TRIBUNA DA F HTE 
1 Ano Ili 
1ft. 	• IOL 
(1 
r 
O Sindirnto Rural de 
Bda V 1sta, entregou ao 
Club: do Laço, a respon­ 
sabilidade para organizar a 
3° Esposição Agro Pcuarta 
e Fera de Amostra de 1974. 
Clube. teve participa­ 
ção at1v::i na rcalL:ação da 
2' Expc. e tudo indica que 
este ano. o ~ucesso serà 
igual ou superior ao do ano 
passado. Atitude inteligente 
do Sindicato, e um gesto 
]- 
i • 
l- 
do laço 
Es- 
a 
Li 
de grande participação na 
comunidade do Clube do 
Laço. A Comissão já fo1 
nomea:la. e está constituída 
pelos Srs. Vlk Morteiro 
IPresident2). Sid:iey Mas­ 
carenhas e Tales Masca­ 
r-,nbas. A 3" Exposiçi.o se­ 
rà realizada no período 
de 24 a 2 de julho. a 
"Tribuna" estará prc,ente 
cobrindo todos os aconteci­ 
mentos. 
sinha Feliz- 
Centro de rientaçãó Escolar 
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Prefeitura Municipal 
D«cr«to 0l/I4 do 22 do abril da 1«74. 
)á nova redação ao 
Decreto 09/73, de 08 de 
Outubro ele 197 3 que re­ 
gulamenrn o ervi o de t 
xis, criado pela Lei, n· '.>b!S 
de 29.2.7 2. 
Clovis Marcelino d 
Oliveira. Prefeito Munici­ 
pal de bela Vista. tstado 
de Mato Gra,,o. no u,-u 
de suas atribui ões kgah; 
Decrete: 
Artigo !") so poi ré 
exp[orar o serviço de t..ns­ 
porte de passag,mos o vei­ 
culo que obtiva lacenç;i 
deste Município 
Artigo 2") O Alvará 
deverá ·,r expedido em no­ 
me do propri tário do vd­ 
culo. 
Artigo 3) Tedos os 
proprietários de veiculo com 
Alvará de Localização dos 
Pontos n's OI (um;, 2 (dois) 
e 3 (três), deverão renova­ 
los anualente. 
Artigo 4) O- referi@os 
ponto; deverão manter. o. 
brigatónarnente. pelo mencs 
dois veiculos em plantão 
noturno. estando sujeito à 
multa. de 100 il 200% s, • 
bre o salário minirno vigt>:.­ 
te na Região, em caso do 
não cumprunento do pre • 
sente artigo. de acordo com 
o inciso XIII do Ar 86' 
conjugado com o Art. 87', 
letra F. da Lei Municipal 
n' 603. de 11 de fevereiro 
de 1973. 
Artigo 5') O veiculo 
que ficar por mais de 3o 
trint,) dias inativo, devcrà 
seu proprietário comunicar 
à Prefeitura, o motivo do 
afastamento e. a licença só 
será concedida cm caso de 
comprovada necessidade. 
Artigo 6") Sem a co­ 
municação do afast~mento. 
citada no artigo anterior, o 
alvará sera cassado pela 
Prefeitura. sem dirci:o a 
nenhuma reclamação ou rci­ 
vindidicação. 
Artigo 7') Os interes­ 
sados cm estabelecer-se 
com st.rviço de taxi. nesta 
praça. deverão candidatar­ 
se ao preenchimento de va• 
gas em pontos que vieram 
a ser cr:Jdos futurainenl . 
por necessidade publea e. 
cu;a I inseri ões poder,io ser 
feitas na Secretaria de A­ 
dainistração da Prefeitura 
Municipal de Bela Vista. 
Inico: O ,preenchimen- 
1O das vagas obedecera a 
ordem cronológica de ins­ 
crição. 
Artigo 8") Os proprld,Hlo 
de veicuios. com serviços de 
tax, que, porventura. vieram 
o transterr ou desistir de 
eu ponto, niio ter.:io dirc:,­ 
to a requerer novo ponto. 
A1t1go 9 } O presente 
dc.::reto entrara em vigor, 
na data de sua publicação, 
revogadas as disposição em 
contrario. 
Prefeitura Municipal 
de Bela Vista (MT». 22 
de abnl dt 1 974. 
Clovis Marcelino de Oliveira 
Pref P1to Mun1c1pal 
UJ 
O 1 
( o 
d,.ua l 
nhas 
per 
... ,., .. 
u a- 
no, 	.o ,cu 
1 e d. 
EMMANOEL 
Dor lembra sombra por fora 
Mas, por mais densa sofrida. 
Ê stmpre ação para dentro 
Trazendo mau luz à vida. 
O grnio para ser genío 
Sublime. revelador, 
Ê força de inteligência 
Crucificada na dor 
No rcdo da vida hum,rna 
A prova que iios magoa 
Em tudo é a parte de Deus 
Enobrecendo a pessoa. 
A dor que mais ilumina 
Por transfrrmar-se no bem 
Nunca pede compaixão 
Nem atrapalha a niDgué.m. 
A lágrima. cm toda estrada, 
Desde a mais pobre à mais rica. 
Ê uma ilusão que !e apaga, 
Uma verdade que fica. 
ANTONIO MARTINS 
Lume 
Cru 
Aos cor tõo , brc· e 
nova torrente de euperanç 
e a Humaniiade. na M 11· 
jtdour,1, no Tabor e no C'nl­ 
vário. sente as ante+ta,óea 
da vda cde e. ublime em 
ua gloriosa 3upirituahd,de, 
Com o t ouro dos seus 
exemplos e da: tuas palavras, 
deixa o Mestre entrt os ho­ 
mens a sua !oa Nova. O 
Evangelho do C.:ri•to é o 
trausunto de todas as falorn­ 
fas que procuram nprirnorilr 
o espirita. norteando- lhe a 
vida e as aspirações. 
Jesus foi a manifestação 
do amor de Deu;, a i:erso­ 
nficação de sua bondade 
infinito. 
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Tribuna da rrontu•• 
;....;. _ 
-- 
"'Bela Vista Política 74,, 
lv Ido 
Fun~ • Poht e: 
,, 
m o CI 
Jo ó lvelino o Silv.i 
1 b. :, Q t CI I le P,1, :,, 
Maia Celo11to da Coct 
Subslllnl~ 
!lubvns Rodriqu tJ 
1 	[.c1nen1c 
li J",, 1,tur,s • Procuro.çots • l~egi>tro, de 
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a;ão que , 
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exi~t!.'.nr, , co11tinua ou pc, 1 ,. 
nente de um grupo cc 
se, e apenis e e, ex·r4 
dadas funções. Iro e. 
grup:> ,lJP•ulO tr,1n 1tor 
enquanto existir, deve exe 
cutar atos, gestos, +- • 
detaminadits, nJo ,m.,onJ•,­ 
do ser pouco puceptivts - 
ou imperceptíveis p-iru ·a-­ 
tir. a verd .d .. , c -. d1:-­ 
Antõn10 O, vm C,ntr , 
''todo agrupar.to humn•.o 
deste que seja dotado d­ 
urna cx,srenc,u qul! SeJa do 
tado de uma xrstenca que 
tranceda os listes de I­ 
gun~ :poucos mot:intes todo 
agrupamento que não seja 
ap~n 1:, um aglomera,fo ;:u,­ 
sageio deve assentar tua 
existê:.ci" contmu.ida úu 
perrn,iner,te no exercício d.· 
certa~ f,n,.lidades ou tarefas 
objetivamente essmnalav s. 
Trata-,e de funçõ-~ bj .­ 
vas que dão p-,rsi~1€:, .. a 
cu contmu:dade à ~oc1e,. ,­ 
de, em torno das qudt!> L e 
arma ce, tos equ1ftbr10:,, , ·n 
tomo das quais ela adqui :. 
em :,uma. uruJ e,truu.1• .. 
Esta; ,.bra~ c·omun~ = r.- • 
lizar so a solução de ce: • 
tcs prublem.;s que. nur:a 
dada epoca, são basices 
para a subr·•v1vêr:cia ~ocial". 
A função social que es:á 
em p,imeiro lugár na hie­ 
n,rquia das funções-e isto 
Reside nesta cidade 
desde o, primeiros anos 
deste seculo XX. a valoro­ 
sa gaúcha D. Ester Silva 
que preferiu Bela Vista co­ 
mo sua paria legitima. a­ 
qui fixando se definitivamen­ 
te com seus famiJiares. 
Entrou para o Magis­ 
terio (Stadual e mais tarde 
no do municipio. até sua 
aposentadoria compulsaria. 
Durante .. .;es lor.gos 
anos ministrando instrução 
primaria aos belavistenses 
seus al,•nos. tambem ela 
d1:,·a ~ua colaboração prt­ 
ciosa a política partidaria 
de então.· que. naquela êpo­ 
Cd c~a ,sso duro de roer. 
tal a i:;r.!ssão desabrida dos 
op sitores 
das ,·e:es 
incontid0s: 
que na maio: 
geravam odios 
z.1smn10 assim. 
. • ' 
[ ! ,l, gÍot, 1. 
O d ,10 c.
1 
, i I n-. o 
ro',t1 (' tO•,J'H 'vl)cl (• 
morar era comi ou vr­ 
n:.ilcJl'r.t . Vemos . t, .• q il 
q,, a íur-.çZn r> l.t..a e v,­ 
• .J p .r..i < ~ r, lêJÇÕ 5 c-ntre 
ú hom.:1,s. Ui.. 1 ~11tiedu<le 
prtct d ~cr f', lit1ca. e f,.za 
d, p, l,uca, um me o p<1r,1 
atingir seus objetivos. A 
"procur,1 de um;, r::nv de 
a ccnaçao que d fenda e 
prottJa as pesoas e OS 
b 11 de c,1d.. <'~ ociado. 
cnrr. t·da a forç.i comum, 
e p-!.a qual cada um, unm­ 
uo s a todos, só obedece 
".tntt:do a ~• me,mo, pcr­ 
rr..in ~cr:dc r:.o l;-.r~ qu ,r,co 
antes' (Rous. eau), tem aso 
um, ccn tõnce na hl'tóriJ 
das sccivedades. No brasa!. 
após " Í-<cvoluç;,o de 1 /6-1. 
que extirpou da socieJa<le 
.:i~ po!it1cc, deu, gagos. e s 
"pol1tiqueiros, nasceu u11111 
ncva mentalidade, um Lovo 
wodêlo. o Mooê,o Br<.1s1le1- 
ro de D"senvolv1rnento. A 
Rtvolução nost:.:u para 
Constr:.:ir. 
Não • ;,penê:s consu uír 
no sent:do restrito de crs 
cimento eco::urr.,co. mas 
tran~fcrmar o Esr.,511 tm 
Naçã.., Grandtc e l.Jesenvol­ 
v.aa. C..onscltdou-sc:, no 
Pais, a conscincia de que. 
embora desejável a colabo­ 
r .. ção estrangeira, o desen- 
N IV 
(1 Ó , '· q' 
b !h ,r. 
atunqr o I i ''li '(J 
Gn ; não poder 
ur .. .i polit1c,1 b, 11 d 
do nossos dr.grentres ado­ 
ld m umu poli11u1 d!' e p, 11- 
S<lO; 11<.lV pc,.l~II!O, l C:~ . í O 
polco estagnado, quando 
os polticos ''apo9 r voiuçao 
e,tuú"m, p.syu s m u:n.: 
lorwa Uc g(.VLI;.O, t}il~ IH'' 
levara ao. atuho d 
.:tua1K1p .. 1,.JJ, e c.Jc., pr<.- rr 
SO. ,- l c:VulUÇ<.10 Lil~-. U p • 
fel C:00:>trUll, e O, ,.tu 11 • 
tacos de /eu er ontru 
tore:. lao poueu0» a..tf 
J V01ti..t úC,:, ••u~ll-Vt:Uu1...0íc .:' 
e cnv<wo,, te;dc,, .• rc-v, 
Vigilantes a IeSpeo das + 
d mrnt:,tldÇ,Ô<'~. pt.tqu,, todcs 
nós' tbt<SWO!> trdbdlbol'lOlJ p~­ 
ra ~ l:3RA:::>1L l, l.Al UE. e 
não aceitareu,(,S o iu.vh,11- 
wo, precbdWú, .-.non,b,.r ,.s 
portas, i-lCt:IE'fdrt:DOS tüu!' o 
progresso, com coragem 
:Ci.Cnf1<.:JO, E' ;,un::a C,;. tUCC, 
deve mo!> úpr~:, . ..,, .:., c.;u .. as. 
GonuIr gora e ctaI 
condoes pera o despertar 
ao ô,-tt.:i.L l, A1 uE. 
que nao e,td Jong.:. p:eci· 
~amos dar um pouco mais 
de nós. (" t.m mil teras de 
met.dS, o cHrev,mento nec 
sempre é mau co11sdbe110") 
Uma Clamosa Injustiça 
Como agam nossos governantes, nossoo legisladoras. 
J.J. Ferreira Souto 
essa brava senhora foi elei­ 
ta Ve;:eadora á Camara 
Mun:cipal de Bela Vista e 
exerceu seu mandõto com 
altive= e dignidade dando 
provas do seu elevado ci­ 
vismo, a ponto dos seus o. 
positores. quando no poder 
ha anos atra=. reconhece­ 
rem os seus méritos por 
serviços prestados á coleti­ 
vida:le. dando seu nome a 
uma dõs principais escolas 
do municioio, o Gruoo Es­ 
colar ··Ester Silva", ·qu~ o 
reconhecírne:: o e o r:!Soeito 
dcs belav.stenses antéi 
até hoje inolute seu no­ 
me na Escola. p:-rque foi 
ai..da essa a tua a juta 
n-:ontrada o~L não cenas 
, ::;:,ro~c o::-i, o ::Jr. u­ 
ben A. de Castro Pi'.lto. 
c:orno premia-la pelos rele- 
vantes serviços pre,tados 
ã Campanha dos Educaa· 
darios Gratuitos de ent:i:i. 
organizados e mantidos p.:Jo 
Ministêrío dél Erlucação. ca­ 
minho iniC'ial p a criação ec 
nossa cidadcc do õtual Gi­ 
nasio E,tadual. E_co!a Nor­ 
rnal e outros que muito te:n 
conrribuido parõ o Fnsino e 
ed:;cação da nossa juventude. 
Da. E,tc:r Sdv2 ~eop:! 
mereceu a ami:.;ad,- e sim· 
p.atia do nc,.o po,•o. P:la 
bondade do seu ccT<Jçzo, 
rzpzrindo o pouco que te 
cow quem t.:w □rr:c., e =_
0 
até hoje concede aos rnr 
nos que instrui:. apa- 0O 
s .. us 8:... C.-: icL ... Jd 
Valorosa ler, valorosa 
putrizia! 
Continue no préi:n. 
námn1e:3

A rll 
• 
Concorrê:ci Publica p1a. a d ate:ia.: de 
construo e mão de obra, para construção da es. 
cola Jarbas Pas ariho, no bairro António Joio. 
conforme discriminação abaixo: 
280 metro!! de azule jo 
150 metros de fatxa para azulejo 
II vasos sanitários (completo) c/ caixa de descar 
9 . 'IC 
I0 barras de cano de 3/4 polegdas (plastico) 
02 barras de cano de I palgda 
OI b1rr.i de cnno d,.- 1.1/2 pol.!g<.1 a 
02 cotovelos de 1.1, 2 polegad.i 
OI luv,1 de reduç,io 1.1 /1. par.i I polegada 
O'I cotc.velos <le I polegada 
03 tess de I polegad,1 
20 tess de redução 3/4 pa 1/2 polegada 
IO cotovelos de redução de 3/4 para /2 polegada 
30 cot,,vdos de 3/4 polegadas 
10 t,s➔d~ 3/4 polegada 
OJ cruze1::is de 3/'l pokg.ida 
OI umao de I polegada 
02 torneiras para pia de 1/2 polegadd 
09 torneirns de 1 / 2 polegada 
OI boia de 3/'l polegada p/Cx. de ógua 
OI registro de l .1 /2 polegada de gaveta 
O 1 torneira para lavatório 
OI valvula para lavatório 
12 engate, para ligação 
OI lavatorio com pé 
02 pias c/valvula 
10 valvulas p/lavatõrio do,; sanitários 
50 anilhas de -l polegadas 
30 curvas de 4 polegadas 
3() tess de 4 polegadas 
05 sifão de 3 bocas 1 polegadas 
OI saco de simento branco 
15 kg. de vermelhão 
360 chapas de eternit, 2.14x90 
60 cumieirns eternit 
25 portas 2 1 O x 70 e/portas de almofada 
[. 500 parafusos c/ arruelas para <ternit 
3➔vitrõs ce 70x7C 
06 v,trõs de l .2J d,! altura 3.00 de largura 
02 vitrõs dt! J. 20 de alt. por 1 .50 de largura 
25 fechaduras 
7':', dobradiças 
05 caixas de: parafusos I x7 
200 metros de: pe:dra canga 
100 mil tijolos 
25 metros de cal virgem 
J 50 metros de areia 
5'.) Uletro~ de pedregulho 
1.200 kg. de ferro 3,8 
300 kg. de ferro 3/ 1 o 
1 O kg. de arame queimado 
200 sacos de cimento . 
730 metros quadrados de mosaico 
250 metros corridos de: rodape: 
2
0 aaços ae pregos 2 2x48 
15 ruaços de pregos ZOx JO 
1
5 maços de pregos 18x24 
20 macos de pregos 17 x21 
05 maços de prego! 16x 18 
05 mços de pregos l 5x 15 
Jo 
cn;iços de pregos 12x 12 
f 30cm x 6cm c/3 fur. 
16 P
aus de chapas oe: erro 6 /4 f 
d f 60crn p.' crn e ur. 
16 pares de cbap.is e erro 
24 pares de »tritv« de chip ferr de 3 
cm p/ 6j0 m r, r t;r·,tro e,' ! ro 
96 p.ir, fuo de 4 p l J>. 
1
" 71 .& 
192 p r, f I os ~e 7.!/l pv
1
t. J.a• 7 J 
450 ttros de taboa p/ marca,ão e cx d concreto 
I6o metros de taboas perob I pi forro 
7oo metros de forro de pinho 
too metros linear cir, lha 
64 vl_p.s de 6,5o • li xi> 
o4 vigas de 4ms. - '5x6 
o4 vigas de 250 - I6x6 
3o vigas de 3.50 - Ix6 
1c vigas de 1. ,o - 12x6 
loo vigas de 3ru - lt.x6 
32 caibros de 1 m . 
36 esrios de 4 s.2xl2 
290 caibros 350 
160 c.iibro8 3 ms. 
250 metros de r1p.ío 
MATERIAIS P,RA PINTURA 
14 latas de latex de 20 litro5 
O pacotes de Cal 
30 galões de li!ltd :.. óleo ou vrrniz p/ forro 
1 O galties de tinta a õ!eo p/ portas 
15 litros de aguilrrás 
lo bisnagas (cor a escolher) 
lo litros dP. azeite p caiação 
vidros e massa p/ vitrós 
MATERIAL ELÉTRICO 
15 condwes de 1/2 polegada 
55 gl.:ibos completos 
2o cb;;ves de tornada 
200 met•os de fio nº lo 
5o metros de fio n• 14 
o3 rolos de: fita isolante: 
oi caixa bifásica 
o2 chaves de 3o am; ·res 
oi medidcr b:hsico 
MAO LJE OBRA 
Mão de obra para cn,1strução de 687.So metros 
quadrados de área cobert;,. conforme planta. em ma· 
teria! de alvznari;i. piso de mosaico. forro de madeira, 
coberta de Eternxt. sanitáros de azulejo, instalação elé­ 
trica e pintura. 
As proposta deverão ,er apresentad.:is no prazo 
de 3o (trinta) dias a contar da data do pretente Edital 
ou seja, até 22 dê Maio d~ 1.971. às lo.ao horas. na 
Secretaria de Adrnini~tração da Prefeitura Municipal de 
Bela Vista, e:m envelope lacr.i<lo com os seguintes di· 
zeres: .. p/ Construção da Escola M11nic1p2l Jarbas Pas­ 
sarnho - Edital de Concorrência ol/74". As propostas 
de rvaterial de construção e: mão de obra deverão ser 
apresentadas separadamente:. Os pretendentes ã exe­ 
cução dos serviços de mãos de: obra, deverão aprese:n­ 
sentar. 
1 • Personalidade: Ju:id,ca 
2- Boneidade fmanceira 
3- Capacidade técnica 
Para as propostas d:: compra de material, deverão ser 
discriminados o preço unitário e total da pre~ente relação. 
Maiores informação poderão ser obtidas na Secretaria 
de AdministTação da Prefeitura Municipal. 
Prefritura Municipal de Rela Visia (MT). 23/-i/1.97-t. 
C lovis Marcelino de Oliveira ,,. 
Prefeito Municipal 
Dirceu de Moraes 
Secretário de Administração 
F usto Ptnh iro 
Re d 
acerdote de 
Greel aue 
cnra dt '.)o 
nos EIA u 
no ndrew 
, nl t re 
Jf' c tol- 
/ 1, ' coló ron,· íltr.er,r,ir:< . 
di o rir e t<cHkrro. t<c:­ 
lono ~ !'.•UltC r. tendo mais 
de 4o lvros publicados. 
E considerado un padre 
de idas 'arejada'. Com 
45 anos de idade. se mante 
ainda cm bo.• forma f, 1<11. 
pratanuo esqut aquatuo t 
pesca submarina. 
O Pe. Andrrw publi­ 
cou duas c...brn~ 1r.cnve1s: 
• ·The joys cf sexuality" (As 
alegrias d sexualidade) e 
"Sexual lntímacy.. (lnt1m1- 
dade sexunl). ~cbre: ;u rtl&­ 
ÇÕ<'S conjugais. O tema 
abordado const11UI, na rca­ 
hdade. pura pornografia. 
Descreve o aituntC' com 
urna crueza de detalhes de 
estarrecer. 
Com 'mãos unqidas 
pelo sacramento do sacer­ 
àõcio. o Pe. Greely escre­ 
ve espantosas obscenidades. 
sm qualquer respeito pela 
sacri:11dade do matricnõ:1io. 
(beria assim uma 
observaçãc: com tais pasto- 
res. os lobos 
desnece!sàrios. 
tornam-se 
(A B IM) 
tar. 
pro­ 
f O· 
venda seu 
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tos uo Cosu,os. Vamos 
d+-lhe um quadro mental. 
Pense nele com mntznsidade. 
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centro da h1s10:in ... 
··Suponhnwo• que voce 
e,teja qu., .:1 Jo Lur o pri­ 
meiro pas,o .:m dm:..,.:io á 
um Castelo. 
Começo hes:rante, afos· 
taodo-se ele, 1 ,r<'.OO conhe­ 
ctdo, em d1r~ção ao casrelo 
que ainda não pode enxer­ 
gar. Suponh-:1roos que você 
caminhe ~soontân~amente 
Dté con,eguir o prrmerrc 
vislumbre. Tdivez sõ veja 
um caminho do telhado. E 
o suf1c1ente. Acaba de ver 
algo que o dc:•xa excitado. 
curioso. ávido. Todo ieu 
ser reage aquele primdro 
VISLUMBRE com nova 
v1taltdade, Dá então mais 
alguns passos para a frente 
depois outros. até que frnal­ 
mente. se apossa do Caste­ 
lo. Pateoce-lhe agora para 
q::e o ocupe e aproveite. 
Medites a respeito ,jeste 
quadre>, e logo estaremos 
no Castelo. onde habitam 
os homens que sabr.m o que 
qunem. e vwem em Co­ 
munhão com a Luz. 
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Jornal Tnbuna da 
Fronteira 
(Registrado no Cartorio 
de Títulos e Documentos 
N' 1066) 
E XPEDIE, 'TE 
Diretor e Redator chefe 
Responsável: Ivaldo Pereira 
Colaboradores: 
f'r. Milton LoureiroFº 
José Carlos Longo 
José Joaquim Ferreira Souto 
Janes Velasque:: 
Helena Lopes 
Correspondentes em Si­ 
drolàndia. Porto Murtinho­ 
Maracaju Jardim. Guia Lo. 
pes, Cuiaba. Campo Gran­ 
de. Bonito e Poeta Porã. 
··A Redação não se 
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emitidos em artigos assi­ 
nados" 
Redação e Ad:n.i:!.istração 
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B±la Vista - Mato Grosso 
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