas paJovrtu .s--se ponto que r-econbece­ mos dentro do JJós, ma, que só existe com 11 força de urna ló viva. No aianta termos um ponto de psrtd1 +e io edtivermos Jm" buldos, cheios de espennçtl em atingir u Ium. E,t.o. esperança que scnUmos to intimamente ver de una fonte quo no:t lo.CuodY a.e.i;;u.raoça. é su. perior nós, só pode vir do Bem, este ser supremo que é Deus A, Espcrooço ô o próprio BE.1.1, ela oa.o provein o MAL. Idea1Jz1mos, con!lamo, na espera, nI promes,a, somente do que é bom. Sendo bom é nm bom, ó Amor. Nos momentos de uíllçLlo na dór, nas horas do desconforto da :;~paraçGo, no infurt;,.nto, no aban" doco dos omi,o,, lá e,tá Ela, sem' pro nos acenuada com a sua gtonde promessa: Espera... Quando pensamos que ollo mats 5uportarcmo~. eu1Ao, atu vem a grande graça, {a prova de amor que ó nesse monento recoobece' mos. tudo passa, momentos e horaa 1las virão, melhores, trazendo a fe licldt:t.dc. Horque só damos Valor a..s cousas que amamos qusndo esta' mo, na c.mloeocUl de :>erde-.las. l::s!e f.acho do luz que nos invado, marovllhoso de p,u e se renidde nos renova para a luta. E com ela, com o au& compu.nhit1, ~aportnmo.:1 e cspr.ratros. E que é c,sa força? •<:n'1o 11. rc. o E.tp1ril.Q e u Graç11 de Deus qu~ nfio nos :ibondonam até o fim? E umr. :i:l'liçn lc••gotavel. é u atlaoça de Deus com os seus Ulhoó. Só '"Slori@amos o Esperança quando nos liClltlmos completame.a• to loCcllzea é ne&SC" oa;e qu9 Deus no, rc"'clo, o secumos que sc.m· • s1mo População Espera que Sul cumpra o pre eistu no nvnso l to, t 1o li. r e,heemas o- 4 t .., ta e inpot t!a Se n&o con!tu;e4. e pio reconhecertgs trsa tatus qu ptoem d de Deu, para conoto, en!4o, e4 tanas tomnp'etamente drrtata 1!!ttes. Deus iuturde-tos Eype. a a 4tnr t da Cé, f. precio pedir s Iwus le para waber enfrentar a vida, eptlo al etá x espvrançn em tua or±de Se ndo fo,e.nus animados por ena luz, como pod raros h iar IHllAll de K-eu Pai, sofreu a morte atroz na Esperança de u:no grande Prom,ua de JIJ. dooç4o. !cobuma força bumana seria cnpnz de cxlln11alr o Pnder ::>Moo / que habitava oa humonldtlde dt Cristo unido o Esp.rito de Deus o corpo do Heobor ;.devlu nect.!lit: riatete resussltar e, Ele o Hho de Deu8. Cipt:nu·a a eua rcsurrer çáo. Num momcnlc, na h ott. Prv­ eslllbellclda Jrr,,mpcu Jc1u1 do 1e' pulcro. ro1iontc, glorlo,o e lmortnl­ A morte' deixou cili 0 eu lmp~río, a Juz trJuo!ou das treva5. Era " boro aocfod11 pdo& Dlulpulos. pelo• acculos. a borJ aguardada peln E.!J>'IN109a. Um novo dia começou: O primeiro de uma nova Pé-de um.a. nova Esperança, de um nevo Amf entro o, homens e as,lw a ,no!.l.l fé su reveste duma espemnça qn.t •e tuodacnecta. na verdade,. J.o.aba• lavei. onde ganha •entldo e equlll­ brio. Je::iutJ rc,uulton e ao, qu.e o amam aoe que o S-eQ'Ue.m ilue: .%2.%0 cb.1~15 o a mão DO lido: Sou eu ✓ me.Jmr,, que venc! a morte. • Ide e ditei a todos os ho­ mens, que vou para meu Pai e Vosso Pai, para tu Deus e Vos­ so Deus.- Na casa de me, Pai tem multas mon.dos e eu "'OU ndtaotc pr-~pc.rar-vos uw lugar' e, os que o a.mam o s;c;iue :, aeli[uem. vivem e confiam nau d· pernuça. Todo..s a! coi,as parece:, oovn6 como o~ madruga.d& .d• Crieçlb. • A E,peraaçs é 1>>-Z. e lmcnJS p:u; que 11