T RI FR 
Liberdade com Responsabilidade 
Ano ll 
18/ 11 73 
, 
• 
Apó> J apresrntação 
cln q11od1:> atual do ,ctor 
dr ~egun,nça pública na ci­ 
dade de Bela Vista, solic­ 
tu o Deputado Huben F,­ 
querro fsse encaminhada 
Indicação ao eminente Se 
cretário do Interior e Justi- 
a, Or. Salomão Pranc, co 
do Amaral. para manifestar 
o empenho da Assembleia 
Lcgi~l ,uv;, no:srnt,do d.:: qu.:: 
fõsse incluída na Programa­ 
ção de Obras daquela Se- 
ra 
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fanfe-toü o palan­ 
tar Rub:n biqueiró a nzes 
,id,,dt: 1ml'?riosa d:i p .. v, • 
mentação astitica das ro 
oov,;is BR 429 tr.Jç,,do 
quidauana-N oaque e BR 
0o) de Nroque a Bel+ Vis­ 
!a. passi'lndc pc-r Guia Lo­ 
pzs Jardim. iéste entudo 
urgeriu ao Plenário da As­ 
;ernblé,:i ;itr,,vés Jc lnd,ca­ 
ção. a renessa de exedien 
te tecgratco ao senhor M.- 
cretaria a ed1f1cação de 
uma Unidade lntegr,1dc1 de 
Segurança naquela cidade 
fronteiriça. 
Na oportunidade, des­ 
taccu o parlamrntar o; be­ 
ndicio~ 411~ as já rnaugura­ 
das Unidades dt> Seguran­ 
ça vêm pri!standos às co­ 
munidadci onde estão loca­ 
hzadas, dando um senado 
,oc,dl e hum?no à sua mis­ 
sao de SC!']t:rança pública, 
mitro dos Transportes va­ 
~ado nos seguintes tcrmcs: 
.. Assembltia Lcgislat:va'. c~­ 
tatlo vg manifes:a vg com 
todo empenho vg interêsse 
sentido seja incluida Plano 
Nacional Viação vg b:m co­ 
mo lhe seja dada prioridade 
implantação vg pimenta­ 
cão asfaltica BR 429 r,aça­ 
-lo Aqu,-!auana/Nioaqu.- ct 
BR 060 N:::aqur/Guia Lo­ 
pes/Jardice/Bela Vista vg 
$1%7.E%A: triai t Fsino 
e $gds ira 
Oing,u o Oepu1,ido 
Rcben l:gueió apzlo ao 
Srnnc:r Se.:rctár,o d" EJu­ 
-:ação e -.:ultura p;ic., qu.:: 
determinasse urgentes su­ 
,io.s '1!-ando c1 cxten,âo do 
.:nsino de s.:gundo grau 
(que compreende cs antigos 
ccrsos Cient,f·co - Ciassio. 
'-lorm:,I e Con:;:,dor) .io 
Cei'ltro l::.ducacioi'l.il Sid1õ­ 
nio Antunes de Andrade. 
além do embelezamento ar­ 
quitetónio que trazem as 
-:idades. daJas suas linhas 
modernas e arrojadas. Co­ 
cluiu o parlamentar Ruben 
Figueiró congratulando• se 
com o Senhor Secretario do 
lntericr e Justiça, Salomão 
Amaral. idealizador das 
Unidades lntegr..das de Se­ 
gurança - exemplo que de­ 
veria ser seguido nos de­ 
mais Estados da Federação 
Brasileira. 
fator impre~c,ndivcl Pstratifi­ 
cação desenvolvimento re­ 
gião sudoeste matogrossens.: 
vg cujo 11nenso potencial ri­ 
que=as podera ~êr racional­ 
mente explorado com incen­ 
tivos v,v,f,i:adores p;;v,meo­ 
tação osfalt,ca duas mencio­ 
nadas rodovias vg bem co • 
mo sua mtegração vg peln 
usfalto BR 262 que se avi• 
srnha Aquidauana vg deseu­ 
volvimento nacional pt". 
d.: Sidrolãnd,a. rendo em 
visra o elevado indice de 
escolaridade para aquele ní­ 
vel educacional no citado 
mun1cipio. 
Registramos com o de­ 
vido economia e di2curso 
pronunciado na Ciimara Fe­ 
deral pelo Sr. João Alves 
(Arena -BA) contra o con­ 
trole da natalidade. 
Depois de enúgica e 
merecida censura ao gover­ 
no norte-americano pelo fo. 
menta que dá ao "birth 
contrai'". o parlamentar a­ 
pontou as raí=es materialis­ 
tas a anticristãs da campan­ 
ha contra o livre desenvol­ 
vimento da espécie humana. 
e ccnsiderou muito acerta· 
O Prefeito Municipal. João 
L. de Sou:a' viojou à Culabá cm 
bus..:a de. so1uçóc.s nos fnümc.ros 
problemas qu assolam o muni .. 
cip!o 
A Viação Cru:ciro do Sul, 
a.rendeu no!-so apdo. Agora a 
parada do onibU< ê um ·•conv,­ 
tc ao Ião, ha ... O '.Bar do Tiâo 
mcrc:.-:c. :i••~-1 :1 ·:. otmno atendi­ 
mento e gene total. 
O sr. ~1arcínio Brito cstà 
'super entusiasmado. " Agora 
·ia Sidrolãndia vai pra frete, 
os lavoureiros gaúc-hos e para­ 
:rnc.nsc c.stã" ~bcga:,do'. 
A AC-lrm•t ,m SiJroh;',dia 
está muito bem represcutada, o 
damente que, em determiM• 
das circunstãncla11, esta po­ 
de levar a "íncruento e re­ 
finado genocídio". 
Concluiu o Sr. JoJo 
Alves sustento que a solu­ 
ção para o problema da fo­ 
me não consiste cm restrin­ 
gir a natalidade mas em 
ampliar a produção e a 
renda "per capita", bem co­ 
mo adotar medidas "em fa. 
vor do casameuto e da fa­ 
milia. que são a base da 
sociedade" (ABIM - Agen· 
eia Boa Imprensa)· 
jovem João. c.oge.abt:iro agrõ:10- 
mo, dioamlzou e cscritórío Joc.al. 
Os moradores da Avenida 
Pelllncro ~luller, rcdamac:: da 
alta vdocldadc que os velculo, 
desenvolvem ao passarem pela 
cidade. Dci.xao uma puvem da 
poeira e graças a Deus, "ainda 
não deixaram cadâvcrc:s." Pe­ 
dem ao !ir. Prefeito. providên­ 
dil5 urgente IJO sentido de: coi­ 
bir os abusos e impedir Íuh.ua, 
tragédias Alo sr. João Leaes, 
V.JClOS agir. 
O, usuários do Matadou­ 
ro Municipal pedem à PrefcJtu• 
ra para trocar o ,:i.stcma de e.li• 
trcg.a da carnes.. 0 carroç:5o 
j.l serviu b.ista:ite, vamos p.3.r­ 
tir para uat veiculo ootorJado? 
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(Registrado no Cartorio 
de Títulos e Documentos 
N 1C66) 
EXPEDIENTE 
Diretora: Maria Estela Ve­ 
lasque:: Pereira. 
Redator chefe: Ivaldo Pereira 
Depto. Jum.lico: Dr. Carlos 
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Colaboradores: Diversos 
Redação e Administração 
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Todas as pub!icações a· 
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embro d. '973, Íeis às tad- 
0e de independência, lealda !e 
aos it rê«ess comunitarto, e f» 
no glorioso destino deste t:stad 
Continente, irmanados no ideal 
comum de. levar aos seus leito­ 
rc, ouvintes e telespetadores a 
fnform:.,çJo correta e o C"mtntt1 .. 
rio impar ial deliberaram, e apro­ 
varam. 
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nalistas profissionais matogros­ 
senses, que procurem l••gallzor 
ua situação come, tal, rcqucren­ 
d" carteira palrão do Sindi­ 
cato, culdondo ,~ órgãos de lm­ 
pren,a de só ,,dimlllrcm nas fun 
0' eipvcifiadas, prehssais 
devidsm nte sindicalizadus, ao 
mo tempo que as repnt o 
publicas, por uormas, ó forne­ 
cem informaçoe a pernalsta 
credenciados pelo orgaos de di. 
vulgação. 
l) - Zd ,r para que cumprJ 
a legislação em vigor, quanto a 
nrculoç.io de jvrnal• d.1ndcstioo,. 
3) - Surger:r ao Exrnu Sr. 
Uovernador do Estado, Dr, Jo­ 
se Manoel Fontalillas lragelli a 
cr!açâ" da Sccrttarla do Traba­ 
liio e Bem Esta, :-,ocial; 
4) • Conceder o titulo de 
«Jornalista l-lunara,ió• ao Prefe.1. 
to Municipal de Aquidauana, an­ 
[rilrlão do V (.Q!'J)ül~PRO. 
Dr. Ruc1el E,plndol• Trindade e 
ao joroalisla Arquimedes Perel- 
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quidauapa 	- 	Mato Grosso 
rira L ,, f. 1,dcr d •() [, - 
tads de M!ato Gr so» 
5)-ieitrr ao Governa­ 
Jor d- Estado, a decisão do 1 [ 1 
ogres,o de jornalista. Profs­ 
sionais realizado em Dourados, 
ema 1971, a reivindicação de um 
Curso de Comunicação no ' en. 
lro Pedag6Hlco d, Aquldauana, 
através da UEMA T: 
6) - Sol!c11ar ao S•nhor 
Ministro da, Cornonicaçõe,. Cd. 
Higlno Corse11i, a in!talnçâo trn 
, quidaaana de equlpameoto que 
a lnttgra uo sl•tema da Rede 
Nacional ~e Ttluomunicaçóes 
de ~!icro-Onda,; 
7) - Indicar o nome de Jor­ 
nalisla Pedro Ernestro Camilo 
Barrdo, primeira vitln.n em Mil­ 
to Grosso da prepot€ncia contra 
a laberd,de de imprensa para pa­ 
lr0no de ).irnall,ta Profissional 
d Estado de Matu Grosso. 
E por as>im decidirem 
em Conclave, onde mais uma 
vez se p:itentearam e. Fraterni­ 
dade, a ,al!darkdade e união 
do, homens de Imprensa deste 
Estado, ptoclamam as resoluções 
mais Importante do V Congres­ 
so reunido cm quidauana, con­ 
vocand.i cfl VI Gongrtsso do5 
)ornalhtns profi•slon•i• do E,­ 
todo de Mato Grosso, cm 1974, 
para a cidade de Rondonópolis. 
Aquldauana, 11/11/1.973 
Rubens de Mendonça 
José E'clicl•no Bafota Nc:o 
Mário Monteiro 
Ely de Araujo Barbo ,a 
$ Congresso 
l listas P%9fsinais 
late is:0 
Realizou se em Aqui­ 
dauana. no Centro de Edu­ 
cação Rural (Paxixi). de I O a 
'1 do corrente. o V Cona­ 
qresso de Jornalista Profis­ 
sionais de Mato Grosso, 
promcwido pelo Sinc!acato de 
Jornalistas Profissionais de 
Mato Grosso e com a cola­ 
boração d_e, União do~ )or- 
nalistas de Aquidauana. 
Nossa cidade esteve rcpre­ 
sentada pelos jornalistas 1- 
valdo Pereir;:, e Ely de A­ 
raujo 13arbosa, que tiveram 
atuação marcante no V 
CONJORPRO. 
A Bancada de Bela 
Vasta foi considtrada uma 
das mais atuantes. tendo 
fnRMACIA JOANA D'ARC 
lm estabelecimento de confiança 
mrnor e serve mdhor cntTtgou rãpidas .n. domicilio. 
1/' 
•Nó; acreditamos em BONITO, 
1 
Praça da Liberdade No. 130 
BONITO 
A que vende por 
MATO GROSSO 
mclusive o jornalista Ely A­ 
raujo Barbosa. participado 
na d;iboração da· Carta de 
Aquidauana. junto com no­ 
mes ilustres J., nossa im­ 
prensa. O jornal ·•Tribuna 
da· Fronteira", único orgão 
de imprensa de Bel;a Vista, 
po,· intermédio da Bancada, 
indicou o jornalista Ely A­ 
raujo Barbosa. para repre­ 
sentar a "Princeza do Apa" 
no Congresso Nac,onal de 
Jornalistas, a ser realü:a;l0 
em ReciÍ'e no próximo ano. 
Enfim. Bela Vista, que pe­ 
la primt.>ira ve= participa de 
um congresso jornalistice .foi 
muito hem representada, e 
isso leitores. é a consolida­ 
ção de'um orgão de imprensa. 
que procura acima de tudo. 
elevar bem alto o nome de 
sua cidade dentro d.e um 
conceito que. simboli:a 
uma conduta: Liberdade 
com Rc.spo:aabilidade. 
Nn mor:..ento <1.:.1 que 
quidauana se encontra em 
festa. para receber os prof­ 
sionais da Imprensa bato 
grossense, convidado: e par 
ticipan'es do V Congresso 
dos Jcrnalistas Profissro11ais, 
na qm,lidade dt: Prefeito, 
interpretando o regozijo de 
toda coletividade aquidaua­ 
nense, cumpre-nos, destjar 
lhes nossos melhores votos 
de boas vindas, trabalhos 
proveitosos e feliz astada 
em nossa cidade. 
Pata nós aquidauaner.­ 
ses. torna-se at~ d,f1ctl di­ 
mtns,onarmos o valor de 
suas presença e!!l ~os.•a ci­ 
dade. Tornarmos-nos o pon­ 
to de convergência de todas 
as atenções do resto do Es­ 
tado. So:nc,s o unice polo 
irradiador de noticias e co­ 
rntntários. Todos os veiculo 
de comunicação das massas. 
aqui se encontram represen­ 
tados. O que vale dizer. Ma­ 
to Grosso ouve, o que A­ 
quidauana Fale 
Senhores Jornalisras: 
Quer mos agradecer·lhes a 
defetncia. pela delegação 
aos jornalistas aquidauanen­ 
•rs, p.:ira r.:al,zc1r e-te Con­ 
gresso, em nossa cidade Is­ 
to prova, a cc.nfrança que 
veram na capacidade de 
rer.I,zação dos nossos ho­ 
mens de imprcnçu. Prova 
também, a conflançn que h­ 
veram. nas autoridndei. e no 
povo da cidade. de recebê­ 
los da melhor maneira pos­ 
sivel e de hospedá-los, nos 
limites de nossas possabali­ 
dades. 
Confiantes em que, ao 
retornarem aos seus mun1- 
cipios, le arão de nossa ci 
dade de nossa gente e dos 
nossos jornalistas, a imagem 
re.al daqudo que somos, rea­ 
fircamo-Jbes, que. a imagem 
de suas presenças, ficará 
gravada em nos~os corações 
eternamente. 
Rude! Espindola Trin­ 
dade 
Prefeito Municipal 
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rc,cadastramento. Os inte­ 
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sindicatcs e associações. 
Algarismo final C.G.C. 
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trament.o. no interesse dos 
contribui.utes foi escalonado. 
obedece.nd? as seguintes 
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17/09 a 16/10/73 
17 /10 a 16/i J/73 
19/11 a 18/12/73 
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Fone: • 101 •· • A a:tc de bem servir • Bonança Hot • Oog. 
FONE: - lOl 
BELA VISTA 	MATO GROSSO 
Presado Pecuarista 
Vender ou comprar gado não é mais probltma. pro-:urc o 
Sr. Marcinlo Brito em Sidrolãndia, c o mesmo se encarrega 
das transações. 
Açougue dois Irmãos de Marcinio Brito 
Carne hesca toda hora - suinos - peixes- charques 
(Carne é saude. tenha mais saude comprando no 
A}°ugue Dois Irmão) 
J::'. SIDROLÂNDIA M.t 
M 
Quanto maenina, tinha 
M cabell"s loiro3. fínns e 
cacheados. O sorriso alegre 
de toda a criança e os 
olhos meigos e vivos como 
é bem normal aos meninos 
tranquinas. Sorria com o 
tempo te vivia do «não-faz. 
nada. Azucrinava a mãe 
quando chorava teimosa­ 
mente por um pirulito que 
o moleque anunciava corno 
sendo de maracujá. Ou en­ 
t.'.io quando ficava a puxar­ 
lhe a •ala irritur.ternent .'td· 
mando por um bom «cava­ 
o chinês», que passava a­ 
larmado por um som monó­ 
tono e chato de um tr1àn­ 
gulo. 
Conh,cJ-a assia:. cor­ 
rendo de calcinha (unica e 
exclusivaroente de calcinha), 
com o peito nú cm busca 
de suas aventuras de crian­ 
ça. A conheci pedindo o 
«algodão japonês» que o ve­ 
lho levava em uma ~rnrroci­ 
nha de m,deira, atraindo as 
crianças com o som harmo­ 
nloso de uma singela gaita 
de sete-notas. Para ela os 
segredos do mundo não ~­ 
xist1õm. E cc,mo era bom o 
tempo em que não existiam 
os segredos do mundo. Tu- 
do era fantasia. tudo 
era inoce?nc:a, tudo era 
brincadeira. tudo era «coi­ 
sas de crianças». corno di­ 
zia a professora da escola 
primária e endossava sua 
mãe quando vinham lhe 
reclamar de alguma coisa. 
Pepois. bem depois, a 
vi mocinha: ··des3hrochan;:loº' 
como talvez dissessem os 
poetas. Adolescente. vai<lo . 
sa, menina-moça- rr.ulher. 
Preocupada com os cabelos. 
com as somhrancclhas. com 
o pintar das unhas, com a 
Jepilação das panas: com 
a maquilagem e eternamen­ 
te pegada com Ullla revista 
de fotonovelas. na esperan­ 
ça de um dia ter um amor 
como o d2s "Ilusões .. e dos 
•·C apr1chos··, Olhando a 
moda. as minis saia e blu­ 
sa. O amor primeiro. o co­ 
raçãc, batendo brtt.. a mão 
na mão, o abraço apertado, 
os beijos: inocente e peca­ 
deramente ardente. A des­ 
coberta do mundo. que tal­ 
vez ela nem soubesse, mas 
c.:,meçava <lo quintal de sua 
própria casa. 
Moça feita. decepcio· 
nada com o seu mundo, in­ 
diferente ao pirulito que o 
moleque insistia: «é de ma­ 
racujá!» ao tilintar monóto­ 
no e chato do triãgulo d_o 
'-'Cavaco-chinês», e ao mes­ 
mo melodiosu som da gai­ 
ta de sete-notas do velho 
do «elgodão-japonês». mas 
multo preocupada com o 
corte do cabelo. com o a­ 
vanço da c.iJade. com as 
buates. com o namorado que 
a convidàra para um 
passeio de carro. Agora 
tinha todos os segre- 
MENINA-MOÇA-MULHER 
Oiogenes Brayncr 
do do mundo de coberto e 
ncrara que tudo ficara 'tão 
~em graç:;, ... O olhar vivo 
de criançn traq11lna, í.'J Jo 
exista mais: ele agora ·ra 
profunJo e triste. Ll lhar 
de ressaca. A rua não erá 
a mesma. as pessoas não 
eram as mesmas. ninguém 
lhe . orna ninguem lhe a­ 
braçava para dizer ''são 
coisas de criança". Para ela. 
a vida, enfim, era uma 
grandiosíssima besteira. sem 
SE 
Se você pouco se im­ 
porta em ver ua:a criança 
esmagada sob as . rodas de 
seu carro; 
SE você pouco se importa 
com sua vida, oferecendo-a 
em sacrificio a velocidade; 
Se você·pouco se im­ 
porta com as placas de con­ 
tramão, parada obrigatória 
e "Perigo Esccla" ; 
Se você acha que está 
sempre na mão. nunca pen­ 
sando que a rua é de todos. 
SE você acha que pe­ 
destres nunca têm direito 
de atravessar urna via pú­ 
blica em segurança; 
Se você acha que seu 
carro foi feito especialmen­ 
te para ultrapassar outros, 
esmo numa lombada; 
SE você sabe fazer 
distinção entre rua e estrada; 
SE você pouco se im­ 
porta com a dor alheia ao 
motivo, •em r,1:,io dr .er. 
A ultima vez que a vi 
foi por trás das grades. 
]resa numa noite de «ema­ 
na, quando fazia 'trottoir 
numa das principais aveni­ 
da da cidade. El me viu, 
e seus olhos se embaça­ 
ram de angustia e lagrimas 
Na para mim ela continua­ 
vas a mesma memna que cor­ 
ria de calanha. coa os 
peitos nús, em busca d 
suas aventuras de criança. 
. . . 
perder um filho sob sua 
máquina envenenada: 
SE você acha que des­ 
respeitar as leis de trânsito 
é sinónimo de prafrentex, 
Se você pOULO se itn• 
porta em se ver um dia 
todo remendado com durex; 
Se você pensa que em 
todas as disputas tem que 
ser sempre o vencedor: 
SE você acha que no 
mundo já não há mais lu­ 
gar para perdedor; 
SE voçê pensa assim 
meu irmão você e um can­ 
didato sério a assassino e 
suicida: 
Mas, ainda muito mais 
que isso: Vccé é um BUR­ 
RO meu irmão; vã morrer 
em outras pastagens. Aqui 
não há lugar prá você não. 
JOSE C:ARLOS 
LONGO 
Cada uma sucuri pode substituir carne verde 
A coastaate elevação do defender a importação. p,lo Go­ 
preço da carne verde tem força- vemo do Estado. de cobra, 
do os 
14
dcfc:nsorrs do povo'" a .. ucuri"', caçadas na Amazónia, 
encontrar uma série de opçõe:s, que pdem muito bem resolver 
tais como a carce: de baleia, de o problema da carne verde no 
tubarão. de cavalo, de jaca. etc., Recife, cujos proços estão total- 
ou mesme a indução macrobiótfca • mente fora de podtr aquisito da 
Uma nova solução, porém, de população pobre d esta capi- 
foi adorado. ontem. pelo vereador u.1••. 
Sé:rg<.o: Xavle-r d;. Arena. ao Oiário de P'-roambuco .. , 
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Tribuna da Frenteira 
SIDROL HDIA 
Paulo F. da Silveira Nantes 
5-RUMO A CURVATURA D·A 
CANTO NOVO 
"O Canto Novo ão sabe 
o que guardo dentro de utlm, 
para prender a velha alma qu, 
stá cansada do mundo, louca 
para, de: novo, à casa branca 
r,lornar" (Lui• Goularl), 
Sidrolflndia. um dos tores gaúchos e de outras 
mais futurosos município do regiões estão se estabelecen­ 
sul matogrossense: inlnciou. do no municipio trazendo. 
a algum tempo, movimento inclusive. técnicas modernas 
visando conseguir a instala- para o trabalho na lavoura. 
ção de uma agencia do Ban Alim do arroz e milho atu­ 
co do Brasil. A iniciativa é almente a lavoura do soja 
das mais louváveis e vem ocupa lugar destacado na 
de encantro a aspiração da produção. A cafeicultura es­ 
classe ruralista que repre- tâ em franco desenvovimen· 
senta o esteio econômico do to. Na região da Colônia 
município. Na ocasião foi Quebra Coco hâ vârios mi­ 
organizada uma comissão lhares de cafeeiros. Por ou­ 
com o objetivo de lutar pa- tro lado a pecuâria do mu- 
ra a concretização da medi- nicípio se destaca pela qua­ 
da· Muito me honro em !idade e quantidade do re­ 
pertencer a esta comissão, banho Animais daqui são 
representando o Legislativo premiados em diversas ex­ 
Municipal e cerno srnlsecre- posiçõts, inclusive de outros 
târio. Após minucioso levan- Estados, mostrando a pujan­ 
tamento a comissão preparou ça da nossa pecuária. Ou­ 
relatório focalizando as po- tro aspecto importante é a 
tencialidades econômicas do instalação do armazém e 
município bem como. a difi- ~ecadeira da Cooperativa 
culdades que os produtores de Maracaju que contribui­ 
rurais enfrentam para con- rá para o aumento da pro­ 
seguir créditos e financia- dutividade. Apesu de tud,, 
mentas afim de levar avante isso os produtores tem de 
seus empreendimeutos. O re- recorper a agencias de ou­ 
latório foi enviado ao Ex- tros municipio para canse­ 
mo. Sr. Presidente do· Ban· guir financiamentos. Esses 
co do Brasil que respondeu financiamentos são consegui­ 
nos depender de aprovação dos somente após exausti­ 
do Conselho Monetário Na- • 'vas viagens e despesas que 
cional. A esse respeito en- poderiam ser poupadas. 
viei expediente ao Senador Muitos produtores preferem 
ltalívio Coelho e ao Dcpu- trabalhar com os poucos:re­ 
tado Ubaldo Barem solici- cursos que dispõem devido 
tando apoio da bancada a tais dificuldades. Uma 
matogrossense no Congres- agencia do barco em Sidro­ 
so Nacional. De fato o mu- 
nicípio apresenta amplas lãndia viria facilitar crédito 
perspertivas para 
O 
futuro. a todos provocando substan­ 
Sua exttnça área. com eia! crescimento da agropc­ 
máis de 6.000 km2. aprcsen- cuária. 
ta solos de primeira quali­ 
dade tanto para lavoura co- 
1110 para pecuària. Agricu- 
Alrra cansada, peregrina 
do espaço ifinito, entoa o Can­ 
tico dos Deuses e recebe o «li­ 
xir da imortalidade Voa alma. 
voa ao encontro de seu dcsttao, 
Cante alma, cante o Canto No­ 
vo, a mú,lc• da sabedoria. 
''Sabendo isto, que o nosso 
homem vdho foi com ele cruci­ 
ficado, para que o corpo do pe­ 
cado seja desfeito, para que niio 
sirvamos mais ao pecado" (S. 
Paulo 
ô alma, stpullc nos abis­ 
mos terestres, a matéria que im­ 
pdc d, voar e deixe ao muudo 
uma lição de rcnúnda. a:nor t 
evolução. Cresça homem, cresca 
antes que o Crescimento o atin­ 
ja e forma de extinção e ilu· 
sio. Vamos cantar.. 
"Ea sua vida, Cristo nãc 
teve outra ocup-11ç;o nem outro 
pensamento além de que era pu­ 
ro csplrito manifestado na car­ 
ne, porém não sujeito a ela; cor 
sua maravilhosa intuição, sabia 
que todo o ser humano, homem 
ou mulhtr, Judeu ou gentil. rico 
ou pobre, justo ou pecador· era 
a encarnação de seu próprio cs­ 
piritc-, embora aind3 não mnnl .. 
festado em sua plenitude, como 
ele manifestava Assim, em sua 
oração ao Pai, disse: «Mas ro­ 
go não ,ómcotc:: por êstcs, se .. 
não tanbe pelos que hão de 
crer em mim pela palavra deles, 
• fim de que lodos sejam umna 
coisa, como tu, tm aim 6 Pai 
e tu cm ti: que tambem sejam 
em nós uma só coisa» (Swaml 
Vivekaoanda). 
Estamos aléa do espaço e 
do tempo, no infinito. Medidas 
Com a palavra as auto­ 
ridades financeiras do pais. 
--------- 
DRACO 
humanas não nos servem. O 
lodo é um ponlo: a ci,rn,dade 
um instanlc. ldenliÍicam-tt, Tu­ 
do e onipresente e contemporà­ 
neo. F compreeadenos então 
que o espaço e tempo :,ão bar• 
reiras existentes apenas para as 
nossas dim,nsõu do r,lallvo 
não passam de aparecia: outro 
codo de tXlslir, p3ra o qual 
Deus é centro e periferia con­ 
etilo , manifestação, jabsolulo e 
relativo, principio e fora. Sem 
olhos, eu vejo o firmam,olo in­ 
terior de, universo, onde tudo 
fala o,m hav,r (palavras. A su­ 
bstancia vai e vem, da idéia à 
expressão e da expressão a 
ideia. Movimento imroso, que 
mais vibração, tão inóvel está. 
Cada vida é uma pulsação des­ 
ta vibração O uaiverso é um 
grande organismo do qual cu, 
como todo,, sou uma pequena 
cogr,nag,m, ú1il, locolundlvel, 
necessária, eternamente em [un­ 
ção. O todo está saturaio de 
amor, ele é vibração e une o 
parttculu' que :par,c, disperso 
em pó Impalpável, o atrai, tor­ 
na-o compacto e devolve-o a 
unidade. O iofinilo, é 1imples. 
almo' é uma atmosfera natural 
tranquila. O Infinito e estado 
de repouro, situado além dos 
llmites que a mente humana, 
tm seu relativo, procura poder 
superar, em o conseguir jamais. 
Ali o ,splrlto chegou, ultrapu- 
1ou :seu supc.rameoto e seus tra• 
bolho,. Ê nc>la zona d, grande 
calrr:a que o esplrito ouve • 
música profunda que está nos 
fenónemos, O rito estético e 
lógico de 'seu desenvolvimento, 
a barmoola dos cquilibríos t 
das finalidades E isto tudo não 
é mais aquela pequena compre­ 
ensão da mente, mas avizinha­ 
•• à alma, dentro dda ressurge., 
com ela •• fun<!, num Canto u­ 
nlco e Imenso (P. Ubaldl) () 
Caolo Novo. 
'Quando eu crescer-dizemos 
cm criança-Vou ser ... E a 
fantasia cresce. Na esperança. 
"Lanchonete "Tia 
"Ponto de Encontro da Sociedade' 
Salgado, • Bebidas - Café» 
''ambiente. seleto e acolhedor" 
"LANCHONETE. TIA MC RENA" .e frente ao Banco Itaú. 
N""E "Yr	9oRosso 
Morena'• 
E, depois crescidos, parece que 
ainda vamos crescer. Para ser. 
(Lui: Gourarl) 
 
SERRARIA 
OE ANTONIO NIMO PINTO 
CASTELO 
Compra de Ma­ 
deira Bruta e Venda 
de Madeira Serrada 
Anlonio Joiio - MI. 
LUZ 
Quero ser um copo d'ag•• 
Agua pura e transparente 
Um copo sómente. 
lrs lago t muito. 
Um rio é demais. 
E o mar, imenso para meu destino 
Quero ser um copo d'agua 
De água tranquila seu tremer 
Fechada em riu 
Guardando um ralo de ,oi 
Que nela vier bater. 
Mas mumo soado um copo 
Deixarei gotas de minha ala 
Para matar a sede 
Dos que não tenham lagos­ 
rios e mares. , 
Para a água beber. 
[ Luiz Goulart ) 
_---1._ _____ , , 
Mantenha 
cidade sua 
limpa assim 
você estará 
colaborando 
com o desen­ 
volvimento 
da mesma 
Declaração 
Marcos Antonio Per­ 
nandes. em Bela Vista. de­ 
clara que extraviou sua Car­ 
teira de Habilitação expe­ 
dida por Aquidauana. Pu­ 
blicado para requerer segun­ 
da via. 
Bela Vista, 28 de Outu­ 
bro de ,1973. 
LEIA E ASSINE 
O JORNAL 
«Tribuna da Fronteira»

Realizado na cidade 
de 
do Aquidauana nos 
Novembro de 1.973 
dias 10 11 e 12 
Moções aprovadas em 
Plenário: 
1 • Moçiio apresentc1da 
pelas Deleqaçó?s de BELA 
IT A. Duurados e Tres 
Lu[lºª ·, propondo no Exmo: 
Senhor ür. Governador do 
Esta,'.o, em forma de suges 
ti'Jo, a c1aç5o d.:i SerretiJrin 
de Est. do Trabalho e Bem 
C,tiH Sowil e. criando jun• 
to a essa becretaria, um ! 'e. 
partamento de Informação. 
confiada a sua chefia a um 
jornalista profissional habxh­ 
tado, Moção aprovada 
por 6 a 2. 
5t ntes e suo apro✓aç;;o tiver 
votação superior a 75 dos 
congressistas no Plenârio. 
/prnvnd,1 por unanimidade. 
j • Moção ilp=esent,1da 
p •l.i~ b,.ncadas de 13ELA 
/JSTA. Dourados. Tres Ln· 
noas. Rondonópoli~ e Pon• 
ta Por.:i propondo p11ra a 
[ornamat constituir uma co­ 
missão especial cou a fia­ 
hdade de equaconar junto 
a Delegacia Regional do 
INPS e MT .. a situação 
das pequenas empresas edi­ 
toas com a Previdência So­ 
ci?.I. Aprnvad,, por 1 U a l. 
2 • MrçC10 ,1pre,ent,da 
pelas bancadas de Glo:ia de 
Dourados e BELA VISTA 
propondo fosse enviada ccr­ 
respondéncia ao Lxma. e­ 
nhor Ministro das Co111u01• 
caçoes, Cei. Hugn. Corset­ 
t,, ext.1nundo os agr .. deci• 
mentos da classe jornalistica 
de MT. pela elabor;,çào de 
u:n plano de radiofifusao no 
Pab. dcstmando 23 emisso­ 
ras p/ MT. Aprovada por 
unanimida:ie. 
6 - Moçã0 11presentada 
pda, bancaJ,i-; de BELA 
VISTA, Doun,do~ t> Trcs 
Lagoas p:opondo que o jor­ 
nalista proÍtss1ondl habilita­ 
do pcd.-rá emprestar o seu 
h01I.1e õ mc.HS de UU orgão 
de divulg;:ção. Moçãc a• 
provada por 6 a 3. 
3 • Moção apresentada 
pelas banzadas de Glória de 
Oourndos e BELA V 1ST A. 
no sentido de mscnrir dispo­ 
sitivo na Lei Organe dos 
Mumcicio,. tornando c.bri· 
gatõ11a a publicaçio nos jor­ 
nais lcca;s. Depois de él· 
preciada pelo Plenario. as 
banclas autoras da moção 
requeram a r~tirada dcssil 
matéria. 
4 - Moção apresentada 
pelas bancadas de BELA 
VlST A e Glóriz. de Doura• 
dos. estabelecendu que a 
outorga de titulo de Jorna­ 
lista Honorário. após este 
Congresso. só sera objeto 
de apreciação se apresenta­ 
da e subscrita por mais de 
SO'fo de congressistas prr- 
dade. 
9. Noção apresentadas 
pelas bancada~ de rq11I• 
Jau,,nn. BELA VlSTA e 
Dourados propondo que o 
Sind1c;,to recomtnde prova· 
dências aos orgãos de - 
prensa do Estado, no senti­ 
do de de qur os jornalast.i~ 
devidamente registrados e 
sindacal,zadcs reiqueiraro 
dentro de 60 dias; a cartei• 
ra padrão expedida pelo 
S,ndi.:ato. O Pl?!láno a pro• 
vou essa moção por unani­ 
midade. 
7 - Mçao encabeçada 
pelos Jornalistas Adelino 
Pr;,ieiro. Juvo:nai Augu~to de 
Brito e Rubens de Mendon 
ça, propondo seja outorga­ 
do o titulo de Jornalista Hlo­ 
norário do s• Congresso Es­ 
tadual ao Exmo. Snr. Dr. 
Rudcl E>ptnctola Trmdade, 
DO. Prefdto d,· Aquidaua­ 
ua. Moção aprovada por 
i;nanimidade.. 
1 O - Moção aprcsrntélda 
pelas bancadas de Aqui· 
d;,uana, BELA VISTA e 
Dourado, propooJu voto de 
lavoura Rede Matogros­ 
sense de Televisão, consti­ 
tuida ptla TV Centro Amê­ 
ricé> de Cuiahá. TV More­ 
na de Campo Grande e TV 
Cidade Branca rle Corumhá. 
pela trünscnissão dos proje­ 
tos Minerva e Bola de N e­ 
vc e também pela transmis 
são no v,vo das partidas do 
Campeonato Nacional de 
Futebol. Moção aprovada 
por unammidode. 
S - Moção apresentada 
pelos joraali;t11s Adelino 
Pra,eiro. Juvenal Augusto de 
Bnto. Rubens de Mendon• 
,;« e Miguel Demétrio Dia­ 
cópolos na senudo de que 
o Sindicato os Jornalistas 
Profis,ionais de :vlT. tome 
providências ou determine 
estudos vizando a criação 
de Cooperativas Habitacio­ 
nais rto Smdicato para os 
jornalistas que não possuam 
casa própria. Essa matér:a 
foi aprovada por unanim1· 
observância sobre admissão 
de jo:nala$tas não titulados 
e sindicalizados. provada 
por unanimidade. 
1 J - Moção apresentada 
pelas bancadas de Cuiaba 
Domados e Rondcnopolts. 
no senti:lo de que o smda­ 
cato dos I ornalasta, tome e· 
nerg1c;,s p,ovidenci.:is Cúntra 
a crescente proliferação de 
jorncJis que vêm surg1nc!o Jc 
m.ineir.i akgal. fetn est.:rem 
devida.ente registrados e 
não ccntando cem jotnalis­ 
tas devidamente credencia 
dos. provada por unan­ 
midade. 
l l • Moção .:presentada 
pelos iornaltstas Adelino 
Praieiro. fuvenal Augusto 
de Brito. e Rubens de Men• 
àonç.-. propondo seja outor­ 
gado o titulo de Jornalista 
Honorâno do 5 Congres­ 
so E,taciual ;.o Ex.no. nr. 
Dr. Arquicndes Pereira Li­ 
ma. figura txpcn:ncial àas 
classes empresariais de MT. 
Moção aprovada por una­ 
nimidade. 
l 2 - Moção apresentada 
pelas bancadas de Aqui­ 
dauan~. BELA VISTA. 
Dourados e Rondonopolis. 
propoi,do que o Siddicato 
dos Jornalisuas recomende 
as empresas jornalísticas 
t.J . Moção apreeentada pe· 
las bancadas de Cuiab,, Bela 
Vbta, Glória de Dourados, Co­ 
rumbá, Campo Graodr, Aqui• 
dauana, ourados. Rondonopo­ 
l,s. pdo lider da Jornamal, pro­ 
pondo: I' que o ü,a dd lo1pren• 
sa cvmcmorado em 1 O de ~rteru­ 
hro, seja condignam<uto fes<c· 
jado com práticas esportivas t 
outorgas de diplomas e meda­ 
lhas aos rcconhccido5 ·•Amigos 
da lmprcn,a" em todo os Mu­ 
nicipios: 2º - que n Siaciicato 
envie ao Sccr<"tãtio dr Scgurao• 
Çd Públ!ca do Estado, r cfnvldi 
cando melhor seguranca aos jor­ 
nalistas de: ,odos os municipios; 
3' - que a profissão de jorna• 
lista seja exercida sómente por 
prpfissonais cm a rigoroza fis­ 
c»li;ação estabelecida no Dere­ 
to Le! nº 9724 • Que o Sin­ 
dic;1to ofo:reça, cxpontancamcn­ 
tc. todo ~põio aos que siadica­ 
[izados; 5" que seja requerido 
ao Presidente da Federaç:io Ma­ 
togrosscnse de Desportos a rea­ 
li:aç5o de: um torneio f'5tadual 
em com.:moraç.5."l .:lo Dio da lm­ 
prensa, com realizações em 'o. 
,umbà. l.ufabà e [Campo Gran­ 
de. Moção aprovada por unidade. 
15 • Moçi"io apresentado pelos 
jocoali,tas Adelino Paaiclro, Ju• 
venal Augusto de Hrito, Rubens 
de Mendonça e Miguel Deé­ 
tri~ Oiacõpulos. propondo que 
o =>lndica:o rk!- Jorealistas de­ 
$envolva dzz.ales junto ao 
Miolstêrio de trabalho, vbacdo· 
a concessão de Bolsas de estu 
do aos filhos de Jornalistas Pro, 
fissinais de Estado. Morão'a. 
provada por unanlml-iad, 
!5 - Mução , prucntado 
pelos jornalistas Adelino [ralei­ 
ro, Ju,enal AuguHo de Br!t, <, 
Rubrn, de Mendonça pr<'pondo 
seja registrado um voto de lou. 
vou do 5° oog•esso de ), rna• 
listai; aos !tnhore•. prcfes!or 
Wilson Rodrigues, engenheiro 
l· d,cn ~rcchf de Arruda, ter­ 
nico agrizola Jcse Silvino, agro­ 
norno Walter de Sou:a Santo, 
e Edualdo Carmons pela rxtra­ 
ordinária obra que vcr..11 implan.­ 
tandc neste acolhedor Iecato 
da Princesa do Sul• onde st 
encontra a Escola Tenico 
Aricla do Pari. Mão a 
provada p.>r undnftnfdade. 
Continua na pro­ 
xima Edição 
ádio é suspensa 
Brasília - O ministro 
Higino Corsetti. das comu­ 
nicações assinou porrarin 
suspendendo por 72 hc:ras 
as transmissões da socie· 
dade radio emis;;ora conti· 
nental. de Porto Alegre. 
integrante do sistema Glo. 
bo de radio ela foi enqua· 
dradá em varios artigos do 
código nac.ional de teleco· 
municações. tpor contrariar 
disposições legais sobre os 
objetivos da radiofusão so­ 
noia" segundo o documrn· 
to ministerial a emissora 
transgrediu exigências legais 
relativa a gravação de trans• 
misão" utilizando se de lin· 
guagem impropria e atentaria 
aos principias morais e ci· 
vicos do povo brasileiro". 
Documento Perdido 
Maria Estela Velas· 
ques declara para todo~ os 
fins de direito que perdeu 
sua Grteira àe ldentidad~. 
a mesma foi expedida elII 
Ponta Porá. 
Bela Vista, 10/11/1973 
Publicado para requcnr 2• vi• 
Bel Vista Mt. 
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