TRIBUN 
FUNDADOR J';LDO PE!lL!H, 
- 
ANO llJ 
H e ti a ,;l'i o, Oficina e Administração 	Publica-e 
!lua Duque 
Bclu Vh,!:t, 23 de Dezembro de 1971 	N" t31 
de Caxias S N 	t05 Domingos 
- 
o E 1974 
BEL A 
Comércio 
José Maria Palmieri - Casa íntel'IJacional 
Corumila L. de Almeida - Agro-Veterinária 
lIario Batilane - Panificadora Central 
Alvaro Pereira - Copalar 
Ulisses Pinto de Almeida - Casa do Arroz 
Euripides Ferreira - Casa das Máquinas 
Médicos 
Roberval Borges e Fiori Murano 
Advogado 
Carlos Edy Sá de Medeiros 
Pecuária 
Olimpio Cardinal, Tibiriçá Loureiro de Almei­ 
da e Dr. Kézio Loureiro Pinheiro 
Clube de Serviço 
José Loureiro (Clube do Laço) 
Cap. Ricardo Manera (Rotary Clube) 
Alfredo Loureiro (Gremio Pedro Rufino) 
Dorival Quintana (Clube Esportivo Belavistense) 
Esportes 
Aloisio Mendes Gonçalves, José Glaucy Flores 
Politica 
Dr. Pedro José Palrnieri, José Joaquim Ferrei­ 
ra Souto e Dr. Paulo Renato de Castro Pinto 
(ilaior Revelação) 
Sindicato 
Jacinto Rodrigues de iliranda ( in~icato Rural) 
Dentistas 
Drs. H elio Loureiro e Geraldo Rosa 
Serviço Publico Federal 
Gilberto Alves Corrêa (Agente da Receita Fe­ 
deral), Rubens José Pereira (Mateba) Rec. Federal 
Assistência Social 
Clotilde de Castro Pinto (Asilo dos Velhos) 
Gráfica 
Gilson ilva antos e Adair Aniceto (Gráfica 
Tribuna) 
Jornal (produção) 
ldilio Aquino de Souza (Paginador Trib. Front.) 
Setor Educacional 
Odila ilascarenhas Salamene (Secretaria de 
Educacüo )lunicipal) 
VISTA 
Clande Medeiros (Professora) 
Baõ.cários 
Alvair Assis e oacir Baioni (Banco do Brasil) 
Laurival Duarte (Gerente - Banco do Brasil) 
Marcelino Sanche (Banco Itaú) 
FOTOGRAFO 
Afonso Odilon Nunes Leíte )Foto Tricolor) 
VEREADORES 
Osvaldo 'I'urini e Carlos Centurião 
TRANSITO 
Fernandes Alves Gomes 
ADMINISTRAÇÃO 
Clovls ilarcelino de Oliveira (Pref. Municipal) 
DESTAQUE ESPECIAL 
Volk Fernandes Monteiro (Exp. Agro-Pecuária) 
Sidney iIascarenbas 
Dr. Rubens de Castro Pinto 
Elias Barbosa 
Casas Pernambucanas (Ernando Fco. Gasco) 
TEIiçiO 
JIRIIIIE#SES 
O jornal "O Pru!,!l'e: 
sista', escolherá as DEZ 
SENHORITAS MAIS ELE 
GANTES DE JARDIM. O 
encarregado de manter 
os primeiros contacto, é 
o sr. Ivam Braga, Diretor 
Comercial do jornal. A 
guardem ... 
- 
DECLIIRAÇIO 
DOS 
JORNIILISTAS 
PRESTSIE O COMERCIO DE B. VESTI 
Em contato com alguns comerciantes de nos 
sa cidade, os mesmos manifestaram seus receios 
com respeito às vendas neste fim de ano. Usan­ 
do um tom cáustico, um conhecido bomem de 
negócio belavistense afirmou que: "nunca passa­ 
mos por tal situação, a crise do comércio exis­ 
te e tudo indica que os protestos continuarão 
e muitos serão obrigados a fecharem suas por­ 
tas. A «TRIBUNA DA FRONTEIRA», cujo lema 
de trabalho é «Pensamento positivo em qualquer 
circunstância», enviou um repórter para consta­ 
tar as palavras do citado comerciante, visitando 
as lojas da cidade, e ficamos «Estarrecidos» 
com o volume de vendas neste Natal. No centro 
nevrálgico do comercio local, impera o descon­ 
tentamento, a amargura, o total desanimo, pois, 
inúmeras casas comerciais estão vendendo «de 
9,oo a 50,00 diariamente», As tradicionais lojas 
Casa Nova, Imperial e Pernambucanas, atraves­ 
sam o pior periodo do ano, as vendas na­ 
talicias que chegavam a muitos milhões, nos 
anos anteriores. este auo graças ao esforço so­ 
bre humano de seus proprietários e gerentes, 
procuram, pelo menos, manter a média do ano 
anterior, leitor amigo, a «Crise existe no Comér­ 
cio local», e algo deve ser feito para sana-la. 
Prestigie o comércio de nossa cidade, fazendo 
suas compras no Brasil e colabore para o desen­ 
volvimento de Bela Vista, "Voce é Responsável 
pelo crescimento de sua Cidade". 
Brasilia (SDIRP) 
A "Declaração de 
São Lourenço", da V 
Conferência de Jornalís­ 
tas Mineiros, foi transmi 
tida ao Senado Federal 
pelo Senador Nelson Car 
neiro que destacou os 
principais itens do doeu 
mento dentre eles a rei­ 
vindicação de aposenta­ 
doria aos 25 anos de ser 
viço profissional. 
A Conferência mani 
festou integral apoio à i 
niciativa do Sindicato 
dos Jornalistas Profissi 
onais de São Paulo, apro 
vada pelo Conselho Esta 
dual de Educação criando 
o Curso Especial de Co­ 
municação para jornalis 
tas já registrados e não 
diplomados. 
É maravilhoso ter um Deus 
para crer 
quando há tantos que não têm 
o consolo de uma crença 
É maravilhoso Senhor, So­ 
hretudo. 
ter tão pouco a pedir 
e tanto agradecer 
Ues nesses amigos, seja 
ufa mensagem portadora de 
um 3eliz .Natal t Próspero 
d(: 110 .:Nono 
Nice, Dourado e filhos 
SUPER 
Mercadoria de 
MATRIZ: 
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Deseja aos clientes e amigos um Natal e Ano Novo repleto de alegria. 
Ponta Porá 	.Mato Grosso

Jrbuna da Fronteira 	Dela Mista Mt 
----------------------------------- 
OQU ••• 
(FI ·o 
5 T 
A direção da "Tribuna da Fronteira" dando con 
tinuidade ao esquema 1975 [reestruturação do jor­ 
nal] resolveu transformar a Coluna Brasinha na Es 
eutu num ENFOQUE especial dos acontecimenloR 
sociais, politicos, economicos. culturais de Bela 
Vista e regiii.o. 
reler 
BAILE: 
O Grêmio Púdro Rufino, engalanou-se para re 
ceber os associados e visitantes, no baile do dia 
14 próximo passado. O presidente All'redo LoUl'ei­ 
ro e competente equipe, mais uma vez demonstra 
rum que o GPR é de fato e de dil'eilo o "Cartão 
de Visitas" de Bela Vista. Pedimos aos associados 
do GPR que procurem o Depto de Administração 
do Clube nara colocarem suas mensalidades em dia 
Dia 31 o fabuloso baile do Reveillom, reservem 
suas mesas na ecretaria. 
---~--- 
E 
VISITAS: 
De férias na Princesa do Apa o "garotiio" 
Gão, filho do amigo Geraldo Rosa, e alguém já 
anda euforica com a c,m_a_ ... __ 
De Dourados: 
Marcelo, Mahino e 
1
cnern... aproveitando a 
praia do Apa e o om no .GPR ... 
+ oIK 
De Ponta Porã 
A beleza loura de Mayra provocou elogio 
dos belu,vistenses ... • ico,admirando as beldades e 
"curtindo" velhos amigos ... 
·t 
___ +++ _ 
Idade da flor e da primavera, comemorou 15 
anos a menina moça, Marilene Perrupn- ' •• 
to ... Felicidades ... 
YX-XX 
Comemorou com um laudo almoço, eus dois 
amnhos, o garoto Marcelo, filho do ca ai Osvaldo 
Melo e Leda ... Parabén . 
X,X-XX 
Janes recebeu para comemorar mais uma "ro­ 
sa no Jardim de sua exi tência". 
l 
! 
{ o 
NASCIMENTO: 
Alegria na residência dos jovens Ricardo Melo 
e Carmem, nasceu o herdeiro, um lindo "meninão". 
Nossos efusivos parabéns... ' 
t.si@ili#s: 
•• J 
Lindas e charmosas as manas: Vera Regina e 
Neuza Brum Borges, assim como. a el;gante 
garota dos olhos verdes: Ana Maria Brum Silva. 
XX-XX 
Lidia Cândia de "new love" ... "O amor não 
é eterno, eterna é a capacidade de amar". 
Curtiram uma neve nos "S'ates" as bel«visten­ 
ses: Cellza, Elizul.Jeth. Nelly e Elidia. 
XX-XX 
MOO ENGENHEIRO: 
Parubenizamos o mais jovem engenheiro bela­ 
vlstense: José Eduardo L. Batllani. Dia 21 do corren­ 
te, seus pais viram coroados de êxito os esforços 
dispendidos. O jovem Eduardo formou-se pela mais 
tradicional Universidade de São Paulo: Mackenzie. 
Parabéns ... 
.E ': 
A publicação das fotos das senhoril.as mai. 
elegantes de Bela Vi ta foi transferida para o pró­ 
ximo mês. Um lembrete: Ao promovermos as "DEZ 
?IWS" não pretendemos "LUCRO " e sim, desper­ 
tar as jovens para uma con cientização de toda 
mulher moderna: ELEGA. CIA e aproveitamos a 
oportunidade para agradecermos a boa acolhida 
de nossas oro moções. Quanto as "insinuações"... 
existe a "GELADEIRA"... e as "deslumbradaa'' 
vão "gelar" um pouco ... 
___ +++ _ 
-" ./ . 
• 
t 
.; ,·. i 
 
-...1 1 . / 
1 ; •. , ) 
I 
Vemos o casal Aloysio Mendes 
., e Rosinha, 
sua filha Lúcia, esportistas Belavistenses que eons 
t.antemente fazem reuniões festivas 
dencia às suas Equipes Jogadoras 
em sua resi­ 
e amigos 
Pão Tradiicnal Rus­ 
so pma o Hatal 
Ingredientes: 8 ovos: 
1k de trigo; 2 tabletes 
de fermento Fleischman, 
1 12 colher ( de chá) ele 
ai; 250 grs. de manteiga 
ou margarina; 150 grR. 
de frutas cristalizadas e 
passas mls!uradas; i xí­ 
cara de leite. 
Modo de Preparar: Fuça 
o fermento dissolver em 
um pouco de leite morno 
junte duas colheres <le u 
çucar e farinha suficíen­ 
te para fazer uma bola 
de massa. Ponha essa 
bola numa tijela e com 
uma J'aca dê-lhe tloi 
1!'>1'. 
tes em forma de cruz. Pe 
nha em lugar aquecido 
e deixe este fermento le 
vedar. Enquanto isto fa 
ça um monte com fa 
ria formando uma de 
pressão. Coloque aí en1 
tão os ovo8. sal açúcar 
e lPite. Và rr:isturando 
bem, trabalhando com as 
mãos e levantando a mas 
sa para fazê-la absorver 
a maior quauti<lade de ar 
possivel, junte emn peque 
no pedaço à manteiga. 
trabalhe l.lem até que a 
massa e desprenda bem 
das mãos. Junte agora o 
fermento crescido. mistu 
re bem até a massa ficar 
bem lisa. E farinhe as 
passas e frutas, mi ture 
à massa, unte urr.u Io;:-­ 
ma com manteiga. colo­ 
que a massa misturada 
às frutas enchendo ape­ 
nas até a metade. Deixe 
em lugar quente até do­ 
brar de volume. Asse em 
formo muito branco por 
cerca de uma hora. De­ 
pois de assado passe u­ 
ma calda de canela e en 
feite com passas. Volte ao 
foro para secar. 
Calda: Faça um chá 
de canela bem forte. 
acrescente uma colher 
de chá de manteiga. 
derrame sobre o pião 
(tipo panetone) coloque 
as passas e leve ao 
forno só para secar.

Tribuna da Fronteira 
r .. o sucesso significa multa, coisa, 
~-<--~-~------, 
maravilhosas, muitas coisas po/i- 
tivas. Sucesso significa prosperidade pessoal; uma bela casa, férias, via- 
ens, novidades, segurança flnunceira, significa dur aos filhos o máxüno de 
vantagens. O sucesso representa conquistar a admlraç:1o, a liderança. EPr 
olhado eom respeito po1· todos, 110 escritório e na sociedade. Sucesso sigui- 
fica llbordude: llbortnr-1:'e dos aborrecimentos, cios temores, das frusta.ções, 
e cio fracasso. O sucesso significa respeitar• se a sl 
' 
X 
± 
mms r~llcluade e satlsfuçilo 
que dependem de você. 
na vida, 
próprio, encontrando 
e ser capaz de fazer mais pelos 
A Prefeitura Municipal de Bela Vista, deseja 
a cada belavistense o maior sucesso em 1975 e, ao 
 
mesmo tempo, envia os calorosos votos de FELIZ NATAL. .. 
Clóvi Marcelino de Oliveira 
( Prefeito Municipal ) 
" EU HÜO ESCOIDD MINHIIS OPINIÕES, POR DURftS QUE SEJllM, E MOSTRO­ 
ME COMO sou:-·' (MONTBIGNEJ 
t 	Prefeito Municipal de Bela Vi ta j 
!#~===========================·---~~~+++================================= 
OS MAIS DESTACADOS (CONT ... ) 
1 
Ulisses Pinto de Almeida 
( Casa rlo Arroz) 
Jacinto Rodrigues Miranda 
(Sindicato Rural de 
Bela Vista 
Jornal "Tribuna da Fronteira" 
(Semanário fundado em 25/2/72) 
Registro no Cartório de Títulos e Documentos n.o 1066 
Propriedade da Empresa Gráfica Tribuna da 
Fronteira--· > • : 
CGC o.'320]26610001 Inscrição Estadual 13059232-3 
Editor-Chefe - Ivaldo Pereira 
Gerente - Gilson Silva Santos 
Depto, Juridico - Dr. Carlos Edy Sá de Medeiros 
"As opiniões emitidas nos artigos assinados não represen­ 
um o ponto-de vi ta do jornaJ. podendo até ser contrárias 
:i êste. A opinião do jornal, acha-se expressa nos Editoriais 
e nos comentários não assinados" 
A Concessão de publicidade não implica em 
compromisso politico ideológico" . · 
Assinatura Anual: Bela Vista 60.00 
Ont.ros ;lunicipios - i0,00 
Redação. Administração e Oficinas: 
Rua Duque de Caias s/n Bela Vista Mato Grosso 
(Perto do Colégio Castelo Branco) 
• Leia e ssine "O Seu jornal 
"Tribuna da Fronteira"

'Tribunad Fronteira 
------------ 
---------- 
OS MIIS DESTIC DOS 
(CO 
Arnaldo Murques (Vereador 
ele Antonio João) 
Dr. Carlos Edy Sá de 
:Medeiros (Advogado) 
Zen o Martins Gazotte (Prefei- José Glaucy Flores (Presidente 
to Municipal de Níoaque) da Ligo Esportiva Beluvistense) 
. , 
 
y. 
I,;'· ,. 
~ 
l ' /' 
1 
,: 
' l 
1 
.J 
'i 
J 1 
Rauulfo Pereira da ilva (Prereito 
;lunicipal de Guia Lopes da Laguna) 
Alcides Cavalheiro Flores - Exator 
(Jardim) 
Dr. Luiz Aleíx-J Ja Silva Filho (Hospital 
e Materidade de Bonito) 
1 / 
' 1 
' 1 
1 
' 1 
4 
. l 
%.".'·. ·.- 
Corumila Loureiro de AI- 
meida (Pecuarista e 
Claudionor Silvio 
Aloisío Mendes Gonçalves Marío Battilaní (PPcuarista, Industrial) 
(Clube 'Zl de Junho) 
Chermont - Exa- 
Comerciante) 
tor-Chefe (Nioaque)

I» la V rT 	' ..... 
NITIL 
,, 
.,) 
L 
••• 
Fogões, Televisores, Copns Formlcns, Toca Discos, Gravadores, Rádios Portáteis, Berços de Luxos, 
Rádio de Mesa, Discos, Fitas, Artigo para Presentes, Lampiões a Gaz, Enceradeiras, Eslabllizadore. 
pura TV e para Geladeiras, Filmes Fotográficos de todos os Tipos. 
5L 
• 
I 
"Quando o Menino Deus Nasceu, com Ele Nasceu a Esperança para a Humanidade; Quando a 
"Copalar" Foi Inaugurada, com ela veio uma Nova Esperança ao Comércio Belavistense." 
1 '

:23 de Dezembro de 1il 
---------------------------------------------.. 
'Triuna da Fronteira 
CÂMllR OE . DRDIM 
A maior homenagem que se pode prestar a um individuo é dizer-lhe o quanto ele é capaz de realizar e o 
modo c0mo aperfeiçoar-se. Conclamumos todos os jardinenses, neste Natal, u levantar os olhos pum o céu, pedir 
ao Pai da Luz, energia e l'orça para continuarmos a construir uma cidade melhor, mais humana, mais unida e acima 
de tudo, Mais Cristã. Acreditamos na força de trabalho do povo jardinense, e a Câmara, porta voz Deste Povo no 
"' ! 
sistema politico municipal, agraõece a colvboração e confiança deposita no ano que ora se finda e almeja à todos um Natal 
repleto de felicidades e conquistas. Povo de Jardim; 1975 será o ano das realizações, participe colaborando com a 4 
Câmara e Prefeitura Municipal, sugerindo, indicando soluções, numa demonstração madura de um povo que sabe o que 1 
1 
quer, e reconhece seus deveres de cidadãos. 
Feliz Natal e Próspero Ano Novo São os votos da 
Câmara Municipal de Jardim 
Znurir 13crtolino da Cruz Pre idcnte 
Ernesto Lancia Caldas, Emilson Brum Escobar, Fausto Peixoto Freire Girnlde;,, 
'ogueiru, Avelino Prntcs Lcscnno . 
) 
Romulo }!amos Yarzon, 
... ·-···-····•·········•·········• ·-·······-······-······•·-···· ···-·····-·············--~~~ *#~.--.----------~ 
••• •·•··• ••............ . .. --.. ···•·-··· , ..........l A A A - 4 
i 
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ERVICOS ., AUTORIZADOS 
L 
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Bela Vista MT. 
"Ao desejar-mos à voce e sua familia, votos de um feliz Natal, 
bençãos do Divino Mestre desçam copiosas sobre todos 
os seus em todo 
São os mais ardentes votos do: 
almejamos que as 
0 
decorrer de 
1975.

Trihona da Fronteira 
QUANDO É NDTIL 
Valter Biancalana 
 
-° 
e 
No há dados na 
Saruda Escritura a res­ 
peito da data histórica 
do nascimento de Nos- 
80 Senhor. A Biblla nos 
dá noticia segura ape­ 
nas da celebração da 
Páscoa e de Pentecos­ 
tes. 
Nos primeiros sécu­ 
los da Igreja nascente, 
em meio às cruels per­ 
slgulções romanas, não 
houve uniformidade na 
celebraçllo do Natal. 
Aos poucos, contu­ 
do, foi se fixando a da­ 
ta de 25 de dezembro 
em razão de um profun­ 
do segnificado simbólico. 
Como sabemos, a 
25 de março ocorre o 
equinócio da primavera, 
no hemisfério norte, oca 
siüo em que, com o tér­ 
mino do inverno, se ini­ 
cia um novo ciclo de 
vida. O sol, então come 
ça a brilhar com mais 
fulgor e a natureza to­ 
da se renova. 
Ora, a profecia bi­ 
blica de Malaquias (Mal. 
IV, 2) apresenta o Mes­ 
sias como o Sol de Jus­ 
tiça, e Silo João em seu 
Evangelho declara que 
Cristo é u veràadeira 
luz que ilumina esse 
mundo (Jo. I, 9). Assim, 
o 25 de março, dia da 
criação do sol, segundo 
a concepção pagã clás­ 
sica, se tomou como o 
dia da conceição do 
Messias, de onde resul­ 
tou a celebração solene 
de Seu nascimento, pas­ 
sados nove 'meses, a 25 
de dezembro. 
Convém ainda ter 
presente que a 25 de de­ 
zembro em Roma os pa­ 
gãos celebravam a fes­ 
ta do ol Invictus, co­ 
memorada pela primeira 
vez no ano 274 pelo im­ 
perador Aureliano. 
Era de suma conve­ 
niência, portanto, retirar 
o caráter pagão dessa 
festa romana, o que a 
Igreja conseguiu, aos 
poucos, com a lutrotlu­ 
ção da celebração do 
Natal do verdadeiro Sol, 
Jesus Cristo. 
Desta forma, consi­ 
derações de caráter as­ 
tronômlco-prnfétlco bl- 
blico de valor altamen­ 
te simbólico, fixaram a 
data do nascimentc do 
Salvador da Humanida­ 
de- sol e luz, u 2» 
de dezembro, que hoje 
nós celebramos com jus­ 
ta alegria! 
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IDIF E O SMO 
 
Mário A. Correa 
O recente atentado ta levantar a população 
do l.R.A. em Birminghan católica contra a prostes­ 
matando 19 pessoas e fe- tante, na Irlanda. Contu­ 
rindo cerca de 200, trau- do, o I.R.A. é de fato 
matizou a opinião pi- um movimento subversi­ 
blica ingl.isa. E · longa, vo esquerdista, que ape­ 
aliás, a lista [de atenta- nas se aproveita de la­ 
dos que os elementos do tente e antiga hostilidade 
1.R.A. vêm desenvolveu- entre católicos e protes- 
do na Grü-Bretanha. tantes irlandeses. 
Sob a máscara de Esse ponto, de si 
"católicos", o IR.A. ten- tão esclarecedor. no é 
regularmente lembrado 
nos noticiários do Jornais 
sobre o I.R.A .. A propó­ 
sito, o "Times", de Lon­ 
dres, puulicou recente 
mente a seguinte distri 
buição de recursos, fei 
to pelo Coronel Kadafi, 
da Libia, entre os mo 
vimentos esquerdistas do 
mundo: 
1.45 milhões de dolares 
para a. organização pales 
tina "Setembro Negro"; 6. 51.400.000 para o 
2 Um milhão de li- Movimento de Libertação 
bras esterlinas para o do Panamá. 
I.R.A.: 
3. S10.000.000 para o 
Movimento de Libertação 
da Etiópia; 
4 .. S 500.000 para o Movi­ 
mento de Libertação da 
Somália; 
5.$ 2.000.000 para o 
Movimento de Libertação 
das Filipinas; de produtora! 
Como vemos, os ateu 
tados terroristas do IR.A 
e as convolsões em tan­ 
tos países do mundo têm 
uma fonte de dinheiro 
quase inesgotável, pois 
está baseada no petróleo, 
do qual a Líbia é gran-

.. --- - 
----- - 
ooeste meu primeirn Natul na grando fumllla de meu povo, peço a Deus que me ajude a ligar-me a todo h om, r J. 
pura que possa levar a cada um o mesmo voto, a mesma dúdlva (}Ue outrora eu só 
uo amigo, aos meus. 
O Natal, untes que o destino me impusesse o que eu não quis, era-me. eatão, o tempo ele repassar os carni- 
nhos de Jesus uo fundo de minha consciência, tempo de felicitar e ser felicitado, de ser abraçado e abraçar. tempo 
de lembrar e ser lembrado. 
esta noite e neste dia de Natal, quero vollar-me primeiro para os de mim distantes. Não sómente para 
os despercebidos, os ignorados, os auônirnos, os silenciosos, os iuvii;;íveis, senão também os cor:.trários, os di!wordaute ·, 
os indiferentes e os crestados pela desesperança. 
Penso nos sofridos e nos amargura:los, nos injustiçados e nos magoados, nos humilhados e nos carente da 
carência, da humilhação, da mágoa, da injustiça, da amargura e da dor que não cheguei a tocar, 
ainda me faltam fôrças ou tempo para ajudar a mudança. 
Volto-me para os solidários, para o que têm olhos para chorar, lábios para rezar, braços para encurtar as 
distancias e energias para levar às últimas consequências as premissas da brandura; mas também me volto nara 
os hostis, para os que só têm braços para a violência e bôca para o vilipêndio: volto-me para os que cegaram 
0 
próprios olho na obstinação de não quererem ver e para o ressecado de todo afeto. 
Quisera que meu aceno de Natal chegasse à janela de tôda a rua, 
toda praça, ao átrio de tôda crença a todo sistema, tôdu convicção, 
na renovação do mistério de Belém, o milagre de nossa união. 
A todos os brasileiros trago o meu voto de que se chegando ao p • · d D 
resepio lo )eus Menino, cada qual encontre, 
não apenas seu cousôlo, sua paz, sua bem-aventurança, mas se encontre a si mesmo 
como um homem nôvo - acima 
du cupidez, do ódio, da inveja, do egoismo capaz de reinventar a própria vida, pai ,, , 
• ra que se ilumine o caminho de 
nossa própria vocação (General Emilio Garrastazu Mediei). 
"Um Feliz Natal e Próspero Ano Novo são os votos da 
Prefeitura Municipal de Jardim 
J 
ERftlDO Da SILVI 
fazia ao conhecido, uo próximo, 
ou que, se tocadas. , 
1 
'r 
>f 
>Í4 
ao mirante de todo morro, ao banco de j 
todo ideal - para que pudés emos colher, 1

Trbunna d I l'r1111!• :r, [; 1 l • J • ! 'I 
/ 
Dr. Helio Loureiro füi.lisla e Pccu1ris!1 
José Maria Palmieri (Comerciante) 
l 
.,,, , 
... 
Dr. Fiori lurano: i?residente da C,imnra 
Médico-Chefe do Püsto de Saúde. do INPS e 
'.'.unidual. 
P+cu:isa 
Ulisses Pito de Almeida (Casa do Arroz)

'Tribuna da Fronteira 	Bela Vi ta Mt 
ESCOLA PAROQUIAL SANTO AFONSO 
Trabalho de Educação Moral e ivia 
IILUNI: MJIRGDRIDJI JJICQUES 6ª SERIE NOTA 
10 
(dez) 
Professor: Dr. Késio Loureiro Pinheiro 
NECESSIDADES DE 
BELA VSTA 
 
1 
Considerando que o 
número do Funcionalis­ 
mo Público, cresce com 
o desenvolvimento do 
Estudo pura melhorar 
o atendimento aos mais 
variados serviços e, con 
siderando ainda que 
seus vencimentos vem 
"glosados" automática­ 
mente nas respectivas 
Folhas de Pagamento 
da importancia de 6% 
de descontos para o 
IPEMAT, sem nenhum 
beneficio até a presente 
data nesta Comarca pa­ 
ru seus contribuintes. E 
de real importanciu que 
tal Previdência volte 
seus olhos para nossa 
morosa, mas progressi­ 
va? Bela Vista, no que 
tange as merecidas e 
devidas assistências que 
o Imparcial Estatuto 
consigna em suas pági­ 
nas. ossa Comarca já 
conta com várias enti­ 
dades assistenciais, tais 
como: INPS, Funrural, 
Posto de Saúde e outras 
Entidades Filantrópicas, 
porém, IPEMAT?, só ve­ 
nha a eles, ao nosso 
reino? nda. É um caso 
propicio a ocasião, pois 
nos Comícios, nenhum 
Candidat'J se lembrou 
de (pelo menos mentir) 
trazer para nossa Bela 
Vista, pois os recolhi­ 
mentos :são concretos, 
existem a Folha Meca­ 
nizada contendo os res 
pectivos recolhimentos 
ao abastado lPEilAT, 
por que não existem os 
benefícios? ... 
Luz-Luz...outro problema 
muito grande entre nós 
• que daqui alguns dias se­ 
rá crime pronunciar a 
palavra "luz". Há uns 
anos atrás não tinhamos 
esse problema; mesmo 
que só tínhamos umas 
poucas horas de luz, não 
chegava a ser problema 
pois estávamos acostu­ 
mados com aquelas pou- 
cas horas. Atualmente, 
nem poucas horas, nem 
muitas horas, hoje (ela) 
chega a ser um artigo 
de luxo. Colégios para­ 
dos, os alunos sendo pre­ 
judicados. estamos nos 
fins de aulas noturnas e 
temos que ficar esperan- 
do a boa vontade de nos 
fornecerem luz, nesse pas 
so teremos que chegar 
até o fim do ano, sendo 
que nossas aulas termi­ 
nam em meios de novem­ 
bro, os programas das 
Matérias dos professores 
vão ficando parados e 
atrasados. Quando nossa 
Cidade chega em épocas 
festivas como: Aniversá­ 
rio da Cidade, 7 de se­ 
tembro. Exposição Agro­ 
pecuária, vem muitos tu­ 
ristas de outros Estados 
participarem de nossos 
festejos e aproveitam pa 
ra conhecer nosso País 
vizinho. ós ficamos em 
saber como recebê-los 
numa Cidade escura, e 
nossos Governantes nem 
quando estes povos che­ 
gam, procuram melhorar 
nem que seja tapear; não 
querem tomar conheci­ 
mento de nada. incera­ 
mente, soluções para es- 
es problemas eu não sei 
mas com toda a minha 
falta de conhecimentos 
Políticos, se eu estivesse 
num cargo como esse eu 
procuraria saber como 
é que se administra um 
cargo, uma repartição, 
não ia ficar só para di- 
zerem: a Sra. de tal é 
uma Autoridade, subir a. 
um palanque ficar que 
nem estátua, sem condi­ 
ções de fazer um discur­ 
Ho; não queria ficar com 
a posição para me orgu­ 
lhar de ser uma Autori­ 
dade. Tentaria pelo me­ 
nos agradar a nossa ,po­ 
pulação e procurando fa­ 
zer as melhorias prome­ 
tidas aos poucos, uma de 
cada vez, que não fi­ 
cava só em promessas. 
RUA. EMBURACA- 
DAS-Esse é um proble­ 
ma muito simples, só não 
resolvem por que não 
querem. Tem ruas que 
não dá para transitar, é 
uma pouca vergonha as 
vezes a gente sal com o 
carro pensando que dá 
passagem negativo, temos 
que fazer uma volta enor­ 
me. Isso não é problema 
que não dá pura ser 
resolvido, para que temos 
máquinas, se não é para 
arrumarem nossas ruas? 
mas .. vão ver onde estão 
essas máquinas? ... 
estão emprestadas para 
o r. Fulano, r. Sicrano, 
e assim por diante, e no­ 
ssas ruas nada ... 
TRABALHO DE DÉBORR 
L@FE! Ao 1o (Ez 
É DEZEMBRO!!! 
TEMPO DE FESTII 
Bela Vista necessita 
de muitos fatôres indis­ 
pensáveis ao bem comum 
e ao Progresso. Podemos 
citar a energia Elétrica 
e a Rêde de Esgôtos co­ 
mo uns dos principais 
A energia Elétrica é a 
vida de uma cidade. Não 
podemos cita-la simples­ 
mente como um Iator 
do Bem comum, mas 
sim como um fator in- que citei, sugiro que nas 
dispensável ao Progres- próximas eleições o Po­ 
so de um Município. Na vo Belavistense pense e 
Rêde de Esgotos está lute na escolha de seu 
e a saúde de um Povo. 
Para termos isto é pre­ 
ciso termos como diri­ 
gente de nosso Municipio 
uma pessoa jovem, dinâ­ 
mica, com idéias novas, 
que tenha cultura, que 
saiba administrar as ri­ 
quezas de nosso Muni­ 
cipio e assim faze-lo 
prosperar. Baseada no 
baseada toda a higiene Dirigente. 
Ao aproximar--e mais um Natal. À Ca. 
sa das Maquinas Volta os olho. 
para o passado e vê um grande presente por. 
que enxerga o quanto foi útil a sua prefereij 
e a sua amizade e, o quanto valeu a pena pro. 
porcionar sempre, o melhor atendimento. E 
Agradecida, deseja a todos seus amigos e clien 
tes um Natal Suave cujo caminho só conduza 4 
um destino: A FELICIDADE. 
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'Tribuna da Fronteira 
UM POUCO DE SOL 
Pastor David Bomfim de Oliveira 
E TOU 
) 
Dois pedreiros esta­ 
vum assentando tijolos. 
Alguém que pussava 
perguntou u um deles: 
- Que é que o e- 
uhor cstú fazendo? 
Estou levantando 
uma parede. 
- E o Senhor? Pergun 
tou ao outTO. 
- Estou construindo 
urna Catedral 
Os dois eram ope­ 
rários. Usavam n mes­ 
ma ferramenta. Utiliza­ 
vam do mesmo material. 
A obra que faziam era 
a mesma. ilas um ape­ 
nas construia enquanto o outro 
construia uma Catedral. 
Nu vida acontece o 
meamo. Uns sirnplesmen 
te vivem; outros sonham 
Estes vivem, aqueles 
vegetam. 
A vida tem o senti­ 
do que lhe damos. Po­ 
de ser aventura o pode 
ser rotina. 
Eeitante ou insipi­ 
da. Vulgar ou nobre. 
Vida ou vidinha, segun­ 
do o nosso estilo de vi­ 
vê-la. Até nas coisas 
banais. Eis um jardim: 
Alamedas, canteiros, no 
res, pássaros, cor, per­ 
Iume. Para alguns aqui­ 
lo é jardim e para ou­ 
tros um mero quarteiriío 
a mais na cidade gran­ 
de. Jesus sempre esteve 
entre os primeiros "O­ 
lhai as aves dos céus 
que niío semeiam e nem 
segam, nem ajuntam em 
Celeiros e vos o Pai 
Celestial as alimenta. 
Olhai os lirios dos 
Campos. como êles cres 
cem; não trabalham e 
uem fiam" 
(Mateus 6:26-28). 
para cada um de 
u os Deus tem sempre um 
poema para ser lido na 
pagina de um dia da pa 
gina de outro dia. Pode 
ser um sorriso de crian 
ça, uma benção de mãe, 
um sussuro de prece, 
um rumo de chumlné, 
um apito de fabrica, 
uma caçarola fervendo, 
um canteiro de verdura, 
um pôr de sol. Que fellci 
dade depobre, também 
é felicidade. Faz nos pen 
sar na história do mutu 
to. Conversam os dois, 
ele e um joven namora 
No início de novem­ 
bro último, o Kremlin 
comemorou em iloscou a 
passagem do 57Q aniver 
sário da instalaçiío cio 
regime marxista na Rús 
sia. 
Discursos, desfiles 
militares e de civis, ban­ 
deiras, flores, palma ... 
que para um observador 
arguto não ocultam o 
cnráter escravocrata e 
sangrento desumano do 
regime bolchevista. Aliás, 
disso dão prova os livros 
atualíssimos de olzheni­ 
tsyn. 
Com efeito, apenas 
na Rússia, entre 1917 e 
1960 foram mortas 32 
milhões de pessoas. Na 
invasão e submissão da 
Polôniu., países bálticos 
Finlándia e iIandchúria 
(1939-4 ] morreram 15 
milhões. 'a Hungria 
(1956), 100 mil. No Tibet, 
215 mil. a Guerra Civil 
Espanhola (1936-39), 550 
mil. Na Grécia (1947]. 
50 mil. Na Indochina (1946 
-54.), 200 mil. Na Malásia 
(1946-58), 50 mil. a Bir­ 
mânia, 150 mil. Nas Fili- 
do. Noite de luar. 
-Que noite linda. dis 
se o moço num suspiro. 
-Linda sim para ca­ 
ar tatu, resmunga o ou 
tro cuspindo pro lado. 
Moral da IIistórla: 
Enquanto uns levantam 
paredes outras constro 
em catedrais. 
Peter Krone 
pinas (1916-60], 750 mil. 
a Coréia (1950-GO), 1 
milhão. 
Se a esses números 
acre cenlarmos todos os 
que morreram em Cuba 
Vietnã, Laos, Combodge 
Argélia, Africa e nas 
três Américas, vítimas 
de Revoluções, atentados 
expurgos de inspiração 
comunista teremos mais 
de 5 milhões de vítimas! 
Panificadora e Confeitaria (HHRAL 
de Mario Battilane 
o Fresquinho a toda HORA' 
Errada Ealriesao de Hie. Hscotos, Molas hs e Ders 
C«mi in-talão do modero forno s PEi Lo E E, 
do Maquinário Recomendado Bela Higienr. 
P'raça da Bandeira-, 399 FONE. 18I 
Bela Vi-ta Mato Gro--o 
A Polônia não mais 
organizará novos cruzei­ 
ros turísticos. A experi­ 
éncia do navio "Bactory" 
foi uma triste prova pu­ 
ra os comunistas, segun­ 
do número recente do 
Jornal francês •'Rivarol". 
O nnvio, que condu­ 
zia turistas poloneses, 
apenas deixou o porto 
de Gdynia ver-íflcou-se 
um "salve-se quem pu­ 
der" geral : 5 passageiros 
ficaram em Oslo; 11 em 
Copenhagem e 64 deser- 
M 
taram em Hamburgo... 
Os fugitivos, na mui­ 
or parte opcrúrlos alta­ 
mente qualificados, de­ 
clararam que "as condi­ 
ções económicas e polí­ 
ticas da Polónia eram 
insuportaveis" Aliás, ú 
bastante conhecida a rea­ 
lidade poloneza: o "pro­ 
gresso" socialista alcan­ 
çado pelo regime do "ca­ 
marada" Gierek é "para- 
disíaco" somente na pro­ 
paganda ... 
Apartamento - Telefone - Ar Condicionado 
Perfeito Atendimento 
··Orgulho do udoesle" 
Rua 7 de Setembro, 796- Fone 1180 
Aquidauana 
Transcrevemos abaixo uma gra­ 
ciosa poesia popular portuguesa, 
que bem reflete a fé singela e pura 
do povo luso: 
Pela noite de Natal - noite de tanta alegria 
Caminhando vai José - caminhando vai 
Maria. 
Yão os dois para Belém - mais de noite 
que de dia. 
E chegaram a Belém - já toda a gente 
dora. 
Abri a portn, pvrleiro - porteiro da 
portaria. 
ão deu resposta o porteiro- porque 
também já dormiu 
Só encontraram pousada - dentro de uma 
estrebaria; 
:'fato Grosso 
Ali ficaram o dois - até ao romper 
<lo dia 
Buscou lume São José - porque a noite 
estava fria: 
Lá ficou ao desamparo - sozinha a Virgem 
Maria 
Quando voltou ião Joxé - já viu a Virgem 
Maria, 
Com o Deus Menino nos braços - que 
todo o mundo alumia 
E eio um anjo do Céu - cantando: Ave 
Maria. 
gora mesmo em Belém - nasceu Je-u· 
de Maria. 
Veio ao mundo esta noite - dentro de uma 
estrebaria 
Entre um boi e uma mula- e sem outra 
companhia 
(ABD!) 
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BELA VISTA 
--128 
GROSSO

·» 'it, t 
o 
l 
I 
1 
l 
.. ) 
Volks Fernandes Monteiro 
(Pecuarista) 
) 
Tibiriça Loureiro de Almeida (PECUARISTA) 
,., 
Dr. Pedro José Palmieri 
Presidente da ARENA de Bela Vista 
ILVIRO PEREIRA 
(COPJlUlRJ 
EURIPEDES FERREI RI 
CISA DAS MÁQUINAS

1.,.1-w-i,==~-= -= -=-=_:::: _=_=- _- _- _- _- _- _- _- _-__- _---:_- _- .... - _- ~=-= _= -==-~1< - >H +._- _ 
} 
4 
DE EMILIANO VIL.DEZ DE BARROS BR-419 
7 
GUIA LOPES DA LAGUNA - MT. 
Senhor Jesus ... Diante do Natal, que te lembra a glória na manjedoura, nós te agrndecemos: a música da 
oração; o regosijo da fé; a mensagem de amor; a alegria do lar; o apêlo à fraternidade; o júbilo da esperança, 
a bençllo do trabalho: a confiança do bem; o tesouro de tua paz; a palavra da boa nova e a confiança no futuro ... 
Entretanto, Ó! Divino Mestre, de corações voltados para o teu coração, nós te suplicamos algo mais!... 
Concede-nos, Senhor, o dom inefável da humildade para que tenhamos a precisa coragem de seguir-te os exemplos!'' 
São os Nossos votos de Harmonia e Paz no Natal e um Ano Novo Repleto de 
RESTAURANTE E CHURRAS­ 
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Deseja à Seus Clientes e Amigos, um 
Feliz Natal e Próspero A:no Novo" 
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«ONDE SEU CRUZEIRO VALE MAIS» 
Neste natal plante uma rosa no jardim do coração e entoe 
a música celeste do Menino-Deus. A Ótica e Relojoaria Svissa, 
trabalha com amor • envia a todos seus clientas e amigos um 
Feliz Natal e Próspero Ano Novo' 
Rua Sebastião Crispim do Rego ( o endereço da economia ) 
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'riunu da rrontelra 
"p, S s'. g, 	to 	contribuição prezado cliente, e estamos 
rogresso 8 0,hê''; Somamos nossos esforços com a sua 	""Ui 	" """ 
procurando 
U!Il □ivel excelente 
Somando u1:1 experiências úo passado, pura aplicar os resultados llO Prc,cntc; tudo l'líl eu hl'J1eflc!o; Vce. 
é a mola mestre de nosso negócio; é uma pP-ssoa muito importante; e por voce, no ano que se liod,1. 
trabalhamos muito, e no ano que so vai iniciar, trabalharemos 
muito mais ... 
◄então Vocc que nos homou durante o ano, como cliente, como amigo, nós 
do mundo e o resultado, enviamos à Voce. Este é o nosso desejo neste Natal: 
a!c11 liJllt'illO: 
tudo na vida é somna... 
ornamos todas as ventura 
r.,tamos 
" Antonio Maria Coelho 260 Tel. 92 	!l! 
:t 	Bela Vista 	Maio Grosso J 
&sr= = we rre	s. :! ... 	>MoM4 
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1 
' 
ànde Voce Faz o Plano de Pagamento ... 
Hua 15 <le Novembro 825 Fone 163 - Bela Vista T. 
"Deixe o atal entrar pela janela e ocupar seu 
coração; deixe a alegria do Ano Novo vir chegando de 
mansinho, vamos ... deLxe a Felicidade tomar conta de 
Yoce. Afinal de conta, 1975 vai ser o melhor ano de 
sua vida" ... 
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J J Ú l} .fJ replet:> • de realizoçãef 
., 
t 
~~~='---------------

TriLunn da Fro11lelra 
O LIMPADOR DE 
, 
CHRMINES Flávio Braga 
E,111mos t'III Paris, n 21 
de dezembro ,1,· 1780. Urnn 
mansão toda iluminada sobres­ 
+ai no hrunco ,ln ruo, t orla 
t·nlwrln <lc neve. Dcnlro, per• 
to <ln lnn·irn, 11111a t•xcclt•nlc 
mesa d .. cein; no lado, unHt 
hrilhunlc árvore de Nn111l, 
com vários presentes, O con­ 
de, dono da casa, está senta- 
do pensativo numa cadeira 
de braços. eu olhar afável 
esconde uma tristeza: a tespo­ 
Fn, fnlccidn hú pouco, já nào 
t·~lnrin prcst·ntc. 
Aproxinmvu-•e u hora de 
ncorclar o filho único. E-rc 
desceria as escadas ainda es­ 
fregando os olhos, cxuhnntlo 
de alegria por cnconlrur os 
) prt•f<cntr•i;; e u cciu. 
' Súbito, um grande rui- 
<lo un l11r .. irn, uimln não 111·c• 
a, ' cai por clu um menino 
rodo sujo de fuligem. Devia 
1t•r n itlu<le de acu filho. Ero 
o limpuclor <le chaminé;;, que 
lendo se descuidado, dc,pen• 
,·nrn. 
O pobro i:nroto .. ,tnvu 
npnvorudo por ler rnjudo o 
n,·o tnp~rc. .'l!us o conde per• 
c,·bc imeclin111111cntc o acu 
olhnr de fome quando vis· 
lumhrou 11 cxplcndidn ccin ... 
Tendo pena <lo menino, chu­ 
ma um serviçal que se ineum 
bc de que o garoto se limpe, 
receba roupas novas e 
e depois ccins,e à 'Ontntle na 
copa. O garoto depois ,cm 
aµrndcccr e recebe do conde 
uma moeda de ouro. 
Nos nnos 1-cguintc:-, nu 
, és peru clt• cndn Natul, o mes 
mo garoto bate à porta tia 
mansão do conde para limpar 
a charniné, e recebe como de 
costume uma 1nocdu de ouro 
e uma butn ceia ... 
Em 1789 estouro a He­ 
'oluçào Francesa. O conde 
é logo preso pelo simplc, fn. 
to de rcrtcnccr à nobreza... 
No Nntul, o )impudor de 
chaminés, agora já rapaz, en­ 
t·ontrou-sc com o filho <lo no• 
bre que lhe conta a prislo 
de seu pai, e qur- ngora nilo 
possuia senão um saquinho 
<li' moedas de menos 'nlor 
para que tcntaHe lihcrtá-lo. 
O limpador t!e chaminés com 
11111 olhar c•spcrto pétlc as 
moedas e diz que tem um 
plnno para lt·ntar li, rnr o 
conde. 
u 111isaán·I prisilo ,Jc 
Conciergerie", o conclc olha 
tri-lonho 111•la j:111clu i,:unrne• 
cida de grosas grades. 'eu 
olhos e umedecem ao pen- 
ar no filho e nn• •audo;o• 
Natais passados, A um canto 
<lo npos,·nlo um foguinho 
nnlm1Íl·o crepita .nu lareira. 
De repenle, um ruicln 
fnmilillr 11n chaminé e clespen 
c:i o conhecido limpador, seu 
velho amigo. O rapaz pede 
que o con,lc vista uma roupa 
toda suja de )impudor de cha 
minés que ha in trn1.ido e 
cont~ ru!Jidamente o plnno: 
crn a hora <la troca da guar­ 
d:i. O que rnb,tituiu não rn· 
berÍI quanto; limpu<lorcs de 
chaminl- cntrnrnm ... 
Oiro e íeit<'. O i:u:udn 
nào 1101011. Contudo. na sai­ 
,ln 1111 ia um outro. U, che• 
ganclo o rapaz mandou o con 
<le ir nntlnndo. 
- E:<pere, gritou o guur 
da pegando o mosquclào, não 
pode ir saindo assim ... 
- Um momenlo, disse 
o rnpuz, nós somos o; limpn• 
dores de chaminés, Já termi­ 
namo• n ••·n iç,, ,. t'II t<·nhu 
11111 rt>C'arlo para ,otê. ,•iln)•'11. 
'] irou então do bol.-o u ,.,ru 
de moedas (o guarda arreiga 
1011 o, olho•, cl,.-io, <le cohi• 
ca... )e colocando rnhn· n 
i,aleilo, <li,,e: 
- Deram-me e,tu ,·n,·o• 
menda para cntreg-rr llO t-eu 
chefe. Mas, como parece que 
ele não e,tá: é o rn•o de eu 
esperá-lo chegar, ou você mes­ 
mo pode entregar a ele por 
mim!... 
Nao é preciso ,lizer <JUl' 
o cúpido Fold:ulo t'UFpiu de 
Indo e coçava a cabeça abai­ 
xo do barrete frígio já havia 
rc-olviclo p.-lu ~t'l(Unt.la alter· 
nativa. Dis-e: 
- Ora, meu bom rapaz, 
por acaso nà" confia na; vir 
tudes de 11111 "•un•-cullote'"( 
Pode ir cm pnz que t'U me, 
mo me encarrego dessa ta­ 
rcfa ... 
E lá se foram o conde ,. 
seu hábil sahnclor. Encontran­ 
do-se com o filho <lo nobre, 
os tres fugiram para um pais 
mais seguro... 
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)('t, Wíllys, 'olk l' Cot·<·l'l Conct'rl"-.. P Ih' 
rorrnus de n.1f('FÍ,ll< ·Só ,ll'Olll}J,lllllillllO<: O 
progresso de Jardim'' 
de maio - Cai-xa Po,tal IH 14 
Jardim Mato Gorsso 
lfUR 
Calçados para Henhorns, cuvalll<'iros o cri- 
anças bijouterlas armarinhos, roup;.1::; uma ln- 
finidade de artigos... ( Preços de São P11ulo ) 
Loja Jacc.1uei'i "A Arte de Bem Vestir" 
Rua: Duque de Caxias 1323 - nela. Vista .W. 
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E CRITÓRIO Rua General O::ório, 825 
Bela Vista :',lato Grosso 
contém em si um antegosto 
<le todos o,; episódio• admirá• 
veis de sua vida pública e pri­ 
vada. " o altode,ta perpecti­ 
va está, sem dúvida, a cruz. 
Mas, nas alegrias do .latnl 
mal cli,-isnmos o que ela tem 
de =oi»rio. vemos apenas jo 
rrnr do ultv <leln. ,sobre nó~. 
a Hedenç.iio. • 
O nat.al é a-sim o pr.:nún· 
cio <ln liherl.lçüo, o sfoal de que 
as portas do céu , .ão :>t'r rt:J~ 
bertas, a graça de Deus vai 
novarnt,nle difundir-se ,ohrr 
os homens .. e a terra corno o 
céu con-tituirão outra , e::z umJ 
só sociedade sob o cetro de 
um Deus Pai, e não apena­ 
Juiz. 
Se analisarmos detidamen 
te cada uma destas razoe de 
alegria. compreende-se o qu 
é o júbilo do :atnL .-,1.- l!.Cll 
dio cri,1iio unl(ido dr p;1z e d..­ 
caridatle que faz com que ,lu 
rante alguns dias todos os- ho 
mens experimentem um en 
t.imeoto bem raro neste tr: .. ft• 
século XX: a alegria e a irtu 
----·--·-----------•-----------------------------------~ d.-. 
Plinio Corrêa de Oliveira 
l'iu festa do Snnto Natal 
há várbs noçõc~ que .. por as­ 
sin1 dizer se ~upcrpõctn. Ante~ 
te tudo, o na,cimento do Me- 
nino Deus torna parente a nos­ 
sos olhos o fato dn Encarnação. 
f: a sC'gunda Pessoa <la antis• 
sim Trindade que assume na- 
de Antonio Remo Penzo 
Compra de :ladeira 
Bruta e Venda de 
Madeira Serrada 
Antonio João - :lt. 
turza hunana e .se faz carne 
por amor <le n6;,. Ademais, 
é o inicio da existência' terre­ 
na <lo cnhor. m m1c10 re­ 
fulgente de cbri<ladc:,, que

'Tribuna da Fronteira 
Bela Vista MT 
3 de Dezembro de 1974 
PREFEITURA MUNICIPAL 
DE JARDIM 
"CURRICULUM 
Nome: - Eraldo da Silva 
Nascido em: - 13 de Abril de 1944 
Pai: - José Francisco da Silva 
Mãe: - Dália Bernadlna da Silva 
Natural de - Jardim 
Profissão: - Professor 
Prefeito Municipal Eleito em 15/11/72, pela Legen­ 
da (ARENA) Empossado: - Em 31/01/73 
Plataforma de Govêrno: - Obras de Infra-Estrutura 
Base: Eletrificação - Saneamento Educação- Saúde 
Comunicações e Transportes. 
Em 1973 e 197 4 - Meta já Executada: 
Eletrificação 
VITAE'' (PREFEITO 
, 
SAUDE 
1- Recuperação dos rais das ruas. 
2 (dois) Grupos Gerado- 3) - Manteve vários 
res que fornecem ener- contatos com o Govêr­ 
gia para os Municípios no Estadunl, ienado­ 
de Jardim e Guia Lopes res, Deputados e presi­ 
da Laguna Valor CrS dente da CEMAT, para 
8o.000,00 (oitenta mil a inclusão de Jardim no 
cruzeiros). Plano de Eletrificação 
2) Troca da maior com energia de URUBU­ 
parte dos posteamentos 
do centro para as late- PUNGÁ (inicio em 1975). 
Educação: 
1) - Recuperação do Castelo Branco. 
Grupo Escolar Vila An- 4)- Conseguiu a 
gélica, com construção construção de um mo­ 
de mais uma sala de derno Centro Educacio­ 
aula e pateo para re- na! na Vila Angélica, 
creio. 	com (oito) salas de 
2)- Construção em aulas. biblioteca, sala 
convênio com o MEC e laboratóro, etc. 
9 R. M., de uma Moder- 5) - Conseguiu 2 (du­ 
na Escola na Vila Auge- as) quadras de esportes 
lica. 	a serem construidas em 
3) - Firmou convê- 1975. 
nio com o Estado para Criou e Instalou 
monutenção por 1o (dez) (fase final) a Biblioteca 
anos (Corpo Docente e Pública lIunicipal, com 
e Administrativo) das mais de 2.ooo (dais mil) 
escolas Vila Angélica e volumes 
ORIIÇilO 110 DIVINO 
ESPIRITO SANTO 
Espírito Santo, voce· 
que me esclarece tudo 
que ilumina todos os me 
us caminhos para que eu 
atinja o ideal, voce que 
me dá o dom divino de 
perdoar e esquecer o 
mal que me fazem; e que 
que os instantes de mi­ 
nha vida está comigo, 
eu quero neste curto di­ 
álogo agradecer-lhe por 
tudo e confirmar mais 
uma vez que eu nunca 
quero me separar de vo 
ce por maior que seja a 
ilusão material não será 
o minimo de vontade 
que eu sinta de um dia 
estar com voce e todos 
os meus irmãos na gló 
ria perpétua. Obrigada 
mais uma vez. 
(A pessoa deverá fa 
zer esta oração 3 dias 
seguidos sem fazer o pe 
dido dentro de 3 dias se 
rá alcançada a graça 
pcr mais difieil que seja. 
Publicar assim que rece 
ber a graça.) 
. Sra. Nice da Costa 
Miranda manda publi 
car esta oração por u­ 
ma graça recebida. 
1 - Construção de 
uma moderna Unidade 
anitária ( com Gabinete 
Médico, Gabinete Odon­ 
tológico, Farmácia, etc.]. 
2 - Conseguiu todo o 
equipamento para o Pos­ 
to através de convênio 
com a FUMAT. 
3- Pleiteou a insta­ 
lação da Agência Regio­ 
nal do I. N. PS., convê­ 
nio com o Hospital Ma­ 
rechal Rondon, para a­ 
tendimento aos assegu­ 
rados e representação 
regional do IPE! AT. 
SllNEDMENTO: 
1- Pleiteou e conse­ 
guiu a inclusão de Jar­ 
iim na meta proprietá­ 
ria para a perfuração 
de novos poços, aumen­ 
to aa rêde d'água com 
divisão por 
plantação da 
etor e im­ 
rêde de 
esgotos sanitários, Pro­ 
jeto em fase final de 
execução. 
MUNICIPAL) 
SEGURDNÇ: 
1 - Pleiteou e conse- tegrado de Segurança. 
guiu a instalação da De- para a instalação da 
legacia Regional de Po- Delegacia Regional, De­ 
licia 	legacia de Polícia e Cu- 
Conseguiu a cons- deia Pública (fase final 
trução de um Centro ln- do construção). 
Comunicações e Transporte 
1- Abertura da estrada lefõnica Jardinense [fa· 
principal da Colônia Ca- se finall; Convênio com 
feelra do Curvelo. a TELEMAT para a lm- 
Patrolamento e en- plantação de 6oo apa­ 
cascalhamento da vári- relho automáticos e li­ 
as rodovias Municipais. nha loterrurbana, início 
4- Abertura da Ave- em março de 1975. 
nida Amazonas, encas- 5)- Transformação do 
calha;:nento e conserva- sistema valvular para 
ção de ruas. Transistorizada da Torre 
4- Recuperação to- Receptora da T.V. More 
total da Companhia Te- na. 
ECONOMID: 
1)- Pagou mais de CrS. 
60.000,00 (seiscentos e 
oito mil cruzeiros), da 
admistrações passadas. 
Crs. 206.000.,00 ( duzento 
e seis mil cruzeiros) da 
Motoniveladora; Crs. 45. 
000,00( quarenta e cinco 
mil cruzeiros) de juros e 
correção monetária; CrS 
35.000,00 [trinta e cinco 
mil cruzeiros)da Pá-Car­ 
regadeira; CrS.38,000.00 
[trinta e oito mil cruzei 
ros] da J.R. Damasceno, 
etc ... ] 
2)- Transformação e re­ 
modelação do sistema 
Fazendário, aumento da 
$õii' 
Nada chegou ao que sonho. 
é sem ter passado pelo Todos os sonhos são 
sonho! 	proféticos: falam do há 
Se a verdade é aár- de vir, antes de vê-lo. 
vore- o sonho é a se- O sonho é um adven- 
mente 	to incorpóreo. 
Se a verdade é o dia O sonho fez a essencia 
- o sonho é o alvorecer. antes da forma ' 
o que hoje é real e Criado no fundo ima- 
fora outrora ignorada nifesto das imagens va­ 
veio do sonho que é a gas é prodigioso que ha­ 
fonte de tudo que foi rea- ja o sonho engendrado 
lizado, porque não exis- todas as grandezas do 
tia. . mundo, todos os milagres 
Sonha, pois, meu a- das meditações infinitas! 
mgo, e nao des ouvido O sonho é a liberta- 
aos que zombam pelos ção total! 
sonhadores! 	Se não sonhássemos 
_ Os castelos de pedra não veríamos nunca ou­ 
sao modelados pelos cas- tro horizonte além des­ 
telos _de sonhos. te que nos fecha dentro 
Nao há uma [só bele- do mundo. roubando-nos 
za acabada sem sua ante altura e neaando-nos es- 
- realização num grande paço. º 
CrS. 680.000.00 em 1972 
para CrS3.015,000,0o (tres 
milhões e quinze mil cru 
zeiros), para 1975. 
3]-Conseguiu a instalação 
de uma Agêncla do Ban 
co Financial em nossa 
cidade (até Março de 19 
75]. 
4)- Conseguiu a instala­ 
ção da Agência Regional 
do LB.G.E., cedendo 
(duas) salas para o fun­ 
cionamento da mesma. 
5)- Conseguiu a instala­ 
ção em nossa cidade do 
Escritório do I.B.C. 
ecretaria da Prefeitura 
Municipal de Jardim MT. 
1o de dezembro de 1972. 
Ernando Martins Barbos. 
Sec. do Administração. 
) 
É o sonho que no 
leva a ver o que somes­ 
além do que temos! 
Há muitíssimos século. 
º homem ... sonha e os;­ 
nho nunca se esgotou r<> 
seu manancial inexam·.­ 
vel! 
Ah, com certeza n 
fundo de tudo não t 
mais do que sonhos, i:; ' 
grande e maravilho> • 
sonho! 
O sonhos do beID. 
0 
sonho da virtude, O SOI­ 
ho do amor, o sonho d 
vida! 
Bem - aventuradi 
os que sonham! que ·' 
sonho é a única forr • 
legitima de ser DEUS: 
LIDIA CANDLA

TrIhuna da Fronteira 	'!t 
Estado de Mato Grosso 
Prefeitura Municipal de Bela Vista 
PROJETO DE LEI N 
7 /74 
DE 14/10/1.974. 
Estima a Receita e Fixa a Despesa do llu11icl 
pio de Bela Vista Mt, para o Exercício de 1.!J75. 
O Prefeito M. de Bela Vista, Estado de Mato Grosso. 
FAÇO SABER que a Camaru ;lunlcipal de Belu ViH 
ta, aprovou e eu sanciono a seguinte Lei: 
Ar", 1 --- O Orçamento do Municipio de Bela Vis 
ta, para o exerciclo rlnancoiro de 1.975, estima u 
Receita. em CRS G.525.500,00 (Seli:; rnilllões qui­ 
nhentos e vinte e cinco mil e quinhentos cruzeiro ), 
e l'ixa u Despesa em igual valor. 
Arl. 2º A Receita do Municipio de Bela Vista será 
realizada mediante arrecadação de tributo. rendas 
e oulrns Receita Correntes e de Capital, n~ forma 
da legislação em vigor e de acôrdo com o seguin 
to desdobramento: 
1- Receitas Correntes 
1-1 Receita Tributarias 
1-2 Receitas Patrimonial 
1-3 Receih lndu triai • 
1-4 Transferencias Correntes 
1-5 Receitas Diversas 
Total Receitas Correntes 
crS 38G.000,00 
30.000,00 
950.000,00 
1.325.000,00 
223.500.00 
2.914.500,00 
2-- RECEITA DE CAPITAL 
2-lOpernções de Crédi11,s 	200.000,00 
2-2 Alienação de Bens moveis e imoveis 10.000.00 
2-3 Transferencias de Capital 3.401.000,00 
Total da Receita de Cnpi1nl 3.61l·UUU.U0 
To1nl da leceita Orçamentaria 6.525.500,00 
,r1. :-lo A Despem do Municipio de Bclu VisLO será cfctuudo 
,te ncor<lo com a programação estabelecida nc.s quadros anexos, 
distribuidos por Unictndes Orçamcnlarios, conforme as seguin 
tes desdobramentos sinteticos: 
1 DE'PE A P O R PROGRAM 
GOerno e Adminislrnçào Gemi 	cr$ 417.000,00 
AclminiHrnçüo Financeira ···-··."::::.":::: 609,500,00 
lecursos aturais e ·Agro Pecuario 	823.000,00 
Viuçüo Transporte e Cóiunicações... 1.332.000.00 
Educuçào e Cuhurn ··········-·······•··•········-············--··-····· 1.026.000,00 
Saúde 	··········-···· -···--····•·· .. 939.000,00 
Ucm Estar 	127.000.00 
Serviços Urbanos •.. . .... ·····-· -·· ··-······ ····- . 1.222,000.0o 
Total Geral <ln Despesas . 6.525.500,00 
2 DESPESA POR U IDADE ORÇAMENTARIA 
Cnmnrn ;lunicipol . .. . -········ -15.ooo,oo 
Gnbinctt do Prefeito -···-···--········--·············-282.ooo,oo 
Assessoria Juridico 	2.tooo,oo 
ecretaria de Administração..-------....... 96.ooo,oo 
ecretaria da Fazenda ··-······· ····•·········-- 1.071.500,00 
SccrcLOriu de Educuçilo Cultura S. A. Soci11I 1.672.ooo,oo 
Total Gemi do Despesa 6.525.Soo,oo 
Arl. ·lo. - Fica o Poder Executivo autorizado a 
realizar: 
l • Operações cio crédito de até 25 por cento 
por cento) da receita destinada. para atender n 
de Caixa: 
(vinte cinco 
insuficiencia 
Suplementnção cm nlé 3o por cen10 (trinta por cento), do 
orçamento, na forma prevista pela Lei no. 4.32o de 17 de 
março de 1954. 
. Art. 5o. • Es111 Lt:i entrará .. m vigor no dia lo. de ja­ 
neiro de de 1975, revogadas as disposições em contrario. 
Prefeitura Municipal de Bela Vista Mt, l! de Outubro 
de 1971. = 
Clovis )larcelino de Oliveira 
Prefeito Municipal 
Leia e Assine 
11
0 Seu jornal 
"Tribunçx da Fronteira" 
CDU 
A presença quase lo 
tal àH rcuniõeH semanais 
vem demonstrar que a 
entidade vai uem. A nece 
ssidade que todos sen­ 
tem do bale papo, do 
convivio, do companhei­ 
rismo é sinal de que o 
encontro é salutar. O 
Conselho Diretor tudo 
tem feito para que as 
reuniões chegassem a e 
nível. Cabe-uos. ngoru, 
mante-las Cada um dan 
um pouco, chegaremos, 
no fim da jornada, àque 
le punllado de varas iu­ 
quellranátvels de que tão 
bem nos fala a historia 
do ancião. 
Estamos em dezem­ 
bro. Mê de férias e de 
restas. Enquanto o comp. 
Benhur nos chega de Cu 
1 
1 l 
1 
1 
ritiba, o comp. ;fanera 
segue, com a familia. pa 
ra um período de féria 
em ;linas. 
Por que será que choveu... atal. 
por que será, meu Deus? Eram preparativos. a árvo- 
Há certos ncontecimento re imensa colocada cru um 
que ocorrem em nossa exis- canto da casa senhoral, os en­ 
tencia e n6s por mais que feites coloridos 1rnnsforma­ 
meditemos nào chegamos a vam a • realidade como em um 
uma conclusão. 	sonho. 
Era eu criança pobre mal Já era véspera de Natal, os 
trnpilbn, filho do empregnd<> primeiras caixas de presentes 
do fazendo. 	foram chegando e para felici- 
Apesar de minha pobrew cinde minha, as caixas foram 
eu tombem nlimenlllrn sonhos depositadas no porão. 
lindo em ,ninha infoncia, ain Entrei devagarinho e uma 
da mais quando os Patrões caixa enorme chamou-me aten 
chegavam para as festas de ção, o nome da etiqueta era 
NECiOCIOS DE OCASIÃO 
Por motivo de mudança vende-se em Bela 
Vista llt. 
1- casa de madeira, em terreno 15x45 mts. crS 
10.000,00 
1-casa nova, no melhor ponto da cidade, em ter 
reno de 30x30 mts. crS 80.000,00 vende-se com 
móveis a combinar. 
. 	' 
4- salões, de esquina, antiga agencia do Ban- 
co, em frente a'> Banco ltaú. 
1- terreno 50x80 mts. dem frente ao m,,numen 
to da ponte, frente para 3 ruas, especial para 
posto, motel, depósito etc. crs 70.000,00, a combi 
nar. 
610-Hectares de terras, campo e mato especial 
para lavouras e formação de pasto-crS 1.000,00 
o ba. a combinar. 
1-lotor de popa Evinrude 6 HP- novo - 
7.000,00 
1- Camionete G-14 ano 1.965, motor novo crS 
15.000,00 Tratar no Posto Esso, em Bela Vista-Mt. 
Estuda-se Negócios com Gado 
PllULO VI N 
ONU 
Na histórica passa 
em pela ON', o Papa 
Paulo VI assim sintetu­ 
:,,.ou os caminhos da paz. 
1-não se pode umar 
com armas ofensivas 
nas mãos, 
2--As relações huma­ 
nas devem er presididas 
pela ruzüo. ,fut-tiça. Di­ 
reito e não pela força, 
violência, temor e astüci 
a, 
3-A verdadeira amne 
ça para a paz não pro­ 
vem do progrcs.·o do, e! 
ência, mas do própio ho 
mem que poderia utilizar 
se dos recursos de qu • 
dispõe, tanto para o hem 
como pum o mal; 
4Chegou a hora de 
nos ucustumarmos a pen­ 
sar de uma maneira no 
va no homem. na socle 
dade lmmuna, na :J_1istó­ 
ria e nos destinos do 
mundo. 
para o filho do patrão, levan­ 
tei devagarinho a tampa e um 
enorme cavalo malhado de 
gesso lá estava; não sei quan­ 
to tempo fiquei admirando. 
Talvez quando meus olhos se 
cansaram voltei à realidade. 
Cobisbaixn e triste voltei 
para meu casebre e comecei 
a pensar... pensar... 
Um r.tio de felicidade ur­ 
ge em meu pensamento. 
Hor que eu ficar triste! e 
eu poderia com minhas pró­ 
prias mãos fazer um cavalo 
tão lindo ou mais do que 
aquele que estava na caixn. 
Corri até o riacho e come• 
cei a carregar o barro para 
baixo de um pé de cinamomo, 
quando vi que a qunnlidade 
já era suficiente me pus a 
Lrnhalhar. 
Os olhos seriam de boli­ 
nhas de gude e a; crinas se­ 
riam de crinas mesmo. Traba­ 
lhd o resto da tard e até 
um pedaço da noite . Meu tra­ 
bulho ficou perfeito. 
Adormeci rnrrindo, pois a 
minha felicidade era imensa. 
No enl'lnto, durante 11 noite 
uma chuva torrencial destruiu 
o meu trabalho.. o meu cavali­ 
nho de barro. o meu sonho 
de Natal. chorei lágrimas quen 
tes, sentidas, pois em baixo 
do cinamomo s6 resta,anl as 
crinas e as bolinhas de i,ide. 
R. R. G. 
DECLARJIÇÍO 
Nelson de Jesus Coelho 
de Moraes perdeu Cnrt.eira: 
Contendo diversos documento;. 
bem como: Identidade, Car­ 
teira de Motorista, CPF, Car 
teira Funcional A present.­ 
publicação é para efeito de 
as. Vias

'l'i-lbunu da Frontcin• 
llela VL kl Mt 
23 de Dezembro 1974 
O momento é propicio, ui; conjunturas o permitem. é de vital importância ser aceito por Voce 
mos do Cristo, o Redentor da Humanidade, o polo convergente de todas nus filosofias e de todas as 
religiões, o 3Jestre do Ser, o yrincipio e a orma, a ssênciu e a luz da luz O jatal simboliza eu 
nascimento; significa que no dia 2» de Dezembro, o Eu Sou; enviou Aquele que E: para demonstrar ao mundo que na 
ternidade tudo é }Jarmonla, gmor e ~}enúncia. are para pensar, leitor amigo, pense com tal intensidade no 3}em 
e ua [ponte, permllindo a.o Senhor du Luz a presença de seu Enviado para que voce possa receber a Vidnu em sua 
plenitude. Esta pequena mensagem é para voce, e nós, que procuramos a Harmonia, a Sintese do Ser pedimos uo Senhor 
da Luz que envie através de seus nviados um pouco de !Paz, um pouco de (!,mor, um pouco de todas as virtudes 
para que o mudo tenha mais 9az, mais gmor. pedimos à luz que ilumine a }umunidade, que afaste de todos os cora­ 
ções o ódio, a ambição, o egoísmo, e acima de tndo, pedimos no [Pai que continue u cs dar força, coragem, paz e von­ 
tade pura prosseguirmos nu escalada de uma imprensa digna, ajudando-nos u fazer um jornal sem ódio. sem rancores, 
sem perseguições. Nós pedimos multo ao (pai, e damos tão pouco, mas resta-nos o suhlime consolo: stamos 
tentando; tentando ser uma força de motivação, uma presença constante da /ontade contra a estagnação, 
do Ideal acima du ambição desmedida; (perdoe-nos sem não estamos cumprindo a (i'í.]issão como deveria ser 
cumprida, somos humanos, erramos e acertamos, e com a consciência tranquila podemos afirmar: 
Trabalhamos Em Harmonia com os Princípios Cristãos, Não Aceitamos o jogo da Mentira, E não 
somos Adeptos da Imprensa sensacionalista, procuramos fazer Jornal dentro da Filosofia Construtiva, e voce caro 
leitor, é nosso estimulo, Contamos Com Voce no próximo ano para que Possamos dar continuidade ao nosso Ideal que 
é Também o seu Ideal: Uma Bela Vista Humana, Progressista, Uma cidade Onde o povo busca a Integração; Uma cl- 
dade onde impera a harmonia, o perdão. ossos Sinceros Votos de Feliz Natal e um próspero A O NOVO. ossos 
Votos que 1975 seja um novo alento ás suas Esperanças, Uma nôva Iase:na fase de transformação que atravessa o mundo. 
são os VOTOS DD EQUIPE TRIBUNO ºª FRONTEIRft 
1 lvaldo Pereira, Maria Estela Velasquez Pereira, José Joaquim Ferreira Souto, Haroldo Medeiros, Adalberto Santana, 
1 Glbon SIivo Santo<, ldlllo Aquino de Souza, Adair Aniceto, João Carlos Velasques, Eder Ribeiro e Wilson Geraldo Dutra 
fr= 	--F-Fé 	-rerê 
.I 
) 
l 
t 
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t 
l 
LRNCHONETE E RESTlURBNTE 
"A Cigarra" (Batidão) 
Envia aos clientes e amigos votos de 
Feliz Natal e um Próspero Hno Novo' 
"LANCHONETE A CIGARRA" 
Agora dirigida pelo Popular Catureba 
-Aos Sábados: Feijoada 
Diáriamente "Batidas" 
"A pedida do Momento é "A Cigarra" 
Ao lado do C. E. Belavistense 
Mais uma vez, chegamos ao oásis do Natal e à 
Novo. Mais uma vez, olhamos para 
propícia, pelo sentimento. O futuro 
nós. Tudo de bom vai 
1 
fronteira do Ano 
frente. A conjuntura é 
a 
nascer agora 
Deus pertence e a 
COM OS NOSSOS MELHORES VOTOS DE 
FELIZ Nllllll E PROSPERO JINO NOVO 
Delegaçia Regional de 
Bela Vista 
Educação e Cultura 
MI

i 
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~1. 
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Edmilson 
DEST C DOS DE 1974 
IM) 
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1 
- 1 
' 
Ernando lfartins Barbosa Secretário de 
Brum Escobar Administração da Prefeitura Municipal de Jardim 
Tabelião, Ver, Industrial (Jardim) 
Eraldo da Silva 
(Prefeito Municipal de Jardim) 
./ 
,. 
%, 
r--1""1f 
, ' i. 
. . 
t 
Ivam Vitório Braga - Professor - Agente da LEMAT [Jardim] Acir Cabral Agente do mNRURAL lbrdi'.ll)

NIPOLES, TIROL 
I 
E NOS 
Talvez no haju con 
cepções tão dispares em 
matéria de Natal, como 
a do povo italiano e a 
do alemllo. 
Para os italianos, o 
uuge da expressllo são 
as palavras e os gestos, 
dentro de uma comunica 
ço humana muita calo­ 
rosa. Prova disso são os 
famosos presépios napo­ 
litanos em terra-cota. 
Construido com centenas 
de pequenas figuras, 
apresentam as peças com 
expressões fisionômicas 
e gestos ln igualá veis. 
Para os alemães, ao 
contrário, uma vez que 
o atal é um assunto 
profundo, a impressão 
não deve expandir-se 
nem exteriorizar-se, mas 
sim manifestar se no si­ 
lencio, recolhimento e 
calma. Para compreender 
mos esse comportamento 
imaginemos uma cena 
típica de Natal no Tirol 
Uma aldeia minúscu 
la. perdida entre montan­ 
has formidaveis e neva­ 
das. As casas, construi 
das com troncos de um 
marrom escuro, contras 
tam vivamente com a al 
vura da neve, que tudo 
recobre. o centro do 
casario, a igreja, peque 
na ma com esguia torre 
Noite de atal. O si 
no toca para a missa do 
Galo. As janela das 
residências estão todas 
iluminadas. Das casas 
saem as familias tão 
agasalhadas que mais pa 
recem novelos de lã .... 
Por um caminho sinuo 
so, livre da neve, se en 
caminham para a igreja. 
Exceto o toque do 
pequeno sino, nada mais 
quebra o silêncio, nem 
08 passos das pesou8 
nem a neve que cai em 
flocos levíssimos. Tudo 
lembra o magno silêncio 
que cobriu 'a gruta de 
Belém, onde haveria de 
nascer o Salvador do 
mundo. 
Das duas concepções 
qual a melhor? A italia­ 
na? A alemã Compreen­ 
de-se que os italianos 
achem uma coisa, e os 
alemiles outra ... 
Qual a posição bra­ 
sileira diante dessas du­ 
as visualizações do ia­ 
tal'? E de compreender 
perfeitamente ambas e 
degustar tão bem uma 
quanto outra. Talvez fa 
lássemos um pouco me 
nos que os italianos e 
calássemos um pouco 
menos que os alemães 
Silo diversidades 
com que Deus quer ser 
adorado por cada povo. 
Não se trata de escolher 
mas comtemplar a beleza 
dessa diversidade . . . 
TRIBUNA D 
"Órgão Independente a 
FRONTEIRA 
Ano III ela Vista- MT.-- 23 12 74 
Gilberto 
(Agente da Rec. Federal) 
PETRÓLEO 
O deputado Célio 
Marques Fernandes (Are­ 
na-r) declarou que o 
Brasil poderá ser dentro 
de pouco tempo o segun­ 
do maior produtor de pe­ 
tróleo da América Lati­ 
na, perdendo apenas pa­ 
ra a Venezuela, diante 
das ultimas descoberta 
de novos lençóis, entre 
os quais o da plataforma 
litorânea, á altura de 
Campos, nc estado do Rio. 
VOTO DE 8011 FE TIS 
Agradecemos e retribuimos os votos de Feliz 
Natal das pessoas e firmas abaixo relacionadas: 
Felix H. Feres (Porto Murtinho) 
Cel. Periandro Mota (Rio de Janeiro) 
Jose Glaucy Flores 
Casa das Máquinas 
Liga Esportiva Belavistense 
Luiz Goulart (Rio de Janeiro) 
Viação Aérea São Paulo (VASP) 
Prefeitura Municipal de Jardim 
Copalar 
Deputado Gastiio Muller 
MANIG - Industria Gráfica 
Corumila Loureiro de Almeida 
Dep. Joaquim Nunes Rocha e familia 
d 
C
8
ló,•is Marcelino de Oliveira Pref ·t 
e ela Vista 	[e1o Municipal 
lve orrêa 
Destacados do Ano 
MUSICll 
BRASEIRA 
O deputado Argilano 
Dario (MIDB-E:) solicitou 
providências da Casa 
no sentido de uma trami­ 
tação mais rápida do pro­ 
jeto de lei de sua auto­ 
ria que determina a pro­ 
gramação de um mínimo 
de 80% de músicas naci­ 
onais nas emissoras de 
rádio do pais. 
A programação de 
alta porcentagem de mü­ 
s1cas estrangeiras nas 
emissoras brasileira não 
só prejudica os composi­ 
tores e músicos nacionais 
mas ainda está promo­ 
vendo a massificação da 
Juventuce de nosso país. 
G SPR 
li 1 
1- A Diretoria do 
GS PR, através de seu 
Departamento de cobrem 
ça, tomou conhecimento 
que muitos de seus a so­ 
ciados encontram-se em 
atrazo com suas mensa­ 
lidades, inclusive alguma 
deles devendo todo o 
ano de 1973. 
2- pelo acima expos 
to, solicitamo cncareci­ 
damente que o prezado 
E 
sócio regularize tal situa 
ção, u fim de que o Gre 
mio possa manter seus 
compromissos e melhor 
atender seus associados 
evitando desta maneira 
a sua Exclusão do Qua­ 
dro Social da Entidade. 
3- Esperando a sua 
compreensão, subscreve­ 
mos 
atenciosamente 
A Diretoria 
E 
TORTA SALGADA 
SIMPLE 
INGREDIENTE : 
3 ovos inteiros 
1 xícara de (chá) oleo 
1 xivara de (chá) lente 
12 colheres de (sopa) 
farinha de trigo 
4 colheres de 
queijo ralado 
1 colher de (sopa) royal 
1 pitada de sal 
RECHEIO 
1/2 Kilo de tomate sem 
semente picado 
2 latas de salsichas pi­ 
cadas 
1 lata de palmito cortado 
1 xícara de azeitonas 
picadinhas 
sal, pimenta, cheiro ver­ 
de a gosto 
MODO DE PREPARAR 
(sopa) 
casa PECUIRISTB 
Vacinas - antibiótiea - fortificantes - sementes 
erragem - artigos para montaria em geral 
"Cas P - 
8a 'ecuúrista Ltda, l0 anos à serviço da agropecuária 
regional" 
Avenida Duque de Caxias - 606 - Fone 157 
anexo: Loteamento Vila Angélica 
Jardim { 	Mato Grosso 
Coloque numa vase 
lha a farinha peneirada. 
Junte os ovos ligeiramen­ 
te batidos, oleo, leite, 
royal, sal e misture-se 
bem. A parte refogar ce 
bola ralada no oleo, jun 
tar os tomates e deixar 
apurar. Depois de espês 
so acrescentar as salsi­ 
chas, palmitos, azeitonas 
e o cheiro verde. Colo­ 
que a metade da massa 
em uma forma untada e 
polvilhada, em seguida 
coloque o recheio e por 
último cubra a forma 
com o restante da mas­ 
sa, se quiser pincele 
com gêlo. 
NOTA:- Se quiser não 
misture as azeitonas no 
molho. Depois de colo­ 
car o recheio na massa 
faça uma camada com 
as azeitonas e outra de 
cheiro verde. Forno re­ 
gular. 
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Jl TRIBUNA DA 
FRONTEIRA