TRIBUNA OI FRONTEIRA 
FUNDADOR E DIRETOR RESPONSÁVEL: -- IVALDO PEREIRA 
Redação, Oficina e Administração 
Publica-se 
ANO IV 
Rua Duque de Caxias S/N 
Bela Vista, 20 de Abril de 1975 
Domingos 
N 141 
uos 
FALINDO I VERDADE 
IMPREN a 
MIEF'HIENE. 
e 
Sem crítica e sem 
informação clara e fide­ 
digno., o govêrno não po 
de governar. Pois não há 
modo adequado em que 
ele possa manter-se infor 
mado sobre o que o po­ 
vo do pais está pensan­ 
do, fazendo e desejando 
"(Lippman ). Partindo 
desta premissa, um orgão 
de imprensa deve man­ 
ter-se livre. Quando fala 
mos em liberdade, não 
apregoau,os a bacler na, e 
sim, uma liberdade cons 
ciente, uma independên­ 
cia de posição. O jornal 
moderno, e o jornalista 
que se preze, não pode e 
não deve tomar partidos. 
Nosso humilde semanário, 
forjado na luta (REPE­ 
TIMOS ) não pertence a 
grupos ou facções politi 
cas. Estamos acima das 
vaidades e dos precon­ 
ceitos, não somos porta­ 
vozes da ARENA ou do 
MDB; somos urna bundei 
ra tremulante das maio­ 
res aspirações humanas. 
Interessante. muito 
interessante, os "chefetes 
e mando.ri.os" estão gri 
tando; acusam como Zo­ 
lá, mas não possuem a 
mesma força de persua 
çüo, pois não carregam 
a fiamo. ardente da ver 
dade, e sim, a . falsa e 
odiosa mesquinhez. Pa 
rece-nos que elemen- 
Estamos procurando uma 
formula para ativar a 
adormecida Bela Vista, 
e quando falamos ador­ 
mecida, falamos também 
na politica que dorme o 
sono dos imortais. Não 
adianta a grita. O farol 
serve para iluminar as 
estradas, e nós, para co 
locarmos o povo a par 
dos acontecimentos. "Dai 
a Cesar o que é de Ce­ 
sar". 
" A segurança nacio­ 
nal louge está, na verda 
de, de ser apenas segu­ 
rança militar, escudada 
nas armas. Em sentido 
mais amplo é, realmente, 
o. capo.cidade morul, es­ 
piritual e material de um 
povo em sobrepor-se às 
forças antagônicas que 
lhe tolham o caminho do 
desenvolvimento, do bem 
estar e da grandeza " 
CEI 
A portentosa constru­ 
ção do futuro de grande­ 
za que desejamos e an­ 
tevemos para a nossa 
Pátria, deverá realizar­ 
se, necessáriamente, no 
quadro de nosso regime 
democrático, obedecidas 
regras fundamentais da 
E PO 
40.C. 
MM A N 
- TC GUIEURJS 
Dia 2 de Maio: 08,00 h. Abertura da Temporada 
09,00 h. Prova Prefeitura Munici 
pai de Bela Vista .: para Subt. e Sgt. 
10,00 h. Prova "Banco Itau" pa­ 
ra OHciais 
15,30 h. Polo 
Dia 3 09,00h. Prova 10 RC para Sten. e igt. 
10.30 h. Prova Banco Brasil p/ Oficiais 
Dia 4 (Domingo 09,00 h. Polo 
Participação 10.0 RC, II.o, RC, I7.o RC e QG/4.o DC 
ENSI... 
tos "progressistas" es­ 
tão "tentando" mudar as 
estruturas a favor de 
vantagens pessoais. 
Gente, a época exige par 
ticipação intensa e altru 
ismo, pois as briguinhas 
de comadre só levam 
à uma batalha de Itara 
ré. Estamos acompanha 
ndo 'inúmeros casos do 
setor "ensino" em nossa 
cidade, e suitas pessoas 
eshlo colocando o jornal 
como propriedade de 
grupos, numa' clara de 
monstração de ")gnoran 
cia". Gente: O jornal é 
do povo, a este povo 
deve satisfações. A no 
meação de professores 
sem preparo, as briguin 
has em familia, os "dis­ 
se que disse", aniquilam 
MEDITEM 
conduta política, tal(co­ 
mo as do atendimento 
real às mais caras aspi­ 
rações do povo em geral, 
da representatividade le­ 
gítima da vontade popu­ 
lar e da rotatividade p e­ 
riódica dos executivos, 
através de uma estrutu­ 
ra partidária, de nature­ 
za plural, dentro dos mol 
des constitucionais " 
CECE 
Na verdade, como 
já. disse uma vez- os par 
tidos políticos, tanto do 
governo como da oposi 
ção, cada qual no papel 
que lhe cumpre desem 
penhar, são essenciais 
ao estilo de vida demo 
crático, como veículos 
exclusivos Ide participa 
ção do povo na organi 
zação do poder e como 
responsáveis pela coou 
nuidade do sistema re 
preseotativo. 
CECE 
Importa pois- e im­ 
porta muito - desenvol­ 
ver-lhes o campo de 
suas atividades :especifí­ 
cns, para que não se 
transformem em orga­ 
nismos infecundos, de 
atuação confinada aos 
episódio pré-eleitorais, 
mas sejam, de fato, ele­ 
mentos vitais na forma­ 
ção de uma vontade na- 
com a vontade daqueles 
que realmente possuem 
o nobre ideal de servir 
Vamos deixar de lado 
as mesquinharias e pro 
curarmos Servir Bela 
Vista, caso contrário, 
abandonem suas funções 
em pról de pessoas que 
realmente "Querem tra 
balhar. E precisam Tra 
balhar. Trabalho gente, 
não é "hobbie", é missão 
é dever. 
cional, através do deba­ 
te de programas e teses 
e de abertura ele seus 
quadros à "Revigorante 
Juventude" que ai deve­ 
rá encontrar ambiente 
sadio e adequado ao e­ 
xercicio da atividade po 
lítica". 
Pres. Ernesto Geisel 
ROTJIRY 
O Rotary Club de 
nossa cidade, demons­ 
trando que o seu lema 
"Dar de Si Antes' de Pen­ 
sar em Si', é mais uma 
vivência na comunidade 
do que um símbolo es­ 
tagnado, procura servir 
Bela Vista em todos os 
setores. A campanha 
pról sanitário da cadeia 
pública, vai de vento 
em popa, e na última 
reunião, foram debarldos 
inúmeros assuntos de ln 
teresse comunitário. O 
que mais Bela Vista pre 
cisa no momento é isso: 
homens que debatam os 
problemas, busquem so­ 
luções, indiquem cami­ 
nhos, despertem voca­ 
ções, estimulem ideais, 
enfim... o que mais pre­ 
cisamos é PARTICIPA­ 
ÇÃO. Leitor-; Cada 
homem merece um voto 
de respeito, todo homem 
pode ser útil a medida 
que reconheça suas li­ 
mitações, e nesse senti­ 
do, procure suplantar­ 
ias, para atingir uma 
forma perfeita da sinte- 
se maravilhosa que o 
PAI deixou; Cresça e aju 
de os outros a crescerem. 
ELYISTÃ0 
1 REALIDIDE DE UM SONHO 
~aaa-=~~~=:========~~~~e~~~mif.==~~=======~~aaaa

20 de Abril de 1975 	Tribuna da Fronteira 	Bela Vista Mt. 
PREFEITURA MUNICIPDL DE 8. VISTA 
EDITIIL Nº 05/75 • SEC. DOM. DE 15 DE BBRIL DE 1975 
EDITA 
De ordem do Sr. Pre 1 A presente concorrên 
feito Municipal de Bela eia destina-se a receber 
Vista, Mt., faço saber propostas para concessão 
que se acha aberta na de serviço de transporte 
Secretaria de Administra coletivo urbano e subur 
çüo desta Prefeitura, pe bano da cidade de Bela 
lo prazo de 3o (trinta] Vista, dentro das linhas 
dias, concorrência que abaixo estipuladas. 
,, se realizará nos termos 2 A exploração do truns 
do presente Edital, na porte coletivo urbano e 
forma seguinte: suburbano da cidade de 
' + 
' 
1 
' ., 
' i· 
1 
,. 
+ { 
I CD 
INDICilDOR PROF ISSIONlll 
Dr. Pedro Palmieri 
Advocacia em Geral 
Run 15 de Novembro 170 Fone 237 Bela Vista 
DR. FIORI MURAMO 
Médico 
Rua 15 de Novembro, 75- Bela Vista - MT 
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Dra. Maria Aparecida Zanda Cirelha 
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Odontopediatria Prótese em geral - Raio X 
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Rua Cel. Juvêncio 237- Jardim Mt, 
RR 
A 
Bela Vista, tem por fina 
lidade primordial servil' 
os Municípes e· secundi 
riamente usufruir rendas 
proveniente. 
3 Os requisitos principa 
is da concessão para a. 
exploração deverão obe 
decer os seguintes crité 
rios: 
a) permanência- im­ 
põe continuidade ao ser 
viço; 
b) generalidade ser 
viço igual para todos; 
c) eficiência - exige 
atualização dos serviços 
d) modalidade - exi­ 
ge tarifas razoáveis; 
e) cortesia - exige 
bom tratamento aos usu- 
6rios. 
4. O serviço deverá ser 
explorado com a utiliza 
ção de veí<mJos tipo 
''micro-ônibus'', no :i.no 
de fabricação 1974, e 
em número de 2 (dois) 
veículos. 
5 A fiscalização das -ta 
rifas indenizatórias dos 
serviços de transporte 
coletivo em exploração 
competirá única e exclu 
sivamente ao Município 
6 As linhas autorizadas 
para esta concorrência 
são as abaixo discrimi 
nadas; a) Saída da rua 
Santo Afonso contornan 
do a Pça. Antonio João 
seguindo pela Duque de 
Caxias, -Artur Veloso, 
Senhorinha Lopes, José 
• Lemes Bugre, até a Chá 
cara Ossuna, todo o Bair 
ro de N.S. de Fátima 
(Nunca-te-Vi), retornando 
do Gonzaga seguindo as 
ruas Pedro Alvares Ca 
bral, Alcebiedes Bobadi 
lha da Cunha, Duque de 
Caxias, Teodoro Sativa, 
passando pelo Monumen 
to até a ponte do Rio Apa 
dai retornando pela rna 
Teodoro Sativa, Sebas 
tião Crispim do Rego, 
General Osório, Coronel 
Dias, passando pela Pça. 
Preleito Alvaro Masca 
renhas, seguindo as ruas 
XV de Novembro, Conde 
de Pôrto • Alegre, Barão 
do Ladário,até Vila Nova 
Bela Vista. 
b) Agua Doce, Cancha, 
N.S. de Fátima. 
7.As propostas deverá.o 
ser entregues na Secre 
taria de Administração 
da Prefeitura Municipal 
de Bela Vista, até as 
12,00 (doze) horas do <lia 
16 de maio de 1975, quan 
do serii o abertas e julga 
das na sala de abertura 
de proposta, da prefeitu 
ra, na presença dos in 
teressados que compare 
cerem. 
8 Para habilitação a. pre 
sente concorrência, exi 
gir-se-á do concorrente 
documentação que com 
prove; 
a) personalidade jurídica. 
b) capacidade técnica, e 
c) idoneidade financeira. 
9. Serão fornecidos ainda 
aos interessados pe­ 
la Secretaria de Adminis 
tração da Prefeitura Mu 
nieipal de Bela Vista 
quaisquer outros ele­ 
mentos e esclarecimen 
tos de que necessitarem 
sobre objeto da concor 
rência. 
Secretaria da Prefeitura 
Municipal de Bela Vista 
Mato Grosso, 16 de Abril 
1975. João Estevão de 
Castro 
Sec. de Adm. 
Juizo de Direito ela 
Comarca de 
Bela Vista 
Cartório do 2.o Oficio 
EDITIIL DE CIII­ 
€0 COM PDZO 
E QUiIZE 0IAS 
O Doutor Walter Jo­ 
sé Rodrigues Contrera' 
.Juiz de Direito da Comar 
ca de Bela Vista, Estado 
de Mato Grosso, na for 
ma da lei, etc ... 
Faz saber aos que o 
presente Edital viram ou 
dele conhecimento tive 
rem que pelo presente 
cita o: Edmundo Felippe 
Huppes, brasileira, casa­ 
do, comerciante residente 
em lugar incerto e igno 
rado com o prazo de quin 
ze (15) dias para compare 
cer a Audiência de Coo 
ciliaçã» a realizar-se dia 
30 de abril de 1975, às 
9.oo horas, no Forum 
desta cidade, designada 
nos Autos no 32/75 de 
Pedido de Desquite Judi 
cial que lhe move sua 
esposa Elzita Vasques 
Laranjeira Huppes, bra 
sileira, casada, de lar, re 
sidente nesta cidade. E 
para que chegue ao con 
hecimento dos interessa­ 
dos, e não possam de 
futuro alegar ignorânci!l 
expedi o presente Edital 
que afixado nos lugares 
de custume desta cidade 
e publicado no Diario 
Oficial e duas vezes no 
Jornal local. Dado e pas 
sado nesta cidade e Co 
marca de Bela Vista, 
Estado de Mato Grosso 
aos dezoito dias do mês 
de março de mil novecen 
tos e setenta e cinco. 
Eu.. Escrivão do Segundo 
Oficio, Iz datilografar. 
subscrevo. 
Dr. Walter José Ro­ 
drigues Contrera. 
Juiz de Direito 
CASA 
-  
SUDOESTE 
d: ilia ). @ellaite 
Ferrros, Chapas, Tubos,- Tintas, Azulejos, Vidros, Conjuntos Sanitàrios, Arames, 
E uma lnflnida de de Artigos para o Cliente Exigente. 
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Guia Lopes da Laguna - Mato Grosso

20 de Abril de 1975 Tribuna da Fronteira Bela Vista Mt 
EFE TURA 
Convidamos os 
parecerem à 
1 
l 
,1 e 
Senhores Contribuinte 
Prefeitura para Tratarem de Assuntos de Seus 
Tecla Mello de Cam da, Umbelina Coene, Vai 
pos, Teól'ilo Pissurno, domiro e Ana Coelho 
Teól'iles Davirl de llledei Arislimunho. Vuldevino 
ros, Teónles Fernandes Soares da Gama, ulen­ 
Leite - ucessão, Tele- tim Lopes, Valentim Pe­ 
maco Garcia, Teoclocia reira. dos antos, Vnle­ 
Jara de Ramires, Tibiri- riauo Milton Cáceres, 
ça Loureiro dr, Almeida Valel'lano Valdemar Ro­ 
Tomazia Lopes, Toma- drigues, Vera Lúcia Soa 
zia Barbosa, Tago Lou- res, Vicente Aree, Vicen 
reiro de Almeida, Tho- te Lopes, Vicente Soa­ 
maz Aquino Gonçalves, res Cabral, VJtor Félix 
Tulio Loureiro de Almei Rojas, Victor Haroldo 
da, Trajano Lino, Ulis- Lino, Vítor Hermes Li­ 
ses Loureiro de Almei- no Sucessão, Vilton 
Instituto Psicotécnico SUDOESTE 
Exames Psicotécnicos para 
Motoristas Amndores e Profissionais 
Praça Cel Camisão no. 53 
6U)A 1023 DAN LAGUNA » M). 
Dr. Késio Loureiro Pinheiro 
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Bela Vista 
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"Fertilizando com Carinho a Nossa Terra" 
Hun Sebastião Crispim ,lo Hcgo 56-1 
(cm frcutc n Hcceitn Federal) Bela Vista - M. 
Abaixo Relacionado-s 
Ferreira Serra, Vitoria­ 
no Brites, Veríssimo Cen 
tudilo, Vivaldino Corrêa 
da Silva' Waldeli Gon­ 
alves Lima, Waldemar 
Leite dos Santos, Wal­ 
dir Vieira, Waldomiro 
Rod Vieira, Wandir Mon 
teiro, Waldomiro Santos 
Rodrigues, Yeda Masca­ 
renhas Baione, Yoshl Ni 
ki, Zacarias Medino, Za­ 
carias Pinto, Zanir Cha­ 
vier oler, Zenit Berto 
Brunet, Zaira, Dair e Né 
lia iIuacar Orro, Zoé 
Loureiro Pinheiro, Zorai 
de Cavalheiro de Bar­ 
ros, Zuleima Loubet, 
Abrão Armou Zacarias, 
Acelino Arruda Vieira, 
Adão Vasquez, Adelino 
F. Costa Marques Aderi­ 
to Pistori, Afonso Dilon 
N. Leite, Afonso L Al­ 
meida Pbrinho, Agosti­ 
nho Areco, Alady Esco­ 
bar Nunes, Albertino Ro 
drigues Russo, Alberto 
Loubet de Almeida, Al­ 
bino Martins, Alcir de 
ouza, Aida anta Leite 
da ilva, Alfeu Rocha 
Barbosa, Alice Ribeiro 
Nunes, Alicio Alve da 
ilva, Almanda da Rosa, 
Armelinda R. unes, Ar 
tair Rodrigues, Alvaro M. 
Mascarenhas, Alvim da 
Silva Belmont, Amaran­ 
do Viegas, Amauri llas­ 
carenhas Ambrósio Tor­ 
res, Amélio Vera, Ange­ 
lino Leite Monteiro, Ani­ 
ta Corrêa Alves. Anto­ 
nio Augusto Villalba, 
Antonio Cuevas. Anto­ 
nio R. Nnes, Atanagil­ 
do Cavalheiro, Aristeu 
Batista Gomes, Aristides 
da Rosa Rocha, Arlindo 
Martins, Armando ele Al 
meida Barros, Armanda 
Arguelho de Souza, Ar- 
naldo Paes Barreto, Ata 
ides Pereira, Aurea Lo­ 
urdes Rondüo. Benefi- 
a Com­ 
Interesse 
ciência Hospitalar de De 
la Vista, Mt., Benigno 
José Pereira, Bento Za­ 
vala, Cacildo Pucheta, 
Candido Dutra, Caramu­ 
ru Lourero de Almeida 
Carlos S. Medeiros, Car­ 
los Edy Sá de Medeiros. 
Carmem Barbuena Gon­ 
çalves, Cassimlro Afon­ 
so, Cecilía Perr,lra. 
Prefeitura Municipal de 
Bela Vista, 15 de Abril 
de 1.975. 
João Este vão de Castro 
Sec. Adm. 
ll 
Produzirá 200 mil 
barris de Petróleo por 
dia ainda em 1975 
Tiio(AN)-A produção 
petrolifera brasileira do 
ve atingir, até o fim des 
te ano 2co barris diaries, e» 
guindo o General Ara­ 
ken de Oliveira, presiden 
te da Petrobrás. 
. O General Araken 
de Oliveira explicou que 
este aumento será alcnn 
ado apenas c/ peçes perlurades 
no erdeste, uma vez que o 
reservatório de Campos, 
uo Estado do Rio de Ju 
neit·o, levará no mínimo 
dois anos para começar 
a produzir. 
A Federação da Agricultura do Estado de Mato Grosso, 
encaminhou aos Ministros Arysson Paulinelli, dn Agrículturu 
e Mauric-io Hangel Heis, do Interior, quando de suas estadas 
em Cuiah:í, um documento onde estão contidos os estudos 
sobre o domínio de posse das propriedades rurais •ituadn, 
na "na Faixa da Fronteira", notadamente aquelas situadas 
em Mato Grosso com o Paraguai e a Bolivia. Esse estudo 
visa, conforme declarou o presidente da FAMATO, engenhei 
ro Gabriel Muller, fornecer subsídios às autoridades federais 
para a regularização de um problema criado pelo Banco do 
Brasil, a partir de setembro de 1973, quando aquele estabele­ 
cimento crediticio não mais aceitou o simples título dominial 
inscrito no Registro de Imóveis competentes, de propriedades 
rurais situadas nas fronteiras brasileiras para a concesão de 
réditos rurais que necessitassem da lupotéca do referido 
imóvel - 
COMISSAO 
Dentre as soluções propostas pela entidade, 
destaca-se a criação de uma comissão de estudo 
plulateral do problema, composta por elementos 
do INCRA. SUDECO, ecretaria de Agricultura de 
Mato Grosso, além de representantes da classe pa 
tronal rural. A cessão rle permissão para os pro­ 
prietários rurais na faixa de fronteiras, celebrarem 
contratos de hipotecas com o B B, com a anuen­ 
cia prévia do INCRA; abertura de faixas de crédi­ 
to especiais mediante garantias outras, que n4o 
sejam a hipoteca do imóvel rural, a _dinamização 
do sistema burocrático das retilicaçoes, de ma­ 
nei.ra a permitir despachos del':initivos no mais 
curto prazo possivel, e a redução dos documentos 
que deve instruir o processo ao minimo possivel, 
foram as medidas solicitadas pela entidade de elas 
se do Estado, para que se possa resolver este pro 
blema, que muitas das vezes prejudica o_desen­ 
volvimento da agropecuária em regiões situadas 
na faixa de tonteiras. 
J 
li 
1 
CASA 
Vendas só no Atacado 
Coca-cola, 
SÃO 
Fanta, "Katira", Skol em lata e garrafa, 
Ovalado Argentino, Arame Mota. 
José 
De José Destefani 
Trigo Tosca 10 X 1, Querozene Jacaré, 
Secos e Molhados em Geral 
/ 
Vendemo- também o Oleo mais preferido da legião, O Famoso Oleo Marasoja O Oleo da dona de casa que sabe o que quF 
Avenida 
"A Casa da Tradição" 
ll de Dezembro 161 Jardim M.

20 de Abril de 1975 Tribuna da Fronteira Bela Vista Mt. 
O DIVdRC O 
ca TINHO D 
ESTUART 
O Divórcio é a pa­ 
lavra r,.ágica dos nos­ 
sos dias. Nos lares, nos 
cafés, nos ônibus, assim 
como nos corredores, 
nas comissões técni<:as 
e no plenário da Câma­ 
ra, a cada passo essa 
palavra soa em nossos 
timpanos. 
Na tribuna do par­ 
lamento e no púlpito 
das igrejas tornou-se 
ela obrigatória. 
A imprensa especu- 
. la e divulga o assunto, 
algumas vezes com to­ 
ques de sensacionalismo. 
Os mais intrincados me­ 
andros de complexo e 
apaixonante problema 
silo esmiuçados e pos­ 
tos a a vi dez do leitor 
sempre sedento de no­ 
vidades. 
tares que assinaram as 
emendas estão pesando 
as consequencias e ar­ 
relecendo o seu entu­ 
siasmo... 
Na Câmara dos De- 
' putados, .pela manhã, 
entre às seis e oito ho­ 
ras, enquanto &.guardam 
pora assinar o livro de 
inscrições para o Peque 
no Expediente, os par­ 
lamentares comentam e 
discutem os prós e con- 
tras das emendas do 
Senador Nelson Carnei­ 
ro e do Deputado Ru­ 
bens Dourado as opini- 
õês divergem, inclusive 
no que tange à redação 
das emendas, por alguns 
consideradas inócuas 
pois só permitem o di­ 
vórcio após cinco anos 
de separação. Há • cerca 
de quinze dias podia­ 
mos dizer que prevule­ 
cia o número de divór­ 
cistas. Hoje a situação 
já é diferente. Boa par­ 
te dos novos parlamen 
adotam. 
Entre outros docu­ 
mentos e muitas obras 
que tratam do apaixo­ 
nunte problema, o livro 
de Leonel Franca - «O 
Os Deputados rece- DIVÓRCIO» --, passa de 
bem inúmeras cartas de mão em mão e é lido e 
bispos, pastores, líderes estudado com especial 
maçons e outros, mani- interesse e sofreguidão. 
festardo opiniões con- Obra escrita há ma­ 
trárias ou favoráveis ao is de trinta anos, encon­ 
divórcio. 	trando-se agora em sua 
oitava edição, embora 
As recomendações om algumas estatísticas 
aprovadas na Conferen desatulizadas, continua 
cia Nacional dos Bispos sendo um mancial de 
realizada em Brasília, ensinamentos, fonte ines 
transcritas nos Anais da gotável na qual vão 
Câmara são lidas e es- deberar-se até os mais 
tudadas. 	apaixonados defensores 
Muitos parlamenta- do divórcio. 
res vão além: realizam Estudo cientifico, va 
estudos em profundida- zado em estilo vigoroso 
de de matéria, cotejam a e fluente, livro que en­ 
constituição da familia feixa o pensamento das 
brasileira com a de pai- maiores sumidades que 
ses divorcistas, exami- trataram dos problemas 
nam com serenidade e da familia na escalada 
agudeza a repercussão do dos séculos, «O DIVÓR­ 
divórcio sobretudo no CIO» é «uma palavra e 
que tange aos filhos me razão serena num deba­ 
nores. As próprias pai- te apaixonado», como 
xões muitas vezes ce- disse o eu autor. 
dem diante do grave Enquanto no Con­ 
problemas dos filhos gresso tramitam as e­ 
dos casais amancebados roendas divorcistas, me­ 
(já que a legislação em receriam elogios os es­ 
vigor não permite a sua tudiosos, mestres, juris­ 
legitimação ), dos filhos tas, sociólogos. cri mina­ 
dos casais desquitados listas, médicos, psicólo­ 
e daqueles que fatalmen gos, jornalistas, intele­ 
te irão se separar, caso ctuais em geral, que 
seja implantado o divór mergulhassen, neste pro 
cio. Os t'ilhos, efetiva- digioso Jordão - «O Di­ 
mente, são as maiores vorcio» -- retirando • de 
vitimas, tanto da legis- suas águas os ensina­ 
lação vigente como do mentos que a História, 
divórdo que apresenta na voragem dos milê­ 
agravantes ainda mais nios, registrou e legou 
contundentes, a exemplo à humanidade. • 
do que ocorre no EUA 
e outras nações que o 
li 
Adão Carlos 
Quantas vezes eu sinto saudade, 
Só de olhar o tempo Passado, 
Quando o sol morre E Crepúsculo. 
Num Gesto Infantil, 'Tão Sereno, 
Que Mostrou um Simples Bulicio, 
Deixou um Rastro de Saudade. 
Na esparsa Folhagem .Molhada, 
Na manha Primaveril e festeira, 
Você Partiu - Eu senti Saudade· 
As Noites de Plenilúnio Total 
Mostraram tanta beleza Que eu, 
Não Esqueço - Tenho comigo. 
Resumindo, A saudade é 
Tanta coisa passou, 
E o fogo que a brisa 
Veio e apagou. 
66 
Bela Vista 
FELIZ" 
Centro de Orientação Escolar 
Direção: Profa. Maria Loureiro Pinheiro 
Pré-Primário e Maternal 
Matriculas Abertas 
HORÁRIO das 8,0o HIs às ll,oo hs. 
Aulas Particulares no periodo da Tarde 
Mato Grosso 
a===== aa sr 
Vende-se ( I) um Terreno 
Medindo 10 X 15 mts. Ótima LocuJizaçáo 
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20 de Abril de 1975 	Tribuna da Fronteira Mt. 	Dela Vista 
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ABERTURA DO RESTAURANTE DA UEMT 
O Deputado Sergio 
Cruz, apresentou propo­ 
siçãc aprovada pela As­ 
sembleia Legislativa, mos 
trando ao Governador 
do Estado. a necessida- 
• de de fazer funcionar, 
ainda este ano, o Restau 
rante da Cidade Univer 
sitária de Campo Gran 
de, com preços especiais 
para academicos; profes 
sores e funcionários da 
UEMAT. 
.. • ~ deputado, na justi 
ficativa do expediente 
explicou que apesar de 
concluido em 1970. no fi 
nal do Governo de Pedro 
Pedrossian, o citado res 
taurante, cuja finalidade 
seria a de atender alu­ 
nos e professores, com 
cardapio popular, distan 
ciou-se de seu objetivo 
fundamental, emprestan­ 
do suas instalações a 
terceiros para promoções 
de 1.Janquetes e funcio­ 
namento precario de um 
serviço de lanchonete. 
Após responsabilizar 
o governo anterior pelo 
não funcionamento do 
restaurante, Sergio Cruz 
apelou par1t o ·'espirito 
mais democratico" do 
atual Governador José 
Garcia Neto,· no sentido 
de autorizar a imediata 
abertura do restaurante 
academico, ressaltando 
que a providencia, mais 
que justa reivindicação, 
é uma conquista da clas 
se estudantil campogran 
dense, cuja aplicação 
vem sendo propositada 
mente retardada há qua 
se meia decada". 
Ainda o Deputado 
Sergio Cruz, foi autor 
da proposição para a 
criação de uma Carteira 
de Financiamento a pro 
fissionais Liberais. que 
foi enviada pela Assem­ 
bleia Legislativa ao Ban 
co do Estado de Mato 
Grosso. 
A carteira a ser cria. 
da pelo BEAT visa fa­ 
vorecer profissionais na 
aquisição d, equipts .. instala­ 
ções de escritorios, consul 
torios e gabinetes 
A mensagem legisla 
tiva sugere à direção do 
banco, o estabelecimen­ 
to como faixa preferen­ 
cial de beneficiarios. pro 
fissionais recem forma 
dos, adotando, dentro 
das limitações normati 
vas do Banco Central 
consideralve carencia e 
maior dilatação no prazo 
de reembolso, de modo 
a permitir a esses profis 
sionais um inicio de car 
reira menos aflitivo.

20 de Abril de 1975 	Tribuna da Fronteira Mt. 	Dela Vista 
CONCESSRO DE BDLSIS DE ESTUDO A ESTUDIINTES 
UNIVERSITÁRIOS Deputado Ruben Figueíró 
Deputado Ruben Figueiró 
Ocupou a tribuna na cademicos carentes ele 
reunião do dia 2 passa- recursos financeiros pa­ 
do ela Assembleia Legis- ra atenderem aos com­ 
lativa o Deputado Ruben promissos das mensalida 
Figueira, a fim de apre- _des as faculdades a que 
sentar importante propô- ,pertencem. Este drama é 
sição a ser encaminhada cotidio.namente percebi­ 
ao sr. Governador do Es- do por nós, parlamenta­ 
tado; e Secretario de Edu res desta Casa e creio­ 
cação e Cultura; manifes sinceramente e s t a m o s 
tando o interesse dos sensibilizado com ele e 
senhores parlamentares, desejosos de contribuir 
no sentido de que Sua com nossa mensagem pa 
Excia. determine estudos ra a solução desse pro­ 
com vistas à viabilidade blema aflitivo para tan­ 
da instituição de um sis- tos brasileirus. 
tema de concessão de Bol A criação de um sistema 
sas de Estudos a estu- de Bolsas de Estudos a 
dantes de nivel universi- acadêmicos carentes de 
tario, carente de recur- recursos financeir1s e 
sos financeiros, destina- que tenham bom rendi­ 
das a auxiliar no paga- mento escolar acres­ 
mento das anuidades PS- centou o Deputado Figuei 
colares, aproximando-se ro viria ao encontro 
o sistema estadual tanto das llgitimas aspirações 
quanto possivel, ao já do estudantado matogros 
estalJelecido pelo Minis- sense. Como na esfera. 
terio da Educação e Cul Federal. a-Bolsa teria um 
tura. 	valor maximo a ser es- 
0 contingente escolar tabelecido de acordo com 
de nivel universitario ho a área dos cursos e o 
je em Mato Grosso- ar- Sistema Estaàual preco­ 
gumentou o lder da nizaria a implantação, co 
ARENA e do Governo- mo sequencia natural, 
vai alem dos dez mil es das bolsas reembolsaveis 
tudantes e estes vindos a partir do segundo ano 
de todas as camKdas eco de conclusão do curso, 
micas da nossa comuni- o que permitiria a cria­ 
dade, havendo um per- ção Fundo Estadual de 
centual expressivo de a Bolsas de Estudos, enti- 
dade que, pela movirnen 
lação financeira dos re­ 
cursos teria condições 
de ampliar consideravel­ 
mente e faixa de atendi 
mento daqueles que dela 
necessitam. 
Para a verificação da carenciu 
de recursos financeiros pros 
egue o parlamentar- a insti 
tuição de ensino, que encami-n 
haria a Secretaria da Educação 
e cultura os pedidos de bolsa-, 
poderia aplicar os meto­ 
dos atualmente utiliza­ 
dos pelo MEC que con­ 
sidera a renda bruta fa­ 
miliar mensal, o número 
de componentes da fa­ 
milia que vivam dessa 
renda, o salário minimo 
vigente no Estado e um 
indice constante (no 
MEC 6 de 0,7) destinada 
a abater la renda bruta 
o aluguel de casas, esti­ 
mado em 30% para fins 
de calculo. 
Quanto ao rendimen 
to acadêmico; o curricu­ 
lum escolar do preten­ 
dente a bolsa poderia 
defini-lo, dando-se sem­ 
pre preferência na con­ 
cessão da bolsa quando 
o rendimento acadêmico 
for idêntico ao preten­ 
dente de menor recurso 
financeiro. 
E conclui o Deputa­ 
do Figueiró. • 
Esta indicação visa 
acicatar, no bom e mais 
elevado sentido, o Po­ 
der Executivo para o 
problema que sei consti­ 
tuir uma preocüpação 
sua. Se os estudos fo­ 
rem feitos com a urgên­ 
cia que - o assunto, re­ 
quer o Sistema de Bol­ 
sa de Estudos poderá 
ser implantado para o 
ano escolar de 1976, já 
com recursos orçamen­ 
tarios definidos. E sem 
duvida, implantado o 
Sistema, terá dado o Go 
verno Garcia Neto. com 
a participação deste au­ 
gusta Casa, um gigantes 
co passo no sentido so­ 
cial e humano de ampa­ 
ar todos aqueles que 
desejam cultura univer­ 
sitária. sem as peias 
dos compromissos finan­ 
ceiros. 
O Governo do Esta­ 
do São Paulo está, com 
muita razão, empenhado 
na montaget. de um es­ 
quemu de prevenção a 
sinistros, tantos e tão im 
pressionantes tem sido 
os últimos incêndios ve­ 
rificados Óa '·Super cap" 
Não só incêndios, mas 
também desabamentos 
de edificações, desliza 
mentos de elevações, 
quedas de aterros. A tu 
do isto se Aoma a presen 
ça sempre constante do 
monstro ameaçador e fa 
tíco, que ronda dia e aoi 
te a cidade: o trJnsito 
de veículos. 
Sedo São Paulo 
uma cidade cuja popula 
çüo é superior quatro 
vezes à de um pais (Pa 
raguay ), um siste:na de se 
gurança contra acidentes 
de toda natureza torna­ 
se inexequível. u1as o de 
prevenção é viável. 
Os incê:1dios d&. "Pi­ 
rani" e do Edifício Joel­ 
ma abalaram orofunda 
mente os habitantes da 
grande cidade, já tão so 
fridos e pressionados 
por um mundo de proble 
mas próprios das metró­ 
poles; a barulheira infer 
nal, a chuva de fuligens. 
" h" º o rus . os engarrv fa 
mentos, o metro, em su­ 
ma, a saturação ambien 
tal, a poluição sonnra. 
Faz poucos dias irrom­ 
reu no centro da cidade outro i11 
cêndio de grandes proporções, ao 
qual me referirei no final desta 
crônica, por ter tido seu 
lado patético e seu â n - 
gulo cômico. 
Não conheço nin 
guém que viva em tão 
grande e permanente pe 
rigo de vida quanto 
08 
soldados do corpo de 
Bombeiro da Força Pú 
blica de S. Paulo. Profs 
são ingrata e muitas ve 
zes mal reconhecida. A 
gente só se lembra dos 
bombeiros nos instantes 
de calamidade coletiva 
nas horas de desgraça. 
Depois disto os soldados 
do fogo desaparecem no 
torvelinho das ruas, re 
colhem-se a seus quar. 
Altovir de Alencar 
INÊND'O 
téis e são esquecidos 
Por imperiosa força de i 
sua razão de er' o bom 
beiro é o homem que 
deve chegar ubsolutumen 
te calmo, pura permane 
cer trabalhando num lo 
cal de onde todos fogem 
apavorados. São uns he 
róis. Não, anônimos, mas 
esquecidos. 
Agoru mesmo o tatu 
zão furando seu subter 
râneo, estremecendo pré 
dios e pontes - fenómeno 
il'reversível gerado pelo 
progresso- o "tatuzão 
abriu fissuras nas pare 
des do velho prédio do 
Tribunal da Alçada, o 
que forçou seu preside 
te a suspender o expedi 
ente e pedir segurança 
Os engenheiros do Metro 
politano ali estiveram 
fazendo um ilevantamen· 
to técnico e concluiram 
pela inexistência de peri 
go de desabamento. As 
paredes estão rachadas 
os alicerces a c i ma do 
nível da terra. as telhas 
deslizando, portas e jane 
las tremendo. E os fun 
cionários em seu interior 
trabalhando... O diabo é 
quem vai lá! 
Mas, como eu dizia 
o incêndic da semana 
passada (como todos_sa 
bem, foi numa fábrica 
de papel-carbônico, ma 
terial de facílima coro 
bustão. As JabareJas nas 
ceram num escritório 
central e se alastraram 
com uma rapidez verigl 
nosa por todo o parque 
de montagem e emballl 
gem, atingindo o almo 
xarifado e o depósito 
da empresa. Reduziu 
do a um móntão de cID 
zas, não obstante o tra 
balho solicito e valente 
dos bom beiros. 
Um velhinho, vigia 
da fábrica há vinte e 
tantos anos entrevistado 
logo após ó sinistro. dis 
se ao repórter: . 
• Eu Vi quando a fábrt 
ca começou a pegar To 
go. Mas fiquei calado 
- Por que ficou calado 
"seu Ambrósio? 
- Por eu gosto d& ver 
e esculhambação! 
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Tribuna da Fronteira 	Bela Vista Mt 
ECOUP 
Antídio Almeida Junior 
ções pessoais, trnbalbnn 
do com energia para so 
lucionar os problemas 
administrativos. jamais­ 
valendo-se de artificios 
demagógicos para per­ 
turbar a marcha I do de­ 
envolvimento. As atitu­ 
des de um parlamentar 
revelam a sua formação 
moral e o povo já não 
admite um "coup de lan 
cc" µor ignorfincia, uão 
perdoará os verdugos 
que castiguem o Estado 
para defender seus inte­ 
resses pessoais, até mes 
Ao ser golpeado pe- 
lo soldado romano, mo­ 
mnentos antes de entrar 
em agonia. o Nazareuo 
erguia os olhos para o 
Céu e implorava: "Per­ 
doai-lhes, êles não sa­ 
bem o que fazem!" O 
pedido de perdão para 
os Ignorantes não deve­ 
ria slgnilicar tolerilncia 
para o crime e, muito 
menos, misericórdia pa­ 
ra 08 mal Intencionados 
mas sim uma advertên­ 
cia para que haja escla­ 
recimento que evite er­ 
rar. A liberdade é su­ 
blime quando pretendida 
para agir com. bondaje 
e nobreza, jamais quan­ 
do se transforma em li­ 
cenciosidade para a prá 
tica de ações prejudici­ 
ais a outrem e à socie­ 
dade, sem outro intuito 
que a satisfação de in­ 
contidos desejos de fe­ 
rir e magoar o adversá­ 
rio, pretendento apare­ 
cer como um defensor 
do povo para garantir 
assento no poder. Pas­ 
sados os momentos de 
paixão e calor das dis­ 
putas eleitorais, serena­ 
dos os ilnimos após os 
dias quentes que prece­ 
dem o das eleições, re­ 
tornando todos à vida 
rotineira, será beuéfico 
um entendimento entre 
vitoriosos e vencidos pa 
ra um trabalho provei­ 
toso para o povo. Para 
que demonstrem o pro­ 
pósito de bem servir a 
Mato Grosso e equiva­ 
lem se em civismo, tn­ 
to os eleitos pela ARE­ 
NA como os pelo MDB 
devem esquecer as 0cor 
rências das pugnas elei­ 
torais, dialogando com 
respeito e num estilo 
elevado, sem retalha- 
i0 
e 
Foi aprovado pelo 
Presidente Geisel u pro 
grama de subsidio tem 
porário para compra de 
fertilizantes, que será rle 
40%/ conforme prôpns 
ta feita pelos Ministros 
da Agricultmu, da Fazen 
du. e d0 Planejamento. 
O referido subsidio é 
mais amplo que o de ju­ 
ros ao financiamento, 
devendo ser gradualmen 
te retirado em proporção 
às reduções que se ve 
rifiquem nos preços in 
ternacionais de fertilizan 
tes. bem como .acompau 
mo os eleitorelros. O po 
vo já compreendeu que 
êles ''sahem o que l'a­ 
zem" e podem agir com 
elevação, não lbes per­ 
doando por falta de ci­ 
vismo e exigindo que 
os represente respeitan­ 
do os preceitos consti­ 
tucionais quanto à har­ 
monia que deve existir 
entre os Poderes Legis­ 
lativos e Executivo, pa­ 
ra que haja o real de­ 
senvolvimento tão alme­ 
jado. 
(Folha de Dourados) 
FRESEI TE, GEISEL 
AKILI LAVRIIMUNES 
hará a marcha que o 
Brasil faz para tornar-se 
autosuficiente nêsse se 
tor. O subsidio será fei 
to na base de 4o%/ dos 
preços de tabela das em 
prêsas fornecedoras e o 
Conselho lnterministerial 
de Preços estabelecerà 
mecanismos para contro 
le, evitando-se fraude 
por parte das indústrias 
e produtores rurais, em 
sua utilização. É o que 
informa a Assessoria Eco 
nômica do Ministério da 
agricultura. 
Jornal "Tribuna da Fronteira" 
Semanário fundado e 25/2/72) 
legietro no Cartório de Titulo-s e Documento n.o 10o 
Propriedade da Empresa Gráfica Tribuna da 
Fronteira 
CGC 03201266/0001- Inscrição Estadual 13059232-.3 
BAR E RESTAURANTE DO PUTO 
·O Ponto de Encontro <le Antonio João 
. de Maria de Lourdes da Silva 
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Bebidas em geral 
Anexo: Restaurante atendido pelos proprietários. 
(Ponto de parada da Viação Cruzeiro do Sul) 
Antonio João MT. 
Expediente 
Diretor e Editor-Chefe - Ivaldo Pereira 
Depto. Juridico - Dr. Carlos Edy Sá de Medeiros 
Colaboradores Diversos 
OFICINAS 
Gerente - @ilsen Siloa 8ante 
IMPRESSÃO - dicete dat Cheí) 
COMPOSIÇÃO - 0alto ftquino d 6eua Chefe) 
QUilsen @caldo puta, d« RIbte, Jese [2. Dutra 
"As opiniões emitidas nos artigos assinados não repreen­ 
tam o ponto de vista do jornal. podendo até ser contrária 
a êste. A opinião do jornal, acha-se expressa nos Editoriais 
e nos comentários não assinado4" 
A Concessão de publicidade não lmplica em 
compromisso político Ideológico" 
Assinatura Anual: Bela Vista- 70,00 
Outros Municipios - 80,00 
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( Em frente ao Ginasio Estadual ) 
GEISEL - STROSSNER 
Os deputados Geral 
do Guedes [ARENA-PE) 
e Ubaldo Barém(ARENA 
-MT) registraram o en 
contro verificado na ci 
dade de Campo Grande, 
entre os presidentes Er- 
SERRARIA CASTELO 
de Antonio Remo Penzo 
Compra de Madeira 
Bruta e Venda de 
Màdeira Serrada 
Antonio João - Mt. 
a 	no 
nesto Geisel e Alfredo 
Stroessner, por ocasião 
da 27a. Exposição Pecná 
ria e Industrial de Mato 
Grosso. 
Os dois parlamenta 
res qualificaram o encon 
tro de "histórico", tendo 
o deputado Guedes assi­ 
nalado que "a longa tra 
dição de convivência e 
mútua compreensão en 
tre Brasil e Paraguai já 
se consubstancia hoje 
numa politica integral 
de aproveitamento das 
potencialidades econô 
micas dos dois países". 
Além do encontro 
entre os dois governan­ 
tes, o deputado Ubaldo 
Barém assinalou a impor 
tància da exposição, que 
reflete a pujança de seu 
estado no setor.

ENFOQUE 
(FITO 
' 
TRIBUNI on 
"Órgão Independente a Serviço da lei 
Ano IV 1ela Vista - MT. 2004 7 N 1i 
011 
ata -	E' ' -------= a	s 
MED 
" Se· criticas, a tua crítica provoca n0s ir 
mãos uma vacilaçü.o, uma incerteza, um confusio 
nismo, um es1Jirito de rebeldia, capuzes de des­ 
moronar os melhores planos" 
Cumpre sermos ohedientes para sermos inte 
ligantes, vivazes, ativos no maravilhoso r.enasci­ 
mento que a Igreja e a sociedade cristã solici­ 
tam para dar nova imagem ao mundo contempo 
runeo ( Papa Paulo VI ) 
C 
Não me digas que há cóisas que tu não pos 
sas, não saibat:. e não devas fazer. O que te fal­ 
ta é selecionar e hierarquizar as tuas ocupações. 
E que decididamente te lances à primeira "largada" 
ElElEl. ElElL. ElElE] 
@s &cocos >>sscs>8c83 
i Esta Coluna é Patrocinada pelo~ 
& 	} 
$ Bar, Lanchonete e Restaurante # 
f "o o4nio" } 
$ Expressão Máxima na Arte de 1 
j B S 	j 
j em Servir. t 
1 "0 Local oncle se reune n Fomilin Bclnvistense" i 
À ~ (Ao lado do Clube Esportivo Belavistense) 1 
o-±5$5835±9--$23--3-0-033839±3009<3993- & 
1 SEMI ÇllO 
RRTIFICIIL 
Por iniciativa da Sra 
Ma. Rita Murano Garcia 
esteve presente no Clu 
be Esportivo Belavisten 
se dia 27 pp., proferindo 
palestra aos Pecuaristas 
Belavistenses, o Dr. Nery 
Loureiro de .lmelda, Mé 
clico Veterinário domici 
liado em Londrina, que 
aqui veio com sua espo 
sa e filhos em visita de 
seus familiares. 
Muito proveitosa foi 
para a classe, os pronun 
ciamentos do Dr. Nery, 
que a par de sua inteli 
gencia expôs ao vivo o 
seu alto conhecimento 
sobre: Iseminação Artifi 
cial. Estivernm presentes 
os mais destacados pe 
cuuristas da Região, que 
certamente colheram efi 
cientes dados racionais 
da melhoria de seus re 
banhos, através duma 
técnica avançada e bem 
mais lucrativa. 
Tomara que a pales 
tra venha a produzir 
bons frutos no futuro. 
J.J 
Neimar de um Ho­ 
mem Ateu passou a ser 
um Homem de Deus. Is­ 
so pela sua força de 
vontade aceitando a 
Graça de Deus em seu 
coração. 
Seus escritos, livros, 
discos e peças teatrais 
penetram em todas as 
camadas da Sociedade 
levando sempre a boa 
semente de um Filho 
Pródigo arrependido insi­ 
nuando ao leitor fazer 
• o mesmo, converter-se 
a Deus e seguir sua 
graça. 
Quem sou? Pergun­ 
ta que ele mesmo se 
atrihue. 
"Dw·ante 27 anos 
levantei uma bandeira 
imaginária saudando o 
Ateismo. Não me con­ 
formava com o mundo 
dos outros e com o meu 
mundo. Estava tudo er­ 
rado e não era possível 
que existisse dentre tu­ 
do aquilo um ser perfei­ 
to. Dei provas de que 
seria uuu bom cristão a 
partir do momento que 
comecei a ridicularizar 
a figura do Cristo e a 
discutir a existência de 
Deus... erm sinais de 
procw·a. Ninguem perde 
tempo tentando provar 
aquilo que sabe que não 
existe. 
Eu colhi. Só depois 
de reconhecer que era 
egolsta, autor-suficiente 
só depois de quebrar ~ 
casca do dono-du-verda­ 
de, so depois que parei 
para ouvir aquilo que 
os mais humildes e des­ 
prendidos tinham para 
falar... só assim eu 
consegui entender que 
minha verdade era pre­ 
fabricada, era desculpa 
para meus erros e com­ 
pensaç:lo para meus de­ 
feitos. Tres dias de me­ 
ditação foram suficien­ 
tes para muita& lágrimas 
e o reconhecimento to­ 
tal que realmente exis­ 
tia algo além. 
Hoje procuro con­ 
versar os males causa­ 
dos debruçando-me nas. 
E!TAELECIDA A REMV 
AER.AÇÃO PARA 
VEREADORES E T0OS CS MUII. 
Foi aprovada com apenas 
uma emenda por 391 vo 
tos a favor e nenhum 
contra a mensagem do 
Presidente Geisel, propon 
do o restabeleci m'e n to 
da remuneracão aos ve­ 
readores em todos as ci 
dades do país, sem levar 
em conta seu número de 
habitantes. 
Fui um revoltado ' A emenda única ao 
porque como autor-dera exto da mensagem pre­ 
sa eu jogava a culp4 idencial. foi de autoria 
dos meus erros nos ou- d? . deputado Raimundo 
tros, e quando podia, in D_m1z, da Arena . de Ser 
terrogava os crédulos:_ gpe que determina que 
"se ele é bom por ~e ª forma de remuneração 
deixou que fulano m4ar- dos vereadores que exer 
resse? Se é bom por que fem mandato atualmen 
me deu, uma tubercílo. " será regulamentada 
se aos 16 anos, um ca- posteriormente por lei 
potamento, titulo pr,,tes- complementar. 
tado -.. pcr que? Afinal O pro· t 
eu sempr f • b · Je'o proposto 
e tu1 onzinho, pelo presidente Geisel 
%2"7""; E,çjgl gm tazer tem, caráter permanente 
nguem! estabelecendo a remune 
Q 
raçao dos vereadores 
uem planta, colhe... para a próxima legisla- 
tura, e beneficiando os 
vereadores a serem elei 
tos nas eleições de 1976 
A única emenda apre 
sentada à proposição do 
Presidente da República 
foi aprovada por 396 vo 
tos contra nenhum, sendo 
orações e arregaçando 
as mangas nas ações. 
Procuro viver a espiri­ 
tualidade i4 horas por 
dia, carregando o que 
dá e tropeçando com o 
que não dá. 
Obrigado, meu Deus 
pela sua graça e perdão 
Obrigado, gente que 
me perdoou .. , 
Obrigado a todos os 
que compareceram au 
enterro do ateu e ao 
nascimento do cristão 
Neimar de Barros. 
a totalidade da matéria 
acrescentada às dispo5i 
ções h'ansitórias da Cons 
titnição. A atual Consti 
tuição em seu parágrll 
fo 2° do artigo 15, esta 
belece a remuneração de 
vereadores apenas para 
cidades com mais de 200 
mil habitantes. A partir 
da aprovação pelo Co 
gresso Nacional e da 
adição da proposição á 
Constituição os vereado 
res de todos os muni" 
pios brasileiros passarão 
ª. ser pagos pelo exerci 
cio do cargo. 
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Chá BENEFICIENTE 
Realizou-se na se!Il1l 
na pp. na residenciit da 
Sra. Nice Dourado, u 
dos tradicionais chá be 
neficiente" em pról do° 
necessitados. Com a pr° 
sença de ilustres sras­ 
da n ossa sociedade 
reunião transcorreu nu 
ambiente alegre e descoPl 
traido. O próximo cb% 
será no dia 22 na resl 
deneia da Sra. Tylu BO' 
ges às 16 horas. Cola"? 
re comparecendo, voe 
já está convidada..·