RIBUHA D FRONTEIRA 
Liberdade com Respcnsabilidado 
___ A_n_o_11 	B_e1_a_v_1•-ta_- __ M_t_. 	2_c_>f_oB_1_7_J 	~_N_· _6_11 _ __,, 
Fundador: - lvaldo Pereira 
UM T 
JOSÊ. GLAUCYR PLORES-Pmldcnte da L.E.B. 
Estamos na época da 
atividade. O homem que 
sabe ser ativo é hoje dis­ 
putado É o motor que mo­ 
ve o mundo. a mente que 
guia mentes. a luz que ilu­ 
mlt,a as trevas do pessimis­ 
mo, e acima de tudo. a 
personificação do divino. 
O. povo chama o. LI- 
OER. nos o chamamos 
, HOMEM. Quando este ho­ 
' mem. escolhe colaboradores 
1
dinâmicos e responsáveis. 
( • ele cria um Grupo, verda­ 
deiro dínamo em ação. Em 
nossa cidade surgiu este 
grupo e este homem. O 
M FOCO 
grupo é uma plêiade de jo­ 
vens idealistas e cientes do 
papel histórico que repre­ 
sentam. o homem é o ve­ 
reador e gráfico. José Glau­ 
cyr Flores. Liga Esportiva 
Belavistense. ano de reali­ 
zações. ano do presidente 
Glaucyr. Haviamas dito 
(Tribuna n' 64)... a LEB 
elegeu nova diretoria e tra­ 
çou diretrizes para intensi­ 
ficar o esporte na «Prince­ 
sa do Apa». A dinâmica 
entidade dirigida por ele­ 
mentos entusiastas e· espor­ 
tistas. visa dotar Bela Vis­ 
ta de uma infra estrutura 
esportiva, e consequente­ 
mente apresentar grandes 
espetaculos esportivos. Os 
objetivos traçados exigirão 
de lmed,ato uma força de 
atuação marcante ... «Fo• 
ram a Tres Lagoas (Cam­ 
peonato Estadual de Fute­ 
bol de Salão). reataram os 
contatos com a FMF. e 
agora realizam a maior 
campanha em pró! do es­ 
porte helavlstense: Plano 
• Gol de Letra. 
Não vamns pedir ao 
povo belavistense que coo­ 
pere com a LEB, simples­ 
mente afirmamos: Se voce 
tem um célebro que pensa. 
um coração que palpita. 
acredita no seu futuro, e se 
orgulha de ser brasileiro; 
tem por obrigação de cola­ 
borar na construção do gi­ 
názio coberta de Bela Vis­ 
ta. Não se truta de «com­ 
prar», trata-se de tomar 
parte no desenvolvimento 
da cidade. Plano Gol de 
Letra. a í,bra de um povo 
e o ideal de uma juventude. 
Bela Vista 73 Ano de 
Realizações. 
Nosso recado: . . . o 
fato é saber escclher o ho­ 
mem certo para o lugar 
certo. Nisso está o funda­ 
mento social. do progresso 
economico e politico do mu­ 
nicipio e das cidades ... 
Para Meditar: A ami­ 
gos não damos «colher de 
chã. damos o "Recado". 
Vão ser fiscalizados os 
• 
0 COMI'CIO 
A fun de saber se as 
empresas estão cumprindo 
com os preços estabelecidos 
pelo governo. o secretario 
executivo do CIP. Raul 
Hazan, e o sr. Lineu Klup­ 
pel. da Secretaria da Re­ 
ceita Federal. assinaram 
convenlo que permite aos 
fiscais fazerem levantamen­ 
to nas empresas. No caso 
das empresas pedirem rea­ 
juste. alegando perda de 
rentabilidade, os fiscais de­ 
verão comprovar o fato. 
Os dados e informa­ 
ções que forem levantados. 
terão caráter singiloso, não 
podendo ser utilizados para 
efeito de procedimento fis­ 
cal. A medida já está em 
vigor e logo será aplicada 
em nossa cidade. o que 
acbamas justo, pois aqui 
'tambem' temos os maus 
comerciantes. Atenção: Vo • 
cê que visa o lucro razoá­ 
vel e humano. n;io se preo• 
cupe: mas você. mau bra­ 
silefro, mau comerciante. 
que busca a fortuna facil 
ludibriando o bolso do po­ 
vo: 
Cuidado. os Fiscais es• 
tão chegando. 
NIIUIEIA 1 #IIr" 
.. A Beneficencia Hospitalar e Unidade Sanitária 
de Bela Vista, recebeu dia 21/07173. da Secretaria de 
Saide do Estado. através da Prefeitura Municipal de 
Bela Vista. 550 quilos de medicamentos, para atendi­ 
mento dos oecess,tados. 
Prefeitura Municipal de Bela Vista 
Vendaval Destrói Hospital em Porto Murtinho e Màta Criança 
tava fazendo as consultas • • Cs Internos graças ao agora em carater extraor- pal Alcyr Coelho, cedeu 
da tarde, quando ouvio os forro não se machucaram. dinario o nosocómio. carros e homens na monta· 
ruidos estranho,. Olbou O medico, solicitou ajuda 	gem do improvisado hospi- 
para seu ajudante. enfer- da 2" Cia. da Fronteira. A nota trágica do si- tal e solicitou ajuda das 
meiro Ramon Rios. numa sendo atendido prontamente nistro, foi a morte do jo- autoridades estaduais. O 
pergunta mu:ia. ,! como pelo major Matos, coman- vem estudante Bievenido povo de Porto. Murtínho 
resposta: Viram o telhado dante da companhia. Am- • Jaquet. fulminado por um espera que as autoridades 
do hospital ser levantado bulancias, caminhõe.s e ho• raio nas proximidades do governamentais co.laborem 
pelo vento. Verdadeiro mens foram mobilizados, hospital. 	para a pronta recuperação 
pandemonio se formou. Gn- Os doentes, transportados 	do hospital e dirimam um 
to, e suplicas eram ouvidas. para lugar seguro (enferma- Todos colaboraram. pouco a dor do valoroso 
Havia ·multas pessoas no ria do quartel) e os objetos amenizando os sofrimentos povo da "Sentinela da 
hosp.ital, muitos procuraram para o predio onde funcio- dos atingidos ou doando Fronteira". 
um lugar seguro nava o Banco Finaocial e objetos. • O prefeito municd- 
Ola 9 do corrente. 
Porto Murtioho, viveu mo­ 
mentos de inteaso pavor. 
Por volta das 16 ho­ 
ras, uma ciclone caiu sobre 
a cidade. durante 3 minu­ 
tos, Os 3 minutos foram 
suficientes para que deixas­ 
se um saldo incalcul<ivel de 
danos e prejuizos. O hos­ 
pital da cidade foi total­ 
mente destruido e um jo­ 
vem perdeu a vida. O me­ 
dco: Dr. Luiz Aleixo, es- 
NO CREDIARIO TENTAÇÃO; É MAIS FACIL VOCE COMPRAR 
PAGANDO COM ATE 12 MESES, E SEM ENTRADA. 
CREDIARIO TENTACAO, E DAS CASAS PERNAMBUCANAS. 
CASAS PERNAMBUCANAS Onde todos compram 
BELA VISTA 	MATO GROSSO

Bala Viesta 
INDICADOR COMERCIAL 
li 
,, 
,. 
,1 [ste pelas ss ireis 
Pague Com Lady-Cheque do BEMAT. 
Lady-Cheque é pago, mesmo que 
não tenha saldo? 
ulh r 
"Chr,que todo mundo usa. Lady-Chéque não. . 
Lady-Cheque do BEMA T é um cheque cheio de personalidade, 
feminina até na côr. 
Com o 
I 
Lady-Cheque você faz compr&s, retira dinheiro, 
/ paga suas despesas 
você 
É isso mesrno 
1
. l Q,·,ondo você abre uma "Coota Rosa" no BEMAT fica estabelecido um teto de 
dinheiro di,ponlvel. 
2 voei recebe 
O Lady-Cheque para ir pagando, lnzendo compras, ga1tando no que precisar. 
AI então yocê val ver outra vantagem da "ota Rosa"; 3EMAT parcela, estica os prazos, 
1 • 	combina um negócio bom para você. 
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5E7EE0±E0EEE.E±EEEEE±EEEEEEEE9±EH+E±E± E E±EEEKEEg 
A ACARMAT distei- mento junto às agências do çao da boracha serão feitas 
buiu nota informando que a BASA e os escritórios da de acordo com o sistema 
respeito da exigência de ca- ACARMAT. Esse cadas- que esteve em vigor para 
dastro dos produtores 'de t;amento $erà feito de ma- as safras anteriores. 
borracha e uso de marcas neira rãpida e sumária. dis- Terceiro - A Superin- 
e contramarcas, a Superin- pensada a aprcstntação de tendência da Borracha lem­ 
tendência dá Borracha. con• documentos relativos à pro- bra aos produtores que uti­ 
siderando que. essas exigên- prie-ade da terra, certiclões liz:em o novo prazo concedi-· 
cias não foram suficiente- e outros papéis dessa natu- do para realizar o calastra­ 
mente divulgadas e o fato' • rezá. Ao fazer o cadastra- menta do seringai e o regis­ 
de que nem todas as agên- mnto - diz ainda a ACAR- tro de- suas marcas e coo- 
. 1 <1<1s do Bancn da Amu:õ- MAT - _deve o produtor ob- tramarcas. Essa medida tem. 
' : nia receberam cm tempo as .ter na agencia . do. . BASA por objetivo direto a defesa 
novas guías de procedencia ou na própria ACARMAT de seus legítimos int .. rcsses. 
acaba de adotar as ·seguia- os jogos de guias de, proce- permitindo a imediata iden­ 
tes medidas:_ dénca. fornecidos para seu tficação. pelas agênc:i.is do 
.{ Primeiro - E concedi- uso exclusivo. 	BASA. em qualquer loca!i- 
do prazo até 5 de setem- segundo • Isso signifi- dade na Amazónia. da ori­ 
;:,ro do cori:>:r.:c ,rno para ca que. até 15 de serebro gem e propnedade dos lo­ 
que os produtoze: dz borra- próximo. a movimentação, tes de borracha negocia±cs, 
cha realize eu cadastra- classificação e comercializa- 
l 
Oepósitos de Bebidas PINGUIM 
DE DARIO CESAR NOUGUEIRA 
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Triburu, d,; Frun t,<,írn 	Bela Vi.:tt..i 
----------- .. _ .. _ """" - 
"Mato Grosso 2m Ritmo de Progresso" 
O Bane'> do Estado de 
Mato Grosso • BEMAT 
conseguiu, em apenas um se­ 
mestre do ano possado, um 
avanço de I8 lugares na co­ 
loéação de sua posição rela­ 
tivamente aos estabelecimen• 
tcs congêneres do Pais, Es­ 
se foi o maior acesso obser­ 
vado em toda a rede ban• 
cária nacional, e foi conse­ 
guido justamente por um 
banco que até entãu tinha 
sido perenemente deficitário 
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Dr. Joelso:n M. Peixoto 
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Rua I'. de Maio S/N [ardia 
Mato Grasso 
e exemplo de descrédito na 
crõnlca bancârla. 
O milagre efetuado pe­ 
lo BEMAT e a ;:irova cio• 
quente de que a c-volução 
de um banco comercial. con• 
tcolado pelo poder público 
regional. está lntimam2ate 
relecionado com o~ esforços 
do Governo de polarizar a 
confiança do público a traves. 
de uma administração alta­ 
mente ticnlca e diciente. O 
BEMAT ressurgiu no Go­ 
verno José FragellL regido 
por uma equipi, altamente 
capacitada, formada pelos 
Srs. Zelio Olveira (presiden­ 
te}. José S.-lim Saad e Ênlo 
de Souza Viera (diretores). 
R.ÁPIDA ASCENÇAO 
Logu no primeiro semestre 
dcsto administração (balanço de 
31 de de:embro de 1971), o BE· 
MAT Já •prcnseotava saldo p<>• 
sitivo. Dal em dfaotc asccodcu 
rapidamente. cvoluiodo no con .. 
fronte. com os congêneres csta­ 
duoJs. No cowpartfmcoto das 
contas do semestre de 1972, 
com as de lguol perlodo de 1971, 
o BEMAT J~ ocupava o s• lu­ 
gar cm crc.scimcnto relativo de 
dc.pô1ito5, em meio aos 25 ban• 
€os do seu gEnuo. A evolução 
das contas de cruprbtJmos de 
depósitos cm 1972 (joncfro / se­ 
temnbro) aponta-lhe expressivos 
3• e r lugares, rcspcctivamc:ntc. 
sendo que o segundo lugar de­ 
correu de uma pequena diferenço 
do prlmd,o colocado. 
CONFIANÇA POPULAR 
Quando o Governador Fra­ 
gdli eDtrcgou os :icstioos do 
BE:vi A T a 1ua atual diretoria, 
dando-lhe plenos poderes paro 
recuperar o estabelecimento 
bancarlo oficial de Estado de 
lloto Grosso. e:lc não contava 
com mais de um quinto de. dc­ 
pósito particulares. Poucos me­ 
ses depois, este tipo de partici­ 
p.1ção setorial akançou a parece .. 
tagem de i5% e atualmente a­ 
tlngiu os 50,Õ de depósitos do 
público. isto é, agora os srtores 
particular e govc.r::iamental par­ 
ticipam, eu proporção igual. da 
formação dos depósitos do ban­ 
co, que cresceram de 33,7 mi­ 
lhões para 60, i m!lbõcs de cru­ 
:ciros, o que upre.:.cnta uma e.. 
levaçao proporcional de quase 
c.lnqucnta por cento, 
REDUCAO DOS CUSTOS 
Os novos rumos tom.idos, 
desde 'o evento d.t Revolução cic 
1964, para a modernização da 
politica e:conõmlca brasileira, e .. 
xigfram que íossc.m feitas cocsl­ 
d;.?d.vtls r·cduc.õcs nos custo, O• 
peraçiooail dos c.stabclcdmentos 
boncatios. Tol medida visa maior 
rcgufatidadc no suptimentc de 
ctê:dito nos divusos setores da 
economia, com a adequação dos 
0lvti.• de liq{,ide= à• neccsslda­ 
dc.s econômicas que agora, so­ 
mente: cm Alguns periodos ex­ 
ttt.mamcntc- curtos. ti!m sido que: .. 
brados por latora pas,age!tos 
e esporádics. 
A rcduç.õo do.s custos opc­ 
rac-iona is do sistema bancário, 
--sem duvida a pior hc.rançã. que 
os bancos receberam dos períodos 
de intensa lalloçiio ... di: o ,r. 
Eraanc Galvas, presidente do 
B:uico Cratral • tem sido tenta- 
da de diversas maneiras, inclust. 
Ve través da fusão de diversas 
t<tabelecitnento, de rredlto 
(O Brasil possula em 1950, 40.) 
banos comercias e gera estão 
em funcionamento, entre bancos 
oliclah e privado,, apena i46 
estabelecimentos barcarios}, 
Tambi:m out·os ruftod.-s <le r,­ 
dução foram adotados, de acc r .. 
do rom a política ecooõmfco li• 
nanceira do Pis, mas especifica­ 
mente em relação às necessida­ 
dcs dt cada setor ou região. 
Na rcdida em que vão se 
reduzindo »s pressões inflancio­ 
nârlas verifica-se que os proble­ 
mas dos custos op·racionais vão 
s.odo vencidos. A pertir de 1966 
o custo operacional dos bancos 
em relação ao saldo médio de 
seus empréstimas caiu de cerca 
de 27, para puco mais de 25% 
cm /168, para 2t$ó tm 19í0 e 
i9il a 20,5% em 1972, uton­ 
do o Banco do Estado de Moto 
Gro'5o - BEMAT • p,rlcltamtn­ 
te enquadrado neste sistem» de 
redução de custos operacionais. 
DINAMIZACAO DAS 
OPERAÇÕES 
"abora o Governo Cen­ 
tral apoie totalmente a politica 
de ÍU:!!âo dos estabtltcímtDtos 
bancários. ttndo cm vista não 
só a redução dos custos opera­ 
cionais através das economias e 
c.ecala,. mas também o dime:o­ 
,ionamcat? dai fostJtufções flnan­ 
ceiras compativel com as dimco .. 
soes e o crescimento de econo­ 
mia nãcíooal pols a =-aractc:risti .. 
ca da economia moderna é a 
empresa de grande porte princi­ 
palmente na Jndústrfa de expor­ 
tação e: nu área financeira - hso 
não significa dcscoohc.cer a i­ 
portãncfa d a pcq ucna e. mê.dia 
empresa e da:s organiz.aç.õe:s ban- 
1b7 
e.Iria< d, rn<n<>t p ,rt,, Um bon, 
o pequeno que apresente eleva­ 
do iiice e «biciência e produtt­ 
vidade mais importante para a 
região em que oprra e pera a 
ecomia do que um grande 
bancu mal crirnta:.lo e lmprodu• 
Uvo". Convicta d, Justeza do 
pensamenío acua, expresso pe 
lc> Presidente do Banco Central. 
Ernane Galvas, a diretoria do 
BEMAT procurou dinamizar uas 
operaçôu dentro de uru plane:/a­ 
meto raianal e produtivo. 
EFICIENCIA 
Procurando distribuir o cr~• 
d,ta a todo• as ~ttc,., d, att­ 
vldadu no Estado, de maneiro 
justa e criteriosa. a diretoria do 
BEMAT, em consonância com 
a distribução geografia de suas 
agências, lançou se na captação 
de depósitos, ampliou e refoeçou 
o seu programa de éHSfstêncJa 
fJnancidra e de Joce:nUvo ao u!o 
de ateres técnicos de produtlvl­ 
d•d< na pecuária. Agora a dl• 
retorla do BEMAT cela ruais 
uma Carteira, a de Expa1são 
1:!conõc:iic.a, dtltinada a focentl­ 
var a rriaç.ão, jasplaotaç5o, e 
i.mpliação da~ tadú .. tria no Esta­ 
do. atuando com rpasses de 
org5os l,derois. como: B N.D,E- - 
programas FINAME - financia­ 
mento de mêqulnas e equipamen­ 
tos: programa FIPEME • fina»n­ 
clamento a pequeno e média em­ 
prtsa: B.N.H - REINVEST o 
REGIR - HEFINAG: Banco 
Central - F! lNDECE (captwl 
de giro). No setor de operoçócs 
em contas corrente tndivídual.s, o 
BEMAT lançou mal> uma ino­ 
vação de. opcraçóe:s bancárias 
cm Mato Grosso. corn vi.!tzS a 
JJovos sucessos. T.rata -se do 
LADY.CHEQUE ou si»les­ 
mente cheque cor de rosa, que 
é uma. operação bacária espe­ 
d fica para m u lbercs. 
QUADRO - COMPARATIVO- 
1971 / 1973 - 
Unidzde: CR$. milb>'o 
CONTAS 30 06/1971 22 8197s 
ÍNDICES % 
1971 IQrJ 
Disponível 2.113 31.699 1.138 
Depósitos 35.é7 l 121.305 	3'.10 
Repasses 17.034 67.'.157 113 
Ernpréstimos 93.046 186.881 ·- 
200 
cttt na li;uttz:±! 10.881 7.064 	36 
Capital o Reservas ISOO 26.110 J.7'.12 
- CO?-ITAS DE RESULTADO 
2• s/70 - l' s/71 - 2' s/71 - ,• s/72 - 2" s/72 - l' s/73 
Prcjui:o 4';91 1833 
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"PRINCESA DO ar A" 
1
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'• 
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li, 
I l 1 
"• 
li 
l
i' 
; 
LEMAT 
Loteria 
do Estado 
de Mato Grosso 
0 mil da 
pode 
V íl@ ©lo 
COMPRE - logo. seu bilhete. 
Entre nessa, rn~u amigo. Esta semana pode mu­ 
dar em cheio a sua vida. A Lemat existe para 
faze-lo feliz. Compre hoje mesrao seu bilhete· e 
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Loteria 
do Estado 
de Mato Grosso 
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Supnbom .- Superpõlem - New·Life - Néo-Fumos; , 
Lançamos o desafio quem possa continuar fumando J 
, 	após usâ-lo. 	. 
•• ' ", ~ ,  • %:· } { , ._ , , "' • : •• ' 	V 
" Nec,essitamos de Represef!tantes para todo Sudoeste » 
.. • • 	.. 	• ' ~ 1 	• 
Dom Aquino - 353 S/2/3. _ -· .. Campo Grande - Mato Grosso 
BELA VISTA. é um" c!d ,de 0nd• 
0 
P t d~ 'º.
1 
' ,,,.,. 
· 	], se respira mais puro. 
botit o g mais azui, o ar que Y- j J d a jo dt 
É pequena, o seu tamanho tá na m444a ' 
ads b«haste«. Paro «+os sthos d+ "+ P"5",,"" 
1 d 
'·1pln•<l<1 os po( "' • ••' •·· • 
lgu,L R como a poesia se º'·'·"' • d~ r,alt 
BELA VbTA é um pouco de sonho, uro pouco 
dode· Ela se renova cad<t ao-> que p••••l Leva o! ,onho, /o- 
lhf 
trls de volta ,) ca,a paran•. 
vens para longe e n ve e.e 
011 
S u ro rt"so e lt:nto, ma, a sun mrn,a~Jtnl é- rempr_t: a rnr..: .. 
' k} ko irzts ti é +teraton»l, d« te#ss 
•. !',a sua ptquenez tráz o slmboh1 da ~rand,zn do fj,n51I 
em cada !,lho que rtgre«a a terra: ,m cada sonho que 
nova e velha geração abraçam-se 	Ela não 
realtzau, em cada Pª"º que marc1 ~•u proo,esso: 
tem pressa Caminha devou•r: 	b d 
,., • 1 • A pa•so< l·nto•, porém ca tça crgu, a 
e. um eterno a vorcer 	li C 
olh.1ndo o horizonte sem fim, a •~ptra de dias me 'º"'· om 
certeza será dos que virão depis de nós: 
BELA VISTA é oqueh belen srm l_•P, rtuna poc~
1
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Combater o Verão;é nas praias do • 
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O Maior_ Crediário da Região 
RUA DUQUE DE ,CA)qAS 1174 - 1193 BELA VISTA-MATO GROSSO I

Tr ibun" do1 f"rontr:irJ 	Ãqoato d• l.()73 
LONGO 
Viver 011 morrer e um 
dir~,to linlie11:1Vel ele cada 
~er bt.1m<1110. !~to n:i:> quer 
dizer, absolutamente. qu: 
tenhamc~, dircitu se,bre a 
vida e ,1 mte de nos,os 
semelhantes tambzm, nuito 
embora ,1191111, p?11°em n,sim. 
É, o caso. por ex?m­ 
plo, de aiguas ruot.ori,tu~ 
de nossa cdade. creditam 
quz podem fazer das ruas 
phta de corrid.1. Convtnbd­ 
nos, e umn conta·se1s0 as 
~dZ pulull.ldor saba que 
de uma hora p Hd oucr.:i 
poderemos servir de graxa 
às rodas do! um carro só 
porque: algum desconhecz 
os limites de vdoc dade 
num p:r11n?tro urbano T,d- 
y ez algupas p
1
ac:.s co:n a 
J '- inscrição «V ~loci,IJJ-, :ná • 
ximna: 30km». csclresse un 
pouco i"o . .; mcr1os uv,.,.J.do'> ~. 
qu~m sJb?. alguma, mui:.:is 
rdorçarram n idi!i:1 primar:d. 
O Brasil possui o a,­ 
sustad.,r «titulo» de cam 
oeão mundial de ailentes 
automub,lbticil,. Es:i.1 «hon­ 
ra» que no; proporcionam 
os volantes brasileiros de- 
v$ a um:i melhor cduc,,­ 
ção obre o tr,insito. N,io 
qazrems dizer que essa 
educação ,:ev,1 ser d:.td<1 
somente nos grandes cen· 
tros, geradores do maior 
indice de acidentes, 
A oen ç,io ir,ia<ito 
lógica 'e licita a craçio) 
..:~ve existir oml: quu q,1t 
exlst• um vriculo. 
Aqui em B·la Vbt,i. 
onde o ,urto ;iutomcbiliotl· 
co com?çou a cles~nvolvi!:r• 
se ha pouco terapo, peque­ 
no é o nuaero de motoris­ 
t,s qul! ~stão em cond,çõls 
de enfrcntdr o tr,rn~t:o de 
um::. c1uade grande. Pri• 
m•iro pocqu~ ,,lguns de­ 
monstram claramente des­ 
conhecer os sina,, conven­ 
cionis 1nais comuns, ou se. 
j,. mão e con:ra-mJo. A~ 
placas colocadas em ruas 
aJjacentes â praça assu­ 
rncm, de vez em quando, 
função meramente simbóli­ 
ca. o~ ve1cuios sob!m e 
<l~scem !S!ias r,.1as como sz 
nada existisse. 
Outra coisa que a!ndü 
pode contribuir para aci- 
DOCUMENTO 
., 
'' 
PERDIDO 
Cimeira de Motorista A:naJor n" 13. 238. Pron- 
0 tuârio n• 31, 771. expedida em 2l de Maio de 1.96}. ex­ 
,. -- p~<lida pelo Departo1mmto de Tr~n,ito l"m Cu1aba. 
" Càtogoria· Amador 
•• 1litimoro: 13. 2}8 ProntuS.i:-io n": 34. 7íi 
~orne: Ev,raldc- wranj?ira S:iva 
Nacionahdado: Brasileira 
Naturalidade: Bela Vista • Mt. 
Nacido: a l" de Agô,to ifr UH 1 
Estado Civil: Casado 
Cart. ld~ntidade: 21.278 
Côr: Morena - CABELOS: Cast. - OLHOS: Cast. escuros 
Publicação que se faz. para obtenção da 2•. Via 
fü la Vista, 01/08/73. 
Móv..b tnl G«al • Colchõ<• de. Mob e Espuma - Travesstiros de E,pumn 
M~qulons de Costurn e SlNGeR • 
BEL/_ VISTA 
• liVú'ijf âa 
o direito de 
, 
viver 
MATO GROSSO 
Pspels cm geral Livros ema 
artigos para presentes 
BEL/ VISTA 
e 
drntes ê ;i .iu êad~ d.; pla­ 
cas indtt.J foras d, ru,l'l 
p:zfzrencias Tolos os dias 
vemos as «{mas» tiradas 
por tno!orbtJ, imprudente. 
que atravessam equinas 
ia.diferentemente. sem ao 
mnznes racionar que na rua 
contraria pnr vir um outro 
carro, dirigido por um ou­ 
tro motorista pln,ando tam­ 
bzm que está na prdaen­ 
c!:il. 
Sugeumnos então aos 
re~p:rn:1áve1s qu'! contri• 
buJm com a segurança do; 
mun;c1pe~. mandando i:-:sta· 
l,ir pincas esclarecedoras 
Enquanto isso não ;,conteccr; 
a culpa f1c,1 ,rndo d,vidid;,, 
Não queremos tambem 
jogar codd a culpa aos mo• 
tor»tas. Os pedestres de 
nossa cidade devem prestar 
um pouco muis de atenção 
ª" atravessarem dS ruas· 
Nãc é raro ouvir pneus 
que ~e arrdstam frcnetica­ 
mente ou êntâo ver casos 
de pericias espetaculares no 
volante para evitar um a. 
tropdamento. Esta mania 
dr, se andar a pé no meio 
da rua e o descuido tem 
qu,e acab;,r. 
Acreditamos no bom 
senso da, autoridades e do 
povo beiavistenscs no trato 
de um problema que pode­ 
rJ. determinar se temos oi..:. 
uão cond,çõe~ de: enfrentar 
o progresso com sabedoria 
e com a certeza de que ele 
não. nos arrastará a mort.i: 
prematura. 
EsperJmos tambem que 
o nosso povo esteja prcp3• 
rado para receber uma cri­ 
tica quando ela é construti­ 
va e em defo:a dos direitos 
de cada um, 
branco - 
cm gc.ral. 
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Livros escolares Cadernos Louças e: 
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C:::séi. ds 1 ·'.ó,1eis 
veiculo ao !ãdo da 
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fi!hB 
P•.J', t.ricit1r1'-' nr.1 
A• UÍt! • é,. n - O ':, ~­ 
.. (10 t! uterior e jutu,a 
de Mato Grn o. .ilt.r:: ·u 
Jmardl. mforr,:o.i que ;d m 
d□5 lI umidades de <-, 11- 
rança pra'cm,ente conclui­ 
d,H, o govern' Jo•l' Fr,:i• 
gelh tem progra,ada a 
construção de ou:r:is. coa:o 
a:1 de Campo Grande e 
Dourados. Sobre a Pen.ren­ 
caria de quidauna disse 
que o sw proj.-ro ;,1 _e en­ 
contrJ no ( l,n1. tá,o da 
Justuça e que o Presisente 
Medici já determncu a 
hbração de recursos para 
a sua construção 
Falancia de Munici­ 
pioo - Fc,cal1zaodo a s1- 
ruaç;jo do:1 mun1c1pios con• 
siderados áreas de sequran­ 
ça n:icionJI os quais qual:­ 
fica de «currais oolit,cv•», 
o deputado Acr.au;y Mul!cr 
(NlDB-RS) afirma que sua 
~1tuaçJo ,e d<renora rap1• 
damente. Estradas eco!az. 
energia eletrica, égua e es­ 
goto•Íns"' ,,io pruhlem,is 
qu<: extrapolam a c.:panda­ 
de hmnaicera dos er&rios 
mu:::1c1pai; e dependem em 
grand? porre de invesn:.:entcs 
federais ou estaduais. 
Doscortes1a Re- 
velando qu- ha tri:ita dias 
um parlomentdC tenta av,s­ 
tar-se infrutiteramente, com 
certo Mim.;tro de Estado e 
que um outro esperou ses­ 
sente dias para ser recebi­ 
do. o ~deputado José Ta;so 
de Andrade (ARI:.NA ES) 
af;rmou ,que t.al .titude é 
uma verdadeira descortesia 
para o Congrt"s,<J. «Este 
descaso-disso com que estâ 
sendo tratado r.ão o parl<1- 
mentar, md1vidualmen:e, 
mas si:n a Câmara do De­ 
putados e, consequentemen­ 
te. o Congresso Nacional, 
de modo algum . està em 
consonância com dS diretri 
zes emanadas· do Chefe da 
Nação». 
CEMAT - O Depar· 
t;,mento de Construções da$ 
Centrais Elétricas Mato­ 
grossenses. em Cuiabà. in­ 
formou que dentro de apro- 
• ximadaa:.ente 60 dias s~rà 
Iniciada a implantação do 
prédio que obrigará o or­ 
gâo no Cemro Poiitico Ad­ 
ministrativo; nesta capital. 
O projeto do edifício es-tã 
em fase final de elabor:i,;ão 
por uma firma paulista, 
,1, tmJ:Jo 
ao treinamento de recuro 
!JU:;)Mrc . s, v sndo primipal­ 
tt.ente o aperfeiçoamento do 
pe~· ,,.li lut;du nc,s V;)CIU 
J1ur,:.:,p,o~ do J·;t .. Jo. Pc,r 
<)IJtr,, l.illo, a U,v,· ~" dr 
ln<p ç.jo e "uviço.; Téca1- 
cc». ta Seretara de Edu­ 
ução, anuniou para aqos­ 
to o l.111çan.cnto <lo 1,v~o 
«Manual do Secretar0». 
com instruções sobre as 
etrbuiões dos secretar0s 
de estabetecientos de en­ 
s1no, 
Bela Vista 
Problema de Tel~vi•iío 
Mor~na fo1 rnlícionn<lo, 
Mn1s uma vitória da 
«Tribuna da Fronterrn:>, 
Dcl,g ·do úc: En:,100 
d: Bela Vista viajou pera 
Cui ,b.i. "fun d,- 11.it;:;r as­ 
untas referentes a Educa­ 
ção. dcs munbpit s perten­ 
centes LI :,ua jun.;)d1ç:..o, 
Ladcõts ccn:muam a­ 
qndo na Pincesa do pa. 
População belavistense n­ 
guard..:i proviJeoc1a
0 do Dr. 
Ivan Co,ca Marque!, dele• 
gaao de polícia. 
Cas;.s 1-'ernambucanas 
Jancam o Crediario Tenta­ 
ção. Revolucionou o comer­ 
cio belavistense. 
Exposição de füla Vis­ 
ta repercutiu em todo o es­ 
tado. 
,'11edite: • "As rneoto::.s 
dos homens não carecem 
de ~er guid:lüs, carecem, 
sim. de ser despertadas". 
fmpresai Yrib na 
da Fronteira 
(Jornal Tribuna da Frontei­ 
ra Revi;ta integração) 
CGC-MF 03202166/00! 
Inscrição Estadual 160695 
Jornal Tribuna da 
Fronteira 
de 
N" 
/RegiHrado 
Ticulos e 
1066) 
EXPEDIENTE 
no Cartorio 
Duc:.u::entcs 
Diretcra: Maria Estela Ve­ 
lasque:: Po::.reira. 
E:ii:or: lv;;ldo Pereira 
Colabcrndnres: D:versos 
Redaç.'io e Adm,n,stração 
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Curso para treina­ 
rnento de Secrot.ário,:i e 
Diretores - Secretaria de Assin.itura Anual: 
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so informou que ;::rrosse- Bela V:sra 50.00 
guem. em todo o Estado, Demais Munícipio 60.00 
os cur-stils para treina-mento Tocfo.!!I as p:.bl:.:.1çõc.s an:]. 
de secreta.rios e diretores ,ns. coc,o oej,:::: Ed,t.ii..s. A,;. 
de estabelecimentos de en- ·os. Secoes liVtts. A Fdido, 
sino. Eo Aqcidc::uana. o cuizad«, etc ero pagas 
curso inicia!u:e:nte previsto .:idn:itndace:it~. 
par2 I de agcsto. foi i:oi• "A Dir::oc:... ::,:, ~~ 
ciado no dia ó do corrente responsabiliza par z s e;;e 
d.±..± = - - :i::àcs··.

.. -----·----.~- ·------- ·---- -- 
h 
, 
Noite de Gaia no Clube E;;portiv:i Belavistcnse 
, .. 
!'l'l d1.i :!~ o "liclciví--ttrt• 
se'' realuou o ão badalado 
Bale da audase, fazendo 
,oci·d.1de loc,,l 
muta elegancia 
esurpu pata a 
esse tradicional lube como r» 
.. cll{ tii.,iJU3 d! J1l'1lt,rc:, ucJ.nd(· 
za [numeras pessoas compat­ 
cera a asse }af, t.cado acoa 
l.!d1n!·t(!l 'Hh.1 .. t. Vlcd.lS d! vu-­ 
tas cidades pata prestigiarem 
essa fe tuvlia'e Aotauos a 
presença da Sr,. delina Peda 
Vart1n , que vtl> do R,u d, 
J rne,rJ pir• r<cc:br d horuen:i• 
4 m n d o +!}elavtese, p o is e s - 
sa senhora {ara a seguida rai 
ilh,l clh-.,J l!!lt1.1.d1.:. Nut)IOU-> 
amrben a pr se:iça 1, Sra. 
aati «unzuro }rap+ que veio 
e lz d lyuci, pra receber 
tanb'nu uua hroacn +yeuu do 
lube Setvrst:aves. t .inda 
pt."•(U[! ,..: tn.:J ,t.,1Vc~ :J.l.O 
h,Hn•·nducuJil 1.1 (X-r,u,1hd ;,lt.:- 
d!:na reaça Let, espos 
fo )ui: da Dir<ato, ,Jr, ;;uu,y 
Nuaes Leite: ds casde te la. 
r.,cdjú e o. Mt ... ,l"uZ..l d.: J,:sus 
V11:ltl. e.tul)lm.:oti: rcs1:1Jnri.J e.lll 
Capo Grade onle {exerc: o 
sua atividade no ay-teria 
dessa cidade, homenageada tan 
zn pela sua qualilauz de ex· 
rainha da c,tadu. .syn.m1 ,çâo. 
fresentes encontuvam-s: {su­ 
bem com: {houeaagea las aivet­ 
'-a?li e:x r inhas, residente em 
Hrl,, ist: ra lce Pedra 
de une:, Diva .ap:0i lr­ 
n.ct:i Z.1vlh. e inr . ..:.u B:unl!t 
Luu, tico, .vt.1 iíll.:n~ PJltn1d1 
5alo,à . srtu. 'aia d. Graças 
Assis, Às homzaagradas zocoa­ 
travam-sr adas traja1as et 
li los vestidos loayos, e cora 
[oram homenageados tam­ 
bem p·la Diretora do «Clube 
c,p,,.llv<> llelavMen;.c• <,<. ,X• 
pr<<IJ<hl<S da rnllda::lt, vindo 
par,1 ~"~ lirn da cidade de 
C;,,np, Grande o< tx-prtsldcn­ 
te : Pedro l'c 1r ,, Sr. Bel~•. d, 
Alm<ldn A .. 1, , o Sr. Cap. 
Raul Portela, todos se fazendo 
presentar a sse az9ntcinento 
,·om º" ~ru~ íamllure:• qu!' tJm· 
be.na enzontravamn se ricamente 
t,. j da. O, cx•p« i.l,ntc, de 
Club ·, re•IJrnt,, em lida V". 
tJ t.1J1b •m rr.'.tbt.nl/1 h ,mln,1• 
gens d» .)iretoria do :• lube 
U·lwl,t·:,.,••. f'ompliu l',dri, 
WA!·r .cbr Nunes, D) 
Çsrhu 1.~y de .,n Medeiros, 
Jo«e 'laia P'almier:, Gnil de 
Ms1s, Ehas Barbosa, Epmi­ 
das Escb ir e Ür Kc,lu Lou • 
ri:1iô Piuhd o, todo;; t(l mbe.m 
acompanhadas de seus f tmill1• 
rzs. A cera)ais procedeu·se 
traves de mnagmfica sonoplas­ 
t, me'tda que essas pzrso­ 
n IUad!' entravam no rtcinto 
do lube, tr,1.m anundadJs. pc· 
1~ Ol«t·t :lo Belavlsteasc, fo, 
z•nio fundo musical a melodio 
•Scmp«-5<.:i~re•, !«cebcado de 
todus os pusente'] calorosas 
salvas de palmas. Foi o "Baile 
da Sxuiade" um acontecimento 
ú,11t:o que hV~tn ,., o;,C"rtuntdnde 
de preseacii nos ülimos tem­ 
po° qui e.a BA, Vi- t.::;. E:..tã. 
p >""t1:1t-:- R~!-l'iUC"itadü o "Bda• 
vistcosc·· como nos seus gran- 
dos 11a• do plS<Jdo. 
Pn:ttigfar.im t :mbcm. Or. 
'li 
1 1 
Visi:ara:u no~~, red~ç.:io os Derutados 
Ulnldo B ,~em e Rub~m Figueiró (na foto 
ltalivio Loelho) 
DR. PEDJO 1osa PAL­ 
MIE!H 
Drc,àdentc do Clu- 
-± Espore B·li-tn-z 
Candido Pinheiro Ar; Aiso 
Loureiro . !>hipl,y, Dr. Cariihcs 
B,at iz; Prrnando 13scnb•r • Ma• 
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Mad1l•na: P,1ul,1 Piuh••lro: EII 
:,,b,te fliohe•ro: Edvaldo, R ••ai­ 
v.s; Preto; Heerque; Cerlo, Ze 
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N.1 n,•11, du rl:,1 2'J P;> j 
.<:rta ,rico,· {[~ninha Expo 7" 
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rt+ Mrcia uely Pedra Nunes 
FJcan-iu .1:,:-!Ctm cl.1::1sifkaddlói a,;, 
IU•h,tas: 2" luBa<1 Sct,1 Apor< 
ei-la R Antunes; 3' lugar: rta. 
M.,rli la,tins e i' luga: Fiiti­ 
m,, C.1rne.1ro. todas concorren­ 
tes nosos parabens pela boa 
vontade e espiuto d, colalioração 
Clrcularnm por lã: Atana­ 
Zloho - Elcy; Albnro Saleme e 
Sr·• Jlvaro - Pcrcilloa: Amaurl - 
Eva; Toalnbo • Marlal«; Pom­ 
plllo Pedra e Sra. rr. Cario 
Nunes e Sra., Almlr , Cacilda, 
D,qulnbo - Maria, Tony - Nld!a. 
O belavistense reclama 
5•rnpr,· que não há lugar 
ir a nite. Mas ... no Sdba­ 
clo p.p. foi inaugurado a 
1:-oite no Clnb,:: E•portivo 
Hdavisten•e, e pouco com 
pareceram i;"... quando 
não tem reclamam. e quan­ 
do tem: Não coopera. des­ 
,-a forma com tantos "ôti­ 
mis<tas" que- temos. nada 
poderá t~r progrtsso. 
Emre os poucos qu~ 
prestigiaram destaquei: A­ 
dmir-Ueuza. Pemplio Pedra 
e Srn. Jane;. Nica, e .Â1- 
3uelma. 
NU- 
NES LEITE 
( f'.D. ]ui:: de ireito 
de Mar;;cajú() 
Pi«ente no«Baile » 
da Saudade 
Estância Alvorada. a 
pioneira do leite embalado. 
em Bela Vista. 
Estou go5tando de ver 
que o, bdavistense2 querem 
apiender mesmo, pois em 
pleno domingo estavam no 
prédio da Escola Técnica .. 
estudbndo português: San­ 
d:a, Froilam, Lairc~. c&Ma­ 
nuel. Ótimo. 
Ufa .. Até que em fim. 
dja l8 do corrente coloca­ 
ran as argolinhas na dird­ 
ta Jáison t Jure.ma, parabens. 
Leite puro e embal3do 
higiênicame.:-:tP.. com entre­ 
gas a domicilio. é só na 
Estancia Alvorada. 
Circulando pda cidade 
a Sra. Glace Medeios de 
llcn,e::es. acompmha:iJ cte 
seus dois "rebentos''. Fe­ 
iz estadia. 
Eil fumacinhas à Katia 
Buldi. õoI,-ersariante de dia 
12 p.p. 
E o E-ierney Mi:anda 
multo fdi::. concreti::ou um 
de seus sonhos: E piloto. 
LElA E ASSINE O 
rRlBU.NA DJ. FRONTFIBA 
Est-ncia Alvor.:idJ. Fru 
tas frescas e o leite mais 
? ,,o da c•dJd,_ 
VIS'.'fAS DA SENNA A 
IlEDAC,Q 
. Sr,l, 
2 - Sr, 
Sobrinho 
Htlda C.1rnraro 
Ger. Ido P1'.lto 
('"" ··o 
,is 
OC. J.NTONIO nl!MO PZNl:O 
Con,prn de M:ideira Brut:i e Venda clt: ~ladeira ·erraria 
Antonio João 
Muto Grosso 
Senhor! Dá me um fi­ 
lho que seja bastõnte forte 
para saber qu,mto é fraco; 
e corajoso bastante para en­ 
frentar a si mesmo. quando 
ti'er medo. 
UM FILHO que seja 
.:oraJoso e inflexível na der 
rota inevitavel. mas humilde 
e manso na vitória- 
DA-ME UM FILHO 
cujo eterno não esteja onde 
devia estar a espinha dorsal. 
UM FILHO que Te 
conheça e saiba conh<!cer-se 
a si mesmo. é ;i perda an­ 
gular do saber. 
GUIAI-O. eu Te su­ 
plico. não pelo caminho fá­ 
cil ào coofõrto, mas sob a 
p:essão e o aguilhão das di­ 
ficuld.sdes e obstáculos. Qve 
adrenda :; t~r compaixão 
dos malogrados. 
uA-ME UM 
coração 
FlLHO 
puro e ideais 
( l y ... ) 
elevados 
UM FILHO que apren• 
da a rir- mas que não de• 
sapre.nda a chorar- 
UM FILHO que tenha 
olhos p3ra o futuro. DIU 
que nunca esqueça o passado. 
E depois que lhe tive• 
res concedido todas essa5 
coisas, dá-lhe connprei:nção 
bastante para que uja sern· 
pre um homem sério, selll 
contudo se levar demasiado 
sério. 
Dá-lhe humildade. Se• 
nhor. para que possa ter 
sempre em mente a simpli· 
cidade da Verdadeira sabt• 
daria: a humildade da Ver· 
dadeira força_ 
Então. eu; seu p:ii. ou­ 
sarei mudar: NÃO VIVO 
EM VÃO! 
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