B «ORCiÃO IHD. PENDENTE A SERVICO » EDITOR- 'HEFE - IVALDO PEREIRA A R ANO III ela Vista -- Mt 2» de Agosto de 1974 O 'Diretório Muniei­ pal da ARENA, reuniu- se dia 20 do corrente para escolher um can- dicluto à Deputado Fe­ deral, à ser apresen­ tudo na Convenção Te­ gional do Partido. Devi­ do a falta do observância da Lei Eleitorul, não houve propriamente uma 7L9 ESE N" 11 eleição e sim. I 8DICA­ CÃO DE UM " ICO NO- IE, que recaiu no sr. Ubaldo Barém, sobre os protestos do Secretário do Partido e do Delega­ do à Convenção, sr. 'Tu­ lio Loureiro, presente na reunião. Nota da Redação: Este é um dos motivos Com o objetivo de motrar ao Governo Te­ deral um diagnostico da região da fuixu de l'ron­ teira e, apresentar as soluções paru o eu de­ senvolvimemto, foi reali­ zado na cidade de Pon­ ta Pora, dia 21 p. p. o Encontro dos Prel'eitos da area, sob os auspícios da ecretaria de Plane­ jamento e Coordenação, do Governo José Frage­ lli. Estiveram presentes os prefeitos de Porto Murtinho, Caracol, Bela E CO T DE ALIAM.AS > o Movimento Fami­ liar Cristão de nossa cidade proporcionou dia 17 p. p. o Encontro de Alianças. Com presença de dez casais do 11. F. C. de Campo Grande, cin­ coenta casais de Bela Vista viveram um do­ mingo diferente. Inúme­ ras palestras, abordando os temas familia, casa­ mento, Participação, fo­ ram dadas, destacando­ se os testemunhos dos Vista Antonio João, Po- nta Porii, Arnambai. lguatemi e avirní. O Plano que trarà para nossa cidade no período de 1975 79 condições melhores de vida, solu­ cionandos o problemas de Energia, Transportes (estradas), Educação, Saúde e Segurança. foi elaborado através de estudos realizados pelo técnicos em Planejamen­ tos, Hugo Blanco Ftrno e José Augu lo Montei­ ro da ilva. conferencistas visitantes, numa demonstração de intensa vivência cristã. Foi um domingo diferen­ te para os cristãos be­ lavistenses, que enfren­ tam o eterno dilema de "ser Ou não ser". A ex­ periência foi válida e todos os participantes levaram consigo uma certeza: só voltaremos ao "paraiso", quando vi­ veremos o Cristo inten­ samente". pelo qual nosso jornal prega a renovação dos quadros politicos muni­ cipais, pois, os atuai: políticos (rnrissimas ex­ ceções), núo possuem mais condições de "oi­ entarem" politica mu­ nicipal, por exclusiva falta de BOM SE·O... J. J, - , N8E,AR LI7O Esteve cm nossa re­ dação, o sr. Exilásio Nunes de '.liraatla. opor­ tunidade em que infor­ mou não "have.- ruuda­ mento a nota que pbli­ camos na edição ante­ rior" segundo a qual seu nome estaria em cogitação para substi­ tuir o atual Preeito, sr. Clovi. Marcelino de Oli­ veira. In formou ainda, que substituição caso ocorrer é assunto da al­ çada do Diretório Muni­ cipal da ARENA em e­ tenclimento com os re­ presentantes da esfera Estádual e Federal, as­ sunto esse nunca venti­ lado entre ele e "seu particular amigo Depu­ tado Barem". Adianta­ mos aos leitore: que de fato COMENTA- E NA CIDADE o nome do sr. Evilásio para Prefeito, não afirmam apenas CO­ MENTAM. ossa opinião sempre foi aprr>g-ado em Editoriais e, por sinal, voltamos a "bater na mesma tecla" no artigo intitulado OPfNIAO. o­ mos adeptos ferrenhos da RE OVAÇÃO ... total RENOVAÇÃO dos qua­ dros politicos municipais e, caso S. Excia. o Go­ vernador do Estado, pre­ tenda MUDAR o atual contexto politico de Be­ la Vista... que mude pa­ ra melhor... do contrá­ rio... "deixe ficar para ver como é que fica". A modernização da agricultura tradicional, a intensil'icação do pro­ grama de industrializa­ ção, o desenvolvimento do setor de serviços, a complementação da in­ fra-estrutura regional e o fortalecimento da in ·­ trumentalidade governa­ mental são os objetivo básicos do governo Gei­ sel para o Nordeste. egundo o presiden­ te do Banco do orde:«­ te, r. ilson Holanda, a análise da experiência Jogo recente de desenvolvi­ mento nacional, a níveis g!obai e regional. per­ mite encarar de forrou altamente positiva as perspectiva de deseu- volvimento da região nordestina até o final desta década. Estima-se que o cres­ cimento do Nordeste atinja dez por cento no qüinqüênio Geisel. com G,5 por cento para o setor ecundário e 10 por cento para o etor tP.rciário da economia. no Brasil Desde o jà longin- jogo seria mai uma op­ quo dia 1° de maio de ção para o turista na- 19-16 que os cassinos cional e estrangeiro. Pa­ brasileiros estão fecha ra os técnicos da Em­ dos. Agora, o Deputado bratur, eJh·etanto, o jo­ Federal Nina Ribeiro go não traria mais vi­ (Arena-GB) apresentou sitantes ao nosso país. um anteprojeto no Coo- enquanto o diretor-exe­ gresso, pedindo a volta cutivo da Riotur, Dr. Jo­ do jogo, inclusive o do sê Carlos Vilela. diz bicho. Ele baseia o seu que falta ao projeto se­ projeto no fato de que riedade. o retorno elas casas de CHU RRBSCIIRIII SERIEMII d. . . . Hotel e Churrascaria Seriema: Avenida Duque de Caxias 2-17 - (em frente a prefeitura) Em Jardim. G de· Churrascaria Seriema - Rua 1º de Maio prolongamento da Calógeras junto ao posto Santi. Em Campo ran • . . . . . ' A experiência a serviço da coletividade Higiene Conforto Classe «Não nos interessa apenas servir: interessa sim, SERVIR BEM» Ti'una da Fronteira Vista y q r y igy - +- »+ 6A4d. Ir i,,. 11 ti + al t l 1 Orov,•·.1...­ Msi; um cbm ' afd1 de + renovação • Janet4" lt !t m+ 111 .! ,. '' I _ .. L. -- -- L -- ___, Companhia Jardinense de Automóveis Ltda Rua lo, ele Maio - 563 - Jardim Mt. REVENDEDOR AUTORIZADO g Colaboração de Haroldo Medeiros 1- Os deveres do ad­ vogado compreendem, a- ' 0:n da defesa elos direi­ to e interesses que lhe são conl'iados. o zelo do prestígio de ua classe, da dignidade da ;1agis­ trntura. do aperfeiçoa­ meuto das instituições de Direito' e cm geral, cio o:.:e i11teresse ü 01:dem ju- 1'1Jica .. II-Nilo se permite ao advogado: a) angui"i::u·, direla ou indireta meu te, en;ç•os ou causas, ... 1 r! r ·llí c. ·ial tl,,,,v, ... 7'1'.. D to i ±e um hyr ++ 1a. • +f r i!a J ndo ros •,s!vel • 11 .lt;:idj .. /, i. 'li 1 ',4 ·/ !era todo io disso. b) inculcar-se para prestar serviços, ou ofe­ rece-los, salvo gratuita­ meute e em benefício de pessoa necessitada, ou de instituição de utilida­ de pública; c) anunciar imodera­ tamente admitida apenas a indicação de títulos, es­ peci..iliclade, sede de es­ critório e corresponden­ tes; rl) solicitar, provocar ou sugerir publicidade que importe propaganda fie seus merecimentos ou atividades. lil - Cumore ao advo- gado: • a) guardar sigilo, mesmo em denoimento judicial, sobre o· que sai­ ba em razão de eu olicio b) pr;estar. desinte:e­ ssadamente, serviços pro fission:1is aos rniserávei que v solicitarem. Desig­ nado para esse fim, não pode o advogado, sem motivo justo, escusar-se. cumprindo-llle proceder com todo o esrorço e so­ licitude; c) emitir. publicamen L, quando solicitado por Nos debates, ora em plena ebulição, sobr a politica municipal, há um ponto em que as o­ piniões concordam quuse unànimamente. é ur­ geulc JJl'Oll!O'CL' a reforma dos politicos, mas nem isso cslú l'ow de di ·cussüo, po1 • 11ao faltam r..­ CJUC. mais exigentes e "bem informados", contes­ tam a possibilidade de "reformar algo que a ri­ gol' JICITl SC(jUPl' existe ... A objeção deixa de ser choC'antc E= analisarmos os quadro'! pol1llcoR de Beh Vista um tanto detcrl0r-ados pelu.· "í11lepé­ tes"... De alguns anos para cá se te111 intensíli­ cado 08 problema a respeito da rcf_orma dos po­ polilícos bela vis teses... rn1o qu_e ::;eJ:unos ~onlra os mesmos-muito pelo contrário-eles servirat 1 coletividade dentro de 'suas limitações' mas, a hoa é de RENOVAÇÃO. Vamos esquecer os "extintos partidos politicos ([Yf!J-l1D_;-.:-P~D. etc) e conscientizar-nos de que agora existe apena a ARENA e o .IIJB. Fala-se muito cm rcvoluçilo homem da revolução, etc. mas poucos poderão aúmitit· que de rato estão seguindo ,fH norma. da Fevolução restauradora de 1964. E a verda­ de .. c não adianta a grita. :credilo 11a !1loso!1a da !'evolução aplicada na labuta diária; não acre­ dito nos politicos que usam-11a para galgar po!i- i tos ue chefia (sem condições) e muito menos no eternos •·muquia vélicos", que "dançam conforme a música". Um nome se ele taca no atual con­ texto politin Dr. Paulo Renato de Castro Pinto­ jovem, culto e o que é mais importante, desejo so de servir ao seu Estado, e a· Iaçao. E um uome"'que merece o carinho dos bela visten:e' por ser o 'NICO que procura se elevar com mé­ ritos próprios. E o nosso futuro deputado (queira Deus) e todos devem apoia-lo, não por "cone­ niência", mas por um senso ele razão e de Jog1- ca. aplicada a vida difrria; ele trabalhará por Be­ la ·ista e, por todo "esquecido Sudoeste". Quan· to à administração municipal, vamos dar tempo ao tempo e esperar as obras pl'ometidas ~or S. Excia o Prefeito :.lunicipal (prometidas sim) Por enquanto a autoridade e tá rormalmente ain· da em mãos de seus titulares "politicos". ma ela tende a cada vez mais residir, ''DE FATO naqueles sobre os quais deveria exercer-se' HO­ MENS nascidos e forjados na Revolução de 1964. Os con trntores do amanhã, nthos "legitirnos" da revolução, técnicos e empresários. Brasileiro" paíriota , conscientes e participantes ... É ta é a verdade e cornó diz Pastorino: ·•o exemplo va le mais do que as palavras''. . Lembre-se, é uma opi.1ião, mas merece ser meditada. pessoa idônea, e se o con siderar oportuno, pare­ cer t'undarnentado sobre questões jurídicos de in- teresse geral. inspirand_o e nos princípios ee Di­ reito, nos proceitos Jega· is e no bem comum. Posto d~ Acumuladores SOTO de itor oto Peças e Acessórios para Veiculas: Ford CherO­ let. Willys. olks e Corcel. Concertos e Re­ formas de Baterias ·•Nós acompanhamos o progresso de Jardim" Rua 14 de maio - Caixa Postal 18 Jardim - Mato Grosso I!< la i + , !L 1 DIC U F SIO L Dr. Pedro Palmiere dvoeac·ia <·111 Geral Fon,· 'l.17 IT R. FI 1 U RNO Médico Rua 15 de Novembro, 75 - 13ela Vista - ML Dr. Késio Loureiro Pinheiro Advogado Rua Antonio Maria Coelho, 221 - Bela ViHta - Mt Dr. João Carlos Brandes Garcia e Marilza Aparecida Carneiro Pinheiro Advogados Rua Antonio Maria Coelho s/n - Bela Vista - Mt. =HAROLDO MEDEIROS= ADVOGADO Rua General Osório, 541 - Bela Vista - Mt. Dr. Milton Jnrdi111 Loureiro Fº. Advocacia em Geral Hua Dr. Ary C. Oliveira 262 :lato Gro,so Eu. Jo-é Ave!ino e la, oficial do Hegi-tro de Pro­ te-tos da Comarca de Dela iota, do E-tudo de Mato Gro-­ o. na Forma da I ,t' i ete. Faço aler aos que o presente Edital virem ou dele tiverem conhecimento 'P c encontra em meu Cartório, à ltua Coronel Dia+, n.o )I, neta cilade de bela i-ta Mt.. para protestos, por falta de pagamentos e aceites, os se­ guintes Titulo+. a) Duplicata apresenta«de pelo Banco do Bra-il S/A: 1) Duplic·arn n.o IJU.~'i-2/2. • ,·,,ncin,rntn: :J0/07171. Vnlor CrS 2.192.30 Emitida pela Firma foto Cro,-o Oir•t'I Ltdu. • Contra Valdemar Moreira. b) Título, ,prest•111ado pt·lo lbnC'u haí, '/A .. a ÍJ­ vor do Mesmo. li Notu l'romi,,6ri11 n,o OU2,6HI0-2, - alor CrS :1.500.00. - Venci111f'nto: íi:.V07ll.971. E111iticla por .:'l'ilton Cin­ tra Gonçalves, A aliada por Cresmildo de uuza. 2) Nota l'ro111i,s6ria 11.0 002.56232-L nl,>r CrS 15.000,00, Vl'nl'imt·nto: 2<)107/1.97-1. Emitidn por Jo,(· . aria Coelho X,11 i.-r, , rnli,.adn por José Chave- Lima. e) Nota l'ro111i,,firia nprc-l'nta,la pelo Banco lt:1ÍI /,,, A favor da Companhia Traú de l111cstimrnro, Crfdito e Financianu·nto. 1) Nota l'ro111isê6ria n.o Sl..202.688.009. Valor CrS Sl.262,20. Vcnl'imcnlD: 13101/l.97-L E111itida por 'itor Jara Ob:,ndo. Arnli,~1cla por Os'aldo Lima ,randa. E por não ter sido pssivel encontrar os Emitentes ou Sacado dM titulo.. rcfcr. los, pelo pre-ente Edital que i-:erá ufixado no local de cosame e publicado p .a impren­ sa local, intimo-os para pagurcm a importância tio mencio­ nados títulos acrescida das despesas legais, ou darem a razão de sua recusa, e, ao mesmo tempo. na falta de pagamento ou comparecimento, notifico-os do competente prote:-tu no prazo legal. Bela Vista. M, 2l d· Agosto de 1.971 Ofi,·ial do He:::31ro de Protesto José ,n-lino e ilva Jornal "Tribuna da Fronteira" (St'111nmírin fund,uln cm 251V72) legistro no Cartório de Titulo, e Documento~ n.o 1066 Expediente Propriedade ela Empresa Tribuna ela Fronteira Indústria _ Comércio - Imprensa CGC 03201266 /00l _ lns..riç,10 Estadual J::'.l:i92l2-:I Diretora - Mnria Estela Vel~squez Pe;-p;rn Redator-Chefe - Inllclo Pereira Oficinas G .. n,nte - Gileon Silrn Snutos ' . 1 .- Franri:5l'O .,ntlr:ulc hodnµu~5 mpresdu~ conceito~ cmi1i­ • Hcdnç:o nüo se rcspon,u" ,,, des em artigos assinados· I 60.00 A-·intra Anual: Dela a_ zoo Outros Munierp1os d ' :- 0 Adminish·açilo e Ol'icinas: Re ,tÇUC '. . 11 _ Uda Vista - Mato Grosso lua Duque de aias '' ---------------~ ST? E9MM ZENTI ,:- de cuide dos seus olhos., _Na.o ?l[édico Oculista e teve sua Re- Va logo ao 1 . - 1· d ór º ., . 1 11 supe,· Especia 1za a 1ca e ceita de cu os I t • Relo·joaria Zenilh. • L-carenhas, 62- Fone: 15-75 Hua Auµt::-1 n • • • quilatana Cartório do 10 0iio José An,lino e Silvn - T~beliào e Oficial de H,·;.:i,Lro :laria Ct·lc,te da Costa e ilrn - Substituta Rubens lo!rigues Escrevente Escrituras, Procu:ações, Registros de lmó­ Yeis, Protestos. Titulos e Documentos Bela Vist:! - Fo!!e 23.J. - Mato Grosso Tudo para a mulher moderna, Tintura:-. de,scolorac:õ s. manicure, pedicure. banho de óleo e permanentes. Rua Duque de Caxias n" 9Jl Bela Vista Mt. Ho:1 11< l!l' l'ui. Torminei o dia a ti en­ trepo o meu cansaço. Obrigado por tudo e penlfw. Obrigado pela esperan­ a quo hoje animou me­ us passos, pela alegria que vi no rosto da cri­ aças, Obrigado pelo exem­ plo que recebi dos ou­ tro . Obrigado também pelo o que me fez - frer. Obrigado, porque nu que­ te momento de desâni­ mo me lembrei que tu és meu pui. Obrigado pela luz, pela pela noite pela brisa, pe la comida, pelo meu de­ sejo de superação. Obrigado meu Deus por­ que me deste uma mãe compreensiva e carinho­ sa. Perdão também senhor. Perdão por meu rosto carrancudo. Perdão porque me es­ queci que não sou filh 0 único ma il'mão de mui tos. Perdão Pai, pela falta de colaboração. pela au cência do espírito de ser vir. Perdão porque não evi­ tar aquela lágrima aque­ le desgosto. Perdão por ter aprisio­ nado em mim Tua rnen sagem de amor. Perdão porque não es- tive disposto a dizer sim como ],!aria. Perdão por aqueles que deveriam pedir-te per­ dão e não se decidem a l'aze-lo. Perdoa-me e abençoa meus propósito para o dia de aruanbã. Que ao despertar me ào 1 mine um novo entusias mo. Que o dia àe arnanbã eja um continuo "sim'' numa vida con ciente. Boa noite Pai. Até ama nbü. Frei Alm.ir R. Guirnu­ riles O. F. lI. colabora­ ção da Irmã .Angelina. de Jo-é Dc.•ll:Í.rni Querozene Jacaré, Açu. :u Cr'istal, Coca e Fanta. Kattra, Arame Ovalado Aroenti.no Venda só no atacado Rua Parai SN l Angélica Jardim- Mr. 1 E P e n s a m e. n t o Qualquer fanático, qualquer ignorante tem a coragem da.s suas convicções. O mai cliii­ cil, o mais raro, o mais uobre. é ter-se o. cora­ gem de rever as pró­ prias convicções se elas não concordarem cora os fotos. T'ri'una da Fronteira lt 25 de agosto de 197{ -~-------- e Tudo calmo ... tudo silêncio neste Yim de sema­ na na "Princesa do Jpa". ---~----- Cine So Cristovão toda semana com bom movimento ... u pedida agora ó l'requentar a Lan­ chonete Cinelandiü. e depois aquele ritme no cine Cristovão ... llola branca. ---~---- Jo casal José t1laria - Cleonice, parabéns pela vinda do 'baby"... e Estudante: a Livromat pos ue completa linha de Livros Didáticos - peça pelo Reembolso. 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Ma·s Vendidos Nacionais l - A curva do Colombo, C. Anisio. :! - ola de Clarineta. E. erissimo. 3 - As meninas, L.F. Tel­ les. !- Vamo aquecer o Sol, J. :L Vasconcelo . 5-Avalovara, O. Lins. 6- Calabar, C. B. de Hol-j lndu e R. Guerra. 7-O Passaro das ci:wo Asas . +D. Trevisam. S- Balão Cativo, P. Nava. 9 -T :·e- 1 za Bali ·ta. J. Amado. t0-Trnves5ia, H. Lima. Estrangeiros 1-0 Exor ista. W. P. Blalty. 2 - Fernüo Ca­ pelo Gaivota, R. Bach. 3 - .-gosto 1914. ,. 'olje­ nitsin. 4-O Menino do Dedo Vereie, :'li. Druou 5 - 1Jirei que .embro ele ocê, W. P. Blatty. 6 - O 'rande Gatsby. F. s. Fitzgerald. 7- s Pos uidas l. LeYin. 8- Sexo 110 onfessionário, N. ;tle!l!i i.. U - 'etembro Negro, J. Hemiu:;way. 10-0s jogos ria 'iria. E. Berne. Per,;a pelo reembolso postal, qualquet· um dos livros aci:ua. Rua Barão do :'llel['U('o 112, 7 - C'uiabá ' . - Prefeito de ltpora Ariovaldo Maria Bento e ra. 1 Sr. João Lemes de Prefeito ::l!u;:icipal de Iãndia. $0:72. i!:o- Ti·i!Juna al. ou seja, físico, inter­ lectual, al'etivo, social e da !'unções especil'icas. Uma rlel'iciéncia em qual­ quer dessas áreaA pQde influir diretamente sobre o processo da all'abeti- zação, embora o papel mais decisivo caiba ao setor das unções espe­ eilicas, de cujo preparo depende o sucesso na aprendizagem da leitura e da escrita. O processo de de- s envolvimento das fun­ cõvs especificas inicia-se muito ·antt·s. ,;d(• o nascimento. A medida que se processa o ama­ durecimento psiconeuro­ lógico, a criança vai ad­ quit·iudo condições pum aprender a falar, a ler e u escrever. A aquisição de cada uma claR etupai; do sistema depende de um · 561 Caix:.i po:-.Lal 20 Porto lVIurtinho - Mato Grosso Foc'-3all de Jozá l.ttla. GUtrnlina - diesel - lavagem e lubril'icação ,1endc-Fe dia l' noite Bonilo ilato Gro so (Antonio João) Gn-ulina Dil'z,·l L1n n~l'lll Luhrificaç5o llorracharia bcrlo dia e noÍtc O Posto certo para o cliente exigente-. rÚonilo IE está de parabens... Arcanjo Pazcttc Inaugurou o novo Modernissimas Instalações ... (Realização Arcanjo Pazette) RES 1 1 Produtos Veterinários e Agricob. Rua Antonio :'llaria Coelho, 2G0 ~·c1. 92 Bela Vista - Mato Grosso Vacinas cont1'a toc).os os tipos de doenças para Bovinos Equineos, Suinos, Ovinos. u (Bella Vlst J FI L DEL ONIITO IGL - Parag ay) EQUIPO: JUG. GA. EP. l'EHI). CY. e.e J>AHAGL°,lll 10 í ., 1 10 tO l'(•rp 1·1110 . ocorro !O 2 I .11 19 :27 d,· Junho !O :; ·• .1 li 21 21 de eptiembre I0 3 3 1 .3 26 Lo- Pilotos 10 3 1 6 21 1 Sporl 2:1 10 O li 10 li íO IJE:ICIO~ l·l,L C:\11-'EO.,: l'HCl lll '2 TUO SOCOHllO I Goles de Migue! I-frán) GOLEALJOHl,S: Vireilio Jara (21 de 5etiembrel: I8 gole- Miá@l Ia-frin: (d'ar+gaa!si): 15 (6nlyenlo de-icion final CurlM lhrhozn (1',•qwt110 .·o<"••rrc,) 1 l (l:anaclor dd troft-n :d ricrrc). Cla11d,·111ir Pal11t'io, (27 ,1(- Junho) 1:1 ilurn·linn Duaru· (l'npt•tuu ·ocorro) J:l lrnn ria Sihu (:27 ,lt: J1111lu,) 9 Alhertu Flt•i1a, (L," l'iloto8): 7 VALLA MENOS E«i)A: Antonio Arder-on Perpetuo "o- corro) 19 goles ,taque 1n:i, po,il i, o: 27 Jc Junho: 7 gole­ 'alia 111::, , 11l11n,1hlr: !'-porll• Z:I: í0 !!Olt·• Equipo mas disciplinado No. de faoul-: Perpetuo ocorro 2» Ganarlor ,!.- la aclamación popular: >port 2} INCIDENTES: Epu!-ado-: O-car Corral- de Lo- Piloto- JnJo a!ife Tecnico d·I Dep. H'araguahi. Volle Y Ball F er.ninino EQüll'OS Jl"G. CAI'. PEHD. S.G. ~.P. PT:-. 27 ri,· Junho 6 •i 2 11 8 .J l'erpl'lllO ·ocorro () .) 2 11 ll 1 Sporl 23 6 :, 1 1.1 1 Flamenguinho 6 .: 3 9 9 .3 Incidentes: Expulsados: José Glauy Flores Te·nico del Fla­ na·n;zuinho. •t• la111t·11;.!t1Ínho ! t! rctiró cu la H:gunda nu·da f:1I~ tando cio, purtidu•. DECISIOX FINAL: Cxmpeo» 27 de Junho 2. Perpetuo 5o­ corro O Hccatulación Final 5.561,00 r Luz (D,·•pe;a,) ~.010.00 l'rS Total ~••r,il :-1~'>51.00 lrS l't . Fnul­ I6 3I H, 2.1 12 21 9 21 7 '29 O '21 PE PE.- UE 'PES :-i 2í cl.1 Junho l00.00 Hod d,· ,·.u. 2í0.00 l',·l01a, 200.00 Gra, a,·ione< 88.00 Total 938.U0 Tota Geral :-1.551,00 Dcsp,•sa, 9SlJ.oo H,·nda Li,,uida 2.S96.oo para la- l!ratl,·ria,. La Ít tima nochc fuc de-tina,la para la Comi,i6n Pro A~,·nte de l'olicin , la donaci6n líqui,la con-titu)Ó s:i6.oo Cr~. Hecauda<"Íon ele La Cantina para d l!rupo de JO cnr,: 1.200,00 CrS La Comi-ión Organizadora. MAT 000R0o 050 " asa de Carne - abate todos os dias ., "SERVIR PARA Crescer" Bonito - :'llT "Uma Organização Liel Jaques', SERRARIA CASTELO de Antonio Remo Peüzo Compra de Madeira Bruta e , enda de Madeira Serrada Antonio João - llt. ;.._ _ oocu PERDI O O :--r. Pcdt·o 'i<·•· lt Delvalle extraviou o dOt'tll1ll'U{OS dl' l'l<'Ulri de sua propriedade mar­ ea Komnbi, or Azul-Ara ra, chassi n"" B 305516 ,folor n'' BBt7:l:tilL Publicaçilo qu • l' l'az obtençlio de 1-Pi:;u11- da via. Bela 'ista, 10 tl .. go,•to de 1974. UP C ~ Duplicata u" ()(in. 'a­ lor 100.00 em nome de ,dmir ;Jornis com ven­ c.:imento uo dia 20 OS 71 Duplicata n" 007 2 ,· alar 120,00, em nome de Leopoldo ?ernaudes com Yencimento no dia 20 08 74. Últimamente, tem e falado muito em nost.al· gia, e Yocê sabe o que significa E.s a palavra? Aqui vai a del'iniçiio que eu aprendi com meu avó. Nostalgia é a saucta· de de .terJpo passados, como aqueles ano em que o clube Bela Yisteuse em sucesso. e que o pre-­ sideule do clube na épo­ ca. pós um enorme hÓlo­ fote no meio do sahí.o. e quando havia baile os ra­ pazes não podiam abusa, das mocinhas. A luz do holofote condenava os ati·evidos. KostaJgia é também aqueles tempos em que Bela Vista cres· eia rápidamente, um ano para frente, um ano par'J t:rãz. E ficava na mesma- E também aqueles tern· pos em que as mocinb3 5 de ontem, as solteironas ' de hoje, fazim pic-ruc ei:o volta do rio Apa, den~~ daqueles terríveis mr.1.10." inteiros, e que os mocl nhos rta época, imita,-~i:o formigas e... ai... belis cavam as pernas da fulanas... bá! aquilo " que er:::. pic-nic ... bel? Já dá para os ler gos tirarem uma b se da tão falada nos· tulgia. .Ségio Medeiros. Tribuna da Fronteira EDUCAÇÃO E TEMPO DE SIFRI 1 Um governo só promove o desenvolvlmeuto com a pu,·licipaçào do povo. Além das estradas por onde circulam as riquezas, e da eaergia que traz as indústrias, é necessária a t presença de cada cidadão no esforço de construir o progresso. Dar condições ao povo de integrar-se no progresso desenvolvimentista, é preocupação básica de um governo que pretende alcançar, com sua gente, um estágio econômico e social em que os dias sejam melhores para todos. ' A educação dá origem à mão-de-obra e prepara a cole'.ividade para receber os novo instrumentos do progresso. O Governo José Frngelli, fundamentado nessa certeza, implantou em Mato Grosso uma estrutura educa­ cional que já começa a demonstrar os seu frutos. A atual administração já implantou mais de 500 salas de aula, dentro de um programa que atingirá 1.000 uovas salas, resultando num acré elmo de 120 mil vagas em escolas mantidas pelo Estado. A expansão do ensino primário, médio e supletivo, aliada ao aperfeiçoamento e ;rormação de professores adequou o sistema educacional à realidade do nosso Estado e às exigências do· tempos moderno . Consolldando e adaptando a Universidade Estadual às caraclerlsticas da região, o Governo Jo é Fragell1 1 tornou aquele cenh·o capaz ele suprir :hl!~to Grosso dos técnicos necessários ao seu desenvoh-imento. No setor educacional, a diferença entre o passado e o prese 1te, mais a certeza do futuro, é demonstra­ da pela resposta dos números sempre acrescido e multiplicados no Governo José Fragelli, na sua busca de construir com o povo, os caminhos que estão levando Mato Gross) a seu lugar na História. COMPARE VOCE MESMO: 1970 1° e 2° graus: 258.000 alunos. Ensino supletivo: 2.800 alunos. Cursistas: 1.053 beneficiados. 0 1973 1º e 2º graus:: 351.000 alunos. Ensino supletivo: 52.000 alunos. Cursistas: 5.500 beneficiados. 1 O O JO f7 o GELLI CONSOLIOIÇÍO DE OBRIS DEFINITIYIS MATO GRO so "O Governo está a­ nalizando os aspectos po líticos e econômicos pa­ rv, então, decidir se ha­ v,•rú ou não a redivisão l<>,Tilorial de lllato Gros­ ·c,·•. anunciou o ministro João Paulo cios Reis Ve loso, da Secretaria de Planejamento ela Presi­ dênci.1 da República, ao falar à um grupo de em presários paulistas. Admitiu ainda o mi- nistro Reis Veloso que centro sul nós iriamos '.ilalo Grosso terá uma provocar problemas de dimensão excessiva a par ordem política. o que tir do momento em que não acontecerá com o r-: o desenvolvimento cio lado de ;lato Grosst>. Estado atingir um nível pois percebe-se no mo­ mais elevado", acrescen- mento o seu grande po­ tando que, se for neces- tencial, o que não ser úrio, a redivisilo ocor- viável quando i1quele fü; rerá agora, 110 Governo tado tiver uma alta de: Geisel, isto porque se ten sidade demográl'ica ,pe­ lasse promover o fraci- is ai então surgiriam gra: onameuto de uma unida- des problemas de ordem de federativa da região política e econGmica. Passado quase um mês do começo do fim do rumoroso caso waterga­ te nos Estado Unidos, a­ inda obra muito o que p2asar. Teria sido um ato ele exibicionismo dos ameri­ canos ou foi uma grande lição dada à humanidade. O simples fato de levar um homem à renúncia de um caso não representa quase nada, se analisado supezficia]mente. Mas o rato de levar o presiden­ te de um dos países mais desenvolvidos do mundo renunciar ao seu posto representa muito mais do que mostram as análises mais acuradas. Foi um caso tipico de ho- ne tidade. Mostrou que ninguém é invulnerável, que ninguém é insubstitu­ ivel, que ninguém repre­ senta tanto que nüo pos­ sa ser tocado. "Dos reis s' se toca a cabeça", dl::L, Cromwel há centenas de ano . 'ão se tocou a cabeça de Ni­ xon porque ele não é rei. Mas tocou-se num ponto chave de uma questão delicada: a honestidade de um homem, ainda que ele ocupe a presidência dos Estados Unidos. Que os inteligentes tirem o proveito do que puder ser aproveitado, O fato que já está pratica­ mente esquecido pela im­ prensa pode se converter c:> l~ ;:rsR1 '7 " ,, • "{; !1-J » numa grande liçüo para cada um de nós. O poder é a arma mais perigosa que existe. Quem nele es­ tá investido, se não for de um caráter forte. pode se converter nu n déspota terrivelmente t eigoso. E todos nós temos nossa pequena parcela ele poder. Basta para is­ to estai'mos i:westidos na condição de chefe ou líder ele uma classe, pre­ sidente, governador, di­ retor ou chefe de em­ presa, professor ou mes­ mo pai de familia. Não devemos nunca esquecer que um pai de família tem muito mais responsabilidarle do que imagina. Um presidente Ano III Bela Vista TEIR leio" p[ . · u , 1 1 ) O M.° FUY Dia de Caxias o culto das tradições da iátria. comemoramos a :2.í do correntb o dia do nascimento de Caxi­ as. Este culto é a mais autêntica prova de uuiãQ espiritual de um povo. E a coesão do organismo acional Reverenciando­ º· somos levados a me­ clilar no Homem- símbo­ lo que foi Caxias. Luís Alves Lima e Silva re­ presenta a união. a paz e a rraternidatle. Foi o mais oportuno de noi;­ sos homens ; ú!ilicos e, também, o ma_c; neces. á­ ria. Sua Yida foi trage­ tória de compreensão e tolerância, com um úni­ co objetivo qual seja de manter íntegro o solo Pátrio que' a todo o ins­ tante, era ameaça de de- integração. Caxias foi o mode­ lo do Soldado· Como tal no dia de seu nascimen- dirige os destinos ele gente adulta; gente que pode contestá-lo a qual­ quer momento. Um cl.Je­ fe de l"amilia dirige os destinos de gente que não tem ainda um ca­ ráter del'inido. Portanto é muito c:tais respon á­ ve!. O caso Watergate pode não ter grande in­ rluência na vida parti­ cular de cada um de nós, mas pode ser apro­ veitado como uma das grandes lições que a pró­ pria natureza se encarre- ga de nos dar de vez em quando. J osê Carlos Longo Dia do Soldado to, comemora-se o Diu do Soldado Brasileiro. Graças a esse Soldado ímpar que nos legou ta­ manlu bagagem de bra­ silidade. destemor e ci­ vismo, é que hoje nos sentimos á vontade pa­ ra tecer a nosso Exérci­ to, o 110 so 10'!R C. quando se comemora sua data: O Dia do Sol­ dado. A comunidade Belavis­ tenso se ufana de seu 10" RC. Ele já é parle do Bel?vistense. Sem e­ le seria. talvez, a frus­ tração de urr.a colefiri· dade. É por isto que que· remos prestar, através da pe soa do Cmt. do 10° RC, Ten. Cel. Ricar­ do Luiz B. Guimarães. as justas horne:wgens de um povo agradecido. quando se comemora e­ feméride tão grata. O soldado é esteio, guarida. sempre presec· te onde se faça mis" ter quer protegendo quer íiscalizaudo setores de caráter comunitário. Alegramo-os ao ver no Comando do Regímen· to pessoa que ti!o bem se­ gue a doutrina ele nosso inesouecível ru.ndador Paul Harris, sintetizada na frase por nós conhe­ cida: "DAR DE I, E PEN AR E:I l" e DA M1AIS QUEM SERVE MA I ••. Assim é o nosso 10º RC o nosso 'o)dado. Purabéns soldados do Brasil. É com orgu lho que o Rotary CIub de Bela Vista, sintetiza" do os sentimentos da co­ munidade, relembra tua data, prestando sigel' homenagem. D. B. COPALAR de Álvaro Pereira FcJões - Refrigeradores, Televisores, Enceradeiras, Rádios, Toca-Discos. Chuveiros a gás, Geladeira a Querozene, Gravadores, Discos, Fitas, Toca-Fitas. 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