Liberdade co.!11 Responsabilidade REDATOR CHEFE: !,,lfa , ·rr" Ano li 28/10/73 Entre Uma das formas maio­ res de heroi•mo que cunhe­ ço esta no aspecto risonho ,faqueles que e11frenram os praves problemas da exis­ tenci::i sem que deixem tr<1nspareca cm sua face as dificuldades e,C muitas vêzes, dc,rc! que ..!errubariilm mui­ tos. tidos co:i,o fortes. abr retransmitir A:or e al~gna. Lu:: e v,d,l. qunn­ do a existência. às vezes, tspura tsteza. trevas e e mortes...é colocar-se a1ma de huzzano e acima de efémero da existência. .. Neste pavcular. de vez em quinlo, saltam cxemnpls maravilhosos, f! ...:u;:10 o ..:..: e. rto h·:ra lor antigo que corstuira scu põ!ano tl,1c.. "rutn:t"- de· um castelo medkval. sr co­ mo dos sentimentos de dü­ vida e das emços que valem como pedras cida de de-luôes feiras cm ruí­ nas, certas lmas constroeo o p11lácio que ,·ncanta os olhos dos que passam nas estrada~ da '1da Ah!. .. sem muitas v:zes algueu, Si'tba quanto custou florir a ban• q:eta das janelas que dei- o Séu xam perfume cama mensa­ gens de Amor nascido do pranto oculto que rega, cm silênrio, a~ flores da doação e Jo carinho trnnsmitido , .. Também. um dia des­ t,s. mcta.:la no fundo de Pma pi11Sd!J?m triste. meus olhos viram uma velha ár vore em ruinas. cujo tronco negro carcomido pelo tempo e pelos lempNais. deixava ;:,ssim wesmo. uns g,,lho, !~ridos e descarnados, como dedos apontando os céus, rertamrl't• pua levar às al­ tu!ras o pensamento dos dcs?ncantados e dcsiludi­ ·dos.. Tento isto é verdade c, !L' ,,,, p:::nta de um dos galhos. a velha arvore amn­ r:.r1 .:ncontrava f"rça para a:i,r.cnrar algum,s llorinhas oc wrde ~sperança e uma flor 'crmelh3 lembr,t'1do • a U:tuna gõ~a do sangue cf.:1 vida ... e a Terra a ra LUIZ GOULAT e A a Revista Integração• comunica a seus assinan­ tes,'que a partr de janeiro ,·,rcu lará normalme11te. A suspensão terpor1- ri de suas atividades, foi dc·urremc os problemas oe Oh! As bondosas mães nlqu•bradas .: d~mbadas plo desenganos e fadigas... Oh! Que exemplo. nimbém elos c-fenam ao mundo quando retransmitem de se,­ cs mirra1os o lete da vida ordem 8rafica Os a,sman­ tes ennats receberão doze revistâs conforme C0'1tratos dSsinados com o Departa­ mento de Circulação. REVISTA. INTê.GR,ÇAO Bel V. 23 de outubro de T3 de Reus filhinhos, sem que jornais êles ~aibam o custo do esforço e o Arr.or do sacrtÍí:"io! Tudo, enfim. em a :✓a­ tureza toda é a exemplifica­ ção das lutas interiores que se transformam em floração e sdva- transformando do­ res e lutas secretas (>Ql ma­ nifesrnções Je cõres. de for­ rr.as .: ele músicas. nem s-:mprc sentidas e entendi­ da pelo homem ... Por isso hão-de sempre. subir ao plano da admira­ ção, os velho, sinos d'alma par11da. que ainda retrans­ mitem melodias de encnt:­ mento ac CClc.!Çdo dos aue. muitas vê::Ps, tendo tu"do, fa::err. da cxi>1ênci,1 um prolongado lamento, sem descobrir o segredo de ser feliz. que na verdade está. quase sempre, no part>cer feli:: a tõda gente ... Tal co­ mo o trigo que alimenta se, dizer a mnquém das lutas das ra,zes nas profun­ de::as da tara ... Dela Sàbaào e domingo pa.;­ sado. os belavistenses que foram ao Hipórlramo. Apoi­ ar Perreira de Sou::a de Campo Grande, tiveram a O,a vinte do corrente, as 20 heras, foi inacgura­ da a B,blioteca Pública Municipal de Bela Vista. O público prestigiou o 'a­ contecimtnto '! diversas au­ tordades se fzeram pre­ sente. As gerações futuras .igpdecerão esta prl'paga­ çan de cultura e :Je desen­ volvimento. A h,blioteca que favorecerá as classes ::,obres e ricas. representa o esforço e a déterminação de u rn grupo. Vamos cons­ truir noss<1 b1bliotec<1-lança­ do o repto, o trabalho foi iniz1ado. O jornal Trbuna d Froteita». Pcf. Neras d~ Zvlelo Pinto, Drd. En,! Pereirn de Souza (Delega­ da de Ensmo), Clov,s Mar­ celino de Oliveira (Prefeito Municipal) e as professoras belavistensf's, ,rman;,dos. com um só pens, meato. ris­ caram de suas mentes a palavra ,mpossivel e ai esta a realrdade: Biblioteca Pú­ bli:a Municipal. Conside­ ramos a quesrão de Edu­ cação sob um pc-nto de vis- u Vista e ta a:np/o, a infusão da pes­ quísa livre. traz ao estu­ dante um ecletismo cul111rnl n~cessân<' à sua l:bertação psiquica e. uma biblioteca é fonte inesgotável de consul­ ws. O cbjet.vo d,1 educa­ ção moderna é cultivar e desenvolver na mente o al­ to sentido da vida A bi­ blioteca pública gPra ho­ mens livres e conscrentes. é força criadora das demo­ craci2s e causa fundamen­ t~I na cultura de uru povo. ·os~os filhos. nete e bime­ ios, dírão. Mcito Obrigado. Aoocamo~ na inaugu­ ração as p1esenças da Ora. Eml Pereira de Sou=a (De~ legada de Ensine,). Evil.hio M 1randa (Coletor E~tadua l), Ga!beuo Alves Corréa (A­ gente. da Receita Federal). .'na Rocha de Oliveira ( 1 • Dana de Bela Vista). Nor­ ma de Melo Pinto (Sec. Ecluc. ~Iuoicipal) e profes­ sorns, i.Jiretora, de Escolas Primarias do município. oportunidade de vibrarem com as ,·itõria~ dos cavalos belavistenses. :Chefão e Gaivota. do conhecido cria:ior de cava­ los de nessa cidade. Tibiri­ ça Loureiro de Almeida. É Bela Vista se projetando em todos os se.tC'res. ---------------------------------------------------------. Campanha do Fim de A.no ·O Natal ja começou no_Deposita N. S. Apareci!a." Aproveite o "Plano Batista" e construa ., >l:l c.1>,1 O Pano atista c ata colaboração do Deposto N. S Aparecida, ao desenvolvimezto t· Bela Vista, Venhu conversar conosco e ...sara contente "Nós queremos ajudá.lo a con:-tr 11 H1,1 cn.-::1. llir DEPOSITO DE CO~~TRUCÕE.S N. S. APARECIDA:- a firma de Bela ista que visa o bem estar da coletividade. Nosso [eh:z natal entregar-lhe a chave de sua casa. Procuro. . {ua Voluntarios da Patra . 102 - F' nc 13.3. .. .. - • • ·' ·CO~ D:?::PÓ.31TO N. S. APARECIDA - d.: .'lfcu 13ati ta Gomes - Bel:i Vi ta - Mato Grosso "TE111!O3 TUDO PARA CONSTRUIR SUA CASA'• Trihuna da Fronteira Bel Viata Outubro d» 1973 BONANZA HOTEL Sob nova direção atendido pelos proprietários; água quette e Iria; cozinha de primeira, conlorro, co,tezla e cordalidode. Rua: Pilad Rebuá n' 585 Bonito Mato Gross ·'Cid a d e T u r i s m o" NOSSO POSTO do Josá Ltda. 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JuriJ:co: Dr. C. rlos Eriy Sa d-: iv'...,d-·:.o,. Colaboradores: Oi· ·ersos Redação e Ad:nini-trnc.:io Rua Bar5o de _ elgaço s,n Beb Vista - • ato Grosso Assinatura Ani:al: Bela Vista Demais munici;,io 50.00 60.00 Todas as oub!icações a­ rnlsas. como s~jam: Editais. Avisos. Secções lines. A p::­ dido. Co:uunicados. etc Eccão pagas adiantadamen~e. ··A Diretoria não se responsabili=a por conceito emitidos em artigos assi nades ... • De qt:em , e . o,, p r , e: d . mos?'" Pn: CJ!1'" J)'OC.-l:J •r d r,'.•PO't~? l:• t .. ~C' ,.VC • t, • cvacinamos. omrs capezeo dt cnrr ,.dgo uc-.· {1 1,t.. , ~ rr.undo v .... lbc·; i rn d vcti11 h,Jqar ,H' ho1.lff!l. 'r.r ljU então a bus a incessante de si mesmo? Pr que t n­ t,ir um Elo qu S p rd •u hii c:i!.:i.!Cs? Por q;:,: jl: , c11r<1r rc,pc~ta, que prór,rio tempo se encarregará de nos d r? O ego1,mo "r,.c::,.I ca­ racteristico da especie hu­ r.1.1n.J. c.er1,.! tc.1lv<: :, r<: pú5- ta exata a essas perguntas tc:f.: . Ü 5<: /. ·1:r. lC,:J (! egoi•l'.! por t-xccl.: ... , ... ln­ trigant.- porém e que ele se­ ja capuz de realizar atos maravilhosos, excepci :-:.:,s. Cont.rod1ção "' .i= patuba­ docu. Jr,r que n'>. ,□porta­ mos e milhares de pessoas oorr~ro e:n nutrra.;t robt""C!S, tem f,nal.di!C'" p· at:ca e som:os cegos o s.{rir rntn de uma pessoa próx:aa? Choramos :i :!:Gck ct·,e. •oldadcs pcrque : xo· ~dico veterinário res­ ponsavel pelos trabalhos e pela assinatura dos atesta­ dos. Da mesma forma. qual­ quer organização. que por ventura surgir nesse muni­ cípio. para a realizaçiio de emitido pelo Conselho Rc· gional de Medicina Veteri· nária - CRMV • 9. Cuia­ bá - Mato Grosso. Confiante na costumei• ra e notória colaboração de Vossa Exclêncla, em casos que visem o progresso e bem estar [social dessa co­ munidade sob vossa 'dinâ­ mica gestão, este Conselho antecipa os mais sinceros agradecimentos, e aprovei• tando ainda da oportunida­ de, patenteia os seus pr .... testos :de real e elevada admiração. (REPORTER: Jane Veluquu) T · Per qu,1 MR - Sou um hornern de palavra e estavam duvidan do que eu viesse de São Paulo. isto por. que, tiveram poblemas com o Odair José, e as garotas copo. mas sou essenciamen­ do Normal poderiam ter te romantico. preju1zos s eu cobre se TP - Quem compõe integralmente. o que, não suas musicas? fiz. colaborando com a pro- M R - A maioria sou moção. Fui obrigado a co• brnr apena, as despesas com o taxi aro que me ta: te C. mate. 'z tis a ris me entrlsteetu. foi com um con­ junto; apalavreados e uma porção de coisas para co­ migo. Isso acontece em cer­ tos lugares. mas Deus com­ pensa a gente te aqui em Bela Vista. tive uma rece­ pçã.J calorosa e estou re­ compensado. TP - E o público aqui­ dauanense? MR • Fui bem recebi­ do pelo púhlico, mas ... TF • Qual a tu2 i:npres­ são dos jovens belnvistense? MR- De Bela Vista posso :lízer as melhores coisas. desde o recebimento da rapaziada (que é o im­ portante), porque é dif!cil o artista se dar bem com pessoal masculino. a turma sempre a,·ha que o cantor vem pa­ Figueiredo ra ro•;bar as namoradas ou RMV.9 para querer bancar o "bom" e se zxbr em frente a to­ dos. Não... eu quero ser amigo de todo mundo. en­ LEI A E ASSINE tende? Agradeço de cora- ção, o respeito (peculiar Q JORNAL em gette educada) e as F "minas" que em número ronteira» exepecional foram receber- me na entrada da cidade. e a amabilidade do :povo pa. raguaio, foram de gentileza fora do comum. Juares Dias Molina Méd. Ver. - CRM V. 9 n' 0003 Presidente Getúlio J. de Méd. Vet. - n OiUO Secretário Geral «Tribuna da BONANÇA HOT-DOG DE IRMÃOS BRAZ Carrinhos Verdrs - e hot - dog • equipe uaiformi:ada servir cm h!tciohas e rcccpçõc:i-. pura. Rclriguantes • Salgadc, "Dona_de casa: CHAME - BONANÇA HOT. DOG Fone: • 101 • A arte de bem servir - Bonança Hot. Dog. FONE: - Ili! BELA VISTA MATO GROSSO SERRARIA CASTELO DOE ANTONIO REMO PINIO Compra de Mu­ dcir:i Brutn e Venda de Madeira Serrada Antonio João - Mt Paraguay Apresenta Semana: Cassino Paraguay cfe­ rece, as pessoas de bom gosto seu restaurante com cardap10 Internacional. TF- Marcos, a mú­ tca jovem brasileira sofre uma transforciação. Qual o Seu "grupo mu •ical''? MR- Dentro da u- sca POP brasileira f parte do movimento. . aço mtegrado por R b Jovem 1 J O erto La os. erry Adriani. V r- le:y Cardoso • ander. .... so qu procuro fazu 1D. . e eu usicas na --- • -- MARCOS ROBERTO maioria romantica pars, nasci no signo de Câncer e toda pessoa nascida nes. signo super romantica... nJ que tredi1r em horór- eu mesmo e outrns com o Dori Edson. que e meu parceiro desde os 15 anos. Nós ternos gravados 550 músicas. contando os regra- v;,ções. TP - Voce imitu alguém? MR Não, nunca ím1tri ninguem, sempr~ sou eu mesmo. procuro me Vh· tir corno todo mundo. nun­ ca exagerei. Niio gosto dr usar colares e brincos, bo­ tar pena no cabelos e outras mais. Acho tudo isso um artificio, o cantor deve agradar com a voz e per­ sonalidade. TF - O Brasil atual- mente atravessa uma fase aurea de cultura, musica é cultura e lensage. Qual a tua mensagem Marcos Roberto? MR - Lógico que rnú• sica é cultura, para compor e. preciso estudar e pesqui­ z.ar, tenho vários cursos de dicção e, muita gente pensa que um cantor não lê. está enganada, eu leio muito, inclusive quando fico dois ou três dias numa ci dade, procuro saber que upc de música é apropriada ? regiao. Não canto para é alta sociedade. cante para povo. Yá com sua familia ac Cassino Paraguay e passe momentos inesqueciveis. Cas­ ?"°_Paraguai-boa goste t st inção e ambiente seleto Bela Vina • PMaguai. TF - Voce recebeu alnuma influencia no inicio de sua carreira aríHico? iR Recebi. e acho que todos os. jovens. coi:no eu. procuravam imitar o El­ 'J~ Pres!ey: costeletas. ara· ~~ra de andar. moto, eofir, -~ º. que rt>presect:ava • o ei do. Rock". Aproveito para render . :ninhas bomt· 9ns aos conjuntos jovens ia ~undo todo e ê!OS '"CO­ {"?" Atice Csoa. Lt ich. Rollig Sttones !' ao! inara ·Jb b vi osos Beatles Rrcdo 29znge taabé à vo ,","a els oorsras@e u O mais Ti. ·r tunid d . arcos. a o • ·,,S é dada pelo joril Tuna da Fronteira" e voce fal • ou em conjunto ;o- Vem. Que tal o nosso cos Junto? MR Os ·PIbs" t" eram de coa, capacidade panhar-me ser ensaN quero d,,. . -r do aa tudo na D%> Ese,, ' e da copreens° am ótimos. ?" dos. sti 11 e l:ll F Trbuna da Fronteira INDICADOR PROFISSIONAL Dr. Carlos Sola no Hunes Médico-Cirurgião Consultório: Rua Cel. Camisão 530- Fone: 27'1 Bela Vtsta Mato Grosso Dr. Pedro Palmiere ·Advogada em racaju (Eotroocameoto) CE FERRAZ E ROS.A ll 1 ffl::JC:::• l&i mento e . 1 1-