ROHTEIRA 
Redator - Chefa: lvaldo Pereira 
Ano: l!J 	Bola V!Gta 	Mt. 21/02 1.97"1 N. 94 
Jornal O Pantc 
noiro 
trave de seu D}ter. Re 
datot e fu tonar1os cum­ 
presenta "A TRIBUNA 
por mais uma vitória alcan­ 
ada. 
Prefeito Clovis Marcelino 
Oliveira presta Esclarecimento 
Calçamento 
Já foram adquiridas da 
firma MENEGO'fTl. for­ 
mas para bloquete e meio­ 
fio, mesa vibratória, beto­ 
neira e carrinho. Brevemen­ 
te iniciaremos a fabricação 
de bloqueies. tio logo es­ 
te)aa:.os em condições de 
trazer de Ponta Porã. pe­ 
dras britadas, paca fabrica­ 
ção das mesmas. Os má­ 
quinários acima citados, en­ 
contra-se na garagem da 
)) Pref,itura. 
Verba-Comissão Espe­ 
cial da Faixa de 
Fronteira 
Virtude de não dispormos 
de tal importância, procu­ 
ramos a SANEMAT. po­ 
rém inutilmente. pois a mnes­ 
ma não contava com En­ 
genheiro disponivel para 
tal finalidade. Recorremos 
ao Secretário de PlaneJa­ 
mento, prof. Sebastião A­ 
roldo Kastrup. que pronta­ 
mente nos atendeu. envian­ 
do um Engenheiro para fa­ 
zer O estudo e. consequen­ 
temente projeto. que nos foi 
entregue em Outubro do a­ 
no passado. Por tratra-se 
de uma obra de grande 
vulto, solicitamos a um Fn­ 
genheiro de Coriuba-PR 
para fazer o orçamento que 
estamos agt•ardando. quan­ 
do de seu regresso daque­ 
la cidade. 
de 
 
 
 
1 
 
As verbas de 1972 e 
197 3, da Comissão Espe­ 
cial da Faixa de Fronteira, 
não foram recebidas, por 
falta da pres12c;ão de con­ 
tas das recebidas anterior­ 
mente, o que já foi provi­ 
denciado Nesta Administra­ 
ção. A do corrente ano. jã 
remetemos a docu:nentac;ão 
exigida e. estamos aquar­ 
dando a lberação. Inical­ 
mente. solicitamos uma ver­ 
ba de Cr$ 430.000,00. se­ 
do Cr$ 200.000.00 para o 
Sananento (Rede d E­ 
gotos). Cr$ 150.000.00 pa­ 
ra a energia Elétrica e Cr$ 
80,000.00 para o S:tor de 
Estradas de Rodagem. Po­ 
rém. fomos informados que 
cada Unidade Administrati­ 
va do Estado. tem direito 
sómente à importância de 
Cr$ 150.000.00. que: esta­ 
mos pleiteando. 
Rede de Esgotos 
Centro Educacional 
A respeito do Centro 
Educacional, fomos informa• 
dos pelo EngenhP.iro Chefe 
de obras da Secretaria de 
Viação t Obras Pública!, 
que no período de fim de 
ano, aquela Secretaria não 
dispunha de pessoal técnico 
suficiente, devido as férias. 
para enviar a Bela Vista 
um Engenheiro encarregado 
de escolher o terreno, o que: 
estamos aguardando para 
breve. 
==== t=.J ===== 
"Neste ano, procurare­ 
mos dar inicio ás obras pri­ 
oritárias do- município e. tu• 
do faremos para concretizá· 
las" 
"Casinha Eeliz' 
Centro dé Orientaçãõ Escolar 
Cursos: pré-primário e sala de Afabetização 
Direção: Prof'. Maria Lameiro Pinheiro . 
Matriculas: :: partir do dia 18, das 6:00 às t 1 :00 hs. 
Rua: X V de Novembro n" 156 
?rfeitra isca#irará 
Abates Clandestinos 
,A Prefeitura Municipal 
Gomo tôdas as obras, é comunica aos Srs. Proprie:­ 
fcito, inicialmenk, o proje- tàrios de: açougues que:. a 
to. Assim sendo procuramos partir desta data, fica «Ex- 
~
, duas firmas, par.i execução pre:ssamente: Proibido» o 
do projeto de Esgoxo, ten- abate de: bovinos 'fora do 
do uma solicitado a impor- Matadouro Municipal. Tal 
, tància de 150.000,00 e a medida tem por finalidade 
outra Cr$ 200.000.00. Em evitar que sejam abatidos 
animais portadores de do­ 
enças. pois os mesmos no 
Matadouro, passarão por 
exame prévio, efetuado por 
veterinário competente. 
Clovis Marcelino de Oliveira 
Prefeito Municipal 
il lRIBUNfi 
E, cm grande alegria e emoção que 
saúdo à Tribuna da Fronteira, nesta data 
que: significa mais um marco de sua existen­ 
cia triunfal. como órgão sóbrio, disciplinado. 
sadio e porta-voz de uma região que. se ufa­ 
na de seus v,liosos serviços em favor do1 
que habitam no sudoeste do Estado. 
Parabéns à Tribuna e a 
sua valiosa equipe! 
Dr. Pedro José Palmiérí. 
/ 
"Clube 
BELA 
Convoca&ão 
li 
do Laço" 
VISTA 
O Patrão do Clube[março de 1974 na Séde do 
do Laço atendendo o que[Sindicato Rural. afim de 
determina o Art. 31 do eleger a nova Diretoria pa­ 
Estatuto do Clube. convocar! a o período de Março de 
os Senhores Associados! 1974 a Março de 1975. 
para uma Assembléia Ge- 
ral Ordinária. a realizar-se Olympio A. Cardinal 
as 08 horas do dia 2 de 
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Solicitame>s informar com 
urgência mesma via vg se 
foi liberado carne conforme 
alegações açougueiros noti­ 
cia jornal pt saudações. 
Clovi~ Marcelino de Oliveira 
P1efeito Municipé!l 
RESPOSTA 
Uraeote: í.lovis M3rclino 
Ülive;ra Prefeito Municipal 
Respusta V osso 
Teleg. mr. 18;71 vg. infcr­ 
manos negativamente pg. 
Galvão Gurvo Deleg. 
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Voz do Povo 
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BU .N l DA FfiOlJTEiRA 
Lute por melhores dias aumentando o 
seu Colégio eléitoral. Do eleitor depende o 
progresso de uma região. Homem não quali­ 
ficado como elertcr é homem esquecido. Va­ 
lorise-se valorizando a tua região. 
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É um Dever Moral de todos ci­ 
dadãos, denunciar às a u torida­ 
des civis ou militares qualquer 
marginalque, através dos T6i­ 
cos,. tente corromper nossa juven- ni e. 
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c1a menti. fala d: cxerc:- 
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-, n a 
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'J r± 07721 i! e 
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3° 
- 3 
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~ 
'( p : ; 1:1 '.{ti :9· l' 
t ih i @ ! + 
.• 1 lJ 
i) t. ! u o o Ll ú ..., 
.) 
T'f:uiiOS Iv.iales Matam D. Pe:::1:0 I. 
aos 26 An:Js. 
Ás 14 h 30 min de 
2-l de Setembro de i 8Ji, 
E.m Qu1:lus, P0rtugal, com 
36 ano~ 111completc,~. moeria 
O. Fedro I - primeiro im­ 
perador do Brasil "Cora­ 
ção e f,gado hip•rtrofiados. 
pulmão esquerdo digerido, 
friável. sem aparênda vesi­ 
cular qua5e todo, apenas 
pequena porção na parte 
superior era permeavel ao 
ar. Os rin5. cnde fora en_ 
SERRARIA CASTELO 
DE ANTONIO REMO PEN7O 
Compra de Ma­ 
dcira Rrut~ e 'end~ 
Ant, P.io Joii<• - Mt 
cio p1r, •) d,·~n,r-lv:r.t 
das faruldade de apreen' 
- i'-'ao h. r.:1.i,or 1:ifcltr. 
J,Hle, m1ior ú.-,,r.Jça. qu 
a tg::vranca. prnpelmen' 
quando atta coletuvida 
Mu.tos pode a 
muito, as quem sabera 
bastante? (MI 
Se os ~;ib;o, d .. outr,­ 
etas ressuscitassem, tcar1at 
p,Hm0~ ,rntP a propri,, w 
norc:1nc1c.!. 
Combater a ignoranci, 
i: t,ah.ilh;ir para o progres 
~o e para a felicidade J; 
coletuvrdade. 
- O e.•tupido é 1gnorJn• 
A cctupide;: é produto 
da ignerencia, de f .!ta de 
cJ;,;,:,.ç,H .. d pr.nc1p10~. i 
etu1d.z nãu c i::ata, mas 
d. !-1..·r..vD!v~-s- p1 ogn.:.1vc.1- 
r:ente se nao a dbe:amos 
COI: én:nnto. 
- C:: mo doença do <:-· 
p1rito. " .:,:up;J
0
: pock ror­ 
nar-~i:: crônica P <...nulc:r 
quasquer possrb.hdudes oe 
fr·!iciaadt'. '.'e n:!o trdC.H.Íd a 
::rp0. 
centrado um cálculo, incon­ 
sistentes. esbranquecidos. O 
baço amolecido. d desfa:.er 
se todo"-. dizia o laudo 
cadavérico. em citação trans• 
crita pelo historiador Otávio 
Tar4uínio de Souza em seu 
livro A vida de D. Pedro, 
história do-s proclamadores 
da República. 
SOFRIMENTO 
"Depois de longos e cruêis 
sofrir:rentos. morn,u como 
um s2nto mártir e filósofo 
cristão. e jamais houve uma 
mc-rtt> tâo tranquila". disse 
D. Amélia, suá mulher, em 
carta a D. Pedro II e irmãs. 
acrc~centando, "No seu lei­ 
to de mc-rre. aind;. vos ;.­ 
be.nço,wa." Assi5tiu o dr. 
João Fernandes Tavares. 
mé<l,co bra.,il .. ,_ro. que che­ 
gou a admitir a recupera­ 
ção do icnpaador num es­ 
t,gio ée sua doecça e de­ 
pois foi aci,s.ado de t'nve­ 
n=:. n.=!-Jo 'por ordem da ra­ 
çr.::ir:1, h:-ti~!!.::i:-.1··. s:- ,ur:­ 
co c hstz.aor. 
D;- •-a.uo de Sou 
""" q·_;.! .... f.2$a:- dJ .. ~.e.~ ,1.·,-.· .... 
que D Pedro se:e tive­ 
a. sue i:.f3:4 e >u» da 
izscr.ia for: ma rzadas 
ft.J. ·4: :na.te!. -e. fia. 
~on-tm·1C1 :'1:=-pzo­ 
xima· páqü_o. 
j

a,4;t47ggg712,747ppg44 , 'usa7a$ s s r005?s 
:211/f%217%1%312%23t1%f«177 4.• 	·s 
. !.e.m.at. Lemat. Lemat. Lemat. Lemat. 
o 
premiado ia Lemal em Bela Vista. foi o 
Tebicherane, ganlnu 40.000,00. (primeiro 
primeiro 
. 1 Sr. Soliman 
l rêrnio. 
'Depois... O Sr. V,bario Bo:rbonc, foi con
1
empla­ 
l o com 5.000,00 (o s· prêmio). 
O próidmo ganhador pode ser .. Voce .. Conpx:e 
> .fülhete da LElViA T (Loteria do Estadc, de lVlcz­ 
l _o Grosso) A NOSSA. LOTERIA. 
{'a «s Blistes da !emat vocs ão perde I:zz... 
Lemat orce proporciona fszolas, iras issistecia. 
•/ om spenas 30,00 {Bilhete mteiro) voe sot 
• ) . , a~ S . , 
l nrn me~uior. ornrn . 
' 1FMT 
Continuação da 
~ 
3 s cri<es ~ pile pti formes 
n mrlé,t1a da~ areias 
!Í oliti,1sc). de que se -!uei- 
1 dei de o Bt.:s1l. G_ordo 
l Pons . .-m 1832. nao se 
1 
xav,1 de doença. No 
'o, entre 32 e 33. sua 
l
.le eia bo:. 
Alberto Pinte! pó: 
l 
.do, se as noticia$ de 
, •?edro erom axatas ou 
,as para tranquilzar SUiJ, 
1 ili:J. po,quJ durante o 
o e!,· Pc..rto CJ:i~ de 
.vez estivera com febre. 
tracão. dor no h,pocõn· 
• diruto e sentira cen­ 
s, dispnéia e estreme­ 
s ao acordar. T dmbzm 
_::na nos pés. 
Doont•a l.¼oi::.mo 
Em 7 de abril de 34. 
carta a HU f1iho. D. 
Ciro admit:a pela pr::nl'ira 
} a sua doença mas se 
,;ª "um pouco mo::lhor" 
"l os cuidados do dr. 
,ares. "Em verdade não 
hon,r!a mais, a não se.r 
boletins medicos redigi- 
(Tribuna Hitórica) 
dos visando a conveniências 
poticas', comenta Tarqu1mo 
de Sousa. E acrtsce:ita: ·'D 
Pedro não se preservará 
jamais durõnte. os dias ·erri 
veb do Pon;c. lutando não 
apena, como rege11te. chefe 
011 9encral, mas como sim­ 
ples cidadão e soldado. Não 
se pouparia depois. jà que 
a defesa da causa dá filha 
e da carta constitucional lhe 
exigia o último sopro de vi­ 
d.s. 
hidrotcrápico. com mges1ão 
de água, e banhos nas ter­ 
ma~. até 21 clt agaste, quan­ 
do piorou. 
ATÉ A MORTE 
A doença progredia. 
Com " fraqu~za. tubcrcuh­ 
se. Viagens. pa,sr,os a ca­ 
,,alo, ~anho.'.' tcrrnõh$. cáu, 
ticos. tudo contnbuid pdra 
apres~<'r o fim de d. Pedro. 
Dr. 'avares expede bolitia. 
Preferindo o palácio de falando de 'reconhecdias 
Quelu:: ao da Ajud e ao melhunas''. e " 7 de etmn­ 
das Necessidades, D. Pedro. bro na GAZETA OFIC !­ 
enfraquecido. dava aud1ên- AL; confirmav:i para breve 
eia a número l,initado de a sua convnle~cença. Os 
plssc,;,s. uma recepção. to- historiadores até hje não 
dos lhe notaram os olhos entenderam o otimismo do 
fuudos. nariz afilado. to~se médicc-. Piorando sempre. 
cava e faces cor,de-rnarfim D. Pedro voltou a Queluz, 
''na formosa barba n~gra de: a 10; para ali esperar a 
beduíno". Í.om dificuldade, :norte. 
subi.: as escadas do palácio Aumentava a dispnéia. 
" Lívido. oftcgante, mais pa- O,a 2-½. antevendo a morte. 
rece um defunto", disse ai- pediu a O. Amélia que o 
guém. _ 	seu coração fosse oferecido 
Assistido pelo dr. Tavares, ao Porto. Abe!lçoou os fi. 
d. Pedro iniciou tratamento lhos e morreu. 
Transcrito do "PULSO" 
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Escrituras • Ptocuraçu;:s - Registres de lm6vei..._ - Prok-:;: .... 
l•! ... Titulo e Oocurce!"lto;. 
BELA VISTE. - FONE234 -- .IV:.ATO GROSSO 
Aülll 
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(Oficina do Luiz) 
Teruó Higa 
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Vst. Fevereiro d» I@74 
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Em resa lona!s­ 
tia frilun: da 
Fronteira 
CGC-MF 03202105 001 
Jornêl Tribuna da 
Fronteira 
(Fundador: Ivaldo Pereira) 
(Registrado no Cartorio 
de Titulos e Documentos 
N' !066) 
EXPEDIENTE 
Diretora: Ma:i Estela Ve­ 
lasquez Pereira. 
Redator chefe: Laldo Pereira 
Colbaloes: Dverso» 
Reda·o e Adnii:tração 
Rua B:uso d. V!'.o s n 
Bel Vi - lo Goss 
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Toias as publica io a­ 
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Avisas. Seccçõzs livres. A pe 
dido. Comunicados. etc serão 
pagos a.'iantad.mente. 
• A Diretoria n:io s~ 
rcspons:ibili:a por co:iccito~ 
emet1dos em artigos assi­ 
nados"' 
,. ·l -, .( I t 
Voe~ n:io pod<: contunaar trahalh.ndo o no 
:1111Jga111cnte. 
A sua bvour,1 não deve ficar par ada no tipo. 
Ela precisa de uma revolução. 
A Linha 73 da Valmet está ai, juta4+n1e 
para isso. Ela vai colocar nas 
suas mãos os tratores mais avançados do mundo. 
Venha até aqui. Vamos acertar 
, 1 .. 1 
E spi r i t i s m o 
HEMIR GOSCH 
l 
,J 
Muitas vezes. lendo um 
livro ou u.v,:-:ta. ~ncontra­ 
mos afirmat,vas que jamais 
deveriam ser postas em le­ 
tra de forma. po.;tos que, dO 
mvés de orien:ar~m. desori­ 
entam e ao contraro de in­ 
formarem. de,in[ormam. As- 
sim. por exe::i:.plo, • certo au­ 
tores que comentam em tor­ 
no da alma dão-na como 
um orgam<mo crrndu no e­ 
xa:o r:rnmtento • la conceição 
Ja prole. negando-lhe a pré· 
existência, ou seja. que te­ 
nha vida muitissimo antes 
de no agrado ventre mater­ 
no ser eh,borado um corpo. 
este caso parece que coa.­ 
petira ao pai ou à mãe fu. 
turos organizarem a parte 
racional e inteligente que 
hebitará no novo nené que 
st:rà lançado ao mundo, na 
condição de homem cu 
mulhe:. 
Igualmente incrível é 
que. nesta altura dos acon­ 
tecimeu:os, quando o Espi­ 
ritismo mo,trou e demons­ 
trou o singular e apaixonan• 
te fe11õmeno da palingenésia 
queira-se negar o retorno da 
alma a uUI novo corpo. sob 
alegação de que cada urna 
, tão somente pode pertencer 
ao cnmitivo e nunca. jamais, 
a um segundo. ou a um ter­ 
ceiro ou a tantos quantos 
Deus. na sua sabedoria, en­ 
tender de enviar à Terra. 
Também causa espéde 
a possibilidade que se a­ 
venta. e que muitÕs defen- 
dem, de que a alma que 
pertenceu a ur.; sálJ10, que 
por exemplo. possa apresen­ 
tar cond•ções '.le vir. pos­ 
terioraente. a renascer no 
corpo de um animal ou no 
cerne de uma árvore. 
São teorias vencidas e 
ultrapassadas. 
A alma executa um 
vai-e-vem indefinido. tanto 
habitando hoje est.? planeta 
como amanhã o espaço que 
o rodeia. 
1
ós. na condição 
de vivos, temos uma cente­ 
lha divina. que é o espirita. 
sopro eterno gerado por 
Dus. Dissolve-se a maté­ 
ria. retornando ao pó. porém 
a alma continua tão viva 
como antes, pois é a força· 
maior e que não depende 
lVlATADOÜRO 
de vaso material para so­ 
brexistir. 
Inaceitável e inadimis­ 
sivel sertrt conceber que a 
ressurreiçã~ da carne occr­ 
resse. isto é, que um corpo. 
depois de fulminado pela 
inxorabihdade da morte. 
possuísse condições de read­ 
quirir a antiga viabilidade e 
outra vez receber o espírito 
que o informou durante to­ 
da uma existência. 
A reencarn~ção. pois 
tal como a Jefendem os e.•• 
piritas. continua sendo a ú­ 
nica lei revestida de sabe• 
doria e seriedade, e perma­ 
nece como um desafio a to­ 
dos quantos pretendem con­ 
testá-la. posto que se alicer­ 
çou em argumentos sábios 
irretorquíveis. 
Mantenha a sua ci­ 
dade limpa assim .. vo­ 
cê estará_colaborando 
com o desenvoivimen 
to da mesma 
LEIA E ASSINE 
O JORNAL 
«Tibuna cía Fonteira» 
Venda seu pro­ 
duto anunciando 
neste jornal 
.. A Casa de Carne • abate todos os dias 
·•SERVIR PAR, CRESCER"' 
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"UMA ORGANIZAÇÃO LIEL JACQUES" 
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Posto Totola, o Anaigo dos Mcto:istas. 
-BR • 267 • Aquldauana a M•ucaju (Enttoocamento) 
DE FERRAZ E ROSA 
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/no: Ili 
Bela Vista 
Mt. 
2/02/1074 :-l'. 94 1 
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1 $ 1a r 
Mucio do Gostro 
consolidar a harmenia no 
seio d,,s popul.:1ções. princi· 
palmente entre aquelas que 
se apresentam em formação. 
Porque. jornalismo não po­ 
de se consumar pura e ex• 
clusivamente em tinta, pa• 
pel. máquinas. rotdtivas, 
impressores e linotipos. Ele 
deve estar impregnado do 
espírito da Justiça e da 
Verdade. confiando se o 
cumprimento da missão a 
homens que além de bem 
interpretar o sentir hu:1anu, 
devem ser superiores em 
Geisel Me.nifesta Acentua­ 
da Preferência Pela e .. 
lhoria da Agricultura 
BRASILEIRA 
Agro-Sul Ltda. 
Apresenta: 
Brasinha 
·' 
) 
n 
Mzrecem realce todas 
as publicações bem inten­ 
cionadas, que cultuam o 
Direito e a Justiça:; que se 
empenham na preservação 
da Civilização e da Liber­ 
dade, como tribuna lavre do 
Pensamento. cissemioando 
ensinamentos, figurando co­ 
mo fonte, ,mortais da for­ 
mação dos povos. que con· 
solidaram sue cultura e for­ 
maram a propria conscien­ 
cia. Como uma instituição 
perfeita, o Jornalismo. des- 
de as mais distantes êpocas, 
contou com tminrnte:~ figu- 
1as, porque ela brotou do 
sacrifit10 e <la intuição qe 
nial dos povos livres, enquan- 
to suas origen~ ?Crduram 
na ressonância dns màximos 
cometimentos. No Brasil na 
luta pela l11clependência. õ· 
través da imprensa se pro­ 
jetou a personalidade do 
próprio Patriarca do J 0rna­ 
lismo. a austera figura de 
Hipolito da Costa. N» Re. 
qencia tumultuaria, encontra 
roos o propiciar do genio 
de Evaristo da Verga. o 
apostolar. Entre os lampe­ 
jos revolucionários hbrais 
de Pernambuco. ha o flores­ 
cimento da inspiração divina 
de Frei Caneca. No Ma­ 
ranhão. reg,str?mo5 João 
Francisco de Lisboa. No 
~êculo 1 • situamos Torres 
Homem Parcira Ar;:.újo e 
Francisco Octavio Torrrs; 
José do P .. trocmio e Gama, 
nas batalhas pela imprensa 
fulgiram com suas ideias na 
propagação da Abolição; 
Q111ntmo Bucayuva lutando 
pela Republica, que foi so­ 
nho e verbo. vida e letra 
::ie forma. 
Praticando Jornalismo 
contamos com Ruy Barbo­ 
sa e tantos out.ros, como 
Paulo Barreto. Humberto 
de Campos. Ferreira Mene­ 
zes. João Ribeiro e Blac. 
busquemos .a face prepara­ 
tona e educatlvd do Jornal. 
com.o veículo responsavel 
no meio social. imprensa 
está confiada uma tarefa i­ 
mensa na base da sot.ieda• 
de organizada. Podemos 
afirmar, que ao jornal cabe 
SI 
' 
g 
Tudo indica que o ge- E possivel que esta al- 
neral Ernesto Geisel. que tura dos acontecimentos j3 
assume a presidencia da exista algo sobre o proble­ 
Republica no dia '5 de ma da agricultura nacional 
março proximo, dara epe- que muitos acreditam não 
cal prioridade aos proble- deve continuar a ser a f­ 
mas da Agricultura Nacio- lha quase desprezada de 
nal. tendo eru vista que é uma grande famil:a de fel. 
nela onde repousa toda a zardos. O general Gthtl 
força do abastecimento ali- tem experiencia bastante pa­ 
mentar do Pais. Sem uma ra separar o joio elo trigo. 
agricultura forte e operosa, e asim conceder prorda. 
não podera haver equ,hbrío des aos trabalhos de c;iropo 
no fornecimento dos gene- elevando a produção t a 
ros de primeira necessidade. produtividade: sem o que ai 
que são todos quanto~ cnn• disponibilidades pura a ex­ 
correm para o ind1ce pro• portação serão sempre pre- 
térco da dieta nacional. cárias. 
O atual candidato ao Há produtos tr.::dicio- 
Palacio do Planalto, em nais como o café. o cac2u. 
suas viagens de observações o blgodão, o açucar, madei­ 
e estudos ao Norte, ao Nor- ras e ourros que sofrem 
Je:ste, a São Paulo e a ou- c0mpet1ção e lutam com di­ 
tras regiões do Pars, já fr- ficuldades de mercado. 
nou o principio de que- só soja burge como salvaçáe 
com boa alimentação o po· da lavoura, como os E5ta• 
vo brasileiro podera sair dos Unidos e a China con· 
da rnbnutrição e enere- tinental. 
dar pelo caminho da mais 
ampla aptdão a tardas ar­ 
duas e que rcquHem não 
apenas torça fisica. mas so­ 
brtctudo força mental e mo­ 
ral, sem c que tudo sera 
mais dificl, senão impessi 
vel. 
A Agricu:rura. bl'm o• 
rientada o melhor dirigida, 
bem planejada e melhor e­ 
xecutada, pode constituir-se 
no pelo positivo das metas 
tando e sofrendo decepções, 
tenham forças maiores sui­ 
cientes para consolidar um 
mundo mais humano. qiais 
compreensivo, mais ccnstru­ 
tivo. 
O Jornal e sua educa• 
tiva. se apresenta como um 
tema de larga amplitude e 
de magna significação. 
É assunto para diser­ 
tar vastamente. que não po· 
demos_ sintetizar em poucas 
linhas. feita ao correr da 
máquina. 
Ao jornalista jamais se­ 
rá licito mergulhar no virus 
da vaidade. da prepotência 
ou da impiedade para com 
aqueles que o lêem. o 
ho::nem de imprensa cabe 
ser um integrante de um to­ 
do da comunidade. lutando 
ombro a ombro, auscutando 
seus sentimentos, seus direi• 
tos e suas necessidades - 
para, assim. salvaguardar a 
própria dignidade de uma 
população. 
As modernas Ekco!as 
de Jornalismos terãc.. certa­ 
mente, que inaugurar uma 
nova era para o periodismo 
brasileiro. Terão que for­ 
mar equipes de homens que 
saberit olhar por um prisma 
mais elevado os problemas 
serias. que envolvem a hu­ 
manidade. 
E. neste aspecto. situa- 
mos a preparação de pro­ 
fissionais de um quilate a­ 
vantajando. aptos a_ bem 
servir o povo. colaborando 
dignamente com os poderes . • Super animado o Baile dia 15 p.p. ro CEB. 
constituidos. para educar. Ass,m como o show dia 16 p.p. do popular Luts Amê• 
para ensinar. para orientar rico. também no CEB. 
melhor ate <onda=ir ao on- -ã js 1I	M, G.5 S75. Ea- 
to magno das grandes reso- valdo - Dora: Vera Lucia Ramos: Ricardo Rosa Pau· 
luções salutares. lo Pinheiro. Jorge - Leala: Jusa, Cristiane, Teima•. J.rae, 
Jornalismo educativo. na Argcu. Miroa, Dr. Murano e Sra. 
sua verdadeira prática. re- ' . • ~gro-Sul Ltda. tem para pronta entrega: Má· 
quec o apoio das classes o- ~~mas. m5eoticidas, adubos, vacinas: enfim tudo que 
ganizadas, das demais pro- __ ,z respeito a Lavoura e Pe:cuaria. Agro-Sul Ltda es- 
fissões liberais, a quem ca ta situada a Rua Visconde de Taunay - 330 Guia Le: 
be: também. a obrigação de pes da Laguna. 
bem educar o publico. kjig,,,,,,- .,, ..,. 
. 0 casa ivaldo e Selma.:parabe:ns pelo Das• 
Entrosando-se num en- cimento d? lindo garotão que recebeu O nome de Ale· 
tendimento perfeito. Jrna- xandre Cesar. 
liso e demais profíssoes.= ca,Gal 7a a. P	esa ã » 	·G 7, 	i6 
atravês do Jornal poderão simo Tcdo d b. 	esta anirnad1s• 
. • 	• mun o atando prá qu - 
realizar uma obra incomen- ' Já cculandc ,, IDra. 	{7 
suravel. 	moca: Hee M., _95·os meios sociais a menino 
; "l ara o oy ... 
seus atos, impessoars no e­ 
xérnto da t2refa, cultores 
do Direito e das Liberda­ 
des. A par da técnica mo­ 
derna. no !'entido própria­ 
mente tecnico e inform;itivo, 
o jornal deve. acima 
de tudo. preservar a 
dignidade d os concida- 
dãos que integram urna co­ 
letividade. Principalmente os 
jovens. cujas conciências es­ 
tão se formando. a par de 
seu caracter, devem o ho­ 
me de imprensa olhar com 
interesse, concorrendo dire­ 
tamente para que surja uma 
mocidade de moral elevada 
útil aos seus, a Pátria e ã 
humanidade. Educar através 
do jornal. impcrta ainda. ao 
homen de imprensa. saber 
selecionar a materia. sepa­ 
rando o original con:;trutivo. 
da informação tendenciosa. 
imoral. absorvida por pai­ 
xões e choques pessoais ou 
interesses excusas. Numero­ 
sas escolas de jornalista têm 
surgido e existe, em pleno 
funcionamento. Escolas Su­ 
periores. preparando os fu­ 
turos homens de imprensa. 
A estes. os mestres terão que 
ensinar o princípio funda­ 
mental do jornalismo. que 
antes de mais nada. deve 
ser um periodismo sem má­ 
cula. que constitua um espe­ 
lho fiel da Moralidade em 
todos os seus peritos. A 
questão é complexa. porque, 
aos mestres do jornalismo. 
em nossos que saibam digni­ 
ficar grande missão de pre­ 
·parar profissionais que sai­ 
ba dinificar seus pares; a 
profissionais que, embora lu- 
. 	. 	1 
CASA AGRO-VETERINÁRIA 
Produtos Veterinários. e Agricola 
Rua Antomo Maria Coelho, 260 Trtefooe: 92 
Mas, ao que tudo in­ 
dica, o novo presidente quer 
solucionar o problema do 
abastecimento e para isso 
dl'verá contar com uma A­ 
gricultura dioiim1cõ, opero­ 
za e frme. capaz de corres­ 
pender ao chamamento das 
necê•sidades do cardapio do 
homem comum brasileiro. 
aquele que oão come caviar, 
mas feijão, arroz, fonnha e 
governamenta,s. que poucos car11~ seca. 
coohece-m e são até aqui Se isso acontecer. o 
guardadas sete chaves. general Geisel terá dado 
como co;,vem ao • novo est1, grande pa~so na consaoca· 
lo de governo que se vai ção dos pósteros. (Trans­ 
inaugurar no ano· que vem. crito de "Frente Rural"). 
Orgulhosamente 
na Escuta 
BELA VISTA 
Vacinas contra todos os tipos de doenças 
MATO GROSSO 
para Bovinos Equineos. Suincs. Ovinos 
Voce que é pecu • b • h d ansta ou tta alha com a lavc:i• 
" {9ç3} em Guia toes ao dere de visar A 
gro- • u t a. • . a .pedida do Ano ... 
Nossos parabéns a· Li L 
Leny Queir d Se Iovem icenc1ada em Física, 
eiroz te ou7a. residi tv B 
Ih - • 
1 en e em aurú Augura- 
mos- e sucessos em sua nova prof' - • 
Curtindo vela e· . issao ••• 
quel e Mao1. " -ity os jovens paraguaios: 
• Casais da Semana: Ed,no e "'•l1·s, 
• Jorge e Cristiane 	e 
Mi- 
Fernando 
" Elegante da Semana· A 
M. Salanere. Alceu Ter Antonio Pinheiro. Odila 
Peara [Prt.>to]. Célia Melo. • Fáti.ma Meça, Ronaldo