Liberdade co.!11 Responsabilidade 
REDATOR CHEFE: !,,lfa , ·rr" 
Ano li 	28/10/73 
Entre 
Uma das formas maio­ 
res de heroi•mo que cunhe­ 
ço esta no aspecto risonho 
,faqueles que e11frenram os 
praves problemas da exis­ 
tenci::i sem que deixem 
tr<1nspareca cm sua face as 
dificuldades e,C muitas vêzes, 
dc,rc! que ..!errubariilm mui­ 
tos. tidos co:i,o fortes. 
abr retransmitir A:or 
e al~gna. Lu:: e v,d,l. qunn­ 
do a existência. às vezes, 
tspura tsteza. trevas e 
e mortes...é colocar-se 
a1ma de huzzano e acima 
de efémero da existência. .. 
Neste pavcular. de 
vez em quinlo, saltam 
cxemnpls maravilhosos, f! 
...:u;:10 o ..:..: e. rto h·:ra lor 
antigo que corstuira scu 
põ!ano tl,1c.. "rutn:t"- de· um 
castelo medkval. sr co­ 
mo dos sentimentos de dü­ 
vida e das emços que 
valem como pedras cida 
de de-luôes feiras cm ruí­ 
nas, certas lmas constroeo 
o p11lácio que ,·ncanta os 
olhos dos que passam nas 
estrada~ da '1da Ah!. .. sem 
muitas v:zes algueu, Si'tba 
quanto custou florir a ban• 
q:eta das janelas que dei- 
o Séu 
xam perfume cama mensa­ 
gens de Amor nascido do 
pranto oculto que rega, cm 
silênrio, a~ flores da doação 
e Jo carinho trnnsmitido , .. 
Também. um dia des­ 
t,s. mcta.:la no fundo de 
Pma pi11Sd!J?m triste. meus 
olhos viram uma velha ár 
vore em ruinas. cujo tronco 
negro carcomido pelo tempo 
e pelos lempNais. deixava 
;:,ssim wesmo. uns g,,lho, 
!~ridos e descarnados, como 
dedos apontando os céus, 
rertamrl't• pua levar às al­ 
tu!ras o pensamento dos 
dcs?ncantados e dcsiludi­ 
·dos.. Tento isto é verdade 
c, !L' ,,,, p:::nta de um dos 
galhos. a velha arvore amn­ 
r:.r1 .:ncontrava f"rça para 
a:i,r.cnrar algum,s llorinhas 
oc wrde ~sperança e uma 
flor 'crmelh3 lembr,t'1do • a 
U:tuna gõ~a do sangue cf.:1 
vida ... 
e a Terra 
a ra 
LUIZ GOULAT 
e 
A a Revista Integração• 
comunica a seus assinan­ 
tes,'que a partr de janeiro 
,·,rcu lará normalme11te. 
A suspensão terpor1- 
ri de suas atividades, foi 
dc·urremc os problemas oe 
Oh! As bondosas mães 
nlqu•bradas .: d~mbadas 
plo desenganos e fadigas... 
Oh! Que exemplo. nimbém 
elos c-fenam ao mundo 
quando retransmitem de se,­ 
cs mirra1os o lete da vida 
ordem 8rafica Os a,sman­ 
tes ennats receberão doze 
revistâs conforme C0'1tratos 
dSsinados com o Departa­ 
mento de Circulação. 
REVISTA. INTê.GR,ÇAO 
Bel V. 23 de outubro de T3 
de Reus filhinhos, sem que 
jornais êles ~aibam o custo 
do esforço e o Arr.or do 
sacrtÍí:"io! 
Tudo, enfim. em a :✓a­ 
tureza toda é a exemplifica­ 
ção das lutas interiores que 
se transformam em floração 
e sdva- transformando do­ 
res e lutas secretas (>Ql ma­ 
nifesrnções Je cõres. de for­ 
rr.as .: ele músicas. nem 
s-:mprc sentidas e entendi­ 
da pelo homem ... 
Por isso hão-de sempre. 
subir ao plano da admira­ 
ção, os velho, sinos d'alma 
par11da. que ainda retrans­ 
mitem melodias de encnt:­ 
mento ac CClc.!Çdo dos aue. 
muitas vê::Ps, tendo tu"do, 
fa::err. da cxi>1ênci,1 um 
prolongado lamento, sem 
descobrir o segredo de ser 
feliz. que na verdade está. 
quase sempre, no part>cer 
feli:: a tõda gente ... Tal co­ 
mo o trigo que alimenta 
se, dizer a mnquém das 
lutas das ra,zes nas profun­ 
de::as da tara ... 
Dela 
Sàbaào e domingo pa.;­ 
sado. os belavistenses que 
foram ao Hipórlramo. Apoi­ 
ar Perreira de Sou::a de 
Campo Grande, tiveram a 
O,a vinte do corrente, 
as 20 heras, foi inacgura­ 
da a B,blioteca Pública 
Municipal de Bela Vista. 
O público prestigiou o 'a­ 
contecimtnto '! diversas au­ 
tordades se fzeram pre­ 
sente. As gerações futuras 
.igpdecerão esta prl'paga­ 
çan de cultura e :Je desen­ 
volvimento. A h,blioteca 
que favorecerá as classes 
::,obres e ricas. representa o 
esforço e a déterminação 
de u rn grupo. Vamos cons­ 
truir noss<1 b1bliotec<1-lança­ 
do o repto, o trabalho foi 
iniz1ado. O jornal Trbuna 
d Froteita». Pcf. Neras 
d~ Zvlelo Pinto, Drd. En,! 
Pereirn de Souza (Delega­ 
da de Ensmo), Clov,s Mar­ 
celino de Oliveira (Prefeito 
Municipal) e as professoras 
belavistensf's, ,rman;,dos. 
com um só pens, meato. ris­ 
caram de suas mentes a 
palavra ,mpossivel e ai esta 
a realrdade: Biblioteca Pú­ 
bli:a Municipal. Conside­ 
ramos a quesrão de Edu­ 
cação sob um pc-nto de vis- 
u 
Vista 
e 
ta a:np/o, a infusão da pes­ 
quísa livre. traz ao estu­ 
dante um ecletismo cul111rnl 
n~cessân<' à sua l:bertação 
psiquica e. uma biblioteca é 
fonte inesgotável de consul­ 
ws. O cbjet.vo d,1 educa­ 
ção moderna é cultivar e 
desenvolver na mente o al­ 
to sentido da vida A bi­ 
blioteca pública gPra ho­ 
mens livres e conscrentes. é 
força criadora das demo­ 
craci2s e causa fundamen­ 
t~I na cultura de uru povo. 
·os~os filhos. nete e bime­ 
ios, dírão. Mcito Obrigado. 
Aoocamo~ na inaugu­ 
ração as p1esenças da Ora. 
Eml Pereira de Sou=a (De~ 
legada de Ensine,). Evil.hio 
M 1randa (Coletor E~tadua l), 
Ga!beuo Alves Corréa (A­ 
gente. da Receita Federal). 
.'na Rocha de Oliveira ( 1 • 
Dana de Bela Vista). Nor­ 
ma de Melo Pinto (Sec. 
Ecluc. ~Iuoicipal) e profes­ 
sorns, i.Jiretora, de Escolas 
Primarias do município. 
oportunidade de vibrarem 
com as ,·itõria~ dos cavalos 
belavistenses. 
:Chefão e Gaivota. do 
conhecido cria:ior de cava­ 
los de nessa cidade. Tibiri­ 
ça Loureiro de Almeida. 
É Bela Vista se projetando 
em todos os se.tC'res. 
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Campanha do Fim de A.no 
·O Natal ja começou no_Deposita N. S. Apareci!a." Aproveite o "Plano Batista" e construa 
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República Federativa do Brasil 
Estado de Mato Grosso 
Comarca de Bela Vista 
Cartório do 1o. Oficio 
Poder Judiciário 
FAZ SABER, a todos 
quantos o presente Edital 
virem ou que délz conheci­ 
mento tenham, que, na Se­ 
de dêste Juizo, no Edifício 
do Forum e Sala das Au<l1• 
ências. no dia 6 de Novem­ 
bro de 167 3, ás 8.30 horas, 
o senhor Porteiro dos Audi­ 
tórios João };11lário Pereira, 
levarà à praça e no mesmo 
dia às 10,00 horas o evetu­ 
al leilão os beos penhorados 
na Ação Cambial. que Julao 
Csar Rehnfeldt. move con­ 
tra Afonso Loureiro de AI­ 
meida Sobrinho, em trâroite 
por êste Juízo e Cartório do 
t• Oficio. sendo os seguintes 
os bens penhorados: O lote 
9E+E#EEEE9E0E @5E EE E9E5±0#0E EE53± BE.E±#EE 
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Mariscai Lopes: a Emissora da INTEGRAÇÃO. , 
Música e notíciàs. Alegria e Participação. 
ZP-23- Som-ZP-23 Som-ZP-23 Som-ZP-23 
MI! L E PRAÇA 
o Doutor Simão Aure­ 
liano de Barros Filho. 
Juiz de Direito da Co­ 
marca de Bela Vista. 
Estado de Mato Gros­ 
sn. no uso de suas A­ 
tribuições Legais. na 
forma da Lei, etc; 
li 
de terreno urbano número 
28. e, 28A, da Rua Barão 
do Melgaço, esquina com a 
rua Conde de Porto Alegre. 
adquirido conforme transcri­ 
ção 5.032, fls, 107. do livro 
3-c, avaliado pela importãn­ 
cia cr$ 7.600.00 (Sete Mil 
e Seiscentos Cruzeiros) am­ 
bos os lotes. Assim descri­ 
minados: Lote n' 28-A. da 
rua Barão do Melgaço cr$ 
4 000.00 (Quatro Mil Cru­ 
zeiros). Lote n' 26. da rua 
Conde de Parlo Alegre, cr$ 
3 6000.00 (Três Mil e Seis­ 
centos Cruzeiros), totalizan­ 
do cr$ 7.c,000,00 {Sete Mil 
e Seiscentos Cruzeiros); Uma 
perua rural Willys, motor 
n• B7 - 22298, chassis 
68126010 l 7, de cõr verde. 
estando a mesma com a car­ 
roceria amassada, avaliada 
por cr$ 3 0C0.00 (Três Mil 
Cruzeiros). totalizando a a­ 
valiacão pela inportãncia de 
C r$ 1 O b000,00 (Dez Mil e 
Seiscentos Cruzeiros), valõr 
por quanto serão levados a 
praça para serem arremata­ 
dos, para quem maior lance 
der ou maior oferta fizer 
acima da avaliação, sendo 
feita a venda a vista, ou 
mediante fiador idôneo por 
3 (três) dia,. E. para que 
ninguém alegue lgnorãncia, 
expedindo o presente Edital 
que será publicado e af­ 
xado nos lugares de costu­ 
mes, na forma da Lei. O 
Que Cumpra-se. com intei­ 
ra observância das prescri­ 
ções legais. Dado e passa­ 
do nesta cidade e Comarca 
de Bela Vista, Estado de 
Mato Grosso, aost rinta dias 
do mê3 de Agôsto do ano 
da mil novecentos e seten­ 
ta e três. Eu. Pedro Ver­ 
gilio da Silva. Esvrevente 
juramentado. o datilografei 
e wbscn:ví. Dr. Simão Au 
reliano de Barros Filho Ju­ 
iz de Direito. 
COTIDIANO 
O dia começava, como 
todos os de sua vida; vida 
monótona e cheia de decep­ 
ções. O mundo era sacudi­ 
do por uma guerra, os jo­ 
vens quebravam tabús. as 
mulheres exigiam a liberta­ 
ção (m;:;is liberdade?). tudo 
indicava grandes transfor­ 
mações. O mamífero bo­ 
mem estava se igualando 
aos Deuses, a , ele alheio a 
tudo. Completamente alie­ 
nado. A vida em Beringal 
era monótona, rotina insu­ 
portável. nada acontecia. 
mas era vida. O problema 
crucial de homem. Ser ou 
não Ser. para Luiz consis­ 
tia em sobreviver. 
Sobrevivia trabalhando 
na ·Agência dos Correios e 
Telégrafos e lecionando no 
Grupo Escolar. o único da 
cidade. 
-Diabo de vida vivia 
resmungando tenho que 
sair daqui, ir embora e ten­ 
tar algo na vida. Aquilo 
tornara-se obssessão. Sumir 
de Seringai. Queria um fu- 
1 
COMERCIO de materiais para construções; Pias--Lavatórios--Madeiras-Serradas- 
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A:ulejo1-lmb1tuba-Ladrllbo,-Tij6los-Cme11to 
«leos tudo para canstruir sua casa, o plano você é quem farz 
Prestigio o Comercio de Sidrolândia 
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COMERCIAL JOSE PAULO 
DE 
Altair Conceição Nantes 
tuor, mas futuro. cheio de 
dinheiro. lindas mulheres e 
carros possantes. 
-Tentar o que? pergun­ 
tavam os mais velhos-A vi­ 
da na cidade grande, é 
dura Luiz. é uma verdadei­ 
ra selva de pedra. 
- Que nada, vocês mo 
estagnados e tiveram mêdo 
de sair, eu não, vou embo• 
ra e mostrarei o que é a 
verdadeira viia. Chega de 
vegetar. 
Não aceitava as opiniões 
dos velbos amigos, queria 
crescer, Ser alguém mas 
não tinha noc;ão .ie cresci­ 
mento. Era ingenuo. nasci­ 
do e criado em Beirngal, não 
conhecia nada e considera­ 
va-se super experiente. 
Faltava à Luiz, matu­ 
ridade e senso estético da 
magia de viver, faltava à 
Luiz. compreensão da 
"verdadeira vida." Mas 
ele foi, foi para a cidade 
grande. 
-Adeus, • logo estarei 
de volta com um tremendo 
carrão, e bastante dinheiro. 
-Você voltará, e: dari 
razão aos nossos conselhos. 
Os amigos despediram-se 
tristes e esperançosos: Ele 
voltará. Eram como Irmãos, 
criados juntos e sofreram, 
Mas ele foi. 
-deus. continuem ve­ 
getando, eu Vou Viver. 
Adeus 
Passaram-se os anos e 
a cidade esqueceu Luiz. e o 
99 
jovem jil tinha esquecido a 
cidade e os amigos. Nada 
de cartas. de vis11as ou te­ 
legramas. Nada. Omissão 
completa. 
Numa tarde quente. os 
moradores de Beringal esta• 
võm sentados nas calçadas 
(costume antigo), contavam 
as últimas do lugarejo, 
quando o jornaleiro trouxe 
jornal da capital. Surpresa. 
Os rostos se tornaram ten­ 
os e alguém começou a 
chorar. 
Na primeira página, le­ 
tras garrafais, fotografia: 
Mendigo Encontrado Morto. 
Foi encontrado ontem 
a noite, em frente ao CGae 
Aratu. o corpo de um jo­ 
vem aparentando 28 anos. 
de cor branca. Morreu de 
fome e Frio. A policia, a­ 
pós as diligencias descobriu 
o nome do desgraçado ho­ 
mem: Luiz Albuquerque, 
veio du mterior, da cidade 
de Beringal. 
-Pobre Luiz comentava o 
velho da farmacia muito 
religioso, . . . Queria viver 
e se esqueceu que a verda­ 
deira vida está onde està a 
vida da gente. queria cres­ 
cer materialmente, esquecen­ 
do que o importante é cres­ 
cer no espirito. Pobre Luiz, 
queria ter. quando o impor­ 
tante é Ser. Pobre e des • 
graçado. Luiz: mas que 
lição ... 
 
)

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co, especialista em cirurgia 
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exames aditivos, audioara­ 
ma. doeoçõs dt lahirinto. 
.:linica e ~1rurg1a cm g•:i-1·al 
do: Ouvido Na11= e Gar- 
, ganta. com curi os de espe­ 
ci.Jli=ação no Brasil e cm 
BoHon F5tados U::ido 
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Comunic,l ::ei Povr.- «-'C 
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cnco, O -r Prefeito vjou 
pata Cu!aba e braiuta. e 
busca de scluoes e a enr­ 
gia elétrica tem cereciuo 
carinho cspec1od. / '- E­ 
!'vl , T envwu um of1c10 ao 
prddto de Bel I V,,t 1 ~ ls 
te prestou contas a {àmo­ 
ra. aos rt.:rnos pt. !-i • .t•m;sta~ 
é uG1t1 dcrnon--tr<1~;io que: a 
Car.ara Municipal tem tre. 
balhado e o prefeito acom­ 
p,rnha ê,ll· rit,mo de u i.lb:l­ 
lho. V.,mos agn .rd.ir .i ri:­ 
d-: oe U1bni;ungã e consv 
qt:<ncemcnte luz para Bela 
V1-u. q11.: nd, "me:o no 
escuro" OfIUO Et VfA­ 
DO Ã CÃ'víARA MU:-li­ 
CIPAL. 
com rcforêncin ao Sttt r dz 
Eneroia E!ctnca e:n qus Jª 
temo~ ccrn11do p<'r demais 
insi tentes em! nsus rrvin­ 
dicacões. Fomos informado, 
pelo Chele da C..-mat. po: 
ntredio do D..-pi.:t;;do :..;. 
baldo Brn que a energia 
d.: Urubu;iur,gá deverá che­ 
gar a Hei;, Vi.-ta, conforme 
h:.v,;i s,do proe1ct1do. 
Cc-mo V. Excia ante 
vc co'ut-":ltcs ma,s diretos 
cem os Orçúo co:np,·t~n­ 
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ções a re>puto. 
Cumpre-no citar que, 
a:nda hnj.- tlvcmcs oot?c1a 
oue n Go, (:mo do Estado, 
~onforrnc public:i ão no 
i),~no Ofic:al de 25 09.73. 
no:. ccnt4!d~u ..Ol auxd10 
n10 valor d-: cr'S 5.000.00 
(c1nquert.1 md cru=dros). 
;,p!icaçáo n<:: te setor. cujo 
pl,rno <lc aplicação e,ta□os 
cleboran.:!o e tão logo este­ 
ja pron:u. i:lforman:mos a 
r2speito. 
lo ensejo reitera.os­ 
lh,:e nossos p1 orestos d;: ek­ 
va estima e con!,ideração. 
Clovis 1 larcelino de Ohv~ira 
Prefeito Municipal 
Ao 
Exmo. Sr. 
Dr. Fiori Muranc, 
Presidente da Camara 
Mumc.ioal de Beb Vi,ta 
Nesta 
, e e t:• cumprir. n • 11 lir,a- • ( or 
ltd .. <l,• n-·. te e( o junto tnf.r.1- 
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Jornal Tribuna 
Fronteira 
(Fundador: !valdo Pereira) 
(Registrado no C1rtorio 
de Títulos e Gocumrntos 
!('66) 
EXPEDIENTE 
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lasque= Pereira. 
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mos?'" Pn: CJ!1'" J)'OC.-l:J •r d 
r,'.•PO't~? l:• t .. ~C' ,.VC • t, • 
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Jr,r que n'>. ,□porta­ 
mos e milhares de pessoas 
oorr~ro e:n nutrra.;t robt""C!S, 
tem f,nal.di!C'" p· at:ca e 
som:os cegos o s.{rir rntn 
de uma pessoa próx:aa? 
Choramos :i :!:Gck ct·,e. 
•oldadcs pcrque : xo· ~<n­ 
~cbilidacz. porc;ue scmc! 
huc:,rnos OJ ;,pe:ias per 
descargo de ron•c•~r.c.:i? 
Contraste mesmo a nc - 
sa especie. que sccorte I­ 
ihóes de flagelados numa 
catá!:trofe da na:·1:-eza e 
deixa qa outros r:lhes 
se mentem por ideologias 
ultr.:passadas: 
f'odec:ios fa:er a'.oum·1 
co:sa por isso? ..r~r ... n11m 
mundo melnor, luras por um 
mundo mdhcr. jã é alguma 
coisa. E não custa nada. 
Jcsê Carlos LONGO 
Le ·a e ·ssin.e a 
11
T 1- 
BT'NA DA FRONTA.A" 
li 
1 
1 
1 
1 
.1 
:! ici.ps, da C.:impo:nhc. "FLAj_ -;-O GOL :J:3 :.E"""'RA" (lnici::i.tiva dã Liga Espotiva Ee!z.v::::t,,:1se)

Trihuna da Fronteira 
FRIOS "AQUI" 
De Fernando Cabral Corra 
Em Aquidauana para servir o povo 
de toda a região 
OFERECE: 
-- Carinho no atendimento. Preços compensadores. Presun­ 
tos em geral . Sardinha fresca • Canarão fresco • Queijo 
prato - Bacalhau norueguês. 'Catupiry - Manteiga ITA e mais 
1 
uma l.nf,nica~c de (rio• par~ o _enriqucclmcnlo da sua "'"ª· 1 
Ali na rua Esrevúo Alve, Correa no lado d, restaurante Brasa. 
lquldauana 	- 	Mato Grosso 
Entrevista 
Cassino 
da 
T- Que tal a acolhi­ 
da em nossa cidade? 
MR • Primeiramente 
quero agradecer o carinho 
Bale Vi■ta Outubro d• 197:1 
que voce rt-ve cm vii aqui 
bater um papo comigo. An­ 
tes de mais nada, minha 
impressüo foi das melhores 
possiveis, pois, ai hoje de 
qudauana, às 16 horas e 
bastante aborrecido... 
Ministério do 
Conselho Regional 
Cuiabá 
OF. Circular nº 03 
üO Conselho Regional de 
Medicina Veterinária-S 
AO DD. Prefeito Municipal 
de Bela Vista 
ASSUNTO: lnlorm11ção(laz) 
Senhor Prefeito: 
Considerando r- dispos• 
to Resolução n' 59 de 
10/12/71, do Conselho Fe­ 
deral de Medicina Veteri­ 
nária. e o que vem ocorren­ 
do em diversos municípios 
do Estado em relação a 
vacinação e fornecimento de 
competente Atestado, mistet 
se faz o seguinte escl rezi­ 
rnento: 
a) E privativo do mé­ 
drco veterinario atestar a 
sanidade e o óbito dos ani­ 
mais. assim como a sanida­ 
de dos produtos de origem 
amamal. 
b) Ê privativo do rnê­ 
co veterinário atestar a va­ 
cinação. bem assim a apli­ 
cação de qualqcer produto 
que vise a p1cte,;ão sanitá­ 
ria dos animais. 
c) A vacmação e a 
aplicação de quarquer pro­ 
duto cm animal só pode ser 
feita sob a orientação e o 
contrõle de médico vet~ri • 
nàrio. 
d) O atestado de va­ 
cinação ou de aplicaçõo de 
qualquer produto em ni­ 
mal só pede ser assinado 
após a conclusão do traba· 
lho. 
e) O atestado de vaci• 
nação ou de aplicação d'! 
Trabalho e Previdência Social 
Medicina Veterinária-CRMV-9 
Mato Grosso 
de 
qualquer produto em a::i­ 
mal. além das informações 
que permitem a identifica­ 
ção do animal, a data e o 
local em que se processou. 
deve conter o nome do fa­ 
bricante, o número da par­ 
tida. a data de sua valida­ 
de, a dose e ,via utilizada 
na sua aplicação. 
Assim sendo. se fõr 
de intere-sse dessa adminis­ 
tração ;municipal promover 
qualquer tupo de vacinação 
animais. deverà apresentar 
um mt>dico veterinário res­ 
ponsavel pelos trabalhos e 
pela assinatura dos atesta­ 
dos. 
Da mesma forma. qual­ 
quer organização. que por 
ventura surgir nesse muni­ 
cípio. para a realizaçiio de 
emitido pelo Conselho Rc· 
gional de Medicina Veteri· 
nária - CRMV • 9. Cuia­ 
bá - Mato Grosso. 
Confiante na costumei• 
ra e notória colaboração de 
Vossa Exclêncla, em casos 
que visem o progresso e 
bem estar [social dessa co­ 
munidade sob vossa 'dinâ­ 
mica gestão, este Conselho 
antecipa os mais sinceros 
agradecimentos, e aprovei• 
tando ainda da oportunida­ 
de, patenteia os seus pr .... 
testos :de real e elevada 
admiração. 
(REPORTER: Jane Veluquu) 
T · Per qu,1 
MR - Sou um hornern de 
palavra e estavam duvidan 
do que eu viesse de São 
Paulo. isto por. 
que, tiveram poblemas com 
o Odair José, e as garotas copo. mas sou essenciamen­ 
do Normal poderiam ter te romantico. 
preju1zos s eu cobre se TP - Quem compõe 
integralmente. o que, não suas musicas? 
fiz. colaborando com a pro- M R - A maioria sou 
moção. Fui obrigado a co• 
brnr apena, as despesas 
com o taxi aro que me 
ta: te C. mate. 'z tis a ris me 
entrlsteetu. foi com um con­ 
junto; apalavreados e uma 
porção de coisas para co­ 
migo. Isso acontece em cer­ 
tos lugares. mas Deus com­ 
pensa a gente te aqui em 
Bela Vista. tive uma rece­ 
pçã.J calorosa e estou re­ 
compensado. 
TP - E o público aqui­ 
dauanense? 
MR • Fui bem recebi­ 
do pelo púhlico, mas ... 
TF • Qual a tu2 i:npres­ 
são dos jovens belnvistense? 
MR- De Bela Vista 
posso :lízer as melhores 
coisas. desde o recebimento 
da rapaziada (que é o im­ 
portante), porque é dif!cil o 
artista se dar bem com pessoal 
masculino. a turma sempre 
a,·ha que o cantor vem pa­ 
Figueiredo ra ro•;bar as namoradas ou 
RMV.9 para querer bancar o "bom" 
e se zxbr em frente a to­ 
dos. Não... eu quero ser 
amigo de todo mundo. en­ 
LEI A E ASSINE tende? Agradeço de cora- 
ção, o respeito (peculiar 
Q JORNAL em gette educada) e as 
F 
"minas" que em número 
ronteira» exepecional foram receber- 
me na entrada da cidade. e 
a amabilidade do :povo pa. 
raguaio, foram de gentileza 
fora do comum. 
Juares Dias Molina 
Méd. Ver. - CRM V. 9 
n' 0003 
Presidente 
Getúlio J. de 
Méd. Vet. - 
n OiUO 
Secretário Geral 
«Tribuna da 
BONANÇA HOT-DOG 
DE IRMÃOS BRAZ 
Carrinhos Verdrs - e hot - dog • equipe uaiformi:ada 
servir cm h!tciohas e rcccpçõc:i-. 	pura. 
Rclriguantes • Salgadc, 
"Dona_de casa: CHAME - BONANÇA HOT. DOG 
Fone: • 101 • A arte de bem servir - Bonança Hot. Dog. 
FONE: - Ili! 
BELA VISTA 
MATO GROSSO 
SERRARIA CASTELO 
DOE ANTONIO REMO PINIO 
Compra de Mu­ 
dcir:i Brutn e Venda 
de Madeira Serrada 
Antonio João - Mt 
Paraguay Apresenta 
Semana: 
Cassino Paraguay cfe­ 
rece, as pessoas de bom 
gosto seu restaurante com 
cardap10 Internacional. 
TF- Marcos, a mú­ 
tca jovem brasileira sofre 
uma transforciação. Qual o 
Seu "grupo mu •ical''? 
MR- Dentro da u- 
sca POP brasileira f 
parte do movimento. . aço 
mtegrado por R b Jovem 
1 J 
O 
erto La 
os. erry Adriani. V r- 
le:y Cardoso • ander. 
.... so qu 
procuro fazu 1D. . e eu 
usicas na 
--- 
• -- 
MARCOS ROBERTO 
maioria romantica pars, 
nasci no signo de Câncer 
e toda pessoa nascida nes. 
signo super romantica... 
nJ que tredi1r em horór- 
eu mesmo e outrns com o 
Dori Edson. que e meu 
parceiro desde os 15 anos. 
Nós ternos gravados 550 
músicas. contando os regra- 
v;,ções. 
TP - Voce imitu alguém? 
MR Não, nunca 
ím1tri ninguem, sempr~ sou 
eu mesmo. procuro me Vh· 
tir corno todo mundo. nun­ 
ca exagerei. Niio gosto dr 
usar colares e brincos, bo­ 
tar pena no cabelos e outras 
mais. Acho tudo isso um 
artificio, o cantor deve 
agradar com a voz e per­ 
sonalidade. 
TF - O Brasil atual- 
mente atravessa uma fase 
aurea de cultura, musica é 
cultura e lensage. Qual 
a tua mensagem Marcos 
Roberto? 
MR - Lógico que rnú• 
sica é cultura, para compor 
e. preciso estudar e pesqui­ 
z.ar, tenho vários cursos de 
dicção e, muita gente 
pensa que um cantor não 
lê. está enganada, eu leio 
muito, inclusive quando fico 
dois ou três dias numa ci 
dade, procuro saber que upc 
de música é apropriada ? 
regiao. Não canto para é 
alta sociedade. cante para 
povo. 
Yá com sua familia ac 
Cassino Paraguay e passe 
momentos inesqueciveis. Cas­ 
?"°_Paraguai-boa goste 
t
st
inção e ambiente seleto 
Bela Vina • PMaguai. 
TF - Voce recebeu 
alnuma influencia no inicio 
de sua carreira aríHico? 
iR Recebi. e acho 
que todos os. jovens. coi:no 
eu. procuravam imitar o El­ 
'J~ Pres!ey: costeletas. ara· 
~~ra de andar. moto, eofir, 
-~ º. que rt>presect:ava • o 
ei do. Rock". Aproveito 
para render . :ninhas bomt· 
9ns aos conjuntos jovens 
ia ~undo todo e ê!OS '"CO­ 
{"?" Atice Csoa. Lt 
ich. Rollig Sttones !' ao! 
inara ·Jb 
b vi osos Beatles Rrcdo 
29znge taabé à vo 
,","a els oorsras@e 
u O mais 
Ti. ·r 
tunid d . arcos. a o • 
·,,S é dada pelo joril 
Tuna da Fronteira" e 
voce fal 	• 
ou em conjunto ;o- 
Vem. Que tal o nosso cos 
Junto? 
MR Os ·PIbs" t" 
eram 	de 
coa, capacidade 
panhar-me ser ensaN 
quero d,,. . -r 
do aa tudo na D%> 
Ese,, ' e da copreens° 
am ótimos. 
?" dos. sti 
11 
e 
l:ll 
F

Trbuna da Fronteira 
INDICADOR 
PROFISSIONAL 
Dr. Carlos Sola no Hunes 
Médico-Cirurgião 
Consultório: Rua Cel. Camisão 530- Fone: 27'1 
Bela Vtsta 	Mato Grosso 
Dr. Pedro Palmiere 
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Rua 15 de Novembro I7O- Fone - 237 - Bela Vista 
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Dr. Milton Loureiro Fº. 
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( em Jardim Rua Dr. Ary C. Oliveira 262 (Residencia) 
11 em Porto Murtinho: Rua Joaquim Murtinhon • 3 
Dra. Glicéria O. da Costa 
Cirurgiã - Dentista 
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Dr. Joelson M. Peixoto 
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feminina até na côr. 
Com o Lady-Cheque você faz compras, retira dinheiro, 
paga suas despesas 
Seu Lady-Cheque é pago, mesmo 
não tenha 
que 
saldo? 
você 
f isso mesmo 
Quando você abre uma "Copta Rosa" no BEMAT fica estabelecido u teto de 
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E você recebe o Lady.Cheque para ir pagando, fazendo compras, gastando no que precisar. 
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Bela Vis~ ~ M: _ ~ro_sso _J 
s 
) 
) 
),

Trlbunn da Fronteir,:i 
Bale. Vi■ta Outubro da 1973 
f 
• 
p 
s 
B 
L 
Em 14 de setembro de 1973 
OP. N' 14'1;73 • Sec., 
DO: Prefeito Municipal de 
ela Vista 
AO: Secretiro de Viação 
e Obr,1s Públlcns 
ASSUNTO: Solic,rnçfio (faz) 
Vimos respeitosamente 
à presença de V. Excia. 
expor detalhadamente a si­ 
tuação em que se encomr.;m 
detcrmin;idos prédios de pro­ 
priedade do E,tado e, que 
necessitam urgentemente de 
reft,rma t, ,,lguns. mais a­ 
propriadamente. de novas 
construções 
fORUM 
O edificio atual. de propor­ 
es exageradamente mo­ 
desta, cujo salão de audi­ 
encia mal comporta a pre­ 
sença de corpo de jurados, 
não apresentando quaisquer 
condições de trabalho. Sua 
reforma tornase desneces­ 
sária a o aumento impossí­ 
vel. em virtude de não ha­ 
ver terreno vago ao seu 
redor. A única ,.:ilução se· 
ria a construção de un no­ 
voedifico. e terren6s de 
maiores proporções. 
EXATORlA ESTADUAL 
to da Exatoria Estndual em 
nosso M uuiciplo. 
CADEIA PIBLICA 
Funcionando em prédio, to­ 
talmente selll condições de 
higiene para a finalidade a 
que se destina. De pronor­ 
ções adquadas, necessitando 
porém de ;dorma urgente 
para que proporcione, um 
ambiente mais saudavel tan­ 
to para os encarregados co­ 
mo para os presidiários e, 
tamrlém um aspectc mais a­ 
gradavel para aqurles que 
a visitam e/ fins caridattvas. 
GRUPO ESCOLJR GE­ 
NEROSO PONCE 
Nessecitando de urgente re­ 
forma. pedida no Plano de 
Obras de 1971 encluida no 
de 1.97 3. como Obra Prio­ 
ritária, sendo que ate o pre­ 
sentt momento não foi ini­ 
ciada. Além :le sua refor­ 
ma. apresenta as seguintes 
necessidade: sala da Direto­ 
ria. sala da Secretaria. sala 
da Biblioteca. quadra -:ie Es­ 
portes com vestririos, de­ 
pósito Almoxarifado, fecha­ 
mento de todo o terreno, 
urbanizaçãu, sala especial de 
60 M l e casa do zelador. 
ido um moderno Centro E­ 
ducacional, de proporçóes 
adquadas às exigências de 
nr;sso ivíunicípio em franco 
progresso, crescendo em ri­ 
tmo de brasil Grande. 
Tõrlas as solicitaçõts 
acima. no que se refere ao 
Setor de Educação, ero se 
tornando realidade, atende­ 
ria plenamente os anseios de 
nossos municípios, que veeu 
no desenvolver qualquer a­ 
tividade profissional. 
Na certeza de contar­ 
nos con a valiosa atenção 
de V. Exda p/ o cima 
exposta, à oportunidade, rei­ 
teramos-lhe nossos protestos 
de elevada estima e consi­ 
deração. 
Cloveís M. de Oliveira 
Prefeito Municipal 
Ao Exmo. Sr. 
Dr Erncsto Vargas Batista 
Sec. de Viação e Obras Pübl 
Cuiabá - MT. 
Casas P ruam 
Orgulh sarnente 
r sinh na 
ucanas 
resenta: 
seu.a 
Sensacional for o "Sohw' logo após o baile d 
Amor mor. organizadc pela ZP.23 e animado pelo 
incrementado Conjunto PLUBS. 
P resui6ndo a curá6: S. Sra. Capo»ãc Ma. 
ra, Sr. e Sra. Tenente Tales: Sr. e Sra. Oldem,r O). 
suma; Sr. e Sra. 3qto. Adons; Sr. e Sra. Sto. bala. 
Sr. e Sra. Sgto Loureiro: Sr. e Sra I lddo Yiedes: Sr. 
e Sra. Valério Penha (Diretor da ZP-23): Sr. e Sra. 
M,guelito dos Santos: Também Sr. e Sra. Sgto. J-ler­ 
cules acompanhando sua graciosa filha Aninha. 
Bola Vista apresenta a Nova 'Casas Pernambu­ 
canas'' e o Grediário Tontsçiio. 
N a Euforia total. Roe p edrnho-Janet. 
Sandr,1. Inês Loure-iro. Elisa e a namorada da noite ... 
Por lá: Neli. Vera. Ana Emilia. Ehize. Elizeth. 
Ezequiel, Edith • Elma Vieira... 
oia rrec». Adio. wna. Maa. raa 
marcantes 
'íudo em confocçÕ!!S masculinao, juvenil. infan­ 
tis femininas e bobe<;. 
Tudo pelo Credíár10 Tentação Casas Pernonbu­ 
canas. 
Curtindo na city Fernando e Zenohia, numa tre­ 
menda "motoca'. 
Juventudes de Jardim e Guia Lopes prestigiando 
nossas promoções. 
Muita gente no baile do amor: Dario e Sergio 
Miranda. Edmundo, Silvo, Pascoala e seu lave. Ni:et, 
Roberto, Nelts e Janes Velasquez. Roberval. Yal-.!ir 
Barbosa, Ângelo, Tania. Eloi. Elenir, Tito, Odney. 
Joarez, e . .. 
. é a cocadinha Teima Loureiro completou mais u 
aninho ... Ar.atamos no niver Sr. e Sra. Otavio 
Loureiro. Solange. Valmir. Haroldinho, Ricoca, Weling· 
ton. Lazaro. Kmho, Cida, Cleide. Miguel. Rosana, 
Neide, Paraiso. 
Tecidos modernos. ultimas novidades em Polyester e 
Tergal lisos e estampados é c/ as Casas Pernambucanas. 
Casal s1mpa1ico: Sr. e Sra. Tabajara Loureiro prt· 
sentes no niver da Teima. 
8rosa»a aia a casa a • C. PGa. 
Solicitamos a construção de 
de um prédio para funcio­ 
namento de Orgão citado á 
epigrafe. cm virtude de o Esta0elccido em prédiq,mui­ 
atual, além de alugado. ser to antigo. há muito tempo 
muito pequeno para atender sem sofrer reforma alguma. 
ãs necesidadr.s hcais. Ou- que se torne de real neces­ 
trossim. apresentamos como sidade no momento. Por 
sugestão. a compra do pré ser amifuncic.nal á finalida­ 
dio, de proporções adequa- de que se destina, apresen­ 
das onde funcioncva a A- tamos como sugestão, o fun- TF - Marcos Roberto, 
gêocia do Banco do Brasil cionamcnto de uma Escola tudo de bom pard vcce, 
SI A .. pele, preço de CrS Agrícola. no referido prédio, bastante sucesso e continue 
i 20,000.00 (Cento e vinte após a sua reforma. Esta- transmitindo amor e paz. 
mil cruzeiros). pagavel cm mos numa campanha de in- Muito amor e paz através 
a:é (três) anos. devendo a cremento da Agricultura. de suas c2nçõ'!s, Fellcida­ 
proposta ser encaminhada à atraindo agricultores de ou- des. 
referida Agencia, desta pra- tras regiões e esta jos e, a M R - Agradeço ao 
ça, ate o dia 30 de Setem- citada escola satisfaria pie- jornal "Tribuna da Fronte!- "L h 
bro de 1973. conforme edi- namente ás exigências de ra e a voce Janinhil, o do- anc onete "Tia 
1 e 	M 	h 
l•Ponto de: Encontro da 50 ... 
1
·.d•d•" 
ta . om uma pequena re- nosso iunicipio neste se- ro que me desejastes con- Salgados . Bebidas _ Cafés•~ u • 
fora. citado prédio atende- tor. Em terreno vago. ao tinue sendo a garôta que "ambiente seleto e acolhcdo•" 
ria a tocia~ condiçõr.s neces- lado Jo prédio acima cita- cativa e -encanta, obrigado "LANCHONETE TIA MRENA 
sárias para o luncionamcn- de-, solicitamos seja constru- de coração. 	BELA VISTA 	·' em frete ao Banco [tas. 
-	-_- 
GRUPO ESCOLAR ES­ 
TER SILVA 
Cassino 7arauay 
APRESENTA 
Cor.tinuacão 
• 
IIII 
$1MMli rase 
P	OSTO 
de 
on 
TOTOLA 
bucanas. 
raa caia ai ns a. a ma.. II 
ba rêdas. 
Perguntdram ao lvdldo (D,retor-Redator do nosso 
jornal}: Como é. vamos ao baile? "Ü baile agora é em 
casa, com ]r. e seu conjunte'. 
É isso ai comandante ... 
• Para cama mesa e baaho também é com as Casas 
Pernambucanas. 
Tudo pelo crediãrio 1 entação. 
. _ C3sal da Semana: Tércio e Jane. 
Visitas da Semana 
Proveniente dos STATES, passeando pela Princesa 
do Apa. a Sra. Bonifácia Royas de Dêais e sua filha 
a menma- moça Zenilde Dênis. 
Morena'• 
L TD A 
Ga,olina • Dtcsd • Toda lioha de lubrificantes • Borracharia 
" SERVIÇO DE RESTAURANTE" 
" GASOLINA 0.95 e 0,85 o litro .. 
?osto Totola, o A.nlgo dos Motoristas. 
BR • 267 - Aqutdauana - M>racaju (Eotroocameoto) 
CE FERRAZ E ROS.A 
ll 
1 
ffl::JC:::• l&i 
mento 	e
. 1 
1-