TE 
REDATOR CHEFE: lu!1<> r·«m., 
Liberdade com l?Sponsabilidade 
Ano li 
03/l 1 73 	79 
!1111· Sr. lvnldo P reir,1 
DD. Rl'dator Chefe:• Tribu­ 
na da Fronteira. 
Bela Vista - M. 
Presado Senhor: 
Senhor R d,itor do jor­ 
nnl Trib:rna d,1 l:lront<'ira. <' 
de: fato um org.7lo que me­ 
ce aplausos. isto é; com 
justiça. À equipe de cola­ 
borados, é cieverns ir.pres• 
sonante. [osé Carlos Lon­ 
go. ••p ss1mt,tas P .1u Neles" 
é de fato, um artigo d..- 
fundo, 	till• 
vez não ,eja jo açnadc. da• 
·queles que são verdadeiro 
fardo pesado, para a comu­ 
nidade: cm que vivem. 
Luiz Goulntl Luz so­ 
bre o Charco. este artigo. 
em seu conteúdo muit<' de­ 
monstra e carateriza a cul­ 
tura do articulish ··A ver 
d-,dc v;ii se universõlizando .. 
Palavra ccmo esta. temn um 
sent,c!o muito profundo. 
analizando com atenção a 
:,rofundidade ào artigo. sé 
A LEMAT e seu Presidente 
t 
Desde que, por una 
feliz iniciativa do Coverna­ 
Jor José Fr;,gell1. fo1 resto· 
belecida entre nós a Lote­ 
ria. do Estado de Mato 
G,osso. através d~ lei qu~ 
a regulamenta e nos <nol­ 
des das existentes noutros 
Estados da ln+ão. possbi­ 
lotando a numerosos mato­ 
grossenses. quando bateja­ 
dos pela sorte. uma scns,­ 
vel melhoria ea seus orça­ 
mnentos doté·tucos, com os 
seus diversos prêmios. foi 
ain,-la o Gov~rn<' estadu;,I 
buscar na inteligencia moça 
L". comproviicid capacidade 
te um jovem o Sr. Rober­ 
to Franco Abbot de C;,s­ 
tro Pinto. o dirigente certo_ 
para o novo orgão estacai. 
,omo e sab:. d sde 
,u.1 inswu,ç.iio, " LE1vl , 1 . 
cora cs seus recursos. vem 
!)rc-pic,andn ,n. lho•c~ condi · 
çô·s o ncsso esporte. hcs- 
nos resta 'izer que a atu­ 
dntt juventude bel;llstense 
estil de p<1rnbens. 
Aproviito a oportuni• 
dade para apresentar a V. 
S. os meus protestos da 
mais alta c~lima ,: dbtinta 
consideração. 
Mário Bran::!olrh dd e osta 
D.R. Publica~ 
C uiahá, 23 de outubro de 73 
limo Sr. 
Joruallst.J lvalJo Pereira 
Redação da "Trihuna da 
rronteira" 
Rua B"râo de Mclgaça. s/n 
Brl, Vista • Mt. 
Pre:ado Companh1Ciro: 
De 11 n 13 de novem­ 
bro vindouro. quidauana 
será " séde do V Congres­ 
so ~stadual de Jornalistas 
profissionais do Estado dl" 
Mato Gro,so. Cada orgão 
de imprensa terá direito a 
env,ar dois representantes 
A desíngnaç5o pa1t1ra de 
cada um ciesses órgãos, mas 
o companheiro, na condição 
p1t31s entllL1cies assistenciais 
dando-ihes os recursos fi 
nanceiros ne,ss;ário,. a)ém 
Je fazer felizes tantos lares 
do nosso Estados. ,·oro os 
seus sorteios semana1s, cu­ 
jo prêmio maior foi dupli­ 
cado meses atrás. E a fren­ 
te desse serviço atento ao 
preito desempenho domes­ 
mo, por sinal dos mais 
comptexo, 
está a figura do presidente 
Robnto Castr<' Pint0. -:ujo 
dinamismo. apurado critério 
e senso de respons, bilidade 
honra sobremaneira a ilus, 
tre e respzitawl familia a 
que pertence, onde despon­ 
tam fi;iuras de ilustr~ e res­ 
p~i,avel famili;, a que per· 
tence. onde ciespontam fi­ 
guras de relêvo que já se 
destacaram na vida püblia 
e rnilit~r do nosso Estado 
e do pais. Dai nossas ho- 
de entusiasta defensor da 
causa jornalisica mato·gros­ 
vens esta autorizado pot 
esta presidencw a coordenar 
as providências a respeito 
func,onaudo como ile. 
gado especial da [ORNA­ 
MAT para o V Congresso. 
Esre dncume.110 serve como 
credenciamento do ccmpa­ 
nheiro para esta missão. 
Visite todos os órgãos de 
irnorensa de sua cidade " 
se apresente na condição de 
del~gado. p;,rn f;,cllitar, com 
a devida antecedencra, o 
embarque da delega lo­ 
cal. Pu:Jcmos adiantar ao 
c:impanht1ro que o congres­ 
s•J de Aquidaudna será 
perfeito em todos os senti­ 
dos, graça:; ao empenho e 
ao esforço dos nossos vi­ 
brantes : ompanheiro~ cla­ 
quel cidade. Na dia 13. 
haver um programa social 
para a dspedida dos com­ 
panheiro, prtsentes ao V 
Congressso. 
Desde ja an:ecipaudo 
mE."nagens á LEM AT e seu 
jovem p,e,iJ?nte empenhado 
não apenas edistrbir ale 
gri° ao feliazrdos 
ganhadores, mas minorando 
dores dos que sofrem nos 
hospitais e aos m•nos favo­ 
recidos sorte. e e, nrribu,n 
do para a frnação de ge­ 
raçós mais sadias através 
da prática do esporte. A 
LEMAT. prooiciou também 
oportunidade. à varas p?s­ 
soas para susrento de suas 
familias através da venda 
~ d,stribuic;áo do~ bilhetes 
criando entre diretos, e in­ 
diretos. sustenta pr, 1.290 
pessoas. 
Transcrito do ··Vanguarda .. 
(Cuiabá) 
Em Bela Vista. a !.::,te­ 
ria do Estado d, 1-1, to 
Grosso está repr-,sentada pe 
lo sr. Rostand Escobar Fer­ 
nandes. proprietário de 
Agência Lotérica. 
E 
os nossos agradecimentos 
pelo empenho que o com­ 
panhziro proporcionará. na 
wa cídacie, parn o xto do 
V Com9resso Estadual de 
J orn,dist JS Prof isslonais do 
~nhum ,earimento di­ 
;inifica mais o ser humano 
doque a solidariedade. Na­ 
da ma,~ belo do que o ges· 
to cie amor que se esprara 
como :enran::!o levar o nau­ 
frago à margens da segu 
rança e da ce,te=a de que 
nem tudo é feito de egois­ 
mo e da pedra fria do m• 
teres,e particular. 
está em c;,da um nós. 
que temos nossos problemas 
humanos resolvidos. pensar 
ativam• nte na melhor ma­ 
neira de rnlucionar a 'angús• 
tia de nossa e,pécie. Nos­ 
sa espécie, no momento a­ 
tual do mundo. passa fome 
na bõca dos deserdados; 
nossa espec1~ não tem lei­ 
tos do hospital para os des 
graçados que se arrastam 
pelos campos e pelas cida­ 
des; nossa espécie não tem 
escolas suficientes para seus 
filhos; Nossa espécie não 
enccnt:o maternidades para 
o socar.o ás crianças que 
estão chegando ao mundo ... 
Nossa espPcie está sucum­ 
bindo á mingua dos meios 
. de segurança da saúde do 
corpo e. peb Jesespêro de 
nada ter. agita se no desi­ 
quihbrio d,i alma .. 
E, ante tudo isso o 
que faumos nós? Dizemos 
apenas meia dúzia de pala­ 
vrns b:initas. bem alinhav,1 
das no mais puro vernácu­ 
lo 0u fa=!mos alguma rou­ 
pinhas p nossos pobrezi• 
nhos ... ou damos 200 siramas 
de Íorinho, nuw dia " quem 
passou e pass;,rá fome c­ 
resto do ano? Que 'fazemos 
nós com tudo isso? Que fa. 
zemos nós, espiritualistd 
e cristãos? 
I? chegada a hora d.: 
um serviço mais po5itivo. 
E tado de Mato Gros«o. re­ 
nova:no as no sas. 
Sauda es Jornalísticas 
Pedro Rocha Juca 
Presidente 
NOSSO RECADO 
Entrn o céu e a Terra 
Luiz Gou!art 
Deixemos o espiritualismo 
parr,rnlaristn da comunida­ 
de, pua maior eficiência e 
mais ampla atuação no pro· 
blena de nossa espécie que 
mo,re á mingua desespera­ 
damente ... 
Mas como? • pergun­ 
tariam. Pela unl;io dos vec­ 
d,.deirawente volt;,dos para 
a solução dos problemas 
da humanidade cm basts 
sólidas e definitivas. Faça­ 
mos. unidos á Luz do Cris• 
to, o que, pela fôrça e pe­ 
lo derramamento de Sangue 
esta o materialismo tentan­ 
do solucionar ... 
Enquanto isso, coloca­ 
mos a solução nas viagens 
interplanetárias e esquece­ 
mos d~. frontdlmente. aler• 
tarmos os dirigentes dcs 
povos da ferra, que pare 
cem não ter sentido o ab!s­ 
mo que. dia a dia, a fome 
universal vai cavando a 
margem da estra:la da dvi­ 
civilização ... 
J:: hora, portanto, de 
mostrarmos os direitos hu­ 
manos à luz da Divma 
Verdade. coa.o o Cristo 
ensina. no maior ccmpêndio 
de solidariedade humana:• 
O Evangdho. 
Certos estamos. portan• 
to.- .ao af,rmarrnos inútil es­ 
sa ilusão de resolver pro• 
hlemas da imensa e desco• 
muna! miséri..i dos nossos 
irmãos desgraçados apenas 
nos véspera, do Natal da­ 
quele que veio ensinar ao 
homem o compromisso de 
Amor assumido para com o 
semelhante. sob os olhos 
,ternos da Justiça do Pai­ 
aue e Deus de Amor. por­ 
tanto de solidariedade. sem 
convencionalismos ... 
□
Campanha do Fim de Ano 
_ ··o N~tal j~ começou. no ,.Oepo.ito ~- S. Aparecida."' Aproveite o "PIano Batista" e con t· 
• ;; ,9?Ç} .sise rs cota»ora&ás ão feioso. Asr«iss., ao dsenvih., 
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! re ma restar d a 	c o le ti v id a d e . N o s s o 	fe h z n a ta l é e n t r e g a r - lh e a c h a v e 	d 	g, ,e. p; 	15 a 	o 
i t a Voluntarios da Pátria - 
10 
... 
2 
- F o n e 
133
. ... 	e 	:::::u a 	c a _ .1. . 	• rOCüie-nos- 
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,,,som,,,som da Pesada é na ZP-23-Emissora 
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Música e notícias. Alegria e Participacão. 
ZP-23.: Som-ZP-23 Som-ZP-23 Som-ZP-23 
As religiões antigas, so­ 
bretudo as dos egipios. es­ 
t avam repletas de mLle• 
rins. Uma altidão de ima­ 
gens e simbolos compunha 
a série de homenv-admirá 
vtl ~éne-Pnc 111 eg .Jus de 
ler ",O livro d l n;itur;::a e 
no da divindade. homens di­ 
vinos que traduzam e:n lin­ 
guagem humana a lngua­ 
gem inefável. Aqurles cujo 
olhar atónito ~e fixando nes­ 
sas irn.:gen~. ímbolos e ale­ 
gorias sagrnda, nada mais 
viam além das aparências. 
corrompiam-se, é vrrdade. na 
lguorãncla en, voluntária. Se 
quisessem sair disso. baHa- 
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(jornal Tibuna da Frontei­ 
ra Revista Integração) 
CGC- MF 03202166/001 
lnsc. Estadual 13059232 - 3 
Jornal Tribuna da 
Fronteira 
(Fundador: lvaldo Pereira) 
(Registrado no Cartorio 
de Titulas e Documentos 
N" !066) 
EXPEDIENTE 
Diretora: Maria Estela Ve­ 
lasquez Pereira. 
Redator chefe: lvaldo Pereira 
Depto. Jurnlico: Dr. Carlos 
Edy Sã de Medeiros. 
Colaboradores: Diversos 
Redação e Administração 
Rua Barão de Melgaço s/n 
Bda Vista - Mato Grosso 
Assinatura Anual: 
Bela Vi.sta 50.00 
Demais município 60.00 
Todas as pub!icações a­ 
vulsas, como sejam: Editais. 
Avisos, Secções livres, A pe­ 
dido. Comunicados. etc serão 
pagas adiantadarnente. 
"A Diretoria não es 
responsabili:a por conceito 
emitidos em artigos assi 
nados". 
COMERCIAL JOSE PAULO 
DE 
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COlvERCIO d~ r:Jiltt>riai5 pa:-3 construções: Pias-Lnvatô:ios-Modtir.1s-Serradas- 
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o 	a i a 	SIDROLÃNDIA - MT. 
Altair Conceição Nantes 
ri m falar. Todo: os zan­ 
tuirias ram.lhes franquva­ 
dos; se eles tivesse a con­ 
tancia e a virtude neesà­ 
rias, nada impedira u ca· 
ninhada, de revelação em 
revelação. té as descuber­ 
tas sublite Podrsm ate, 
vivos e humanos. eguindo 
somente sua vontade, des­ 
cer ate os mortos, e leva­ 
rem até os deuses e tudo 
penetrar na natureza ele­ 
a:entar. Porque a relig1:io 
abrangia to'as essas cosas 
e dela nada restava desço­ 
nhecido do soberano porllí­ 
fice. O de Tebas. no Í::gi· 
to, por Exemplo. só atingia 
esse conto culminante da 
doulrir.a depois de ter per­ 
corddo todc.s os graus 111- 
feriore de ter esgotado a 
dose de ciências pertinente 
a cada grau e de ter 
rnostra<.lo digno de chegar 
õO ponto mais elev,,do. ão 
.!-e p1od1galizavam c.s misté­ 
rios porque eles repr.-s~n­ 
tassem ;ifguma coisa impor­ 
tante; não se profan~va o 
conhecimento da divindade 
porque esse conhecimento 
existisse; para conservar a 
verdade para muitos. não se 
a concedia a todos. ( Fa- 
[ bre d'Ol1vet) 
O arricano R. S. Oicz 
conseguiu demonstrar que 
as importantes jazidas de 
níquel canadenses, localiza­ 
das em SuJbt..r '· prmê-ci 
d.- 11r,1 metl'or1to Jlflil:lt~. F,. 
tas jazidas estão ·ndo ex­ 
plor .. das desde I t,O. O r:n,·. 
teorito giganti Sudbury a. 
tingiu a Terra há erca de 
1 n!rlhóes dr ,1nc.-;. 
O médico canadense 
Dr. Wa!der Penfield especia­ 
lrsta em ptsquírns cerrbrar •. 
localizou um "c·ntro da me. 
rnórra ", que retélll. tm una­ 
gens. tõdas as exper1t'!nc1~. 
do homem. Penfield con­ 
seguiu até fazer re ,ver l"S· 
sas lembranças acumuladas. 
Em operações 110 cérebro 
ele tocou cer:as crrcunvolu­ 
ções cerebrais de seus pa­ 
c,ente3 com um minü~culo 
electródio. causando lhes as­ 
sim um choque elétrico de 
alguns milionésimos de vo!­ 
ts. Os doentes, que ape­ 
nas haviaa sido anestesia­ 
dos localmente, tinham a 
sensação de tomar parte em 
ocorrências há muito passa­ 
das. conversas com os pais. 
uma 1101t~ 11um hade ou o 
namôro da juventude. Pre­ 
snciavam a todos os deta­ 
lhes. O froco impulso de 
corrente bastará para fazer , 
rodar J película de vida. 
DRACO 
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Salgado, • Bebioa, . Caf<a 
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BELA VISTA 
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·•m frente ao Banco ltaú. 
MATO GROSSO 
Com re~peito a nossa 
solicitação em Ofício 135/73. 
de J 1.09_.73. para criação 
:!e um" Agência do Fur.ru­ 
ral em Bela Vista. de gran­ 
de: interêss.- para o nosso 
Município. principalmente 
para aqueles que trabalha'll 
na zona rural. nossa e na 
do vizinho Município de 
Caracol. vimos à presença 
de V. Excia .. expor os re­ 
su1tados de nosso pedido. 
Em Cuiabà, fomns in­ 
formados pelo órgão do 
Funrural, que a criação da 
Agência em Bela Vista ê. 
atualmente, impossh,~l pois. 
de acôrdo com a nova por­ 
taria. teríamos que contar 
coo mais de 10.000 (dez 
mil) hab,rantes na 0ma ru­ 
ral. para levar a eleito 
a 
J Li 
nosso intento. Porem nos 
foi prometido pelo Delega­ 
do do Funrural-: que o 
mesmo entrará em contato 
com o Agente de Jardim. 
autorizando-o a visitar os 
municípios de sua área. 
uma vez por mes. para os 
devidos despachos. solucio­ 
nando assim pelo renos 
em parte, a situação daque­ 
les que. dispondo de pou­ 
cos recursos. tinham que se 
dirigir a Jardim. para reln­ 
vindicar seus d1re1ros. 
Sendo só para o mo• 
Rlento, a oportunidade rei­ 
teramos-lhe nossos protes­ 
tos de elevada estima e 
consideração. 
/ois Marcel ±e Oelra 
Prefeito Munie-al

Tribuna d Irontoira 
PÉROLA 
llrn r,,11f, ,n, ·,1t11•F•'-t.1 
ll'()lf1V.i () ( hl, (/ d qU"llll'l 
r,111p 1, ;,o fm de movren­ 
ada ses@o pública. e o Me 
t.il11m, de,,11,,1111.i<lo, ,·xd., 
mou,- Não me elogie desta 
naneita. Isso desconcer­ 
tnnte. N,i po~so <Je um vc,­ 
m • neste mundo. 
Em,,nucl. junto dick, 
ouvindo il afirm;iç,"10. f,,lou 
lhe, p:1ternal:- O verrne é 
um excelente funcionário da 
lei, preparando o exto da 
sementeira pelo trabalho 
constente no solo, e funcio­ 
na, ativo. na ransmutação 
dos detritcs da tc,·rn, com 
extrema fideli,liidr ao papd 
de humilde e valinso servi­ 
dor ela noturcza .. Não in­ 
sulte o verme, pois, com­ 
par:indo-se a êle, porquan­ 
to muito nos cabe ainda a­ 
prender para sermos fieis a 
Deus, na posição evolutiva 
que ja conseguimo~ alcan­ 
çar ... 
O Mrd,111:, 1, ... 1 i: .t.u , o 
( ircuntantes o ensinaren 
10 qu r rcehcn. , n in, mfnt0 
este que tem sido iualmen­ 
te aswto de tnerêsse r 
ncsas meditações. (Rareiro 
Gama-LanlosCa os d Chi­ 
.:o X;iv,er) O Jovem Carpin­ 
teiro rn5i11ou um d1a:O cam­ 
po de um hom~m , ico h,,via 
dado abundantes frutos. E 
êle revolvia dentro de si és­ 
ks pens 1m"11tos. dizendo: 
Que farei. pois ão tenho 
onde tecolhn os meus fru­ 
ts? E disse:ar to. De. 
rtibarei o« meus celeircs e 
construirei outro, rnuiores. 
Nêl~,, rt:colherel tudo o que 
ttnho e todos os meus frutos 
E então poderei dizer a 
minha alma: Tens muitos bens 
em depósito para muitns a­ 
nos, ó alma minha Descan­ 
sa. cone. bebe, regala.te. 
Mas Deus dise á ês,e po­ 
bre homem rico: Nescio. 
Esta noite te virão deman- 
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'4 à ISO±e as2', 3.4. 
5°e6. Trl.-fone: ·1-RH5. 
d. r a til , ;d cn . e e. fr u • o 
da ttra que emontoaste e 
todos cs teu: bens para 
qmm ,er,it? A,:,m e o ljllt' 
entesoura para si resto 
e niio é rico ;pd< a curr, 
Deus. 
Por que havemos de 
preferir, para o nosso tesou­ 
ro. os frutos efcmeros. em 
vez de guordar os que siio 
eternos? Quando colho os 
frutos de utLn árvore e ,,.; 
converto em moedas, co­ 
brando ao faminto o pr.:ço 
1cxorb1ta01e que d,:v,· me 
gar.:intir o lucro. Ct:volvo n 
pureza da polpa e o misté­ 
rio dos sementes à ng1de: 
do metal. Mas quando to­ 
mo és,es frutos c5acio com 
eles a fome das crianças 
pobres, tramformo a polpa 
e as sementes cm LUZ pa· 
ra o Reino de Deus. (Irmão 
Saulo). 
Conserta-te oem demora 
com o teu adversaria. en­ 
quanto estas a cam111ho 
com élr. para que não su­ 
ceda que êle. o adversário. 
te entregue ao jui= e que o 
juiz te entregue ao ~eu w1n1s­ 
tro e sejas m;,ndado para 
a cadeia- Em verdade te 
d,go não S"licás d~ la atê 
pagares o último ,citil. 
(São Mateus, cap. V. v 25 ?.6) 
Hã na prática do perdão. 
como lld do bim cm gemi. 
mais do qut: o efeito moral. 
há também o cfeiro material. 
Uma das manias da hu­ 
manidade ~ :dimnguir n 
mal de outrem antes de ver 
o seu. Para ,e julgar a al­ 
guém. preciso ê olhar-se 
num espelho. transpon:ir·se 
de qualquer foma para [o. 
ra de s,, e cons:d~rar-,e 
corno 011tra pes5oa. pagun­ 
tando a si nwsmo: Que 
pensaria eu ,e vbec qual­ 
quer p<S5oa fa=a isto que 
eu faço? 
"Üh ... no Eteno me apoio 
e todas a corsas são drvr­ 
nas para m1ru. 
Lom o maná celesti.11 .i­ 
calmo a fome e com o vin­ 
ho do céu. a sêde. 
Nas radiantes tintas entr,c­ 
mesciadas de carmim, azul 
e ouro dc,s refulgentes raios 
do iris, contemplo o dmor 
do Pai, Oh ... mreus senti. 
dos se arroubam e a a!ma 
se alheia nos cantos Jo 
pintado passarinho. no perfu- 
111e que exalam as flores como 
bençãos de suav" aroma, 
nos poéticos e coloridos ho­ 
rizontes da manhã e nos 
magníficos explendores da 
noite" (R.W Trine-Harmo­ 
nid com o Infinito). 
Quando nascemos na 
espirirual:dade. a ncsa Fa­ 
:lia é o Mundo. 
DRAGO 
Venda: 
duto 
nes 
pro- 
nunci ..... :.do 
a jornal 
1-------------- 
1 	'' 
1 
1 
t 
1 
1 
1 
Em Aquidauana par 
de toda a regi 1o 
, OFEF<ECE: 
Carih» no «t 
to «mz ].r 
pr th - iLcd) .• ... n 
1 
uma ihnide de 
Ali n., 1 ,, F•t,via 
quidauam, 
Congr s n os Jorn Hs.as Profissio­ 
nais áe , r. ( ! CRI.- #/MI.) 
Sede: cidade de Aquidauaua 
PROGRAlVJA 
D,a 10/11/73: 
S,00 hs.: Chegada das Delegações à Aquidauna. 
9.15 hs : Saudaç.io da caravana à S Excia. o Sr. 
Governador :lo E,1ado e demais Autori­ 
dades (Reidénia do GovernaJor ). 
11,00 h<. : ln~cnções ( ou rcnb,menw de credencieis ) 
dos Jornalistas. na E•rola /qricola de A- 
quiauana ( Paxno ). • 
12 ,0l} hs., Churrasco T1pi·o da Regiâo, junto ao Cor­ 
rrgo Fun.:lo. na prnpriedadê da E,col;,. 
15,00 hs : Sessão Prepararóm, ( Restaurante da Eco­ 
la Agrícola ). 
1 G,00 hc,: Rt:fatóno S,:bre a IXº Conce .. tração Nac10- 
nal de Jornalistas. em ,, E,tado elo Ceará. 
20. O hs : Instalação solene do congreso, cm entrega 
de D,plomas de ")ornd,~ra Honorário" ao 
Gov Dr. Jose 'r gelli ;: do Dr. rgripino 
Bonilha Filho. a se rea!1=ar no sdláo r.obre 
C.E J.A.R. / Centre Educcc:onal de /> qui­ 
d;,uana ")o,e Alve~ R1bei:o"'. 
21.30 hs.: Jantar de gala. do Clube Feminino. c<:'m ho­ 
menagem à ' Dama do Estado. Sra. Ma­ 
ria de Lourdes Ribeiro Fragell; e em bcn­ 
ra aos jornalistas e convidados. 
Üi;i ll/Jl/1.973: 
8.00 hs.: Ses.são P!en.iri;:i • En•regas de carteiras a 
noves Jornalistas Profissionais. com a pre­ 
sença -:o Dr. João Bem Diôs de 1ioura, 
do. Dlegado Regional do !'vi. T. P. S .. 
8.30 hs. : Pblemas Gerais. 
1 :! 00 hs. : Almoço (arroz à carteiro - tipice do Pantanal). 
l -l.00 hs. : :::ie,sà<' Plenária• Quando deverá ser feita a 
scóiha da Delegação de MT. ao Congrcs­ 
,o Nac1C,nal de Jnrr,alist.:, cru Recife. 
15.00 h~. : Esp~t,iculo de Ba5quctebol por Equ,p:s Mi­ 
rin, do C. E. "Cand.d,, M~r,ar.o". 
l:.3C h~.: fac lh,1 da Sede do V!' GO:-;JQRPRO 
!'vtT. Confratamz ção. 
20.00 hs : Jantar no ··S11,cmd". Em Aqu,dauana. 
1 
Dia 1 2/11,1.973 
9.00 hs. : Visitas .. em Aquidauana e Anastacio: g 
B. E. Gc,ir.b, ond~ os Jornalisus k:5o uma 
de:nosrraçào d~ p,me do Pe!opes ( Pelotão 
Especial • Ordem unida sem comando;. Pre­ 
feitura e outros locais. 
I 3.00 hs.: hurrasco na Fazenla "Santa Maria" ofe- 
recido pelo Sr. Zélio de Oliveira. 
1 6.00 hs.: Regresso d2s Dcltgaçõ~s ... (e muit.::s sau­ 
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arte c r.r - Bc:ld!)ÇJ I :_: - D ... s. 
FO.'E: - l'H 
BFL, VIS TA

Tibn da Frontair 
EM T supor e ecô o­ 
do Estado 
• 
ffllCO 
expansao 
O Danro do Estado 
de Mato Grosso S. A., q.ie 
na a<lministrs,ção con~cientc 
e responsavel do Governa­ 
dor José Fragelli emergiu 
da grave crise financeira 
que há poucc mas de dois 
ano o colocava a beira do 
descrédito púhlico. recon• 
qurstado nos das atuais, 
não apenas a posição de 
organização de credito de 
1nvejá·el cstabelldaJe mas 
:e projetando dentre as de 
mnais congêneres do pais, 
ruças aos{patriot cos esfor­ 
ços do Governo estadual. o 
.,pôio dns ôrgãos centrais e 
,, altl) descortinio e visão 
:idmmistrat,va de ,eus dire­ 
ror,s. os srs. Zélio de O 
veira. l::nio Vieira e josé 
Sali Saad, constutui hoje. 
em sobra de duvida n 
mais seguro baluarte econó· 
mico - finanr.eiro de MT. 
Todos os ma:ogrosscn­ 
ses que acompanharam a 
extraordinara reab.litação 
moral e financeira do B:­ 
MAT não poderão negar 
e~Sd evidência. atestando o 
o:sfarço do Governo esta­ 
dual em dar a t'Sses mes­ 
mos matogrossenses um 
banco que lhe merecesse 
integral confiança. como 
ocorre atunlmente. atraves 
de um trabalho lento, pe 
noso mas seguro e objetiVC'. 
Hoje o BEM A T cresct 
e se expande por todo o 
Estado e fora dele. con;o­ 
hdardo sempre mais o seu 
alto ~onceito, distribuindo a 
riqueza e estimulando os 
,nve.;timentos através de 
suas carteiras de cré:!1to, 
nota damente na Agricultura 
e Pecuária. ampliando o 
dcsenvoívimento do Est. nos 
seus tais diferentes setores 
e como não poderia 
deixai de ser. do seu pla­ 
no de expansão. já em txe­ 
cnção. esta inclu1da a cria­ 
ção de inumeras novas A­ 
gencias, que irao beneficiar 
diversas regiões do Estado. 
levando- lhes o estimulo do 
financiamentc para a explo­ 
ração racional de suas ri- 
e sua 
quezas e fomentando o pro· 
grtsso. 
Dependendo do 8. Cen­ 
tral. entre as localidades a 
serem beneficiadas com as 
Agências do BEMAT estão 
Terenos. Rochedo. Bandei­ 
rantes. Jaraguari. Ribas do 
Rio Pardo .. Aguas Claras. 
Rio Negro. Corguiho. Pe­ 
dro G elestino. !Anastácio. 
Bo:1ito. Nioaque. • Cipolàn­ 
da. Baitaiporã. Jatei. Deo­ 
dãpolis. V,la Vientuna. Pe­ 
tró;,olis do t<io :Br.,nco. 
M:rasol d'OestP.. Ta!1gará 
da Serra, Aren•polis. Dia• 
m antino. Nobres. Pedro Go­ 
mes. Ponte Branca, forixo­ 
r~o. )usc,meira, General 
Carneiro. ltiqu,ra e Pedra 
Preta. 
!:!. o Bemat crescendo 
ao ritmo Brasil grande e d, 
Grande Estado que é este 
colos10 do Centro-Oeste hra­ 
sileiro hoje plenamente in 
tegrado no progresso de­ 
senvolvimentista nacional. 
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das traia e. 
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Açougue Dous Irmão) 
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Classe Internacional 
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e o Credii'-río Tentação 
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sas Pernambucanas. 
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OE ANTONIO REMO PEN20 
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deira Bruta e Venda 
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Declaração 
Marcos Antonio Fer­ 
na.ades. em Bela Vist.a. de· 
clara que extraviou ua Car 
teira de Habilitação exP 
di:Ja por Aquidauana. Pu­ 
blicado para reque:er $eguo· 
da via. 
Bela Vista.' 28 de 0urn· 
bro de ;1 973 . 
LEIA E ASSINE 
O JORNAL 
cc Tribuna da Fronteira"

Trb,na da Fronteira 
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Bola Vista Outubro d» ,073 
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1 
l

Os Partidos Políticos 
no Brasil (Continu 1ão da Edí1ão nº 76) 
Adilson VI ·ir {acabu 
(Prof,-or da P,:uldade 13ra•l­ 
ltir• de ( léncia, )urld!cd: pro­ 
fessor do, ciclos de conferênc,n• 
do IDPCP, p.-qui,adur do ln,­ 
tltuto de Ülrellu Público • C1én­ 
eia Politica da Faculdade Getu­ 
lio Vargas). 
e TTRO ESPiRiTA !RM CLAUDI • DrL/ VbT 
Exagerado pluripartidaris­ 
r» abuso de leg adas, anarquia 
eleitoral, inexpressividade da vo 
taçao obtida por alguns partidcs 
tornara:n tal situaçao insustentà 
vel, sendo o sistema [ialente 
extunto pelo Ato Institucional 
11 2 d, 71 < ouiubr" de l Ili,), 
Surgiu, e±tão, nvo regire p ll 
tico, implantando pelo to tom­ 
plementir n4 de 2u d: novembro 
de 1965, qu~ csuhelcccu prd:o 
de -1 dias para que O!-> me nl• 
bros do Congresso promovessem 
a criação de otganzaoes cor 
atrbuiçoes de partudos polftuzos. 
As condiçoes previstas eram ex­ 
essivatente rigorosas, pois exi­ 
giam um rn111inh.> de- 12t> depu 
tados e_2C senadores para a 
criação de um pMtido politlco, 
o que sô possibihtaria a forma­ 
ção de no maxlmo três agre• 
nuaçõcs. 
Díli resultou o novo regi­ 
me polittco brasileiro com .i 
criação de npenas dois partido,: 
Arena e MB, que constiuiam, 
na vedadt um bloartldarlsmo 
lnslituidu stm qualquer base 
it!eológlca, deveria rcali:ar a 
di(!cil e complexa tarda de 
substituir os 1 :1 partidos :lo 
pluriparltdarism, p>r n. is parti­ 
dos. reunindo os elementos dos 
tradklonais, PSD, PTB e UON, 
que ates se combatiam e se 
digladiav>m vtolentaruente. S<n• 
do tm muitos catos udvtrsarlos 
de longas lutas, cm ur üntco 
partido. Para acomodar essas 
divcnas corccntcs dcntto de um 
mesmo partido criaram•sc as 
sublegendas, que adotodas p>ra 
cargos c=xccutivos, tinham por 
finalidade conciliar, dentro d, 
cada partJdo, as 'diversas ten­ 
dlnci., apontadas. 
tos casos, e esforça para ir­ 
por sua liderança e sulcar de 
maneira radial s companheiros 
do momo partido que apoi,ram 
a outra ubleqenda. f preciso 
ndo esquecer que aqueles que 
obtiveram menos votas do que 
os conftrid,,s a sublegenda ven 
cetora foram para integrante 
da vitória do partido, que só 
concretizou atraves da soma dos 
vetos conseguidos por todas as»u­ 
b'eyeada, portanto ala sublegen 
da representa, em votos, parce 
la significativa para a consolida­ 
ão do resultado final 
Na pratica, tal sistema de 
moastrou que: na é:~oc:.s das 
disputas el<ito,als a Arena ou 
o MDB, não raras vezes, lan­ 
cava dois ou três candidatos 
para disputar o mesmo cargo. 
solução que, temporariamente-, 
evitava as brigas internas e 
conciliava as diversas corrent,s. 
Todavia, este consenso precário 
rompia-se tão logo ,ra enccrr.i­ 
da a apuração das eleições e o 
resultado oficial era proclamado. 
A partir deste momento, a prá­ 
tka. tem demonst-r.1:20 que a 
,ublcgeoda vcneedora. cm mui- 
Eis porqu, ,, rnblegen la 
considerada uma solução atti­ 
ftal, peis e a causa das diver­ 
geia internas !entro de cada 
partido e constitui um sistema 
que: Jj tiernon•trou :-.~r pouco 
adquado. pois t1r,~ a c:1utcncicl• 
dade da representação e acatre- 
ta zisoes entre as lderança 
de um mesmo parlido. Parcco! 
desejavel um r formulação no 
ll'lCCOOl!'ln10 dns sublege:11dc1._ a 
fim de aperfeiçoa-las e, caso is. 
to não seja viavel, seria melhor 
supriai-las, afia de '{tornar: pos­ 
sivei a realização de um,1 poli­ 
Uca p:.,rtid..sria re.sponsr.vcl. cc•e• 
re:nte e r:-prcscntativa requisitos 
fundamentais para o fortaleci­ 
mento da democracia. O legis­ 
lador brasileiro no criar a Lei 
Orgânica dos Partidos (Lei n' 
51i82 de 21/7/71, alterada pela 
Lei n' 5697 de 22/8/71) esta· 
tabelceeu uma di,ciplina parti• 
daria. ddinlndo legalmente o 
partido político. Tambem elabo­ 
rou normas para a organização 
e fundooamcnto desses p•utl­ 
dos, ao declarar que a existen­ 
cia legal do partido começa 
com u rt.gistro, no Tribunal 
Superior Eleitoral, dos ,cus or­ 
gâos constitutivGs, programa e 
estatuto, tievcndo, para pleitear 
tal registro, contar o partido 
em formação com o apolo Ini­ 
cial de pelo menos 5% do elei­ 
torado que haja votado nas ul­ 
timas rleições gerols para a 
Câmara dos Dcputa~os, dlstrl­ 
butdo tm 1tte ou roais estados. 
com o minimo :de 7% em cada 
um deles. 
Prcibc. ainda, o fuoclon=amcnto 
de qualquer partido, político cuja 
proguuna ou ação contrarie o 
regime democratico, baseado na 
plurnJidade dos partido> e na 
g>rantia dos direitos lundameo• 
1, is do homem. Cabe r,ssaitar, 
dcrr,1dclramente, que a Consti• 
tuição de 19'16 no art. 141,513. 
oo regular o direito de: aS:socla­ 
ção para fias politicos, vcdnvr 
a organização de qualquer par­ 
tido que: contrariasse o regime 
democrático, baseado da plura.li ... 
d.ade dos partidos e na garan­ 
tia dos direitos fundamentais do 
homem. Ma« so recentemente 
adquírcm o, partldoa, no Bra
1
il. 
uma projeção constitucional. A 
Constituição de 1967 dedicou­ 
lhes um capitulo ln!</ro. Po<t•• 
rlormenlt, a Emenda Co, t1tu• 
r:aonal n~ 1 consolídou. trn '-tU 
artigo 152, a dtretr/zu para 
a organização; funcionamento e 
extinção dos p utidos poJ1dcos. 
Assim, ao conceder.lhes 
personalidade juridsa, impor· 
lhes fiscalizaçao fance!ta, dis­ 
cip/na partidario, carater aio­ 
nal e ação permanente. bem 
como a proibiao de zoli4aos 
partidárias, a oslituiçdo te­ 
wervou aos partidos pulicos la 
gar de destaque na legisla,ao 
brasileira. 
Mantenha 
cidade sua 
limpa assim 
você estará 
colaborando 
com o desen­ 
volvimento 
da mesma 
Carta 
Redator chefe: 
Estou encaminhando 
um folheto do Centro do 
Convênio de Baha!U!llah 
"para seu gcverno·· e repa­ 
rar o erro cometido na e­ 
dição nº 71 de 30/9/73. 
onde afirma na Coluna 
Koisas que o fundador da 
religião "BAHAI foi Mir­ 
za Ali Muhammad, lquando 
na verdade seu fundador 
foi Baha'u'llah" 
Babai Brasil Neto-A­ 
quidauana. 
NR- Amigo e confrade 
Brasil Neto. "para seu go­ 
verno" afirmamos que o 
fundador da religião dife­ 
rente o "Babai" foi mesmo 
Mirzã Ali Muhammad t: 
damos uma ligeira explica­ 
ção ao amigo "Bahái": .. A 
Segunda-feira- Da de 
Pas s 
Qu irt.J feir, • Desenvol- 
vimento e Mediunidade. 
Sexw-feirJ EsrnJos 
Evangélicos. 
• Benfeitor do Alto. es- 
.. LINDOS cr.sos DE CHICO XI VIER., 
A licão do prédio que se incHnara 
» 	di 
À Jmprcns,1 belorl:on- ouva as versas criticas 
tina noticiara. com al,H de. Ema noel a !,eu J. l 
que um prédio de I 0 anda- lhe diz. 
res de pronto e om o Hla. - Veja e medite. P 
bite-se. inclinara-s« visivel- um erro de calculo perde. 
mente... 	um prédio de d : .in J 1: 
Em redor. aglomera- tambem em nossa exist 
vam-se muitas pessos curio- por um erro, 
as. cementando o êrro de da falta de oras;do e 
c.ilculo do En11enhciro cons- J:inci,L incl,n uno . to1.!. 1- 
mos, inutilizando muito 
culos de nosso edifício os 
pi,itwd ... 
t1utor. 
O Chico por ali passa, 
vira o prédio interditado e 
o Hábito 
Um irmão. que fumava 
100 cigarros por dia. pediu 
um conselho ao Espírito de 
Emmanuel sõb1e o habito 
pernisioso a que se entre• 
gava. e o Mentor espiritual 
atendeu-o exclamando: 
- Melhoremos a nós 
mesmos. meu filho. 
Disse o consulente.­ 
eu -desejava um conselho 
mais direto. 
Fume menos ... 
história baha'i começa em 
Shiraz. na Persia-atual Irã 
em 20 de outubro de 1819. 
com nascimento de Mirza 
Ali Muhammad. mais co­ 
nhecido sob o nome de BAB 
(A Porta). Aos 25 anos re­ 
velou ser o profeta previs­ 
to nos textos santos. o pre­ 
cursor encarregado de pre­ 
parar a vinda do prometido 
de todas as religiões. cuja 
missão ~eria a de inaugu­ 
rar uma era de virtude e de 
paz purificaria as religiões 
dos homens. Mirzá Ali 
Mahammad. especie de 
São João Batista persa. de­ 
pois de perseguido pelo 
governo e pelo clero. foi 
encarcerado. supliciado e 
finalmente fuzilado em Tã. 
briz a 9 de julho de 1850 
Nos anos seguintes. 20 
tende compassiva: m 
rodo.s ,HJU< 1..-, qu 
conhecem os princp 
amor e trabalho. hu 
e pe rdão, nas 
res da vida. 
de fumar 
Ora ess.:il o qu, 
desejo é uma resposta p<l· 
sitiva .. 
Emmanuel. 
dereçou-lhe as 
palavras: 
- Meu amigo. entre 
fumar e não fumar. é me· 
Ih or não fumar. Entretanto: 
se você pretende fazer al­ 
guma coisa pior. continue 
fumando ... 
então. en­ 
seguintes 
Ramiro Gama 
à Red ção 
mil de seus adpetos.fos ba• 
bis. foram assassinados. Os 
muçulmanos xiitas e mesmo 
os sunitas de :outros países 
islâmicos foram sempre im· 
placáveis na persiguição que 
moveram contra a "heresia" 
dos babá 'is e seus prede· 
cessares babis. O Prometi· 
do. anunciado pelo Bab. 
foi um de seus primeiro! 
discipulos: • Mirsa Husayn 
Ali. que os Bahã'is chamam 
de ... Baha •U'LLH ... (Gloria 
de Deus). 
Amigo "Babai Brasil Neto­ 
procure na revista Planeta 
de Julho. nº J J e na Casa 
Universal da Justiça 
em Haifa. as iofor· 
macões completa á respeite 
da história "Bahai" e de· 
pois conversaremos. 
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