TRIBUNA OI FRONTEIRA 
FUNDADOR - JV ALDO PEREIRA 
Redaç:lo, üricina e Administração 	Publica-se 
ANO III 
Rua Duque de Caxias S/N 
Bela Vista, 26 de ,Janeiro de .1n75 
Domingos 
137 
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GOVERNO FEDERAL 
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ESTUDA COHCESSAO 
DE ESTIMULO AO USO 
DE SEMENTE 
MELHORDDD 
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V 
Alysson Paulinelli 
O Ministro da Agricultura. Alysson Paulinel 
li, presidiu, em Brasília, solenidade de assinatura 
de contratos de obras de infra-estrutura para 
produção de sementes melhoradas nos Estados 
do Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Paraná 
e Espírito Santo, no valor de CrS 81 milhões. 
Na ocasião, o Ministro Alyssou Paulinelli 
anunciou que o Governo Federal está estudando a 
possibilidade de conceder estímulos creditícios 
especiais / promover aumento da produção e da 
taxa de utilização de sementes selecionadas nas 
principais culturas agricolas do Pais. 
O titular da Agricultura acentuou que a de 
vação da taxa de utilização de sementes de 
maior potencial genetico é um desafio que o Go 
verno aceita, pois está convencido de que a disse 
minação do uso desse insum<, basico possibilitará 
elevar o índice de produtividade das lavouras. 
AGUARDEM CiRANDES 
NOVIDADES PBRB 1975. 
D C0PALAR 
"I LOJA QUE GOSTA DE AGRADAR 
PRESIDENTE GEISEL CRIA FUNDOS DE INVESTIMENTOS 
DOS INCENTIVOS FISCAIS 
Durante reunmo do nalto; em Brasilia, o Pre­ 
Conselho de Desenvolvi- sidente Ernesto Geisel 
menlo Economico reali- assinou decreto-lei que 
zada no Palácio do Pia- criá os fundo de investi- 
NOVOS TEMPOS 
J. A Marques Hepomuceno 
Após as eleições do dia 15 de novembro 
do ano passado, iniciou-se uma nova era para o 
Brasil. Indiscutivelmente, foram as eleições mais 
livres de toda a historia deste pais. Igualmente 
importante, é reconhecer que o povo soube esco­ 
lher novos valores homens que pelos seus traba­ 
lhos em prol da nação, sem dúvida alguma de 
s envolverão intenso trabalho na Câmara dos De­ 
putados, no Senado Federal e nas Assembléias 
Legislativas. 
Temos certeza de que as palavras do Se­ 
nador Franco Montoro, "o dialogo substituirá o 
monólogo", serão umi. realidade quando toma­ 
rem posse os novos senadores, deputados fede­ 
rais e estaõuais. Imagine-se no Senado Federal 
valores como Paulo Brossard, Orestes Quércia. 
Roberto Saturnino, Itamar Franco, Marcos Frei­ 
re e outro, que, sob a liderança do Sanador 
Franco Montoro, que há 4 anos já batalha pelo 
povo no Senado Federal, lutarão por uma naçao 
n::.elhor, sem, no entanto, usar de radicalismo, ou 
desejar a volta de sistemas politicos, que por se 
mostrarem falhos, foram suprimidos, como o 
multipartidarismo (13 partidos), que existiram 
no período pré-revolucionário. 
Sabemos que o Presidente Ernesto Geisel 
tem o firme propósito de redemocratizar o Bra­ 
sil. Sabemos que não será uma forma de governo 
imperfeita, como a de 1946, após a redemocrati­ 
zação, que foi adotada, mas que se mostrou fa­ 
lha, mas será adotada agora uma que, isenta das 
falhas da anterior, graças a constatação dos er­ 
ros desta, será um· "modelo politico", livre dos 
vícios que originaram as crises no período de 
1946 a 1964. 
Temos um perfeito equilibrio na Câmara 
dos Deputados entre Arena e MDB, e tambem no 
Senado. a oposição não é mais insignificante, 
pois possui 20 senadores, contra os 7 da legisla­ 
tura anterior. Na maioria dos estados, os parti­ 
dos estão equilibrados, podendo nós assim pre­ 
ver que o biparticlarismo aos poucos vai se aper 
feiçoando no Brasil. E é importante nós notar­ 
mos que nas grandes democracias do mundo im 
pera o bipartidarismo, como na Inglaterra e no 
Estados Unidos, por exemplo. 
É verdade que os partidos atuais nasce 
raro de uma forma artificial, mas aos poucos vão 
se tornando em verdadeiros partidos politicos de 
uma democracia. 
A maior parte do caminho já foi percorri 
da. Agora é esperar a nova Constituição que este 
ano será encaminhada ao Congresso pelo Presi, 
dente Geisel, para que tenhamos então um mo­ 
delo politíco respeitado no mundo todo. 
mentos e altura a legi::1- 
lação do imposto de ren­ 
da, relativa aos incenti­ 
vos fiscais. Os fundos de 
investimentos foram cria­ 
dos com o objetivo de 
assegurar o equilibrio 
entre a oferta e a procu­ 
ra de incentivos {fiscais. 
As faplicaçõrs dos 
incentivos fiscais se fa­ 
rão por intermédio de 
tres fundos, os relativos 
ao Nordeste, pelo Finor, 
que será operado pelo 
Banco do Nordeste 
do Brasil S/ A; os relati­ 
vos ao Norte, pelo Finam, 
onerado pelo Banco da 
Amazonia S/A;{os rela­ 
tivos ao 'turismo, pesca 
e reflorestamento, [pelo 
FISET' operado pelo Ban 
co do Brasil S-A. 
O Finor, o Finam e . 
o Fiset, serão adminis­ 
trados como fundos mu­ 
tuas. Como tal, terão o 
seu patrimonio represen­ 
tado por quotas, cujo va­ 
lor será calculado, dia­ 
riamente, em função do 
patrimonio ,liquido de ca­ 
da fundo. Para efeito de 
avaliação, a,; ações in­ 
tegrantes das carteiras 
dos fundos serão com­ 
putadas pela cotação 
média do último dia em 
que tiverem sido nego­ 
ciadas em bolsas, 
YEICULOS 
B VENDA 
Vende-se em bom 
estado: 
1-Dodge 1800 - Ano 1973 
2-Opala -Ano 1973 
3-Jeep willys-Ano 1972 
Tratar no Banco Itaü R- 
15 de Novembro - 289 
Bela Vista MT. 
Preço deste exemplar 
CrS 1,00

Tribuna da Fronteira Bela. Vista :'IH. 	26 de ,Junoiro de 197 
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{Perto da Esoia astelo Brano) 
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Advocacia em Geral 
Ia 15 de Novembro 170 Fone 237 Bela Vi-ta MT 
• FIM MARCO 
Médico 1 
Rua 15 de Novembro, 75- Bela Vista - iíT 
Dr. {ezio Loureiro Pinheiro . 
Advogc.do 
Rua Antonio llfaria Coelho, 221 - Bela Vista-Mt. 
=HAROLDO MEDEIROS= 
ADVOGADO 
Rua General Osôrio, 54.1 - Bela Vista - Mt. 
O Presidente do 
Sindicato Rural de Bela 
Vista tendo em vista as 
eleições gerais para os 
cargos de membros ela 
Diretoria, Conselho Fis­ 
cal e Delegados Repre­ 
sentantes que deverá se 
processar no dia 1° de 
Fevereiro próximo, 
na conformidade dos 
Editais e demais docu­ 
mentos legalmente traus 
corridos para isso; avisa 
que, tendo em vista 
o que consta do artigo 
7Q, letra "D'', da Porta­ 
ria MTPS nº 40, de 21 
de janeiro de 1965, e 
ainda o constante do 
Capitulo m artigo 12n, 
letra "A", dos Estatutos 
do Sindicato Rural de 
Bela Vista, os quais es­ 
tabelecem taxativamen­ 
te a obrigatoriedade de 
estarem os senhores só- 
cios quites com o co­ 
frt.> social da Entidade 
para que possam votar 
ou serem votados. E 
tendo em vista ainda 
que a mais de 2 meses 
atráz convencionou com o 
cidadão Elpidio da Silva 
Alves (11uçum) a co­ 
brrança das mensalida­ 
des de todos os associa 
dos inscritos neste Sin­ 
dica to, rato este que 
por motivos vários e 
que não nos é possivel 
enumerá-los, deixou de 
ser feito em sua totali­ 
dade de associados. 
E para que não b11.­ 
ja alegações de igno­ 
ra_ncia ou má fé, é "'pu­ 
bhcado o presente A vi 
so, advertiu.do os senho­ 
res socios, de que no 
proximo dia 28 deste 
terça-feira sairão o~ 
Editais com a relaço 
dos que estarão devi- 
damente abililado à vo 
tarem e serem votados. 
Kão l.Ja,·endo para 
isso uenhuma excessão 
ou condições que con­ 
cedam à qualquer asso· 
ciado o direito da núo 
obrigação da quitação 
com o pagamento de 
sua contribuiçiio ao co­ 
fre da entidade indicai. 
Fica portanto con· 
cedido ainda o prazo de 
até o dia 27 deste. se 
guada feira para aqueles 
que desejarem legaliz~­ 
rem-se para o exercicio 
acima mencionado. 
Bela Vista, 22 de janei 
ro de 1975. 
Jacinto Rodrigues de 
Miranda 
Presidente do Sindicato

Tribuna ria. Frouteiru Bela Vista Mt 	26 de Janeiro de 1975 
ENFOQUE 
(FATOS, FOTO 
' 
EDIIDE ... ) 
Nomeado por ato governamental de 23/1274, 
publicado no Diário Oficial de 2 Janeiro ele 1975, 
tomou posse o novo Juiz de Direito da Comarca 
de Bela Vista, dr. Walter José Rodrigues Contrera 
O novo magistrado é natural de Buurú ( P), e fi­ 
cará no lugar do Dr. Simüo Aureliano de Barros 
Filho, que [oi transferido a pedido para a comarca 
de Dom Aquino, no norte do Estado. 
No primeiro Grand Prix de 1975, com magistra­ 
is ultrapassagens sobre iki Lauda, Carlos Reute­ 
mann, James Hunt, Fittipaldi confirmou ser o melhor 
piloto de Formula- 1 cio mundo... JJrá frente 
Brasil... 
O presidente Ernesto Geisel prestou sua 
homenagem pessoal ao centenário de "O Esta­ 
do. de São Paulo", designando o Secretário de Im­ 
prensa, Sr. Humberto Barreto, para ir à missa de 
ação de graças celebrada em Brasila. Neste mesmo 
dias, os censores toram retirados da redação do jornal, signifi 
·ando, pelo menos, por enquanto, a suspensão da censura que 
durante vários anos foi imposta ao ·Estadão- (dev. Manchete) 
A ~uguslávia talvez fique nu história como o pais 
que ventou o casamento rxperimental. Já existe lá um projeto 
de lei segundo o qual cada casal, antes de obter o 
direito de se casar legalmente, deverá viver junto 
pelo menos durante um mês. Nesse estágio de ma­ 
Lrunômo, o rapaz e a moça teriam que partilhar 
despesas e responsabilidades, entre as quais a de 
lavar as panelas. Com isso, aquele pais socialista 
procura - por incrivel que pareça - salvar o casamen 
to ameaçado p/ uma onda de divórcios. As estatísticas 
mostram que, na luguslávia, em cada cinco casa­ 
mentos um se desfaz. E depressa. 
Esta Coluna é Patrocinada pelo; 
Bar, Lanchonete e Restaurante 
"O BATIDÃO" 
O senador Petronio Portela continuara na 
presidência nacional da Arena. Pelo menos enquan 
to o presidente da República assim o quizer. 
#e-E- 
CM#GERES3 DOE 
BIESTS PERA.E 
Sob os auspicios do Governo do Estado de 
São Paulo, e em co-promoção de suas Secretarias 
da Justiça e da Cultura, Esportes e Turismo. deve 
rã realizar-se na Capital daquele Estado, no perio 
do de 1G a 22 de l'evereir<> de 1975, em dependên 
cias da Faculdade de Direito da Universidad.:l de 
São Paulo, o "V Congresso de Direito Penal e 
Ciências Afins". 
Dia 25 disseram o tradicional "SIM", Antero e 
Maria Selma. Ao jovem casal, votos de harmonia 
e que trilhem a "estrada da vida" com espirito de 
amor e renuncia. Felicidades... 
NASCIMENTO 
O lar do casal Reinaldo e Mariza, está em les 
ta; nasceu mais uma linda garota. Aos amigos, que 
a "estrelinha" brilhe no firmamento de suas exis 
tências 
Tribuna e Gráfica 
Nosso quadro de Fu 
tel.Jol de alão, estreou 
no K "maravilhosamente" 
torneio do comércio. 
Conseguiu perder para 
a A.A.B.B 'por apenas ... 
12a 2 (si0... ) O time e· 
tá começando e começou 
bem ... 
3ME' 'T0 0E 20 
POR CE! T3 OS 
IAS ESE- 
E8» 
IR 
Brasilia -A Presiden 
eia da República enviou 
circular a todas as ai 
ministrações estaduais 
recomendando que. a 
"exemplo do estabelecido 
para os Ministérios fede 
rais, se fixe um limite 
máximo de 20% em rela 
ção a 1974, no reajuste 
de tarifas e preços de 
bens de serviços públiços 
A recomendação tem por 
finalidade viabilizar este 
ano a desaceleração 
gradual da inflação, não 
apenas com referência a 
1974 mas também em re 
lação ao desempenho no 
segundo semestre. 
Serviço com Rapidez 
e Perfeição 
Só na Gráfica 
Trihuna da 
Fronteira

Tribuna da Fronteira Bela Vista Mt. 	26 de Janeiro de 1975 
REPUBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 
ESTDDO DE MDTO GROSSO 
CIDADE E COMllRCll DE JIIRDIM 
Cartório do Registro de Imóveis 
Dinah Brum Esco­ 
bar, Oficial do Registro 
ele Imóveis desta cidade 
e comarca de Jardim, 
Estado ele Mato Grosso, 
na forma ela Lei, etc ... 
Faz Público, que fo­ 
ram apresentados em 
Cartório para exame 
cios interessados, ele 
conformidade com o De 
ereto Lei nº 58 de 10 ele 
dezembro de 1.937, com 
os mesmos requisito do 
artigo 1o. do mesmo 
Decreto Lei no. 5 , re­ 
gulamentaelo pelo Decre 
to no. 3.079 de 15 de 
Setembro ele 1937. o ile 
morial e demais papéis 
e documentos relativos 
à venda ele terrenos em 
lotes que compreende o 
imóvel denominado 
«Vila Coronel Camisão». 
situada na Zona Urbana 
desta Cidade e Comat·ca 
de Jardim, Estado de 
iIato Grosso, que tinha 
a denominação de Chá­ 
cara no. 10, desta cida­ 
de de Jardim, com a 
área de » Ha. 6.190 m2, 
compreendeudo-se o plu 
no de loteamento de 6 
(seis) quadras. sendo 
quatro (4) quadras re­ 
gulares, e duas (2) qua° 
dras irregulares ficando 
assim demarcadas Qua­ 
dras n 1, com 5 lotes 
irregulares, Quadra nº 2, 
5 lotes irregulares; Qua­ 
dras n0
8
3. 4, 5 e 6, com 
14 lotes regulares, cada 
uma fazendo o total de 
sessenta e seis (66) lo­ 
tes e quatro (4) ruas 
projetadas, dentro dos 
seguintes limites: Ao 
Norte, com a Rodovia 
Federal BR-2ü7 - Jardim 
Porto Murtinho; ao Sul, 
com a Chácarn nº 11; 
ao Leste, com a cháca­ 
ra n. 19; e ao Oeste com a Chi 
cara n. 16 de propric<lndc 
de do r. Carlito Haer­ 
ter; para efeito de decor­ 
rido o prazo de trinta 
[30) dias da data da 
última públicação do 
.3S FREIE AS Ri9 G. J SUL 
Define Atuação do MDB 
Porto Alegre Na 
entrevista que concedeu 
ao Club do Repórteres 
Politicos do Rio Grande 
do ui, o senador elei­ 
to pelo Estado de Per­ 
nambuco, Marcos Frei­ 
re, definiu sua posição 
a respeito da atuação 
dr, llDB. Disse que a o­ 
posição deve ser ousada 
mas não radical a pon- 
to de incendiar cana- 
viais e atirar bombas. 
Diál'io Oficial do Esta­ 
do e na vusência de 
terceiros ou deste Ofi­ 
cio, proceder-se-á, o 
competente registro que 
trata o artigo 2 § 1° 
daquele Decreto. Dado 
e passado nesta Cida­ 
de e Comarca de Jar­ 
dim, Estado de Mato 
Grosso, uos quatro dia 
do mes de Outubro do 
ano de mil novecentos 
e setenta e quatro. Eu 
Dinah Brum Escobar, O­ 
ficial do Registro de 
Imóvei o fiz datilo­ 
grafar, subscrevo e a - 
sino em público e ra ·o. 
t o entender do enador 
arcos Freire, a consci­ 
ência dos fatos errados 
já se generaliza, e o go 
verno começa a intro­ 
duzir reformas. Frizou 
que o ilDB npoia mu­ 
danças, sem no entauto 
deixar de ser oposição. 
Após a entrevista, iar­ 
cos Freire foi à Livra­ 
ria Lima, onde autogra­ 
fou seu livro "Oposição 
no Brasil, hoje". 
Inabilidade outra vez demonstrada ao 
Brasil 
MATO CiROSSO OUTRA 
VEZ NO RIDICULO 
Sobressaindo-se ai­ 
rosamente como um do 
raros Estados brasileiros 
a de pontar no cenário 
nacional como cabide 
dos ridiculos mais urna 
vez o mato rrossense é 
alvo de chacotas nacio­ 
nais. 
É deprimente para 
nós, filhos desta terra, 
sermos chamados a aten 
ção por todos os recan­ 
tos deste nosso Brasil 
por onde andamos ou 
viajamos, para um fato 
qualquer que serve de 
ridiculo perante os gran 
de ridículos que porven 
lura o há. 
Na última quinta fei 
ra o «Jornal do Brasil» 
em ua coluna «Informe 
JB» destacou a venda 
de luxuosos lin-os con­ 
tendo as Obra. do Go­ 
verno Fragelli no aereo 
porto de Congonhas em 
'ão Paulo pelo preço de 
cem cruzeiros cada um. 
Ar:rescentou a nota 
do conceituado J ornai 
brasileiro que aquele 
que estiver interessado 
em saber quais as obras 
do governo Fragelli, os 
que estão naquelas gran­ 
des metrópoles, deverão 
pagar cem cruzeiros: 
Finaliza a nota com 
a pergunta: E quem es­ 
taria interessado em sa­ 
ber quais as obras do 
governo Fragelli? « Por 
Ct·s100,00, compra-se as 
memórias de De Gaulle». 
E nó, acrescentamos: 
onde já se viu Comer ·in 
lizar Um Relatório Pü­ 
blico? Pagar para ver. 
De quem partiu a 
iàeia? V eu der as ren liw 
çes de um governo!!! 
Está parecendo, tal 
grotesca inabilidade, res 
saltada agora ao Brasil 
outra vez, que a idéia 
deve ter partido de um 
Sr. Secretário que "bo­ 
lou as Obras de Compa­ 
ração do Governo Atual 
com o Pedrossian cujo· 
"esquecimentos" de vári­ 
as obras anteriores cus­ 
tou uma chamada de a­ 
tenção pelos próprio es 
calões do governo esta­ 
dual. 
Porque tais vendas. 
inéditas no Pais, não es 
tão sendo e•etuadas em 
JJato Grosso? 
Sã::> perguntas, são per 
guntas ... 
"Jornal Equipe" 
_j 
Preço deste 
Exemplar 
Cr$ l,00 
r•:::,,,:;*~->.,(~-,>-<:~,>-,<c~->.,(·=>.,:;~-:::,,,:;,>.;<*~ ,>.;<-;:,;;:;,>.;<~~~ ~-~ ::>e<:->.;<.:,z-::,e.:s,;;c->.,::-~**>.!<:·::>,<'~,S::,~;:,;!(,,~:;,.;.:;~ ~~ ::,e::-~ -~ ->.<;-.>e<)4 
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· - 	·> "" 	sac a <e» &5.2<.. 3«c0-.4.539<9 k 
-----------------

Tribuna da Fronteiru 	Bela Vi ta - MT. 	26 de Janeiro de 1075 
A PSICOLOGIA DO 
(Continuação ... ) 
SOLDADO 
tanto destaque uo crime 
Os amigos acudiram fe­ 
chando a porln. do cemi 
lério. Você tem l'ilbos? 
-'Tenho. 
- ube. Criar uma ri! 
ha com todo mimo, agu 
salhá-la no colo, todas 
as noites, lazer economia 
para podel' clal'-lhe tudo 
o que pede, trabalhar 
por e la e vê- la assassi­ 
nada é duro. ó passan­ 
do por isso é possivel 
imaginar. E eu sei. Mil 
'ezes eu tivesse morrí­ 
do nu guerra ou dos sal 
to com púra-quedus. 
Ela ali estava. Era 
linda, tão nova, adoles 
ccnte. Queri:1 chorar e 
não pedia. Fiquei louco 
de tanta dor. E luucinan 
te. Eu HÓ tinha Yazio, 
só silêncio. 
Olha! Ela era nor. 
Era tesouro, era amor, 
era alegria, era sorriso. 
era ... era tudo, minl!u. 
vida. quele louco a ma 
tou. ilfatou a 'mim tam­ 
bém. Morri um pouco. 
:--lilo posso entender, Não 
posso ... foi injustiça ... 
-- Foi ótimo voçê ter 
me procurado. Desde 
que cheguei a Campo 
Gr,rnde ttnl.!o saudades 
ele nossa turma lá no 
Hio. 
Você bem sabe, es­ 
tou aqui por pouco tem 
po. Al'inul. já tenho 
quase trinta e cinco 
a nos de serviços presta­ 
dos. E o quanto basta. 
Comecei soldado raso e 
cheguei a Coronel. Fiz 
de tudo, até, guerra. 
Orn, jú esta chegando o 
tempo de descansar. 
Quando Yoltar, 'OU até 
lá rever o pessoal. Vo­ 
cê lembra do nos o sal­ 
to cm 'alvadot·? 
Eu não estava, 
mu:; você me contou. 
nli.o se é exigente, qual­ 
quer coisa serve. 
- Onde YOcê está 
morando? 
- Consegui um apar­ 
tamento no prédio do 
exército mas não gosto 
dele. É g'l·aude domais 
para quem está só. De 
noite hó muito silêncio. 
Voce sabe ele minha má 
vontade com o silêncio. 
- ,Já sei. 
-- Pois 6. 
novas. Afinal 
da a turma? 
Conte as 
como an- 
'Todos bem, senti­ 
mos a sua l'a!ta. 
É. Vou fingindo que 
acredito. Depois de 
tantos anos a gente se 
sente meio !'ora de ca­ 
sa. Há muita amizade 
na turma. O mesmO ris­ 
co de vida, uuando en­ 
frentado junto, une, sol­ 
da, sei lá o que. 
- Como voce se sen­ 
le como Coronel? 
Nilo sinto nada. Eu 
sou soldaclo. A vida foi 
empilhando galõe' uos 
meus ombros. Nasci pa­ 
rn aventma e quando 
penso nisso volto a ser 
n,enino, volto a ser pra­ 
ça. Você foi soldado? 
- Não. 
Pois é, subi a e • 
cada ela vida pisando 
em todos os degraus. 
Hoje vivo de memória . 
Só não gosto do silên­ 
cio. E cada dia mais eu 
volto a ouvir o s:lêncio. 
É cisma! 
Tomara q seja! 
Jlzio Corsini Cabra Ifa 
leceu 18 de setembro de 
l!l7-I, poucos meses antes 
de se aposentar. Desas­ 
tre de avião. De recruta 
chegou até Coronel do 
Serviço de Intendencia. 
Na campanha da FEB, 
foi sargento da linha de 
frente- A O A. Duran 
te muitos anos saltou 
com o púra-quedas de 
avião em pleno voo. 
Enfrentava o perigo 
sorrindo. A morte con­ 
seguiu fisgá-lo, Venceu 
o Cabral. 
Nasceu, viveu e mor­ 
reu pobre. imples, co­ 
mo soldado. Gestava da 
lulu, se tl'Oj)<.'Ç'.t'a le­ 
vantava em seguida. 
Sempre !õe erguia. Nun­ 
ca se curvava. 
Sua vida foi um e­ 
xemplo de c;omo se po­ 
de chegar a ser alguém 
vindo do nada. Passou 
por mil obstáculos e a 
lodos eilfrentou, com ou 
sem medo, e disso se 
orgulhava. Como lema 
usou a. trilogia lea!­ 
dade, honradez e amor. 
Sabe Cabrali! IfJs 
gostávamos tle voce e 
guardamos um grande 
orgulho em termos sido 
seu amigos. Quando 
voltarmos a nos en- 
contrnr continuamos o 
papo! 
m abraço dos púra­ 
quedistas. 
(a) KURT 
VENDII 
Vende-se uma Chácara situadn a beira do 
Apa, cusu de material com 7. hectares, na 
Cancha valor Cr$ 90.0O0,00 
Tratar om 
) Ponto de Encontro de Antonio Joo 
de Maria de Lourdes da ila 
Luucbc>. rápidos. ·u11;ucloH, doces 
Bebidas em geral 
(?onto de parada da Via-;ão Cruzeiro do Sul) 
Antonio João MT. 
E: , 
#tst 
ADVOGADO 
ERITÓRIO Ira General 0.6ri0. 825 
Bela Vista :fato Gros o 
a hurasaria «GAMO0»l 
«O Ponto Certo para as pessoas 
de Paladar Exigente« 
Visite-no e eja mais um frequentador as iduo 
do "RETAURANTE TAMOIO" 
Hua Antonio João Bela Vista :lT. 
(Ao Lado da Agência de Cruzeiro do ul) 
- Contei' ,Já tinha 
me esquecido. 
- E as meninas? 
- hr:arnm no Rio. 
Con ·egui ctepois de ve­ 
lho comprar um aparta­ 
mento a prestação. E 
pouco. mas, pelo menos, 
elas já têm teto. Depois 
da morte de minha II­ 
Iher eu i'iquei pen 'tLudo 
no futuro e clecltli com­ 
prar esse r1partamento. 
Sabe. Elas sentem 
falta da irmã. a que 
morreu. 
E o carro? 
- Aquele eu vend.i. 
Comprei esse ai, ama­ 
!'l'lo. ia minha i::latlc 
Representações {ereal Ouro Ltda 
Adubos ··TRE O" - Imeticidas - Banheiro 
lVI tálico 
L
".=eriilizando com Carinho a Nossa Terra" 
Rua Sebastião Crispim do Rego 561 
(em frente a Receita Federal) Be!a i-ta - Mt. 
ele Antonio Remo Penzo 
Copra de .Galeia 
Bruta e Venda d 
adeira e:r2&a 
Antonio João -- Mt.

Trihuna du Fronteira 	Bela Visiu - !llT. 2G 
tle Jaueiro de 1!17:í 
Estado de Mato Grosso 
Cartório do 2.o Oficio -- Poder Judiciário 
01/75 
O Doutor Walter .Jo 
sé Rodrigues Coulrera, 
Juií~ de Direito e de 
Menores da Comarca de 
Bela Vit:,ta, Estado ele 
Matu Grosso. Tendo em 
vista a aproximação 
dos l'estejos carnavales­ 
cos de 1.975 ... 
MJ DJ sejam obser­ 
vadas a partir desln da 
ta e até o ultimo dia dos 
festejos cumuvulescos 
do conente ano as De­ 
terminações que seguem 
l - Nenhum festival 
pré-carnavalesco ou car 
navalesco, com a pre­ 
sença de menores de 1 
a nos poderá ser reali­ 
zado sem o ...-!vará con­ 
cedido por ê te Juízo; 
2 - Os intere safos 
na obtenção cios Alva­ 
rás para a realização 
dos baile ou 'esperais, 
deverão reque­ 
rer ao Juizado ele J1e­ 
nore a devida licenç~, 
no máximo 48 (quaren­ 
ta. e oito) horas untes 
da realização dos festi­ 
vais constando no reque 
riment'l os seguintes 
dados: 
a - Nome, pl'Ofissão 
Carteira de Identidade, 
Estado civil, resiclênôia 
do responsá ve!; 
h - Gênero da so- 
ciedade, local, hora de 
inicio e término do fes­ 
tval; 
c - e haverá co- 
brança de ingresso ou 
venda de convites; 
d - Indicação 
responsáveis por even­ 
tu:iis infrações. 
3 - Para os bailes e 
vesperais dos dias , 9 
10 e 11 de fevereiro de 
1975, poderii o ser reque 
rido em uma só peti­ 
ção na qual se deverá 
especificar todos os Al­ 
varás pretendidos, sen­ 
do, êstes, expedidos se­ 
paradamente um para 
os bailes e outro para 
os vesperais; 
4 - Para o período 
pré-camavalesco há ne­ 
cessidade dé uma peti­ 
ção para cada baile ou 
vesperal; 
5 - O Alvará conce­ 
dido será. imediatamen­ 
te cassado com a sus­ 
pensão do baile ouves­ 
peral sempre que o res­ 
ponsável pelo ªfestival 
inkingir ou :burlàr qual­ 
quer determinação da 
presente portaria: 
~ - ~ proibido a per­ 
manenc1a ou a partici­ 
pução de menores com 
.menos de 14 (quatorze) 
anos de idade nos sa­ 
lões públicos ou quais­ 
quer outros loca.is ou re­ 
cintos onde se realizarem 
dos 
Comarca de Bela Vista 
hailes noturnos com en­ 
trada livre; 
7 - Será permitido ú 
critério deste Juízo o in­ 
gresso de menores com 
mais de 14 (quatorze) 
anos de idade, ucompan­ 
hados de seus pais ou 
1·0!',pousáveis legais, uos 
bailes noturnos; 
8 - 'as vespernis 
inYunlo-juvenis que terão 
inicio às lG,00 horas e 
terminarí"to ás 20,00 ho­ 
ras só poderão partici­ 
par, menores com mais 
de 3 ttrês) anos e menos 
ou 14 (quatorze) anos, 
devid·tmente acompan­ 
hados dos pais ou res­ 
ponsáveis; 
9 - Não poderão ser ven­ 
didas ou servidas bebi­ 
rlas, alcoólica á meno­ 
res de 1 (dezoito] anos 
ele ioade,._ sob pena de 
cassação imediata do 
Alvará. 
10 - Sómente pode­ 
rão participar dos bai­ 
les pré-carnavalescos 
ou carnavalescos os me 
nores de 14 LquatorzeJ 
a nos à 18 l dezoito] anos 
que e:dbirem na Porta­ 
ria do Clube a Carteira 
de Identid~de do Juiza­ 
do de ilenores da qual 
será obrigatória uma to 
to 3 x 4 cm. do menor, 
sua filiação e o respon­ 
sável pela sua perma­ 
nência no Clube; 
11 - Pura a expedi­ 
ção du Carteira de 1- 
dentidade à que se re­ 
fere o item 10 da pre­ 
sente Portaria o interes­ 
sado deverá comprovar 
a sua filiação com a 
apresentação ele Certi­ 
dão de . ·ascimento; 
12 - Os Clubes e 
ouh·os requerentes ao 
apresentarem o pedido 
de Alvará, deverão ane­ 
xar à petição o compro 
vante da reserva de 
uma sala, bem localiza­ 
da no Clube ou :de uma 
mesa de pista para uso 
privalho do Serviço de 
Fiscaliwção do Juizado 
de ilenores; 
13 - É proibido o u­ 
so de vestimentas e fan 
tasias que atentem con­ 
tra o decôro e o recato 
à que têm direito os 
menores, os quais as­ 
sim encontrados, pode­ 
rão ser apreendidos e 
apresentados á este juí­ 
zo ficando seus pais ou 
responsáveis sujeitos às 
penalidades previstas 
em Lei; . 
14-O Inspetor de 
Menores e as autorida­ 
des policiais encarrega­ 
das da flscalizuçiio de- 
verã.o exigk elos Clubes 
ou Sociedades a apre- 
sentação dos Alvarás 
exigirlos por esta Porta­ 
ria; 
15 - No caso de vio­ 
lação o quaisquer das 
r1etermiuações desta 
Portaria ficam os iul'ru­ 
tores sujeito à multa 
ele meio à dois salários 
minimos por menor ad­ 
mitido (arl. 2o. da Lei 
5.435 de 22 de maio de 
1.9(38), sem prejuizo da 
cassação fio Alvará 
concedido e de outras 
penalidades cabíveis: 
16- Ficam revogadas 
tôdas as disposiçõe que 
contrariem a presente 
Portaria, atendida a le­ 
gislação de llenores. 
Para conhecimento 
de todos os interessados 
determino que a pre­ 
sente Portaria seja pu­ 
blicada pelos 'erviços 
ele Alto falantes locais 
e no Jornal Tribuna da 
Fr•>11teira. 
CUMPRA-SE, reme­ 
tendo- e cópia da presen­ 
te ao Sr. Delegado de 
Policia de Bela Vista e 
Caracól, ao 'r. Inspetor 
de Menores, aos Srs. 
Presidentes dos Clubes 
sociais e casas de diver­ 
sões Caruavale cas. 
DR. WALTER JOSÉ RO­ 
VRIGUES CONTRERA 
Juiz de Direito e de ile­ 
uores 
Dela Vista. 23-1-1.975 
Preço deste exemplar 
Cr$ 1,00 
EDITAL DE PROTESTOS 
CIIRTORIO DO 1.0 OFICIO 
Eu. José Avelino e il­ 
 a. oficial do [regi·tro d,· 
Protestos da Comarca de [e­ 
la Vista. do Estado de Mato 
Grosso, na forma da Lei Ete. 
lago saber aos que o 
presente Edital virem ou de­ 
le tiverem conhecimento, qu 
,e e11co11t ru t'lll Curt 6rio. a 
rua oronel Dia-, no, 91} 
ne-ta cidade, para protestos, 
por falta de pagamentos o° 
-eguinte-s título-; 
a] Notas Promissórias 
apre-entala- pelo ano ltaú 
i/A. a favor do mesmo 
Banco: 
l - :'inta Pro111i,-6ria Cre 
dichek. No 02203105008. a­ 
lor cSr 5.19.5,70. vene. Jú/1()/7 l 
Emitida pelo r. Juvino Go­ 
doy avalizada pelo sr. nlde­ 
mir da Sih a Coei li o 
2 - Nota Promissória 
Credichek No 02.206.550.00.2 
valor crs 7.065,90 emitida pe­ 
lo sr. Athaide Godos avaliza 
da pelo sr. Nicácio Mendon- 
3- Nota Promissória Au­ 
tohanl-.. 110. 55201:!9I
1
)(.)U ,a­ 
lur crS 25. 121.85 , cnr. 06-07-71 
,·mitida pelo sr. Ney Ioberto 
Lopes avalizada pelo sr. Joel 
,hc, ,b Siha .. 
J) :'íot:i Prorni-.ória Cre­ 
dichek. No 02-20827 l-00-7 
Valor CrS 8.0J5.2U Vene. 2/J/ 
9-7I Emitida pelo Sr. David 
DerLr Ula,hhe Spnundio A­ 
,uliza,1,1 pelo 'r. 1 'i,aldo ele 
Barros. 
5j:'ola Proniis<ôria Credi 
t·hà.- no 02.201!!9:iOO!J.., ulor 
Cr$ 3.532.95.- venc. 0910917-1.­ 
emitida pelo Sr. ,h,·1 Jara 
Cavalheiro.- avalizada pelo sr. 
Jurandir Fcrn:ira de Souza.• 
6) Nota promissória crédi­ 
to pessoal- no 70102931600.7 
valor Cr$ 2300,00-en. 13/0 
71- emitida pelo Sr. A;_!n,tinlw 
Hihas.-:1aliwda pelo ,r. Saul 
SilYcira de l.lnrros. 
7J Íota promi.,sória .liF• 
celban! - ,·:dor CrS 5,657,0U 
no 2.'l.212006.0U.3-·cn('. 01/07/ 
74-emitida pelo •r. Eslanilau 
Dama· .forque, • a,aliwda pc 
lo sr. Kldicr Lourt:iro "lcdei­ 
ros. 
8) Nota Promissória Credi 
chck • no 02.209232.o0.-I- , alor 
Crs 10.019.10- emitida pela 
Sra. Tania ara de ouza - ava­ 
liznda pdo Sr. Irineu Batista 
Gomes. 
9) Nota Promis-oria Credichek 
J orna! "Tribuna da Fronteira" 
(Scman:írio fumludo cm 25/2172) 
legistro no Cartório de Titulos e Documentos n.o 1066 
Prnpriedade da Empresa Gráfica Tribuna da 
Fronteira 
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Editor-Cbefe - Ivaldo Pereira 
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Grosso 
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ene. 05-69.7I Emitida peh 
sr, Hosério Paiva avaliza!4 
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o) ota Proi-6riu 
Cn·diclrc-k 1111. (<'111 l1runr11) 1J 
lor er SI5l,H ene o66-l8-74 
Emitida pela -ra Aulina de 
Morares e·llo avalizada pelo 
sr. Era-mo Miranda. 
J JJ ioLu Prn111i-,6ri,1 
Crédito Pessoal no 70lo29 
38o valor crS lo,oo vene. 
19.66-I Emitida pelo sr. Atai 
d,· T,,hia• riu Siha :11ali,.1d.1 
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l2y Nota Proi-6ria 
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cr$ 15.922,79 vene o167.71 
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neiro Pinheiro Avali-ada prelo 
sr Iobis-on Geroncio 'aban 
1:1) i'iota Pro1ni-•óriJ 
utobank no. Tipo 55 valor 
ecr 24330,00 vene o-7.7/ 
Emitida pelo sr Cresmildo de 
3ouza avalisada pelo sr. o 
rumila Loureiro de Almeida 
IJ - No1a Promi--6rin ,u 
tobank no. ,"j22ol7%ool , nlor 
crs 2012925 vene I6-l6-74 Emi 
tida pelo sr José Xavier a»a 
lizada pelo ir. Octavio Lourei 
ro de Almeida 
),"j) i,,ta l'romi••óri:1 
crédito Pessoal no 701.-029150 
l'ulor CrS :;75.00--vcnc 18/09171 
·ruitida 1wlu sra. Tcrczinlrn dr 
.lorac, ]ara a,alizada pelo 
sr. eba-tiüo Augusto Ferreira 
Leite 
16) Nota Promissória no 
02.2()<,:;9<).009. ,alor CrS 7.06.3, 
90- ,·enc 27/09/71 emitida Jl lo 
sr. Luiz Carlos de iouza • 
u, aliz,u.la pelo sr. Wilson Fli­ 
lcmon l'iahhu11 
17) :ota Promi;--6ria no 
5622-J56ooo5 , alor CrS 8116,o8 
, enc '2Blo917 I emitida pelo sr 
L.ais Carlos de ouza avaliza 
da pelo sr Wil-on Fhilcmon 
i'abhun 
Bj ·ola Promi•,6ri:r aprcscnlJ ) 
tia pela Srta E,milda •"'"Jciro• 
Proença à favor da mesma. 
1) no o) ,:tlor CrS Jooo. 
o» venc o/69-71 emitida pela 
:-r:r E,a ,lve, 
E por não ter sido po·i 
el encontrar os emitente. 
pelo presente Edital que será 
afixado no lunar de co-tum 
e publicada ela imprensa lo 
cal, intimo os à pagarem a im 
portania dos mencionado 
t ít ulos ncrc-ciJos da; dcspt:fJ• 
legais. ou darem razão de sua 
recusa, e ao mesmo tempo 
na falta de pagamento ou co 
purecirnento, notifico·os do 
cornpe1entc vrolcELO nv 
praz.v legal 
Bela Vista, .lt, 17 de JuJwiro 
de 1975 
Oficial cio Hcgi5lro de Pro 
testos 
Jo-é Avelino e Si.h-a 
Serviço com Rapidez 
e Perfeição 
Só na Gráfica 
Tribuna da 
Fronteira

I 
Lllrnuu 
'ribuna 
qU EIOIV(GIL!' 
da Fronteira 	Dela Vista - MT. 	26 de Janeiro de 1975 
li PSICOLOGIA DO SOLDDDO 
MAIOR D. E. M. A. KURT PES EK 
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sul 
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reiro 
Pro 
lez 
:1 
53+3+3$3933+93 +-03-«-«±±-±+-±+ < 3 
o ce1. nio Corsini Cabral 2 
1 faleceu recentemente em desas- ~ 
tre aéreo, que vitimou vários militares { 
$ do Exército e da Aeronáutica, entre j 
} eles dois generais. 	} 
i 	$ 
* Tal acidente comoveu, toda a familia militar } 
* e consternou o Pais. 
} 	i 
j o Cel Ilzio Corsini Cabral começou a vida i 
~ como soldado e terminou como coronel. ;i; 
x 	f 
~ Combateu na FEB, foi pára-quedista por ló i 
~ anos e estava prestes a aposentar-se quando ~ 
X ocorreu o acidente. 	X 
& 	f 
* Este artigo, do Major Kurt Pessek, é uma X 
~- homenagem ao Coronel llzio Corsini Cabral * 
f'"'~;:,:;,::;,c->;0~•>.,<,·~;:;,:;x,>.<X><::,>,<,,;,e:;•:>e<:·>.:<:*~*>'<:X: ·, • ~-x;~ 
- Eu estava morto de 
medo. Cadê o barulho? 
-- Sumiu. Hoje lembro 
bem desse dia. Céu cin­ 
zento, mas ninguém pen­ 
sava nisso. Só o silêncio 
incomodava. Era silêncio 
lá [ora, muis silêncio clen 
tro da gente ... O mundo 
parou. Todos esperavam 
Chegamos ali quase mor 
tos de cansados. Deita­ 
mos e esperamos. Olho 
vidrado uo horizonte, 
hirto. Silencio e medo! 
Medo e silêncio! 
Eu sabia da presen­ 
ça dos outros, mas nem 
olhava para eles. Nin­ 
guém olhava para nin­ 
guém, só esperávamos. 
Enquanto corríamos 
para lá, o barulho era 
infernal. Parecia o urro 
da morte. E como nós 
corr1amos. Paramos no 
silêncio. Foram segundos 
seculares, puxados, esti­ 
cados, inrindos. Você 
nem imagina! 
E eles vieram? 
-Claro! E como! Nó sa 
biamos. Era norma do 
Exército Nazista. Cediam 
inicialmente, depois con 
tra-atacavam com força 
Eu conto. 
Foi num relance. A 
barulhada voltou reforça 
da. A vida l'icou por um 
fio. Era hora da decisão 
Ganhar ou morrer. Nós 
esperávamos o ataque 
rnas uão o queriamos. 
Como nas lendas, eles 
surgiam da terra. Eram 
muitos. muitos Desceram 
o morro aos magotes e 
gritavam desesperados 
como feras acuadas. Fi­ 
camos assistindo a cena 
imóveis. 
Eu era sargento co­ 
mandante cio grupo. A 
mim cabia dar ordens, 
mas cadê a força. Esta­ 
va estatelado, engazeado 
Uma pressão irresislivel 
colava meus maxiliares 
Fiquei mudo. Eles conti­ 
nuavam descendo e ati­ 
rando. Num esforço inau 
dito, consegui entreabrir 
os lábios e com voz es­ 
tranha e rouca, gritei 
a todos pulmões por en­ 
tre os cientes: 
-Atire 
Foi como faisca elé­ 
trica. O metralhador ao 
meu lado apertou o dedo 
no gatilho. Começou uma 
fuzilaria dos demônios. 
De repente, todos saíram 
ào imobilismo é começa 
ram a atirar. 
1
ós podia­ 
mos suportar .o barulho, 
nunca o silêncio. 
E ganhamos. 
-Você então foi um he 
ró1? É isso? 
-Ora! Esse negócio ele 
heroísmo é. pura coveu­ 
ção. Levei tiro e dei ti­ 
ro, mas o importante é 
estar bem comigo mesmo 
Antes de chegar à Itália 
uüo sabia se correria do 
inimigo. Hoje sei quem 
sou. Não fiz feio perante 
meus patricios, e é quan 
to me basta. 
- O avião roncava fir­ 
me. Voava sereno. A bor 
do, ainda sentados, nós 
assistiamos ao serviço 
de recolher as fitas e 
bolsas dos paraquedas 
da equipe de precursores 
Eles saltaram antes de 
nós. 
Levantei e fui par 
a porta aberta do avião. 
O vento frio sacudiu lo­ 
go as minhas Idéias. Ajei­ 
tei os tirantes do para­ 
quedas e dei uma olba­ 
da para baixo. 
Salvador estava lin­ 
da O mar ciumento bei 
java, sem parar, as pra­ 
ias com onrlas espumau 
tes. Lembrei fia cerveja. 
A água linha um azul 
de cinema, dava vonta­ 
de de mergulhar. 
Luz Vermelha. Aten­ 
ção! 
O avião !'ez a cur­ 
va. Lentamente, foi en­ 
tão que lembrei dos a­ 
cidentes. 
Imagine. Ir à guerra e 
acabar quase morrendo 
ele salto com pára-que­ 
clas em tempo de paz 
Essa não! 
Como foi mesmo? 
- Forn.m clois. No 
primeiro o pára-quedas, 
por artes do az!lr. deu 
um nó e não se fl.briu. 
A terra cumeçou a 
crescer e eu ouvi o si­ 
lencio. Puxei o punh'•. 
do pára-querlas reserva. 
Abre num segundo. Mas 
para quem depende de­ 
le, parece um tempüo. 
O pano branco do ve­ 
lame desabrochou com 
o barulho de um tro­ 
vão. Primeiro tomei sus 
to, depois desandei a 
gritar todos os pala­ 
vrões. Berrava de satis­ 
fação. 
Na segunda vez o 
pára-quedas abriu cer­ 
tinho. Mas o vento, só 
vendo. O vento zunia e 
empurrava. Alcancei 
uma velocidade horizon­ 
tal muito grande. Então 
consegui ver onde iria 
cair.· Estava sendo le­ 
vado para fora do cam­ 
po de salto. Como um 
balão apagado eu voa­ 
va direto para a estra­ 
da Rio-Petrópolis. Não 
tinha escolha, ou caia 
no renque de árvores, 
ou nos fios de alta-ten­ 
são, ou na rodovia, ca­ 
da um do lado do ou­ 
tro. 
-- Você não tentuu 
fosviar? 
Desviar, ora des­ 
viar! Você sabe muito 
bem. O nosso "guarda­ 
chuva" de combate é 
como mula de queixo 
duro. A gente se depen­ 
dura nas linhas. E ele? 
- Nada, nem confiança. 
No chão a turma 
gritava:-- Cuidado! Pre­ 
para para a pior! E cu 
l'irme. Dei com o corpo 
nas árvores e me pro­ 
jetei uo olo como saco 
de batatas. 
- Tllachucou-se? 
- Claro! Até hoje tra 
go as marcas. 
E em Salvador? 
- Ah! im! O mar es 
tava mais bonito que 
bolo de noiva. Espelha­ 
va o dourado cio Sol. 
Passamos pela praia. O 
aviio embicou para a 
região do splto. Eu não 
despreg-ava o olho do 
chão. Comandei minha 
equipe e riquei prnnto 
para abandonar o avião 
Olho no painel, só es- 
perando o espocar da 
luz verde. Você sabe 
como é. Luz verde é 
já, a gente salta sem 
pestanejar. E ordem. O 
vento batia no corpo 
entrando pela porta 
aberta. Assobiava, de­ 
bochando. 
De repente, veio 
o silêncio! A luz verde 
apareceu. Veio o estron 
do. Sei lú donde surgiu 
o barulho, o rato é que 
ouvi. !um zàs, pulei Já 
fora. 
O pára-quedas abriu 
com a bênção de Deus. 
Olhei para o chão. rem 
vi o campo de salto. 
Só casas e mais casas. 
O comando veio bem 
antes de o a vião sobre­ 
voar o local onde de­ 
víamos saltar. 
Pensou em alguma. 
coisa? 
É claro! Lembrei da 
Rio-Petrópolis. Bonito. 
Lá vou eu outra vez. 
E toca a puxar as li­ 
nhas do pára-quedas. 
Mas qual nem, adianta­ 
va. 
Machucou-se 
novo? 
Não! Graças a Deus! 
Foi milagre. Cai no 
quintal da casa de uma 
velha. A pobre tremia 
nervosa. Me aba.nava 
com o avental e só sa­ 
bia gritar como papa­ 
gaio; 
Coitado! Que peri­ 
go! Coitado! Que perigo! 
E toca a me dar 
água com açuear. Pen­ 
sou que eu tivesse sal­ 
tado em consequência 
de um defeito do molor. 
'.'lo l'inal, iudagou onde 
o avião tinha se espa­ 
tifado. Foi dilicil cxpli­ 
car. Após entender a 
nossa atividade e assi­ 
milar :que ludo aquilo 
era normal para nós, 
passou a me dar panca- 
dinhas nas costa 
como quem amansa 
na espel'::mça de n:1o vê­ 
lo eu[w·ecidc,. 
Era d o mingo . 
Des ·es domingos 
calorentos do H.io. 
O vento brnndo quando 
batia Pra refresco. Uma 
dádiva. Sabe, esses dias 
de sol brilhante que, co 
mo rato na toea, se em 
prenha pelas frestas da 
janela e chama 1a g,:'nte 
para fora, para a vida. 
Em dia assim, dá vonta 
de de levantar da cama 
cantando. O carloca bo­ 
la o rádio à toda. Gosta 
de acordar o bairro. To 
do mundo sai de casa. 
Todo mundo vai à praia. 
E fica satisfeito ele ver 
a alegrh nos outros. 
Todo mundo troca ale­ 
gria. 
Pois bem, num do­ 
mingo assim eu estava 
no Cemitério do Caju . 
Você sabe o que eu fazia 
Já? 
- Sei bem, não precisa. 
repetir. Mas se quiser 
desabafar eu ouço. 
- Foi injusto. Você bem 
sabe dessa injustiça. Eu 
não merecia aquilo. 
- Não se desespere. 
Deus et:creve certo com 
linhas tortas. .üo se 
oponha a.o destino. 
- Destino, ora o desti­ 
no! Não entenrlo. Fui sol 
dado, fui sargento, che­ 
ruei onde estou sem fa- 
ker mal ninguém. 
- Isto não pesa na ba 
de lança do julgamento 
- Veja bem, no mais 
alegre domingo do Rio 
de Janeiro eu vou ao 
cemitério para enterrar 
uma das minhas filhas 
Eu só tinha tristeza. Pen 
sei em morrer de tauta 
dor. 
E o povo! Todos 
invadiram o cemitério 
para ver a menina como 
se i'osse curiosidade. 
coisa de circo. Tudo is­ 
so porque o jornal deu 
conrinuu ...

TRIBUNA D 
"Órgão Independente a 
FRONTEIRI 
Serviço da Região" 
Joo III Bela Vista MT. 26/01/75-- " 135 
Dra. Maria Aparecida Zanda 
Cirurgiã - Dentista (CR0-387) 
Odontopediatria Prótose em geral - Raio X 
"Consultas com hora marcada" 
Hua Cel. ]uvêncio 237 Jardim Mt. 
TFEÇRIA MOELA 
de Juarez Rodrigues 
"Trnbalhamos com perfeição para continuarmos 
a ser o modêlo no ramo de tapeçaria" 
leforma qualquer tipo de móveis, Estofados, Colchões 
de molas, Capotas de Jeep, e estofamentos de veículos em 
geral, 
Atende-se Domicilio Fazemos Orçamento sem 
Compromisso. 
Avenida 11 de Dezembro 126 - Jardim-Mt. 
''LE MONDE'' DIZ 
1.»' 
Tu, que estás acima de nós, 
Tu, que és um dentre uós, 
Tu, que és 
Tambem em nós 
Que í.odos te possam ver tambem em mim 
Que eu possa preparar o caminho para ti' 
Que eu possa agradecer por tudo ' 
que me tem acontecido. 
Que eu não esqueça jamais as necessidades 
cios outros. 
Conserva-me em teu amor 
Assim como tu queres que os outros 
se conservem no meu. 
Que tudo em meu ser se transforme 
em teu louvor! 
Que eu jamais chegue a desesperar! 
Pois eu estou em tuas mãos 
E toda força e bondade estão em ti 
Dá-me um espirita puro- 
para que eu te possa ver! 
Dá-me um espírito humilde- 
para que eu te possa ouvir! 
Dá-me um espirita amoroso- 
para que eu te possa servir! 
Dá-me um espirito fiel 
para para eu possa perm_auecer em ti! 
(Dag Hammarskjold) 
.I , 
QUE CENSURA SE ftBRftNDI 
Paris- Em sua edição 
do dia 16 o jornal Le 
Monde anuncia com grau 
de destaque uma série 
de medidas adotadas pe 
lo presidente Geisel, ob­ 
jetivando a suprimir pro 
gressivamente a ceusura 
de imprensa no Brasil 
Para Le Monde, trata-se 
cla "vitória de um ran­ 
de jornal: O Estado de 
. Paulo" A matéria, em 
quatro colunas, é assina 
V
'fi•;{~ ..; ·f.1 IJ 
r% [g4' 
e 4 
Aprimorando cada 
vez mai sua prestação 
de serviço aos passagei 
ros, a Vasp acaba de 
introduzir mais uma no­ 
vidade, visando facilitar 
o conforto de seus u uá 
rios. Trata-se do sistema 
integrado a viao-carro, 
denominado Instant Car. 
pelo qual o passageiro 
poderá reservar seu au­ 
tomovel e recee-lo já 
no aereoporto. ao fim 
da viagem, bastando pa 
ra isso prencher um for 
mulário nas lojas de pas 
sagens da Vasp ou mes 
mo durante o vôo, atra­ 
vés das comissárias de 
bordo. Inicialmente, o 
Instant Car atenderá aos 
passageiro que se desti­ 
nam a São Paulo, Salva 
ctor, Belo Horizonte e Rio 
de Janeiro. Essas são 
as capitais que apresen­ 
tam maior demanda na 
locação de automóveis 
mas a Vasp espera, a 
médio prazo, estendê-lo 
a mais cidades brasilei­ 
ras, inclusive Campo 
Grande. 
Para que o plano que está 
sendo implantado venha a re­ 
sultar em pleno sucesso, a 
V ASP firmou convclnic, com 
empren"'1 Hertz. a maior lo­ 
cadora de automóveis do 
mundo. 
da por seu corre ·po11den 
te no Rio de Janeiro, 
Charles Vanhecke. 
Para demonstrar o 
fim ela ceu ·um à impreu 
sa brasileira, o articulis­ 
ta afirma que as determi­ 
nar:ões endereçadas dia­ 
riameute aos jornais, pa 
ra impedir que alguns 
assunto l'ossem divul­ 
gados. diminuíram nos 
ultimos mese: e, agora, 
foram suprimidas. Ele 
considera, também, que 
um dos maiores benefici­ 
ários dessa nova orienta 
ção "é um dos melhores 
jornais brasileiros, O Es­ 
tado de S. Paulo. diário 
que se libertou da cc11- 
sura". Acrescenta que a 
decisão teria sido adota 
da na data comemorati­ 
va do centenário do Jor 
nal, no ultimo dia 4. 
...E OS HOMERS QUE CMIEM 
O POV! 
;-..ão criarás a prosperidade se desestimulares 
a poupança. ão fortalecerás os fracos por 
enlraqueceres os fortes. Não ajudarás o as­ 
salarido se arruinares aquele que o paga. 
ão estimularás a fraternidade humana'se 
alimementares o ódio de classes. Não aju­ 
darás os pobres se eliminares os ricos. 
Não poderás criar estabilidade permanen­ 
te baseada em dinheiro emprestado. Não 
evitarás as dificuldades se gastares mais do 
que ganhas. 
Não f~rtalecerás a dignidade e o ânimo se 
subtraires ao homem a iniciativa e ,.. liber­ 
dade. Não poderás ajudai· aos homens de. 
manenra permanente se fizeres por eles a­ 
quilo_que eles podem e devem fazer por 
1 propr10s. 
ABRAHAM LINCOLM 
OBJETIVO DE ROTARY 
O objetivo de Rota­ 
ry é estimular e desen­ 
volver o ideal de servi­ 
ço como base de toda 
empresa digna. e em par­ 
ticular, estimular e de­ 
senvolver: 
Primeiro: O conheci 
mento mutuo e a amiza 
de como ocasião de ser­ 
vir; 
Segundo: A boa fé 
como norma nos negó­ 
cio e nas proftssões· 
0 
respeito á toda ocupaéa 
ubl e a dignificação ~~ 
própria em serviço da 
sociedade: 
'f ' 
erceiro: A aplica- 
çao do ideal de serviço 
por todos os rotarianos 
em sua vida particular· 
profissional e pública, 
. Quarto: A inteligên· 
eia, a boa vontade e a 
paz entre as nações. por 
intermédio do compan­ 
heirismo de seus homens 
de negócios, e profis­ 
sionais, unidos no mesmo 
ideal de SERVIR. 
) 
)