CHÁ: Mar.a Estela Vela+quz Pereira r.~~ f/ Liberdade com Responsabilidade ~ í---------------- ----------------- - f Ano li B_e_1_a_V_is_w_- __ M_r. 11_f1_1_1_1_3 _ REDATOR CHEFE: N 60 Se nos deixarmos en­ volver pelos chavões emiti­ dos prr alguns de ;-:ossos respeitáveis anciãos. vere­ rnos qu~ o tempo ele .1gora anda meio avacalliaclo. Não raro temos a oportunidade de ouvir os maiores dispa­ rates sobre os tempos pas­ sados. «Naqueles rnmpos sim é que as coi:;as eram boas ... » «Porque agora jâ não se fazem coisas como antigamente ..• «É pena que não volte a ser tudo corno quo:: uma roupa de bom gosto exptime a cl não quer di­ zer porem que devemos marginalazar-11os complt:ta­ mente. Muito pelo contra­ rio.. E suficiente saber do­ sar bem as .:cisas para que tudo corra C:irt>itinho. para o :r era antes ... )). Põ. com que direito essas pessoas podem falar a.sim? Com que direito eles p~nsam poder atacar ti'o virulentHmente as oes mas de hoje? .Será que pe­ la cabeça destas pessoas não passa a idéia de que a humanidade e a propria natureza não podem ter efeito retroativo? Se nos basearmos em coisas do passado para fa­ zcr:nos 'lS de hoj". ai en­ tãa é que este munàão vai virar de pernas pro ar. Ja pensaram a gente voltar a comer com as mãos? Ja pensaram a gen· te esfregar dos pedacinhos de pa» para fazer fogo? Ou então viajar quilometros a pê fÔ p; ra não usar os modernos meios de trans­ porte? Ou ainda escreve este artigo cheio de adjeti­ vos. nun:Í período sô. sem pontos e sem :virgulas? P: ai se vê que nos­ sos quer dos ·ancião têm que rever seus conceitos scbre as 'ºporcar,;>ts .. de hoje. Quando eles acham que ns mêdic.is de hoje já não curam como as beze­ deiras de antigamente; quan­ do eles acham que os ho­ maens.'e hoj: já não são ~filiais '"aqu2les'"; quando eles 1 acham que tudo esta perdi­ do, que a mocidade ·.::. is:o é aquilo: que '-"helos· com­ pidos é sinal de coluna do meio; qu:.ndo eles acham O mmistro Moura Ca­ valcanti. ria Agricultura in­ formou em Brasilia que o Programa de Garantia da Atividad,: Agropecuáci3 Pwagro contará com recur­ 'sos. trn 19i'I. da (ordem de -JOO milhõts de çru=eiros. ;,dvindc.,s do percentual de 1 por .:ento sobre os em­ préstimos 1 urais de custei,, e investimento Com relação ao quantu:n de verbas do orçamento da União que irão reverter para o Proa­ gro. Moura Cavalcanti dis­ se que isso ~erã cietcrmina• do pelo Gonscrho Monetá­ rio Nacional. não adiantan­ do o l"urnero. O ministro disse. ain­ da que o projero de-lei ins­ tituindo o seguro rural preo- que tudo entre nova:nenre. Jcse Carios t'iXOS LONGO Paulo Coelho Machado cupou-sc sobrctutlo em eli­ a:inar o, 2spectos burocrà­ tr flor da ,ocledode loc•I, completamente viciaria, em tóxico• e toda epe­ ele de abcraçõcs. Pob:r• menl- - ·'os. Desgraçada juventu- ns ainda recuperáveis, futuros moradores dos ios. Falta de Deus. no 1 s c:oroçócs. 0s pais, na desconheciam 2s "tar:-!I • f,lhoo, outros diziam e crianças, isso passa' t'mos à turma da" pc• '(. • 1 tremen1fa'' c:rlnção . cosa i' - é? Todos topam? i·_estamos afim ae ncvas ► , oode é 6 cara1 'Pessoal, as 23 horas, toda a1do aqui, de «motoca enve coada! e tudo o mais. O bara- to val ser no Bosque, 0 matc­ {'•l eu preparo. i..__J -Falou. il•• olh• eh cara, sem grilo. Não vã d:.r um> di­ ferente. .lo.., Debandaram com as morociclê- tu barulbentas e apcn>s um li- l lir cou, o mais jovem: Bernardo. · fa. Filho de um mi:dlco respeitá- • ±:: .52 •• conselhos paterno. Pensava .. Q coroa tá completamente areta», onde jà se viu, via r uma daqcelas e recor­ ava as palavras do velho pai. •Meu filho abandone as com­ phas dos rapazes da Radar. saa Vki-iàos. e o vicio leva à ~ ç~ganr. Pedreira no lado dd• autociJadc e con­ vcnÇilmO• nossos filho,. de que les ão a grandes VITIMAS Poucus dias d :pois, os j, r­ oais, publicavam ,Encontradas a, Duas Meainas do'Crt do Bos. que, Estavam Brut,lw,nle Vio lentadas e Morta, Por Enfor­ cam,nto•. O pai dr Bernardo saia do hot• pital t tc.vc a atenção 0tspcrto­ da para um quadro onde- t!tAVd escrito. Eo sou o Caminho a verdade e a Vida•. (Cristo). L,u e:m voz alta e saiu à rua. Uma lágrima cala de seus olhos ... Venda duto seu pro­ anunciando neste jornal Govenador Jose Frage­ ih mencionou li, aprovad pela Assembléia Legislativa. autori;:aodn o Poder Execu­ tivo vender ao Banco do E,t.ado de Mato Cros5o BEMAT-o prédio n• 23, da Avenida Presidente Vargas. de propriedadtc do Governo do Estado. com três pavi­ mrntos a arca total de 2.324.80 metros quadrados. pelo preço de 2 milhões, -¼ 1.3 mil e ó00cruzeiros, con­ soante prévia avaliação de­ tuada pelo Clube de En­ genharia de Mato Grosso. O Secretário ~e Fazen­ da. 'Jctávio de Oliveira, b2ixot.: portaria autorizando os contribuintes da Industria e Comércio, quando quites .:om o fisco estadual. a re­ colheremn o Imposto Sobre Circulação de Mercadoria FRIOS "AQUI" l Nos teatos dinheiro e bas­ tante c[umo•, v.lmos cotrar oum acordo? Nã.:, tem papo não gara .. tão, r nada de valentia, senão o chumbo come. Mas, os rapazes não esta­ vam nottt:.dli e n:ogiram .. fogo ntlcs, nirguem esca­ pa vivo, falou um as!laltante. E a fuzilaria começou. Na manhã ,cgulote o:guar- da do busque cocvntrou. o corpo) de uma jovem. viokntadn, cortada a oovalha verdaddr(" ato de servageria, os jovens estavam nús e dcmons• travam além dos tiros, terem si· do barbaramente espancados. Um ainda estava vivo, os ou­ tro.c; trCs mortos, duas menioas Unham sido 1cvndas pdos nssa­ :,;;sinos. Crimes brutal!. a policia procurava os a.ssasstnos e ti­ nham ct.rtt:a. que para come. tt:re:m 01 crimes daquela manei­ ra, só poderiam estar cdrog1- dos>, usaram as cf6rmulas de ,cn,açâo> dos desgraçados ra­ pazes para mata-los com atos de bárbaros, Será difícil encoatra1 ª" jovens deJaparcddas ainda com vida. A cidade ficou pena­ lizada e protesto, foram envia­ cios às autotldzdes. No hospital, Bernardo re­ cuperava-se e chorando di:la: Pot borrivel. meu Deus, foi hor­ rível O pai de Bernardo, en­ viou um;:i mensagem pelo, jor­ nais, dizia o segulcte: •Pais, que, como cu, estão ou estarão para ver seus filhos per• dido:r no vso de tóxicos, entrem urgentemente na Juta contra e, .. se vicio, mas não se esqueçam pelo amor de DEUS, de que nossos filhos são sómente viti­ mas e que prcc.ham de todo uos• so carinho, da. aossa compreca­ sio. da nos,a 1oltduledade. Mas essa luta pão t para os fracos, pois e.Je.,. os no.ssos tahatgcs, aqueles que estão matando ao•• sos filho», estão dbposto a tudo para conll.nuarr:m na vida boa do não fazer ada, vestindo bea gastaado os pra:c.res que a vida e o dinheiro fâcil lhes pro­ porciona. Encetemos ena luta De Fcraaodo Cabral <.orrh Em Aquidauana para servir o povo de toda a região OFERECE: - Carinho no atendimento - Pretos compeosadores • Presun­ tos em geral - Sardinha fresca - Ca:narão fresco • Queijo prato • Bacalhau norueguês • Catuplry - Manteiga ITA e mais 1 um3 1nf1oiCac!c de [rios para o coriqueci:oeoto da sua me:sa. 1 Ali na rua E,tevâo Alves Corrêa ao lado dú restouraote Brasa. Aquldauaoa - rvrato Grossc• nh.r ,. fARMilClfi JOnNn 0'4HC T· OI Bo nge.,a ·g+m+·, das mera ' dt!IÍIHllll a quinzena!mente. de n' 26/73. deso beneficiados ao do [CM no ato dorias que si' outros E rados. Reunido com dirigentes dos órgãos rodoviários bra­ sileiros, o Ministro Mârio Andreazza deu início a cam­ panha Nacional de Seguran• ça nas Estradas, cuja exe­ cução Higirá mudanças es• truturais no Departamento Nndonal de Estradas de Rodagem. Foram construi-:las na Administração Fragelli 119 novas salas de aule, possi­ bilitando nos três turnos va­ gos para mais 50.280 alunos. além de mumeras outras realiz;;ções visando o apri• moramento de ensino em nosso Estado. t' es lm estabelecimento de confiança A que vcadc por menor e serve mdbor entregas rápidas a domldlio. •Nós aorcdita:oos e BONITO, Praça da Liberdade No. 130 BONITO MATO GR0SSO 8azar Ru3 João Leite • 268 Monte Líbano º" Florinda Martins Leite randa Roupas fci1>s •m genl (Para senhora,, cavalheiro, e crianças]­ Blioutcrlas • Artigo• para prttentcs. "Estoque permanente de PERFUMARIAS" Caracol Mato Gro,;so "SUPER MERCADO'• Ex: 611ercial Santas dair Lama de Souza Secos e molhados, Ferragens, Vete.rinária, El•tro-doméstlcos Representante ncluoivo da ULTRAGAS(E111Teg•.• a domJ-i!Jo) Super Mcrro) SlüROLÁNDlA l. t --·--·--·------- L_ s-:_RRARIA ) ' Br1 to "Meu proposito niio é u de ensinar aqui o método qu: cada um deve sequt para bem conclu:ir a ,u., própriil raziio. r., s ! onwr!t~ mostrar de que maneira procurei condu:,r a rnrnha" (1 ene De•,· ures D1$­ cursos do Mêtrdo) Fv de Eonito; hvra-'mica. mo! acompanhar o cJ, rf< ,. comercaro !:,C, :· •. • flra d. Prn l'uill0' d tu­ :tas e bancários, cperans tas coisas: Estradas, Lner­ e mrciuntes. cutores. ga Eltia, Escolas. Obras í.irm, Cl'llt1r< • !1' te e d ,. de .:-a,,r. r nto m, B, '11- dade e dc campes. panta to ;;crt> ! t'l r 1, Gc,, r: o (:, neros... tedual, o governador [os J•r .. q,.Jl, cn1l ,cl" r ti ,1 t<"• Fu '.' li eh : .. e a luta. aão e sabe..' --o • .'e r tH. lu._, 1 :,o • ó t' ;,,11 , n uo d,! ..-r. pt.rr, ,,_,nl1<1 ... pNs O.i •• todo vossa lute. D- rem Creser e .Prec,cn; •o< o r.:11 .. 1 .. rr,._• anistrc Crever. Lelfir leto" O cbjetuvo fr­ :: 1 Jo de< r.vr,I ir rto é n, ·lhN ;i v.J. l:111:. ,n:J. pil· V,ir:,c-~ lut.,r. u (UtJ .: '.a qu· s ri t;.Jt, e· p os«.m, tDre, pus visa dot •• r l O e.,, t,, !?: r •e cem pll'1,1c11dt de'ciJaoi· clc u.r.t.l1çó ~ ncc,:­ b.r'ade criadora.. E'nu- etuas ao cu desenveivi­ tens, noa c:dade c uma tento. frnce de rquezas e o Ílllll•' ro rlc Bnn·to d~prnderã da~ n:pl rações de~~n~ riquc:asl • Bonito Acrcdirn em Voce ... • M111<-no,. g,ido. tun•rno. ca- D,n 30 de outubro de 1173 fé e uma +finidade de c;ru- t 25 AAncs de Trabalhe,, sas qu proporc:r,nuão Rt· l quzas. Vamos cerrar flei. Lel Jacques ras e começ;ir agora .. Hoje ... n<'S>.J tr;insformação econo i PrefeH::> Liel Jacques e Sra. rece­ bendo flores de uma estudante no desfile comemorativo dos 25 anos de Emcrncipução Política de Bonito A :..:dede do: Bonito. comcworou dia 30 de Ou­ tub:o .. vime ~ c111cc .inos de Emancrpaç<Ío PolitJca. a de frst.is e muitas ale­ g,1a,. poi:. aPrefeitur,, 'Mu­ nicipal ofereceu ao labo;isso povo Ó,) rico municipio. o­ portunidale de assistirem a um mar.:ivli;i-d:o espetáculo: A F-..infarra do' Ç olegio 1 de :--Jioaque. iotegradJ na •a maioria por criaoç. prirc1coaram oomt que,:iveis e deixarb.1 2grõno .. d>s. coite. o são local Clube lo:al foi peq~lvenida rn recebe: inúmeros v, da t--NTONIO REMO PCNZO Con,prn :utn t Venda ecl r - çao Marcos Antonio Fre­ naodes. em Bela Vista. de­ clar?. qu~ extraviou sua Car­ tera de Habilitação expe­ di:ia i::~r Aquidauan:J. Pu­ blicadc parareque:zersegu da ,., .. Bel± Vsta. 28 de Outu­ bru_ d. 1 973. l LEI . = .c • .:::>S;_:....,( 1 O JORNAL -------------------·---- «Trib:ma da Fronteira» Casas Pernambucanas Oro lltosame , e uprnsenta: BRASIHHA NA ESCUTA !),a ·I pp, foi fe,trJadll 11Ó Fn:end.i cc..n, uon l.oudo C:hu­ :r.1><0 o ,1n1vu,,1rlu do popular Sr Pomplho 1-'tdr 1. I· ,l1cl ,.,d,, ... •• Bel V«ta wpresenta a Nova "Casas Pernambucanas' e o Cedi rt l'entaão"; ------------:-- C o mn bastante sucesso foi r,allzado o de- fole lufan:,I nc, GP} realiado pelas alunas do 3 Normal. A­ padecem a todos aqueles qu de uma forra ou outra colaboraro111 No fim ele ,~rn•n• clrcular,,m pela Princesa do Apa: Cri•• tiane, Fhtuma, beta, Leila. Andre, Marcelo e Paulo Pinloern. Tudo Pelo Crediário Tentação Casas Peranbuanas, Con­ f,çoro Mosruliuas, Pcnmlnloa~ Juvcni!. Mil lobar'das i< P:l•cl· la, aniversariante do dia pp Filha do :Euclides e Guilhermina 1' minha 011119,1 "lnirza "aqurla," faiscas pelo Nat ocorri• do na semana pp. A P,didn Do Més: Casas Per rnbucann• Tudo Pelo Crc• di,írlv Tc11tnç,i) Prd ·ito de Bela Vista presente no tonareso dos 1rasos· Pote.sto 4« Mo 9o"""· "" 8"""""" -;2 llõl,ns de Estud,,, conseguidas pelo Deputado lbaldo la­ rcm, ao~ aluno, da Esc .. l, Tcnica de Contabilidade e Escolas l'aroquhds de Bela Vista: Todas Pagas oupas pra cama, mesa e banho é com as Casas Per­ nanbucan;a-; . E. Tudr. pt1o cre.11:ülu Tcnt1ç~io Prefeito Muni• clpal de lhl,1 Vi-.ta, rezebeu visita do J<,vem Prefeito de ljui-RS que esta cstudanrl-, a pú<>ibilid,d< ,le cult!var a lsvour e ex­ tração de taláreo «m nesso Municipio. V Oh! Jeus, que disseste. 'Pe­ a e recebereis procurai e acha­ reis, bata e a port se abrirá Por lntrrm•doo de M ria. 1/os­ a Sagrada Mie, eu bato, pro­ curo e Vos rogo que minha pre­ ce seja at,ndodo I menciona-•• o pedido). Oh! Jesus, que diste: "Tu­ do que pedires oo Po, em Meu nome, Ele atendtrà". Por !nttr• Os Tóxicos e a juventu­ de Brasi­ leira "Cinquenta mil jovens de Recife s;io viciados em alucinógenos e 75'/o deles são escravos da maconha" afirmou recentemente o vere­ ador Pedro Ramos Pedroso. Segundo o vereador da ca­ pital pernambucanas o Brasil ocupa o 4 lugar entre os paises consumidores de tóxi­ cos. Será Vl'rdadeira essa afirmaç5o? Se o Edil reci­ fense foi objetivo em suas declarações, nossa juventude corre o pigo d.um futu .ro náo muno remoto. cair na mesma degradação cm que se E"ncc>ntra grandt' p3rte de juventude em alguns paises ccidenteis! (ABIM, - , A beldade da to, e a mina-moça Sotaya Moras, per­ tencente à sociedadr. de Dourados, que no ±ia 14 de outubro, completou ~uas .o,·uinst prlmnvcrils. o. V· '~~grcsso de JornalistMii Profissf.:.dnls. começou on­ """", Aqaidausns, no>s Rei9to: Chei: ·st4 par«ui+do. 1. ,~: ;/I ' 1 •o,amcnto da Seru,,aa: Não te surpreenda, que] falem de : "'ul 'tue te façam mal, admira-te, de que ilQUêles que assim II e FALEM CONTIGO. -=- f- Restaurante e Cassino - Para~ "O cartão de visitas da Prontc-it: • 1 Classe lr,ternacional Ambiente Seleuo 1 Hella Vista Paraguay _J NOVENA Menino Jesus de Praga tal»e Es­ riw t­ /e#ises PODEROSA medo de Maria, Vossa Sagra­ da Mãe teu humildemene rogo o Vosv, Pai em Vesso No: e, para que minha ora,ão ja ou- vida (rurnc,ona-H o pedi:lo). Ohl Jtsu!, qur d!oe>t.cs: "0 c(u e n ttrra pa. !ttr o, mas a inlnho paln•,ra não passarA", rot !nterroedlo dt Mar!o, Vos