l)j,.,. or HttNpcm avel Iv«ldo Pereir 
en e 
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Ano Ili 
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pdo D.:p ,t ,da • N 1Jyr de 
Olivcir,t, fül Ass~m!:ild I L~ • 
91slati 11 , 
1
.1 C111n ,b 1n. O 
senli ,r /bel 'la, qu: recen 
tement me cru manchetes 
no jo.nai " Notk11s Pn;rn! 1 • 
res'', edi: do emn S o P,mlo 
é des~ob, iJor d.:is l:::rvas 
que, ··scgund.J informaçõ~, 
ele milhar,:>,; <lc p:s,.; >as", 
Curam o Câncer. O Dario 
d Assembleia do da I7 
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br! d. ' 974 as segantes assistenzias Hospitalares: 
31 ltri'lr I e bum pacientes) num custo totl de 
C+$ 8.51500 (o:to JU I e q•1mbcntos e CIOC'O cru::e,ros) 
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Custo m.':d:o por paciente 	Gr$ 27-:1.32 
Cu,,o m,•dl() por paciente - <lia Cr5 50.93 
Gda Vista (:vIT; 08 d-! maio da 1.97-l 
-·-·· -·· 
1 
, 
f- REI3J Rlfi ZERA 0t%' 
• 
;.. 
Jlugusto 
Mascarenhas 642 
Fone: 15 - 75 
Aquctauana 
de abril p p. publicou o 
R >-iu ri 11u,to do Deputado 
Oltveir ,, p:dindo 'que fos­ 
s • IOS.!I iJo nos Anai, d l 
C IS 1, u•u vot l ti bUVlt 
t: conqr,1tula,;õ~s t·om o 
senhor Ao !.til din. cida 
dão <1rgentino. pe!oq rel•­ 
vantes serviços prestados il 
no;s l com 111idaJc" 
Ê o reconhecimento 
<lo, moradore; d.1 Gu,na­ 
h:1r,1. <1knJi<las pelo P.ipi· 
to que atraves do D.:!put 1- 
d, Nadyr de Oitve1rn, a­ 
gr Jdccem os seus szviços. 
falta apenas o reconheci- 
m:nto de Bel Vista ... 
d d 
eeus olhos 
Não descui e os - • •. 
v· 1 ao Médico Oculista 
ª ego E< ~dali::ada 
de Oculos na super -P- 
I Zrnith 
Mato Grosso 
e lev 
Ótica 
JU2 Receita 
e Relojoaria 
"E~ti'ê'lrllTI í'"llUJ ,. C" 
rn n<l sei,· de rada, os 
prebto Ll 111c.o M ·deiro 
d> n 'ucio: E!qar ' 
dana d. Mi nds Zeno 
Gazoti de Nioaque: Liel 
Ja: 1••·-~. J • 13,rn,to: e Eral­ 
do d 1 .') 1 • 1. ,J., ja•dim, 
pra faze um trab lho de 
enrosamn·no e integração 
entre s ·nunii;pios dis­ 
cutir 1 1 rm 1ç;10 de um 
Consórcio dunicipal qu­ 
enqlob1ri todos estes mu­ 
ni ·i;·ios. form·mdo Micro- 
1e;;i'io ,b p:.i11t a sul do O.!S­ 
te. u'."!la :s mais ricas a­ 
r·1s d sul do Estado Es­ 
tado. Esta é mais uma p10- 
:n:i :,o ,lns prde1tos d.?sses 
municip os. indo de encon 
tro ,'ls dir·tri::es do Gn --­ 
no Federa'. 
A rcun,ãn foi coo ,._ •• 
n1da pelo dcput1do Ro, , 
Albanc::,· que se mo-t < t 
i:1•.-r ~sacio em aprese nt r 
toJ ,, as reivindicaçõe, d ,s 
prefeitos junto ao Covern > 
do ':sta<lo. P;:ir:i aromrn:1 
ln:· os trabJlho~. Es:iv:n·, 
presentes os engenhe 
do Dermat José G~raldo 
Guirnar;,es Filho e Dom, .. 
qos Sá, .o Je Ca ;tro Se­ 
guio informações. nos dias 
·,5 e .:6 pro;;i:nos os pr!­ 
feitos esta, ão reunidos no­ 
,·aIT'cn:c para aprovação do 
Escatu:o da nova entidade". 
(D,ãrio 0'3 Sura) 
'.:ata ela R~dação: Es- 
te Consórcio. integração 
entre os municípios do Su­ 
doeste. fo, apre~ nrada pe­ 
lo Oirdor da "Tribuna da 
Front• ira ... ao sr. Liel Jac­ 
ques. 1 B:1nito). Zeno Ga::o­ 
t: (Nio:ique). Clovis M. de 
Oliveira (Bela Vista) e ao 
pecurtcista Osvaldo Coim­ 
bra Gr:.ib~rt em 1972. a 
edi,ão do dia 9 de novem­ 
bro. nosso Diretor publica­ 
va um artigo com o titulo 
·Projeto Sudoeste": Unir 
ri 
N . 
Para Crescer' . 
v mos na integra o 
e p tr b ·nizamo os 
to ..!o "C,Jr orem" 
! li ..1 ~f t Vi"JÇ..10. 
H'rito .doeste: Llar Para 
(',,,, • (Tr:.>u~ 1 J li 72 
Par, Ü tu o p ,s,ado 
e o bturo ,,io o presente. 
"Ela" prova sua grandeza e 
s 11 poder p?, 1 1mutab,!td11 i.­ 
de suas leis Tudo no es­ 
p1ço e regido pur l.-1 có;rn1- 
ca. na trrr, por li-: hi•t.:'.>nc;i. 
De ;icõrdo com nosso de­ 
~envr-!v,m-:nto. ink. preta mos 
eesa leie de uma maneira 
P'~· o 11 ou colet,va. Não 
poder,os colocar nos como o 
centro do [Universo. somos 
particulas de uma cadeia. de 
uma adia de idéia. sc­ 
mos uma IDI::IA VIVA. 
P,,rt·n~o desse principio, o 
ser humano deve ab minar 
dr- st>u Eu o egocentrisao; 
Is ~ f,"to. h•Jsca~a o lugar 
qu<? Ih c;;be r.o s,;.terna O 
.. Proj~•o Sudoeste. desccncer 
tant' ;:i principio; no extre­ 
ma s1rnolicid3de de sua apli­ 
rnçiio. h•cin'3 na lógica de 
s~u fundamentos. Compre­ 
endemos que cada um dz­ 
nõs. d,- acordo com o grau 
de amadure,imento, do s:n­ 
so r.wral. possui uma métr:­ 
ca de verdade. Desde que 
estej 1mcs agindo com since­ 
ridade de prõpo•itos. o tra­ 
balho nos aprimorará e ter­ 
minaremo< p:>r corrigirmos 
:na,s ::edo ou mais tarde. 
S!: es~as ponderações não 
forem sen3atas. os sensatos 
sober.in neutrali=a-las pela 
écrçn de coerencia que são 
po;su;doó. Ninguém de bem 
senso ~e oporá a ccnsiderõr 
anõtações que visam o nos- 
nuncia do 
A esperiência a 
Higiene 
serviço da coletividade 
C onfô:rto - Classe 
"Niio 11,,s lnteru,a aproas servir: INTERESSA SIM: SERV 1R BEM .. 
<o <l•Jl'O'nl. :r:-tn'o f q 
ogvnos t ' re 
d mente. o móvel 
d· lu·r" d., de • 
taqu pes: vaidade 
e •.:m f!J 1• :uu. e , o ,l n.,­ 
tutalidade que encararemo 
,; convcnit':h ia de luta • e 
x ·m.: d no. • 1 1,1 
1
c. cu 
levas no de e olnr nto 
do Projeto Sudoeste. O Pro­ 
j..:·o. dever er a r ar, a 
regeneração de células gas­ 
t-Js por conJurn, trabalho e 
pa1rri,mo, 11ef. 10 . A exem­ 
p,o dt' um" •::- .. i que pro­ 
porcicn'>u <l •• envul~1:ncnto, 
e aquela efe1u ida em Dou­ 
rados, Nova /ndradina. F.1- 
tmrn do Sei e Nav1r,1i. Os 
habitantes dessas regõe 
c-:rnsc1enru: ir 1m- l' de que 
cre criam 1, ,.rn Jo u, pr,u­ 
cipios do Colet.v, mo E:n 
cont.,to c...:m r.r~f,.,t,,s, can­ 
d1datos à prefeitos. chega­ 
mo; ._ conclu,;io de 1.JUe 
umncio B•l,.1 V;a. Enio. 
Jarii. P .. rro ',fort,nho. 
Caracol. N,oaquc /na-rácio 
t Zona d.e .t..,b !tque, for­ 
manamo:; um qrupo :-em 
bairrismos. de força atuante 
no Governo Ft+dual e Fe­ 
deral. Realizariamos sicp3- 
nos. entrara:aos zt4 cota­ 
to ::om o senhor Sacretãrio 
dõ Agri-:ulturél. Sr. Gover­ 
nador do E~tado ~ temos 
:ib,oluta ce1te::J, uc que os 
resultados seriam satisfató­ 
cios. São apenas esbços. 
Voltaremos arrüde ao as­ 
sunto. nu::i.::a squecendo 
qu<> somos movidos pelos 
ideais da Revoh:ção d~ l <;6➔. 
Com a ajuda de Deus. e 
dos homens. have:r<>mos de: 
colocar nas mãos do povo 
tudo ;,au,lo e::i ma:s creio; 
convoco as Universidades, 
chamo a Igreja. aceno para 
a Imprensa, brando ao povo 
a ajudar o homem a aju:!ar­ 
se a si mesmo (ulédici). 
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lnsc. Estadual 13059232 - 3 
Diretora: Maria Estela Ve­ 
lasque:: Peré'.ira. 
Jornal T•1buna da 
Fronteira 
{Registrado no Cartorio 
de Títulos e Documentos 
Nº 1066) 
EXPEDIENTE 
Diretor e Redator chefe 
Responsâvel: lvaldo Pereira 
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f'r. Milton LourE'iroFº 
José Carlos Longo 
José Joaquim Ferreira Souto 
Janes Velasquez 
Helena Lopes 
Correspondentes em Si­ 
drolãndia. Porto Murtinbo­ 
Maracajú Jardim. Guia Lo. 
pes. Cuiabà, Campo Gran­ 
de. Bonito e Pc:::ita Porã. 
"A Redação não se 
responsabili::a por couceitos 
emitidos em artigos assi- 
nados" 	> 
Redação e Administração 
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ruente ter .. • srctido 
protunda, por ser n{um 
Dir-se-ia asmo ser apJ;ca­ 
ção. pelo pensauento. p .­ 
lavras '! at tl: :<" • o ,gu, . 
que recebemos e acet s 
a causas luminosa do C a­ 
winho Esp1mu··I l. lngr,ã­ 
ment.!. mural cor.io condut,1. 
Em nosso caso. trata-se de 
Iniciar ~e nr-s .:arnmbcs do 
Fantastico. Usamos a pala­ 
vra Fantastico para :lar ar: 
Leitor, a rnaravdho~a r. 
do mundo que habita n : 
mente. Cowt"Çarno~ por 
clarecer-the a necesid 
cie ter a Alma. livre e 
pena, para poder Ace, •• 
o "0 tv!UNDO DO FA 
TASTI" Apos ter li. , 
as 1 mensagens, o leit r 
poderá r•:t"eber os znsirc - 
mentas ~,otéricos qu~ 
Fantastuco p:oorciona, E 
mingo. ei o pilogo, e 
daremo. .,~•o ü t,CSêci v.a­ 
gem. Anates oe subir é prz­ 
ciso que o : ... o tenha uma 
"subli,ne loucura"', que nas 
palavr.is d~ En-:rd,el Sh3i· 
ah srgnrfica --Ios locos que 
sabe sacr,f,car-se PO ;:iras 
de um punssimo amor a la 
verdacty ai bien". E,pera­ 
mos que tudo cerra bem 
para o caríssimo le-itor. O 
caminho d.a ·escal~da não é 
facil. Ex,gc· sacrifícios e 
não pode ser de: outra ma­ 
neira, Para que, fori;.is ne­ 
gativas não interfiram no 
seu despertar, procure se- 
guir a Conduta do laidad'c;. 
u • ., 	12 , 
e:nbt1CJ<nt'1 !õ da vida 
N,io t  ,r•r.::os só•. 
Voce nao cm ra ,,pena; e 
n<'"º ;,pf-lo NJc lt.tor 
,H, g,. e r :em • cu:!i f•,r­ 
oier P.1uv.-,I•. P, pus. Raso 
de Luna. Bivatski, Goulrt. 
Krisnn urti. nf.' et te 
r;.(;~ junro., com cs Honens. 
que n-10 ac~·tararn :i• lrmr- 
1.içõ•~ do r•prr,to h•rmilr.o. 
Os esp:rito se assemelham 
as paraquedas: só fupcio 
na quando abertos No, r, 
objetivo é "provccar uma 
ar~rt11r I a:, X r,,;i. pusas 
nu•n Um-. r·o r.1.1r. ~.ihc.<J, 
conb •çer, e 1! r ar p, lo 
m.nos, as usas e ac:ma 
de tudo descobrr o Veu. 
Nãr, se equç: Não es.a­ 
remo~ a procura de uma 
relig1ã0, r,ão mpon.i a sua 
n 
g 
a 
L, 
Van,o• parl, 
que a reahdade é 
nh1da. e que pod 
conhece l] a edid 
evolui o: A 
tens de seguir pera 
conheca e, que , t ... nc< ,. • 
drdo da maioria do« ho. 
mens pode ser resumda 
nas palavras do Mnue: 
,io J:.,ç,u .ic , Ou 
cro o Que 'J,,i Uurrt. 
Que Te F«comi 
Comp:ensio, Serviço Vi l· 
lata p:seuça do Crt 
r rnruentt. Comprem• 
se. Tempo Hurrldade, Dar. 
fratl".rn-d,.de ~ Julga:. ·r,r,,. 
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perfeição pela q.ala 
Volk.,v;.Jn, n lut 1 
;i v.J.1 i11,;·ir,1. f ndo 
dJ, k: () T'1 1 
n 1111 l111!1 , ,, ' ,os 
qup ,r , 1 1 • jfvol 
cl . ,, º' • 1 ,r j 
!, Vo'f , l' ' • -~ 
,: : 1, ,.,v, , ,itndo 
Jova Percepção 
Sendo cada cratura a 
soma de . ua• propri,1• tX· 
perienias, sómente no li­ 
vro ínumo :l Jlma pnd~ 
ser lido o inicio da estrad 
qu os pé, toe rão para a 
G, nd /iajem. nos dorni­ 
n.ns cio espírito. Voce ca­ 
rís•uno leitor, uo,caroente 
voe . poderá saber o mo• 
mento exato em que rece­ 
ba:.• o Me!lr1e. Nesta e-s­ 
zalada, desasosego e ânsia. 
não pod ·rãCJ habitar ~ua al­ 
mi. O despeitar de sua 
ment unvversal, "sera feito 
p,w!attn;irnentf.'. dentro do 
silêncio que expande a seo­ 
sbxhdade e alcança as se­ 
renas regê?s do Cosmos 
Vor,:-. já csrá nc Castelo. 
és livve para pesquisar, in 
dependente las pressões da 
vida externa. Não esqueças 
ª' p,lav,·as do Meigo Ra­ 
bi· "Bu-que o Reino de 
DO-us, a fin de teres a, 
outras coisas por msericór­ 
d1a e ac:r~,cím::,". ão mal­ 
trates o Sublime que mora 
em Vós. preo::u panda-se 
com as quimeras da vida 
terrena. O 1mpnrtante é vo­ 
ce adquirir uma ova Per­ 
cepção. Para sub-res 11 pri­ 
mero degrau. não esqueças 
de Olhar para dentro de 
si, encare com fé e E!p~­ 
raoçõ. os caminhos tortuo­ 
sos cie seu Esp,rito enrai­ 
za_dos na matéria.e desco­ 
briras o Explendor de 
V-d I 	uma 
1 a mortal. Não sou eu 
que vos fale, e s. o es­ 
ptrtto que habita ~lll meu 
e o po. Mas, não se engane 
a alma que tomou o el· • 
d . 	uxr 
o cspmto sente a necessi- 
dade da embri .. guês do i­ 
~olamcnto. Claro é, que, 0 
1solamtnto nã-> e p• eranen- 
te. O isolamento que 
tal - 1 vos 
o, e iso amnento Mental. 
Quando estiveres i::repara­ 
do. este isolaml"nto t 
. 	ornar- 
se-a Altruismo e Vo • 
ce irra- 
diará Amor p 
e regresso 
para toda humanidade. Aio- 
SERRARIA 
0& ANTONIO REMO "I<NZO 
CASTELO 
Co::1pra clt 
•l~irn Bruta e "enda 
dt MuJcira Serrana 
Antonio João - Mt. 
dn hei . o, C BT [ C OS. 
que abusam de u a lógica 
huc:1.,111. d uu1a P tuda 
Teori. C...1(11líí1,a. quer, 
explicar o mundo • tr.'.iv ·, 
da matera. Pobles irmãos 
serão aniquilados pela Pas­ 
sagem e n:io poder:lo !'IHr• 
gar a Bondude. até que as 
escamas caiam de seus 
olbo e eles possam ver 
Lritor um,go. um prodíg10- 
so reservatório de energia 
estll co.itido dentro de ;::a <1 
ser hum:rno. No trato om 
o ~n humano ad(']1limos­ 
erradaaente conquistar vi, 
tas e exercer dor1nto se 
colocmos em nos s pala­ 
vr e atitudes apereza e 
v.o'éncia. Na verd..id.-. est2 
força ó pode ser Desperta 
através da paz e do pensa­ 
m ntrJ. Uuand,, opren<.t WO'i 
a nos comi..nicar c, rr. a sê­ 
de interior da Energia epi­ 
ri!u3I. muitos babaos anti­ 
gos vão perdendo seu valor 
para nós Desenvolvemos o 
anseio da paz e recebemos 
orça de nossa energia in­ 
terior. 
Voce nasceu para ven­ 
cer. Nasceu p .. ra evoluir e 
criar. Adquírd a Sabedoria. 
buscando a rntegração com 
a essi:nc1a. A fõrça ·mística. 
de inteqração Úü h, mec 
em S"U Sdntuano. é o úni­ 
co meio de vivéncia no 
Reinu de Deu- 
Para adqudr nova 
Perc~pção tran!forme su.i 
vida int1rua, Viva com 
mais iot.:ns1dade O muodo 
de Eu terno... 
"Suponhamos que vo­ 
ce entre numa sala escura 
e acione 0 comutador de 
luz. a.as nada ac<.intece. A 
sala pera: anece escura. V 0 • 
ce percebe que a lâmpada 
e que não funciona, Claro 
que voce não continuaria 
acionando o comutador. na 
esperança de que a Jãmpil· 
da, de algum modo se .a­ 
cendesse. Não, vc;ce não 
faria isso. Compre .. nderia 
que Aquela lâmpada aio 
t:,m caµacidade de ilumíDa· 
çao. Decide. acertadamente­ 
que -~ma Troca se faz 11r, 
cessária. Poe de lado a 
la111pada inutil e a substihli 
por uma nova. Bem Viva. 
Estara com uma Nova lâm­ 
pada. capaz de fornecer-lhe 
!'fava Vi~ão da sala. Ve.rã 
as coisas claramente, pc· 
dendo Andar com segur;,n­ 
t e aprecrnnuo a !laia. 
orna-se. fina!□ente. 
farta vcl"'. .:on- 
encla. seu ~o­ 
duto A.nur_cic:ndo 
neste J ornc-1

Serraria Ca telo 
e 
Antonio Remo Penzo 
1 
to as , s mentes une -se para 
1 
{dir o pensameto (e ação e traballI,{ 
1 
nós ta erraria {as!elo, paralenizamos a] 
ovo ordeiro tde Antonio João". 
"No 
w 
ens1o em que o 
pcvo de A tonio Jõ o, co- 
i: nor. • os ua 
l 
E· 
. - oli ' anc:pr, o a, a 
Co.svoria stadua, n 5 .. 
1 
de coleto : Adão soa seu 
:o oso~ votos de con 
-rodes Xc.v·er, env·a e - 
. . l 
n7.1-1 
1 
dade progressista" .. 
"Nesta dat.:i, quando Antonio João comemora 10 anos de E- 
. .= Poltica nós. do Clube Recreativo Eugénio Pen:o. 
manc1paçao 1 a, ... 
· ·c·~s e a· dinâmica população de Antonio João, vo- 
nviamos aos so1a 
t d b
ºm estar e que co.itinuem trilh3ndo a Avenida do 1 
os e progresso c ~ 	; 
Progresso,. 
Presidente: Adão Herod•• Xavier 
Vic : Joronimo de- 1lmoida Matos 
..... ...... 
Secos e molhados Latarias Bebidas - armarinhos -- bijouterias 
material - escolar. 
Avenida Eugênio Penzo 22 
Antonio João - Mato Grosso 
Saúda Antonio joão pelos I O anos de Emaocipação Política 
Posto Sao Bento "Ipiranga'' 
(Antonio João) 
Gasolioa Diesel Lav;:;gem Lubrific;ição Borracharia 
Aberto dia e noite 
··O Posto certo para o cliente exigente" 
Saúda Amc,nio João

ta 
t 
1 /1 1 
Por falta dr l1,inil1U'll· 
10 e qu.: 11~10 f,1lt,,1,H, [u­ 
iuro• F.m•:rrnn:; no Brasil. 
N:,t(1-! e thil tre:namente n­ 
tensivo <l•· véis pelotos 
.. u:on. bili c1cc1~· ,. m 1..h 1, 
V1~tt'l ~• nl qu;..· p._•!--·" o, lilÚ· 
m··ri•' ,.p u, e av1sor, d .do• 
n;.; ,n,.i~ dif,·rt'n· .. -s h rr.: ·~ 
c <1lgum·•~ rn,·d1,la~ csporâ­ 
dic,~ Jc nn ,sas , t toriJ ide<. 
rnJo CC"llllnUa 1,0 11'1':. mo 
plilno d,· .111tc,. R t ·te•!·º d<: 
se tomar «lqumaas prevdén· 
cias realuente eficientes. 
E providências. as mas 
urgentes possíveis, devet.. 
·,cr tnm·,d:1~ p<.1r:t rn.•norur 
o .f;itl ·(1111 nto nc 111: no 
c,)êciio estadu~l o mtlhor 
sc:r1,; ornar prov:denc1,1s pa- 
r ... mclh0r,.r ;1 lu: ,·m to· 
da a cidade. mas ja que 
não é- pt1,-ive! ... ). número< 
Ôtél!', l~t1vos ~:10 pc.rdiàos 
pela fala de u: cu pela 
'fraqueza" com que que 
cl,1 chrgu aquele etabele­ 
c1mento dc emino. ,:',chau1<•S 
que nossos estudantes mere­ 
cem um p:,uco m;iis dt' ca· 
rinho por parte d.:, pc,socs 
rc:::.pon~ilv1.:1:-. 
M!ais responsáveis de­ 
ver ser alguns cidadãos. 
que ntJO rcspei:.indo auto• 
nd,:des n,:u o direto indi­ 
v1dual d~ d:,da um. si: d1- 
ver~cm Ci.1 :nane1rõ oü.b im­ 
própria e ,,b,urda po5sívc. 
Falamos d~ certo~ elcmrn· 
tos qu.: na calada da nollc 
51! põem a dar tiros pelas 
ruas numa irresponablida· 
de criru,nn iJ. Ne penar 
,:,, e~ se11ho1 es yue. in ... dver­ 
t1:hmentt: pr•d~rn [,,rir ou­ 
tro ,rm!lh,rnt • rnoccntc. AI· 
gurnas "b;.td,,~" p~la poli­ 
cia, p:fln•r .. ndo d1mrnu1r o 
15ú excesivo e desnezes a 
rio de ;H m;is pC"derh tr.1:cr 
a população belavistense uu 
r,,uco ma1s de paz. 
otary 
de B. 
- 1 r11 1 ·,t , " 1 •· d, 
comp.,nh~:rn At,ic dp 1 ' 
Elí:ab th ~1,m o o,,, ,r.,e1,• 
Lo 17 Jn m1
1
s p P· ., •• •·• • 
mn.: jan111e. 
- De vo'1 ao ccn 
dos amvg s. o ompmnheiro 
re1jó. ar·- 611h li'- ~,:,ma 
bom e v h,··irn. nJ~ C'i1P1pía­ 
do~ nl'lit.. . e,.. c1 , dia. 
-O 
tauJlpa. 
nós, apos orlar co.n ê .. 
x1to. U 11 , ur~n J~ r: Í eia .. 
li:;:ição. , m S :rntos S t . 
Um pouco t s de pa: 
p,irc,C que Vt!O rc:nar n:i 
,ccção bra, ik1 .. , <1pos a v1 • 
lóna sobr: a lrt,111àa no 
domingo passado. Arnda 
que i,to n:w nr,s Jé m:.:1ta 
esprr.:inçil ao tetracucopet'­ 
ni'tO. , bem .nchor que f­ 
car r:..:rcando o.:issos trn 
nma robero~ ~mpbtcs. O 
Zagalo de ter enfastiado 
da música "m~xe ntsse ti­ 
me que c~tà muito fraco" e 
ac:u um pouco m21s de a­ 
trnção ao povão aquet! 
que reatmc:nte e::tende d" 
futebol. 
E pnr falar eco futebol 
cilffié que é Corinthinns? 
Vai cu não vai? Ê ap10- 
ve.itar ag0ra qu•: o Pal::c:ci- 
ra,: deu mefade de seu time 
pra sekção e o Pelé só f.1- 
la e.m pa:ar. porque: depois 
não dá md1S t1ão. h ' f,ei" 
tambéco está ;1qui. 
]oié Carl.:s Longo 
- r.,.-,b,'n~ ar- ,c:rr.pun· 
heiro Salmeni ple peles­ 
tn brilh,,:ilc que fez por 
r,cas1iiJ :la pass.!9 rn de 
Tir:,d ·:.s. 
- Brve. Bela Vrt '·­ 
rà sua grafca zom m g 
nario e in:--t.il i(ãn wou1.., n. :. 
l~so tudo g:uÇi$ ao .t:r, - 
mico e esforçado comparh • 
ro lvaldo Pereira. 
.Bar e rmazem 
Helena 
1 
Santa 
o. 
Nic:lrio Mendonça 
Arrn;:irinbos Perfumarias Roupas Feitas Secos e 
Moh;:idos Produtos Veterinários Bebidas cm geral B­ 
outcrias e um;:i infinidade de artigos para o lar. 
"0 mais completo 3rma:em de Caracol'" 
Anexo: Lanchonete e Sorveteri? 
músia alegri:i bem estar "0 ponto de encontro de 
!Caracol 
____ Caracol - MT 
:npanti4o +- 
i , • r ntre 
- ]a se inic1cu 11□r::c - 
vimcnto p:H r. ê> t~CClhn t:' t 
nova D:rctor:a d:1 Cn,a , 1 
Ami=a:k q:.w há dr st· • , 
der á abr. ·g • . ~ d;:'., 
o: Qu, '· 
- Cnmp, nhe,ro<, n:io se 
e:'queça::J qt.: i:- e: :iras 
17 .30 i1 no Túlio. e o d1;:i 
de nosso encantro ~cmc.:nal. 
TOXICOS 
ORC de Bela Vista. 
1,ttJt!h< a a n 
l,•m r,•prr•ent ,r, beleza mtcaro en • •. 
1:3 l t Vi•t,1 , .. ;1 c'e t'"T h r .. A .. f:mpre•,1 J r- 
alistica Tribuna da Fronteira" fundou mais dcis jor: 
•'º< 11
1
-, dt ]cd,m" e Corre:o e• Sí-irol.ind1 • 
nat... I t> 
jgso ai... 
r cor .Jinh;i M ara Aparecida C eho. uma ro a 
p?ln r,.t oçnndr. no dia 22 do cor,rntl" .. , 
Cu+r primentamcs 'a Cidade Caçula'' Jardim) pelo 
«eu ?8 n'vetar:o. 
l:,rculou p::1 11111.~c<:-i do Apa. , •iLnp, uca Tel 
mil l ot:r-·1•0. T,,n;btr. l éli:i t· lrne Mr  ... 
A 6nnãã@ia ri-5as da 4 C Ê iG. 
:rnim~:l,, .. TT'" .. como nã p d,, exar de accnte­ 
r,•r. o~ h1d.·r'.l ·i~o~ u, Pt iltn q•. ~ 11,,r n .. <;, w" ({ p ·axd, 
mas isso acontece ó na Ceh. Perguntamos por que 
esses valentes cxbz:6nistas não dão nemo Show 
no GPR? Esas bagunças dã m± fama á morsa Ci­ 
dadl', p01° a brircadeira cs•a, a repleta de vt<i',llltl'~ ... 
ia.a d- Cis, e±voe. is@ 
'" Lovl'. Guvgo C .:ctl:a. 1,i.-.jor Mo•q1; •r;i A11rf'a Cda 
Ce'ho. Ftim de Deus Ilda h1ri 01•<lú. Ilddon­ 
sihr.o. M: riag·la. Cevzr. Cludicn:. C·t d , Aua. 
Ta. Ti6. Oh+4. W±e.Perrpao. Pedro­ 
Antc,nia. Noel~e Alvaro. K;,tureb;,. E.cinr1ldo e Ivan. 
fel: por sr e±e n6s jvea Hérzn­ 
dn Raph;it-1 Gasco. atuül gerente d;is Cac.;,c Pun;iCJ­ 
bucanas. Na o~ortumdade 2grndecc aos Bclavitense e 
P,Huguaios pda ;;mável acolhi.:!;; pr-:;:;crc:or,::d;, em sua 
cheg.1,la O rne~rno c~p,ra continuar cr;:t,;ndo c< m o 
ind1°pensàvel 2po10 qur vem receb·nco ;,s Casas Per• 
n;irnbucanas. 
"o ii a+ • j A vi +GE.. E:e­ 
quiel e Lúcia. colocaram argfllinhas na direita. A vo­ 
ce5 um futuro-à-dois radioso e feliz 
Casae &e Crol augura. regressos. por 
oca!-,iao e mais umn aniversar1o. 
às avzr«se ao Mi. • Cai»iG se- 
ro. nossos parabens. 
-i jrei Fia a Tau (c.aia» ase., t- 
citações pelo~ seus 16' aniversário. e,corridc, nc:> dia 1 • 
de Maio. 
A todas as Mas ão udo beijo e uma ~ 
pelo seu dia ( 12 de maio) 
Casais da Semana: 
!.'✓.areia e Lidia 
Avarô e Percilian;, 
--=um lembrete. aos pe;:uarista e agricultores: 
tl'.m a Agro-Sul em Guia Lopes da Laguna e 
srns prdidos. pronta entrega e o que é melhor ... 
em con:iplrment'.l à Cé!t::pa­ 
nha que vem [a~~nuo de 
~sclarec·rn~otos aos jovens 
e ao públ:co.- ~obre tóxicos. 
patrocinará uco encontro 
de autoridades responsaveis 
pela repressão do trafico 
de ente: pe~emes. 
1 
en<la seu pro­ 
duto Anunci~ndo 
neste Jornal 
CAS AGRO 
ÁR 
Visi­ 
façam 
Preço. 
I- 
Produtos Veterinários e . gricol:3 
RJa Antonio Maria Cnelbo. 260 Telefone 92 
BEL.-VlSTA-MATO GROSSO 
Vacinas ccnua todos os tipos de doenças para B­ 
vmos Equineo~. Suinos. :Ovinos 
Chegou o que voce e 
F .,.~ ...... -,..,..,..t 
1 
, • sperava 
• ·-- -- . .1..1. e e GüC.1.107:,.,,._ ., =r:-" 
AGUARDEM BREVEMENTE A INAUGURAÇÃO 
A ctu•r Scb•:,tiã.~ Crisplm <lo _Hego -:- ?'' (ao bdo do Clube Belavi,te:, d 
ga ra expressao max1ma na arte de bem servir 
"