TRIBUNA OI FRONTEIRI FUNDADOR E DIRETOR RESPONSÁVEL:-- IV ALDO PEREIRA ANO TV Redação, Oficina e Administração Publica-se Rua Duque de Caxias S/N Bela Vista, 13 de Abril de 1975 N 1.43 aos Domingos A D CIMIRI E NOTICII ■■■ PRONUNCIIIMENTO Sr. Presidente Srs. Vereadores Não podemos com­ preender como, nesta hora em que a Arena sai de uma eleição per­ dendo terreno, e que nosso adversàrio, o MDB se prepara para conquis tar o eleitorado de nos­ sa cidade, nós os politi­ cos que fazemos parte de Governo Oriundo da Revolução de Março al­ guns com a responsabi­ lidade de ter sido Diri­ gente de nosso grande partido não se lembra­ ram de fazer um pro­ nunciamento nesta casa. dando oportunidade de que alguns de nossos correligionários, fizesem análise do quanto tem sido profícuo o Governo Revolucionário em todos Fmo & fogão já nas hanas. v- - . ~ - --- ..... Forno o Fogão, a vrdadera enodop6da da cazinha interno' {U?" ião rés sejais ensiisr a. y6_as, prncopas o sobroresas. Forno o Fogo da mas rrpkea obra 0e carara put,licad..11'-.:tp;)IS.. Brindes us Zacarias, Simão Arce, Simão Antonio Arce, Shirley 'Gimenes Viedes, Sixto Ocariz Filho. Six-. to Santandel. Simão Bar bosa, Silvestre Freitas, Sindicato Rural de Bela Vista, Sinforiano Beni­ tes. idney Monteiro ilascarenhas e Ola vo Monteiro Mascarenhas, otero José de Souza, Sotero Moraes, Solon Soton de Lucena - Su­ cessão. aila Pirez, A­ fonso Loureiro de Almei da - Sucessão, ucessão dos Browm, Tereza Gi­ rnenes, Tereza Audrade Santiago, Oilio ±. 'Rodrigues. sidio local. Para esse Prefeitura ilunicipal de empreendimento, pensa Bela Vista, Mt., O de mo ser significativo que Abril de 1.975. todas as classes locais João Estevãu de Castro Sec. Adro. Dia 5 Sra. Enoly esp. Palmleri comp. Genil. 8 - farlene, comp. Laurival 10- Comp. Sidney 12- Sra Beatriz, esp. comp. Sidney 20- Leda esp. comp. Data Dia 21 de abril - diu do Patrono da Nação Braslleira J 23- GiseU filha do filha comp. Noedi. 26- Comp. Ivaldo 29 - Eduardo filho comp. Sidney ' 30- José Ronaldo, nlho comp. Roberval Comemorativa Por solicitação de nosso cornp. Contreras o Rotary enganjou-se na campanha de construção de um banheiro no pre colaborassem. Para a classe estu SERRARIA CASTELO de Antonio Remo Penzo Compra de Madeira Bruta e Venda de iladeira Serrada Antonio João Mt. dant!l foi-lbe rlado opor tunidude para que to­ masse conhecimento dos problemas comunitários e, simbólicamente, tam bém colaborou com um cruzeiro para este mel horamento no presidio Para essa campan ha os companheiros lo ram dividiâos em comis sões pnra melhor solu cionar o problema no mais curto tempo. O sentido de nossa campanha é altamente justificável, pois as pre cárias condições de bi giene daquele local, não poderiam nos ruanter inertes. O presidiário mere­ ce nossa atenção. já que é um ser humano; aman hã poderá retornar á sociedade, re cu p e­ rado, quem sabe. pelo bom trato que possa re­ ceber durante o tempo de reclusão. CASA FLORES- de Orestes Flores Eletro - domésticos Calçados Bijouterias- Artigos para o Inverno - malas - Tecidos - presentes e 1 • uma infinidade de artigos para Embelezar, o seu lar. CASA FLORES "A Casa de Sua Economia" Rua Pilad Rebuá 566 Bonito Mt. 'Tribuna da Fronteira Bela Vista Mt. 13 de abril de Artemio Longhi ( ão Paulo) A revista Manchete de 16 de novembro de 1974, apresenta na capa, popular "parapsicólogo" explicando o [lime O EXORCISTA, fazendo um truque de levitação com uma menina de uns 12 anos. A foto da levitação, da a impress(to de que se trata de forças mentais pessoais. Sem dúvida alguma, nesta reportagem, Manchete veio confun dir mais ainda a opinião brasileira sobre os dis cutldos fenômenos parapsicológicos. A parte mais ridícula desta. reportagem está exatamente na. capa: o "parapsicólogo" numa a ti tu de séria, con centrada, com ar de cientista levita a menina de saia em 'xadrez ... mas, há um detalhe primário que mutilizu. sua «força mental», os cabelos . da mocinha caem normamente... Em termos práticos ele conseguiu levitar a moça que deve pesar uns trinta. quilos, e não conseguiu levitar os cabulos que pesam algumas' gramas ... O EXORCISTA é um filme fraquissimo no pon to de vista psiquiatrico, teológico, médico, psica nalitico e sobretudo parapsicológico, Vejamos o papel desempenhado pelo Pe. Karrns; um des1 quilibrado. Isto vem desprestigiar a Religião e a Psiquiatria, claramente demonstrado pelas atitu des que ele assume. nus cenas do O Exorcista: e quanto ao Pe. Merrin, também desempenha um papel pouco elogiavel à luz da Teologia Moder­ nu. Ambos prestam um deserviço à Igreja misti ficando noções a respeito do diabo, sobrenatural Deus, castigo, doença mental e virtude. O mesmo deserviço é prestado • à Medicina e a Psiquiatria, pela confusão de conceitos e pon tos de vista apresentados nas diversas passagens de O EXORCI TA deturpando a finalidade das para a entrevista previu uma onda de possessõ­ ciências. Vejamos: a Psicologia, em tese, ocupa es em todo o Brasil por ocasião da exibicão do se de comportamento; a Psicanálise trata dos filme. Mas falhou completamente na sua pré­ problemas do inconsciente, mormente, neuroses cognição pois foi exatamente o contrário que a Psiquiatri tem seu capo dirigido para as aconteceu nos cinemas de S. Paulo e do Rio doenças mentais; a Medicina para as doenças or [ onde pude ver pessoalmente). Os assistentes gãnicas: a Teologia aborda Deus, a alma, a eter caiam em estrondosas e gargalhadas ante as cenas nidde, principio e fim do homem, anjos, demo- absurdas e ilógicas. E, não houve ataque histérico. nio céu, inferno, enfim tudo quanto se, refere à A atitude do público brasileiro, representa vida «post mortem», a Parapsicologia estuda os um amadurecimento em contra. partida duma in­ fenômenos mediúnicos (telepatia, clarividencia, terpretação subjetiva do parapsicologo. pré-coginição e psicocinésia). Podemos concluir Creio que aqueles que não assistiram O Exor que cada ciência aborda um ângulo específico cista ou que desistam de assisti-lo, nada terão do homem. a perder. No filme existe maior confusão e a maio Mais ua vez a ciência parapsicológica (em aberração possível na intepretação de fatos liga Manchete e O Exorcismo, ficou mesclada com dos a esta ciências. Por exemplo: Linda Blair, fenômer os de levitacão, doenças mentais e ou à luz da Psicanálise seria uma neurótica profun tras supertições. 1 da e não uma possessa do demonio como de Traosc,ito do O "Naclooal "(Passo Fundo-RS) 1 as= a monstra as cenas. A Propósito existe o demonio, á luz das ciências modernos? Uma resposta imperativa que se possa dar existem tantos demonios quantos inconscientes agressivos cxisti!'ern. Todo o ladrão, assassino, marginal, enl'lm todo o destruidor é um "lemo­ nio-vivo". Razão parcial tinha Jean Paul Sartre ao dizer "o demônio são os outros". Parcial por que ele se excluía. Observa-se entre outras causas, em O Exor cista uma miscelânea entre forças mediúnicas (forças inatas que existem em 20 o/o das pessoas e a suposta levitação (apresentada como força especial). E, - infelizmnete na reportagem o parapsicólogo também procura dar 1mpresôao de que ele, realmente, levita a menina, melhor do que é f'eito no filme. . . . . ,, No livro "Parapsicologia E Psiquiatria o Dr J.B. Rhine (tradução do Ingles e apresentação do colaborador), separa perfeitamente a diferen­ ça entre doente mental e dotado mediunicamen te; ou quando a pessoa nem é dotada e nem doente mental. A pessoa que assistir O Exorcista terá uma imagem completamente distorcida da realidade cientifica de fatos e atitudes do filme. E oportuno salientarmos que as qualidades parapsicológicas devidamente aproveitadas e desenvolvidas nun ca fabricam doentes mental ou nervosos. Se as­ sim fosse, as maiores potencialidades humanas, mediúnicas, se tornariam perigosos meios de des truição do homem. . O parap icólogo que procurou a Manchete 5 Os ·ursinhos de pre paração para o vestibu­ lar foram considerados pelo deputado Padre No re(DB-MG) como uma auon,aliu. Chamou a utençfio do ministro de Educação e Cultura. para o proble ma dos cursinhos e do vestibular, pois o que precisamos não é prepa rar cursos que «preparam para o vestibular» mas dar melhor embasumen­ to aos cursos de 1.o e 2.o graus. O crescente dominio de nossa economia pelo capital estrangeiro, atra­ vés da ação das multi nacionais, teve denúncia do deputado João Gilber to (MDB-RS), que se dis disposto a combater a todo custo, até com o derra mamento do próprio san gue, este processo de ocupação de nosso pátria Convocou a todos os brasileiros, indepen dente de condição social econômica ou cor pari! dária, a defender os in teresses nacionais preju­ dicados pela ação do ca pital estrangeiro. Simpósio de Medicamentos O deputado Fábio Fonseca (MDB-MG) anu ciou para o próximo mês de Junlio a realização de um Simpósio Nacional d 0o dicamentos, na Comissão de aúde da Câmara. Dois são os objeti vos principais desse Sim pósio: encontrar uma ex plicação para o fato de certas drogas vendidas no Brasil não serem uti lizadas nos paises de origem e saber o moo· tante do lucro auferido pelas empresas que veD dem medicamentos. CASA SUDOESTE de Cmilia 0. 9elelaite Fe1Tros, Chapas, Tubos, Tintas, Azulejos, Vidros, Conjuntos Sanitários, Arames, Sal, Pneus, Ferragens, E uma lnfinlda de de Artigos para o Cliente Exigente. A 1eNDJO ?03 Z&$0Al ±c1a22a Rua Cel. Juvencio 815 Guia Lopes da Laguna - Mato Grosso Tribuna da Fronteira Bela Vista Mt. 13 de abril de 31DEMII Comemorado em to­ do o Brasil, o 11 ani­ versário da Revolução. Convém mencionar con­ ceitos emitidos pelas autoridades civis, milita­ res e eclesiástas. O Presidente da Re­ pública General Ernesto Gelsel falou de improvi­ so na reunião em que a Arena comemorava o evento - "fui e continuo a ser um dos responsá­ veis por esta Revolução. Desejo sinceramente rea firmar que ela continua­ rá"; do Presidente do Senado Federal, ena­ dor Magalhães Pinto - "Vossa Excelência Se­ nhor Presidente, comple ta a Revolução econô­ mica liderando a Revo­ lução política e social para a construção do Brasil do futuro; da Or­ dem-do-Dia do Ministro da Guerra, General Sil­ vio Frota "não desejar a volta de uma época de insegurança, desrao­ ralização e currupção"; da Ordem-do-Dia do Mi- nistro da Marinha, Al­ mirante Geraldo de Aze vedo Henning "em per­ feita identidade com o Exército e a Aéronauti­ ca a Marinha animada de' salutar espírito de luta, imune ao derrotis­ mo pessimista e consci­ ente do seu dever sabe- rá manter-se digna do momento atual"; do Ge­ neral Ednardo DAvila Mello, Comandante do ll Exército", "0 Exérci­ to Brasileiro é um só, onde não existe nem grupo duro nem grupo mole. É uma unidade coesa sob as ordens do General Geisel (Mencio­ nou violências ocorridas em 1.964, onde num Es­ tado do Norte do Brasil os agitadores agrediam aos gritos de viva Cuba, d e si s ti d os pelo pró prio Governador, que boje vive na Europa chefiando campanha di­ famátoria contra o nos­ so país. Pediu aos jo­ vens que não se deixem influenciar por elemen­ tos com idéias estra­ nhas, mas procurem sempre decidir por vo­ cê mesmo"); do Gene­ ral Gentil Murcondes Fi­ lho Comandante da 9 Região Militar, "o ano de 1.964 iniciou-se para o povo brasileiro sob uma atmosfera de an­ gústia e temor; A indüs­ tria definban::io, dia a dia, as demagógicas concessões saláriais, a inversão hierárquica to­ lerada por chefes pusi- !O.mines e ambiciosos, ferindo a nossa sadia e tradicional estrutura mi­ litar, as ligas campone­ sas no Nordeste agitando Moisés a coragem para enfrentar a pessoa e o poder de Faraó, "Assim, também, Deus fez com que a idéia de liberta­ cão se tornasse uma convicção no llarecbal Castelo Branco e . seus seguidares ... ). AR E RESTAURANTE DO PONTO ··O Ponto de Encontro de Antonio João de Maria de Lourdes da Silva Lanches ·rápidos. Salgados, doces Bebidas em geral Anexo: Hestnurnnte ntcndido pelos proprietários. (Ponto de parada da Viação Cruzeiro do Sul) Antonio João MT. a zona rural e a infla­ çã.o galopante, aviltado ra dos 'Vencimentos, e­ ram o8 componentes da vida brasileira na­ quela triste fase de nos­ sa história. Tivemos compromissos com os ideais revolucionaries no passado, e temo-los no presente, saberemos mantê-los e honrf..-los no futuro"; do Arce-bis­ po de Brasília, D. New­ tou durante a missa con gratulatória - "Acertada e sabiamente agirá, o Brsil, a defender o pa­ trimonio nacional da fa­ milia e manter-se. neste ponto, num grau de ci­ vilização e de progresso acima dos µaíses que se colocaram no plano in­ clinado a uma deteriori­ zação social, quase im­ possivel de ser contida"; (do Major Capelão do II Exército Deus Mário que abordou no sermão fazendo com paração entre a Revolu­ ção de Março de 1964 com o livro do Exodo. suscitou lIonteiro em PREÇO CR$ ESTE EXEMPUIR 1,50 e #'µ_~~. =' ; s a J )' •. .• (gek • t ....' , " é" ,{85s, • • • ·04 444,­ ·,"; ° ro'+, , ; José Garcia Neto (CuiabdJ "Respeito a im­ prensa, mas não a temo" Esta foi uma das muitas frases do governador José Garcia Neto na reunião com os jorna­ listas desta Capital. Pe­ la primeira vêz, um go­ vernador de Mato Gros­ so promove uma reu­ nião deste tioo e duran­ te a mesma abre um franco e leal diálogo com os jornalistas. O chefe do Executivo ma­ togrossense foi várias vêzes aparteado. permi­ tindo, democraticamente, que todos falassem e trocassem idéias. Um dos pontos da sua poli­ tica com a imprensa se­ rá a centralização da publicidade governamen tal nas mãos do SIDE­ MAT, ficando os órgãos estaduais livres para a publicação de atos re- gulares, pois isto não constitui publicidade. To dos os jornalistas fica­ ram satisfeitos com a reunião, pois a mesma foi um fato histórico e abre um amplo diálogo entre o govêrno com a im­ prensa. Dr. Késio Loureiro Pinheiro Advogado Rua Antonio Maria Coelho Bela Vista MIt. 221 TIPEÇ!IRHI MODELDR de Juarez Rodrigues "Trabalhamos com perfeição para continuarmos a ser o modêlo no rama de tapeçaria" Reforma qualquer tipo de móveis, Estofados, Colchões de molas, Capotas de Jeep, e estofamentos de veículos em geral, Atende-se Domicilio-- Fazemos Orçamento sem Compromisso. Avenida 11 de Dezembro 126 -- Jardim-Mt. Linha de Ação do MDB A posição do MDB, no estilo de resposta ao apelo feito pelo senador Magalhães Pinto e soo a égide da distensão proposta pelo Presidente da República, foi defini­ da pelo deputado Petrô­ ruo Figueiredo como o propósito de cooperar sem participar diretamen te; aplaudir atos sem abdicar dos sagrados compromissos para com o povo, denunciando er­ ros e apontandv ,iolên· cias e até crimes. Ao analizar o re sultado do último pleito realizado no pais, Petrô nio Portela considera que, .. qual.quer concfüsã,o a que se chegue, é for çoso reconhecer no epI sódio a desilusão e insa tisfação do povo brasi­ leiro com o sistema ins talado em 1964». Tribuna da Fronteira Bela Vista Mt. 13 de abril de 1975 ENTRE li FICE E li DLMI A Prefeitura Muni- morativos ao transcurso cipal de Caracol e a co- do ano de existenciu da missão Diretiva Club do Emancipação Polltlca Laço, tem a súbita hon- Municipal, com os pro­ ra em convidar para as- gramas a seguir mencio­ sistir os festajos come- na1os. Nasci. E hoje venho reconhecer que estou, simplesn.ente, servindo para mim mesmo? como um ponto de interroga çlo num final de linha, sendo que neste final, nada interroga por nada Quisera eu ter a feli cidade de saber escrever algo de min mesmo. Mas como? se não cheguei ainda a me conhecer, se não chego a entender por que ter pena? por que dar esmolas? por que amar? porque tantas coisas boas cuja quanti face. Ainda não sei se dei esmolas, porque já roubei. Não sei se um dia tive pena, porque já sorri da desgraça alheia. ao sei se já amei, porque já pensei em matar. Na verdade, INDICADOR PROFISSIONAL Dr. Pedro Palmieri Advocacia em Geral Rua 15 de Novembro 170 Fone 237 DR. FIORI MURDNO Médico Rua 15 de Novembro, -:--HAROLDO MEDEIROS= ADVOGADO dade se faz uma montan o que é verdade? Será ha a qual inevitavelmen que todo pai ama seu te se entrega a pequeni filho? Será que todo o fi nos insetos que lhe per lho ama seu pai?. Sou fi 1 O furam, fazendo nela tu lho e não sei. Sou pai e do o que foi feito num ainda não consegui des enorme formigueiro? e cobrir o meu lugar. ele fica todo furadinho Será que todos deve como queijo parmezão riam ser perfeitos? será Entre a alma e a que ninguem deveria cho rar? Será que a dor exis tiria se crescemos mais em Deus?. Cá falando comigo mesmo, talvez fugindo de mim, sujo- como sou ainda com a personalida de indefinida mas com a objetiva de dizer sem querer ofender alguem que não seja igual a mim. Meu camarada: - Por que não lutamos ininter ruptamente em busca do amor, como uma mãe que _suplica a liberdade . para o filho, mesmo sen do pelos outros conside- rado um marginal?. Espirito Santo, voce que Enquanto um filho me esclarece tudo, que ilumi não reconhece na mãe na todos os caminhos para Bela Vista MT a necessidade de amar que eu utinja o meu ideal, P ela segunda vez mes voce que me