(?undodor 
----·- .... _ 
ANO li 
Oihi.ihtiihh--,-- ... ~"' • 
-· lvoldo l'.-rrlr,1 Liberdade com Responsabilidade 
------~~ -------- 	----~--------- 
Bela Vlsla - MT. 	- 2_0/07/73 
:;;;-;;m,_.,.,.-..,;:::s ;:::o:::ww: : m ... :.: 111 e:.:;; :Tw,,-.,11,;;;.;.;;,,..,;""",; 
ACarmaf IIIAUGURACAO DE ESCRITÓRIO 
L~ 	iL NESTn CIDADE 
1 
Duotando • foi• ,1mbol1ca: Dr. P•ulo C. Moch.do·Clovi, M. Oliv•ir, 
1 
Trnnicorrea no dia 7 dom 
psado o to Inaugurar do E«cr 
tório d11 Acarmol (,s,ucloç.u> t.lu 
C Odllo 
O ,u,lstõncla l!ural do Ma• 
t: Gro,io) nesta. ddBde, ,brílhrrn­ 
lendo com sua prettr.:nç:1o s. EX.cltt. 
Secretàrlo d1.1 A1trlcullura. Dr. P:Hl- 
1
o Coelho Machado o d/nlsstina es- 
Oli(l autorldt1dC~ do. proprlol AC.lf­ 
p t • vindos do Cul11.bA. nntorldn,tcs 
~~~ai, urunüo otlmoro de ,cnborua 
u c!lv•olbtlros que csiltvcrnm prcaon­ 
tes. A cerimonia rvestiu-ae do u 
ceaso. Polu tO horas checou o Sr. 
'ccrcl4rlo o ato conlnuo apód Oll 
... umprlmentoa dou-se o inlclo an 3~0 
:oru1o convlündos o~ Sn-. Sccrct.o.r,o 
da ARrlcultura o Prdollo Muolclpal 
para a ,oltur.1 do llln que vodiva 
u entrado do ft&1Bo oodo rd.b nc­ 
talado o Escritor!o, ocasião em a9° 
padre Brando, vigário da Poroqut 
"" ·,%,"a. s. e. s ermos 
autoridades é covt4ado+esw/} 
ara o roc1nto <lo Clne SD.o • os • 
~ndo l6ra proferida p,tutrn ;,e.to 
sr ôecrctArlo do.::A~rtculturo. que 
e::~ 8011 feli.J alocuç.-,o deu prO"n.S 
do mullo Interesse que nutre polo 
tle■cnvolvlm~oofdà,tc muoklplo. e 
da reRl4o. acrosceotnndo quo CR'i 
1
: 
or& em breve um cncenhelro ngr0 
nomo para auxiliar os agrlcnttorcs 
como tambúm lor.:o quo u clrouos- 
tanclo o pormlta. um veterln6rJo q1e 
:,lutt.rA no ■etor pecu,rJata, eoru 1eo1 
mulllplos proh)cmu:. rer:ebendo 1s, 
trondos& ■alva de palmos .. Tarnbem 
o Sr. Antonio Rodrlguu da Silva 
SocretJrlo do. Acarmat fez palestra 
d!1corrcado tiobro o C'orrodor Ce 
Exportaç4o a que fora c<>otempJa­ 
do o EAtado de Mato Grosso como 
grn.ode produtvr o exportador de 
cornM, com ütel■oxp!kações ,obre 
diven,os 2u11uutos. 011 Beoboros Jo• 
,i! Carneiro. Pec11or11tA, Lul■Cario■
Nnuirctb, ,,rcnto do Banco do 
Druil S.A.. Dr. Ruben do Ca■lr• 
Pinto, Pecuarista e Adalberto San­ 
tnn&.. empr·ed.rio. a todos o sr~ Dr. 
Pau1o Coelho Mi!iObndo deu resp::,, .. 
tas coorcnto1 .is 1lt11sç,Ou a moda­ 
Jldllde do, oc-goctos abordado,, 
todos Je lntcrcHo vital para o mu• 
nlolplo. Foi eocerr11da & palut:-a da· 
vldo o Jdlant.ado da bora.dall ■alndo 
a comlliva e convtdadoe do Sr. 
Prefeito pnra o 11moço no lte■lan .. 
rnote Coban6 
Depois. hoUl'e ama. rápida 
çf!lta ao recinto da. ~xposl0,llo. 
JOTA JOTA (Rl:POII.Tf.R) 
Pa'&l•C. . 
A,,i11i1l11rn ck Co11tn110 
ih Is husia hiuweris l 
«i.Mil» e falestas 
Dia 27 /06 / 73 pp., 110 re­ 
oloto do Cloe s. Jo.;é, ~Crlll­ 
meote o•dldo p1tr:i u ocnsl!l.o 
pelo Sr, lJoelb, deu se pnlee, 
tras sobre válov itens de su­ 
ms Importei», pelas dtqa» 
repr0ltlntaote, dll ACARMAT 
aos laümeros Pecu,uidlad de 
nossa old1Hl•- ParUclpamm 
dll meu oourdeaadoru. 
!>r. Paulo Co,>lho Mu• 
ohado-S,crelndo du Mgricul­ 
tara. Sr, Cióvls Muroelli;o 
de OI ,vtrn- Prefeito de !lolu 
Vlata, Cel. P•rltrndro, Sr. Jo,é 
Slmpllclo dn Costa Marqu,H, 
Dr. Geraldo Xvler ates 
Promotor li" JudliÇA de Belo 
VhlDr Pe. Brund!i.o-Y1gano 
dfl Paróquia lochl, Sr. Eauu:• 
do Oonrlz-C0ueul Pt1r•gu,'1J, 
Dr. Antonio Roorlgutla ou ~1:­ 
v~-Secrelário Executl'U uu 
ACARMA'l', Abjlun 1''. Col111· 
bra-Coordeo11ctor d~ ACAR­ 
MAT Zooa Sul, Dr. Jollo Ba­ 
tlatll de Veobt-Chele do Es­ 
critório da ACARMAT 9u 
Bela Vls:.a, Sr, Go..1éslu Flô­ 
rea-Preleltu d" AntclllJ Juúo, 
Sr. André Taaeu Oc11mp ,-Ptc 
fello de C"r11co,I, Sr, Gtlller­ 
,o A. Corrê11-Funclon,ri" oc 
Receita Fedt!r.ul, Sr. Arno 
Ormy-Chefe dos Tribats 
Federais, Sr, Luiz Curl,s N11- 
:i:are1-Oen:nte llu Buaco rJo 
R,s,11 de Bêl11 VhtH, 
Entre os lnOmt'roi. (JU~ 
t lntes. ele, 111quel: 
Dr. Rubeo, c. Pute, Dr. 
l» C. Marques (Der:gedo), 
o·. Pellr,. l'cl:Olér,, s , EIIIH 
Brbon, . Joaqutu F. >ou- 
stti 
Fto« buiro Texto tcslboraço de Junes Velasqaes) 
lo, sr. Po1npi1
1o P~dra, or, Alr• 
ou J. Gonçalves, sr. Elisa LL­ 
no, H. Sin11011, sr. Al,•lelo 
i.toades, ar. Au,011z10 lfollo, 
ar. Arman1o Hazlme, sr. Ota· 
vlo Loureiro, Ar. Everuldo 
Lsranjeiro, Epauiondas Es­ 
co~or. sr, Pwrl :le!lo. sr, Vl­ 
ctcr Peo,,0, Br. ~l<lrqulto 
Barbosa e sru. Edócfo 
~ Ll'!dt!. •M&I•• Oroe30, nifo 
etu só posstblttades de Pro­ 
l('wdlr, como Expan:ilr suo 
fruuleln•. PJ.luvra do Dr. 
Poulo C. Maohad••. 
«Para o Progresso da 
Agrfcultt1ru, e,•rA neco5sllrlo: 
=si·4+ncia Técn', Crédito, 
Comeretlizuçu e Preços 
M1n:mo.-.» Pul 1v 'iK ao Poder 
Executuvo du Acuruat. 
Dur.1nte " p lavra oa 
8cDhcrr., J-,•6 Carneiro (pe­ 
cuarl~lu). Luiz Curloa Nnr:a­ 
r<I (~oc:iote <'o B. Bresll), Dr. 
flubeofi do C•lHlro P!nlu (Pe. 
cuurl•111) " Alberto Sanhna 
(.-rupr~s,,11 ), . eo'lcitaram de­ 
Ilnlçõee a rl'a;,elt" 1E :núm<'ros 
preblus u tu!!s o Dr. Pu­ 
Jo Coelho utr 1:J~u com pro­ 
funJo ...,...;Lhcci.; ... !1. :..:o c!e CoU• 
tu, 
!leia Vlsl!! totegru-se n« 
pohtu.:a <l..:benvvlvimenlisla 
do govtruo ds floso!ia que 
norlcla n A1hn,nistr~ção Joeé 
Fragelli em pouco tempo 
nessa ci :uds será bend!lcle· 
d1t com a Ene,gfrn Elélrlco, 
Estradus Astuit«dux, Hde de 
E·getos e outa melhors 
c»saras à &n nclp1- 
çuo l'ClJOUillh!IJ. 
T 
5,. T,d , Oc,mp , 
ri±t, de .·rz l 
O. O, ms+ e'ih + 
k«o r'+q ,,l, Vista pres ... 
tau wugo','+o da 
ACARMA T. n• P•1lr.1 
u·gu1rllt 
Comunicação 
O Ccl, s•3 T .:n,co d,- e.,,, 
t.b.lld,dc d• Bd, Vos1,. comu­ 
n,u aos ah,fxo ,eJocionadu1 que 
seus Do!cm±s :e encontram no 
Celég.o devidamenl rg/+tradcs. 
1- Dlrclsnm ilfArtto, /Cosia 
%- Adalc!r 6arcla. de So uz.a 
J- Ad&ir Ecbarerrfo Baita 
4-- Adão Bento sole 
5- Malhio• Plru de Albuquerqu• 
G li.ar!& Lld!a Ordíz 
7- MArJ11 L1!1lva Brvm 
~- Odilson Uno de Morw, 
g_ Pedro Barcelos do V&J.le 
J0- Walmlr Gonçal,e1 
11 1!.lrl& dai Oraçu de .11 .. 1, 
12 Marta Hlld• d• Medtlro• 
lJ MartimiaJJu Hodr-JgUc.) 
14 LourdOJo Ecboverrl, 
15 Jo~o D, Allórno da sun 
16 Joao Amâd!o Vlelra 
J7 Oilm!l de Jcsu.■Silveira 
1Ji-EJ1r:.a Joana C. de Moraea 
19-Evaldo Jaclnlo Oc&m;,os 
.?0-Dejalma Sflvutre: f"ilàoJee 
22-WUr:car Ocampo, 
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A Liga Esporti Bel- 
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I 3 
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Julho 1e 1973 
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?!.orlo Mornl •, 
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NolPI ll ,n,,tel; lleri-o 
Pardo, Gerldo Muwt, An­ 
tonto Pedro, Pe re, Rob+to, 
Roan Amélt, a 'ele, 
Jsnete, Rlloc•, Bel', E ú, o:. 
a Sal6no, nt P-rlr, 
T, o. G.,pur .o Nil·••O  11r­ 
, (NIlslho). 
t%±; 
l. 
Tatt,bem prentes Sr. 
Brn, Bgto. Jvuu R,drlguee, 
Amórlco-Cldu, Juno A111u,lto· 
Wllra, Mlguct-M►orlaugdu, 
Gllberto-5•ndrn. Sgto. lll•rlo 
Varg1u-80r,l11, ,Sgln.Qulrlno Ze­ 
nohh.', J o!I<•• Jur n ,:,•cl Bru11cr. 
Por lá prstta:7do 08 
Aep. Raul, ntcnrdo, V1l•r e 
Gnvl!lo. 
Ctrculundo por Belb Vq. 
ta, o. dlsllllltl Sra Alloe Pe­ 
relra, Mo do nosso Jorllb· 
lletn lvaldo; Pereira. 
A0",emlzo 'Dedé, 1bar?­ 
das Mil, pelo seu nul do dlu 
15 pp. 
MI!hres de"tumcinbs, 
à Nélls Vela•quez, pelo seu 
aniversário dl~ 17 pp. 
A todo nossos Ilustre 
viMltnnte desejamos que d­ 
vlrlam-Ae 11 vnlc,r, polH Bela 
VIt é u Cldde HospitaleI- 
CASAL DA SEMANA; 
Tito o Sõn n 
-v ......... v .... 
Dh :10 de ,Junho pp., 
bll+ no CEB, uper bad»l­ 
do. Tn,,l, gente comp.ir, c,u 
quo lnltou nu 1a, Mns ... () Is­ 
~º m••mu, qunn1o Dn• Klk1> 
e Dr. Pedro, orgaolzum 
un.a Ie-t, 8 pra vnler. Cda 
lest, um11 nuvld,de. P11ru­ 
bens'!! 
Colnbornr.,111 deslllando; 
Sru. Nice Mlraudn e Sra. L(), 
rJu l. P,!rnlé•I. Porttbens, 
poi• é dlllcll enoontrllmoa 
r:n 11· 8"11 tiOCled1tde SrBA. 
quu c,,l.burem nefse eentld,,111 
MI, Camoo Gr•nde • M<• 
Bha Vista também eiblam seu 
charme e beleza na passar+la. 
lnúmcr•• S,lu. d.,f,l•ram, Tuu• 
llor,ndn<', Doolinda, Leda Vor• 
ga,, M.,l,1 da Lin•'• M• Alice 
P,nh,110, Con,toncl• Loubct, 
Dalcy Slooll, M• Do,valine, Clci· 
de • Mirei• P, Nunu, 
9E#R 
Abr,lhont,do • f,•ta, uma 
caravan de unlvu1itlrlo1 . dr: 
Ce:-apo Gronde. 
X-X-X 
Par lá: Coo. Mosqueiro e 
Sra. A,httdu Pwupeto • Sra., 
Tales Ma1carcnh11 • Sre, Sidney 
Me,cartnhas e Sra, Ollmplo 
sr.· Cl.>vls Marcelino de Oliveira [Prefei­ 
to de Bela Vista), Srta; Celia de ™oraes 
Melo (Miss Bela 'Yista. e Simpatia 73) e Sra 
na Rocha do Oliveira 1' dama Municipio 
Co,dln,I • S•• Jo,f Lourrlrc, • 
s,., Ad,r.1a1 Gc,doy , S,e, Al­ 
mtr-Ceilds, Mque{-M+ri4gela, 
HclVWo•Nlli,. 
x-x-x 
T ,..,b,m corcul•rom: Nilton 
Godoy, Juqui .. b,, T<lm,, Eloy. 
ida Co«lia, Aseu. Djalma 
Bienchi, Tito, Celso M,lo, J•r.•· 
te, Sanda Baueto, Leila, Neutn 
Luiz, • Juu. 
X-X-X 
11
Reportagem 
Social" (EVP). 
D10 1 ° dt julho pp., foi 
CUmtmorado o ,nivcrslrio do 
P,. Brandio no Clube E,port• 
Belavistnse, num ambiente +ga­ 
davel e duconlraido. Antu d, 
tudo foi celebrada a Santa M,,. 
u, para dcpoi!I o 11nivrrur1antc 
(qur, aliás cit,va bastante ema ... 
clonado) corlar o bõlo. Tombem 
foi homen,gcado com algumas 
palavras pela Sra: Maria Rea 
Murano. 
Prei!19i11am; Gerob,ld,- 
Suely, Ana Morlo·Eduardo, Dr. 
CerllnhO•· Butrlz. Morels•Eliu 
htte-, Antonio-Natr, Antuo• 
Zrll, Klebcr•Zilk,. Clõvit•An,. 
A lvero•Pcrclliana, Adonh•DeJa, 
Alfredo Nizla, Genil·Enoly,:;.p,. 
dro-Tuts, 
e,. .. , ,.,,., º''"" 
8,:1,; M,rçdf, « b!I,. 
X-X-X 
Mil h»baldas as ·roer­ 
alantes, 
e. Brasis, Me«e Ar»m­ 
buJ• Andrad•. Je1i Gtr,!uJd, 
da Roa Nte, Gel wns, Jn- 
da Melo, Lair Culo, Nua• 
eth, Asno±o orle. Os (Grêmio 
ierro, G1lid• « Dona lU,. 
X-X-X ' 
o 
x-x-x- 
T •mbrm; • r ;s,.: s,.. Dr. Fia• 
ri Mrano, Miro Bullae e Sa 
Hél1;!!.tllonc,r iSra, Jorr P',f. 
miénu e Sra, Ata»zlo Loureiro 
e Sra Zcé >Plnh,iro « Sro, At,­ 
nãuo:Mello 'e,S,1, Jo•é F. Sou· 
te r Srt, Joio Pmh,iro • Sr,, 
C,p. Dourodo e Sra, Mante• 
Miranda « S,a H1d«d: • Sra., 
,Ev,1.lslo Miranda e Sr,. 
x-x-x- 
Cornp ,r,cer, m tambem a 
ra dar,o_abraço aigo ao Pe. 
Br•ndio; R,toca,lKalto, Hei, Ma• 
róe, !:nll, lo,bel Nogueira. l)Jc­ 
íon,o Loure110. Cchu,, Mui• 
Ahce, Marllu Sro, Rito C. ,1n­ 
helro, R,,. M1,la IUta Laur,lro, 
Sra, Arac,~Mendu, Nc,tor Al­ 
mada, Moaclc B,ionr, Fithna ~ 
Jurocy Melo. 
<e Hoje: 20 de Julho de 1973. Bela Vista 
comemora 55 anos de muito trabalho 
e participação.rNós, de Bonito, acG:m.· 
panhamos a marcha histórica da Prin­ 
cesa do Apa, e buseamos as mesma• 
formulas-de progresso. O povo de Benito 
parabeniza a cidade-Simpatia. Para cima 
e para o alto Bela Vista.> 
EsluduuliJ 
"Tmg« n honra de per1 
dpar u V. S. rJ qutt o Grl'mtu 
EEludantl/ Bel. vf,t•n,., e:u Fe!• 
Uo reali;udo 'J,e 2 prÓJCltnu 
pade, elegeu uu diretora 
com 01 1,gulnl•• ukmbro3: 
Prnldrnle. Roquo }',qulw 
Pa», Vide-prsldente, Hugo 
lau; I• lierretlirfo, Marlo l:Jl. 
rip,u Mune de: 2" •.rroUrit>, 
1•rnaodo l"ernaode, FiJl1~; lo 
luonrolro: Vldcr Vieira; 2" 
luourtltc,,' Ad,lr Lcur,lro.'' 
Rota t uma pari• do teor 
contudo no,7cfllo;/7), de 25- 
1'18-73, lnform,ndo-nos~dn fun­ 
dalo de um Gr6rnlo Esrudsn­ 
tll •m Bela Vl11a. 
Julgomo8:toportuuo dor 
ao, componente• d• d<retorlo 
algumoft, pa Ia v r as j de, loc1<a tlvo, 
uma vez qu, 11eu labalho A 
t.o1l1 da agremiaçl!o o/lo , .. rA 
fàcll."Em~prfmelro lugor. aspa­ 
lav,a, 
1 
1,?rêml1> utuaoo1II·' n;;­ 
•Umcm um:a,peclu d• ne0lo­ 
i:J1mo emJno110 meio: O b•· 
favhltose nllo teve oportunlda- 
de inda d famllfarlzsr-»e cm 
o eu exato alenllicndo. 
E;segundo lugar, porque 
o trabralho po, deJtcoçllo, •ln­ 
da:queCamplam•nte r•compeo· 
udo por uma ■alirfaç~o, inte rlor 
n_deixa de ter seu reveses. 
Mtlllone que foma! de 
um ürêmlo EsludaoUI por Iráa 
eos, sabemo• du :llfl:uldades 
fflCOotra~u pelo dlr.torla. pa- 
ra mtOtH o 11rupo coeso e mo­ 
llvar:•• .~lludonloa em lorno 
de uma agremtcçao que E a pró­ 
pria •Ida da um colégio. 
O prlmelro trabalho 11 
11ue seidave propor o f!rlm(o, 
é -,001c:lcntfzar o, eotudant.., 
e o povo ~m Jmporlánclm de 
,uu reaUzoçõCJ e de força 
qne •• cooalltul um grvnto. 
Terlamos ,olllo !ormsdo uma 
eqolp, c:onsutold, por álreto­ 
ru, 160101 • o Colet1vlchde üII 
geral. A partir dnl, com alice,. 
••• 101fdomeDte fincados, ulrln 
tl 
o ,rêm1o • campo, doreovol­ 
vendo o &eu príoclpd óbjelivo 
promover coo!utccla.s, enc.on .. 
1 
tro1 cultural,, te.tro, marato­ 
na, esportivu e lolelectuala· 
O eeludentr é, hoje, .a 
peça diave de qunlqner 1fõte• 
me. Neles, concenlram os a­ 
tenc15e, do gove,no e a e,pe­ 
r■nça de um pall. 
O Orêmlo Esludaotll não 
poierta ter surgido em tndhor 
hors'em Be!o Vhla.:Noto-ae o· 
que oa nossoa esudont.! an1am 
um lanto,qu.nto •P•.:ados. dea. 
tl!Ctecendo a delinlçlio de que 
e■tudante 6i9nlfic1 .çiio movJ­ 
•e.ato O ~,tu dante. cemo centro 
de tod•!·••fat.t-.nçõc,, tem que 
ter uma-ida mais atva. Não é 
,oatntc ir à escola, cunir um 
p?ofc.not r., .. r U.ffld •u.la intnk.1 
ir Par• CHI! e r,-x.e, prova no 
im o ano. Antes e principalmen­ 
t«, ele deve ur ruponubiltda,dc 
per, JIOdtr Ítz.rr al;.u.mdl eei.!a e 
auc: uu trabalho sejs aceito. Em 
segundo lugr, ele deve me;trer 
que car de fazer alguma 
eols•. de cri.r alguma c.oJu, d.e 
participar da vid. otl,a ela Cida· 
de como seu membro integrante- 
Temos certaza absolata que 
o c,ludanl: bel•vi,ttn1: vai 
pestlgiar o seu grêmio. vaí treba­ 
lll.r Junto com o dltt,toria cm 
todo, os projetos. Conhecemo• 
bem e, <!tud,ntcs de B.Ia Vista; 
t.le:s nlo prome>vt.m cu nlo p:-0- 
mcvlan, multo C<>Íl4 per r,tta de 
wn lider surgido de seu prô::,io 
meic. gera eles ten, a iretorij 
Lengo

'Trtun da 'roatelta 
L 
8,00 horas • Julgai onto das raçs zw 
huinns,' exceto o Nelore 
o 
5.00 horns. - .!nlpmcuto ,ln, r.,ç1., 
zebuinns Nelo1 <' 
8.00 - Julgue.to das rags Eurepóas e 
outras 
•• 14.00 horne - Alo inr,ugu ral Hastca­ 
moclo dn Bnudolrn N~cionnl 
15. horas - Do,filu 1los Cnrnpeõ,~~ 
18.00 ás 21.00 horas - grande ±odeio 
lntercncional ~Br,1Bil- Paraguoy 
21.00 boms - Orunde Baile Papaia~· no 
Restaurante do Clvbe do Laço 
Dia 25 Quarta Feira 
8.00'horas - Renberturn 
18.00 ás 21 horas - Grande Rodeio Jn­ 
tcrnacionnl Rrasil-P11raguay 
ia 26 Quinta Feira 
8.00 horas- i..oertura 
9.011 ás 21 horas - Campeonato Inter- 
municipal do L·,co ( coat. ) • 
18.00 ás 21 ho11.; • - Grande Radeío • :ri­ 
tern11clonnc Brasil-Pnraguay 
Dia 27 Sexta Feira 
S.!JO horas - Reabertura 
9.00 i8 12.00 - Cnmpeonato. lntermnni'• 
cipal do Lnço ( Cont. ) 
18,00 ás .21 horas - Grande RodeTo la­ 
ternacionl Brasil-Paraguay ; 
Dia 28 Sabado 
Homenagem ossa a todos queles que trabalharam 
110 anonimnto, com entusiasmo e cpirto de unlo, e, 
Ís nutorídades estaduais e federls que nos apoiara. 
.GO horns Reabertura· 
9.00 ás 12 horas - Cnmpeon,,to Jnter­ 
arnnkipnl do Lnço ( Cont ) 
• 13.60 ás 16 horas- Gincana de Adultos 
• 17 ás 18.00 horas1desllne~da_Mlne Peões 
18.00 i'ls 21.00 horas - 'Grande Rodeio 
Internacional Brasil - Pnroguny 
21.00 horas - Grande Baile Popular 
no Restauruute do Club do j L11ço 
Dia 29 Domingo 
8.00 horas - Reabertura ~ 1 Entrega. de 
troféus aos proprietários de /auimui~ pre- 
mludos · , • 
9.00 ás 12.00 • Campeonatd lntermuai• 
tipa) do Lnço (decisão) 1 • l 
12.00 horas - Apuração dok VOOs par,1 Be a Vista-A Pri.nCl;!Sél. do Apa 
Rnlnha da Exposiçüo 73 • • 
A Diretoria do f êmio Pedro Rufino, o Salão de Visitas da 
Dia 29- Continuação 
13.00 ás 15.00 hora - Oicam if«n 
til em petiços 
15.00 is 18.00 Lotas - Final do Orand, 
Rodeio Interacoml Brasil 1argua 
22.00 horas n,1ilu cfr En:,n-ram
1•1ito d:, 
Expsiço.e,eco:o.ça0 da Runla nos 
solões do Clube Esportivo Belvistete 
A !a·Exposição Agropecuária c F'eit 
de Amotrs de Bela Vist (MT zerá 
:elizad de 24 á 29 elo ,Julho do correu· 
te ao, e, a sua prescnsa será r1a hon- 
ra para· todos aqueles que contrilrnem 
direta ou Indiretamente, para sua ra- 
lizção. oram execvtres as seguintes 
pessoas. 
Comissão Executiva 
Ur. Sidiney Monteiro Mascarenhas 
Sr. Luiz Carlos Nzzreth 
Sr. Jncinlo Rodrigues de .Miranda 
Sr. Luiz Oonzuga de Araujo 
Sr. Olymplo do Amaral Cardinal 
Sr. Wclquu Fornaodt1!! A'.untelro 
Comiesão de Roma - Presidente 
Prefeito-br. Clovis M.rcelino de OlveÍril 
Comissão de Relações Publicas Presidente 
Sr. Edson Medeiros de Moraes 
Comissão d, Comércio -Presldentll 
Robson Gerônirno Nabahan 
Comissão de Recepção e Controle do gado 
Pre,ldente- Epaminondas Escobar 
Comissto de Ração Pres. Vietor Penz9 
ozlsso de Agua e Euergia Elétrici 
Presidente Canaido Rodrfgues de ).!l_rand: j 
Comissão de julgamento -- Presidente . 
Antonio Maria Urbiet,,. Zavah 
Comissão de Constrnçõe.! - Presíden:.e 
Manoel Rodrigues do .:'lllrznda 
Visitem nossa exposlção, couheçam e sintam de m- 
. neira mais íatimn a hospitalidade do Povo de Bdn 
Vista, Caracol e Bela Vistn; Paraguay. Tomem contato 
co..a o promissor mereado poczzio da região; estuc.lem 
as grandes possibilidades de íoterciirnl,io comercial com 
o país amigo PArnguny; aualizem a riqueza de nossas Nós da Mercearia i{odêlo acoru· 
Nl.!ervns de calcário para produção de corretivos ponhamos seu desenvolvimento, pro- 
para a agricultura e cimento, cog,ttJw da e:rploração d t d •. F"lh 
curan • o II rn er scus I os cem 
rural. l!:a.íim una o útil ao agradava! - divirta-se_ todo _re,peito e consideração. Beba 
e ganhe dinheiro. 	Vista, teu nome e Progre,,so. 
MERCEARIA MODELO 
De Ari Ricardo Bruac!ão 
Bela Vista: Hoje, 20 de julho 
você comemora 55 anos. 
sra-se nas comemorafões pela passagem do 55 
PARABENS. BELA VISTA ID 
erraria lll@l anile n a # 
Comérci1 
sociedade Belavístense, lnte- 
aniversário da Princesa do Apa 
A 1Nlff8Rl4

JZ 
l 
-c---J 
Sr. Clovis 
Ao SI'. Clovis ,hrc •li­ 
no úe Ohvcl.n, pri'!,I ·' 
municipnl d~ B,·1, V1 ··•, 
extensiva nos componen{os 
dll Comissilo Orga:madora 
1 
il 
11 
Estachi de Mato Grnsso 
PHHEIIURn MUlllCIPnL DE cnuncoL 
I' 
' ' 
J 
!H.97!,55 
servlçon de ter­ 
de trabalhos tas 
25.182,00 
1 
, 
':arcellno de Oliveira 
,lo Mss Bel Vist11 -73. 
P,.r: oénK, ,, po1lc d~ 19 de 
Maio ficará gravada na 
mente dos belvistenses, 
Noite do Gala.. 
«Qvndo no tones,o do 
!mp n msols renota in'l 
,. h· ..... r.. J, .. 1::11hh,n 
per. ·ba qus uulo ·:. • 'l'.,,, 
t•1 tt' r;· j rta tua±r d 
'l':"l rr {u que a ?le oba 
va, h , .. e, u· j ,.., rrtn.t lrl, 
, •,, •' C<, • rdu. Qu r1 •• >'-f 
de otlu que tum.a tece tdde 
podi surge Afeita uqundu se 
ncnttu nIs o pr um 
pro'uto, quur,no o hrem 
l rir l•V'l mrprniru qur 
to/d fr urna troca com 
, u.: ,, r . ,:,., .. •u o e:,pltllJ 
,, r 1 
'l' u.-> r· •:do um·1 lncl 
'e do &ir [nuiçko nss tran- 
~ çõ ,•,,o ,, ,., ,I~ dn proço, 
n.r tm r, t: r1i u·n OF-lfí1tlvJ,,mo 
pr prto de d«ternindcs co­ 
mercianter. 
Frquentes Blusões, e 
queixes, !rs cus que Irpe 
n,m O µ' "'' desenvolvimento 
do com~rclo locLl, o drerna 
vivi~" por p, qu•nos tl rné:llo, 
comerciantes e 0 n•c•••ldad• 
impPnc>.l de rnud.r o concei· 
ta comercioi de nana Cldade, 
lcvnram-ncs n pe,qulser e na 
ller,r nl P'-r>-p<-cllva, do comer• 
clo blavlstense. 
mwzes przualos. tlgrds 
prepus ±h convtltvou de 
bitetn o +rele h»!a 
e. \,.; o J, l} ·t, 1 
qu xige ta, ttsts 
l. o P nt,.:. .. L- IL.> '1 .- L 
m rele, e dseaekvunnto 
t ur. pois4@ 
('(.0'11ZcrHt-1 t.Om V 
cc.o ut .i Jt r n.• 1.J. 
veI; Ne. Nd. é 
quando os itree& o pavo 
devem r defen lidas 
Abt IXu r cfoch ... Lnu.-::oj l1 
1
1 
tr.edid que as ctcrc!untes 
po·J, m tvm,.r no !'.!r.ii".lo d .. 
+UNO», O pn.neuro passo e 
unl n cla+ae. 
1) Cr!ur 11 • A•soclaçlo 
Cowerclol. 
2) lle,eav_h ter uruu 
cnr;:ip•nll~ pub'!c.tarl'!, tipv: 
Ccr:prado em Jfolu Vista 
vocu coluborn cc,m o pro­ 
gre»o de 6UU cidade", 
:i) Renov,,ção cünst~ute 
dtJ e~toquo e urur. pclftlcu 
«agressiva de coco1rênc!a>, 
mélhoraodo "ª padrões d~ 
lJUOl!dade, e alen:l,m~uto. 
Ccmercl.111te, •11 tP.oael• 
d,;de é curucterbtlcu dcB hO• 
meDs que rallzuram grudes 
übrbs. Quem a poeau.l em 
ullo grau tem o eamlnho 
• llerto para o :.suce6S'' o u 
l!lculdnde d e tratr lnpatias 
e de conqulst&r uml:z:ade lir­ 
mes, srja qual f/r o &mblen­ 
lll llOJ :que ,no,_v~jcmue colo­ 
c•idoa. é de um vulor lo~pre• 
cluvei e tem uma podenBfi 
efioácla. no u&pectu wot«lal 
doe ne;(óclos. 
Multas pesaocn dtvem 
seus primeiros éxlt11s no 
mundo A arte de Iuz~r owl­ 
goe. 
N,c•S•ltu de opôlo o no,­ 
so comércio? Sim, nnc ,6 
apõlo cor,o umR ree1trulura­ 
çllo i:(iubol. A, cau,o, omiú :e 
cltaur.c. f.or corotrclonte,, quP 
•nlrnvnm o com~rclo: Jogo do 
Bicho e Cambio-Livre, podem 
ser sandes ou «mninordu8». 
Concordnmo!I e reconhtce.­ 
rno9, que e locllldsde •Xlsteo­ 
t• no comércio da fronteiro. 
favorectndo o p~ls irmão, pe· 
lo alluxo de turlotaa, que bus• 
com mercodorh"' •Jmporlodes•, 
e o visito costamelre de pe­ 
queno, comumldores aos ár- 
Oswaldo Glubert-- visitou a Redação 
trazendo.nos novidades de Jardim ... 
Fuudo de Participação dos Municlpios 
o Prélolto Muolclpal do Corn('Ol, E•IJllo do Mato 
O 
08
y,, t,ro•1 pOhllco. p 1rn ~1,,tto0 ,!11 di•JO,LJ no3 nrllgoa 
á. sse., ia -«otu6ó 113, do CG. 12. i2. ,10 'l'rlbunnl 
de Citas da União, que o r+cursos d to do Partia:­ 
paQll , do3 Municio8, no exerclef8 d 197, tvoratuu " 
sci:utul3 npllcaçnu: 
1 - :ilOSlttH> do A pile, ção: 
11
J 10Lul 11phcudo no xerelel 133.816,22 
b) - saldo tra.ns(erldo ao 
exerci elo 10 1073 	4. li8, 70 
li) - Apljccçiic o:n Ccspc:.~c t!o Caphol: 
u) Enotoo prltnnrlo o Médi: 
Cunstrucno ctus escola• munlclp1d, Prenldeote Coa­ 
tu e Si'111 o Ah~l?r~-1 amh•1-t de- rnolt:"riol, o tu, 11110" 
d!I cio Alto Carne oi, o liu •t • m,l'ldrn !B.7~0,12 
'il) Trunsporleo 	. 
Pagamento tal da cunlonete pikup nreu Ford, 
ano 1971, l'·lOO, 11dqulrld, dll Camcrc!o H Roprs,.en- 
toÇÕHS Plrltv C<>olu Ltdn. Pcnta Porã, e Cvr,, ,, - 
mantos 	7.690,00 
Conl10U1t~'10 cio pngurnenlo ;ia ,notonlveladora e trutor 
do esrnlru à Mulv~s S. A. Comõrclo e lodustr},'.' ~e 
Móquluns pegomc.ut e dt> 19i2, e c~n:plementos ~9-~oO.oO 
~t,
1
ct'e!rnu,enlu o uons•rto du p, nte sobre u Riu Cll- 
racol e 3 contuburros 1.Si5,00 59.124.50 
TOTAL dás Ddpes•n d<> Cnpltal 77.912,112 
Ill) - Aplicação em Despesas Correntas: 
u) nsino Primrios e Médio 
Venc. do prorc. e mor~udijiras :!1.636,55 
e Matorln! dll consumo 138,00 
b) Agro-Peou6rl<i 
vonchnentus funclonsrloB Couvêolo Combato 
contrn u A1tosa 	6.l.15,80 
vl Tr<1naportes 
Qteos. combustlvels o lubr11lcante~. 
eelros e mateti:is para execução 
cotradou munlclpalo 
d) Paep 
Desconto compuleórto nu !0:110 em favor doa servl- 
dor.s p(lblicus • 	2.431,25 
TOTAL da Despean Corertes 55.903,60 
t IV - Torn• público "''" Qua. no ex,rc!cio de 1972; fot ,l,~­ 
do 
O 
uqulntc b,m odqulrido com «cu•<<:• do FPM, dude 196_1' 
onctD pkk-up, more• wllly,, cno 196,, cump1ad1 de Nllm 
<{"é Grade. < vendd»ser iresttwvl, o C,s 3.600,00 
ul e olto«ntos c.ruu·1101). 
(tr<' A lmportincl• •cim• roloclun,do loi doposltoda oa Conta 
E., e•' do fundo no Bsnco do 8,,,11 5/A. Asêncl, de Bela Vbt1 
(
MTl 
I 
c·onforme r<Cibo n• 57068 de 0:1 de maic de 1972. 
' Pr•feitu•• M•,n·ctp•I da Car,ccl (MT) 
Em t5 de .nolo de 1973 
André Tdeu OcamPes 
,"?r,fc'.hl Mllnic:.i;,al 
o 
, ' , 
/ ,, / 
i ,.___. 
»lisa titia te it@ Iista 
teca. Novas csmpsahaa se­ 
r&o reallzedas ~ o povo be­ 
lavlstense deve cooperar em 
cmA.liSO>. Envie suo. ool~L­ 
boraçllo à Sooretarlu de Edu­ 
cnÇlio lIunicloal livros. ma­ 
pas. ettas· re'ls:an técnica~.º 
acima de tudo dê seu apoio 
rr.orol à campanha. 
<A leitura é par-1 a lnleJt ... 
ginc:ia o que • cfarJdadc: é para 
01 oihos, o exercido, pen O 
corpo e n tranqullidade:, para o 
cspi'tito•. - 
A Coml.se!io eocurega· 
da d• selecionar -e adqt1lrlr 
os volumoa pra a B!bllotecn 
Publica Muolclpal, reuniu-se 
dln 18/5/78, no Coléglo Téc­ 
nico de Contabllld~de. doado 
Inicio ao, seaB t:ubalho!. Pre­ 
sente L reuoUlo o Sr. Frnn• 
chco, da Edttoru Alfa, que 
apresentou catálogo de obrne 
e lista de prê9os. Após deba­ 
tes e exames, a Comlso!lo 
optou por Z2 coleções, num 
total de 115 volumes. ubrao­ 
gendo Romaooes de autcr-eo 
naclonsh e eatrangtlros, 
OeograUa, lllatcmátlca, Portu. 
r,uêl. História. Moral. Blo. 
Joga· Bnciclopéêlas· Poe•lus· 
Pedogogia• Psicologia' Len­ 
das· Relações Humnoae· C!· 
êncln e DlcionAríos. 
A Comlssno de!idobrou­ 
se em e·s!urços n..> t-cntiGo de 
uilar quulidade e quo.mldade 
maP a ve1 ba !Üsponinl 
(5.14490) n1o !oi sulicit.>nle 
para CQ!llplelor nos10 b.:bho- 
•UM PAIS SE FORJA 
COM HOMENS E LIVROS•. 
COMISSÃO: Dr. Carlos 
Edy S4 de Mcd,iros C•dvogado) 
Sra. Nc,ma de Melo Pinto (pc­ 
dgcsa), Dr. Eil Pereira de 
Souza (odvosado e Delegado 
rlo En,ino), Sr~- Etdl. LaJuno• 
F,,,.:,. (;:1cfcssora), S1. Gualdo 
Pinlo Sobrinho (pcd•gogo e 
sicclcso), e S: lvaldo Pereira 
(Editcr-Chc.lc d, •Tribuna d• 
frente-ira•)~ 
» t id 18 
1, 1 f ,. ,, i 1 C l!ll:t· 
D., 
1
, o nr. lJ • 
1. l ,, 11 , , • 1;1..in(·• 
d M 	uquel 
(', , U ,1 1 d li,. J,J. 1t 
1 I]' 1 u ~ .11111-110 
Jo, Í 1, :1 J,•,r - fl, L ', 
1
d:,­ 
J1. 1,,1< lt,ll , do af li ,w ntt1 
d- BR 26i no tu.chio Rlo 
Br,ll1nr11,·• M,: 1 ·.)t.1-,JJrdim 
e 11,mb~•., rJ,. BH OoO, no 
hccho d,...,J u,11,t1 ,, IJe;a 
'bb. 
Lae momentoso pro­ 
lema vem reforçat o iute­ 
esse atente cn'te o Era­ 
~:1 e l'J.a;(t::.y de unirem 
:,u~s c·,p,lílL-Bio :Iru-A.ssuri­ 
ção-por estradas as[Jlt.idna. 
Com {,s,-, trabalho de 
relevautu valor ,, economín 
do ~ui ruatogrON en,o flcnrão 
<lua,; iruporl 111teg cidades da 
Irouteirz-Bel Vista e Ponta 
P,aft-1:i.:,,<l,,~ corn o centro 
do Pai~, quanclo fôr cooclul­ 
cJo o t 1.:cl10-H. Brilliantc­ 
Douuuo• Puntn Porã-como 
l.-:á nos p!nos do Gover­ 
:w, pJtlt o bienlo 73/7-1. 
Tere:.1os entao mior 
trafégo de ve«culos, maio" 
movíuitnlo coruercial,, 
sando interéses de d 
ses que agora ae,m 
por a urna .;11 ,tuca<lu 
O
, 
peta«o e entednueae 
VI am UU'..I ptogrthSOtan- 
te. 
O Deputado Dr, Ub'::. 
do Barém estarará semp 
yigilante na Cúmarn di 
Depututlos incrnwei;t:ind 
ma açAo ;, fim de que e~.,c­ 
e projeto seja {ondo re«- 
1:ú .. dll no ma:~ 1:;r;,ve tempo, 
beuef,cí,,ndo uc~sa re:,:íão, 
Bela Vísla Em Rítioo de 
"l 	• - 
LOffiUíl!Caçao 
O:i 1,tt.:ch p.t.,J.:nLlllt&" de,- jo~ 
en brasl!e!ros nu Emissora Z P­ 
:!.3. de Bda 'ht.a Pn.rn~rui.y, rcYL 
gorar o rádio blsi»ter»e..raças 
aos confrades patazua:os que per­ 
m,ura:n o togrc-.lkl J.!: t:iauct (j Alr. 
tom. uo :sPU <lfrr.1mJL~ qu.1dro de 
locuton,, d~moat=t!'":icdo aullda aml­ 
ZJdu ~ lr.u.•ua.ç.iio ·fonutUbtl~ .. 
Com s Jirmnica do .rádio 'l!lo-­ 
dt:"n>o e "enúlUIJd;u.1~ ..!o Hn1cc:ndor 
o ouvinte participa ativamente do 
pro~rtlc.a ,curllçi.o lnt.en:2r.1.c1.0i:aJ). 
Dentto dai J>a.d.róts de U.!idfo--Jo·~ 
natlilmo, tufon:wtz,o,e "!.ntc.tpret.aç!.o /") 
de uoticl.,s._ o bei!;-çis:.e.:1t:e neom· 
ptl.D.bn t1 ruo~chJ. dos e.c:,::1cc!.men"' 
l.Oi de AmbHo mu.ol.cip~1 f.! Gstadual.,_...._ 
O prorara «Co:uicçio 
To~ do dln !S/3/7'J. rêdObrotJ _. 
fé e con!L:u~ça que !e..-no• Do Jovem 
bt?.Ia,·bt.ca.!-e .. •eoruun.l~ é oU.;;r a. 
torma.. e o me.io de b[ormar 6e.m 
que o tato rdlit3 oplnllo;d~,In.ror 
mno:te.•. Pur::ibé.:ia C.tt;,.d. n e:otre· 
vista com as mt+ses. s noticlus, o 
toque pecullotr do bom jorn.alísta já 
a-e Jaz 6C.c.t!.r no sou ótimo pro;:ra:· 
mo. l'>OTA.DCZ 	, 
Declaração 
C,i,lóvio H,.n • Co,ta, . dc­ 
cler que perdeu cs'Documento: 
d, ,,u V,iculo, do ,,,.,e. CHE­ 
VROLET ano d, í,b,ic.a;.io.' 1972, 
cdr Amarelo M>r:arda. Espécie 
Pid,Up. ·modêlo Úm1onet4, Mo­ 
tor nº 1321115, Che,,is r.
0 e 
1-l4. BBR '26011P. Cho:,a n• CJ 
0051. Srguro n° 4~6351, T .R U 
n° :!1326.J. 
Pbliacãc quc e haz pe­ 
t,a obtcr:çllo de :?• ·n1 
ikla Vitta. lZ/05)7: 
....... ~.::..

TRIBUNA T'RONTl'.:lílfl 
S1dralanha II - No limo da 
1J, quando o mundo ln1wo fe,tv. • 
jou o <0,a dos Mães>, os Colt• 
qios Estadual u Municiel de Si 
drol.lndlo prutorom sinniflcat!Vo 
homenagem à Rainha do Lar. 
/s solenidades comemo­ 
,ativas tlvrr•m Inicio ,s 18 hor•• • 
:10 minutos corn umo mino n• Ma• 
triz de N. S. da Abadia. ante, 
noréam sr1 •. MMia Tcrulnha de 
Olindo homena9tou a mõe viva; 
coube á Srta. N21de S. França 
saudar • mae viu•• e linalmtn1c 
o Srto. Cle1d, llolun, 6,f;;. sou 
dando • mãe mort•- 
Ap6s a Santa Missa e, prt• 
sentes stgulrom pM• o Clube on· 
do os ,lunos d J Col<gl'l Com<1· 
clal E.ta:lual e E1colo ~1unlclpol 
do 1 Grau Hiaerm epretentação 
de números te.trais d,cl.m,çõu 
• dr poemas olu,lvoi .S dat•. O, 
1nlc,o for l,d, mtnso9em da prcf. 
Lullo Lozono, r,pre,cntada p,lo 
Sr. V,crntc Med,iro,, qJt dls· 
cort<u rnbre • d,,d,. dizendo • 
orfgCrn de suo comemoração "' a 
oflclollzoç.io no ílra11i em 19:13 
Pro,s,guindo, alunos dos 
dlv<rsos classes dcclomorom 
b,llssimos poemas, arranundo ca• 
lorosos aplausos da a!siStên· 
cla, Foram •pruentodas as cumi:• 
dia,: A Fdho Pródigo, A festo 
Gourada e Borboleta Negra- 
l11crrrando u progromoçfio 
a prof. Vo11d• S. Franca. roprc· 
srnlandn o Corpo Dountt' de 
domou • •A ó,r. M Srpullur,t. 
p,.,,ntts i feita os autorl• 
dado municipols e grande núm•· 
ro de pessoas das mais diversas 
c•m adas ,oclais. Salv• o, miiu, 
simbolo do amor e do bondod, 1 
IREil li Iinl Siliti@ t'sol 
Acaba de sr enregue ao acidentado da reglão. Além disso 
. tráfego, cOmpl.lamcnte ,ncosca· c•to import,ntc 110 bencffclari 
lhado, o Estrada Vcinal Sidro- uma ex'enxs zona agrlcolo, onde 
1.lndta•Oueb,a Coco-Cascavel se desenvolve • cofelcultura, com 
Com um• cxtensilo de 0 lm. NA oerspectlvus promissoras psra o 
conclusão deito ob,a veiO solucio· futuro, e lmpo,tantu fazen:los 
na, o angustiante problema de de crloçõo de gado. Por oullo 
ligação-entre S1d,o!O.nd1• • o Co· lado Sid,ollindla flca1.I Interligo• 
• •'t de Oucb,a-Coco, que, em do diretamente com o, munlciplos 
, de chuvas ficava comple· de Aquidauano, Anut.!clo, Mi· 
8.0i Isolado devido ao tzreno ,ando e Corumbi. 
18. 
;·oticias em Série 
... ......_.,, . 
O Ministro da_Agricul­ 
turn, Luiz Foruando Clrne 
Lima, reuuuciou alegando: 
·• Infelismente, os mecanis­ 
mos govemnmentois, visan­ 
do abuHtecimcuto uo interno, 
sem atingirem a estabilidn- 
- de de~ejadu . pelo consumi­ 
dor urbano;, mals Lóm:favo­ 
reeido o setor indush ia! e 
comercial de exportaçiio, 
crEl.!!centemente istrnnge1ro, 
e lornaudo cada vez menos 
brMllelros os resulad0s dn 
propriedad.: do pais. 
- Gx2 
José Francisco de 
l
. ,Moura Cnvnlc:mti 6 o novo 
_ • Ministro dtl Agricultura. 
 eRGDDR 
,,. 
- EEE-SR- 
Cíuema hrncion:mdo 
eu caráter povlório no G. 
P. H., ªRuardando, o ;;(•rmi­ 
no da,;s .:,brns da nova casa de 
espetáculos do iinimico 
adi. 
mi -< 
Bibliotecn 
Beln. Vlstn já é 
dade. 
Pública de 
uma roali- 
Jnrdim comemorou, o 
seu uiversaio mus 
o povo está descontente, 
quer mnis obras e poucas 
festas. Vamo;; tr11balhar, 
Sr Ernldo. 
Eleição de Mliss Bela 
Vista foi am sucesso, para 
béns nos orgnnizndores. 
GG 5% 
População de 9idrolfin­ 
dia recbmando das tuas 
exorbitnntes de Energia clé­ 
trícn, "oscilam mnls que a 
Bolsa de Valores". 
No petlodo de 11 a 17 .. . . 
de junho de 1973, seriá le- ;±TU"e";± 
vado a efeito nn Cupital , . . 
do Estado de Mato Grosso _ Clóvis Marcelino de 
os l Jogas Estudantis Ma. Oliveira, voltou de Cvlabá, 
'· -l... togrossenses, sob .0 patro· teremos novldndes •• , 
cimo da Secretaria de Edu­ 
caQiio e Culturn o dirigidos 
pelo Dop:ubwenlo de Edu- Brasil debate gasodudo 
caçAo Fislca e Desportos. com n Boltvia ... 
Pequim não compra 
cc.rro brasileiro. <laudo prc­ 
feréncla ao VW Safari pro­ 
dm:ido pelo México. motívo.­ 
''Brn~il votou conlrn a en­ 
tr.,da d:i China. na "ONU''. 
O. Mhihlto« O, ll,m 
Neto da Fazenda, e Moura 
Clanti da Aglsul.ua, 
decidlram dia 16 de maio 
c:n rrnníão eor:1 os pcc1Ja1k­ 
tas, eliminr o lite tpo o 
pzeial (rosa) do mercado e 
aumentrJr o preço do !t•lte 
tipo C pura O,!JO. 
-O421 
As Nações Unidas dl­ 
vulgucaru um rcl!llÓrfo e.•p:­ 
eifreado quo a população 
da Chia já ultrapassou os 
800 illões. 
Um grr;po de g,rncho 
tendo à frente a firma Au­ 
drews Torisso, está estu­ 
dando n possfbiliddo do 
implantar v11ri1111 lmhns de 
navogaçiío ,mire <'u1-1 l>ó. o 
enceres. 
4!t@l...st't -1@ ~ 
RECADO DA tiEllA· 
NA: •Niio há ideal quo se 
concrotize i;em !é, seu1 luta 
e sem' sncrilicio•. 
tini» te II 1. 
Numa enlrc'l'bta couce· 
dida ao jornal Folha da tr­ 
de de Corumbó, o 1'-m·nte­ 
coronel Rum alho, cournndan­ 
to do 17e. Batalhão de C1- 
çadores, ali 1,cd11.1do, afi:­ 
□ou que futurame!lte ~erá 
inslnludo uw cicuílo-·iecho­ 
do de televl:,iio no seu quur­ 
tel. E!!tn providilncia 'l'Í~<1 
melhor atender ns e::tigêu­ 
cins do comando da uulda­ 
do. Desta maneira, o ]7o. 
serú II primeirn uniJ11dc elo 
Exercito brasíleíro a adotar 
ê.sle sistema de cooltinica­ 
ção. Além desta revelaçio 
o col!landante do 170 BC 
com•inicou que no p1óximo 
dia 10 serão innuguradus 
as novns !nstal~çõcs do co­ 
mando dn unidade. 
O Povo Pergunta 
Por que paga. 
mos taxa de conser­ 
vação de vias públi­ 
ca, ·(via pública 
em Bela Vista é tri­ 
lha), de Iluminacão 
Pública (inexisten­ 
te) e uma porção 
de «taxinhas»? 
.:Ta.xinhas» que 
estão espetando o 
jâ espetado e sofri­ 
do Belavistense.- O 
nosso popular e 
querido Prefeito, sa­ 
be que as reivindica­ 
ções do povo devem 
ser atendidas, puis, 
pagar imposti)s, pa­ 
gam. mas querem o 
REFLEXO EM 
OBRAS!!! 
(J JO!Oll ,O 
o [a!o», carlos+ '. 
rogou· llr: 1,, p •'. , 1,Jl. 1 '' e • 
to Estado» e o «lural '4 
Tarde» tiveram, segundo ale 
ar, suas publstlods over­ 
r. mnent!+ wusptss a fie 
do cnllC.18 que ter«t feita 
uo c~v,n:;o:br do Estudo, Cu• 
mo epéele_de represls 
sun ,:lJlu:le i!., ctltie:1. O ta- 
to provocou nltestaç0e 
de endres Deputados, 
Asemyb.elas Legisitlvas, 
up0la e so!fdarfeide de ve-. 
ternos periódicos numa re-. 
pcrcus:!!o quo or,1 l!o l·npe­ 
rar-se e ne tratet:do de 8- 
eunto r.t!ncck 110 governo do 
E5!1:1do Jlder dn Republica Fe­ 
r1erutlvn o u ut:1 orgilo do 
lm11renn do renoa;e lo:crnu· 
clooal do «Estada.o•. 
Sem entu,rmoe oo mi!rl­ 
to da qu~Gli!o. quo embora 
ooo dlga reepc.lto protJeeio­ 
nal01ente nos exime de msol­ 
festuçtlo em !oce dtl outrne 
vozes mais vibrent<B e e!lcl· 
entes que a nossa haverem 
dt m&nllt:blorlo,, vumo& ubor­ 
dsr por um outro prisma o 
assunto, rdac!Onando-o com u 
imprenr cabocla,, grude 
prcju,Jlc~da pelos governos 
central, do isiudo e uesuo 
dn, m:iolciploe. o' governo 
d0 estado no caso «Estad1o» 
lerlt1 :orta:!o a ,verbu de,pu­ 
bllcldu:J.,· governamental nu- 
quelu JLr□Bl em represália, 
nuc. ,, espécie de pressáo 
econorlcu. E houve brdo de 
prol,'bt□por parte de Sen•­ 
d1,rc•. Deputados . Federais 
ASBt!IDbléla, eto ... 
No t!Otaoto, o Jornalista, 
C:o Interior, no desejo ndJo 
dt! forçar o Progrcsao 
de BUB regiilo ou Cidade, " 
tendendo pedidos de Direto­ 
res de Reparllçõ~s Hstadusls, 
Fiscalização A Pesca 
Serà lnlensiflcada 
O Governudor José Fra­ 
gelll garantlu que o h,.:oliza­ 
ção á pesco pred;,torla em Me­ 
to Grosso _será itensillcada 
prlnclpolmenle agorn que coc­ 
td com um bViilo cedi:Io pelu 
firma Camargo Corr~a pocs 
cubrlr " zona norte du Estado. 
A liiirrnoçllo fol !eito por oco• 
slão do núdlenclo.que o primei­ 
ro m!:ndetarlo conceàdu o di­ 
vexsus dlrelore• do Cluboes de 
Coço ~ P,,co de Culobá. Um 
do• merubros da diretoria 
do 1ut:.nc1uoado clube io!orm-:u 
que o motivo do ouC11encio re­ 
Juctona-,e com • tornada 1ll 
posfça.o do governante esta­ 
dusl contra o pe,co predoto­ 
ria. Segundo o mesmo lnixir­ 
mante, os feitos positivos;_da 
medidu já ,e fszem sentir, cpor 
lõso fomos levr o _nosso:ogro­ 
deciaento uc governador José 
Frng<III e evldondar o acerto 
de ,uu po,lção ente o grave pro­ 
blemo•. 
Durcote n e11lrcvi.tn, o 
Governador IDblO-gro•serue a.­ 
segur.lu tlqueta diretoria que 
contlousrá vigilante, vlsocdo 
defender esta riqusza 'de Me­ 
to Grcs,o que é o ptlx.e. 
Irenscrlto do «O ESTADO 
DE MATO GROSSO• de 12-05 
73. 
Josino 
Edilidade Colabora 
Com Jorn11lismo. 
A Cim:ll.ta ;',unklpal c!e 
Cou:.mb6. bprcvou o pro;elo de 
Lei de auioria do vereador 
puviea sempo. gr c»arena­ 
te oli ia+, que_sdo' Iatér 
ps«a ena Jer Is da Capital. 
E. fut s t'um:r+els·no,'em 
qeix», pen#s o te/Jo n 
d10 de ver nu C!ta, evoluir 
ta contribuir eom+eu tra­ 
biho na contzu;:0.' do fu­ 
tu rol ~ 1u h; uni, vot. l}ufl l!ll 
l11..1U!e ~tn quulqu•r,patto:c:r 
de[ea do, d/svlido periódico 
do ln' rlor. emb:ir'l conhc- 
um todos que o dornallta 
colloclo vl,;o do Met1l11ruo 
mas do que lucros; de traba­ 
Iho Ln«no ao iuvés de ori­ 
o!z,»c/l,1 i:nprtllCUIJ!l'l; catan­ 
do Oij e••rnmfngu.ia de uma 
Pullllcldud~ nem sempre ono. 
&ontilneu, com n nnces idt1dl' 
do Orgílo qull dlrli{O, oom­ 
preendendo o Comercio em 
tóruo do qual grnvitu, reduz 
no mlnlmo_, poaslvel e ndmls· 
ivel o preços de seu anún­ 
olo enquanto o Oovêrno gas- 
1.; somua fabulosas nos grna­ 
dos periódicos e pede dlvul· 
uço gratuita do que nos 
Gruudes foi Motõrla pag,. 
NAo ó um fomento, m1111 ope• 
Dll3 um desabafo o que flca 
ui ucimu pois vtvomos oa 
Imprenso do Interior há 
muitos anos e sentimos na 
própria coroe a discrimina· 
ção que nos prejudica. Mas, 
alada opnilamos que um 
dia tudo se modf!Joará e o 
5Rorl!iol:, dos que atuam na 
Imprensa ;Cabocla~ será com· 
pens11do com alguma coisa 
pela Cl<l11de bem: como paro 
os que nos seguirem na es­ 
plnhoua Joroudn, quando por 
fôrça das oirounstãnolu ou 
de Des·lloo !ormo1 obrigados 
a depor n:pena, que tem si­ 
do nossa arma, nossa pró­ 
prla Almall! 
( ·Jotnnl. • .FOlba da llegJlo 
Estado de São Paulo). 
Cleumcoet Proença conceden• 
do um auxilio flnaoceiro para 
que jorneli,tus desta cidade 
P""ºm porlldpor do V Con· 
gri,sso Estedual de Jornalh­ 
las Pr0Us1iooait de Mato Oro•­ 
"º· t ser renlizado cm Aqul­ 
c'au,oa no pr6xlmo dia 15 de 
agõ,to 
O Prefeito Municipal de 
Bela Vi.ta. Sr. Cfovi• Marce­ 
Uno. já den wmbém o 1eu a·• 
polo, e colaborará Com osjorna 
listas do <Tribuna da Frontefre. 
«Opinião» Teve circura­ 
ção cancelada 
O Ministro d Jusüça de­ 
verá ssinar nos próximos dias 
uma portaria co11celocdo o n­ 
gúlro do jornal carioca •Opl· 
niS.o.,» que teve duas edJ.ç.õu 
spreendidns nss últimas s•m•· 
nas, segundo ln!ormaram: seu• 
asses;;ore.s t"til BcasHlu.. 
A porlàrfo eioda não !oi 
ssindas porque o MIisto Al­ 
!re:lo !3uzalc1 teve que vl1J1r 
o São Paulo, ma• a minuta da 
portaria está pronta. 
Solicitação 
, Dlrotorlo do Colégio Té• 
cn,co,d• Ccntabllidade, ,olld· 
h,, ao, alunos qu.e no posse 
seu diploraa, 5. c:ompanc:etelll 
1o SecrotarJa do E,tabeledmealO. 
munido, de 2 fotoc:óplal da 
Certidão de Nascimento a f!r 
de requererem o mesmo. 
i) 
..

MENSAGEM 00 PREFEITO 
A pujança e o trabalho de Bela Vista, sobre­ 
tudo de nossa pecuária, u1trnpassam :,. Irontcirn 
de Mato Grosso do Sul e são hoje orgulho par 
todos nós. &ntimo-nos grallikados com a pre­ 
sença do EKmo. Sr. Governador do Estado, Dr. 
Wilson Barbosa Martins, o qunl verificará 'fo 
loco" s potencialidades de nossa terra Bela 
Vista é uma das poucas cidades desta região 
que pode ostentar índices de desenvolvimento 
e de bem estar social T e m o s ruas 
asfalt.ndas, telefone (DDD e DDO, ógua, runs 
conservadas, urbanização, situação invejável no 
tocante os finanças municipais com o funciona­ 
lismo e débitos em dia, é quase como se aqui 
oeorre-se um milagre. Sim, em Bela Vista n/ se 
fala em crise. Nós trnbalhnmos, e quem trnba­ 
lhn não tem tempo para pansar em pnssentns, 
manl!cstnções, greves; etc. Nosso milagre é o 
trabnlho. 
Este povo ordeiro e trabnlhodor, que a cada 
ano que passa orgulhn inda mais a tradição 
o o legado de nossos antcp:,ss:,dos, da gente 
que cruzou sc.rrns e montes, campos e cerrados, 
para aqui semear uma comunidade notáveL 
Para um bom filho desta terra, que viveu 
a sua Infância à beira do Apa, e que, desde cri­ 
nça, trabalhou honestamente, herança pater­ 
nn, a de que só o trabalho enobrece o homem, 
data de hoje tem um significado todo espe­ 
cl:tl. 
Primeiro, porque a 13 Expobel o maior 
xmplo do poder de realização do homem 
belavistense, é a continuidade de uma idéia 
plantnda por Mario Batillni, nos corações dos 
pecuaristas; segundo, porque tenho a oportuni­ 
dade de anúnclar que dentro em breve mudare­ 
remos o centro administrativo de Bela VIsta, 
L-Om a ajuda do Exmo. Sr. Governador adquiri­ 
remos o prédio onde funcionava a residência 
dos Padres Redentorislns, o qual transformnrá, 
niio só o visual da NOVA PREFEITUllA, mas 
sobretudo a geopoliticn adminlstrativn de nos­ 
sa cidade; terceiro, porque, mnis uma vez.. pos­ 
so reafirmar AO MEU POVO, a firme dispos1- 
ção de trabalhar por esta cidade, em todas as 
frentes, honrando a c->."liiança em mim deposi­ 
tada. 
Hoje é um dia especial, Bela Vista é digna 
de admiração, isto é reflexo da comunidade 
que caminha. 
Parabéns povo belavistense 
Boas VIndas Senhor Governador

DA FRONTEIITI 
CORDIALIDADE RASIL PA. AúU 
(ADO POR SALDANHA DERZf 
• 
J' '-.') f1 l t 1 ,,.. 1 \,. 
• -..,,. .J ~ , lÍ 
Brosllln, - «O el'm eh• 
perletto entcn~lmento (~ h ,r­ 
monla ·que caruct~rlzou ;us 
negooluçõt•s prnlmlnarn, que 
redun,lsrum·n,1 3~~1uu'.uru cio 
'l'ratndo do 1T AI PU bom do• 
monstra o;csplrllo d<> cordla­ 
Jfdudo'.exlrtento entre o Brn­ 
sll u o Paroguul•. 
A allrmnçilo é (.o ~un11- 
dor Saldsnh~ Dorzl em nou 
pHr~cer, aprovado pelo Co­ 
m!s~no Ml•!n do Congresso 
Nnc1•,nal 'luP conclui lavor~­ 
velment~ /Í nprovnçno de. ma­ 
tllrl•. em lormn rio substitutivo 
que npreilenttl no projeto do 
!el que. Hegundo ele, ,vtsn 
criar um instrumento legal, 
1e ordem Jnterna, que com- 
phm9nto 11• dloposlçõoa con­ 
ticlak 'no:Trntndr, de ltaipu•. 
A<>redlt11 o se!!tl•lur :-1~1- 
dnnhq Dcrzl. que •~sle grun· 
<ltoso· emprePndim~nlo morc11- 
rá o Inicio dn um novo oleio 
vu. hlslória dhS relações brn, 
slle!ro- pornguaisR, cuja tô­ 
nica surá o estreltumento 
dos fratornols luços de oml· 
1" r ,. ln, L J 
em d4eng4s o 
reil v d 
1.1 1 pl 
los do Tratado, n quite 
n coa,unto ou ·6par ia. 
me'!;lC, a :•1• li!" de rh /" l n­ 
('1a ln t•lo,fo. nl,1 "~ o u•.·r .. 
dor ~ 
1ú,,oh D u . !' r.,•. 
ceris, «a fim de q4 o 
.B-rn~it p:- -'.!'l hc.::tr ~ • • f"t) •. 
prürul,.; .. 0<1 ,, •• 'a.ils ps r- 
d m inte: íJut i "'l, ~d 8 /t' 
jO!ClC r]t.. ·lc ]e,, 1 ;..r,: p;r ct .a- 
o ,: ·_pr r> .,aç.:,, 11~) tdt. f·l 
t(·c•Jlc:;, , oc!•r1111,trnti,11 h 
como H e! l> i: ilçtio ~·-.: U!;'J 
ptcrams Hinsnt o, no p/a. 
no materno, ar s xculo 
d?Js t bru 1.1.!CC, a, , j .1 ,.up­ 
tu ,lo. aans,r,:,.,Gu l! ~a,, é/lU la 
cm,rgl,1 rlétr,u n ijtjr produ­ 
i:ld11 ~m ITAIPU•, cM( porquú. 
0p:nu favoravelmente pfo· 
vnç;o do pr•.>jCto. 
Loteria 
do Estado 
de Mato Grosso 
ti4 
!Jr r7! t, 
, )1; • ' •l' 
1' : 
Fz, wlwtu, o enucor 
Sul1auh,, Dorzl. ,.alrnB cu;;•!­ 
d,rnçõl.!1- •llbrt• ,, lo1purl',11 
eh, da lTAlPU, quauOu leu:.­ 
bra qut.1, •iuun PVnllor=tioS o 
imp.1clo qu, u coe tru~·.o ,.,. uu 
r. ua d!oll,a!ca ecoi:ondca 
1:ar,•guula, boet:. m~uclonP.-r 
que,,Ee;.:uodo ll-'< prevl õe,, 
•• ohrna conourrlrllo mll toue­ 
lsdns de cJrnento por di~•. 
E, a prov:ivel escv!hil de 
vmn fábrica prmla pra 
forrH·cer <> cimento ne-cPSCilti• 
do, de uçõrdo com opiatao 
do seoRdor Sult/i'~ha ÜPrZI, 
<lrnnllfcrmnrfo II pequena fá. 
hriOll ütuol DUW ~rucdc c:11:i­ 
pl~xo c[mcntífero, rap z. 
+ó êle, de elevar subctnn- 
.  . 
ts una p+ rui4çd, t 
•• 'jiJ f,lll i=:• ... ; •1 Q;•' pr >- 
 n·· r 1J , , v ·r ,( <' ,r rf' 
0!ais n trcn ira b a ll 
rc: j) ,r (tt! 1. A r . ·lt• ,.t..• 
qu a ltiAI 1 •!,,,", 
telros inups'ar as pt an 
dH trnr, f,qrr. ... ç. 1 1
1
c-, <- :-lt, 1 
urbanas ae loz a ls u 
Porto Pre ttute tturs ter, 
terão q e e dap'ur sra 
ter;der à detsnd de betus 
,,C~lllPlO!I nto d,• t,b!l:ó> 
::H;tlrns, é que o H l.l8fl ,l' 
Sldnhs Derzi opincu 
rav1-lrcen10 à 
favo- 
nprovAçl!u d,, 
pzojelo de Hei governamental 
r,odo w u parecer aprovo1o 
mura " 1.0 Se,1uáo. 
da Cú- 
O Cr$40 mildaLEMAT pode mudarSua Vida . 
. C.OMPRE- logo seu bilhete. 
Entre nessa, meu amigo. Esta semnna pede mudar em cheio sua vida. A Lemat existe 
.,. 
1: 
para faze-lo feliz. Compre hoje mesmo seu bilhete e olho vivo na extra( 3. 
I 	.. 
LEMIT 
Loteria 
do Estado 
ds Mato Grosso

Tribuna dnFconle1ra 	Julho 1e 1973 
« Eu vos dou graças, Senhor» 
(LY ... ) 
Óhl"Senhor; eu Vo, do" 
raças pelo previlégio e didiva 
de viver num mundo cheio de 
beleza, emoção e vrledade. 
Graças pelo dorn de amor 
e er amado, pela amizade, a 
compreensão e a balwza dos anl­ 
mais na fazenda, no floruta'.u 
nos pantonos; pelo verde das .Ir· 
vo,e,; pelo som de casca'a, pe­ 
la beleza fujida d~ peixe no 
riacho. 
Graças pelo •nconto <h 
música e das «rianças; dos pen­ 
umznto■e da cor•vrrtão dos 
outros homens e dos seus livros 
para ler ao pé da lareira ou na 
cm, com a chuva c,Jndo no 
lclh&do ou a nevr r svoaçando 
do lodo de lo,a do j nela. 
<3raças cela b :ltxo das 
quatro e«laços; de Igrejas e 
du cosas consl,uJdu por nosso, 
semelhanles, que permanecerem 
através da séculos <"mo monu• 
mtentos às aspirações,e a0 +enti­ 
mento df beleza do homem. 
GraÇa• pelo, podéru de 
Esplrito, que encontrarom no 
Unl,uso uma lntumlnivcl e 
Inesgotável fonte de intereses 
e fascinações pela compreensão 
de tantos Í,r6ru que tocnam a 
Vida preclo 14, 
Graças pelos sentidos que 
me concedute e pelo, prazeres 
que elo me dão. Pelo meu pró• 
prio corpo, que t um mrconlsmo 
Ião admlr.lvel e UO maravilhoso, 
eu Vos dou graça,. 
Graças pelo sorriso no 
rosto ue uma mulner pelo toque 
da mão de um amigo, pelo aba• 
na, da cauda de um cio e pelo 
coloto de ,eU íucinho Do meu 
rosto. 
Graças por Ul4t cOlus 
to dai e muito mais, e sobretudo 
agr,deço-Vos pelos stres huma­ 
nos Oom Ioda sua bonda:le e 
compenum 
o Inveja, • 
comprttnsoio que 
•ll,mcntc o, vicio,. 
falsidade 
[ XPIDl[Nf[ 
[pis Irada fina 
l. 
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Dlr<tora- Maria Estria V. Prer 
«JORNAL 
(( TRIBUNA DA moNUIRA» 
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íicodo. 	Última página 10,00 o cn,. 
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ponto n·, u .. lvcr.v, ~ frio sp, 
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de recursos o rentem ma[~ 
pesaclome,ito, por nilo cr.ntar 
com O suf cientt' p3ta ~nr, en­ 
to-Jo. Ao contrlirto 111/s !ore• 
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panetru pelas portRB mo! !a· 
cboáJ>, pelo• telhas vãs-f,nde, 
dus J•m•l~,;. N:i seu Interior - 
p»o+ mnl allmner.tcs, depal 
xo de simulacros de cobertss. 
ncoihe todas como ±e qui 
seuem com umnss parles do 
seu sofauo corpo, proteger os 
ou:ro,;. E»a sltueçEfo vertllca· 
•• em m'lhões de fare•, equ1 
IDt!irDO ~ra nosso pafr, pois 
aín Ih oiio ccoseguimo~ uUn­ 
glr um ••ll;fatórlo n!vel eco­ 
Uôu.lc•·. H:l no ~atant~. nlgo 
pior Hon<Ja. 
• Ê pos,ivel quo um dia, a 
solução cbegBrá nilo seb•mo, 
ác quo mc0o • oAm porque 
cam,nho. Na mej&õlou Cãf,l• 
tal de São Paulo, onde o tra- 
Todos buscamos deses pera• 
dBmtnte a longcvfda~c. Apavora• 
n01 o pt:niar que.. de uma ho:• 
per outra, seremos absorvidor 
pela grganla inexorável da mor­ 
te. O medo de enfr,nt.i•la de­ 
core de apego d:=:mc.surado que 
temo, .; vida e a tudo o que 
ela de bom • ou mesmo de máu 
nos proporcicna. Lamentavelmen­ 
te fozemos r:n6neo conceito 
acuco dd dcuncarn4Ç4o, Vc.!ndo 
n,la o tp,logo de tudo. Ê tre­ 
r:.tn:1a a nossa vaidade pelo Qu.c 
:.om01 e pcb qur: temos. uml­ 
nhomOs Como cegos pela, r:stra­ 
das deste mundo, •corrcntados • 
um egoismo Jntxphclivr:I e at:rá• 
de Dós arrastamos pn:adas bola 
de chumOo, que não no dexa 
voar n.:, dirtç;;o dn su0limc. O 
luxo. o conforto. 4 fortuna, os 
praze:r<.s de toda ordem - r:is o 
Que se P«-rccbc no intimo de u-­ 
da criatura. obcccad• pcf• am· 
bicão de 1cm;,rc adq.,1,ir mais, 
rtrdJ •czes lmport,sndo Os mr:ios. 
Uma longa vida. portanto, 
p&r~cc-nos o Funcf.amc ntal. o 
lmport•ntc- Dc19raç.aebmc-11tc nos 
aquecemos de que aos olhos de 
eus vale meis ums xltnele 
b!ho dos humilde nh lado 
h. ~Jt ! { líl h rJ,,u /. f ()•, po .... 
drrC', .. ,, [d J~ l'( m,ç,,u 
m91Ar mend1,1 , • So n au Q 1• 
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t!a nlg11<l'i; pote nJ , vf J,:,,, 
1 irlurrdu; pelo (rio rn,µ!dc­ 
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mal vivida. Nosso valor nio au· 
menta pd, ,ó quan!idod, de 
dnos. Eft esta no corrE'tO e r:xa ... 
to ctnpr,90 que f:ztrr.10; do, mi· 
nutos e das hor,u. Ouão nct4- 
vc.l, pois. lrmdo~ C":plntas ~ i 
ums xisfencia tem que se ncte 
a pre-ocupaçdO de: sitrvir, ele pro-­ 
digel,ur o b,m, de hzer a ea· 
ridad, dz nos tornarmos úteis 
e qutm m.?190Jhou na es=urldio 
do due:per;,. 
Oudo ,:ictr4ordinlria é um 
vida de puro amor! Ouão b,Jo 
é o panar ptla t«rci com humil­ 
dade, nda deixando indcltvei• 
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x,mo, pcrdo,n:fo, lhe u íaltlS, 
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dcícl:o,. No dia cm que souber• 
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Amago de no.ss1 1lm, ficar• 
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(Ccnt.!auo,) 
Praça AlvCII'o Ma&carenhas

Tribuna d11 ll'ronlmà 	Julho :fe 1973 
la lisa Rs sal [ui) 
utillzaia"como fonte de energia pa­ 
ra a queima, 
No há um _produção plane­ 
Jado, A exploraç4o é lelta por ln· 
•llvldU0I l•olado,, lru llclonolmenlU 
Jlglldo• a esta allvl1edo, um capo, 
ddadc, porém tJo se orl:onh:aretn 
pnrn umo ovolui;iio lé0ttku. 
O mercado consumidor ó 
grande o vunlujo,o qu,,nlo ao• pre• 
••• ulcapçados, havendo, contudo 
•o traoeporte, 11or dellclêncla da 
Mtrda. 
IU Rrand••: • ,pcranÇll■do 
qt0 a evoluçO.o de fllrlu!ttrta pc&sa 
vtr
1 
a e,r um dos fntureH de desen­ 
volvJ!l:cnlo ocooo01lco do Munl<lpio 
A unl!loaçiio;.do1 dlvcuoe 
prnduloroa bolodo, clarln, possibi­ 
lldade de grande exponso dontra• 
Uz11ndb e diveralllcoud, produção 
ullll,obdo proco,so du técnica• 
niols avanço.da comu roruo1 do 
prodoê;Ao coollouo e otagem_de 
moinbos produtores de pó calcurlo 
para correçlo de Mtless, tanto pura 
consumo no E1lodo c<•mo pora ~x­ 
port.,çao para Siio P• ulo, grande 
tontumidor deste produto. 
·Extração Vegetal 
O' munlclplo é pobre em rc· 
euvaa Uoroelald, H:ndo n molor 
«xenção do' suu área,tevestuda 
por campos de pastagens naturais 
o "raodca árou1 dc __ cornuJos. A 
pooslblllaado de ulroçao vegetal 
t, coo1,qu,otemcnlo, reduzida. 
Na■pouous àrc1.i, do forma• 
o de matas, no_obstante., nota­ 
fli8 a preocupaçno iii:: lrnnsrorm.111• 
ço das mesmas_cm y pastagens sr­ 
Jllclale, e como cou•cquCoclo bll 
aprovottamcnto, : prloclp.t.lmonte da 
oroolra. que lrnnsformada. em {os­ 
tesjde cerca,ó,/exportada 'em cs­ 
mlobOee paru oe l,;a1ado1 do l'ara· 
llà o 6Go Paulo. 'l'rul•·••· ºº CD• 
tanto, do oxporlaçQo ._tron■hórla, 
pois quo • tond0ncla 6 do serem 
esgotada 4s poucas reservas den­ 
tro de. pouco,: .,.uoos.. 
Possoal ocupado por rorao: 
3 homens para carraa:amenlo 
do for-ao: 
l homem para l"l'i•tcc.!m.uto 
de !tnha; 
:! homens pnrai.'.'nba.stecirneoto 
do pedra: 
Tempo do Tr. nsformsção 
3 dias para o carregamento 
do torno: 
&/9 dia, para queimo. 
Produçao Norm11l 
2 queira por m0s. podeode 
alcançar 3; 
Preço nproximado_do Cnl 
Na boca do Corno CrS 50,00/m:S 
poelo e Grando.crs 100.00/mS 
Munlc1ptos Consumidoroa: 
Cc[0olu do ::>ourodos, :· vuo 
Brni..lt. tcuataml, Amambal o_Ponta 
Porll 
ra cultura. Dt>ill VJ.ti:. ~nrontrou Dll 
pecuário • kcd611ch1 nolural. den• 
tto da All•ldodo dealaca•so, cm prl• 
moiro plano, 11 bovlculhtra, dedlca­ 
d1t n produçjo do boi tipo curne. 
'f•m como merrado prlnclpol •• re• 
gi0e do engorda, que btecer 
centro• oon,uinldore. do p•IM. 
O rebanho presenta bom in­ 
dica do cruwmeoto com Joclloo do 
cruzamento com a raça zebuiss. 
mas. 11 criaçdo 6 ftllu ainda cm 
moldes :extunslvo•, Dão havendo 
preocupação na Jntroduçffo do téc­ 
nlc1t'C mala nvançudu•~ Em couse-­ 
qufnol• o produçao O balx•, niio 
alcançando 60% do bezerro,. em 
re!o o número de matrizes. 
I capacidade de suporte dos 
campo• nutlvo, é baixo, ptloolpal­ 
mente nas zonas de ccrr,dos, On• 
do sno o::lt:ldo■4 a 6 Ha para cada 
bovino. 111 lcnlotlvas de melhora· 
mento de ptgeas, levadas a efel­ 
to por p:irllc11ll1rrs, o quo vem oJ­ 
caoçaoc,c ni,ultado, aolmadore,. 
com u lntrod,,çdo do capim p0DKO· 
la, A lulta ele orícntaç8o quanto 
ao mate)o d»s patagps e o cxce-­ 
so do Jo1oçno d•s mesmm tlm pro· 
vocado n Juvasllo por erva.a do. .. 
nlohne. 
;)llio existo em tuoolonomen• 
lo nenhum órg4o ou serviço quo 
d~ o,sfoteocla o oroolaçllo 001 
produtoret<. Exl,to no Mlnl,térlo da 
gricultur, um "Posto Arapado 
d, D•lc,u 8anllãrla Anim■I• pro• 
vldos do novos o olicleot,s lo■l•I•· 
çõcs. entregue, porem. a um sim 
pie• zelador. E apeno, prevlato o 
uproveltume-ntu dH lnatnlnçõea para. 
funcionar nll n cCampaoba de Com· 
bate á A(tosa», 
f.: cxpre,slva a produção do 
C(ulno• no munlclplo, A cxplora­ 
ç5o ~ !cita prloclpolmeol• vlnodo 
• dotar as fn.zenda, de criaçA::, do 
gado, da cavalo. tndiepcn,Avcl 001 
lra.balho1 da campo. 
Smclaría ~e L e Cullurn 
No campo Educoclonal, 
Bela Visto tetn dado provas 
de molborameoto crescente. 
Porn eoslnor, é preciso sober. 
E do, ~1 (quarento e um) 
l'r [ ores Municipal, zzals 
d metade (25) se encontrn 
eotre 01 que possuem ou Nor­ 
mal ou to grc.•1 oomplel!l, ou 
silo estudantes do 2º grau 
Conta a Preleltura Municipal 
com 11 .re■ponsubllldade das 
Escoloe Rurul•, em número 
de vlute, o duas escolas Ur­ 
banas. As escolas Rurais E•­ 
duels, !oram entregues á Pre­ 
teltura e ainda, atrav6s d;, 
Contratos, Ires Escolas Rurais 
Portloulnrts: n Eacolas de São 
Palrlclo, n de Silo Clemente 
e n de sno Geraldo. 
Estudam nus Escolas 
Rurele, 956 (novecentos oln· 
quentu e seis), crlançu, die­ 
lr!buldas dn 15,4 érle do 
1° srnu. Bsludam na E■cola 
lluoíclplo de •llvl~ado prodo· T'!cnlca de Contabilidade- Cu, 
{2.7..%:7% -1. rrci.. 7 ses»to siso» 
culluns, não dcac:ivolveu • •tlvida- S!io:cduosdoa, na Escola 
do air,tcola,:rostrlnglndo·se;.;_a pe· Moternal;e Jardim da Inlàncla 
quenoa nl'.lcteo, de produç&o, •em • Munlc_lpal 62 {clnqueot1> e 
ar," ,23. 7%%... das, cri«asas. 
do mator lrrtilldado I para o;denn· foram ooostruldne • neate 
volvlmenlo •d• a~rlcultuno,: como nno de 1,973. :!une Escolas 
as eoconlndaa na rei;tno de Dama· Rurais, com 2 (duae) sais■oa­ 
Cul eegulndo a t.nd1ç10: de •U•t· ca, com capacidade pãra 160 
#%a. .E"%..." cate •• si«ssvi sise. 
dae e.m put,,gooe artificiais. A pró- Foi reformada o ompl!ada 
prla colclnla agrlcota •U cri•da !oi uma, Eooola que' atende a 
•bsorvl;Sa pclae lo<cndas do crio- mais <le 100 (~em{or:ao~aa. A 
tão. ou pratlcnmenlo deEu.pnrcceu a 	Y 
PtQU<Dll produção de cereal, quu Secrel•rl~ d~ 81uoaçn~ man­ 
bntu. 	lém m&terlal dl':lállco o pedagó- 
a."".$". ""i2, les s rote»sr· • siois 
desenYolvlmrnto ogrlcolo, lot o de,- gratullamPnle. oes1m como 
membnimonto do 6n•a .:o Muolct• transporte dlt1rlo a vinte pro• 
pio criando o atual fupiciplo de lessorce, 
Arolo Joio. Antigo distrito de A BbIttéca Pública Mu- 
%%2$ .#2% ; ·eii sras • si sr» 
de li hl. uma tendencla,de desen 1.949, està sendo reerguida 
volvinento_wgricola. 	através <te Campaoh111, ,. ere- 
tua... 3 %:3; mo..ge e @i ão seu ai­ 
uma nidlmmlar •crlcultura de versl110, Bela Vllla, ela urA 
1ubA11leacta. 	Inaugurada. 
lndustrin de Cnl 
Agricultura 
PECUARIA 
Com lcn1Lórlo":conatrll1do. ,m 
±e: 3±%. .ar: 
fornada,por elementos tradietona!­ 
ente lado à pecuária, alámn de 
"91lca 4lapon\JIIJdadc iJe vrr.1• p11.- 
Esperamos qae seapre 
haja unllo do e■!orços no 
entldo de eduearmo■; que 
edueadorea mala educados, 
flatPjam ■empre voltado■para 
o ■eu •Ditrandeclmento Bda 
Veta. o que nfetará "o con. 
Junto todo que 6 voctl.· Braun· 
p 
rJ 
Assim se Trabalha .. 
A Delegacia Regionl 
de Euino de Bela Yililu, par 
Intermédio do sua Dclcgudo, 
Ore. Eoll Pereira de tfouz,, 
qu9 demonstra a j maneira 
cnrrf'tg de exercer urn cnrgo 
J)Ubllcu, vom renl1201tdtJ obras 
de vulto e criando umu Jnlm 
est,utura tJBtuduotlJ, oondl­ 
zeole com as; normoa lloler 
mlnedus pela Seorotorla,do 
Eduo,çã<, e Cultura. o tr11b11· 
lho prollcuo da dlollmlc11 De· 
lvg~do o sua l11borloa11 equi­ 
pe surte• efeitos poMltivos 
no 0Clpul11 educaclonol .:de 
ao&so est11do, e os re,oll•doa 
começam advir. Vhitondo 11 
delegoole, nosso rtportngem 
põde ooostator •la loco•, o 
ritmo '.de , lrnbalho Jropo,to 
Aqu,ln reportiç4o. No tooan • 
te u melo11 programadas pa­ 
rn 1973, estilo sendo cumpri­ 
das dentro do cnràter de 
prioridade, e as quadros '.!e 
esportes e,t4o merecendo 
atençno e,peclai.::o:a. Eall 
apresentou a reportagem um 
R6dlo-grama:nbalxo pdbllchdo 
do Prof. Joaquim Sonres Yl- 
1 
r 
• • 	• , 6' 
.ri 
aou, Secretário dti 8duouçl!o 
de Mato OroMBo. cornuolcun1o 
'construção}. de _msls ut 
quddra, .!lJ:ºru no OJuAslo 
t6todu11l)11J iela Yist:i. Noff• 
ffll cldado tem recijb!dC> apôlo 
uctço, do insigne secre­ 
Urlo o fator primordial di,­ 
corrente dêsse apõlo, ó o tu­ 
balhoJBétlo e produllvo da 
noe»a,Delegada e equipe 
Ridlogr11ma: Comunico 
a V. S. que esta, secretaria 
Iro. construir • quadra, de e,. 
porte o Gloáslo Estadual de 
Belo Vlltii, . P10!. Joaquim 
Sores VI,n. 
RESPOSTA: Recebemos 
rãdlo reíeran!e quadra. de es­ 
portt1 paro. o•OJnlsJo~EBladu- 
111 de Bela Ylw1. Em meu no­ 
me e dos alunos belavisten­ 
se. A DOSS! , grolldAo. 
Parabéns equipe da De­ 
Jegaclo. de Ensino e o eloglo 
maior que sfgnlIJca lodo um 
conc,.lto é: ASSIM SE TRA­ 
BALHA 
(Enll Pereira de Souzs} 
....... _._. ... . . , 
, 
42 
<± 
-- t 
-~ 
·- - :;:;: ·;; -j 
s:%; 
y 
,- ~ .. ~ 
Coronel Ramos (Comnodantc do IOo RC) e o Prefeito 
de Bela Vista aa lnaugnl'açãu do mais nm Grupo Escolar 
de Mário Battilane 
COM(RCI0 E tNDUSTIUI 
SANTA lUZln -CASA no IRROZ 
de Ulisses Pito de A!molda 
Secos e Molhuclo3 - Lato­ 
rias ow Geral - Máqulnl de 
Beneficio de Aros Com­ 
pra o Venda do Ciroals 
Com trabalho adqui­ 
rimos Progresso 
Sulve Bela Visla 55 anoa 
pecuária Intcrnncienal 
Rua Antonio João 623 
Bela Vista Mato Grosso 
Esmerada Fabricação d,! Pã.-s • Biscoitos - Bolachas • Dvce,; -Com íostalnção 
do Mc,derno Forco •SttpPr Vulc.iio,, Todo Material Recomendado Pela Higiene 
Bela Vista, nós sempre pensamos em você.. Salve 55° 
amversano e Ha Exp_osicão Agropecuària Intemacionãl 
Praca ia Daaleira 399-f nac 111 Bela rrsta Mil hsl

7 "d_"roa· Mh"li 	l o4!7! 
ht fali- Sta fatal. 
(Contlnu,ç.lo da uhlm• p•glna) 
quc,,1/l,•• tnhuUrlu e de werviço ometem prevaricaçóe «e outros 
enerllzodo 
Cluco (ij) Joq110rlto• Admlnl•· crlmu contra • Adrn1nlstraçlo 
lrollvo, o duo Indicanclax toram Pblla. Esses foram punfdo1, 
lrulo11rodos paro npurer lrre- Oi11rmo1 auc o quadro de 
ulwrlddes cometlda por fun• Ag,ntu Fiscalt, cm mom•nto ai· 
rlonrlos, •tt• virtude da denÚD• gum e,trve compl,to r ru• Ía• 
cio recebldu p.ta S,cr,torla. to. gravado com as tuas ons­ 
Apeno• um destta lnquerltoA hntu dulgnoçõu p,r• lnt,gr,• 
Admlnl1trotlvo1 nffo foi conclul rcm Coml11õr• de lnqutrlto e 
do dentro deau•I• exorclclo. de Sindlcanclu • outro ml1•õ•1 
Onze (1l) Servidores nove especial, dificultarem ainda mais 
(9) Guurdne-l'l,col, • dois (2) cio fwcalzadora como se de­ 
atores d[pensados ou demn!- se]ava etczts Apesar disso no 
,•-.dos dos cargo», tendo •cn vt,. drcorr,r dr 1'1172, conforme 
', •• cooclu,õ .. do• Comls,õ•t con1ta dr Rel,t6rlo da Olrrtorla 
de Inquérito+. 	do, Tributos Estadas, 6.500 
As Inspeções ás exatotíus Hcallraçde» junto a contribuintes 
foram mal frequentes e no foram efetuada, 1.800 4llig­ 
conslsllrarn em 10mlnlt apurar ctu, 4,800 notlflc•çõe& íor.m 
o uldo, mal, t•mbécn cm cot•• l•viadu pera recolhlmrnto dr 
jar todos os dccumentos do tributo, e 1.500 Auto• de !nlra• 
receito e .ia de1pe,a com o çio, del,rmln•nd~ um r,colhi• 
livro ''caixa', grade da arre- mento 101 colru da Furnd1 E1• 
: cadoçi'lo dlhrla com os llrnchu• 11du1I, 1clm• d• vlntr milhõu 
ro• de conhecimentos para rtl- dr cruulro,. 
r,blmento, d, lrlbuto, e co ll A ação do±fisco, noje em 
88 Guias para remes de dl, não é «0mente Punili••• 
ournurllrloe uo Tesouro, w° r,as de orientação técnica a até 
lr1vOs ,H, roJo b,océrl,, com civlco•tduc•tlV1. 
prlorldodes pelo BEMAT; ex•- A Eu .. nda Contlltucional 
me nos livro• ·•r,glalrvs de n° 6, dt 13 dr abril de 1.1172, 
crédito do ICM' doo Contrl- cnlre oulru 1,,ov•tõe,, trouxr 1 
buintes d agreourla, do «gsto "a po,terlorl'' du 
K 
tendo p~r bUhl 1d uotus !Is. autu,luçõu de P•a•mrnto du 
cala das qul»lções dspss, o"tuando-se aquelas 
• 
1 dos produtos que geruom o que tanguem s P,feituras Muni- 
1
• l , roepeotlvo erodido deste trI cipais e entidades assistencial 
, buto; cootrole o,w o devido Com 1e•o, 11 Secretario, atra­ 
k 'egltro dos eatoqu·· de ta- vés de lo.tsria, disciplinou o 
!,  onfrlos do Nol.u r<dculs mo, andorner.to dos prooeno1 de 
s. lo 4 e dns brocburs pura pagamento,, e1to.beleoendo 
r .. olblmento1 de ldbutue, uin- ums rotina para llberacllo de. 
da olio utltlz•dos o com voJI. reourao1 oroamentllrloa. Ser­ 
dade vara C&do exerclclo. vlço 1e controle junto ao Ga- 
A obrlgatori,d•d• d• r<· bloote e à Oolcgaola de Coo. 
m•su dt numerArlo prla, Ex•tO• labllldadc porque lodu as 
rias, aluvh das AgrnCI•• do presteoê'lea de conta~ de adi• 
Banco do Estado de Mato Gros- atamentos :1tberadoa o. lun- 
10 5/ A, ,u,tlu, como t obvio, clon;lrlos dn admlnlotraçllo 
tf•lto po1ttlvo. com refl•xo no Estadual. tiveram eeu eoca­ 
pr6prlo resultado Íln•ncrlro d,- mlcbamentu ao Ttlbuoal do 
quelt ul~b,leclmtntO de crédito Contas após D verlllcacllo 
oliclal. 	pretlmtoor por aquelt■dote 
V ,árl•1 medida, d• ord,m 6rgllo1 da Seorel,tln. Ioata- 
•dmlolilutlva for•::1 adotadu lou-se na Delegela de Adml- 
1 
Ç;rnlo h exatorlu, ,lundo um ulatrnç!lo de Cootebllldade, 
mrlhor controle ds rrcelta e da um serviço d e controle Dr· 
dupua. 	Qomootérlo que snterlormen- 
01 Po,lo, Fi.c.11 QU< 1tm• te era da alçada exclu1lva 
;,,e con,tltulram problrmu P••• do Tribuno! de Conta,. Não 
•• admlnhlraçõu, ,llo hoj•, •Ivo obttaote a ua implentaço 
de um controle msls rlgido com 
lnip,çio auu< Que dlirlu haver s((lo levado • eleito oo- 
oot porte dos ,c:ut In,ptto,c:s. 
Nio ol>1tanle ru1t contrair • mealio do exercl~lo, o seu re­ 
vigllancla. 1ervldores dcBprrpa· 
ados pare as funçõu pGbllcu sultado lo: 11l11la16rlo 
rn a fitetH r 1!eirt 
1 
. 1. 
Tragicamente, deixa-nos o grade amigo, o gran­ 
de Cbefo, o insigne Matogrossonuse e Brasileiro, o gran­ 
de Estadista, Senador Filinto :ilüller. 
General do no~so Exercito. Filinto Müller, n par­ 
das suas vltudes, da sua personalidade marcante do 
aeu coraçilc> bondoso da sua lnteli;;encia, galgou os 
mais elevados posto~ ua vida publicn e polttic11 Nacio­ 
n&l, na qual, como Senador .~':1togrossense, passt1 pa­ 
ra a 11lernldu<le ocupuudo os cJrgo~ de Presidente do 
Congresso Nacional e Presi,l~ute Nacional da Arena. 
Teve Filinto Muller, toda sua gloriosa exi11tôocla, 
dedicada a bem servir n eua Pntrio. aos seus consida­ 
dãos, principalr:ente aos seus conterraneos matoros­ 
senses que o procurassem u para os quis não tinha 
cõr política. 
Na conjectura da Pclihcn aClouul. sonoe, no 
exercício dos elevados cargos públicos e políticos que 
exerceu. elevar bem oito o nowe de sus Patrla que, 
no âmbito Nacionsl como no lute1nacional, onde por 
várias vezes, foi o coordenador seguro de missões e de 
decisões dlffeels, poréa, sempre ua defesa do Braeil. 
Perde Mato Grosso, perde o Brasil o seu grande 
_Lider o seu grande fijtadi,ta. 
E: aqui, registrnndu tuo lníauslo &conteciweJJlo 
deixamos, particuis:menu!e, as nossas homenagens pos­ 
tomas, 11 nossa gratidão NO Chefe politíeo que sem­ 
pre nos honrou com tt sun amizade . 
(Transcrito do Correio do SuJoestc) 
e a. NIB 
A polltJCa xtetn''do 
Bra!l, cujo Jhs tm gur­ 
d11do coortacl• ao !ougo do 
te::npo, foi, m•i umn voz 
crpcet11 11 r111.1Urm11da pelo 
Minttro das 'HeIçs Erte 
rlotes, em solenldnde real! 
rda em Brasllfo,,e!nlando 
o D!a_do Diplomata, cm 
preseç do Chele da Naço 
0 CbancelnlMirlo GI• 
bsoa Bnrbos'I léll um bol&cç:> 
do noun;11tunç/lo dlplo:nãtlca, 
que tem oovsf,tldo e:n pre­ 
venir, 11talb11r. o ulular, no 
campo cxterno:tudo que pos· 
10 c,Jar obst.tealos Jcaooltà· 
vet, 110 direito quu temo, dv 
eiplor-ar soberemonte, dentro 
de nossa, lrootefru. os re- 
001101 do solo }e ·,do,'sub1olo, 
do mar, doa rios a das (lran• 
de a !forest■sC oom que no 
doton • calurezL Comprocn­ 
demos - frisou o Chanceler 
que no,10 prlnolpnl tareia 
presente ,zdrn!zr e pôr 
• 11ervlç:o do homem brullef­ 
ro o teuftõrlo que é 1eu por 
heraoç, tilstórlca e polo tra­ 
balho acumulado das gerações. 
Ree&alvon o MloJalro du 
Rclaçõea Extorlore, q uo na­ 
da fazemo• eom e1pfr!to 
egolsta ou m;,aqu1nho. Pouu• 
Jmo1 • clara vfsllo tio que 
noiSo cre.eclmentodeve oootrf. 
bclr;parll o progresso de 1101- 
soa vlldohos. egafm oomo ode­ 
senvolvlmeoto do• que 11011 
cercam ajuda o nouo próprio 
progrcsoo. Reoonheoemo,0011 
aolldArlos com o re,to do Con­ 
tinente; n!lo q'leremos para 
nós uma prosperidade Isolada 
mas, ao contr6rlo, propuina• 
mo, 11omar esforoos para qao 
o deaenvolvlmento de 01dll 
um orle cciodlçõet tnorA•els 
ao oresclmento de todos 01 
demalo. 
Relorçaodo e,ta tlnb• 
de atu,çlo, o tltnlsr do Jt,. 
marall sa!lentou que tem si­ 
do corrente e oonetaote ooa­ 
+a polltica de aproximação 
com oe vlzlllhcs Jallno-cimerl· 
caoo,. sao mfiltlplu e oume­ 
ro,u aa lnlofatlva~ brullel­ 
ras para criar e deõenvolver 
lotere&1ea comuns para dar 
nova vida a regi6os até sgo­ 
,. alast.adu das grandb1 cor­ 
rentes do progresso, para ros 
Ugor por estradu a todos oa 
palse, da Am6rloa d• Sal. 
Damo, nouu apolo e colobo­ 
ração a numerosos projetos 
de Joteres.e fundamental pa­ 
ra vArJoa plllaeo do Co11t1Jleo­ 
te, dentro du nona■llm.1t11- 
du poallbllldadu e não te­ 
mo■faltado com o que Jul­ 
gamos ter noto dever da 
cooperar;'com4as nações Ir­ 
mia para:qus acelerem o ri• 
timo de nu de.eDvolvimento, 
• jamaf■no■recu111moe a 
tran■mltir-Jhe, 011 frutos de 
noua modula :::u:perlOo.01&. 
•O PROGRESSO• . 
De Túlio Loureiro 
iestara - (spilo mil - (opltl Sri á la tale tzzieis [sptialiais 
Parabeniza B. Vista em seu 55 Aniver&àrio e Ci)Dgratula-se com sua lla ExposiQi.o Agropea. lnter.11acional 
BELA VISTA- Mt.

ANO, II Bela Vista, 20-7-7:3 No. 65 
Administração José Frarelli Dinamismo Maturidade 
·; '~ ' 
.. ' .. , i- 
•' 
~· 
Governador José Fragelli e Auxiliares 
Centro Politico e Administrativo 
Ao assurlr o Oovoroo do t,duol úistonte, ap,nas três 
Eatad~. 
8 
15 do março de 1971. qullo.;,elrol do Centro Geode- 
0 
Governador José Fregelll. slco do Aa,erlce do Sol, ou­ 
desde logc, iJ·:• a bra- s,jo, do cor•çll'> d, Cuiabá.'A· 
çuw com u problema cruel. lém disto, no ,otenlo, outras 
onlel 
O 
exlgu,, •,paço par• • [orem as r.zõ•• quo levaram 
lo1taaçlo de to~.i• 08 brgdo• o e1colher esta soluçOo entre 
de admlolstro.ção e,'.adual e, em .~ qual• alinhamo,: , 
algnn1 casas. a1 péssimas coo- o) oprov<itomenlo ,de gr•n· 
dlçõe■de vários prédio• onde d, upoço • .1,eos verde, pró•I· 
(uncloo•~om Secrelàrln■, como m .. • cldad,; 
por enmplu, a de Sa6.d~, b) centrolizoçãa dos 1<rvi· 
Ponulnd.> apenas um edl- ço, público,; 
!leio ~• aote pavimentos. onde c) abertura de nov .. linhos 
... encontravam lnetolndas o direcionais pora • expansão flsi· 
maioria da& Secretarias de Es- co do cldad,; 
lado, com • m1la complelll !oi- d) mcnOr cu1to do proi.tc-, 
ta de Hpo~o e comodlaodc poro um• 'ICZ Que o t,rreno foi doado 
u■1ervldore1 públicas, vlu-so P•I• prefeitura Municipal de Cuia· 
o Govuno lprçado, de lm_ed!o• b.i; 
to, a ealudor uma soluçno po· e) c,laçõo do primeiro ci• 
ra um. prcblema 10.o •ngu11llm- dadc·mod,lo cm· Mato-Grosso, 
te, 	cuj» lmplenl•çio foi ,studada 
J;'ara exnmioor o JIISUUlo por urbanlstu locais e ds Uni· 
de U.o tmporhote magnltu~.~. v,r,ld•dc de Brasllla. 
foi criado, pelo Dee:reto n? 1) apoio ao ••lar de con1· 
381, d '1i3/1(12, um Grupo de lruçio civil local: •' 
Tbalho que após eluda com. g'criação de empregos na 
aculdade o problema, ;;preseo- reg,io. 
IOU duai soluções paro 8 ex- Solucionando O problema 
JlaDsllo do■■ervJco• públicos da locollzação. foi ª"""•do um 
na Caplt.l do Eal6do: a prlm•I• convtnio com • lundocão Uni­ 
ra, o. ruerva de Are a os perl• vu1idode de Brosllla, para •nu• 
leria. da cld~de, poro II cons- ,o,amento do Grupo de Troba· 
trnç3o de.um Centro Adm!ola• lho, no utudo e pl,n,Jomcnto 
lratlvo, pr•vtndo, ioclus!ve, eS• do C,nlro Adminlslullvo.· As li­ 
psço motor para seu cre,cl· nho1 b'5lc•• do proj,to, podem 
menta futuro: a segun:la, p,e- ur rcsumldu assim: 
conl:r.ava e remodelnçao lolul 1) cdilica.ão de 43.321 m2; 
de Culobá, introduzindo-lhe 2/ lmplontaçõo d, oproxlm•· 
um novo lraçado. E,ta aeda, dam,nle :!5 ~m de shtema..vlirlo, 
indi■cullvelmtol,. uma ,oluçO.u Incluindo tmaolanagcm e pavl• 
<le custo elev•dls•lmo, pni, d•- mont,çóo, 
mandaria umo •êrle lnterminll- 3) imolant•c;i;O do sistema de 
vel de deaapropriaçõe:, uma. vi:Z • ilum1n'.1ç4o t'lúbtica e particular~ 
que ■e trata de cidade de for• t. -1) lmploqlaçio do rede de •· 
m1çlo colonia..?, com vics te - bute:cimcmto 9e igua e esgotos 
trtlta1 e. o cf!ntto utbGJto tolul- anhltios- 
menle cngetionado, Iaçe so O custo total do projeto é 
ocu cruclmento d••ord•cado e do .. rdcm d: C,$ 100.000.000,00 
de ■ua pt,Ue-rla. (e.cm milhões de cruzeiros). tcn· 
Lo&1c1menJ~. o Governo •. d? CtS 45.C00.000.00 (quarenta 
,ptou pela p,lmci, ll altcrnaU~<t < ! c:ill'c:o:m.hõu d-. c,uz~1,c1) com 
quol aeJ• a de coc,trwr um~ cd,llcaçéc, e C,S 55.000.000.00 
noft C1Jadd it.lmlnlettuUvo. (cinQut>n41 e c-1nco milhões de 
teoc!o-. para l.uo. re:1erv.Jn ':1- c1u:.clro1) com ob,a, c!a Infra-e, .. 
111
a ire, d• 2.200 hccta,e• JiÍ trutu,a urb•n•• 
1Ac:,rporad• ao patrhnõolu es- • J!i lo,em rulludu •lê • 
presente data ,n ugu1nth obr.ss 
• serviço,. 
Lovantamonlo Topog1ofico 
1. L>dimit,ç•o do ptrfm•· 
tro e cllculo onalit,co d• arca 
tola! :lo CPA, que otin9fu 2.115 
hccl•rc•- 
2" D•IJmltaçllo du. área 
paro e estação rcstreodorft do 
satélftes do In1tHUto Nacional 
de Pesqulso- 1PM - numo 
área de 20 heclaree. 
J. Alinhamento da Linha 
de T,ausmbsão de •n•rgla •· 
!Hrlco. p11a a estação rutrca­ 
dora 1e ■alélltes. 
SONDAOENSª 
For>m realizada■pnfura­ 
çõ,1 nO! local• onde,erao con■• 
truldo, o, edllfclos da edm!­ 
nlstração publica esla1uol. 
A Secrel &ria da Pnendo 
n.Lravts do• scuI dJversOs 6rgl.o1. 
pzocuraa dar cumprimento ol.s auu. 
,trfbulçõe• no cxerclcla do Jlli2 
UeDt:rO de uma Jlo.ba riglda de •tra- 
z: .±±: 
,e dar execuçllo a 1>0Uúca tlnn· 
celra do Goveroo. procurou a Se­ 
creta.rio. nlo ...e6 dinamizar lodos os 
ac.torea a elo subordi.n.odos bem co 
mo. mant..:.r 01 mais eatrello• Lacoa 
de eooponç~ocom oa -:!emals 6rgtlo• 
a:.t°% 
mo o, da órbita federal que tem 
relação com a Faz.eod11. para que 
tori••· 	pudesse. dootro das suaa Um.H.a· 
Apenas 248 'hectare• 11!· ções. do.r totei:ral rcumprtmento ;., 
rlio de,1proprlado1 or1rre1pon. suu obrigações. 
denc!o a 11,8% do,!2.115 hec Crc,cem. dlo ,. dia os eocar• 
tares da ilrea ,total. s:oo •lotos li Faz~od._ o que é tt· 
oiro« • A+torso 242%%% • 
CooclusAo 	~ubst'lUCiado no aumento <la prodc- 
a) Elt.açao de R••t,••· çno. co,·o• r.imo, de otlvidsde• que 
e.te @- si@nos e t-.- 4s 2%%.2, "3..±%2% 
conclusli.o e de rttspo:::U1tb1l;Ju de mte~r::iç5o. exigindo do ,-crvt- 
dc do lNl:'E, 	~-o pllbl,co novas tccnf::a,. novo.:1 
b) Sede do Grupo dt'I cuntrol~ e f'>l.-tcmAUciu qUCt par:1 
1o»ti» is c. is- i :%%%% : %:.± 
conclu■üo; • • • ç;,o. - 
e) Centro de Rec•pcilo da A !focrc1.oria dD. Fozond•. que 
Fuadço Eatsduel do B-u ls- recebeu. otr.ves oo Ld J.147, do 
br do Menor CºllC'J· • • • . '!.7/d~'Z/71. n!!vu. 1;cstruturt1çA.u. co;n 
• +-o_ cnsçlo de óngis {mprcscr:ndh·c1.11: 
d) Licho de 1 un,u::J ,nu p•ra mrlbor c9nt"c~ç:,o oo• l"t!sul· 
.de Energia Elétrica par .Exs iados que deve utiazir. lastalou 
ocas.Risse+ses 4- s.-· %:,%.5%. : %%. 
E,tudos e Pojtos Delegacia Executivas Regional« de 
- Lr.v,numrnto dos d.,do, F4z.4'od!L em numero de qu.&lr'O (0. 
de tc:mpcrttur.1. umidade e }Jrc,- lotalUlUldo as-aim. hoje. de uoe De­ 
~•"· e do.s ventos per climnato.- lgactas de Fue.nda. cujo, &Jtulare& 
e· 4 vos««0vã a. s.s. z%.2" #. 
l1e, 	df"•ta Sc.cn-taria. 
Dimensionamento do ese As Delegacias de Administra- 
p•ç.o f11ico com cJrlç.Jo d,c 1.!!'t ~o. c.::ump:ttcndcndo •• de A..e4.b· 
«is4s sise. wiis % 1:2% %.2 "%% 
modular, adequado •• dc•r11w:«i1 t.enai. l&IDbim. tonm. l'b&aladaa ou 
llcxlb,tldedc do Palicls do Go. sdspd á """ª .. trutu. ... e, car- 
ser{ ias D'wod ta 
pe rei de Exatoris d» i 
f.oca!s {rua pe ahtl .. Jo' ett ,. 
d0 omu a penai1ade ds ervigs 
tau ares titulas, taub e 
·erutcs em coto. de 
n'ado os de nlra atistt ta 
0 q,: l:1f"U d1. A:;.- . .t,•t f'". 
te atee t ta)auto! n, 
idngeuta complt mts hee 
leva»d» n mero d oaros m 
quadro temo levando-te em cg 
t'l 01 nOltii(OI t <'"lJ..t{;Ô,f, lói-(,0 • J 
w J,, p,:, reJ• e J,, < r. ·r uai 
t,.T o Oon ru'l C::'l l'tlltd o,ou à 
no •rv.:o l.l, l~.J:,<t IIT. (lu l., •• 
tut.Lo EL+da/, efetust várt 
vuteações em ar t ·r tem ?"rP· 
peJo L)JdLO tn!.Xlll!Q'' fl(;. CH)tlt J,.tt- . .f 
quando ata o!ará ttonAtic»a 
to fndo o pruvimento. A!m d, 
 tt;tl.U então existes, vsrlo à 
gentes {els fura:n de+stacudos a 
ra 01.1ru.➔[L10:.le1 com~ u , tJ.d 
lp+tares ou chefes de L stota 
dti! C,tl'i;torl1 t.:""Pf"C1 d, t.:n 11 a e 
l.'1..-IJ .. a«: JJ s, Ol'~~u AJ .. t.HJ?:: 
taed+tas uecrssartas À ra'.: $ 
dt Coh..:Un.O, p .. H'1 u prc.-atJ'll ,lt• ,:, 
das ais rist?ates uos ·pu«d. » 
de Agentes Flst!s e de tx«fores 
e que frara levado4 a ..-r,, o .. ,. " 
µrwutru, •. IJ:, Ju l.Jr/ nt:- r tl 
Clf'lO, 
f, d te:soltar #e qun 'J tib 
llll1 C.•,Jllt ill•O pjr;' µrtlC.l,d1t•:c,1l., 
dt: t t( ,!OJ 11el't•i i"i,·t· t 
1f.'l f ,: l'r'.1 
J.liu, 
, 
Desãpropriações 
Foram encomlo!Íado• Jl 
proo, .. a, para desapropriaçlu 
com avalloçlo no valor lotar 
da Cr$ 857.463.lB~pars uma j. 
rea de 78,9 hcctar,a e benl•I• 
ve,no, Scucló11a de Plon•J•m•n• 
lo, Srcrct•d• de Admlnhtroç,o 
s.c,.t,rla de V,açõo C Ob,11 
Públicu • Tribunal d• Contos 
- Cooclusiio do P,ojeto 
Preliminar do Pal4iclo do Gonr• 
no e da S,u<t.lrl• de Plonejamrn• 
to. 
Governo José fra~elli- 20 
l te aliar;is 
SECRfl4RIA DE FnZEMOA 
Ja u ta mUlt.J t a1 prô, d .. 
,ntlbur111 d Oi 6, r..rJi;ov d ... f1•r.: 1
1w•· 
o e rrcudação, todavia, u+puda 
ba. muttu u qUi.; ,e flszu, p..:n1 :i:• 
nsezutr um quudto de pecal t 
ahuru ÚU8 lítU.llJ UPCt':,,UJJ!.h~t4 {l(l 
11ervlço. prluc1patmeotc tcu:to.j~ er·1 
vlatta n. v1,p•nltt t,:i.t.cmctUc11 trltl'.Jt.á 
rfa e nu lata de recuras tatelul 
com que li' d~Cronlant. Atndíl nn.,, 
(<;1 })Uol'cl Jt:Vldú lL ~•C•tíif'Z. (!() 
recurso fuanceiros, dotar us ±xa 
toras e l'osto Ficais de peito 
res lastalaçô. For .. m Lr.1.oqulrt,Joj 
n,1 decuucr do 11n'2.. 1di (A) vele..~ 
lo• p•r• u v,i,guclu, exocutlv,. 
legionas, duas (Z) pura luspet·ores 
d~ Pobtos 1'J,cc.b; umli CJHlLDbo· 
neta pum u Dlrttorfa dos Trbut 
t:,i.,,duaa e uuus K.o,o.bt para u IJ_!j 
I•i:oola de Aesl,U:acla du Oab!aew. 
AJgamu E'.WLOrJas recot>e.ra.m m.i· 
qwna,, mÕYt'ld e utensllos. No de 
corre-r do exe.rcfdo, vártiu reuuf~tt 
do s,cretátio e do Dir,,tor dos "l rl· 
butes for1,m promovHhl, com "' 
Dele1:11dos de l'u~uda, lnspotore• 
do Posto, Ylscal•. objeUYIIJldO 111• 
eó tnç3r normas bem como aaaU· 
ur os trabalhe.d e:::.eculado:t. por 
dUtJQ veze11, com a presença do 
Governo.dor do E<tado. 
A todo.8' o• Agentes Fhtafl 
nom~ado,, os,lm como !los l:i.spe-­ 
l<>res de Eratorins e ln,petore• de 
Pooto• 1'J1C111', • foram mtol,tndo■
cursos i.nleoslvas por Oelc~do, ~e 
}"'az.enda e Agent~s Fbcll.la m.a15 
experJmcola.do,. com re.a.ultado.5 
saustat6rios. Em face de Coave•!• 
firmado com o MJobtkrJo da Fa· 
zecda para a !Jscallzaç(lo do !mpos• 
t<> -OnJco sobre Minerais do l'&IL 
criou-se o Grupo Mlsto de E-J:e· 
cução ;!e Conv~nJo-GRU!.IBC Jow 
gn,ade de servidores d•qu~I• Mllll' } 
térlo e do1ta. SecreurJa dt! E,6-tad.v 
Dando execução o prcgr+ 
m11 do GRUMEC (rucl•lm.nlo houve 
um Curao de AdÓ.at:ramect~ por Az 
tes Feder-aü•. dcd1(:Ll!ldo:t peb Caor­ 
dt!o.edvrta. da Rece.1: . Fcdl!r:it :.
01 
!unclooá.rioa membrc. t do Urupo. 
os qu!l11 posterJormcal.!. r,~r ..os~: 
ra.m 1eat1e• eu.slnamenLoa ~o de.ã:i.1=- !1 
Aseges FIcuts. Éxaores e @,, l 
da.a-FJ.oc:ili. Cerc• d~ qulohentc• (=. 
:,.er•tdores.. dJ.&trlbUlõOf ptJs.t dê! 
O.O) Delei:acJu Rei:focola. reuber•CS 
o trelll!lmeoto vroiramado. 
Em face do Conveio trar 
do coa: o MJ.nJ..,té.rlo da fll.tendo. 
ln,Utulndo o S1Nl.e:F - Sl1te;o• 
Nacloo.a.l lDkgrado de JQ!orlll•ÇU•: 
EconOmlco Fl■-:aI• - l•V• ,oi~:u ,7 
rc~daatnme.nto dot contnbut d• ~ 
do imposto eobre ~trculaç.a.o • 
Msrea:sorl.4.i cos &eteru do CO­ 
mércio e ás iad@sr. Recad+;. 
meato de cerca do cul (9.<X)O) ~ºª~. 
buioies Já tora e1'e.t1J.l!do e: ~
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batho representa prtneira fase 
lm.pbnt.mçlio do 1fat!C1A da Pt=-e!;. 
•smento de :>:tdOo. "ºª~ua. n ~~ 
cucno de lmpfaotai;ao, atru'U 
tchis de Aia!i:é;o Cada:rwl, 
'l'crdo cm v1::,tU a. .nc-ec.:5!
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de do eriça, pela Porira Iate; . 
n• l :o, de :S de ::,êtt>Olbro êtl L~ 
c:.riou•1e o Sc:n.1ç.o dl! Re1áçõ~! 
blleas c Biblioteca da Secret»rl. 
q U e ' CJU pre.s!11njo nJe I.LD ldl '.ir 
viços no assessorsuent do : 
ne-tc e C.:>mO ó~loa de lnto:::= .. ç:i~ 
a partes iteres·adss. pris/, 
ui e que oceras_a mm+'? 
tnbutâd.1. pe13 coletlgl!:ll ~e e! • 
dc:cre:.o,. r-.:vl-n.ss e. publle.ituo• 
0
• 
a. 1:1.fon:-.n!lvo 4s$ 
crd3.n:&. c!rcolou rJc-r:..s.ilmt-r.t!", G-·. 
vulgando poruria. e!reutare. "7 
truóes. bem como quatros de-7, 
traiivos e cor=pr.turvas d "f; 
ta, o!ém de dC'cre:o:.. a-,;,, ,. dl ►r .. 
cbus obre Lr:butír!s de iteres»t 
orca."z.».». • 
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CODToe&da-. p:clo Senbor ~nhi!rU 
da f&ZC.nda. tendo stdo p,vrd 
,·t.ace e doía <::?) co.1:1•eAto8 ~ qoatr~ 
U) pTOtccoleu1 ,-~~-aD-d.> 1.odo:8 ,-ohU 
(c-ontinm1 n~ pe_nu!Um.a pA:!fta I 
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