DIRETOHK: Maria Etel» V«lasque«a Prr«ira 
_ Liberdade com Responsabilidade 
BEDATOR CHEFE: lvaldo Prr<lra 
Ano li 	21/10/73 
l ' 77 
Nosso Reado Pref. de 8. Vista Colabora 
MIME S IN E A IIRM 
Toda a resistência do 
su humano tstá na força 
do otimismo. 
Embora esta palavra otlmis­ 
mo seja quase lntraduzív, 1 
e tenha muitas vezes um 
. sentido lmrnsamente elástico. 
Era realidade o otirais­ 
mo ume doutrina fllosófi• 
ca, segundo • qual o mun­ 
do é cenário da luta ente 
Mal e o Bem - cabendo 
ao Bem a vitória definitiva. 
Platão e Sócrates eram oti­ 
mistas. Jerns, Budha e to­ 
dos os grandes nisticos fo­ 
ram levados a crer na vitó­ 
ria dá Luz. Dos pensadores 
mo:iernos podemos situar 
no plano dos otimistas, re­ 
nelon e Leibnitz. Assim é 
que vemos em Fenelon a 
idéia de que o mundo niio 
e absolutamente bom. t'XIS­ 
tem, para ele. formeis nume­ 
rosas d!! manifestações do 
mal- mos a atuação do 
bem prepondl!ra sõbre o mal 
De onde se conzlue que o 
otimismo não é uma perce­ 
pção infantil. mas sim oco­ 
hecimento da realidade dos 
fatos. Jesus nos ensinou: 
"Conhecereis a Verdade e: 
a Verdade vos libutará." 
Nesta frase vénos o otinis­ 
no do Nazareno quando. 
orimeiramente. lldm,tc 4ue 
ua dia conheceremos a Ver. 
dade e:. em seguida. nos fa­ 
la da libert?çii.o. por ct>rto. 
de r.ossa próprias afiações. 
Para nós otimistas, se­ 
res que aditem o lado boa 
e construtivo da v,da. não 
nos importa que um Voltai• 
re tenha ,sa.tírizado em 5eu 
romance .. Cândido", o oti• 
ismo altamente flosótico 
de Leibnitz. Este pensador 
atirava, sem receio que és­ 
te é o melhor dos mundo, 
possiveis. Em verdade, te­ 
ra o homnen direito de fa. 
lar tão mal do mundo se é 
ele mesmo que faz o seu 
mundo? Verdadeiramente. 
tudo que fere a espécie po­ 
de 
I 
ser' atenuado prela pró­ 
pria espécie humana. Já ti­ 
vemos oportunidade de di­ 
zer que as criaturas até cer­ 
to ponto, são responsáveis 
por mnuita afliação que pas­ 
sam no mundo. No entan- 
' to, o própric otimrsmo nos 
ensina que podemos mohfi­ 
car nossa vida de uma ho­ 
ra· para outra 
Como? Modificando nossa 
maneira de pensar. 
Exenplo- Sabemos 
que alguém nos calunia. no~ 
ofe-nde. Por que vamos f,. 
car a vida toda pr.nsando 
nessa pessoa? Não seria 
mais orove,toso que pensásse­ 
mos em quem nos quer bem 
Sei que certas criaturas res­ 
pondc:iam: "Ürc1 isso quan­ 
do tem alguémn que se inte­ 
resse por nossas cores ..... 
Direi cm resposta: Fechai 
vossos olhos e pensai num 
:êu sem nuvens... Deixai 
,·ossa mente entregue ao 
bom pensamento de Paz e 
de Amor... Terta dai'em 
diante a certeza de que ês­ 
te bom pensamento vos tra­ 
r3 uma imagcw de Frlicida­ 
dc e de amparo. 
Com o V 
Jornalistas 
,, 
O prdcito municipal 
de Bela Vista, sr. Clovis 
Marcelino dr Oliveira, con­ 
cedeu um auxilio de mil 
cruzeiros ao Jornal Tribuna 
da Fronteira e mil cruzei• 
ros à União dos Jornalistas 
de Aquídauana (UJA), co­ 
laborando com o V Con- 
Congresso 
Profissionais 
gresso Estadual de Jornalis­ 
tas Profissionais. e derrons­ 
trandu seu aprêços ao jor­ 
nalistas matogrossenses. O 
congresso que tera a par­ 
ticipação de jornalistas be­ 
lavistrnses (pela primeira 
vrz). será realiudo em 
Aquidauana nn pcriodo de 
Clóvis Marcelino de 
de Bela 
Oliveira:. Prefeito 
Vista 
Estadual de 
1 i a 13 de novembro e 
contar.à com a pre5ença do 
jornalista Adriano Compa­ 
nhole, presidente da Pede­ 
ração Nacional de Jornali•­ 
tas. Prof1ssionai,, que fala­ 
rá no encerramento do con­ 
grçsso,. 
A conscientização dos 
homens de imprensa de 
nosso EHado, a mudança 
operada na mentalidade 
jornalistica e o franco de­ 
senvolvimento de nossos jor­ 
nais devrmcs ao trabalho 
dealista e de profundo sig­ 
nificado, do presidente da 
JORNAMAT. jornalist.; 
Pedro da Rocha Jucá. Re­ 
dator-chefe do «O F.:stado 
de Mato Grosso». Hoje es­ 
tamos unidos. não só em 
classe como nos ideais. nos­ 
sa meta é o cro:scimento de 
Mato Grosso e do Brasil. 
ão esquecemos as pala­ 
vras de Pulitzer... «cada 
número do jornal oferece 
a oportunidade e o dever 
de se dizer corajosamente a 
verdade; de se colocar ;:,c1- 
ma da mediocridade e do 
convencional: de se dizer 
algo que mereça o respeito 
das pessoas intrligentes. cul­ 
tas e independentes da so­ 
ciedade: de sobrepcr ao 
mêdo do preconceito popu­ 
lar". As palavras de Puli­ 
tzer. Sintetizam uma filoso­ 
fia de conduta, e cs jorna­ 
listas matgrossenses sabem 
o papel que representa a 
lmprcn,a no contexto de­ 
senvolvimentista do Novo 
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Direção de Alceu Batista Gomes 
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Jornal Tribuna da 
Fronteira 
(Fundador: Jvaldo Pereira) 
(Registrado no Cartorio 
de Títulos e Documentos 
N' !066) 
EXPEDIENTE 
Diretora: Maria Estela Ve­ 
lasquez Pereira. 
Redator cbde: Ivaldo Pereira 
Depto. Jam1ico: Dr. Carlos 
Edy Sã de Medeiros. 
ColaboradpreS':' Diversos 
Redação e Administração 
Rua Barão de Melgaço s/n 
Bela Vista - Mato Grosso 
Assinatura Anual: 
Bela Vista 50. 00 
Demais município 60. 00 
Todas as publicações a­ 
vulsas, como sejam: Editais, 
Avisos, Secções livres. A pe­ 
dido. Comunicados. etc serão 
pagas adiantadamente. 
"A Diretoria não se 
responsabiliza por conceito 
emitidos em artigos assi 
nados". 
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convida a distinta Sociedade 
Belavistense e Cidades Cir­ 
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_"U SERGIPE -2°- 	SIDROLANDIA-MT. 
Crônica da Cidade: 
LÁ E AQUI 
Jose Carlos LONGO 
Enquanto o pau coroe 
feio e prá valrr 110 Oriente 
Médio nós, cá, continua­ 
mos com a mesma tranqui­ 
lidade de sempre. E diga­ 
se de passagem (ou de 
ida). embora o maeu des­ 
prezo pela especie humana 
aumente considrnvclrnente 
ne.<tas circunstanciai. pouco 
se me da o que aconteça 
por l «Dias melhores vi­ 
rões». corno diria umn ar.i­ 
go meu. e isto é que é im­ 
portante. Ou será que é 
1rnportanu pensar nestes 
irmãos que se autodestroern 
por um ideal utópico? De 
que valeria a nossa an­ 
gustia. o nosso desespero 
ante uma hecatombe se os 
promotores do espetáculo 
pou,a importância dão ao 
fato de ilhares de pessoas 
morreram sem mais nem 
menos? O banho :le sangue 
que está tornando a huma­ 
nidade. as morte, aos bor­ 
botões estão causando trau­ 
matismos que deixarão mar­ 
cas indeléveis na mente de 
nossos filhos (Jeles) Eu cá 
cismo comigo :nesmo. 
Feliz é o povo que toma 
seu tereré. feliz e o povo 
que trabalha fe brilmcnte 
(mesmo assim contente). fe­ 
liz é o povo que te1..<1 Ipa­ 
nema. Copacabana, Guaru­ 
já, Mongaguá, etc. e tal 
(mesmo pu1uidas), feliz é o 
povo que canta com Wa!dik 
Sariano. Teixe1rinha. Ro­ 
berto Carlos. Chico Buar­ 
que. Caetaoo, Vinicius de 
Moraes: feliz é o povo que 
toma Katire. ruys. Palhi­ 
nha. Chivas, e caipirinha: 
feliz e o povo qui, lê J. G. 
de Araujo Jorge, José Mau. 
ro de Vasconcelos. Plinio 
Marcos, M,llor Fernandes, 
Jorge Amado e Monteiro 
Dr. E:dmo Lopes medi­ 
co, especialista em cirurgia 
da surdez, timpanoplestias. 
exames auditivos, audiogra- 
ma. doenças de labirinto. 
clinica e cirurgia em geral 
do. Ouvido Nariz e Gar­ 
ganta, com cursos de espe­ 
dahzaçao Do Brasil e cm 
Bosten Estados Unido. 
Lobato sem fazer distini: 
feliz e o povo que coap 
Amiga, Cnpricbo. Pasquio 
Fradim. Veja. Estado; E. 
1,z i!. o povo que tem Pel 
1 ostão, Revelino, Arnandc 
Marques, J oiio Hrorlque. 
Feliz é o povo que 
mesmo sabendo morar nu 
país subdesenvolvido. am. 
gaça as mangas, mete 01 
pés descalços no chão 
vai construir sua pátra sb 
a Ordem para o Progresso. 
Feliz e o povo que 
um did verá seu país r. 
geado o concerto das na- 
, 
ções pacificas. imnondo pe. 
la força da razão e nãc 
pela razão da força sua 
filosofia pura de humanta 
rlsmo. compreensão, paz e 
amor. 
t, 
d 
Feliz e o povo que 
um dia verá ,eu modo de 
vida copiado por outros 
povos e por outros países. 
E mais feliz será este psvo 
quando ver seu Irmão sor- 
rir o sorriso aberto da fe­ 
licidade, sem rnli.aas d, 
Golan. sem Damasco. se 
Telavive, sem Saigon. sem 
Hanól. Dallas, sem Carnb• • ) 
jas. a amraçar-lhe a paz 
e a tranquilidade. 
Deixem o pau comer 
DO Oriente Media. Ainda 
não chegou a nossa vez 
(e dificilmente chegará) de 
matar por um pedaço de 
areia, por um ideal simbó­ 
lico. O nosso ideal e o do 
bem viver. do amor. da 
paz e do trabalho. Toe­ 
mos nosso tereré. mergu­ 
lhenos no Apa e acredite­ 
mos nos 127. Devagar e 
vai ao longe. Cada um 
dando um pequeno erapur 
rão à sua maneira e o Bra­ 
sil chega h. Tranquilo. 
1 1 
. ' 
COMUNICADO 
., munica ao Povo de 
ela Vista e Cidades vizi- 
b 
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n as. a instalação de eu 
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ISTO ACONTECE 
"BONANÇA HOT-DOú" de Irmãos Brnz 
Orgulhosamente ílpresenta: 
Todos e~perando com ansicdaC:e o B,.ile das De­ 
butantes que será no dia 25 do corrente no EB. Lin­ 
das e charmosas '"c<'cadinhas·· d~butarão. 
Estêve pela Princesa do Apa o C?ntor Antonio 
Marcos. Legall ! ! 
Chegou Bonança Hct-tog. Carinhos verdes. Ven 
das de Refrigerantes e Ca:horro Quente. 
Chegaram de una esticada até á cidade da Ga- 
roa as cocadinhas !tda Maria Murano Ritoca. 
Ao Casal Fernandinho e Zcnóbia, felicidades mil. 
por completarem no dia 7 p.p. l ano de casados. 
Aniversários. Festinhas, Recepções em geral: não 
se preocupem, chamem ··Bonança Hot-Oog" Fone 101. 
A Arte de bem Servir. 
Diogenes Braynor 
Entre nós. provenier.te da cidade Mdrav1lho~a o 
Acadêmico de Medicina: Geraldo Murano. 
À Sra. Elza Godoy. 1abarêd~s pelo Nat ocorrido 
no dia 16 p.p. 
Dona de casa: receba bem, organize suas 
nha,. mas não e,queça: Bonança Hot-Oog tem 
pe uniformizada e irá até sua Residência - Fone 
Festi­ 
Equi- 
101. 
Eia um edtiio como ou­ 
tro qualquer: doze dares, dois 
<lcs adore• /um :empit qutbra­ 
do) e quas< tre-.nta• apuro, 
mento,, onde: e_ram rnqulJlno~ 
lunclc•nllrioJ públicos, "méd,co<, 
dentistas, bancarie, advogados, 
jgadores de futebol, enfermei 
tas, estudantes uoiversitrios, 
p1ofc,sores, , até jornali,ras 
Do ,ex!o andar até o drdmo 
segundo a visão era linda ·pa­ 
norilmlca•, como diria o Ely d 
,raujo Barbo••• e tinha m,smo 
quem augasr< Janelo, para al­ 
guns profis~lonals tirilS'-tm fo. 
tografia:s para trc1n.:,formar t:m 
vista turi,lfca da cidade. 
O terreo era todo dividi­ 
do em pequenas arcas que ser­ 
viam pora estacíooomtnto.s dos 
vrlr'ulos. Pllrém, que:m não tf. 
nha condições de: possuir auro­ 
movel alugava sua vaga paru 
algun, vizinhos de cutros pré­ 
dius, o que era um suplicie pa­ 
ra quem tivesse a saida do seu 
carro impedida p("tr um outro, 
cujo proprierf.rio morava no no­ 
mo andar do tdificiu vizinho, t 
o rtlogio já passava dez mlnu• 
tos d entada do expediente 
na rp+rtição. 
Os apartamentos erar 
cc-mpouos por limitados com­ 
partimento!--: dois quart,,.!i, ~alia, 
cozinha e sanitaríos. TGo pe­ 
quenos que o sujeito para res­ 
pirar teria que sair ate a arca 
livre. Mesmo assio1 o cdJfJcio 
era una festa, apezar de que 
no fundo, mai, no fundo me~· 
mo, lguns vizinhos ao te g0- 
tavara. E isto foi revelado ta 
reuniao realizada anual.etc 
eatre o indico e os inquilinos. 
O luuclonado •po-,ntado 
da fazenda reclamava pata o 
«indico que o m<.rador do 276 
passava a noite todinha atras­ 
tando moveis "coo se vivesse 
cm terna mudança Defen­ 
d,n,lo-se, o morador do 226, 
cm dentista acuou o o::upante 
do 2211 de rancor mu,tv ,Iro e 
•-o rnovrl que arrasto e a mrnhn 
CdlOO, para vtr ?-,e cc.n,Jgo, pelu 
menoo;;, dormir... Um jtJrnalista. 
que parecia fazer algumas ano­ 
taçoes. ameaçou o sindico de 
denunciar ptfo jvrnal o barulho 
inf,rnnl que ,xisre no 56, 
''poÍ! os se-us moradorts fre­ 
quentam terreiros de caudomble 
e quando chrgam alta! hora• 
da noite foum um barulho que 
acorda att os muradori!S do 
,d1licio ao IJdo (exagero de 
bom jornalista) 
Um vereador, residente no 
'J8, le: o que chamou de "vee­ 
mtnte aptlo .. ao :::inJJcC', pctri 
que esclarecesse aos pc ís da 
importdncía dos t.levadorrs e 
que proibisse os meninos de 
quando usurcm o dito cujo ::Jào 
apert.Jrcm os botões d•·s anda• 
re,, pois quu:i cHd no tt:rrc:o 
ou no ultimo aadar, "tem que 
espHar alguns rníoutos pelo ele­ 
vador. que vem p•uaodo de n­ 
dar ca:. andar 5tCJ nenhuma 
necessidade". 
U:na viuva (muHo com,n 
Beneficencia 
Bela 
tada entre os homens e motivo 
de calorentas brigas entre mar»­ 
du1 , ulh,.r) reclamou uo tX• 
cesso de descargas que o rt 
dente no 129 dara diariamente. 
"pare.rr Jt,. que- o homem vai 
ao anitario de [mnuto em ri­ 
nuto , eu ji.1 nJu ,.uportu o b .... 
rutho infernal que a de,rnrlJa 
foz". Ma, o lnqulhno do apu­ 
larr.t :-:to 2l3 rtdt1rnou do :,cu 
vl:inho do 215, que "não <e, o 
que ,Jc tanto faz. ma, não 
consigo dormir com o rbol,o 
em cima da cama, e um range 
do que n5c rrm quem agutnra". 
O ... indico ouvia tudo nuct 
silénclo funebr. e, para aprt­ 
sentar ares de preocupação. co-­ 
çava a cabra com a insitencia 
comum a quem te preocupa 
Enf,m falou: «Todn mundo re­ 
clama de todo mundJ, parem 
até o momento níngutm falou 
das festinhas que as mocinhas 
do 119 promovem. Verdadeiro• 
ba=anaJs» ~ acentuou E rttfu .. 
cou um vrlhote bisbilhoteiro, 
inquilino do : 17, •não «cla­ 
moam porque todos estes que 
e«tão falando dos vizinhos, na 
hora que e acordam v5o para 
o lnfcr:iinho do 119 e di:em às 
mulheres que v,'"io a procura de: 
cigarrou. A reuofão foi eactr­ 
rada e a partir deste dia nin. 
guem teve mais reclnmaçõe,, 
principalmente porque ató me • 
mo o !indico pas:,ou o frequen­ 
tar as no[tes quente°' de: orgia 
do •p>rtamento 119 
Hospitalar de 
Vista 
Muito "na dela" rodando na City. Seta. Zoraide 
Cavitlhciro num Corcel Super incrementado. 
Ãs charmo~3~ Teima Loureiro e Cri<li:me Carnei­ 
ro. parabens da coluna pelo, 15 anos na semana p. p. 
Elegantes da semana: 
Sra Enoly Assis. Sra. Elizahete S. Marquas. Sra. Fer­ 
naoda Tales, Sra. lêda M. Baione. Srta. }na R. Al­ 
varenga, Sra. Cilene Naban e Srta. Teima M. Loureiro. 
Visita da Semana 
Deputado Ubaldo Barém 
Jornalista Rachid S2lomão (Revi•ta Atualidades). 
Ltva:no5 ;,o cooheci­ 
rn~nto de V. Sa. que o con­ 
vênio da Beneficência Hos­ 
pitalar de Bel;i Vista c0m o 
INPS, não e.$ta em funcio­ 
namento. devido a~ informa­ 
çôs do gene 'e Aaqui­ 
dauana Sr. Wiishington que 
"SUPER MERcnoo·· Ex: Comercial Santos 
OE Jair Lemes de Souza 
Secos e molhados, Ferragens, Vcterla:irla, El,1ro-dombUcos 
Rcprcscatantc uclu•i•o da ULTRA GAS(Eatrega.• a domklllo) 
Super Mercado: os melhores produtos pelos melhore.,; preço,; 
SIDROL1-N[)IA 	MT 
+ 
I 
1 1 
SERRARIA CASTELO 
OI: ANTONIO REMO PCN20 
Compra de Ma­ 
deira Bruta e Venda 
de lladcirn Serrn<la 
Antonio João - MI. 
nós disse que o ccnvêrno 
estava furadu. •sto é nfio ti­ 
nha médico credenciado pa­ 
ra o atendime!)to de consul­ 
tas, por isso estivemos em 
Cuiab2 no dia 20/9/73 pa­ 
rn esclarecer essa situacão, 
e foml"s/atendidos pela Se­ 
nhora Tocantins na ausên­ 
cia do Sr. Delegado e do 
Coordenador dos ,erviços­ 
médicos que nos afirmou 
não ser possível cre-dencia-. 
mentes de médicos, e do 
Coordenador. Portanto o 
coovtenio não poderá func10~ 
nar. e os cootnbuiote5 do 
INPS estão revoltados com 
a Beodicênci.i que não têm 
culpa alguma. 
A minuta do presente 
nos foi fornecida pelo Sr. 
ex. A!Jeote de Aquidauana. 
e assim sendo S. Sa. para 
sanar essa inrregularidade 
poderia baixar uma portaria 
adicional ao atu.al convenio 
estendendo tambem ao a­ 
tendimento ambulatorial. que 
:larla :lrreita a consultas de 
tratamento sem ser internado. 
Atenciosamente 
Dr. Fiori Murane 
Presidente da B. H. B. V.

Tribun• do Front,,ir:, 
·------ 
O, tu 1,-r 
·------ 
.umo A Curvat ra da l UZ - 
II JM 
• ' 
DRACO 
Ei irmão. vamos seguir 
cnm fé. tudo o que en,inou 
o homem de Narnre1 ... 
•• N.io hà limites puril o 
1,omem que nlu1ejl1 iibl.rlilr· 
si'. O humern emn st e uma 
himnitala +lé:a d> liberdade. 
lhe com en ·ndimento e 
descobrirás que és acima de 
tudo: pe11silmento." "N.io 
há limites ao crescimento do 
hom m e: no fim saberás 
que a vid,1 e m 11s clo tp!e 
aquilo que nossos olhos ve- 
1·m" (do livro: • Pan.io Ca­ 
pelo Gaivot,,). 
Rute. filha do Pedro. 
em umn moça. humilde e 
bonissim.;. morr u ontem, 
mas parece que esta viva. 
sentimos sua presençn, e o 
pessoal comenta.. Existea, 
fantasmas? 
Eu confesso que me 
acho muito inclinarlo a ad­ 
mitir a cxistencia de eres 
,materiais no mundo e a clas­ 
si[icar a mmho própria al­ 
ma nesta categoria de se­ 
res (K,rnt). 
- Por favor moço, uma 
ajuda pelo AMOR DE 
DEUS. 
- Não tenho trocado ... 
vá trabalhar. 
"Ei irmão vamos se­ 
guir tom fé, tudo o que en • 
smou. o Homem de Naza­ 
rct." 
jardim e p'ante-a em seu 
coração, a vida sera periu­ 
mada e será jardim. Vamos 
orar. 
Mnha oração é canto. 
meu canto é musica e nada 
pode abalar este zanto, por­ 
que .. meu canto e era,ao 
l' {) DIVINO. 
'tl fo de ouro pren 
de todas as religiões do 
munJn e .entrelaça as vidas 
e as doutrinas de profetas, 
flasofos, messias e redento­ 
rcs. Vamos u<.ir o fio e 
participar dc,s d11ur,1dos cn• 
~lnillílentos. Ü c,•sgosto qw• 
sentimos na vida sempre 
partiu da ignorancna de nos­ 
so E, e da falta de uma 
justificação lógica dos acon­ 
tPcimcntc,s cotidiano,. 
DESP~RTE homem. des­ 
cubra o seu Deus interno P. 
zonece a VIER. Seja 
um... "d.iqueles pássaros 
que ~e encontram nuu, mi­ 
lhão! P.:ira voare~ a velo- 
cidade do pensamente. pa­ 
ra cnle quer que seja, De­ 
ves comtçar por saber que 
já chegaste (lvro • fernão 
Cnp· ln Gaivota). 
Busque o paranso de 
sua mente e conheça o li­ 
mitado que mora em nós. 
·Tens alguma idéia de por 
quantas vidas tivemos de 
pasr até chegarmos a ter 
primeira intução de havei 
na vida algo mais do que 
comer. "li lutar, ou ter u:11,1 
pos,ç,io impcrt,1nt~ d..-ntr(I 
do bndo? Mi vidas, Ter­ 
nio, dez mil! (Fern.ilo Cape­ 
lo Gaivota). 
Quando uma p, ,ma 
vive em harmomta ccm o 
infinito. descobre a Pa: Po­ 
der-Conhecimento e passa a 
conhecer o Cristus e il VI­ 
DA ... 
... Ei irmão. 'amos seguir 
com fe. tudo o que 1<:1sinou 
o !-fomem de N":aret. .. 
- - - - - - - - - - - - - - - - -	- -- ►- - - 
! f 
1 
A 
Dr e 
•No Jtrt1,t"1:JO tm BONITO. 
Pela oportunidade de viver e crescer, de sentir e 
amar, de: arna; e crer... Muito obrigado SEl:''HOR e 
canta:nos ... 
"Se eu fala se as lin­ 
guas dcs homens e dos an­ 
jos; se tivesse o dom da 
pcof~cia. ScC penet7asse todos 
os miste:rios, se tivesse fé a 
ponto de transpo1tar os mon· 
tes, mas não tendo carida­ 
de. N . .:.DA SOU (S. Paulo). 
Há mais serenidade no 
homem que defende com 
entusiasmo e êalor os seus 
principias. do q,•e no indi­ 
viduo falaciC'so. que procu­ 
ra .. serenai.Dente.' as suas 
evasivas. E. mais sereoo o 
murro de uma verdade º" 
mesa. do que: o palavrea:lo 
untuoso da mentira na boca 
de um santo de artificio (H .. , 
Pires) Ei irmão. vamos se­ 
guir com fé. tudo o que en­ 
sinou o Homem de Nazaret... ) 
"Üs Deuses são aque­ 
les sob cuja guarda estamos. 
e nós, homens. somos uma 
parte da propriedade dos 
Deuses (Socrates). Irmão. 
desprrtc o Deus interno e 
comungue com o infinito a 
magia de viver. Liberte o 
pensamento e mo,ra para o 
submundo, passe a falar a 
linguagem eterna. 
- Apanhe uma rosa no 
É Maravilho~o. Senll')r. ter 
Braços perfeito : 
Quando há tantos mutilados! 
Meus olhos perf..:itos. 
quando hã tantos se'll luz! 
M•nha voz que canta 
quando tantas emudet·eraml 
Minhas mãos que trabalham. 
quanlo tantas mendigam! 
E maravilhoso voltar pa,a ca~d, 
quando tantos não tem para onde n! 
E m2ravilhosv. 
amar. viver, sorrir, sonhar! 
quando ha tantos que choram. 
odeiam. revolvem-se em pe.,adelo3, 
morrem ,rntes de nascer 
é maravilhoso ter um Deus paru crer, 
qu:indo há tantos que não têm 
o consolo de uma crença. 
é maravilhoso Seubor. sobretudo. 
Ter Tão Pouco a Pedir 
Tanto a Oferecer e agradecer. 
(Michel Quoist) 
CASA FLÔRES 
Praça da Liberdade No. 130 
BONITO 	MA TO GROSSO 
----------------- 
Ipablca Federativa do Brasil- Est do de 
Comarca de Bela Vista- Crtrio do 
['I) IJ R ,1UD!Cl,l!II! 
Edital de 
O DOUTOR SIMÃO 
;Uí!ELl,t O DE 
BARRO.:, FILHO. JU­ 
IZ UE iJlt-<E[TO DA 
COM,RCA DE GE­ 
LA VJSTA. ESTADO 
DE :v!ATO GR0SiO. 
:o U.::O DE SUAS 
A f'RIBU!ÇôES LE­ 
GAIS. NA FORMA 
DA LEI. ETC: 
FAZ SABER. a 
todos qu,mtos o presentE> 
Ed1tdl virem ou que dfle c.>• 
nbe:,mentu ttnham. que. na 
Sede dê,te Juiz.o. no Ed1fi­ 
c10 do Porum e Sala <las 
Audiências. no dia n de No­ 
vembro de 1973. 8.30 ho­ 
ras, o ,enhor Porcc1ro dos 
Auditór:os Joã-, Hdàrio Pe­ 
reira. levará ;i praça, e no 
mesmo da às IO.GO horas 
o eventua I leilão, os bens 
penbora<los na AÇÃO CAM 
BIAL. que Julio Cesar Re­ 
hnfeldt. move contra Afon­ 
so Loureiro de Almeida So­ 
brn,ho. em trâmite por ês­ 
:c ) ui:o e Cartório do 1 • 
Oficio, sendo· os seguintes 
os b,ns p~nhor2dns: O lote 
dt: tar.-no Urbano númer~ 
28. e. 28A. da Rua Barão 
do Melgaço. esqu111a com a 
rua Conde de ?orto Ale­ 
gre. adqusrido conforme 
transcrição 5.032' fl,. l07. 
do lvro 3-C. avaliado pe[a 
importância de Cr$ 7.600.00 
(sete mil e seiscentos cru­ 
zeiros) ambos os lotes. As­ 
sim descriminados: Lote n 
28-A. da rua Barão do Mel- 
ato G! ·si • 
1 Ofio 
Tecidos. Roupas Feitas, Rádio Toca Disco, 
Gravadores Toca F,t:i, Máquina de Costura Singer. 
Colchões de Espuma. Capim. Crina Calçados Artigos 
pard presentes e Artigos Escolares. Discos. Ma[as 
Brinquedos Armarinhos em Gerai 
Rua Pilad Rcbuá n• 566 Bonito MT. 
Praça 
gaço C$ 4.000.00 (quatro 
mil cruzeiros) Lote n' 28 
da rua Conde de Porto A­ 
legre. Cr$ 3 600.00 (!ri:· m1 
seiscentos cruzeics) total 
:ando r$ 7.600 00 {te 
mil e seiscentos crueIOS 
ln perua rural Wllvs 
motor 136-252' 8, rbai ,, 
6812601017 de có: verde es­ 
tando a mesma om a caf 
rcceria amassada, avalada 
por Cr) 3.ooo.no (ti~~ :n·I 
cruzeiros). totalizando a a 
va'iação pela importância de 
Cr$ lo.600,00 (dez mil e 
seiscentos cruzeiros). valór 
por quanto serão levados a 
praça para serem arremata· 
dos. para quem maior :ance 
dér ou ma ior oferta fizer a· 
cima da ava lração, sendo 
feita a venda a vista. ou 
mediante fiador idon.-o por 
3 (crês) dias. E paro que 
ninquém alegue ignorância. 
expedido o presente Ed1•al 
que será publicado. ~ afixa• 
do nos lugart:s de co«tunes 
na forma da Lei. O que 
compra-se, com inteira ob­ 
servância das pre:;crn;ões le­ 
gais. dado e passado nesta 
cidade de Bela Y1<tõ. Esta· 
do de Miato Grosso aos 
trinta dias do • mês de Agos­ 
to do ano de mil novecen· 
tos e setenta e tres, Eu 
Josê A. e Silva Escreven· 
te Juramentado o datilogr•· 
fei e subscrevi. 
D:. Simão Aureliano de 
Barros Filho 
Juiz de Direito 
Em Aquidauana De Fernando rabrnl Corrê• 1 
.. para servir O povo 1 
OFERECE: de toda a região 
1
- Carinho no atc.ndimcoto p 	1 
tos cm geral - Sur±iah f, S9! o=pesadores . Pesss.I 
t B Ih ~ca .. a:na - f 	1 
pr.1 o - aca au nor-uc.guCs - c~,u u rao t'C.!CO • Queijo 
1 
uma lnftnic!,,c!e de frios para 'Pury • Manteiga ITA. , maio 
AI
. -- · a O t.nnquec· 	t::: 
i na rua istevão Ales Correu 4, tento da sua mesa. 1 
Aquidauana 	·_ 
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lado de. rcstaurag,tc: Bra!l- 
?vfato Gros.JI"' 
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Com o Lady-Cheque você faz comprãs, rotira dinheiro, 
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Seu Lady-Cheque é pago, mesmo que você 
não tenha sal do? 
É isso esmo. 
Quando você abre uma "" onta Rosa' no BEMAT ca estabelecido »m teto de 
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[sposião lgr-Pecuária d 
Vista Poderá Ser Feira 
lnternaciona, 
ea 
O prefeito de Bela 
Visa. Clovis Marcelino de 
Oliveira. enviou ao Secre­ 
t.í-do da Agricultura do Es­ 
tado de Mato Grosso. ofi 
.cio solicitando a transforma 
ção de nossa "Exposição 
Agro- Pecuária e Feira de 
Amostras" em Feira Inter­ 
nal. O pedido foi baseado 
no êxito das exposiçõe-s an­ 
teriores. e a procura de ze• 
huinos de média mestiçagem 
pelos pccuaris'.as paraguaios 
Abaixo transcrevemos os 
oficias: expedidos e recebi­ 
pos pelo prefeito de Bela 
Vista, referente ao assunto. 
OF. N.' 134/73 - Sec. 
DO: Prefeito Municipal de 
Bela Vista. 
AO: Secretário da Agricul­ 
tura do Estado de 
Mato Grosso. 
ASSUNTO: Solicitação (faz) 
i 
,. 
V+mos. respeitosamente. 
à 'presença de VExci1.. 
solicitar. seja a nossa Expo­ 
sição Agropecuária e Feiras 
de Amostra, transformada 
cm Feira lnternacianal. com 
a presença do Ministério da 
Agricultura. e autorização 
prévia da Cacex. Tal solici­ 
tação prende-se ao fato de 
que há alto interêsse do 
Paraguai, na aquisição de 
:ebuinos de média mestiça- 
qem acima. 
Com isso atenderíamos, 
não só aos desejos dos cri· 
adorés Paraguaios, dentro 
da Política de boa vizinhan­ 
ça' como incentivaríamos 
nossas exportações. 
Cumpre nos cifar ainda 
que, baseando nas duas Ex­ 
posições já realizadas nos 
anos de 72 e 7 3,é muito 
grande e possibilidade de 
negócios que poderá atingir 
o número de 1.000 animais 
por Feira. caso a mesma 
se torne Internacional. 
Certos da valiosa aten­ 
ção de V.Excia.. para o 
acima exposto reiteramos-lhe 
nossos protestos de elevada 
estima e consideração. 
Exmo. Sr. 
Dr. Paulo Ccelho Machado 
Secretaria da Agricultura 
do Estado de Mato Grosso 
Cuiabá - MT. 
Feira Internacional 
(Providencias) 
Com resptito a nossa 
Exposição Agrapecuária e 
Feira de Amostras, que so­ 
licitamos seja transformada 
em Feira Internacional. con­ 
forme Oficio 134/73 de 
Reformas ou 
Prédios 
Viaos a presença de 
V. Excia, expor os resulta­ 
dos obtidos de nossa solici­ 
tação junto aos Órgãos com­ 
petentes ea Cuiabâ. confor­ 
me nosso Ofkio l-!4/73 de 
14 09/73. 
No que diz respeito ao 
Forum. está sendc, elabora­ 
da uma planta para cons­ 
trução em cidades de pe­ 
quena densidade denogra­ 
fica e. que só ficará pronta 
e aprovada. provavelr.-:ente, 
em novembro. 
Conforme contatos man­ 
tidos, ficou estabelecido que 
esta construção deverà ser 
14.09.73. procuramos man· 
ter contato com o Exmo. 
Sr. Paulo Coelho Machado. 
Secretário da Agricultura 
em Cuiabá. 
Infrutífera. 
nossa tentativa. 
Secretário da 
assim como seu assessor 
imediato, encontravam ausen­ 
tes e. atendidos por um 
(uncianário. informou-nos o 
mesmo, embora sem convic­ 
ção. que o assunto é de es­ 
fera Federal e que aquela 
Secretaria encaminharia nos­ 
sa solicitação aos Órgãos 
competentes. 
Cumpre-nos citar que 
a Feira Internacional é de 
grande interêsse de nosso 
Município, principalmente no 
setor econômico. pois com 
sua criação incentivaríamos 
nossas exportações. dando 
maior vazão aos nossos 
produtos. 
.No aguardo de notícias 
com referencia ao assunto 
em pauta. que informare­ 
mos. a oportunidade. reite­ 
ramos-lhe nossos protestos 
de elevada estima e consi­ 
deração. 
Clóvis Marcelino do Oliveira 
Prefeito Municipal 
ef ei ra itil 
de Bela Vista 
Decreto 09/73 de 08 de Outubro de 197l 
Construções 
do Estado 
feita pela Prdeitura. com a 
ajuda do Estado. Quanto 
à compra do prédio onde 
funcionava u Banco do Bra­ 
si] S/A.. torna-se bem difi­ 
cil em virtude da divergên­ 
cia das autoridades encar­ 
regadas cio assunto, algu­ 
mas achando viavel. outras 
não. 
Quanto a retoraa do 
prédio da Cadeia Publica. fo­ 
mos informados que o as­ 
sunto é de competencia do 
Cel. Euro Barbosa. Conan­ 
dante da Policia Mthtar do 
Estado, o que já estamos 
providenciando. 
porem. foi 
pois. o Sr. 
Agricultura 
de 
No setor de Educação, 
fomos informados que a re­ 
forma do Grupo Escolar Ge. 
neroso Ponce já está inclu­ 
ida no Plano de Obras da 
Secretaria de Educação e­ 
a do Grupo Escolar Ester 
Silva. serà feita concorrên. 
eia para -:xecução, possi'lel­ 
mcnte, ainda nêste ano. 
Sendo só para o mo­ 
mento. reiteramos-lhe nos­ 
sos protestos de elevada es­ 
tima e consideração. 
D nova redação ao Decreto 07/73 de 26 de ]u. 
nho de 1973. que regulamenta o serviço de táxi 
cria!o pela Lei n' 588 d. 29.02 72e Decreto 07/7 
de 26.06.73. 
Clovis Marcelino de Oliveira, Prefeito 
Bela Vista, Estado de Mato Grosso, no 
atribuições legais; 
DECRETA: • 
Artigo I') Só podera explorar o serviço de passageiros 
o veiculo que obtiver licença dêste Munfcipio. 
Artigo ?.') O Alvará deverá sair em nome do propre­ 
tário do veículo. 
Artigo 3') Todos o Veiculos com Alvará de localiza. 
ção dos Pontos n's. OI (um), 02 (dos) e0 
(três). deverão anualm.:nte renovã,los, att o 
dia 31 de Janeico. 
Arugo 4') Os referidos pontos deverão manter. obriga· 
tó1iamente. pelo rnenos, dois veículos em 
plantão noturno., tstando sujeito à multa, de 
100 a 200% sobre o salário minfrno. em 
caso do não cumprimento do presente artigo. 
de acordo com o inciso XIII do Art. 86', 
conjugado com o Art. 87'. letra F, da Lei 
Municipol n' 603 de I4 de Fevereiro de 1973. 
Artigo 5') O veiculo que ficar por mais de 30 (trinta) 
dias inativo. deverá seu proprietario comunicar á Pre• 
feitura, o motivo do afastamento e. a licença só será 
concedida em caso de comprovada necessidade. 
Artigo ') Sem a comunicação do afastamento. citado 
no artigo anterior, o alvará será cassado p,. 
la Prefeitura, sem direito a nenhuma rccla· 
mação ou reivindicação. 
Artigo 7"J Os interessados cm estabelecer-se com ser· 
viço d~ táxi, nesta praça. deverão candida­ 
tar-se ao preenchimento de futuras vagas. 
nos pontos citados no Artigo t •. e cujas 
inscrições poderão ser feitas na Secretaria 
de Admini•traçãu da Prdeitura Municipal 
de Bela Vista. 
8') O preenchimento dás vagas obedecerá à or­ 
den cronológica de inscrição. 
9') A desistência. por parte do proprietário, de 
manter seu veiculo no ponto, deverá ser cO­ 
municado à esta Prefeitura, que tomará as 
devidas providêncincias para o preenchi:? 
to da vaga. com comunicação ao interessa 
do primeiarente inscrito, sendc expressa 
mente proibida qualquer transação. com co 
pensão financeira inclusive. entre o desiste 
te e o novo interessado. 
1 O') Não será concedid, 	4l 
. 
1 a nova inscrição ou • 
° a que tenha desistido do ponto. sal: 
se nao houver interessado inscrito. 
1 1) O presente d 
• 	ecreto entrará : na 
data de sua ibl; .=, em vugor 
<i..= , pul licação. revogadas as dispo· 
1çoes em contrário 
Prefeitura Municipal de B. Vista (M). 08 de Out. 1973·. 
CLOVIS MARCELINO DE OLIVEIRA 
Prefeito Municipal 
Artigo 
Artigo 
CLOVIS M. OLIVEIRA . 
Prefeito Municipal 
Artigo 
Artigo 
Municipal de 
uso de sua 
mento 
COMERCIAL PALHA1O 
M 
. . 	DE D. V. p A LHA N 
ateriais para construções . em geral - Tintas - Korinil - Conex - 
0 
Cal Manilhas - Telhas - Pelrs Areia 	oes - Ferros 
"Construir sua casa não é mais problema, AGORA 
comer@e.P?eg. "e,%g, P?9.mL.e!±, de reao 
Ci-