E 
AHO li 
hii.ilhhiiii!i--- ·t:~ ;z--=,..-, 
Liberdade com 
Oob Vista - MT. 
O Deputado Não Esperava Por 
Essa Resposta 
Um neputarlo fedei ui 
(puuhsta) procmon o sena­ 
dor F11!11to M 1111<-r p'll"il rr­ 
lorçnr o nrelo em fornr ,!a 
, 1provtt.;ão Ja (•monda am­ 
'---pliando o prnzo p11n1 d~s1n­ 
comp111ibll,z·,ção <los ~ecr_o­ 
tó.rios do Estado que de<cJn­ 
.rem couccrror ao pleno 
pnrlnmentar Jo p1ói.1mo 
nno. Depois tlll ouvic ateu­ 
tnmcntc o npclo. quE n_a 
verdndo ern mais llll'' qnel­ 
xn, o preFidcnlc n~c•ou:d da 
Ana respoudou; «Eu co­ 
p1 e«utlo :mu pr,•ocnpttçiiu ll 
confesso qu;, ;iergunte: :. 
Cusro De Noivos 
No rní'1 dt Junhn, dtu•I< 
rn•is um Cu110 <1c N ivo,, ec,m 
sucesso bas'ante sstlsf!ó+ia 
A abrrl1JoU Ho C1.«o, foi 
falta lo cal' Ante·Dia, 
com o ração, do E;prito Santo; 
•Vindt f:,v,ulo ~" to, tn· 
hei os vosss lés e acendei 
ntfrs o h•qn do Vouo Arn-..r. 
Enviai S,, h•ir, o Vc,.o E.pirlto 
te tudo zerá cru»do? 
Rrsr:•-·slb, •E rtnov,uds tJ 
fac da Tera> 
Ouc,.:.mos. «Dt'utí Qúe ts­ 
cltrtc••)lt1 Cs CCJ dÇÓl d,· vcs­ 
os heis, cm a Luz do Esprlto 
Santo, ccmcedet-n"ls t1 g,_,,., de- 
1marmc. por EI·~ u que t 1cl'>. 
, "dt 9ozt'llmos d, suo conscla­ 
çóo, Amém.> 
Lego o 1t:9uir, 1:xr.l,ne11tm 
os_anUnrcs qu.: 1rl,m Hr 6b• 1dt­ 
do1 duran•t. o Cu,,o: 
o) V,rlu d~ L ,-A1.lcn1G• 
Dva. 
b) P,icol•·ql• M, ,culicu e 
F,m,nlno -G r.11,Eoc ,y 
e) H+mnia Sr@ui Hého 
Carmtm 
dl Amcr e Dullo90 G,.,y­ 
Salcmé 
e! Ptewdacz e Rpn:A­ 
b1!1dade (Educ. do, filho,) Dou­ 
rado- Nice 
f) Mot,im< no no P onc Ju· 
rl3co K.o Meia 
g) M,tr,mcnlo ne Pino de 
Deu, Pe.P,d,o 
h) A notcn,a Dr. Er.cck. 
Terem vr auxlls•. Gy­ 
flxle.-Olga; Joõu-Mni, t Anlo• 
ni-N»ir Psripam do cutu' 
Lu,z Carlos, Wilson, !I d.::- 
rn>r, M O:+8», José Mora­ 
Clt<>nlc~. E-J,rn•r•JJI Bn,, 1'ts­ 
lcr Elõd .• , C,mpo ·/:.1-r.,. Ubl­ 
d
0-Ctl,., V,cte,r• lz;bd. 11 • .,,.0, 
L,1 r, H::r~11c-írrmf na. R,mijo, 
A1, nsr. E•• ,.ldo·M• Corcriçio 
Alcfd ·M Lina 
O cana hot d+do mo ambien­ 
te de bastatule ntaree e «n­ 
t, .. rdtntmo rntr~ todc..1 us usis• 
1,nt•.s mostrlirdm·s< .ut,,fr,tusf .. 
mo,. o~rn· s n srguir ,Jgumu 
dss apniós dos que estiram 
a reputo do Cu;c'. 
I-A na op+ião, t qte 
o Curso, .,pó, mm :trddo. rr.Yl"' 
lou ., uru ut f,du.:l • surpr«nd<n· 
t,
1 
t!!nlo pdf,1 n, noivos, como 
par.• º> , ,,,tm Cb~ados. Ac,cdt­ 
tom' s qu • lr-,Uxt so!uç.Õ!S por, 
rl!rt::s p1: bL·mH, que: p , vcn .. 
turd rx l ·c:rn ,ntrc º" da,'· 
2· A m• lhur oportun:d.dc 
J_. sana @r.d e da pxma­ 
cto d· s p·r C!..-mes cem o n:>su 
h,,urd  dd C.1.onJugtf. So L-·nh-l 
luc agradecer. 
• :t- Ê. lnt '1:"~Hnlt> o ,,fui ... 
do curo, tendo em vista, çue 0s 
Casais d«more+m ns exem­ 
l° eos jovens cais, como 
d'° :1.:m crot:cdtr ou prccurdr pr, -­ 
e d~, otird v;vc.,m bem e procu-­ 
rvt..m h:r fl.i:lcs l ! ! 
E«e merwiiho Curso. teve 
por t'íiCCrrdII:e.nto b Sdrita M., .. ,, 
te a entrega dos <lonas? a 
tdosos participante:. !I ! 
e.A Hum"lnidc"de. Jtrdd te­ 
ré om pcuco de hum1.1:-nr .. ~, cn'" 
q•.:,.nto c-xíili,em bom1Z:n1 1ntc,u· 
sL dvs tm o,i.:ntdt .. nos }J4ta O btm 
~ Irisle 
Nota 
Á Ag~lll!in ,los Co1- 
reios e Telégrafo-de Bela 
Vlstn pelo ~ij1 pé:=simo a­ 
leudimeuto e co11,pkro de,­ 
reepeilo • uo púlihcv. Me,ll­ 
das devem ser totnallns pe­ 
la alta direção <ln i!.:utpr~.,;u, 
puto, :,.; Sflo. estfto f.,lt,,n­ 
<lo ea, nosst1 cidude. '0TA 
Zóro. 
yir10 J,,s i,::overuarlercs que 
c,tlve, am em Brsíla e era 
vodade que sterelários d;i 
E,t11do estavam uUl,zanrlo 
n máquinn oficial em favllí 
dos seu projetos eleitornfs 
e todos eles me respoude­ 
ram que não•. 
;'!leio atordoado com 11 
reapo,tn. o parla1uenlat,,r 
:if.,ston-se do gabinete do 
pttJsidcnto do Congresso e 
d,,.;ib-.fon nus ,•or,edo1e .' 
•Qu.111uo abo1dei o ussunt, 
~li <csp.-i·,,v I por t::ido, m, - 
oos por essa resposta ... • 
fsam 
(zr 
Zéro 
Solicitamos també,.1 
!::JS ufuuc10111irio.,,• da uger.­ 
cin um pouco m1üs de du­ 
caç:1o; o pútilico não 6 ol>· ,­ 
gJdo n utumr dts ,foros. Vu­ 
es metecer o salário p-s­ 
<-Ool. NOTA ZÉR•). 
• 
1 e 
Agro 
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o • 
Balneário Bd,. Vi~tu 
Praia do .n.pa 
.lr-u nmor, e~fo11 lu 
c:.,pnando uu,1n•,.i~ 
n:enfc bá m,11s d" 11rua h 1- 
1 ,:. Sim ul.lla Ji,,r,, que p:i­ 
tice ums eternidade, ol­ 
ltl dtSctl oew ~. li 1monM, 
inantrJ ~-CJCO quo me põt 
IJU ;,!ma UUI fenor J~5U•lll• 
tlor. Olho p;1ra urn lado ... 
1,o1,1 oulro ... ,. ui.d; ... Nes­ 
t" 1mttn,~ WJ.,tcd .d•i de 'er­ 
fe ~h~g•1r, , .. 111;u apena,; o 
rnc,v1w%1t, <lo~ g.Jbos liu­ 
!Juç·,ndo ns f>Jlh;,s, fl o trix­ 
te gorjeio d11• 1,ve.• uolur­ 
nas. Feo cou oédo, dá-me 
a 1mprcs-ão de que ,,,, hc,­ 
r.,s 11:10 pas.,am. fico LJ_::ih- 
<l ,_ nerrn~R. quuo gÍ-Jtnr 
béW 11110 Jlílllt ·vccc ouvir 
que já ,stou aqui, rua& ot:1 
que ootm-nle o écu rn,i res­ 
ponde r :a, i; 11,!da wJ,, ... 
Continuo a "·'JlºrH ... 
u111a trbte e,p,•r,1 quo pan,­ 
Ctl nf,o fmd-,1, C!Joro bai­ 
xinho, JJens.,1,do que talvr•z 
10111.ta esqn cdo o noõso 
encontro. Pa,,,? horas a 
meditar col-2~ ~em nexo. 
Peço ao bom Deus que ft1 
potejs e que n«da de zl 
t.:nba te :.cvntec1do. 
Oh: quu fd1c1dade, aJJÓs 
tanta espera, vejo de repen­ 
te que vens chegando. Na 
sd explicar u alegria mo­ 
mentânea que st:to nesta 
hora. Sim ... momenUoa. po-­ 
is sel que logo d.,poi.:,. con­ 
tinuará a longa esper/1, a es­ 
pera tri,tt, d~ tor;rnr a ver•le 
após longod dias de separa­ 
ção. 
EHa vld:, é cheia de 
conlrnd:ÇÕe.i! que põe na nl­ 
ma da ;:ente uu1,1 Vtrd~dd- 
13 ten,pu,tade de ~m111zura,. 
De que v~le l.:ufa ~pera. 
Fe_ bom snbcmo3 quo d11i há 
dois minutei::. só :1!' primes­ 
as e as bels palavras de 
nruor é que f1carrio pll r .. n­ 
do em nos,a ruente como 
uma acn,.dora <:ruel ,. no, 
fazH ~clrer/ Só nosralg1n s - 
r.Í a 1100.$:l eternJ com pa­ 
nbelra e a:.ibo.; dis:;ó, sabe­ 
mo« que p~r:, nós não há 
remédio, a uão Ser que a rniio 
p.:ideros: do de_tino mud!l 
o ruruo de no"-'!,s vidaõ. , 
Continuamos Ã e,perlir ... 
uma triste esper. de se:mo­ 
um do ou(ro p·,!"n StWpre. 
onde ns dúvidas e o cru-l 
de,encontl'O veul.ta a findar. 
E C-Ontrun;;:emos ""sim :,Lé 
qnando? ••. Xunca pod.r,rn:os 
sber. Mas creis ano... te 
t!.::pel·nrei .. _ t,, e ... p::.r.ir:.. .... 
nenu que ienha que esperar­ 
((' uma ~u:rn,ua<le. 
.ROBÔ

O Futuro Presidente do Brasil 
(Ernesto Geiscl) 
Sat Vidre 'üliíi 
A vldo publk, do i:•n•r•I 
Geisel comou ccdt foi destac do 
pt:lo 1:nvorno revol onàrio de Oe­ 
luho V11r1!11il {(, q•u 1 c.1udurla u 
d11rr11lur l'tn Hl1'",; p r.:1 e wt1~.ru P· 
t'J11ltJ11clc dl! Artilh.1r11. lOnwt1tu1d.1 nu 
L'unilh,, n>il}W '" ,,nn ~m J!J,i~. qnnn• 
do o l),t•,do t:d lf. ~ h. u l:114..'r't u· 
torln du Orutl:li n~, ,. • Bt;to, fai ha- 
1n:;t10 jlUrll ( r,11,l t •, tH IHIUH ntC 
Jiipltrativa d das uu que tmn 4t.si 
wxitiam. u da ! u. e tubas 	sds 1, Uefel par 
Put>llc,1"4 (n outr l 1~ ..._, <·t1. • • --, •. ti 1 1 • !Otfr,'l H, R"3 •Õl.'!i 
do lntcrlor u J11 11, l''!l111 ·,l •n• n• t 	o urn dos 11110l:r 
to polit1cil}. 	• r <' ,. •, ju110 •• Hfl.'l'rO, 
Ül'l::,d dP'' 1, vi o plo 1, t 11 :· , r, e j:rnho ritu preeen· 
1ml dos plcl.1l·1Íl, v0;t Uo ,no ] « me;ou i rMCi.lr, AliS 
Lin'.JDCL·ros do l .. t o o da P.ula: o n." " .. ,L•', 1u
1
ho , r• teve au· 
couh,:cla 1>ní,•ll tllorl's 1:, :it·· J:l•r 1 •• , fu .. 11rJc,ui1. con· 
t1lcm1ie:t u 1m~h. , 1r· nnrnL.1 e kri;.1c "" :,! :•,tl11 l·nora. l·mJJ tloju· 
poitlca e discuta :uis teses cm lho n!roa : licença, qu e e 
Ml~nrunçn. Qulln ,,, 11
111. 11.10 e tendeu !e ::! de outubro. Voltou 
fülliva l'l11 dtslr1w.-1 1,1ll.i-.
1tl 111 e por up nas tres dis, comparecendo 
lcentvo fiau ,· 111 , ·ir.,,,, 1t• hn.·Jmcnt• 1 m ~!J d-1 n'4tuhro 11pe· 
trulr capitals puta: v·frenta no nas pn dspedir se dos c•mpa: 
Estudo e tt.•nl va rvs· s ies. h iro 
tiutL'n..u:, nu àr<.·.1 <J,, 1 )'u ,:,; u luJio No t!cio da teso desse 
Pkn~Jbl' boja llh•• e: t;1 ,p •. um u. di., o r. • .• !· o Alridt::i Carneiro 
burl>h.> pro1dlrl, t• • • il i;;u  ::lil t· l!l'ln!c- u olici. !r;1cnto P ~cu~ colo· 
fâbri1J!l de clml':-,to ,,!: hltj.: cm a- pa a e!, ;Jl ·1ldJ. l!o Ot"hr'., <llzcnrJu 
ti,•tdodc. 	que• ,•1" c'.1.,11r"lu c~tc Tribunt1l com 
Euquunto l':H .1 llJ PJr~•h·1, ~'.:. !r,t .J.: ,r .. ,. suü cup:acldude de 
o cntllo primeiro h:n .. 11tt: mu:-ou oo tr;1b:11·1, e ~iu C':Xlr:1oro1n:lrJ,1 ca· 
Pttládo do Govc11n. Gl i .__, l:-;1, 1;-.•. • 1• .. ;:,,L .l' 1: ... ;~'-'"IICfl0•. 
;undo opinlc er li, 111111to mn1ro L:,:i t • : , ,1.:i • .r.ru•. slo G<"li-:cl 
para D.:i:iUmlr UJl1ttnlJJ9 fl•.:.p~n:i.1bHf. fr,- 1rn1 lmng discurso, no qunl, de. 
d.ides. m:is ttuml,:>rrnou•?.c uu bra- po: 4e .As ·,t•i.: :- <n :nutLo qu~ n­ 
ço dl~Ho do Crnll'lh.iuo GP Brito p:-c:1ut·u, naqn(•l~ <".,n,, .. 11 mou: 
Juntos, providencltam n rdoru «Mio me urtpndo dos votos de 
luç!io llus tt'cnlcaM d., ln 
1ruçt10 pu. Kh:.ol'lç•:
1> qUL' pro!crt nos jukr1· 
biteu. n:lo t-ó nu Jl< ttc peuagóca mentos de que J artlclpei, 1onv1cto 
como no qul' hC l"?! tl' htt Is4aln- como estou de qu, com esses vo· 
cõ~s; l'Onl'ltru!U·H' o cdilicio ::-l'dl! te, I a devlda Jus:iça á luz dos 
da Fazenda o reformulou se o x!s elementos inter;raptes dos processos 
tumu l>urocr:H!cu dil ndn1lntrtr,';,o cm c .. un. D1z·mo n r;OD~clénCli que 
cbluou1ll; íol rc,forc,.ulo t' nmp!iado dPntro dn:i mlohi,s nuturuts llm1t:i· 
o Qllilrh·l du Pultct,L ~lllHur ~ c:,ti,· çõci;, cumpri o meu dl'vrr o, bcrr: 
hclcccu·i-e o pi ,no urbuoh1tico do asslm, o com:,romlflso que n.11fiuml•. 
Jo!h> l'c:isua. Foi nlntla nn NUll 1:tcs· TrJn:'Crito <lo Jorool o EB 
tlio quo se c?n~lrull! o pJrlu de tado de S1o Paulo• 
,.-:,;h•~• !o ~ lor•-,·~rtrrulri<IM os prl• 
iios ufa!os empreitados nu tgrl 
L .Jl ur, d 1 l _ri,.h'!. 
i'1.1 cll l ..,:IJ tl{• 1.1.tn,r) dr• J'l67, 
t + 1 horas, o ponrral Ern•·~to Ori· 
·t! m t t se o errpo de minls 
tro do !->uj•r ,r. J J qb,:n-11 .'.1111· 1r. 
II,' , · ,·,.r:. , tJi c·•i· •,. 111 H o DO' 
tt I r r 111 lr'·'II •. urr,,· 
,<,) "· m111Cntff)'• C' eh! 
O Silêncio !ornou cootn 
ao tudo. Era uw 1 quarta !el­ 
ru. oomo outr11 qJulquer, :ni;s 
nno p,na mim. Em multo 
rnuls quo Isso, era o dia em 
quo n trlstez ,. u. culld5o m~ 
ubattu, ~ro. o dlü em que n:u 
sentltl lnopirado u tijcrever, 
u :truusportur puru o papel 
todas ao n.inhos Crustaçües 
o,qulrldu~ peu próprln vida. 
~ulr, UIDh que.riu leira trls­ 
touhu. mnla um dlu de n,:onlo. 
Eu me sentia só. Eu etsvu só, 
em um alguém para ouvir 
1neur, lamentos, sem um al­ 
guém parn me lnc~nUvar a 
conllnuor. .N!í.o sei axpllcnr 
bem, mos, um oentimento de 
oulpu, um lgo me sufocava 
por dentro. llrnndc-me por 
completo a alegrinu de viver. 
Proouru'n por todus os melo,; 
tentar "squ~oor coctob dr,ttl­ 
lhcG <!o mnlu vld3 ,' detnlbea 
ess quo trziur pra mm 
umo lmport:lnclu t!lo Grondt 
0 quu enc:rrnvcm urno vec­ 
duclo • QUtl corrolt1 meu c.ora­ 
çno. • que ocoler:ivn minha 
putsnçJu qu.:, 1-ez!a nnecer 
um t>ó em minha gargnnl~ 
que na qu1150 áll!olt de su­ 
portar, que se niio lósse forte 
CoJ.horoçüo de Tuca 
lt.ulo Orrlcb Oonz,ga 
• «Correio do Sudoeste» 
Aqu1daunn:i Mt. 
com a 
estrnus..na tudo unquel• mo­ 
mento, em 1 .. grJ·~as. 
Tudo era slienclo, Pore­ 
cin qu~ o t. mpo, e prótJrla 
'Ido , SLHú contrd mim. Eu 
esluvn f::~oà.., e: sofrer da­ 
qur-te momento em dl 1ntd. 
pDr miohn !'róprla culp.; e le­ 
~o er,1 o qut: mo d-.!ixJ.V1l 
ais sznizunte, » 
Por c:usu de um mo- 
m1:. .... o de !rnquna deixei cru­ 
Z1'r 1eu caminho n esperuo­ 
cu ,. t1 [clloldade, Bllm que 
lha ~.t:rnd,,s& n milo, e boj1:1 
Colho .os d:~.' IJ, ,es do v!dt1. - ~ ~-....- ' - ·, 
l;s~ ;o~e~~~~~d~s:;f:~d: ~~~ !Precisa de Tmd?, 
UJL!, tó. n:io ndLn:a ficar ,e CHfi~4t füi.IB!,il.fl , 
uebatendo u procunr solu- ~ - ' 
çõ,J 1:it-x!~t,nlcs. não sdlLn- Fone _ 216 ( 
tu tentar esconder ob Kor- 
1 bus falsos con•er~a~ ext.ro- • Cl11Sse -Coníàrto- So~er.tnçc.( 
'crllcics e 
0
àiv.,rtimrnto~ õl. 	I 
Vc?·,ws, <> algo quo me sufoca } ANTONIO Porto de Ta:i 1·s! 
a angu,,tfo qua corrói ru1olHi -­ 
alo:,. iozcuuo com que ns 
h nas de sohdü::>_ eu rr.e po­ 
iohn a pensar neq111io que IJ. 
ve G qu~ lllio soubn dor vn- e imp1e;,so rias Oficiuas ur 
lor ... São cvlsus de vfdo. 	' 
Liga Esportiva 
Esporte é fator 
de 
de 
Em .&Pu pt1rec:er, o E:..:n i• 
dor Soldanba Derzl ace.t-u 
ocze emend"s dor ,·intr e 
dua~ op::-1
1
~ .. otr.d9s p ... r en1..d3 • 
res e der:utr.dcs. :- .. d 1:,10 
quatro. e coos!deran ·o f.~oju­ 
dfcec!Js fêlt'.'. S:.ditnte-5"' qi.:~. 
as quatro cn:' nuas r i fl :ne, 
o forem cm VirtUdi! de: o .' .~n'l .. 
dor Saldarha Derz! cns1de­ 
rar que o proje:o , m ,,e ec:t•· 
ção estava vincu·~do eÔ;; tt:r­ 
mos do- 'Trahdo n.·!lr. do t
1n­ 
tre o S,nsll e o P .. 1<1,jut,i, 
•motivo pelo qual nüo 110:Jo 
conlcr dispo,Jcõ~:i qu .. , 
choquem com os pr,ce1tc~ do 
E,te ,Jo!llal é composto 
Bela Visa 
união 
• 
/ 
/ 
/, 
pr 
Brurllict, - A Cc :-r.i oef~u r !cdcJo Trntr.,fo:.. 
Mista rio Ccngr,,,o l c•,·:-i· I. D Ir,· aH aprovndr.s, 
incumbida e 1 estucJ r o 1,ro• e,· ' no umna, de uf:ta 
jeto orernrmr'u! a is. t.s senadores Accioly T!lho, 
põe !cbre n • ~~, 	C,:.-.- - n, 
0
1::,tn, Jo1é Aui:us- 
viços de e' e "•· ..- , ·y Brogc, qui: vint: 
PU», apro·, ,ft ·, 	··:.. ... • er::l p.:.r.;1:;1·1..fu U
1
J 
rável do as : 	•• xio do proj t . T ,[ 
Derzl, cm qu • é ·•;, . _ ·o, 11,;eít.1 pelo ,eoa- 
um r;ub tituiv à r.ers ) 0· r !:: 1 r"':h" D:-rzi, tem pt.r 
O'Huotr1, ll.[!l•ro C::, , . . .. v~j,.i .'o cilef!:lir a Cnr.IJp~t"n .. 
Plenrio das das C «si° cio las concesin{riu na 
ParJomont·,, E-m 1,1 ,, ,·• • r•. G!r .. ')3-> ... Op.:r. çlltJ de:; no· 
rlever.i ser CcJ:••;o;:- • 
4 u ._ •. :i F1 1 ·~ 1 ~ r!.: trt.n:-mi.:.~u.,, 
dia 10 de Uj.:;Õ_t.t, ½'-'-• ,: ) rX• ou utnpaisção dos ex':tentes u 
piro O prazo j:ora :.pr a,,C;.JÚ fi de que s concessiona4:las, 
da matéria. 	e capctet à r;,cepção por 
ln, ·mêdi<, dbo sub,1d,árfa;, 
cu erergie do Iuipu>. 
Ed uind. que t
1
c-~tocnr 
urnn t.'Wi::n:1-, '"J' i..üdn, que 
tet+mia estender ca ben­ 
fi:ica d~ n:.atur .. z!l t, r1!5rL. 
dvir.d s da aqui+iço Jcu 
eviço de eletriciteie de 
ltel;iu, às reg1oes c!o Pc;5 
:it.·:ididos peiu CHESF e ELE­ 
TRONOR.TE. Laena,;.ando :tr 
(}U9 t,pt!lr r,d,i rcjeiç2.'> ~3 ci­ 
td erenda, o sen:dor Sul­ 
thrnl1u Der Li csclc,aceu eal•o­ 
der que, timhora c1 1tspirução 
da emenda lhe pateca=se jus- 
• tu, •não é e,ts o fó:n:.:lc> dll 
1 r,nn - Pect! 
nos- A'zJo 
3 fjL,, h - ~1edt- ra 
7 cs-- L 
10 ns -- EE-t :bo 
12 u~o.: - SedJ. e L'::- 
1 ars C-}+o 1 
20 is-preel 
5 rs- E.la 
:mcn·.s- ,r, .. ~ 
-10 , t:.;;; - Rüi 
50 ,ao - O.:,o 
i5 . nc. - Brilh:.:.,e 
lei e .e 
o3d·ns do 
Um li!rn de ieê:.., t:c. ( ,· .. e:.) 
Um. l ., e! 1. to, de 
cõco 
Um,. i,.1,.,1 • liJ.tH'l 
r,·duzlr ,· a tnrfh• dn CHESF 
e dr, EúETRONORTE>. 
E acreoct-ntuu: <Não ~,,. 
ttJnJo o ,J&tema da O!E$F 
jõ i•xi>'!Cllt ·• e da BUTí' 
JORTr;, ,:n for.e e!, c0ne1!tu1• 
+o, inte:ligados com aw s!te 
r%s r:e .FURNAS e ELETR0· 
SUL que r<•cebcr[lo ll e::i.rçr!~ 
du (l'AIPU, nfo há corno, rec, 
o!cJme::le, dlluir ~ri!<l da 
lT,'IFU na t rifo da CHESf e 
nu kt11ru td!~ du ELE1'RO­ 
NOR1 b. 
Ar,ruvcllan(!o mala de oí­ 
Ieuia por cento das emendas, 
c0n, ecu,u c, Sen11<!or SaJdao• 
1.tn D>rzf cbborar o ;;ubatltu· 
tivc, n;:er!eiço!lodo o pr<>j<to 
.r.!, -· u c;ue mereceu opro­ 
vor; :> Uniclme da Comlss.ac 
~ '1c. rn. Cem isto_. '> repte Sé.D' 
t e algros8nse elevou 
em lto a colaboração do 
CoL., kaóO N. ciooer. Tern::'~t• 
,.n J vo!:çúo do f.rtct,,.. 
Ser:~(!or Sol.!· ~.ho De:zr 1:l 
E!>! JUdJ1o a ccrr J;r. ~.en:ad:i 
p ~1 d 	J1!.: it.m1 n1a.:e1 
p:-t: .. • ·c!c'.J pelo , 'J rr2g,1!!.i.:~ 
e ; ,ru .. er peiY • n- a 1 :!b!! 
<:o.· que cc.nr:uziu u é:~·tt110 I 
d. : ,,L::, e.• til-> i,;tondt ,!, 
gD:fie+na par desralv 
mt1.ts do Br•sil e da P•ra;:ud, 
de tingi 
Oru:. 
nilh, 
J,iLda 
areia de 
M!Is;u1.-se 
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!:ln·n-o lJem ge!11dinbo 
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me. 
Eu A'., .,o Per;én Co• 
~uni"º " , • SechoreS crue 11 
partir desta dta 25-06-T3 
! :,..., Lço c:.::ê, parie do 
cp; ·:,::o de fr c o.:ádcs d.i 
F .. ~:. _ : ,. ..... c;:.n_ci.L :..' :H~ 
~ _, '·" ,-:-::po quero agr.:c!c- 
c ~ : ,~.:cs QU:,! prtStif13- 
ra dante a tempo eT 
4,1:.:- rr·. e ..... :. .. , o. tIJtt-aJ'-4 
Aquiu:iu ,n, 25 de Jo• 
±lo de 1973. 
Assr:alo 
.:.!v.,r.l P, dr.a

'l'rllmua í'. l<'ron'.eiri, 	,Jul'rn J: 1973 	J 
Srn9r,cicM1 Bni!e d, S. Jc!n 
JI0 CPíl .. 0rl ,1,, , . ·"' li V d• 
r1tn1 o JH,. , ..... r ri , ••· t~rr.•11 :,i 
v'ti,~o nprr n' <,Ô • l!pl(",i, 
lustvn o dt, qu foram en. 
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Polâclo. 	z • ii , , 
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TRIBUNM DA FRONTfIRA 	JuftlP 
----------- 
LEMl'
Loteria 
• do Estado 
• • de Mato Grosso 
OCr$40 mildaLEMAT pode mudarSuaVida. 
COMPRE- logo seubilhete. 
Entre nessa, meu amigo. Esta semana pode mudar em cheio sua vida. A Lemat existe 
 J 
para faze-lo feliz. Compre hoje mesmo seu bilhete e olho vivo na e1ctraçao- 
T 
Loteria 
do Estado 
de Mato Grosso 
ta@ tal « hli@. A força d e umi d e al 
ror um Suicrna (L v ••• ) 
L 
Junto •o c,d.lvcr de um Nunca. em momento al- 
1ulcld• foi •ncontrodo umo c ' um da história, oor mate 
vaiada nos seguinte ternos, s áysvirtuda que seja, e ou­ 
crll• como ucloitclm•nto ªº viu dizer que alguma colaa 
truloucodo gesto. Ei, • Integra: nusocu do conlormlemo de 
Nio culpo ningu•m p.!o alguém. 
minha tnOrt<, D•
1xo ula vida Tudo quo !e Inventou, 
hoje porque um clla • m•
1
• qu< tudo que Gd criou. lei pnrqu., 
vlvu1c •cobarl• mo,,endo louco, alguém nllo estavn cont~nte 
18m saber o que viria a ser ncs-- com o estado doe oohoe. 
te vai, de li;rtmu- Sempre tol preciso que at- 
Te a lnftllcidod, d< ca· gu,•m !oa•e toxado de v!slo­ 
ur·m• e<>m um• vlú,o, • qual nárlo ou d, louco, porque 
tinha um• filho, Se <U soubes••• ~urgia com uma Idéia oova. 
jamais lt1I• me c,udn. 	No t•nanlo alguns pou- 
M,u p&t, p•r• maior d••· cos prlelleglado, consegul­ 
graça, ena vivo e quis a fatal ran fazer prevalecer o seu 
dedc que ele se enamo,.,uc e ponto do vista, porque aore­ 
co,onc com • filho de minha dltuvam realment• naquilo 
mulher, convertendo-se desta aue estam fazendo. Para 
maneira em mlnna mãe, e meu estes, a história tem um lu­ 
l ai,· 10 mumo [tempo, em me ar reservado em eua■• pà- 
s<nro. 	. glnos. 
Após olgum tempo, m•· Aos que deslellram nr. 
,,h• !ilho boxe ao mundo um rH• metade do o,mlnho, porque 
mno. que v:lo a ser meu hm3o. ttlguém duvtc!C.1'11 de sua
1
1 
Com o Corr,r do tempo, 1éas, w história implacavel- 
mlnha c,poua deu o luz um me:· rucnl1• os t>&qu~ceu. 
nino, que velo n. ser hffldo de É preclso ter. quando 
minha mJc:; cunhado de meu Pdll 
50 
nc:rerHtA em alg'>, em til ... 
•· tio d• stu filho; p .. undo mt• gUlllB Idéia nova, uwa peroio 
nh., es-pos• • 1tr nora de 11..·u tê.JlCiU foru do comum po,­ 
p•ôplio filho • <u fiquei ,en1o que lnvcjorcA ou mui lnte-n­ 
pol de mlnh• mie, to,nondo-,c clonado• nlo faltarão. 
meu, hmior: meu pai e meu lt- Sempre foi 11selm. Freud 
lho; e mônho mu<hcr ficou sendo tol dur.ute combatido ao IL'­ 
evó maha li que é mie de mi· do de Oullleu, Osvaldo Cruz 
nho mõ•- 	e outros vultos que u hlstó 
R -,ult.odo de tudo iB•o e ria nos npr;s.nta hoje como 
i;u• ,ou meu próprio ••6- grandes beoleltorea da huma­ 
nidade. 
Parlanto, antes que ai cor 
; complique-se ida mais re­ 
elvl deserar dzse munde. 
,a.deu•· 
$ estas pessoas, que 
tentaram odlficar teorias 
ac<lrn.s durante sêoulos. ven- 
ceram por quo nós. qun lu­ 
ta nos cootro pequenlnlle coi­ 
sas nllo haveremos lle v,-n. 
cGr? Seja t•lvez porqut- º"' 
folln penisténol11 ou um cré­ 
dito verdadelrom•nll' Fortt> 
naquilo a que nos propotu<'~. 
8 dllloll traoar um pa· 
r11lelo entre ~•t•s ptesous e 
róa, porque oquelos foram 
dotadnus do uma inteligevei 
e força sohrehum"n,s. Porém 
guardadas us devidas rroput­ 
çõea, devemos ser capszo!• 
a!guma coisa que :illo aceita­ 
mos, que nchamoe ultrapa~er:.• 
du,. Deveruo• ter ctJrogem 
de apontar e fut,r 1;ontro ª" 
l11lhas que nos Jmpe:lem de 
rdallzar algo condlzenlb com 
o .nosso poder de racloctnlo. 
•QU•m cala. con■ente•. 
diz o dito populn. E porque 
haveremos de nos calar, 
quundo vemca algo errado'? 
N4o é um direito que se re­ 
serva ao homem de denun­ 
ciar o que esté err•do? Por­ 
que nllo lut11.r parr1 que tudo 
se modifique? 
D!.llcllment~ olguém 
vencerA OI vida, esperando 
que chegue a oportunidade 
na hora certa de ugir. E 
preciso forçar a oportunida­ 
de II chegar dê nóa e quan- 
do a tlve_rmo■ 110 alcance 
das mãos, agan-11.-la com 
unhas e dentes para que nAo 
eacape. 
N1o poder:os ficar ese­ 
rando que •lguém 001 de de 
mlio heljnàa. a qu• alm•J■moL 
lata nunca aconl■cuA. O atual 
,stndo do, cobs, n'lo o puml­ 
te. Qutrn t.•rr uma opurtunl• 
dde de vencr no a cederá. 
u outr<:>. 
O, gr&nde, lideres surgi­ 
ram porquP ti,·er•m a cor&• 
em de J,(rlt.r quando preci­ 
sovam rtnr, de chorar, qusn­ 
do predsnvaw chorur, de ce 
der, quunto preiavam ceder 
da tomar úeclrõP• drumiitic&a 
QU!mdo b :-ituüç;ão o c:xigJa. 
Nunco lizanm u que não d,. 
via jtr .fdttJ; sempre lutaram 
cem toth'.l u& forÇ&, por oqc.l .. 
lo em que creditavam. Não 
dtlx1>rnru jc!l>ol• de opootor 
umu fo1hs. me mr, que hso 
mogoasse quem qusr que tosse. 
Aceitamos ou não, o mun­ 
do dos homens. E scmeate 
deies. Mas de homens capazes 
de fazer o aue precisa ,e.r lei­ 
to, de dizer o que precisa se, 
dito e nã de honens que (o. 
gcm on ver uma situação um 
tonto eoharnpss. 
O honem só encontra 
prazer ns vida a pa:tir do 
momento em que é cap,z de 
aquilo que quer, e nl!o o que 
ll eituoção gost.ria que ele 
tze:se, As psra uc3tecer 
feto p•ra lermos o que real­ 
mente desejamos, é necessá­ 
rio muita libra, é precise, 
cforç.n.r músculo~ e nervosa­ 
até onde guentarem. 
Por que scm-entt: o::.>.im 
Poderemco a!Zcr que estumos 
VtVendo. c~so c:c.n:rârio IE ta .. 
remos H:nplesmente vegetan­ 
do e pegado a nessa ccnii­ 
çlo de ser rcion., de 2r 
pensne, d» ser inteligente. 
E prezisn pensar que o 
muni, ou a vida exige ista: 
Re:rnv•r ou Mo:-rer. 1: muita 
ccl"erdia pe:n!:Gr em :::oorrcr 
.ie;prezar:ào a recovaçllo po; 
••r ela diflcil. 
LOMBO 
Carteira Oi, Mororiata 
Amador No 13.238, Pron• 
tuúdo !{o 34.771 expejida 
eu 1 de Maio de 1.963, 
pelo Dep •rt~meoto de Trân­ 
sito de Cuiab:í. 
Categoria.- Amador 
Númt:ro: - 13.238 
Nowe: Everaldo 
Larnnje·ra tiliva 
Nacionalidade: - Bra­ 
sileira 
Naturalidade; Bela Vis­ 
ta- Mato (hosso 
Na;;c:dc> A: lo de A­ 
gosto de J.941 
Estado CIil:Casado 
Carteira cie ldentidade 
No 21.278 
Cor: - Morena - Ca­ 
belos: - Castanhos - O­ 
lho=: - Cast. escuros. 
Declaraçao 
Docum•nlo, Perdidos-: 
Foi ext."llviado o Ccrli!iea:b '.!e 
Prcpr,edadd e.o v,iculo de pro•­ 
prled11de do Sr. Joaé !.!eo<i3i 
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os8ocidos do Clube do Lçe. 
No Sulllo de F~ot'Js dn Club•• 
.8,porltvo BclavlPtenne, cectl­ 
do gentllm,nte pum o ocosino. 
n Diretoria do Clube do Luço, 
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lraordlnârlo, psrn nprovaçllo 
dos Estatutos do Clube e 
traçar objetivo!< vlsnn'lu o <ie­ 
aenvolvl'Ilento do mosmo com 
11 presença de tnúwero• 
Sócios que proporc1onemru 
«quorum», necesárlo pru u 
Votação .. O, trabulho, foram 
tnlolado, pelo .Dr. Irlneu Cur­ 
dlnal que apresentou ao, pre• 
,entes, os Hst:' .. • • ·, e po,te­ 
rlormente, lelturn e lnterpre­ 
tncao, e os Sócio• opin~rarn o 
respeito do, Itens que dl,cor­ 
dorom, mas u; demnncios fo­ 
ram puuco, e os Estatutos [o. 
rom aprovados por uuualmido­ 
de. 
Podemos adlntr os lei­ 
tores qu~ as motos do Club 
do .Laço s!l.o prom1•~oras, e • 
!uturn sede social coator~ coco 
quadras de esportes, voleibol, 
ba,quete, piscina, etc ... O Sln• 
nurlcullor Sindicalisado Hão 
raaa l axa Rodoviária 
Dt acordo com a port4ria 
númuo 14/72 do Sr .• S•~tlário 
da Fzeni do Estado de Mo· 
to Grano, todo~ agricultor 1indi .. 
coltudo ttm dlrcitO • Isenção do 
tax• rodovlarla por4 veiculo uli ... 
lllirlo ,stab.leccnclo no rtfcrldo 
as taxas normais a seremseguides 
pelos senbo,e1 cxntotu t:stoctuais. 
Embor• o b•n•flclo ettdr ,cndo 
concedido desde Junho do ono 
Pttudo. a ma leria dos agric.ullo• 
re dele nlc gcrcu em virtude 
do duconh1?:Cimcnto do auunto. 
A Federação do Ag,lcaltu,o do 
E1tado de Meto G,ouo (Famolo} 
ele:rtai o, unhe,,• af{ocultcrc, 
1ndicall:.,Ja, quonto oo bertt.Íi• 
cio, devendo o mumo, p,cc.u· 
ru-cm as sedes de 1cu1 tlnd,ca.­ 
to, pa,4 obtctcm mc:lh0t1f1 lnÍcr- 
mações. 
•RuraliSta ,indlcallz•do t 
ulcalo Rursl d• Bela Vista, 
dl,tcibulndo roponsabllidade1 
11" toCHlltfl o 2• EXPO - 73, 
onlr,i,:cu uo Club do Laço o 
D•pr,rt,munto de Promoções, 
que ,-ncnrregor-se-á das F,s­ 
tlvldadea. O Club dividiu em 
grupo• aioâmlcoa, o• diversos 
setores que lhe coube. O 1° 
grupo e de molor ,ucuso em 
téxpo,lçiies, o dos Ro1eloa, !oi 
entregue oo Dr. lrlncu Cordl· 
nol, coovidodo especialmente 
paro abrllhaot~r este setor de 
Imenso popularidade O Dr. 
lriueu, 11flrmou à Reportagem 
que aed!o dli>trlbuldos valiosos 
prêmios oferecidos pelo Co­ 
mércio locul, oos que obtive• 
rem bon c,1loeoção, sendo que 
ao 1° cohcodo, o prêa,io s8• 
rã em d1uhelro. 
Em contato oom o Sr, 
Olimplo Cordiaal (Palrllo) e 
Sr. Volk Monteiro (Capataz), 
no,sa Reportegem entrou em 
tiot,ndlmentos para cobertura 
to:ul da 2• EXPO - 73, e co­ 
municamos aus Leitores, que 
e Trlbuos da Fronteira, circu­ 
lará com 15 pt!glnu, no edlçllo 
espcclel de 80 de J 11.lho. 
Visita 
11 Í :,_·· 
·.ic! 
Ilustre 
Esteve ea; em nona ol­ 
dade, Vietundo n redução da 
<l'rlbunu da Fronteira. o jor­ 
nalista José Fellclsno Baplia­ 
tn Neto. diretor do •Coosór• 
cio Corurnbntm•e de'Comu­ 
nlcação. que abrange os jor. 
nal•: •O Momento ( diário) e 
Folha da Tarde (dldrlo}. O 
iu~lgoe jornalista velo aoom­ 
pnnhondo bom Ladislau 'Paz 
D. D, Bl~po de Corumbá, em 
visita o~a Padres Redentorls­ 
taa, 
DECLARAÇAO 
Joclrito Rodrigues de 
Miranda, extraviou o Certlll­ 
corto De Propriedade da 
Rural Jeep. Wllli1 Over­ 
laud. r.no 1965, 90 - HP. Mo­ 
tor B 5 214-950, cor azul,. 
Chapa 6·66-53. 
Publicaçfío que se laz, 
para obteuçllo de 2" via. 
Bela Vl1ta, 01 de Julho 
dil 1973 
Nota Dez 
Ao Sgfo, Alfredo Lou­ 
reiro, Prcsidrnt'" do' O rê­ 
mio Pedro Rufino e u 
J2boios equipe, pela mg­ 
mfrea festa de São JOo 
(din '.!3) ole1ecid11 110s sóc,o•. 
Porabéu~. O I!'olclorn 
fnz parte do nos históru 
e deve fer cultivar! o. 
NOTA DEZ. 
llwltius to tl. t e »lua 
Educação 
no Brasil: 
Ensino 
Esteve no Brus1I fm vi­ 
sita oll"ial. o Mlni11ro de 
Educaçl!o e Cultura tfe Por­ 
tugal Protesaor José Viega 
SimAo, aoomponhsdo ,1., EUu 
oomlllva, Sra. VIegu Simno, 
Dr. Alberto Muohud,, (!:iecri,­ 
tllrlo Oerol do Mlui,térloi. 
Dr. Adelino de Lorenç,1 Cola­ 
do (Chefo do Goblneto). Dr. 
Alçtida BaptlPtP (d'- Comissão 
Mlnlster;et du Polltlcu Cultu­ 
ral), e Dr. Jo!lo Falcte [Té. 
oolco de 1• Cassi; d,, IIDI>!• 
térlo da Educ:ço). 
O Ministro JMé Vi.ga 
Sim lo deaenbrcou no Aro­ 
porto do Galeêo, diu 7 tl.s 7 
horus, eeguiado lml!Uiolomen­ 
te pra zrzspitl federal n­ 
de chegou da 9:30 bs., serdt> 
recebido pelo Ministro Jarbns 
Passarinho e· Sra. e dem11la 
autoridades dn M.8.C. 
O Mim1stro da Educç2o 
Naclonal de Portugal visitou 
Brnelila, Rio de Janeiro, Silo 
Paulo, Salvador e Reclíe, de 
onde regre88ou 110 seu Pa­ 
is. Em 60:s e•lada nas vários 
cidades brasllelrnu, o Min1,tro 
Vlega Slm!!o visitou Uoiver. 
1ldsde1, Escohs de 1 e 
2º grau eJn;tllulções Cultu­ 
rais manteve ainda encontro 
oom' os reitere,, e&peclnlmente· 
oe da Reglüo Nor,Jeste. 
Assessorando o Ministro 
Vlegn Brito. velo também no 
Bra,11 uma equipe de espe­ 
olaliataa portugueses. com 11 
missão de dar cotinu!dute 
110s tubalhos lnlciudoe em 
PorlunnJ rcceatt!weolt!, com 
uma grupo de educado­ 
res brsileiros, no sentida de 
intens1flcar o !ntercllmblt> rlo 
exoerlênolss sobre n refor, 
ma de ens!oo. • 
Os técnicos portugu~st6 
e brasileires, como ccrru 
em Portugal, vlslt.rom , ó­ 
rins localidade,, par uvlla­ 
çllo du 'reforma, ondo o como 
está Bt!ndo lmplenlt1da. 
litias de Sitlatia 
• No último dia 11 ~steve 
reilnlda a Cllmaru ~unlclpal 
de Siarolndi. Preze: todos 
os Sr. VereadoreP. No ptriu­ 
do- a apres,enteçao de proje• 
tos e requerimentos, o Sr. 
Paulo F. da Silvelrrs Núnle• 
apresentou MoçSo de Agr.,­ 
declmeotu ao G~vernuckr 
José Fragt>lll e ao Oeput1<do 
Rubens Figueiró pele. cncclu­ 
alo de eatrada Sldrolúoola­ 
Qucbra Coco--Cuoavel. Foi 11 
'Clulca propoalçlo a11,r.-sen111• 
da. A eguir a Comi.são de 
Justiça, exminando projetos 
do Executivo que dispunha 
sobe abertura eretos 
+pec' +, 'j» ' J "': ,, l np .. .:­ 
v0 dA Ia!tia. 
X-X-X 
Jli r l'I c, oclulcl-> oh~~­ 
pltGl c!n .. 1 J.tt.,)-, l'!!. R<'<l!l 
hpna compra de quip+- 
tentos nee«ris ano seu fun­ 
tlr,n,r. :,, f'!)r1 lnlcl~cJa ti 
mnis de 1 os está prestes a 
concretizar-a {ruças x esfor­ 
ç0 da dnámie d!reteria atual 
que tem à fr •nlc o Sr. At1orn10 
WocbnJo Ferreira. A ntual di• 
t clurfo uilo twm rnl'dirto ••~- 
Tudo muito bnlto'e bem 
c.r••nlzt1<l<J. Porr.btn.s ao Sr. 
Pr,tito Mutizips! A!cy No­ 
ulr Cce'ho e sua Comlssão 
vrsnizadar. 
A ô hs. de mnnhà a Ci­ 
de Iol ucordada cm slvorn- 
da Fetv, fit pela anda 
d Pzhin de Corpo Gren!e 
n ruo centrsls ccm perfos 
pu» ponto chave. 
'7 hri. A• outo,idade, que 
se ftzoram prt:.er.:tes. for&m 
recebidos pelo Prt-!,lto • a !• 
Damo d~ Mun;olplo, no Campo 
FutPbol. ondti jà se encontro• 
va nrmo·lo o f;al,nque paf/1 a 
ct'lebrnç/lo d• Snnt• W,sn. En 
cotava-e,tmhem reunidoe 
rtpr,><lltDÇÕ<ó de oluoos uni• 
fo. IIz9d0s de tods cs Est 
beeinventos de Ensino: Fst. 
,Ju,I, l',u t1cuior P Municipal. 
l.om a, Autorida:l•• jé 
em seus devlds lugares, fel 
prufcrldu uma p&le,tra refrren­ 
Le ~ f.J,a•lrlra e Símbolo,. Deu 
•e lumb,cn a bfnçll:, da Bao• 
Cidra rlo Munidplr, (aliá•, mui 
t'> llu J,). Palavras formo!,, 
jUr&mt'ot,> !oram repelido, pe­ 
las sutotidades, que premte­ 
i-am lut,r pelo Pnz, Progresuo 
e Ü«cUYolvl:nmlo daquele 
Município. Pr,ienteR se ••guln­ 
tes utoridsdes: r e Sra. Pre­ 
fcllo Munklpul. Major Anto­ 
nio-Comundantt, da 2• Cfe. de 
l"roattlra, Dr. Ubaldo Barem­ 
Ueputado fcdnal: Dr. Rubtns 
Figueiró - D,pu~do E6tadual; 
Dra. Enil P. de Souzs-D,lega­ 
c!a Reglocel do En,lno, L.:r. 
Horàc10 C. dos Saotos-Presid<n• 
tu do Càmarn; Sr. Cióvli M. 
de Ollvdrli e Espôso:-Pre!eilo 
Munlclp.l de Bela Viste; Sr. 
Pedro Rufino Figueiró e Doe. 
Leurlnda C. Flgut!lr6.Convlda• 
dos esp,clsls do Sr. Prdelro; 
Dro. lvone Duira-Promotorli de 
P. MurtJnbo; Artur Heyo-D1- 
retor; Apureddb. C. dos Santo• 
Diretora·, Luiz A. Codorniz­ 
tx-Prddto de P.Murúuhu; 
Ex-Vereadora Ugla·. De&em­ 
bergad?r Dr. Hermlaio, Cap. 
Mo.·4uelro e E,põso Drn. Au­ 
re•-Repre,entunte do C.>rootsl 
Ct•r:concoatt elo 10° R.C. 
As 6.30 h,. Deu-se loiclu 
do defte E;tu1ontll,.oo pelou. 
que es At.rorldades jtl. cltedae 
com txces:&o dos Diretores. 
Começou o desfle com e B,n­ 
da. do lllú,lce. ae C,mpo Ora:,. 
de, que drn decoon,trsç!lo em 
frente o palanque, onde toca­ 
rsm prabes, e outras músl­ 
·cas e •mo: Bulada nº 7 e Ci­ 
dade Maravilhes. 
D,sfilaram os Colégios; 
Elcola Muaic1pal Tomãz 
Lereaje!rn. com mais c.u me­ 
r.os 1000. alunos. A fcn!arra 
composta por um Pe.lotdn de 
aluno• que tocarom multo bem 
To'os os iuncs com calça 
(meninos) e S,is (meninas) 
s2u1 Claro e biusas brancas. 
Escola N. Sr•. C:es Gra­ 
ças (ParticutorJ; Miai Fualarrs 
cm ulunos pequencs) 
P,,ictllu do Pré, estava 
uI graça, nsslt como c8 
reprettts dos jogadores 
do Flza-ngo (luucs cotu iia­ 
dentre 11 e 1no. J No Pe­ 
latão zepsr«do um des lunos 
ustenta Bandeira do Muni 
pia • outro o Bra1io - 
O !llo:>tal lambeai aprv• 
To ,os pra eu'r ! 
Dia em fnl n! 
ree+bido pio finsnwxr 
uc:1a  ,,:. l p, rc '{,, :l'l pu •. 
Iço Toe! Tem « crt, 
que e populacio cont.nu. 
r dsnd» seu rpólo até o tf 
Dsde o dia I1 de de. 
,i-m!Jru eh:' 11171 J'I fuo:lnq 
r ; ala do huspitl o 	A m -. 
hulntórfro tJ,, Prrfollllr~ (jUI 
cba de receber mteríel 
rnt1lco-drn1árfo fcrnt' ld~ p 
lu Eslndo. 
Brasínha em Porto Murtinho 
rcutou um Peltlo de seus •· 
luas, [e+sc d@itas_com +d 
dei! v>1r,udr,s d• 1.J u 6'.J , %• 
A luna mals ve[hs, oleei 
um rumo!hete d1• Jl6ros à J' 
Dama, que Be ~ncontr.iv11 u 1 
Palnque. 
bicola :11 de Março, corl 
4 P,Jotõe& rle , JuurH, lo~ p 1 
el•urln '"A,slm Nasc-u Mu•ll­ 
nbo'' (V4rlc• lnrllou na11 cl1•!!1- 
IZ8 :lo,, •te ... ) 
Escola do 1• Crau, ttv, A 
!rtutt•, o Pelcto d l••oforrn 
Pm formo d~ .áncorn (,la:bci? 
contido n Bendelr de D. Mur­ 
tinho), usas'n. calça azul m4- 
rInho, camisa branca e Jqu • 
ta verm•lha. 
PHarHm om frente ao 
palanque, ooqu~nto os outrr, 
olnuo11 ( mn!n ou mo nos !00~) 
passvam de«[tinto entre ce 
mesmos. Derum demonetre­ 
ç6ea do Educ. File, pela:o 
de rneninHI! do Volley.Bull (> • 
pelotáo;de menlnoa de !u:.,!Jd. • 
Alunos do 2• grau, ll~re­ 
eenlllram em frente ao P(· 
Ianque um grupo rle Ricr.s; 
que formara a frase: «S !ve 
Põrto Murtlnho, (cadu um 
carregava uma letra). 
Tnmbén: des!lluram, 
Pelotão dt1 corpo de bom­ 
beiro• de Cümpo Oran1e, b• 
gu após. deal.J.19 do Regimen­ 
to da 2• C!u. de ftoiltelr•; 
Repeseotaotes da Cava!arlu e 
11atomóveb da 2, Cfa de 
Fronteira. 
Ae 11 h5.: Na O.wa.111 
Municipal, unde deu-se " l'll• 
trcga aolene do Titulo de Cl• 
-'a-!!lo Murllnheose io~ D:s. 
Hermlnlo (Desemb!lrga'1or, 
com csdelra no Trfouca1 de ) 
justiça) e Dep. Rgn Fizud- 
ró. O Desembargador, rece,­ 
beu o Diploma us mão do 
Major Antodo, e dos mt:as 
fio Sr, Prefeito JUuniclpal o 
Deputdo Rube Fiquei:ó. 
Presentes lodos as Bulo- 
rldt1dee. O .Advogado Dr. fro• 
e, falou, enaltecendo a fi . 
gura dos dolo homenogetsdoB, 
em nome dos Murtlnlleaieo. 
Agradeceado, falrara 
oR dois homens.geado;. 
No Rstsuante Murti- 
nbense às 20 he. as autarlda 
d e foram ugreciadas com Joti 
to almôço. T~mbem praaeote11 
autoridades Parsguufos. Ale• 
J{rnn:lo o ambiente um co[I• 
junto, vfndo dlret!lmente de 
A66UDÇlío. 
Ás 14 hs. DeoonPtraçt!o 
de Educ. Frslca :ia Unidade 
Pelotar. muito bem ensJ!adc3 
e preparados. 
Logo npóa, com •'aquela·• 
torcida._o Jogo'. Flaeng do 
Rio e Time MurUabense .2x1 
para o flllmPngo, mesmo a,• 
sÍ os urtinhenses jogara 
multo hem. 
Foram encezradk os fes 
tejus, com o b!!.!le Soclal, U 
22 hs. Club super lota4. j­ 
gndore~ e multa!I garo!'1& 
Na mesa do Sr. 1>re!elW: 
PrP(elto de Bela Vista o e­ 
põ •. Ora. E..:iil. Cap. Mosque' 
ra s Sra. . Geren:c da Flo­ 
re.tal r espõu, Sra. IJ:. 
Milton Loureiro. Sr. e Sr 
Horicto Cardi, Sr. e Sras 
Dr. Frou, Sr. Luiuca e e•~ 
r. l.al