r 
--- LIBERDADE COM RESPONSABILIDADE 
Redator • Chefe: Ivallo Pereira 
Ano; li 	Bel Vista 	'.!.7/Ul/1974 
m 
ra Jardim: 
• I 
h o 
Segundo fontes oficio­ 
sas soubemos que o Sr. 
Governador do Estado de 
Mato Grosso encontra se 
sujeito a pzdir o seu atas­ 
t3menlo d.:i Govérno, para 
possibilitar à candidatura do 
Sr. Dr. f11:111ando Corrêla 
da Costa à reeleição sena­ 
oral. Como é do {conheci­ 
mente lgeral. Cdso o Dr 
l•ragellt permaneces,e no 
poder Execut1vc,, estaria 
aquele Senador impedido de 
plrneõr a sua reeleição no 
Senado. em face do paren- 
Industria e Comercio Santa luzia (Casa da 
arroz) OrgulhosamBnte Apresenta: 
brasil m Estuis 
pensacioral!!] No CEB dr±riamente a partir da 20 hs. 
tpm suas portas abertas para aqueles que quiserem 
}assar algumas horas de lazer ao som de música... 
Transando pela Cidade e cocadmha Martha Ga­ 
binio ... 
Casa de arro;; de Ulisses Pinto de Almeida. con­ 
vida a Dona Casa Belavistense para conhecer sua Se- 
ção de Frios ... é um Negóc_io_ .. 	_ 
Aniversariaram no dia 23 p.p. as Meninas-Moças: 
lont: Mello e Marilda Cãndla. Felicidades ... 
Muito linda em seu vestido de Noiva a Arlene 
Mesa. Top St da Princeza do Apa Compareceu... 
Nós compramos Cereais e vendemos tudo ... mas ... 
a preço de Indústria Vendemos barato mesoo. Casa 
do Arroz a que vende Mais por serem seus produtos 
os mtlhores. 
Proveniente da SEC (Cuiabá). a fim de tratarem 
assuntos relativos a Educação. na City os Srs. Gerson 
B. da Conceição. Paulo Wilson. Willian e João Mon­ 
livades ... 
E ... pare> aqueles que estão preocupados com o 
preço de anuidade da Escola Tccoica, calma... muita 
calma. o preço não é exorbitante como ventilam. prc­ 
curem informar-se para depois corn.-.ntar ... 
Casa do Ârrez a dispensa da Dona de Casa. fi­ 
ca na Rua /ntonio João 623 Fone: 262. O Endere­ 
ço da Economia. 
Circulando pela Princeza do Apn as Sra: Ernes­ 
tina Crubert, Laurinda C. F1guc1ró e Idorildes V. 
Peixoto. 
tesco que une os doi~ poli• 
ticos matogrossense. 
Na realidade ,eria uma 
pena para Mato Grosso. ca­ 
so izsse desfalcar-se do 
prestigio que dá ao Estado 
a presença de Fernando 
Corrêia da Costa no Sena­ 
do Federal. 
Convem lembrar que 
Fernando Corrêla da C os­ 
ta, embora não seja um li­ 
der do quilate do nosso 
pranteado P1linto Müller, 
r·presenta para o sofrido 
povo matogrossense, sempre 
uma esperança de melhores 
dias em decorrência :lo 
prestigio pessoal que envol­ 
ve êsse velho e experien 
te político. 
Ademais. o Governo 
Fragelli não vem agradan• 
de- ao povo de Mato Gros­ 
so. e o sacrifício de Fernan­ 
do Corrêia da Costa. seria 
mais um elemento de des­ 
gaste a sofrer o nosso Go­ 
ve:nador. 
H TEL 
Contudo. sabenos de 
fontes bem informadas. de 
que Dr. Fragelli se propu­ 
nha ao findar de seu Go­ 
vêroo inaugurar inúmeras 
vbras tidas pela sua equipe 
como •·Obras Ddinitivas", 
não ocorrendo destarte es­ 
sas inaugurações. por força 
de seu prematuro afastamen­ 
to do Govêroo, ensejando 
glórias ao seu sucessor na­ 
tural. que no· caso seria o 
Vice-Governador, Dr. Jcse 
Monteiro de Figu'!iredo. 
O proprietário do tra­ 
dicional restaurnate qui­ 
dauaneme. "SERIEMA". 
Sr. Arno Milton Fredricb, 
após E'studos de Macado e 
das potencialidades turistu­ 
cas da região. resolveu ad­ 
qui.ir o Hotel Rio Branco. 
O empresário. g,iúcho da 
velha estirpe e homem liga­ 
do ao ramo de maqumas 
agricolas. lavouras. pecu­ 
ria, restaurantes e Lo:eis, 
sentiu em Jardim um clima 
favcravd ão desenvolv,:nen­ 
do setor hoteleiro. O co­ 
nhecido Hotel do f orge Ka­ 
furi, passou as mãos do 
jovem de S:onta Rosa e já 
começa a se trandorruar no 
"c.artão de visitas da cida­ 
de'. Os primeiros melhora­ 
tentos servir3m de amostra 
aos clientes hab·tuais. do 
que os espera no 
Conforto em alta 
Dentro em breve. o 
futuro: 
escala, 
Hotel 
Seriema, oferecerá as hós- 
RIEM 
pedes parque de estacio­ 
name::to privativo, aparta­ 
mentos. salão de chã. chur• 
rascaria (o famoso churrasco 
gaúcho). etc. os viajantes. 
um completo serviço de 
lanches e bebidas geladas 
a qualquer hora. É o pro· 
gresso que está chegando. 
é o otimizo de todas clas­ 
ses no desenvolvimento da 
'Cidade caçula". que mes­ 
mo sem ter uma Adminis­ 
tracão pública progressista. 
cresce gracas ao dinamis­ 
mo de seus homex.s de em­ 
presa. Sentimos o esforço 
dos jardinense.s em colocar 
Jardim numa posição de 
realce dentro do Estado. 
e quando elementos como 
Fredrich. chegam para cons­ 
trur. todos dizem: Sucesso. 
Si:.o também os ossos vo­ 
tos. 
, 
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------------------- ----------~-------- ----

Tribuna d_a_ ,r_r_c_n_!._o_ir_a 	_ 
anco do Bras.i.. 
Seleção de Auxiliar de Escrita 
1
, O B,inco O, 13rn,1I S.A 7. O partldpnnte qut f,,J. 
!a: ~ubrr qur, d,· 21!/01/1971 tar ;, quulqu~r d.,~ provas fica• 
,1 0l/o2/1')7-I, estt1tiio abcrw~ rJ Impedido d, prossegui: no 
t'Ol !--UJ ancnclJ dtfta d:i,1d:, concur~o. 
11
a RuJ Guia Lop,s u" 917, 6, Ser:, ,,lecion,,Jo nquc- 
J, sruund, a ,nu fdrJ, n~ ho- le que: 
:àrio de epcliente desta ogên- a) satisfazer às exigências 
ia, as inscriçocs para a seleção da prov,1 P··IccJótth:;i: 
1dmn, 1 rc)liz1r-~,· ncst· cid,i- b) obtiver a not,l l!linfnhl 
J·.:, rin rlJtn, Jwrado P loc.il (,O (c;;..,s,;;crtri) J'lil1 pro'.:is de For .. 
que serio oportunamerte anun- lugués e Matemática e ià tqua- 
c'ados 	r<nt, 1 n;, de D,tiluLlr,,fi:; 
2. / ia'tcrição <lever:1 "q t' 9. Atcn.Hd,l:-. t•fr..... cootH• 
solicitada pessoalmentc pelo can- çoes,e a fiun de estabelecer as 
tlida!u (vc h'.la a participação priordaies para pnss,vd apro• 
de fotrrmtcliúrio) e: H•rt deferi.- veilamento, o Banco relacionara 
da àquele que, munido de do- os selecionados em ordrm de- 
cumentu de indentidade, satis.- crzcente do total de pontos 
laça às •,enulntcs rxigl:ncia~: ohti,lo,. 
a) tenho, à data do ter mi- 1 O. O julnJw1•uto çla, pro- 
no das inscriçoes, idade rr.i:iim:i V')"I tcr;'1 raràtcr irrecorrivd. 
.ie I anos completos e. máxlm.1 11. O B,1nc11 r~~"rva.se: o 
de 25 anos incompletos; direito de proveitar, vu pão, os 
Pague: a t,,xa de fn.,cr1ç..io t-elctio:,adc~ oh~ervado o pra:o 
de Cr$ 5ll,0íl (cinquenta cru:ci- de 12 r.1ésos. 
ro,): 	12. l pesse dos stleciona- 
c) presente: 	dos fi-:ur.: na di:pcndl:ncil ~-:. 
l] (se do sexo maszuli. aprovado cm exame de saúde 
no/ • ccrtl!icndo de alist1111enro feito por medico do Brnco ou 
militar, ou cl!' rc~~n+,to, ou ,ii.,: pot cli.! crrdrnc!ado, 
dispc:n~a de incorp0r;iç.~,o, ou d• 13 1 u11·priJas .l'- [urr.-:al1• 
insenção do serviço multar ou dodes de nomeação e localização, 
~iadJ, carteira dt· 1dentid,1d-.: do 5e:r5o ~riip, !lSi1d1J"' oo c..1rgo ínl• 
Mlni-;tt~r!o cio Ex'-·rc1to, ou do chi da cnrrcira dz f. ux!ltar de 
Ministério da !.fnrinha ou d. EscritJ ~ Hc-r. C50, com venci• 
Aerou~utlcn. 	mcn1,,s m•nsals de CrS 9-18,0íl 
Quando se. tr,1tílr de rual,. (no•~cc-ntos e qun.r~nta e: oito 
lar incorporadà, oficio do co- cruzeiros). Antes de decorrido 
mcindontc- ptrmitird~ a inscrição. o pra:e de 2 (doí:,) ano,, contJ- 
11) certificado ou hi,to- d,., a p,,rtir d.i data da pos;e, 
rico rscolar (com firma recon f,cam impedidos de: 
hccida) dr conclusão da primei• a] plc•ttar tran-fcrencin, 
ro cklu; curso ginasial ou equi- resguardando-se o Banco o dl--- 
va1e:nt.:, 	txpc.:hdo tl>ito de rcmovC.)o, por coovc. 
por c,tabclicimecto de ensino 
oficial ou reconhoc!do, ou Qocu­ 
mento que comp:ovc nh·cl d~ 
escolaridade mais alto: 
Ili] prova de natural­ 
=•1ç:io. !-C não (nr br.i,:;ilé!'iro :H,• 
to: 
d firme tcrmo de compri• 
mento em qu: ceita d:«ignoção 
para t<:rv1t e: qu~lqucr p:nt.:­ 
do t.::rr1totio n.1ch>nal1 c:m jorna­ 
da de trabalho de ü horas, pror, 
togveis sempre que o volume. 
de serviço assim o exigir; 
e) entregue dois retratos 
recentes; iuis, de tamanho 
J:d, tirados de [r,ntc. 
3. A sdcção con!t:uâ d:-.!=" 
,enuint!s provn.s: 
Psicológico, 
Por:ugub. 
Matc:mfJticol. 
Datilogrnf,a, 
4 As provas de Português 
a :O.htcmât!c,1 serão do tipo obj 
tlvo. Obrigatório o uso de !~pi• 
prt.tc n• 1. 
"· r prcv:,. de Dutilogta­ 
fi:i serà feita em m;.qulao.s fu:­ 
ncclda, pelo Banco. 
6 Paza cada prova h;,.vz:­ 
rà apenas una chamada. So. 
mente era permitido o ingresso 
no pt<'dfo ond1: :-e r~n1i:nr::o· as 
pr.>v:i~ " c;•ndidato que se a­ 
ptc..scnt~r cvm ontecedê.ndn rninl- 
111.:l de Tunta ~!butoc;, da llo:., 
morcad;'I para inkio do: cxaruc:~ 
Sob nenhum ;,cct.:xto ;,dmitir--!-c•â 
n par:fcio,,cfio d(' CJndld:to lJUt. 
embora tendo ingressado no pre 
dia dc:itrn do horârio t<"rnbc1t• 
cJdô. d.!u:r. por qunl➔u.:r motivo, 
de: co;:-Clr prcstntc na •.ai:,, rr.:-• 
pectiva ante: ao sial pura dis­ 
tribuiao da p:o':l. 
n1ênci. o~ serviço: 
h] pcrric!par de scl<ção !n­ 
tc-rna pilrJ " carreira dt: E5::ri­ 
tu$rio. 
14 .• ' inscrição do canoi­ 
d,1to topo:-t:1r.", ~m anuênc111 i::::i, 
pliclta :t futura <l~~ig,açâ<J [!-e. 
«seleciona±e e nomeado] para ser­ 
vlr cm qualquer Jopendi!ncla do 
Banco, bem como a possibilida­ 
de de ser transferido para outro 
local, <m qualquer t·r:ipo, duran• 
te a vi:3Cnda do contrato àe tra­ 
balho. 
15. Nenbum candidato P" 
deró m~crc.ver•sc ne.m prcstz r 
provas em agência administrada 
por :,c.u conjugc, ou pare..nte at'I! 
o segundo grau, ainda que o a.­ 
dmin;trador em causa não ve­ 
nha a pnttkipur doS trabalhos 
do certame: lgu.ilme:nte: nãos~­ 
râ Jocnl{:.ido cm agêncin a. cujo 
qu•dro pertença qualquer fun­ 
cionãdo parente seu ui! o ~c­ 
gundo gr::iu QU cocjuge:. 
l b C prc.scntc certam~ vi­ 
~a d sdeci1: nar pc!S!oJ.I p:u.i !>U• 
primc-nto das vagas porventura 
cx1..stc:ntes naq_ segui'ltc:s agê=i­ 
cia5; Guia L. dn Laguna, B. Vista 
e P. Muttiohc Entretanto o Ban 
Cl> 1c r1:scrva. o dlrc-fto de.- }oca• 
li:ur os ~dccJonõdos c:cn uma dc­ 
!:.Uo:; dcpc:.ndêocli$ crr. qualquer 
parte do território nacfonõll. 
17. Inscrito. consfdc-rar-sa.à 
o e.ondid.ito cl~ntc da~ condições 
C:!-tipulad:i.~ no prc:;c:"lte edital. 
B~~co do Brasil S/ A •. 
Voa [MT). 
Lui:. C«rlos Nn::ar~th 
Gerente 
A lvoir de Assis 
Subgoront< 
Bcb 
E mod?rninho, cabe );io 
cardo pelo• ab15IDO~ ombws, 
paletó lascado e rnontedo 
em sapatinho de fivela, che­ 
gou w, Sãc, José do" !:forro 
.: comprador tlc antinu1Ja­ 
d.:s S1"r.1Íiin l3r;,gança. E 
não dt:aimou p;:in qu'! ,cu 
nlho t>spcc1üliz..1du rncalhds• 
se em certa casa que era 
r.,ais ..:o aue um museu. 
Era um barato. Cadc1r.,, 
de braços retorcidos, come­ 
das d.- pé de 'üC himbo, so­ 
f :is que presenciaram des­ 
tarraxotlore~ beijos ern noi­ 
trs cohnia1s e rclógros qt:.: 
marcam rinutos e horas de 
barões e baronezas. Eragan­ 
ça esfregou as mios. la fa­ 
zer a independência em ci- 
ma de comedas e scfas. E 
e~tav,1 tudo comb.n.-ic!o, Se­ 
rafim ja prepado para 
entregar o dinheiro dos ja 
Ci!rdn:i; '· :]l!T1Jo l !;. :JOU 0 
douo dc1  "''-'• u·- v -lho 
mt.:1to !-=urdo que t!~cut;;v&.? 
por um cnrre de cuvtdo. 
Quis saber que a·zro e­ 
raf,rn ,a cl;:r a~ ,.:1i,.ri1s. 
Serafim dnds rtqces no 
tcps•e, bctou b:;.:C" ue ri­ 
cão . 
Vo1. 1-.-v.:r w.:o para 
minha ca~., d!" vcr;',o em 
C><bo friu. 
O hom.:n=:l'l1c e! .:or 
netõ o!hn:. fc= du,,~ vrl:a:, 
em torno de_ J<Ó;r;; , -:.s do 
Bragança, para dar o 11r­ 
gcio pr cesfetc. Coa es- 
-:;;:~>;?R'~r-~
0
·;· -Pr.:-i<f"l.;J .. ,,...11i'~ ~'9l" ·~l 
,,. A ..., ,:r..., li..<:'. • .2 e-d á J:. ,_, .. •~t,.., 
vl ndi?t ou comprJr 9.1do não e. m,11-. probl~w.l, pro~U:'i": o 
Sr. ~1arcinio BrJto cm ~idroJándiu, e o CH::i::::o s~ enc,,rr :ga 
das transações 
' 
Associação Profrssional 
Autônomos de Veículos 
Bela Vista 
Fac;o saber aos que o 
presente virei cu dele to­ 
marE"rn conhecimento que no 
dia 22 dt: fevereiro do ano 
de 197--1. às 20 hccs, no 
prédio sito à rua Dr. Se­ 
bastião Crispirn do Reao. 
n",· 389. no Club Esportivo 
Be!avbtt:nse, neHa cid.:dz. 
rcal1zêr se-à um3 •• Assem­ 
bléra Profissional dos Con­ 
dutores Auto!loruos de Vei­ 
culas Rodoviários de l:3ela 
Vista . .:om a seguinte: 
Ordo,w do Dia 
a)- Constituição da Mesa 
dos Motori1:;tas 
Rodcviários de 
Matõ Orosso 
- 
negrenp#0 pia±;#;hj gi l <i! tj;ii 
"V'55d @/dgilslj 
, 
que dir,g11á cs trabalhes. 
{Pres,den•~. 1 • e 2" Stcre:c.i- 
rios). ' 
b)- Discu,~ã.:, ce aprovação 
dos Estature. 
e)- Ele,ç;-.:, da Dirccoria 
Provisót ,a. 
d)- V Ctdçào ~-:ereta, [::os 
itens "·b. e .. <: .. ]. 
Bela Vise.,. i ü ª" ue.:em­ 
bro cie 197 3. 
Orlando Salomão Mo­ 
torista prof1Hicnal T;,xi pla­ 
ca. n•. íj,UOI J 
Bda Vis.a - Mc. 
, gyp 
! ...... ~ ,.L, 
Jo,:;é Avelino e Silva 
!::±: ± IS' te E±E;±2 
Maria Cc!astc da Costa n Silvai 
Sobstlfnlo 
Rubens Rodrigl.l-"G 
[1trcnr.1e 
t 
ET!crilturasO. F:ocu~çôc~ - íl:e-gistro!! Ce lmõvd~ ~ Proti,.•- 
"s • itu o e ocumentos 
BELA VIST.ll. - FONE2S,4...::. MATO GROSSO 
tes argumrntor.: 
Sujeitiuho :qur u:·a PJ· 
letó lascado e cabtl;io d­ 
esparador nanca que vi 
ter cocipdfnc1i.1 p.:ird bo:,,: 
o .::-sent.iúor t:JJ c.:ideir~s e 
ofas de ndnhJ ha,in , 
Nunca! 
E por baixo de. t,c.: 
p,detó la~ca:lo. perdeu Sc­ 
raf.r Brzqança o ma1cr r,c· 
gócio de sua vida. Se fs 
~~ de fr2qur. er:i capa: dr 
trazer a casa toda. Cc□" 
cornEta do velh0 come re­ 
forço. 
Tramcrito dv ··O Cru::eiro" 
de 22/08/[973 
• 1 
Empresa {orais- 
tia Tib±a 
fronieirn 
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Jornal Tribuna da 
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lv.tATADOURO RIO 
"A Casa de Carne - bate todos o, dia, 
"SERVIR PARA CRESCER" 
BONITO. MT 
""UMA ORGANlZACÃO LIEL JACQU::s•• 
FORMOSO

Trihuna da f'ronuira 
Delegacia de Policia de 
8. Vista ganhou viatura 
O Delegado de Polici 
a de Bela Vista. Bel. lvam 
Costa Marques. informou à 
reportngem que nossos ape­ 
los foram atendidos; ganha­ 
mos uma viatura. O Depar- 
1.ümento de Administração 
da Secretaria de Segurança. 
enviou telegrama pedindo a 
ida de um motorista à Cul• 
ba, para trazer a tão "ne­ 
cessitada viatura". Mais uma 
vitória da Tribuna da Fron­ 
teira e do esforço de nos­ 
so delegado. Agora, nossa 
delegacia tera condições de 
atender amiúde as ocorren• 
elas policiais na sua vasta 
jurisdição. 
Mantém o seu modo 
de pensar independentemen­ 
te da opinião pública ... 
E tranquilo. calmo. pa 
ciente, não grita nem deses­ 
pera ... 
Pensa com clareza. fala com 
inteligencia, vive com sim­ 
plicidade ... 
É do futuro. e não do 
passado .. : 
Sempre tem tempo ... 
Não despreza nenhum 
ser humano .. 
Causa impresão das vas­ 
tas quietudes da natureza ... 
Não é vaidoso ... 
Como não andá. á ca­ 
ta de aplausos. Jamais se 
oíende ... 
possui sempre mais do 
que julga merecer ... 
Está sempre disposto a 
prender. mesmo das crian­ 
ças ... 
OS SONEúADORES 
Os sonegadores de im­ 
postos sempre existiram. Des­ 
de muito tempo o Governo 
Federal. através do Minis­ 
tério da Fazenda, Vtm in­ 
tens1ficando o combate con­ 
tra essa pratica irregular 
dos produtores nacionais. dt 
todos industriais, de se- o­ 
mitirem no pagamento exa­ 
to dos Impostos que lhe são 
atribuidos por lei. Com o 
advento revolucionário, que 
tem levado mais a sério a 
fiscalização e cobrança da- 
quilo que pertence no erá­ 
rio público. como achamos, 
muitas são as firmas esta­ 
beleidas nos Estados da 
União que tem sofrido as 
esmagbdoras consequencias 
da inobservância no cum 
primcnto das lnstrusões a• 
tinentes o recolhimento 
(maior incidência do IR}. 
do IC M e outros. São inú- 
Vive dentro de seu aeras as empresas punidas 
próprio mundo ' espiritual. por sonegação, alguma, de­ 
aonde não chega nem o las com processos e efeti­ 
louvor nem a calúnia... vas prisões de seus dingen- 
Não obstante, seu iso- tes que por meio ilícito ten­ 
lamento não é frio, ama.· taram lesa, o Tesouro Na­ 
sofre. pensa e compreende... cional. E tentam ainda di- 
O que voce possui minuir seus pagamentos, num 
dinheiro, posição social. na- flagrante que choca todo 
da significa para ele. só lhe homem compreensivo que 
importa o que você é... apesar de querer c progres- 
Despreza a opinião pú- so dos negocios de suas 
blica, tão depressa verifica ~mpresas. veem também com 
o seu êrro... 	interesse, o 1.,1eio .:le se ln­ 
Não respeita usos esta- sentarem dos imperativos 
belecirnentos e venerados da legislação fazendãria. pa­ 
par espitito tacanhos... gando religiosamente os in­ 
Respeita sómente a ver- postos devidos; que al,ãs 
dade... 	não pertencem às empre- 
Tem mente de homem sas, portanto, devendo ser 
e co:ação de menino... rewetidos ás repartições ar- 
Conhece-se a si mes- recadoras. Só assim have­ 
mo. tal qual é ... e conhe- ra progresso constante de 
ce DEUS ...É um grande toda atividade indivu...l bem 
homem. 	como de todos os setores 
da administração pública 
José Joaquim Ferreira Souto 
quer federal, estadual ou 
municipal, sem precisam1os 
enuncia-los, pois cor im­ 
postos e que se constrót a 
nos:a grandeza. Mas exis­ 
tem os que prnsam de ma­ 
neira c::ontrfma e o visam 
seus próprios interesses. Es 
tes, os Sonegadorrs d! lcn­ 
postos, Uma das classes 
mais arrediadas, e que rei:c• 
pre esta em cariz nos Jor­ 
naís, e a da P,.:unrbtas, 
que propriarotnte por si ou 
impropriamente per ir.tt>rmé'• 
dro de invernistas. frgoufi­ 
cos, etc, ven: soírendc uma 
tenaz fiscalização. por parte 
dos pcde:cs públicos. ui 
tas véze~ com reflexo desa­ 
bonadores de grande chan­ 
ce, como está causando 
presença com as medidas 
tomadas pelo M. da azen­ 
da, como Eejam: 5uspea.são 
de abates de alguns frigo­ 
rficos por haverem se ex­ 
cedido nos preços da carne 
fixados pelos orgãos regu­ 
ladores, cu ainda per se 
recusarem a forrecer aos 
açougues a quant,dadt: do 
produto D2rõ o consumo in­ 
terno e diretamente .-os in­ 
vernistas e pecuaristas quer 
sejam reter gato gcrdo nas 
invernadas visando maior 
preço Todas estas medidas. 
bôas e acertadas como co- 
retivo em dfesa 
do c o nsu m i d o r 
gerando o atual tabelamen­ 
to da carne no varejo, an­ 
da é só :, r.ecessãrio para 
evitar o enrangulamcnto 
da arrecadação. Ha outro 
procrsso de sonegação em• 
pregado por eles, principal­ 
mente er Mato Grosso, 
um dos maiores produtores 
de bovinos: O Contrabando 
para o . Paraguay e Boüvia 
do nosso gado, :em o dev­ 
do pagamento de importo 
pn:.visto eo lei. isto porque 
a ddiciencia de pessoal 
meios de eficz repressão a 
este abuso que tanto peju­ 
dica nosso Pais, dão mar­ 
gem esta pratica condená­ 
vel. alér da nossa extensa 
fronteira com utas duas rr:• 
publicas amigas que facili­ 
tam a entrada clandestina 
de animais de procedencia 
br11silcira. Como exemplo, 
citamos o carn do fazen­ 
deiro Belavistense, que a 
Folha de São Paulo de 8 
de dezembro. publicou com 
referencia a última exposi­ 
cão de gado em Assuncão. 
Disse o conceituado Jornal 
que este fazendeiro levava 
para a citada exposição, 170 
touros reprodutores, mas 
que não chrgara aqurla .:.a­ 
pital. vendendo-os mesmos 
em Conceição. cidade inter 
mediãria do destino, por 
Cr$ 7.000.00 cada aoinal. 
was por onde passaram? 
Quais os documentos para 
este fm e onde conseguira? 
Uma incognit.a. E; possível 
que ainda este cidadão 
ponha a mão na concrencia 
e possa regularizar esta si­ 
tução difícil que criara con 
tra si mesmo. Existem pro 
blema de vital impoctancia 
a serem resolvido pelos or 
gãos governamentais ao lon 
go desta d1lõtada fronteira 
matogrsserse, no sentido 
de uma efcaz arrecadação 
de imposto e coibir os fre 
quentes atos de contraban 
do, ha, ainda o caso da e 
vasão de femeas. que será 
motivo de um outro artigo 
fazendo comentario sobre 
este negócio altamento pre 
Judicial ao Brasil. 
t 
TOXICOS: A Escrav'idão ., 	do Século 
, . 
É um Dever Moral de todos cidadãos, 
civis ou militares qualquer· marginal 
tente corromper nossa 
denunciar às. aut<;>ridades 
que, através dos Tóxicos, 
juventude. 
CASA FLORE 
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Tecidos, Roupas feitas, Rádios. Toca discos, Gravadores, Toca Fitas, Máquinas de Costura (SINGER), colchões de 
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Mato Grosso

Bela Visl11 Janeiro da 
Tribun• dn l'ront11ir11 
Eu ou aquilo que se 
poderia dizer, um degene· 
rndo da vida, um pouco do 
todo, um resto do nada. Eu 
vivo a procura do meu ou, 
tro cu, na espectativa de vi­ 
da menos Marginal a esta 
em qu1: vivo. 
Muitas vez.es penso q:!~ 
a solidão, m(nha compd­ 
nheira constante, é apenas 
um refúgio desta vida que 
me repudia. Nada me atrai, 
nada me importa, Sou como 
uma n.iu desgov.:rr.ada num 
mar bravo. Caminho sema 
rumo, sem esperanças, A 
minha vida nesta cerra, é 
como sr fôsse uma estadia 
por poucos dias; e nesses 
poucos dias tivesse que mz 
encontrar, de u11Ja form;i ou 
de outra. Não sei por que, 
mas, sinto um vazio por 
dentro, um algo que me su­ 
foca. como que me lembran • 
do que nada sot e que tal• 
vez nada ,{'pcderei ser, Tal­ 
vez isso seja a incertrza da 
vida. o medo do futuro in­ 
certo. Por que sou assim? 
Não sel. .. Mas não me im• 
porto, não deve ter o egois· 
no de querer carregar só­ 
bre mtus ombros. o sofri­ 
mento de •odo o mundo; 
devo lembrar que nele há 
:uuitos com o mesmo pro­ 
blema que me aflinge na 
minha vida. 
Aliança Renovadora Nacional 
Diretório Municipal de Bela Vista 
O Presidente do dire­ 
torio municipal da Alia::ça 
Rencwtdora Nacional. do 
município de füla Vista,Mt 
conforme deliberdçào da co- 
l
mição executiva. convoca os 
Senhores membros do Dre­ 
torio fará a reumão que se 
realizará no próximo dia 22 
do corrente nes de janeiro 
de 197-1. terça-feira. ás 
19, 30 horas. na sede do 
Clu'se Esportivo Belavis­ 
tense. desta cidade, para 
discussão e deliberação da 
seguinte Ordem do dia: 
l • Finanç.is do partido (di­ 
retoria) 
Estado de Mato Grosso 
0RAÃO A O ·D I V I N O 
> 
ESPIRITO SARTO 
Espirl<O 5notn, você que 
me esclarece tudo, que ilumino 
todos os me as caminhos para 
que cu alinju o ideal, vocl! que 
re dá o dom divino de perdoar 
e esquecer o mal que me fazem; 
e que todos o: instantes de mi­ 
nha vida está comigo, cu quero 
neste curto di.logo , agradecer­ 
lhe por tudo e confirmar mais uma 
vez que cu uunca quero me s­ 
parar de você:, por maior que 
seja a ilusão material ncio 
será o miclmo de vonta-:1.c que cu 
Por isso não reclamo, 
llld~ guurdo por dentro (o 
que talvez seja pior). aqui 
lo que poderia expandir nes­ 
ta minha juventude ma: vi­ 
vida. mal compreendida. 
Não que:o dizer cem isso 
que o eu problema recai 
5ôbrt o "conflito das gera­ 
çôes", tema já bastante dis­ 
ruUdo; não' não tenho tal 
prelensã". apenas que­ 
ria ser mais . comprcemlido. 
ter a oportunidadl:'. de: car­ 
regar no cornção um peda­ 
inho de felicidade. coisa 
que me foi negada e que 
nunca cheguei a conhecer 
verdadeiramente ... 
Tuca (Jardim) 
sipt» de um dia estar com voz 
t todos os meus irmãos na gló­ 
ria perpétua! Obrigada :nats 
uma ver. 
(A pessoa dever:. fazer es­ 
sa oração 3 dias seguidos sem 
h=er o pedido: dentro de 3 dias 
será Alcaaçada a graça por mais 
difícil que seja, Publicar ~,sim 
que receber a graço.) 
Publicada por ter recebido 
uma graça. 
M. E. V. P. 
II - Alistamento Eleitoral 
UI • Questão administração 
Municipal 
l V • Assuntos Gerais 
Bela Vista. I 5 de janeiro 
1914 
Dr. Pedro ]o,é: Palmie:re 
Prcs. do Diretoria Munici 
pai da ARENA. 
O Cartorio do 
lº. Oficio, comuni 
ca que já se en­ 
contra na Prefei­ 
tura Municipal 
desta cidade, os 
recibos certifica­ 
do de Cadastro 
do INCRA. exer­ 
cício 73. 
Bela V:a, 22 de Ja­ 
neiro de 197'!. 
Oficio ~,J. C8/74 
ll:i10. Sr. 
Comandac.te co 1 o• 
R. C. (Rt:"girn•·r.•o Antonio 
João) 
Neta. 
Senhor Comandante: 
02 ccnformidade com 
a resolução tomõd;, na úl­ 
tima ses5ão da C?.mara 
Municipal de füla Vista, 
por unanimidade de seus 
membros, e ainJn de con 
formidade com a entrevista 
que uma comissão de Ve­ 
readores mantiveram com 
V. Sª. vimos mui respeito­ 
samente sciicitar desse co­ 
mando .as s'!gumtc·~ medidas 
de colaboraçirn com êste 
Município situado ·na zona 
de segurança r.acional: 
I - Maior atenção 
pelos respcnsaveis das es­ 
tradas Bela V,sta Jardim; 
Bela Vista 'Caracol: Bela 
Vista Ponta Porá. 
II -- Solicitar a Tele. 
mnat providencis no sentido 
de abreviar a implanteção 
de serviço :elefõnico inte• 
rurbano; 
Ili - Solicitar ao De­ 
legado Regional da Empce­ 
sa de Correios e Tdrgra­ 
fos. para que não sofra so­ 
lução de continuidade em 
seus serviços aos sábados e 
domingos. 
Certo de que podere­ 
!!IOS contar com a ?polo de 
V. s•. nestas nossas justas 
reivin:iícaçôes do povo des• 
ta cidade que ~e. situa na 
an•a de seguranç.i nacional. 
subscrevemo-nos rc1teranclo 
a V. s·. os nossos protes­ 
tns dt: muito apre,10 e coo• 
sideração. ' 
Cordialmente, 
Dr. Fiorí Murano 
Presidente da Càmara 
Açougue dois Irmãos de Marcinio Brito. 
Carne fresca coct.; hora - suinos - peixes- charques 
(Carne é saude, tenha mais saude comprando no 
Açougue Dois Irmão) 
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J u V.EN Tu D E 
A Bo!te do Clube Esportivo 
todos os dias. Som, muito soma... 
Bclavlstensc cstâ!funciooando 
e o M u_ N I e A D o 
Cumuakamos que O INPS stá d 
período das ., ns 10,30 e dos 1 • '- l 6aht•n cndo no Hospital, no 
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7 s 
p@? ta«ig}me2 
fj ±d i titio 
Ih 
• s d1·as c~umentando o 
Lute poi me ore 
seu Colégio eléltoral. Do eleitor depende o 
d Uma reg
ião. Homem não quali­ 
progresso e 
ficado como €leitor é homem esquecido. Va- 
lorize-se, .valorizando ª tua região. 
O Códico Penal Brasileiro foi reformado e a par­ 
tir de 1' de julho do corrente ano entrar.'! em v,~. r. 
Um dos fatos que mais nos cbarnco a:rnçiío. fo1 no 
tocante ao uso de corres oficiais (chapa bra:ca) fora 
Je expedicute. ou para efetuarem ~erviços rjo vii,cula­ 
Jos aos que são de direito. 
As penas serão desde prisão, ;;preensão e sérias 
punições ao, adrnmi,tradores em se tratando dt: orgãos 
públicos, como Prdrituras Muniripais. 
As últimas cbuvas que cairam sobre a regão do 
Pantanal matogrossense, apesar de rle,xar Corua.hJ .,t.n 
li2,1çiio rodoviária com o resto do p JÍ~. ~erviram par.i 
que a Transpantaneira seja uma obra definitiva. Em­ 
bora sem uma compactação e enca<calhamento a.iL.:jUd­ 
dos, a rodovia suportou o impacto das aguas e resistiu 
sem desgaste a força da erosão p101oocacia pela~ en­ 
xurrndas co11stantes. (O Estado de Mato Cros,o) 
Victor Paz Estensoro. chefe do Movimento Naio­ 
nalisca Revolucionário, até há pouco uc: dos homer.s 
!,ases do yoverno, foi expulso da Bolí·:ia e envi.-.do "º 
Paraguai. 
A Secretaria da Agticultura dn E~tado .:ie lato 
Grosso, acaba de anunciar que sera implantad~. !"<te 
ano. con:; recursos de 9 rnilhõe~ de cruzdros. o Centro 
de pesquisa Agropecuárias, Prestará assistêz, .:. às ar,vi­ 
·:iade agrícolas elo Estado. dentro d~ av.1nçadd técr,:ca. 
Confora:e lei aoro, ac!a. dia 4 do corrente. em B±a­ 
sili~. focou drterrninado que os Cartór,os d~ Reg•Hro 
Civil. em tod0 o t~rritório naciond. vão func:on:,r :o• 
a os dias. sem exceção. ler determina ainda que 
tos os nasc1erros devem ser registrados I5 dias de­ 
pes do parto. Só os f,lhos dos ind1ns dPverão t-:r >C'U 
ngi~tro em livro próprio do Funa1. (Tribuna Rondo· 
nopólis) 
Jornal Folha dõ Tarde. de Corumbá. publicou no• 
ticia a respeito da candidatura do Dr. Pedro José 
Pal!!!,én à Deputado Esu,dual. 
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rei de 
r ândia 
DO CORRESPONDENTE 
Em solenidad'! reol,zn• 
da no Clube de Sidrolnndia 
foi empcssad;, a novo diri::­ 
toria da Sociedade Bend1- 
ciente D. Eloirm Silvério 
Barbosa. mantenedora do 
hospital de SidroHindia. A 
nova diretoria. que dirlçiira 
a entidnde no biEn,o 1974/75. 
ficou assim comrituida: Prt­ 
~idente-Artemio Ferreira (re­ 
eleito): l' Vice-José Lustosa 
do Nascimento: 
2' V:ce-Waldit Rodrigues 
de Oliveira; 
Secretário-Jonathas Goulart 
Machado; 
J • Tescureiro-Osvaldo San­ 
ta.:a (reeleito); 
;_• Tesoureiro-Italivio C<'im • 
bra de Morais 
Conselho Fiscal: Izidro da 
Silva N,mtes. Rodolfo Per­ 
teira Barbosa, Moacir Pe:ei• 
ra Brito. H1rosi Sumida e 
Vicente de Medeiros. 
Diretores de• Mt:rn: Laurindo 
Stefanelli. S:dncy Ribeiro dos 
Santo!>. Marcin!o de Brito, 
0orval,no do, Santos, Gê­ 
nes Meneze~ de Ávila, Joãc 
Morikawa. Altivo Brum. Al­ 
tair Conceição Nantes. Or­ 
lando Marques de Almeida, 
Osvaldo Pereira de Brito, 
Francisco de Paula Nantes 
e llsoa de Souza Barbosa. 
X 
As chuvas torrenciais 
que caem quase que diaria• 
mente a móis de um mes 
começam a causar prejuízos 
à região. Algumas pontes 
ruiram, hà trechos de estra­ 
das intransitaveis. ruas trans­ 
formando se em lodaçais 
imensos. Há regiões que já 
estão cni isoladas. Esse o 
balanço da situação cvm 
graves prejuizos para os 
transp-:rtes- Os agricultores 
também já começürao a fi­ 
car alarmados temendo pro­ 
vâvei" pttjui=os na. lavoura. 
principalmente do soja. 
X 
E começa- 
ram a agir rolândia. 
Primeiro a onteceu o roubo 
de uma camionete C.JQ_ 
Depois chegou a vez do 
bos;::ital de onàe cs am:g.os 
do alheio ieva:r tcdos cs 
utrnsilios • /' ccdoh.:. c;ue 
custo: tãcero e tanto suor 
para a U,retoria i dquiri-!o. 
gora a vitima foi o Super­ 
merczdo Serrano. do Sr. ]a­ 
ir Leres de Souza. de on­ 
de levaram uma quina de 
üllcular Olivetti. um toc.:i­ 
discos, um radio e pequena 
quantia em dinheiro.

G 
· ' · e b r"'o de Bela Vista já é uma Realidade ••• 
. .1nas10 o e l • 
José Gloucyr Flores, presidente da Liga 
Esportiva Belavistense s idealizador do 
Ginásio coberto de Bela Vista. 
José Glaucyr Flores 
1) Glaucyr qual o mo­ 
tivo primordial para a Cam­ 
punha do Ginásio coberto? 
R) Em primeiro lugar o 
Gin. coberto é uma necessi- 
., . 
2) Bercicios • .. 
R) Sim. o Gin:.s . .l cc­ 
berto ~erà f ,t-ir [ur.damentnl 
e imprescinclivel pura que 
Bela Vista p:issa canclirla 
rar-sc a srcliar ... ertame Es­ 
tad,1ais Ofidais e ,entre eles 
principalmente o íutebol de 
salão. • Temos jà prome:;.~a 
elo Dr. Agripino Bonilha 
Filho, presiJentc da Fede­ 
ração Matogrossense de 
3) Mas. a motivação 
maior? 	. 
R) Dentre tantas moti­ 
v;,çõcs que serviram de in· 
centivo para <' nosso em­ 
preendi:11<'1tO- o pr,ncip.,l 
par« nós é o fato de nossos 
vizinh"'~ pn;::aguaios possui .. 
rem ctn g1r:.i!i0 coberto e 
dade:não só da classe espor­ 
tista como tilmbcm da pró­ 
pria sociedade em razão dos 
benefícios advindos drste 
empreendimento. 
Desportos de que tão logo 
tenhamos a obra reali:::ada. 
seremos sede do campeo 
nato estadual. Üma promo­ 
ção desse quilate. em que a 
c1d<1de recebe vi,itas de a 
tletas de tdas as parte, do 
E:tado. representa uma pro• 
moção importante para o 
município. movimenta o seu 
C('mt>rcio e trâs outros be­ 
nefícios. 
nós com tantos recursos. 
ainda estamos ··Chupando 
O< dedos". Considero esta 
motivação MORAL da rea­ 
li=ac;âo ... 
31 Quais os meios de 
, e tornar realidade este: em­ 
preendimento? 
R) O apoio que temos re- 
reb:do éo porn be­ 
lavistense nas nos­ 
,é,S promoções. jd 
representam p/ nós 
os meios de trans­ 
formnr-mos em rt·il· 
lid.iJ ~ este impnr- 
1,1,.t<; cmpr..:end1 
me1i.o, Pois es:e 
apoio. e a meta 
principill com ;i 
qual esperavam1os 
conta:- qunndo o 
negécio estava ai.,, 
da apenas em pro• 
jeto. 
-l) Em rcm coletivi­ 
d;1de. os elementos 
pessimistas interfe­ 
rem em tod:is as 
iniciativns arroja­ 
dos. Tiveram eles 
participação no tra­ 
balho? 
pla110 Go, de L, t,ü. pois 
atr.:vés dele tven.os a opor­ 
tudade de mostrar ao po­ 
vo, que não estivamos pa­ 
ra "brincadeiras e serviu 
para despertas muita gente 
que estava do;rindo em 
lrrço explend1do. Agora 
q:e ele foi br!lante:ente 
tllCt·rr,1rlo j;°l iJ,'.,.:H JilmOS O 
Plano Gl de Pla. que 
vai dar um Chevet Zero 
Kiloret:o (o kqt da Be­ 
l ma prometicfa) 
6, A P.era Muni­ 
cip"I tem colaborL.'•J lCfu a 
liga 
R) Dertro de u. pos- 
1biidades a Prefeitura tem 
ajudado bacante. Como 
ex~mplo podemo, cit?r: Ze­ 
lndo~ •do Estác.io. Ajuda 
para excurõs e a promes­ 
sa do Sr. Prdeito de que 
fornecerá pessoal (darsta) 
para ajudar nas cbras do 
Ginásio. N:. ilumi::ac;ão do 
Estadic, Otàv10 Fontcura. já 
em and;,roen:o. a Prr:feitura 
fornecerá os po,trs e as ba­ 
ses para as luminrias. Te-. 
mes h-hsmenre Hcd:,do u­ 
mna ajia ef:càs e portu­ 
na do Executiv, 1 íurw1pal. 
7) Existem: outras aju­ 
das 'extraordinárias? 
R) s~m COI tu, com o 
,•po,o ,. -" prcv.Jv(-1 ajt.da 
{nafceira aur teremos do 
IJr. i30111iln F,lho. Presi­ 
dente da t'.:dar..;ao Mato­ 
grossensc de respcrts. a 
p1nipl judo cxtraor±na­ 
na que tenros rzcebide é a 
do Dcput do E,t rlu;i! Ru 
ben f:gveiró. e qual tem 
demonsrrado Cfpecial ;;ten­ 
ç;i.o pua os nos,;os pedidos 
.- o seu trabalho já começa 
a ofe1 ecer os primeiros fru­ 
tos, 
R- Bem. ,,qui 
e-ta uma puguntu, 
zm que para sua 
resposta devemos 
t ,•,pc:-,t-.r ó ética. A 
propri;, pergunt<> já 
e ma afirmação. 
:_., • incrédulo< t' 
i2aperant.' nãe 
acr••c!:ti1m nunco no 
b lho do seu sc­ 
rr•'l: nie e tr·U•to 
em.bcre scjcm eles 
com rert de ur:a 
parcela miro:tária. 
•· que nad, r.p~- • 
sentam tvram 
sim, sua presença 
marca 'a no desen­ 
olvimento o nos­ 
rn tr~balho. CJ,.s 
foram eutret.into. 
svn'antados e su­ 
rnidos pda V anta­ 
ue Frte de todos 
se componente: 
d,, Liga Esportiva 
Belavistense. A 
creditamcs que . 
presença de pes­ 
soas dotadas ele­ 
vado espirítc, de 
idea!15a,o e ação, 
5Uplantam total­ 
mente e ofuscam 
a presença dos 
pessimistas. Por is­ 
so nossas premo• 
çõe5 'nesta cam­ 
panha. têm alcan• 
çado sucesso total- 
5) Primeira pro­ 
vidência para tor­ 
nar rralidade a 
Campanha ... ? 
R) A pri- 
,meira de todas 
as promc,ções e pe­ 
la qual temos ui­ 
to c;,rinho. foi o 
8) E as próximas pro­ 
moções. ? 
R) Pr0sseguindo;; Cam­ 
panha. teremos '.agora o Gol 
de Placa (j~ dtaao). Esta­ 
mos micíando a Cac:p,mha 
do Esforço Conjunto. atra­ 
vés da qual o povo partici­ 
pa diretamente, efetuanào 
doaçõe.s d~ materiais. Pos­ 
tericrmPnte teremos a ven­ 
da das ..:.ade iras cativas 
além de outras promoções 
já boladas que serão dados 
a conhecer em epocas opor­ 
tunas. 
' 9) E os resultados ob­ 
tidos até o momento ... ? 
R) O resultado lrquido do 
Plano Gol de Letra foi de 
Cr$ 26.000,00· Pensando 
nas prõximas promoções te­ 
remos: Cadeira Cativa 
70.000.00 Gel de Placa 
(previsão} 18,000.00. 
101 As melhorias efetuõdas 
no E~tndro, fornra rom ver­ 
has da C amp.rnha? E){rn:­ 
p!o: llum!llaç.'io. 
R) Nao. A iluminação do 
Estadio Otávio Fontoura 
foi fm,1nci11di! pelo Banco 
lwú S/ A. e dar a Liaa 
uma receita mensal prevista 
(liquida) de 12 000.00. 
11) Mas... porque? 
R) Passareuios a dar 
espetáculos futebolisticos a 
noite. e autom,1ticamente tc­ 
rPmos mr,ioces posslbilid.idc 
no aumento das rendas. 
b3o já foi estudado e ob­ 
teren:os resulra:lo. 
12) E o custo das o­ 
bras? 
R) De conformidade 
cc111 e orçamento, levantado 
pelo Engenheiro Jarnn C. 
Gomes Junior o(contratado) 
o total do custo da obra 
importará em Cr$ 600.000,00 
( seiceotos mil cruzeiros) 
• 13] E o inicio das o- 
bras? 
R] S6!Il'!nte r,guarda- 
remos a cheg2da do Eng,n• 
heiro. para o inicio das o­ 
bras. poi~ acredi•amos que 
após esta medida a cam· 
panba será duplamrnte in· 
tensiíicada. A primeira roe· 
ta é o !'Serviço de cerrapla­ 
nage1J1 do luc;;I p2ra a cn· 
locação dos p;,redões. Tam· 
b.irn com 1oicto. terem<'S 
mais força par requer 
ajudas do M.E.C e octros 
orgãos. 
Ea sintese. o que prz­ 
tend,mos e esperamos con· 
seguir. e que Bda Vi~ta. 
cuja sede do Campeoaato 
Estadual .:Je Futebol de Sa· 
Ião de 1975. com todos n! 
seus jogos sendo disputados 
no Ginasio Coberto do Povo. 
Vitória Esmaga­ 
do·ra de <ieisel 
Duas horas -e meia depoi• 
de Iniciada a reUJ1lão do clégio 
eleitoral, realizada no pledrio 
da Càmara dos Deputado,, foi 
anuodada, a eleição do General 
Ernesto Ge.isel para a PrcsJdéll· 
ela da Republica para o próxi­ 
mo per!odo presidencial. O un• 
didata areDlsta recd>ev ioo d~ 
497 eleitores. O candidato cm•· 
debuta. Dq,utado UUsse• GÚ• 
marães, t!ve 76 votos. For 
ttgbtrados 21 absten,õca. A pc· 
nu seis eleitores ,não pudua• 
comparecr-r à stsaão, pctr =:aotiv
0 
de saúde. A mesa foi prcal4ida 
pelo Senador Paulo Torres < 
dela fl:eram pirle os se11a4orCS 
AnloDlo Carlos Konder. Adalb«· 
lo Sena. Rui Sai,tos. Aug._.ro 
Franco, Milton Cabras e Geral­ 
do Mesquita.