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Dirator !<adutor . Chefa Hoaponsaval: lvnldo Peroírü 
Ano: l!I 	Bola Visto. 
l 
Rotnry companheiris- 
mo. O espirita do Rotary, 
é a própria essência de sua 
alma; ão se define. Teor 
na os contatos casuais em 
amizades indestrutiveis 
bm qualquer parte que 
um Rotariano vá, ao enon­ 
trar alguém que me o dis­ 
tintivo na lapela, ja sabe 
que a1 c:,tá um amigo que 
lhe facilitará sua uilssão. 
Todas as semanas os 
rotariânos se reunem. Tro­ 
cam idéias. Batem papos. 
jantam junto5. É uma reu­ 
nião alegre. vibrantr e que 
jà no dia seguink lhes dei­ 
xa saudades. Dificilmente 
alguém falta à esse encon­ 
tro. Só mesmo um impera­ 
tivo maior seria capa: de 
alterar esse programa d, SJC 
há muito marcado. 
íl 
Eleições no 
ROTARY 
Mt. 31/3 1.974 N'. 99 
BEBE9E 
Rotary drsperta lide­ 
rança. Encoraja e anima 
para qualquer serviço em 
tavor da comunidade. Que. 
é u dos grandes motivos 
de seu próprio ser. E, o 
sucesso do Rotary, as vê­ 
zes. esta no servu;o à co­ 
mumda,k. 
9«BE« 
O Rotary Club de Be­ 
la Vista é composto de um 
grupo pequeno. O meio, o 
a comunidade não lhe pro­ 
porcionau, realizar grandes 
mtvos. Por isso pouco ou 
quase nada foi feito até ho­ 
je pelo menos aos olhos do 
público. Coutudo, pode:nos 
crer que ele esta disposto a 
trabalhar; a realizar alguma 
coisa para a comumdade, a 
juventude e estudantes. O 
Rotary prega a cultura o 
CL"npanhetrisrno e, um dos 
seus grandes lema. "é dar 
de si sem pensar em s . 
Para dirig:r o Rotary 
Clube de Bela Vista. de l' 
de julho de 1974 a !º de 
Julho de 1975, foram esco­ 
lhidos os seguintes compa­ 
nheiros: 
Presidente 
Dr. Ricardo Manera 
Vice.Presdeate: 
Sr. Tito Duarte 
Man enha sua 
dado limpa é po- 
vo desenvolvido. 
DESPEDlDA 
De males prontas para 
nos deixar o companheiro 
e Doa. Artisteia. Com eles, 
as saudades nao só dos ro­ 
tarianas. inas dos pr~pnos 
Belavistenses. 
ºCasinha Feliz 
Centro dé Orientaçãõ Escolar 
Cursos: pré-primário e sala cte Afdbetização 
Direção: Prof". Maria Lout e iro Pinheiro 
Inicio das aulas: Dia 11 horário: Das 7 as 11 horas 
Rua: XV de Novembro n' 156-Bela Vista 
□
Datas 
Comemorativas 
31 cie Março: Revolu­ 
ção Brasileira. O Rotary 
Club de Bela Vista não 
podia ficar alheia ante o 
transcurso de Ó;,ta tão 
grata a todos os brasilei· 
ros. Por isso, a 29 do cor­ 
rente. em seu encontro men­ 
sal festivo. no Club Pedro 
Rufino. este evento foi sau 
dado e lembrado atráves 
de palavras brilhantes do 
companheiro Dr. Roberval 
Borges. Para o ato foi con­ 
vidado o Cmte do 10' RC. 
Cel. Guimarães e esposa. 
bem como o Cmte. do Des­ 
tacamento de Bela Vista­ 
Paraguay. Major Brugado 
Dia 7 de abril - Dia 
do Enfermeiro. 
Dia l4 de abril - da 
do Panamericano. 
Aniversarias 
A 21 de março fez 
anos o companheiro Dr. 
Simão. A casa esteve cheia 
Festa muito bonita. 
Parabens Dr. Simão. 
Texto de R. M. 
Recebemos carta do 
leitor. Coronel Viedes. de 
nossa cidade, tecendo criti­ 
cas a nspeito do funciona­ 
mento do Põsto de Saude 
local. Alegando que "o Me­ 
dico-Chefe do Põsto (Dr. 
Fiori Murano). devido ao 
acumulo de cargos, não 
pode prestar a merecida as­ 
sistência", o missivista pede 
a intervenção do jornal (a 
frma tambemn o Hldo "que 
o reporter encarregado do 
Como se não bastassem 
as ruas completamente esbu­ 
racadas, o problema do 
trfans110 cont11,ua provtcanclo 
polémicas as m1J1s desencon­ 
tradas. 
luito embora o diretor 
da Careran esteja agindo 
com as energia e autoridade 
suficientes. Os abusos con­ 
tnum sendo cometidos. O 
principal : mnais irritantes é 
a teimosia de alguns moto• 
ristas 
O TRÂNSITO, 
estacionarem o carro 
no centro da rua. corno se 
tivessem medo de encostar 
no lugar correto e bater nos 
muros das casas. 
Outra corsa que pertu­ 
ba é o deste·perto pelas 
ruas preferenciss. O sujeito 
entra nelas corno se só exis­ 
tisse o carro dele na cidade. 
Se aconcece de d.::,is veiculas 
se chocarem. quemn esta er­ 
rado sempre quer ter razão. 
Digamos qu'! um pouco se­ 
ja culpa da falta de placas 
sinalizadoras. muito embora 
as que existam sejam mero 
enfeites. Mas porque não 
AIHDA 
pensar um pouco e agt cu 
logica? Dirgr. respeitando 
os diretos de outrem, res 
peitando as autoridades! 
Em que pese a bvro­ 
craci exigida para a dccu­ 
mentaçao de carros e car­ 
teira de {motorista {comum 
todos os . etore~ qut: trarnm 
de documentação • aqui não 
po:Jeria ser diferent<"J, damos 
nosso integral poio às au­ 
toridades e ao d11e!or dd 
Cretran. Alguma coisa pre­ 
cisava ser teatd para d.ir-nos 
um pouco de rarquil:dade, 
uru pouco de paz, um pouco 
de coragem para botar um 
carro na rua. E quando se 
tom;; providêr.cia cap;,z de 
~oluc1cnar o problern, sempre 
Pncontramos obHiiculos. 
Quem sabe daqui a alguns 
dias a burocracia esteja de­ 
semperrada (contan:os cem o 
raciocínio lõgico da Cire­ 
tran) e o povo entenda que 
tais medidas foram mais do 
que necessárias: foram be­ 
néficas. 
José Carlos Longo 
,. 
OTICA 
Fone: 
E RELOJOARIA 
Rua Augusto Mascarenhas 642 
ZE UTH 
15 - 75 
Aquidauana 	Mato Grosso 
Não descuide dos seus olhos 
Vã logo ao Médico Oculista e lev 
de Oculos na super Especializada Ótica 
Zcnith 
JUi! Receita 
e Relojoaria 
se:or médico, anda "cansa­ 
do'', e a direção do jornal, 
deve procurar outro mais 
dioamico). no sentido de in­ 
tervir nêsse estado de cor­ 
sas. Usando um tom caus­ 
tico. o revoltado leitor diz 
"atê o funcionário recepcio­ 
ni~ta não tem tempo para 
atender. --Õeixaodo sempre 
para depois (que nunca che­ 
ga). Citando entre outras 
coisas. a ta "<a cobrada aos 
estudantes (atestado), que 
afirma ser paga sob Coclção, 
o leitor prossegue, . 'nesta 
vai levando Bela Vi!ta. o 
Posto de Seude não acm­ 
panha as , diretrizes da 
OMS (Organização Mun­ 
dial de Saude) e o distinto 
medico-chefe. com inumeras 
ocupações (INPS !Particular, 
etc), não tem tempo para 
atender aos que procuram 
aquela repartição e is,o 
Não Pode Continuai), 
HOTEL SERIEMA 
A esperiencia a 
Higiene 
serviço da coletividado 
- Conforto - Classe 
"Não n,,. interessa ap,nas servir: INTERESSA SIM: SERVIR BEM" 
Hotd Seriemo • expressão n:,flxlma na arte de bem rtcebcr. Avenida Duque 
de carias 247 Fone. 0OI - Jardim-Mt (ao lado da Estação Rodoviária)

Tul,un• da f'ront,ur• 
Do vettc.Jdor /rn ,1d 1 
Marques da Sdv,J, 
Ao. 1:!xmo Sr. !Jr. Jo• 
se Manoel Fontanlias 
l'r,,ndlt. 
Dr overnc1dnr uo 
Estado. 
A,< ·11nto: 
Pedidos. 
Senhor Governador 
Pelo presente. tenho a 
atisfação de fazer chegar 
à mãos de V. Ecia. o 
pedido formul;irlo pelo d.:se­ 
jo cios lrnhitantes do IJistu­ 
to <le Cabaeira do /pa, 
aíim de que o mesmo seja 
anexado a este Nunicip1o 
rle: Antonio jcão. 
Contando curu '.: seu 
valioso apóio neste sentido. 
apresento a V. Excia. rneus 
protestos de el·vada estvma 
e ccasideração. 
Atenciosamente 
Arnaldo Marques da Silva 
A111 e Projetu Lri 
1/7-1 de mzrço de 
Enrnrrdnb.1 
N> 
1.97-J 
'.Altera a redação cios 
artigos 2' Ie I! e I!l 
d, Lei N' 98173". e o 
Ar:qo 3 da Lei 
103/73. 
Arc,go - I º O Art:go 
2º Em olUS Itens li e Ili. 
da Lei nº 98;7). E o Ar­ 
tigo 3" "'ª Lei n" 103 73. 
Do muni:vpo de Antonio 
João: passam e ter redação 
seguinte. 
Artigo - 2 O '.tem 
ll ler-se a, o Executivo Mu­ 
nicpal de Antônio joão. 
Estipulará uma taxa por 
cada conseçâo <lc Alvara 
de licenv, para carro de 
aluguel (tax) para qu11is­ 
quer àos contos cri;.dos, 
no valor com base no se­ 
lario mínimo desta região 
Artigo - 3° O lem 
III l
0
r-s~-a. O Executivo 
Municipal de Ár,tonio João. 
Coucederã Alvara de liccn - 
ça p:.ra quaisqul'r dos pon­ 
tos, até o limite máximo 
de de: ( 1 O) Alvará para 
cada ur dos pontos. 
Artigo -l' O Attigo 
3º da Lei n• 103/?J. (ca­ 
put). Pas:;ando a vigorar o 
disposto neste ante Projeto 
Lei. 
Artigo 5° Este ante 
projeto Lei entrará em vi• 
gor a partir de quando tor­ 
nar-s'! ecn lei revogadas as 
disposições em contrario. 
Saln de sessõe:. 15 de 
Março de 197'1 
Arnaldo Marquês da Silva 
Projdo de Lei Nv. 04 
de 28 de Fevereiro de 
1973. 
Prjeto Lei nº 01/73 
do Vere :dor Arnaldo 
Marques ds Silva. 
•·Cria Pon!,> de Taxi 
Ve.teado 
e rqulmento de t mó 
veis e l+ouros p oviiéncia 
,r:iqo 1 º • Pica por 
esta lei, o Executvo {um­ 
ipal autorizado a criar, um 
Ponto para carro de Alu­ 
quel (TAXI) construir ur 
Toldo pra maesmno, na Rua 
Mato Grosso no Quarteirão 
1." 05: t:!-qui.,, Awnida Eu­ 
gênio Penzo aproxadamn­ 
te 20 mnts dest ultimna. 
Arnvo 2' - Fica il!íJU· 
lamenta !o o serviço de Au­ 
tomóveis e de Aluguel «Ta. 
x1) no M11rnc1pio de Anto­ 
r110 João. c:n conson,,ncin 
com o artugo 37 +te» 5 do 
DETRAN. 
!tens 1 • Os proprietários 
Je v~icul s que cxplornm o 
scn11ço taxímetros ficam o­ 
brigados medrante Requeri- 
1.il• 1:t.i requer,·r a const:çâo 
do Aivara de Licença. pa- 
1 d o veiculo '3 fa:er pd.t'! 
do Ponto, o qual sera re­ 
co1h1Jo v.:rb=1s coru base no 
C ó::ligo Tnbut.irio do Mu­ 
nic'p,o. 
li - Ficam igu.,lmente 
obrigado os conzc:sionárics 
de Alvari!. a pagar uma 
taxa anual de CrS 120.00 
(cento e vinte crnzeiros) 
Ili - Não sera permiti­ 
do a concers:io d,e .'lvar;i 
de Licença, pote mais de 
três veiculas para o Por.to 
criado por esta li. Para o 
exêrc,c10 de 1973. e ~o -~­ 
rà concedido rui1is de trê•; 
mediante P1ev10 auto1i:açao 
por lei. 
IV - Fica _estabclec,do 
o horário quem tera o ir,i­ 
cio das 6 00 horas ás 23.00 
hs c0m as i'ntc11 uoçõcs que 
forem necessarias. 
V - A taxa cni::ima 
ser de Cr$ 5.00 (ciaco 
cru:eiro:,) na Zona Urbana 
da cidade, e Cr$ 10.00 (dt:: 
cru:•·iros) a hera parada <lo 
veiculo a disposição dopas• 
sa;ieiro. As lotações feitas 
p/ fora d1Zona Iban1 se­ 
ra de Cr$ 1.00 (um cruzzi. 
ro) por km percorrido enclu­ 
~1vc n t:1xa já estabelecida. 
Arnaldo M'arques da Silva 
Yaeador 
VI É expressarr.en:e 
proibida por esta iei concl'S­ 
são de Alvará de: licença 
para carro n5o implacado 
do Município de Antonio 
joão. 
V 11 - A fiscaliz.::ição do 
Ponto de Taxi ~er5 ,·xad­ 
da pelo fiscal Municipal. o 
qual deterrninar:i multas ca. 
biveis aos infratores desta 
lei previsto no Código Tr. 
butário do Município. Bem 
como a cassação do Alvará 
de Licença. 
Proj L . ..ic Lei n' 04 
Artigo 3· - O Execu­ 
tivo Municipal providencrn­ 
ra junto aos orgãos do 
DETRAN Convenio! em 
Arnaldo 
consonancia com o artigo 
37 § unicü ,fo DETRAN 
ao que for necessário para 
rPgulamenl"IÇ,Í" deata. L, i 
Obedtcendo JJ o e tabeleci­ 
do porte,ta lei 
Arrigo ·1' . Par.-:1 fo. 
.: r fas • às despesas decor­ 
rentes da xercvção desta 
lei rca o Poder Executivo 
autorizado a fa::er r.:du,;ão 
de Cr$ 1.000.0U '.um mil 
cruz<>1rosi da!> seguintes do­ 
t;;ções orç:,mcnr;rias. 
Serviços Urbanos 
Especificações Gerais das 
Do;ações 
02.01 - Diário traba­ 
lhadores br2çais Cr 500.00 
3.1.3.3.89 - Urb,rni:acão e 
sinab:ação CrS 500.00 
Total Cr$ 1.000 00 
Paragrafo Unico - Pa­ 
ra os futuros exércic1os os 
orça::nentos co:isig narâo as 
dotações necessaras a fiel 
execução desta lei. 
Artigo 5° • Esta lei 
entrara em vigor da data 
de sua públicação revogam­ 
se as disposições eu1 con­ 
trário. 
Sala das ~essões 28 de 
fevereiro de 1973 
Arnaldo Marques da 
VEREADOR 
Projeto de Lzi 
de l6 de juiho de 
Silva 
No.OS 
1. 973. 
.. Dispõe: ~obre compra 
de propriedade. e cria 
Mntadouro Municioal e 
da outras providências.' 
O Presidrnte da Câma- 
ra Municipal d? Antônio 
João. usando de suas atri­ 
buições leg11is. 
~aço saber que a Câ­ 
mara em sessão Ordinária 
de 16 de Julho de 1973. 
aprovou o seguinte Projeto 
Lei: nº 8/7. 
Artigo l º - Fica auto­ 
risado o poder Ext>cutivo 
Municipal de Antônio João 
a adquerir uma propriedade. 
mediante concorrência públi­ 
ca. em local proprio para o 
que e~pecifica o artigo 2º. 
Artigo 2º - À aquisição 
d~~sa propriedade, ta5 o 
fim especial para a constru­ 
ção de um matadouro Mu­ 
nic.:1pal. para abate de gado 
no município. e será encor­ 
porac!o nós bens da Fazen. 
da Muoicipai. 
Artigo 3" - A constru­ 
ção de matadouro terá pos­ 
teriormente plantas e orça­ 
mento necessários para as 
despesas. para a fiel execu­ 
ção da obra. 
Artigo '1° - Fica igual­ 
mente autorizado o poder 
Ex.:cuti o Muni~·p Ido:: An­ 
tó;iio João. se necessário for, 
a pleitear verbas. junto aos 
'):gãos Estadual pJ ra a e xe• 
_cução mais rápida a desta 
arques 
projeto. 
Artigo 5' - Concluida 
esta obr 5 rt. rccu!Jmcntada 
por J,is Munic1p: 1 o recolhi­ 
mento <le verbas que f.:irem 
estipuladas pelo código tr- 
bu ·Hio unicip,il. 
Artigo (>' - P,:ra .J Íil!l 
excc11ção deste projeto. será 
consignado vérbas na Receita 
Fincrnccira Municipal. para 
o prôximo exercício de 1974. 
Artigo 7" - Este projeto 
Lei. entrará em vigor npós 
;, sua promulgação e publi­ 
cação revogadas as ci.spo 
siçõ~s em contr.i rio. 
Sala das Sessõ.:s, 16 de 
de 1973. 
Norino Gonçalves Presidente 
Projeto d! lei No. 9/73 
de 16 julho de 1.973. 
Projeto Lei No. 2/73 
Arnaldo mnrqucs da Sdvil 
Veredor 
O Presidente da Cã­ 
mara ivluni<:ipal de Ar.tomo 
João. us;:ndo de suas <1tri­ 
buições legais. 
Faço ~aber qu? a Câ­ 
mara Municipal em sessão 
Ordinaria de 16 de julho de 
1973. aprovou o seguinte 
Projeto Le, N". 9/73. 
Artigo l'. - Fica ;iutcrisado 
o Poder Executuvo do Mu­ 
nicípio de Antonio )não a 
etetuilr a compra. (ou rece• 
l.Jer por doaçâc.) .um terre­ 
r.o. para uma praç;, de Es­ 
po1 tes. na sêcle do Munici­ 
p10. 
Artigo 2. - Esta praça de 
Escorre d<'rninar-se-a • Es­ 
táJ,o Munidpal Ohv10 Pen­ 
:o "em póstuma homena- 
gens ao mesmo. que foi 
um dos fundadores deste 
:nunicipio e exerctu varias 
cargos publicos neste muni­ 
cp1a. 
Artigo 3'. - Para o que 
trata o art;go I º, deste- pro­ 
jeto e a construçã0 da pra­ 
çu de Esporte erão con­ 
c,gnadas verbas na proxi­ 
ma Rect.ita municipal. 
Artigo 4'. - Este projeto 
de lei entrara er vigor a­ 
pos a sua promulgação e 
publicação, :-evagas as dis­ 
posição em contrário. 
Sala das ~essões. 16 de 
) ulho de 197 3 
Norrno Gonçalves 
Pesidente 
Projeto de Lei No 
04/73. 
Arnaldo Marques da Silva 
Vereador 
•· Dispõe sobre constru-. 
ção de Rodovias e das 
outras provideocias" 
Artigo J º - Fica auto­ 
rizado o Poder Executivo 
de Antonio João a mandar 
executar a construo de 
uma Rodovia. no Distrito 
de Campestre. oeste Muni­ 
cípio; a partir da Fazenda 
Fronteira de Propriedane 
da va 
do Sr. Pio SdvJ, illt e 1 
prnpri~<ladf!' do me: cio, [).•. 
sado pela prepried dage 
ao Se, Pio Gon·alves. 
Artigo 2' Para 
contrução que se tr t .. 
artigo l " deste Pr jeto . t· 
rá xecutado com os recu. 
sos próprios do Municipio, 
e ;::uxtl,o de rombu~'.1 
piiíil as Máquin· ~. forr:m 
das pelo Sr. Piu Silva 
Artigr, 3º - Ete Pr. 
jeto entrara em vigor na da. 
ta de sua sanção e pública. 
ção revogadas as disps - 
ções era contrario. 
Szla das Ses<ó>s, 0I 
de ouLubro de 1973 ~ J 
Arnaldo Marques da Silva 
Vereàdor 
Rei ,v ,n :l 1c;ções fc11l 
pelo vereador Arnaldo Ma1- 
que: da Silva por ocasião 
da visita dt• govern2dor do 
Estado a DoLrados, dirtla• 
mente ;;o Exmo Sr Dr. ]o• 
sé Fontamlla!> Fragelli: 
J - Pedido de liberação 
do Auxilio àe C.rS25. GC,00 
Decreto 2432 para constuv­ 
ção do préd,o da Umdade 
Sanitaria de Antor110 )cão 
2- Pé±do ±e Ebsrcác } 
do Decreto n 1.225 no va· 
lur d:': c~'S4(l.00.00 de 18 
de ae::embro ee i9i2 rt'.a­ 
cionado em Resto a Pgar 
3· Sclic,taçáo d.: uo 
aparelho de rádiv tr~n-ro1.· 
ser amador para a Delega 
eia de Policia e uma viatu­ 
~a para .- mesma delega­ 
cia. pois as nossas dificul 
dades nesse setor careceo 
aiores recursos"8" 
4- Solicitação."de ur 
Grupo-Gerador, que se en. 
contra em Glória de Dou­ 
rados. tolalrnenre ocioso e 
nosso Mu01c1pio precisa de­ 
ma,s um Grupo Cerador 
5- A no,~ã cidade ni:
0 
dispõe de Mêdicos. que nN 
visite. pelo menos µerió:li· 
camente. e e:tõ ta:nbé!ll 
uma nece~siàade uro:nte _ 
6- Solicitação de - Au­ 
Xilio para construção de 6 
(seis) salas ae aulas na S: 
de do Município. a firo de 
podermos abrigar a graoóe 
demanda de alui:.os de nos­ 
sa cidade. 
7- Auxiliou para cons­ 
trução de Escolas Rurais 
pois a~ noss .. s escolas atu· 
almente, não tem ccnd;ções 
de atender a todos os alu­ 
nos, e inclusive o Estado 
de Conservação e H1gieni: 
é simple.smeote desumano 
Antonio João. 19 de deze!ll­ 
u.o de 173 
Arnaldo Marques da Silva 
Vereador 
Arena - M.

Tribuna da Fronteira 
·---- ---- ----------- 
..''NA primeira condição para um povo ser ilustre, é procurar 
Jê•lo. e tomar como um dever iniludrvel o desejo de o ser; 
o 5egund1.1 é colocar bem alto o ideal e forcejar por atingi­ 
lo, ainda que o não realize de todo. Lembrai-vos tambem 
que, como disse o pceta, a PA1RlA SOMOS NÓS. 
·••Sim, Damos nós todos. que devemos ser dignos dela pelo 
1 trabalho, pela força, pela virtude. pelo heroísmo. atirando-a 1 
para diante no caminho das grandezas" ... 
moralização-desenvolv1wetno-cultura e patriotismo 
IV' arço de 1964 
Prefeitura Municipal 
Porto Muriinho 
de 
···Não temos mais o direito de cuidar apenas dos te Is 
descuidar dos problemas, Não devemos mais perder 'empo 
com o passado. Nossa sorti é que estamos com quase todo 
o edificio brasileiro para construir. O nosso horizonte ta 
descarregado de interesses e compromissos que nos atraba­ 
lbem e nc,s impeçam o grande vôo. Podemos usnr e aplic.ir 1 
1 a tccnolog,a mais avançada, a c1i:ncia mais sof,stic;ida, a con­ 
quista mais atualizada. Importa traçar o ncsso rume, sem 
irterferencias estrangeiras. Interessa definir a nossa politica 
sem nos prtocuparmos com '11 dos outros. Quem sJbe: de 
nós scmos nós mesmos ... " (0 Dtsaf10 Brasileiro) 
Março - Desenvolvimento-Segurança e Trabalho. "A Revo­ 
lução Nasceu para Construir" 
Prefeiturr Municipal 
Bonito 
de 
, .. 0 gigante: adormecido e deitado eternamente em berço e- 
plêndido despertou para recuperar o tempo perdido e ingre- 
ssar, como membro éfctivo, no clube dos paises prósperos. 
O Brasil de hoje tem pressa. Para ele soou a hora do de-1 
saíio e do milagre'' ... (Murilo Melo) 
' L 
r 
Março-1964-1974-10 Anos Construindo o Brasil 
Homenagem da Prefeitura 
Municipal de Antonio João 
'Se o Brasil de hoje parasse. estaria simplesmente retroce­ 
dendo. Cada mmuto perdido tem um efeito multiplicador e 
negativo. 
Cada minuto ganho é uma vitória sobre o calendàrio e a 
folhinha que estão marcando as pàginas da recuperação 
nacional. Nosso objetivo é a prosµeridade. Nossa hora e 
vez é de: participação. Aqui e Agora .. ," (MMF) 
Março ."Administrar é organi::u, controlar. comandar, 
prever e prover" -1964 
Prefeitura Municipal 
Sidrolândia 
de

Be!a Vi»ta Marco d· l97 
• 
UI 
• 
O rt v1,.;• 11r1t nl'> 11:lo..111':) 1 ,,t .,
1
1 •- nvvv. 
''ai um detalhe 3o! ·i;-· lm 
gohm'..----- 
!> 11 t 1., d ar nu!tanta, pwtupdo 
ten3€40 d '#+4ei1a. 18no com a5 
Jl '1, •• _. -------~--------------,-----------:::=:e-----, 
- 
1- ' . . ._, 
1 -. . _., .• 
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5-3. !<, 
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CIJill 
Companhia Jardinense de Automóveis Ltda 
Rua 1" de 
• 1 
.• ....... 
(J J • iJ 1. l f , 1. ovo 
' ''J1 ••• 
I•• f ~ rJ ')t  
v ,o11 ·J1, . n-1 hora A , on oiilação de uma 
d 11' 
1
' r d J. pu!tl•-:,1 b .l)lra..:·on 1I prínci• 
Mu!tp!1que ±:so2 
mlh .de vezes. palatravés a fetuva quan- 
V.: l), d w 1,·., cor, t: uç,io habi- 
d c rlfll c,, .:v:iJI tações pora o trabalhadores 
d,, llú ,,, 1 ni , VW 74. d qu :·: ~e :.l I e ur1,.1 d,.s 
i) ·ntro de cada um ' p: ·ocup 0, l!o no-10 m1:!1.­ 
C: 1 'v.' w.ontr· a. • tro do l •1l nN. . l..unci•, 
perfeição pela qual a 
Volk•;w:,qen lutou , RJnq d eng.nheiru <1gr6r: mo 
a vid:i intu1r.:i. f<izondo d,, 52 i.lnOJ l' eJ1.p.:1 :i:nc1a 
Hperíciçonmcntos J admini~rrativa (foi sP,:r~!, rio 
numa linlw cio carros l do Ministú1o d,1 Agriculturn 
qucparncia 11npossívcl n, gestão de Ney Braga e 
de :;e ,,p,,rfe1ço<1r. .. 1 
/ Volhwv;cn . , deixa a ~upennLndênc1a <lo 
dedica a v. o r-1sultado l n~titmo do Pl ,a j1JmP.nto J,; 
dctodilt.S;,,, ,ia,. Fu:idaç?o !!>'..:A. v10culada 
·Expe1111wnt00 ao Minbttriodo Planejamen- 
VW 74, que v. ro). 
comprcenderó todo _, S 
o si9nificado disso. . ab2 s2 também que 
uic»!angclepeccupa 
com a diHnÍ:Ju·çào de terras 
i «+lvavéis no Nordeste pois 
só a industrial1z:ço nã 
p·vkria rt:e~olv,:r o a ..... "?lll­ 
p. ege> e as ten;ões r.ocia1s 
da áred e com a tra,fo~rna­ 
ção do Centre Oestt:: numa 
grande áre de produção 
ugricola. Para isto. sera 
criad'l urna Sup~r1tendncia 
do • Oe,envo!vtmento do 
Centro-Oete 
1 ... ! ';1 1 ' ( 1 
: 1. 1 
pratc lava u srfei;do. 
Maio - 563 - Jardim- M_t 
@ 
REVENDEDOR 
AUTORIZADO 
no 
us 
jrtcrior 
U=ki-Mias e regia 
Shige:k, Uài ~ crn­ 
hecido pela sua atuação co­ 
rno drr~t'->t f.;:ancec1ro dJ p,.... 
trnhràs (di::s:lc:. 69. q•.iando 
Ernesto Ceis?l assumiu a 
przsidznzia da emprsz). 
Form1dc, em direito e con­ 
cabil:cbde. LiLk1 formou fe 
tarnbtrn ótravés de urna 
p,at:ca C<'n•ide:ada brilhan­ 
te corno i,xccut1vo capa= de 
hoj:: ser co:isiderado um 
dos maiores entendidos na 
questão energética - e Jª 
coma perspectvas claras a 
re,;:-:ito de u:na p:ilitica 
parn o ~eu mm,:sterio. O 
fato de o ;:;ais contar Lom 
importações para o primeiro 
quadrimestr~ do ano de pe­ 
tróleo. jà contratacios antes 
da crise que vun afetando 
a rnaioria dos paises de 
maneira mito sensivel. de­ 
ve-se em muito a uma a­ 
tt:ação previdente de Shi­ 
geaki Ueki na Petrobràs. 
Cc,m a continuidade - a- 
• 
1 ros1 
CE .aNTONIO REMO PCNZO 
parentemente irreversivel • 
da crise do petroleo o 110 
O "tU!tlro r"der,t rn,1!'. u 
rar uma n va fase d atu 
Ç.JO ffi _j, ,1 t~ ),.! " J. illl:.r 
importância do imstér 
da: Mna: e Energias, 
Antonio Joiio - Mt 
Educação e Cul­ 
tura 
Ney Aminthas de Bar­ 
ros Braga 
General da reseva do 
Exército 56 ancs, paran~er.­ 
se. F.:.i chd de Poliw, 
prefeito de Cu1it1ba. ~over­ 
nador do .Paran.i, rni11is1ro 
da Agricultura e õt•;nlrneo­ 
te <!xerce o mand<1to d<! se­ 
n.H.:d. Tr.m sete filhos e 
confessa que gosta de fu­ 
tebol, mns não r.:rnilo. Foi 
urn dos ·ncerdotes do fale­ 
c1d:>. Pan;do Democrata 
Cristão. 
O Brasil é um pais 
que tem pressa e. por isso, 
està m?gáv::olmentc aprovei­ 
tando tambtm ;,i <:ap,.c,dadr 
e n drspo~ição Jo~ jover.s. 
É verdade que as gerações 
que esião emergindo vêm 
man.adns por u:na dramáti­ 
ca co:ncidênci2, Surge□
quando se está proc:ess;;ndo 
il illlltdÇàO mais profu;,c;: 
da b,storta da burnanid: r: 
a revolução ter ol=se 
(De conterencia a ' • • ;. :i • 
Flonanópt'!is, em i-· '. ~-::'. 
«Ê útil e necessário que 
o)ovem participe cu vida 
política, !ornan-:io-st" apre a 
predi~por. mobilizar e mcti­ 
var a ~oeiedade para o seu 
futuro segundo um pr ojt:o 
htstorico que não pode ser 
trcido apenas pelos técnico5 
e prlus tecnocratas mas se 
forma e ganha d,msi:iade- nas 
própriõs entranhas da expe­ 
riência da vida social». /Da 
mesma conférêocia). 
~Sem política não se 
faz a engenharia social nem 
se viabiliza a construção de 
uma sociedade aberta. plu­ 
ral e criadora. E sem poh 
tices não se: faz política. o 
que seria semelhante a uma 
jusii,;a sem juíus. arte sern 
arti.sta. universidade sero 
alunos, rconomia sem con­ 
sumidor, livreis sem autcr». 
(Palestra em Caxias do Sul. 
l!ID )8-]!-73). 
c:A revolução brasileira 
tem um projeto histórico: fa­ 
zer destz pais uma sored: 
de pclituc:rente abex.a e 
econõm:camente democràti­ 
ca:>. (Da mesma palestra). 
.J 
,{ - 
Venda seu pro­ 
duto anunciando 
neste jornal

Tsibuna da FrHleira 
Per f i I d o n o v o 
PRESIDENTE 
Documentos 
Perdidos 
l 
déo. 	Petrobrás critu duas subs- 
Ao re•ornar ao Brasil idarias de iroport..incía: e 
foi um dos fundadores da Braspetro, associada a gru­ 
Escola Supuior de Guerra; po íntanacionais e a Petro­ 
em 55 foi sub-chefe da Ca- leo Distribuidora. H"íe a 
sa kilitar da Prrsidi:ncia e empresa é urna das maiores 
mas tarde Superintendente da AmPrica Latina. 
da Refi11<1ria de Cuoari'to. Homem disposto a e­ 
da Petrobrás retornando xercer toda a autoridade 
um ano depois para o que um cargo lhe confere 
Exército, oude serviu na administrador. discreto· aus­ 
Seção de Informações do tero. habitos simples, eis 
Estado Maior e representa- alguns características de 
va o então Ministerio dó Ernesto Gcisel. gaúcho que 
Guerra no Conselho Nacio- hcje assume a ?residencia 
nal de Petuóleo. A essa da República. Seu cor.tato 
época era coronel. pois só- intimo com os problemas 
mente em 196l foi promo nacionais e com o povo 
vido a general. Durante sua que acompauhará a reper­ 
perrnaoência no C.N.P. po- cussi'lo de suas medidas po­ 
de vivenciar toda a proble- derá revelar nos próximos 
mática perrolifern e tornar- anos, tudo a respeito d.> 
se um experto no setor General Ernesto Geisel. 
.Sua carreira, informa ainda presidrnte da Rupública 
que foi Chefe da asa Federativa do Brasil. É um 
Militar do presidente interi- profundo conhecedor dos 
no Paschol Rameri,'Mazzili problemas nacionais. pois 
·_hefe da Casa Militar e de uma maneira ou de ou­ 
Secretário cio Conselho de trõ ~empre esteve ligado a 
Segurança Nacional duran- administração federal. Seu 
te o governo de Castelo ministério. constiruindo na 
Branco e integrante do maior discrição. revela il 
Superior Tribunal Niilitat presença de homens com 
durante a gestão do presi- grandes qualificações "m 
dente Costa e Silva. Em cada setor. As pcssveis 
1969 assumiu a presidencia mudanças que se verificarão 
da Petrobrás, cujil pujan • durante seu governo são 
ça e posição de destaque mais fáceis de vislumbrar 
que a empresa assumiu e no ambto da especulação. 
conhecida de todos. Na Uma coisa. porém, e certa: 
A Prefeitura Munici- 
pal oe Bela Vista recebeu 
auxilio do Governo Fede 
ral. no valor de Cr$ ... 
250.000.00 (Duzentos e 
cinquenta mil cru:eiros). 
Com 65 anos. natural 
de Bento Gonsalves. o ge­ 
nral Ernesto Geisel é o 
quarto Presidente da Revo · 
luçao de '64. e o terceiro 
!Jnucho. Filho de Augusto 
e Lidía Geisel. imigrante da 
Alemanha o presidente que 
assume os destinos do 
país tem uma folha de sz:r­ 
viços, tanto na vida civil 
corno no Exercito, das mais 
expresivas. As indagt.ções 
sobre se é um liberal ou um 
duro somente receberão res­ 
posta a partir dos atos que 
praticar à frente do Gover­ 
no do Brasil. pois a hsto­ 
ria de sua vida revela um 
homem préo,upado com a 
eficiência. austero. discreto 
e introspectivn. Seu carac­ 
ter foi formado na ríg,da 
crientação que o imigrante 
alemão - na procura de 
se radicar em busca de no­ 
va vida - dava a seus ftl­ 
hoje. Geisel serà o primeiro 
Presidende protestante do 
Brasil. Enquanto algumas 
de sues qualidades não são 
de todo esclarecidas, a de 
administrado parece lhe dar 
um crédito muito am;;lo co­ 
mo chefe da Nação. Tão 
logo saiu Jo Colégio Mili 
tar como tenente. eni ma; çn 
de 31 (foi o l" da turma) 
Geisel assumia a Secretaria 
do Interior no Governo do 
Estado do Rio Grande do 
Norte. Teve parth:ipação 
nas revcluçõt:s de 30 e 32, 
nesta úlrima cornb3ten<lo em 
São Paulo. Na Paranaíba 
onde comandou a 7a.:Bate­ 
ria de Artilharia e Dorso, 
foi Secrrtãrio de Fina :iças e 
Obras Públicas. desenvol­ 
vendo um trabalho àe van­ 
guarda, pois lançou as ba 
ses para a fundação do 
Banco do Estado ,da Paraí­ 
ba. 
Com dona Lucy Mar­ 
kus, o então capitão Encsto 
Geisel casou em 19.35. ten­ 
do, o casal, dois filhos: A­ 
mãlia e OrlanJo. que fale­ 
ceu em 1957. O general 
Geisd sempre foi um estu­ 
dioso. Na Escola de Aper· 
feiçoanento de Oficiais pas­ 
sou com o p,irneiru lugar 
na (Academia Militar; em 
42, foi obrigado a conten­ 
tar-se com o segundo. pois 
o primeiro ficara com seu 
irmão Orlando. E 44. 
contráriado por não pode: 
participar da FEB. fez cur­ 
so de Aperfeiçoamento no 
Exército dos Estados Uni· 
dos. em Kansas. ;Após sua 
volta iniciou a fase que al­ 
ternava funções junto à Pre­ 
sidência da República e jun­ 
to ao L.er t . 
Ec:i 'lo, ;,n <leixar a Seção 
do conselho de ',egurança 
Nacional fei servir. como 
adido m:litar. em Monte:vi- 
não se afastara dos camin­ 
hos traçados pelo Movimen­ 
to de Março de é1, que 
+gora. quando assume a 
Pl'esldênc1a, completa 10 
anos. (Parte do~ dados fo­ 
ram extraidos do numero 
250 A da revista «Veja» 
de junho de 73) 
"0 Nacional" do Passo 
Fundo CRS 
(i#ir=sr;swawr9ma«»#«e.BrErw«reusar±E=« e=BE«sEEW), 
1 Lemat. Lemat. Lemat. Lemat. Lemat. 1 
m O priilleiro premiado da Lemat em Bela· Vista. foi o m 
e 	E±e 
rn Sr. Soliman Tebicheane, ganhou 40.000,00. (primeiro) il 
1 prêmio. 	1 
5e 	EE 
~ Depois .•. O Sr. Liborio Barbosa, foi contempla- m 
E« 	EK 
m do com _5.000,00 {o s· prêmio). m 
o próximo ganhador pode ser .. Voce ... Compre 1 
ffi o Bilhete da LEM AT {Loteria do Estado de Ma- 1 
~ to Grosso) A NOSSA LOTERIA. m 
# €Com os Bilhetes da Lemat voce não perde nunca... 1 
E@ 	E 
ffl A Lemat voce proprociona escolas, Obras Assistenciais. ; 
E om apenas 30,00 (Bilhete mteiro) voce sor- 1 
E 	E 
~ rirá melhor. Sorrirá 	i 
a 	R 
à LEMT i 
##i 	Bê 
1 Em Bela Vista: Agência Lctérica Gato Preto Em Jcrdim: Ivan Braga m 
™ Lernat Lernat. Lemat. Lemat Lemat # 
·=--- 	-=--- 
f sEsnw+E55E#E#se=sr erras.#.B#e#DO9#.MEBABO+H A BUG; I 
Para efeito de obten­ 
ção de 2. via Rejane Cha­ 
qas Guimarãe: Carneiro 
Kanner comunia que ex­ 
traviou os seguintes docu­ 
menos: 
ertifcado de Proprie­ 
dade n". 135946 - T.R,U. 
venc. em 31.05.74, Squro 
n'. 086269 da Cia IIheus 
de Seguros de 22.12.72. 
Documentos pertencen­ 
tes ao seu autom vel rnnr­ 
ca BUGGY 4 cilindros ano 
1972. 
füla Vis a. 30/3/74. 
n 
J 
i'.! 
~ 
pleiteado pelo Prefeito e 
conseguido pelo Deputado 
Federal Dr. Ubaldo Ba- 
ren. para construção de uma 
Escola "Modelo" no Bairro 
Antonio João. em Bela Vista. 
a- 
3 
çoes 
'Os Direores. Redatores e 
Colaboradores. da Tribu­ 
na da Fronteira", saúdam 
as autoridades por ocasião 
do I0 Aniversario da re­ 
volução Demacrática d~ 31 
de Março de 1961 
·'Pelos Ca­ 
minhos do 
Fantàstico.,. 
T ocios CJS dias às 
18 horas na Erniosora 
ZPX-24

Vista Março d» 1974 
Tbuna da EronF	-- 
HESITA Ç AO 
ELENA LOPES 
Car- 
Estou só?... Não, não 
estou só; mas ... o vazio que 
hà dentro de mim. i pior 
que a :,olldão. 
Quisera gritar, mas a 
voz não sai, é como se ti­ 
vesse um nó impedindo sua 
pll5sagem; qui5era falar. fa­ 
lar rnu1to t.ilvez. mas não 
encontro palavras, não ha 
o que dizer: 
Cborar ... sim, chorar. 
derramar lâgri:na5 do ârna • 
go de meu ser. Mas não 
posso. as lágrimas não sa­ 
em, e nio tenho forças nem 
ara soluçar, Pensei em sor­ 
rir (o sorriso esconde). mas. 
o cansaço me domina. Que­ 
ria ouvir, mas sri ouço sus­ 
suros, que vão desaparecen­ 
do. corno a alma que se li­ 
berta. 
Que irá acontecer ,;e 
eu continuar ossim? A mi­ 
séria e escraviza, o amor 
me derrota. as esperanças 
!I 
se desvanece1a. E se eu rza­ 
qt? Não se,nada posso pre 
ver agara que a escuridão ;:el­ 
na aqui. Agora nada se: agora 
nada sou. sinto uma dor 
cruciante. Jue vai aumen 
tando a medida que ptnso. 
Não posso pensar. Sou es­ 
crava indefesa dessa dor 
1wpiedosâ. que maltrata e 
me t:>rtu:a. Exi$te Ulllil sal­ 
da? Sim, a morte é a SC­ 
lução, e apenas ela me li­ 
b2rara. A morte. Sua fi­ 
gura representa o aifa e o 
omega. Interessante, a mor­ 
te não e atemoriza. E co­ 
mo se for uma velha ami­ 
ga. Grito. Clamo. Ela vem. 
E: a morte. si é ela. Mas ... 
hesite. Ela v::m buscar- m~. 
e ... sinto medo. Queria ouvir 
ou alguém. antes que me 
leve piira " pais das sombras. 
as.. o m?do que sinto não 
é da norte. É de abrir os e sempre a Hesitação, pro 
olhos e nada ver. É não b,u-me de Ser 
Dr. Miltom Loureir0 Filho 
Ameaçada pelos exces­ 
sos pela negligência do 
Homem. a natureza vai aos 
poucos sofrendo do envene­ 
namento causado pela polui­ 
ção. e com isso. pr('judtcan­ 
do o ineip ambiente que o 
ser hum;,no, necessita para 
viver. A·. ·yis.ão pessimista 
que se no~ apresenta, resul­ 
ta do palpavel desequil1brio 
que se agrava com rapidez 
entre o crescimento da po­ 
pulação terrestre e as reser­ 
vas biclégicas naturais de 
que díspomos. Não nos es­ 
quecemos que só temos uma 
terra. Apesar disso. o com­ 
portamento de povos e go­ 
vernos. em relação a bios• 
fera (meio ambieme munài• 
ai) só ,omeçou 1a ser estu­ 
dado em l S68. portanto. há 
5 (cinco) anos. Segundo 
Lynt-:>n K. Caldwel. profes­ 
sor de nsrnntos públicos e 
ambientais da Universidade 
de lndiena (EUA). "a prin- 
cipal dificuldade para a ins­ 
titucionaiização das decisões 
nacionais sobre o meio am­ 
biental e conciliar ecologia 
1:: economia. As metas e po­ 
liticas nacionais de dcn­ 
vovimento baseadas na a­ 
plicação da ciência e da 
tecnologia têm sid0 frequen­ 
temente formuladas sem a 
devida atenção a Suas con­ 
sequencias ecológic1:s". Daí 
se reíerere. que o homem 
ao cultivar a terra drspli­ 
centernent1: põt .. p:r:!er 
capa superficial do solo, as­ 
sirn como desmatando, abu­ 
sando das pastagem ou es­ 
goando depósitos minerais. 
Sim, estamos co.npro­ 
metendo seriamente o nosso 
próprio planeta. Urge por­ 
tanto. que povos e gover­ 
nantes se conscientizem a­ 
inda mais, e continuamente. 
do problema impedindo a 
dest:uição dessa pela natu­ 
reza, preservando o solo, o 
ouvir o sussuro de tua voz:. e 
o mêrlo de entrar no mundo 
dos que foram. e ali não te 
entontrar. Só me resta uma 
kmbrança. São uns versos 
de Castro Alves: 
Conduzo sêres aos Céus. 
A luz da realtd.1de; 
Sou ave da liberdade 
Que a, lõdo da escravidão 
Venho arrancar os espíritas. 
Elevando-os às alturas: 
Dou corpos às sepulturas. 
Dou almas para a amplidão. 
"Eu sou a morte. Sus­ 
pende ao meio o hino au­ 
gusto e forte. MMqud• te a 
fronte. Volve ao nada, Não 
sentes neste enleio, teu càn­ 
trco gelar-se no melo seio''? 
Adormeci e o mundo 
tornou-se cortina. Não ;Jtde 
ver outro lado. Biquei p·r!i. 
da no limiar da luz. Ainda 
ar. a água. A propósito. se 
nossos rios. lagos e ocea­ 
nos, estão ameaçados de 
perder sua capacidade de 
autopur,ficação. não adianta 
di::er que a culpa é dos ou­ 
tros; parque a responsabili­ 
dade é de todos (povo e 
gove:nos deste planeta). As 
nações devem trabalhar em 
conjunte,, e para tanto sem 
pretender criar um clima 
de: voracidade e pavor, re­ 
sultante dos mais variados 
aspectos da poluição e pro­ 
blemas ambientais; temos a 
dizer que muita coisa ja se 
fêz. Haja visto, a Conferên­ 
cia de Estocolmo, no ano 
de i 972. A tônica dos de­ 
bates, firmou-se no entendi­ 
mento de que somos um 
planeta único e onde se faz 
necessária a interdependên­ 
cia e 11. interconexão para 
ser atacado o âmago do 
problema. 
Preservemos a natureza ... 
Edital de 
t 
, . 
Or1O do 
Protesto.­ 
!º Oficio 
O Sr. José Avelino e Silva, 
Oficial do Registro de Protestos 
da Coara de Bela Veta.M, 
na forma da leJ, ttc ... 
FAZ SABER ao: que o 
prese.ote Edito! vlrer:1 ou dele 
tiverem conhecimento que se en­ 
eontra,am e.m Cartório, Rua 
CeI. Dia«, " 984, para protesto, 
por falta de pagamento, os seguia­ 
tes titulos.- 
a)- Apresentados por Banco 
Brasileiro de Descooto S/ A. 
P Cheques n"s CJ-2119510 • WD- 
980220- Vr. Cr$ 400.00 e Cr$ 
287,00 a cargo do Banco ltaú 
América S/ A, emitidos por Lui: 
Senha. 
b)- Apresenlldos pc,r Banco 
do Brasil S/A. 
1 )- Duplicata n• 3890-9 - Valor 
Cr$ 826.'Jl - Venc. 25/02/H 
emitida por CARBOGRAPITE 
S/ A - contra Carlos Antonio 
Garete. 
cJ- Apresen:ados p-,r Banco 
ltaú América S/ A. 
:J- Notas prolDissórfas n's 21 e 
22/24 V. Cr$ 29158. Ven:. 
2('/Janeiro 20/Pevere!ro de 197-1 
e'llitidas por Enio Gracisoo, a 
favor de Fidelidade S/A. 
:!) • Notas ptomissórfas aºs 18 e 
19/24; Vr. Cr8 432,86: Vcnc. 
(11 de Janeiro e OI de Pevereiro 
de 1971 - emitidas por Santo, 
Monteiro, a favor da Pidelfdade 
S/A. 
d/- Ap.esentadas Por Luso Co­ 
mercial Lrda. -Todas emitidas por 
Luso Comercial Ltda. 
1)- lluplicnta n' 1493-IO·J - Venc. 
18/02/72 - Vr. Cr$70,00 emitida 
contra Elida G. de Souza. 
2)- Duplicatas nºs I Goo·o(l, e 
1219-1-A Vr. CrS 1154-1-A Ven. 
15 Janeiro e 15 Fevereiro se 197! 
emitida contra Amantlno Mar• 
ques Martius 
3)· Duplicata nº 872-5-E Venc. 
Ql/01/71 Vr. Cr$ 18,00 emítlda 
contra Ermínla Leite. 
11- Duplicata n' 551-1-A Venc. 
Apres. Vr, CrS 227,51 emitida 
contra Flavio Ajala. 
5!- Duplicatas 's 150-1-C, 
150-2-C e 150-3.C- Veac.15/06, 
t 5/07 e 15/08 de l 9-;'2 Vr. G;,$ 
25,UO emitidas e/ Elma Vieira. 
6)- Duplicata " 541-1-A Vr Cr$ 
997.53 - Vec. Apres. emitida e/ 
Antônio ~.1osqucira. 
7)- Dupkara o" 539-1-A Vr. Cr$ 
418,75 Venc. Apres. emitida c/ 
Humberto D. Barros. 
8)- Duplicata " 554 1-A Vr. 
CrS 118.01 - Venc. Apres. emi· 
Leia e 
tida e/ Luit Carlos Co,ta. 
9]- Duplicata " 5421A - Va 
Apres V. Cr$ 6990 - Emuud» 
Antonio Xavier, 
10)- Duplicata n' 5401A- V 
19,90 , Venc. Apre:s. - r.mltJd• 
c/ Arisúdu Oco1JJpos 
li)- C'uplicala u' 5f12 l.i • V,. 
C+$ 77,28 • Vene Ares.- E­ 
Emitida 
e/ FUADE SLAMENE 
I2)- Duplicaton". 551.A - Vr. 
CrS 1.791,71 - Venc, Apre.•. 
E metida 
c/ Joana !Obando Nepomucena, 
IJ)- Duplicata n'. Sç5.1.A • V,. 
CrS 58,78 - venc. Apres. Eml. 
tida 
c/ Pedro F. Alenca,tro 
14)- Duplicata n'. Hi77!9/T - vr 
CrS cr$ 50,00- vene 09/05/7l 
Emitida contra Mnrleoe Arce 
15)- Duplicatas nº,. ()JJ.5.F e 
913.6.F . Veoc. O 1.01 e 10.02 de 
1.971- V. C+$ 35,00 emitidas 
e/ Amando de Souza 
16)- Duplicatas • n"s, l 183-3-E, 
1453-4-E e 1483-5 E - Vr. 
Cr$. 90,00 venc. , 10.08, 10.09 
10-10 de 1.671 em c/ Afonso 
Go:foy 
li)• Duplicata o. ""546.1 A • vr, 
30,00- venc. A pres. Clllitida c/ 
EvanilJo de Oliveira 
18)· Duplicata n'. 54711 A - vr. 
Cr$ 139,3!1 • vend. Apres. emi• 
tida e/ E:libe1to Gonçalvu 
19)- Duplicata n• 5181-a vr, 
Cr$ 235,85 - venz. apres. ee­ 
tida e/ 
Euri-:les P. Loureiro• 
20) Duplicata n".s F>7ó IO L e 
)578 11 L vr. Cr$ 33,30 venc. 
24-U'i e 24-03 de )972 emitida: 
contra Joel Soares de Oliveira 
21). Onplicatas n • 386 4 E 
e 366 4 E vr. CrS llo.0a ven-· 
20 06 e 20 o7 de 1973 emf•in>< 
contra victor Chimenzs !ou:i 
ra Duplicata n 86ab • 
Cr 400,0o venc. o 2 V3 e ..• 
tidas contra Jorge ·: _- do 
Por não t,r si1o posivel 
encontrar nesta cidade, os res­ 
pon•áveis pelos litulos em rde.­ 
rencia, por intermédio do pre­ 
sente Edital que será afixado 
no local de costume e publicado 
pela impr,nsa local, intimo-nos 
para pagarem a lmportancía dos 
mencionados 
1
titulos ou darem a 
ra:ão pelo qual nâo o fazem, e, 
ao mesmo tempo, na falta dé 
pagamento, notifico-os do com• 
petetente prote,to, 
Bela vista Mt, 13 de março 19H 
O Oficial do Registro de Prote.sto 
Jose avelioo e Silva, 
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Trinta e sete anos, mi­ 
nPiro. engenheJro ogronómo. 
Tem quatro filhos. o m•1is 
velho com )2 anos. Além 
de secretario de Agricultura 
de Minas Gerais. é rpre­ 
sentante do Brasil na Co­ 
missão de Assessores de 
Educação Agrícola Superior 
do Instituto lntHarnericano 
d~ Ciéncias Agrícola, do 
OEA. É goleiro quando jo­ 
ga futebol coai as crianças' 
Só existem dois aí­ 
ses que tem condoes de 
diminuir a fome do mundo: 
a Austrália, que além das 
quantidades relativas dz áre­ 
as a suem desbravad:is.p<'5· 
Exterior 
/J ntõnio 
Ê o atual embaixador 
do Brasil cm Buenos Aires. 
Tem 56 anos e quatro fi­ 
lhos. Entrou para a carreira 
dip!omática em 19-13 quando 
ganhou o apelido de «Silvei­ 
rinha». Ja cumpriu missões 
em todos os paises da Amé­ 
rica do Sul e foi embaixador 
em Gen~bra. Não tem casa 
no Rio e. sua cidade Natal. 
e está no apartamento da so­ 
gra. Ê alérgico à banana. 
- «A cooperação entre 
o Brasil e o Argentina não 
é sequer uma opção. 
Ê um imperativo histórico» 
(De uma con~erência publi­ 
cada na revista «Estratégia». 
;.. !nflação deveri atin­ 
gir este ano progressivos e 
incômodos ind1ces e para 
ccmbatê-los o novo gc-ver­ 
no contará principalmente 
com um economista, enge­ 
nheiro e matemático. Má­ 
rio Henrique Simonsen. quê 
vem da presidência do M­ 
bral para dirigir o Ministé­ 
rio da Fazenda. , O novo 
ministério cieixa a direção 
de um banco. várias con­ 
sultorias e uma catedra. pa­ 
ra tentar estabelecer ua fa- 
Nos transportes 
Francisco A 
O general Dirceu Ara­ 
ujo Nogueua substitui no 
Ministêrio dos Transporteç 
um coronel - Mario Andre­ 
aza - que iniciou sua ges­ 
tão com' enfase e not.irieda­ 
de e acabou razoavel.ruente 
desgastado pela longa 
extensão. ;;tribulações e pra­ 
zos de construção da p:::nte 
Rio - Niteroi. Especealista 
«ui tambzm material humano. 
E obrasl. Deses dois pise. 
o Brasil. em dúvida. detem 
as maiores condições». 
«A agricultura, brasilei­ 
ra vive momentos de grande 
responsabilidade. pois. ao 
lado de sua participação na 
formação de divisas para o 
desenvolvimento do pais re­ 
presenta grande oportunida­ 
à para o fortale.:-imento do 
mcn:ado interno. nece~,.irio 
pura a expansão do consu­ 
m de bens manufaturados». 
(De conferência aos estagiá­ 
rios da Escola Superior de 
Guerra. ero 31/10/72). 
«Para por-ibilitar o crer. 
vedo 
de agosto de 1972). 
- «É um velho prin­ 
cipo braeileiro e um princi­ 
pio muito característico de 
nossa diplomcia, ter em conta 
que devemos conservar os 
nossos olhos voltados para o 
céu. mas com os pés firme­ 
mente colocados sobre a ter• 
ra», (numa reunião da OEA. 
em março de 1966). 
- «Um Ministério das 
Relaçõas Exteriores não 
presta serviço ao publica. 
pelo menos diretamente sal­ 
vo algumas atividades con­ 
sulares. Pode-se dizer que o 
seu único produto acabado 
é a política éxterior» (do 
se de "continuidade básica" 
na edrnmi!'tração dos assun­ 
tos de sua pasta. há sete 
anos ocupada ;::::lo brilhan­ 
tismo técnico de Delfim Ne­ 
to. Aliás Simonsen tera co­ 
mo primeira tarefa superar 
a imagem de cibernetica e­ 
ficiência deixada pelo seu 
SUCC!'50r. 
Simonsen recebe um 
t!!inistério dinamizado e a­ 
gigantado em mas funções 
e provc1velmente terá que 
reduzir a dedicação que, 
em ferrovias, porém o novo 
ministro certamente não 
pautará sua gestão por obras 
t:spetaculares, mas por uma 
efetivação do si:tema ferro­ 
vi.ãrio de transporte, priori­ 
dade nos planos governamen­ 
tais e necessidade cada vez 
mais premente diznte da 
crise do petrólio. 
O general Araujo 
ciaeato anual do setor a 
niveis sat«fatorios, e impor­ 
tante a moderniza,ao do 
sistema. de comvrcal»çdo 
e distribuição dz produtos 
agricolas, nediante a cria­ 
ção de estruturas especiali­ 
zadas de transporte, associa­ 
das à modernização dos 
principais portos e programe 
de'crédito aos produtores 
rurais, visando a ampliar 
capacidadede estocagem a ni­ 
vel de fa:endJ. bem como ex­ 
pandir a armazenagem inter­ 
mediaria à instalação do sis­ 
te mil naciorrnl de Centras de 
Abastecimento». (Da nesma 
conferência). 
da Silva 
seu trabalho na organização 
do mistério das Redações 
Exteriores). 
- «Convém lembrar o 
principio em que se assenta 
o planejamento da execução 
da política exterior segundo 
qual a projeção externa de 
um Pais é. em última aná­ 
lise. a síntese de sua rea­ 
lidade interna projetável no 
exterior». (Do mesmo tra­ 
balho). 
«O Itamar:iti foi 
casa. Agora deve transfor­ 
mar-se numa instituição a­ 
berta para todo o Brasil». 
nas horas de lazer. dedica 
ao canto lírico. E. a con­ 
tinuar relente a situação 
montada até agora. será e 
principal interlocutor do go­ 
verno com as classes pro· 
dutoras, e o principal por­ 
ta-voz das justificativas pa­ 
ra a política econômica fe­ 
deral. O próprio ··status" 
do seu ministério, consoli­ 
dado • por Delfim, deverá 
fazer de Sionsen o mais 
comentável e àecisivo mi­ 
nistro. 
Nogueira cursou engenharia 
naEscola Militar do Raelengo 
- e na vida milit<1r recebeu 
unções espinhosas na co7s­ 
trução e· conservação de 
ferrcvias. Chega a c:iio.i:rtro 
acumulando ainda e;,;:perien­ 
cias que adquiriu no -_ornan­ 
do Militar da A□zi:õoia e: 
na Diretoria de Engenharia 
e Comunicações. 
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TO.XI C OS: A Escravidão do Século

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Comarca 
O Doutn: Sin:õu Jurtlla• 
no de 13arro! Filho, Juizo de 
Direito da comarca de Bela 
Viste,, E,tado de ~lato Grosso 
nc u,o de suns atribuições 1 - 
gals, na form/1 da lei, (IC. 
FAZ ~ABER a tudos 
quantos o prcscnt~ EDITAL vi­ 
r-:m ou que dele ronhedmento 
tenham, que, ra S&de dvste [ui­ 
zo, no Ed:ficio do Puruw e Sa­ 
la das audiencias. no dia 28 de 
maio de 1 974, as 8,30 hnras, o 
senhr Porteiro dos Auditorios 
joão l l11Jrio Pereira, levar;', a 
praç I os bens penhorados n, 
.lção Executiva, que aciida 
lnacia da Cruz move contra 
]o Nunes Miranda, em tra­ 
mite ;,:-.r c,te J ul:o e Lartorio 
Grupos ::lc católicos de 
Formosa que retornaram de 
uma visita à China de Mac-, 
informaram que dezenas de 
cris1ões estão <le~a pareddos. 
padres estão confinados cm 
campos de trab. iurçado 
e que as igrejas têem sido 
destrudas ou transformadas 
ínvariavelmeute em edifícios 
dara uso não religioso. 
Por outrc- lado. a A­ 
géni FIDES. da Santa Sé. 
dcsrreve o clima religioso na 
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dores, Toca Fitas, Máquinas de Costura (S NGER), col­ 
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do .,• Oftclu, e o.1o ha-endo lc• 
citantes foi designado o dia 1O, 
de junho de l.9ii. ;,s ,JO ho­ 
ras, para o respectivo LEILÃO­ 
sendo os seguintes bens penha­ 
rildos: Ooi, (2) lotes de t<:re­ 
nos urbanos nárero quatro (4) 
e quatro • (tl-A), ambos da 
rua Bejamim Censtant, de ta ci 
da de, medindo cad 1 u::i, qutn:t 
(15) metros de frente por se­ 
,enta/61!) ditos de fuo:lo, nd­ 
quirfdos conforme tran~críção n• 
l '1,541. e ::val!acios pela :r:ipor 
tànc,a de tr€s mil cento e oi­ 
tenta e tres cruzeiros (fr ... 
3.1 3,0f), valor par quant sera 
leva:lo a praça para serem ar­ 
rematados, para quem ma(or O• 
írrta of<recêr, 2c.lrra da avalia- 
China Vamelha cerne ser.­ 
do de .. terror ou quase ter­ 
ror". FJOES declara que 
padres que visitaram a Chi­ 
na ::ão l!ncontaram igrejas 
onde se lhes permitissem ce­ 
lebrar missa. Alguns poucos 
o fizeram secretam1:.ntc em 
seus' quartos de hocel. Um 
desses declarou: "Ê melhor 
não falar de religião com 
companheiros de viagem. É 
rerigoso". (ABIM-). 
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nlogu m ak(JUt IJncrJnc11, eip•. 
d, o presente l .d,t li que sera 
publicado e afixado nos lugare 
de costume,. nn l.orm,1 d<l /tJ 
O que cumpra·te, coa inteira 
observâncis d,s prescrições 
legal d ,do e passado'. nnt. 
cidade de Bela VI t.1. E•tud;;i de 
Mato Grosso, aos dezoito 4ias 
do mes de f vereiro do ano de 
mil noveccnto, e ~,tenta e qua, 
trs. Eu. Escrtv.:io do S,. 
!Jundo Oficiu, o fiz datilografar 
e subs-revo 
Dr. Slmiiu Au=eliano de Ba,ro. 
Filho 
)ui;; d~ D/reilu 
Empresa Tribuna 
da 
70n?ei7a 
CGC - 03202166/001 
lnsc. Estadual 13059232 - 3 
Diretora: Maria Estela Ve­ 
lasquez Pereira. 
Jornal Tribuna da 
Fronteira 
(Registrado no Cartorio 
de Titulas e Documentos 
N' l066) 
EXPEDIENTE 
Diretor e Redator chefe 
Responsável: Ivaldo Pereira 
Colaboradores: 
f'r. Milton Lourt>iroF' 
. José Carlos Longo 
José: Joaquim Ferreira Souto 
Janes Velasquez 
Helena Lopes 
Correspondentes em Si­ 
drolãndia. Porto Murtinbo· 
Maracajú. Jardim. Guia Lo. 
pes. Cuiaba. Campo Gran· 
de. Bonito e Ponta Porá. 
.. A Redação não se 
responsabili:.a por couceitos 
emitidos em artigos assi· 
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er Assa jn. [

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Conlinu{lçiio <.l, P, ginn , nt ior e 
Saúde 
l 
Paulo Almeida Machado 
l 
t 
.édrco minero, 57 a­ 
no, Casado com dona Ma­ 
ria parda Machado, 
tem três filhos e um neto. 
Dirige o lnstilHo dP. Pcs­ 
quisas da Amazónia. E re. 
almente apaixonado pela 
selva. tanto que vai passar 
o carnaval num Igarapé. 
Teve de apressar a confe­ 
cção de sua c.:,saca. 
«A indolência (na A­ 
mazônia) na reaiidadc niio 
existe. O que ocorre é que 
ali o homem atinge facil­ 
mente o equilibrio com o 
mei'J. um l'quilibrio pacifico 
que lhe garante suas asp- 
Na casa Militar 
9 
de 
Um Deputado no Trabalho 
Para um ministério que 
quase invariavelmente tem 
estado ausente do quadro 
das grandes decisões e im­ 
pactos governamentais. ,·m 
grande putc. pela dinamil:a 
cxistencia de orqãos ccm­ 
plementares especifico para 
os diversos setores da area 
do trabalho. foi escolhiclo o 
deputado Arnaldo Prieto; 
O in;cial escolhido era 
o gE.neral Oilerrnando Gomes 
Montóro-quc no entando 
colocou o c;irgo a disposi­ 
ção (com fratura no colo 
do fémur, deverá ficar ina­ 
tivo ode, mcuos tres meses). 
Fo: ·escolh,do então. para 
chefiar o Gabinete Militar 
do novo govêrno, o gene- 
Planejamento 
João Paulo dos Reis Velloso 
Pauiense de Parnaíba. 
-¼2 anos, formado em Eco­ 
nomia e pai de dois meni· 
nos. conhece- o Ministério 
do Planeiarnen:o desde a 
sua fundação. no governo 
Castelo Branco. Tem nu­ 
mneroos trabalhos publicado 
~obre Planejamento. Sua 
principal distração é orga• 
.:ar um futuro turístico para. 
o delta do rio Paraib1 
«Todo o mundo - ou 
quase todo o mundo - re­ 
conhece os resultados do 
crescimento cconornico brasi• 
leira •. ,ne:;mo os progc~ssos 
realizac!os em campos so­ 
ciais corno a educação. h:i, 
bitação etc. Pode haver- 
e-nt=etaoto. honestamente. 
Bola Vista 
...... o	- o 	- ---- --- ----- 
o l uç ão d 
rnçôe5 minimas d pa:: 
subsistências». (e entrevi· 
1,' J B. em 28/9/73). 
«Quem começar a criar 
jaguatiricas, gatos maracajás. 
como se criam «minks na 
Europa. ou explorar a ma• 
deirn por manejo florestal. 
vai ficar rico.. (Da mesma 
entrcv1,;ta). 
«Considero muito útil e­ 
conveniente a unificação dos 
S:vi;os de Assistência 
Médica do pais». ( )e decla­ 
rnçõe~ ao JB. em IY/12/73). 
«À conservação do 
meio-mb:ente poderia ser 
muito mais eficaz se os con- 
44 nos, secretario geral 
da Arena. No Ministério 
do trabalho, Preto de-verá 
lembrar de sua experiência 
de quatro anos na Sec;cta• 
ria <lo Trabalho do Rio 
Grande do Sul. Sua car• 
reira poiitica começou em 
59-ve;eador em São Leo­ 
poldo - e !proderia termi• 
nilr em 62. quando perdeu 
ral·de brigada Hugo de An· 
drade Abreu, 57 anos, co­ 
mandante há quatro anos 
àa Brigada de Para-Que­ 
dista. O leneral Abreu 
-cuja promoção a gene­ 
ral de-ui isão é esperada 
para dia 31-- era tenen• 
te-coronel e chefiada. a Suh­ 
seção da Diretoria Geral 
·evacionistas hi: téricos usa­ 
sem bom seno, assim cotio 
us explorndores de v1<iiu 
curr... O certo é a cone 
vaçãn com " utilização eco­ 
noin1ca permanente,>. ( Oa 
mesma entrevista). 
«O progresso da Ata­ 
:ônia, de seus caboclcs e 
dos migrnntes que là se 
f,xam, dificilmente poderia 
prescindir dos serviços dos 
cientistas e dos pesqui.a'o­ 
res, entre os quais se i::.:!:.:­ 
em os médicos». 
De cur.ferência no lnscit11to 
de Pesquisas da Amazôr•:a. 
em 13/ 10/7 3). 
a5 eleições para deputado 
estadual. 
No mesmo ano, porém, 'oi 
chamado oara a Secreta, ia 
pelo gcveroador [(do M.-ne­ 
gbecti e ad:niniHrador dinâ­ 
mico. Ess'.l i:nagem pode.à 
ser retocada doravante plo 
até (ex-) deputado Arnalào 
Preto. 
de Ensino do Exército e 
no dia r de abril era con­ 
vocada pelo general Moni: 
de Âragão p• rd chefiar o 
Estaào Maio~ do Grupa­ 
mento de Unidades Esco­ 
las. No mesmo mês foi pro­ 
movido a coronel e chegou 
a general em 69. 
dúv!das sobre 'se tantos. e da cultura brasileira». 
ás vezestão dramáticos. éxi- (Da mesma conferência}. 
tos constituem urna revolu• «A maior densidzde 
ção. ou se tal revolução é su- cecnológica das expo:tações 
fic1ente profunda p/ .:aracte- implica a necessida:le de 
rizar um modelo econõmico que as empresas multioncio• 
e social capaz de realizar o nais operando no Brasil es­ 
desenvolvimento e a grande- teja:n firmemente engajadas 
:a do pais». (Da conferência na politica de exportações. 
pronunciada na Escola Su- inclusive objetivando a con­ 
p?rao· de Guerra, 4-6-73). quista de mercados em pai- 
«A. nação està constru- ses dzscnvolvidos. Para is­ 
indo urna economia moderna so foram aprovados iocen­ 
de mercado. detada de forte tivos fiscais as er:presas que 
motivação social e pragma- executem projetos fundamen­ 
ticamente reformista. Esse talmente voltados para as 
modelo é capzz uauzar 
o desenvolvimento e exportções», (Do discurse 
grandeza nacionais, sem pronuciado aos empre$àrics 
descaracteri::ação da expe- americanos em Chicago em 
riência tropical-humanista 28-9-73). 
ai:astros. 
de1964 
Em ou ubro de 1S60. 
sob o governo do Presiden­ 
te Jucef,no Kubf•cltek. Ji1• 
io Quadros. candidato d 
oposição. v ·nceu triunfal­ 
mente as ele•ções cum 6 
milhões de votos. J;:inio s~ 
numa festa au- empcs;ou 
1ênrfcamenre democra•ica. 
aos olhos do povo. na Pra. 
ça dos t:ês Poderes. em 
Brnsilia. No dia 24 de a­ 
gõsto de 1961. 7 meses 
uepois de sua posse êle: 
telefonaria para um de seus 
- O senhor saoe onde 
,.: encontra hoje o Vice 
Presidente Goular? O ri­ 
nistro vão sabia de prcnto. 
Conseguiu, porém. sabê-lo 
imediatamente através dos 
seus canais de informaç.ão, 
mas demorou-se um pouco 
e: rn dar a resposta ao pre­ 
sidente. Quin:e minutos a­ 
oós. o telefone: tocou com 
a resma indagaçãe. E ele­ 
respondeu: 
- O Dr. João Goulart 
está h0je em Cir.gapura. 
Jãoio zgr::idece:u e fo1 
redigir aquela f<!mosa carta 
de renúncia em que falava 
das "poderosas forças ocul­ 
tas que não o deixavam go· 
ve:rnar. porque: alcaçanvam 
a sua autoridade presiden­ 
cial! O e-aos estava forma­ 
do na vida nacional, com a 
renúncia do Presidente· (do 
livro ue Antonio Xavier 
Teles). 
lm:a:;rou-se <> regime 
Parlamentarista. como for­ 
mula contemporizadc.ra de 
transigência e concessões 
reciprocas para que Jango 
pudesse chegar ã Brasília 
sem necessidade de novos 
sufrag,os populares. Era o 
substituto constitucional. a 
ele cabia automaticaine:nte 
suceder o renunciante. 
Restaura-se o Pres1- 
deocialismo. Goulart é o 
novo Presidente:. O desejo 
do Presidente Goulart. de 
ampliar, através de refor­ 
mas. a ação do Executivo, 
agravou a crise politica, 
com reflexos na economia 
Pesquis de Ivaldo Pereir 
e nas finanças do Pais. A 
crescente quietude refr­ 
mista fez com que a opo­ 
sção defendesse a legal­ 
dade constitucional, amea­ 
çada pelos propósitos conti­ 
nui,ta!I de Jo.ío Goul,HI Cul· 
minou esse estado de cot­ 
ses com a revoltn dos ma­ 
rinheiros. concentrados no 
Sindicato dos Metalurgico 
e com :a fala presidencial 
de 30 de março aos men­ 
bros ela Associaçiio dos 
Subtenente:s e Sargentos da 
Policia da Guanabara fe­ 
rindo o principio da lingua­ 
gem militar. com o in1c10 
<.1a desagregdção das Forças 
Armadas. 
Diante de tão grave 
situação, o General Hum• 
berto de Alencar Castelo 
Branco. então Chefe do 
Estado Maior do Éxercito. 
expediu !urna mensagem aos 
comandantes de tro;:,a. de 
sua confiança. na qual pe­ 
dia que tornassem conscien­ 
cia da situaçãc. lebrando. 
lhes a veroade,ra de~tinaçãc 
-:las Forças Armadas e !­ 
ge, iodo-lhes a depoficiio 
da ··ditaduré' sindico-md•t;-r • 
pois assim a censder va. 
Governava Minas Gerar. 
José de Magalhs ir:o 
que. d1s,ordando dos rumos 
politicos {do Presicnr- Gcu­ 
lart. lançou, no dia 3C de 
março. um rnanifes!o a Na­ 
ção. no qual dizia que as 
forças sediadas ·em Minas 
Gerais consideravam seu 
dever ·entrar em ação, a 
fim dt: conjurar a lc:galida­ 
de ameaçada pelo prc,prio 
Presidente da Repnblica». 
A ilção ;militar que es­ 
tava marcada para 3 de 
abril. foi antt,cipada pela 
guarnição de Minas Gerais, 
sob o comando -:los Gene· 
rais Olimpb Mourão Filho 
e Carls Luiz Guedes que 
se declararam em estado 
de rebc:lião e, na madruga­ 
da de 31 dt: março. d~slo­ 
caram suas tropas em dire­ 
ção a Guanabara. Em me­ 
nos de 21 bords, as forças. 
rebeladas em Minas recebe­ 
ram a adesão do Exército 
sediado na Cuanabara. 
Pernaobuco e São Paulo 
(1. li e VI 'Exercito). 
Logo depois, aderiu o 
Ili Exército. A ação con­ 
junta dos Generais Pop de 
Pigueiredo. Cordeiro de 
Farias. Costa e Silva. Odi­ 
io Denis e Nelson de Me­ 
lo. consolidou a vitória final 
do movimento. Em Brasília, 
Cartas 
dação 
a Re- 
Sr. Redator• Chefe: 
lvaldo Pereira 
Ainda que cem atraso. 
congratulamos dinamico Re­ 
dator. pelos dois anos de 
luta joi.....ss.a. imejaos 
crescentes progrPssos. (tele­ 
grama_) 
Lauro Cirne Quintiliaoo 
(A B IM) 
o Psi'-.. .o 
Aura Moura 
Continua 
Página 
na 
oJ.«so. 
Andrade 
Pró:rima

Ble Vi·te 
--------=----- 
Tr hunA ,J,. rronte1r,. 
e 1 
n I fí 'I d ., t°dil 11 cld 
1'1, ,,d, 11u,1 d .. H, 1 uhla·, t' 
toucou o B lente da 
(,.111111,1 do• l ), [)'li ,li<, fi.· 
tni faz1h a a sur e 
l h fa do (l()H'rl11J. jt, 1' 
Golart vwjvu para o Ro 
orande do Sul e de la pa- 
1,, o 11 ruquat, onde i-ilou 
Com o .ipo,o .Jo on­ 
gresso foi ,,feito p.1r,1 a Pre. 
silente ada Republica, o ia­ 
rc ·hal llumh,ato de Al·nrM 
Cselo Branco. rendo to 
malo posse em ] j dr '1· 
1ml ele l 9b1, Foi ~~u VtU'.· 
Prc,;idnttt:. o Dr. Jn~r Mu­ 
ria Alkrnim. O Hrasil come­ 
ç- va i1 construir c seu qlo­ 
rioso futur;,. e•tava ttht.il~ • 
Jo o Govt.>rtt<, da Ação e 
da Moralidade. O Pres­ 
dente Castelo branco. re­ 
formulou a area aJmini<tra 
tiva, com a reorg,rnizaç.ãu 
do Pianejamrnto e C oor 
denciçiio cios Orgunlsmo R,·­ 
giona,s, e traçou o sru Prn­ 
grnma de Ação 1:conomK .: 
l) acelerar o ritmo d,· 
clesenvolv1111. nto econom:co 
do Pais. 
7) contr gradualmente 
a inflação 
3) ru,·lho ·,H a~ cc::.i,çõ•, 
d~ v.da. ;1 f,m J,· at..-n11 ,r 
os desnives economicos e 
es tensões geradas p:los 
desequilibres sociars. 
·1) assegurar na pohtuca de 
investimentos, a oportunida­ 
-:ie de em:;rego produtivo a 
mão ele 11bra. q11c- .,fl11i ao 
mercado brasileiro. 
5) corrigir a tndencia e 
deficits descontrolados do 
bal;,nço de p.agamcnto. 
Tudo foi cupido na 
Administração. patriótica e 
austera. do grande bra,il~i­ 
ro. Ca•»io l:3ranco. fo, o 
guia. a alma da Revolução. 
o povo bras1l<'.iro. reconhe­ 
ce o papel que representou 
o insigne cearense naquela 
ép:ica conturbada. No seu 
governo conso!idou a divi 
da externa. incentivou as 
cxpor,dções. re,tauro·; o cré­ 
dito no Exterior. estimulou 
a entrada de captas es­ 
trangeiros (nova lc-1 de re­ 
messa de lucr.:.s). Rdormu­ 
lou ., política s.i!;,rlill a fa:i 
de proteger a poupan· 
a.. f u n à o u o Han- 
co Nacionl ::1e Habit.:ição. 
legislou sobre a reforma 
agraria. com a aprovação 
do Estatuto da Terra e pro­ 
moveu a reforma bancaria. 
com a criação do Banco Cen­ 
tral. A fim de eliminar o 
cirficit orçam?ntário do 
exercício l9o4/ 1965. redu:iu 
os gasros públicos e aumen­ 
tou os impostos. O custo 
de vida continuaGa a subir. 
mas em Mar o de 1965. já 
se podia observar uma sen. 
SÍVe"1 ui. d L.J 11t1Ulu Uc ete"• 
vação de preços. 
Dando seguimento a 
s.::ne de reformas institucio­ 
nais. iniciada em 196➔• com 
, proso da Em:n l 1 
Constitucional. que entabt • 
leceu a maio i 1 ,.!, oluta pa 
,,, ,·Ir 1, .io d. !J, i Jer.t • 
Vice President da Republi 
ca, obteve. no Cogreso. a 
provação de diversas leis, in 
clu•ive de incl• 1J1btl11h<lcs. 
que regulamentou o direito 
cfo greve. disciplinou o mcrc,1 
do ele tilpit,11:, <' o novo Có­ 
dico Eleitoral Em face do 
clima politico criado. dificul­ 
tando ;:i .-iprnvaç:io pelo 
Gongresso de medidas re­ 
c!umüdas p•
1o Governo. 
resolveu outorgar a 27 de 011- 
tubro. ato ln•litucional n' 2. 
o qual. com vigência :ité 15 
de mêlrço de l ll67. e enfei­ 
xando nas mão; do Execu 
tive podêres excepcionais. 
modificando a p11isagem 
i:1stituc,onal do Paisis nos 
seguintes pontos: 
a) estabelecendo a e!eição 
indi eta pelo Congresso p 
:i 1, 1 i:sidência ela Repúblic,. 
b) cxtingu,nào os partidos 
políticos. 
e) reformando o Supremo 
Tribunc1! Fdcr,,I. co.11 au 
menta cio número de M111is­ 
tro• de 11 para 16. 
d) permitindo a sus· 
pcnsüo dos d irei:03 po1iticos 
e a cassação de mandatos 
legislativo3: 
e) facílitando a intcr­ 
vencão federal nos Estdos 
e d~cr..:ta ·ão do estado de 
sitio. 
f) supriminc'o os foro 
especial por pre1rog<1t!v.: de 
funçüo 
No campo das relaço:s i 1- 
ternacionais. o Gover:?o 
Castdo Branco tomcu novos 
rumos. inclusive na ONU e 
na OEA. 
"Em nenhuma époza da 
história. a humanidade se 
achou tão bem ~quipada. 
nem fê:: t;intos esforços pa- 
1 a a 0rd,•nação do mun.10 
corno hoje :sto implica maior 
responsabilidade p:ira cada 
um. pois quando mais ele­ 
vado ó põsto e o grupo a 
que pertencemos. tanto ma - 
iores são as responsabilida • 
des e os deveres morais". 
O Go,·erno Castelo Branco, 
foi de umil grande::a exce 
pciona!. reconstruindo a eco­ 
nomia debiiitdda da Nação. 
recuperando a infra estru­ 
tura. prepa,ando o espírito 
dos jo'ens. dando-lhes o 
exemplo de coragem e abne­ 
gação. para a tarefa de 
reconstruir o Pais. Hoje 
vemos o homem brasileiro 
respon!àvcl e atuante. As 
primeiras rai:es foram plan­ 
tadas no governo do insigne 
Marechal. Grande estadista. 
consoliciando a Revo­ 
l,•ção. proporcionando cond1- 
çcie:s de continuidade. o Ma­ 
rc.chal. Ca telo Branco. pas- 
sou pura ,
1
+-+2 do ·e 
sos heróis. coro homem 
integro e ronsciente: do pa­ 
ptl que repres..:nta o patrio­ 
tismo. na formação do!' po- 
JO. l·,t!  
a 18 de juli 
F rt, l : , 
.:· )')(;7 
Governo do Marechl 
lhthur d Co. t,., •J Silv~ 
15131 1
1•67 3! 8t6U 
1 > r G iv•·rp0 d ... R ... 
vcluçao de !O64 coube ao 
Marechal Arthur da Costa 
l' Silva, oc11p , ;, Pr~•1cJ..°nll 1 
da Repúhlic torando po i: 
t'111 15 de 111 ,rco de 1967. 
fazendo. neste dia, entrar 
em vigor a :-:ov Con°tituiç;io 
Bras:leira. promulgada em 
24 de Jan?iro de 1967, ele 
conforow:bdP com o Ato 
fn,t•w,,onal n" 4. de 6 de 
de::i.'rnbro de • 966. 
De acõrdo com a refor­ 
ma Administr.ativa. 1e,dizada 
o Mlnistcrio da ViaçAo e 
Obras Públicas pil~~ou a 
Mimsrério dos Transporres; 
a afetivo o antes Extraord1 
'lário do Plan~jamrnto: á 
lvlmistério do Exército. o 
anterior d;:i Guerra e a Mi­ 
nistétio do Interior o antes 
e hart'ado dos Organismos 
Regiomiis. 
Co:itir.uou o Presideute 
Costa e Silva o programna de 
vu antecessor. quanto il 
orientação econõruica e as 
fmança~ do ·Pài<. Pr..-m,do 
por acontecimentos politicos, 
baixou o Ato Instituzional 
n• 5. re,nve~tindo-se dos 
podêres excepcionais detidos 
até a promulgação da Cons­ 
tituiçãa de 1967. O novo 
Ato ft'<p"ndcu as garanti3s 
constitucionais de vitalicida­ 
J.•. i!nmov,bildade. <>st;,b11i­ 
,t,,de e Jn "Hahe;,~ Corpüs": 
.i,:ura·..i o poder de intervir 
nos Estados e nos Munic­ 
pios; cassou mandatos e sus­ 
pendeu dir~1tos políticos por 
de:: ano.,; confiscou bens 
iliciramente adqumdos no 
exercício da funçáo pública; 
decretou o estado de s1o 
sem audiência do congresso; 
demitiu ou reformou oficiais 
das Forças radas e das 
Policias Militares e promul­ 
gou decretos lei e Atos Co­ 
plementar~s desttnados • a 
oMantir a continuidade da 
Revoluçã~ de 31 de março 
de J 96-l. Em 13 de dezem­ 
bro de 1968. baixou, o 
Governo. o Ato Compleme­ 
tar n 38. àetcrminado o 
rece,so do Congre!>SO Nacio­ 
nal, por tempo indeterminado. 
O Presidente Costa e Silva 
editou o Ato lnsMucicnal 
n' 6. reduzmdo de 16 para 
1 l o número de Ministros 
do Supremn Tribunal Fede­ 
ral, delimitando a area de 
ação daquala côrte. Pouco 
d::pois. em i 6 de fevereiro 
cie 1969. editou o Ato Ins­ 
titucional n" 7. que. entre 
outras medidas. rnspendia 
"quai,quer ele.ições pareias 
rara cargos .:xecut1vos ou 
!~~is1.•tivc~ ,la U niiio. dos 
Estados, dos Terrnório$ e 
dos Municípios". Previu. 
ainda, o Ato·~• 7: nos mu­ 
nicipios, em que se vagassem 
tt 
lo 
fl lllll'( 
ll'rou o p,•r.i ,. o .. r 
t1gc 16. da Con t,tu•ç.:io. 
desde que pussnsse a ser 
11'U:Uí'E'r,1dc>s ,or:ient.. n, 
vereadores das capitais 
e dos municipics ae ppu­ 
laç,io • up nor a ..,00 nil 
habitantes. En 14 de agos­ 
to de 1969. pelo ito Int­ 
tu,-ional n·. 11. dn·rmin;:iva 
n realização dt eleiçÕ"S " 
30 de novembro do mesmo 
nno. em 750 ruunic1pios 
brastl~1ros. ed1t:rn<lo. na o­ 
portunidade o Ato Comple­ 
ment,,r nº. 61. que, de no­ 
vo. disciplinava o pro::l~so 
eleitoral. re bundo o, pra­ 
::os para formação de su 
blegerdas. fliação parda­ 
ria e rl'91•tro dte rnndidatu- 
ras. O Governo Co~ta e 
Silva, objetivou pnncipal- 
mente a cxp.in~ão economi­ 
ca aceler?da. aJotand,, pa­ 
ra isso. estratégia de cres­ 
cimento mcno!- in<tàvel. que 
el·vou p/ n,veis rnpaiores a 
7'ió ;:e ano a taxa d? au­ 
mento ao PrcC:u:u l::!t.:>rno 
Brnto impul~1ooado. funda- 
1Lentalment1:.. ,J<:h cxpan,::io 
i1,dust,i;,I acim.:; de IO';õ. 
Para aica11çar aqude obji1- 
vo d.:: expansão e:c-ncrnica 
acelcradd. promoveu-~e não 
so a dd1vaçiic de grande 
programa do:: Transpor:es e 
de Comun1caçõrs. cias tam­ 
bem a criação de mecanis­ 
mos [11-:anceiro.s p/ setorf's 
como a Educ.,ção, o De­ 
~envolv,mento Cientifico e 
e Tecnoló~ico e a Agricul­ 
tura. bem corno. a,nda. a 
implantação de novas estru­ 
ras na 
I ad rn inistraçãc fede­ 
ral. CO[J1 a inst1tucionaliza­ 
ção do sistema de planeja­ 
mento e com a pria::eira e­ 
tapa da Reforma Admins­ 
trativa. Em 31 de ag(1sto 
de 1969. o Presidente Ces­ 
ta e Silva prei:;arava-se pa­ 
ra apresentar a Nação um 
novo texro constitucional 
cujil redação fora confiada 
ao Vice-Presidente Pedro 
Aleixo, quando foi acome­ 
tido de uma "crise circula­ 
toria cow manifestação neu­ 
rologicas". enfermidade que 
0 afastou da Presidência. O 
Presidente Artur da Costa e 
Silva. faleceu na ..:idade do 
Rio de Janeiro. 
'Tra!Jalhamos em todos os 
domicics avançamos. como 
provam o;; resultados qua- 
litativos e quantitativos do 
nosso esforço governamen­ 
tal. 
Mas não perdemos a 
consciencia de que O prin­ 
cipal dos no~sos problem:i5, 
T,=a Mnistrc» n Pa 
sidénci. d. Ropuble 
No d1il 1•. <lc s 
bro uma Junta Governat .• 
formaJa pelos Mm.,tr 
Militares Aurélo de Lv 
TaviCI",, do Exercito.' A - 
gusto Radma~er .. ela Man· 
hae Marcio de Sous e Me. 
lo, da eronzütica, assumiu 
o exercício eé tivo do Go. 
verno. (lm dos seus pritet­ 
ros <1tos foi a Edição de 
Ato lust11uc1ou.:il n". 12. c.­ 
fcializando sua insvestidura 
na Presidencia da Republ 
ca e divulgando uma pro­ 
clamação. explicand.'.l que o 
Pre:,dente Co,ta e S,ka 
por ::;;otivo de doença ie 
encontrn~ a. ten;porariarm:i­ 
te. impedindo do exercicios 
pleno de suas Funções. 
Eu seu curto periodo de 
G-:v,rno. os 'instros i :­ 
litare: promulgaram d ova 
r:on :1tu1ção do Br .. t=d. de­ 
cretaram a vacância dos 
cargos de Prendente e Vice 
Presidente da Repubi:cil e 
suspenderam o recesso do 
Congresso Nacional. c.onvo· 
cando o pua elegH os noves 
Presidente e Vice.Presidente. 
Para conter o r~crudfS• 
cimento das at,vidao~s cc;s 
g ruros krrorisras, " J unia 
Governativa estende: a pera 
de morte à casos da gurrra 
revcluciona1 io, inst1tu,u a 
pena tle banimento do tem· 
tório nac1om1l e estabr!iiceu 
uma novo Lei de Segurança 
Nacicna!. Coube aos Min1s· 
tros Militares. ainda. de:c~­ 
t.ar os primeiros ca-os de 
c, nfiscos de bens e reaüri: o 
processo de cassação de 
ll"andatos el.-itorais e ,-uspeo· 
sâo de direitos poiiticos. Fera 
do ãmbito estritamente poli 
t1co, a Junta Governatin 
entre outras medidas impor· 
tantes. promulgou os noves 
Códigos Penal e Milirar, 
mcc:ificou o processameo:o 
das ações de despejo, editou 
urna nova lei de regi!U0
5 
públicos, a nova Carteira 
de Trabalho. regu!õmentoU 
a profisão de jornalisra. de· 
cretou que as insta!ações de 
todos os portos do Pais. 
vencidos os atuais coorratcS 
de conceção passarão no 
domínio da União e estabe· 
leceu que os bens e valores 
dicas possuírem no E-:,.cerio!­ 
terão de ser dt>clarados 
0 
Banco Central do Brasil.

Mla Vista Are d· i7 
Agência da Recei 
1a Fed. em B. 'lista 
1 ,. 	, .......... 
LUBE DO LA(O 
TESOURARIA 
l 
Resumo do Balanço da Receita e De«psas no pe- 
1 iodo de 4 de: Pevtreiro de 1973 a 17 de nrnrço de 
1971: 
RECEITA 
I3alancele ido dia 30/6/73 
Balancete do dia 15 de agosto de 197 3 
Balancete desta data cm fls, aparte 
Total da Receita 
Saldo de Caixa vindo da 
Soma 
Cri 4.135.98 
Cr$ 156.565.80 
Cr$ 1.151 00 
Cr$ 162.152.78 
D1rctoríd anterior Cr$ I00.00 
Cr$ 162.252,7 
DESPESAS 
Babrnc.:ete de 30 de Junho d?. 1973 
Balancete do dia 15 de agosto de 1973 
Balancete desta data em fls. a parte 
Total da, De pesas 
Balanço 
Caixa - saldo que 
Soma 
passa pata a diretoria seguinte 
Cr$ 28.912.55 
Cr$ ;162.252.78 
Bela Vi ta-Mt em 7 de março de 1974 
Tales Monteiro Mas,arenhas 
Tesoureiro 
Olympi<' do Amarnl Cardinal 
Patrão 
T e s ourar a 
Bola nctlc do rcctlt.> e despesa do ptriodo de 15 de Agõs­ 
to de 1973 a 15 de março de l97+: 
R e c e 
Total 
t a 
Meualidadcs· 
Recebido da cobrança Srta. Maria Grcgórla, cm 21/01/H, 
conforme cheque 257753 	Cr$ 1071,00 
Mensalidade recebida do r. Walh F Monteiro ' ·' GO,Oo 
ldc:n idem :lo Dr. Sidney M. Mascarehas • ' 20,01) 
Total da Receita 	$ 1,151,00 
Saldo vindo do balancete do dia 15 de Agosto 
de 1.973:1 	CrS i0.177,95 
CrS 4 I.628,l5 
Despesas 
Cr$ l.':.110,98 
Cr$ ll8.752.85 
Cr$ 12.676.'I0 
C:r$ 133.340.23 
Pago Mario R. Antunes, coof, recibo Cr$ 400,00 
ldtm Tércio C. Gonçalves, cond. de bois, coo!. recibo. • • • 380,00 
Pagamento para construção de Úm fogão. enol. recibo,, .C~$ 75,0o 
Pago Oficina Panamerica, cvn!erlo ampliador. lSFoo9 ... Cr 3o,o~ 
Idem Sr. Climpio do A. Cardinal, aqeisiçôo do presente 
para Sgt". Magioni, conf. recibo 	Cr$ 21o,oo 
Pago loº. R.C. rc!. troféus, conforme recibo CrS 781,oo 
Idem Sr. Olímpio A. Cardinal, ref transporte de bois 
conforme recibo 	Cr$ 600,00 
Idem Sr. lrincu A. Cardinal, por seu saldo conforme recibo 
CrS 1 300,00 
Idem a Tnbuno da Fronteira, publi. de Balanço, idem CrS 250.00 
Idem a Luciano Brite~. rd. cond. de bois, idem CrS 600,00 
ldcru a Ap0lonlu de ~ou:a rcc. de 8.12.73, rcf. acarreto crS 80,00 
ldtm ao Sr. Lu!: Gon:aga de AraujO, rei, a I boi extraviado, 
Idem 	crS l.100,00 
Entrega ao Sr. Jo,é Avelino e Silva' para despesas de publi­ 
cação do, Estatutos no Oiario Cficlal cr$ 1.500,00 
Pago Electra Amabay, nota l56, rei I estabilizador para o 
campo, de Futebol do Paragúiy idem 	cr$ 77,eo 
Aquisição de 6 focos para o campo de futebol do Paraquay, 
conf. Nota 2003 de 2ll.73 	r$ e,eo 
Pago Sr. Wlke F. Monteiro, rf a talão of. recibo cr$ 60,0a 
Entrega ao Sr. Jose Glauy Flores, para aquisião de Troféus, 
conf. h. 192546 t, 	tr$ Joo,0o 
l'ago Bazar Glady±, NI 167,'ef. a Kedis cr$ 125,oo 
A 'Transportar 	r$ 848,0o 
BALANCO 
r; e s o u r a r a 
( 
TR/l,NSPORTEIDA FôlliA 	Cd -1 ,00 
Pago familia Ulneiaao Pinheiro, tecidos, NF325 Cr$ 15,00 
Idem idem 
1
P327 idem 	':rS 13,00 
Idem Idem NF411 rcf 1 fra,qutlra 	Sr$ 75,00 
ldema Tércio C, Gonçalves, coad. de tropas Pota Porá conf. 
recibo 	CrS 6CO,OO 
Idem idem Isa M. Hasime, ref. teido, NE2348 Cr$ 12.00 
Idem filhas Ulmcdndo X. Piah<iro, NF.ióJ C,S 12,00 
Idem Casas Pernambucanas, ref. tecidos NF095802 Cr$ 89,00 
Idem C:-,1sa Aparecida. rcf. 3 chuteira,, NP 375 Cr~ 12(',00 
Idem Gcnttl V. da Rosa, rcf. deopcsa, na romcmoráçãu do com­ 
peor.nto do torneio Inicio do futebol de campo. Cr5 l'oJ3,0(J 
Idem Wolke F. Monteiro, ref. calção e aqui de chuteira, conl. 
recibo 	CrS 290,1 O 
ldem Casas Pernambucanas, rcf. tecidos, NP 61519 CrS 17,0(1 
Idem Casa Aparecida ref. 1 bola futebol, NF 324 Cr$ 80,00 
Idem Rtlojarla Omega, re!. 1 taça, NF 6St 1 CrS 50,00 
Idem Casa São Paulo Ltda, re!. mat. óc esporte NF 17 l 2! C:rS 99,oo 
Idem Palace Royal, rei. 1 bola NF 7167 CrS 
1 
Óoo,oo 
Idem Relojoaria Omega, rcf. gravação em laça, F7681 CrS 5,oo 
Jd,m Casa Aparecida, rcf. 1 bela, NP J2o CrS 70,00 
Idem Korndorfer G cia. Ltda, rcf. troféus, NF 1523 crS 187,oo 
Idem Oficina Panamericana, re!. concerto aenphficador, 
HF 225 	cr 40.00 
Pago Tribuna da Fronteira, rcf. publ, de edital, recibo crS loo.o.:, 
Idem Viação Cru:eiro do sul Ltda, rc!. tran,p. volume crS 5,oo 
Idem Cnsa São Paulo, rcf, camisa,, NP 17670 crS 250,00 
Idem Palacc Royal, rcf, uniforme de atleta, nf !oi crS 695.oo 
Idem Zoferina A. da silva, ref, confec, calções crS 60,00 
Idem ao sr. Peso Véra, contribul~ão do Clube, cheque 
' 192547 de 28, 1, 74. 	cr$ 20o,0o 
Idem a Puprobel, rcf promoção dás festas cm comernc.ração a 
Posse da Nova Oiretorla, no dia 17.3.74 	crs 24,oo 
Total das Desptsas 	crs 12,6•6,-+o 
Oifcrcnca s maior no transporte de saldo do Balancete de 
30/6/73 	crs fo,oo 
caixa- saldo que passa a Diretoria seguinte 
Total 
era 28,912,55 
crs -ll,628,95 
Bela V!,ta . IV1t em 17 de Março de, 1974 
Olinpio do Amaral cardial 
Patrão 
Tales Monteiro Mascarenhas 
Tesoureiro 
layi e 
Lute por melhores dias a.umentando· o 
seu Colégio eléitoral. Do eleitor dep~ntie o, 
~rogresso de uma região. Homem não quali­ 
ficado como eleitor é homem esquecido. Va­ 
icrize-se valorizando a tua região. 
Secretara da Reta Fede­ 
r 1 
Superintendena Regional 
da Receita Federal R 
F cal 
Delegacia da Receta Fe­ 
der l em Cu ba - M 
Agencia da Reta Fede­ 
ral em Bela V :,, • Mr. 
Ao Del. r .. tcrao ,.·, li. <l 
I8 de aro de 1974 
O Agente d J Receai 
Federal em Bela Vist. Es. 
iado de Mato Gros, n 
uso de suas atrbu1oes. 
Considerando o que dispõe 
o tigo 21, pat@grafos 3' 
e A' do dereto 70.235. 
de 06.03.7 2. e kndo em 
visa o que consta dos pro 
cessas n'3. O l .!0-01.091. 
0130-0J.092. 0130-01.093 e 
0130-01.09➔/71. 
Declara d vedorr-s re­ 
mi:,sos os contribuintes a­ 
baixo relacionados os qu.:. is 
frcam proibidos de transil· 
cicnar ccm as repartições 
públicas ou autarquicas fe­ 
derais e cm estabelecimen­ 
tcs bancarios controlados 
pela União. na forma da 
legislação vigente. 
1) Jairo Vasco::cleos • 
CGC 03168077/0001 
Rua General Otório. 
825 - Bela Vista MT 
2) Jairo de Vasconcelos - 
CIC 02309823i ' 
Rua General Osório. 
825 - Bela Vista MT. 
Caoialiel Stumpf ~ CIC 
003817561 
Rua Guia Lopes. 1088 
Bela Vista 
4} Aristudes Perrupato 
CIC 006817841 
Rua Sebastião C. do 
Rego. 244- Bela Vista Mt. 
Giiberto Alves Corrêà 
Agente da Receita Federal 
Ato Declaratorio 
n' 02. de 21 de março de 
1.974 
O Agente da Receita 
Federal em Bela ViHa, Es­ 
tado de Mato Grosso, no 
uso dt> :<uas at.ribuições 
Considerando o que 
dispõe o artigo 21, parz• 
grafos 3' e 4 do Decreto 
n' 70.235. de 06.03.72, e 
tendo em vista o que cons­ 
ta do processo n, O l 3C- 
0J.l00/74. 
Declara devedor remis- 
• so o contribuinte abaixo re­ 
lacionedo o qual fica proi• 
bido de transacionar com 
as repartições públicas ou 
autárquicas federais e com 
êstabel:cimentos bandrios 
. controlados pela União. na 
'forma da legislação vigente 
1) Mário God6y - CGC 
03167939/oool 
Av. Presidrnte Getu.Ho 
Vargas. s/n - Caracol (MT) 
Gilberto Alves Corrêa 
Agente da receita Federal 
b 
......... 
.,

Tríbunlll U•• l'ronte,r" 
V,■t• Mar 
R,v e 1 
Cont,nua "" cJ • p'.giu, r,nl rio!' 
,ílllllHII .J ,(díl li ld 
P,, 1J, 11 11 d, H 1,unl, 1 • 
 ')Jl'Lí,. flll 1) i>, ~lt til. t!.1 
( • .ini.i, ,1 d,• ! ),•p 11,IÚ(, ll.1 
ntri az4li a estuus e 
< !t,,f1,l U(J C((l'drrl(l, jt, 1 ! 
Goulart vw je u para 	o 	F o 
C,;indP do Sul e de io p,1- 
ta o Llruqua. onde xilou 
..... e. 
Com o apoio Jo Con­ 
gresso foi eleito para a Pre­ 
sidente da epub'ica, o a­ 
rc lwl l l11mba10 ele Al,,ncar 
Cselo Branc . t, ndo to 
m.:ido pos8e e•n I j d!' 'I· 
tml de l9ó4, Foi seu V e­ 
Presidente. o D:. Jose Ma­ 
ria Alkiním. O l:lrasil come­ 
çava a construir e, :-eu glo­ 
riam futur,,. e-, t;iva imtola • 
Jo o Governn dil Ação e 
da Moralidade. O Presi­ 
dente Cascelo Hr,rnco. re­ 
formulou a area administra 
tiva, com a reorgani?açãu 
do Pianejamento e C oor 
dcnação cios Org<.!?llsmo Re­ 
gionais, e traçou o sru Pr:i­ 
grama de Ação l:conom1c.: 
l) acelerar o ritmo d,· 
oesenvolvims nto econom.co 
do Pai3. 
í.) contr gradualmente 
,, infl,;çJo 
3) ru.·lho,·nr i'ls co:::itçõ ,, 
de vda. ;i fim J,· ;:ir..-nu •r 
os desnives econ micos e 
es tensões geradas pelos 
descquil brios sociais. 
·I) asscgurnr na pohtira de 
investmnntos, a opottunida­ 
-:ie de C-i':;:;rego produtivo a 
mão de obra. que ,,flui a0 
mercado braleiro. 
5) corrigir a tndencia e 
deficits descontrolados do 
balanço de pageento. 
Tucio foi cumpdo na 
Admmi5tr:.ção. patriot1ca í' 
austera, do grande brasilei 
ro. Ca<r•io Branco. fo1 o 
guia a alma da Revolução. 
o povo brasil~1ro. reconhe­ 
ce o papd que rcpre~entou 
o insigne: cearense naquela 
época contut bacia. 1 o seu 
g-..w·rno consolidc,u a divi • 
Ja externa, mccntivou as 
exporlàÇÕes. restauro•; o cré­ 
dito no Exterior, estimulou 
a entrada de capica1!:' es­ 
trangeiros (nova lei de re­ 
mess<1 de lucr.-:is). Hdormu- 
1::iu a política sa!;..rial a f1r.1 
de proteger a poupan­ 
ça.. f u n à ou o 8an­ 
co Nacionl de Habitação. 
legislou sobre a reforma 
agraria. com a aprovação 
do Estatuto da Terra e pro­ 
moveu a reforma bancaria. 
com a criação do Banco Cen­ 
tral. A fim de eliminar o 
cieficit orçam?ntário do 
exercido 1%4/1965, redu:iu 
os gastos públicos e aumen­ 
tou os impostos. O custo 
de vida continuava a su!:iir. 
mas em Marco de 1965. jã 
se podia observar uma sen • 
sivei xa o tno de ee­ 
vação de preços. 
Dando seguimento a 
sa1e de reformas institucio­ 
nais. inic.iada em 1964. com 
+ +provar,ao d 1 I:n nJ 1 
C:rl! ·tituional. li'' l' •.,b • 
leceu a maior a .,! o!ut.1 r , 
to ele ao do Presidente +e 
V'ce Presidente da Repübli 
l.l obt ,?, r o C:o·;.p, . o. ,1 
provação de diversas leis. in 
clu i•. ,e ,ll' i11cl• Jtbdid ·,tic., 
que regulamentou o direito 
da qr 've, disciplinou o merca 
Jo de l'dpit.w, ,, o novo Cô­ 
dico E1 •itor:il Em face do 
clima politico cri 1clo. dificul­ 
tando a aprovaç;io pelo 
G,)nflll'S,o d..- 1m·did;?s re­ 
clamadas pela Governo. 
rcsolvo::u outorgar a 27 de ou­ 
tubro. ato Inctitucional nº 2, 
o qual. com viqi:11cia até 15 
de rn,irço de 1967, e enfei­ 
xc1ndo nas mãos do Execu • 
tivo podêres excepcionais. 
modific,!ndo a pi'lisagem 
i!lstituc,onal do Paisis nos 
·eguintc., pontos: 
n) e3télbelccendo a e!eição 
indi,ct;i pelo Congres~o p 
,1 P,csidbcia da República. 
b) cxtingu,r.do os partidos 
políticos. 
e) reformando o Supremo 
Tribuna! FeJcral. co·u au 
menta do número de Mmi~­ 
tros de 11 para I G. 
d) permitindo a sus­ 
p.:nsão dos d irei to~ po1iticos 
e a cassação de mandatos 
legislativos: 
d facilitando a inter­ 
vendio federal no, E,t7dos 
e decretação do estado de 
sitio. 
f) supriminc'o os foro 
especial por pre, rogat!v.: de 
função 
No campo das relaço: ia­ 
ternacionais. o Gover::o 
Castelo Banco tomu novos 
rumos. inclusive na ONU e 
na OEA. 
"Em nenhuma época aa 
história. ã hum<lnidade se 
achou tão bem cquip;:ida. 
nem fé= tantos esforços p:i­ 
ra a ordenação do munao 
como hoje :sto implica maior 
responsabilid.ide para cada 
um. pois quando mais ele­ 
vado ó pôsto e o grupo a 
que pertencemos. tanto ma· 
iores são as responsabilida­ 
des e os deveres morais". 
O Governo Castelo Branco. 
foi de uma grandeza exce 
pciona!, reconstruindo a eco­ 
nomia debiiitoda da Nação. 
recuperando a infra estru­ 
tura. prepa,i'indo o espirita 
dos jovens. dando-lhes a 
exemplo de coragem e abne· 
gação. para a tarefa de 
reconstruir o Pais. Hoje 
vemos o homem brasileiro 
respon~àvcl e atuante. As 
primeiras rai:es foram pian• 
tadas no governo do insigne 
Marechal. Grande estadista. 
consolidando a Revo­ 
h•ção. proporcionando condi­ 
çfies de continuidade. o Ma­ 
rnch;:i 1 . Cnstelo Brnnco. pas­ 
sou pJr:J :i r;..., ,,.. .. :~ e!~ !!!'"~· 
sos heróis. como homem 
íntegro e consciente do pa­ 
pel que representa o patrio• 
tism0. na formação dos po• 
 o 1- .. 1 ., 
a I8 d > J d. 
• r.1 I·c rt,,I •. 
d· !%7 
Governo <lo M ,r e. 
Ar• hür rl Co. t, 'I Silva 
15/3 1+67 31/8/69 
lo 2 Governo da Re. 
vcluçao de !964 ccube ao 
t1,r.•cli,,I /.1th1,r d, 1 o t, 
e Silva, ocupa a Presidénaa 
da H.,públic • 101, :indo po ... 
eu l5 de marco de 19(7. 
fazendo. neste dia, entrar 
em vigor a ::ova Constituição 
Bras:ltiri'l. pomulqada em 
71 d~ j.Jn?iro de 1967, ri-: 
conformirlad" com o Ato 
ln;:t<turronal nº 4. de G de 
dezembro de 1 96G. 
Oe acõrdo com a refor­ 
ma Administrativa. realizada 
o Mmistério da Viação e 
Übfds Públtcas pa,scu a 
Ministério dos Transportes: 
a afetivo o antes Extraordr 
nãrio do Planejamento; à 
M,niHério do Exército, o 
anterior da Guerra e a Mi­ 
nistério do Interior o antes 
chamado dos Organismos 
Regionais. 
Co:1tir.uou o Presideute 
Costa e Silva o programa de 
seu antecessor. quanto a 
oricntaçiio econômica e as 
finanças do Pais. Premido 
por acontecimentos politicos, 
baixr-u o Ato lnctitu:ion1I 
n· 5. reinvestindo-se dcs 
podêrcs excepcionais detidos 
... tê ô promulg;iç;io d;1 Cons­ 
rm1içãc de 1967. O novo 
to spndeu as garantias 
ronstitac:onais de vitalicida 
dv, 1n,mov,bilr::iade. <'Hcbiii­ 
,,,,,.ic ,. Jo "l-Iabe;;s Corpus": 
,1,:1:m·u o poder do:: intervir 
n::)s Fsti'idos t> ncs Munict­ 
pios; ca•~ou mandatos e sus 
pmJeu dir~1tos políticos por 
de= ano,; confiscou bens 
ilicitamente edqurdos no 
exercício da funçáo pública; 
decretou o eetc.do de s1,·o 
em audiência do congresso; 
demitiu ou reformou oficiais 
das Forças Arruadas e: das 
Policias Militares e promul­ 
gou de..:r~tos• lei e Atos Com­ 
plcmentaus destinados • a 
Odr,rntir a continuidade d;, 
Revoluçã~ de 31 de março 
de J 961. Em 13 de deum­ 
bro ele 1968. baixou, o 
Governo. o Ato Cornpleme:­ 
tar n 38, determinado o 
rece,so do Congressc Nacio­ 
nal, poc tempo indett:rruioado. 
O Presidente Costa e Silva 
editou o Ato Institucional 
n' 6. reduzindo de 16 para 
1 1 o núrnero de Ministros 
do Supremo Tribunal Fede­ 
ral, delimitando a area de 
ação dõquala cõrte. Pouco 
dipois. em i 6 de fevereiro 
àe 1969. editou o Ato Ins­ 
titucional n 7, que. entre 
outras medidas, mspeodia 
"quai~quer eleições pareias 
para cargos .:x cuttvos ou 
'gis'ativos 3a União. dos 
Escadas, dos Terntonos e 
dos Municípios". Previu, 
ainda, o Ato nº 7: nos mu­ 
nicipios. em que se vagasse 
d 
lera 
tq: l > , • • • 
cl cd• 41... • p7s~·1 e O 
munerado. ómente os 
vereadores das capitais 
e do" e1un,dp1c, oe popu­ 
lação superior a 300 ril 
habitantes. Ea I4 de agos­ 
to Je: l 969. pelo fHo ln,t1- 
t11,-ional n•. 11. d, t·rm1n,1va 
a real1wç io de rleiçõe5 ó 
30 de novembro do mesmo 
ano, em 750 municipios 
brasleires, editando. na o­ 
portunidade o Ato Comple­ 
ment;,r n', 61. que, dt: no­ 
vo. disciplinava o processo 
eleitoral. re b:mdo o, pra­ 
:os p;:ra formaç,io de su 
blegenda5. LlioÇilO par11d..J­ 
ria e registro de candidatu- 
ras, O Governo Costa e 
Stlv;;, o!:ijetivou pnncipal- 
rnent~ a cxpan~ão econorni­ 
ca aceler?da. adotanJ,, pa­ 
ra isso. estratégia de crcs­ 
umento meno~ ,n<tt.vel. que 
el·vou p nveis superiores a 
7'/c te a:iu a t3>:cl d2 au­ 
mento ao PrrC:u·o l::t-.-rno 
Buto impulsionado. funda­ 
n,entalmtntt. ;:,-h cxpan~iio 
industrial acima de I0o. 
Para aicauçar c1qi.:de objii­ 
vo de expa:isão e:cncmica 
acelcrad,i. promoveu-~e não 
rn a d t1vaç,ic, de grande 
program" d~ Tr,.nsportes e 
de Comunicações. □as titm­ 
bem a criação d., mecanis­ 
mos financeiros p/ setores 
como a Educoção, o De­ 
~envolvrrnento Cientifico e 
e Tecnológ1co e a Agricul­ 
turd. bem como. a1!lda, a 
impl;,mação de novas cstru­ 
ras na, adrnmistraçãc fede­ 
ral. com a institucionaliza­ 
ção do sistema de planeja­ 
mento e com ó prirr;eira e­ 
tapa da Reforma Admins­ 
trativa. Em 31 de agt,sto 
de 1969. o Pre~idente Ces­ 
ta e- Silva prei:;arava-se pa­ 
ra apresentar a Nação um 
novo cexto constitucional 
cuja redação fora confiada 
ao Vice-Presidente Pedro 
Ale,xo. quando foi acome­ 
tido de uma "crise circulà­ 
tocia coro manifestação neu~ 
rolog1cas". enferCJidade que 
o afastou da Presidência. O 
Presidente Artur da Costa e 
Silva. faleceu na cidade cio 
Rio de Janeiro. 
Trabalhamos em todos os 
domir;ios avançamos. como 
provam o.!: resultados qua­ 
litativos e quantitativos do 
no~so esforço governamen­ 
ta 1. 
Mas não perdemos a 
consciencia de. que o prin­ 
cipal dos nossos problemas. 
r II M1ru •rt;. n,l Pr 
idnci d. Ropuble 
l'o d,.i J'. 
ro urn.i }unia Gov1111 
forrn ada pelos 
Militares Aurélio de Lvra 
Tavares. do Exército," Au­ 
qusto Radmaker. da Mar. 
hae Marco de Sou a e Me. 
lo. da Aernnaútic,1, ,1• un 1.i 
o exercrcio efetivo do Go. 
vano. Um dc,s ~eu.; prir..m­ 
ro: atos for a Edição do 
Ato lmtituciou.il n•. 12. o­ 
f1ci,1li=,rndo ,ua msve,tdur:i 
na Presidencia da R ... publt 
c;i e riivulgando um:. pro 
clamação. explicando que o 
Presidente Costa e Silva. 
por votivo de doença e 
t"ncontr,I a. lempor..ir1amen­ 
k, irnpeJmdo do exvrcicios 
pleno de suas Funções. 
Em seu curto penoJo de 
G-:vano, os 1'v11n1Hr0, M1- 
l1tarcs prorra:lg,irarn d No·:a 
Constituição do B:as;l, de-. 
cretaram a vacácia dos 
cargos de Prendente e Vice 
Presidente da Republca e 
!>u,.p_..nuercJ m o rer·,:, o do 
Coogr:.-,~o Nacional. convo­ 
cando o para eli>gu cs nc.vos 
Presidente e Vice Presidente. 
Para conter o recruds-. 
cimento das at1vidaa~5 dos 
grupos tarori~ras, ó junta 
Governativa es:e;;de:.: a pena 
de morte à casos da guerra 
revcl.1c1ona1 ia, institi.:iu a 
pena c.lt" bani□ento do terri­ 
tório nacional e estabeleceu 
uma nova Lei de Segurança 
Nac1c-nal. Coube aos Mir.is• 
rros Militares. ~inda. dec,o::­ 
tar os primeiros ca • OS de 
cc nfiscos de bens e reaôri: o 
p1 oce_.sso de cassação de 
D"andato~ eleitorais e ,-uspen­ 
são de dir.:1tos polit1cos. Pera 
do ãmbito estritar::iente poli 
tico, a junta Governa iva 
entre outras medidas impor· 
tantes, promulgou os noves 
Códigos Penal e Militar. 
modificou o proct>ssõmento 
cas ações de despejo. editou 
uma nova ld de reg1~rros 
públicos, a nova Cé:rteira 
de Trabalho. regu!a□encou 
a profisão de jornalista. de- 
cretou que as in,td!ações de 
todos os portos do P,;is. 
vencidos os atuais c.onrratos 
de conceção passarão ao 
dominio da União e estabe­ 
ltceu que us bens e valores 
dicas po~sui:em no Extaior, 
terão de ser declarados ao 
Banco Cen!ral do Brasil. 
I,'