Fundador: - lvaldo Pereira 
A o A 
Liberdade com Responsabilidade 
Ano li 	Bela Vista --- M. 	09/09/73 	N' 7 
Nota Zero 
Ao SAAE (Serviço Au­ 
tônomo de Água e Esgôto) 
de Bela Vista. pela continua 
e "lrrllànte" Falta d'agua. O 
consumidor não pode atra­ 
sar o pagamento das Tari­ 
fas um dia, que a Multa 
Nota Dez 
Aos Policiais de Guia 
Lopes da Laguna e Jardim, 
que prenderam os Malfeito­ 
res que assaltaram a Pre­ 
feitura de Guia Lopes e Re­ 
sidência cm Bela Vista. O 
Sr. Secretário de Segurança 
do• Estado, poderia fazer u­ 
ma visita à Fronteira. para 
ver 'in loco' as precárias 
vem "em cima",Por que, o 
SAAE," "também" não des­ 
conta os dias em que o pre 
cioso liquido só pode ser vis­ 
to no Rio Apa? Enquanto a 
solução não vem. fica a "no­ 
ta zero" e o nosso ;Protesto. 
condições de nossos Policiais. 
que na maioria das vezes 
são obrigados a usarem Tá­ 
xi para efetuarem Diligências. 
Vamos Dotar nossas Dele­ 
gacias de condições para 
combater o crime que vem 
se tornando uma ameaça 
constante à Coletividade ... 
Desordeiros Destroem 
Igreja em Caracol 
A igreja deve estar a 
berta diariamente à qualquer 
ser chamado "humano", mas. 
não podemos impedir a en­ 
trada de selvagens. A cape­ 
la de Caracol. o centro on- 
de fiéis se reúnem para 
render graças ao Pai. tor­ 
nou-se alvo de ataques. 
Roubaram o sino (ainda não 
foi encontrado) e' agora até 
as flores e toalhas não es­ 
capam a ação de vândalos. 
Atravessamos uma fase em 
que. roubo, e crimes torna­ 
ram-se rotina. Ladrão que 
não respeita nem a Casa de 
Deus. 'é um animal" e co­ 
mo animal deve ser "enjau­ 
lado e domesticado" Sr. De­ 
legado de Caracol. Doroteu 
]ara. vamos descobrir o la­ 
rápio e se possivel explicar 
que ao invés de roubar a 
Casa de Deus, deixe um 
pouco de fé e lembrá-lo. 
que mesmo envergonhando 
a raca humana', ele é Hu 
mano e deve ser comportar 
como tal. (Leiam o "comu­ 
nicado ao povo de Caracol) 
"Denuncia Contra o 
Prefeito de Caracol 
lNDRÉ T. OCAMPOS 
Vento quente "ainda" 
sopra em Caracol ... 
No jornal n• 70. do dia 
1/9, noticiamos que «a de- 
nuncia contra o prefeito de 
Caracol foi considerada 
seLa fundamento». Esclare­ 
cemos aos nossos leitores, 
que a noticia pode ser di­ 
vidida em «sólida, liquida 
e gasosa», como dizia um 
sábio inglês. A nota insin­ 
da na «Entrevista com o 
presidente da Câmara de 
Caracol. pode ser conside­ 
rada «gasosa. Adiantamos 
aos leitores que a situação 
do sr. André Tadeu Ocam­ 
pos. não está esclarecida e 
«muita água vai correr em 
De Caracol para Caracol 
(Comunicado ao Povo) 
"A necessidade de Uma disciplina" 
A Igreja deve ; estar 
aberta diariamente a qual­ 
quer homem. [Mais uma 
força esclarecedora de que 
somos todos irmãos, filhos 
do mesmo pai. A vários ti­ 
pos de religiões. todas são 
boas, cada um cumpra a 
sua e respeite a dos outros. 
Não sei o que está 
acontecendo com nossa ca­ 
pela. não podemos deixar 
portas abertas. a disposição 
dos f:êis. Não sabemos qual 
o selvagem. se assim pos­ 
samos chama-lo, consumiu­ 
com o sino e logo depois 
as flores e toalhas do altar. 
Talvez esse menino creci­ 
do, bastante crescido acre­ 
dito. eu. não saiba quanto 
custa o preço de u sino 
ou quantt. vale uma dúzia 
de flores. 
Voce gostaria se al­ 
guem fosse a [sua casa e 
destruise aquilo que é seu? 
Qual será sua resposta? 
Todo aquele que pretende 
destruir os outros e o que 
é do nosso Pai. esta 'es- 
truindo si esmo. Nossa 
capela pobre e estamos 
remodelando.a com ajuda 
dos fiéis. tudo é necessario 
e difiil de adquirir, não 
Profane à Casa de Deus. 
A religião conforta, anima. 
É ua decidida confiança 
na Divina Providencia. 
Quando voce, Aquele 
Você, entrar cm nossa Ca­ 
pela. não carregue nada. 
ao contrario deposite algu­ 
ma coisa, pelo menos um 
"Pouquinho de Fe. 
R. S. M. (de Caracol) 
baixo da ponte». O proces­ 
so contra o prefeito de 
Caracol, Não Terminou. 
(como adiantou à reporta­ 
gem o Dr. Pedro Palmiéri) 
e aguardaremos o desenro­ 
lar dos acontecimentos, e 
na ocasiõo a verdade será 
dita. "Doa a Quem Doer". 
Imprensa Quarto Po­ 
der das Democracias". 
BASTA VAMOS IN­ 
TERVIR DELEGADO 
Inúmeras vezes solici­ 
tamos aos nossos «Fittipal­ 
dis, que moderassem a 
velocidade de seus veículos 
dentro da cidade, mas nos­ 
so apêlo não for atendido. 
Antes que o mal torre-se 
maior, e alguem passe a 
ser chamado «assassino». 
Vacs Intervir Delegado. 
Se, o nosso apêlo ficar no 
vazio, enviaremos ao Se­ 
cretario da Justiça. uma 
«breve e concisa» cartinha 
e providências serão tomadas. 
"Não faça do seu car­ 
ro uma arma para atar' 
Duplicatas 
Extraviadas 
Foram extraviadas 4 
duplicatas no valor de 
50.000.00 cada uma, venci­ 
das dia 1/5/73. e 5 de 
50.000.00 que vencerão dia 
1/8/75. emitidas por Oli­ 
pio do Amaral 
C ardina! a favor de 
José AIbery'Marçolla. Pu. 
blicado para· os devidos 
fins. 
Bela Vista. 5 de Se­ 
tembro de 1973. 
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CAXIAS NAO MORREU 
Gerddo Pinto Sobrinho 
No dia 25 de rogo,to de 
IH03, no arraial de Estrela, Rio 
de [wneiro, nascia o menino 
Lult Alves de Llm• e SIiva que 
na galeria dos vultos {acionas, 
trla ocupar um papd de relevo 
especial. 
De.cedente dr Ilustre la­ 
mtlla militar. aos cinco anos 
seotou praça no 1° Rrglmento 
de Infantaria dr ltnha. 
Sempre primando p,la •· 
xccução perfeita de todas as 
su,s mlssõe, fora e deotro do 
território aaclooal, galgou boa· 
rosa e m,rtcidam,nte. todo, os 
postos da carreira militar. ,cc,. 
beu titulos honorificos e men­ 
ções honrosas, ,r:ndc, o único 
duque de nossa História. 
Participou ativamente na 
independencia do Brasil, no com­ 
bate a• tropa• portuguc,as do 
General Madeira, na Babia. Pa­ 
pel de d,staque também, teve 
na gu,rra Ctsplõtln,. 
Nossa PAtria pasava p r 
um pcriodo de agitaçõrs. En­ 
quanto a Revolução Farropilha 
COMUNICADO 
,.,som,,,som da Pesada é na ZP-23-Emissora 
Mariscai Lopes: a Emissora da INTEGRAÇÃO. 
• Música e notícias. Alegria e Participação 
! ZP-23- Som-ZP-23 Som-ZP-23 Som-ZP-23 
u . 
D:. Éda:o Lopes me­ 
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continuava dilacerando o Rio 
Grande do ul, outra rebelão, 
e<tuuravn no Norrc: a Balada. 
O centro desta insurreição era 
a cidade de ( • x:,,, na l'rovln• 
cia do Maranhão. 
O 'então Tenente-Coronel 
Lima e Silva é indiado para o 
comando das tropas legalista e 
para presl:lencln da provincl,, 
Ema menos de um ano, a Ba 
l .. lnda â su locada e a ordem 
rcslabdccldo naquela Província. 
O brllhante milir.ar, de 
volta a capital do lmpulo, rrce• 
be uma trilicn consagração: é 
promovido • Brigadeiro; home• 
nagcndo publtcamenle pelo go­ 
verno e pelo povo e agr,clado 
com o lilulo de borão de -CA­ 
XIAS, pdos seus feitos oa cf, 
dade dr Caxla•, DO Maranhão. 
Este Dome • CAXIAS - pe­ 
lo qual passa a ser conhecido 
a partir de entáo, viria se tor• 
nar o mais precioso imbolo das 
virtudes militar,, nacionais e 
um supremo exemplo para ser 
,cguido por todo• patriotas. 
Em 18'12. eclodiu f,m So. 
rocaba um movimento rcvoludo .. 
nârlo famentado pelo partido 
Liberal 
Caxias mais uma vez é 
chamado, e em pouco te-mpo 
vence os insurretos nas proxi­ 
midades de. ' ~mplnas r ocupa 
Snrocaba, pondo f,m a rcbtl!5o 
paulista. N,stts fate:r,m, o, Jibe· 
rais de Minas GtraJ-. haviam 
pegado as rmas Mas o incan• 
sãvcl Soldado dirlge-s<: para 
aquela Provlocla e na localidade 
de Santa Lu:lo, força os suble­ 
vados a se renderem 
Mas, no Rio Grande do 
Sul. coctlnuava " mortlfcra 
Gutrra dos Parrap,s eosaagurn­ 
tando as coxilbu gaucbas To­ 
dos os esforços do govtrno Jm­ 
perial haviam sid inuteis, os re 
be:ldes contJouavam firme.s na­ 
decisão de se ,cpararcm do 
Bra,il. 
Só havia um nome capaz 
de por fim a tão t~rrivd confU­ 
to - Caxias- ssumindo suas 
funções rm principio• d, l8i3, 
dcrl1cou-sc fmedíat!lmc.ntc às 
opcraçõc5 militares, derrotando 
os farrapos em suce,sfvas bata­ 
lhas. Cono ja dsmonstrara para 
com os rcbe:Jde, vencidos em 
São Paulo e ,Jioas, tratava com 
resptito e generosidade. os fn­ 
surretcs vencidos no Sul. 
Sua excelente ação admt­ 
mistrativa, aliada às indiscutiveis 
qualidades ade chefe militar e ao 
respcilo que sempre de:monstrou 
pelo adven.irlo, fize,am com 
que. apôs de: anos de Juta ln­ 
cessante, os farroupUhes dcpu- 
e»sem as artis, reiategrande. 
e na grande familia braletra 
pós esta vitória, Caxis 
e elevado a Conde e ao poto 
de Marechal.d-Campo e a pró. 
pri11 popul&ç,io 93úrha nurna 
eloquente prova de estima que 
ele soubera granjear entre os 
vencidos, elegeu-o Senador do 
lmperia 
Em+ 15l, tivemos que n­ 
frentar Roa Orbe no ul 
do pais e mais uma vez a pte. 
rença de Carias fei decisiva. 
Pela sua otuoçáo, recebeu 
merecidamente, o titulo de Mar­ 
quu. 
Resrabeleclda a p•z no 
pals. Carias orltnta ruas otfvf. 
dades para a vida administrati­ 
va de sua Pátria, onde demons­ 
trou o mesmo ,-atrlotlsmo e in­ 
tellgeacia Que Hm;:,re maolle•· 
tara como militar, 
Mas sua úlrlma e n,ah ar· 
rojada ernprcfa foi • portlclpa• 
ç3o na Guerra do Paraguai, cn­ 
de: Curupalll, Humaltá, ltororõ, 
Avzl. Loma• Vnlentlna•, coosli­ 
tuem marcos de Sangue e de 
glória. 
Coo esta guerru já esta­ 
va praticamente ganha e cout­ 
,frrando seu estado ee Jaúdt, 
Caxias volta no Rio de Janeiro, 
sedo galardoado pelo Impera, 
dor, com o título dr Duque, o 
mal, altc, noblllarqurn bra,fletra. 
A 7 de maio de 1880, aos 
77 aoos. cerra. os olho! par.3 
semp:e. •qu,le que foi; modtlo 
de todas s virtudes .mflit.ares: o 
Pacilicad,,r; o Membro do Ins­ 
ututo Histórico • Ge<>grãllco: o 
Presidente e Vice.Presidente 
de mals de uma Proviocla; o 
Ministro e Secretário do Estado 
dcs Negoclo• de Guerra o Es. 
ladista: o Cooselhtiro de Guer­ 
ra: o Duque • n "Patrono do 
Exécito BraslleJro··. A data da 
s,u nascirneato é ccmemorada 
cm todo.s os recantos do BrasIJ. 
cnmo·o "O Dia do Soldzdo'". 
Morreu Caxias. mas seu 
exemplo de di•clplioa, pàlrlolls­ 
mo, dlsprcndimento, honestidade, 
lealdade e dedicação, continua a 
viver no coração de cada brasl• 
leito. 
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TribuP• da rrontelra 
Bala Vista Setembro d 1.@73 
l 
"Mat Gro o em Ritmo de Progressoº 
Secretaria Agricultura 
Objetivos 
A Secretaria da Agricultura visa o 
to <la agricultura t' da pecuàre assim 
dos recurss naturais do Estado. 
desenvolvímen­ 
como a defesa 
Estrutura 
O Decreto n' 514. de 27 Je maio de 1968, dis­ 
põe sõbre as atribuições dos órgãos integrados à admi• 
nlstração centrnliz.ada da Setrelrarla. Estes comprem• 
dem o Gabinete do Secretario, quatro Departamentos 
Técnicos uma Assessori;s Técnica e um Departamento 
Administrativo. 
Como órgão da adíministraçãc desctntraliznda, vin• 
culados à Secretaria, existem ACARMAT e a CASE­ 
MAT. 
Pessoal 
O quadro de pessoal da Secretdria esteve assim 
constituído, no exesclcio de 1671: 
Técnicos de nivd Superior 1 1 
Técnicos de nivel Médio 04 
Funcionários Administrativos 2 7 
TOTAL 	42 
Realizações 
1 • O Departamento Administrativo registrou um 
total de I918 correspoadências expedidas, entre tele­ 
gramas, portariis, ofícios e certidões. O protocolo a­ 
cusou o recebimento 1,- 4. 110 entradas de documentos. 
em 1971. 
2 • Instalação de Laboratório de Fitopalogia e Solos. 
3 - Estdbeleceu convênio com o rnc;GERCA 
para o treinamento d~ 12 técmco~ em rubiáctas, que 
estagiaram em Londrina e Maring, no Paraná. 
4 - Cursos de especialização proporcinado a 5 técni­ 
cos, mediante convênio coa Gniveridades do Rio de 
Janeiro, São Paulo e Rio Gra:ide do Sul. 
5 . Elaboração de Programa a nível de reg,oes 
visando a assistência técnica e crediticía a produção. 
6 • Elaboração de projc:to normas ,•isando a füca­ 
lização. regulamentação e conservação das reservas 
madeireiras e piscarõrios. 
7 - FiscalJ:ação e contrõle de cooperativas, com o caacc• 
lamento 3e '7 que apresentavam irregularidades e sem condições 
de operação. 
8 . Criaç5o de 9 '.:oopcratlvas Agrícolas 
9 . Inutilização de ci!rca de 3,50:, kg de que.ljo, efetuada 
pela Oivlsà;, de lnsp<çào de Produtos. 
l O . Orkotacâo e inspeção a 27 unidades leiteiras e à 
Usina de Latidoios. 
t l - Realização de T exposições Agropecuárias e lodustrlal. 
com asshtl!ccla Mé:dico. Vctcrioària d.i Secretaria. 
12 . Instalação de 1 núcleos d, criação de Cavalo panta­ 
ncirc em Câccrc, e Poconé:. lnccoUvando a Associação de Cria· 
doru do Cavalo Pantane'ro. 
13 . Deseovolvlmooto de trabalhos de experimentações da 
adaptação de novas variedades de gramlocas e íorr.agcirAs, cm 
eJpeclal nos solos de cerrados. 
. J 4 . C Registro e Controle de vacuos aprc•cot;,u o ac.~uln- 
tc movimento; para um total de 286 crhdorcs. 
lnspecloondos 3 J.196 
Reglst.rado• 6.S.S J 
15 . As atividade, ttcnlc•s do Plano d_e Delesa Sanitária 
Aial e Mato Orosso, apresentou n,11s 7 regiões o stgulatc 
quadro: 
Alttosa 
Brucelose 
Além de 1o.4o2 testes de brucrlose, podtivos ou 
para um total de 7o9.9o5 de exportação> controlada. 
-6.317.805 doses 
6.ó96 doses 
Recursos Financeiros 
i 
! 
1 
r 
Miaistrio da Agriculrura CrS 
SUDECO 
1 B· C. 
INCRA 
9.1. Companhia de Armazéns e Silos do 
Mato -- Grosso 
CASEMAT 
negativos. 
Mediante convt.nio.:1 firmado,, a Secretaria conseguiu car• 
r<ar paro 
O 
Estado, a lmportâocla de CrS l.202.500,00 (hum m~­ 
lhío, duzentos e dois mil e quinhentos cruzeiro,), "15~lm dhttt­ 
buidos: 
500.000,00 
345.090,00 
ill7.5oo,oo 
f0,00 »,00 
Estado de 
Administração 
Cospanh ±e Ara:ens e Silos i staio de Mato tiros. 
0- CASE ÍAI, autuida p:ta Lei a'_!59, de8/s9/1, e cn­ 
tidade de economia mista, vincula à Secretara de griuitura, 
conforme Lei n" 2,020, de o7/07/66. Terei por objctJvo primor­ 
dial, exercer todas as atvidades que visam a regular o abaste· 
da 
iaento interno a facilitar oescoamento dos excedentes agricolas 
Compõem a estrutura bica da CASEM AT 
Dlr,toria Executiva 
- Assessoria Técnica 
- Asstssorla lur!Jlca 
Oeparlam,nto Admlnlst,atlva 
Oepartamtnto Plnanctlro 
Oeparllwento dt Op,raçõcs 
Dispõem Cia. de 16 arm,nén, e ,ilos, distrbuidos em Il 
Unidade Armazenadoras, com capacidade total de 67 4o tonela­ 
das e onde trabalham 8 funcinários' Incluindo o pc,soal Ticníco. 
Realizaçoes 
No decorrer de H7I, a (ia. deHnvolveu as guintes ati- 
vidadea diretamente rcladunada! ao, objetivo; e, indi«tamcnte, 
visando ao aprimoramento do sisttma op,raclonal, medlant< con­ 
vlnlo com outras enlfJades: 
1 . Elaboração de um Novo Regloento Interno da Cia 
1 . Elaboraç:io de nova Tarifa. p<'sslbilitando a emls,ão 
do, tltulos de crédito e, consequente a aceitação dos 
16 armazéns espalhados por todo o Estado 
3 . Lcvantimento do, títulos de propritdade da Cla, que 
apresenta a seguinte situação: 
Total de prédios (ocupados) • 16 
Legalizados 	• oi 
]. legalizar 	• 12 
4 • PromJveu u.n Curso de Aperfdçoamento de Armazc• 
nadores, med!ante convênio com o PlRMO • Progra­ 
ma Intensivo de preparação de Mão-de-Obra, do MEC. 
- Reformul•çào dos métodos e processos de trabalho, vi­ 
sao Jo melhor desempenho ■dmln!stratlvo e operacinal. 
b - Esrudos de viabilidade ecoaõmlca para melhor equi­ 
par a, Ualdid,s Armazenadoras, com secadores, a balanças ro• 
dovlârlas, nas Unldzdes que alada não possuam. 
7 - Montagem de uma balança rodoviàrla na Unidade de 
Dourado■. 
ENCARGOS FINANCEIROS. ARMAZENAMENTO 
l •- Estimando-se preços médios às diversas mcrcadorla• 
depositadas, o CASEMAT rcspoa,abillzou-se nO exercício de 
) 971. pela importância de CrS 25.67-t.➔13,33, •quivaleate a 
4216J4 volumes 
2 - O total de depositantes, executado o Banco do Bra­ 
sil SI A e o, Contratos de Fiaandaa1eato à Produção ( C.F.P.) 
foi de ordem de 197. 
a - Total de mercadorias 
Expurgadas: 221,9l+ vols, 
Polvilhas : 950,619 •· 
i - Dtm:instraUvo d, c-ntuda e saída de mercadorias nos 
Armazéns da Cia 
1:'.NTRADA 
Volume Peso/Kg 
421.604 24719.166 
SAIDA ESTOQ{.;E 
Volume Pê•o/Kg Volume Pêso}Kg 
392.239 22.500.14 133.489 8.391.151 
RECEITA E DESPESA 
Receita arrecadada até llo. li. 71: -::rS 993.6(9,n 
Dc■pesa efetuada até 3o. li. 71: • ' 1185.978,03 
Débitos rc:fcrcotcs a cacargos sociais: 
F. G. T. S • Cr$ 96 372,13 
1. N. P. S • Cr$ 2U.2Sl:l,36 
Cumpre ressaltar que a Cia. tomou provldtoclas para u 
parcelamento e pagamento das obrigaçõe■acima; do F. G. T. S. 
está reduzida ~ Cr~ H.122,19. 
No setor de d!vul,iação da CASE~tlT, foram dlspedidos 
:::,S 31. 638,7d: enquanto que, com luhrificaates e combustíveis 
a despesa efetuada foi da ordem de CrS 4'1.139,74, havcndJ 
uma contenção de desp<So 00 2•. seme,tre de Cr$ 5.601.23. 
3 9. 2 • ASSOClAÇAO DE CREDITO E ASSlSTEM­ 
ClA RURAL DE MATO GROSSO 
ACARMAT 
OBJETIVOS . 
Sociedade d.: Economia Mista, h.:idada em 15 de ■ctembro 
de 196-i' com a finalidade especifica de assisto!ncia ao trabalha­ 
dor rural em prolongamento daABCAR, sem fins lucrativos. 
Realizações • físico - financeiro 
For.im uslstido,, pela ACARMIT. durante o ano de 
)971, um total de 5 28l, pecuaristas e agricultores, elabon o do no 
mesmo perodo - 1527 planos de crédito. com uma aplic.ação de 
recursos linoncclros de CrS 13 hSL991,10 • assim dislrlbuidos: 
PECUÁRIA - 54 para Fração e lipe:as de pastage 
Construções de: cerca, bretes. seringas currais, abrigos, cochos, 
caixa d'água, estradas, açudes, silos, eletrização, etc 
Aquisição de: touros. matrizes ovilhas, vaciaas verifugos. 
AGRICULTURA -- 46. Arre: 19,2 
Seio lo,2 
.3-:n=doi:n 9,0 
Her-Grasjeiro 3,2 
Algo dilo 2.-1 
Outt'os 2,o 
IuR!SDIÇO 
A Azarzat dividiu a sua atea de tusção e 5 grades re­ 
giões, assira ±istriuidas: Região de: Cuiabá, Rondsnéplis, Três 
Lagoas, C.:ampo Grande e Dourados: 
O crédito rural orientado 
constitui na armat o princpal 
·uporte para introdução de no 
nas tecnologias, com vlutas ao 
aumento e C1clhorl• da produtl• 
vdade {gro-pastoril. prexima­ 
damente I' dos pecuaristas 
assistidos são mutuários do Baa­ 
co do Brasil Ew noua ddad, 
foi inaugurado recentemente o 
Escrit6!1o da Acamat. Os pe 
cuarJstas ~ Javourriro,, dr-vtm 
procurar o representante local, 
para se integrarem na pol.tica 
de desenvolvimento, na mnoder 
na pecuária e lavoura, adminis­ 
Irada pelo gove roo. 
Empresa Tribuna 
da Fronteira 
{jornal Tibuna da Frontei­ 
ra Revista Integração) 
CGC-MF 03202166/00I 
lnsc. Estadual 13059232 • 3 
Jornal Tribuna 
Fronteira 
(Fundador: Ivaldo Pereira) 
(Registrado 
de Títu.los e 
N" 1066) 
no Cartorio 
Documentos 
EXPEDIENTE 
Diretora: Maria Estela V e-­ 
lasquez Pereira. 
Redator chefe: Ivaldo Pereira 
Colaboradores: Diversos 
Redação e Administração 
Rua Barão de Melgaço s/n 
Bela Vista • Mato Grosso 
Assinatura Anual: 
Bela Vista 
Demais muniápio 
da 
50.00 
60.00 
Todas as publicações a­ 
vulsas. como sejam: Editais. 
Avisos. Secções livres. A pe­ 
dido. Comunicados. etc serão 
pagas adiantadamente. 
"A Diretoria não se 
responsabiliz.a por conceito 
emitidos em artigos assi 
nadas". 
7 de Setem­ 
bro Salve a 
SEMANA 
DA 
INDEPEN­ 
DEN C lA 
DO BRASlL

Tribuna da Fronteira 	Bela Vita Saterbro de l}i3 
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diaheiro disponivel 
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você toma é Imposto queVOCÊ 
paga. Em toda compra feita, de 
arroz, tecido, calçado, café, banha. 
etc.. VOCÊ pagou Imposto. E 
saba por que? Sõbre toda mer­ 
cadoria comprada. o fornecedor, 
obrigatóriamente, devorá rcccl:,cr 
o Imposto devido, ao seu valor. 
Isto quer dizer que VOCÊ. indi­ 
retamente, PAGOU este Impos­ 
to. O consumidor, realmente. é o 
grando pagador. Assim, VOCÊ e 
o Govorno construirão escolas. 
hospitais. estradas e inúmeras 
outras obras públicas do seu 
interêsse. 
Imposto é obrigação que se 
transforma em bem comum. 
Dever de todos. 
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Foi um sa o , a. Pro:arta eilizdo ema ±-­ 
la /sa, e, que to dado pelas Prfzssoras Loide e iro 
m. Parabens . ! . 
'Quando + ti a reza" fava se nas frutas 
e no li d Estância lvorado,, E. 
Por bela Vista. o Csal amigo: Cel. Dória e El­ 
z4._que tenham_ums_fel: estadia_@o_noysos vo@y_..· 
Tmnbem circulando pela Princeza do pa a co 
cadi11ha Cri!llane íarne1ro _. . , 	. 
+j T oral: a pnnra do Leite puro e bi­ 
qlênicamente embal;,do". 
'No dia 2b6 p.p. Dr. Késio e Mera, ofereceram u 
jantar em su11 re,ldencla, recept tonando o MM Juiz 
de Direito da Comarca de 13ela Vista: Dr. Sião A. 
de Barros e Flia. 
l!I Zi 
Prestigiando o acontecimento estavam: Dr. Geraldo 
(Promotor de5ta Comarca) e Sra.. Dr. Carl1~hos e 
Beatriz. Cap. Mosqueira e Aurea, Edson Morais e Ce 
ctlia e um Casal de Industnais Franceses resididentes 
em Buenos Aires: Pierre_c_Henrriee·. ... 
Tenha ma1s saúdo bebo~do urn copo de leite 
por dia. mas ... Alvorada ... é m11is Leite ... 
Nosso~ agrader.imenh>s ao Colaborador LY p·la 
remessa do Exemplar Tribuna de ltuverava,(otimo jornal) 
Por aqui, muita gente de New-Love: Constancia, 
Isolda Eles_._.depos_ cor ,,, 
Muitas labaredas ao amigo ~lpidio pelo aniversâ­ 
rio do mes p.p. 
Casais da Semana: 
Rubr.n e Oeofze 
Longo e Arlene 
Clóvis e Ana 
Em tempo; a "Ü~TECO" do nosso amigo Paxii 
irã restruturar todo o Serviço administrativo da Prefei­ 
tura de Caracol ... E uma "tremenda boa", 
Coluna do Editor 
Do Mundo: 
O d1re•or•g~r .. l da Organização Mundial da Saú­ 
de, dr. H»lfdan Mahler, disse que poderá haver um 
"holocausto 1 .undial se não forem tomadas medidas 
ij 
dra5t1cas para corregir a má :!,,cr,buiçflo da riquaa ~o 
munrlo. Os povos das nações em desenvolvimento não 
possuem "tolerância suficiente' para esperar por refor- 
 
mas ~ociai3 durante O!.lttos ;.5 anos. 
As autoridâJes soviétkas iniciaran o julgamento 
do historiador Piotr Yakir e do economista Victor 
Krasin, acusados de terea cooperado com a "União 
Pcpular do Trabalho organização cujo objetivo é "der­ 
rubar o atual regim~--- Segundo a Agencia 1 a,s. Y akir 
e Krarin" reconheceram sua culpalidade". 
Em Assunc;;;o, o engenheiro Enzo Ocberoardi. 
presente da Admioistr~ção, Nacional ,jc Elctrecidadt. 
do Paraguai afirmou que., dentro de dez anos. a cn- 
• genharia paraguaia estará ao nivel das engenharias 
mais avançadas do munao, graças à experiencla que 
lhe proporcionara o aprovtiramento de seu riquiss1mo 
potencial hidroelétrico e ao intercambio com os colegas 
que j~ doll;linam maiores recursos tecmcos . 
De acordo c,;im o .. Well Street journal", o Plano 
Diretor de Medicamentos do Brasil afetaria as compa­ 
nhias americanas Bristol Myers, Pfizer e Squibb, en­ 
quanto o grande poder fornecido à TELEBRAS sobre 
a produção de equipementos telefonicos prejudicaria 
as empresas GE, General telefhone, RCA e lnternati­ 
onal Telefhone':... 
Brasília, • O Srnador 
Salcianha Derzi. Yice-L,der 
do Governo no Senado Fe­ 
deral, vem de receber co­ 
municações ào Diretor-Ge­ 
ral do Departamento Naci­ 
onal de Obras e Saneamen­ 
to. Sr. Carlr~ Krebs Filho. 
informaodo do atendimento 
de suas solicitações quanto 
'J trabalhos a serem empre­ 
er.didos em glória de Dou­ 
rados, Nova Andradina e 
Bataiporã. no E:Hado de 
Mato Grosso. pelo Déciao 
Prime-:ro Distrito Fednal 
de Obras e Santamente. 
Efetivamente em virtude 
da apreensão da Aprnsãode 
autoridades matogrossenes 
cnm a ação devastadora de 
erosão em divers;,s regiões 
daquele Estado. bel'J assim 
de apelo da Prefeitura de 
Nova Andradina. trammiti­ 
dos ao Diretor-Geral do 
DNOS pelo Senador Sal­ 
danha De.zi, a unidade re­ 
gional do Oepart'lmento re• 
g,onal do Departamento 
Nacional de Obras e San.:­ 
amenco sediada em Campo 
Grande. receb~u deterndna­ 
ção para que seja devida- 
Assessoramento de entidades pública municipal e autar­ 
quia. Balancetes mesal e anual, prestações de contas, orça­ 
mcntos; Eu auexo materiais escolares, artigos didaticos e de 
Escritório cm ga .li. P'utocop1d em I minuto. 
LA K DE Non o gJ0 -- FOR IG 
Tambem com relação 
ao pedido cio Senador Sal­ 
dauha Derzi. no sentido de 
que fõsse examidd a neces­ 
sidade de saneamento da 
Lagoa do Sapo. localizada 
nc, Município de Bataiporã. 
o Diretor-Geral do DNOS 
tomou indentica providencia, 
determinando que o J 1 •. 
LTD ======== 1 DFOS. corn sede em Cam• 
A.= , po Grande, providencie um 
relatório a respeito dos pro­ 
blemas existentes na referi­ 
da Lagoa, a fim de que 
possam ser adotadas medi­ 
das que venham a solucio- 
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Roupas feiras em geral [Para senhoras, cavalbe.lros e cri,nças] - 
Bijouterias - Artigos para presentes. 
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Caracol Mato Grosso 
mente examinadn o proble­ 
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uspeito, "em que conste 
um.. avaliac;ãc de custos 
dos serviços. 11 fim de que 
se torne possivel o estudo 
da viabilidad de solução'. 
Líbano 
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