TRIBUNA OI FRONTEIRA FUNDADOR - JV ALDO PEREIRA Redaç:lo, üricina e Administração Publica-se ANO III Rua Duque de Caxias S/N Bela Vista, 26 de ,Janeiro de .1n75 Domingos 137 10s li- 9 de • i 1 ·o " o do º· 'º . Us te di­ n. 10 ti· os • é .de Ju- GOVERNO FEDERAL - ESTUDA COHCESSAO DE ESTIMULO AO USO DE SEMENTE MELHORDDD d­ nu it0 i nu , de Je +na 1 V Alysson Paulinelli O Ministro da Agricultura. Alysson Paulinel li, presidiu, em Brasília, solenidade de assinatura de contratos de obras de infra-estrutura para produção de sementes melhoradas nos Estados do Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Paraná e Espírito Santo, no valor de CrS 81 milhões. Na ocasião, o Ministro Alyssou Paulinelli anunciou que o Governo Federal está estudando a possibilidade de conceder estímulos creditícios especiais / promover aumento da produção e da taxa de utilização de sementes selecionadas nas principais culturas agricolas do Pais. O titular da Agricultura acentuou que a de vação da taxa de utilização de sementes de maior potencial genetico é um desafio que o Go verno aceita, pois está convencido de que a disse minação do uso desse insum<, basico possibilitará elevar o índice de produtividade das lavouras. AGUARDEM CiRANDES NOVIDADES PBRB 1975. D C0PALAR "I LOJA QUE GOSTA DE AGRADAR PRESIDENTE GEISEL CRIA FUNDOS DE INVESTIMENTOS DOS INCENTIVOS FISCAIS Durante reunmo do nalto; em Brasilia, o Pre­ Conselho de Desenvolvi- sidente Ernesto Geisel menlo Economico reali- assinou decreto-lei que zada no Palácio do Pia- criá os fundo de investi- NOVOS TEMPOS J. A Marques Hepomuceno Após as eleições do dia 15 de novembro do ano passado, iniciou-se uma nova era para o Brasil. Indiscutivelmente, foram as eleições mais livres de toda a historia deste pais. Igualmente importante, é reconhecer que o povo soube esco­ lher novos valores homens que pelos seus traba­ lhos em prol da nação, sem dúvida alguma de s envolverão intenso trabalho na Câmara dos De­ putados, no Senado Federal e nas Assembléias Legislativas. Temos certeza de que as palavras do Se­ nador Franco Montoro, "o dialogo substituirá o monólogo", serão umi. realidade quando toma­ rem posse os novos senadores, deputados fede­ rais e estaõuais. Imagine-se no Senado Federal valores como Paulo Brossard, Orestes Quércia. Roberto Saturnino, Itamar Franco, Marcos Frei­ re e outro, que, sob a liderança do Sanador Franco Montoro, que há 4 anos já batalha pelo povo no Senado Federal, lutarão por uma naçao n::.elhor, sem, no entanto, usar de radicalismo, ou desejar a volta de sistemas politicos, que por se mostrarem falhos, foram suprimidos, como o multipartidarismo (13 partidos), que existiram no período pré-revolucionário. Sabemos que o Presidente Ernesto Geisel tem o firme propósito de redemocratizar o Bra­ sil. Sabemos que não será uma forma de governo imperfeita, como a de 1946, após a redemocrati­ zação, que foi adotada, mas que se mostrou fa­ lha, mas será adotada agora uma que, isenta das falhas da anterior, graças a constatação dos er­ ros desta, será um· "modelo politico", livre dos vícios que originaram as crises no período de 1946 a 1964. Temos um perfeito equilibrio na Câmara dos Deputados entre Arena e MDB, e tambem no Senado. a oposição não é mais insignificante, pois possui 20 senadores, contra os 7 da legisla­ tura anterior. Na maioria dos estados, os parti­ dos estão equilibrados, podendo nós assim pre­ ver que o biparticlarismo aos poucos vai se aper feiçoando no Brasil. E é importante nós notar­ mos que nas grandes democracias do mundo im pera o bipartidarismo, como na Inglaterra e no Estados Unidos, por exemplo. É verdade que os partidos atuais nasce raro de uma forma artificial, mas aos poucos vão se tornando em verdadeiros partidos politicos de uma democracia. A maior parte do caminho já foi percorri da. Agora é esperar a nova Constituição que este ano será encaminhada ao Congresso pelo Presi, dente Geisel, para que tenhamos então um mo­ delo politíco respeitado no mundo todo. mentos e altura a legi::1- lação do imposto de ren­ da, relativa aos incenti­ vos fiscais. Os fundos de investimentos foram cria­ dos com o objetivo de assegurar o equilibrio entre a oferta e a procu­ ra de incentivos {fiscais. As faplicaçõrs dos incentivos fiscais se fa­ rão por intermédio de tres fundos, os relativos ao Nordeste, pelo Finor, que será operado pelo Banco do Nordeste do Brasil S/ A; os relati­ vos ao Norte, pelo Finam, onerado pelo Banco da Amazonia S/A;{os rela­ tivos ao 'turismo, pesca e reflorestamento, [pelo FISET' operado pelo Ban co do Brasil S-A. O Finor, o Finam e . o Fiset, serão adminis­ trados como fundos mu­ tuas. Como tal, terão o seu patrimonio represen­ tado por quotas, cujo va­ lor será calculado, dia­ riamente, em função do patrimonio ,liquido de ca­ da fundo. Para efeito de avaliação, a,; ações in­ tegrantes das carteiras dos fundos serão com­ putadas pela cotação média do último dia em que tiverem sido nego­ ciadas em bolsas, YEICULOS B VENDA Vende-se em bom estado: 1-Dodge 1800 - Ano 1973 2-Opala -Ano 1973 3-Jeep willys-Ano 1972 Tratar no Banco Itaü R- 15 de Novembro - 289 Bela Vista MT. Preço deste exemplar CrS 1,00 Tribuna da Fronteira Bela. Vista :'IH. 26 de ,Junoiro de 197 [·Rir·]«@ I·+rol{ ·K Ri ·' <· X.. . . • t % - PRECO • • • RAPIDEZ • • • PERFEICAO. li • ., , ,, F cr;:;- F Rua Duque de (exias S/N F ti} • s E {Perto da Esoia astelo Brano) ) /- -- []} o[« jo[É .J Advocacia em Geral Ia 15 de Novembro 170 Fone 237 Bela Vi-ta MT • FIM MARCO Médico 1 Rua 15 de Novembro, 75- Bela Vista - iíT Dr. {ezio Loureiro Pinheiro . Advogc.do Rua Antonio llfaria Coelho, 221 - Bela Vista-Mt. =HAROLDO MEDEIROS= ADVOGADO Rua General Osôrio, 54.1 - Bela Vista - Mt. O Presidente do Sindicato Rural de Bela Vista tendo em vista as eleições gerais para os cargos de membros ela Diretoria, Conselho Fis­ cal e Delegados Repre­ sentantes que deverá se processar no dia 1° de Fevereiro próximo, na conformidade dos Editais e demais docu­ mentos legalmente traus corridos para isso; avisa que, tendo em vista o que consta do artigo 7Q, letra "D'', da Porta­ ria MTPS nº 40, de 21 de janeiro de 1965, e ainda o constante do Capitulo m artigo 12n, letra "A", dos Estatutos do Sindicato Rural de Bela Vista, os quais es­ tabelecem taxativamen­ te a obrigatoriedade de estarem os senhores só- cios quites com o co­ frt.> social da Entidade para que possam votar ou serem votados. E tendo em vista ainda que a mais de 2 meses atráz convencionou com o cidadão Elpidio da Silva Alves (11uçum) a co­ brrança das mensalida­ des de todos os associa dos inscritos neste Sin­ dica to, rato este que por motivos vários e que não nos é possivel enumerá-los, deixou de ser feito em sua totali­ dade de associados. E para que não b11.­ ja alegações de igno­ ra_ncia ou má fé, é "'pu­ bhcado o presente A vi so, advertiu.do os senho­ res socios, de que no proximo dia 28 deste terça-feira sairão o~ Editais com a relaço dos que estarão devi- damente abililado à vo tarem e serem votados. Kão l.Ja,·endo para isso uenhuma excessão ou condições que con­ cedam à qualquer asso· ciado o direito da núo obrigação da quitação com o pagamento de sua contribuiçiio ao co­ fre da entidade indicai. Fica portanto con· cedido ainda o prazo de até o dia 27 deste. se guada feira para aqueles que desejarem legaliz~­ rem-se para o exercicio acima mencionado. Bela Vista, 22 de janei ro de 1975. Jacinto Rodrigues de Miranda Presidente do Sindicato Tribuna ria. Frouteiru Bela Vista Mt 26 de Janeiro de 1975 ENFOQUE (FATOS, FOTO ' EDIIDE ... ) Nomeado por ato governamental de 23/1274, publicado no Diário Oficial de 2 Janeiro ele 1975, tomou posse o novo Juiz de Direito da Comarca de Bela Vista, dr. Walter José Rodrigues Contrera O novo magistrado é natural de Buurú ( P), e fi­ cará no lugar do Dr. Simüo Aureliano de Barros Filho, que [oi transferido a pedido para a comarca de Dom Aquino, no norte do Estado. No primeiro Grand Prix de 1975, com magistra­ is ultrapassagens sobre iki Lauda, Carlos Reute­ mann, James Hunt, Fittipaldi confirmou ser o melhor piloto de Formula- 1 cio mundo... JJrá frente Brasil... O presidente Ernesto Geisel prestou sua homenagem pessoal ao centenário de "O Esta­ do. de São Paulo", designando o Secretário de Im­ prensa, Sr. Humberto Barreto, para ir à missa de ação de graças celebrada em Brasila. Neste mesmo dias, os censores toram retirados da redação do jornal, signifi ·ando, pelo menos, por enquanto, a suspensão da censura que durante vários anos foi imposta ao ·Estadão- (dev. Manchete) A ~uguslávia talvez fique nu história como o pais que ventou o casamento rxperimental. Já existe lá um projeto de lei segundo o qual cada casal, antes de obter o direito de se casar legalmente, deverá viver junto pelo menos durante um mês. Nesse estágio de ma­ Lrunômo, o rapaz e a moça teriam que partilhar despesas e responsabilidades, entre as quais a de lavar as panelas. Com isso, aquele pais socialista procura - por incrivel que pareça - salvar o casamen to ameaçado p/ uma onda de divórcios. As estatísticas mostram que, na luguslávia, em cada cinco casa­ mentos um se desfaz. E depressa. Esta Coluna é Patrocinada pelo; Bar, Lanchonete e Restaurante "O BATIDÃO" O senador Petronio Portela continuara na presidência nacional da Arena. Pelo menos enquan to o presidente da República assim o quizer. #e-E- CM#GERES3 DOE BIESTS PERA.E Sob os auspicios do Governo do Estado de São Paulo, e em co-promoção de suas Secretarias da Justiça e da Cultura, Esportes e Turismo. deve rã realizar-se na Capital daquele Estado, no perio do de 1G a 22 de l'evereir<> de 1975, em dependên cias da Faculdade de Direito da Universidad.:l de São Paulo, o "V Congresso de Direito Penal e Ciências Afins". Dia 25 disseram o tradicional "SIM", Antero e Maria Selma. Ao jovem casal, votos de harmonia e que trilhem a "estrada da vida" com espirito de amor e renuncia. Felicidades... NASCIMENTO O lar do casal Reinaldo e Mariza, está em les ta; nasceu mais uma linda garota. Aos amigos, que a "estrelinha" brilhe no firmamento de suas exis tências Tribuna e Gráfica Nosso quadro de Fu tel.Jol de alão, estreou no K "maravilhosamente" torneio do comércio. Conseguiu perder para a A.A.B.B 'por apenas ... 12a 2 (si0... ) O time e· tá começando e começou bem ... 3ME' 'T0 0E 20 POR CE! T3 OS IAS ESE- E8» IR Brasilia -A Presiden eia da República enviou circular a todas as ai ministrações estaduais recomendando que. a "exemplo do estabelecido para os Ministérios fede rais, se fixe um limite máximo de 20% em rela ção a 1974, no reajuste de tarifas e preços de bens de serviços públiços A recomendação tem por finalidade viabilizar este ano a desaceleração gradual da inflação, não apenas com referência a 1974 mas também em re lação ao desempenho no segundo semestre. Serviço com Rapidez e Perfeição Só na Gráfica Trihuna da Fronteira Tribuna da Fronteira Bela Vista Mt. 26 de Janeiro de 1975 REPUBLICA FEDERATIVA DO BRASIL ESTDDO DE MDTO GROSSO CIDADE E COMllRCll DE JIIRDIM Cartório do Registro de Imóveis Dinah Brum Esco­ bar, Oficial do Registro ele Imóveis desta cidade e comarca de Jardim, Estado ele Mato Grosso, na forma ela Lei, etc ... Faz Público, que fo­ ram apresentados em Cartório para exame cios interessados, ele conformidade com o De ereto Lei nº 58 de 10 ele dezembro de 1.937, com os mesmos requisito do artigo 1o. do mesmo Decreto Lei no. 5 , re­ gulamentaelo pelo Decre to no. 3.079 de 15 de Setembro ele 1937. o ile morial e demais papéis e documentos relativos à venda ele terrenos em lotes que compreende o imóvel denominado «Vila Coronel Camisão». situada na Zona Urbana desta Cidade e Comat·ca de Jardim, Estado de iIato Grosso, que tinha a denominação de Chá­ cara no. 10, desta cida­ de de Jardim, com a área de » Ha. 6.190 m2, compreendeudo-se o plu no de loteamento de 6 (seis) quadras. sendo quatro (4) quadras re­ gulares, e duas (2) qua° dras irregulares ficando assim demarcadas Qua­ dras n 1, com 5 lotes irregulares, Quadra nº 2, 5 lotes irregulares; Qua­ dras n0 8 3. 4, 5 e 6, com 14 lotes regulares, cada uma fazendo o total de sessenta e seis (66) lo­ tes e quatro (4) ruas projetadas, dentro dos seguintes limites: Ao Norte, com a Rodovia Federal BR-2ü7 - Jardim Porto Murtinho; ao Sul, com a Chácarn nº 11; ao Leste, com a cháca­ ra n. 19; e ao Oeste com a Chi cara n. 16 de propric perguntas, são per guntas ... "Jornal Equipe" _j Preço deste Exemplar Cr$ l,00 r•:::,,,:;*~->.,(~-,>-<:~,>-,.,(·=>.,:;~-:::,,,:;,>.;<*~ ,>.;<-;:,;;:;,>.;<~~~ ~-~ ::>e<:->.;<.:,z-::,e.:s,;;c->.,::-~**>.!<:·::>,<'~,S::,~;:,;!(,,~:;,.;.:;~ ~~ ::,e::-~ -~ ->.<;-.>e<)4 ; BIAR E HOTEL $iO FRANCIS@ ] t Lanches, bebidas em geral, sorvetes miudezas e bijoaterias... f iií Hotel São Francisco «O Hoter da Cidade» - Ambiente Seleto ~ 1 "Atendido pelos Proprietários" f ] AÇOUGUE VENCEDOR } i Carne Fresca a Toda Hora Higiene e Rapidez { ! BORRllCHIRHI, LDVllGEM E BITERIIS f { ·Atende-se Dia e Noite" l "Organização Bonifácio Jaquet e Filho 1 'il Avenida Eugenio Penzo 44 Antom·o J - M i ~ _ _ - oao ato Grosso i osso3<-±< .3± 030939<><935993.99<06$9309<<09±838<- 93±936. 06963.o .3 { · - ·> "" sac a . rápidos. ·u11;ucloH, doces Bebidas em geral (?onto de parada da Via-;ão Cruzeiro do Sul) Antonio João MT. E: , #tst ADVOGADO ERITÓRIO Ira General 0.6ri0. 825 Bela Vista :fato Gros o a hurasaria «GAMO0»l «O Ponto Certo para as pessoas de Paladar Exigente« Visite-no e eja mais um frequentador as iduo do "RETAURANTE TAMOIO" Hua Antonio João Bela Vista :lT. (Ao Lado da Agência de Cruzeiro do ul) - Contei' ,Já tinha me esquecido. - E as meninas? - hr:arnm no Rio. Con ·egui ctepois de ve­ lho comprar um aparta­ mento a prestação. E pouco. mas, pelo menos, elas já têm teto. Depois da morte de minha II­ Iher eu i'iquei pen 'tLudo no futuro e clecltli com­ prar esse r1partamento. Sabe. Elas sentem falta da irmã. a que morreu. E o carro? - Aquele eu vend.i. Comprei esse ai, ama­ !'l'lo. ia minha i::latlc Representações {ereal Ouro Ltda Adubos ··TRE O" - Imeticidas - Banheiro lVI tálico L ".=eriilizando com Carinho a Nossa Terra" Rua Sebastião Crispim do Rego 561 (em frente a Receita Federal) Be!a i-ta - Mt. ele Antonio Remo Penzo Copra de .Galeia Bruta e Venda d adeira e:r2&a Antonio João -- Mt. Trihuna du Fronteira Bela Visiu - !llT. 2G tle Jaueiro de 1!17:í Estado de Mato Grosso Cartório do 2.o Oficio -- Poder Judiciário 01/75 O Doutor Walter .Jo sé Rodrigues Coulrera, Juií~ de Direito e de Menores da Comarca de Bela Vit:,ta, Estado ele Matu Grosso. Tendo em vista a aproximação dos l'estejos carnavales­ cos de 1.975 ... MJ DJ sejam obser­ vadas a partir desln da ta e até o ultimo dia dos festejos cumuvulescos do conente ano as De­ terminações que seguem l - Nenhum festival pré-carnavalesco ou car navalesco, com a pre­ sença de menores de 1 a nos poderá ser reali­ zado sem o ...-!vará con­ cedido por ê te Juízo; 2 - Os intere safos na obtenção cios Alva­ rás para a realização dos baile ou 'esperais, deverão reque­ rer ao Juizado ele J1e­ nore a devida licenç~, no máximo 48 (quaren­ ta. e oito) horas untes da realização dos festi­ vais constando no reque riment'l os seguintes dados: a - Nome, pl'Ofissão Carteira de Identidade, Estado civil, resiclênôia do responsá ve!; h - Gênero da so- ciedade, local, hora de inicio e término do fes­ tval; c - e haverá co- brança de ingresso ou venda de convites; d - Indicação responsáveis por even­ tu:iis infrações. 3 - Para os bailes e vesperais dos dias , 9 10 e 11 de fevereiro de 1975, poderii o ser reque rido em uma só peti­ ção na qual se deverá especificar todos os Al­ varás pretendidos, sen­ do, êstes, expedidos se­ paradamente um para os bailes e outro para os vesperais; 4 - Para o período pré-camavalesco há ne­ cessidade dé uma peti­ ção para cada baile ou vesperal; 5 - O Alvará conce­ dido será. imediatamen­ te cassado com a sus­ pensão do baile ouves­ peral sempre que o res­ ponsável pelo ªfestival inkingir ou :burlàr qual­ quer determinação da presente portaria: ~ - ~ proibido a per­ manenc1a ou a partici­ pução de menores com .menos de 14 (quatorze) anos de idade nos sa­ lões públicos ou quais­ quer outros loca.is ou re­ cintos onde se realizarem dos Comarca de Bela Vista hailes noturnos com en­ trada livre; 7 - Será permitido ú critério deste Juízo o in­ gresso de menores com mais de 14 (quatorze) anos de idade, ucompan­ hados de seus pais ou 1·0!',pousáveis legais, uos bailes noturnos; 8 - 'as vespernis inYunlo-juvenis que terão inicio às lG,00 horas e terminarí"to ás 20,00 ho­ ras só poderão partici­ par, menores com mais de 3 ttrês) anos e menos ou 14 (quatorze) anos, devid·tmente acompan­ hados dos pais ou res­ ponsáveis; 9 - Não poderão ser ven­ didas ou servidas bebi­ rlas, alcoólica á meno­ res de 1 (dezoito] anos ele ioade,._ sob pena de cassação imediata do Alvará. 10 - Sómente pode­ rão participar dos bai­ les pré-carnavalescos ou carnavalescos os me nores de 14 LquatorzeJ a nos à 18 l dezoito] anos que e:dbirem na Porta­ ria do Clube a Carteira de Identid~de do Juiza­ do de ilenores da qual será obrigatória uma to to 3 x 4 cm. do menor, sua filiação e o respon­ sável pela sua perma­ nência no Clube; 11 - Pura a expedi­ ção du Carteira de 1- dentidade à que se re­ fere o item 10 da pre­ sente Portaria o interes­ sado deverá comprovar a sua filiação com a apresentação ele Certi­ dão de . ·ascimento; 12 - Os Clubes e ouh·os requerentes ao apresentarem o pedido de Alvará, deverão ane­ xar à petição o compro vante da reserva de uma sala, bem localiza­ da no Clube ou :de uma mesa de pista para uso privalho do Serviço de Fiscaliwção do Juizado de ilenores; 13 - É proibido o u­ so de vestimentas e fan tasias que atentem con­ tra o decôro e o recato à que têm direito os menores, os quais as­ sim encontrados, pode­ rão ser apreendidos e apresentados á este juí­ zo ficando seus pais ou responsáveis sujeitos às penalidades previstas em Lei; . 14-O Inspetor de Menores e as autorida­ des policiais encarrega­ das da flscalizuçiio de- verã.o exigk elos Clubes ou Sociedades a apre- sentação dos Alvarás exigirlos por esta Porta­ ria; 15 - No caso de vio­ lação o quaisquer das r1etermiuações desta Portaria ficam os iul'ru­ tores sujeito à multa ele meio à dois salários minimos por menor ad­ mitido (arl. 2o. da Lei 5.435 de 22 de maio de 1.9(38), sem prejuizo da cassação fio Alvará concedido e de outras penalidades cabíveis: 16- Ficam revogadas tôdas as disposiçõe que contrariem a presente Portaria, atendida a le­ gislação de llenores. Para conhecimento de todos os interessados determino que a pre­ sente Portaria seja pu­ blicada pelos 'erviços ele Alto falantes locais e no Jornal Tribuna da Fr•>11teira. CUMPRA-SE, reme­ tendo- e cópia da presen­ te ao Sr. Delegado de Policia de Bela Vista e Caracól, ao 'r. Inspetor de Menores, aos Srs. Presidentes dos Clubes sociais e casas de diver­ sões Caruavale cas. DR. WALTER JOSÉ RO­ VRIGUES CONTRERA Juiz de Direito e de ile­ uores Dela Vista. 23-1-1.975 Preço deste exemplar Cr$ 1,00 EDITAL DE PROTESTOS CIIRTORIO DO 1.0 OFICIO Eu. José Avelino e il­ a. oficial do [regi·tro d,· Protestos da Comarca de [e­ la Vista. do Estado de Mato Grosso, na forma da Lei Ete. lago saber aos que o presente Edital virem ou de­ le tiverem conhecimento, qu ,e e11co11t ru t'lll Curt 6rio. a rua oronel Dia-, no, 91} ne-ta cidade, para protestos, por falta de pagamentos o° -eguinte-s título-; a] Notas Promissórias apre-entala- pelo ano ltaú i/A. a favor do mesmo Banco: l - :'inta Pro111i,-6ria Cre dichek. No 02203105008. a­ lor cSr 5.19.5,70. vene. Jú/1()/7 l Emitida pelo r. Juvino Go­ doy avalizada pelo sr. nlde­ mir da Sih a Coei li o 2 - Nota Promissória Credichek No 02.206.550.00.2 valor crs 7.065,90 emitida pe­ lo sr. Athaide Godos avaliza da pelo sr. Nicácio Mendon- 3- Nota Promissória Au­ tohanl-.. 110. 55201:!9I 1 )(.)U ,a­ lur crS 25. 121.85 , cnr. 06-07-71 ,·mitida pelo sr. Ney Ioberto Lopes avalizada pelo sr. Joel ,hc, ,b Siha .. J) :'íot:i Prorni-.ória Cre­ dichek. No 02-20827 l-00-7 Valor CrS 8.0J5.2U Vene. 2/J/ 9-7I Emitida pelo Sr. David DerLr Ula,hhe Spnundio A­ ,uliza,1,1 pelo 'r. 1 'i,aldo ele Barros. 5j:'ola Proniis<ôria Credi t·hà.- no 02.201!!9:iOO!J.., ulor Cr$ 3.532.95.- venc. 0910917-1.­ emitida pelo Sr. ,h,·1 Jara Cavalheiro.- avalizada pelo sr. Jurandir Fcrn:ira de Souza.• 6) Nota promissória crédi­ to pessoal- no 70102931600.7 valor Cr$ 2300,00-en. 13/0 71- emitida pelo Sr. A;_!n,tinlw Hihas.-:1aliwda pelo ,r. Saul SilYcira de l.lnrros. 7J Íota promi.,sória .liF• celban! - ,·:dor CrS 5,657,0U no 2.'l.212006.0U.3-·cn('. 01/07/ 74-emitida pelo •r. Eslanilau Dama· .forque, • a,aliwda pc lo sr. Kldicr Lourt:iro "lcdei­ ros. 8) Nota Promissória Credi chck • no 02.209232.o0.-I- , alor Crs 10.019.10- emitida pela Sra. Tania ara de ouza - ava­ liznda pdo Sr. Irineu Batista Gomes. 9) Nota Promis-oria Credichek J orna! "Tribuna da Fronteira" (Scman:írio fumludo cm 25/2172) legistro no Cartório de Titulos e Documentos n.o 1066 Prnpriedade da Empresa Gráfica Tribuna da Fronteira CGC 03201266/0001 - Inscrição Estadual 13059232-3 Editor-Cbefe - Ivaldo Pereira Gerente - GiIson Silva Santos Depto. Juridico - Dr. Carlos Edy Sá de Medeiros "As opiniões emitidas nos artigos assinados no represen­ tam o ponto de vista do jornal. podendo até ser contrário· a este. A opinião do_jornal. acha-se expressa nos Editori4; e nos con1entar1os nao uss1nndos- , A Concessão de publicidade não implica em compromisso político ideológico" Assinnturu Anual: Bdu 'istu - 60,00 Outros Municipios - 70,00 Redação, Administraçã.o e Oficinas· lua Duque de Caias s/n Bela Vista Ma (Perto do Colégio Castelo Branco) Grosso n.o embraneo), valor $ 7.4510 ene. 05-69.7I Emitida peh sr, Hosério Paiva avaliza!4 pelo si Juvino Godo o) ota Proi-6riu Cn·diclrc-k 1111. (<'111 l1runr11) 1J lor er SI5l,H ene o66-l8-74 Emitida pela -ra Aulina de Morares e·llo avalizada pelo sr. Era-mo Miranda. J JJ ioLu Prn111i-,6ri,1 Crédito Pessoal no 70lo29 38o valor crS lo,oo vene. 19.66-I Emitida pelo sr. Atai d,· T,,hia• riu Siha :11ali,.1d.1 pelo sr. Orlando Rodrigues l2y Nota Proi-6ria Autobank no, 532055O8 valor cr$ 15.922,79 vene o167.71 Emitida pelo sr Afonso Car neiro Pinheiro Avali-ada prelo sr Iobis-on Geroncio 'aban 1:1) i'iota Pro1ni-•óriJ utobank no. Tipo 55 valor ecr 24330,00 vene o-7.7/ Emitida pelo sr Cresmildo de 3ouza avalisada pelo sr. o rumila Loureiro de Almeida IJ - No1a Promi--6rin ,u tobank no. ,"j22ol7%ool , nlor crs 2012925 vene I6-l6-74 Emi tida pelo sr José Xavier a»a lizada pelo ir. Octavio Lourei ro de Almeida ),"j) i,,ta l'romi••óri:1 crédito Pessoal no 701.-029150 l'ulor CrS :;75.00--vcnc 18/09171 ·ruitida 1wlu sra. Tcrczinlrn dr .lorac, ]ara a,alizada pelo sr. eba-tiüo Augusto Ferreira Leite 16) Nota Promissória no 02.2()<,:;9<).009. ,alor CrS 7.06.3, 90- ,·enc 27/09/71 emitida Jl lo sr. Luiz Carlos de iouza • u, aliz,u.la pelo sr. Wilson Fli­ lcmon l'iahhu11 17) :ota Promi;--6ria no 5622-J56ooo5 , alor CrS 8116,o8 , enc '2Blo917 I emitida pelo sr L.ais Carlos de ouza avaliza da pelo sr Wil-on Fhilcmon i'abhun Bj ·ola Promi•,6ri:r aprcscnlJ ) tia pela Srta E,milda •"'"Jciro• Proença à favor da mesma. 1) no o) ,:tlor CrS Jooo. o» venc o/69-71 emitida pela :-r:r E,a ,lve, E por não ter sido po·i el encontrar os emitente. pelo presente Edital que será afixado no lunar de co-tum e publicada ela imprensa lo cal, intimo os à pagarem a im portania dos mencionado t ít ulos ncrc-ciJos da; dcspt:fJ• legais. ou darem razão de sua recusa, e ao mesmo tempo na falta de pagamento ou co purecirnento, notifico·os do cornpe1entc vrolcELO nv praz.v legal Bela Vista, .lt, 17 de JuJwiro de 1975 Oficial cio Hcgi5lro de Pro testos Jo-é Avelino e Si.h-a Serviço com Rapidez e Perfeição Só na Gráfica Tribuna da Fronteira I Lllrnuu 'ribuna qU EIOIV(GIL!' da Fronteira Dela Vista - MT. 26 de Janeiro de 1975 li PSICOLOGIA DO SOLDDDO MAIOR D. E. M. A. KURT PES EK I '-) -· ai in Ir .. ' nr ta T 71 o MI y of ui a ei ._,,. ria 50 71 de ·lo ira n0 65. elo a hi- n0 o sr za° o1 1.1 .,. oo° ,oo, ela ssi te. erá 1m' lo in do -a° sul np0· ·on do 0 reiro Pro lez :1 53+3+3$3933+93 +-03-«-«±±-±+-±+ < 3 o ce1. nio Corsini Cabral 2 1 faleceu recentemente em desas- ~ tre aéreo, que vitimou vários militares { $ do Exército e da Aeronáutica, entre j } eles dois generais. } i $ * Tal acidente comoveu, toda a familia militar } * e consternou o Pais. } i j o Cel Ilzio Corsini Cabral começou a vida i ~ como soldado e terminou como coronel. ;i; x f ~ Combateu na FEB, foi pára-quedista por ló i ~ anos e estava prestes a aposentar-se quando ~ X ocorreu o acidente. X & f * Este artigo, do Major Kurt Pessek, é uma X ~- homenagem ao Coronel llzio Corsini Cabral * f'"'~;:,:;,::;,c->;0~•>.,<,·~;:;,:;x,>.<::,>,<,,;,e:;•:>e<:·>.:<:*~*>'<:X: ·, • ~-x;~ - Eu estava morto de medo. Cadê o barulho? -- Sumiu. Hoje lembro bem desse dia. Céu cin­ zento, mas ninguém pen­ sava nisso. Só o silêncio incomodava. Era silêncio lá [ora, muis silêncio clen tro da gente ... O mundo parou. Todos esperavam Chegamos ali quase mor tos de cansados. Deita­ mos e esperamos. Olho vidrado uo horizonte, hirto. Silencio e medo! Medo e silêncio! Eu sabia da presen­ ça dos outros, mas nem olhava para eles. Nin­ guém olhava para nin­ guém, só esperávamos. Enquanto corríamos para lá, o barulho era infernal. Parecia o urro da morte. E como nós corr1amos. Paramos no silêncio. Foram segundos seculares, puxados, esti­ cados, inrindos. Você nem imagina! E eles vieram? -Claro! E como! Nó sa biamos. Era norma do Exército Nazista. Cediam inicialmente, depois con tra-atacavam com força Eu conto. Foi num relance. A barulhada voltou reforça da. A vida l'icou por um fio. Era hora da decisão Ganhar ou morrer. Nós esperávamos o ataque rnas uão o queriamos. Como nas lendas, eles surgiam da terra. Eram muitos. muitos Desceram o morro aos magotes e gritavam desesperados como feras acuadas. Fi­ camos assistindo a cena imóveis. Eu era sargento co­ mandante cio grupo. A mim cabia dar ordens, mas cadê a força. Esta­ va estatelado, engazeado Uma pressão irresislivel colava meus maxiliares Fiquei mudo. Eles conti­ nuavam descendo e ati­ rando. Num esforço inau dito, consegui entreabrir os lábios e com voz es­ tranha e rouca, gritei a todos pulmões por en­ tre os cientes: -Atire Foi como faisca elé­ trica. O metralhador ao meu lado apertou o dedo no gatilho. Começou uma fuzilaria dos demônios. De repente, todos saíram ào imobilismo é começa ram a atirar. 1 ós podia­ mos suportar .o barulho, nunca o silêncio. E ganhamos. -Você então foi um he ró1? É isso? -Ora! Esse negócio ele heroísmo é. pura coveu­ ção. Levei tiro e dei ti­ ro, mas o importante é estar bem comigo mesmo Antes de chegar à Itália uüo sabia se correria do inimigo. Hoje sei quem sou. Não fiz feio perante meus patricios, e é quan to me basta. - O avião roncava fir­ me. Voava sereno. A bor do, ainda sentados, nós assistiamos ao serviço de recolher as fitas e bolsas dos paraquedas da equipe de precursores Eles saltaram antes de nós. Levantei e fui par a porta aberta do avião. O vento frio sacudiu lo­ go as minhas Idéias. Ajei­ tei os tirantes do para­ quedas e dei uma olba­ da para baixo. Salvador estava lin­ da O mar ciumento bei java, sem parar, as pra­ ias com onrlas espumau tes. Lembrei fia cerveja. A água linha um azul de cinema, dava vonta­ de de mergulhar. Luz Vermelha. Aten­ ção! O avião !'ez a cur­ va. Lentamente, foi en­ tão que lembrei dos a­ cidentes. Imagine. Ir à guerra e acabar quase morrendo ele salto com pára-que­ clas em tempo de paz Essa não! Como foi mesmo? - Forn.m clois. No primeiro o pára-quedas, por artes do az!lr. deu um nó e não se fl.briu. A terra cumeçou a crescer e eu ouvi o si­ lencio. Puxei o punh'•. do pára-querlas reserva. Abre num segundo. Mas para quem depende de­ le, parece um tempüo. O pano branco do ve­ lame desabrochou com o barulho de um tro­ vão. Primeiro tomei sus to, depois desandei a gritar todos os pala­ vrões. Berrava de satis­ fação. Na segunda vez o pára-quedas abriu cer­ tinho. Mas o vento, só vendo. O vento zunia e empurrava. Alcancei uma velocidade horizon­ tal muito grande. Então consegui ver onde iria cair.· Estava sendo le­ vado para fora do cam­ po de salto. Como um balão apagado eu voa­ va direto para a estra­ da Rio-Petrópolis. Não tinha escolha, ou caia no renque de árvores, ou nos fios de alta-ten­ são, ou na rodovia, ca­ da um do lado do ou­ tro. -- Você não tentuu fosviar? Desviar, ora des­ viar! Você sabe muito bem. O nosso "guarda­ chuva" de combate é como mula de queixo duro. A gente se depen­ dura nas linhas. E ele? - Nada, nem confiança. No chão a turma gritava:-- Cuidado! Pre­ para para a pior! E cu l'irme. Dei com o corpo nas árvores e me pro­ jetei uo olo como saco de batatas. - Tllachucou-se? - Claro! Até hoje tra go as marcas. E em Salvador? - Ah! im! O mar es tava mais bonito que bolo de noiva. Espelha­ va o dourado cio Sol. Passamos pela praia. O aviio embicou para a região do splto. Eu não despreg-ava o olho do chão. Comandei minha equipe e riquei prnnto para abandonar o avião Olho no painel, só es- perando o espocar da luz verde. Você sabe como é. Luz verde é já, a gente salta sem pestanejar. E ordem. O vento batia no corpo entrando pela porta aberta. Assobiava, de­ bochando. De repente, veio o silêncio! A luz verde apareceu. Veio o estron do. Sei lú donde surgiu o barulho, o rato é que ouvi. !um zàs, pulei Já fora. O pára-quedas abriu com a bênção de Deus. Olhei para o chão. rem vi o campo de salto. Só casas e mais casas. O comando veio bem antes de o a vião sobre­ voar o local onde de­ víamos saltar. Pensou em alguma. coisa? É claro! Lembrei da Rio-Petrópolis. Bonito. Lá vou eu outra vez. E toca a puxar as li­ nhas do pára-quedas. Mas qual nem, adianta­ va. Machucou-se novo? Não! Graças a Deus! Foi milagre. Cai no quintal da casa de uma velha. A pobre tremia nervosa. Me aba.nava com o avental e só sa­ bia gritar como papa­ gaio; Coitado! Que peri­ go! Coitado! Que perigo! E toca a me dar água com açuear. Pen­ sou que eu tivesse sal­ tado em consequência de um defeito do molor. '.'lo l'inal, iudagou onde o avião tinha se espa­ tifado. Foi dilicil cxpli­ car. Após entender a nossa atividade e assi­ milar :que ludo aquilo era normal para nós, passou a me dar panca- dinhas nas costa como quem amansa na espel'::mça de n:1o vê­ lo eu[w·ecidc,. Era d o mingo . Des ·es domingos calorentos do H.io. O vento brnndo quando batia Pra refresco. Uma dádiva. Sabe, esses dias de sol brilhante que, co mo rato na toea, se em prenha pelas frestas da janela e chama 1a g,:'nte para fora, para a vida. Em dia assim, dá vonta de de levantar da cama cantando. O carloca bo­ la o rádio à toda. Gosta de acordar o bairro. To do mundo sai de casa. Todo mundo vai à praia. E fica satisfeito ele ver a alegrh nos outros. Todo mundo troca ale­ gria. Pois bem, num do­ mingo assim eu estava no Cemitério do Caju . Você sabe o que eu fazia Já? - Sei bem, não precisa. repetir. Mas se quiser desabafar eu ouço. - Foi injusto. Você bem sabe dessa injustiça. Eu não merecia aquilo. - Não se desespere. Deus et:creve certo com linhas tortas. .üo se oponha a.o destino. - Destino, ora o desti­ no! Não entenrlo. Fui sol dado, fui sargento, che­ ruei onde estou sem fa- ker mal ninguém. - Isto não pesa na ba de lança do julgamento - Veja bem, no mais alegre domingo do Rio de Janeiro eu vou ao cemitério para enterrar uma das minhas filhas Eu só tinha tristeza. Pen sei em morrer de tauta dor. E o povo! Todos invadiram o cemitério para ver a menina como se i'osse curiosidade. coisa de circo. Tudo is­ so porque o jornal deu conrinuu ... TRIBUNA D "Órgão Independente a FRONTEIRI Serviço da Região" Joo III Bela Vista MT. 26/01/75-- " 135 Dra. Maria Aparecida Zanda Cirurgiã - Dentista (CR0-387) Odontopediatria Prótose em geral - Raio X "Consultas com hora marcada" Hua Cel. ]uvêncio 237 Jardim Mt. TFEÇRIA MOELA de Juarez Rodrigues "Trnbalhamos com perfeição para continuarmos a ser o modêlo no ramo de tapeçaria" leforma qualquer tipo de móveis, Estofados, Colchões de molas, Capotas de Jeep, e estofamentos de veículos em geral, Atende-se Domicilio Fazemos Orçamento sem Compromisso. Avenida 11 de Dezembro 126 - Jardim-Mt. ''LE MONDE'' DIZ 1.»' Tu, que estás acima de nós, Tu, que és um dentre uós, Tu, que és Tambem em nós Que í.odos te possam ver tambem em mim Que eu possa preparar o caminho para ti' Que eu possa agradecer por tudo ' que me tem acontecido. Que eu não esqueça jamais as necessidades cios outros. Conserva-me em teu amor Assim como tu queres que os outros se conservem no meu. Que tudo em meu ser se transforme em teu louvor! Que eu jamais chegue a desesperar! Pois eu estou em tuas mãos E toda força e bondade estão em ti Dá-me um espirita puro- para que eu te possa ver! Dá-me um espírito humilde- para que eu te possa ouvir! Dá-me um espirita amoroso- para que eu te possa servir! Dá-me um espirito fiel para para eu possa perm_auecer em ti! (Dag Hammarskjold) .I , QUE CENSURA SE ftBRftNDI Paris- Em sua edição do dia 16 o jornal Le Monde anuncia com grau de destaque uma série de medidas adotadas pe lo presidente Geisel, ob­ jetivando a suprimir pro gressivamente a ceusura de imprensa no Brasil Para Le Monde, trata-se cla "vitória de um ran­ de jornal: O Estado de . Paulo" A matéria, em quatro colunas, é assina V 'fi•;{~ ..; ·f.1 IJ r% [g4' e 4 Aprimorando cada vez mai sua prestação de serviço aos passagei ros, a Vasp acaba de introduzir mais uma no­ vidade, visando facilitar o conforto de seus u uá rios. Trata-se do sistema integrado a viao-carro, denominado Instant Car. pelo qual o passageiro poderá reservar seu au­ tomovel e recee-lo já no aereoporto. ao fim da viagem, bastando pa ra isso prencher um for mulário nas lojas de pas sagens da Vasp ou mes mo durante o vôo, atra­ vés das comissárias de bordo. Inicialmente, o Instant Car atenderá aos passageiro que se desti­ nam a São Paulo, Salva ctor, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Essas são as capitais que apresen­ tam maior demanda na locação de automóveis mas a Vasp espera, a médio prazo, estendê-lo a mais cidades brasilei­ ras, inclusive Campo Grande. Para que o plano que está sendo implantado venha a re­ sultar em pleno sucesso, a V ASP firmou convclnic, com empren"'1 Hertz. a maior lo­ cadora de automóveis do mundo. da por seu corre ·po11den te no Rio de Janeiro, Charles Vanhecke. Para demonstrar o fim ela ceu ·um à impreu sa brasileira, o articulis­ ta afirma que as determi­ nar:ões endereçadas dia­ riameute aos jornais, pa ra impedir que alguns assunto l'ossem divul­ gados. diminuíram nos ultimos mese: e, agora, foram suprimidas. Ele considera, também, que um dos maiores benefici­ ários dessa nova orienta ção "é um dos melhores jornais brasileiros, O Es­ tado de S. Paulo. diário que se libertou da cc11- sura". Acrescenta que a decisão teria sido adota da na data comemorati­ va do centenário do Jor nal, no ultimo dia 4. ...E OS HOMERS QUE CMIEM O POV! ;-..ão criarás a prosperidade se desestimulares a poupança. ão fortalecerás os fracos por enlraqueceres os fortes. Não ajudarás o as­ salarido se arruinares aquele que o paga. ão estimularás a fraternidade humana'se alimementares o ódio de classes. Não aju­ darás os pobres se eliminares os ricos. Não poderás criar estabilidade permanen­ te baseada em dinheiro emprestado. Não evitarás as dificuldades se gastares mais do que ganhas. Não f~rtalecerás a dignidade e o ânimo se subtraires ao homem a iniciativa e ,.. liber­ dade. Não poderás ajudai· aos homens de. manenra permanente se fizeres por eles a­ quilo_que eles podem e devem fazer por 1 propr10s. ABRAHAM LINCOLM OBJETIVO DE ROTARY O objetivo de Rota­ ry é estimular e desen­ volver o ideal de servi­ ço como base de toda empresa digna. e em par­ ticular, estimular e de­ senvolver: Primeiro: O conheci mento mutuo e a amiza de como ocasião de ser­ vir; Segundo: A boa fé como norma nos negó­ cio e nas proftssões· 0 respeito á toda ocupaéa ubl e a dignificação ~~ própria em serviço da sociedade: 'f ' erceiro: A aplica- çao do ideal de serviço por todos os rotarianos em sua vida particular· profissional e pública, . Quarto: A inteligên· eia, a boa vontade e a paz entre as nações. por intermédio do compan­ heirismo de seus homens de negócios, e profis­ sionais, unidos no mesmo ideal de SERVIR. ) )