T t, 
DIRETO«k: Maria Estela Velasque: Pereira 
F TEIR 
Liberdade com Responsabilidade 
REDATOR CHEFE: haldo Pcmra 
Ano li 	Bela Vista - M. 	07/10/73 	N' 75 
Governador José Fragel­ 
li atende rcinvindicação 
do Prefeito de Bela Vista 
o 
! 
lV.lINHA CRENÇA 
José Carlos LONGO 
tendendo a reinvindi­ 
cação do sr. Clóvis Marce­ 
lino de Oliveira, prefeito 
municipâl. o Governador do 
Estado, josé Fragelli. con- 
cedeu um auxilio de 
Sú.000.00 (cincoenta mil 
cruzeiros) destinados ao Se­ 
tor de Energià elétrica. 
O auxilio veio de en- 
't contro a necessidade urgen­ 
te de aumentar a rêde e 
melhorar os serviços {do re­ 
ferido retor, A energia Elé­ 
trica em Bela Vista. defici­ 
ente e que tem dado inúme­ 
ros aborrecimentos. não só 
ao povo. corno aos encar­ 
regados da Usina (não fa­ 
zem milagres) e à adminis­ 
traçãc Municipal deixará 
de ser "problema" dentro 
de pouco tempo. pois se­ 
guncio informaçoes de sr. 
Prefeito" ... a rêde de Llru­ 
bupunqá logo .. .logo estará 
t 
1 
cm Bela Vist,,", O gover- 
nador Fragelli concedeu 
também um auxilio de· 
, 50.00.000,? (cento e cin­ 
coenta mil Cruzeiros). desti 
nades à construção de um 
Predio Escolar no Bairro 
Antonio João. Aumento da 
rêde de Energia Elétrica 
-Grupo Escolar e Centro 
Educacional. demonstram o 
esforço que o Sr. Prefeito 
tem dedicado a sua admis­ 
tração. 
A vinda da Energia 
Elé trica de Llrubupungá. 
devemos "º Deputado LI­ 
baldo Sarem. moço que tem 
procurado servir Bela Vista 
em todos os setores. 
Isso é Politica. Vende­ 
dores. Prefeitos·. Deputados 
e o Governador :trabalhan­ 
do em pró! do desenvolvi­ 
vento de. Mato. Grosso. 
Em atenção ao nosso 
Oficio 146/73 de 1-l.09.73. 
dírigido ao Secretârio da Se­ 
gurança Publica do Estado 
de Mato Grosso, informou­ 
nos o mesmo que é impos­ 
sível o aumento de efetivo 
de policiais em nossa cida­ 
de, em virtude de não con­ 
tarem elementos drsponiveis 
c:n outras c:idades que po­ 
deriam ser enviados para 
servir nosso Município. 
Porém, como o assunto 
De 
é afeto a Casa Militar. foi 
nos prometido, pelo seu Che­ 
te, uma viatura para servir 
o policiamcntn locõl. sanan­ 
do em parte nossos proble­ 
mas nêste setor. 
A criação da Copa­ 
nhia de Policia. nêste Mu­ 
nicípio. é de responsabilida­ 
de do Cel. Euro Barbosa, 
cujas providências já estão 
sendo tomadas. 
Clovis Marcelino de Oliveira 
Prefeito Municipal 
Não obstante ao atual 
desprestigio porque atreves­ 
sa a raça humana, ainda me 
resta uma centelha de espe­ 
rança na minha espécie; u­ 
rna fagulha microscópica, 
mas que pode transformar­ 
se em imensa fogueira. 
Isto porque, as mesmas 
inteligências que criam ar­ 
mas capazes de dizimar a 
humanidade inteira, podem 
criar remédios extraordinil­ 
rios, capazes de curar ma­ 
les incríveis. 
A, mesmas mãos que 
deixaram cair o desprezo pe­ 
la vida em Hiroshima. po­ 
dem devolver a visão a un 
cego. 
As mesmas palavras ir­ 
reverentes que defumam a 
mera! de um ser humano, 
são capazes de se transfor­ 
marem em preces humilimas. 
Eu creio - e afirmo sem 
medo de errar - apesar dos 
prognosticas em contrário, 
na capacidade de criação :le 
minha espécie; e ainda mur­ 
to mais que isso: eu creio 
de tal forma na raça huna,a­ 
na que ainda permaneço 
com vjdõ. Não com a vi- 
Um grupo de cidadão 
belavistenses, contrarando a 
filosofia positiva cio governo 
tederal. Desenvolvimento. 
Paz e Trabalho - tem pro­ 
curado distorcer as diretri­ 
zes traçadas pelo atual pre­ 
feito. e crrnm condições d1: 
proliferarem as 'tristes e 
célebres fofocas'. peculiares 
nas administrações hadernei• 
ras e políticas ultrapassadas 
nós, quando tecemos criti­ 
cas à Administração Clovis 
it p 
Alfeu Batista 
a 
POSITIVAS E NEGATIVAS 
li 
da comum, porém. Mas com 
uma vida capaz de ser de­ 
dicada a melhores dias pa­ 
ra toda a humanidade. E 
tenho a firme convicção que 
a maioria pensa da mesma 
forma. 
Todos somos capazes 
de dar um pouco de nós 
mesmo para um irmão mais 
necessitado. Ainda que se­ 
ja uma palavra de conforto. 
Isto é o que faz este mun­ 
do pobre explodir em ale­ 
grias ainda. 
Afastemos-nos um pou­ 
co do geral e acerquemo­ 
nos mais do particular. 
Falemos do povo de uma 
cidade geograficamente mal 
colocada. Pensemos em Be­ 
la Vista. É nesta comuni­ 
dade que eu mais creio. 
Primeiro porque um dos 
seus. E. segundo. porque 
um dia não muito distante 
eu a verei explodir ema pro­ 
gresso, em cultura ea hu­ 
manidade. Não que o povo· 
não seja humano, nas por­ 
que ainda de vez em quan­ 
do a Le, do Talião se ma­ 
nifesta. se torna viva como 
em tan:os outros lugares do 
Marcelino de Oliveira, 
no intuito de indicar erros e 
se passivei. soluções. e nun­ 
ca. coa, a pretensão de fa­ 
zer "politicagem". A épo­ 
ca exige homens que quei­ 
ram construir, os destruido­ 
res devem se ''aposentarem". 
Voce-que tem alguma ex­ 
periencia politica e adminis­ 
trativa, procure transmiti-la 
ãos jovens e não fique dan­ 
do exemplo de BADERNA. 
Caso contrário recolha-se, e 
mundo. 
Eu creio que este povo 
ainda retribuirá à sua cida­ 
de o muíto que ela tão ge­ 
nerosamente lhe deu. 
Eu creio que este povo 
ainda participará em muti­ 
rão do soerguimento econô­ 
mico e cultural de sua cidade. 
Eu creio que ainda ve­ 
remos um povo todo luta­ 
do para melhorar aquilo que 
é seu, que tem demais sa­ 
grado. o dever de dotar ao 
lugar onde vive. um pouco 
mais 'e si, 
Eu creio que ainda ve­ 
rei esse povo unido' forçan­ 
do o desenvolvimento ache­ 
gar até aqui se ele se mos­ 
trar fugidio. 
E por fim eu creio na 
coroprrensãn dos que lerem 
isto. eu creio que o leitor 
sabe avaliar os motivos da 
mínha crença muito mais do 
que eu. Principalmente se 
ele nascc,u e se criou aqui, 
porque dessa forma ele de­ 
ve um tributo a sua cidade. 
lm tributo bem maicr que 
o meu: o de cru no futuro 
de sua cidade. 
deixe trabalhar os que que­ 
rem. NEGATIVA. 
A volta do jornalista. 
Diogenes Bryner. ao quadro 
redatorial do "Tribuna da 
Fronteira". deu nova vida 
ao sempre batalhador e pro­ 
gressista orgão de imprensa. 
POSITITA 
Segund.i informações 
do Sr. Ciovis Marcelino de 
Oliveira Bela Vista terá em 
174,o seu Centro Educa­ 
cional. POSITIVA. 
reida 
Gomes Oferece a Oportunidade 
Construir Sua. Casa 
para 
nGUARDEM PftRA O ·PROXIMO DIA 10 
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Tribuna da Fronteira 
Bala Vista Outubro da 19/3. 
"BOHAH(A HOT-DOG" de Irmãos Braz , 
Orgulhosamente apresenta: 
8rasinha na Escuta 
Monótono o Íím de semana llíl Princesa do pa. 
Sensaciondl a tcmp.:>rada H,pica em Bela Vista 
Aniversários, Festinhas, Recepções em geral: Do­ 
n: de Casa não se preocupe, chame pelo Telefone [OE: 
Bonança, a Arte Bem Servir. 
d 
A "Cocadinha" Rosana Loureiro. mil Felicidades 
por completar mais uma primavera na semana pp 
c 
Ao Jovem "l<inho" (Hércules) muit'ls labarêdas pe­ 
lo Nat na semana pp. 
Banança de: Irmãos B.az, ofaece Hot- Dog e Re­ 
rigerantes. sendo servido por pessoal especializado. 
Ao Casal Maro Loureiro e Sra. 1-'arabéns pelo 
nascunento do Nénem 
Co:npareçam de 12 a 15 do corrente, ao li En­ 
contro de Artes Infantis no GPR. Promoção Sereta­ 
ria Municipal da Educação 
Vai fazer Festinha? Não esquen.e a cuca. Bonan­ 
ça irá até sua resiJência com Equipe· uniformizada. E 
só solicitar pelo Fone I O 1. 
Não deixem de colaborar co a Casa da Amiza­ 
de, indo ao Baile das Debutantes. que será realizado 
no "Tradicional" (C EB). no dia 25 do corrente. 
Casal da semana: Turini e Carmem 
COMERClAI .. JOSÉ PAULO 
DE Altair Conceição Nantes 
COMERCIO de materiais para construções: Pias--Lavatórios-Madeiras--Serradas- 
Azulejos- lmbituba-Ladrilhos--Tijóles-Cimento 
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(Jornal Tibuna da Frontei­ 
ra Revista Integração) 
CGC- MF 03202166/001 
Insc. Estadual 13059232- 3 
Jornal Tribuna 
Fronteira 
(Fundador: lvaldo Pereira) 
da 
(Registrado no Cartorio 
de Títulos e Documentos 
N' : 066) 
EXPEDIENTE 
Diretora: Maria Estela Ve­ 
lasquez Pereira. 
Redator chefe: I valdo Pereira 
Depto. Jumlico: Dr. Carlos 
Edy Sá de Medeiros. 
Colaboradores: Diversos 
Redação e Administração 
Rua Barão de Melgaço s/n 
Bela Vista - Mato Grosso 
Assinatura Anual: 
Bela Vista 50. 00 
Demais município 60. 00 
Todas as publicações a­ 
vulsas. como sejam: Editais, 
Avisos, Secções livres. A pe­ 
dido. Comunicados. etc serão 
pagas adlantadamente:. 
"A Diretoria não se: 
responsabiliza por conceito 
emitidos em artigos assi 
nados". 
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!':rib 1 a da l'r on lciÍt·1, 
FIM OE SEMANA 
t 
Bole V,ta Outubro d 1973 
Voltar é reviver e eu 
voltarei. Renunciar é não 
ter forças para prosseguir e 
eu quase renunciei. Errar é 
banal. reconhecer é urna vir- 
•. tude e eu reconheci. Ser 
• humilde é uma caracteristi- 
ca dos bons. e eu não fui. 
er auto suficiente é com­ 
provar deficiencin pessoal. e 
eu comprovei. Ser tudo J • 
quilo que contrnric o pensa­ 
m.:nto Jas pessons que se 
relacione com il gente. que 
MEIO III.I/I I E. !SII 
Secrniaria Educação Municipal 
A Secretaria de Educação Municipal de Bela Vis­ 
tn - Mt. farà realis<1r o: "II'. ENCONTRO D AR­ 
TES INFANTIS". 
NORMA') GERAIS DO ENCONTRO: 
Vao fazer pãrte do II encontro de Artes Infantis, 
trabalos realizados por 
a) Crianças de 6 anos Pintura a dedo 
b) Crianças de 7. 8, 9 e I O anos Pintura á pincel. 
c) Crlanças de 11 I' 12 ar.,,s Modelagem com argila. 
Os T,abalhof piÍra o li Encontro de: Artes lnfan­ 
tis, serão ferros pelas cranças no Estabelecimento, sem 
auxilio de ninguém. 
São Motivos para oi!Encontro de Jrtes lnfantís: 
a) Criança 
b) Primavera 
c) Sof. 
Todas as crianças devem ta op<,rcunidaclc de 
participar: 
Cada Colégio tera uma equipe de professores res­ 
ponsávcis pela bo:i apresentação da escola. Cada equi­ 
pe. terá um Profe~sor Chef.:. 
CHEFES OE EQUIPE 
) Escola do ' Grau - Castelo Baco 
Prof Odete Paes de Barros 
2) Escola Paroquial Santo Afonso 
Prof" !rmã Lucinda Galvão de Castro. 
3 Grupo Fscolar Generoso Ponce 
Prof' gostinha Tbicherani 
4) Grupo Escolar Estér Silva 
Prot' Beatriz 8rites. 
5) Escola Rural listo do Serradinho 
Prof" Zulmira Ossuna. 
n) Escola Rural Mista Costa Reüna 
Prof' ZulLDira Ossuna. 
7) Escola Municipal São Patrício 
Pro!' Sandra Barbosa 
8) Escola Municipal São Gt>raldo 
Prof' Wanda Inês Gonçalves. 
9) Escola Municipal S5o Clemente _ ..... 
Prof' Clensa Veder Manchinski e Conceição Ramos. 
10) Escola Rural Mista de Agua Doce 
Prol' Jaciara Cha11>orro da Ro_cha 
 I) Escola Rural Mista de Fugua 
Prof' Ce:rtunino Freitas . , 
12) Escola Antonio João - Granja do 
I 
O RC. 
Rrof' Vito11no Ramào Torres: 
J E· ,• • Interna dos Trabalhos dos alunos. se- 
i. xpo,1çao 	E b 1 t n 
ra eai u, salio os sala do prro ""gcm09" 
d balh já estarão separalos por taxas Ie 
", S" os rapa"° , árca por idade. A eipost- 
1 a e· uma vez que ., 	d. - · · 
4 (Interna) tevc inicio no Ia e ira a- 
;ao nb coregos c 	±. 
d b O 
sem acrapàlhar o horar10 de au- 
te o dia 7 e outu r • 	• _ • b'· 
1 
,, . _ deverá estar aberta aos pa,s e pu 11- 
as. expos1çao ·d , 
1 1 
nhà a car e e a noite. sempre com 
co em geral pela ua' , as vis:tas, e um responsavcl 
u livro de registro para 
P 
l . 1;õ da cxpo,içào. 
e s ",'à, t bro . Uma comissão nomeada pelo 
D,a O " ou u . . 1 •. 
b 1 
· to fará o Julgamento o s~ ecionara. 
próprio esta < ec,me_n 
1 
de cada faixa de Ida- 
Os rres primeiros ugares - 1 
: d, colégio estara ra Exposiçao geral com 
de, logo. ca a g . - (M del:igeos)· 
q • ( 15' pinturas e sei- O 
0 
umnze i r Encontro de Artes lnfonti,. 
- Esne- 7o,8;""te bons prémios aos lho- 
de l!à li de uupr. 	Eh d 
res lassiflcs) eleve a Cultura dos nossos tucane os. 
"Norma de Melo Pinto" 
Sec. de Educ. e Cult. Municipal. 
um 
viva no nosso meio. que é 
nosso semelhante. realmente 
é demonstrar tendências pn• 
ra o tédio, para o ódio. pa­ 
r J o desprezo. Ê afastar 
de si a possibilidade <lo vi­ 
ver tranquilo para consigo 
mesmo. É afastar de si os 
amigos, os colegas, as aten­ 
ções. os bons dias. os boas 
noites. os '"olás ... os "como 
-vai'. e toda uma infinidade 
de tratamentcs entre pesso­ 
as que tem um relaciona­ 
mento amigável. 
Talvez cu tenha feito 
D1ogenes Brayner 
acelerado progresso. Vibro 
ct'rn Glaucy Piores como 
presidente do belavi tense. 
Vibro com o retrato do Lon­ 
go e sua "Cronica da i­ 
dade". Vibro com tudo quê 
·e relacione com Mato Gros­ 
so pos acreditem se quiser 
e puder, ai w era fel,:: e 
não sabia... 
uma auto-critica. Talvez eu 
tenha olhado para os meus 
du::entos e dez dias de Be 
la Vista e tenha chegado a 
uma real conclusão do quan­ 
to eu tentei ser pedante pa­ 
ra com alguns dns meus co­ 
legas bancârios e outros a­ 
migos be:lavistcnses. Estou 
longe de todos vocês, os 
meus fins de semanas são 
outros diversos. mas sei que 
existe um povo que me an­ 
tipatizou desde o dia que 
cheguei ao momento que 
saí. Puxa gente. realmente 
eu não podia merecer maio­ 
res atenções de colegas co- 
. mo Maraes. Moacyr Baioni 
chefe humano e amigo). 
Ojalma, Zé Maria. Lidia 
Rodrigues, Aura Gonçalves 
(e sua eterna lata de Skol). 
Ricardo Melo. Alvair Assis. 
(não são parentes). Cleonis 
do Nascimento (nortista de 
nascença, matogrossense de 
de coração), o nosso bom 
Hidekl (o "chicorro .. de so­ 
brenome difícil). a queridís­ 
sima Vilma Abadie. o M<1- 
rio. o Henriqut. o Garibal­ 
di Rosas (de passos lentos 
e risadas largas), o Grego. 
e o paciente Luiz Carlos 
Nazareth. alêm dos meus 
colegas-irmãos da "velha re­ 
pública de guerra" Longo. 
Ivan, Miguel e Ednaldo. De­ 
les eu apenas recebi o que 
merece um visitante que . Se­ 
quer. não procura adaptação 
com os costumes e com as 
tradições de um povo. De­ 
les cu mereci o que daria 
caso alguem chegasse em 
minha terra e despre::assc 
tudo aquilo que cu achasse 
de mais belo e que fosse a­ 
mirado pelo meu povo. 
Mas aqui estarei de vol­ 
tar. No rnesmu canto, com a · 
mesma coluna. Mantenho 
correspondenca ccm alguns 
bons amigos que ainda con­ 
seguiram me tolerar e entre 
eles destaco o jJrnalista ~­ 
ly de Araujo Barbosa. Mes­ 
mna referencia faço ao joroa­ 
lisca • lvaldo Pereira, qu a­ 
té hoje não esqueceu de en­ 
viar para Carpina o jornal 
·Tribura aa Fronteira". que 
n leio de capa a-capa e que 
vibro quando vejo os nomes 
dos colegas e dos amigos. 
Vibro com Bela Vista e 
Ami 
NOTA DA REDA­ 
ÇAO; Dogenes Brayner. 
jornalista, amgo e HO­ 
MM, homem porque: só 
um HOMEM faz análise 
de suas relações e do valor 
imenso aos ''olas, como vai 
e toda uuia infmidade de 
tratamentos" que fas a vida 
toruar·se um espelho da i­ 
mensidão cosmica que nos 
ag11arda. Jornalista. que tira 
da "rosa o perfume e lrans­ 
mnite o calor humano atra­ 
vés de suas cronic.is". Nin­ 
guem tem o direito de jul­ 
gar e rouito menos de tran­ 
car a felicidade de alguem. 
Diogenes Brayner. jornalista. 
amigo. HOMEM. esramos 
de braços aber:os a sua es­ 
pera. com os nossos defeitos 
e voce com os seus. o que 
faz a gentt! contente a beça, 
faz a gente ... ser gente e 
não máquinas. Escreva ami­ 
go. escrever para voce é vi­ 
da. o poeta canta em versos 
e romantismo e a meiguice 
da vida. e cromsta transmi­ 
te: VIDA. Voce não está 
longe. esta perto da gente. 
convasamos todos os dias e 
muito mais nos fins de se- 
mana ... no seu e no 
··Fia de Semana". 
A 
nosso 
O superior-geral dos 
jesuitas realizou recentemen­ 
te uma viagem à Cuba. Na 
ilha tiranizada. esteve nego­ 
ciando a criação de um Par­ 
tido Democrata Cristão com 
o presidente Dôrticos e com 
Castro. 
O prezado leitor certa­ 
mente deverá ter se espan­ 
tado com a noticia. Corno 
pode existir um partido ver­ 
dadeiramente cristão e de­ 
mocrático num pais sob o 
jugo brutal do marximc? 
Perplexidade ainda maior 
deve causar o fat::> de que 
a criação do PDC em Cu­ 
ba tenha sido negociada pe 
lo Pe. Arrupe - sucessor 
do admirável Santo Inácio 
de Loyola. 
Que razões terá levado 
o religioso a empreende es­ 
sa inglória tarefa? O leitor 
não terá dificuldade em res­ 
ponder. ao analisar a se­ 
guinte declaração do Pe. 
Arrup.e: "Minha visita à 
Cuba me convenceu de que 
co 
A as da Amiz. de 
con da a dstunta Sociedade 
Belavistense e Cidades Cir­ 
cunvizinhas para prestigia­ 
rrm o grnndioso Baile das 
Debutantes de 1.973. 
Aguardem as Debuta11· 
tes da "Era Espacial" e 
divirtam se, ao mesmo tem­ 
po. üJudando os NEíES­ 
SITADOS. Da 25 de Ou­ 
tubro. no Clube Esportivo 
elavistense. Mesas: 50.00. 
Rerervas; com o presidente 
dn C., d, pelo Tel•fone; 2i-1 
e r ça 
Declaro que fo, extra­ 
viado o certificado de pro­ 
priedade numero 32055. vei­ 
culo de Wolk Fernandes 
Monteiro com as seguintes 
característica: Marca Che­ 
vrollet, ano de fabricação 
71 cor verde Pick- up-motor 
HP - 149 - Chassis: 145 
HBR 19815 P Expedinrlo 
por Bela Vista. Pubricação 
qur se faz para obter se­ 
gunda via. 
Bela Vista 16/9/73. 
Mantenha 
·cidade sua 
limpa assim 
você estará 
colaborando 
com o desen­ 
volvimento 
da mesma 
"TRIBUNA INTERNACIONAL" 
ESPANTOSA VISITA DO PE. ARRUPE 
Á CUBA 
Flávio Braga 
os jesuitas e outros padres 
destacados para aquele pais 
podem "colaborar com o 
governo marxista", E "o 
Partido Democrata Cristão 
cubano será revoluciÕnário 
e: simpat.i=ante de algumas 
reformas re:ali::adas por F;­ 
dei Castro". 
Assim. podemos nos 
perguntar: quais as conse­ 
quências dessa est.ranha vi­ 
sita. bastante política e 
Pouco apostólica do supe­ 
ricr da Cia. de jesus? Ou­ 
rante 2 000 il:->os o progra­ 
ma da lareja foi sempre 
converter a Humanidade-. 
como tamnbém conater ao 
inimigos da Fe. 
E iametável pois que. 
em nossos tristes dias., um 
religioso. com o peso de um 
geral ~'.os jemitas. ac:ba a­ 
ctitan:!o e mesmo elogian­ 
do t,s funetas realt::ações de 
umn regunue ateu e socalista. 
devido a um rcprov:.vel .. cs­ 
piriro de diálogo" ... (ABIM)

Tribuna da Frant ir 
Bela Vinta Outubro da .973 
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Lute pelo seu direito de mulher 
Pague Com Lady-Cheque do BEMAT. 
"Cheque todo mundo usa. Lady-Cheque não. . 
Lady-Cheque do BEMA T é um cheque cheio de personalidade, 
feminina até na côr. 
Com o Lady-Cheque você faz compr&s, retira dinheiro, 
paga suas despesas 
Seu Lady-Cheque é pago, mesmo que você 
não tenha saldo? 
f isso mesmo 
1 Quando vocé nbrc uma " onta Rosa' no BEMAT fica estabelecido um teto de 
dinheiro dhponlvtl. 
E você recebe o lady-Cheque para ir pagando, fazendo compras, ga,t.ando no que precisar. 
1 
Ai então você vai ver outra vantagem da "Vota Rosa": o 3EMAT parcela, estica o, prazos, 
l 	combina um negócio bom para você. 
Pucebcul 
O Lady.Cheque dá prestigio, recomenda e fala bem de vocé 
Mas fuacicna também couo um verdadeiro cartão de crédito a longo prazo. 
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Belic Vi■t.a Setembro de 1.973 
€ 
1 
O secretario Pulo Celho 
Machado da Agrlculturo, hr,IK iu 
purt,,rlo rrgulamcntando «5 ~X· 
posições e feiras agopecuaras 
e industriais' de Mato Grosso, 
HtravCs de normas que d·finem 
os ~ru11: objetlv<JY, fix,1m o seu 
proccs:,o organizacional, estabe­ 
!reem claoslílcaçôe'! e cri! rio de 
julgomentu e d!~pocm ahda so .. 
ore njud,1 fJrrnnccfrn, dd1?-.o su .. 
nltár!a animal e disposiço·s O<• 
rais. 
Objotvon 
Scgu11do n porl.irla do tl­ 
tuLr da .-grículturJ, LI"" c.xpos1- 
SERRARlf. CASTELO 
OE ANTONIO RCMO PENZO 
.. 
çôes e feiras agropecuárias e ln­ 
du,rrlal~ t<rn como objetivospria­ 
cip4is os setores educacioaal e 
promocional. E,Llmular a ele••· 
ç:iu .:ius padrôrs qudlit,,tlvos e: 
quantitativos de produção agro­ 
pecut1rl,1 ..:: Industrial; evldcnclnr 
u gr,1u Je: d,~cnvolvlwrntu ayro­ 
pecuArlo e indu.irial local, r<Jlo· 
nal ou estadual: f,,:nentar o Jo• 
tc:c1imbío rl"giorldl ou municlpal, 
pôr cm contí o O!-> produror1ts 
com o!' C<>nsum
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tJr o, vinculou de cooptraç,ic, e• 
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Bijoutrrias .. Artigos por;i pre,cntts. 
··Estoque p~rmancnte ele FERFUMARIAS"' 
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e técnicas racionai, visando a 
obtenção de melhores re ultados 
ccr.oõu.iico::, tanto par," e produ­ 
tor como parn o cun,umlrlor, cão 
Ím<1hdade1 e•peciíl,as das expo­ 
slçus, dd,n,dns n., port,,rla. D,: 
ainda o documento que as ex .. 
posições constituem importantes 
ln5trumento!I de incentivo à pro .. 
duçJo nuropecu:iril • lndu,1r1BI 
e rrvel~m ..:nracteri
111tica:-1 de lute .. 
gração de esforçcs e recursos 
do• podere> públic.;s e d,, onicl­ 
ativ .. privada. 
Atividados váriao 
Cunforme: a regulamcn~ação, 
os re:ciotos de: e:xposiçôts abri· 
garão, aiada, diversas outras a. 
tividades, como as que ~e stgue:m: 
campanhas agropecuárias de 1n­ 
t.:rcssc estadual, regional e na­ 
cional; operações de cr.!di10 e Íl­ 
nancamento; mostra e comeria­ 
li:ação d, pruduros ag,opecuà­ 
rios; mostra e ccmrcialização 
de: mâ.:p.:ínas, rqvipar.1entos ~ ou~ 
tros jn!umoc;; cur<os de treina• 
mcntos r,ipid.J!'l, ;>!lcstrJ~, conf~­ 
ténias e seminários; atividades 
pcrotaentzs de órgãos de pro­ 
moção de .1 :f.:-.:t ,anit.:lria, ex. 
tensão rural, regitro genealógi­ 
ct. e- outrr-i e provas zocténizas 
Maior uti11zução don 
parques: 
Tanto qua:ito possivd, os 
p;.rquts de exposições devem ter 
maior utt!izaçâo durdote: o &no, 
mc.::ilaotc adequado escalonamen­ 
to dr ativirfodt!~. como ~xposjçóes. 
amostras. con:urso!-, estes, cursos 
de treinamento, palePtta!=, diver• 
~õcs populares, campanha!- pro. 
lllOCionals. concursos de indústria 
caseira e de nrte culinária, de•• 
dobramento de cxposiçõe:,. como 
de gado de corre: e leiteirv. equi~ 
nos, pequcnc..s animais, postos 
do ins,mmaç:io õrfificial e outros 
se rv1ços. 
Turismo 
Entre e, .>bjet11•os d,H rx­ 
po!i ó••• " Secretaria da A,irl· 
cuhura inclui tJmbém o dcstnvol­ 
vime:nto do turismo Para tanto, 
devem os organizadores dos cer­ 
camrs promover. juntamtate com 
prefeituras municipais e clubes 
dt 5crv1çoc;, ampla campanhd no 
sentido de t.ntlhorar o aspecto 
físico da cidade. no qual ,e ln• 
rluam p(nturn de casus, plantíP 
de .~rvorts. limpeza ma,s cuida• 
dosa dcs logradouros ~ubloco,, 
mtlborarnento das rua5 ou ,"'fra· 
das ae acesso aos recintos« da 
expo!i(;âJ de:coraç5o de ruas e 
p,rques e, scbretudo. melhora­ 
mento do:, restaurantes e hcttis 
Ja c1dad~. com vista, .i propor• 
clon.r a1afor cc,cnoai.:iade aos vi• 
sita ·,tes. 
Organização das expo­ 
siçôes: 
O calendário das exposições 
a~ropecuáriJ!> e indu'-t:1<11:io Jo 
Estado será fixado na segunda 
quinzena de 1..·tcmbro 1u d:lU 
dntrrior ,, !-!Ud r.,.-.tJ,:;.çjo. mc-.J,. 
antz: rc-un1ul!., rcgiot1,11 1.0:-avoca­ 
ciJ.s pelo secretaro da griuitu­ 
ra, da qual deverão partapa, 
como copvi2ades, o repreen­ 
tantes das enti±ad. s prvmvtl•ras. 
podtnc'o, tambún. ,.,r urga:11:a .. 
do o cak·odário me:di,1ntc con­ 
sulta escrita a essas zntidades 
O Cadário, assim organizado, 
mio podcr,i !IOÍtcr alterações de'. 
data senão por 11.ctivo de forca 
maior, a jui:o do sccretârio da 
Agricultv,a, que lari> a ,ua di­ 
vulgação no País, inclusive por 
intermédio dos Departamentos 
cio, Miof~tério"' d;, Agrkultur;:a e 
.:til (ndüstrid , Cvme:rcfo e da 
Embratur. 
A Comissão Organizadora 
cabuâ a elaboração de um r­ 
gimcnto lnte:rno, que disciplinará 
Dr. Paulo Coelho Machado • Secretario da A!Jricuitura 
e Clovis Ma:<"_elino de Oliveira. prefeito de Bela Vira 
(foto) Inauguração ao l::.scritôrio da ACARMAT 
as atribuições referentes ao ob­ 
Jetvos, somupetncia e outros as­ 
uatos da promoçllo. Dever tam­ 
bem fazer o pedido de Ofieiali­ 
:ta So do certame, pot intcrmt­ 
d,o aa Secr<torl• d, Agricultura 
, só obler,l d,ferom,nlo ~e ,n­ 
tend.or lt0s r,quisHos minl:11os 
previ-=tos no reuul:u:1rnto, 
C!oani!icoçõei;: 
A, <Xposlçóts e Írlr,,s ,,. 
gropecuárias e industriais, que 
c-bt:decenm a cr1tftio1 ,oc;tabtlt• 
cldo• pdu Mlnlst;r,o da Agricul­ 
tura, ,,rão cJa..,sfficedas como 
internaocnal~. nacivr1t1is e rtfJlo .. 
nal'i. Quando forem realizados 
sob patrocioio da tecretara da 
Ayricultur.1 e outros 6:-g:ios p11 • 
bl1cos ~ ,1be:rtas d concorr<?n ia 
dos produtores d, todo o Estado 
r. fora dele. clas!1ficur.,c.do 
mo estaduais. municipais e inte_r .. 
municipais. 
Par.t efeito rlt' rccf'bimtnto 
d:: ajud.t f1nance1r.1, .ts txposf ... 
óes estaduais são categorizadas 
cmo grande-,medias e pequenas. 
[lmna exposiçdo pode ser consi­ 
d rad» grande' quaudo, alem 
de asurir caráter regional, na­ 
cu,n d t.u 1ntcrn sinal, dspóe 
de ia-tulaçoes de prineira cla«­ 
e. Pela portaria, a exp:si;ão 
da ' >p 1 .. 1 do Estado, ainda que 
seu Parque tao satisfaça a to­ 
dos os requisitos, é considerada 
··graode" •• 
Ajuda Financeira: 
A Sccr<l•ria da Agricultu­ 
ra, por mtio de re-C'ursas própdos 
ou vtrbas espr.cHicas. poderá 
auxiliar nas dc..<;pc,as decorren­ 
tes das exposiçõc-,. br.m como 
na, rdr.rtnus ao mr.Jhoramtnto 
dcs parque., de exposição. Os 
1·r.cu:~os são dbtribuJdos cocfor ... 
me a classificacão dos cert.ames ... 
grandes, médio, e pequenos. A 
critério de- ~ccrctário Ja Agrf .. 
cultura, tambem às feirai, <:on­ 
cursos e fe:stas populare.5 pode ... 
rão ser destinados auxilias. A 
prime.ira 5olJcitação de auxílio 
deve ser iostruida com .a descr·l-­ 
ção ou parque. acompanhada de 
planta baixa e copl3 do regul<,. 
mcnto da Exposição. A Sccre:t.a.­ 
ria da Agriculcura far.l :i claS-!i• 
ficação do ccrta..:1e., reservando­ 
~c o dirr.ato de vístorJar o pnrque 
t fisc.ali:ar o cucprir.1cjto do,­ 
ri:quisitos con.!ta:1tcs no Rt"guJz, .. 
mea:s Geral. No cumprda qual­ 
quer exigê:1c1:1, o secrctõtio da 
Agricultura ;,odcrá Impor. como 
medida preventiva, ;i rcduç.'.io ou 
su,pcosão do aux1Uo para o a­ 
no seguinte. 
Venda 
produto anun 
ciando 
seu 
neste 
Jornal 
mpra com o seu d _ver de 9elavi tense 
Participe da Campanha "PLANO GOL DE LETRA" 
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Governo ncaos o ttonio Remo Renz Parti.ia 
cursos para Professores· - - 
Normalistas O l ft 1 • J - 
.-«os....'lese#olVi/en(o de lll0 J0ao 
professores normalistas as tos para o professorado pú­ 
escolas dos municípios mais blico e:stadu■I é mais uma 
afastados dos grande cen- medida que visa à melhoria 
tro5, o governe, do E,tado. do ensino cm Mato Grosso. 
e: m datas locais· a serem Explicaram que nos gran- 
o ainda estabelecidos, fará rea- des centros c!o Estado, co· 
·'_ lizar concursos para o ma- mo Cuiabá. Campo Grande. 
- . . • J]istério público l!Stadual. A Tres Lagoa,, Aquidauana, as 
l
• , dcci~áo foi tomada rrn re- escolas já se: encontram, na 
- cente encontro dos secreta- sua quase totalidade, provi• 
rios Lenine Pvoas e Salús- das de professores diploma- 
tuo reias de Administração dos. Esses grandes centros. 
e: da Educação e Cu!turn, especialmente Cuiaba. CCa- 
respec'iivamente. po Grande: e Corumbá, já 
"' ; 	apresentam até mesmo ex- 
Na reunião, ficou acer- .a d , 
tado que as secretaras agi. dentes Ie normalistas, que 
• 	poderão mediante concurso. 
râo em, comum acordo, tan- 
serem aprovtitados em mu- 
to no planejamento como na nicípios carentes de prufes­ 
cfetivação dos concursos. sares habilitados. Apcova­ 
desde a escolha de datas 
·t dos em concursos, os profes • 
e locais. de bancas exami sores noraalistas não só se 
nadoras, estruturação de 
firmarão na carreira que abra 
provas e adoção de outras çaram, mas prtdispcndo-se 
providêncids. • e. 
para prestarem serviços em 
Falando a j~rrialista~ áreas mais necessicades do 
loiJ'l d pós o encontro. ,os se• Estado, e5tarão contribuindc 
cretarios Salústio Areias e de maneira decisiva para a 
Lenine Povoas declararam melhoria do ensino. 
j 
i . 
l 
l • 
J 
'i 
Saldanha Oerzi afirma qe nome de Geisel 
já estava na mente das Brasil 
--7 
emr tranquilidade. e que pro­ 
porcionou esta arrancada pa­ 
ra, o desenvolvimento e para 
o progresso. prestou ainda 
um grande serviço à Nação, 
quando indicou ao partido, 
o nome do_. eminente Gene­ 
ral Ernesto Geisel". 
Depois de dizer que o 
candidato à Vice - Presiden 
~ia da RepúbÍica.,General ;,,. 
dalberio Pereira dos Santos. 
é igualmente 'um homem 
de valor e um patriota de 
acendrado espírito público. 
que se iguala ao General 
Ernestro Geisel no coifiando 
da nossa patria, o senador 
Saldanha Dcrzi terminou se 
congratulando com a ARE­ 
NA peh escolha de seus 
candidatos, "pois são dois 
homens que haverão de levar 
esse pais ao grande desen­ 
volvimento e progresso que 
nós l!Speramos. fazendo com 
que o Brasíl encontre seu 
real lugr no concêrto das 
nações do mundo'. 
. • Brasília, • Ao manifes­ 
tar. sua satisfação. durante a 
Convenção Nacional da A 
RENA. pela escolha como 
·candidato oficial do partido 
à Presidência da República, 
do General Ernestro Geisel - 
· "um estadista. homem equi­ 
llbrado. homem de grande 
experiência administrativa e 
que. em todo~ os postos que 
ter.i ocupado tem dado de­ 
monstra<;_ãC' da sua capar:ida. 
de e do amor que tem pelo 
Brasil- o senador Salda­ 
nha Oerzi lembrou que o no­ 
me do ex-Presidente da Pe­ 
trobrás "já estava na cons­ 
ciência de todo« os brasilei­ 
ros. taotu que. quando se fa. 
lava em sucessão era seu 
nome .que despontavá. como 
dono de uma extraordinária 
nnsibilidadc para os proble­ 
mas da Nação • • 
Dcst.acou o senador Sal­ 
d_an.ha Dcrzi 4ue "o Presi• 
dente Mdii. que fez esta 
grande administração. e que 
i,iantcxe este pai5 cm orde-m. 
Antonio Reo Peze. 
fiiho de Vitório Pcnzo e 
Dna. Petronilha Penzo (fun­ 
dadore.s de Antonio João, 
ex- Colonia Penzo) nasceu 
em Ponta Porá, vindo para 
Antonio Joiio em 1938. Ho­ 
mem de h,rga visão comer­ 
cial e profundo c.0nhccedor 
da região, criou uma infra­ 
estrutura comercial, indus­ 
trial e pecuária, que hoje é 
um modelo de trabalho e 
organização. Proprietario da 
Serraria Castelo, e de gran­ 
des extensões de terras cul­ 
tivadas, Re:no Penzo é um 
esteio na econvmia da re­ 
gião. 
Existem homens que 
traçam objetivos na vida e 
para eles o importante é a 
felicidade dos que o cercam 
e o bem estar da coletivida­ 
de. Antonio Remo Penzo é 
um desses homens. Sua fi­ 
losofia. simplicidade hones­ 
tidade e altruísmo. torn;­ 
ram-o um homem adairado 
e querido ptlos moradores 
de Antonio João. f: um mo­ 
rador de Antonio João. f: 
um modelo a ser seguido e 
um homem de empresa a 
ser admirado. E um dos 
que constroem o novo 
Brasil. 
Antonio Remo Penzo, Vista pàrcial 
-assinando contrato de 
pub111;idade anual com 
a Empresa Jornalistica 
-Tribuna da Fronteira 
t.ntonio Remo 
que 
Penzo, 
da 
jornalista lvaldo Pereira 
e o herdeiro do sr. Remo; Vitorio 
Alves <seu sobrinho), examinando 
da pangola 
Penzo Gomes 
os campos 
Máquinas da Serraria Castelo em funcionamento 
Serraria Castelo, 
inaugurou recentemente máqui~ 
nas modernissimas 
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