---------------------~--- Dirator ! 1.97-J '.Altera a redação cios artigos 2' Ie I! e I!l d, Lei N' 98173". e o Ar:qo 3 da Lei 103/73. Arc,go - I º O Art:go 2º Em olUS Itens li e Ili. da Lei nº 98;7). E o Ar­ tigo 3" "'ª Lei n" 103 73. Do muni:vpo de Antonio João: passam e ter redação seguinte. Artigo - 2 O '.tem ll ler-se a, o Executivo Mu­ nicpal de Antônio joão. Estipulará uma taxa por cada conseçâo de Taxi Ve.teado e rqulmento de t mó veis e l+ouros p oviiéncia ,r:iqo 1 º • Pica por esta lei, o Executvo {um­ ipal autorizado a criar, um Ponto para carro de Alu­ quel (TAXI) construir ur Toldo pra maesmno, na Rua Mato Grosso no Quarteirão 1." 05: t:!-qui.,, Awnida Eu­ gênio Penzo aproxadamn­ te 20 mnts dest ultimna. Arnvo 2' - Fica il!íJU· lamenta !o o serviço de Au­ tomóveis e de Aluguel «Ta. x1) no M11rnc1pio de Anto­ r110 João. c:n conson,,ncin com o artugo 37 +te» 5 do DETRAN. !tens 1 • Os proprietários Je v~icul s que cxplornm o scn11ço taxímetros ficam o­ brigados medrante Requeri- 1.il• 1:t.i requer,·r a const:çâo do Aivara de Licença. pa- 1 d o veiculo '3 fa:er pd.t'! do Ponto, o qual sera re­ co1h1Jo v.:rb=1s coru base no C ó::ligo Tnbut.irio do Mu­ nic'p,o. li - Ficam igu.,lmente obrigado os conzc:sionárics de Alvari!. a pagar uma taxa anual de CrS 120.00 (cento e vinte crnzeiros) Ili - Não sera permiti­ do a concers:io d,e .'lvar;i de Licença, pote mais de três veiculas para o Por.to criado por esta li. Para o exêrc,c10 de 1973. e ~o -~­ rà concedido rui1is de trê•; mediante P1ev10 auto1i:açao por lei. IV - Fica _estabclec,do o horário quem tera o ir,i­ cio das 6 00 horas ás 23.00 hs c0m as i'ntc11 uoçõcs que forem necessarias. V - A taxa cni::ima ser de Cr$ 5.00 (ciaco cru:eiro:,) na Zona Urbana da cidade, e Cr$ 10.00 (dt:: cru:•·iros) a hera parada 1rosi da!> seguintes do­ t;;ções orç:,mcnr;rias. Serviços Urbanos Especificações Gerais das Do;ações 02.01 - Diário traba­ lhadores br2çais Cr 500.00 3.1.3.3.89 - Urb,rni:acão e sinab:ação CrS 500.00 Total Cr$ 1.000 00 Paragrafo Unico - Pa­ ra os futuros exércic1os os orça::nentos co:isig narâo as dotações necessaras a fiel execução desta lei. Artigo 5° • Esta lei entrara em vigor da data de sua públicação revogam­ se as disposições eu1 con­ trário. Sala das ~essões 28 de fevereiro de 1973 Arnaldo Marques da VEREADOR Projeto de Lzi de l6 de juiho de Silva No.OS 1. 973. .. Dispõe: ~obre compra de propriedade. e cria Mntadouro Municioal e da outras providências.' O Presidrnte da Câma- ra Municipal d? Antônio João. usando de suas atri­ buições leg11is. ~aço saber que a Câ­ mara em sessão Ordinária de 16 de Julho de 1973. aprovou o seguinte Projeto Lei: nº 8/7. Artigo l º - Fica auto­ risado o poder Ext>cutivo Municipal de Antônio João a adquerir uma propriedade. mediante concorrência públi­ ca. em local proprio para o que e~pecifica o artigo 2º. Artigo 2º - À aquisição d~~sa propriedade, ta5 o fim especial para a constru­ ção de um matadouro Mu­ nic.:1pal. para abate de gado no município. e será encor­ porac!o nós bens da Fazen. da Muoicipai. Artigo 3" - A constru­ ção de matadouro terá pos­ teriormente plantas e orça­ mento necessários para as despesas. para a fiel execu­ ção da obra. Artigo '1° - Fica igual­ mente autorizado o poder Ex.:cuti o Muni~·p Ido:: An­ tó;iio João. se necessário for, a pleitear verbas. junto aos '):gãos Estadual pJ ra a e xe• _cução mais rápida a desta arques projeto. Artigo 5' - Concluida esta obr 5 rt. rccu!Jmcntada por J,is Munic1p: 1 o recolhi­ mento ' - P,:ra .J Íil!l excc11ção deste projeto. será consignado vérbas na Receita Fincrnccira Municipal. para o prôximo exercício de 1974. Artigo 7" - Este projeto Lei. entrará em vigor npós ;, sua promulgação e publi­ cação revogadas as ci.spo siçõ~s em contr.i rio. Sala das Sessõ.:s, 16 de de 1973. Norino Gonçalves Presidente Projeto d! lei No. 9/73 de 16 julho de 1.973. Projeto Lei No. 2/73 Arnaldo mnrqucs da Sdvil Veredor O Presidente da Cã­ mara ivluni<:ipal de Ar.tomo João. us;:ndo de suas <1tri­ buições legais. Faço ~aber qu? a Câ­ mara Municipal em sessão Ordinaria de 16 de julho de 1973. aprovou o seguinte Projeto Le, N". 9/73. Artigo l'. - Fica ;iutcrisado o Poder Executuvo do Mu­ nicípio de Antonio )não a etetuilr a compra. (ou rece• l.Jer por doaçâc.) .um terre­ r.o. para uma praç;, de Es­ po1 tes. na sêcle do Munici­ p10. Artigo 2. - Esta praça de Escorre d<'rninar-se-a • Es­ táJ,o Munidpal Ohv10 Pen­ :o "em póstuma homena- gens ao mesmo. que foi um dos fundadores deste :nunicipio e exerctu varias cargos publicos neste muni­ cp1a. Artigo 3'. - Para o que trata o art;go I º, deste- pro­ jeto e a construçã0 da pra­ çu de Esporte erão con­ c,gnadas verbas na proxi­ ma Rect.ita municipal. Artigo 4'. - Este projeto de lei entrara er vigor a­ pos a sua promulgação e publicação, :-evagas as dis­ posição em contrário. Sala das ~essões. 16 de ) ulho de 197 3 Norrno Gonçalves Pesidente Projeto de Lei No 04/73. Arnaldo Marques da Silva Vereador •· Dispõe sobre constru-. ção de Rodovias e das outras provideocias" Artigo J º - Fica auto­ rizado o Poder Executivo de Antonio João a mandar executar a construo de uma Rodovia. no Distrito de Campestre. oeste Muni­ cípio; a partir da Fazenda Fronteira de Propriedane da va do Sr. Pio SdvJ, illt e 1 prnpri~s, 0I de ouLubro de 1973 ~ J Arnaldo Marques da Silva Vereàdor Rei ,v ,n :l 1c;ções fc11l pelo vereador Arnaldo Ma1- que: da Silva por ocasião da visita dt• govern2dor do Estado a DoLrados, dirtla• mente ;;o Exmo Sr Dr. ]o• sé Fontamlla!> Fragelli: J - Pedido de liberação do Auxilio àe C.rS25. GC,00 Decreto 2432 para constuv­ ção do préd,o da Umdade Sanitaria de Antor110 )cão 2- Pé±do ±e Ebsrcác } do Decreto n 1.225 no va· lur d:': c~'S4(l.00.00 de 18 de ae::embro ee i9i2 rt'.a­ cionado em Resto a Pgar 3· Sclic,taçáo d.: uo aparelho de rádiv tr~n-ro1.· ser amador para a Delega eia de Policia e uma viatu­ ~a para .- mesma delega­ cia. pois as nossas dificul dades nesse setor careceo aiores recursos"8" 4- Solicitação."de ur Grupo-Gerador, que se en. contra em Glória de Dou­ rados. tolalrnenre ocioso e nosso Mu01c1pio precisa de­ ma,s um Grupo Cerador 5- A no,~ã cidade ni: 0 dispõe de Mêdicos. que nN visite. pelo menos µerió:li· camente. e e:tõ ta:nbé!ll uma nece~siàade uro:nte _ 6- Solicitação de - Au­ Xilio para construção de 6 (seis) salas ae aulas na S: de do Município. a firo de podermos abrigar a graoóe demanda de alui:.os de nos­ sa cidade. 7- Auxiliou para cons­ trução de Escolas Rurais pois a~ noss .. s escolas atu· almente, não tem ccnd;ções de atender a todos os alu­ nos, e inclusive o Estado de Conservação e H1gieni: é simple.smeote desumano Antonio João. 19 de deze!ll­ u.o de 173 Arnaldo Marques da Silva Vereador Arena - M. Tribuna da Fronteira ·---- ---- ----------- ..''NA primeira condição para um povo ser ilustre, é procurar Jê•lo. e tomar como um dever iniludrvel o desejo de o ser; o 5egund1.1 é colocar bem alto o ideal e forcejar por atingi­ lo, ainda que o não realize de todo. Lembrai-vos tambem que, como disse o pceta, a PA1RlA SOMOS NÓS. ·••Sim, Damos nós todos. que devemos ser dignos dela pelo 1 trabalho, pela força, pela virtude. pelo heroísmo. atirando-a 1 para diante no caminho das grandezas" ... moralização-desenvolv1wetno-cultura e patriotismo IV' arço de 1964 Prefeitura Municipal Porto Muriinho de ···Não temos mais o direito de cuidar apenas dos te Is descuidar dos problemas, Não devemos mais perder 'empo com o passado. Nossa sorti é que estamos com quase todo o edificio brasileiro para construir. O nosso horizonte ta descarregado de interesses e compromissos que nos atraba­ lbem e nc,s impeçam o grande vôo. Podemos usnr e aplic.ir 1 1 a tccnolog,a mais avançada, a c1i:ncia mais sof,stic;ida, a con­ quista mais atualizada. Importa traçar o ncsso rume, sem irterferencias estrangeiras. Interessa definir a nossa politica sem nos prtocuparmos com '11 dos outros. Quem sJbe: de nós scmos nós mesmos ... " (0 Dtsaf10 Brasileiro) Março - Desenvolvimento-Segurança e Trabalho. "A Revo­ lução Nasceu para Construir" Prefeiturr Municipal Bonito de , .. 0 gigante: adormecido e deitado eternamente em berço e- plêndido despertou para recuperar o tempo perdido e ingre- ssar, como membro éfctivo, no clube dos paises prósperos. O Brasil de hoje tem pressa. Para ele soou a hora do de-1 saíio e do milagre'' ... (Murilo Melo) ' L r Março-1964-1974-10 Anos Construindo o Brasil Homenagem da Prefeitura Municipal de Antonio João 'Se o Brasil de hoje parasse. estaria simplesmente retroce­ dendo. Cada mmuto perdido tem um efeito multiplicador e negativo. Cada minuto ganho é uma vitória sobre o calendàrio e a folhinha que estão marcando as pàginas da recuperação nacional. Nosso objetivo é a prosµeridade. Nossa hora e vez é de: participação. Aqui e Agora .. ," (MMF) Março ."Administrar é organi::u, controlar. comandar, prever e prover" -1964 Prefeitura Municipal Sidrolândia de Be!a Vi»ta Marco d· l97 • UI • O rt v1,.;• 11r1t nl'> 11:lo..111':) 1 ,,t ., 1 1 •- nvvv. ''ai um detalhe 3o! ·i;-· lm gohm'..----- !> 11 t 1., d ar nu!tanta, pwtupdo ten3€40 d '#+4ei1a. 18no com a5 Jl '1, •• _. -------~--------------,-----------:::=:e-----, - 1- ' . . ._, 1 -. . _., .• - ·,· ; ,. li t. :li ' f ' 5-3. !<, ., • I ,t .. i ____ I - - ------------'--------------' CIJill Companhia Jardinense de Automóveis Ltda Rua 1" de • 1 .• ....... (J J • iJ 1. l f , 1. ovo ' ''J1 ••• I•• f ~ rJ ')t v ,o11 ·J1, . n-1 hora A , on oiilação de uma d 11' 1 ' r d J. pu!tl•-:,1 b .l)lra..:·on 1I prínci• Mu!tp!1que ±:so2 mlh .de vezes. palatravés a fetuva quan- V.: l), d w 1,·., cor, t: uç,io habi- d c rlfll c,, .:v:iJI tações pora o trabalhadores d,, llú ,,, 1 ni , VW 74. d qu :·: ~e :.l I e ur1,.1 d,.s i) ·ntro de cada um ' p: ·ocup 0, l!o no-10 m1:!1.­ C: 1 'v.' w.ontr· a. • tro do l •1l nN. . l..unci•, perfeição pela qual a Volk•;w:,qen lutou , RJnq d eng.nheiru <1gr6r: mo a vid:i intu1r.:i. f'..:A. v10culada ·Expe1111wnt00 ao Minbttriodo Planejamen- VW 74, que v. ro). comprcenderó todo _, S o si9nificado disso. . ab2 s2 também que uic»!angclepeccupa com a diHnÍ:Ju·çào de terras i «+lvavéis no Nordeste pois só a industrial1z:ço nã p·vkria rt:e~olv,:r o a ..... "?lll­ p. ege> e as ten;ões r.ocia1s da áred e com a tra,fo~rna­ ção do Centre Oestt:: numa grande áre de produção ugricola. Para isto. sera criad'l urna Sup~r1tendncia do • Oe,envo!vtmento do Centro-Oete 1 ... ! ';1 1 ' ( 1 : 1. 1 pratc lava u srfei;do. Maio - 563 - Jardim- M_t @ REVENDEDOR AUTORIZADO no us jrtcrior U=ki-Mias e regia Shige:k, Uài ~ crn­ hecido pela sua atuação co­ rno drr~t'->t f.;:ancec1ro dJ p,.... trnhràs (di::s:lc:. 69. q•.iando Ernesto Ceis?l assumiu a przsidznzia da emprsz). Form1dc, em direito e con­ cabil:cbde. LiLk1 formou fe tarnbtrn ótravés de urna p,at:ca C<'n•ide:ada brilhan­ te corno i,xccut1vo capa= de hoj:: ser co:isiderado um dos maiores entendidos na questão energética - e Jª coma perspectvas claras a re,;:-:ito de u:na p:ilitica parn o ~eu mm,:sterio. O fato de o ;:;ais contar Lom importações para o primeiro quadrimestr~ do ano de pe­ tróleo. jà contratacios antes da crise que vun afetando a rnaioria dos paises de maneira mito sensivel. de­ ve-se em muito a uma a­ tt:ação previdente de Shi­ geaki Ueki na Petrobràs. Cc,m a continuidade - a- • 1 ros1 CE .aNTONIO REMO PCNZO parentemente irreversivel • da crise do petroleo o 110 O "tU!tlro r"der,t rn,1!'. u rar uma n va fase d atu Ç.JO ffi _j, ,1 t~ ),.! " J. illl:.r importância do imstér da: Mna: e Energias, Antonio Joiio - Mt Educação e Cul­ tura Ney Aminthas de Bar­ ros Braga General da reseva do Exército 56 ancs, paran~er.­ se. F.:.i chd de Poliw, prefeito de Cu1it1ba. ~over­ nador do .Paran.i, rni11is1ro da Agricultura e õt•;nlrneo­ te . Pan;do Democrata Cristão. O Brasil é um pais que tem pressa e. por isso, està m?gáv::olmentc aprovei­ tando tambtm ;,i <:ap,.c,dadr e n drspo~ição Jo~ jover.s. É verdade que as gerações que esião emergindo vêm man.adns por u:na dramáti­ ca co:ncidênci2, Surge□ quando se está proc:ess;;ndo il illlltdÇàO mais profu;,c;: da b,storta da burnanid: r: a revolução ter ol=se (De conterencia a ' • • ;. :i • Flonanópt'!is, em i-· '. ~-::'. «Ê útil e necessário que o)ovem participe cu vida política, !ornan-:io-st" apre a predi~por. mobilizar e mcti­ var a ~oeiedade para o seu futuro segundo um pr ojt:o htstorico que não pode ser trcido apenas pelos técnico5 e prlus tecnocratas mas se forma e ganha d,msi:iade- nas própriõs entranhas da expe­ riência da vida social». /Da mesma conférêocia). ~Sem política não se faz a engenharia social nem se viabiliza a construção de uma sociedade aberta. plu­ ral e criadora. E sem poh tices não se: faz política. o que seria semelhante a uma jusii,;a sem juíus. arte sern arti.sta. universidade sero alunos, rconomia sem con­ sumidor, livreis sem autcr». (Palestra em Caxias do Sul. l!ID )8-]!-73). c:A revolução brasileira tem um projeto histórico: fa­ zer destz pais uma sored: de pclituc:rente abex.a e econõm:camente democràti­ ca:>. (Da mesma palestra). .J ,{ - Venda seu pro­ duto anunciando neste jornal Tsibuna da FrHleira Per f i I d o n o v o PRESIDENTE Documentos Perdidos l déo. Petrobrás critu duas subs- Ao re•ornar ao Brasil idarias de iroport..incía: e foi um dos fundadores da Braspetro, associada a gru­ Escola Supuior de Guerra; po íntanacionais e a Petro­ em 55 foi sub-chefe da Ca- leo Distribuidora. H"íe a sa kilitar da Prrsidi:ncia e empresa é urna das maiores mas tarde Superintendente da AmPrica Latina. da Refi11<1ria de Cuoari'to. Homem disposto a e­ da Petrobrás retornando xercer toda a autoridade um ano depois para o que um cargo lhe confere Exército, oude serviu na administrador. discreto· aus­ Seção de Informações do tero. habitos simples, eis Estado Maior e representa- alguns características de va o então Ministerio dó Ernesto Gcisel. gaúcho que Guerra no Conselho Nacio- hcje assume a ?residencia nal de Petuóleo. A essa da República. Seu cor.tato época era coronel. pois só- intimo com os problemas mente em 196l foi promo nacionais e com o povo vido a general. Durante sua que acompauhará a reper­ perrnaoência no C.N.P. po- cussi'lo de suas medidas po­ de vivenciar toda a proble- derá revelar nos próximos mática perrolifern e tornar- anos, tudo a respeito d.> se um experto no setor General Ernesto Geisel. .Sua carreira, informa ainda presidrnte da Rupública que foi Chefe da asa Federativa do Brasil. É um Militar do presidente interi- profundo conhecedor dos no Paschol Rameri,'Mazzili problemas nacionais. pois ·_hefe da Casa Militar e de uma maneira ou de ou­ Secretário cio Conselho de trõ ~empre esteve ligado a Segurança Nacional duran- administração federal. Seu te o governo de Castelo ministério. constiruindo na Branco e integrante do maior discrição. revela il Superior Tribunal Niilitat presença de homens com durante a gestão do presi- grandes qualificações "m dente Costa e Silva. Em cada setor. As pcssveis 1969 assumiu a presidencia mudanças que se verificarão da Petrobrás, cujil pujan • durante seu governo são ça e posição de destaque mais fáceis de vislumbrar que a empresa assumiu e no ambto da especulação. conhecida de todos. Na Uma coisa. porém, e certa: A Prefeitura Munici- pal oe Bela Vista recebeu auxilio do Governo Fede ral. no valor de Cr$ ... 250.000.00 (Duzentos e cinquenta mil cru:eiros). Com 65 anos. natural de Bento Gonsalves. o ge­ nral Ernesto Geisel é o quarto Presidente da Revo · luçao de '64. e o terceiro !Jnucho. Filho de Augusto e Lidía Geisel. imigrante da Alemanha o presidente que assume os destinos do país tem uma folha de sz:r­ viços, tanto na vida civil corno no Exercito, das mais expresivas. As indagt.ções sobre se é um liberal ou um duro somente receberão res­ posta a partir dos atos que praticar à frente do Gover­ no do Brasil. pois a hsto­ ria de sua vida revela um homem préo,upado com a eficiência. austero. discreto e introspectivn. Seu carac­ ter foi formado na ríg,da crientação que o imigrante alemão - na procura de se radicar em busca de no­ va vida - dava a seus ftl­ hoje. Geisel serà o primeiro Presidende protestante do Brasil. Enquanto algumas de sues qualidades não são de todo esclarecidas, a de administrado parece lhe dar um crédito muito am;;lo co­ mo chefe da Nação. Tão logo saiu Jo Colégio Mili tar como tenente. eni ma; çn de 31 (foi o l" da turma) Geisel assumia a Secretaria do Interior no Governo do Estado do Rio Grande do Norte. Teve parth:ipação nas revcluçõt:s de 30 e 32, nesta úlrima cornb3tenrtu:a. Exi$te Ulllil sal­ da? Sim, a morte é a SC­ lução, e apenas ela me li­ b2rara. A morte. Sua fi­ gura representa o aifa e o omega. Interessante, a mor­ te não e atemoriza. E co­ mo se for uma velha ami­ ga. Grito. Clamo. Ela vem. E: a morte. si é ela. Mas ... hesite. Ela v::m buscar- m~. e ... sinto medo. Queria ouvir ou alguém. antes que me leve piira " pais das sombras. as.. o m?do que sinto não é da norte. É de abrir os e sempre a Hesitação, pro olhos e nada ver. É não b,u-me de Ser Dr. Miltom Loureir0 Filho Ameaçada pelos exces­ sos pela negligência do Homem. a natureza vai aos poucos sofrendo do envene­ namento causado pela polui­ ção. e com isso. pr('judtcan­ do o ineip ambiente que o ser hum;,no, necessita para viver. A·. ·yis.ão pessimista que se no~ apresenta, resul­ ta do palpavel desequil1brio que se agrava com rapidez entre o crescimento da po­ pulação terrestre e as reser­ vas biclégicas naturais de que díspomos. Não nos es­ quecemos que só temos uma terra. Apesar disso. o com­ portamento de povos e go­ vernos. em relação a bios• fera (meio ambieme munài• ai) só ,omeçou 1a ser estu­ dado em l S68. portanto. há 5 (cinco) anos. Segundo Lynt-:>n K. Caldwel. profes­ sor de nsrnntos públicos e ambientais da Universidade de lndiena (EUA). "a prin- cipal dificuldade para a ins­ titucionaiização das decisões nacionais sobre o meio am­ biental e conciliar ecologia 1:: economia. As metas e po­ liticas nacionais de dcn­ vovimento baseadas na a­ plicação da ciência e da tecnologia têm sid0 frequen­ temente formuladas sem a devida atenção a Suas con­ sequencias ecológic1:s". Daí se reíerere. que o homem ao cultivar a terra drspli­ centernent1: põt .. p:r:!er capa superficial do solo, as­ sirn como desmatando, abu­ sando das pastagem ou es­ goando depósitos minerais. Sim, estamos co.npro­ metendo seriamente o nosso próprio planeta. Urge por­ tanto. que povos e gover­ nantes se conscientizem a­ inda mais, e continuamente. do problema impedindo a dest:uição dessa pela natu­ reza, preservando o solo, o ouvir o sussuro de tua voz:. e o mêrlo de entrar no mundo dos que foram. e ali não te entontrar. Só me resta uma kmbrança. São uns versos de Castro Alves: Conduzo sêres aos Céus. A luz da realtd.1de; Sou ave da liberdade Que a, lõdo da escravidão Venho arrancar os espíritas. Elevando-os às alturas: Dou corpos às sepulturas. Dou almas para a amplidão. "Eu sou a morte. Sus­ pende ao meio o hino au­ gusto e forte. MMqud• te a fronte. Volve ao nada, Não sentes neste enleio, teu càn­ trco gelar-se no melo seio''? Adormeci e o mundo tornou-se cortina. Não ;Jtde ver outro lado. Biquei p·r!i. da no limiar da luz. Ainda ar. a água. A propósito. se nossos rios. lagos e ocea­ nos, estão ameaçados de perder sua capacidade de autopur,ficação. não adianta di::er que a culpa é dos ou­ tros; parque a responsabili­ dade é de todos (povo e gove:nos deste planeta). As nações devem trabalhar em conjunte,, e para tanto sem pretender criar um clima de: voracidade e pavor, re­ sultante dos mais variados aspectos da poluição e pro­ blemas ambientais; temos a dizer que muita coisa ja se fêz. Haja visto, a Conferên­ cia de Estocolmo, no ano de i 972. A tônica dos de­ bates, firmou-se no entendi­ mento de que somos um planeta único e onde se faz necessária a interdependên­ cia e 11. interconexão para ser atacado o âmago do problema. Preservemos a natureza ... Edital de t , . Or1O do Protesto.­ !º Oficio O Sr. José Avelino e Silva, Oficial do Registro de Protestos da Coara de Bela Veta.M, na forma da leJ, ttc ... FAZ SABER ao: que o prese.ote Edito! vlrer:1 ou dele tiverem conhecimento que se en­ eontra,am e.m Cartório, Rua CeI. Dia«, " 984, para protesto, por falta de pagamento, os seguia­ tes titulos.- a)- Apresentados por Banco Brasileiro de Descooto S/ A. P Cheques n"s CJ-2119510 • WD- 980220- Vr. Cr$ 400.00 e Cr$ 287,00 a cargo do Banco ltaú América S/ A, emitidos por Lui: Senha. b)- Apresenlldos pc,r Banco do Brasil S/A. 1 )- Duplicata n• 3890-9 - Valor Cr$ 826.'Jl - Venc. 25/02/H emitida por CARBOGRAPITE S/ A - contra Carlos Antonio Garete. cJ- Apresen:ados p-,r Banco ltaú América S/ A. :J- Notas prolDissórfas n's 21 e 22/24 V. Cr$ 29158. Ven:. 2('/Janeiro 20/Pevere!ro de 197-1 e'llitidas por Enio Gracisoo, a favor de Fidelidade S/A. :!) • Notas ptomissórfas aºs 18 e 19/24; Vr. Cr8 432,86: Vcnc. (11 de Janeiro e OI de Pevereiro de 1971 - emitidas por Santo, Monteiro, a favor da Pidelfdade S/A. d/- Ap.esentadas Por Luso Co­ mercial Lrda. -Todas emitidas por Luso Comercial Ltda. 1)- lluplicnta n' 1493-IO·J - Venc. 18/02/72 - Vr. Cr$70,00 emitida contra Elida G. de Souza. 2)- Duplicatas nºs I Goo·o(l, e 1219-1-A Vr. CrS 1154-1-A Ven. 15 Janeiro e 15 Fevereiro se 197! emitida contra Amantlno Mar• ques Martius 3)· Duplicata nº 872-5-E Venc. Ql/01/71 Vr. Cr$ 18,00 emítlda contra Ermínla Leite. 11- Duplicata n' 551-1-A Venc. Apres. Vr, CrS 227,51 emitida contra Flavio Ajala. 5!- Duplicatas 's 150-1-C, 150-2-C e 150-3.C- Veac.15/06, t 5/07 e 15/08 de l 9-;'2 Vr. G;,$ 25,UO emitidas e/ Elma Vieira. 6)- Duplicata " 541-1-A Vr Cr$ 997.53 - Vec. Apres. emitida e/ Antônio ~.1osqucira. 7)- Dupkara o" 539-1-A Vr. Cr$ 418,75 Venc. Apres. emitida c/ Humberto D. Barros. 8)- Duplicata " 554 1-A Vr. CrS 118.01 - Venc. Apres. emi· Leia e tida e/ Luit Carlos Co,ta. 9]- Duplicata " 5421A - Va Apres V. Cr$ 6990 - Emuud» Antonio Xavier, 10)- Duplicata n' 5401A- V 19,90 , Venc. Apre:s. - r.mltJd• c/ Arisúdu Oco1JJpos li)- C'uplicala u' 5f12 l.i • V,. C+$ 77,28 • Vene Ares.- E­ Emitida e/ FUADE SLAMENE I2)- Duplicaton". 551.A - Vr. CrS 1.791,71 - Venc, Apre.•. E metida c/ Joana !Obando Nepomucena, IJ)- Duplicata n'. Sç5.1.A • V,. CrS 58,78 - venc. Apres. Eml. tida c/ Pedro F. Alenca,tro 14)- Duplicata n'. Hi77!9/T - vr CrS cr$ 50,00- vene 09/05/7l Emitida contra Mnrleoe Arce 15)- Duplicatas nº,. ()JJ.5.F e 913.6.F . Veoc. O 1.01 e 10.02 de 1.971- V. C+$ 35,00 emitidas e/ Amando de Souza 16)- Duplicatas • n"s, l 183-3-E, 1453-4-E e 1483-5 E - Vr. Cr$. 90,00 venc. , 10.08, 10.09 10-10 de 1.671 em c/ Afonso Go:foy li)• Duplicata o. ""546.1 A • vr, 30,00- venc. A pres. Clllitida c/ EvanilJo de Oliveira 18)· Duplicata n'. 54711 A - vr. Cr$ 139,3!1 • vend. Apres. emi• tida e/ E:libe1to Gonçalvu 19)- Duplicata n• 5181-a vr, Cr$ 235,85 - venz. apres. ee­ tida e/ Euri-:les P. Loureiro• 20) Duplicata n".s F>7ó IO L e )578 11 L vr. Cr$ 33,30 venc. 24-U'i e 24-03 de )972 emitida: contra Joel Soares de Oliveira 21). Onplicatas n • 386 4 E e 366 4 E vr. CrS llo.0a ven-· 20 06 e 20 o7 de 1973 emf•in>< contra victor Chimenzs !ou:i ra Duplicata n 86ab • Cr 400,0o venc. o 2 V3 e ..• tidas contra Jorge ·: _- do Por não t,r si1o posivel encontrar nesta cidade, os res­ pon•áveis pelos litulos em rde.­ rencia, por intermédio do pre­ sente Edital que será afixado no local de costume e publicado pela impr,nsa local, intimo-nos para pagarem a lmportancía dos mencionados 1 titulos ou darem a ra:ão pelo qual nâo o fazem, e, ao mesmo tempo, na falta dé pagamento, notifico-os do com• petetente prote,to, Bela vista Mt, 13 de março 19H O Oficial do Registro de Prote.sto Jose avelioo e Silva, • assine f a TRI- BUNA DA FRONTE1RA ----------------:-:-----------·--------------------, 1VlATADOURO 'A Casa de Carne - abate todos os dias "SERVIR PARA CRESCER" BONITO - MT "UMA ORGANIZAÇÃO LIEL JACQUES" RIO FORMOSO ======================POSTO TO TO.LA Gasolina • Diod • Toda lioha de: lubrif!caotes •. Bonacharia "SERVIÇO DE RESTAURANTE .. 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Ponta Porá e Amambay SUPER C: AR Equipamentos Rua Marechal Florian0 91J5-Ponta Porã. Vendedor nesta cidade: José Joaquim Ferreira Souto. Na Fazenda centra a inflação Compra e Venda de Terras !moveis em Geral --ORTECO" Rua 15 de Novembro-256-Fon(:~216 Bela Vista Mato Grosso Açougue dois Irmãos de Marcinio Brito• Carne fresca oda hora - suínos - peixes- cbarqucs • d t ha m~1·s saúde comprando no (Carne: é sau e. n I o Açougue Dois Irmãos) SIDROLÂNDIA M.t Trinta e sete anos, mi­ nPiro. engenheJro ogronómo. Tem quatro filhos. o m•1is velho com )2 anos. Além de secretario de Agricultura de Minas Gerais. é rpre­ sentante do Brasil na Co­ missão de Assessores de Educação Agrícola Superior do Instituto lntHarnericano d~ Ciéncias Agrícola, do OEA. É goleiro quando jo­ ga futebol coai as crianças' Só existem dois aí­ ses que tem condoes de diminuir a fome do mundo: a Austrália, que além das quantidades relativas dz áre­ as a suem desbravad:is.p<'5· Exterior /J ntõnio Ê o atual embaixador do Brasil cm Buenos Aires. Tem 56 anos e quatro fi­ lhos. Entrou para a carreira dip!omática em 19-13 quando ganhou o apelido de «Silvei­ rinha». Ja cumpriu missões em todos os paises da Amé­ rica do Sul e foi embaixador em Gen~bra. Não tem casa no Rio e. sua cidade Natal. e está no apartamento da so­ gra. Ê alérgico à banana. - «A cooperação entre o Brasil e o Argentina não é sequer uma opção. Ê um imperativo histórico» (De uma con~erência publi­ cada na revista «Estratégia». ;.. !nflação deveri atin­ gir este ano progressivos e incômodos ind1ces e para ccmbatê-los o novo gc-ver­ no contará principalmente com um economista, enge­ nheiro e matemático. Má­ rio Henrique Simonsen. quê vem da presidência do M­ bral para dirigir o Ministé­ rio da Fazenda. , O novo ministério cieixa a direção de um banco. várias con­ sultorias e uma catedra. pa­ ra tentar estabelecer ua fa- Nos transportes Francisco A O general Dirceu Ara­ ujo Nogueua substitui no Ministêrio dos Transporteç um coronel - Mario Andre­ aza - que iniciou sua ges­ tão com' enfase e not.irieda­ de e acabou razoavel.ruente desgastado pela longa extensão. ;;tribulações e pra­ zos de construção da p:::nte Rio - Niteroi. Especealista «ui tambzm material humano. E obrasl. Deses dois pise. o Brasil. em dúvida. detem as maiores condições». «A agricultura, brasilei­ ra vive momentos de grande responsabilidade. pois. ao lado de sua participação na formação de divisas para o desenvolvimento do pais re­ presenta grande oportunida­ à para o fortale.:-imento do mcn:ado interno. nece~,.irio pura a expansão do consu­ m de bens manufaturados». (De conferência aos estagiá­ rios da Escola Superior de Guerra. ero 31/10/72). «Para por-ibilitar o crer. vedo de agosto de 1972). - «É um velho prin­ cipo braeileiro e um princi­ pio muito característico de nossa diplomcia, ter em conta que devemos conservar os nossos olhos voltados para o céu. mas com os pés firme­ mente colocados sobre a ter• ra», (numa reunião da OEA. em março de 1966). - «Um Ministério das Relaçõas Exteriores não presta serviço ao publica. pelo menos diretamente sal­ vo algumas atividades con­ sulares. Pode-se dizer que o seu único produto acabado é a política éxterior» (do se de "continuidade básica" na edrnmi!'tração dos assun­ tos de sua pasta. há sete anos ocupada ;::::lo brilhan­ tismo técnico de Delfim Ne­ to. Aliás Simonsen tera co­ mo primeira tarefa superar a imagem de cibernetica e­ ficiência deixada pelo seu SUCC!'50r. Simonsen recebe um t!!inistério dinamizado e a­ gigantado em mas funções e provc1velmente terá que reduzir a dedicação que, em ferrovias, porém o novo ministro certamente não pautará sua gestão por obras t:spetaculares, mas por uma efetivação do si:tema ferro­ vi.ãrio de transporte, priori­ dade nos planos governamen­ tais e necessidade cada vez mais premente diznte da crise do petrólio. O general Araujo ciaeato anual do setor a niveis sat«fatorios, e impor­ tante a moderniza,ao do sistema. de comvrcal»çdo e distribuição dz produtos agricolas, nediante a cria­ ção de estruturas especiali­ zadas de transporte, associa­ das à modernização dos principais portos e programe de'crédito aos produtores rurais, visando a ampliar capacidadede estocagem a ni­ vel de fa:endJ. bem como ex­ pandir a armazenagem inter­ mediaria à instalação do sis­ te mil naciorrnl de Centras de Abastecimento». (Da nesma conferência). da Silva seu trabalho na organização do mistério das Redações Exteriores). - «Convém lembrar o principio em que se assenta o planejamento da execução da política exterior segundo qual a projeção externa de um Pais é. em última aná­ lise. a síntese de sua rea­ lidade interna projetável no exterior». (Do mesmo tra­ balho). «O Itamar:iti foi casa. Agora deve transfor­ mar-se numa instituição a­ berta para todo o Brasil». nas horas de lazer. dedica ao canto lírico. E. a con­ tinuar relente a situação montada até agora. será e principal interlocutor do go­ verno com as classes pro· dutoras, e o principal por­ ta-voz das justificativas pa­ ra a política econômica fe­ deral. O próprio ··status" do seu ministério, consoli­ dado • por Delfim, deverá fazer de Sionsen o mais comentável e àecisivo mi­ nistro. Nogueira cursou engenharia naEscola Militar do Raelengo - e na vida milit<1r recebeu unções espinhosas na co7s­ trução e· conservação de ferrcvias. Chega a c:iio.i:rtro acumulando ainda e;,;:perien­ cias que adquiriu no -_ornan­ do Militar da A□zi:õoia e: na Diretoria de Engenharia e Comunicações. t TO.XI C OS: A Escravidão do Século Tuna da Fronteira - ----··-------------- --------------------· 1. IND1CADOR PROF'l'SSIONAL i>r. ( los So a. o Médico~Cirur ião Bela Vista unes Consultório: Rua Cel. Camisão 530 - Pone: 27'1 Mato Grosso Dr. Pedro Palmiere Advogada em ·er J Ruo 15 de Novembro 170 - Fone - 237 - Bel.i Vi~ta l Pior.i Rua 15 de Nove:nbro 75 ura Bela Vista .DKo Milton Loureiro Fº. l em Jn1dim Rua Dr. /ry C. Üliveiru 262 (Residtncio) li em Porto Murrinho: Rua Joaquim Murtinho n' 3 ílr. Finlrnirn Ad.1!'ogado - Rua Àntoni0 Maria Coelho - 2 21 Bela Vista l½t. ·• Rc;,rescn tante Supergá:brás·· Bicicletas·acessórios-peças cm geral-móveis e eletro domésticos Rua Dr. Corrca-N' 561 Caixa postal 20 Porto llurtinho-:vlt Gr ss e ela isl'" (artiit Io 2 cio Poder Ju icir riü Estada e Ma1 Comarca O Doutn: Sin:õu Jurtlla• no de 13arro! Filho, Juizo de Direito da comarca de Bela Viste,, E,tado de ~lato Grosso nc u,o de suns atribuições 1 - gals, na form/1 da lei, (IC. FAZ ~ABER a tudos quantos o prcscnt~ EDITAL vi­ r-:m ou que dele ronhedmento tenham, que, ra S&de dvste [ui­ zo, no Ed:ficio do Puruw e Sa­ la das audiencias. no dia 28 de maio de 1 974, as 8,30 hnras, o senhr Porteiro dos Auditorios joão l l11Jrio Pereira, levar;', a praç I os bens penhorados n, .lção Executiva, que aciida lnacia da Cruz move contra ]o Nunes Miranda, em tra­ mite ;,:-.r c,te J ul:o e Lartorio Grupos ::lc católicos de Formosa que retornaram de uma visita à China de Mac-, informaram que dezenas de cris1ões estão iroF' . José Carlos Longo José: Joaquim Ferreira Souto Janes Velasquez Helena Lopes Correspondentes em Si­ drolãndia. Porto Murtinbo· Maracajú. Jardim. Guia Lo. pes. Cuiaba. Campo Gran· de. Bonito e Ponta Porá. .. A Redação não se responsabili:.a por couceitos emitidos em artigos assi· nadas .. Redação e Administração Rua Barão de Melgaço s/n Bela Vista - Mato Grosso Pornificadoza e Confeitar.ia CENTRAL, PJo fr ,quioho a r;;,da HORA! ' mne:ldo Fabricação !e Pes, Bicoites, Bolach. e Dees. Cora insta- Í a,±. 'o mederrs fs-o S ;PER VULCAO E Toda Maquiná±is Reco- l muéadad ela Higiee ] PRAÇA OA 13ANOEIRANTE, 399 FONE, 161 BELA VISTA - T. 1 Éum dadãos, des o e.:. g .. . 1S cos, zent co ever oral, de todos ci-1 enunc1a.r as ª" to_ ida-/ 0 "li ~ares qualquer e, ravés o -] er Assa jn. [ Tbuna d Front Conlinu{lçiio <.l, P, ginn , nt ior e Saúde l Paulo Almeida Machado l t .édrco minero, 57 a­ no, Casado com dona Ma­ ria parda Machado, tem três filhos e um neto. Dirige o lnstilHo dP. Pcs­ quisas da Amazónia. E re. almente apaixonado pela selva. tanto que vai passar o carnaval num Igarapé. Teve de apressar a confe­ cção de sua c.:,saca. «A indolência (na A­ mazônia) na reaiidadc niio existe. O que ocorre é que ali o homem atinge facil­ mente o equilibrio com o mei'J. um l'quilibrio pacifico que lhe garante suas asp- Na casa Militar 9 de Um Deputado no Trabalho Para um ministério que quase invariavelmente tem estado ausente do quadro das grandes decisões e im­ pactos governamentais. ,·m grande putc. pela dinamil:a cxistencia de orqãos ccm­ plementares especifico para os diversos setores da area do trabalho. foi escolhiclo o deputado Arnaldo Prieto; O in;cial escolhido era o gE.neral Oilerrnando Gomes Montóro-quc no entando colocou o c;irgo a disposi­ ção (com fratura no colo do fémur, deverá ficar ina­ tivo ode, mcuos tres meses). Fo: ·escolh,do então. para chefiar o Gabinete Militar do novo govêrno, o gene- Planejamento João Paulo dos Reis Velloso Pauiense de Parnaíba. -¼2 anos, formado em Eco­ nomia e pai de dois meni· nos. conhece- o Ministério do Planeiarnen:o desde a sua fundação. no governo Castelo Branco. Tem nu­ mneroos trabalhos publicado ~obre Planejamento. Sua principal distração é orga• .:ar um futuro turístico para. o delta do rio Paraib1 «Todo o mundo - ou quase todo o mundo - re­ conhece os resultados do crescimento cconornico brasi• leira •. ,ne:;mo os progc~ssos realizac!os em campos so­ ciais corno a educação. h:i, bitação etc. Pode haver- e-nt=etaoto. honestamente. Bola Vista ...... o - o - ---- --- ----- o l uç ão d rnçôe5 minimas d pa:: subsistências». (e entrevi· 1,' J B. em 28/9/73). «Quem começar a criar jaguatiricas, gatos maracajás. como se criam «minks na Europa. ou explorar a ma• deirn por manejo florestal. vai ficar rico.. (Da mesma entrcv1,;ta). «Considero muito útil e­ conveniente a unificação dos S:vi;os de Assistência Médica do pais». ( )e decla­ rnçõe~ ao JB. em IY/12/73). «À conservação do meio-mb:ente poderia ser muito mais eficaz se os con- 44 nos, secretario geral da Arena. No Ministério do trabalho, Preto de-verá lembrar de sua experiência de quatro anos na Sec;cta• ria . ( Oa mesma entrevista). «O progresso da Ata­ :ônia, de seus caboclcs e dos migrnntes que là se f,xam, dificilmente poderia prescindir dos serviços dos cientistas e dos pesqui.a'o­ res, entre os quais se i::.:!:.:­ em os médicos». De cur.ferência no lnscit11to de Pesquisas da Amazôr•:a. em 13/ 10/7 3). a5 eleições para deputado estadual. No mesmo ano, porém, 'oi chamado oara a Secreta, ia pelo gcveroador [(do M.-ne­ gbecti e ad:niniHrador dinâ­ mico. Ess'.l i:nagem pode.à ser retocada doravante plo até (ex-) deputado Arnalào Preto. de Ensino do Exército e no dia r de abril era con­ vocada pelo general Moni: de Âragão p• rd chefiar o Estaào Maio~ do Grupa­ mento de Unidades Esco­ las. No mesmo mês foi pro­ movido a coronel e chegou a general em 69. dúv!das sobre 'se tantos. e da cultura brasileira». ás vezestão dramáticos. éxi- (Da mesma conferência}. tos constituem urna revolu• «A maior densidzde ção. ou se tal revolução é su- cecnológica das expo:tações fic1ente profunda p/ .:aracte- implica a necessida:le de rizar um modelo econõmico que as empresas multioncio• e social capaz de realizar o nais operando no Brasil es­ desenvolvimento e a grande- teja:n firmemente engajadas :a do pais». (Da conferência na politica de exportações. pronunciada na Escola Su- inclusive objetivando a con­ p?rao· de Guerra, 4-6-73). quista de mercados em pai- «A. nação està constru- ses dzscnvolvidos. Para is­ indo urna economia moderna so foram aprovados iocen­ de mercado. detada de forte tivos fiscais as er:presas que motivação social e pragma- executem projetos fundamen­ ticamente reformista. Esse talmente voltados para as modelo é capzz uauzar o desenvolvimento e exportções», (Do discurse grandeza nacionais, sem pronuciado aos empre$àrics descaracteri::ação da expe- americanos em Chicago em riência tropical-humanista 28-9-73). ai:astros. de1964 Em ou ubro de 1S60. sob o governo do Presiden­ te Jucef,no Kubf•cltek. Ji1• io Quadros. candidato d oposição. v ·nceu triunfal­ mente as ele•ções cum 6 milhões de votos. J;:inio s~ numa festa au- empcs;ou 1ênrfcamenre democra•ica. aos olhos do povo. na Pra. ça dos t:ês Poderes. em Brnsilia. No dia 24 de a­ gõsto de 1961. 7 meses uepois de sua posse êle: telefonaria para um de seus - O senhor saoe onde ,.: encontra hoje o Vice Presidente Goular? O ri­ nistro vão sabia de prcnto. Conseguiu, porém. sabê-lo imediatamente através dos seus canais de informaç.ão, mas demorou-se um pouco e: rn dar a resposta ao pre­ sidente. Quin:e minutos a­ oós. o telefone: tocou com a resma indagaçãe. E ele­ respondeu: - O Dr. João Goulart está h0je em Cir.gapura. Jãoio zgr::idece:u e fo1 redigir aquela f regime Parlamentarista. como for­ mula contemporizadc.ra de transigência e concessões reciprocas para que Jango pudesse chegar ã Brasília sem necessidade de novos sufrag,os populares. Era o substituto constitucional. a ele cabia automaticaine:nte suceder o renunciante. Restaura-se o Pres1- deocialismo. Goulart é o novo Presidente:. O desejo do Presidente Goulart. de ampliar, através de refor­ mas. a ação do Executivo, agravou a crise politica, com reflexos na economia Pesquis de Ivaldo Pereir e nas finanças do Pais. A crescente quietude refr­ mista fez com que a opo­ sção defendesse a legal­ dade constitucional, amea­ çada pelos propósitos conti­ nui,ta!I de Jo.ío Goul,HI Cul· minou esse estado de cot­ ses com a revoltn dos ma­ rinheiros. concentrados no Sindicato dos Metalurgico e com :a fala presidencial de 30 de março aos men­ bros ela Associaçiio dos Subtenente:s e Sargentos da Policia da Guanabara fe­ rindo o principio da lingua­ gem militar. com o in1c10 <.1a desagregdção das Forças Armadas. Diante de tão grave situação, o General Hum• berto de Alencar Castelo Branco. então Chefe do Estado Maior do Éxercito. expediu !urna mensagem aos comandantes de tro;:,a. de sua confiança. na qual pe­ dia que tornassem conscien­ cia da situaçãc. lebrando. lhes a veroade,ra de~tinaçãc -:las Forças Armadas e !­ ge, iodo-lhes a depoficiio da ··ditaduré' sindico-md•t;-r • pois assim a censder va. Governava Minas Gerar. José de Magalhs ir:o que. d1s,ordando dos rumos politicos {do Presicnr- Gcu­ lart. lançou, no dia 3C de março. um rnanifes!o a Na­ ção. no qual dizia que as forças sediadas ·em Minas Gerais consideravam seu dever ·entrar em ação, a fim dt: conjurar a lc:galida­ de ameaçada pelo prc,prio Presidente da Repnblica». A ilção ;militar que es­ tava marcada para 3 de abril. foi antt,cipada pela guarnição de Minas Gerais, sob o comando -:los Gene· rais Olimpb Mourão Filho e Carls Luiz Guedes que se declararam em estado de rebc:lião e, na madruga­ da de 31 dt: março. d~slo­ caram suas tropas em dire­ ção a Guanabara. Em me­ nos de 21 bords, as forças. rebeladas em Minas recebe­ ram a adesão do Exército sediado na Cuanabara. Pernaobuco e São Paulo (1. li e VI 'Exercito). Logo depois, aderiu o Ili Exército. A ação con­ junta dos Generais Pop de Pigueiredo. Cordeiro de Farias. Costa e Silva. Odi­ io Denis e Nelson de Me­ lo. consolidou a vitória final do movimento. Em Brasília, Cartas dação a Re- Sr. Redator• Chefe: lvaldo Pereira Ainda que cem atraso. congratulamos dinamico Re­ dator. pelos dois anos de luta joi.....ss.a. imejaos crescentes progrPssos. (tele­ grama_) Lauro Cirne Quintiliaoo (A B IM) o Psi'-.. .o Aura Moura Continua Página na oJ.«so. Andrade Pró:rima Ble Vi·te --------=----- Tr hunA ,J,. rronte1r,. e 1 n I fí 'I d ., t°dil 11 cld 1'1, ,,d, 11u,1 d .. H, 1 uhla·, t' toucou o B lente da (,.111111,1 do• l ), [)'li ,li<, fi.· tni faz1h a a sur e l h fa do (l()H'rl11J. jt, 1' Golart vwjvu para o Ro orande do Sul e de la pa- 1,, o 11 ruquat, onde i-ilou Com o .ipo,o .Jo on­ gresso foi ,,feito p.1r,1 a Pre. silente ada Republica, o ia­ rc ·hal llumh,ato de Al·nrM Cselo Branco. rendo to malo posse em ] j dr '1· 1ml ele l 9b1, Foi ~~u VtU'.· Prc,;idnttt:. o Dr. Jn~r Mu­ ria Alkrnim. O Hrasil come­ ç- va i1 construir c seu qlo­ rioso futur;,. e•tava ttht.il~ • Jo o Govt.>rtt<, da Ação e da Moralidade. O Pres­ dente Castelo branco. re­ formulou a area aJmini r G iv•·rp0 d ... R ... vcluçao de !O64 coube ao Marechal Arthur da Costa l' Silva, oc11p , ;, Pr~•1cJ..°nll 1 da Repúhlic torando po i: t'111 15 de 111 ,rco de 1967. fazendo. neste dia, entrar em vigor a :-:ov Con°tituiç;io Bras:leira. promulgada em 24 de Jan?iro de 1967, ele conforow:bdP com o Ato fn,t•w,,onal n" 4. de 6 de de::i.'rnbro de • 966. De acõrdo com a refor­ ma Administr.ativa. 1e,dizada o Mlnistcrio da ViaçAo e Obras Públicas pil~~ou a Mimsrério dos Transporres; a afetivo o antes Extraord1 'lário do Plan~jamrnto: á lvlmistério do Exército. o anterior d;:i Guerra e a Mi­ nistétio do Interior o antes e hart'ado dos Organismos Regiomiis. Co:itir.uou o Presideute Costa e Silva o programna de vu antecessor. quanto il orientação econõruica e as fmança~ do ·Pài<. Pr..-m,do por acontecimentos politicos, baixou o Ato Instituzional n• 5. re,nve~tindo-se dos podêres excepcionais detidos até a promulgação da Cons­ tituiçãa de 1967. O novo Ato ft'st;,b11i­ ,t,,de e Jn "Hahe;,~ Corpüs": .i,:ura·..i o poder de intervir nos Estados e nos Munic­ pios; cassou mandatos e sus­ pendeu dir~1tos políticos por de:: ano.,; confiscou bens iliciramente adqumdos no exercício da funçáo pública; decretou o estado de s1o sem audiência do congresso; demitiu ou reformou oficiais das Forças radas e das Policias Militares e promul­ gou decretos lei e Atos Co­ plementar~s desttnados • a oMantir a continuidade da Revoluçã~ de 31 de março de J 96-l. Em 13 de dezem­ bro de 1968. baixou, o Governo. o Ato Compleme­ tar n 38. àetcrminado o rece,so do Congre!>SO Nacio­ nal, por tempo indeterminado. O Presidente Costa e Silva editou o Ato lnsMucicnal n' 6. reduzmdo de 16 para 1 l o número de Ministros do Supremn Tribunal Fede­ ral, delimitando a area de ação daquala côrte. Pouco d::pois. em i 6 de fevereiro cie 1969. editou o Ato Ins­ titucional n" 7. que. entre outras medidas. rnspendia "quai,quer ele.ições pareias rara cargos .:xecut1vos ou !~~is1.•tivc~ ,la U niiio. dos Estados, dos Terrnório$ e dos Municípios". Previu. ainda, o Ato·~• 7: nos mu­ nicipios, em que se vagassem tt lo fl lllll'( ll'rou o p,•r.i ,. o .. r t1gc 16. da Con t,tu•ç.:io. desde que pussnsse a ser 11'U:Uí'E'r,1dc>s ,or:ient.. n, vereadores das capitais e dos municipics ae ppu­ laç,io • up nor a ..,00 nil habitantes. En 14 de agos­ to de 1969. pelo ito Int­ tu,-ional n·. 11. dn·rmin;:iva n realização dt eleiçÕ"S " 30 de novembro do mesmo nno. em 750 ruunic1pios brastl~1ros. ed1t:rnrno Brnto impul~1ooado. funda- 1Lentalment1:.. ,J<:h cxpan,::io i1,dust,i;,I acim.:; de IO';õ. Para aica11çar aqude obji1- vo d.:: expansão e:c-ncrnica acelcradd. promoveu-~e não so a dd1vaçiic de grande programa do:: Transpor:es e de Comun1caçõrs. cias tam­ bem a criação de mecanis­ mos [11-:anceiro.s p/ setorf's como a Educ.,ção, o De­ ~envolv,mento Cientifico e e Tecnoló~ico e a Agricul­ tura. bem corno. a,nda. a implantação de novas estru­ ras na I ad rn inistraçãc fede­ ral. CO[J1 a inst1tucionaliza­ ção do sistema de planeja­ mento e com a pria::eira e­ tapa da Reforma Admins­ trativa. Em 31 de ag(1sto de 1969. o Presidente Ces­ ta e Silva prei:;arava-se pa­ ra apresentar a Nação um novo texro constitucional cujil redação fora confiada ao Vice-Presidente Pedro Aleixo, quando foi acome­ tido de uma "crise circula­ toria cow manifestação neu­ rologicas". enfermidade que 0 afastou da Presidência. O Presidente Artur da Costa e Silva. faleceu na ..:idade do Rio de Janeiro. 'Tra!Jalhamos em todos os domicics avançamos. como provam o;; resultados qua- litativos e quantitativos do nosso esforço governamen­ tal. Mas não perdemos a consciencia de que O prin­ cipal dos no~sos problem:i5, T,=a Mnistrc» n Pa sidénci. d. Ropuble No d1il 1•. clarados 0 Banco Central do Brasil. Mla Vista Are d· i7 Agência da Recei 1a Fed. em B. 'lista 1 ,. , .......... LUBE DO LA(O TESOURARIA l Resumo do Balanço da Receita e De«psas no pe- 1 iodo de 4 de: Pevtreiro de 1973 a 17 de nrnrço de 1971: RECEITA I3alancele ido dia 30/6/73 Balancete do dia 15 de agosto de 197 3 Balancete desta data cm fls, aparte Total da Receita Saldo de Caixa vindo da Soma Cri 4.135.98 Cr$ 156.565.80 Cr$ 1.151 00 Cr$ 162.152.78 D1rctoríd anterior Cr$ I00.00 Cr$ 162.252,7 DESPESAS Babrnc.:ete de 30 de Junho d?. 1973 Balancete do dia 15 de agosto de 1973 Balancete desta data em fls. a parte Total da, De pesas Balanço Caixa - saldo que Soma passa pata a diretoria seguinte Cr$ 28.912.55 Cr$ ;162.252.78 Bela Vi ta-Mt em 7 de março de 1974 Tales Monteiro Mas,arenhas Tesoureiro Olympi<' do Amarnl Cardinal Patrão T e s ourar a Bola nctlc do rcctlt.> e despesa do ptriodo de 15 de Agõs­ to de 1973 a 15 de março de l97+: R e c e Total t a Meualidadcs· Recebido da cobrança Srta. Maria Grcgórla, cm 21/01/H, conforme cheque 257753 Cr$ 1071,00 Mensalidade recebida do r. Walh F Monteiro ' ·' GO,Oo ldc:n idem :lo Dr. Sidney M. Mascarehas • ' 20,01) Total da Receita $ 1,151,00 Saldo vindo do balancete do dia 15 de Agosto de 1.973:1 CrS i0.177,95 CrS 4 I.628,l5 Despesas Cr$ l.':.110,98 Cr$ ll8.752.85 Cr$ 12.676.'I0 C:r$ 133.340.23 Pago Mario R. Antunes, coof, recibo Cr$ 400,00 ldtm Tércio C. Gonçalves, cond. de bois, coo!. recibo. • • • 380,00 Pagamento para construção de Úm fogão. enol. recibo,, .C~$ 75,0o Pago Oficina Panamerica, cvn!erlo ampliador. lSFoo9 ... Cr 3o,o~ Idem Sr. Climpio do A. Cardinal, aqeisiçôo do presente para Sgt". Magioni, conf. recibo Cr$ 21o,oo Pago loº. R.C. rc!. troféus, conforme recibo CrS 781,oo Idem Sr. Olímpio A. Cardinal, ref transporte de bois conforme recibo Cr$ 600,00 Idem Sr. lrincu A. Cardinal, por seu saldo conforme recibo CrS 1 300,00 Idem a Tnbuno da Fronteira, publi. de Balanço, idem CrS 250.00 Idem a Luciano Brite~. rd. cond. de bois, idem CrS 600,00 ldcru a Ap0lonlu de ~ou:a rcc. de 8.12.73, rcf. acarreto crS 80,00 ldtm ao Sr. Lu!: Gon:aga de AraujO, rei, a I boi extraviado, Idem crS l.100,00 Entrega ao Sr. Jo,é Avelino e Silva' para despesas de publi­ cação do, Estatutos no Oiario Cficlal cr$ 1.500,00 Pago Electra Amabay, nota l56, rei I estabilizador para o campo, de Futebol do Paragúiy idem cr$ 77,eo Aquisição de 6 focos para o campo de futebol do Paraquay, conf. Nota 2003 de 2ll.73 r$ e,eo Pago Sr. Wlke F. Monteiro, rf a talão of. recibo cr$ 60,0a Entrega ao Sr. Jose Glauy Flores, para aquisião de Troféus, conf. h. 192546 t, tr$ Joo,0o l'ago Bazar Glady±, NI 167,'ef. a Kedis cr$ 125,oo A 'Transportar r$ 848,0o BALANCO r; e s o u r a r a ( TR/l,NSPORTEIDA FôlliA Cd -1 ,00 Pago familia Ulneiaao Pinheiro, tecidos, NF325 Cr$ 15,00 Idem idem 1 P327 idem ':rS 13,00 Idem Idem NF411 rcf 1 fra,qutlra Sr$ 75,00 ldema Tércio C, Gonçalves, coad. de tropas Pota Porá conf. recibo CrS 6CO,OO Idem idem Isa M. Hasime, ref. teido, NE2348 Cr$ 12.00 Idem filhas Ulmcdndo X. Piah :, ~lt til. t!.1 ( • .ini.i, ,1 d,• ! ),•p 11,IÚ(, ll.1 ntri az4li a estuus e < !t,,f1,l U(J C((l'drrl(l, jt, 1 ! Goulart vw je u para o F o C,;indP do Sul e de io p,1- ta o Llruqua. onde xilou ..... e. Com o apoio Jo Con­ gresso foi eleito para a Pre­ sidente da epub'ica, o a­ rc lwl l l11mba10 ele Al,,ncar Cselo Branc . t, ndo to m.:ido pos8e e•n I j d!' 'I· tml de l9ó4, Foi seu V e­ Presidente. o D:. Jose Ma­ ria Alkiním. O l:lrasil come­ çava a construir e, :-eu glo­ riam futur,,. e-, t;iva imtola • Jo o Governn dil Ação e da Moralidade. O Presi­ dente Cascelo Hr,rnco. re­ formulou a area administra tiva, com a reorgani?açãu do Pianejamento e C oor dcnação cios Org<.!?llsmo Re­ gionais, e traçou o sru Pr:i­ grama de Ação l:conom1c.: l) acelerar o ritmo d,· oesenvolvims nto econom.co do Pai3. í.) contr gradualmente ,, infl,;çJo 3) ru.·lho,·nr i'ls co:::itçõ ,, de vda. ;i fim J,· ;:ir..-nu •r os desnives econ micos e es tensões geradas pelos descquil brios sociais. ·I) asscgurnr na pohtira de investmnntos, a opottunida­ -:ie de C-i':;:;rego produtivo a mão de obra. que ,,flui a0 mercado braleiro. 5) corrigir a tndencia e deficits descontrolados do balanço de pageento. Tucio foi cumpdo na Admmi5tr:.ção. patriot1ca í' austera, do grande brasilei ro. Ca J d. • r.1 I·c rt,,I •. d· !%7 Governo ncs Munict­ pios; ca•~ou mandatos e sus pmJeu dir~1tos políticos por de= ano,; confiscou bens ilicitamente edqurdos no exercício da funçáo pública; decretou o eetc.do de s1,·o em audiência do congresso; demitiu ou reformou oficiais das Forças Arruadas e: das Policias Militares e promul­ gou de..:r~tos• lei e Atos Com­ plcmentaus destinados • a Odr,rntir a continuidade d;, Revoluçã~ de 31 de março de J 961. Em 13 de deum­ bro ele 1968. baixou, o Governo. o Ato Cornpleme:­ tar n 38, determinado o rece,so do Congressc Nacio­ nal, poc tempo indett:rruioado. O Presidente Costa e Silva editou o Ato Institucional n' 6. reduzindo de 16 para 1 1 o núrnero de Ministros do Supremo Tribunal Fede­ ral, delimitando a area de ação dõquala cõrte. Pouco dipois. em i 6 de fevereiro àe 1969. editou o Ato Ins­ titucional n 7, que. entre outras medidas, mspeodia "quai~quer eleições pareias para cargos .:x cuttvos ou 'gis'ativos 3a União. dos Escadas, dos Terntonos e dos Municípios". Previu, ainda, o Ato nº 7: nos mu­ nicipios. em que se vagasse d lera tq: l > , • • • cl cd• 41... • p7s~·1 e O munerado. ómente os vereadores das capitais e do" e1un,dp1c, oe popu­ lação superior a 300 ril habitantes. Ea I4 de agos­ to Je: l 969. pelo fHo ln,t1- t11,-ional n•. 11. d, t·rm1n,1va a real1wç io de rleiçõe5 ó 30 de novembro do mesmo ano, em 750 municipios brasleires, editando. na o­ portunidade o Ato Comple­ ment;,r n', 61. que, dt: no­ vo. disciplinava o processo eleitoral. re b:mdo o, pra­ :os p;:ra formaç,io de su blegenda5. LlioÇilO par11d..J­ ria e registro de candidatu- ras, O Governo Costa e Stlv;;, o!:ijetivou pnncipal- rnent~ a cxpan~ão econorni­ ca aceler?da. adotanJ,, pa­ ra isso. estratégia de crcs­ umento meno~ ,n:cl d2 au­ mento ao PrrC:u·o l::t-.-rno Buto impulsionado. funda­ n,entalmtntt. ;:,-h cxpan~iio industrial acima de I0o. Para aicauçar c1qi.:de objii­ vo de expa:isão e:cncmica acelcrad,i. promoveu-~e não rn a d t1vaç,ic, de grande program" d~ Tr,.nsportes e de Comunicações. □as titm­ bem a criação d., mecanis­ mos financeiros p/ setores como a Educoção, o De­ ~envolvrrnento Cientifico e e Tecnológ1co e a Agricul­ turd. bem como. a1!lda, a impl;,mação de novas cstru­ ras na, adrnmistraçãc fede­ ral. com a institucionaliza­ ção do sistema de planeja­ mento e com ó prirr;eira e­ tapa da Reforma Admins­ trativa. Em 31 de agt,sto de 1969. o Pre~idente Ces­ ta e- Silva prei:;arava-se pa­ ra apresentar a Nação um novo cexto constitucional cuja redação fora confiada ao Vice-Presidente Pedro Ale,xo. quando foi acome­ tido de uma "crise circulà­ tocia coro manifestação neu~ rolog1cas". enferCJidade que o afastou da Presidência. O Presidente Artur da Costa e Silva. faleceu na cidade cio Rio de Janeiro. Trabalhamos em todos os domir;ios avançamos. como provam o.!: resultados qua­ litativos e quantitativos do no~so esforço governamen­ ta 1. Mas não perdemos a consciencia de. que o prin­ cipal dos nossos problemas. r II M1ru •rt;. n,l Pr idnci d. Ropuble l'o d,.i J'. ro urn.i }unia Gov1111 forrn ada pelos Militares Aurélio de Lvra Tavares. do Exército," Au­ qusto Radmaker. da Mar. hae Marco de Sou a e Me. lo. da Aernnaútic,1, ,1• un 1.i o exercrcio efetivo do Go. vano. Um dc,s ~eu.; prir..m­ ro: atos for a Edição do Ato lmtituciou.il n•. 12. o­ f1ci,1li=,rndo ,ua msve,tdur:i na Presidencia da R ... publt c;i e riivulgando um:. pro clamação. explicando que o Presidente Costa e Silva. por votivo de doença e t"ncontr,I a. lempor..ir1amen­ k, irnpeJmdo do exvrcicios pleno de suas Funções. Em seu curto penoJo de G-:vano, os 1'v11n1Hr0, M1- l1tarcs prorra:lg,irarn d No·:a Constituição do B:as;l, de-. cretaram a vacácia dos cargos de Prendente e Vice Presidente da Republca e !>u,.p_..nuercJ m o rer·,:, o do Coogr:.-,~o Nacional. convo­ cando o para eli>gu cs nc.vos Presidente e Vice Presidente. Para conter o recruds-. cimento das at1vidaa~5 dos grupos tarori~ras, ó junta Governativa es:e;;de:.: a pena de morte à casos da guerra revcl.1c1ona1 ia, institi.:iu a pena c.lt" bani□ento do terri­ tório nacional e estabeleceu uma nova Lei de Segurança Nac1c-nal. Coube aos Mir.is• rros Militares. ~inda. dec,o::­ tar os primeiros ca • OS de cc nfiscos de bens e reaôri: o p1 oce_.sso de cassação de D"andato~ eleitorais e ,-uspen­ são de dir.:1tos polit1cos. Pera do ãmbito estritar::iente poli tico, a junta Governa iva entre outras medidas impor· tantes, promulgou os noves Códigos Penal e Militar. modificou o proct>ssõmento cas ações de despejo. editou uma nova ld de reg1~rros públicos, a nova Cé:rteira de Trabalho. regu!a□encou a profisão de jornalista. de- cretou que as in,td!ações de todos os portos do P,;is. vencidos os atuais c.onrratos de conceção passarão ao dominio da União e estabe­ ltceu que us bens e valores dicas po~sui:em no Extaior, terão de ser declarados ao Banco Cen!ral do Brasil. I,'