COPALAR 
ele Alv. ro P reira 
ltefri~geradores, 'Televisores, Enceradeiras, Rádios, Toca-Dico, 
Gravadores, Discos, Fitas, 'Toca-Fitas, 
C( e o p ALAR a loja que gosta de agradar » 
Na 'OPALAR seu crédito é aberto na hora 
nua Duque do Caxíus. 1283 Fone 230 
Chuveiros a ts, Geladeira a Querozene, 
Móveis e Estofados em geral. 
Uclu 'i 1 	Mato Gro!so 
RIBUNI OI F 
- 
«ORCiAO INDEPENDENTE A SE o , A R 
FU DJDOfl IVALDO PEREIRA 
.JNO JlJ 	Bela Vista - Mt 	20 de Outubro de 1D7-1 
C! 
CC' 'TI!IU E 
A populaçüo está 
reclumaudo, e com ru­ 
züo, da !'alta de uma 
nmbultlncia para aten­ 
der, principalmente, os 
doentes menos favore­ 
cidos. Nu última quinta­ 
feira, um cn o "estarre­ 
cedor" foi presenciado 
por inúmeras pessoas. 
Umn enhorn com o ri­ 
lho nos braço , altas 
horas da noite, procu­ 
rava uma conduçüo pa­ 
ra leva-la ao hospital. 
O seu filho, carne de 
sua carne, estava à 
morte. Ela em altos bra­ 
dos. pedia "pelo amor 
de Deus"... enhores: es- 
se tipo de "acidente" 
nüo pode acontecer em 
nossa cidade, conhecida 
Desde o dia 17 elo 
conente estão sendo 
realizados comicios pro­ 
movidos pelo Comitê da 
ARENA, entrando em 
contato direto com o 
eleitorado de Bela Vista, 
fazendo propagandas de 
seus candiclalo , entre 
eles Paulo Castro Pinto 
-Tribuna da Fronteira• ouviu durnntc a semana, 179 
pessoas, para a primeira pesquisa eleitoral, e os resultados 
foram os seguintes. 
PARA ENADOR 
Antonio .'llcnclcs Cnnnlc (,RE.."IA) 
Vicente Bezerra eto (MI.D.B.) 
Indecisos 
63 votos 
91 'OIO:' 
25 eleitores 
PARA DEPUTADO FEDERAL 
Uhaldn Uaré111 (AHENA) 
valer de Castro [.D.B.] 
'ntonio Carlos de 0liveira (MDB) 
,atuo Muller (ARENA) 
!.opcs Lins [AHENA) 
Gareia_G6es [ARENA] 
'itor Eu::cmo [AHENAI 
PARA DEPUTADO E TADUAL 
l'nulo Castro Pinto ARENA 	96 votos 
Huben Figueiró ARENA 	Il votos 
Li1indo Á<is Godoy ARENA,. 	32 votos 
Horácio Cerzósimo de_ouza ARENA l voto 
ela-tiio de 0liveira Barbo-ires ARENA l voto 
llcnriquc Pires de Freitas MDB 	8 votos 
·cr;::io Cruz :!0B 	2 'Otos 
13 votos 
8 otos 
2 votos 
}2: "OtU!1 
l5 votos 
3 voto 
71 ,·otos 
pelo alto espirita allru­ 
isla de seus moradores. 
Autoridades... Solução. 
para Deputado Estadual 
Vitor Eugênio para De­ 
putado Federal e Men­ 
des Canale para o e­ 
nado. 
Presidente: Ten. Ci­ 
ro Benhur Torres Gallo 
ecrelário: r. Genil As­ 
sis. 
Agente Financeiro Ad­ 
junto: Gilberto Alves 
Correa. 
Agente Financeiro: t oe­ 
di Leite Laranjeira. 
Agente de ~lobilizaçüo: 
Sr. Ulisses Pinto de Al­ 
meida. 
Adjunto de iiobilização: 
Cap. Manoel Luiz Val- 
O povo da Vila No­ 
va continua marginaliza­ 
do no contexto social de 
no;;sa cidade. as recla­ 
mações l'eitas por inter­ 
médio de nosso jo mal, 
não surtiram efeito. As 
autoridade: "fizeram vi - 
tas grossas» ao: pêlos 
dos sofredores habitan­ 
tes e tudo] continua na 
mesma. Os "inl'eruinho •• 
em plena atividade, as 
dez Castro. 
Agente de r1.poio: Ten. 
Jone Moura do Amaral. 
Agente Pedagógico: Srla. 
Zulmira Ossuna. 
upervisor iluuicipal: 
Srta. Zulmira Ossuna· 
Nos !) postos em 
runcionamenlo a Comis­ 
são vai alfabetizar 
101 alunos. Foram entre­ 
gues ainda títulos Elei­ 
torais. 
badernas e os atentados 
a moral pública continu­ 
am. Vamos "aguardar as 
providências" parn brevtJ 
e caso ninguém lo me 
posição... A Ili 'TÓRIA 
SER.A DIFERENTE... 
E teve em nos a ci­ 
dade. a convite da clas­ 
se polilica e produtora 
do municipio, o candida­ 
to à Deputado Federal. 
Vitor Eugenio, sendo 
muito bem recepciona­ 
do. O ex-As essor de 
Pedro Pedro sian, man­ 
teve viva pule tra so­ 
bre as eleições de no­ 
vembro próximo e dia 21 
do corrente e tará nova­ 
mente em no a cidade 
para novos contatos. 
F 
PAULO C. STRO PINTO 
ADVOG_ADO 
=lRENIÁ N° 15= 
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Mato Grosso 
LEHI E JISSINE 
Tribuna da Fronteira

'l'rlhuna <la Fronteira 	J;ciu. 'l ta .n 
l!lil 
Juizo de 
Estado 
Direito da Comarca 
de Mato Grosso 
do Cartório 
O Doutor Simão Aurelia 
11n d,• Barro, Filho, Jrriz cl,· 
l)ireito da Comarca de Bela 
Vi-ta, Estado de Mato Grosso, 
1111 for11111 cln lei, ete. 
Faz saber aos que o pr,·• 
ente Edital virem ou dele con 
hecimento tiverem, que por 
sentença deste Juizo, datada 
clt· OU de 011t11hru dn C'orrl'11ll· 
11110, foi Dl'nctncln n ln,ol'1:11 
eia do r. Juvenal de ouza, 
hra .. ilciro, viuvo. (·riaclor, n·:1i 
dente nesta cidade, cuja /.l'II 
tença é do teor seguinte. 
Vistos, t·tc .... 
l • Jltnir <lc 50111.11 e Ali 
cio <lc ouza, qualificados nos 
nulos, por seu advogado legal 
mente habilitado, t·o111 funda­ 
mcntu 110 urtigo l.15~ <lo Cú­ 
digo Civil ele o artigo 75t do 
Código de Processo Civil, re­ 
quereram contra Juvenal d e 
ouza, qualificado nos autos, 
n ,lcclnração de sua insnhên­ 
eia, alegando o seguinte: l - 
(Que tramita por este Juizo c 
Cnrtório ,lo 2_l Oficio 1111111 A­ 
ção de missão de posse, já em 
fase de execução de entença, 
intentada por C,·fur Aarur e 
sua mulher contra Juvenal de 
Souza; 2 . Que é notória a in 
sol'eênci11 do dc'cdor, e II j as 
tcrrns pcnhorn<las não cobrirão 
o 'alor de seus débitos frcn• 
te 110 quadro de credores • o 
c)..cqucntc e os suplicanes - am 
hos credort's lc:,:!timos e cm 
partes iguais, frente ao deve­ 
dor isolvente; 3 . Que os supli 
cantes são credores cio cxccu 
tu,lo, por t_ltulo liquido e cer 
to, que exibe, a ,nbcr: n) For 
mais ,h: Partilha de ambos os 
suplimplicnntcs, onde ficn m 
delineados com exntidilo seus 
havcre d,· 53 (cinqucntu e 
trcs.) reses, uindn não recebi­ 
das do de"cilor; b) Declaração 
do J>róprio 1lc,·cdor rcconhe 
cen o e confessando sua dh·i 
dn para rom os suplicantes. 
Finahncntc, en1 vez de rcquc 
rcr a citação do devedor, re• 
querernm a citnção do credor 
excqucntc., a fim de ncomµan 
hnr os termos tio concurrn ele 
crcdore, requerido. Instruindo 
a inicial acosturrun à mesma 
os documentos <le fl,. 4/9 dos 
autos, pertinentes as suas repre 
:-cntuçQc5, uo::: titulo!-, exccuti 
voe e judiciais e n dcclnraçào 
,lo dcn:dor. As fie. 11 do au­ 
tos vê-se o despacho ordinató 
rio, que foi cum/1rido nos ter 
,nos petição tlc Is. 12, ocasião 
em que íoi!rcqucridn en: ndiun 
t11mento n citaçilo do de, edor. 
Hc:::ularn1cntc citado .. o deve 
eh r uão ofcrc.:u cm burgo, tcn 
Ju :,p •nns pela petição ,lc fl,. 
16 dos uutos cledarnclo a sua in 
~ol'ência e concordado cont o 
concurso de eredor.:s, Pelo eles 
pcho d • fls. 18 dos autos tle 
tenninci o apensamento dos 
autos ria Ação de Imissão de 
Posse requerida por C e í n r 
,rnl e ma mulher contra Ju 
H·nul de Souza. Cumprida e • 
--a diligência os aulos, icram• 
me conclusos para Sentença. 
2" 
de Bela Vista 
Oficio 
EDITAL OE INSOLVENClft 
Ilelatei, Fundamento e 
decido. 
Examinando os auto, 
constatei que os exequentes 
ão credores por titulos ee- 
cuti,os judiciai~ rontrn o dc­ 
vedor, representados pelos 
formai• ri,• 1'.1rtill1a tlt• fl.,. 
5/B Jo, autu-, titulo- este, 
previsto no artigo Sll, ini-o 
V <lo Cúdi:;n ,h· l'ron•-<o Ci­ 
vil. Outrossim, o devedor foi 
o inventariante dos bens dei­ 
ados pela de cujuas 0ilde­ 
Pereira de Souza, estando as­ 
sim os credores amparados 
cnntrn o devedor- inventari 
nntt·, 1101o1 tt•r1110:-i: do rnrn~rafo 
único do artigo 581 , o C.P.C. 
Conforn1e consta tio dilculo 
de fls. 21 rios autos l'lll 11pc11 
o, o deve«do deverá pagar à 
Ccfar Aral e sua mulher a 
quantia liquida e cerlu de CrS 
296,160,H0 (duz .. ntos e noen 
ta e seis mil, cento e sessen 
ta Jcrui.t.·iroF- e oitenta ,·cntn 
vos), sendo que as terras per 
tenentes aos devedor, numa 
área de 33 hectares, fl-. 62 
elos uuto~ c1n npcnF-o. fora111 
aval inda, n razão de Cr' ... 
1.300,00 (11111 mil e trezentos 
cruzeiros) o hectare, dando o 
totnl de CrS -~15.900.00 (qua 
troccnto~ e tttmrcnta e cinco 
mil novecentas cruzeiros) e 
nestaF- contliçõ1·s sobrurin CrS 
1-19.739,20 (cento e quarenta 
e nove mil, setecentos e trin 
ta e nove cruzeiros e vinte 
centavos] para o pagamento 
,los herdeiros rcquerl'ntes da 
insolvencia do devedor. que 
leem o direito de receberem 
ca<ln 11111, igual importância 
que será paga a Cefar Aral 
e sua mulher. pois O!' titu 
]os executivos F-lto idcnticos. 
Pela cleclarnção de fls. 9 dos 
autos, o proprio devedor re­ 
conhece o seu débito para 
corn os cxcqucntes e rcquc• 
rentes da sua insolvência, não 
se opondo n instauraçilo do 
concur5o de credores. nos ter 
mos <la petiçiio de fls. 16 do 
PARA DEPUTADO 
FEOERDL 
GIRCI GOES Nº 
(ARENA) 
211 
auto,. Hcgularmcntc citn<lo Dr. imào ,. de lhrros Filhos 
no presente processo de cxe 
ução, o devedor não opo­ 
t:rrrbar;:o, prrra ilidir o pedido 
,lc irr,oh t"IU-Í:r. ('l)ITIO 11 ... r., 
culta o artigo 750 do CP.C., 
t<·11rln cleclaradn, L''JHmte •lia, 
11 irrsol,i'n.-ia 11<1 item I' ria 
petição de fl,. 16 do, uuto•. 
() petlido cli- i11-oh encia ,lo 
devedor encontra amparo le 
gal no urt i:,:o 1.5:i I rio C6digo 
Civil ele o artigo 754 do C. 
P. e., estando devidamente 
instruído com os titulos ee 
rntirns judiciai, de ri.. .J/8 
do- autos. Expó-itis, julgo pro 
c,·,h·ntr o p,·rlido d,• in,oh t·n 
eia do devedor Jun,nul de 
ouza e com fundamento no 
nrti:,:n 1.551 do Codi:,!<> Ci,il 
clt· o artigo 75 l do Codi;:o 
tle l'roce,;:o Ci, il, 
1
dec·laro a 
sua insolvencia. Com funda- 
111ento 110 artigo 761, incii;;o I 
tio C. l'. C., 110111,·io udminis 
trudor da Massa dos bens <lo 
,lc'c<lor i11,oln:111c, o Sr. Ce­ 
fur Aral. que dc,·crá prestar 
o compromisso legal no prazo 
de vinte e quatro horas. os 
termos do artigo 76l, inciso 
11 do e. P. e.. l'uhliquc-sc E­ 
dital, con,·oc:111c o os credores 
para que apresentem, no pra 
zo de vinte dias, a d .. claruçào 
dos credito,, ncompanhuda 
dos rcspecti, os título,. Arhi 
tro os honorários advocaticios 
em 2) por cento (vinte por 
cento) sobre o valor da execu 
ção. Custas cx-lc~is. P.H.I. 13e 
la Vista, 08 <le outubro de 
197-~ (as) Dr. Simão Aureliano 
de Burros Filho • Juiz de Oi 
reito. Dado e pa»ado nesta 
cidade de Bela Vista, Estado 
de Mato Grosso, no, quatorze 
clins ,lo mcs de outubro do 
ano de mil nO'Ccentos e se 
tenta 'quatro. Eu, Goethe 
Escobar Nuncs
1 
Escri'ào do 
'c:,:nrnlo Oficio, o fiz datilo 
grnfar, subscre'o. 
Juiz de Direito 
PARA DEPUTADO 
ESTADUAL 
Horácio Cer- 
zósimo de 
Souza 
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Trituna da Fronteira 	n. 
R PUB. ICA 
T 
CD 
DERAT IV A DO BRASIL 
G 
RC DE 
Cartório do Registro de Imóveis 
Dinah Ururn Escol.nu·, 
Oricial do Registro de I­ 
móveis desta e ida d e e 
comarca de Jardim, Es 
ta<lo de Mato Grosso, 
na forma ela Lei, Etc ... 
Faz Público, que ro­ 
mm apresentados em 
Cartório para exame dos 
interessados,cle 0onforrni 
dade com o Decreto Lei 
nº 58 de 10 d e z em b r o 
de 1.937, com os mesmos 
requisitos do artigo 1 ° cio 
mesmo Decreto Lei n 58, 
regulamentado pelo De­ 
ereto n 3.079 de 15 ele 
Setembro de 1.937, o 11le 
morial e demais papéis 
e documentos relativos 
u venda de terrenos em 
lotes que compreende o 
imóvel denominado «Vi­ 
la Coronel Camisão», si­ 
tuada na Zona Urbana 
desta Cidade e Comarca 
de Jardim, Estado de Ma 
to Grosso, que tinha a 
denominação de Cháca­ 
ra nº 10, de ta cidade de 
Jardim, com a área de 5 
Ha. 6.190 m2. compreen­ 
dendo-se o plano de lo­ 
teamento de 6 (seis) qua 
eiras. sendo quatro ( 4) 
quadras regulares e duas 
(2) quadras irregulares, 
ficando assim demarca­ 
das Quadras n 1, com 5 
lotes irregulares; Qudra 
nº 2, 5 lotes irregulares, 
Quadras ns 3, 4, 5 e G, 
com 14 lotes regulares, 
cada uma perfazendo .º 
total de sessenta e seis 
(GG) lotes e quatro (4) ru 
as projetadas, dentro dos 
seguintes limites, Ao Nor 
te" com a Rodovia Fede­ 
ra'i BR-267 - Jardim-Por­ 
to Murtinho; ao Sul, com 
a Chácara n 11 ao Les 
te, com a chácara nº 
9 
e ao Oeste, com a Chá­ 
cara n !6; de proprieda­ 
de do Sr. Carli to Haer­ 
ter; para efeito de decor 
rido o prazo de trint 
[30) dias da data da_ ul_ll 
ma publicação do Diário 
• Oficial do Estado e ua 
ausência de terceiros ou 
deste Oficio, proceder-se­ 
ú, o competente regis- 
t
. •]O 
t ro que trata o ar igo -- 
§ 12 daquele Decreto. 
J ROi 
Dado e pa sdo nesta 
Cidade e Coma r cu d e 
Jardim, Estado de Mato 
Grosso, aos quu tro d i u 8 
do mes de Outuhro do 
uno de mil novecentos e 
e setenta e quatro. Eu, 
Diuah Brum Escobar. 0- 
ricial do 11cgistro de I­ 
móveis o fiz dutilogrn­ 
rnr, subt;crevo e as si II o 
em público e mso. 
p DEPUJ D E TDOU L 
HEHRIQ E IR 
ITAS 
DE 
ADVOGADO 
ESCRITÓRIO Rua General 0-6rio. 825 
Bela Vista Mato Grosso 
Vendemos: SI 
1
GER - Damos: AS ISTÊ~CIA 
SOMOS: 
CASA DS MAQUNAIS 
Jardim e Bela Vista 
Dormitórios, estofados, copas formica, peças 
avulsos. 
Crediário Moleza é com a Ca a das Maquinas 
MDIIE E E#R­ 
CIO li( C(l(IIS Antonio oão 
Vendas por Atacados no Varejo 
Antonio João Mato Grosso 
íJfID 
CARTÓRIO DO lo OFICIO 
Eu José Avelino e Silrn. 
Oficial do Hq:i,tro U<' Prole• 
tos da Comarca de Bela i­ 
ta, do Estado de Mato Gro--o 
nu forma ria Lei etc. 
Faço saber aos que o pre 
sente Edital virem ou dele 
tivcr-crn conhecimento que se 
encontra cm meu Cartório. à 
ruu Coronel Dias, n.0 948 nes 
tu cidade le Bel Vista Mt.. 
para :l'rott:slos, por falta de 
pagamentos e aceites os 'se­ 
guintes titulos. 
a) ;Duplicatas Apn,,t·nta 
da pelo Lbnco do fllrasil SI A: 
1 • Duplicata n.o 512. 
Valor. CrS l.717.-11. 't:nc. :10. 
09/74, contra Luiz Carlos de 
Souz.,. Emitida pela Firma , 
dum lnd. e Com. Lda. 
Duplicata n.o jCG l.369-2 
valor cr::, l.101.H vcnc. 30-09- 
74. Emitida pela firma oguei 
ra, Fioresi & Cia. Ltda. con· 
t.ra Luiz Cario; de Souw. 
3) Duplicai.u n.o 8.753. 
velor crs 286,77 nec. 30.9-74 
Emitida pela finna Noo·ueirn, 
Fioresi & Cia. Lda. contra 
Luiz Carlos de Souz.L 
Duplicnu, n.o -lll.019 va­ 
lor crS 1.113.20. vene. 26-9-71 
Emitida pela [firma Metalúrgi 
ca Dinafloy_·.A. 
b - l 1tulo apreseni.udo 
pelo Banco ltaú a fa,·or do 
ITICSJTIO. 
Notas Promissorias n.os 
8132552 e 8132553. valor crS 
301,27 e crS 301,27. ,·en. 17-8 
74e 17.9-74. Emitida por Ho 
gerio Pni,a A"nlizndo por Ed 
mundo Benites 
2) Notas Promissoria­ 
n.os 1-9, 2-9 . 3-9. 1-9, 5-9, 6.-9. 
Valor crs 162,27 cada uma. 
enc. E3-1 13-5, 136, 137, 
J:3.IJ. U-9-U. Emi1ida por 
llurnct 'or;:as da Ho-a. Ava 
lizada por José Ferreira Ibm 
bil. 
c) Duplicatas apresenta 
da- pela firma Copalar, a fo 
 or da mesma: 
Duplicata- n.os 056/F. 
056/G e 056/JJ. Valor ] I0.00 
cada uma. V cnc. O 1/01171. 
01/174 e 0MI2/II. Emnitida 
por Copalar. Contrn Geroldi 
no Vieira de Almeida, 
. E por não ter ido pos 
ivel encontrar os Emitentes 
ou sacados dos titulo. referi 
do•; P<'_lo prc;erlle Ediwl que 
era afixado no local de cos 
tume e publicado pela im 
prensa local intimo-os para 
pagarem a importância dos 
mencionados titulos acresci 
dos da- despesas legais, ou 
darem razão de sua recu-a, e 
ao me:--1110 tempo, na falta 
de pagamento ou compareci 
mento, notifico-os do compe 
tente protesto no prazo legal 
Bela Vi-a M., 15 de 
onruhro de 1.97-t 
Oficial do Re:;;I·tro de Protes1os 
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Trihuna da Fronteira 	l!cla 'j ta MT 	20 de Outubro de 1974 
QUEM É BEZERRA NET 
SEU CURRICULO 
-- Advogado em Co­ 
rumbá, onde se dedicou à po­ 
litica. Em mais de um man­ 
dato foi Deputado Estadual, 
havendo ido Presidente da 
A-embleia Legislativa de Ma 
to Grosso. 
2 - Eu, 1962, após qua­ 
tro anos de afastamento vo­ 
luntário da vida lr·:,:i;lntivn, 
teve que aceitar o lançamento 
de sua candidatura ao bienalo 
1la Hcpúl,lil'n, Fc11<Io cnlào 
eleiw. 
3-- Teve atuacão de-ta 
cmlt, 1111 C'1111arn ult,;. O Dr. 
Vin·nte Bezerra Neto fui 111c111 
hro titulur ,IM trc• princ-ipais 
Comissões do Senado da le­ 
púhlica. A Co111is,iio de Cons 
tituiçiio e Jmtiça, a Comissão 
de Finanças: e a Comissão de 
fü·luçõe; Extcriorc,. 
I 'Teve atuação lesta- 
cada, no Scnuclo, o que é do 
co11hceimcn10 do povo, por 
qunnto quase todos os clins o 
nome do Scnudor Bezerra Nc 
to, de Mato Grosso, era ouvi 
do na '01. ,lo Brasil l" lido 
na imprensa do Pais, 
5 - lnumeros Fâo Oi' 
seus projetos aprovados e suns 
intervenções e pareceres: 
6 - No 1,:0'l'íllO C,1stclo 
Branco, u com itc do chance 
kr Jurnci :.tar"ªlhics, viujou 
em missão po i1ica no Peru. 
Chilr, lloliviu, Argentino e 
ruguai. Falou no congresso 
da uolivia e foi o orador, em 
nome dn delegação brusilcira, 
11•1 ulmoço oferecido pelos di 
retores de jornais da Argcn 
tina. Nesta ocn,ião ddcncleu 
a criação da cmprcl"-n multinu 
cional siderurgica para os pai 
ses d11 B,cin do Prata. 1· oi 
condecorado pelo Presidente 
F,luarJe Frey, cm dez Jc ou 
tubro de 1966, como oficial 
da Ordem Nacional do Chile, 
e no mesmo mes e ano pelo 
Prc~iclentc Ong:ania. con1 o 
grau de Oficial da Ordem Ns 
cionnl da Argentina. 
7 Foi presidente da co 
missão do Congresso Nacional 
que elaborou u Lei do Fundo 
de Garantia do Tempo de Ser 
vic;:o, ~cndo autor :du cmcncln 
uprovarla que incorporou na 
lei, co111 urn si~tcmu especial 
ele opção. os empn•;::udos 
dc ,lcz unos de serviço. 
B Foi prcsiclcnte da Co 
missão Especial da Câmara e 
,lo Senado que elaborou a 
atual Lei de lmprcn:;n. 
9 Teve atuação destaca 
,la na elaboração do E,tatut•• 
,la Terra e da l,:i, n 4.917, de 
ahr il de 1966, imeriu vário:< 
dispositivos, de sua inicintint 
e nutorin .. rc;;;nlnndo a concc:­ 
:-:~o de t.erras nn faixa de fron 
tcira, •lctcrruinando (JUC 05 
processos, milhares, paraliza 
do .. Ih> Sc.r,·içu de Patrimônio 
da t.:niào, fo:;:<crn lran~fcridos 
p:,ra o l bra. e que as concc:,; 
:--õc:; ao invcs de serem por 
aforamentos, o fossem por 
, crutn, tlc acordo con1 a filo 
,olia ,lo Estatuto da Terra. 
lu 1nesrna lei .. o ~e11:11lor 
 i.:,·rrt<' Baerr-.1 Neto incluiu 
" <•onfirna:u;iio. pelo lbra, hoje 
era das concessões feitas pe 
1,, E,1.lllo na faixa ,lc frnntd 
ra, e regulou a legitimação de 
posses (art. 5.o). 
Na ;:cssào de 16 de abril 
,lc 1966. o ilcputüdn l'achcco 
Cha,c, liJcr mrnli,tn de São 
Paulo, em importante diseuro, 
,·hanmrn a atenção para o fato 
,I" t'flr<•nila Jc autoria Jo Scn. 
lk,.,•rrn N,·11,. aprt'•t·rotuda ora 
di-cu--ão do E-tatuto da 'Terra 
serem depois aproveitada pelo 
Pn·,id('nt,· Cn-1,·lo Hrnnen para 
pruj,·to do ~n, .-rnn. ,·011, cri i,lu 
1:111 lei. 
11 • convitP do .li11i,- 
tro dn, H,•lat;ties E,tt'rior, do 
governo Costa e Silva, senhor 
:.tn~nlhic~ Pinto parti,·iptlll "" 
delegação brasileira à conferên 
eia da UNC'I'A D 11, pai rorin:a· 
dn pelus N:11;,ic,i • nida. relati­ 
vas às relações entre países de 
envolvidos e paises sub-desen 
voh idoF. A Chnf,·rcncia reali­ 
zou•H' ern N. D,·11,i, nu ln<lia, 
onde o cn. U,•z,·rra Nct o fi 
cou dois meses, obre os tra 
halhos ali publicou o Ft'na,lor 
Dczcrra 
1
l'lo; junlo coru o !-t: 
nurlor Antonio Carlos Konder 
HciF, o livro editado pelo e­ 
nado- :liFFiio t'lll No,n Dclhi. 
12 . Participou dos tmhnl 
hos dn comis,iio <1uc clnborou 
n lei do PIS - 
Plano de I ntegraçilo So 
cial. Dne cinco emendas npro 
vedas duas cra111 de sun :uuo 
ria, e outra rejeitada foi con 
'crtidn pelo Go'crno. na 1,·i 
que criou o l'nscp. f: nutor da 
cmcndn que incluiu no l'IS ns 
empresas com incentivos fiscais 
,. di,pe11cuclo•, por JH'riudo-, 
do pagamento do imposto de 
re11rlo. 
l'uhli (Ili n111 li,ro. prb 
Editora Sarai,a. n n·,1a•i111 d,•, 
lt• a, ... 111110 <'0111 o titulo "A 
Enrprp•a e· a l'nrt i!'ip,,,Jo do 
Empregado" PIS e PASEP, 
t:l f~ uutor do li,r,, O 
estrangeiro na- leis do Dr-il", 
,·clit:ul,i p,·la Fort"n'<', (1970). 
esgotado, e cuja egunda edi 
,;:iu, ampliado. ,•-t:, 1alt;n1a1ulo. 
EEll' li, ro tc111 u nprc-,·11ta<;:l11 
rio ·nurlor )!em de '{,, 111i 
nistro da Justiça do Governo 
Ca,tclo Brnnco. o qual de-ta 
ca a atuação de ieente e 
zerra i'icto, no enado da H,· 
púhli,·n. 
Tratou permanentemente 
dos problemas <1.: )l:110 Gro<;.n 
tais como a que-tão do eafé 
matogrossense e sua comi-ão 
no I UC, bem como ,eu cm 
barque em Porto Esperança 
cFlrudni,. pccuárin, at·roporlu, 
agricultura, produção, preços 
minimos, fronteira, navegação, 
ocupu"iio de terrac e rnuito!­ 
outros, como se , ê tio indu 
,:o ,. profuso caderno forneci 
do pelo Senado. 
, 
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'cndn só 
Huu l'uraná 
Ovalado Argentino 
no ntuca,lo 
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EUG 
A 
Do 
Do 
Do 
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EX. ASSESSOR 
Secretário de Eduraçüo e Caliura de São l'aulo 
l'rofc,sor Vulhio Giali 
Prefeito dt• São Paulo 
Brigadeiro Faria Linrn 
Pn·sicl,·ntc Jiinio Quadro; 
Governador Pedro Pedrossian 
Ex- Conselheiro da Associação dos Empre­ 
sários Agropecuarios da Amazônia. 
Membro da Associação dos Diplomados da 
Escola Superior de Guerra (ADESG-SP) 
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M JOVEM EMPRESARIO QUE D S 
NT SUOOE IE 
SE E,creveu: l!ÊLIO Ll~ITE 
lato Grosso, da última 
década para cá, sofreu 
um grande impacto no 
seu processo de desen­ 
volvimonto, e um dos 
grandes setores que tem 
conlribuido para o êxito 
dessa moderna l'ilosol'ia 
que empolga todos os 
que aqui trabalham, 
a iuiciativn privada. 
A iniciativa privada 
em sua nova concepção 
de iuvestímentos tem cu 
nalizado a presença du 
juventude, da mocidade 
séria e dinâmica, que 
mugnificos frutos nos 
te,n proporcionado nos 
mais diroren let- setores 
empresariais, exemplos 
vivo: de sa a ·sertiva 
vamos encontrar, no jo­ 
vem empresário «lvaldo 
Pereira», aquele extra­ 
ordinário valor que no­ 
vas luzes está oferecen­ 
do a mfril"icu Bela Vista, 
lá na divisa com o Pa­ 
rguai, com o seu ano­ 
jado espirito de empre­ 
endimento e acendrado 
amor à terra que tão 
bem o acolheu como um 
dos seus legitimc,s filhos. 
O e,mpresário Ivaldo, 
acalentando em seu ide­ 
rio, a inplantação de 
um órgão de Imprensa 
naquela cidade, comple­ 
tamente ·em condições, 
ali fuudou o seu primei­ 
ro jornal, porque ele _con 
fiava e acreditava que 
aquela portentosa terra 
haveria de oferecer-lhe 
as perspectivas de dias 
melhores para a concre­ 
tização do seu sonho. Lu­ 
tou, enfrentou todos os 
tipos de dificuldades,_.ª 
sua inquebrantável i e, 
rêz com que vencesse e 
como venceu o moço. 
Hoje, Ivaldo, para_ or 
rulho seu e dos próprios 
brlavistenses, ampliou o 
seu jornal, montou ali 
uma grande indústria grá 
fica que atualmente vem 
servindo aquela cidade 
e toda região do sudoes 
te matogrossense._ Em 
sua crescente aspiraçuo 
de prestar uma vahosa 
colaboração ao desenvol 
vimento de 1lalo Grosso, 
Ivaldo funda também nas 
ciJades de Jardim e Si­ 
drolúndia, um órgão de 
inprensa, que até hoje 
vem informando e orien­ 
tancto 2 opinião pública 
desses municípios. parti­ 
cipando desta forma do 
seu desenvolvimento. 
Valores como Ivaldo Pe­ 
reira, é quese deve apro 
veitar em outros setores 
de atividacles do muni­ 
cípio, que com sua ju,· n- 
tude e arrojo muito po­ 
de oferecer para o pro- 
gresso e o IJcm estar da 
comunidade. 
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Erul. em Ileb "isti • Ru1 Scbo,ti:io Cri,pim d<> Rc~o. 3.~:I 1 
1 
} 
Feira de Ciência- de BELA 
,- Educação cie11tifi­ 
ca é de grande utilidade 
para a couduta humana. 
pois liberta o espírito. 
disciplina o pensamento 
e esclarece o raciocí uio; 
inl"uacle o intere • e pe­ 
lo estudo vi ando o sa­ 
ber, o de ejo de conhe­ 
cer, a alegria de pro­ 
gredir. 
Para haver Educa­ 
ção cien1Hica, o profes­ 
sor deve levar o aluno 
desde a 1ª série do 1º 
Grau a pensar cientifica­ 
mente. 
Sabemos que com­ 
preendendo o devido 
valor que se deve dar 
às ClE'.CIAS. é que o 
Departamento de Cultu­ 
ra e A sistencia aos 
Educandos da SEC, atTa­ 
vés do Departamento 
Cultural da Delegacia 
Regional de Educação 
e Cultura, valoriza, es­ 
timula e divulga a ex­ 
periencia e traballlos 
feitos pelos aluno pro­ 
movendo a FEIRA DE 
CfENClA . 
A Feira de ciencias de 
Dela Vista coordenada pe 
la Diretora Leuir Godoy 
Bazzan. e coluboraçJ.o 
e orientação dos profes­ 
sores de Ciencias, (quo 
compreende as ciencias 
físicas, biológicas, mate­ 
mática e programa de 
Saúde). foi um verdadei­ 
ro sucesso. 
Vimos e anotamo. 
a perfeita organização e 
desenvolvimento. Traba­ 
lhos valiosissimos. e de­ 
monstrações feitas pelos 
alunos par-a os visitan­ 
tes apreciarem. 
Observamos que 
existiam trabalho ela- 
borados por alunos de 
todos os níveis do 1º e 
2º Graus, com a partici­ 
paç;1o pe todas a • ecco­ 
las Estaduai . Municipais 
e Particulare _ 
A Educação Moderna 
vem realmente de inibir 
oi- aluno . proporcionan­ 
do-lhes a auto realização. 
Os PARAB&' • da 
Tribuna da Fronteira aos 
organiza d ore- e partici­ 
pantes. 
SERRARIA CASTELO 
de :utonio Remo Penzo 
Compra de Madeira 
Bruta e Venda de 
Madeira errada 
Antonio João t.

Trihuna da Fronteira 
ela Vista 
20 de Outubr <lt' 1 ffi 1 
llS MlllS ELEGllNTES DE BELA 
Entrevista das Sras Rosalina 
Rosalina Mendes Gonçalves 
Rosalina llendes é 
casada com· o pecuaris- Rosalina: Sou a fa­ 
ta e grande desportista vor, porque dá oportuni 
e incentivador dos jo- dade às· pessoas de co- 
vens belavistenses. meçarem novas vidas. 
Aloisio lI.Gonçalves; ' Ceéilia: Sou a favor 
Dedicada. à sua graciosa do divorcio. llinha opi­ 
filha Lucia, inteligentissi- • nião é que toda mente 
ma no setor de trabalho, e tocto· o povo desen­ 
uma otima anfih;iã, é volvido aceita de cora­ 
bastante esportiva. Ele- ç,ão aberto. 
gante. destaca-se em 2 O' que acha de 
qualquer ambiente. . mais importante no ho- 
Cecilia llorais é ca- mem? 
sada com o pecuarista Rosalina: O mais im 
e piloto Edson Morais portante no homem é in 
grande desportista • de tegridade moral. . 
polo. Otirr.a esposa e Cecília O mais im­ 
educadora de se.us pirn- portante no homem é sa 
l olhos Izabela, Patrícia. ber ama-lo corno ele é 
Vinicius e Lorelai. E cóm seus-defeitos e suas 
u:.na das senhoras que qualidades. • 
mais se destacam na 3 Concorda com a 
sociedade belaviste!}_sê, educação rooderma· para 
ótima anfitriã e simpá- os filhos? Liberdade to- 
tica aos que com ela tal? " 
convive m»,' • ,·, Rosalina:- Prefiro a 
. 1- Qual a sua opl- educação dos·•filhos a 
nião a respeito do di- • antiga, porém menos· ri­ 
vórcio'? 	gida e com mais diàlogo. 
Mendes 
Cecilia; Liberdade 
total, depende do tempe 
ramento de cada crian­ 
ça. Há algumas que se 
pode dar liberdade to- • 
tal, à outras não. 
4 Qual o seu «hob- - 
bie» preferido? 
Rosalina Leitura. 
Cecilia: Viajar 
5 Que tipo de leitu-· 
ra prefere 
. Rosalina: Romances 
de todos os tipos, mas­ 
principalmente· de Erico 
 erissimo e· Herman 
Hesse. . 
. Cecilia: Dê preferen 
eia policial. 
6 E o rr:ovimento 
feminista? 
Rosalina: Acho bàs­ 
tante exagerado quanto 
as lideres, porém um 
movimento necessário, 
. pois apesar de ·todos os 
excessos ele sempre dá 
rum. resultado positivo. 
O direito do voto é um 
e Cecília 
VISTA 
Cecilio:. Morais 
exrmplo, ele foi conse­ 
guido através de vários 
movimentos feministas. 
acho valido. 
Cecilia: É um pro­ 
blema de complexos vau­ 
mos dizer. Eu sou «femi 
nina até o última fio ele 
cabelo» e todo movi­ 
mento feminista p0cm 
para fora aquilo que a 
mulher tem ele femi11iuo. 
7 É a favor· da pi­ 
lula? 
Ro alina: 'ou a fa­ 
vor· da pilula 'porque dá 
mais independenci:.1 a 
mulher. 
Cecilia: No sou a 
favor da piluJa porque 
é prejudicial. 
, mulher deve tra 
balhar depois de casada? 
Rosalina: ?ão só a 
Morais 
mulher, como todos de­ 
ve:n trabalhar. Não ve­ 
jo r:tzilo ncssn cliscrimi­ 
nação de »mulher». 
('erilia: Depende <lo 
temperamento de cadu 
uma. 
9 Qual a sua opinião 
a respeito da sociedde 
bela vistense 
Rosalina: A socieda­ 
de helavistense acho 
bastante trtieional e 
exp:.rnsíva. 
Ceeilia: Boa ... 
100 que é mais i­ 
portante no casamento. 
os filhos ou a comunhão 
com o homem amado'! 
Rosalina: Os dois se 
completam. 
Cecília: Os dois são 
importantes, em leva a 
outro. •• 
Livromat Editorial Ltda Orgulho-amem 
te APRESE 
1
TA: 
BRASINHA 1iA ESCUTA 
Apó- merecidas férias retornou a titular de Brasinha nd 
Escuta, srta: Janes Velasques... 
Em plena ztiidade o Diretor - Comercial da Empresa 
Tribuna da Fronteira. ewto Brandão Sayd. 
Entre nós proveniente da ·•Cidadc da Caroa., __ Dcniu: 
Dcaltry... 	. 
Comemorou suas quinze primaveras a menina mo,a-- 
onia Zacarias... •• • 
Tribuna da Fronteira na primeira prévia eleitoral dando itó 
la á Paulo Castro Pinto para Deputado E-tadual e Victor 
Eugenio à Camara Federal... 
Naquele romance notadis-imo Guto e Cicla Coelho ... 
Circulou .entre nós no fim de emana Elina Coelho., Fer 
nando Jorge. Jurandacy Brunet. Argeu e Fátima Adori- 
Brevemente a escolha das "I0 Senhoritas miais Elegar 
tes de Bela Vista" • 
Os "Mais Destacados" do corrente ano. em todos os Ia 
mos de atividades, merecendo carinho especial da Direção· 
Casal da Semana -- LUIZ E MANA 
TENÇÃO 
Se· o seu problema é rádio «TRANSMISSORES» para fazendas, aviões automoveis ,televisores el d • - balcões 
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Campo Granade- lIt. • Avenida Cal ó geras, 400 Fone 4-7916

flc>l.t 'J •IO 11'. 	20 d. outubro de 1874 
Empresa "Tribuna da Fronteira" 
Correio de Sidrolindia 'Trihuna «da Fronteira 
E olha de Jardim) 
CGC 020120/0001 Incriçao E-dual 1309232-3 
Diretora - Maria Estela Velasquez Pereira 
Jornal "Tribuna da Fronteira" 
(Semanário fundado em 25/2/72) 
ll,·~i•t ro no Cartório de Titulo- e Documentos n.o 106 
Editor-Chefe- Ivaldo Pereira 
Depart.-Comercial- ewton Brandão 
Colabora d ores 
,José ,Joaquim Ferreira Souto 
Dr. Haroldo Medeiros 
Sergio lledeiros 
Oficinas 
Gerente- Gil-on ila Santos 
Impressão- Francisco Andrade Rodrigues 
Composição- ldilio Aquino tlc So11701 
·A ledação não e responsabilisa pelos conceito-+ emiti­ 
dos em urtigos assinados- 
A Concessão ele publiciclucle nüo iruplicu em 
comprnmisso polilico ideológico·· 
Assinatura Anual: Bela Vi-ta - 60,00 
Outros Municipios -- 70,00 
Redação, Aclminislraçüo e Oficinas: 
lua Duque de Caxias s/n Bela Vista- Mato Gro--o 
ria a s ·u l'ilho o candi­ 
dato u deputado estadu­ 
al Paulo Castro Pinto, 
que vem recebendo ge­ 
ral simpatia dos seus co 
cstadoanos. recebendo o 
orador prolor1gachs snl­ 
vas de palmas ao lerml­ 
nar a sua oraçfio. 
As 22 horas' .Jantar no 
Cluh Bela vistense presen 
les autoridades e pes- 
soas gradas, onde reinou 
muita cordialitl:i<IP P :rni 
mação, sendo digno de no 
tu as Aimpftticus f)r'!'l'll· 
ças das Exmas. Senho­ 
ras Maria Liginu e May­ 
sa, esposas do Dr. Gar­ 
cia N •lo e Antonio Men 
eles Cunah•, que foram 
muito festejadas pela ' 
senhoras de nossa alta 
Sociedade. 
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Esteve no dia 2.í p p. 
em nossa cidade, os cara­ 
vaneiros da vitoria corno 
já l'oi publicado no n" an­ 
terior deste .J ornai que 
comentou apenas os no­ 
mes ele visitantes e o gran 
de comicio el'eluado em 
praça publica. 
Queremos agora di­ 
vulgar uma parle bem im 
portande dessa visita da 
qual fazia parte o no 8 s o 
ruturo Governador. o de­ 
putado federal Dr. José 
Garcia Neto que não via­ 
juva apenas para propa­ 
ganda, mas trazia tam­ 
bém o interesse de en­ 
trar em contato com as 
classes politicas e produ­ 
toras da região, colhen­ 
do assim dados para com 
por o seu programa de 
Governo. 
Em linhas geais pas 
sou-se assim a visita: As 
2,50 hora , chegada no a- 
eroporto e recepção por 
uma multidão ele amigos; 
em eguida, visita à Pre- 
feitura Municipal, o n d e 
fôrn servido salg-ndinhos 
e refrigerantes; ás 17 hs. 
no Club Belvistense S. 
Exa. manteve contato 
com autoridade munici­ 
pais e representantes 
de classes dus ;1lunici­ 
pios Yisinhos para e o n. 
hecer das reiYindicaçõs 
mais urgeales. Presentes: 
Prefeitos de Bela Vista, 
Jardim, Caracól e repre 
seulação de Porto Mur­ 
tiubo pelo Dr. Hor·ácio 
Cardin dos 'a:itos, presi 
dente da Câmara de ve 
readores e sr. Nelson 
Ribeiro Féres. Secretário 
da Camara, diversos ve­ 
re1dores dos municípios 
visinbos, representantes 
de pecuaristas, agriculto 
res, associações de elas 
ses, Rota1·.r c;ub, Li ons Sebastião Barbosires de Oiiveira 
de Jardim, Asilo dos Vel No. 1111 
hos Desemparados de Be 	j 
la Vista. por sua dirigen 
te D. Clotilde Castro Pin 
to e outros, que entrega·· 
ram-lhe relatorios sobre :_ 	.,2 
reivindicações. As 19,30 
horas o comício de que 
já falamos, no qual esti- 
veram presentes entre 
outros o Deputado Fede­ 
ral Dr. ilarcilio de O 1 i­ 
veira Lima e o nosso 
prestigioso líder General 
RI· Dr. Ruben de Castro 
Pinto, que aliás, foi o 
primeiro orador da noi­ 
te e fez um importante 
discurso cuja dia letica 
deLxou proi'unc'la impres­ 
são nos ouvintes, princi­ 
pa.lment.e quando se rei'e 
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Trihuna da Fronteira 	Dela Vista 1T 	20 de Outubro de 1974 
ONVI E O EBI· 
O ICO 
DE SPRITO 
ão se deixe I evar 
pela DEMAGOGIA, pen­ 
se, raciocine, faça reuni 
ão em familia, conte até 
dez se l'or preciso, po­ 
rém procure VOTA R 
CERTO, principalmente 
você que é Eleitor (u) no­ 
vo (a). Você que pela pri­ 
meira vez vai judar o 
Progresso ou então con­ 
tribuir para o CAOS, fa 
ça uma pausa para me­ 
ditação lendo esta men­ 
sagem, cujo título acima 
se lê: Lamentavelmente, 
e te é um dos caraeteris 
licos mais presentes em 
nossa vida administrati­ 
va- pública ou partcu­ 
lar. O chefe que procu­ 
ra no exercício de suas 
funçõe apenas a snlis 
fação do interesse pes­ 
soal, ainda que põe seu 
cargo a serviço não de 
uma causa coletiva mas 
de um grupo limitado ou 
de clã, que procura mobi 
lizar auxiliares e elemen 
tos de trabalho ba s e 
de empreguismo ou d o 
facciosismo, que sacrifi­ 
ca, numa palavra, os iu 
teresses coletivos por 
outra ordem de interes­ 
ses entará revelando um 
dos mais danosos carac 
teristicos de chefia pobre. 
As considerações a­ 
cima são válidas de re­ 
ferencia a qualquer che­ 
fe, ao longo ele toda a 
escala hierárquica c o m 
maior expressão de refe­ 
rencia áqueles que te m 
veponsabilidades decisi 
s no manejo e direção 
dos negócios públicos. O 
chefe (principal m ente 
candidato) que lança ou 
fixa um diretriz porque 
interessa aos seus objeti 
vos de poder, que lança 
um empreedimento por­ 
que dele participarão e 
com ele lucrarão ele­ 
mentos de sua grei, que 
dissemina propósitos, di­ 
retrizes e ensinamentos 
a serviço de sua pessoa 
e de seu grupo e não da 
coletividade a que serve 
que empobrece e sacri­ 
fica uma empresa, um 
município. um estado ou 
uma nação porque isso 
consulta ao jogo escuso 
de sua ambição e de 
seus interesses é um 
chefe (candidato) em que 
se configura o caracte­ 
ristico da "Ausência de 
Espirilo Público". 
A projeçãu do: pro­ 
pósitos egoistas ou me- 
Aniversario 
Dia 26 Mariliza, fi- 
lha do Comp. Baioni. 
Homenagem ao 
Rotary 
A 12 estivemos no 
Belavislense a convite do 
MOBRAL, para receber­ 
mos, na oportunidade do 
encerramento das ativi­ 
dades daquele movimen­ 
to, um "Diploma cl e 
Agradecimento". O iIO­ 
BRAL agradecia ao Rota­ 
ry por tê-lo ajudado a 
concluir com êxito sua 
missão. 
O que vimos foi al­ 
go de emocionante e te­ 
ve seu momento máximo 
no instante em que fo­ 
ram entregues mais de 
uma centena de diplomas 
aos recem- alfabetizados. 
PUBLICO" 
ramente pessoais cm 
qualquer ambiente de 
trabalho é sempre alta­ 
mente perniciosa. deses­ 
timula e às vezes revol­ 
ta aos que inspiram em 
propósitos sadios, limita 
obviamente prejudica os 
objetivos do grupo (co­ 
letividade), porque o • 
bitola na sali !'ação dos 
interesses do dirigen­ 
te, afeta de maneira gra 
vo o moral do grupo e 
difunde o mau exemplo 
por toda a linha hierár­ 
quica. 
Hyldo Coronel Viedes 
Creio que a comis ão do 
Mobral, chefiada pelo di­ 
nâmico comoanheiro Fei­ 
jó, comp. Bénhur, Srt" D 
Zulmira Ossuna, r Noedi 
Larangeira, Sr. Uli e 
Almeida e outros, sentiu­ 
se recompensada, pois, 
é deveras comovente ver 
cidadãos das mais varia­ 
das origens e idade avan­ 
çada, ostentar um titulo 
de eleitor e um Diploma 
de alfabetizado. 
Quem sabe não ten­ 
ha sido a 1" vez que es­ 
ses cidadãos tenllam par­ 
ticipado de uma cerimô­ 
nia em que eles próprios 
eram a razão de ser da 
própria cerimôni:1. 
Parabéns Mobral. 
ova Direção 
Mobral 
do 
Novamente o Rotary 
colabora com o Mobral, 
pois na sua nova direção 
encontramos os compan­ 
heiros Benhur, Genil e 
Gilberto, Aos companhei­ 
ros, muito sucesso, são 
nossos votos. 
lRIBUNII DD 
"Órgão Independente a 
FIIOI'IEIRI 
Ano III Bela Vista MT.- 201074-" 123 
SI • DICAT 
O Presidente do Sin­ 
dicato Rural de Bela Vis­ 
ta, tendo em vista o fa­ 
to de que foi entregue 
em tempo oportuno na 
·ecretaria do mesmo so­ 
mente uma chapa para 
o fins de registro e o 
mais que fosse neces a­ 
rio afim de concorrer a 
eleições de renovação 
da diretoria, con selllo 
riscai e delegados repre­ 
sentantes á serem reali­ 
zadas no dia 03 de no­ 
vembro próximo vindou­ 
ro; comunica que uma 
vez verificada a ocorrên­ 
cia passivel de tornar 
as mesmas eleições 
completamente nulas 
de de o inicio; o qual 
eja a de conter mesma 
unica chapa como can­ 
didato um elemento con- 
iderado afastado dos 
quadros _sociais, a seu 
próprio pedido, desde 31 
de março de 1972. Deli­ 
berou, uma vêz que foi 
considerado dificil a sua 
substituição, por quem 
apresentou a mesma 
chapa. Encaminhar ex­ 
pediente a quem de di­ 
reito, para aplicação do 
disposto no artigo 62, 
s 
RAL DE 
capitulo x- dispo ições 
gerais-da portaria n 40, 
de 21 de janeiro de 195 
que rege as eleições sin­ 
dicais no pais. 
Tendo em vi ta ain­ 
da que, por conter o ar­ 
tigo acima citado a 'por­ 
sibilidade de uma pror­ 
rogação de prazo, para 
se realizar as eleições. 
solicita aos senhores 'as­ 
sociados que atentem 
para o mesmo, pois que 
somente depois da re ·o­ 
lução superior é que e - 
ta presidencia tomara 
as medidas que, se tor­ 
narem necessarias á 
concretização de tais 
eleições. E para isso de 
verá tomar toda a 
precauções afim de man 
ter os senhores associa­ 
dos devidamente infor­ 
mados. 
Agradecendo a 
atenções, subscreve 
o presente. 
Atenciosamente 
Bela Vista, 15 de Outu­ 
bro de 1974. 
Jacinto Rodrigues de 
iliranda 
Presidente do indicato 
Rural 
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