DIRETO{É: Maria E«ela Vdisque: Perrira 
Ano li 
REDATOR CHEFE: halJo !'em, 
Liberdade com Responsabilidade 
---------- 	----------·------------- 
Bela Vista - Mt. 	11/10/73 	76 
J ooé Glaucyr 'flori>s 
Estamos na época da 
atividade. O homem que sa­ 
be ser ativo é hoje dispu· 
tado Ê o motor que move 
o mundo. a m"!nte que guia 
mentes. a lu: que ilumina 
as trevas do pe,s1011smo. e 
acima de tudo, a personifi­ 
cação do divino. 
Pro»cento da L. E. B. 
O povo chama o Ll­ 
DER. nó, o chamamos 
HOMEM. Quando jeste ho­ 
mem. escolhe colaboradores 
dinãmiccs e, re~ponsãvcis. 
ele cria um Grupo. verda. 
deiro dinâmico em ação. Em 
nossa cidade surgiu este 
grupo e este homem. O 
grupo é uma plêiade de jo· 
vens idealistas e cientes do 
papel histórico: que re­ 
presentam. o homem é o 
vereador gráfico e idealista 
José Graucyr Flores. Liga 
Esportiva Belavistense. ano 
de reali:ações. ano do pre· 
sidente Glaucyr. Havíamos 
dito (Tribuna n• 6-i) .•• a 
LEB elegeu nova diretoria 
e trnçou diretri:es para in­ 
tensificar o esporte na 
Nosso recado: ... o fa. 
to é saber escolher o ho­ 
mem certo para o lugar 
, certo. Nisso está o fund 1- 
mcnto social. do pro:1resso 
economlco e politico do mu­ 
nici!)10 e das cidades... 
<,Princesa do Apa». A dia 
n[1míca entidade dirigida 
por elemento entusiastas e 
esportistas. visa dotar Bela 
Vista de uma infra estrutu­ 
ra esportiva, e consequente­ 
mente apresentar grandes 
espetáculos esportivos. Os 
objetivos traçados exigirão 
de imediato uma força de 
atuação marcante... «Fo· 
ram à Tres Lagoas (Cam­ 
peonato Estadual de Fute­ 
bol de Salão). re11taram os 
contatos com a Flv!F. e 
agora reali:am~~a maior 
campanha em pró! do es­ 
porte bclavistense: Plano 
Gol de Letra. 
Não vamos pedir ao 
povo belavistense que, cco­ 
pere com a LEB. simples­ 
mente afirmamos: Se voce 
tem um cérebro que pensa. 
um coração que palpita. 
acredita no futuro. e orgu­ 
ha-se de ser brasileiro: 
tem por obrigação de cola­ 
borar na construção do gi • 
násio coberto de Bela Vis­ 
ta. Não se trata de «com- 
prar». trata:se de tomar 
parte no c'esenvolviml'nto 
d,1 cidad•. Pl.1I10 Gol de 
Lct1 ,1. a fibra de um povo 
e o iJe,tl de umil 111,ent.1- 
dc. Bela Vta 73 Anos de 
Rcali:açõcs. 
NR - Públicamos no· 
vamcnte o attigo acim;i, 
devido ao movimento 1n1- 
ci:iclo na C,,ma·a (por um 
veterano politiw). visando a 
cassação do mandato do 
vereador. Jos~ Glaucyr Flo­ 
r?s, Repetimos as palavras 
da edição anterior... "a 
época exige homens que 
queiram coustruir. os des­ 
truidores devem se apsen 
tarem··. 
Um Ginásio coberto 
está a caminho: o esporte 
reviveu na "Prince:a do 
Apa"; a impresa do Brasil 
e Paraguai estão integradas 
(ZP-23-Tribuna); os jovens 
estão entusiasmados com 3 
oportunidade de ingressa­ 
rem na !política (concedida 
pela ARENA): e encima 
de tudo. Bela . Vista des• 
pertou para a realidade. e o 
belavistense: saberá diferen• 
c;iar. o homem que visa o 
desenvolvimento do politi· 
queira. O vereador Jcsê 
Glaucvr Flores é uma das 
causas da Crença dos Jo­ 
vens. Pedimos ao vereador 
que apresentou o pedido 
de cassação: Por Favor, 
Deixe-nos Trabalhar. 
Pr.,foito Municip 1 de Balo V, Is 
Secretário d Pla ejumento o Coord. Econôrnic 
Sohc1taçào (Faz) 
Tem a prevote a fi.li­ 
dade de apresentar a V Era, 
um dos ma trios problemas 
que afligem o no·o Muiipio. 
ternado nossa solc:taso de 
uma necessidad irpvroa 
Eta regido, apesar de 1nú­ 
mcr is difi ·ulJdd ·, QJ•" .:.tprc' n­ 
ti tem atraido arizultore- e pe 
cuarit,s de outra«s reqiózse es­ 
tados, prinipale:te o gaúchos, 
que estão desenvolvendo este se­ 
tor cm ma:ta h+blilud· , Po· 
rena' ao encontrar; na cidade o 
dcscj1o conforto pra a uafa. 
matha, nas condições tu.is que 
a esmna apresenta. 
Em possa regiio, com ter­ 
ra de aspecto ave:mheinado on­ 
de Cúm o Cctiur cm cpoca de vc· 
rjo, chcyamos o ter 40 grau5 à 
sombra, co o cresce:nte numc• 
to de vriculos que tranitam pe­ 
las ruas da cidade e os ventos 
que sopra com iatensidade ia­ 
presionante, a poeira alastra-se 
at'i! Utnd .altura de J Oo Clctros, 
formando UILd dco~a ouvtm, po­ 
luindo quase tda a cidade ter­ 
nando-se quase insuportávd, 
permanece: dentro de nossas pró­ 
prias rcsh1C.ncias 
Pelo acima exposto, sulic!­ 
ta mos à V. Excla., que interfe­ 
rindo juoto ao Gc,vcrno do Es­ 
tado, nos seja deitJnada uma 
verba, para " e:<e:cu,;ão do cal­ 
,;amento de' pelo LDcno,. de nos­ 
sas viJ.s principais, em virtude 
de Dd1> dispormos. DJ mc,mento, 
de ré"curso5 occe'-sárJos parcl que 
se tor.oc rc.111f:1adc tal cmprcco­ 
d1meato. Temos aproXJma::i'.a. 
m,nte 60. OllO m2 a serem cal­ 
çados, cuja execução está calcu­ 
lada num moot~otc de Cr$ 
3. OOQ.U00,00 (Três ~llhões de 
Cru:eiros). 
Para que o nOS.jô Muoici­ 
pio, seja um cartão de visitas 
para aque:lc que aqui vm, dc­ 
vemos contar con o apoio de 
nossas autoridades paro seu rá. 
pido e uoiforc.H! progr<sso, cres­ 
cendo com o Brasil Graa~e. 
Certos de sua valiosa aten- 
ao ao assunto a pauta, rente­ 
rumos lhe nosso protestes de 
elvada stuna e consideração, 
JtrnJendo a r.~.,., , I: , 
ta,ão em Oito 13373, de II 
de ><l:tc:bro de I',7J, pd,:,Jo 
auxilio para calçamento d nos­ 
·os puntpas vaas, apos conta 
tos mantidos c ti nosas autor 
dade superiores, sentir;os que 
se trata de um fiil a sunto, 
urn, v.:! que u .E::.t d.: n,10 a­ 
tende és!e seter. 
, t11ulo de cul ,b, r .çêu, fo. 
mos informados que deverá ser 
feto tum estudo aprevando do 
caso emn questão, assr:, coro o 
tempo execução da obra e opa­ 
z0 que será dato aos proprie­ 
tais para pagamento do reem­ 
bJl,o do coJ,;umerHo e. dt:pGi!-l, 
pleitearmos ewprt.' tJmus para 
total fim. 
Cumpre-nos citar que já 
po5sui::no~ todo rnaterJal dispo_nf,.. 
vel pura execução do calçamua­ 
to, ou seja, betoneira, mesa, vi­ 
bratória,formas para fabriceç.io 
de lajotas e melo- ff-,. Jí, cst.i 
sendo rlaborado um proj~to po­ 
ra ,xecuç.ão do caJç.::meot,, e 
t.Jo logo esteja pronto, iofor­ 
marcmos. 
A oportucidade. reitera­ 
mos-lhe nossos protestos de 
dcvadd cstlmil e -:on<:,,lderação. 
CLóVES M. àe OLIVEIRA 
Prde!lo Municipal 
Jo Exmo. Sr. Prof. 
Sebastião Arcldo Ka,trup 
Sccrel. de Plane/. e Coo:d, Ecoo. 
Cuiabá 	MT. 
Estará em quilata­ 
na no proximo dia 18 
de Outubro , arcos 
Roberto 
l 
 
 
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Bale Viata Outubro da l.97J 
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Líbano 
Caracol Mato Grosso 
JORHAMAT: Exito em 
Fortalêza 
Cuiabá - Ao regressar a presentação de Mato Gros­ 
esta Capital o jornalista Pe- so foi apontada como a se­ 
dro Rocha Jucá. presidente qunda mais atuarte na IX 
do Sindicato dos Jornalistas Conferencia Nacional de Jor• 
Profissionais do Estado de nalistas Profissionais. A im­ 
Mato Grosso. e rcdator-che- prensa de Fortaléza afirmou 
fc do "0 Estado de Mato que a representação de Porto 
Grosso". Informou que are- Alegre foi a que arnior vo­ 
prcsentação • de Mato Gros- lume de trabalhos aprcsen­ 
so conseguiu o mais complc- tou, seguida da de Mato 
to êxito durante a IX Con- Grosso. Entre as iniciativas 
ferencia Nacional de Jornalis- da representação mato-aros­ 
tas Profissionais. rccentrmen sensc que maior reperc:ursão 
te realizada cm Fortalêza. O obteve Unto na conftrencia 
jornalista cuiabano acresccn- como na imprensa cearense 
tou que toda a bancada ma- foi a preposição. transfor­ 
togrossense foi digna da mada cm deliberação da con­ 
missão e souhe elevar bem_ terencia. recomerdando a 
alto o nome de Mato Gros- todos os governos, tanto fe­ 
so. delegação mato-gros- deral como Estadual e Mu­ 
sense está constituída pclC'>s nicipal, o cumprimento do 
jorn&listas Pedro Rocha J u- dispositivo legal que prevê a 
c2. presidente da JORNA- exclusividade do exercício da 
MAT. Maria Monteiro. do p:ofissão de jornalistas so­ 
"Correio do Sudoeste'' de mente por jornalistas babili­ 
Aquidauana, e presidente da tados. principalmente no que 
U::ião dos Jornalistas de A- se refere às assessorias de 
quidauana. Antonieta Riez imprensa e redatores pú­ 
Coelho. da TV Centro A- blicos. 
merica. desta Capital, e te- . ANTECIPARAM 
sonreira da )ORNAMAT. 
Aurora Chaves de Vascon- Informou-se durante a 
cdos, da RaJi<.' Difusora conferencia. que os Estados 
Bom Jesus. Adelino de Mat- do Ceará e do Rio Grande 
tos Praeito. do "Diario de do Sul se anteciparam no 
Cuiabá". e Emanuel Kibei- cumprimento do decreto-lei 
ro Daubm. di:ctor da lm- 972 e somente jornalistas 
prensa Oficial. ambos da di- profissionais exercem as fun­ 
rcroria do Sindicato dos Jor- ções de jornalistas no ser­ 
nalistas Profissinais no Es- viço públtco estadual. bem 
tado de Mato Grosso. como nas Municipalidades 
das Capitais desses dois Es- 
ATUANTE 	tados. Em Mato Grosso, 
lembrou o jornalista Pe.dro 
Lembrou o jornalista Rocha )ucá. a )ORNA­ 
Pedro Rocha luca que are- MAT ji se dirigiu a este 
respeito ao govtrnador }o'< 
Fragelli encontrando a lll<­ 
lhor boa-vontade por parte 
do chefe do Encutivo ea• 
tadual, que já determincu 
um levantamento dos nomu 
de funcionários, não jorna­ 
listas profissionais, que es­ 
teja m ocup;.ndo funções d, 
assessores de imprcn5a ou 
de redatores. Agora cerro, 
voltarão a insistir junro a 
todos os governos estaduais 
e municipais pelo cumpri­ 
mento do decreto lei 972. 
EM AQUIDAUANA 
Disse ainda o jornalis­ 
ta Pedro da Rocha Juci 
que o V Congresso Esta­ 
dual de Jornali,tas Profis­ 
sionais de Mato Grosso se­ 
rã realizado mesmo no dia 
15 de novembro, cm Aqui· 
dauana. O encontro conta­ 
rá com a presença do jor­ 
nalista Adriano Carnpanbok 
presidente da Federação 
'acional de Jornalistas Pro­ 
fissionais. que falará no CD· 
cerramento do congresso. 
Com o jornalista Adriaao 
Campanhole virão alguns 
jornalistas de São Pdulo 
designados pelo Sindicato 
dos Jornalistas Profissonais 
rio Estado de São Paulo. O 
jornalista Marie Monteiro 
presidente da União dos 
jornalistas de Aquidaua­ 
na. já deu inicio às provi 
dencias relativas ao V Con­ 
gresso Estadual de Joralis­ 
las Profissionais de Mato 
Grosso. 
··o Estado de Mato Grosso" 
L 
LEMA T"te.. 
tle Mato Grosso 
CrS 40 mil da 
LEMAT pode mudar 
sua vida. 
COMPRE - logo seu bilhete. 
Entr.~ nessa, meu amigo; Esta semana pode mu 
dar em cheio a sua vida. Lemat existe para 
faze-lo feliz. Compre hoje mesro seu bilhete e 
olho vivo na extração. 
Loteria 
L EM AT 
do Estado 
de Mato Grosso 
li 
c» 
• i: 
P, 
1 
m 
ti1a 
ter 
rir 
1 
1 
e 
-- - - 
ENFOQUE 
Mato Grosso conta do Tribunal de Justiça do 
atualmente co:n 15 milhões Estado de Mato Grosso. 
de cabeças de gado bovino. 
exporta I milhão e conso- 
me 500 wil ao ano. "Dos Jornais" 
Presidente Emilio Gu­ 
rastazu Médici. com base 
cm exposição de 
motivos do Ministro do 
Trabalho e Previdência So­ 
cial. assinou decreto apr0- 
vaodo em nova redação. 
0 
Regulamento do Regime de 
Providencia Social de acor­ 
do com a lei sancionada 
em junho ütimo, que ictro­ 
duziu alterações no extenso 
documento. 
Projeto do deputado 
lldelio _ Martins dispõe quê 
a direção e a redação dcs 
Jornais. revistas e demais 
instrumentos tecnicos de d~. 
vulgação escrita que se edi­ 
tem em qualquer _ empresa, 
como nas entidades asso. 
cativas. inclusive as de 
classe e os club•s . _ 
f
. d ~ • serao 
con 1a as obrigaro • 
à - . namente 
Jornalistas profissionais. 
Tomou posse o J . 
Milton Ferreira M du,z 
d · en es, 
no cargo e Desembargador 
O Hospital da OMS 
ja desencantou. Quando 
desencantará a Exposição 
Agro-Pecuaria? (0 Pro­ 
gresso Dourados). 
Brevemente o inicio da 
construção de um dos maio­ 
res frigorificos de no55° 
Estado. FRIGOPAN. q° 
conta ngora com a partici­ 
pação de um grande gruP? 
industrial. (Folha da Tarde 
Nat:diley-Corumbá). 
1' Olis.piada de X? 
dres comecou dia 4 p.p. 
se estenderá até o mês de 
dezembro. Promoção c!o 
Prof. Auro Borges e Club 
de Xadres de Tes Lsgco' 
(A Gazeta da Regi5o Tr° 
Lagoas). 
Fragellí pede relatóri
0 
sobre Caccres. visando ' 
concretização de obras pri 
ritánas no munic,pio. (Cor· 
reio Cacerense- Cceresl 
PEREIRA 
de 
a 
prog 
ga: 
E? 
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nhei 
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do 
•MS 
ando 
ição 
Pro· 
irbuna d rronleir,1 
Bal,- Vist Outubro de l 97J 
--·--- - 
.,,, 
r e m a 
(Oedicad êtO Ju .'o} 
- 0 da 
maio· 
nos5 
que 
·tici• 
orupO 
.arde 
/l)JLSUN Vtl:111A MA­ 
CAIIU (Prole· or i., 1 dCtJIJ.,_ 
e Brasileira de aênctas ] url­ 
dicas: professor dos ciclos de 
cuulerênri•• d" ll)f'( P: 1,,,qu1- 
,udor do I n•lirulo de IJfrc,to 
Pübloco e Cll!nci.os Putlllc,, d .. 
P,1culdndc Gc1ullu V,,ru, .. ). 
N/io pr-:ti?ndemn1 rtdliz.ar 
uma anúlise. historh:,1 de.talhad.t 
dn vida dos purtidos em 11us,o 
Pai•: 
Desejamos apenas fozaht­ 
:llr, de mnatlro rjpldn, ütu,d 
coojunrur.o polltlco-par1iuc1rlu 
brnsililra, i:ldicando nluumas 
das carecteristtcas e dificuldades 
que marcaram ºº"'3 1 vidt1 par .. 
lldlri,1 nos últimos anos. Para 
l,lgunc;, o ano de l 9JC morcn o 
começo do desinteresse do pvo 
brasileiro pelas disputa, eldto. 
rais, em virtude do fato de se 
ter conce:bibo. a parur deste e 
poca, dirdtos político~ a um~ 
,ubst,1ncial parcd<1 da popula­ 
do, em contudo. preparada 
com um: cduc,,çfi.> udqu.1dn pa­ 
ra pnrticlp,ir do procc!·,u tli:.ltv• 
ral. Outros procur.im ldzntlflcnr 
esszs problemas a pi.Htir de 
19-o. com a proliferaçao aos 
putido,, criadas ao ~abor dos 
iotercS>• s pessoais de certos 11- 
deres regionais, que se consi 
deravamn donos de certas agre­ 
miaçães Este sistema multi3ar­ 
tidárlo, que . po,;;sou a ~xistir cm 
termos nacionais somente a par­ 
rir da Const,tu,ção de lc;-b, bl 
- Xa- 
P·P· e 
is de 
.o do 
Club 
gca.S· 
•fréS 
- 
atóri
0 
ando ° 
prio• 
(Cor· 
esl• 
RA 
D.NEf já estudada pro­ 
longamento dos trilhos 
da "FEP A s A'
1 
até 
Cuiabá 
O Departamento Nacional 
de Estradas de Ferro j, passou 
a estudar, como parte de seu 
prPgrawa de trabalho, o prolon­ 
gnmcolo dus trilhos da antiga 
Estrada de Ferre Araraquaren­ 
se, hoje incorporada à Ferrovi­ 
a, l'au!l,uo S/ A, ~tê a c:dade 
dc: Cuiabâ - in[orm?u o (nge· 
nhcho Domingos lgl~slas V .-ilc• 
sla• chefe do Soro, Hl­ 
drovi:iri:::>. c'a Secretaria de Vi;:-1- 
çdo de Mato Grosso. que aca- 
Eleição 
demasiado liberal, Faltava.lhe 
então aortas que disciplina sem 
a exténia dos partidos. Seria 
tntr etanto irreal admitir a voca­ 
do nacional dos principais par­ 
tiún ... bro!)ilt1ru,. que '--C cJtcun5· 
crtvit.1111, cm u1u1tos Cil o-.,. a 
determinados e>tado,. Na renli­ 
dad . sua, conatr1<óes regionah 
,. que lhe davam a vitalidade 
para subsistirem, um vez que 
car,ciam d; ba,e ideológica. 
CnrtH'tcdzados :pda inctabillda­ 
de, cncontrnvam ~ua força e 
pujança na personalidade de um 
IJdc:r. que se impunha 110 cená­ 
rio po!ilico·p,ortielárlo busllclro 
atrivés de aliança!> regi ,n:ii.;; 
que resultaram na formação de 
verd.uidras olioJrquia~ partida­ 
rias, intes de 1961 a legi<la­ 
ç:io eleitoral brasileira f,,cll1tav<l 
::i organl:açáo f' rcgbt,o de no­ 
vos partidos. os quaic;. na rra­ 
hilade, não posuiam programas, 
nem representavam ideais, pois 
serviam apenas a interesses de 
determi:1t1dos lidcr.:s que, na t!• 
poa das eleiçors, negociava 
as legendas.-{ 
Partida~ ass:m organi:ado~ 
produzam grande anarquia e 
confusão no :»istema cldtoral, 
dillculrando, obstr~ido e impc• 
dindo o de:ocnvolvimenro dil dt• 
mocrncia. 
Parn iHo contribuiu o 
üccrero lei n• 7.;86 de 2U/5/ 
1945, conhecido como Lei Ag•• 
mtnon 1.iagalh:ics que. no nrt. 
109, exigia apenas o apoio de: 
ba de ntdntcr co:1tato. na Gun• 
u::ibina' com o :-r. Hori1cio Ma­ 
dureira. dtr<tor do DNEP. Oi>­ 
~c- tambcm qul· o dir..:tor do 
referido departamento adi.intou 
que até o flnol deste ano ou c:m 
principio de 197➔será fdw a 
!-.Clcçào de errprc:~;,s de consul• 
tori.:1 de rngenbari..t, que tcr5.o 
e trdssão de dnbor;.r os estudos 
do sbtcrua [uroviário junto ao 
governo dr São Paulo e: cm 
convcnio com o GEIPOT. 
de 
de 
Referindo-se à refor• 
ma introduzida pela Cons­ 
tituição Federal de l 997, 
em pronunciamento que foz 
ao empossai dois novos 
membros da Corte. o pre­ 
sidente do Tribunal de 
Contas do Estado. sr. Ben• 
jamin Duarte Monteiro, 
~firmou que "realmente, 
esses õr.us implantado pela 
brncmfrita Revolução de 
Março de 1 .96-! foi tido. 
!O til eleitores como condi,ão 
pata alguém fundar um partido 
poltico, que assim surgia em. 
ideal, sem programa, servindo, 
na realidade, para a formação 
de alianças com outros partido», 
atraves da venda de legendas 
,H vcsptra! das eltt ot5. St­ 
uundo dados esrati•tlco> do Td· 
bunal Suprnor U<iroral, em 
1962 concorreram às eldçllrs 
IJ p,utlfos e 23 nl1,111ça• parti 
d:1ria-: A ,1nálisc de tais dado5 
é mcldnc:ohc•, pois rt:vela que: 
n) upe::1.l.s tris dentre: os 
13 partJdo~ que disputavaí.1 • 
eleição tinham representação 
nacional: PTll, PSD e UDN: 
b) somente o PSD con••· 
gulu obtt:r reprrscntaç:10 supe: .. 
ri~r a 10
1
,ó do deitoraJo, com 
12, 1 Só dos votos: 
e) ap!!nas quatro partidos 
conseguiram obter mais de I' 
de vutos pnra n Càmnrb Fed~­ 
ral: PSD 2,1; PIB9,9,29' 
UON0,61',o e f-Rl.•!5'r: ute•- 
1:10 ª"-:im. a votação '.Onsegul­ 
d, pelo Partido Republ1cJ no foi 
b:i!<itantc incxprc:!".'Siva cm rt:la­ 
ão ao outros três; 
d) sele partidos, que iso­ 
)adame:ntc: rcprcsent4vam men s 
de l' do eleitorado, obtiveram 
votos: 
cl as 28 coliga~·õc, reuni• 
das c.Jnse-guiram apcn~s 3 l ,6$ó 
do rkitorado, o qut r,pre..unta. 
cm mC.di.1 ccr.:a de 1, l % p1ra 
cada uma delas, 
1) partidos com, o PSr. 
( Partldc Social Trabalhista) e o 
PL (PartidJ Lib«tado,) rlcg< 
r.1n1 apenas dois deputados fc• 
d,,rnis. O PRP (Partido d, Rc­ 
prc<cotaç5o Popular), o PDC 
l',urldo Demccrora Cristão( e o 
MTI{ (Movimento Trabolhista 
Renovador) e: n~t:nuirnm eleger 
apenas I deputado I dera!: Pior 
foi a situoçf10 do PSB ( PartidJ 
Sociali,ta llraslklro). PTNr !'~r­ 
tido Trabalhista Nacional! e 
PRT ( Partido Rural ;rrabalhis­ 
ta) que não elegeram um único 
deputado f,drral 
(Transcrito da ievista de 
Ciência Polit1co Fundação Gc­ 
tulio V.rgas). 
(nonrinua na p,óxlma edição) 
Venda 
duto 
Prefeitos deveria 
competência 
scb todos os titulos, como pccialmente. o prcsidentt' 
louv;1vel. mis escapa aos :la Corte de C. ontas adm,. 
inspiradores dessa acertada tiu que "as falhas e irre­ 
medida o despreparo de gularidades provém mais c!a 
mmtos srs. prefeitos. cuj<1 falta de preparo e de prá­ 
eleição deveria ser condi- tica do que má fé ou de· 
cionada à prova de sua ha- sone!tidade dos que rece­ 
bilitação e competência pa- bem 'o dinheiro público". 
ra 
O exerdcío do cargo". Asseverando que --ninguém 
melhor para decidir co:no 
Juiz do que aquele• que Já 
foram julgados sobre os 
me5mos fatos", dirigiu-se 
S•-:d,N. D 1-rJC I m •· 
lho que sje bastante rte 
para sabrr quanto é fraco, 
e carajoso bastante para 
enfrentar ,J ~· u.~smo. q11Jl1· 
de, t,vrr medo ... 
UM flLI 10 qu~ Hp 
C'OraJOSO f" wflexrv I na der­ 
rota incv,wv~I. mas ht•mil­ 
de e manc:o na v1ton~ ... 
Da-e um filho cujo 
eterno n.io ,:,•teja ond .. Jr:­ 
vra estai a espinha do1sal ... 
Uro filho qu te co­ 
nheça e saiba co11 hecer-se 
a si mesmo, e a pedra an­ 
gular do saber .. 
Guiai-o eu te suplico. 
não odo caminho focil do 
conforto mas sob a pressão 
e o ,oguilhiio d, s difrculda­ 
des e ohst,,culos. Que il­ 
prrnda a ter compaixão dos 
malogrados ... 
ÜJ-me um filho de co- 
r .. ç 10 f)ll,Cl f, , !• • 
, ,,Jr .. 
U ui filho que Jprt no., 
n o dt· ,._ ~ TIC. ,1 i.jllt: 
prcnJ,1 ,1 -:IH rilr, 
Um filho que tenha 
olhos para o futuro, mas 
que nunca esqueça o p,1<­ 
sado... 
E dcpo, que lhe trvc•­ 
res concedido todas essas 
coisas, da.lhe comp«nsão 
bastante para que seja sem­ 
pre 111L homem seno. <em 
con udo 5• levar demasiado 
<:e.rio ... 
Da-lhe lrnmrldade, ~,­ 
nhcr, para que que posa 
ter sempre zm mente a sm­ 
pl,cidude da Verd udeira 
Sabedoria. a humrldadc da 
Verdadeira Porçn. 
Entdll, !'U Seu Pai. t>U- 
sarei fal Vão Vivi em 
Vão ... 
o o 
, 1 
a processos 
Prefeituras 
referindo-se 
oriundos de 
Municipais, u- 
seu pro­ 
anunciando 
neste 
diz 
jornal 
coo 
Engraçt1da ,: a cara do 
cara frustrado. Mais parece ca­ 
ra de bandiJo, de 
fujido, de 111endigo. 1 ;ara de 
qutm oão viveu e n.io vive 
bem do fjgado. Cora de quem 
se arrepenade de ter in~uí1cltate.­ 
mcntc vivido. .Ê uma cara, a,­ 
sim, de ainal que perdeu a 
cria, de boi que. .Jormiu de dia, 
de: artbta vaiado porque n.1o 
;1prcsentou o que o publico 
queria e ele peasa ter a;,resca• 
rado. 
Cara frustrado i:. aquele 
que está no sofá, cem o radio 
.i todo vapor cspcwodo a sua 
musica e: 9parece: os benditos 
comerciais. 
É engraçada esmo a ca­ 
tt do cav..1l0 de um cara frus­ 
trado E a, iddas dcld S:10 de 
.irrepi.Jr cabc:los atl! de gente 
careca. Ele torce as par:pas 
por;1 que a terra venha a ruir• 
se: e ir todôs por~ o. beirad.i do 
inf.e::mo (no meio jJ. estã lota­ 
do)• E aquda praga. tle d,:. 
por que o céu não desaba? Por 
que o avião nãc cai ~obre o 
meu ttto }; pelns tantas da 
madrugud:i? Por que o pvnte 
não de.-,mor.:>noU•:,r quando pas­ 
sava por sobre ela? Só porque 
ser condicionada 
Pzesid-2.-nte do TC 
aos conselheiros :recém-em­ 
possados. srs. Aecir.: To­ 
t'antins e Luiz Marques 
Arnbró~10: ··Vo,sas Exe­ 
lências, que ora e assen­ 
tam nessas caderras de 
Conselhe,rcs. vão a . ..,cistir o 
julgamento cte pro~eSS.)5 
alguns dc!,s em qu~ f;gu­ 
ram Cüc::o parte-, nos car­ 
go, qu: ..Jcabam de r.e,xar 
e vão sentir como é acerta 
do o comportamento dos 
não sei nadar? Que va tudo e 
todo, plantar bat.ara,. 
O frustrado é assim e al­ 
go o.ali. Chega a ser sádico. 
Mas... quando ele ouve a sua 
mu 1.:n; quon".lo de ve a su-, 
Julieta c-u dela recebe uma car­ 
ta ou qu•o:fo ucebe ,., paga. 
meto, ai o troço muda comple­ 
tamente d aspecto, Ele torna­ 
se mais drastto {consigo pro­ 
pro]: maus melancolico; cor 
tu:te menos disposição para 
•1e.::icer e rom r.:tU!tO 1::1ais ,·:>n­ 
tade de que o tundo vá para 
oode e como quiur {L.E . .'i.A.] 
O frustrado é os:.irn e ai • 
go más. E sabe por que? É 
simple!<- e purnment.'!' porque fAl­ 
ta-lhe- a meigufcc da voz da 
pessoa amada. A caricia. a ter­ 
nur:i e: perfume femiaioo. f: p.or­ 
que le não ter quem o escute 
quando falJ, qudndo sorri, qca:1 
do chora! E t?lc rnnt o rec1pe 
assim: chora muito, sorri eri de• 
masia, sente e ate fala. Fulo d"O 
muito que poderia dar ou ree­ 
ber sé: tive:.sst .i quer:i ofertar ou 
pedir. ai~ sentem por ser e ter 
de prosseguir tão só. Tão ,ô­ 
zinho. de □udar to:ia a tua vi. 
do: VO::m ! ! 
a prova 
Srs. Conselheiros. que pro­ 
curam. antes de punir. c-n­ 
cntar e instur os qu.e es­ 
tão sendo julgacos e tam­ 
bém como é d,gna de lou­ 
vor a atitude dos que pro­ 
curam apres?ar a solução 
dos processcs. em que os 
10tere,sados esperam. afli• 
tos. o result..tdo. (::iEDI­ 
MAT) 
1 
1 
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aprensentando sucessi vos 
ddici1s. o orçamento do Es­ 
tado ele Mato Grosso, para 
o exercicio financeiro de 
l9'i1. tem receita e despesa 
igualmente fix;,das em 698 
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ordenação Geral. acrescen­ 
tando que a mensagem do 
governador José Fragelli. 
rdaente â proposta orça­ 
m,·ntária. já se enzonta na 
As,ewblé,a Legislativa. 
O orçamento-prcgraroa 
de Mato Grosso para 197➔
- afirmou o titular da Se­ 
cretaria ·de Planejamento - 
foi compostn dentro da téc­ 
nica exigida peia lei federal 
4 320, que fixa normas pa­ 
ra a elahoração da propos­ 
ta e extcução orçüment2- 
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Redator chefe: lvaldo Pereira 
Depto. Jumlfco: Dr. Carlos 
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Bela Vista - Mato Grosso 
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ESCRITÓRIO UNIÃO Ltda 
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Fronteira 
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(Registrado no Cartorio 
de Títulos e Documentos 
Nº 1066) 
EXPEDIENTE 
CONVITE 
A Cas. da Amizade 
convida a distinta Sociedade 
Belavistense e Cidades Cir­ 
cunvizinh:,s para pr, stigia­ 
rem o grandioso Baile das 
Debutantes de 1.973. 
Aguardem as Dcbutàn­ 
tc~ da ·'Era Espacial" e 
divirtam-se, ao me5mo tem­ 
po. ajudando os NECES. 
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11 
"BONAN HOT-DOG" le lr;1s tal 
Orgulhosamente Apresenta: 
Brasinha na Escuta 
Chegou "Bonan a Hot-Dog. c.arrinho, verdes, ven­ 
das d" rdrigeranttS e cachorro quente. 
Ao, pr1;fessore, e às crianças, nossos parabéns pe­ 
lo seu dia. 
Pedro Palmiéri. advogado, viüJOU para Culabá cm 
basca de soluções para inúmeros problemas que assolam 
o mum1c1p1o. 
Ederney Miranda é o mais jovem pilo:o belavi,rtn­ 
se. Priuera etapa vencida. Em frente 'paraguaio''. 
Aniversários. festi11bas. recepções em geral: Não se 
preocupem, ch.:mem "Bonança" Hot-Dog FONE LOI. 
A arte de be servir. 
A Kika. Mana Ely Antunes mil lab3rê:las ;:,elo 
nat na semana passada. 
Aos jovens casais "corujas": Reinaldo e Maisa: I­ 
val:lo e Estela. parabéns pda vinda dos nenens. • 
O quente é o baile do dia 25, promc.ção da Casa 
da Amizadie. Vamos colaborar. Conjunto de São PauJo, 
Cir-:ulando pela cid;,de: Marid Loureiro Brunete 
e linda filha. 
Dona de casa receba bem. organize suas festinhas, 
mas não esqueça: "bonança Hot-Dog' tem equipe uni­ 
formizada e irá are a sua residência. - Fone J OI _ 
Mai> ... um garotão que hrcvemcnte deixará a.s me­ 
ninas "coidínhas". possui um belo par de olhos, é 0 
Ely,on, filho do Ely e da Aurêa. 
Casal da Semana:- Cap. Gerson e Sra. 
Pedro P!maieri, 
advoga<"' o _ ::,litico 
atuo:nte 
,1 
Janes Velasques, 
cocadinha de nossa 
sociedade e cola- 
boradora da 
"Tribuna•'

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Bela Vista • Mato Gro so 
ESTRADAS VICINAIS 
Vimos respeitosamente 
à presença de V. Excia.. 
expor detalhadamente a si­ 
tuaçao de nossas estradas, 
algumes em estado precario 
necessitando urgentemente 
de melhorias, tendo em vis­ 
ta a importância econômica 
de que as mesmas se reves­ 
tem, 
Além de contarmos, em 
nosso Município, com um 
tranco desenvolvimento da 
agricultura e pecuária, é mui­ 
to grande, também. a pro· 
dução de cal que oten:le 
não só ao consumo local, 
como também, abastece os a,u 
nlcípios vizinhos, alcançan­ 
do até Campo Grande. to­ 
dos élcs carentes de material. 
16 metros de extensão, li­ 
ga Bela Vista à estrada 
Jardim-Pôrto Murtinho. Es­ 
ta estrada. de enorme inte­ 
rêsse par o Estado, que 
poderia tornar o seu cargo, 
a manuntcnção da mesma. 
pois lreduzirla a distância 
Bela V;sta-Porto Murtunho 
em 1O0 km., aproximada­ 
mente. servindo granda re­ 
gião agricula. 
Nosrn Plano Rodoviá­ 
rio Municipal. conforme 
anexo, é muito extenso. e. 
torna-se dificultosa a sua 
execução. em virtude de 
dispor-mos de poucos re­ 
cursos. Hara tornar realida­ 
de tal empreendimento, 
pretendemos contar com o 
valioso apoio de nossas au • 
raridades. 
t 1 
Estradas de Rodagem 
• Yicinais e Municipais: 
1 - Caleiras - Uma 
das principais estradas do 
Municipio. tendo em vista 
que nossas indústrias de 
cal são servidas pela mes­ 
ma, necessitando de alarga­ 
mento e cascalhamenro. 
Com uma extensão de 75 
km. esta distância ficaria 
reduzida, se a estrada fõs­ 
se desviada. : passando peio 
Município de Caracol, be­ 
neficiando economicamente 
esta grande região sulista. 
lacilitando a vazão de nos­ 
sos produtos. 
2- Fazenda larga­ 
rida - Esta estrada, tam­ 
én necessitando de alar­ 
gamento. cascalhamento. 
construção de 2 (dois) bu­ 
eiras. 2 (dois) mata-burro e 
2 (duas) pontes sendo uma 
com 8 metros e outra com 
Estrada de Rodagem 
Estaduais e Federais 
As rodovias abaixo, 
algumas em estado preca­ 
rio. em determinados 
trechos, ligam o nosso Mu­ 
icipio aos mais im­ 
portantes centros do 
sul matogrosaense. Em dias 
chuvosos. torna-se quase 
impraticável o trânsito pe­ 
las mesmas, sendo o Asfal­ 
tamento a única solução 
viável. 
I Rodovia Bela 
Vista - Aquidauana 
2 Rodovia Bela 
Vista - Ponta Porá 
Com o asfaltamento 
dessas estradas. contamos 
com a possibilidade de: me­ 
lhores meios de co:nunica­ 
ção rodoviária. tendo, en­ 
clusive uma Viação desis­ 
tindo de continuar a linha 
Bela Vista-São Paulo pe­ 
las péssimas condições da 
estrada apresentada :no tre• 
cbo Bela Vista-- Ponta Po­ 
rã. 
C lentes de que o nos­ 
so Govêrno Estadual esta 
preparando Mato Grosso 
para atender às constântes 
exigências de ]nosso cres­ 
cente progresso. tendo co­ 
mo fator preponderante: a 
manuntenção de nossas ro­ 
dovias, solicitamos a V. 
Excia .. " especial obséquio 
de sua atensão para o a· 
cima exposto. 
Certos de valiosa co­ 
laboração à oportunidade. 
teiteramos-lhe nossos pro· 
restos de elevada estima e 
consideração. 
Plano Rodoviário Mu­ 
nicipal,. para· o Exercicio 
de 1973 
- Construção de: 35 
Km de estrada da Região 
de Bonsucesso ate a reta de 
Jardim, Porto Murtinbo. 
2- Construção de 36 
Km de estrada continuação 
da Estrada Fazenda Cara­ 
cól. passando por Ouro 
Branco, Cristalina Chive­ 
Cuê, até a região de Tou­ 
ro Mouro, e finalizando nas 
margens do Rio Cancól. 
3- Construção de 18 
Kro de estrada iniciando da 
colonia Agrícola de Dama­ 
C uê. até a região de Dois 
de Ouro. 
-4 - Restauração de 
55 Km de estradas das cai­ 
eiras. 
5-- Restauracão de 29 
Km de estradas. passando 
pela região de Santa Eliza, 
até as margens do Rio Pi­ 
ripecu. 
6 - Conservação de 8 
Km de estradas. da Estra­ 
da de Ponta Porá, oté a 
olonia Agrícola de Dama­ 
Cu. 
7 - Conservação df' 7 
Km de estradas, da Estra­ 
da de Ponta Porá, passan• 
do pela região de Itaverã 
até o Rio [tá. 
8 - Conservação de 
60 Km de estrada de Jar­ 
dim, passando pelas regiões 
de Barreiro, Formasã. San­ 
ta Rita até a região de Bon­ 
sucessc. 
9 - Construção de 35 
Km de estradas. da Estra­ 
da, de Caracol, passando 
pela região de Margarida. 
ate a reta Jardim Porto 
Murtinho. 
I0 - Construção de 25 
Km. de Estradas - partindo 
do Km 2 da estrada Colo­ 
nia Municipal Bela Vista 
ate o lugar de::omiaado 
Turma. 
Bela Vista - Mato Grosso j 
30 de Dezembro de 1972 
Clovls Marcelino Oliveira 
Prefeito Municipal 
Paraguai Garante 
Posse de Terras 
) 
Assunção - A Camara a 'desembocadura do rio 
dos Deputados !i_in,ciou o Iguaçu. ãguas acima, ate 
estudo de um projeto de Sete Quedas. e desde ac­ 
lei sobre áreas de seguran- dente geográfico ate Pedro 
ça nas fronteiras. reservan- Juan Caballero de Ponta 
do aos paraguaios a pro- Porá. no Norte, sendo que 
pnedade dos imoveis ali o numero d J b 
· d D 	" e co onos ra- 
situados. )e acordo com o sileiros. na área da frontei- 
projeto, as citadas zonas ra, supera amplamente o 
abrangeram arcas terrestres de ara 
f
l · · 
1 
.- gua10s. 
e uvas numa argura de 
50 quilometros e la decisão 
dos deputados de estuda­ 
rem a questão, nasceu das 
pressões qur- ganharam cor­ 
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