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1 1 
1 
1 
J· 
- LIDEílDJDE COM RESPONS/BILID/1.DE 
1 
~~;::-:-;;~;-·1:::-·;,:r~ir• -------------:--;--- .. -,~j 
Ano: II 	Bela Vista M:. 1J01/1974 
... _ 
Correram boatos, que os interesses da coletivida­ 
qor ocasião das últimns chu- de, mas, quando a critica é 
vas e, consequentemente. do infundada e corre o boato, 
péssimo estado de nossas procuramos Esclarecer a o­ 
ruas, o prefeito municipal pinião pública. O que é nos­ 
tzria 'sumido de circulação". sa obdgacão. O prefeito 
para fu9ir as rt',po:isabili• murricip:il. Clovis Marcelino 
dades. Quando é pôra o de Oliveir,1, est,i sempre no 
jornal c,iticar. cr:ticamo~ e seu pôsto e case co:,tr:irio. 
procuramos sempre ddender colaborando nas frentes de 
boi p:éso pzlo propio 
Delegado de Peleia de 
Bela Veta. o oldado Ei 
pidio Fernandes que pro­ 
movia badernas no centro 
da cidade e es:ava cm­ 
pletamente embriagado. Se· 
gundo os Noradores da 
Rua Gua Lopes. este ces­ 
mo elemento quando se 
encontra te:ado pela 'c2- 
ninha" promove bagunças e 
ameaças nas .cd1ações e 
basa de sua autoridade 
(.:iuroridad1?) Esperamos 
que elemento~ iguais a este 
reconheç"m qu-c ··o papel 
de P<'lic1<! <? pt<:servar a 
ordem e não de turpa-]a. 
Atendendo pedido do 
prdeito municipal. a Dcrmat 
cedeu duas maquinas p,na 
trabalhacew na cidade. aju­ 
dando na recupernção das 
ruas, e 1.:olocaodo-:is cm 
condições "de servirem de 
pistas aos PittipaL!is··. Tor• 
nou-sc um dileaa-patrolar 
------------, 
l 
tr;balho. Nós. somos os 
primeiros a reconhecer que 
Bela Vista necessita urgen­ 
temente de melhoramentos 
• (e<gotos, calçélmentos. ener­ 
çiia elrtrica). e o prefeito 
Sabe disso e procurará Fa­ 
:er algo a respeito. Agor:i, 
.. mdo correm os boatos, 
que o homem estava se es­ 
condendo para fügir aos 
problemas. não concorda­ 
mos. Por ocasiiio das chu­ 
vas. o prefeito (pasmem) 
estava recolhendo morado 
res das margens do rio Apa, 
que tiveram suas casas inun· 
dadas. Rcolhendo. alimen­ 
tando. inclmive cedendo a 
garagem eh prefritura para 
os fragelados. Nosso prefei­ 
to. pode ter vários defeitos. 
quem não os tem. mas fu­ 
gir as refponsabilidades. Es­ 
sa não. Não ficava bem 
ao senhor prefeito, Cristão. 
Honrado, Humano, ficar 
sentado na sua poltrona e 
vendo os ribeirinhos morre· 
rem afogac'os. O amigo que 
lançou o veneno. olhe; dei­ 
xe para as comadres as fo. 
focas. e vá trabalhar ... 
ou não patrolar é a questão. 
Se patro!arem, os ··boys" 
começam a darem uma de 
Emerson, se não patrolarem. 
o povo grita e com ra:ão. 
Negócio seguinte, Multem o 
pessoal que ultrapassar a 
a vdccidade perclltida e se 
pos<ivel. aos mais afoitos o 
melhor é manda-los para 
Indianópolis. e la. eles vão 
.::orrer a vontade. Quanto 
às ruas. es:ão precisando 
é de Calçamento e isso ... 
Para o Ano. ·(Falo:; a pre­ 
feio). 
O motottas de taxis 
da cidade, e•tã,, rcd:irnan­ 
do do~ elemc:ntol que ti?.· 
balham sem estarea legal­ 
zados. 5ão os taxis clan­ 
destinos, penetras da classe, 
que niio reconhecem O e 
forço que os c-::mpruh,oros 
éStáo desenvolv,ndo, 111clu- 
Rebemos denúncias que 
os açc-~gues dos "senhores·· 
Olderr•· 11 -'il-J,, Cc·iho. 
Juvenal de Souza e ,vlerca• 
do Harada, não oferecem 
condições higiênicas para 
funcio: L-::t nos 
n5o ter em Bel Vista um 
fiscal que possa exercer pe 
riódicamente suas funções. 
não só em açougues. corno 
em bares. lanchonetes e Su­ 
permercados. Ele fícaria es 
rarrecido. No tocante aos 
ve para formar a scc1a· 
ção ds Motoristas. Sohci­ 
taram providencias à Pre 
feitura. e podemos adan­ 
tar. que elas estão sendo 
tomadas. Logo os motors­ 
tas credenciados não terão 
que rr,frrntar a concorr(·n­ 
ci.i éesleol. 
açougues os dois primeiros 
citados. não pos uem regi•· 
tr I e o do irada não 
"tem condições de fornecer 
carne aos consumidores por 
falta de higit':ne". Provi• 
d.ias z2:o ' 1ada«. An. 
tes que o mal torne se pior 
os açougueiros deveriam re­ 
querer o registro e dotar 
seus e,tabelecimentos de 
condições higiênicai para 
funcionarem. Vamos agir 
pessoal!. 
.,.. 
@I. E ALI&AZIA ZE#IH 
Rca Rugusto Mascarenhas 642 
Fone: 15 • 75 
Aquidauana. 	Mato Grollao 
N5o descuide dos seus olhos 
, à logo ao Médico Oculista e leve 
de Oc•;los na super E~pecializada Ótica 
Zenith 
sua Receita 
e Relojoaria 
Projeto Rondon - Equipe 
de Caracol 
Nossa reportagem n:Jn• 
teve contatos com a equipe 
do Projeto Rondon. desra­ 
cada para Cnacol. e. sen­ 
timos de perto o entusias­ 
mo deste jovens que dei­ 
xam as comocídarles da d· 
dade grande. para colabo­ 
rarem com o progresso des­ 
ta região. ' 
O chefe da equipe, 
universitário de Veteriná­ 
' ri.i Misaeol. demonstrou o 
que é o Projeto, atravé; de 
palavras cntu,1ástica e im­ 
pregnadas de idealismo. 
Força gente, o Brasil está 
se tornando a ··Potencia" 
e voccs são fatores marcan­ 
tes desta transformação. 
Nosso humilde semanarío, 
esta a serviço '.do desenvcl• 
vimento e to::la vez que 
voces trazem. Para cima e 
para o alto, Missael e cqui• 
pe Rondon-Caracol. 
PECUARISTA 
• V,oitc a Cas11 Agro- Veterinaria e comprove os Preços-São os Melhores" 
Casa Agro-Veterinaria (Produtos Veterinarios e Agriculo) 
Scmrnte !-elccionad"~- V2cina, contra todos os tipos de doenças para bovinos, esquideos. suinos, ovinos. aves e cães. 
CASA AGRO-VETERINÂ.RIA 
Ru.i Jn10n10 M,wa Cocll:n - 260 - Fone 260 
Bela Vista M:.

Bala Vista d..neiro 
ir/e _rUe	-	' -	- 
194 
(O 
r 1d 
A partir deste ano o Cen 
tro Pedagógico de Aquidaua­ 
na passa a oferecer mais um 
campo de trabalho para os 
nossos jovens. foi criado o 
c:urso de Ciências Físicos e 
Biológicas em nivel de I' 
Grau. Ao par dc!sta r.ova 
criação, foi autoizada pelo 
Conselho Estadual de Edu­ 
cação, a abertura de licen­ 
ciatura plena nas área de 
Geografia e História. e na 
área de letras. O curso de 
Ciencias será provisóriamen­ 
te em nivel de licenciatura 
curtc1, mas espera-~e que 
para o próximo ano sejam 
encer,·ados os tramites le­ 
gais para a transforacão 
do curso em licenciatura 
plena, com opções para a 
área de ciências fisicas bio­ 
lógicas e matemática. o que 
proporcionará maior campo 
de trabalho para os nossos 
estudantes, além de elevar 
o nivel cultural de nos,;a 
juventude profissional. 
Segundo apuramos, ias­ 
creveram-se para o vestibu­ 
lar deste ano, )I4 candida­ 
tos. o que é relativamente 
bom quando comparado coro 
as inscriçõzs dos outros 
Centros Pedagógicos man­ 
tidos pelos Estado e subor­ 
dinanos à ln:versidade Es­ 
tadual de lato Grosso. 
cuja respeitaria acha-se ins- 
talada na cidade de 
Campo Grande. 
Do total de 
tos que se inscrevera 
destinaram se ou curso 
Ciências, 37 ao curso 
Estudos Sociais e 27 
o curso de Letras. 
candida- 
50 
de 
de 
para 
O vestibular realizou-se 
nos dias 6, 7 e 8 últimos e 
foi aplicado pela Fundacão 
Carlos Chagas (CECEM). 
Cumpre notar que 05 vesl!• 
bulares são unificados e as 
provas feitas em quidaua­ 
n« foram as mesma que se 
realizou na mesma data e 
horário na maior parte das 
faculdades àc Siio Paulo e 
Rio de Janeiro. 
No veHibulõr. Compa­ 
receram 98 candidatos. o 
que percentualmente demons­ 
tra um excelente resultado. 
Resta agora aguarda-se • o 
resultado do mesmo que de­ 
verá ser fornecido dentro 
em breve. 1sto é. após a 
computação dos dados, os 
quais serão elaborados pe­ 
los coa:putddores da referi­ 
da Fundação. 
O Centro Pedagógico, 
deverá deslocar-se para 
um predio rccem construido 
no praça Imaculada Con­ 
csição e a iaauguração do 
mesmo esta prevista para a 
Prezados Pecuaristas 
Vender ou comprar gado n5.o é. mais problema, procure o 
Sr. Marciio Brito em idrolàndia, e o mesmo se encarrega 
dos tr.insilocs. 
Associação Proft:ssional dos Motoristas 
Autônomos de Veículos Rodoviários de 
Bela Vista 	Matõ C?rosso 
M#/93%a8 
ugunda quinzena de Feve­ 
reiro. quandc. também se 
dará a coleção de 
grau da primeira turma de 
professõres formados, em 
nivel 'superior. em 
Aqutdauana; data 
essa que representará um 
marco na história daquela 
cidade. 
O prêdio recem cons­ 
truido estará dotado das 
mais modernas . instalações 
educacionais de uosso Es­ 
tado. e possui um anfitea• 
tro com capacidade para 
mais de 500 pessoas. labo­ 
rator!o para curso de Cien­ 
cias e Estudo Sociais e uma 
das mais bem doudas 
bibliotecas. 
A construção do refe­ 
rido prédio custou o sa­ 
crifício de muitos- professõ­ 
rcs, administradores, e do 
povo de Aquidauana. O T. da 
Fronteira aproveita a opor• 
tunidade para - parabenizar 
todos aqueles que lutaram 
por esta tão nobre causa e 
espera que a partir de a­ 
gora, todo o povo de A­ 
quidauana se irmane no ins­ 
tituto de elevar ca:la vc:: 
mais esta escola superior 
incentivando a criação de 
novos cursos, de novas o­ 
portunidades. pois o pri· 
mciro passo foi dado ... 
Empresa Jornaíis­ 
tica Tribuna da 
Fronteira 
CGC- MF 03202166/001 
lnsc. Estadual 13059232- 3 
Jornal. Tribuna' da 
Fronteira 
(Fundador: lvaldo Pereira) 
(Registrado no Cartorio 
de Títulos e Documentos 
N 1066) 
EXPEDIENTE 
Diretora: Maria Estela Ve­ 
lasque:: Pereira. 
Redator chefe: Ivaldo Pereira 
Colaboradores: Diversos 
Redação e Administração 
Rua Barão de Melgaço s/n 
Bela Vista - Mato Grosso 
Assinatura Anual: 60.00 
Todas as publicações a. 
vulsas. como sejam: Editais. 
Avisos, Secções livres. A pe­ 
dido, Comunicados. etc serão 
pagos adi:mtadamente. 
.. A Diretoria não se 
responsabili::a por conceitos 
emitidos em artigos assi 
nados". 
tria e onerio 
ln) 
Neste verão. a pedida 
do momento e praia, mas.. 
Praía do Apa. 
Faço saber aos que o 
presente virem ou dele to­ 
arem conhecimento que no 
dia 22 de janeiro do ano 
de 1674. às 20 hcrs. no 
prédio sito à rua Dr. Se. 
bastião Çri;pim do Rego. 
n". 389. no Club Esportvvo 
Belavistense, nesta cidade. 
reahz;;r-se•a um:i .. Assem­ 
bleia Profissional dos Con­ 
dutores Autonomos de Vei­ 
eulos Rodoviários de bela 
Vista, com a seguinte: 
Ordem do Dia 
., )- ConHituição 
Mesa 
que dinguá os trabalhos. 
(Presidente. !' e 2' S-creta­ 
t:io,). 
b)· Discussão e aprovação 
dos Estatutos. 
e)- Eleição da Diretoria 
Provisória. 
d)· Votação !ecreta [ dos 
itens "b .. e "c,.]. 
Hda V,sta. 10 de De::em­ 
bro de 1973. 
Orlando Salomão· Mo­ 
torista profissional T d xi pla­ 
ca n•. í.J-0011 
Bela Vis.a - Mt. 
Curtindo férias na ·'city" 
a "juventude pesada" de 
Bda Vista e inúme:rcs vi• 
s1tantes 
Casa do Arroz - de Uhis­ 
ses Pinto de Almeida • con­ 
vida a dona de 'casa bela­ 
vistense para conhecer sua 
seção de frios • é um 
"negocio". 
- Tem uma "mina" que 
fica eufõrica quando vê o 
pinheiro .. calma "boneca' 
calma. 
- Nós compramos ce­ 
reais e vendemos tudo... 
mas a preço de indústria. 
Nós vendemos barato ... 
Mesmo. Casa dc Arroz, a 
que vende mais. 
Alguém muito 
com a chegada do 
feliz 
Zeca 
Baulane... 
-- graciosa menira 
Zuleica da Costa Marques 
Felecidades mil. pelos quin­ 
ze ano:, Zuleica na sema­ 
na passada p.p recebeu em 
sua .residência convidados 
para comemorarem a idade 
dos sonhos, e tudo foi mui­ 
to bonito. 
- Casa do Arroz é a 
Despensa da dona de ca 
sa belavistense. Caprove... 
- As aniversanantcs B. 
Lídia Britez elasquez e 
A... Kant.a lão Mar­ 
ques, parabéns pelo nat... 
Tnbuna éa fronteira 
promoveu ,as Vmtes Mais 
de 1974. foi urna boa ... 
- A Casa do Ar-:oz fi­ 
ca na ; rua Antonio João 
6 23 - O fone é 262 - o 
endereço da economia. 
"Seu #lho gost 
coado ruJM 
Voce e um grande as­ 
unto para o seu filho, sa­ 
bia? No papo com os ami­ 
gos, nas conversas dele com 
os colegas. voce é um ,te.ma 
constante. Na verdade. o 
menino é um pequeno gran­ 
de arauto dos feitos e me­ 
ritos de sua familia. Vive 
espalhando por ai. que vo­ 
ce é o maior. 
As vezes. o rnal.mdrin­ 
ho até' exagera. Lembro 
0 
dia em que o garoto che­ 
gou meio arranhado? Voce 
foi severo. exigiu explica­ 
coes. _ O m nino chorou. 
IIldS nao d.sse nada. 
A bng-: foi por sua 
causa. Seu filho teut uma 
grande admiração por vo­ 
ce. Talvez voce ande mui­ 
to atarefado e não tenha 
percebido isto.Talvez não 
se lembre mais que também 
ja foi assim. como ele. Tal­ 
vez vcce já tenha esquec­ 
do o que e uma criança. 
Se isto é verdade, 
gostanamos de ajuda-lo a 
refrescar uma pcuco a me­ 
mona. Olhe para 0 seu fi­ 
lho. Veja-se nele . 
Uma criança é um ser 
muito ::e.nsivel. Possui uina 
intuição incrivel. Ela é ca­ 
paz de puceber as menort> 
fraquezas da gente. embora 
tente esconde-las. atê par~ 
si própriá. 
Porque toda criança 
sente upa enorme neessi 
dade de admirar os adultos 
que lhe são queridos. Prlu• 
cipalmente os pais. 
Para o coração infantil, 
este sentimento é uma forç;J• 
A criança sente-se mais 
segura. mais capaz. 
Todo pai deveria luta' 
por fazer-se admirar pelo 
filho. Alias, não é uma la 
ta difcl de ganhar. Esr 
sentimento de ;odmiração e 
ura tendencia natural d 
toaa criança. 
Seu filho. por exempk· 
gosca um bocado de vocr• 
meu caro. 
Ajude-o a gostar psi 
ai1da.

Tribuna <ln Fronteira 
- ·-- - -- ----- ------------ 
Rotary 
f 
Clube 
l'.! sabido que e,n R,Ha­ 
ry comp inheiro ulílum pode 
hrcar de braços cruzados. 
pois cada um t·m que exer­ 
cer uma atividade qualquer. 
O companheiro é desi • 
gnatlo para f.izer pane de 
11roa comíção 011 subcomi· 
çáo e, na sua fuoçâo. de­ 
vera por toú ,, a sua capa - 
cidade de trabalho e de 
realização, a fim de que 
não falhe, desiludindo os 
companheiros. 
Num clube 101ilno há 
trabalhos para todos e um 
clube operoso e aqude em 
que todos cs seus membros 
se interessam de fato pelo 
exito de seus planos Deve­ 
mos aceitar stm rctrições 
qualquer atividade para 
onde formos designados, 
Dizer - "não posso a~ritar. 
porque não tenho tempo" 
de Bela Vista 
é demonstração de fAls, es­ 
pito rotaria, É demonstra­ 
ão de ser um mau rotara 
no. Ê clern0n,tração j" não 
quera roh;borar com u 
Conselho Diretor. 1so 
tlão deverá ocoru em nen­ 
hum clube. 
(' oncluamos assim, tU· 
dos os companheiros que 
forarn escolhido que cerne­ 
cem a pe.ar e a fa::er 
projetos, visand. no pró 
xrmo período rotario, desen 
voler bem as suas comi 
ções, num,1 d~monstração 
verdadeira de alto espirito 
de SERVIR. que todos pos 
$Ui0os. 
Vamos fazer Rotary. 
trabalhando com carinho e 
dedicação. 
Dar do si nntes do 
pensar em si. 
, 
CARTORIO 00 
José Avelino e Silv., 
labell!o t OI ela! de RtQISLJO 
Marict Celef'te da Costa e 
Subslllula 
Rubens Roddgues 
[SCltllnte 
E,crituras .. Procuraçõc-s - Re-gistro?- de 
-to, - Titulo e Documentos 
BELA VISTA - FONE 234 -- 
Silva 
MATO GROSSO 
II MIMEM IL.S. MICA 
Teruó 'Higa 
Serviços de mecânica de automóvel em Geral 
Reparos de carburadores Serviços de Lat3rla 
Soldo oxl-acctilênica e elétrica 
Port1.: clêtd::::d e acumuladores 
Av. Fclioto Muller 759 
Sidrolãndla 
(vficina do Luiz) 
e pintura - 
M;,to Grocso I 
a Região Laoeará Candidato a Deputado 
O rumor de que o 
Dr. Pedro Palmre será 
lançaJo a U?pur,1do. já es­ 
ta repercutindo em todo o 
sudoeste. confrme temos 
ouvido em diversas cid des 
em que circula a "Tri­ 
buna da F_ronteira", O pró­ 
prio •· Pantaneiro" de- Aqui• 
dauana já demonstrou si:n• 
pátia por <'Sse l»nç;,mento. 
conforme palavras no 
to: daquele jornal, 
Royg Loureiro. 
Dire­ 
Aldo 
Por sua ve no "Corrêio 
do Povo" de Ponta Purã 
do dia 15 1 :!-73. foi con­ 
frado êsse lançamento. 
que também a ··Tribuna da 
Fra!lttira·· encare com cu: .. 
ta ,,,,. patia. 
Haia Vl■ta D :nmbro d• HH4 
J;'. daro que existem 
dezenas de municípios en­ 
frentando o problema de 
energia elétrica. Aqui, po­ 
rém, falarei apenas do meu 
municip,o, porque juntamen­ 
te com o covo eu vivo e 
sinto os problemas locais -e. 
entre elts, o oa energia elé­ 
tricõ. Os atu;,is motores 
mantidhs pela PrdPitura 
te.rn quebrado o galho, na 
apesar dos esforços, são 
insuficientes para atender 
a demand11 de rnHgia. Há 
muitos trechos de ruas qu.:, 
apesar de possuírem rede 
elétrica. não poswem lumi 
nàrias, Seus moradores ré­ 
clamam, com justa razão. 
contra a escuridão reir.ante. 
Há tempos que percebemos 
ao longo ela Avenida Sen;,­ 
dor f1lmcro Muller quartei­ 
rões intdros com suas lum,­ 
nàrias ora aces s. ora apa­ 
gaaas. traves de indica­ 
ção solic:tamo, ao Execu­ 
tvo providencas para o 
cêso. Entn:tanro, fomos in· 
formados oe que o fenõm,. 
no é produzido por insufi 
ciencia de energia. Os mo­ 
tores ja atingiram o maxi­ 
mo de sua capacidade: gr­ 
radora. Por outro, lado, ou­ 
tros setores também são 
pujudicados. As oficinas 
tem âe es;,uar algumas ho­ 
ras para fazer uma· solda 
dética ou outro serviço 
qualquer que dependa de 
energ:a. O comércio é ou­ 
tro grande prejudicado. 
principalmentt- os bàres e 
restaurantes, que são pos­ 
suidores de geladeiras e ou­ 
tros aparelhos elétricos. Um 
comerciante informou-i::e de 
que em algnns dias seu, 
apxr·lhas rão funcionam 
per mnufic..rcia de energia. 
Paulo F. da Silveira Nantes 
Às duas serrarias existPntes 
lutam cl1ficultc,samente par'i 
se ma t·em em furna­ 
mnento. a-us Velo u»ores 
já estão dando o prego. 
Seus propnetános aguar­ 
dam e. ga elétrica para 
ampla, os atvdaües. 
tempos atrá~ um grupo ée 
japon~sc:s do E<t, do Para­ 
ná cogitou da in~talação de 
um indústria dec óleos vege· 
tais. Alas Sidrolàn±ia é 
um ponto ideal para Isso. 
principalmente agora com o 
grande incremente' na la­ 
voura do soja. !nfilizmente 
faltou-nos o essencial: Ener­ 
gia E!etrica. Permanente- ~ 
abundante. Em 1974 a ci­ 
dade tera mais ···fo:nt" de 
energia com funcioname;;to 
das. intalaçõ~s da Coopera- 
a 
R3RI : v 
Rio - Desde o dia ,• -1~•· 
tt> novo ano. os 1':-a!il:.iros to• 
mcçarilOJ a pagar maiorzs prz­ 
ç;:::is por alguo, produtos. dcou·e 
os quais a gasolina e o cigarro. 
Tambtc sofre.u majorações O!i 
fretes mariticos. a taxa rodovà­ 
ri.J. as p.issaq,n.s atrcas, a c_o.cr­ 
gi.1 c.lttrfc:a. o tc.ldonc. L,xas c_s.­ 
c:lares. etc 
Os cigarros serão vendidos 
,1 novos preços, dc ilcordo com 
as categorias o que estio divi 
didos: categua l: Hlton, Car. 
t3, P!'Mai..e:z,4.cruzeiros. ca­ 
tegori: j: Mster Logo, Pall 
Ma!! curto, ') cruzeiros cate- 
tiva de Mar,,caju t o-acen­ 
tuado progresso que terá o 
mnicipio cm n crescimen­ 
to da ag.o-u+&+.+. .A.tu<!lmen• 
te esperamos, ansiosamente, 
energia elétric;, dt Urubu­ 
pvqá e ·crà [o-recida pe­ 
io ctnat. rara isso possui 
u:na rede de energia. pa­ 
drão emai. consiruída em 
1972 f: já doou um terreno 
para construção da estação 
rebaixadora. Llma vez recebi­ 
da enagía em abundanc,a 
poderemos solucionar os a­ 
tuas problemas e veremos 
o surg,m~nto de mu11a coi 
sa nova qut- muito benefi­ 
ciará o mur::cíplo. Aqui fi­ 
ca registrado o meu aprb. 
às aucorid,,des estaduais. 
para o apre:;s.icoento da 
medida. 
goria I: A Jb:,oy, Coo•ul. Minis­ 
ter curto, 3, cruzeiros: categoria 
H: 2,90 c:-ru~ciros rtc. O Hu­ 
lywood sec ffltro vai custar 
2,50 cruzeiros, eaquanto que o 
Continetl se filtro custar 
2.10 c.ru:.rf:-os. 
TAXA 110DOVIARIA 
.- taxil .rodoviãr-i:1 úci::J 
sofrzu majoração de 20 por cecn 
to. apenas para os carros novos. 
Os car·ros dos aooJ abaixo dc- 
1973 terão a taxa estb:li:ada, 
ou seja· no ocsmo preç:a do :i=:io 
p:is•o:Jo, 
BREVEMENTE EM NOSSA CIDADE 
l 
--- - ------ -- -- i 
---------------- f 
'Uma Realização Teohaldo do Amaral

Relacionamos abaixo, a relação d» frma e pro 
naltdades que mais re destacuramn emn 197.3. €',n teclo, 
os raros das tvldades na regão Sudoeste do Estado 
de Mato Grosso. 
Clovis Marcelino d! OIvera (Prefeito de Bela Vista) 
Coronel Periandro (Presidente do Rota;y Club de 
Bela Visa e Sub Comandante do to" Regimento de 
Cvalaria. 
José Glaucir Flores (Presidente da LEB. ver.-..tdor, 
e idealizador do Ginásio Coberto de Bel Visto) 
Pedro [o:e Pulmiire (Advogado. vereador, Presi­ 
denlc do Club E,;pomvo l:3elavisten,e) 
Alice P~dra NunP.~ (Presidente da Casa da 
-~Lnizade) 
Rudel Espindola Trindade (Prefeito de Aquidaua­ 
na e grande- colabr,ra..!or do V Congresso de Jomali<· 
ta Profissrenas) 
Casa Sudoeste (Guia Lopes da Laguna] 
Oswdldo Coimbrn Gruberte (Pecuarista de Jardim] 
Alcyr Nogu,ira Coelho (Perfeito de Porto Murtinhu) 
Autc,nio Remo Penzo [Antonio )oãc] 
joão Lemrs d,· Sou::l (Prefeito Je ::iidrolând1a) 
Jornalista Antonto Garcia Neto [Rao10 lndeprn:len• 
te de Aquidauana e Figura máx•ma para realização do 
do V Congresso de Jornalistas Profissionais de Mato 
Grosso1 
-- - -----·- ----------- 
Casa Flores (bento) 
Lel Bi 1a j«caues [Prefeito de Bonito] 
Amaury de ültvira (Empresário de )drdim) 
Griiinio P~dro Rufino [Bela Vista] 
Clube do Laço (Bela Visa) 
a e o i«e,	"o 
í 
l 
Ao lado di- 
1 reito vé-se 
; 
1 
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1 	Uel 
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8rum 
' .., .. 
Jaques 
-= 
Casa Agro Veterinária [deC:oru,nila Loureiro B.V] 
Enil P~re,ra de Sou::a (D,legada de' Ensino de 
Bela Vista) 
Oscar de Araujo (Pecuarista e Presidente Funda­ 
dor do ,Centro Espírita Irmã Claudia) 
As Maiores Realizaçoes 
' 
V-C,mgr.:,;.so d.! Jornalista3 Profissionais do Estado 
de :-.1atol Grc-~so. r~al:::ado em Àquidauana. promoção 
da UJ A e do Sindicato dos Jornalistas Profissionais. 
do Estado de Mato Grosso. 
Fxposição Agro-Pecuári2 e Feira_ de Amostra de 
Bel:i Vista .. 
Plano Gol de Letra. pro construção Ginasio cobc.r- 
to de Bel Vista. 	{ 
A mais Comentada e Esperàda 
Rede de Esgote e Calçamento para Bela Vista ... 
Poli11co :lo ano- (Suices&e) Deputado Ruben Figur- 
rô. 
,. 
Clo·is Marcelino de C)liveiraJ' 
Alcyr Nogueira Coelho e 
Governador José Pragelli 
T • • TR7 
Le1c e Ssine O I-- 
BUl A DA FROr"TEIRA 
:José 
Glaucy 
Flores 
Ao lado es. 
quudo vê-se, 
Osvaldo 
Coimbra 
, . 
. ' 
l 
, . 
. j 
Cirnbert 
Dr .. Padro 
1 • 
uose 
Palmieri

Tbun da Iront6ir 
9i4 
INDICADOR 
PROFISSIONAL 
Dr. (a rios Solano Nunes 
Médico-Cirurgião 
Consultório: Rua Cel. Camisão 530- Fone: 274 
Bela Vista 	Mato Grosso 
, Dr. Pedro Palmiere 
Advogacia em (ieral 
Rua 15 de Novembro li0 - Fone - 237 - Bel Vista ; 
eate.a 
Dr. Fiorí Murano 
M é d i ( o 
Rua 15 de Novembro 75 Bela Vista 
Dr. Milton Loureiro Fº. 
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.... } 
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Ai, ia.o.a.l 
Advocacia 
l em Jardim Rua Dr. Ary C. OIiveira 262 (Residcncia) 
li cm Pc~t" Murtinho: Rua Joaquim Murtinhon • 3 
 
+ 
t 
Dr. ].oelson M. Peixoto 
Causas 
Rua 1 •. de Maio 
Civis 
em Geral 
e 
5/N Jardim 
Criminais 
Mato Grosso 
o 
Açougue dois lrmaos de Marcinio 
Carne fresca toda hona - suinos - peixes- charques 
(Carne é sande. tenha mais saude comprando 
Brito. 
Açougue Dos lrnão) 
SlOROLÀNDIA M.t 
no 
"l?, necessério lev;,ntar 
trtbunos cm vário~ pontos. 
e de cada uma delas derra­ 
mar os tesouros de nossa 
confiança no clia de aman­ 
hã, a fim de fa:ur sobre­ 
viver a flama da Nadonall­ 
dade coesa e indivis1vcl" 
(Assis Chateaubriand) 
Existe entre os profis­ 
sionais de Imprensa. 0s 
que nela aspiram ingressar. 
a opinião generalizada de 
que para realizar trabalhos 
impcrt;;ntes, é necessário 
mlitar no Jornalismo das 
grandes Cidadfs. Talvez os 
mais dramáticos lances do 
Jornalismo se desenrolam 
nos grandes Centros, mais, 
a lmprersa interiorana ofe­ 
rece a magia de Construir. 
As condições adversas em 
IVAL0O PEREIRA 
que vivem os jornalistas do 
Interior, principalmente em 
Mato Grosso. é superada 
pelo heroismo de Homens. 
cuja vontade é alimentada 
pda fôrça d~ um Ideal. O 
Ideal de um Jornalista cons­ 
ciente do pape! da Impren­ 
sa da luta contra o subde­ 
~envolvimento. é Informar 
para formar. Nas pequenas 
Cidades, o Jornal é fator 
preponderante na formação 
de mentalidades progresss­ 
tas, e desimpedidos de com­ 
promissos om grandes Em­ 
presas e Governos. O Jor­ 
nalista caboclo pode entre­ 
gar ao Pübl,co o "Fato" 
sem itte:puetaçoes par.idá­ 
rías. A lmprença. em qual­ 
quer parte. é o produto do 
ambiente. e no interior se 
Certo cidadão tinha 
uma filha que gostava mui­ 
to de quebra cabeça. 
Estava sempre pedindo 
um quebra-cabeça para ar­ 
mar. 
Um domingo. a menina 
aproximou-se do pai que es­ 
tava lendo uma revista: 
Papai .. quero um 
quebra-cabeça! 
- Minha filha. boje é 
domingo, o comércio está 
fechado, onde vcu comprar 
um quebra-cabéça? 
- Ora. papai. eu gos­ 
to tanto dum quebra-cabeça. 
além do mais, hoje não {te­ 
nho o que fazer! 
Diante da insistência da 
filha. o pai teve uma idaa: 
destacou uma folha da re­ 
vista que estava lendo, que 
tinha um mapa do mundo. 
recortou-a improvisando um 
quebra-cabe-ça e entregou-a 
à menina. na cert?za de que 
ela ficaria entretida durante 
algumas horas. 
Para supresa sua. após 
alguns minutos chegou a fi­ 
lha com o quebra-cabeça ar­ 
mado: 
- Pronto, papai! 
- Como. minha filha. 
você cocê conseguiu em tão 
poucos minutos? 
- Foi muito fadl pa­ 
pai: eu verifiquei que. no 
outro laóo do quebra-cabe­ 
ça. tlnba o retrato de uma 
familia e observei que. unin­ 
do a familia, consertaria o 
mundo!. .. 
(Boletim do RC de Olinda) 
SERRARIA CASTELO 
DE ANTONIO RE,-.o PKNZO 
Compra de Ma­ 
deir Bruta e Venda 
de Madeira Serrada 
Ar.u,nio Joã<> - MI 
reveste daquela maravilhosa 
inquietude de acelerar o 
desenvolvimento e a cultura 
O Homem de Imprença do 
Interior é mquleto. Ele rc.• 
conhece os fatores negativos 
em que vegetam as Admi­ 
nistrações Munlcipoís. e, a­ 
través do Jornal pr<>curn :o­ 
rirnta·las no entido de co­ 
locar acima dos interesses 
particulans, o bem star da 
Coletividade e o zelo pelas 
coisas Publicas. O Jornalis­ 
ta interioreno sabe que ea 
todas aspartes há alvos apro­ 
priados à sua Luta. A maio­ 
ria das pequenas Cidades 
no acompanham o Progres­ 
so da Nação. principalmen­ 
te no tocante a Mentalida­ 
de. Ruas. estradas. obra5 
de ,anc;,r.ienro. escolas, cri­ 
mmalidadt, enfim, os fató­ 
res essenciais ao Desenvol­ 
vimento pequenas Cidades 
ainda estão adormec1ads, e 
uma das missões Jornaslis­ 
ticas, e despertar o Espiri­ 
to de progresso, No Inte­ 
ior o Jernalista dà um to­ 
que ca:mhoso ás suas Re­ 
portagens, e isso traz a 
smnpatua da População. Não 
é 8fcil manter um Jornal 
no interior, desde que ele 
passe a pzr+erer a Coleti­ 
vidade e tome parte ativa 
nos pequenos e grandes a­ 
contecinents. Se estiver 
disposto a dedidar se ao seu 
Trabalho, o Jornalista do 
Interior poderá prestar um 
grande bem á sua Comu­ 
nidade e a 11 mesmo. Fre­ 
quentemente ele- ouvirá pro­ 
fecias pessimistas e até mes­ 
mo sugestões de que ·•Jor­ 
nal no iotenor 11ão dá' . 
Nós que militamos na Im­ 
prensa Matogrossnse e 
sentimos na carnt: o drama 
da Imprensa cabocla. envi­ 
amos votos de otimismo aos 
demais companheiros. por­ 
que assim como existem 
grandes Jornais que vege­ 
tam. existem também peque­ 
no~ que só tem futilidades. 
Mas ... como d,zi.11 o prof. 
Frean (Instituto Superior 
de Jornalismo da Columhia) 
- .. em toda parte existem al­ 
vos apropriados para lanças 
se você mantiver os olhos 
abertos e suas armas afia­ 
das ··As lidas do Cargo 
são arduas. os deveres in­ 
meros, os agradecimentos 
poucos, o~ insultos, muitas 
vezes pesados. mas. - - qu:: 
TRABALHO 'GRANDIO­ 
SO REALIZA O JORN A­ 
LISTA DO INTERIOR. 
LEIA E ASSINE 
O JORNAL 
uTribuna da Fronteirau

· 
L 
 
BUl11 
. Brasih., - ··O ~mprccn­ 
diu:ento ;,tendera a uma po­ 
pulação de cerca de 133.700 
habitac,:es. 1 !Vando grandes 
benzfiros para o Estado 
Com ~~te argumento, o se­ 
n<1dor Soddnba Dn.:1, coo­ 
srguiu qur hsse aprovado. 
pelo Senado Federal. pare­ 
cer su Eavoravtl à õutori­ 
zação ao g .vemo do Mato 
Grosso paa realizar, atra­ 
vês oo Oep,11tamento Esta­ 
ciual de E~trndas dte Ro.:!a­ 
gem. umo operação fmau­ 
crra externa no valor de 
dez m1lbôcs d<! dolares. pa­ 
ra ªlhcação no Pograma 
e 
Senador Rachid Saldanha Derzi 
Rodoviário Estadual. 
. 
as51n€ o 
/ Viação .cêrea ~;io 
Paulo (V ASP). entrcgr u , o 
agente local da emprea 
Stelio Mor~ira Gahi. um di­ 
ploma e distintivo, por ser­ 
viços pres
1
ados à viação co­ 
mercal brasileira e por ter 
completado dez anos de ser 
vic;o »Sem ;.;unição«. O prê­ 
J:!IÍO 
·•ú obj?tivo do emprés­ 
timo - segundo o scuador 
Saldanha Uerzi e a implar1- 
tac;ào e a payimeotac;ão d ... 
Rodov,a_MT-42&. compreen· 
dmdo o trecho --:as~ilãnd,a­ 
Paranaiba- parecida do Ta­ 
buado Vê~t,a e acessos com 
Porto Alencastro e, llha 
Sc,lte,ra. srndo que o sub­ 
irecho Ilha Solteira-Apar<!­ 
cida do Tabuado• Pat,m.-ibó. 
numa ex tenção total de I J 3 
quilômetros. coincide com a 
BR- 1 'i9 do plano Rodoviá­ 
rio Nacional". 
TRI- 
DA FRONTEIRA 
Sintomas 
E':1!regue no jovem e respon­ 
sável agente, j se tcrnou 
trndic;ão na av1c1çi.io comer­ 
cial e de dez em dez anos é 
distribuido aos funcionários 
da emprêsa, É uma vitória 
orgulho para Bela Vista. 
contar cem cidadãos do nai­ 
pe de Stelío Moreira Gabi. 
O jovem coatemplado. e 
Em relação abaixo apresentamo ·ator 'a 
TOXlM/NlA (fümtório Nacional de Drogas Perigo• 
sas . BN DO • EUA). 
d:J TOXICOMANIA 
Entorpecim?nto 
Exitação e hip!rativid.-de 
Irritabilidede e inquietação Olhos 
Beligerãncta brilh,rnte 
Ansiedade Olhos mflaroados 
Eufon;? 	Nariz e olhos gotejantes 
Deprrssão Peron de apetite 
Alucinações Auaento de apetite 
Parco insónia 
Compo;témento irracional Distorção de espaço ou tempo 
C onfusao Naúseas e vômitos 
Loquacidade Cóhcas abdominais 
Li11guagem 1ntoerente Diarréia 
L,nguagrm tntnlcl:gívcl Constipação 
Ri~o Dependência física 
Tremor Dependência psicológica 
Cambaleio Tolerância 
Decerlorac;ão da coordenacão 
Tontura lnconciência 
Reflexos hiperatavos 
Reflexos deimidos 
Traospir;ic;ão aumentada 
Passivei ínjúri-1 aos crornosso 
Pupilas contraídas 
Pup1!as dilatadas 
extraordinariamente 
Convuhões 
Hicpatite 
Psicose 
Morte por abstenção 
Morte por dose exessiva- 
Biblioteca 
de Bela 
natural d: Maraba. Estado 
do Para. filho de Chade 
Gsbi e de D. Diva Gabi, 
familia trndicioo;,l de para 
enses, que vieram para ba­ 
to Grosso em 196l, estabe­ 
lecendo residência n cida­ 
de de Carnpo G,ande. 
O Jovem Gab1, conclun1 
seus estudos na Cidade 
Moren?. e trrminou o Currn 
d> Radio Telegrafista pela 
FAB. Apó: a l011clusiio do 
, t. o, ire : como tele­ 
grzfsta substituto e teve a 
oportunidade d viajar por 
todo o Brasil. Nas suas an ) 
d.s p-. c:e 'Brasil",o 
paraense Gabi. adquiriu ex­ 
p?riência e maturidade sufi­ 
ciente para tor:::ar•se o que 
é hoje: Um elemtnto de 
largc conceito n'l .,cdedadc 
belavistense. Foi uJmitido 
na V1:Jção Aéro:a São Pau· 
lo. em 1962. como radio- 
0p:r;idor auxiliar. Transfai· 
do para São Paulo. em 1965, 
foi promovido à operador 
Classe "C" e pcsteriormeote 
p;;ra Bela V,sra, em carater 
permanente. como AGENTE 
e Radio-Telegrafista. Estive• 
mos na solenidade de entrt· l~ 
ga do diploma, anotando a -J 
preseo:;a marcante da ~ocie• 
dade ligada a Aviação. t 
de inúmeros convidados t . 
amig::s. Na ocasião :<en:i1110s 
a alegria e sótisfação do 
contemplado e a pacabeniza• 
mos a Viação· Aérea São 
Paulo. por ter em seu qua· 
<lro de pessoal. elemtoto! 
como Stelio Moreira Gabi, 
um exemplo a ser seguido, 
um modêlo a ser imitado, 
Pública 
Vista' 
Precisa de Livros 
A B',bl:oteca ' Pública 
de be!a Vista, crada gra­ 
as a inicar.?,v;, da Tribuna 
da Fronu:ir e do edorço 
coletivo. necessicn urgente- 
n.ente de l:vros. Pedimo:, 
novamente ;.o povo belavis­ 
tensc. que ,elabore cem a 
inicia tiva que se tornou rea­ 
lidade. Enviem livros ao 
Departamento de Obras ' 
vamos dotar nossa bibliote­ 
ca de condiçõ~s ·satisfatórias 
para servir aos estndan:t·S ' 
ao povo cm geral. 
Gasolina - Diesel Toda linha de lubrilknntes • Borrachariil 
"SERVIÇO DE RESTAURANTE " 
.. GASOLINA 0.95 r O,l'i o litro" 
Posto Totola, o Am!gº do, Motoristaa. 
-BR • 267 - Aquidauna a Maracaju (Entrorarcrto) 
'------=------------- 
DE FERRAZ E AOSA