DIRETO!IA: Maria Estela Vel»que: Pereira FRON EIRA Liberdade com Responsabilidade REDATOR CHEFE: lvJldo Pcrrna Ano li Bela Vista - Mt. 23/09/73 N' 73 u LUZ SOBRE O CHARCO Luiz Goulart Muitas vezes as pala­ vras humanas são tomadas por divinas. à íorça de se• rem repetidas. As conven­ ções sociais e religiosas gr!­ tam e repetem muitas ver­ da :les relativas e iusó1ias revestidas de verdade.. E assim os povos aprisionados a estranhos interesses, são como que hipnotizãdos pela monotonia das r.-petições. Pois faz-se necessário sus­ tentar. às vezes. fantasias... Não cõnvém que os homens se libertem Pois amda ht­ muitos escravocratas de i­ deias dopinantes. Disse Pla tão que "v;;o soando írases em longos discursos como vasos de bronze que. percu­ tidos. continuam a soar en­ quanto não se lhes , encoste a mão."' Os tempos são chega­ dos ... Os povos acordam do Em reunião realizada há pour:os dias. no recinto do Banco do Brasil de nos­ sa cidade. os funr.ionãrios daquela casa fundaram a mais nova clube de Bela Vista: a Associação Atléti­ ca Banco do Brnsil. Como é conhecimento geral. este clube tem por ú- snno das trevas na ignorân­ cia e reivindicam o direito de pensar e anahzar as dou trinas que hã séculos. vi­ nham sendo mais Impostos do que aceitas ... A cultura. rompzndo as barrvgens r.las limitações. chamou às esco­ las e às universidades, os ricos e os pobres, os bran­ cos e os pretos. A Verdade vai-se UR1versalizando hori­ zontalmente, cobrindo tod'I a face da Terra. Penetran­ do. como claridade, em to­ dos os redutos' ela trouxe à luz do sol os arquivos das crendices que. de lon­ ga datd, vêm sendo expos­ tas como principios religio­ sos A Verdadeira Ciência. unida à força eterna do es­ pirita, já liberta. tubo agora vai investigando: só ficará de pé o que estiver na Ver­ dade: E não serão estes os nica finalidade promover um maior entrosamento entre a classe bãncària e a somen­ te a ela é destinado. Seu objeto é despertar o interes­ se pelo desporto. por ativi­ dades intelectuais, sociais e culturais. Ainda presta ao Banco uma cc!abora.;ãc no sentido de dotá-lo de fun­ cionànos treinados em cur- sinais claros. patentes da voita do cristo que - pelos sabios de Jesus assim íalou: C-,nhecereis a Vadade e a Verdadr- vos libertarã!" A humanidade come;cu a pensar e o da coletividade pensamento està unido E- ao Pensamento - como nergia total do Universo! Estamos habituados a Oiálogo-f ragr.lli Universitários Grande será no [ia O governador José rra­ gelli programou para o pró­ ximo dia 26. quarta Feira. o encontro que manterá com unlver!it.á:ios de Campo Grande. no Teatro "Glauce Rocha'", dr, Umvzrsidede Estadual de Mato Grosso. A rnEorm<1çao é do Sr. rlau­ ro Cid Nunes da Cunha. Sub-Chefe da Casa Civil. acrescentando que a pales­ tra do chefe do executivo será iniciada às 19 horas e será Íe1ta com a utilização de slides e paine1s dec:ons­ trativos das principais obras de 26 Cano Lanchonete e Restaurante Internacional "Onde voce é mais VOCE" Serviço completo de lanchonete. pizzaria e Restaurante com cardapio intrrnacio:::al Lanchonete e Restaurante Interna..:ional Brevemente em nossa Cidade (Em frente ao Gremio Pedro Rufino) lamentar as e as dos poderosos contra os fra­ cos. descaso dos ricos pelos pobrçs. dos sãos pelos do­ entes. dos felizes pelos des­ graçados... Mas. duma cou­ sa estamos certos e disso nos alegramos, A Humani­ dade acorda e o Sol da Verdaàe j:3 começou a ilu­ minar os charcos das men­ liras! injustiç&s falsidades Flala a M.M.M.À ei ela 'isti sos especiais. A AABB terá sede própria e nela serão prati­ cadas todas as {especies de jogos ele salão. Com qua­ dra coherta. a sede servira ainda como umn imenso sa­ lão de danças e re-uniões. Dependendo apenas de autorização superior para serem iniciadas obras da sede. AABB de Bela Vista já tem sua diretoria consti­ tuid a, tendo na presidencia o sr. Cleones do Nascimen­ to Coe.lho. Todos os outros departamentos e cargos são ocupados, evidentemente. por funcion,rias do banco. Esperamos que a AABB. cumpra sua fin:ali­ dade, afinal é mais utua clube que contribui para o engrandecimento de nossa cidade. Carta à Resposta Redação ou ao S.A.A.E. Serviço Autonomo de Água e Esgostcs ce Bel« Vista Bela Vista. 15 de Setembro de 1973. limo. Sr. Diretor - Redator do ·Tbuna da Fronteira.' Nesta. Prezado Senhor: A presente tem por fi­ nalidade. convidar V.S a nos fazer uma visita. e cons­ tatar como estamos traba­ lhando.para depois escrever seus ··Editais". Gostamos muito do que escreveram sobre descontos nas tarifas. quando da falta d'agua. E perguntamos "se esse jornal também desconta de seus assinantes. quando estes não recebem os exemplares a que fazem justo?" Portanto ... deixamos o nosso solene "Nota Zero" a •·Tribuna da Fronteira.'' Admir Edi Corrêa Carvalho Encarregado do S.A.A.E de Bela Vista Nota a Redação: Primeira­ mente os nossos agradeci­ mentos. e fique ciente: a ne­ ta zero enviada à Tribuna tem sabor de nota dez. o "apélo" surtiu cieito, isso é o que queriamas. Obrigado. Mais uma vitória do "que­ rido e atuante" Tribuna. Com referência a visita. a ceitamos e dentro em breve enviaremos um repórter.a­ ra .. constatar in loco como voces trabalham". Caro sr. encarregado. "Voces tem o­ brigação de trabalhar bem". recebem salários. e os salá- e realizações de seu governo No mesmo dia, durante a manhã r a tnrde, também no Teatro "Glauce Rocha•·. todos os se:rétar/c:s da ad­ ministração matogrossense e dirigentes de orgiios l."5tddu­ ais, manterão contatos com os universitarios expondo a programação que esta sendo cumprida pelos varios seto­ res do governo. O diálogo governo-uni­ versitários de Campo Gran­ de, do próximo dia 26, se­ rá feito a convite dos estu­ dantes daquela cidade. rios recebidos para exerce­ rem suas funções. procedem do bolso do belãvistense. O povo paga ao S.A.A.E pa­ ra ter água. Só isso sr. en­ carregado. o povo quer á­ gua e nós somo~ a voz do povo. Ficamos "deveras pre­ ocupado" com a sua recla­ mação. mas o pessoal da Contabilidade e do Depar­ tamento de Circulação. avi­ sam que descontam os mi­ meros (2) que voce não re­ cebeu (deficiência do entre­ gador) e "Voce. descontarà do consumidor os dias em que o precioso liquido só pode se visto no Apa?" A famosa torneira roncadora. hoje (dia 16. domingo. 16 heras e 3o minutos) está dinâmica. e o "ronco tor­ nou-se melodioso. Agora a "musica" é um constante ritmo de... Quero água . Quero água ... Quero agua . Quuo ~gua ... e o povo [Tribu­ na da Fronteira é o jornal do po vo] manda dizer que Vcds de­ vem •'contícuar trabalhandoº. to.­ do mundo tabalha e lodo mundo que trabalha, precisa do "pão nosso de cada dia". Nosso intuito não é criticar p/ destruir e sim ai ticar para melhorar a resposta que voces eaviaram ao jor- nal é una prova que estarcs no caminho certo. Queremos á­ gva... Ema tempo; Edital quer ±i :cr: Ordem oficial. cop:ia de cre­ dito ou postura que se afixa em lugares públicos ou se anuncia na imprensa para conhecimento do público. (Vicente Pe!xoto) A nota inserida na edição do dia 09-09-73, era uma nota mesao e não Edital", iesa e rereci­ da NOTA ZERO.. C01VlUNlCADO AO lvaro Pereira Comunica ao povo de Bela Vista. para "breve' a sbertur de sua Fi:ra LAR. Numa demonstração que acredita na Priaceza do pa e no seu desenvc!virenro: O elter mzio d· ruob:lar sua casa sem gastar suas economias. e visar a COPA!AR. COPALAR: Ru.1 Duque de Caxias 1285 POVO .:le Mõveis e Eletro Domesticas: ''COPA. A Fira que gosta de zgradar. Bela Vsta Mato Gosso Tribuna da Frontr,irn Eola Viata Satembro de l.07. Federal Secretarla da Recoita Federal Superintendência legonal da Heceita Federal da l }fogiiio Final D+legacia da Receita Federal em Cuiabá - Mt. Au!lnclu tia Receitá Fudorul om Bela Vista - Mt A, Repartiçoes d;i Re­ ceita Federal vêm de on­ cluir levantamento, curo o fim de indentiftcn: os con­ tribuntes omissos ou inpon tuais n recolhimento do Iro posto dr Renda Retido na­ Ft.nte. Tratando-se de parrela deduzida do.,; P"gamentos detuados a tcrcc1ros, o não recolhinento desse imposto configura crime, passivel das mais severas sanções (Decre­ to-Lei n' 1101/70] BONANZA HOTEL ata.a a.. à « !wzu Sob nova dirtção attndldo µelos proprlet/lrlo•: âgua quer.te e Iria: co:lnha de primeira, cocfouo, collrzl• • cordalldode. Rua: l'ilad Rebuâ n" 585 - Bonito Mato Gross •'C I d a d e T u r i s m o" e lima;ão lo 'lít er A EXCEPCIONALID. antigo a espera diretamente às tristes impli• cações do mundo dos ex• cepcionais". E continua o inlustre deputado - "Cinco por cento da população mun­ dial foram o configente sem garbo dos retardados men­ tais e a ONU, recebendo sugestões dos países, solicitou ao mundo inteiro estudos e recomendações sobre a Im­ portante matéria". E. mais adiante diz de maneira co­ rajosa - Milhões e milhões de" excepcionais patrícios na faixa dos adolescentes e da infancia estão diluidos no seio da população brasi • -leira, aguardando o aceno corajoso, compreenslvel e so­ lidário que lhes permita ar• rancar da provação tremen- 11terior Problema soluções novas de GERALDO PINTO SOBRINHO da em que vivem. à plani­ tude da vida, sem as bar­ reiras do medo e das frns­ tações. pela negemonia da compreensão e do amõr'". Nos depoimentos das pessoas ouvidas vários itens foram abordados no que se refere a estruturação. fundo namente pessoal especializa­ do no assunto, o problema financeiro das entidades e principalmente a entidade de conscientização dos pais de excepcionistas, para que não se envergonhem de um pro­ problema de ordem genética ou mesmo acidental de seu filho mas que ajudem-no a incorporar-se no seio da sociedade, e Indispensáveis que AS ASSOCIAÇÕES Dt PAIS E AI'' 1 1GOS DOS EXCE.P­ CIO+IS (APAE) tenha o apolo das autorldadts e das comunld2des, porque para se •· duc.ar um ,xcc-pcfocal, .se ga~ta no mJofmo cinco vezes a mals do que na educação de um crla:,ça normal. Foi lembrado por um rnn­ ferenista a necessidade de se ciar um tipo de •eguro para os excepinais, considerando que ~,uitos Sdo l,lho, de pais que ganham apenas para sobreviver o quem os ampnruriam após • a morte dos pais. Atualmente. através dos v.lrlo, recursos científicos já se pode r,. duzlr consideravelmente os inde­ ces de ucepcíonalt. Parabéns a todos vocés que se interessamn pelos excep­ cfonah. Daqui desta distante fronteira de Estado de Moto Grosso, traves deste nosso vel­ cub de divulgação de lat<'S fm• portantes, formador da opinião públic•. o •·T.RIBUNA DA FRONTEIRA", aplaudimo, de pé lnldatíva< como a da Assem­ bléia Legislativa do Rio Grande do Sul criando uma Coml,são Especial para estudo da excep­ cionalldode daqude Estado e nos colocamc,s a disposição para di• vulgaçõu Jo que for de inl Pro::.tigic o Comercio d• Sidrolândia ji RUI SERGIPE - 29 3;p,m, [] SIDRO.L..tU1vIA - i:..r. , e i'ribuna da Fronteirn Bela Vista Saterbro d 19/3 SERRARIA CASTELO OE. >.NTONIO fH!MO Pl!NLO Compra de Mndeirn Bruta e Venda de Madeira Serrada Antonio Joiiu Mnto Grosso #±9R 0K a.g K tíí Na roda viva d, hoje o negócio e curtir com grana. Arrisque os 13 p0 atos. O quente é na loteca da lnes K N sala de espera do :int Eão José. i1i ffi Voce jóga e ajuda o Brasil. ro O QUE TE É LOTERIA ESP :>RTIV A. (Rcspoasa bilidado da Agência Lotérica de Jardim) F ru %5605 5E0@o te« Declaracão Declaro que foi extra viado o certificado de pro­ priedade numero 32055, ve! culo de WolK Funande~ Monteiro com as seguintes car;.cteri•tic.i: Marca Che­ vrollet .ano de fabnc:içào 71 ,:or verde PkK-up- mo­ tor HP.14G.Chassis: 145 HBR 19815 P. Expedindo por Bela Vista. Pubdcação qur: se faz pora obter se­ gunba va. Bela Visia l (í,"9/73 "SIPER MERCADO" Ér: Comercial Santos o Jair Lemes de Souza Secos e molhados, Ferragens, Veteriária, Eletro-domésticos Representante exclusivo d ULTRAGAS(Entregas a dom»izilio) Super Mercado: os melhores produtos pelos melhores preços SIDROLÃ.NO!A MT, som som da Pesada é na ZP-23-Emissora ,,, ,,, - Mariscai Lopes: a Emissora da INTEGRAÇAO. Música e notícias. Alegria e Participacão. ZP-23- Som-ZP-23 Som-ZP-23 Som-ZP-23 8azar Monte Líbano DE Florinda Martins Leite Aranda 'Roupas feitas em geral [Para senhoras, cavalheiros e crianças]­ Bijouterias - Artigos para presentes. ··Estoque permaneute ele PERFUMARIAS" Rua João Leite • 268 Caracol Mato Grosso MORENA - JAlllBO Descontraida, a more­ na - lambo chegou na beira da Apa precisamente as no. vc horas. Tirou suas vestes com a mnesma intimidade com que o faz no interior do seu quarto sob os olha­ res inertes de ur gigantes co postere artístico O pe­ qutnc biquíni azul• piscina contratava perfeitamente COl'l a moreneza de sua pele e conf.Jndia-se com as lntran­ quilas águas do rio. O seu cabelo longo - preto acaricla­ va-lhe a cintura. levemente movido ;,or um até certo ponto singelo vento. U mó pequena franja cobria-lhe os olhos verdes. o que era sistemáticamente sacudido para trás por um pt:queno balanço de cabeça. O sol esperto do verão de setembro toccu-lhe o cor­ po: primeiro o rosto, depois toda uma imensidão de cur­ vas provocantes. O salpico das aguas trazidos pelo ven­ to provocava lhe uma leve sensação de arrepós como e o verto-sui lhe percorres­ se o bonito corpo da ponta dos dedos ~o fh dos cabe- (Jornal Tibuna da Frontei­ . ra Revista Integração) CGC-MF 03202166/001 lnsc. Estadual 13059232- 3 Assinatura Anual: Bela Vista Demais município Diogenes Brayner O1EO LTDA. Assessoramento d entidades publica municipal e autar.­ quia. Balancetes mensal e anual, prestaoes de contas, orça­ xccntos: Ema auexo materiais escolares, artigos diaticos e de Escritório em geral. Fotocopia cm l rni:luto. Empresa Tribuna da Fronteira Jornal Tribuna da Fronteira (Fundador: lvaldo Pereira) (Registrado no Cartorio de Títulos e Documentos Nº :_066) EXPEDIENTE Diretora: Maria Estela Ve­ lasque= Pereira. Redator chefe: lvaldo Pereira Colaboradores: Diversos Redação e Administração Rua Barão de Melgaço s/n Bela Vista - Mato Grosso 50.00 60.00 Todas as publicações a­ vulsas. como sejam: Editais. Avisos. Secções livres. A pe­ dido. Comunicados. etc serão pagas adiantadamente. •• A Diretoria não se responsabili::a por conceito emitidos em artigos assi nados". los longos pretos. Deitou-se na areia branquinha d; praia com a mesma elegancia com que se deixa car em sua cana e naquele imaginário pequeno-grande quadro for-. mnu-$e- a mais perfeita fu­ são de cores e beleza: no­ rena-Jambo, azul-p1sdna ~ branco. Delicadamente espalhou bronze; dor pelas pernas (e que pernas meu Deus) em seguida no, braços. barriga e rosto. Com um sacrifício fora do comum 'tudo nela e:a incomum) conseguiu al­ cançar as costas ;ara a mas­ sagem do oleo, e olousse' da cabeça aos pés. Indife­ rente aos olhares dos que passavam e aos galanteios dos que lhe arrc,deavam, ti­ rou de sua pequena carteira u Minister e provocante­ mente (o Ivan Nobre Maze­ tto tinha a boca aberta nes­ ta hora) ;:mxava E" soltava fu­ maças para os pulmões e, atn continuo. para o ar. Deitou-se totalmente n'areia. O sol castigava-lhe a pde. e a~ águas. no seu eterno passar. parecia dese- ESTADO DE MATO GROSSO Prefeitura Municipal de Bela Vista OF: r<> 135 Sec. EM li de Setembro de 1973° DO Prdeito Mnnicipal de Bela Vista AO Presidente dn Fundo de .-ssistêncla e Previdéncia do Trabnlhador Rural - FUNRURAL ASSUSTO: Solicitação (faz) Vimos respeitosamente à presença de V. Excia., solicitar o especial obséquio que sejam tomadas as pro­ vidências cabíveis,· para o assunto abaixo exposto. Em nosso município existe elevado numero de trabalhadores rurais pessoas idosas ê.m sua maioria que. por falta e recursos não podem deixar o seu traba­ lho cotidiano porque. o SU!:­ tento de sua familia assim o exige. Porém. com idade bastante avançada. torna-se improdútivo. e. vencido pelo esgotámentc físico. após tan tos anos de labuta. encontra na aposentadoria o seu me­ rec.ido descanso. Para levar a efeito. seu intento vé-se obriga­ a viajar à Agência do Fun­ rural mais próximo. localiza­ do no cidade de Jardim. dis­ tante 90 Kn. deste munici­ pio. Em virtude de aquele Muniápio não dispor de Sirdicato Rural. encontram­ se na contigê.ncia de efetuar inúmeras viagens para con­ seguir o visto. do Sindicato Rural de Bel;; Vista. na do­ cumentação exigida e obtida pessoalmente naquela Agn­ cia do Funrural. josa de tocar-lhe o corpo. As águas queria (como to­ dos que lhe arrodeavam) pos­ sui-la. Mas parecia que sua paixão era pelo sol: lhe o­ ferrcia o corpo provocante ele o queimava impiedo­ amente, sádico, cretino, per­ verso. Levantou-se lentamen­ te e cora metódicas passa­ das caminhou para o rio. Talvez para acalentar as a­ guas, desejosas de tocar-lhe a pele tão cruelmente casti­ gada pelo sol. Deixou-se cair n'agua e lá ficou por muitas horas. Os cabelos molhados pare­ ciam um manto' a cobrir-lhe as costas e as pequenas go­ tas d'agua ficavam pregads em seus macios ombros, Sa­ iu do Apa tão bela quanto entrou e novamente deitou­ se n areia branquinha para entregar-se de corpo e alma ao sol. :..Jas a agua ainda toc;;va.Jhe os pés. Tocava. lhe: mancinha. dengosa. ci­ umenta. tentando possui-la. Era bem verdade que no pa havia bastante genté. mas para mim só existia a morena-jambo dos olhos d'agua. Cumpre-nos citar. que em setratando de pessoas idosas e de poucos recursos financeiros. tornam-se cansa­ tivas e dispendiosas tais vi­ agens que são obrigados a fazer, mensalmente mesmo depois de terem aprovado a sua aposentadoria. para re­ tirar a pensão que lhe é de­ vida. atualmenle no valor de Cr$ 156.00 (Cento e cl.o­ quenta e seis cru::e:iros) .. A única solução para tais problemas. seria criação de uma Agência de Funru­ ral em Bela Vista .. que além de dispor de um Sindicato Rural. também atenderia aos desejos dos trabalhadores rurais do nosso vizinho Mu­ nicípios de Caracól. Pela urgência de uma solução para o as­ sunto me pauta. solicitamos a V. Excía .. a sua valiosa atenção, para o mesmo. e com o qual nos sempre tem prestigiado. • Aproveitamos a oportu­ nidade para retirar-lhe nos­ sos protestos de elevada es­ tima e consideração. C lóveis Marcelino de Oliveira IV 1 / # OF. No. ,32/7"3 - Sec. EM 14 de ~etemb:o de 1973 DO: Prefeito Municipal oe Bola Vista AO: Secretário cJe Planfljamento e Coord. Econó,nica ASSUN fO: Sollc1taçâo clu~ão. Por uma deferência toda especial do Exmo. Sr. Prol. Seba~tiãu l-laroldo Ka~trup. Secretário de Planejamento e Coorde:­ nação Econômica do Estado con~e:gui:nos :,1rõtuitamente a execução dêste projeto. Para a execução desta obra. foi elaborado um or • çame:nto aproximadamente: Cc$ 3.000.000,00 (Trés mi­ lhões de cruzeiro,). sendo o que até o prtsente: momen­ to. não contamos com qual­ quer possil>ihdade para ini­ ciarmos esta obra de eleva­ da 1mpoctãncia para o nos- so Município. Cm Temo, eri. orçi!mtnt<' ums cotação de r} 1 Sll.000.00 (cento e cinquen• ,,, mil cruzeiros) e, tulve: haj: a inclusão no rca a•cnto plurianual do Gover­ no Est«dual para esta obra. Na atual situação er que se encontra ste serviço, em Bda Vi5ta. tvrna-:e- qun• ~i- Cillam1tosa. com o exces­ sivo número de fossas' oca­ sonando com isto. a pronla­ ção de insetos transmissores dl' doenç;,s nocivas à saúde. Tais prcblemas agravam ainda mais o progtesso do Municip,o, que podr ria ser incluindo no plano Turístico Nacional. tornando S,:; assim o cartão de visitas para to­ dos os estrangeiros que a­ qu desesembarcam, ansio­ sos de conhecerem êste grande e fabuloso Pais. '.'losso Muni:ípio parti- Elói Segundo ful largamente no. tlclado pela lmprcn,a, 17 gucrrl­ lhtiros scqucstr;aram "278 alunos, professores, funcionários e enfer­ meras de una missão matda pela Companhia de Jesus na scl­ V.JiS de- Mukubura, Roà63ia. A idade dos jovens, scqutstri,do, varli1Ya e:ntrc 13 <" 15 anos. Os raptores Qcclararam que os alu• nos ~criam ltvad01 à Chino C"O• munlsta, onde receberiam treina­ menta para gucrrllh~iros. FeH:n1cntc, prr uma ação .-contada das autoridades e cm ra:ào da carência de recursos, os sequestradores foram obrigados .:i nbandornr suns vitimas, das de cpante ativo das glórias brasileiras conqutstadas no pa,sado. C<'m reg1-tro bri lhante em nossa história, lc­ calizado n;i fdlXrl dt> lron· teira e, com rápido acesso a Assunçao - Paraguai. cor.• ta com inúmero• lugate:s d.: apreciJvd beleza natural. po• rém não apresenta condições para atrair os turistas pela falta de rec-ur~os bá5icos. Na certeza da vahNa atenção de V. Excia.. para o aciona exposto, à portu­ nida de, rerirac,os-lhe pri,te-S· tm o~ elevado estima a con­ sileração Ao Exmo. Sr. Sebastião Amido Kastrup Secretário de Planej. Coord. Econ. Cuiabá - MT Nlagalhães qu,11s s6 d,ccn otu· lmcn!c 17. Pc,dc ~~ im.'.lginar o SU'ito e: õS privações d.e toda ordem u qUc foram sujeitas ao pc,soos assim cruelmente raptadas, bem co:no a terrível a ngústi.is de sua!' familias. Trata-se pois de uma ação gravcmtntr delituosa, praticada contra pessoas devidarente idrn­ tificadas, num loc:ol mccc.ionado com tt'da a pttdsâo. O foto - ultarne.ntc coosurâvcl - aprc,cota assim todos os requisitos para dtspcctar a indlgnaç5.o dns pes­ soas com passivas. Entre C".!tas porC'm não se acham os csqucr­ distas católicos e não cnt6Hcos Clóvi~ M. de Oltveira Prdtcitv Municipal e Taveira que silenciaram sobre este: crime mas, o tresmo tempo, levantJ• rami um coro de protestos uni­ vcr,al contra uma chacina que terio !!:ido levada a efeito cm !vlo­ Ç;")mblquc. n1.1m lugar não ldc:oti­ licado. contra vitimas também não ldeotilkadas Aos organi:adores dcssf' pranto universal fundo o cora­ c;ào a 1oorte de vitimas que não se sabtm 5C existem Utra com· paixão que- se volta toda pata o crime inautõntico e silencia g)a. ci.ilmentc quanto ao crie .:,,u .. têntic.01 é ht.m caractcristicamcn· te uma compaixão tnauti:.ntica ... (ABIM-1gência Boa lmprea.a) AAb~J Cu'lural a!ende a m ihares ée ped'.do;. re!.inçaru:!o'os C'3•ée; Compositores d.1 Música Unr.tersa( ern fosoo..ios e C,sco:; Lt' q .1t' reunem numl s6 coleção os momentos mu~1ca·3 111.ils cxpe-:!: ... :,:;. de todos os terrpos. O pnmero reste é Beethoven, No tascclo.voé encontrá c7 aspectos mais lmpcrtantes da sua v.da e da sua época va'corda. por muitas ,ru~traçóe-s. No d,S.CO. IOcé ter3. a 5a S,nfOf'l>d. a f"".:..-5 célebre de todas. E na cora do n° 1,você ganha intear ente grâhs um suplemento espeoal à arte da música" Depo,s de Beethoven vrão Tchakowy. Chop t Bach, L,:~ Bra'i:-r s, Mozart, Vrva!d, e mu, .. 01 olNos. num3 seleção apr,l'T'O"' rada dos m:t:ores composrtores da mús,ca c!J~-; ca. Não perca esta nova chance de coleccar Os Grandes Composrtotes da Mús,ca Unive=i Vcc.é est,;r .i con­ quistand3 uma grande herança OJttur.il e m1,;~o! do humanidade. Em todas as bancas. cada 15 dias. um fa,;ócu'o e e, disco por apenas CrS 10,00. Procure Bar na Banca Bossa 1'1ova Produção em Série rece Operários A crcs<"cntc apatia dos tra ... balhadorcs da lndú,trJa e do co• mzercio esta preocupando o go­ verno brit..ãufco. Vârios conf11tos tem-se repetido, sobretudo na iadüstria automobilistica. Seguido os especialistas, a técnica de produção em série é a prlnclpal responsável p,·lo de­ sinteresse e fast::o c!os "'pcrárJc,s que ficar: reduzidos a meros r.:>bots. • Afinal, t!S5t::i: operârfo~ in- r,:::-:;;imc J ,,,,, i 1 UL1U'.J ##e ~--...) do abor­ Britanicos Duplicaias Extraviadas Retificação Foram extraviadas 4 duplicatas no valor de 50. 000, 00 cada uma venci­ da dia 1/5/71 e 5 de 50.00Ll.OO que vencuão dia 1/8/75. emitida~ por lrineu gleses não deixam de ter uma dose de razão, pols o homem não foi criado por Deus para trabalhar coo e fosse uma máquina. Ora, o mundo mo#er no' cfastando-se giadauvamente dos ideais da Civilização Crlst.i. transforma prat,came.ote o homrm tm autõm.ito. E nunca se hou­ viu dizer que alguém se sentisse feliz em ser tratado como se fos­ se uma máquln.o ... (ABIM - A­ gencla Boa Imprensa). A. Cardinal a favor de José Alery M arçoila. Publicado para os devidos fins. Bela Vista. 5 de setem­ bro de .1973. Casa OE Ar"Tiando Hazime - Tel. 286 o 229 , Jogos de quatto, Sala. Copa, Pratarias, Elcrto Coméstlcos, Roup3S Feitas Calçados, Artigos par.i Presente cm Geral. O Maior Crediário da Região RUA DUQUE DE CAXIAS Tês Irmãos 1174 - 1913 - BELA VISTA-MATO GROSSO 1 Tecidos. Rc-upas FeitaE, Rádio. To.-a Discos 1 Gravadores. Toca Fita. Máquina de C s· CA. E d E ostura mger o c oes e spuma, Ccpim. Crina Calçadvs Ariaos para presentes e Art,gos Escolates 0 . M 1 Brinquedos Ai marinhes em Geral ' t5cos. a as CASA FLÔRES Rua P1lad Rebuã 0• 566 Bonito MT. ------------ Cumpra Participe da Campanha "PLANO eu GOL DE LETRA" e se (Iniciativa da Liga Esportiva Belavistense) ciando n ,sü~ Joyr.nal L. H'n·, Cara sr Dr a ... <. u~frc,;6-. frn-. . oi, du, but,.,. V.EHD.lS 'O ATACA.D ) <11;;, Lom,s v~k:Hln, 2o2 (au l do da f !"Ll~ci,I 8d,, V,·!a - - Paraguay f·.··,), , I # . Pague Coxn LadypCheque do i BE ,-,MHT ...l... "Cheque todo mundo usa. lady-Chéque não. Lady-Cheq:.ie d::, BEMA T é um cheque cheio de personalidaàe, feminina até na côr. Com o Lady-Cheque você faz comprãs, retira dinheiro, paga suas despesas Lad;-heque é paso, mesmo que não tenha saldo? 8 isso mc:-mo Quando vocc abre uma "Cota Rosa" no BEMAT fica estabelecido um teto do dinheiro disponiv