r 1 1 1 1 J· - LIDEílDJDE COM RESPONS/BILID/1.DE 1 ~~;::-:-;;~;-·1:::-·;,:r~ir• -------------:--;--- .. -,~j Ano: II Bela Vista M:. 1J01/1974 ... _ Correram boatos, que os interesses da coletivida­ qor ocasião das últimns chu- de, mas, quando a critica é vas e, consequentemente. do infundada e corre o boato, péssimo estado de nossas procuramos Esclarecer a o­ ruas, o prefeito municipal pinião pública. O que é nos­ tzria 'sumido de circulação". sa obdgacão. O prefeito para fu9ir as rt',po:isabili• murricip:il. Clovis Marcelino dades. Quando é pôra o de Oliveir,1, est,i sempre no jornal c,iticar. cr:ticamo~ e seu pôsto e case co:,tr:irio. procuramos sempre ddender colaborando nas frentes de boi p:éso pzlo propio Delegado de Peleia de Bela Veta. o oldado Ei pidio Fernandes que pro­ movia badernas no centro da cidade e es:ava cm­ pletamente embriagado. Se· gundo os Noradores da Rua Gua Lopes. este ces­ mo elemento quando se encontra te:ado pela 'c2- ninha" promove bagunças e ameaças nas .cd1ações e basa de sua autoridade (.:iuroridad1?) Esperamos que elemento~ iguais a este reconheç"m qu-c ··o papel de P<'lic1 fraquezas da gente. embora tente esconde-las. atê par~ si própriá. Porque toda criança sente upa enorme neessi dade de admirar os adultos que lhe são queridos. Prlu• cipalmente os pais. Para o coração infantil, este sentimento é uma forç;J• A criança sente-se mais segura. mais capaz. Todo pai deveria luta' por fazer-se admirar pelo filho. Alias, não é uma la ta difcl de ganhar. Esr sentimento de ;odmiração e ura tendencia natural d toaa criança. Seu filho. por exempk· gosca um bocado de vocr• meu caro. Ajude-o a gostar psi ai1da. Tribuna novo ano. os 1':-a!il:.iros to• mcçarilOJ a pagar maiorzs prz­ ç;:::is por alguo, produtos. dcou·e os quais a gasolina e o cigarro. Tambtc sofre.u majorações O!i fretes mariticos. a taxa rodovà­ ri.J. as p.issaq,n.s atrcas, a c_o.cr­ gi.1 c.lttrfc:a. o tc.ldonc. L,xas c_s.­ c:lares. etc Os cigarros serão vendidos ,1 novos preços, dc ilcordo com as categorias o que estio divi didos: categua l: Hlton, Car. t3, P!'Mai..e:z,4.cruzeiros. ca­ tegori: j: Mster Logo, Pall Ma!! curto, ') cruzeiros cate- tiva de Mar,,caju t o-acen­ tuado progresso que terá o mnicipio cm n crescimen­ to da ag.o-u+&+.+. .A.tu - MI reveste daquela maravilhosa inquietude de acelerar o desenvolvimento e a cultura O Homem de Imprença do Interior é mquleto. Ele rc.• conhece os fatores negativos em que vegetam as Admi­ nistrações Munlcipoís. e, a­ través do Jornal pr<>curn :o­ rirnta·las no entido de co­ locar acima dos interesses particulans, o bem star da Coletividade e o zelo pelas coisas Publicas. O Jornalis­ ta interioreno sabe que ea todas aspartes há alvos apro­ priados à sua Luta. A maio­ ria das pequenas Cidades no acompanham o Progres­ so da Nação. principalmen­ te no tocante a Mentalida­ de. Ruas. estradas. obra5 de ,anc;,r.ienro. escolas, cri­ mmalidadt, enfim, os fató­ res essenciais ao Desenvol­ vimento pequenas Cidades ainda estão adormec1ads, e uma das missões Jornaslis­ ticas, e despertar o Espiri­ to de progresso, No Inte­ ior o Jernalista dà um to­ que ca:mhoso ás suas Re­ portagens, e isso traz a smnpatua da População. Não é 8fcil manter um Jornal no interior, desde que ele passe a pzr+erer a Coleti­ vidade e tome parte ativa nos pequenos e grandes a­ contecinents. Se estiver disposto a dedidar se ao seu Trabalho, o Jornalista do Interior poderá prestar um grande bem á sua Comu­ nidade e a 11 mesmo. Fre­ quentemente ele- ouvirá pro­ fecias pessimistas e até mes­ mo sugestões de que ·•Jor­ nal no iotenor 11ão dá' . Nós que militamos na Im­ prensa Matogrossnse e sentimos na carnt: o drama da Imprensa cabocla. envi­ amos votos de otimismo aos demais companheiros. por­ que assim como existem grandes Jornais que vege­ tam. existem também peque­ no~ que só tem futilidades. Mas ... como d,zi.11 o prof. Frean (Instituto Superior de Jornalismo da Columhia) - .. em toda parte existem al­ vos apropriados para lanças se você mantiver os olhos abertos e suas armas afia­ das ··As lidas do Cargo são arduas. os deveres in­ meros, os agradecimentos poucos, o~ insultos, muitas vezes pesados. mas. - - qu:: TRABALHO 'GRANDIO­ SO REALIZA O JORN A­ LISTA DO INTERIOR. LEIA E ASSINE O JORNAL uTribuna da Fronteirau · L BUl11 . Brasih., - ··O ~mprccn­ diu:ento ;,tendera a uma po­ pulação de cerca de 133.700 habitac,:es. 1 !Vando grandes benzfiros para o Estado Com ~~te argumento, o se­ n<1dor Soddnba Dn.:1, coo­ srguiu qur hsse aprovado. pelo Senado Federal. pare­ cer su Eavoravtl à õutori­ zação ao g .vemo do Mato Grosso paa realizar, atra­ vês oo Oep,11tamento Esta­ ciual de E~trndas dte Ro.:!a­ gem. umo operação fmau­ crra externa no valor de dez m1lbôcs d Radio Telegrafista pela FAB. Apó: a l011clusiio do , t. o, ire : como tele­ grzfsta substituto e teve a oportunidade d viajar por todo o Brasil. Nas suas an ) d.s p-. c:e 'Brasil",o paraense Gabi. adquiriu ex­ p?riência e maturidade sufi­ ciente para tor:::ar•se o que é hoje: Um elemtnto de largc conceito n'l .,cdedadc belavistense. Foi uJmitido na V1:Jção Aéro:a São Pau· lo. em 1962. como radio- 0p:r;idor auxiliar. Transfai· do para São Paulo. em 1965, foi promovido à operador Classe "C" e pcsteriormeote p;;ra Bela V,sra, em carater permanente. como AGENTE e Radio-Telegrafista. Estive• mos na solenidade de entrt· l~ ga do diploma, anotando a -J preseo:;a marcante da ~ocie• dade ligada a Aviação. t de inúmeros convidados t . amig::s. Na ocasião :