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«ORCiÃO IHD. PENDENTE A SERVICO 
» 
EDITOR- 'HEFE - IVALDO PEREIRA 
A R 
ANO III 
ela Vista -- Mt 	2» de Agosto de 1974 
O 'Diretório Muniei­ 
pal da ARENA, reuniu- 
se dia 20 do corrente 
para escolher um can- 
dicluto à Deputado Fe­ 
deral, à ser apresen­ 
tudo na Convenção Te­ 
gional do Partido. Devi­ 
do a falta do observância 
da Lei Eleitorul, não 
houve propriamente uma 
7L9 
ESE 
N" 11 
eleição e sim. I 8DICA­ 
CÃO DE UM " ICO NO- 
IE, que recaiu no sr. 
Ubaldo Barém, sobre os 
protestos do Secretário 
do Partido e do Delega­ 
do à Convenção, sr. 'Tu­ 
lio Loureiro, presente 
na reunião. 
Nota da Redação: 
Este é um dos motivos 
Com o objetivo de 
motrar ao Governo Te­ 
deral um diagnostico da 
região da fuixu de l'ron­ 
teira e, apresentar as 
soluções paru o eu de­ 
senvolvimemto, foi reali­ 
zado na cidade de Pon­ 
ta Pora, dia 21 p. p. o 
Encontro dos Prel'eitos da 
area, sob os auspícios 
da ecretaria de Plane­ 
jamento e Coordenação, 
do Governo José Frage­ 
lli. Estiveram presentes 
os prefeitos de Porto 
Murtinho, Caracol, Bela 
E CO T DE ALIAM.AS 
> 
o Movimento Fami­ 
liar Cristão de nossa 
cidade proporcionou dia 
17 p. p. o Encontro de 
Alianças. Com presença 
de dez casais do 11. F. C. 
de Campo Grande, cin­ 
coenta casais de Bela 
Vista viveram um do­ 
mingo diferente. Inúme­ 
ras palestras, abordando 
os temas familia, casa­ 
mento, Participação, fo­ 
ram dadas, destacando­ 
se os testemunhos dos 
Vista Antonio João, Po- 
nta Porii, Arnambai. 
lguatemi e avirní. O 
Plano que trarà para 
nossa cidade no período 
de 1975 79 condições 
melhores de vida, solu­ 
cionandos o problemas 
de Energia, Transportes 
(estradas), Educação, 
Saúde e Segurança. foi 
elaborado através de 
estudos realizados pelo 
técnicos em Planejamen­ 
tos, Hugo Blanco Ftrno 
e José Augu lo Montei­ 
ro da ilva. 
conferencistas visitantes, 
numa demonstração de 
intensa vivência cristã. 
Foi um domingo diferen­ 
te para os cristãos be­ 
lavistenses, que enfren­ 
tam o eterno dilema de 
"ser Ou não ser". A ex­ 
periência foi válida e 
todos os participantes 
levaram consigo uma 
certeza: só voltaremos 
ao "paraiso", quando vi­ 
veremos o Cristo inten­ 
samente". 
pelo qual nosso jornal 
prega a renovação dos 
quadros politicos muni­ 
cipais, pois, os atuai: 
políticos (rnrissimas ex­ 
ceções), núo possuem 
mais condições de "oi­ 
entarem" politica mu­ 
nicipal, por exclusiva 
falta de BOM SE·O... 
J. J, 
- , 
N8E,AR LI7O 
Esteve cm nossa re­ 
dação, o sr. Exilásio 
Nunes de '.liraatla. opor­ 
tunidade em que infor­ 
mou não "have.- ruuda­ 
mento a nota que pbli­ 
camos na edição ante­ 
rior" segundo a qual 
seu nome estaria em 
cogitação para substi­ 
tuir o atual Preeito, sr. 
Clovi. Marcelino de Oli­ 
veira. In formou ainda, 
que substituição caso 
ocorrer é assunto da al­ 
çada do Diretório Muni­ 
cipal da ARENA em e­ 
tenclimento com os re­ 
presentantes da esfera 
Estádual e Federal, as­ 
sunto esse nunca venti­ 
lado entre ele e "seu 
particular amigo Depu­ 
tado Barem". Adianta­ 
mos aos leitore: que de 
fato COMENTA- E NA 
CIDADE o nome do sr. 
Evilásio para Prefeito, 
não afirmam apenas CO­ 
MENTAM. ossa opinião 
sempre foi aprr>g-ado em 
Editoriais e, por sinal, 
voltamos a "bater na 
mesma tecla" no artigo 
intitulado OPfNIAO. o­ 
mos adeptos ferrenhos 
da RE OVAÇÃO ... total 
RENOVAÇÃO dos qua­ 
dros politicos municipais 
e, caso S. Excia. o Go­ 
vernador do Estado, pre­ 
tenda MUDAR o atual 
contexto politico de Be­ 
la Vista... que mude pa­ 
ra melhor... do contrá­ 
rio... "deixe ficar para 
ver como é que fica". 
A modernização da 
agricultura tradicional, 
a intensil'icação do pro­ 
grama de industrializa­ 
ção, o desenvolvimento 
do setor de serviços, a 
complementação da in­ 
fra-estrutura regional e 
o fortalecimento da in ·­ 
trumentalidade governa­ 
mental são os objetivo 
básicos do governo Gei­ 
sel para o Nordeste. 
egundo o presiden­ 
te do Banco do orde:«­ 
te, r. ilson Holanda, 
a análise da experiência 
Jogo 
recente de desenvolvi­ 
mento nacional, a níveis 
g!obai e regional. per­ 
mite encarar de forrou 
altamente positiva as 
perspectiva de deseu- 
volvimento da região 
nordestina até o final 
desta década. 
Estima-se que o cres­ 
cimento do Nordeste 
atinja dez por cento no 
qüinqüênio Geisel. com 
G,5 por cento para o 
setor ecundário e 10 
por cento para o etor 
tP.rciário da economia. 
no Brasil 
Desde o jà longin- jogo seria mai uma op­ 
quo dia 1° de maio de ção para o turista na- 
19-16 que os cassinos cional e estrangeiro. Pa­ 
brasileiros estão fecha ra os técnicos da Em­ 
dos. Agora, o Deputado bratur, eJh·etanto, o jo­ 
Federal Nina Ribeiro go não traria mais vi­ 
(Arena-GB) apresentou sitantes ao nosso país. 
um anteprojeto no Coo- enquanto o diretor-exe­ 
gresso, pedindo a volta cutivo da Riotur, Dr. Jo­ 
do jogo, inclusive o do sê Carlos Vilela. diz 
bicho. Ele baseia o seu que falta ao projeto se­ 
projeto no fato de que riedade. 
o retorno elas casas de 
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REVENDEDOR 
AUTORIZADO 
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Colaboração de Haroldo Medeiros 
1- Os deveres do ad­ 
vogado compreendem, a- 
' 0:n da defesa elos direi­ 
to e interesses que lhe 
são conl'iados. o zelo do 
prestígio de ua classe, 
da dignidade da ;1agis­ 
trntura. do aperfeiçoa­ 
meuto das instituições de 
Direito' e cm geral, cio 
o:.:e i11teresse ü 01:dem ju- 
1'1Jica .. 
II-Nilo se permite ao 
advogado: 
a) angui"i::u·, direla ou 
indireta meu te, en;ç•os 
ou causas, 
... 1 
r! r ·llí c. ·ial 
tl,,,,v, ... 7'1'.. 
D to i ±e um 
hyr ++ 1a. 
• +f r i!a 
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ros 
•,s!vel 
• 
11
.lt;:idj 
.. /, i. 
'li 1 
',4 ·/ 
!era todo 
io disso. 
b) inculcar-se para 
prestar serviços, ou ofe­ 
rece-los, salvo gratuita­ 
meute e em benefício de 
pessoa necessitada, ou 
de instituição de utilida­ 
de pública; 
c) anunciar imodera­ 
tamente admitida apenas 
a indicação de títulos, es­ 
peci..iliclade, sede de es­ 
critório e corresponden­ 
tes; 
rl) solicitar, provocar 
ou sugerir publicidade 
que importe propaganda 
fie seus merecimentos ou 
atividades. 
lil - Cumore ao advo- 
gado: • 
a) guardar sigilo, 
mesmo em denoimento 
judicial, sobre o· que sai­ 
ba em razão de eu olicio 
b) pr;estar. desinte:e­ 
ssadamente, serviços pro 
fission:1is aos rniserávei 
que v solicitarem. Desig­ 
nado para esse fim, não 
pode o advogado, sem 
motivo justo, escusar-se. 
cumprindo-llle proceder 
com todo o esrorço e so­ 
licitude; 
c) emitir. publicamen 
L, quando solicitado por 
Nos debates, ora em plena ebulição, sobr 
a politica municipal, há um ponto em que as o­ 
piniões concordam quuse unànimamente. é ur­ 
geulc JJl'Oll!O'CL' a reforma dos politicos, mas nem 
isso cslú l'ow de di ·cussüo, po1 • 11ao faltam r..­ 
CJUC. mais exigentes e "bem informados", contes­ 
tam a possibilidade de "reformar algo que a ri­ 
gol' JICITl SC(jUPl' existe ... A objeção deixa de ser 
choC'antc E= analisarmos os quadro'! pol1llcoR de 
Beh Vista um tanto detcrl0r-ados pelu.· "í11lepé­ 
tes"... De alguns anos para cá se te111 intensíli­ 
cado 08 problema a respeito da rcf_orma dos po­ 
polilícos bela vis teses... rn1o qu_e ::;eJ:unos ~onlra 
os mesmos-muito pelo contrário-eles servirat 1 
coletividade dentro de 'suas limitações' mas, a 
hoa é de RENOVAÇÃO. Vamos esquecer os 
"extintos partidos politicos ([Yf!J-l1D_;-.:-P~D. etc) 
e conscientizar-nos de que agora existe apena 
a ARENA e o .IIJB. Fala-se muito cm rcvoluçilo 
homem da revolução, etc. mas poucos poderão 
aúmitit· que de rato estão seguindo ,fH norma. 
da Fevolução restauradora de 1964. E a verda­ 
de .. c não adianta a grita. :credilo 11a !1loso!1a 
da !'evolução aplicada na labuta diária; não acre­ 
dito nos politicos que usam-11a para galgar po!i- i 
tos ue chefia (sem condições) e muito menos no 
eternos •·muquia vélicos", que "dançam conforme 
a música". Um nome se ele taca no atual con­ 
texto politin Dr. Paulo Renato de Castro Pinto­ 
jovem, culto e o que é mais importante, desejo 
so de servir ao seu Estado, e a· Iaçao. E um 
uome"'que merece o carinho dos bela visten:e' 
por ser o 'NICO que procura se elevar com mé­ 
ritos próprios. E o nosso futuro deputado (queira 
Deus) e todos devem apoia-lo, não por "cone­ 
niência", mas por um senso ele razão e de Jog1- 
ca. aplicada a vida difrria; ele trabalhará por Be­ 
la ·ista e, por todo "esquecido Sudoeste". Quan· 
to à administração municipal, vamos dar tempo 
ao tempo e esperar as obras pl'ometidas ~or 
S. Excia o Prefeito :.lunicipal (prometidas sim) 
Por enquanto a autoridade e tá rormalmente ain· 
da em mãos de seus titulares "politicos". ma 
ela tende a cada vez mais residir, ''DE FATO 
naqueles sobre os quais deveria exercer-se' HO­ 
MENS nascidos e forjados na Revolução de 1964. 
Os con trntores do amanhã, nthos "legitirnos" da 
revolução, técnicos e empresários. Brasileiro" 
paíriota , conscientes e participantes ... É ta é a 
verdade e cornó diz Pastorino: ·•o exemplo va 
le mais do que as palavras''. . 
Lembre-se, é uma opi.1ião, mas merece ser 
meditada. 
pessoa idônea, e se o con 
siderar oportuno, pare­ 
cer t'undarnentado sobre 
questões jurídicos de in- 
teresse geral. inspirand_o 
e nos princípios ee Di­ 
reito, nos proceitos Jega· 
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Eu. Jo-é Ave!ino e la, oficial do Hegi-tro de Pro­ 
te-tos da Comarca de Dela iota, do E-tudo de Mato Gro-­ 
o. na Forma da I ,t' i ete. 
Faço aler aos que o presente Edital virem ou dele 
tiverem conhecimento 'P c encontra em meu Cartório, à 
ltua Coronel Dia+, n.o )I, neta cilade de bela i-ta Mt.. 
para protestos, por falta de pagamentos e aceites, os se­ 
guintes Titulo+. 
a) Duplicata apresenta«de pelo Banco do Bra-il S/A: 
1) Duplic·arn n.o IJU.~'i-2/2. • ,·,,ncin,rntn: :J0/07171. 
Vnlor CrS 2.192.30 Emitida pela Firma foto Cro,-o Oir•t'I 
Ltdu. • Contra Valdemar Moreira. 
b) Título, ,prest•111ado pt·lo lbnC'u haí, '/A .. a ÍJ­ 
vor do Mesmo. 
li Notu l'romi,,6ri11 n,o OU2,6HI0-2, -  alor CrS 
:1.500.00. - Venci111f'nto: íi:.V07ll.971. E111iticla por .:'l'ilton Cin­ 
tra Gonçalves, A aliada por Cresmildo de uuza. 
2) Nota l'ro111i,s6ria 11.0 002.56232-L nl,>r CrS 
15.000,00, Vl'nl'imt·nto: 2<)107/1.97-1. Emitidn por Jo,(· .aria 
Coelho X,11 i.-r, , rnli,.adn por José Chave- Lima. 
e) Nota l'ro111i,,firia nprc-l'nta,la pelo Banco lt:1ÍI 
/,,, A favor da Companhia Traú de l111cstimrnro, Crfdito 
e Financianu·nto. 
1) Nota l'ro111isê6ria n.o Sl..202.688.009. Valor CrS 
Sl.262,20. Vcnl'imcnlD: 13101/l.97-L E111itida por 'itor Jara 
Ob:,ndo. Arnli,~1cla por Os'aldo Lima ,randa. 
E por não ter sido pssivel encontrar os Emitentes 
ou Sacado dM titulo.. rcfcr. los, pelo pre-ente Edital que 
i-:erá ufixado no local de cosame e publicado p .a impren­ 
sa local, intimo-os para pagurcm a importância tio mencio­ 
nados títulos acrescida das despesas legais, ou darem a razão 
de sua recusa, e, ao mesmo tempo. na falta de pagamento 
ou comparecimento, notifico-os do competente prote:-tu no 
prazo legal. 
Bela Vista. M, 2l d· Agosto de 1.971 
Ofi,·ial do He:::31ro de Protesto 
José ,n-lino e ilva 
Jornal "Tribuna da Fronteira" 
(St'111nmírin fund,uln cm 251V72) 
legistro no Cartório de Titulo, e Documento~ n.o 1066 
Expediente 
Propriedade ela Empresa Tribuna ela Fronteira 
Indústria _ Comércio - Imprensa 
CGC 
03201266
/00l _ lns..riç,10 Estadual J::'.l:i92l2-:I 
Diretora - Mnria Estela Vel~squez Pe;-p;rn 
Redator-Chefe - Inllclo Pereira 
Oficinas 
G .. n,nte - Gileon Silrn Snutos ' . 
1 
.- Franri:5l'O .,ntlr:ulc hodnµu~5 
mpres<ao• ';y; [quino de souza 
Composii;iio - ld1 10 ' '1 __ 
1 1 ·, ('>du~ conceito~ cmi1i­ 
•  Hcdnç:o nüo se rcspon,u" ,,, 
des em artigos assinados· 
I  60.00 
A-·intra Anual: Dela a_ zoo 
Outros Munierp1os 
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Adminish·açilo e Ol'icinas: 
Re ,tÇUC '. .
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_ Uda Vista - Mato Grosso 
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ST? E9MM ZENTI 
,:- de cuide dos seus olhos., 
_Na.o ?l[édico Oculista e teve sua Re- 
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supe,· Especia 1za a 1ca e 
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José An,lino e Silvn - T~beliào e Oficial de H,·;.:i,Lro 
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Ho:1 11< l!l' l'ui. 
Torminei o dia a ti en­ 
trepo o meu cansaço. 
Obrigado por tudo e 
penlfw. 
Obrigado pela esperan­ 
a quo hoje animou me­ 
us passos, pela alegria 
que vi no rosto da cri­ 
aças, 
Obrigado pelo exem­ 
plo que recebi dos ou­ 
tro . 
Obrigado também 
pelo o que me fez - 
frer. 
Obrigado, porque nu que­ 
te momento de desâni­ 
mo me lembrei que tu 
és meu pui. 
Obrigado pela luz, pela 
pela noite pela brisa, pe 
la comida, pelo meu de­ 
sejo de superação. 
Obrigado meu Deus por­ 
que me deste uma mãe 
compreensiva e carinho­ 
sa. 
Perdão também senhor. 
Perdão por meu rosto 
carrancudo. 
Perdão porque me es­ 
queci que não sou filh 0 
único ma il'mão de mui 
tos. 
Perdão Pai, pela falta 
de colaboração. pela au 
cência do espírito de ser 
vir. 
Perdão porque não evi­ 
tar aquela lágrima aque­ 
le desgosto. 
Perdão por ter aprisio­ 
nado em mim Tua rnen 
sagem de amor. 
Perdão porque não es- 
tive disposto a dizer 
sim como ],!aria. 
Perdão por aqueles que 
deveriam pedir-te per­ 
dão e não se decidem 
a l'aze-lo. 
Perdoa-me e abençoa 
meus propósito para o 
dia de aruanbã. 
Que ao despertar me ào 
1 mine um novo entusias 
mo. 
Que o dia àe arnanbã 
eja um continuo "sim'' 
numa vida con ciente. 
Boa noite Pai. Até ama 
nbü. 
Frei Alm.ir R. Guirnu­ 
riles O. F. lI. colabora­ 
ção da Irmã .Angelina. 
de Jo-é Dc.•ll:Í.rni 
Querozene Jacaré, Açu. :u Cr'istal, Coca e Fanta. 
Kattra, Arame Ovalado Aroenti.no 
Venda só no atacado 
Rua Parai SN l Angélica Jardim- Mr. 
1 E 
P e n s a m e. n t o 
Qualquer fanático, 
qualquer ignorante tem 
a coragem da.s suas 
convicções. O mai cliii­ 
cil, o mais raro, o mais 
uobre. é ter-se o. cora­ 
gem de rever as pró­ 
prias convicções se elas 
não concordarem cora 
os fotos.

T'ri'una da Fronteira 
lt 
25 de agosto de 197{ 
-~-------- 
e 
Tudo calmo ... tudo silêncio neste Yim de sema­ 
na na "Princesa do Jpa". 
---~----- 
Cine So Cristovão toda semana com bom 
movimento ... u pedida agora ó l'requentar a Lan­ 
chonete Cinelandiü. e depois aquele ritme no cine 
Cristovão ... llola branca. 
---~---- 
Jo casal José t1laria - Cleonice, parabéns pela 
vinda do 'baby"... 
e 
Estudante: a Livromat pos ue completa linha 
de Livros Didáticos - peça pelo Reembolso. Livro­ 
mat - 11uu Barão de Melgaço - 4287 - Cuiabú llll. 
>I 
Circulando o casnl apaixonado Alvaro - Cotinha 
---~---- 
r. Juiz, Advogado ou Uuiversliú.rio, a Livro­ 
mat atende qualquer pedido de Livro Jurídicos 
Livromat Rua Barão do ::leigaço 42 '7 Cuiabá ::lll. 
+K ] 
'otei numa de Romeu e Julieta: 
Pascoula 
ffi] 
---~--- 
A minha amiga llza C. Romero, feliciclades 
pelo "nat" oconido semana p. p. 
___ ... ~--- 
Já entre nós: o jovem presidente da C. E. B. 
Dorival Quitana ... boas vindas ... 
---~---- 
E as ·'Dez 11lais" já foram escolhidas... Surpre­ 
sa e surpresas ... 
Sr. Tulio L ureiro (Delegado do Partido ú ConYenção He(!ionu)). 
sr. Jacinto Rod ·igues de Miranda (Pesidente do Sincato Rural <le 
l3ela Visla), r. :lario I3utillane (Peeuát'istu e Iuduslríal) e José Joa- 
quim Ferreira Souto ( ':cretári'J do Diretóri:> da ,ilE'r e colaborador da 
Tribuna da Fro1:teira) 
K k 
Re saltamos a simpatia e classe da Fernanda, 
e posa do Tenente Tales... a tradici0:!al cortesia 
pernambucana pre eute em Bela Vista. 
---~---- 
Casal da emana: João Pinheiro - 1'azir 
Odevar e 
} 4,22.,° 
dj ué! 
Ma·s Vendidos 
Nacionais 
l - A curva do Colombo, C. Anisio. :! - ola de 
Clarineta. E. erissimo. 3 - As meninas, L.F. Tel­ 
les. !- Vamo aquecer o Sol, J. :L Vasconcelo . 
5-Avalovara, O. Lins. 6- Calabar, C. B. de Hol-j 
lndu e R. Guerra. 7-O Passaro das ci:wo Asas . 
+D. Trevisam. S- Balão Cativo, P. Nava. 9 -T :·e- 
1 za Bali ·ta. J. Amado. t0-Trnves5ia, H. Lima. 
Estrangeiros 
1-0 Exor ista. W. P. Blalty. 2 - Fernüo Ca­ 
pelo Gaivota, R. Bach. 3 - .-gosto 1914. ,. 'olje­ 
nitsin. 4-O Menino do Dedo Vereie, :'li. Druou 5 - 
1Jirei que .embro ele  ocê, W. P. Blatty. 6 - O 
'rande Gatsby. F. s. Fitzgerald. 7- s Pos uidas 

l. LeYin. 8- Sexo 110 onfessionário, N.  ;tle!l!i i.. 
U - 'etembro Negro, J. Hemiu:;way. 10-0s jogos 
ria 'iria. E. Berne. 
 
Per,;a pelo reembolso postal, qualquet· um dos 
livros aci:ua. Rua Barão do :'llel['U('o 112, 7 - C'uiabá 
' . 
- 
Prefeito de ltpora Ariovaldo 
Maria Bento e ra. 
1 
Sr. João Lemes de 
Prefeito ::l!u;:icipal de 
Iãndia. 
$0:72. 
i!:o-

Ti·i!Juna <la Fronteira. 
D la VIsta 	25 de gosto de 1974 
HDRACIDA ECERZISIM JUSTIÇA SACIA 
o 1 E l 
10i0 
D 
+' 
, 
, 
~IARlLEIDA FATLIA PENZO, nasceu em 
Antonio João, tem 15 anos de idade, é l'ilha 
de Otávio Penz,o, e de D. Almendina Rodrigues 
Penzo, naturais de Ponta Porã. Gosta de bai­ 
les, aprecia musicas modernas, um bom "bate 
papo" e gamada pelas músicas te Roberto Car­ 
los e Wanderléa. 
Estuda no Ginásio Estadual e pretende 
iazer medicina. Aprova o diálago aberto com 
os P' is. nunca esquecendo o respeito e a gratidãn, 
não aproYa a "liberdade" apregoada pelos jo­ 
vens chamados "prá-frente" e só pensa em na­ 
morar quando ri,·er 18 anos. 
Seu lema: "Procurar ser a gente mesma 
em qualquer circunstàacias.

ílcla 'J;;t,1 1t. 
Tribuna da Fronte!ra 
N ON 
o 
fritas: ,Juslamary Flores i'unes e onia Emilia Flo­ 
es Nunes filhas do casal O valdo Nunes da Silva. Es­ 
tuJante do 1º Grau ào Ginásio Estadual de Antonio ,Jo­ 
o, Gostam de boas leituras, são l"ãs de Odair José e 
admiram o ator Francisco Cuoco. 
JOÃO 
D E 
Yereador Arnaldo Marques da Silva, dinâ­ 
mico impulsionador do progre soem Antonio João. 
Sr. Osvaldo Nunes da Silva e Sra: 
no baile das Debutantes, realizado 
no Gremio Recreativo Eugenio 
Penzo ... • 
Prefeito Genésio Flores ... 
SR. PULO REMITO DE CASTRO 
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MN'II LOU EIRO PINH RO 
A 11otúvel cduc11do­ 
r italiana Montessori 
que dedicou-se sobretu­ 
do :1 educação tle cri­ 
Iças pequenas baseava 
se nos principios de li­ 
hordado, atividade, per­ 
sonalídado. A liherciatle 
permite o dosonvolvi­ 
rnenlo natural (psicoló­ 
gico e l'isiológico ). Por 
seu lado toda educação 
é auto-educação, ó o 
próprio individuo que se 
educa. Ni'io lemos o di­ 
reito do igualar crianças 
o que devemos é respel­ 
ta1·-lhes a. personalidade 
nascente e ajudá-las u 
se 'desenvolverem. 
' Por sua vez Pesta­ 
lozzi, o revolucionário 
ela educnçii.o, diziu "Tan­ 
to mais l'eliz é a criau­ 
ça quunto mais lhe ol'e­ 
rccemos ocasiões para 
enriquecer e retincar 
seus pontos de vista a­ 
través de sua própria 
e:qieriência". 
Evidente são os be­ 
ueí"icios da e cola pré­ 
p imária e provadn. es­ 
t que a hesitação da 
müe em mandar o illho 
para o colégio nüo .:'e 
fundamenta na rnzao 
estreita de- 
cquillbrn1·Jo os menos 
hábeis, qu •, ús vezes, 
logram executar em ru­ 
po o que. sozinhos nilo 
conseguiriam. J emula­ 
ção, a identificação, a 
imitação acabam com 
pequenos atrasos que, 
em casa, não fiet·iam 110- 
tudos. 
J educação coletiva 
socializa a criança, isto 
é, ensina experimentul­ 
mente as primeiras re­ 
gras da vida em socie­ 
dade. Em casa ludo lhe 
pertence. No colégio tra­ 
va conhecimento com a 
noção de propriedade. 
Ela conhecia o significa­ 
do de "meu" agora vai 
aprender o significado 
de "teu". Vê, também, 
que coi a é a vida de 
e, sim,· na 
pendência em que con­ 
serva a criança. 
Antigamente não ha­ 
via ensino pré-escolar e 
e nem por isso as cr1- 
anças saiam prejudica­ 
das, é o que se houve 
muitas vezes. Argumen­ 
tamo eutüo que ao eu­ 
trar na escola primária 
a criança não somente 
linha que superar as di­ 
liculdades da alfabetiza­ 
ção, como também fami 
liarizar-se com a diseipll 
na coletiva, e, prmcipa,­ 
mente, dominar a angus­ 
tia elo afastamento ma­ 
terno. 
A finalidade do pr~­ 
primário é ajudar a er!­ 
ança a assimilar as pn­ 
mci;:us noções de dese- 
11 ho de trabalhos manu­ 
ais, de observação dos 
animais e das plantas. 
Se o eu desenvolvi- 
mento psicomotor ameia 
11
'"10 é perfeito, pequenos 
' 	.·, dos 
~::ercícios apropua 
uma coletividade: tudo 
st encontra a disposição 
de todos. mas tuclo dev 
ser respeitado. Urna cri­ 
unça não pode ter t­ 
dos o. brinquedo· po.r,• 
si, nem pode quebrá-los, 
mas dev dá-los tamhém 
uos outros, parlilhú-los, 
permutá-los, agradecer, 
oferecer atitudes estas, 
sociais, qu se apren­ 
dem muito mai • lenta­ 
mcntc e menos bem no 
lar. 
A criança nasce so­ 
ciável ou anti-social. 1•, 
a aprendizagem que vai 
determinar suus atitudes 
e comportamento em re­ 
lação àqueles que a ro­ 
deiam. Para que isso 
ocorra é essencial que 
a criança tenha oportu­ 
nidades para se realizar, 
que seja motivada para 
aproveitar e as oportu- 
nidades e que receba ori­ 
entação adequada sobre 
os melhores métodos ele 
fazer ·onlalos sociaiH. 
O qu visa a escola 
pré-primária é o preparo 
do aluno para a ultnbeti­ 
tizaçflo. Este pode ser 
inteligente, saudável, es­ 
tá na idade de ser alfa­ 
hclizado porém não é 
ai11rla Hufic:ient(• pois o 
essencial é que esteja 
pronto para a alfabetiza­ 
ç-110. Isto significa que, 
parn iniciar a aprendiza­ 
em da escrita e du lei­ 
turn, o aluno "precisa ter 
alcançado um certo uivei 
de desenvolvimento glo­ 
l>al. ou seja, físico, inter­ 
lectual, al'etivo, social e 
da !'unções especil'icas. 
Uma rlel'iciéncia em qual­ 
quer dessas áreaA pQde 
influir diretamente sobre 
o processo da all'abeti- 
zação, embora o papel 
mais decisivo caiba ao 
setor das unções espe­ 
eilicas, de cujo preparo 
depende o sucesso na 
aprendizagem da leitura 
e da escrita. 
O processo de de- 
s envolvimento das fun­ 
cõvs especificas inicia-se 
muito ·antt·s. <l >,;d(• o 
nascimento. A medida 
que se processa o ama­ 
durecimento psiconeuro­ 
lógico, a criança vai ad­ 
quit·iudo condições pum 
aprender a falar, a ler e 
u escrever. A aquisição 
de cada uma claR etupai; 
do sistema depende de 
um <letermiuado grau 
ele maturidade, que em 
algumas criunçm, é atin­ 
gido mais cedo, e nou­ 
tras, mais tarde. 
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:27 d,· Junho !O :; ·• .1 li 21 
21 de eptiembre I0 3 3 1 .3 26 
Lo- Pilotos 10 3 1 6 21 1 
Sporl 2:1 10 O li 10 li íO 
IJE:ICIO~ l·l,L C:\11-'EO.,: l'HCl lll '2  
TUO SOCOHllO I Goles de Migue! I-frán) 
GOLEALJOHl,S: 
Vireilio Jara (21 de 5etiembrel: I8 gole- 
Miá@l Ia-frin: (d'ar+gaa!si): 15 (6nlyenlo de-icion final 
CurlM lhrhozn (1',•qwt110 .·o<"••rrc,) 1 l (l:anaclor dd troft-n :d 
ricrrc). Cla11d,·111ir Pal11t'io, (27 ,1(- Junho) 1:1 
ilurn·linn Duaru· (l'npt•tuu ·ocorro) J:l 
lrnn ria Sihu (:27 ,lt: J1111lu,) 9 
Alhertu Flt•i1a, (L," l'iloto8): 7 
VALLA MENOS E«i)A: Antonio Arder-on Perpetuo "o- 
corro) 19 goles 
,taque 1n:i, po,il i, o: 27 Jc Junho: 7 gole­ 
'alia 111::, , 11l11n,1hlr: !'-porll• Z:I: í0 !!Olt·• 
Equipo mas disciplinado No. de faoul-: Perpetuo ocorro 2» 
Ganarlor ,!.- la aclamación popular: >port 2} 
INCIDENTES: Epu!-ado-: O-car Corral- de Lo- Piloto- 
JnJo a!ife Tecnico d·I Dep. H'araguahi. 
Volle Y Ball F er.ninino 
EQüll'OS Jl"G. CAI'. PEHD. S.G. ~.P. PT:-. 
27 ri,· Junho 6 •i 2 11 8 .J 
l'erpl'lllO ·ocorro () .) 2 11 ll 1 
Sporl 23 6 	:, 1 1.1 1 
Flamenguinho 6 .: 3 9 9 .3 
Incidentes: Expulsados: José Glauy Flores Te·nico del Fla­ 
na·n;zuinho. •t• la111t·11;.!t1Ínho ! t! rctiró cu la H:gunda nu·da f:1I~ 
tando cio, purtidu•. 
DECISIOX FINAL: Cxmpeo» 27 de Junho 2. Perpetuo 5o­ 
corro O 
Hccatulación Final 5.561,00 r 
Luz (D,·•pe;a,) ~.010.00 l'rS 
Total ~••r,il :-1~'>51.00 lrS 
l't . Fnul­ 
I6 3I 
H, 2.1 
12 21 
9 21 
7 '29 
O '21 
PE PE.- 
UE 'PES :-i 
2í cl.1 Junho l00.00 
Hod d,· ,·.u. 2í0.00 
l',·l01a, 200.00 
Gra, a,·ione< 88.00 
Total 938.U0 
Tota Geral 	:-1.551,00 
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da via. 
Bela 'ista, 10 tl .. 
go,•to de 1974. 
UP C ~ 
Duplicata u" ()(in. 'a­ 
lor 100.00 em nome de 
,dmir ;Jornis com ven­ 
c.:imento uo dia 20 OS 71 
Duplicata n" 007 2 
,· alar 120,00, em nome 
de Leopoldo ?ernaudes 
com Yencimento no dia 
20 08 74. 
Últimamente, tem e 
falado muito em nost.al· 
gia, e Yocê sabe o que 
significa E.s a palavra? 
Aqui vai a del'iniçiio que 
eu aprendi com meu avó. 
Nostalgia é a saucta· 
de de .terJpo passados, 
como aqueles ano em 
que o clube Bela Yisteuse 
em sucesso. e que o pre-­ 
sideule do clube na épo­ 
ca. pós um enorme hÓlo­ 
fote no meio do sahí.o. e 
quando havia baile os ra­ 
pazes não podiam abusa, 
das mocinhas. A luz do 
holofote condenava os 
ati·evidos. KostaJgia é 
também aqueles tempos 
em que Bela Vista cres· 
eia rápidamente, um ano 
para frente, um ano par'J 
t:rãz. E ficava na mesma- 
E também aqueles tern· 
pos em que as mocinb3
5 
de ontem, as solteironas ' 
de hoje, fazim pic-ruc ei:o 
volta do rio Apa, den~~ 
daqueles terríveis mr.1.10." 
inteiros, e que os mocl 
nhos rta época, imita,-~i:o 
formigas e... ai... belis 
cavam as pernas da 
fulanas... bá! aquilo " 
que er:::. pic-nic ... bel? 
Já dá para os ler 
gos tirarem uma b 
se da tão falada nos· 
tulgia. 
.Ségio Medeiros.

Tribuna da Fronteira 
EDUCAÇÃO E TEMPO 
DE SIFRI 
1 
Um governo só promove o desenvolvlmeuto com a pu,·licipaçào do povo. 
Além das estradas por onde circulam as riquezas, e da eaergia que traz as indústrias, é necessária a 
t 
presença de cada cidadão no esforço de construir o progresso. 
Dar condições ao povo de integrar-se no progresso desenvolvimentista, é preocupação básica de um 
governo que pretende alcançar, com sua gente, um estágio econômico e social em que os dias sejam melhores 
para todos. 	' 
A educação dá origem à mão-de-obra e prepara a cole'.ividade para receber os novo instrumentos do 
progresso. 
O Governo José Frngelli, fundamentado nessa certeza, implantou em Mato Grosso uma estrutura educa­ 
cional que já começa a demonstrar os seu frutos. 
A atual administração já implantou mais de 500 salas de aula, dentro de um programa que atingirá 1.000 
uovas salas, resultando num acré elmo de 120 mil vagas em escolas mantidas pelo Estado. 
A expansão do ensino primário, médio e supletivo, aliada ao aperfeiçoamento e ;rormação de professores 
adequou o sistema educacional à realidade do nosso Estado e às exigências do· tempos moderno . 
Consolldando e adaptando a Universidade Estadual às caraclerlsticas da região, o Governo Jo é Fragell1 
1 
tornou aquele cenh·o capaz ele suprir :hl!~to Grosso dos técnicos necessários ao seu desenvoh-imento. 
No setor educacional, a diferença entre o passado e o prese 1te, mais a certeza do futuro, é demonstra­ 
da pela resposta dos números sempre acrescido e multiplicados no Governo José Fragelli, na sua busca de 
construir com o povo, os caminhos que estão levando Mato Gross) a seu lugar na História. 
COMPARE VOCE MESMO: 
1970 
1° e 2° graus: 258.000 
alunos. 
Ensino supletivo: 
2.800 alunos. 
Cursistas: 1.053 
beneficiados. 
0 
1973 
1º e 2º graus:: 351.000 
alunos. 
Ensino supletivo: 
52.000 alunos. 
Cursistas: 5.500 
beneficiados. 
1 O 
O JO 
f7 
o 
GELLI 
CONSOLIOIÇÍO DE OBRIS DEFINITIYIS

MATO GRO so 
"O Governo está a­ 
nalizando os aspectos po 
líticos e econômicos pa­ 
rv, então, decidir se ha­ 
v,•rú ou não a redivisão 
l<>,Tilorial de lllato Gros­ 
·c,·•. anunciou o ministro 
João Paulo cios Reis Ve 
loso, da Secretaria de 
Planejamento ela Presi­ 
dênci.1 da República, ao 
falar à um grupo de em 
presários paulistas. 
Admitiu ainda o mi- 
nistro Reis Veloso que centro sul nós iriamos 
'.ilalo Grosso terá uma provocar problemas de 
dimensão excessiva a par ordem política. o que 
tir do momento em que não acontecerá com o r-: 
o desenvolvimento cio lado de ;lato Grosst>. 
Estado atingir um nível pois percebe-se no mo­ 
mais elevado", acrescen- mento o seu grande po­ 
tando que, se for neces- tencial, o que não ser 
úrio, a redivisilo ocor- viável quando i1quele fü; 
rerá agora, 110 Governo tado tiver uma alta de: 
Geisel, isto porque se ten sidade demográl'ica ,pe­ 
lasse promover o fraci- is ai então surgiriam gra: 
onameuto de uma unida- des problemas de ordem 
de federativa da região política e econGmica. 
Passado quase um 
mês do começo do fim do 
rumoroso caso waterga­ 
te nos Estado Unidos, a­ 
inda obra muito o que 
p2asar. 
Teria sido um ato ele 
exibicionismo dos ameri­ 
canos ou foi uma grande 
lição dada à humanidade. 
O simples fato de levar 
um homem à renúncia de 
um caso não representa 
quase nada, se analisado 
supezficia]mente. Mas o 
rato de levar o presiden­ 
te de um dos países mais 
desenvolvidos do mundo 
renunciar ao seu posto 
representa muito mais do 
que mostram as análises 
mais acuradas. 
Foi um caso tipico de ho- 
ne tidade. Mostrou que 
ninguém é invulnerável, 
que ninguém é insubstitu­ 
ivel, que ninguém repre­ 
senta tanto que nüo pos­ 
sa ser tocado. 
"Dos reis s' se toca 
a cabeça", dl::L, Cromwel 
há centenas de ano . 'ão 
se tocou a cabeça de Ni­ 
xon porque ele não é rei. 
Mas tocou-se num ponto 
chave de uma questão 
delicada: a honestidade 
de um homem, ainda que 
ele ocupe a presidência 
dos Estados Unidos. 
Que os inteligentes 
tirem o proveito do que 
puder ser aproveitado, O 
fato que já está pratica­ 
mente esquecido pela im­ 
prensa pode se converter 
c:> 
l~
;:rsR1 
'7 " ,, • "{; !1-J 
» 
numa grande liçüo para 
cada um de nós. O poder 
é a arma mais perigosa 
que existe. Quem nele es­ 
tá investido, se não for 
de um caráter forte. pode 
se converter nu n déspota 
terrivelmente t eigoso. 
E todos nós temos 
nossa pequena parcela 
ele poder. Basta para is­ 
to estai'mos i:westidos 
na condição de chefe ou 
líder ele uma classe, pre­ 
sidente, governador, di­ 
retor ou chefe de em­ 
presa, professor ou mes­ 
mo pai de familia. 
Não devemos nunca 
esquecer que um pai de 
família tem muito mais 
responsabilidarle do que 
imagina. Um presidente 
Ano III Bela Vista 
TEIR 
leio" 
p[ 
. · u 	, 
1 1 ) 
O 
M.° FUY 
Dia de Caxias 
o culto das tradições 
da iátria. comemoramos 
a :2.í do correntb o dia 
do nascimento de Caxi­ 
as. Este culto é a mais 
autêntica prova de uuiãQ 
espiritual de um povo. E 
a coesão do organismo 
acional Reverenciando­ 
º· somos levados a me­ 
clilar no Homem- símbo­ 
lo que foi Caxias. Luís 
Alves Lima e Silva re­ 
presenta a união. a 
paz e a rraternidatle. Foi 
o mais oportuno de noi;­ 
sos homens ; ú!ilicos e, 
também, o ma_c; neces. á­ 
ria. Sua Yida foi trage­ 
tória de compreensão e 
tolerância, com um úni­ 
co objetivo qual seja de 
manter íntegro o solo 
Pátrio que' a todo o ins­ 
tante, era ameaça de de- 
integração. 
Caxias foi o mode­ 
lo do Soldado· Como tal 
no dia de seu nascimen- 
dirige os destinos ele 
gente adulta; gente que 
pode contestá-lo a qual­ 
quer momento. Um cl.Je­ 
fe de l"amilia dirige os 
destinos de gente que 
não tem ainda um ca­ 
ráter del'inido. Portanto 
é muito c:tais respon á­ 
ve!. 
O caso Watergate 
pode não ter grande in­ 
rluência na vida parti­ 
cular de cada um de 
nós, mas pode ser apro­ 
veitado como uma das 
grandes lições que a pró­ 
pria natureza se encarre- 
ga de nos dar de vez em 
quando. 
J osê Carlos Longo 
Dia do Soldado 
to, comemora-se o Diu 
do Soldado Brasileiro. 
Graças a esse Soldado 
ímpar que nos legou ta­ 
manlu bagagem de bra­ 
silidade. destemor e ci­ 
vismo, é que hoje nos 
sentimos á vontade pa­ 
ra tecer a nosso Exérci­ 
to, o 110 so 10'!R C. 
quando se comemora 
sua data: O Dia do Sol­ 
dado. 
A comunidade Belavis­ 
tenso se ufana de seu 
10" RC. Ele já é parle 
do Bel?vistense. Sem e­ 
le seria. talvez, a frus­ 
tração de urr.a colefiri· 
dade. É por isto que que· 
remos prestar, através 
da pe soa do Cmt. do 
10° RC, Ten. Cel. Ricar­ 
do Luiz B. Guimarães. 
as justas horne:wgens de 
um povo agradecido. 
quando se comemora e­ 
feméride tão grata. 
O soldado é esteio, 
guarida. sempre presec· 
te onde se faça mis" 
ter quer protegendo quer 
íiscalizaudo setores de 
caráter comunitário. 
Alegramo-os ao ver 
no Comando do Regímen· 
to pessoa que ti!o bem se­ 
gue a doutrina ele nosso 
inesouecível ru.ndador 
Paul Harris, sintetizada 
na frase por nós conhe­ 
cida: "DAR DE I, E 
PEN AR E:I l" e DA 
M1AIS QUEM SERVE MA 
I ••. 
Assim é o nosso 10º RC 
o nosso 'o)dado. 
Purabéns soldados 
do Brasil. É com orgu 
lho que o Rotary CIub 
de Bela Vista, sintetiza" 
do os sentimentos da co­ 
munidade, relembra tua 
data, prestando sigel' 
homenagem. 
D. B. 
COPALAR 
de Álvaro Pereira 
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