TRIBUNA DB FRONTEIRI FUNDADOR E DIRETOR RESPONSÁVEL:- IVALDO PEREIRA Redação, Oficina e Administração Publica-se ANO IV Rua Duque de Caxias S/N Bela Vista, 16 de Março de 197 N" 140 aos Domingos SINTI A Missão não pode ser uma coisa passageira e transitória, que termina com a partida dos mis­ sionários. Deus nos convida para o seu amor e para a sua misericordia, não só nas Missões, mas em todos os dias de nossa vida. Qual será nossa resposta? Jesus disse: "Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida", (j0 14.6 ). "Quem me segue não anda nas trevas".( jo 8,12). 1. Ela é um encontro com Deus através da Pa­ lavra de Deus: " Quem vos ouve, a mim ouve". (LC lo, I6 ) -É preciso escutar a Pulavr·o.. de Deus, e unir-se a Deus péla fé. 1 2. Ela é um encontro com De11s atl'avés da Liturgia: Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos". ( Mt 28,20 ) É preci o participar dos acramentos, da Mis­ sa, da Comunhão, e unir-se com Cristo pelagra­ ça divina. 3.Ela é um encontro com Cristo através da Caridade; Todas as vezes que vós fizeste isto a um des­ tes meus irmãos ... a mim o fizestes".(Mt 25,40). E preciso fazer o bem ao proximo, especial­ mente pelo Apostolado, e unir-se a Cristo pela Caridade. 4.Ela é um encontro com Deus, através da Oração :-É preciso rezar muito ... muito ... "É preciso rezar sempre e nunca deixar de fazê-lo". ( Lc 18, 1) "Quem reza se salva; Quem não reza se condena". (Santo Afonso Maria de Ligório ). A Santa Missão nos facilitará este encontro com Deus Como graça extraordinária ela tem um tempo limitado, que devemos aprovei­ tar; na Missão devemos refletir sobre as gran­ des verdades eternas: A morte é certa!... O inferno deve ser evitado ... Somos· filhos deDeus e com este nosso Pai deve ser nossa morada no céu... " O que adianta ao homem ganhar ó mundo inteiro, se vier a perder a sua alma (MIt 16, 26). COMO VIVER li Sl!NTII MISSÃO A Missão é a maior graça que Jesus Cristo nos concede, neste ano, a nós, à nossa Comu­ nidade, - Missão é um convite de amor. Jesus, nosso amigo, conta com nossas orações, com nossos sacrificios e com nossa presença Jesus conta também com nosso tes­ temunho e com nosso apostolado junto aos pa- rentes, amigos e conhecidos. Sejamos após tolos e missionários! CMM O Vereador Osvaldo da cidade, colocando a Turini, Indica ao Sr. Pre disposição de seus alu­ feito Municipal a neces- nos para pesquisas, con sidade de ser dada Pu- suitas, leituras, etc. Jus­ blicidade ao funciona- tificando a sua Indica­ mento da «Biblioteca ção, o autor expôs ao Municipal», fazendo des- Plenário, que na situa­ sa forma com que aque ção atual aquela bem la Casa possa prestar montada Biblioteca pu­ os seus serviços aos blica, dá a impressão diversos estabe- de uma Casa de «Venda lecimentos de ensino de Livros». V I S O U E VENCIMENTOS D E T A X A S E EMEIIGI ELÉTRI€ O Vereador Afonso como exemplo à sua Dilon Nunes Leite, re- proposição, o fato de quereu à Mesa, que fos- que muitos avisos estão se expedido expediente sendo entregues no «Dia ao Sr. PrPfeito Munici- do Vencimento». Requer pal, abordando irregula- a atenção do chefe do ridades na entrega de Executivo, através da «Avisos de Vencimen- secretária competente, tos», das taxas de Ener- gia Elétrica, oferecendo para o problema. LIMPESAS NAS L RUAS O Vereado r José do mais objetivamente Glaucy Fk,res, volta a a atual situação das abordar, através de IN- Ruas Gal. Osório, Anto­ DICAÇÁO, ao Sr. Prefei nio João, e Guia Lopes, to Municipal, a necessi- no Trecho compreendi­ dade de serem efetua- do entre as ruas 3 de dos os serviços de lim- peza nas ruas transver Outubro até Benjamim sais da cidade, explican Constant. Clovis Marcelino de Oliveira Prefeito Municipal Bela Vista Lamento. Muitíssimo não poder comparecer data Inauguração Escola .Meu Nome, motivo triste per da grande amigo tendo eu de ficar em Brasília 1 Muito Honrado Agradeço Gesto Gentil e Cari- nhoso. 1 Senador Jarbas Passarinho E1E,LI. 3E@±E±E. 'EEE RUA SUBUREMIA da Agua Doce Mais uma vez, o ve reador José Glaucy Flô­ res, através de proposi­ ção escrita, volta a so­ licitar do Sr. Prefeito Municipal a necessidade dos reparos na Rua Su­ burbana que demanda à "Agua Doce". Na situa­ ção em que se encontra atualmente aquela via publica, de muita utili­ dade para os moradores daquele bairro da cida­ de, não oferece as mini­ mas condições de tran­ sito à qualquer] veiculo, o que é bastante preju­ dicial, pois para se che­ gar ao centro da Agua Doce, é necessário fa­ zer a volta pela Rodo­ via BR-60, até o entron­ camento. NNVERSÍRIO DA 131302)24 DA 7 02y12)32 Moção de aplauso e congratulações, apresen­ tada à Mesa pelo Ve­ reador José Glaucy FI6- res, à direção da "Tri­ buna da Fronteira", pe­ la passagem do 3º ano de fundação, durante a qual, conforme se mani­ festou o autor da medi­ da, "vem cumprindo de forma soberba a sua fi­ nalidade, dentro de éti­ ca, e acima de tudo, do respeito à pessoa huma­ na. Conhecendo a situa çüo da Região, as difi­ culdades que todos o empresário aqui encon­ tra para desenvolver o seu trabalho, podemos conclúir que o trabalho proficuo desenvolvido por aquele Orgüo de Im prensa na cidade e na Região, ê digno_ da nos­ sa admiração e do nos­ so reconhecimento", en- fatizou o autor da pro­ posição. Tribuna da Fronteira Bela Vista 1Jt. 13 de Março de 197» T Sônia Maria Matos Garcia Sob um foco ele luz polente e roeleado de pessoas vestidas de bran­ co que conversam ale remente, aparece o pe­ quenino ser. E tomado por mãos euluvaclua, se­ guro pelos calcanhares, e virado de cabeça para baixo. Recebe palmadas. Colocam-no numa balan­ ça, em seguida abrem-lh1:: as palpebras e pingam colirio nos seus olhos. e carregam-no para o berçario, longe da mão. -Um parto normal. Tudo correu certo. -Tudo correu erra­ do! a opinião do Dr. Leboyer, através ele ob­ servações das reações do recém-nacido: seu choro e grilos desespe­ rados; o corpo arroxea­ do; as contorçõe ; a müos crispadas: os Lra­ ço e pemas agitados; a feição apavorada. Tudo isso são sinais evidentes de que o bebe esta sofrendo e o trata­ mento que lhe estão dan­ do nilo é o adequado. Segundo o ginecolo­ gista parisiense, o parlo, como vem senelo realiza­ do é uma sucessão con­ tinua de agressões. O bebe, até o momento de nascer, vive num ambi­ ente. cálido, imerso num liquido à temperatura de i-eú corpo. Sua pele está protegida, os choques süo suavisados, não pre­ cisa respirar. Os sons chegam muito fracos a seus ouvidos, Jiltrados pelas paredes abdomina­ is da müe. Na ocasião do parto todo esse ambiente é violentamente transfor­ mado. Da temperatura quete ele passa subita­ mente para uma outra mais baixa. Seus olhos, que estavam imersos na escuridão, recebem um jato de luz l'or·te direta. Os ouvidos sãs atingidos por sons de conversas, e ruidos de instrumentos numa altura acima da ex periementara até então. Sua pele super-sensivel é golpeada por mãos enveludaelas. E deitaelo numa balança àspera e fria. Separado totalmen­ te do ser que até aquele momento fora sua fonte de vitla. Não é de admirar aquelas r<"ações de • de­ sespero que todo recém­ nascido apreseu tu. O Dr. Leboyer pes­ quissou e chegou a varias conclusões de como de­ ve transcorrer um parto. O ambiente da sala é mantido em penumbra. sem ruídos. Os diálogos ção apenas snussurados. Logo ao nascer, o bebe é colocado sobre o ven­ tre materno e acariciado por mãos sem luvas. O cordão umbilical só é cortado no segundo minuto para permitir ao bebe adaptar-se à respi­ ração. Finalmente. é colo­ eado nu banho de água à temperatura de seu corpo, segundo esse m­ todo, os bebes apresen­ tam-se com expressões que revelam grande tran quilidade, mesmo alcg1'ia. Sobre influencias no restante ela vicia, ou um outro problema o par te, só o fato de livrar os bebes daqueles dcsneccs­ sarios sofrimentos já é por si um argumonto forte. CASTELO de Antonio Remo Penzo Compra de Madeira Bruta e Venda de Madeira ierrada Antonio Joilo Mt. CUMEN- PER· Sady Antunes Arau­ jo extraviou os Docu­ mentos de sua Rural. marca illis- Chassls 001396 - Ano 1968- Cor marron jeq.e cinza - Cer­ tificado no. 7761 - Chapa BH 0099. Publicação que se faz pura obtenção ele 2º via Bela Vista 13 02 75 - ML Foi extraviado o Certificado de proprie­ duele do autumóvel mar­ ca VolkiWagem - Sedam cor preto - Ano 1972 Chassis ou motor n, 277 233 458738- Chapa CI 0292 pertencente ao r. J!ário Batillani Publica­ ção que se faz para ob­ tenção da 2º via - Bela Vista 23/2/75 Nelson de Jesus Coe lho de J!oraes perdeu Carteira, contendo dive 3 sso documentos, be como; Identidade, Cartel ra ie motorista, CPF, cal teira Funcional. Publicaçü.o que se faz para obtenção de 2" via Preço Deste Exemplar Cr$ 1.00 'l'ribuua da Fronteira Bela Vistu-.:Tl. 16 de Março de 107 BALANCÊTE DA RECEITA E DA DESPESA DE GOSTO /74 N MARÇO DE 1975 Receita Pelo Seguinte Recebimento como Segue a Mensalidades Recebido da Srta. Maria Echeven-ia conforme ::locumentos de receita CrS 2.1013.00 Recebimento atraves do r. Zoé Loureiro Pinheiro, conforme documento Cr$ 1.550,00 Soma » 3.656,00 a Receitas Diversas Diferença da compra de » camisas pi laçadores. devolvida pelu Sr. Zoé L. Pinheiro Contribuição recebida do Sr. Dr. Cândirlo L. Pi- nheiro conf. cb 680427 de 1/11/74 Gregória a C/C - A Receber Recebido em devolução 250,llO » 1.000,00 » 1.250.00 de empréstimo, pelo Sindicato Rnral (3ª Exposição) a Títulos de Crédito Recebido valor de l NP emissão do r. Athanasio de Almeida Mello » 2.500,00 Recebimento parcial de l P emissão do Sr. Dr. Késio Loureiro Pinheiro Visto: » 30.000,00 » 2.000,00 Soma » 4.500,00 Total da Receita . ~ 39.406,00 Saldo de caixa vindo do mês de julbo/74 « 12.367,60 Soma « 51.773,60 Bela Vista - MT.em 8 de março de 1.975 Alvaro Monteiro lfascarenhas Tesoureiro José Loureiro Patrão DESPE li PELO$ SE~UINTES PllGIIMENTOS -COMO SEGUE: DE DESPESDS GEROIS Equipamentos Eletrónica Rádio, nf 693 Titulos de Crédito Extorno da NP emissão do r. Athanazio Almeida Mello Etorno da P emissão do 5r, Tales M. Mascarenhas Soma Total dos Pagamentos Caixa Saldo que pasa p/ a nova Diretoria • SOMA ..o0o,0o •) - ..00o,o 2.500.00 5.000,00 l9AI 1.20 2.3.'>9,IO 517i:1,60 Adir Félix, rec. dé 6/8/7<1 CrS ,Carnlcho Espindolu, rec. 3/8174 Conjunto Panambi Verá rec. de 3/9/74 . 'foles Marcnrenhas, ref. a pa­ gnmentos Atlétns do Futebol Arlnn Brum, rec. 31717•1 5abin, Torres, rec. 9/7/61 Luis G. de ;.rnújo, rec. de 3/9/74 Conjunto Panambi-Verá, rec. do sr. Edson iloraes Empresa Trihuno da Fronteira rec. 19. 8. 7-1. Escritório Bossa Novo, NF 2520 Gentil V. da Rosa, NF 4783 Casa Sao Pulo NF 23335' . • • • 2357:, Gentil V. tia Rorn NF 4762 • • . • • 4768 • • ,17(,0 Adir Félix, rec. de 9. 9.74 Escritório Bpssa Novu, •no. 2422 • NF 2-119 • NF 2386 Ulm!:rindo Pinheiro (Espólio) NF 634 • Wolke F. Monteiro, rec. 14.9.74 Casa .No,·a, nf 708 • Elc.utério Mendonça, rec. 2I. lo. 7-1 Casa Luzitan, nf 157 Ulisses Pinto de Almeida nf 250 José Nune, rec, 20.9.74_. ' Edgar L v nrga• rec. de 3. 7. 7-l ~ Eleutério Mendonça, rec. 17.1.75 18. 12. 7J • 520,00 720,00 <,.1000,00 2.100,00 150.00 100,00 635,00 2.000,00 •I00,00 45,00 193,00 25,oo ·l0,0o 113,oo 1'18,oo 11'1,oo 500,00 15,oo • 39,oo do,0o •l-'l,2o 250,00 4o,oo l.olo,oo 4n,oo 250,00 3o0.00 • loo,oo 500,00 9'28,oo Sabino Torres, rec. 18. 12. 74 José Loureiro, div. not.n,, eh. 40857,l ,, , Luiz Ocáriz, rec. 9/10/74 . José Olívio Ajalu,' rcc. 14. 10. 74 ,, Almir Abela Ferreira, rec. 21. 10. 74 , Eleutério ilen l8o,0o do4,0o 80o,00 7o0,0o 22.000,0o loo,oo -loo,oo l.ooo,oo 4.300,00 3-1.051,70 862,50 Dela Vista Mt. em 08 de março de 1975 Alvuro Monteiro Mfascarenha« Tesoureiro VISTO: Jos(, Loureiro Patr-lo Obs. Os documentos do presente Balancete encontra-se na Tesouraria do r:1ube a disposição dos io teressados. TESOURBRHI Resumo do l3alanço da Receita e De pe a do Período de Março de 1974 a Março de 1975 RECEITJI 7.500.00 8.362,.'io Balancête do dia 31/05/74 CrS 4.353,oo Balancête do dia 30/06/74 CrS 18.494,oo Balancête do dia 31/067/74 CrS 71.8o4,o5 Balancête do dia 08/03/75 CrS 39.406,00 1 Total da Receita » 134.057,05 Caixa-Saldo vindo da Dirétoria ante- rior » 28.912,55 Soma » 162.969,60 DESPESAS Balancête do dia 03/05/74 CrS 25,865,oo Balancête • do dia 31/o5/ » 4.237,oo. • Balancête do dia 30/06/74 » 20.660,00 . Balancête do dia 31-07-74 )) 60.434.oo Balancête do dia 08-03-75 » 49.414,20 Totai das Despesas » 16o.61o,2o Caixa-SaldQ que passa para a Dire- 2.359.-!o toria Seguinte ,. SOMA » 162.969,60 Bela Vista--MT o8 Março de 19i5 Tesoureiro Tribuna da Fronteh·a Bela Vista Mt. 15 de Março de 1975 Palestra proferida pelo dr. Arthur d'Ávlla Filho na reunião do dia 25 de fevereiro último, por ocasião da passa­ gem do 70° aniversário do Rotary Club Interna­ cional: O Rotary Club de Campo Grande comemo­ ra no dia de boje o 70° aniversàrio de fundação do 1 Club do Rotary que se reuniu a 23 de fevereiro de 1905 na ci­ dade de Chicago. Para falarmos do inspirador de se gigan­ tesco movimento de so­ lidariedade humana, que foi o advogado Paul Herris, inicialmente di­ zendo que foi uma cri­ ança nascida de um pai perdulário e inconstante e de u'a mãe que prefe­ ria se dedicar mais ao mundo das artes do que ao seu próprio lar. 'Essa a razão porque c meni­ no Paul, aos 3 anos de idade, foi entregue ao seu avô, homem austero trabalhador. idealista, de moral rija, severo e bondoso, enfim, com to­ dos os predicados ne­ cessários e ainda acres­ cidos de dedicação e amor, para plasmar u'a individualidade que "ha­ veria de deixar a ua marca no mundo", co­ mo disse certa vez refe­ rindo-se ao neto já ado­ lescente. Paul Harris, ao se diplomar em advogacia pela Universidade de YWOA, resolve adotar o Conselho de um mes­ tre o de viajar e prati­ car a sua profissão em pequenas cidades para só então instalar-se em definitivo na de sua preferência. Desprovido de recur sos e_ já sem o seu avô, saiu á palmilhar terras estranhas, a conviver com gentes e ambientes desconhecidos. Atravessou pelo al­ to de muitas montanhas desceu aos vales onde se mm1cavam pequenos burgos, dormiu nos cam pos, passou fome mui­ tas vezes. Esteve em São Francisco, como re­ pórter num periódico. Foi para a Califórnia onde trabalhou em mai de uma fazenda, depois numa. industria. de passa de uva e assim percor­ reu grande parte de seu pais como que numa an sia de conhecer gentes e co lumes. Resolveu ir à Ingla- terra. Para tanto, enga­ jou-se como tratador de boi num navio de transporte de gado. Ao fim dos cinco anos de andanças, ei-lo avistando Chicago onde chegou, alugou casa e pendurou a sua porta a placa de advogado A clientela era es­ cassa, mas era enorme a sua vontade de ven­ cer, de se relacionar, de fazer algo de útil. Perdido naquela Chica­ go, então cidade do jo­ go, do crime [e dos des­ mandos, cuja sociedade se agigantava rapida­ mente ao mesmo tem­ po [que se degradava em deformações varias acudiu a Paul Harris - a idéia de reunir um gru­ po de homens de bem de profissões diferen tes. Assim nasceu Rota­ ry na idéia de um ho­ mem solitário, desejoso de amizade e compa- nheirismo, preocupado com o destino da comu­ nidade em que vivia; Na noite fria e de ventania do 23 de feve­ reiro de 1905 numa pe­ quena sala do Edilicio Unity, na rua Dearborn 127, reuniram-se o ad­ vogado Paul Harris, o hoteleiro Silvestre Schi­ ele, 'o comerciante de carvão Gu tavo Loebr e o alfaiate Hiran Sho­ rey. ia emana seguin­ te, acrescido de mais dois companheiros e só na terceira, já com oito sócios, definiu-se o no­ me daquele Clube ex­ drúxulo, extravagante, original - Rotary, por se reunir cada vez no escritório de um sócio. Tão logo os locais de trabalho deixaram de comportar esses encon­ tros, passaram a reali­ zá-lo durante um almo­ ço num restaurante. ão passados 70 anos daquela reunião de 4 homens quando se lançou a semente de uma organização que já se aproxima dos 750.000 sócios espalhados em 150 países e distrribui­ dos em mais de 15.000 Clubes. Onde quer que esteja­ mos somos parte inte­ grante dessa fabulosa força de ação e, porque não dize-lo, de opinião pública no mundo intei­ ro. São mais de 700.000 profissionais que coman dam, que decidem, que influem e que lideram nas suas respectivas comunidades. Entretanto, há uma pergunta inquietante lan çada por um Presidente de Rotary Internacional: "Que fazemos com esta fabulosa organização"?. Na verdade, somos portadores de um obje­ tivo estimulante "O IDEAL DE SERVIR" e nele parece que às ve­ zes quedamos realizados Mas o 'IDEAL" não é estático, antes é di­ nâmico. Move-se conos­ co á proporção que nos movemos e nos adian­ tamos na existência. As realizações coletivas ou pessoais, os marcos al­ cançados na profissão nas ciências, nas artes, nas letras, na politica, nas multiplas atividades do homem, são apenas parte de um alvo muito maior, mas sempre ina­ tingível. Alvo que cami­ nha conosco a nossa frente, sem que nunca possamos alcança-lo. Por isso, ele e re­ nova todos os dias na reafirmação dos seus propósitos, na refor- Eis porque acredito mulação dos seus que tanto o Rotariano, objetivos imediatos, na como Rotary, estão per conquista de si mesmo manentemente engajados na adaptação às mnta- nessa renovação de si ções da sociedade em mesmos. O rotariano no que vive. reavivamento do seu en E porque é dinâmi- tusiasmo, re-exame de co o seu ideal e dinâ- sua atuação, na reavalia mica a sua existência. ção de suas possibilida incontáveis são as opor_ des' na busca constante tunidades de servir, que do ideal. Rotary, se repetem todos os tary, no rodizio dos dias da vida de um ro- cargos administrativos. tariano. SERVIR, portan na reformulação de suas to, no conceito rotário. metas e objetivos, na não _pode ser um nego- modificação de suas nor cio de uma só prestação mas e regulamentos, no com a qual se obtem anunciado dos seus "slo o recibo de sócio remido gans" e no aperfeiçoa Ao contrário, é uma tran mento a revisão dos sação de prestações in Seus programas de ação,, termináveis que se repe tem todos os dias em ca Cada um de nós não da uma de nós, com Vive numa época isola satisfação de missões . da, mas várias épocas cumpridas, realizadas. dentro de um contexto logo reiniciadas. ' histórico. Na capacidade Por isso mesmo não é o Rotariano. nem pode ria ser, um homem des hgado da reulldude que o cerca. Ao contrário alista-se no pelotllo dos atentos e dos que estüo conscientes e interessa dos no microcosmo que o cerca. . Consequentemente, não pode ele pregar um ideal abstrato, vago ou inoperante. A sua moti­ vação há de ser prática e objetiva, reconhecendo especialmente, que a so ciedade dos nossos dias se modifica rápidamente à luz de uma tecnologia simplesmente galopante e em que pesem as des concertantes contradi ç0es e os dolorosos con flitos que a desfiguram, reconhece a obrigação de não apenas nela viver mas, por ela, interessan­ do-se' procurar modifica­ la para melhor. (Continuo na Página 4) CASA SÃO Avenida 11 de Dezembro JOSÉ Vendas só no Atacado Coca-cola, Fanta, "Katira", Skol em lata e garrafa, Trigo Tosca 10 x 1 , Q ovalado Argentino, Arame Mota, secos e itoiiad ,""$N,, "acaré, Arame Vendemos também o Oleo mais preferido da Região, O Famoso Oleo Marasoja "O Óleo da dona de É casa que sabe o que quer "A Casa da Tradição" 164 De José Destefani Jardim- Mt. Tribuna da Fronteira Bela Vistn Mt. 15 de Março de 1975 - CONTINUIIÇIIO D 10° 1 de sentir e agir objetiva mente, 'dentro de cada uma delas, buscando tor nur-se, não parte dos seus problemas, mas par te de suas soluções, resi de também uma imensu­ rível fonte da oportuni elude de ERVIR E esta prestação de serviços se faz tanto mais necessáriu quando sentimos que nem todas as mutações de nossa é poca são para melhor. Eis porque maiores são as responsabilidades daqueles que' como nó rotarianos, tem a re: pon sabiliclacle de opinar, de dh;cernir, e de liderar, pre etvando valores mo rais qe formam os ali cercere da ordem, da lei, da segurança e cio bem estar de todos. esse programa de ação, quer pela atuação coletivo. do clube, quer pela atuação individual, está o rotariano ali tudo e permanentemente en gajado. Quero crer que ao criar o primeiro Rotary Club, há 70 anos, não tinha Paul Harris em mente cferecer solução cristalina ao eterno pro blema do homem. 'ão pretendia, como não de vemos pretender nós, h·an formar nossos com panheiro em santos' heróis ou gênios. Acredito mesmo que Paul Harris nunca che­ gou a avaliar, naquele momento, e só mais tar de compreendeu, o fabu loso potencial do movi­ mento que desencadeou. o do clube de serviço. Creio, sim, que pretendia apenas despertar um pouco de amizade a um grupo 'de homens deno minados pela algidez dos negócios. Acreditava, sim, co mo acreditamos nós, no prodigioso potencial da amizade organizada em torno ele um objetivo. Eis ai Rotary na simpli cidade de sua filosofia. Mas que fabuloso potencial pode ele des pertar, surpreendendo-se a si mesmo e nos pri­ meiros companheiros, ao ver que a idéia captava a imaginação do homem de te século atribulado e, rapidamente, e e: pa Ihava por todos os conti nente,. A "fórmula" era simples: dignificar a pro fissão, dando-lhe novo sentido ético e social. Compartilhando da amizade de companhei­ ros imbuídos do mesmo ideal, o homem tra;:;spõe fácilmente as barreiras do seu egolsmo, vive os vários muudos de sua é poca, convicto de sua nobre missão de ser útil útil à sua profissão, útil a sua familia, útil à sua sociedade, úlil à sua prática, e útil, enfim a comunide universal. Aceitando o desafio de "servir", o profissional rotário leva a· idéia, quer pela palavra quer pelo exemplo, aos vari­ os mundo em que vive: ao eu mundo nal profissional, ao seu mundo social, ao seu mundo familiar, e ao seu mundo íntimo, especial mente a este último, de Brasília Lsdird) último pleito: "a eleição -- O Senador Helvidio de 15 de novembro não Nunes (ARE'A/PI) apon- registrou vitória esma­ tou "a exagerada men- gadora nem derrota fra­ talidade tecnocrata" e a gorosa, pois a ARE A marginalização "dos continua majoritária nas que têm o dever de us- duas Casas do Congres­ tentar politicamente 0 so, embora o MDB ten­ Governo", como os fa - ha cre cido alem das tore determinantes do insucesso da ARENA no suas próprias previsões. Auto Mecanica lndependencia De José Hip6lito de ;leio Oficina Autorizada Ford Willis do Brasil ·Mecaicos com cursos de Especialização" lua Cuiaba s·n e Avenida Il de dezembro 385 Jardim- Mato Grosso onde emanam. dentre todas as suas dúvidas e indagações as suas deci­ sões, a sua convicção o os propósitos. Fazendo desse ideal a ponte entre o coração e o cérebro, põe em mo vimento aquilo que cha­ maríamos de "cidadão ideal", altruista e objeti­ vo a um só tempo, pe­ dra de toque de uma so ciedade melhor. Com efeito se o ser humano é uma máquina onde o cérebro atua a frio, como já disse ai guém, só o espírito ame niza e aquece. Sózinho, o intelecto pode produzir monstros. Assim, acreditamos em Rotary como força capaz {de aglutinar ho mens de ~boa vontade es tabelecendo entre o ce rebro e o coração a pon te do equilibrio, inspirun do um e suavizando o outro, para. us inarre dáveis brefas de todos os dias, na trilha fascinan­ te porque verdadeiramnen te humana, de nossas vi das. E por estarmos reu nidos hoje, em Rotary, as nossas homenagens e o nosso muito obrigado a Paul Harris. (trans. do Jornvl da Manhã) Instituto Psicotécnico SUDOESTE Exames Psicotécnicos para Motoristas Amadores e Profissionais Praça Cel Camisão no. 53 GU)A L0z$ DAN LAGUNA 31. TE€MI MEL de Juarez Rodrigues "Trabalhamos com perfeição para continuarmos a ser o modêlo no ramo de tapeçaria" Reforma qualquer tipo de móveis, Estofados, Colchões de molas, Capotas de Jeep, e estofamento, de veículos em geral, Atende-se Domicilio Fazemos Orçamento sem Compromisso. Avenida 11 de Dezembro 126 - Jardim-Mt. " ,, " Financiamento próprio, carros novos e usados Peças Origina.is FORD Lubrificantes, Acessórios, Equipamentos para Qualquer Tipo de Carro "Fordcar, a Firma que veio para Ficar" Rua Duque de Caxias 1285 Bela Vista Mt. CASA RODRICiUES ... A Casa dos bons Negócios "Nossa Filosofia comercial é baseada no PREÇO... vendemos barato, mas 332R}2]]) 3]S3]0.. e por este motivo: Vendemos muito Fogões, Toca Fitas, Lampadas a Gás, Copas Fórmicas, Radios de Cabeceira, Berços, Caixa Acustica, Andadores, Liqui­ dificadores. Colchões de Espuma, Fogareiros, Peças e Acessórios para Bicicletas. UM42 J919).22 AR71G0$ A332 O S? La... 12174 a €ASA 3OD21GU2$... "Basta sua Carteira Profissional para o seu Crédito ser aberto na Hora" CASA RODRIGUES: Hua Duque de Caxias, 236 (A Esquina da Economia) Jardim Mato Grosso Tribuna da Fronteira Bela Vista-Mt. 16 de Março de 197 BftR E RESTBURftNTE DO PONTO ''0 Ponto de Encontro 1lc Antonio Jo:10 de Maria de Lourdes da Silva Lanches rápidos. Salgados, doces Bebidas em geral Anexo: lestaurante atendido pelos proprietário. (Ponto dé parado da Viação Cruzeiro do Sul) Antonio João MT. Representações Adubos Cereal Metálico Ouro Ltda "fertilizando com Carinho a Nossa Terra" lua Seba-tio Cri-pim do lego 50l (cm frente a Receita Federal) Bela Vi-ta • ,lt. Restaurante e Churrascaria « TAMOIO» «O Ponto Certo para as pessoas de Paladar Exigente« Hodizio, Comercial, Ambiente alegre - ótimo atendimento Visite-nos e seja mais um frequentador assíduo do "RE TAURANTE TAMOIO" Rua Antonio Joilo Bela Vista MT. (Ao Lado da Agência da Cruzeiro do ul) INERCIO PROFISSHORL Dr. Pedro Palmieri Advocacia em Geral Huu 15 de ovcmbro 170 Fone 237 Dela Vistu T R. FMIRE U,KG#O Médico Rua 15 de Novembro, 75- Bela Vista - iIT =HAR0LD0 MEDEIROS-= ADVOGADO Rua General Osoriv, 541 - Bela Vista - Mt. Dra. Maria Aparecida Z.anda Cirelha Cirurgiã - Dentista (CRO-387) 0dontopediatria Prótose em geral - Raio X "Consultas com hora marcada" Rua Cel. J uvêncio 237 Jardim Mt, G.9 /CM#NI ADVOGADO ESCRITÓRIO Rua General Os6rio, 825 Bela Vista Mato Grosso Lanchonete que se impos pelo atendimento Salgadinhos - Bebidas Nacional e Estrangeira Londres • o homburger • Bauru - Mate A Lanchonete mais completa da cidade Perfeito Serviço de Atendimento Rua Duque de Caias S/N ( Fim frente ao Ginasio Estadual ) CISINIII FEL?" Centro de Orientação Escolar Direção: Profa. Maria Loureiro Pinheiru Aulas l'ré•l'rimário e .laternul Matriculas Abertas HORÁRIO das 8.0o Hs às 1loo h-. Particulares no perioso co