TRIBUNA DB FRONTEIRI 
FUNDADOR E DIRETOR RESPONSÁVEL:- IVALDO PEREIRA 
Redação, Oficina e Administração 	Publica-se 
ANO IV 
Rua Duque de Caxias S/N 
Bela Vista, 16 de Março de 197 	N" 140 
aos Domingos 
SINTI 
A Missão não pode ser uma coisa passageira e 
transitória, que termina com a partida dos mis­ 
sionários. 
Deus nos convida para o seu amor e para a 
sua misericordia, não só nas Missões, mas em 
todos os dias de nossa vida. 
Qual será nossa resposta? 
Jesus disse: "Eu sou o Caminho, a Verdade e 
a Vida", (j0 14.6 ). 
"Quem me segue não anda nas trevas".( jo 8,12). 
1. Ela é um encontro com Deus através da Pa­ 
lavra de Deus: 
" Quem vos ouve, a mim ouve". (LC lo, I6 ) 
-É preciso escutar a Pulavr·o.. de Deus, e 
unir-se a Deus péla fé. 
1 
2. Ela é um encontro com De11s atl'avés da 
Liturgia: 
Eis que estou convosco todos os dias até a 
consumação dos séculos". ( Mt 28,20 ) 
É preci o participar dos acramentos, da Mis­ 
sa, da Comunhão, e unir-se com Cristo pelagra­ 
ça divina. 
3.Ela é um encontro com Cristo através da 
Caridade; 
Todas as vezes que vós fizeste isto a um des­ 
tes meus irmãos ... a mim o fizestes".(Mt 25,40). 
E preciso fazer o bem ao proximo, especial­ 
mente pelo Apostolado, e unir-se a Cristo pela 
Caridade. 
4.Ela é um encontro com Deus, através da 
Oração :-É preciso rezar muito ... muito ... "É 
preciso rezar sempre e nunca deixar de fazê-lo". 
( Lc 18, 1) "Quem reza se salva; Quem não reza 
se condena". (Santo Afonso Maria de Ligório ). 
A Santa Missão nos facilitará este encontro 
com Deus Como graça extraordinária ela 
tem um tempo limitado, que devemos aprovei­ 
tar; na Missão devemos refletir sobre as gran­ 
des verdades eternas: A morte é certa!... O 
inferno deve ser evitado ... Somos· filhos deDeus 
e com este nosso Pai deve ser nossa morada 
no céu... " O que adianta ao homem ganhar ó 
mundo inteiro, se vier a perder a sua alma 
(MIt 16, 26). 
COMO VIVER li Sl!NTII MISSÃO 
A Missão é a maior graça que Jesus Cristo 
nos concede, neste ano, a nós, à nossa Comu­ 
nidade, 
- Missão é um convite de amor. Jesus, nosso 
amigo, conta com nossas orações, com nossos 
sacrificios e com nossa presença 
Jesus conta também com nosso tes­ 
temunho e com nosso apostolado junto aos pa- 
rentes, amigos e conhecidos. Sejamos após 
tolos e missionários! 
CMM 
O Vereador Osvaldo da cidade, colocando a 
Turini, Indica ao Sr. Pre disposição de seus alu­ 
feito Municipal a neces- nos para pesquisas, con 
sidade de ser dada Pu- suitas, leituras, etc. Jus­ 
blicidade ao funciona- tificando a sua Indica­ 
mento da «Biblioteca ção, o autor expôs ao 
Municipal», fazendo des- Plenário, que na situa­ 
sa forma com que aque ção atual aquela bem 
la Casa possa prestar montada Biblioteca pu­ 
os seus serviços aos blica, dá a impressão 
diversos estabe- de uma Casa de «Venda 
lecimentos de ensino de Livros». 
V	I S	O 	U	E VENCIMENTOS D	E 	T A	X	A	S 
E EMEIIGI ELÉTRI€ 
O Vereador Afonso como exemplo à sua 
Dilon Nunes Leite, re- proposição, o fato de 
quereu à Mesa, que fos- que muitos avisos estão 
se expedido expediente sendo entregues no «Dia 
ao Sr. PrPfeito Munici- do Vencimento». Requer 
pal, abordando irregula- a atenção do chefe do 
ridades na entrega de Executivo, através da 
«Avisos de Vencimen- secretária competente, 
tos», das taxas de Ener- 
gia Elétrica, oferecendo para o problema. 
LIMPESAS NAS 
L 
RUAS 
O Vereado r José do mais objetivamente 
Glaucy Fk,res, volta a a atual situação das 
abordar, através de IN- Ruas Gal. Osório, Anto­ 
DICAÇÁO, ao Sr. Prefei nio João, e Guia Lopes, 
to Municipal, a necessi- no Trecho compreendi­ 
dade de serem efetua- do entre as ruas 3 de 
dos os serviços de lim- 
peza nas ruas transver Outubro até Benjamim 
sais da cidade, explican Constant. 
Clovis Marcelino de Oliveira 
Prefeito Municipal Bela Vista 
Lamento. Muitíssimo não poder comparecer data 
Inauguração Escola .Meu Nome, motivo triste per 
da grande amigo tendo eu de ficar em Brasília 
1 
Muito Honrado Agradeço Gesto Gentil e Cari- 
nhoso. 	1 
Senador Jarbas Passarinho 
E1E,LI. 3E@±E±E. 'EEE 
RUA SUBUREMIA 
da Agua Doce 
Mais uma vez, o ve 
reador José Glaucy Flô­ 
res, através de proposi­ 
ção escrita, volta a so­ 
licitar do Sr. Prefeito 
Municipal a necessidade 
dos reparos na Rua Su­ 
burbana que demanda à 
"Agua Doce". Na situa­ 
ção em que se encontra 
atualmente aquela via 
publica, de muita utili­ 
dade para os moradores 
daquele bairro da cida­ 
de, não oferece as mini­ 
mas condições de tran­ 
sito à qualquer] veiculo, 
o que é bastante preju­ 
dicial, pois para se che­ 
gar ao centro da Agua 
Doce, é necessário fa­ 
zer a volta pela Rodo­ 
via BR-60, até o entron­ 
camento. 
NNVERSÍRIO 
DA 131302)24 DA 
7 02y12)32 
Moção de aplauso e 
congratulações, apresen­ 
tada à Mesa pelo Ve­ 
reador José Glaucy FI6- 
res, à direção da "Tri­ 
buna da Fronteira", pe­ 
la passagem do 3º ano 
de fundação, durante a 
qual, conforme se mani­ 
festou o autor da medi­ 
da, "vem cumprindo de 
forma soberba a sua fi­ 
nalidade, dentro de éti­ 
ca, e acima de tudo, do 
respeito à pessoa huma­ 
na. Conhecendo a situa 
çüo da Região, as difi­ 
culdades que todos o 
empresário aqui encon­ 
tra para desenvolver o 
seu trabalho, podemos 
conclúir que o trabalho 
proficuo desenvolvido 
por aquele Orgüo de Im 
prensa na cidade e na 
Região, ê digno_ da nos­ 
sa admiração e do nos­ 
so reconhecimento", en- 
fatizou o autor da pro­ 
posição.

Tribuna da Fronteira 	Bela Vista 1Jt. 
13 de Março de 197» 
T 
Sônia Maria Matos Garcia 
Sob um foco ele luz 
polente e roeleado de 
pessoas vestidas de bran­ 
co que conversam ale 
remente, aparece o pe­ 
quenino ser. E tomado 
por mãos euluvaclua, se­ 
guro pelos calcanhares, 
e virado de cabeça para 
baixo. Recebe palmadas. 
Colocam-no numa balan­ 
ça, em seguida abrem-lh1:: 
as palpebras e pingam 
colirio nos seus olhos. 
e carregam-no para o 
berçario, longe da mão. 
-Um parto normal. 
Tudo correu certo. 
-Tudo correu erra­ 
do! a opinião do Dr. 
Leboyer, através ele ob­ 
servações das reações 
do recém-nacido: seu 
choro e grilos desespe­ 
rados; o corpo arroxea­ 
do; as contorçõe ; a 
müos crispadas: os Lra­ 
ço e pemas agitados; 
a feição apavorada. 
Tudo isso são sinais 
evidentes de que o bebe 
esta sofrendo e o trata­ 
mento que lhe estão dan­ 
do nilo é o adequado. 
Segundo o ginecolo­ 
gista parisiense, o parlo, 
como vem senelo realiza­ 
do é uma sucessão con­ 
tinua de agressões. O 
bebe, até o momento de 
nascer, vive num ambi­ 
ente. cálido, imerso num 
liquido à temperatura de 
i-eú corpo. Sua pele está 
protegida, os choques 
süo suavisados, não pre­ 
cisa respirar. Os sons 
chegam muito fracos a 
seus ouvidos, Jiltrados 
pelas paredes abdomina­ 
is da müe. 
Na ocasião do parto 
todo esse ambiente é 
violentamente transfor­ 
mado. Da temperatura 
quete ele passa subita­ 
mente para uma outra 
mais baixa. Seus olhos, 
que estavam imersos na 
escuridão, recebem um 
jato de luz l'or·te direta. 
Os ouvidos sãs atingidos 
por sons de conversas, e 
ruidos de instrumentos 
numa altura acima da ex 
periementara até então. 
Sua pele super-sensivel 
é golpeada por mãos 
enveludaelas. E deitaelo 
numa balança àspera e 
fria. Separado totalmen­ 
te do ser que até aquele 
momento fora sua fonte 
de vitla. 
Não é de admirar 
aquelas r<"ações de • de­ 
sespero que todo recém­ 
nascido apreseu tu. 
O Dr. Leboyer pes­ 
quissou e chegou a varias 
conclusões de como de­ 
ve transcorrer um parto. 
O ambiente da sala é 
mantido em penumbra. 
sem ruídos. Os diálogos 
ção apenas snussurados. 
Logo ao nascer, o bebe 
é colocado sobre o ven­ 
tre materno e acariciado 
por mãos sem luvas. 
O cordão umbilical só 
é cortado no segundo 
minuto para permitir ao 
bebe adaptar-se à respi­ 
ração. 
Finalmente. é colo­ 
eado nu banho de água 
à temperatura de seu 
corpo, segundo esse m­ 
todo, os bebes apresen­ 
tam-se com expressões 
que revelam grande tran 
quilidade, mesmo alcg1'ia. 
Sobre influencias 
no restante ela vicia, ou 
um outro problema o par 
te, só o fato de livrar os 
bebes daqueles dcsneccs­ 
sarios sofrimentos já é 
por si um argumonto 
forte. 
CASTELO 
de Antonio Remo Penzo 
Compra de Madeira 
Bruta e Venda de 
Madeira ierrada 
Antonio Joilo Mt. 
CUMEN- 
PER· 
Sady Antunes Arau­ 
jo extraviou os Docu­ 
mentos de sua Rural. 
marca illis- Chassls 
001396 - Ano 1968- Cor 
marron jeq.e cinza - Cer­ 
tificado no. 7761 - Chapa 
BH 0099. 
Publicação que se faz 
pura obtenção ele 2º via 
Bela Vista 13 02 75 - ML 
Foi extraviado o 
Certificado de proprie­ 
duele do autumóvel mar­ 
ca VolkiWagem - Sedam 
cor preto - Ano 1972 
Chassis ou motor n, 277 
233 458738- Chapa CI 
0292 pertencente ao r. 
J!ário Batillani Publica­ 
ção que se faz para ob­ 
tenção da 2º via - Bela 
Vista 23/2/75 
Nelson de Jesus Coe 
lho de J!oraes perdeu 
Carteira, contendo dive 3 
sso documentos, be 
como; Identidade, Cartel 
ra ie motorista, CPF, cal 
teira Funcional. 
Publicaçü.o que se faz 
para obtenção de 2" via 
Preço Deste 
Exemplar Cr$ 1.00

'l'ribuua da Fronteira 	Bela Vistu-.:Tl. 	16 de Março de 107 
BALANCÊTE DA RECEITA E DA DESPESA DE 
GOSTO /74 N MARÇO DE 1975 
Receita 
Pelo Seguinte Recebimento como Segue 
a Mensalidades 
Recebido da Srta. Maria 
Echeven-ia 
conforme ::locumentos 
de receita 	CrS 2.1013.00 
Recebimento atraves do 
r. Zoé Loureiro Pinheiro, 
conforme documento Cr$ 1.550,00 
Soma » 3.656,00 
a Receitas Diversas 
Diferença da compra de » 
camisas pi laçadores. 
devolvida pelu Sr. Zoé 
L. Pinheiro 
Contribuição recebida do 
Sr. Dr. Cândirlo L. Pi- 
nheiro conf. cb 680427 de 
1/11/74 
Gregória 
a C/C - A Receber 
Recebido em devolução 
250,llO 
» 1.000,00 
» 1.250.00 
de empréstimo, pelo 
Sindicato Rnral 
(3ª Exposição) 
a Títulos de Crédito 
Recebido valor de l NP 
emissão do r. Athanasio 
de Almeida Mello » 2.500,00 
Recebimento parcial de 
l P emissão do Sr. 
Dr. Késio Loureiro 
Pinheiro 
Visto: 
» 30.000,00 
» 2.000,00 
Soma » 4.500,00 
Total da Receita . ~ 39.406,00 
Saldo de caixa vindo do 
mês de julbo/74 « 12.367,60 
Soma « 51.773,60 
Bela Vista - MT.em 8 de março de 1.975 
Alvaro Monteiro lfascarenhas 
Tesoureiro 
José Loureiro 
Patrão 
DESPE li 
PELO$ SE~UINTES PllGIIMENTOS -COMO SEGUE: 
DE DESPESDS GEROIS 
Equipamentos 
Eletrónica Rádio, nf 693 
Titulos de Crédito 
Extorno da NP emissão do r. 
Athanazio Almeida Mello 
Etorno da P emissão do 5r, 
Tales M. Mascarenhas 
Soma 
Total dos Pagamentos 
Caixa 
Saldo que pasa p/ a nova Diretoria • 
SOMA 
..o0o,0o 
•) - 
..00o,o 
2.500.00 
5.000,00 
l9AI 1.20 
2.3.'>9,IO 
517i:1,60 
Adir Félix, rec. dé 6/8/7<1 CrS 
,Carnlcho Espindolu, rec. 3/8174 
Conjunto Panambi Verá rec. 
de 3/9/74 	. 
'foles Marcnrenhas, ref. a pa­ 
gnmentos Atlétns do Futebol 
Arlnn Brum, rec. 31717•1 
5abin, Torres, rec. 9/7/61 
Luis G. de ;.rnújo, rec. de 3/9/74 
Conjunto Panambi-Verá, rec. do 
sr. Edson iloraes 
Empresa Trihuno da Fronteira 
rec. 19. 8. 7-1. 
Escritório Bossa Novo, NF 2520 
Gentil V. da Rosa, NF 4783 
Casa Sao Pulo NF 23335' 
. • • • 2357:, 
Gentil V. tia Rorn NF 4762 
• • . • • 4768 
• 	• ,17(,0 
Adir Félix, rec. de 9. 9.74 
Escritório Bpssa Novu, •no. 2422 
• NF 2-119 
• NF 2386 
Ulm!:rindo Pinheiro (Espólio) 
NF 634 • 
Wolke F. Monteiro, rec. 14.9.74 
Casa .No,·a, nf 708 	• 
Elc.utério Mendonça, rec. 2I. lo. 7-1 
Casa Luzitan, nf 157 
Ulisses Pinto de Almeida nf 250 
José Nune, rec, 20.9.74_. ' 
Edgar L v nrga• rec. de 3. 7. 7-l ~ 
Eleutério Mendonça, rec. 17.1.75 
18. 12. 7J • 
520,00 
720,00 
<,.1000,00 
2.100,00 
150.00 
100,00 
635,00 
2.000,00 
•I00,00 
45,00 
193,00 
25,oo 
·l0,0o 
113,oo 
1'18,oo 
11'1,oo 
500,00 
15,oo 
• 39,oo 
do,0o 
•l-'l,2o 
250,00 
4o,oo 
l.olo,oo 
4n,oo 
250,00 
3o0.00 
• loo,oo 
500,00 
9'28,oo 
Sabino Torres, rec. 18. 12. 74 
José Loureiro, div. not.n,, eh. 40857,l ,, 
, Luiz Ocáriz, rec. 9/10/74 
. José Olívio Ajalu,' rcc. 14. 10. 74 ,, 
Almir Abela Ferreira, rec. 21. 10. 74 , 
Eleutério ilen<Ionça, ree. 18. 11. 7-1 
. Almir Abeln Ferreiro, rec. II. li. 74 : 
Almir Abeln Ferreira, rec. 18. II. 7•1 " 
Bastião A. F. Leites rec. de 20. 12. 74 
Tércio Celestino Gonç.alvcs, " 
rec. 18. 12. 74 
;)feu U. Gomes, n{· 136 
Alfeu B. Gomes, n{ 878 
Olympio do Amnrul Cardinal. 
rec 4.2 75 
Tércio Celestino Gonçah·es, rec. 
de 17. 2. 75. 
'Eléutério Me.ndonçn, rec. de 17. 2. 75 " 
Dr. Késio L. Pinheiro, eoní. doe. : 
Tribuna do Fronteira, rec. no. oo4_ 
Abri;:o os Desamparados, rec. 
de 5. 3. 75 
Campll'nhu poro Construçilo da 
Capeln, rec. 5-3-75 
Zoé Loureiro Pinheiro, recibo 
de 5-3-75 
SOM1A 
Móveis 
Industrial e Comercial de Madei­ 
ras Battilani Ltda nf 090 
Idem idem· idem nf (digo) 
co forme recibo 
Soma 
loo,oo 
335,So 
350,00 
210,00 
2.143,00 
1.250,00 
100,00 
67,00 
1.400,00 
500,00 
227,oÍ> 
l8o,0o 
do4,0o 
80o,00 
7o0,0o 
22.000,0o 
loo,oo 
-loo,oo 
l.ooo,oo 
4.300,00 
3-1.051,70 
862,50 
Dela Vista Mt. em 08 de março de 1975 
Alvuro Monteiro Mfascarenha« 
Tesoureiro 
VISTO: Jos(, Loureiro 
Patr-lo 
Obs. Os documentos do presente 
Balancete encontra-se na Tesouraria do 
r:1ube a disposição dos io teressados. 
TESOURBRHI 
Resumo do l3alanço da Receita 
e De pe a do Período de Março 
de 1974 a Março de 1975 
RECEITJI 
7.500.00 
8.362,.'io 
Balancête do dia 
31/05/74 CrS 4.353,oo 
Balancête do dia 
30/06/74 CrS 18.494,oo 
Balancête do dia 
31/067/74 CrS 71.8o4,o5 
Balancête do dia 
08/03/75 CrS 39.406,00 
1 Total da Receita » 134.057,05 
Caixa-Saldo vindo 
da Dirétoria ante- 
rior 	» 28.912,55 
Soma » 162.969,60 
DESPESAS 
Balancête do dia 
03/05/74 CrS 25,865,oo 
Balancête • do dia 
31/o5/ 	» 4.237,oo. 
• Balancête do dia 
30/06/74 » 20.660,00 
. Balancête do dia 
31-07-74 
)) 60.434.oo 
Balancête do dia 
08-03-75 » 49.414,20 
Totai das 
Despesas » 16o.61o,2o 
Caixa-SaldQ que 
passa para a Dire- 
2.359.-!o toria Seguinte 
,. 
SOMA 
» 162.969,60 
Bela Vista--MT o8 Março de 19i5 
Tesoureiro

Tribuna da Fronteh·a 	Bela Vista Mt. 
15 de Março de 1975 
Palestra proferida 
pelo dr. Arthur d'Ávlla 
Filho na reunião do dia 
25 de fevereiro último, 
por ocasião da passa­ 
gem do 70° aniversário 
do Rotary Club Interna­ 
cional: 
O Rotary Club de 
Campo Grande comemo­ 
ra no dia de boje o 70° 
aniversàrio de fundação 
do 1 Club do Rotary 
que se reuniu a 23 de 
fevereiro de 1905 na ci­ 
dade de Chicago. 
Para falarmos do 
inspirador de se gigan­ 
tesco movimento de so­ 
lidariedade humana, que 
foi o advogado Paul 
Herris, inicialmente di­ 
zendo que foi uma cri­ 
ança nascida de um pai 
perdulário e inconstante 
e de u'a mãe que prefe­ 
ria se dedicar mais ao 
mundo das artes do que 
ao seu próprio lar. 'Essa 
a razão porque c meni­ 
no Paul, aos 3 anos de 
idade, foi entregue ao 
seu avô, homem austero 
trabalhador. idealista, 
de moral rija, severo e 
bondoso, enfim, com to­ 
dos os predicados ne­ 
cessários e ainda acres­ 
cidos de dedicação e 
amor, para plasmar u'a 
individualidade que "ha­ 
veria de deixar a ua 
marca no mundo", co­ 
mo disse certa vez refe­ 
rindo-se ao neto já ado­ 
lescente. 
Paul Harris, ao se 
diplomar em advogacia 
pela Universidade de 
YWOA, resolve adotar 
o Conselho de um mes­ 
tre o de viajar e prati­ 
car a sua profissão em 
pequenas cidades para 
só então instalar-se em 
definitivo na de sua 
preferência. 
Desprovido de recur 
sos e_ já sem o seu avô, 
saiu á palmilhar terras 
estranhas, a conviver 
com gentes e ambientes 
desconhecidos. 
Atravessou pelo al­ 
to de muitas montanhas 
desceu aos vales onde 
se mm1cavam pequenos 
burgos, dormiu nos cam 
pos, passou fome mui­ 
tas vezes. Esteve em 
São Francisco, como re­ 
pórter num periódico. 
Foi para a Califórnia 
onde trabalhou em mai 
de uma fazenda, depois 
numa. industria. de passa 
de uva e assim percor­ 
reu grande parte de seu 
pais como que numa an 
sia de conhecer gentes 
e co lumes. 
Resolveu ir à Ingla- 
terra. Para tanto, enga­ 
jou-se como tratador 
de boi num navio de 
transporte de gado. 
Ao fim dos cinco 
anos de andanças, ei-lo 
avistando Chicago onde 
chegou, alugou casa e 
pendurou a sua porta 
a placa de advogado 
A clientela era es­ 
cassa, mas era enorme 
a sua vontade de ven­ 
cer, de se relacionar, 
de fazer algo de útil. 
Perdido naquela Chica­ 
go, então cidade do jo­ 
go, do crime [e dos des­ 
mandos, cuja sociedade 
se agigantava rapida­ 
mente ao mesmo tem­ 
po [que se degradava 
em deformações varias 
acudiu a Paul Harris - a 
idéia de reunir um gru­ 
po de homens de bem 
de profissões diferen 
tes. 
Assim nasceu Rota­ 
ry na idéia de um ho­ 
mem solitário, desejoso 
de amizade e compa- 
nheirismo, preocupado 
com o destino da comu­ 
nidade em que vivia; 
Na noite fria e de 
ventania do 23 de feve­ 
reiro de 1905 numa pe­ 
quena sala do Edilicio 
Unity, na rua Dearborn 
127, reuniram-se o ad­ 
vogado Paul Harris, o 
hoteleiro Silvestre Schi­ 
ele, 'o comerciante de 
carvão Gu tavo Loebr 
e o alfaiate Hiran Sho­ 
rey. ia emana seguin­ 
te, acrescido de mais 
dois companheiros e só 
na terceira, já com oito 
sócios, definiu-se o no­ 
me daquele Clube ex­ 
drúxulo, extravagante, 
original - Rotary, por 
se reunir cada vez no 
escritório de um sócio. 
Tão logo os locais de 
trabalho deixaram de 
comportar esses encon­ 
tros, passaram a reali­ 
zá-lo durante um almo­ 
ço num restaurante. 
ão passados 70 
anos daquela reunião 
de 4 homens quando se 
lançou a semente de 
uma organização que já 
se aproxima dos 750.000 
sócios espalhados em 
150 países e distrribui­ 
dos em mais de 15.000 
Clubes. 
Onde quer que esteja­ 
mos somos parte inte­ 
grante dessa fabulosa 
força de ação e, porque 
não dize-lo, de opinião 
pública no mundo intei­ 
ro. 
São mais de 700.000 
profissionais que coman 
dam, que decidem, que 
influem e que lideram 
nas suas respectivas 
comunidades. 
Entretanto, há uma 
pergunta inquietante lan 
çada por um Presidente 
de Rotary Internacional: 
"Que fazemos com esta 
fabulosa organização"?. 
Na verdade, somos 
portadores de um obje­ 
tivo estimulante "O 
IDEAL DE SERVIR" e 
nele parece que às ve­ 
zes quedamos realizados 
Mas o 'IDEAL" não 
é estático, antes é di­ 
nâmico. Move-se conos­ 
co á proporção que nos 
movemos e nos adian­ 
tamos na existência. As 
realizações coletivas ou 
pessoais, os marcos al­ 
cançados na profissão 
nas ciências, nas artes, 
nas letras, na politica, 
nas multiplas atividades 
do homem, são apenas 
parte de um alvo muito 
maior, mas sempre ina­ 
tingível. Alvo que cami­ 
nha conosco a nossa 
frente, sem que nunca 
possamos alcança-lo. 
Por isso, ele e re­ 
nova todos os dias na 
reafirmação dos seus 
propósitos, na refor- Eis porque acredito 
mulação dos seus que tanto o Rotariano, 
objetivos imediatos, na como Rotary, estão per 
conquista de si mesmo manentemente engajados 
na adaptação às mnta- nessa renovação de si 
ções da sociedade em mesmos. O rotariano no 
que vive. reavivamento do seu en 
E porque é dinâmi- tusiasmo, re-exame de 
co o seu ideal e dinâ- sua atuação, na reavalia 
mica a sua existência. ção de suas possibilida 
incontáveis são as opor_ des' na busca constante 
tunidades de servir, que do ideal. Rotary, 
se repetem todos os tary, no rodizio dos 
dias da vida de um ro- cargos administrativos. 
tariano. SERVIR, portan na reformulação de suas 
to, no conceito rotário. metas e objetivos, na 
não _pode ser um nego- modificação de suas nor 
cio de uma só prestação mas e regulamentos, no 
com a qual se obtem anunciado dos seus "slo 
o recibo de sócio remido gans" e no aperfeiçoa 
Ao contrário, é uma tran mento a revisão dos 
sação de prestações in Seus programas de ação,, 
termináveis que se repe 
tem todos os dias em ca Cada um de nós não 
da uma de nós, com Vive numa época isola 
satisfação de missões . da, mas várias épocas 
cumpridas, realizadas. dentro de um contexto 
logo reiniciadas. ' histórico. Na capacidade 
Por isso mesmo não 
é o Rotariano. nem pode 
ria ser, um homem des 
hgado da reulldude que 
o cerca. Ao contrário 
alista-se no pelotllo dos 
atentos e dos que estüo 
conscientes e interessa 
dos no microcosmo que 
o cerca. 
. Consequentemente, 
não pode ele pregar um 
ideal abstrato, vago ou 
inoperante. A sua moti­ 
vação há de ser prática 
e objetiva, reconhecendo 
especialmente, que a so 
ciedade dos nossos dias 
se modifica rápidamente 
à luz de uma tecnologia 
simplesmente galopante 
e em que pesem as des 
concertantes contradi 
ç0es e os dolorosos con 
flitos que a desfiguram, 
reconhece a obrigação 
de não apenas nela viver 
mas, por ela, interessan­ 
do-se' procurar modifica­ 
la para melhor. 
(Continuo na Página 4) 
CASA SÃO 
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JOSÉ 
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164 
De José Destefani 
Jardim- Mt.

Tribuna da Fronteira 	Bela Vistn Mt. 	15 de Março de 1975 
- 
CONTINUIIÇIIO 
D 10° 1 
de sentir e agir objetiva 
mente, 'dentro de cada 
uma delas, buscando tor 
nur-se, não parte dos 
seus problemas, mas par 
te de suas soluções, resi 
de também uma imensu­ 
rível fonte da oportuni 
elude de ERVIR 
E esta prestação de 
serviços se faz tanto 
mais necessáriu quando 
sentimos que nem todas 
as mutações de nossa é 
poca são para melhor. 
Eis porque maiores 
são as responsabilidades 
daqueles que' como nó 
rotarianos, tem a re: pon 
sabiliclacle de opinar, de 
dh;cernir, e de liderar, 
pre etvando valores mo 
rais qe formam os ali 
cercere da ordem, da 
lei, da segurança e cio 
bem estar de todos. 
esse programa de 
ação, quer pela atuação 
coletivo. do clube, quer 
pela atuação individual, 
está o rotariano ali tudo 
e permanentemente en 
gajado. 
Quero crer que ao 
criar o primeiro Rotary 
Club, há 70 anos, não 
tinha Paul Harris em 
mente cferecer solução 
cristalina ao eterno pro 
blema do homem. 'ão 
pretendia, como não de 
vemos pretender nós, 
h·an formar nossos com 
panheiro em santos' 
heróis ou gênios. 
Acredito mesmo que 
Paul Harris nunca che­ 
gou a avaliar, naquele 
momento, e só mais tar 
de compreendeu, o fabu 
loso potencial do movi­ 
mento que desencadeou. 
o do clube de serviço. 
Creio, sim, que pretendia 
apenas despertar um 
pouco de amizade a um 
grupo 'de homens deno 
minados pela algidez 
dos negócios. 
Acreditava, sim, co 
mo acreditamos nós, no 
prodigioso potencial da 
amizade organizada em 
torno ele um objetivo. 
Eis ai Rotary na simpli 
cidade de sua filosofia. 
Mas que fabuloso 
potencial pode ele des 
pertar, surpreendendo-se 
a si mesmo e nos pri­ 
meiros companheiros, ao 
ver que a idéia captava 
a imaginação do homem 
de te século atribulado 
e, rapidamente, e e: pa 
Ihava por todos os conti 
nente,. A "fórmula" era 
simples: dignificar a pro 
fissão, dando-lhe novo 
sentido ético e social. 
Compartilhando da 
amizade de companhei­ 
ros imbuídos do mesmo 
ideal, o homem tra;:;spõe 
fácilmente as barreiras 
do seu egolsmo, vive os 
vários muudos de sua é 
poca, convicto de sua 
nobre missão de ser útil 
útil à sua profissão, útil 
a sua familia, útil à sua 
sociedade, úlil à sua 
prática, e útil, enfim a 
comunide universal. 
Aceitando o desafio de 
"servir", o profissional 
rotário leva a· idéia, quer 
pela palavra quer 
pelo exemplo, aos vari­ 
os mundo em que vive: 
ao eu mundo 
nal profissional, ao seu 
mundo social, ao seu 
mundo familiar, e ao seu 
mundo íntimo, especial 
mente a este último, de 
Brasília Lsdird) último pleito: "a eleição 
-- O Senador Helvidio de 15 de novembro não 
Nunes (ARE'A/PI) apon- registrou vitória esma­ 
tou "a exagerada men- gadora nem derrota fra­ 
talidade tecnocrata" e a gorosa, pois a ARE A 
marginalização "dos continua majoritária nas 
que têm o dever de us- duas Casas do Congres­ 
tentar politicamente 0 so, embora o MDB ten­ 
Governo", como os fa 
- ha cre cido alem das 
tore determinantes do 
insucesso da ARENA no suas próprias previsões. 
Auto Mecanica lndependencia 
De José Hip6lito de ;leio 
Oficina Autorizada Ford Willis do Brasil 
·Mecaicos com cursos de Especialização" 
lua Cuiaba s·n e Avenida Il de dezembro 385 
Jardim- Mato Grosso 
onde emanam. dentre 
todas as suas dúvidas e 
indagações as suas deci­ 
sões, a sua convicção o 
os propósitos. 
Fazendo desse ideal 
a ponte entre o coração 
e o cérebro, põe em mo 
vimento aquilo que cha­ 
maríamos de "cidadão 
ideal", altruista e objeti­ 
vo a um só tempo, pe­ 
dra de toque de uma so 
ciedade melhor. 
Com efeito se o ser 
humano é uma máquina 
onde o cérebro atua a 
frio, como já disse ai 
guém, só o espírito ame 
niza e aquece. Sózinho, 
o intelecto pode produzir 
monstros. 
Assim, acreditamos 
em Rotary como força 
capaz {de aglutinar ho 
mens de ~boa vontade es 
tabelecendo entre o ce 
rebro e o coração a pon 
te do equilibrio, inspirun 
do um e suavizando o 
outro, para. us inarre 
dáveis brefas de todos os 
dias, na trilha fascinan­ 
te porque verdadeiramnen 
te humana, de nossas vi 
das. 
E por estarmos reu 
nidos hoje, em Rotary, 
as nossas homenagens 
e o nosso muito obrigado 
a Paul Harris. 
(trans. do Jornvl da 
Manhã) 
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Tribuna da Fronteira Bela Vista-Mt. 	16 de Março de 197 
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Direção: Profa. Maria Loureiro Pinheiru 
Aulas 
l'ré•l'rimário e .laternul 
Matriculas Abertas 
HORÁRIO das 8.0o Hs às 1loo h-. 
Particulares no perio<lo 
Bela Vista 
da Tarde 
Mato Grosso 
Relatório da 
Visto, etc. 
Hassun Abdalla Dau 
aidar, representando 'o 
seu filho menor OMAR 
HASSAN ABDALLA, in­ 
gressou nesta comarca, 
Tesouraria 
Período de Março de 1974 a Março de 1975 
Doação do Clube do Laço ' 
Abrigo dos Oesumparndcs Cr -l00,00 
Campanha ela Capela Esp. janto Cr$ 1,000,00 
Doações Recebida. pelo C. do Laço 
Sr. Geraldo Corrên 1 Bezerro 'elore 
r. Melchiades Corrêa 1 Bezerro Nclore 
r. Acelino fiobcrto Fern:ira l Bezerro elore 
r. Oshiro Tntsuo 1 Bezerro Nelore 
'r. Arino Jlor,ira 1 Cavalo pi Hodeio 
Obs: Estes uuirnni encontrnm•:-e n dispo,i<;ão 
da Nova Diretoria na Chácara do Clube, cxeto o 
Bezerro <lo r. Gerddo Corrên, que já foi leiloado. 
As contribuiçõe recebidas em dinheiro du- 
rante a Exposição figuram registradas em nn/ 
Balanços 
Realizou atrnvéz de Comissã suu lll Exposição 
Agropecuaria de Bela Vista em Julho de 197i 
Melhoramento Efetuado 
Aquisição de mni de uma 
Chácara no valor de 
Jlclhornmento e ampliação do 
Restnurnnte 
Aquisição de Mesas, adeiras e 
espetos 
Aquisição de l amplificador e 
2'cornetas. Aquisição de jogo 
de camisas para laçadores' 
Aquisição de 1 jogo de cami- 
sas para polo 
Aqws,çao de 1 Jogo de camisa 
para futebol. 
Participações Esportivas 
Participou do Campeonato de Futebol de campo 
da cidade Participou [de competições de laço em 
Maracajú, Ponta Porã Caracol e Alto-Caracol-, 
Contas a Receber pela Nova Diretoria 
Mensnlidu<lcs ntrnzadas uproxi- 
madamente 	CrS 26.000.
00 
Prorniss6rins à liquidar 	' 
(u favor do Clube) ._ . 17.ooo.oo 
Dinheiro em Cnixu transferido a 
nova Diretoria 
• SOMA 
Contos à Pagar 
Não há contas à pagar até esta data. 
Bela Vista - M enn 14 de março de 1975 
CrS 7.ooo,oo 
17.ooo,oo 
15.200,00 
2.359,10 
15.359.10 
Alvaro Monteiro Mascarenhas 
Tesoureiro 
José Loureiro Patrão 
PR&CESSE CWI N° 
Pedido de Retificação • de 
Requerente: Hossan 
Dauaidar 
SEITEII 
com pedido de Retifica­ 
çao de nome de seu fi­ 
lho Omar Hassan Ab­ 
dalla, alegando que: seu 
filhu nasceu na cidade 
de Bela Vista onde !'oi 
15/75 
NOME 
Abdalla 
registrado 110 Cartório 
do 2 0ficio às folhas 
47-verso do livro n" l(j. 
A (doe. IIs. A). Alega 
ninda. que uo momento 
de el'etunr o registro o 
0ficial por equivoco 
não constou o nome dos 
avós paternos, DAUAI­ 
DAR, pleiteando do Es­ 
tado-Juiz a retificação 
na certidão de nasci­ 
mento a l'im de que ve­ 
nha ser adicionado" ao 
seu nome, o nome de 
seus avós paterno , a 
saber: DAUA!D, Iiean­ 
do o nome do menor 
registrado como OMAR 
HAS A ABDALLA 
DAUAIDAR, na forma 
correta. 
Lançou no presente 
pedido, o ;liol!,lério Pú­ 
blico da comarca. a sua 
abalisada cota de fls. (i 
e 6 verso, eudo favo­ 
rável a concessão do 
pedido. 
É o relatório. 
Passo a decidi: 
Preceitua o artigo 
71, do Decreto n 4.857 
de 9/11/75 que: "Qual· 
quer· alleração posterior 
de nome, só por (exce• 
ção e motivamente será 
permitida, por um des­ 
pacho de Juiz togado à 
que estiver sujeito o re­ 
gistTo, arquivan fo-se o 
mandado quando fõr o 
caso e publicando-se pe 
la imprensa. 
[Decreto nº 5.318, 
artigo 1º] 
Evídentemente, co­ 
mo demonstrou o reque­ 
rente, ao ser lavrado o 
registro, não consignado 
no nome do menor o 
nome dos seus avós pa­ 
ternos, a saber, Dauai­ 
dar, nome tambem do 
seu progenitor. 
Assim sendo, pro­ 
ceitua o art. 74, pará­ 
grafo único, do Decreto 
4.857 de 8/11/39. 
Deverá entretanto 
conter o registro o "no­ 
rne do pai ou mãe quan 
do qualquer: ãeste fôr 
o declarante" todavia, 
conforme se observa na 
inclusa certidão de nas­ 
cimento, o Oficial de 
Regisil·o, inão observou 
o parágrafo único, do 
art. 74, pois que. sendo 
declarante do nascimento 
o pai, deveria acrescen­ 
tar ao nome do menor 
o nome do seu progen!· 
tor, nos termos da ex:i­ 
gência_ legal. 
Isto pôsto, dou pela 
procedencia do pedido 
rnaugural, determinando 
ao Oficial do Registro 
que proceda a retifica­ 
ção adicionanrlo ao no­ 
me do menor o nome 
de seus, avós' paternos 
DAUAIDAR. ficando colll 
o seguinte nome. OMAR 
HASSAN ABDALL-. 
DAUAIDAR nos termos 
··TREVO" - Inseticidas - Banheiro 
(Cont. na última Pági11al

Tribuna du Fronteira Bela Vista-Mt. 	16 de Março de 1975 
BELII 
REEET 
. 
CLUBE DO LAÇO 
ISTI MITO RO SO 
E DE PESD D E DE J HO E 1974 
Receita 
Pelos seguintes recebimentos como segue: 
Ref. a 7 NPs de diversos, no vr.de CrS 
2.500,00 cada _.CrS 17.500,00 
Conh-ibuição p/o Rodew, 
rec. do Sr. Edson M. Moraes » 1.500,00 
Idem Idem do Sr. Pêgo L. 
de Almeida 
Idem Idem do Sr João 
Victor Vaz Guimarães 
Idem Idem do Frigorífico 
Fricurdo 	Q 
Idem Idem do Frigorífico 
Rio Negro 
Idem Idem do r. Lázaro 
Corrêa 
Recebido pela venda de 
ingressos para o Rodeio 
Recebido pelo arrenda­ 
mento do Restaurante 
do Clube 
Renda liquidá. recebida 
do etr iocial [Sr.­ 
Amaury M. Mascarenhas) 
TOTAL DA RECEITA « 71.804,60 
» 3.000,00 
» 1.500,00 
)) 1.000,00 
« 1.000,00 
1.000,00 
)) 
« 22.006,00 
« 20.000,00 
» 3.298,05 
Saldo vindo do mês de junho » 997,55 
OMA » 72.8)1,60 
Despesas 
Pelos seguintes pagamentos como segue: 
Ao Sr. Zoé L. Pinheiro, por- 
seu pagamento pela cons­ 
trução da varanda e rama- 
da do Restaurante,- 
conf. rec.. 	» 10.000,00 
Idem Idem ao Sr. José Lo- 
reiro. Idem Idem » 5.ooo,oo 
Sr. Tércio C. Gonçalves,- 
ref. ao carreto da tropa à- 
P. Porã - l1t. dia 22-6-74,- 
conforme recibo « 2.000,00 
Sr. Gaspar Barbosa, por- 
fornecimento de refeições- 
a trabalhadores na ampli- 
ação do Restaurante, - 
conf. rec. 	» 350,00 
Pálace Royal, ref. a aqui- 
sição de camisas de Fu- 
tebol conf. NF 10196 « 180,00 
Rosalino Coene, ref. servi- 
ço de reforma de cêrca, 
conf. recibo de 22-4-74 » 70,00 
Ramão Torres, mensalida- 
de 17-5 a 17-6-74, conf. 
recibo 	» 450,00 
Ulisses P. Almeida, 4 sacas 
de sal, nf 1998 de lo-9- « 8,oo 
Ramão Torres, 8 dias de 
serviço, recibo de 25-6-74 » 120,00 
Bastião A. F. Leites servi- 
ço de Escritório, março 
a julho 74 	« 1.000,00 
Sr. Waner A. Ferreira. ref. 
a 5o do custo da amplia- 
ção do depósito do Rest. » 3.500,00 
Sr. Mário Loureiro, ref. seu pagtº par­ 
cial ao conj. Pananbiverá c onf. 
A 
E. 
LEVANTADO 
rec. de 31-7-74 « 1.100,00 
Pagtº de lIont. do Rodeio « 2.010,00 
Desp. de restaurante, da 
Comís. de Julg. e peões 
Rodeio 	» 
Sr. Luiz G. Araújo, aluguel « 
da trópa e despesas de 
Peões 	» 14.990,00 
Pagtº de prêmios à Ginêtes 
conf. balancête » 1o.2oo,oo. 
Puprobel, ref. a ingressos 
para Rodeio 
Pagamento à Dupla de 
Gaiteiros Gaúchos 
Empréstimo à 3ª Expo­ 
sição Agro-Pecuaria de 
Bela vista-l1T. ,conf. eh. 
nº ll5859-Bco. do Brasil 
S. A CrS 5.000,00 
Total dos Pagamentos » üo.434,oo 
CAIXA 
aldo que passa para o 
mês de Agôsto 
Balanço 
Observação: Os documentos que com­ 
põem a presente demostração, encon­ 
tram-se na Tesouraria do Clube a dispo­ 
sição dos interessados. 
Bela Vista-lIT. em 31 de julho de 1974 
Alvaro Monteiro lIasca.ranhas 
Tesoureiro 
José Loureiro 
PATRÃO 
Z@o 
EM 31 DE JULHO DE 1974 
416,00 
)) 1.930,00 
)) 2.ooo,oo 
)) 
)) 
12.367,60 
72.8ol,6o 
. Página Contas Débito Credito Página Contas Debito Credito Página Contas Debito Credito 
1 Caixa 12.367,60 
3 Exposição de 	tos A Receber 12.500,00 
Bela Vista-Mt. 30.000,00 
7 Mensalidades 3.847,00 
2 Despesas gerais 55.696,00 	' 
8 Taxa Social (Jóia) 4.ooo,oo 
4 Bens Imóveis 75.500,00 9 Receitas Diversas 55.o96,oo 
3 e/e - À Receber 	5 Bens Móveis 6.880,00 
10 Títulos Patrimo- 
niais 	130.000,00 
Empréstimo á 	6 Títulos. de Crédi- 	Balanço de Contas 192.943,60 192,946,60 
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ENFOQUE 
TRIBUNA 0ft 
"Órgão Independente a 
FRONTEIRA 
Serviço da Região" 
Ano IV ela Vista MT. 16/03/75- N" 14 
!....-------------------- 
• ' 
(f 111OS, FOTOS, SOCIEDDDE ... J 
±20-30986-9 5±5-±- 8939±96±3389-$ 
K 	k 
Esta Coluna é Patrocinada pelo', 
$ Bar, Lanchonete e Restaurante' 
i "O BATIDAO" 
} 	t 
Expressão Máxima na Arte de 1 
} Bem Servir. $ 
s 	#R 
} 	$ 
~ "Ü Local onde se reune a Fomilin Belnvistense"' 1' 
i 	j 
} ao lado do Clube Esportivo Belavistese) $ 
assoo>so co<sss scossos<assas.$ 
DNIVERSÍRIO 
___ [:] [:] [:] _ 
RECADO 
Dia 8 p.p. Odila M. Salamene 
Dia 9 p.p. Amaurl Mascarenhas 
Ana l'Jaria Ocarnpos, Raquel, Rosiley Iiranda, Ge 
tulio Arguelho e Sbirle Aquino de Souza. 
Ricardo da Rosa cur­ 
sando faculdade no Rio 
de Janeiro, ainda circu­ 
lando pela city... 
, . Voce,. que se diz cristão, integrado na comu­ 
nidade, participando do desenvolvimento de Bela 
Vista; voce que demostra ser juiz dos atos alheios; 
v.pce que aparentemente mostra fortaleza (por vai­ 
dade ou- complexo?); voce que foge da "verdadei­ 
ra realidade,,; enviamos este Recado: "Veja as 
coisas não como são, mas sim como poderão vir 
a ser. A Capacidade de visualizar valoriza tudo. 
, Quem pensa positivamente prevê sempre o que 
pode ser feito no futuro. Tão fica empacado no 
presente". Assim, "meu amigo", estamos construi­ 
ndo uma indústria grafica, uma empresa jornalis­ 
tica, e o que é mais importante. Partimos do nada 
sem medo do futuro, sobrepujando as adversidades. 
as incomprensões, os pensamentos derrotistas e 
assim meu amigo, mesmo se amanh.ii por um 
capricho da natureza ou mesmo por erro. (somos 
humanos) formos cbrigados a começar tudo de no­ 
vo, começaremos com um largo sorriso, pois a 
nossa força não procede de cargos ou de situaçõ­ 
es, procede da mente e da vontade de realizar 
algo em beneficio da comunidade, seja onde for. 
É o poder da fé ... 
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TRE FATOS EGATIVO 
1- Serviço de Energia lação belavistense será 
Elétrica não possue mais obrigada a dispender 
condições de funcionar. verbas para a aquisição 
Ou a CEMAT encampa de Zlampiões. D E Z dias 
logo o serviço de ener- sem LUZ, é demais. lnte­ 
gia elétrica, ou a popu- ressante é que na visita 
do Governador Fragelli, ninguem lembrou à .Excia 
os problemas.de Bela Vista ... O CALADI HOS ... 
ETXX- XXEI 
2- Dia 12 p.p, a noite, nas imediações do Hospital 
um funcionário da TRIBU A deu carona para uma 
senhora com uma criança no braços. Até ai tudc 
bem, o que há demais? las, leitores, a pobre mu­ 
lher estava completamente "desnorteada" e a crian­ 
ça... a criança havia sido operada bá pouco de 
um tumor na testa . . . ANTO DEU 
DOS MI ERA VEI ; As 2o.3o hs. após a pesada 
chuva que abateu sobre nossa cidade, uma pobre 
mãe carregando sua filhinha nos braços ( talvez 
ainda semi-anestesiada) andava a êsmo nas ruas 
procurando sua ca a onde poderia cuidar de sua 
pobre criança. MEU DEUS, quem em seu juízo 
perfeito poderia dar alta àquela criança e OLTA­ 
LA pelas ruas, sem agasalho,com fome e ainda em 
recuperação. Não poderíamos omitir um fato des­ 
sa natureza, esperamos que a Diretoria do Hospi­ 
tal tão competente e. humana, apure os fatos e 
PUNA OS RESPONSA VEIS ... 
ETXX-XXE 
Recebeu amiguinhos 
para comemorar seu nat 
a garota Nádia Marçolla 
a Lanchonete O'· 
Batidilo" de propriedade 
do popular Catureba, às 
4ª f. àquela peixada, e 
nos sábados a famosa ) 
feijoada carioca. É uma 
exelente pedida. 
Almoçando no Res­ 
taurante 'Tamoio o cn­ 
sal Aloisio Mendes e 
Rosinha, acompanhados 
pelaSra. Aracy Mendes 
e a graciosa Lucinha. 
As "Missões" se re­ 
vestiram de pleno suces 
so. Muita gente que se 
dizia "Anti - Religião'' 
conscientizaram-se de que 
o CRI TO é fator pri­ 
mordial para a fe!icid!l 
de no lar, nos negócios, 
enfim, de que o Cristo 
évida e sem vida 
ninguém vive, ape- 
nas vegeta. 
CLUBE DO LACO .. 
No dia 8 próximo passado o Clube do Laço 
empossou sua nova diretoria, escolhendo uma 
pleiâde de homens idealistas afim de levar avan­ 
te o Clube que já se tornou uma tradição no Su­ 
doeste matogrossense. 
Tribuna da Fronteira, caminbando lado a lado 
com os idealistas que proeuram construir algo em· 
beneficio de nossa cidade, envia seus votos de 
pleno sucesso aos novos componentes. Patrão Volk 
Fernandes Monteiro, Capataz: Tales M. Mascaren- 
has. Sota-Capataz: Luiz Gonzaga de Araujo, Fiscal 
Campeiro: Antonio Xavier, Secretario: Bastião F. 
Leites' Tesoureiro: Zoé Pinheiro. Orador: Dr. lrineu 
Cardinal, Conselho Fiscal: João Mascarenhas, Dig­ 
no Aristides Gonçalves, Celso Blta, Edson Moraes, 
Mario Bátilaie,,Bepto de Esportes: Olimpio Cardi­ 
nal, Comissão de'Julgamento do Laço: Sidney Mas­ 
carenhas, Alvaro Mascarenhs_e Amauri Mascaren­ 
has. 
É de admirar como as pessoas "Competentes" 
(assim se intitulam) p/ escolher professoras e fun 
ionários que trabalharão no corrente ano, fazem 
o que querem ( sem respeito as regras ), cometendo inúmeras 
injustiças, d ando seriço a quem não precisa (apenas por «hobbie), 
e aos que realmente necessitam, entregam as migallas, isto é 
se qmzerem. "COMPETENTES" ... cuidado, lembrem 
se do velho ditado": Quanrto estiveres no alto não Continuação do 
se esqueça dos que ficaram embaixo, pois quando 
estiveres descendo, poderás encontra-los subindo" Processo Civil 
"E TEM MAIS... assim como é horrivel o , 
costume que muitos funcionários e professoras no 15/75, 
adquiriram por INV&JA tramam FOFOCAS' falam 	••• 
das companheiras, dos chefes, enfim, dos que não 
se encontram presentes, isto para "LEITEAR" 
Ganhar Ponto, e por incrivel que pareça "AS E 
OS COMPETENTES" acatam FOFOCAS ... ai dá 
uma tremenda salada e muitas vezes sem sal 
(O assunto ENSINO está empolgante, desconhecia 
amos os meandros do nobre setor em nossa cida 
de" e prometemos voltar em breve, com ampla 
reportagem ... ) 
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É; pois ê... 
D° 16-A. IlIs. 47 do Car­ 
tório do 29 Oficio. Cus· 
tas judiciais pelo reque- 
rente. Publique-se a pre 
sente na imprensa local 
nos têrmos do Decreto 
nº 5.318. 
P. R.I 
Bela Vista 26 de 
fevereiro de 1.975. 
Dr. Walter José Rodri­ 
Estudando em outras plagas a cocadinha Ilda 
Maria Murano, filha do médico e vereador Fiori 
Murano... 
gues Contrera 
Juiz de Direito