DIRETO!IA: Maria Estela Vel»que: Pereira 
FRON EIRA 
Liberdade com Responsabilidade 
REDATOR CHEFE: lvJldo Pcrrna 
Ano li 	Bela Vista - Mt. 	23/09/73 	N' 73 
u 
LUZ SOBRE O CHARCO 
Luiz Goulart 
Muitas vezes as pala­ 
vras humanas são tomadas 
por divinas. à íorça de se• 
rem repetidas. As conven­ 
ções sociais e religiosas gr!­ 
tam e repetem muitas ver­ 
da :les relativas e iusó1ias 
revestidas de verdade.. E 
assim os povos aprisionados 
a estranhos interesses, são 
como que hipnotizãdos pela 
monotonia das r.-petições. 
Pois faz-se necessário sus­ 
tentar. às vezes. fantasias... 
Não cõnvém que os homens 
se libertem Pois amda ht­ 
muitos escravocratas de i­ 
deias dopinantes. Disse Pla 
tão que "v;;o soando írases 
em longos discursos como 
vasos de bronze que. percu­ 
tidos. continuam a soar en­ 
quanto não se lhes , encoste 
a mão."' 
Os tempos são chega­ 
dos ... Os povos acordam do 
Em reunião realizada 
há pour:os dias. no recinto 
do Banco do Brasil de nos­ 
sa cidade. os funr.ionãrios 
daquela casa fundaram a 
mais nova clube de Bela 
Vista: a Associação Atléti­ 
ca Banco do Brnsil. 
Como é conhecimento 
geral. este clube tem por ú- 
snno das trevas na ignorân­ 
cia e reivindicam o direito 
de pensar e anahzar as dou 
trinas que hã séculos. vi­ 
nham sendo mais Impostos 
do que aceitas ... A cultura. 
rompzndo as barrvgens r.las 
limitações. chamou às esco­ 
las e às universidades, os 
ricos e os pobres, os bran­ 
cos e os pretos. A Verdade 
vai-se UR1versalizando hori­ 
zontalmente, cobrindo tod'I 
a face da Terra. Penetran­ 
do. como claridade, em to­ 
dos os redutos' ela trouxe 
à luz do sol os arquivos 
das crendices que. de lon­ 
ga datd, vêm sendo expos­ 
tas como principios religio­ 
sos A Verdadeira Ciência. 
unida à força eterna do es­ 
pirita, já liberta. tubo agora 
vai investigando: só ficará 
de pé o que estiver na Ver­ 
dade: E não serão estes os 
nica finalidade promover um 
maior entrosamento entre a 
classe bãncària e a somen­ 
te a ela é destinado. Seu 
objeto é despertar o interes­ 
se pelo desporto. por ativi­ 
dades intelectuais, sociais e 
culturais. Ainda presta ao 
Banco uma cc!abora.;ãc no 
sentido de dotá-lo de fun­ 
cionànos treinados em cur- 
sinais claros. patentes da 
voita do cristo que - pelos 
sabios de Jesus assim íalou: 
C-,nhecereis a Vadade e a 
Verdadr- vos libertarã!" 
A humanidade come;cu 
a pensar e o 
da coletividade 
pensamento 
està unido 
E- ao Pensamento - como 
nergia total do Universo! 
Estamos habituados a 
Oiálogo-f ragr.lli Universitários 
Grande será no [ia 
O governador José rra­ 
gelli programou para o pró­ 
ximo dia 26. quarta Feira. o 
encontro que manterá com 
unlver!it.á:ios de Campo 
Grande. no Teatro "Glauce 
Rocha'", dr, Umvzrsidede 
Estadual de Mato Grosso. 
A rnEorm<1çao é do Sr. rlau­ 
ro Cid Nunes da Cunha. 
Sub-Chefe da Casa Civil. 
acrescentando que a pales­ 
tra do chefe do executivo 
será iniciada às 19 horas e 
será Íe1ta com a utilização 
de slides e paine1s dec:ons­ 
trativos das principais obras 
de 
26 
Cano 
Lanchonete e Restaurante Internacional 
"Onde voce é mais VOCE" 
Serviço completo de lanchonete. pizzaria e Restaurante 
com cardapio intrrnacio:::al 
Lanchonete e Restaurante Interna..:ional 
Brevemente em nossa Cidade 
(Em frente ao Gremio Pedro Rufino) 
lamentar as 
e as 
dos poderosos contra os fra­ 
cos. descaso dos ricos pelos 
pobrçs. dos sãos pelos do­ 
entes. dos felizes pelos des­ 
graçados... Mas. duma cou­ 
sa estamos certos e disso 
nos alegramos, A Humani­ 
dade acorda e o Sol da 
Verdaàe j:3 começou a ilu­ 
minar os charcos das men­ 
liras! 
injustiç&s 
falsidades 
Flala a M.M.M.À ei ela 'isti 
sos especiais. 
A AABB terá sede 
própria e nela serão prati­ 
cadas todas as {especies de 
jogos ele salão. Com qua­ 
dra coherta. a sede servira 
ainda como umn imenso sa­ 
lão de danças e re-uniões. 
Dependendo apenas de 
autorização superior para 
serem iniciadas obras da 
sede. AABB de Bela Vista 
já tem sua diretoria consti­ 
tuid a, tendo na presidencia 
o sr. Cleones do Nascimen­ 
to Coe.lho. Todos os outros 
departamentos e cargos são 
ocupados, evidentemente. 
por funcion,rias do banco. 
Esperamos que a 
AABB. cumpra sua fin:ali­ 
dade, afinal é mais utua 
clube que contribui para o 
engrandecimento de nossa 
cidade. 
Carta à 
Resposta 
Redação ou 
ao S.A.A.E. 
Serviço Autonomo de Água 
e Esgostcs ce Bel« Vista 
Bela Vista. 15 de Setembro 
de 1973. 
limo. Sr. Diretor - Redator 
do ·Tbuna da Fronteira.' 
Nesta. 
Prezado Senhor: 
A presente tem por fi­ 
nalidade. convidar V.S a 
nos fazer uma visita. e cons­ 
tatar como estamos traba­ 
lhando.para depois escrever 
seus ··Editais". Gostamos 
muito do que escreveram 
sobre descontos nas tarifas. 
quando da falta d'agua. E 
perguntamos "se esse jornal 
também desconta de seus 
assinantes. quando estes não 
recebem os exemplares a 
que fazem justo?" Portanto ... 
deixamos o nosso solene 
"Nota Zero" a •·Tribuna da 
Fronteira.'' 
Admir Edi Corrêa Carvalho 
Encarregado do S.A.A.E 
de Bela Vista 
Nota a Redação: Primeira­ 
mente os nossos agradeci­ 
mentos. e fique ciente: a ne­ 
ta zero enviada à Tribuna 
tem sabor de nota dez. o 
"apélo" surtiu cieito, isso é 
o que queriamas. Obrigado. 
Mais uma vitória do "que­ 
rido e atuante" Tribuna. 
Com referência a visita. a 
ceitamos e dentro em breve 
enviaremos um repórter.a­ 
ra .. constatar in loco como 
voces trabalham". Caro sr. 
encarregado. "Voces tem o­ 
brigação de trabalhar bem". 
recebem salários. e os salá- 
e realizações de seu governo 
No mesmo dia, durante 
a manhã r a tnrde, também 
no Teatro "Glauce Rocha•·. 
todos os se:rétar/c:s da ad­ 
ministração matogrossense e 
dirigentes de orgiios l."5tddu­ 
ais, manterão contatos com 
os universitarios expondo a 
programação que esta sendo 
cumprida pelos varios seto­ 
res do governo. 
O diálogo governo-uni­ 
versitários de Campo Gran­ 
de, do próximo dia 26, se­ 
rá feito a convite dos estu­ 
dantes daquela cidade. 
rios recebidos para exerce­ 
rem suas funções. procedem 
do bolso do belãvistense. O 
povo paga ao S.A.A.E pa­ 
ra ter água. Só isso sr. en­ 
carregado. o povo quer á­ 
gua e nós somo~ a voz do 
povo. Ficamos "deveras pre­ 
ocupado" com a sua recla­ 
mação. mas o pessoal da 
Contabilidade e do Depar­ 
tamento de Circulação. avi­ 
sam que descontam os mi­ 
meros (2) que voce não re­ 
cebeu (deficiência do entre­ 
gador) e "Voce. descontarà 
do consumidor os dias em 
que o precioso liquido só 
pode se visto no Apa?" A 
famosa torneira roncadora. 
hoje (dia 16. domingo. 16 
heras e 3o minutos) está 
dinâmica. e o "ronco tor­ 
nou-se melodioso. Agora a 
"musica" é um constante 
ritmo de... Quero água . 
Quero água ... Quero agua . 
Quuo ~gua ... e o povo [Tribu­ 
na da Fronteira é o jornal do po 
vo] manda dizer que Vcds de­ 
vem •'contícuar trabalhandoº. to.­ 
do mundo tabalha e lodo mundo 
que trabalha, precisa do "pão 
nosso de cada dia". Nosso intuito 
não é criticar p/ destruir e sim ai 
ticar para melhorar a resposta que 
voces eaviaram ao jor- 
nal é una prova que estarcs 
no caminho certo. Queremos á­ 
gva... Ema tempo; Edital quer ±i 
:cr: Ordem oficial. cop:ia de cre­ 
dito ou postura que se afixa em 
lugares públicos ou se anuncia 
na imprensa para conhecimento 
do público. (Vicente Pe!xoto) A 
nota inserida na edição do dia 
09-09-73, era uma nota mesao 
e não Edital", iesa e rereci­ 
da NOTA ZERO.. 
C01VlUNlCADO AO 
 
lvaro Pereira Comunica ao povo de Bela Vista. para "breve' a sbertur de sua Fi:ra 
LAR. Numa demonstração que acredita na Priaceza do pa e no seu desenvc!virenro: 
O elter mzio d· ruob:lar sua casa sem gastar suas economias. e visar a COPA!AR. 
COPALAR: Ru.1 Duque de Caxias 1285 
POVO 
.:le Mõveis e Eletro Domesticas: ''COPA. 
A Fira que gosta de zgradar. 
Bela Vsta Mato Gosso

Tribuna da Frontr,irn 
Eola Viata Satembro de l.07. 
Federal 
Secretarla da Recoita Federal 
Superintendência legonal da Heceita Federal da 
l }fogiiio Final 
D+legacia da Receita Federal em Cuiabá - Mt. 
Au!lnclu tia Receitá Fudorul om Bela Vista - Mt 
A, Repartiçoes d;i Re­ 
ceita Federal vêm de on­ 
cluir levantamento, curo o 
fim de indentiftcn: os con­ 
tribuntes omissos ou inpon 
tuais n recolhimento do Iro 
posto dr Renda Retido na­ 
Ft.nte. 
Tratando-se de parrela 
deduzida do.,; P"gamentos 
detuados a tcrcc1ros, o não 
recolhinento desse imposto 
configura crime, passivel das 
mais severas sanções (Decre­ 
to-Lei n' 1101/70] 
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•'C I d a d e T u r i s m o" 
e lima;ão lo 'lít er 
A EXCEPCIONALID. 
antigo a espera 
diretamente às tristes impli• 
cações do mundo dos ex• 
cepcionais". E continua o 
inlustre deputado - "Cinco 
por cento da população mun­ 
dial foram o configente sem 
garbo dos retardados men­ 
tais e a ONU, recebendo 
sugestões dos países, solicitou 
ao mundo inteiro estudos e 
recomendações sobre a Im­ 
portante matéria". E. mais 
adiante diz de maneira co­ 
rajosa - Milhões e milhões 
de" excepcionais patrícios 
na faixa dos adolescentes e 
da infancia estão diluidos 
no seio da população brasi • 
-leira, aguardando o aceno 
corajoso, compreenslvel e so­ 
lidário que lhes permita ar• 
rancar da provação tremen- 
11terior 
Problema 
soluções novas de 
GERALDO PINTO SOBRINHO 
da em que vivem. à plani­ 
tude da vida, sem as bar­ 
reiras do medo e das frns­ 
tações. pela negemonia da 
compreensão e do amõr'". 
Nos depoimentos das 
pessoas ouvidas vários itens 
foram abordados no que se 
refere a estruturação. fundo 
namente pessoal especializa­ 
do no assunto, o problema 
financeiro das entidades e 
principalmente a entidade de 
conscientização dos pais de 
excepcionistas, para que não 
se envergonhem de um pro­ 
problema de ordem genética 
ou mesmo acidental de seu 
filho mas que ajudem-no a 
incorporar-se no seio da 
sociedade, 
e Indispensáveis que AS 
ASSOCIAÇÕES Dt PAIS 
E AI''
1
1GOS DOS EXCE.P­ 
CIO+IS (APAE) tenha 
o apolo das autorldadts e das 
comunld2des, porque para se •· 
duc.ar um ,xcc-pcfocal, .se ga~ta 
no mJofmo cinco vezes a mals do 
que na educação de um crla:,ça 
normal. 
Foi lembrado por um rnn­ 
ferenista a necessidade de se 
ciar um tipo de •eguro para os 
excepinais, considerando que 
~,uitos Sdo l,lho, de pais que 
ganham apenas para sobreviver 
o quem os ampnruriam após • 
a morte dos pais. 
Atualmente. através dos v.lrlo, 
recursos científicos já se pode r,. 
duzlr consideravelmente os inde­ 
ces de ucepcíonalt. 
Parabéns a todos vocés 
que se interessamn pelos excep­ 
cfonah. Daqui desta distante 
fronteira de Estado de Moto 
Grosso, traves deste nosso vel­ 
cub de divulgação de lat<'S fm• 
portantes, formador da opinião 
públic•. o •·T.RIBUNA DA 
FRONTEIRA", aplaudimo, de 
pé lnldatíva< como a da Assem­ 
bléia Legislativa do Rio Grande 
do Sul criando uma Coml,são 
Especial para estudo da excep­ 
cionalldode daqude Estado e nos 
colocamc,s a disposição para di• 
vulgaçõu Jo que for de inl<rts· 
·e'das APAEs. 
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#±9R 0K a.g 
K 	tíí 
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Arrisque os 13 p0 atos. O quente é na loteca da lnes 
K 
N sala de espera do :int Eão José. 
i1i 
ffi 
Voce jóga e ajuda o Brasil. ro 
O QUE TE É LOTERIA ESP :>RTIV A. 
(Rcspoasa bilidado da Agência Lotérica de Jardim) 
F ru 
%5605 	5E0@o te« 
Declaracão 
Declaro que foi extra 
viado o certificado de pro­ 
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culo de WolK Funande~ 
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car;.cteri•tic.i: Marca Che­ 
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Bijouterias - Artigos para presentes. 
··Estoque permaneute ele PERFUMARIAS" 
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MORENA - JAlllBO 
Descontraida, a more­ 
na - lambo chegou na beira 
da Apa precisamente as no. 
vc horas. Tirou suas vestes 
com a mnesma intimidade 
com que o faz no interior 
do seu quarto sob os olha­ 
res inertes de ur gigantes 
co postere artístico O pe­ 
qutnc biquíni azul• piscina 
contratava perfeitamente COl'l 
a moreneza de sua pele e 
conf.Jndia-se com as lntran­ 
quilas águas do rio. O seu 
cabelo longo - preto acaricla­ 
va-lhe a cintura. levemente 
movido ;,or um até certo 
ponto singelo vento. U mó 
pequena franja cobria-lhe 
os olhos verdes. o que era 
sistemáticamente sacudido 
para trás por um pt:queno 
balanço de cabeça. 
O sol esperto do verão 
de setembro toccu-lhe o cor­ 
po: primeiro o rosto, depois 
toda uma imensidão de cur­ 
vas provocantes. O salpico 
das aguas trazidos pelo ven­ 
to provocava lhe uma leve 
sensação de arrepós como 
e o verto-sui lhe percorres­ 
se o bonito corpo da ponta 
dos dedos ~o fh dos cabe- 
(Jornal Tibuna da Frontei­ 
. ra Revista Integração) 
CGC-MF 03202166/001 
lnsc. Estadual 13059232- 3 
Assinatura Anual: 
Bela Vista 
Demais município 
Diogenes Brayner 
O1EO LTDA. 
Assessoramento d entidades publica municipal e autar.­ 
quia. Balancetes mensal e anual, prestaoes de contas, orça­ 
xccntos: Ema auexo materiais escolares, artigos diaticos e de 
Escritório em geral. Fotocopia cm l rni:luto. 
Empresa Tribuna 
da Fronteira 
Jornal Tribuna da 
Fronteira 
(Fundador: lvaldo Pereira) 
(Registrado no Cartorio 
de Títulos e Documentos 
Nº :_066) 
EXPEDIENTE 
Diretora: Maria Estela Ve­ 
lasque= Pereira. 
Redator chefe: lvaldo Pereira 
Colaboradores: Diversos 
Redação e Administração 
Rua Barão de Melgaço s/n 
Bela Vista - Mato Grosso 
50.00 
60.00 
Todas as publicações a­ 
vulsas. como sejam: Editais. 
Avisos. Secções livres. A pe­ 
dido. Comunicados. etc serão 
pagas adiantadamente. 
•• A Diretoria não se 
responsabili::a por conceito 
emitidos em artigos assi 
nados". 
los longos pretos. Deitou-se 
na areia branquinha d; praia 
com a mesma elegancia com 
que se deixa car em sua 
cana e naquele imaginário 
pequeno-grande quadro for-. 
mnu-$e- a mais perfeita fu­ 
são de cores e beleza: no­ 
rena-Jambo, azul-p1sdna ~ 
branco. 
Delicadamente espalhou 
bronze; dor pelas pernas (e 
que pernas meu Deus) em 
seguida no, braços. barriga 
e rosto. Com um sacrifício 
fora do comum 'tudo nela 
e:a incomum) conseguiu al­ 
cançar as costas ;ara a mas­ 
sagem do oleo, e olousse' 
da cabeça aos pés. Indife­ 
rente aos olhares dos que 
passavam e aos galanteios 
dos que lhe arrc,deavam, ti­ 
rou de sua pequena carteira 
u Minister e provocante­ 
mente (o Ivan Nobre Maze­ 
tto tinha a boca aberta nes­ 
ta hora) ;:mxava E" soltava fu­ 
maças para os pulmões e, 
atn continuo. para o ar. 
Deitou-se totalmente 
n'areia. O sol castigava-lhe 
a pde. e a~ águas. no seu 
eterno passar. parecia dese- 
ESTADO DE MATO GROSSO 
Prefeitura Municipal de Bela Vista 
OF: r<> 135 Sec. 	EM li de Setembro de 1973° 
DO Prdeito Mnnicipal de Bela Vista 
AO Presidente dn Fundo de .-ssistêncla e Previdéncia do 
Trabnlhador Rural - FUNRURAL 
ASSUSTO: Solicitação (faz) 
Vimos respeitosamente 
à presença de V. Excia., 
solicitar o especial obséquio 
que sejam tomadas as pro­ 
vidências cabíveis,· para o 
assunto abaixo exposto. 
Em nosso município 
existe elevado numero de 
trabalhadores rurais pessoas 
idosas ê.m sua maioria que. 
por falta e recursos não 
podem deixar o seu traba­ 
lho cotidiano porque. o SU!:­ 
tento de sua familia assim o 
exige. Porém. com idade 
bastante avançada. torna-se 
improdútivo. e. vencido pelo 
esgotámentc físico. após tan 
tos anos de labuta. encontra 
na aposentadoria o seu me­ 
rec.ido descanso. Para levar a 
efeito. seu intento vé-se obriga­ 
a viajar à Agência do Fun­ 
rural mais próximo. localiza­ 
do no cidade de Jardim. dis­ 
tante 90 Kn. deste munici­ 
pio. Em virtude de aquele 
Muniápio não dispor de 
Sirdicato Rural. encontram­ 
se na contigê.ncia de efetuar 
inúmeras viagens para con­ 
seguir o visto. do Sindicato 
Rural de Bel;; Vista. na do­ 
cumentação exigida e obtida 
pessoalmente naquela Agn­ 
cia do Funrural. 
josa de tocar-lhe o corpo. 
As águas queria (como to­ 
dos que lhe arrodeavam) pos­ 
sui-la. Mas parecia que sua 
paixão era pelo sol: lhe o­ 
ferrcia o corpo provocante 
ele o queimava impiedo­ 
amente, sádico, cretino, per­ 
verso. Levantou-se lentamen­ 
te e cora metódicas passa­ 
das caminhou para o rio. 
Talvez para acalentar as a­ 
guas, desejosas de tocar-lhe 
a pele tão cruelmente casti­ 
gada pelo sol. 
Deixou-se cair n'agua e 
lá ficou por muitas horas. 
Os cabelos molhados pare­ 
ciam um manto' a cobrir-lhe 
as costas e as pequenas go­ 
tas d'agua ficavam pregads 
em seus macios ombros, Sa­ 
iu do Apa tão bela quanto 
entrou e novamente deitou­ 
se n areia branquinha para 
entregar-se de corpo e alma 
ao sol. :..Jas a agua ainda 
toc;;va.Jhe os pés. Tocava. 
lhe: mancinha. dengosa. ci­ 
umenta. tentando possui-la. 
Era bem verdade que no 
pa havia bastante genté. 
mas para mim só existia a 
morena-jambo dos olhos 
d'agua. 
Cumpre-nos citar. que 
em setratando de pessoas 
idosas e de poucos recursos 
financeiros. tornam-se cansa­ 
tivas e dispendiosas tais vi­ 
agens que são obrigados a 
fazer, mensalmente mesmo 
depois de terem aprovado a 
sua aposentadoria. para re­ 
tirar a pensão que lhe é de­ 
vida. atualmenle no valor de 
Cr$ 156.00 (Cento e cl.o­ 
quenta e seis cru::e:iros) .. 
A única solução para 
tais problemas. seria criação 
de uma Agência de Funru­ 
ral em Bela Vista .. que além 
de dispor de um Sindicato 
Rural. também atenderia aos 
desejos dos trabalhadores 
rurais do nosso vizinho Mu­ 
nicípios de Caracól. 
Pela urgência de uma 
solução para o as­ 
sunto me pauta. solicitamos 
a V. Excía .. a sua valiosa 
atenção, para o mesmo. e 
com o qual nos sempre tem 
prestigiado. • 
Aproveitamos a oportu­ 
nidade para retirar-lhe nos­ 
sos protestos de elevada es­ 
tima e consideração. 
C lóveis Marcelino de Oliveira 
IV

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OF. No. ,32/7"3 - Sec. 	EM 14 de ~etemb:o de 1973 
DO: Prefeito Municipal oe Bola Vista 
AO: Secretário cJe Planfljamento e Coord. Econó,nica 
ASSUN fO: Sollc1taçâo <Faz) 
Temn a presente a fina 
hidade de apresentar ,, V. 
Exci;, .. uma r !lnvind1c;,çâo 
de real necessidade. Trata 
se do Sanearento basco 
ea nosso Vunicipio. cujo 
projeto ja temos quase em 
fase: de: cur>clu~ão. Por uma 
deferência toda especial do 
Exmo. Sr. Prol. Seba~tiãu 
l-laroldo Ka~trup. Secretário 
de Planejamento e Coorde:­ 
nação Econômica do Estado 
con~e:gui:nos :,1rõtuitamente 
a execução dêste projeto. 
Para a execução desta 
obra. foi elaborado um or • 
çame:nto aproximadamente: 
Cc$ 3.000.000,00 (Trés mi­ 
lhões de cruzeiro,). sendo o 
que até o prtsente: momen­ 
to. não contamos com qual­ 
quer possil>ihdade para ini­ 
ciarmos esta obra de eleva­ 
da 1mpoctãncia para o nos- 
so Município. 
Cm 
Temo, eri. orçi!mtnt<' 
ums cotação de r} 
1 Sll.000.00 (cento e cinquen• 
,,, mil cruzeiros) e, tulve: 
haj: a inclusão no rca 
a•cnto plurianual do Gover­ 
no Est«dual para esta obra. 
Na atual situação er 
que se encontra ste serviço, 
em Bda Vi5ta. tvrna-:e- qun• 
~i- Cillam1tosa. com o exces­ 
sivo número de fossas' oca­ 
sonando com isto. a pronla­ 
ção de insetos transmissores 
dl' doenç;,s nocivas à saúde. 
Tais prcblemas agravam 
ainda mais o progtesso do 
Municip,o, que podr ria ser 
incluindo no plano Turístico 
Nacional. tornando S,:; assim 
o cartão de visitas para to­ 
dos os estrangeiros que a­ 
qu desesembarcam, ansio­ 
sos de conhecerem êste 
grande e fabuloso Pais. 
'.'losso Muni:ípio parti- 
Elói 
Segundo ful largamente no. 
tlclado pela lmprcn,a, 17 gucrrl­ 
lhtiros scqucstr;aram "278 alunos, 
professores, funcionários e enfer­ 
meras de una missão matda 
pela Companhia de Jesus na scl­ 
V.JiS de- Mukubura, Roà63ia. A 
idade dos jovens, scqutstri,do, 
varli1Ya e:ntrc 13 <" 15 anos. Os 
raptores Qcclararam que os alu• 
nos ~criam ltvad01 à Chino C"O• 
munlsta, onde receberiam treina­ 
menta para gucrrllh~iros. 
FeH:n1cntc, prr uma ação 
.-contada das autoridades e cm 
ra:ào da carência de recursos, os 
sequestradores foram obrigados 
.:i nbandornr suns vitimas, das 
de 
cpante ativo das glórias 
brasileiras conqutstadas no 
pa,sado. C<'m reg1-tro bri 
lhante em nossa história, lc­ 
calizado n;i fdlXrl dt> lron· 
teira e, com rápido acesso 
a Assunçao - Paraguai. cor.• 
ta com inúmero• lugate:s d.: 
apreciJvd beleza natural. po• 
rém não apresenta condições 
para atrair os turistas pela 
falta de rec-ur~os bá5icos. 
Na certeza da vahNa 
atenção de V. Excia.. para 
o aciona exposto, à portu­ 
nida de, rerirac,os-lhe pri,te-S· 
tm o~ elevado estima a con­ 
sileração 
Ao Exmo. Sr. 
Sebastião Amido Kastrup 
Secretário de Planej. 
Coord. Econ. 
Cuiabá - MT 
Nlagalhães 
qu,11s s6 d,ccn otu· lmcn!c 17. 
Pc,dc ~~ im.'.lginar o SU'ito 
e: õS privações d.e toda ordem u 
qUc foram sujeitas ao pc,soos 
assim cruelmente raptadas, bem 
co:no a terrível a ngústi.is de sua!' 
familias. 
Trata-se pois de uma ação 
gravcmtntr delituosa, praticada 
contra pessoas devidarente idrn­ 
tificadas, num loc:ol mccc.ionado 
com tt'da a pttdsâo. O foto - 
ultarne.ntc coosurâvcl - aprc,cota 
assim todos os requisitos para 
dtspcctar a indlgnaç5.o dns pes­ 
soas com passivas. Entre C".!tas 
porC'm não se acham os csqucr­ 
distas católicos e não cnt6Hcos 
Clóvi~ M. de Oltveira 
Prdtcitv Municipal 
e 
Taveira 
que silenciaram sobre este: crime 
mas, o tresmo tempo, levantJ• 
rami um coro de protestos uni­ 
vcr,al contra uma chacina que 
terio !!:ido levada a efeito cm !vlo­ 
Ç;")mblquc. n1.1m lugar não ldc:oti­ 
licado. contra vitimas também 
não ldeotilkadas 
Aos organi:adores dcssf' 
pranto universal fundo o cora­ 
c;ào a 1oorte de vitimas que não 
se sabtm 5C existem Utra com· 
paixão que- se volta toda pata o 
crime inautõntico e silencia g)a. 
ci.ilmentc quanto ao crie .:,,u .. 
têntic.01 é ht.m caractcristicamcn· 
te uma compaixão tnauti:.ntica ... 
(ABIM-1gência Boa lmprea.a) 
AAb~J Cu'lural a!ende a m ihares ée ped'.do;. re!.inçaru:!o'os C'3•ée; 
Compositores d.1 Música Unr.tersa( ern fosoo..ios e C,sco:; Lt' q .1t' 
reunem numl s6 coleção os momentos mu~1ca·3 111.ils cxpe-:!: ... :,:;. 
de todos os terrpos. 
O pnmero reste é Beethoven, No tascclo.voé encontrá c7 
aspectos mais lmpcrtantes da sua v.da e da sua época va'corda. 
por muitas ,ru~traçóe-s. No d,S.CO. IOcé ter3. a 5a S,nfOf'l>d. a f"".:..-5 
célebre de todas. E na cora do n° 1,você ganha intear ente 
grâhs um suplemento espeoal Ã arte da música" 
Depo,s de Beethoven vrão Tchakowy. Chop t Bach, L,:~ Bra'i:-r s, 
Mozart, Vrva!d, e mu, .. 01 olNos. num3 seleção apr,l'T'O"' 
rada dos m:t:ores composrtores da mús,ca c!J~-; ca. 
Não perca esta nova chance de coleccar Os Grandes 
Composrtotes da Mús,ca Unive=i Vcc.é est,;r .i con­ 
quistand3 uma grande herança OJttur.il e m1,;~o! do 
humanidade. 
Em todas as bancas. cada 15 dias. um fa,;ócu'o e e, 
disco por apenas CrS 10,00. 
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A crcs<"cntc apatia dos tra ... 
balhadorcs da lndú,trJa e do co• 
mzercio esta preocupando o go­ 
verno brit..ãufco. Vârios conf11tos 
tem-se repetido, sobretudo na 
iadüstria automobilistica. 
Seguido os especialistas, a 
técnica de produção em série é 
a prlnclpal responsável p,·lo de­ 
sinteresse e fast::o c!os "'pcrárJc,s 
que ficar: reduzidos a meros 
r.:>bots. 	• 
Afinal, t!S5t::i: operârfo~ in- 
r,:::-:;;imc J ,,,,, i 
1 UL1U'.J 
##e 
~--...) 
do 
abor­ 
Britanicos 
Duplicaias Extraviadas 
Retificação 
Foram extraviadas 4 
duplicatas no valor de 
50. 000, 00 cada uma venci­ 
da dia 1/5/71 e 5 de 
50.00Ll.OO que vencuão dia 
1/8/75. emitida~ por lrineu 
gleses não deixam de ter uma 
dose de razão, pols o homem 
não foi criado por Deus para 
trabalhar coo e fosse uma 
máquina. Ora, o mundo mo#er 
no' cfastando-se giadauvamente 
dos ideais da Civilização Crlst.i. 
transforma prat,came.ote o homrm 
tm autõm.ito. E nunca se hou­ 
viu dizer que alguém se sentisse 
feliz em ser tratado como se fos­ 
se uma máquln.o ... (ABIM - A­ 
gencla Boa Imprensa). 
A. Cardinal a favor de José 
Alery M arçoila. Publicado 
para os devidos fins. 
Bela Vista. 5 de setem­ 
bro de .1973. 
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Pague Coxn LadypCheque do 
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...l... 
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Lady-Cheq:.ie d::, BEMA T é um cheque cheio de personalidaàe, 
feminina até na côr. 
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paga suas despesas 
Lad;-heque é paso, mesmo que 
não tenha saldo? 
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dinheiro disponiv<I. 
E você recebe o Lady-Chequc paril ir pagaodo, !n:erido cumpra,, gastando no que precisar. 
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coobJna um negócio bom para você. 
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O Lady-.:hequc dã prestigio, recomenda e !ola bem de voei: 
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Talves seja essa a cau­ 
sa de suicidios. crimes, vio­ 
lência que accmetem a hu­ 
manidade após tantas evo. 
luçóes, tantas mudanças. 
Crescer com o mundo 
é urna imposição dos tem­ 
pos ,atuais. Não podemos 
parar sob pena de ficarmos 
desatualizados, 
"A gente vai contra a 
corrente/ ate não poder re­ 
slstir/ Na volta do barco é 
que sentP./ o quanto deixou 
de cumprir". 
A decepção de não 
poder acompanhar o pro­ 
gresso deixa o homem com­ 
pletamente arredio, sem for­ 
ças para sustentar um amj­ 
zade leal. desprovida ele 
segundas intenções. 
E preciso aproveitar 
todas as oportur.idades que 
surgem. não se importando 
se prejudicamos outra pes­ 
soa. se destruímos urna a­ 
mizade, ou se arrasamos 
com um nosso semelhante. 
Afinal. o fim justifica o 
meio. 
B terrlvel pensar que 
passamos por uma fase tão 
«Tem dias que a gen­ 
sente. cerno quem partiu 
Morreu. A gente estan- 
u de repente, ou foi o 
undo então que cresceu». 
O poeta Chico Buar- 
1e por certo quis dar um 
cado à posteridade com 
sses versos, 
ls duras penas vamos 
atravessando uma época 
que dara muito trabalho 
aos historiadores do futuro. 
Os anos sessenta e. por 
extensão, os setenta. foram 
ou estão sendo de modifi­ 
cações espantosas e ultra­ 
rapidas. 
o mesmo tempo que 
se assassinou Kennedy. o 
honemn punha os pés na 
lua ao mesmo tempo que se 
matava Luther King. fazi· 
am-se descobertas espan­ 
tosas 110 campo da ciência. 
Atravessamos uma 
guerra das mais cruéis da 
historia da humanidade; 
golpes de estado, maoifes­ 
tações estudantis. revoltas, 
greves. assassinatos, desen­ 
volvimento espantoso nas 
comunicações, nas ciências, 
transpantes de. corações, 
quedas de tabus, novo con­ 
ceito de Deus. enfim. uma 
década que: mudou comple­ 
tamente o estado das coisas 
e colocou o homem em con­ 
fronto consigo 'mesmo. Ta­ 
do isto deixou o homem 
diante de u:na úr.ica opção: 
evoluir. Evoluir sempre mais 
e mais. não importàndo se 
tenha que usar a propria 
filosofia de Maquiavel: O 
fim fustifica o meio. 
Quando uma pessoa 
não consegue acompanhar 
o ritmo de evolução do 
mundo. acontece toda 
.i sorte de frustrações. 
que explodem em forma de 
complexos arrasadores. Isto 
porque o homem não esta­ 
va preparado para enfrentar 
o próprio mundo que criou 
E dificil enconlrar uma pes­ 
soa cuja mente esteja pre:• 
parada para receber os im­ 
pactos dos dias atuais. 
José Carlos Longo 
deprimente após sete mil 
nos de civilização É ter­ 
rível l"ensar que enquanto 
nlguem, das ulturas vê a 
terra azul. nós aqui e bai­ 
xo a vemos vermelha de 
sangue. E terrivel pensar 
que enquanto se pisa na 
lua. 50 da população es­ 
teja mal alimentada. 
Isto. não quer dizer 
que devemos voltar à for­ 
na primitiva. quue faz 
este mundo velho pulsar e 
viver. ainda é a ilusão. G 
homem busca no espaço 
distante a paz inalcançavel 
aqui perto. 
O mais difícil porém é 
conquistar a paz interior 
com tantas • mudanças. O 
conceito do que seja certv 
ou errado muda a cada ins­ 
tante. 
Enquanto Isto, o ho­ 
mem trava terríveis guerras 
consigo me!mo. E como na 
guerra alguem sempre tem 
que perder, quem será pre­ 
judicado numa guerra _inte­ 
rior? Só há um alguem a 
perder: o próprio homem. 
Frota mercante nacional: 
expansão e participação 
Pode se observar. en­ 
tre 1967 e t 972 urna firme 
expansão da participação da 
bandeira brasileira no frete: 
das correntes de exportaçào 
e importação. De 29.7o/o em 
1967 cresceu para 44.7% 
em 1972. quando o total do 
frete gerado· pela bandeira 
brasileira alcançou 409 mi­ 
!hões de dólares. dos quais 
Ili, '3 milhões na exportação e 
297.7 milhões na importação. 
Essa expansão se· deve 
ao enfoque estratégico tra­ 
çado pelo Governo para o 
desenvolvimento do setor 
marítimo. graças ao qual a 
frota mercante brasileira foi 
não só renovada mas tam­ 
bém substancialmente ampli 
ada. Nossa frota mercante 
atual ( 1972) é da ordem de 
529 embarcaçõ,s. num total 
de 2.559.816 TPB. compu­ 
tadas as de TPB igual ou 
superior a loo. de propul­ 
são a motor/vapor e chatas 
em comboio, Entre 1963 e 
1972. foram desincorporadas 
333 embarcações e incorpo­ 
radas 373. com um aumen­ 
to da frota de 489 para 
529. conforme: dados da 
Sunamam. 
Nossa frota de longo 
curso conta atualmente com 
62 navios de carga geral. 
com a média de idade de 4.8 
anos: l2 graneleiros, co a 
média de idade de 34 a­ 
nos e I6 petroleirs. com a 
média de idade, de 9,4 a­ 
nos. A frota de cabotagem 
apresenta um quadro de 140 
embarcações. dos quais 104 
de carga geral, com a mé­ 
dia de idade de 16.J anos. 
Nesses dados não estão in­ 
cluídas as embarcações in­ 
corporadas em 1973. No a­ 
no de 197 2. foram incorpo­ 
radas 15l embarcações e 
desincorporadas 28, com um 
saldo liquido de 63.395 TPB. 
(IBGE) 
"BONANCA HOJ-DOG" 
rr ufhosarnente 
de f,rmãos Braz 
{presenta: 
Brasinha na Escuta 
O movimento de fim de semana na Princesa do 
Apa foi a comenoraçãe do aniversario do Sr. Antero 
Morais, ocorrido no dia I6 pp. na Fazenda do Sr. E­ 
dson Morais, com Ulll laudo churrasco. animado pelo 
Conjunto Paraguaio Panarnbyvcra. 
------------ 
Vários coaponentes da numerosa Familia Morais 
deslocaram-se até aqui, para dar seu abraço àquele que­ 
rido "Corôa" 
Também foram dar o abraço amigo: Dr. Késlo e 
Sra. Olímpia Cardinal e Sra. Eude Pinheiro e Sra, AI• 
varo Mascarenhas Sra, Birro e Sra. Elias Lino e Sra, 
Kleber e Sra, Tales M;iscarenhas e Sra. José Marques 
e Sra. Arideu Valente e Sra, Guido Bonito e Sra. Pau­ 
lo Simões e Sra. lsrrael Morais e Sra. 
Aniversarias, Festinhas., Recepções em geral: Dona 
de casa. não se preocupe. cbaw~ pelo telefone 1 Oi: 
Bonança a Arte de Bem Servir. 
Com inúmero, presentes, tambem notei e anotei: 
Montanha e Sra, Magliones e Sra, Sílvio e Sra, Mar­ 
çolla e Sra. Tales Mascarenhas e Sra. Pilo Morais e 
Sra. Ezequiel Moris e Sra. Edipo Morais e Sra, 
Destaquei: Newton Garcia? Ritoca. Tito, Mª Alice 
Pinheiro, Marilda e Marieida Líoo, Nélis. fanes. Oal• 
va Morais. Clotilde e Edvaldo Salomão. 
bonança de Irmãos Braz. oferece Hot Dog e Re­ 
trigerantes, sendo servido por pessoal especializado. 
Bela Vista muito em breve contará com mais um 
restaurante, onde você podera levar sua Failia. O 
mesmo ficará instalado em frente ao Grémio P. Rufino 
Não percam. prestigiem e colaborem com a Casa 
da Amizade: dia 13 de outubro Baile dos Debutantes 
da Era Espacial. Reserveru já a sua mesa. 
Vai fner Festinha? Não esquente a Cuca. porque 
Bonança irá atê a sua residência com Equipe uniformi­ 
zada. E só solicitar pelo Telefone IOJ 
Casal da semana: Téreio e Eva 
, Casa da Amizade convida a distinta Sociedade 
elavistense e Cidades Circunvizinhas para prestigiarem 
o grandioso Baile das Debutantes de 1973. 
guardem as Debutantes da "Era Espacial" e d;vir­ 
ta-se, as mesmo tempo. ajundando os Necessitados. 
Dia 13 no Club Esportivo Belavistense. M 
Cr$ 50.00. 	esaJ:, 
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