Ano: I!I 	Bela Viota 	17/J 1.97'! 
DIRETORIA 
Patrão (Presidente) 
Capataz 
Sota-Capntaz 
Fiscal Campeiro 
Secretàrio 
Tesoureiro 
Orador 
CONSELHO 
• José Loureiro 
- Zoé Loureiro Pinheiro 
- Luiz Gonzaga de Araujo 
Edson Guilherme Bianchl 
Dr. Sidney M. Mascarenhas 
- AAvaro M. Mascarenhas 
- Kesio L. Pinheiro 
FISCAL 
Wolke Fernades Monteiro 
João Monteiro Mascarenhas 
Bastião A. Ferreira Leites 
Olympio do A. Cardinal 
Celso Mercedes G. Baita 
DE.PARTAM EN TO D E ESPORTE 
Diretor 	Tales Monteiro Mascarenhas 
COMlSSÃO DE JULGAMENTO 
Wolke Fernendes Monteiro 
Amaury Monteiro Mascarenhas 
Mandato no período Março de 1964 a Março de 
1975. 
Rua Augusto Mascarenhas 642 
Fone: 15- 75 
Aquidauano. 
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A Prefei?ura de: nos· 
sa cidade, poderá dar inicio 
as obras prioritárias do 
município. dependendo dos 
;:;ontatos. entre o Prefeito 
Municipal e [o Engenheiro 
Jasom Gomes jr. O citado 
t:ngenheiro, possue o Proje• 
to ,'Ua Urbanização da 
"Prince=, do Apa". assim 
Mt. 	N. 97 
como. estudos economicos 
visando a arrecndação das 
verbas necessàrías. O povo 
belavistense. mais uma vc:: 
sera chemado a particular 
ativamente:. num enpreendi­ 
mento iem :que ele se.ra o 
maior beneficiado :Rede de 
Esgoto e Pavimentação de 
nossas ruas. 
Passagem de 
Regimernto 
Comando no 
de Cavalaria 
Dia 12 p.p.. deu-!c a 
paszagem de comando no 
J O'. RC. As solenidades 
fora:n inicinda~ 'a, 9 borc:S, 
c:om a apresl!ntação de tro• 
pa. leituras dos atos de exo­ 
neração e nomeação, leitu­ 
ra do boletim da passagem 
cio Comando e apresenta• 
ção da tropa a ma,or nuto• 
ridade. pós 'a ceriaomta 
da passagem de Comando, 
houve desfile pela cidade. 
Os of1clals do to•. RC. fo. 
ram apresentadas ao novo 
Cmte. e 11s !Olenidadts do 
dia, foram, 'encerradas com 
um ;,)moço nõ Grcmio Pe• 
dro Rufino. oferecido ao 
Exmo. Sr. General Coman­ 
dante da 4. DC, oficiais 
do Ref1lmmto e Autorida­ 
des .:::,vis. Presente no al­ 
moço: General Cmtc da 4. 
D C. Cel. Crnte do 1 i •. 
R C (Ponta Porã), Cel 
Cmte do 17'. R C(Amam­ 
bai). Gel do 9º. G.CAN(aio­ 
aque). Prefeito de Carac-ol, 
Presidente da Camara dos 
Vereadores (Fior: Murano 
e Sra!, Delegado de Poli- 
Sessão ordiaaria <ln 
Câmara Municipal de Bela 
Vasta em 01/03/71. 
Sessão iniciada as 19, 
3C horas com a presença 
de todos os Verecdorcs, 
presididos pelo Dr. Fiori 
Murano. 
Expediente: Rcccbem0s 
Of. do Sr. Prefeito Muni• 
cipal n'. 58/74-scc. adm. 
de 28/2/74 atendendo re­ 
querimento 'h". 03 de auto­ 
ria do Vereador Carlos 
Centurião de 18/02/74 que 
solicita fotocopias das de­ 
clarações de lbens aos Sen­ 
hores Dirceu dt: Moraes e 
Albertino Rodr!gues Ru;so. 
n:,;pcctivamente Secrctârio 
Admm,strativo da Prefeitu­ 
ra e Secretário da Fazenda. 
Of. do Sr. êPrefcito Muni• 
cipal n'. 51174-Scc. de 27/ 
02/74 comunic11ndo que foi 
cia de Bela 'Vista (lvam 
Costa Marques e Sra) 
Grrente do Banco do l:lrn­ 
sil (Moacir Baioni e Sra). 
Cel. José Cancelo .Sauti.:igo 
Coletor Estadual de Bela 
Vista, rigente dá Receta 
Federal. Pdre Brandão. 
V t'rêador,·s José Slmplic10 
da Costa Marques, Oval­ 
do Turinl, C:arlos Ccn:uríáo. 
Afonso Odilon Nunes Leite 
Consul do Paraguaí Eduar­ 
do Ocariz, e o Prefeito de 
Bela Vista, ,O novo coman­ 
dante. provenientt da Au.an 
(Academia M,titar óe: Âg1.­ 
lhas Negras) é o Ten. Cel. 
Ricardo Luiz Burno Gui­ 
marães Cel. Antonio José 
do Carmo Ramos. foi trans· 
fa1do para Brasília (DMOV} 
Será inaugurado 
O Posto de Saúde de 
Jardim. comtruido graças 
ao ideal do Governador Jo­ 
~é l-ragelli. em dotar cada 
ruunicpio de uma unidade 
samtana. ser inaugurado 
din 14 de maio, data em qu 
Ginásio 
be 
Posto de 
sancionada Lcí n'. 619 de 
06/02 74 que concede pen 
são a viuva do funcionário 
municipal Pa,c.:>alino ~-loll,­ 
ní. 
Ordem do Dia - Re­ 
jrit2do por 4 a 3 o proj!lo 
de Lei n' 01/74 de 04/02/ 
74 qu'! dispôe sobre a 
doação de móveis .. o 18'. 
iretran. 
Vereador Carlos Cen• 
turaão :solicitou averiguação 
nas irregularidades decor­ 
rentes do não cumprimento 
do que reza o artigo n'. 
33 $ 3'. das Leis Organi­ 
cas dos Municipios (Art. 
33 3:0 Secretario Mu­ 
nicipal. 110 ato r,da posse e 
no té.rmino do exercícios 
do cargo. fará declaração 
pública de seus bens. nas 
mesmas ·co11dições e para 
co­ 
Bc1 o 
Vista 
E«ta na cidade. o en­ 
qerhus Jasen d: Cara­ 
lbo Cor::c Jr. ,,urur d0 
Projeto do Ciso de E«. 
portes e Bela V«tos. O 
engenheiro, reventemwnte 
chegado de Cu«tuba. atra­ 
ou sua vida para nossa 
idade, devido a problema 
particulares que xqiam o­ 
luçóes definitivas, Esta bus­ 
tante rnttH1.i, mndo (cuu:o 
todos nós) com a obra e 
espera iniciar brevemente e, 
erviço de terraplanagem. 
Entregou ao presidene da 
Liga Esportiva Belavistense. 
José Glaucr Flores, a plan­ 
ta, calculos e estruturações. 
agardando apenas a v.ltna 
do Presidente da L!gn' que 
foi à Campo Grande na 
reunião da F.M F' para co­ 
meçar os trabalhos. hgora. 
dependtrà de povo da 
promessa do Govero Es­ 
tadual, para nosso Ginasio 
tornar-se realidade. dian­ 
!amos d0R nosf0S leítorrs 
que a initiativa de Clrlucyr 
flores. vem ruerecendo a­ 
plausos cm todo o Estado. 
e a VJIÓrJa da Ação ... 
Saúde de Jardim 
se comemora o aniversário 
da cidade. O Potto, rrce• 
berá o nome de ·Dr. Ge­ 
nrroso A. Correa," em ho­ 
menagem ao s11u:loso médi· 
co, que tanto fez por Jur­ 
di:n. 
os mesmcx fins estabeleci­ 
dos pari. os Prefeitr.s.}. 
Vereado: Jose Glaucy 
Flores rnl,citou urgente res­ 
tau,aç.ão das ruas da cida• 
de no que: st: refere ao seu 
patrolamento. visando me­ 
ihor apresentação aos visi­ 
taates. 
Vereador Carlos Cr­ 
turião solicitou urgentes re 
paros e limpe=a na pista 
do Aeroporto local pois 
nas condições em que se 
encontra não oferêce segu­ 
ra utilização. 
A sessão do dia 
1 J /03/H (segunda feira) 
não foi realizado por falta 
de "quorum". Comparece­ 
ram somente os Vereado­ 
res Carlos {Centurião. Jose 
Sia:plicio da Cena Maraues 
e Osvaldo Turini. • • 
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Das duas gerações 
adultas nascidas no corrente 
século ... extraimos o estudo 
de um comporwmento socfo­ 
ecnómico que se nos afigura 
de sumJ g;avidadt: parn o 
futurn da lRSlituição familiar 
e, por consequência, para 
a constancia das comunida­ 
des sociais em que se alicer­ 
ça a grandeza das nações. 
Observando as transforma­ 
ções 5uscltad;,s i;; lo maior 
conhecimento da ciência e 
da tecuca, nas quais procu­ 
ravamos os meios de con­ 
seguir um progresso mais 
ordenado. .:qu1tat1vo e hu­ 
mano,, tropeçamos em dois 
flagelos que abalaram o mun­ 
do; a prime1rá Grande: Guer• 
ra- 1911-1918; e a segunda 
conflagração- 1939-1945. 
Estes dois horrorosos emba­ 
tes resultaram da desmesura­ 
da ambição de um povo. 
reconhecidamente valoroso. 
mas, que se deixou nganar, 
ambas ·as vezes, por lide­ 
ranças falsas que, confiado 
demaziado na grande supe­ 
riorida:ie das armas de que 
dispunham, terminaram por 
arrastar o mundo a dois 
terriveis morticinios, e a 
gr;,nde nação a duas humi­ 
lhautes derrotas. 
Êntre a primeira e a 
segunda "Grandes Guerras" 
a humanidade sofr.:u abis­ 
sais comoções poht1cas que 
abalaram os fundamentos 
institucionais daquelas comu­ 
nidades no munao inteiro, 
do que se ressentiram to­ 
dos os povos e, muito es­ 
pecialaente, as juventudes 
que se preparavam para as­ 
sumir as grandes responsabi­ 
lidiides de manter a paz. 
assegurar a ordem e garan­ 
tir o livre direito de comu­ 
nicação entre todos os ci­ 
dadãos, independente de 
sua nacionalidade, raça, 
credo ou matriz pohtico. E 
a nossa geração que conta 
exatamente. o tempo do sé­ 
culo pres<ente, foi testemun­ 
ha de5se período tumultuo• 
so que eclodiu com o at,n­ 
tado de Sa.ajevo. na Sér­ 
via, a 28 de Junho de 
1974, no qual foram assas­ 
sinado o príncipe herdeiro 
do Iperio astro-Hungaro 
e ua epcsa, e só cedeu 
um pouco, dtpols que o 
mundo teve conhecírnento 
dns horrores : atõmico de 
Hrcshima e Nagasaki, no 
J pão. em gosto de 1915. 
Foram, portanto, mais de 
trinta anos de uma espan­ 
tosa hcrgia de sangue em 
que não puderam ser res­ 
guardadas as sacrossantas 
imunidades humanas por 
lodos devidas as crianças, 
aos inocentes, aos Incapa 
citados. aos enfermos, aos 
feridos e aos prisioneiros. 
As conveçfüs de guer­ 
ra que eram o último refu­ 
gio do vencido, foram der­ 
rancadas pzlo ódio, pelo fa­ 
natlsmo e pelo mêdo, de 
forma que os povos, uns 
mais e outros menos, todos 
pagaram um imenso tributo 
a msesatez dos i::;ais bárba­ 
ros e cruéis. Esta realida­ 
des encheu de tal forma o 
mundo de terror, que não 
permitiu a indispensável res• 
tauração da normalidade 
das instituições em que se 
fundámentavam os regimes. 
os sistemas. as religiões. a 
tradição e os costumes. E 
o pior de tudo é qne. em 
todos os continentes. ruge 
uma humanidac'e pela inse­ 
gurança do presente e o 
medo do futuro, o que a 
torna excessivamente avida 
por usofruir as benesses do 
progresso. mais preocupada 
em gastar do qu~ c:m pro­ 
duzir, fazendo com que sur­ 
jam os grandes desniveis 
sociais entre os que •·efetiva­ 
mente podem e os que real­ 
mente não podem. 
As juventndes de hoje 
não são muito diferentes das 
de ontem ou das gerações 
distantes; apenas, as de ho­ 
je, sem compreenderem a 
razão, viram-se cercadas de 
em tl conforto, que se con­ 
sideram desobrioadas de 
necessidade de dispender 
qualquer esforço para con­ 
seguirem o. que desejam. 
Acompanhando a evolução 
do tempo. não podemos a­ 
ceitar como válidas as nor­ 
mas em que se processa a 
formação dos quadro so- 
ciológicos destinados à ex. 
gani:ação de uma sociedade 
voltada para o desenvel. 
mcnro. o crescimento. a fr. .. 
ternidade e a cooperação 
Entre os comportamento de 
uma geração e os da 011tr,. 
sempre existiram diferenças 
fundamentais provenienr'·. 
é claro, do mnior numere 
de conhecimentos e do e. 
volucion!smo da própria , •. 
pécie humana. que continua 
a dar provas da ~ua tr;,n . 
formação constante e ire. 
versivel. Esta marcha sic, 
estil exigindo de todos né! 
o maior cuidado para q,;1 
não se percam os elos que 
servem de vigamento a lns• 
tituição famillar. Dizem que 
"a familia é a segunda al­ 
ma da humanidade" e que 
abaixo da sociedade pública • 
e.stá a sociedade doméstica. 
Seja qual for o estilo cara­ 
teristlstlco de uma comuni­ 
dade social. ela não canse· 
guirá substituir se ihe falta· 
rem os elementos vivificado· 
res do amor a vida ao pró· 
ximo, depois do Grande 
Amor a Ueus. 
Olhando para a fisionc­ 
mie social das grandes cida­ 
des, temos a impressão de 
de que es esoas se achar 
rnvolvidas em urna porf,a 
que as obriga a um estafan• 
te corre-zorre, temerosas de 
nuca chegarem primeiro ou l • 
deatro do hoário. Por isso. 
estão sempre nervosa.<, colf• 
ricas, angustiadas. gastando 
energas valiosas em assua 
tos purilmc:nte ba:iais, F, 
quando se dão conta de que 
o iia chegou ao fim e que 
é necessàrio regressar ao lar, 
sentem-se frustadas nos seul 
esforços. pois. de toda aque 
la luta pooco ou nada resul 
tou para sua felicidade ver 
dadeira. 
A juventude, esse ines 
gotável manancial de sonhos, 
aspirações e anseios não pode 
não deve correr como a áglJJ 
perdida entre grotas e íra 
guedos. Ela necessita de 
Contínua no próxiJ%1
1 
Página 
'I 
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SERVIR PARA CRESCER" 
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Posto Totola. o Amigo dos Motoriltu. 
-BR .- 267 - Aquidsua a Mracaju (Etrenaeto) 
DR FERRAZ E ROSA

Tribun• d.- Frcnhir• 
Continuação da Pginn nterir 
- 
.1 
r 
Manoel Antunes de Almaida 
orlent11çí10 fom,lidr p' podrr 
burilar o seu c.irátu e oprimo• 
r,1r a sua p?rwnalidadt da 
m~sma forma qth' na esco 
la busco o conhecimento e 
a cultura. com que abre 
ns port,1s cio êxito e da 
prosperidade individual ou 
coleuvn. 
obre estes sacrossan­ 
ts pilares assentam as es 
pe1anç.is de uaw nova hu­ 
mamcl.ide animacia por sen• 
timentos mais nc,bres, roais 
justo e mais fraternos' da 
qual possamos aguardar o 
nece,5àrio entendimento qu 
possibilite a todos os povos 
a consecução da paz uni· 
versai An:>< 'porém, ê im­ 
prescindivel que n mocidn­ 
de seja hberta dos temores 
que sente dante das rt'S• 
ponsab,lidõd~s que, como 
verdadeiros fant<S5tnas. " le­ 
vam ao desespero, e que 
as comumdades sociais se 
f•rmem nos fundamentos da 
fratermidade. do trabalho c 
c'.o pro1-1resso. 
TodoJ denmôs com• 
precndn que a incerteza 
do vida en: r::lação ?.O fu­ 
tuo, e qut ;,nt • ervia de 
prevenção contra :s impon­ 
duavels do destino. hoje 
e nos apresenta tão teri 
velmente complexa e tromen­ 
tosa, que n.'.io poàeruos ne· 
qar vos jovens hodiernos, 
um ..:ertn grdu ele razão 
quanto a sua unsia de vi 
v:r mu·to i:1trn1.imcnt~ 0 
noaento presente. no qual. 
eles buscam a sua afir:na­ 
çãn por todo; os mc105. 111 
clusrve, os mais inconse­ 
qu,nth e rcplOVuVt:IS 
E de quem é ;, culpo? De• 
les, ap2na? Nis: a verda­ 
ddra culp1 e de todo, nós 
que niio soubemos resguar­ 
da,bs dos males sacias e 
do egcisno individual ou 
coletivo qul! coloca o mun. 
do p?ndE nt-! il bdra de um 
pavoroso ab,~mo. 
N priria do corrente ni 
houve no Club i'hr'>qulal ~ ,nto 
/foo<o, um;i dJquth• mel!lota­ 
veis reuniões do MF.Cristão, 
De,ra vez par:1 • d.-p,did~ do 
irmão e prosliglorn mcobro d~­ 
qu• la loslituiçáo relig,u>il o uo,­ 
'° pre<ado amigo Luiz Cario 
N.1:nreth. 
No poderia dtlxar de "' u r• 
ttiJni.10 tmpoluantr. oi.to ,::ó prl;1 
v.1lor dr1s pe-,,u .. -. que ali sr r,,u.­ 
nlr,,m corno prlo carater da 1-'• 
fül «IJuJ:,o qu, prcf,,•arn 
ü Sr N,nucrh, cJoad;io 
conceituadisir tu nosso rn, 
vai d~ixar .. Gerenci,1 do 8:snco 
do flraorl S.A, <nl cujJ, funções 
verr servindo h1 anos com tnvuJ. 
gar Hprovdrimento pHa f'!!i:l 
jo,t>tuJç.io uíklul de cr,<1,10, CD• 
mo taubzen puta os homeas de 
negocios desl1 ci:Jode qu, seropre 
soubc1ilm r.:ct,nhecer 01 pt"-)Oa 
do S Nzreth, o ;,mJgu qur co­ 
hbc,rt1, qu~ ,oube: impbotar, uma 
estrutura nova no progresso de 
1 !da Vi,ta, o cidadão probo, d, 
uma cocnpústur., ~.?u jaça, .:ic 
qu,lld,1 Je, morJI< tão elevadas e 
d, !amanha capacfdad• de trtba­ 
Jho, q" o MarrJz, rrconh<e<ndo 
O"l ,rus ml!ríto,, com muítd jus­ 
tiço ·ransferiu para cargo de 
rei V" no Capital da R<publka 
para onde deve seguir em breve íl 
fim de a,sumlr sua, novas funções 
ó f; :. ·, is prestarilm ;iO 
S,. NJ:ardh 1ust~ horneoag,m, 
reconhecendo o trabalho intenso 
que dispensou a Associação de 
um modo gerál, como tambm 
ddxou um. , br,, de iotegroçào 
'iCcii'll 4uc muico o rt!comenda a 
oportunidade dos hurilles, tam­ 
bem, fa:uern porte daquela l5. 
socação de grande valor secial 
citt:1do Ih..:, morlvo.'- dr: ccnnec,· 
ro?-Cl normas da ética JocrenTe 
o bom vivrr -:om paz de espíri­ 
to. a maneir correta de, era 
com1uh io de pensamentos, ele­ 
'.'.:Hcul a Deus, sua preces em 
agradecimnept pela graça da feli. 
idade moe tàna que nos o­ 
cedeu na Tera, de poder lar 
ao proxfL,o, i:m 
pouco Jo nono e,íor(o, da not- .. 
,a r.ltgria t tobr<tcdo sabr-lo 
amar, coro o b exemp'o que 
110< dtixou Jnu, Cr»ro 
A reunião teve a olidarie. 
dadt• ele, cunilhista• rl, BELA 
VISTA PARAGUAY que em 
maniftaào pantanea comps­ 
ceras. àquela inesqueivel cleni­ 
dade, dando-Ih, •eu apu>o 
He.,uvl! men<ogr-n'i ele «1- 
guns pentes. Digno de nota, 
furam as palavras de D. Odda 
MJ•c,reoha. Sa)Jc,ene, s.>b o 
trma • CASAMENTO dlor 
rendo obre diversos modos como 
encaram-no os casais Oimo 
desemprnho. Tambera falaram 
H ,rr,ncfo 1:,,cobar e outros, nlrru 
de Padre Bra.iu, CtrH1Jr or r>• 
tu.:il, qur E,z umit a:Jucuç.lo e!ltrr• 
cortada dt blfo, contcJtos :,obre 
,JucJÇiÍ<> e rel,gião. 
Nazareth, bem coro D 
Jaadyra' su± Digna po4. sc 
huilidz agradeceram aquela 
manifestação simples, mas de in 
tenso zaor humnenc; suas o+la­ 
vras trinaram com a leitura 
d!.! varioct meios dt co!!luolcação 
e:ntrc !-!t(~ hut0cno5 que ttan­ 
qualdJJ, • todo< qut '< iota 
ressr ema amenzar as diculda 
dcs paantc sltuaçôe> a!l,ríva, 
de: outra5 p~~c;,:>,1'lt. 
'Conheci este ilustre zida dão 
amigo quando .nqu1 veio ainda 
jovtni oficiai do ( .P.o.ri e,tagf­ 
anrlo no 11,•.1<. :. 
Desa ve:, Bela ',, ta pren• 
deu o atrav,s do enlace, tempos 
dtpois, com a t..tmbem J:>Vcrn 
Jandyra, de tra11cional familf~ 
belavJ.st4:nse 
Suvia na / gênd• do B 
do Brrls,I cm São Paulo, de oode 
ana(de:p01i voltou para servir na 
Agencia d.1qu1 corno fuociJD..!rh> 
jft gradt:a-do, Ci!:JÔO fid.l logo 
depors nomeado Gerente. cargo 
que vJnha t:t.?rcr"do com r:uo 
J U. Fa. Souto 
Do col'ro,spondanto 
A mocidade estudiosa de 
Sidrolàndia enfrenta grave 
problema. estando .imeaçada 
de não poder continuar os 
estudo. O. fato deve-se à de• 
cisão da Delegacia 'Regional 
de Ensino que dete, mi,,ou o 
não// funcionamentc do 1 • - 
Técnico de Contabilidade no 
Colégio de Sidrolànúia a 
pretexto de criar o curso Nor 
mal. Ora. o cur,o. de Conta 
bilidade funciona • ha vários 
anos em Sidrolãndia. jà 
tendo"formado uma turma de 
alunai. Não 'justifica extin 
guir um curso para criar 
outro. Nós p,ecisamos dos 
dois para que os estudames 
possam fozer ,ua ~•escolha 
Uma comissão. t~ndo â• 
frente o Sr. 'Gênis ~ene=es 
de Avila. apelou ás autori 
dade municipais pedindo 
providências. 
O Sr, Arley Ferreira Silvé• 
rio. presidente da ARENA 
teizgrafou ao Secretário da 
Educação p~dindo a conti­ 
nuidade do curse- Por ou­ 
tro laclo o Sr. Paulo Nan­ 
tes. além de cquerer á 
Camara o envio de expcdic.otcs ~ 
Delegaciu de Emino 2.0 Se­ 
cretário de Educ2ção, ~nviou 
ao Prof. Salüstio Areias o 
seguinte telegramo: Sabendo 
que Delep;,cla Regional En­ 
sino pretende cancelar vg 
corrente: a:10 vg 1 •. Técnicp 
d"" •..:onê;.b,lidadt vg funaó­ 
nftndo vários ano Colégio 
Estadual Sidrolãndia vg afim 
ciiJ.:' curso Normal vg pre­ 
j.ud:cando vg assim vg mui• 
to, estudantes vg apelo V - 
Excia. vg cm nome compa­ 
nheiros Câmara Municipal 
vg determinar funcionam~nto 
esse curso mais o Normal 
beneficiando estudantes si­ 
drolandenses. 
Após um perí:lo de re:­ 
cesso a Câmara Municipal 
de Sidrolândia reinidou suas 
atividades normais. Nas tres 
primeiras sessões do corren­ 
t.e ano foram aprl'scntadcs os 
seguintes trabalhos: Pele> Sr. 
Peàro M<1Jdgoli: Indicação 
ao Exe.-utivo sugerindo .en­ 
t•ndimento com a direção ria 
Noroeste do 8ras,I para 
construção de uma pas>!agem 
de nivel próximo ao Arma 
zé-a, da Cooperativa. Pela 
Sra. Catarina de Abreu: 
Indicação ao Ex,cutivo suge 
nndo cnccod1mentos com a 
,Hreção da Noroeste do 
Brasil para extinçãn do fosso 
existente entre os terrenos 
da Eerrov,a e as residências 
sitas na Av. Senador Filin· 
to Muller. Pelo Sr. Yuji Miki: 
Kequeria:ento ~oliotando à 
Mesa da Câmara o envio 
de ,::xpedicnte ao Diretor do 
Dermat pedindo a coloc,ção 
d.: um bueiro no lugar de­ 
nominado V2ca Morta, na 
estrada do Quebra-Cóco. 
Pelo Sr. Paulo Nantes: Indi­ 
cação ao Exccu:ivo fazendo 
ver:a necessidad~ de cons• 
trução de uma cerca ao redor 
do Colégio Muuicipal Pedro 
Al.iixo; Indicação ao Execu- 
esmero at a dia daiaugura4o 
do r.1DJt' t;:, predio da Age roa 
dt!.ta c,d 1:it, '-luncdu cnt. ll h, 
copviiat pelo Sr. Ü<lel , ,. 
ll<lrt, Dir~h>r do l:l,1nco do J1,a. 
l pata prestar teus servos 
na hgnia Central, cm argo 
c<:ptC'1JI conrl1anrr cor:l o rnerl. 
to do eu trab ,1
1
,u p1.>pul, r 
eruprcnado dur;,nte 
ttnos ne ta ci!ade Nrs..:,1 
ÍuH·. pu~t fvnhtCtf o J!ltU a, 1,­ 
,Nazareth. [adiscutive/mente ha 
r:1em dt .-~.o e de profuHdo co:-1- 
hecimento dos meandres da in­ 
trincada administraça bancar1», 
ele s hrrpur ,,. C'Jm r~ lc7 na 
seu desempenho, granjeando a 
mrzade e o respeito dos colegas, 
a 2dmiraçJo r cnn(1unç,, do, 
dJrnte"• !'dbendo. t'- m Jutefi t n• 
ia. dar um curso novo e de e­ 
nl aprovtítamrnto ü "'Uil /gi>nrfa 
motivo dn sua ascenç+o a cargo 
mais honroso. Mer,cJd. prc roe• 
ç5o 
Mas o, bela·,.,r,a,e, pedem Íirar 
rronqu,lc,. porqu• Mazrth era 
B-+Ilia' será o diplomata o 
embaixador da Prlnce,a d,., pa 
~• C•pfral da R,publ,ca. pod,ndo 
conc;tguir multo por noo.,;,t. t,rr&.1, 
juoto dos alto.; r.!!caloz$ da ,1dmt­ 
nistratâv do Pais, dado o prestigio 
junto d, Governo !'ederal. do 
Banco em que serve, 
Sentinos seu afastamento e 
da Exma familia, mas regozijamo­ 
n3 cem a sua vitoria alcançada 
i:,o duro bat<nt• de todcs os dia. 
Excmpbr eh de d, farnili,,. 
bom Hlhu, tr.1z,nd:1 :rn cornp.1nlil 
fcs seus a sua Exma genitcra 
D. ,. ni1a.qac , o oryulho do; r•­ 
t.nhos, uguramo ao azareth 
Ex.,-,a. )am,lia, mu,ta felicidade. 
prO"-JJ!rid.ode e JI SUc1:I funç'::e:J 
:::1 nova rtsideo::Íl frnpo-:•a p, .. 
las obrígaçilrs do p1cf1s,ão, ,e 
bem que »bemos aqui fic2rer:1 
suas atcnçót..:, seu coração. e 
ü meu abraço, amigo 
tivo solicitando a extinção da 
lagoa existente nas proximi­ 
dades do Correio; R,que­ 
rimeoto solicitando ao Exr• 
cutivo cópia do Decreto que 
regul~mentou a cobrança da 
Taxa dt: Gonservação óe 
E,trada, para estudos; re· 
querimento solicitando .: 
vesa o envio de ofícios ao 
Seccetilrio Je Educação e à 
De.legacia Regionãl do En­ 
sino. apelando para que não 
seja extinguido o curso l • 
Técnico de .::on1.ibilídade 'no 
Colégio Estadual de Sidro­ 
lãndia· 
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legados fazendários inspeto­ 
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do Estado. o Secretário da 
Fazenda, Sr. Otávio de Oli­ 
veira prorrogou .;té 31 d~ 
março próximo o prazo pa­ 
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CGC - 03202166/001 
Insc. Estadual 13059232-3 
Diretora: Maria Estela Ve• 
lasquez Pereira. 
Jornal Tribuna da 
Fronteira 
(Registrado no Cartorio 
de Títulos e Documentos 
Nº 1066) 
EXPEDIENTE 
Diretor e Redator chefe 
Responsável: Ivaldo Pereira 
Colaboradores: 
í'r. Milton LourríroFº 
José Carlos Longo 
José Joaquim Ferreira Souto 
Janes V elasquez 
Helena Lopes 
Correspondentes em Si­ 
drolãndia, Porto M urtinho­ 
Maracajú. Jardim. Guia Lo· 
pes. Cuiabá. Campo Gran· 
de, Bonito e Ponta Porá- 
" A Redação não se 
responsabiliza por conceitos 
emfüdos em artigos assi­ 
nados·· 
Redação e Administração 
Rua Barão de Melgaço s/n 
Bela Vista - Mato GrOSS<' 
É um Dever Moral de todos ci­ 
dad ãos, denunciar às·autorida· 
des civis ou militares qualquer 
marginal que, airavés dos óxi 
cos, tente corromper nossa juventude. 
1 
1 
I 
...... ... .._

Tribuna d• l"renhira 
- --------·-. 
l,l.: ,r,. I r ....... ...,. 
( . 
'.1 
 
, .. -----~---·· - ...... -- - 
ri 
/.'.· , 
,. 
Sa/das de ar n» tua. permitindo 
rcnov,:u;:i.J de ar perf.ata, remo com as 
janels fecha±u. 
O lJllU, uh:. 
·tema de 't rã ·,t«r1ta;1r', 
Tomate· r»',t '·rir-btt,1 
u. S., 
13O 
s rodos t'm novos c!otu, de aspecto 
mod:::,nu o (''"p;,;11.u 
.... . 
mecantea 
plse 
t !a+t, fontes, 
bm acabados, 
robustos cmpre 
vdoriz;,t!c',. n1 horJ 
da rvnda. 
Multiplique io 2 
milhõc:; eh vczc. 
V.acaba de 
dc~tobríro cs:;r::ncínl 
dil nov;.i linhil VW74. 
Dentro de cada um 
dc!".:s v. encontra .i.' 
perfciçiio pelo qual o 
Volkswogen lutou 
o vida inteira, fazendo 
nperfeis;oomontos 
numa linha de carros 
que porccio impossível 
doso aperfeiçoar. . 
A Volkswaacn ·' 
dedica a v. o resultado 
do toda essa luta,. 
·Experimente o 
/Vl/74,quev. 
compreenderá todo 
o significado disso. 
CIJnL 
Companhia Jadinanse de 
Maio - 563 - Jadim- Mt. 
Automóveis Ltda 
Rua 1º de 
1 REVENDEDOR 
AUTORIZADO 
Milhões de Dssinatura: 
ntra o Aborto 
Os estandartes rubres 
da TFP dos EUA trela­ 
ram l!;'I pr,.,ç, do C.,p,tó!m. 
ma Washington. em janeiro 
p p .. por oca,1,10 d;l entre­ 
ga do Congresso de 
3 600.000 assinaturas pedin­ 
do a rrvogação da ie que 
liberou o aborto naquele 
pars 
O monumental abaixo­ 
as icddo foi org,,mzado por 
diver,as e111iJades no11e­ 
americanas, que pediram a 
presença da TFP no ato 
solene de l'ntrega das pilhas 
das listas subscritas 
Ape5ar da renperatura 
de graus abaixo de :.era, 
ma de 20 ril pessoas es­ 
' t~v .. 11n presentes CIJr,re do 
Capitóito. 
O que mõ1s <!tr<1111 a 
;,tenção -:los man,f~,tantes 
furam os vistosos estandartes 
e as capas rubras dos mli­ 
tantes da Tradição. Familia 
e Propriedade, que divulga 
mm cum grande 5ucesso um 
núaero especal de sua re­ 
vista "CRUS«DE". contra 
o opórto. 
A c:1anif Pstação reflete 
o êxito da campanha contra 
a liberação da lei do EUA 
Mas ea:; outras parti" do 
pais. houve ta:nbi-m outros 
fatos marc.i'ntcs. 
Em Parers,·n. 
Jersy. a s paróquias 
Nova 
locais 
organiza• am uma impres5io­ 
nante proc-,ssão noturna de 
orações pelas cnanc;as abor­ 
tadas, cem a participação de 
<:erca de 10 ml pessoas' que 
levavam velas e tochas. 
Procissões semelhantes 
foram realizadas em outran 
cidade5. Em alguns lugares 
o povo conduzia ca1xoe.11 
funerários brancos contendo 
fetos abortados. 
Em Los Angdes, um 
grupo de senhoras foi pro­ 
cessado por ap~drejar uma 
Hamilton d'lvil 
·imstra chnrca que destt 
mndefesas vrdas humanas. 
Em .leveland e en 
Los Angeles. duas climi 
de aborto ttVU.lill ,jllC , " 
mudar, devido á oposiç:in 
dos moradores das Vi:1n­ 
bançus. (ABIM-Ag. lrnpm, 
sa). 
Politica Internacional 
CASTRO 
CHORA, 
KISSINGER 
ENXUGA­ 
LHE .A FA­ 
CE ... 
Mário A. Corrêa 
-- --~-------____,._,.,......, _ 
SERRARIA CASTELO 
DO ANTONIO NEMO PMIO 
Compra de Ma­ 
deira Bruta e Venda 
de ládeira Serrada 
Antonio João - Mt. 
Noticia, divulgada em Lon­ 
dres pdo "Oaily Tel,graph" 
íolorrnam que Castro, criador das 
mais bárbaras prisões existeutes 
na Amérlcu, põs-oe a chorar. 
Qual a razdo do pranto do 
feroz ditador cubao? Ele diz-se 
pr<ocupado com as condlçoes 
human•s do povo que subjuga. 
1_ omo prova da sinceridade de 
seu pranto. faz 'uuia cooÍJ5s3.o. 
enquanto .fa poota de sua bar­ 
b;i gotejam lâgrimas: "O comu. 
nlsmo frac,,,sou ,m Cuba. O J, 
gualitarlsmo é um ideal lmpra­ 
tlcávrl e utópico. A produçiio 
de açucar só fez declinar, Pra­ 
Uqucl erros e lnjuotlças ao Im­ 
plantar o comuoflmo n,sta ilha .... 
Outra• lamenraçõe.s certa­ 
mente lerá •Inda balbuciado o 
maquiavHlco barbudo em sua 
encomendada t<prtscota(âc,• 
Entretanto a quer sensi­ 
bill:arla essa ence.Dação7 Quem 
poder!• crer na sinceridade do 
5"ngu.inárlo tirano? 
Henri Ki!singcr. o hom,m 
que cstcndcu • máG a Mao e 
Hrczhnev. cnterneccu .. ,l com 2s•. 
lágrimas de Castro; Circules 
dlplQmátfco, loodriao, Joíormam 
qu, o Secretário de Estado dos 
EUA irá a Cuba tão logo ter­ 
mine seu 1,ilUt.u pelo OtíeJ!le 
Médio e Moscou. 
A empobrecida Rús,ia já 
está cansada de doar a.nual­ 
mentc 1 bilhões e 5oo milhóu 
de c:ru:tlros ao h1<lkieute tfr•· 
ncte dai Antilhu. Es1a m.anu­ 
tcnçio ê uma ca.rga jnauportâ­ 
vd para Moscou, su,do, enttt• 
tanto., insuficien.tc para suste­ 
tu o regimr. castrista. 
Mas Kissillger o homem· 
de todos os acordos poduá tt· 
solver st questão indo a H•­ 
vnn,. Ele tem na mão a c.havr 
capa: de abrir à Guba os per­ 
tos e as rique.::as das Américas 
Come.Jll,i.se que o princip:,I oi,. 
jetivo de sua vbg•m a ilha prl­ 
são seria a su.spcnJ.ão do bJo--­ 
qucfo eco11omlco lmooslo à Cu­ 
ba há alguns uos 
Caberia aqui uma peaguo~ 
ta: será Kissinger o .. c:aixciro 
viajate" da pa: ou do entre­ 
gulsmo ocidental? (ABIM)

10/13/1974 N', 
97 
__ M_t_. 	_) 
-------------- 
A 
e: 
1 
Ltda Orcrulhosume te 
gro-...,U • ~ 
Aorescnta 
Brasinha na Escuta 
Bela Visli 
:Jardim: Salários dos Fun­ 
cionários d Prefeiturg, 
''Não Estão Atrasados. 
Os rumores politucos 
começam a surgir e ganhar 
forma em nosso Estado em 
diversos pontos. Bem proxl· 
mo n nó, temos a ardua 
campanha para a candida 
tura do Dr. Pedro Palmlul 
para deputado Estadual por 
Bela Vista.- Notamos que 
naquele ponto <lo nosso 
Estado existem politicos que 
trabalham para o desenvol­ 
vimento <ln sua região. 
Havera em nossa cida­ 
de: alguém que se atrevera 
a entrar na lutar, ou como 
já aconteceu no quadriênio 
a se Eindar que ficn.nos 
sem um representante na 
Assembléia Legislativa? 
Aquidauann npresentarà seu 
cnndidato a ser eleito ou 
ficaremos novamente fora 
como ja aconteceu? 
Transcrito O P/NTINE!RO 
Recebemos denúncias, 
que os funcionârio~ da p,e­ 
feitura de jardim. estava 
com os salarios atrnsados, e 
recebendo vales semanais, 
O sr. Ereldo da Silva, pre 
(eito Municipal. prc~tou ilS 
seguinte sdeclarações ao nos­ 
so jornal: 'Os sal?rios dos 
funcionários, não rstão .itra­ 
ados, falta apenas 'efetuar 
De 1 e g e i a R e g i o" a 1 
de Policia 
Conforme decreto lei 
N' 3.026, de abril de 1971, 
foi criada em Jardim. a De­ 
legacin Regional de Policia. 
que abrnngerá além desse 
município, os <lo:: Bela Vista, 
·-s de olhos vd 
Q 
. d□deixê!ndo os guo.oz. 
um an ta ·d Ana Mana, ÍlE, 
dos é a garota dos olhos ver es ... 
do ca<al /vfoj. Feijó. 
Ca entre nós circubndo 11<1 City. a ., ganie E:.ra 
Coelho ... É minha gente: Eleganca e como arte, qe 
se pode cult,v.ir ... 
--------------- 
~ 
ll f 
0 p «g;e jpp@ 
$ @ih»ilha)G 
Lute por melhores dias aumentant:!O o 
seu C0lég10 eléitoral. Do eleitor depenue o 
progresso de uma região. Homem não quali­ 
ficado como ele1tcr é homem esquecido. Va­ 
lorise-se valorizando a tua região. 
os pagomc·ntos dos meses 
ele j,rneiro t: fevereiro A­ 
pós tecer comentários a r> 
peito de nosso semanaro. o 
sr. Prd~ito, deixou-nos p□• 
ra tratar de ·ua obra ma­ 
xima: O Po;to de Saúde. 
Na proximõ edição, publi­ 
caremos urna rf p01t;,gem a 
respeito d;, Adm1r,is1ração 
Eraldo da Silvo, em Jardim. 
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VETERI- 
Caracol. Gula Lopes da 
L .. guna e .Porto Murtinho 
Os dirigentes poli tices da 
cidade, sabedores que: o 
prazo estipulado paril D 
criação e funcionamento. 
expreria em 28 de abril 
próximo, sobre pena de ser 
anulado. o decreto. procu­ 
raram um elemento capaci­ 
tado para o cargo de Re­ 
gional. O cargo exigia,. Ba­ 
charel em Direiio, Oricial 
da Reserva ou com urso 
de Policia, O belavrstense 
radicado ern Jardim. Jr. 
Milton Loureiro Filho. reu­ 
nia as condições necessárias, 
pois, possui todos os currns 
citado e foi convidado. De­ 
v1do aos seus inúmeros a­ 
fazcres, o convidado não 
aceitu de imediato. indican­ 
do outros eleme:ntos da ci­ 
d.,de:. Após ve:ernente:< apc • 
los. onde o futuro de Jardim 
foi colocado e:m pauta. o 
)r. Milton, aceitou o con· 
vire provisortamente. até a 
nomeação de outro Deiega- 
do. Esperamos que a suá 
nomeação seja breve. para 
que entre em funcionamen­ 
to a Regional de Jardim 
A 
1 d
.is woren 1.-? l).-. 
E isso ai. Luis ntunes... qual ' ' 
cid-se logo, estamos na expectativa. 
Num tremendo bate papo domingo p.p. no ma- 
mentadi,,omo Bo<s:i. o ponto de reumão da gente j 
ver: S1lv;a Loureiro e pirante Bermudes. 
A Agro Sul Ltda é a pedida do momento, l.'J ,r. 
ce encontra pessoal capacitado para acender sua lavou­ 
ra ou sua pecuaria. 
Curtindo uma fossa, com a 
Mar:os: a cocadinba Marieida 
auseocia do 
Lino 
Entre nós o charme. a graça e beleza da mulhrr 
carioca ... estou falando da Deni:e Pontoura. provenien­ 
te da Cidade Maravlhcsa. 
Aniversaricu dia 13 p.p. Sr. Maneco Miranda 
ele votos de felicidade da coluna. 
- 
Apagou vehobas a "bone-ca" filha do casal Alot• 
so Loureiro. Felicidades Cinara ... 
======================================= ===== 
Participando da Escola Normal. a s,mpática Sra. 
Tenente Joaci: (arileida). vindo dos Papas, cidade 
do Passo Fundo, passar uma temporadn na '"Princel'l 
do Apa". 
--------------------- 
--------------------- 
co@andante do 10". Regi Boas vindas ao novo 
mcnto de Cavalaria. 
============================================) 
Aos nmvos; Ricardo e Carmen. voto,; de fclidd• 
des. 
A Agro Sul está localizada 
Taunay 330. em Guia Lcpes da 
======================================::=::::: 
a rua Visconde d° 
Laguna. 
--- 
Visitou nossa cidade. o advogado Mlon Lourei 
to Filbc. 
Elegantes da Semana: 
Sra. Zelia !vtarçolla 
Clande Medeiros 
Janes Velasquez 
Odete Barros 
Fuma Mesa 
Vania Andrade 
Arlene longo 
Edvaldo Salomão 
Térc,o Gonçalves 
Tenente Velho 
Covis Merc.ellno de Oliveira 
Zenóbiõ Ocompo,- Fernandes 
casal da Snana: Dr. Simão Aureliano de Barros e 
st
' 
{Brevemente inauguragao do quidauana Palace Hotel. O orgulho 
da "Princesa· do Sul. Apartamentos com ar refrigerado, telefo­ 
nes, e um perfeito atendimento. "Aquidauana Palace Hotel", "O 
maior empreendimento do ano" 
e 
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