FUNDADOR E DIRETOR RESPONSÁVEL:- IVALDO PEREIRA 
Redação, Oficina e Administração 
ANO IV 
Rua Duque de Caxias S/ 
Bela Vista, 15 de Junho de 1975 Bi-Semanário N" 155 
- 
IISSEMBLÉIII GERAL, PROV 
REFORMA OS ESTATUTOS D LIGA ESR. BELIVIST. 
r 
'- 
Cópia Fiel da Ata n.o 154 de 5 de junho de 1975 
B) incentivar a prá­ 
tica de outras modalida­ 
des desportivas, promo­ 
vendo certames ou tor­ 
neios. 
C) Coordenar us ali 
vidades desportivas, Ex­ 
tra-Campeonato de seus 
filiados, cuidando em 
manter sempre o eleva­ 
do e plrito de disciplina 
e união desportiva. 
D) Constituir-se em 
uma entidade cultural.so 
cial e recreativa, com pa 
trimonio próprio, . onde 
po sa oferecer aos seus 
associados o entrelaça­ 
mento social, cultural e 
desportivo. 
E) para a con ecção 
dos ot;jetivos do item 
anterior, a Liga Esporti­ 
va Bela vistense, emitirá 
300 (Trezentos) títulos 
Patrimoniais, no valor 
de CrS 3.000,00 (Treis 
mil cruzeiros) cada um, 
em prestações mensais 
e sucessivas que não 
excedam de trinta meses, 
Aos cinco dias do 
mês de Junho de 1975, 
nesta cidade de Bela Vis 
ta, Estado de lIato Gros 
o, nas dependencias do 
Gremio Pedro Rufino, em 
segunda convocação, nos 
termos do artigo 1» dos 
Estntuto , reune- e a A 
sembléia Geral da Liga 
Esportiva Belavistense 
com a presença dos seu 
horet representantes, Al 
varo Pereira, João Cat· 
lo Loureiro, Cleones do 
Nascimento Coelho, Go 
dofredo Gonçalves, Dr. 
Hélio Loureiro de Alei 
da, representando rese 
ctivamente, Diretoria, 
Gremio Pedro Rufino, 
Junta Di ciplinat· Despor 
tiva, bem como. a do 
r. Presidente r. J o é 
Glaucy Flores, na quuli 
dade de P, esidente da 
entidade, registrando-se 
também a presença do 
senhores, llarcos Palácio 
Dr. Késio Loureiro Pio 
beiro, Dr. Pedro José 
Palmieri e Nelson Anto 
nio Ferreira. Abertos os 
trabalhos pelo r. Presi 
dente a constatada a u 
sencia do 1o, secretário 
foi nomeado secretário 
AD-HOC" o r. Cleones 
do ascimento Coelho. 
Colocada a seguir em 
pauta a ordem dos tra 
balbos, de acordo com 
a convocação, ficáram 
os mesmos a discussão 
na ordem seguinte: 1o.) 
Os retardatérios seriam 
admitidos. 2o.) Passado 
ao item 1o. du convoca 
cão, através de edital, 
foram feitas as leituras 
das atas, a partir do nu 
mero 149, que tratam es 
pecificamente do funcio 
namento da Comissão 
Executiva Pró Con tru 
çüo do Ginásio de E por 
tes. Em discussão e vo 
tação, foi modificado tex 
to parcial da ata no. 152, 
com respeito a data do 
"Comunicado ao Povo" 
que consta como 27-4-75 
para 27-05-75. Não baveo 
do mais restrições. foram 
as mesmas aprovadas. 
Passou a Assembléias a 
seguir, á discução da se 
guoda paula do. traba 
lhos, sendo Reverenda 
dos todos os Ato da 
Diretoria da LEB., inclu 
sive aqueles, através dos 
quais n ,meou a Com is 
são Executiva para 
Construção do Ginásio 
d> Esportes. A seguir 
passou-se à di cussão 
o item 3o. da Convoca 
ção referente a reforma 
Parcial dos Estatuto da 
entidade, sendo que os 
arts. lo. e o. passaram 
a ter a seguinte redação: 
Artigo prmero 
A liga Esportiva Belavis­ 
tense, é urna entidade 
esportiva, com personali 
dade civil com foro na 
cidade de Bela Vista, 
Estado de M.T, com pa­ 
trimonio distinto dos 
seus filiados, com tempo 
de duração indetermina­ 
dos, que tem por finali­ 
dade; 
A) Dirigir o despor­ 
to Amador de Bela Vis­ 
ta, promovendo sua difu 
siio e aperfeiçoamento. 
''FORDCDR 
,, 
.. Financiamento próprio, carros 
novos e usados Peças Originais FORD 
Lubrificantes, Acessórios, Equipamentos para 
• Qualquer Tipo de Carro 
"Fordcar, a Firma que veio para Ficar" 
Rua Duque de Caxias 125 Bela Vista Mt. 
Continua na lima pagina 
ESTRADAS 
MUNICIPDIS DE 
BELA VISTA 
Em face da solicita­ 
çüo feita pelo Prefeito 
Municipal Dr. Ruben de 
Castro Pinto, ao Exmo. 
Sr. Dr. Governador do 
Estado, a DERMAT aca­ 
ba de colocar à dispo­ 
sição da Prefeitura de 
Bela Vista os seus ser­ 
viços para patrolarnento 
das principais estratas 
Municipais. Este traba­ 
lho já foi iniciado de 
acordo com a programa 
ção elaborada pelo Pre­ 
feito Municipal de Bela 
Vista e o Engenheiro 
Chefe da Residencia de 
Ponta Porã, Dr. Djalma' 
Bianchi. 
Ouça a 
ro, todas as 
pela Rádio 
Grande. 
Novena . . Perpétuo 
Quartas feira a, 15 
Educação Rural de 
ocor 
horas 
ampo 
PRO!ETO E LEI " 01/75 
de 12 de ,Maio de 1.975 
"Dispõe sobre cria 
ção da Cooperativa de 
Consumo {dos Funcioná 
rios Publicos Municipais" 
e dá outras providencias" 
A Camara Municipal 
de Bela Vista, Estado 
de Mato Grosso, Aprova: 
Art. lo. - Fica criada 
a Cooperativa de Consu 
mo dos Funcionários 
Publico Municipais", re 
gida por Estatutos pró 
prios e pelas disposi 
çõe legais em vigor. 
§ Primeiro: A Coope 
rativa terá por objetivo 
a defesa econôrnico-so 
eia! do seus associados 
por meio da ajuda mútua 
§ egundo: No cum 
primento das suas finali 
dades, operará basica 
mente na aquisição de 
gêneros alimenticios e 
artigos de uso pessoal e 
domestico, fornecendo-os 
exclusivamente aos seus 
associados. 
Art. 2o. É da compe 
AVISO DA PREFEITURA 
LIMPESII D!l CIDllDE 
A Prefeitura Munici 
pai de Bela Vista, dese 
jando manter a cidade 
com. aspecto limpo e 
moderno, solicita a coo 
peração dos seus habi 
TELEVISÃO PODE- 
RÁ RETORNAR 
A Camara Municipal de 
Bela Vista, através de 
seu presidente, esteve 
em Campo Grande e 
conseguiu a Palavra do 
engenheiro Paulo Kassa­ 
vara, que prometeu o re 
torno das imagens da 
TV. Morena, para esta 
cidade a partir da próxi 
ma semana. 
tencia do Executivo Mu 
nicipal, baixar normas es 
peciais, regulamentando 
ao providencias básicas 
do empreendimento. 
Art. 30. Para efeito 
de supervisão, a Coope 
rativa será ligada direta 
mente ao "Gabinete do 
Prefeito" e dirigida por 
um ascessor de sua con 
fiança. 
Art. 4o. Para atender 
à necessidade da integra 
lização de Capital de Gi 
ro inicial. será aberto 
"Crédito Especial' neces 
sário, vendo que para 
o: próximos exercícios 
será consignada verba 
própria em Orçamento 
Art. 50. Revogam-se 
as disposições em con 
trário. 
ala de Sessões da 
Carnara Municipal 12 de 
de maio de 1975. 
José Glaucy Flores 
Vereador 
tantes., para que não 
despejem a água servida 
nas ruas desta cidade, 
mas sim em poços mor 
tos Jeito no terreno par 
ticular de cada um, até 
que Bela· Vista tenha 
a sua rede de esgoto. 
Da mesma forma pede 
a sua colaboração no 
sentido de não colocarem, 
nas ruas, os detritos e 
restos de quintal. como 
arvores cortadas. latas. 
etc, a não ser exclusiva 
mente O lixo domiciliar 
que é da responsabIUda 
de da Prefeitura

Tribuna da Fronteira 	Bela Vista Mt. 
- 
,Jácome de VJ)rúgi­ 
ne conta-nos, através de 
:-eu füilllo eucanta.dol', 
('Ul'iosos falo,,; que bas­ 
tante alefllum a imortali­ 
dade da alma. Diz o autor 
católico que, lá pelo ano 
I68 de nossa era, quan­ 
do os padres incumbidos 
da guarda do corpo de 
'üo ,!arcos permitiram 
que o levassem, ficaran 
sm·presos uo ser levuuta 
da a pedra rio túmulo: 
inesperadamente,exalou 
tão rorle perfume que 
dominou toda u cidade 
de Alexandria a 
O Pato mais sur­ 
preendente, pr,rém, pus- 
E.E[E 99I 
sou-se durante o pereur 
so do barco que levava o 
corpo do l"ioitlo. Teudo 
alguém dito, de um ou­ 
tro batel, que os egípci­ 
os tinbum enganado. 
rlaudo outrn corpo, em 
vez do de Süo :Jurem; ... 
o navio em que era le­ 
vado o sauto, inespera- 
( LUIZ . OUL 
damente, volta-se 
a balnou o bareo de 
de partiru a voz 
blasfemador... 
Singrando os mares, 
alta noite, aturde-Re o 
piloto. Nilo oabía rnuís 
onde se achava seu bar­ 
co; perdera. por comple­ 
to, o rumo. Então, o 
) 
e mouge encarregado de 
on- zelar pelo corpo de Si 
do Marcos vê o próprio 
santo, resplandescente 
de luz, em suu Irete 
ordenando: • 
Instituto Psicotécnico SUDOESTE 
Exames Psicotécnicos para 
Motoristas Amadores e Profissionai::- 
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Vai dizrr ao: rna­ 
rinheiro que recolham 
já us velas pura rJIUll· 
nuir a marcha do navio. 
pois a terra está bem 
próxima. 
Os marinheiros se­ 
guiram o cotrnelho e. no 
madrugada segulutc per 
ceberam a terra tão es 
peradal 
Além desse fato, 
ainda relata Vorágine: 
um moço, "Roído pelo 
Câncer" vê São Marco. 
que corria em socorro de 
um navio em perigo; após 
o que, estendendo a mão, 
tocou no doente que acor· 
deu illleíromenre curado... b 
go depols entrara no por 
to de Veneza um navio: 
todos os navegantes, e 
mocionudoi;, contaram 
que São Jarcos salvani 
o seu barco do naufrtgl 
o ... 
Outros navios ainda 
foram salvos por São 
,!arcos, como o barco 
dos Sarracenos e outros 
mais - vendo sempre à 
tripulação a Iigura do 
grande Evangeiista. 
.Mais viva na eternf· 
r!ade a alma eterna llií 
de sempre atestar, dia 
te dos vivos, a força 
1 
nexliguivel da flama de 
luz ... Diante das grande, 
aparições das criatura° 
de Deus. cada vez Idl 
nos humilhamos-tão p 
queninos, débeis e frage 
is somos no invólucro 
da prisã~ carnal... 
Como a alma de Sfi 
o Marcos são as a!JIH!
5 
de todos os que jugo 
mos mortoa ... 
Preço deste 
Exempl:.rr - Cr$ J,00 
~.i>!:,i>.c<-):;(::;:,c~-;,;;::;-::,;::~ ::;;:;;.~ *~-~ ~ ~ ~ -~::;:,,::-::,;,::~ ~ ~ ~ -::,,;ç-,>.;<->.;c.,;,:,c-x~~ ->.,::-?.:<-~~~ ;:;;c:;~ ~ *~ 
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Tribuna da Fronteira 
Hela Vista ,ll. 	1» de Junho de 1973 
CONTINUIÇíiO 
SINDICftTO RURDL DE BELII VISTII 
ARCEBISPO DE CUIABÁ: FORCAS 
OCULTAS DESENCADEAM' 
ESTRONDOSA CAMP AHHA 
"Guia", e orienta-las no 
sentido de as portar, 
quando du lnteruaoão 
pura rins de maternida­ 
de. 
11- Sempre que o be­ 
neliciário optar, expres­ 
samente, por acomoda­ 
ções de padrão superior 
ao aceito pelo Funrnral. 
ou por serviços clinicos 
e cil'Ul'gias não previs­ 
tos no convênio, o aten­ 
dimento não será cober­ 
to pelo convênio do 
Funrnral. 
12-Os serviços de 
saúde, objetos dos con­ 
vênio mantidos pelo 
Funrural, compreendem; 
Convênio Médico 
Ambulatoriais 
a] consulta em geral; 
b) prevenção às doença 
c) assistência pré-nu­ 
la! e pediátrica; 
d) pequenas cirurgias; 
e) exumes complemen 
tares para fins de diug­ 
nósticos a concessão de 
benefícios pecuniál'ios, 
de acordo com as or­ 
mas vigentes cio Funru­ 
ral e laboratológico; 
g) diagnóstico preco 
ce do câncer genital fe 
minino, mediante coleta 
de material para exame 
citológico; 
Convênios Médico 
Hospitalares 
u] atendimento de ur­ 
gência clinica e cirúrgi 
cus, iuclusive decorreu 
tes de acidentes eru 
geral; 
b) atendimento obsté 
tricos· 
c] éirurgiu eletivas pa 
Ta evitar o agravumen 
to do estado de saúde 
do beneficiários; 
d] realização de exa 
mes clinicos e comple 
mentares nos casos de 
hospitalização e quando 
necessário 11 conceção 
de bPneHcios pecuuiá 
rios, de acordo com as 
normas vigentes do 
Funrural. 
Convênio Odonto­ 
lógicos. 
u) extração de de.ates, 
visando preclpalmente à 
erradicnção de focos 
dentários. 
b) restauração de a­ 
málgamas de prata ou 
silicatos em àentes som 
comprometimentos p u - 
par; 
c) profilaxia da carie 
dentária, mediante apli­ 
cação tóplca de flúor e 
ensinamentos de higie­ 
ne oral. 
Seguindo-se us dls 
posições relativas as 
obrigações exclusivas 
das parte signatárias 
dos convenlos e constan 
do da circular, encon 
tram-se 11 disposição de 
quem interessar, na séde 
rio indicato Rural, até 
o item VI, que por ser 
ainda de interesse geral 
vai no final transcrito 
na integra. 
VI - Disposição Finais 
1. A entidade que habili 
tar pessoa não beneficiá 
ria do Pro-Rural. em 
desacordo portanto. ao 
que dispõe o capitulv I 
das presentes Normas, 
será de credenciada as 
sumindo a respousabi!ida 
de de reembol. ar direma 
o coven·ente pelos servi 
ços prestados. 
3J a pt·e ente cireu- 
Jar revoga todas a 
orientações anteriormen­ 
te expedidas pela Dire­ 
toria Regional do Funru­ 
rl no Estado de Mato 
Grosso. no que concerne 
ú habilitação. triagem, 
encaminhamento e aten­ 
dimnto de benefirios 
do Pro-Rural. 
4) O di posto ne ta 
Circular entra em vigor 
à 1 de Junho de 1.975, 
no Estado de ilato Gros- 
o. 
5°) Os caso omis- 
o serão resolviclos pe­ 
la Diretoria Regional do 
Furural no E tudo· de 
Mato Grosso, sediada 
em Cuiabá. 
Acreditando que 
com a publicação que se 
faz na presente l'orma 
possa vir exclarecer e 
orientar aos interessados 
beneficiário do Funrural 
de uma maneira clara e 
precisa. agradecemos as 
conciderações. 
Bela Vista, 7 de Junho 
de t975. ' 
.Jacinto 
Miranda 
Rodrigues 
O Arcebispo de Cuia 
bá, Don Orlanclo Chaves 
deu a público o seguin­ 
te texto: 
1- A Sociedade 
Brasileira de Defesa da 
Tradição, Familia e Pro 
priedade, TEF, merece 
todo aplauso das forças 
sadias da pátria brasilei 
ra, pela sua atitude des­ 
temida com que vem Iu­ 
ando contra a introdu­ 
ção do divórl'io no Bra­ 
sil. 
Em campanha ante­ 
rior colheu em toda a 
nação 1.G0U.000 a sina­ 
luras contra o divórcio, 
prova de que nosso po­ 
vo cristão não quer es­ 
te câncer na Sociedade 
moderna. Agora. 1111 úl­ 
tima batri!ha divorcist'l, 
foi uma dus forças mais 
atuante para a denota 
cios inimig,ls d:;. familia, 
espalhando pelo Brasil 
inteiro a Carta Pastoral 
do apostólico Bispo de 
Compus contra o divór­ 
cio. Foram divulgados 
quase 100.000 exempla­ 
res do substancioso do­ 
cumento 
2 - Certamente é 
por ua atitude destimi­ 
da e eficaz contra o di­ 
vórcio e obretudo con­ 
tra o comunismo inter­ 
nacional, ateu, que ela 
e tá ofrendo uma rude 
campanha por forças 
ocultas, que desencadea 
rarn uma estroudosa pro 
paganda publicité.ria de 
norte a sul do Brasil 
contra ela. É necessário 
que nossas. autoridades 
estejam de sobreaviso 
perante esta campanha 
tão amplamente urdida 
pelas hostes do mal. 
Quem está lucrando com 
tudo . isso é o comunis­ 
mo que tenta todos os 
meios para a conquista 
de nossa pátria cristã. 
. il - Felizmente, as 
acusações que fazem 
de contrn a TFP não tem 
Presidente do Sindicato 
Rural. 
DECUlRDÇÕES 
O a baixo assinado 
declara que extraviou 
os <locumentos do veicu 
lo marca Willis Over 
land cor verde palma i 
po PicK-Up motor n 
85-215.040 Chassis . . . 
5.922100 184. Publicação 
para requerer segunda 
via. 
Cassiano Clarindo 
da Silva 
FILME . MOSTRD 
BSPCTOS DE MI 
foi iniciada em Cuiabá, 
como tambem em corumbá, 
Campo Grande.. 5.10 Paulo e 
Brasilia, a projeção do filme 
·lato Grosso em Revista 78", 
focalizando aspectos diversos 
do Estado, como a agrope­ 
cuíria, obras energéticas, mi­ 
nas do Urucum e a visita do 
governador Garcia Neto á Ci­ 
dade inop, juntamente com 
o ministro Alysson Paulinelli, 
da Agricultura. Produção da 
"Lelo Filmes", a película se­ 
rá exibida em Cuiabí, como 
nas demais cidades, durante 
cerca de l5 dias. 
fundamento e cairão 
por si. 
- Cumpre-me incen­ 
tivar esta intemerata 'o 
ciednade a pugnar em de 
lesa dos valores básicos 
de nossa Civilização 
Cristã - Tradição, Fami­ 
lia, Propriedade. 
5- Termino fazendo 
um pedido 4 TFP: que 
no calor de sua luta, 
aliás digna de encômio, 
contra o comunismo, 
não leve a mal o esfor­ 
ç0 que a Santa Sé está 
fazendo para dialogar 
com os .governos comu­ 
nistns, com o fim de mi 
notar a perseguição a- 
téia, sistemática, que fa­ 
zem contra os católicos 
remanescentes nos pai­ 
ses além da cortina de 
ferro. A ução da unta 
Sé em favor deles mere 
ce o máximo louvor e a 
clmiração, por parte ele 
todos os católicos. . 
Trata-se de salvar 
nossos lrmlíos na fé que 
padecem os horl'Ore,; da 
mais cruel perseguição. 
Isto é genuina caridade 
cristã para com os que 
sofrem. 
Cuiabá, 3 de Junho de 
1.97 
f 
Orlando Chaves, Arcebis 
po de Cuiabá. 
Haroldo Medeiros 
Terra da Faixa de Fronteiras 
De acordo com do­ 
cumento expedido pelo 
INCRA, verifica-se que 
os títulos expedidos pe- 1 - Titulo del'initivo 
los estados na faixa de expedido pelo Estado 
front.,irus podem apre- (admite-se fotocópia) 
sentar dois tipos de ir- • 2) Certidão de trans 
regularidades: m1 suo . 
1)-titulos expedidos 3) Planta do imóvel 
em àreas do dominio da em relação á faixa 
União que são titulos 4) Planta e memo­ 
nulos de pleno direito ria! descritivo de medi­ 
(áreas incluídas dentro ção do imóvel 
dos 66 km da faixa),e 5 Planilha ou folha 
2)- titulos expedidos de calculo ,, 
sem prévia anuência do 6 Prova de qwtaçao 
Conselho Superior a com_o ITR_ .. 
Segurança Nacional. que 7Certidão da Funai 
são itulos passiveis de, 8 Certidão negativa 
nulidade (áreas inclui- de litigios possessorios 
das dentro dos linites a 9 Projeto de desen­ 
partir de GG km até 150 volvimento agropecuário 
km). - 	e financiamento se hou­ 
ver ou que se pretende 
executar. Tendo em vista a 
situação acima a Lei nº 
4947, de 06/04j1966, 
através de seu parágra­ 
fo 19 do artigo 59, con­ 
cedeu uma oportunidade 
para a regularização 
dos titulos concedidos 
pelos estados na faixa 
aludido, sendo que o in­ 
teressado deverá expe­ 
dir requerimento ao 
Exmo Sr Presidente do 
Incra sollcitaudo a reti­ 
ficação nos termos da 
Lei acima, anexando os 
seguintes documentos: 
a)- Do Imovel 
b) PESSOAS 
1 prova de identida 
de, quitação com o ser­ 
viço militar e abriga­ 
ções eleitorais 
2 CIC ou CPF, 
3 certidão do carto­ 
rio de distrJbniçlio 
4 atestado de bons 
antecedentes 
5 Inscrição como 
produtor Rural 
6 Certidão negativa 
do Imposto Je Renda

Tribuna da Fronleira 	Bela Vista Mt 
SINDICATO RURIL DE B~ VI .. Ta 
CARTA SINDICAL DE 9 DE MAIO DE 1.968 
O SlndiP.ato Rural de 
Bela Vista, de acordo 
com a Circular F/MTGD 
n 11, datada 9 de ma­ 
io de 1975, do Ministé­ 
rio da Previdência e As 
sistência Social, - Fundo 
de Assistência ao Tra­ 
bralhador Rural - Dire­ 
toria Region&.l de Mato 
Grosso; visando dar um 
maior exclarecimento 
aos interessados no que 
tange aos seus direitos, 
determina a publicação 
neste prestimoso orgíio 
de divulgação Tribun 
da Fronteira, concide­ 
rando ser essa a [orma 
mais fucil e prática de 
fazer chegar ao conhe­ 
cimento dos mesmos, 
itens e dizere de mui­ 
ores interesses dos bene­ 
ficiários do I•'unrural. 
De ucôrdo com as nor­ 
mas de funcionamentos dos 
dos serviços de saúde manti­ 
dos pelo FUNHUHAL no Es­ 
•nclo de Mato Grosso, o que 
diz respeito diretamente aos 
beneficiários, estabelecidos 
no Item 1, ulincn A, B e C, 
artigo 2.o do Regulamento 
nprovndo pelo Decreto 73.617 
,lc 12 de fevereiro de 1.97-1 e 
mais o consoante da Lei n.o 
6,179 ele 11 ele dczcmhro de 
1974, e tnmhcm o Decreto ro 
75.208 ele 10 de janeiro de 
1975, vai abaixo transcrito nu 
integra as partes de interes-e 
mais diréto: 
São BP.neficiário do 
Pro-Rural" (Fnnrural) 
n) pessoa fisica que pres. 
ta scrvi,,:os de natureza rural 
diretamente a empregador, 
cm estnhclccimen10 rural ou 
prédio rú,tico, mediante salá­ 
rio pago cm •linheiro ou par­ 
ti' in natura e parte em di­ 
nheiro, ou por intermédio ele 
empreiteiros ou organização 
que, cmborus nào constitui­ 
dos em empreza, utilizem 
mãos ele obru para produção 
e fornecimento de produto 
agrário in natura. 
h) O produtor, pro:,rictÍl 
rio ou não que, em emprega 
do, trahulhe na atiV1clade rural 
individualmente ou em regime 
de economia familiar, assim 
t:ntcnclido o truhalbo do~ mem 
bros da familia indispensavel 
à própria subsistência e exer 
cicio en condição de mútua 
d1·pcnclênda o colaboração: 
e) O pescador que, em vincu 
lo empregatício, 11a condição 
de pequeno produtor, traba 
lhundo individuamcnt1~ cm rc 
gime de rconomiu familiar fo 
ça da pesca sua profissão ha 
hitual ou meio principal de 
vicia e esteja matriculado 1111 
rcpnrliçiio co111pelc111c; 
2) Consoante a Lei 6.179 
acima citada, são tambem be 
neficiários do Pro-Hural os 
maiores de T0 (setenta) anos 
de idade e os inválidos. defi 
nitivamente incapacitados para 
o trabalho, que, n 11111 011 
noutro caso, não exerçam ati 
vídnclc ren11111rra,ln. mns, que 
lenham exercido, no mfnirno 
por 5 (cinco) anos, consecuti 
vos ou não, em qualquer épo 
ca. nlÍ'iclaclc renumerncln utuul 
mente incluida no regime d,, 
Pró-Hurnl, e •1uc niio nufirnm 
rendimento, sob qunlquer for- 
11,a superior u 60 o/o (sessenta 
por cento) do mnior nlário ;lli­ 
nimo vigente no País e não se 
jatu mantidos por pessoa de 
quem depcnclcm obrigatória 
mente ( ascendente, descenden 
tes e irm1os). 
3) Pelo Decreto 75.208 citado 
acima. tnrnuram-sc beneficiá 
rios do Pro-Rural, os garimpei 
ros autônomos que, em cará 
ter individual e por conta pró 
pria, exerçam a atividade de 
garimpagem, de faiscação ou 
de cata e esteja matriculados 
nos competentes orgãos da 
Srcretaría da Heceita Federal 
que se compro'n pelo Catifi 
caclo de Matricula fornecida 
pelo referido orgão federal. 
4 Para efeito dos beneficios 
de saúde: do Pro-Rural; consi 
clern-Fc, também beneficiário 
do Programa o selvícola. devi 
damente identificado pelos 
Postos da· FUNAI. 
5. Os serviços de 
saúde serão prestados 
aos beneficiários do Pro­ 
Rural, em regime de gra 
tuidade total, pelos Cou 
venentes do Funrural, 
não sendo pennitido quul 
quer tipo de cobrança, se 
ja a que tLulo for. 
G. Incluem se como bene 
ficiirios do Pro-Rural, 
além dos anteriormente 
definidos, os respectivos 
dependentes dos citados 
itens 1. 3 e 4 ou sejam: 
a) a. esposa, 'l marido 
inválido, a companheira 
mantida bâ muis de cio 
co anos, os filhos de 
qualquer condição meno 
res ele 18 anos ou Inválidos 
e, ai- filhas solteiras de 
qualquer condição, meno 
res de 21 anos ou lnvá 
lidas e os equiparados 
ao filhos, mediante de 
claração escrita d o tra 
balhador rural, ou sejam 
o enteado, o menor que 
por, designação jUtti<'ial 
se ache sob sua guarda 
e o menor que se ache 
sob sua tutela e não pos 
sua bens suficientes pa 
ra o próprio sustento p 
educação: 
b. a pessoa designaria, 
que, se de sexo museu 
lo só poderá ser menor 
de 18 ano ou maior de 
GO anos ou inválido; 
c) o pai inválido e a mãe; 
õ) os irmãos de qualquer 
condição, menore de 
l anos ou inválidos, e 
as irmãs solteiras de 
qualquer condição, meno 
res de 2I anos ou invâli 
das; 
Observação; Salvo os 
casos previ tos na Jegi 
lação, a ex.istencia de 
um dos dependentes da 
primeira alínea elimina 
o direito aos beneficias 
do serviço de saúde 
dos relacionados nas ali 
neas subsequentes. 
Exemplo: b,c,d não tem 
direito na existencia de 
a,c, e d não tem direito 
a existencia de b, e d 
não tem direito na exis 
tencia de c. 
II - Da Habilitação aos 
Serviços de Saúde 
1. A habilitação dos be 
neficiários e seus depen 
dentes aos serviços de 
saúde será feita através 
da '·Guh de Encaminha 
mento de beneficiário" 
(Que deverá ser procu 
rada unicamente ua 
sede do Sindicato Rural 
aqui em Bela Vista) 
2. São três as fases de 
habitação: 
1ª Fase - habitação ao 
atendimento médico-am­ 
bulatorial ou odontoló­ 
gico; 
2!! Fase - habitação ao 
ateadimen to hospitalar 
local; 
3
11 
Fase - habitação ao 
ateüdimento hospitalar 
regional; 
3 O beneficiáriu só po­ 
derá usufruir da assis­ 
tênci-t da 3 Fase se 
houver sido habilitado 
por hospital da 2"" fase 
e, para o qual, haja si­ 
do habitado por um dos 
serviços da 1" fase. 
EXEMPLO: O beneficiá­ 
rio não porlerá ser ha­ 
bilitado para atendimen­ 
em b,spit1l matenedor de 
convênio regional se ao 
teriorrnen te não fora ba 
bilitado pura um hospi­ 
tal de atendimento local. 
4 ão Entidades capa­ 
citadas e credênciadas 
a irnitir a ·'Guia de En­ 
::aminbamento de Bene­ 
ficiário". 
a) Para .atendimento 
ambulat6rial e odonto­ 
lógico (l 11 fa3e ). 
Representações locais 
do Funrural. 
Sindicato de Trabalha­ 
dores Rurais 
Sindicatos Rurais 
(No caso aqui em Bela 
Vista). 
Federação dos Trabalha 
dores na Agricultura do 
Estado de Mato Grosso 
Federação da Agricul­ 
tura de Mato Grosso 
[FAllATO]. 
Delegacias da :7uo ii 
Postos da FUNAL 
Colonlus de Pescadores 
b) Pura Atendirnr.H!o 
Hospitalar Local (2 fase 
As mesmas acima ci­ 
tadas. 
c) Para ..tendimen­ 
to Hospitalar Regio! 
(3 Fase) 
Os hospitais mante- 
redores de convênio 
hospitalar lot-al. 
5. Quando a Guia d• 
Encaminhamento de Ee 
neficiál'io s1> destinar a 
atendimento hospitalar. - 
tanto local comoregíünal. 
só terá validade quaurjo 
acompanhada de Laudo 
Médico de acordo com 
o modelo específico do 
FUNRURAL. 
6-O Laudo Mediei 
será. ernetido pelo méai· 
co que, ao prestar ate 
dimeuto arn bula tonal 
constatar a necessidadt 
de hospitalização. 
7-À noite, aos sub 
dos, domingos e [er 
dos os hospitais co"f 
nentes atenderão some - 
te os casos de urgêne 
8-No caso de ate 
dimento que se enqU% 
dre no disposto no iier .. 
7 não será exigida _e 
• 	Gui» 
apresentação da • 
de Encarr.inhamento de 
Beneficiário e do Laud" 
Médico, pois a _me"; 
deverá ser emeuda pe. 
próprio hospital 9"" 
nente que anotara • 
"Guia'': Atendime_nto i 
ra de hora, alem 
diagnostico. e 
9- Afim de evitar 
procedimento ditado;;. 
item 8, no caso d,, 
ternidade, os ambU%,, 
rios deverão forne ti• 
às benticiárias ges"", 
a contar do 6 m, 
gestação. a compe",, 
Cont. Pág. Segui 
CASA SÃO JOSÉ 
De José Destefani 
Vendas só no Atacado 
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'Tribuna da Fronteira 
Bela Vista ML 
Jornal "Tribuna da Fronteira" 
(Bi-Semanário fundado em 25/2/72) 
legistro no Cartório de 'Titulos Documentos n.o 106 
Propriedade ela Empresa Gráfica Tribuna da 
Fronteira 
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Expediente 
Diretor e Editor-Chefe - Ivaldo Pereira 
Colaboradores - Diversos 
OFICINAS 
Gerente - 9ilson Silva 8ante 
IMPRESSÃ0 - énteto dfdot Chef) 
C0MP0SIÇÃ0 - )dilte dauio de Sua Chel) 
Qilsen 9ralde puta. dr 'Rtbare, Jorge p. puta 
"As opiniões emitidas nos artigos assinados não represen­ 
tam o ponto de vista do jornal. podendo até ser contrárias 
n êstc. opinião tio jornal, acha-se expressa nos Editoriais 
e nos comentários não assinados" 
A Concessüo de publicidade não implica em 
compromisso politico ideológico" 
Assinatura Anual: llcla Visrn - IJ0,00 
Outros Municipios - 90,00 
Redação, Administração e Oficinas: 
Hua Duque de Caxias s/n Bela Vista Mato Grosso 
(Perto do Colégio Castelo Branco) 
r ~-~;;e::-;ecs,,c..:..:;:::,+c->.<e:;,i;:;* ~**,>,<:-)!l(:,;<,::-:::-,:;;:,ac::.;eç.:,:;(:~ ** 
i Em todo o bairro da ua cidade de- 1 
~ ve haver um ou mais po tos do Mobral * 
k 
* Caso não exista ainda procure a Comissão Mu- i 
1 nlclpal do MOBRAL e ajude a solucionar o j 
; problema Mostre-se líder na REGIÃO. j 
+-k4-9<--<--3- ---±-«- ««&--- • 
TAPEÇARIA MOEEL.AR 
de Juarez Rodrigues 
"Trabulhumos com perfeição para continuarmos 
a ser o modêlo no ramo de tapeçaria" 
leforma qualquer tipo de móveis, Estofados, Colchoes 
de molas, Capotas de Jeep, e estofamentos de veículos em 
geral, 
Atende·se Domicilio Fazemos Orçamento sem 
Compromissv. 
Avenida 11 de Dezemb,o 126 - Jardim-Mt. 
66 
Dr. l{ésio Loureiro Pinheiro 
Advogado 
Rua Antonio Maria Coelho 22l 
Bela 	Mt. 
República Federativa do Brasil 
Estado de Mato Gro-so Poder 
COMIRCI DE 
C RTORIO DO 
D 
O Doutor Valter Jo­ 
sé Rodrigues Contreru, 
Juiz de Direito da Co­ 
marca de Bela Vista, Es 
tado de Mato Grosso, na 
forma da lei, etc ... 
Faço saber ao réu 
Teófilo Sanabria Sauabrl 
u, que se faz passar por 
Sanabria Nelson Luiz A­ 
desnir, Luiz ielson Sa 
nabria e Nelson Sanabrl 
a, paraguaio. motorista, 
casado, que por este Juí 
zo e Cartório do 1º Ofi­ 
cio, a Justiça Pública, 
por seu promotor lhe mo 
ve os têrmos de uma a­ 
ção como incurso nas pc 
nas do Artigo 289 da lei 
n° 4.737 de 15/7/65 (Có­ 
digo Eleitoral), tudo nos 
têrmos de da denúncia 
do seguinte teor: "lHnis 
tério Público do Estado 
de Mato Grosso. Comar­ 
ca de Bela Vista. Exmo 
sr. Dr. Juiz de Direito 
da Comarca de Bela Vis 
llt. O representaute do 
Ministério Público, em e 
xercicio nesta Comarca, 
no uso de sua atribuições 
Judiciário 
BEL VISTI 
OFICIO 
Com Prazo de dez dias 
legais, vem perante V. 
Excia., oferecer Denún­ 
cia contra 'Teófilo Sana­ 
bria Sanabrla, que se 
faz passar por Sanabria 
Nelson Luiz Adesmir, 
Luis Nelson Sanabria, e 
Nelson Sanabrla, para­ 
guaio, motorista, casado, 
atualmente em lugar ln 
certo, pelos seguintes 
motivos e fundamentos: 
Constam das inclusas 
peças que o denunciado, 
sendo paraguaios, fazen 
do-se passar por brasilei 
ros e usando falso no 
me e o nome de seus ti 
os, Salvador Nicolau Sa 
nabrla e Calixta 0dulia 
Rocha Sanabria, como 
de seus genitores, reque 
reu perante a Justiça 
Eleitoral, através da 17:.t 
Zona Eleitoral com sede 
nesta Comarca, a sua 
inscrição como eleitor, 
a qual foi deferida, es 
tando êle inscrito sob 
nº 10.515, tendo recebi 
do o Titulo Eleitoral ex 
pedido f'm 20/09, 68, com 
o nome de Sanabria Nel 
Centro de Orientação Escolar 
Direção: Prof. Maria Loureiro Pioheiru 
Pré-Primário e Maternal 
Matriculas Abertas· 
HORÁRIO da- 80o Hs às Il.oo hs. 
Aulas Particulares no período da Tarde 
Bela Vista 
FLORES 
De Oreste Flores 
Eletro - domésticos, Calçados. Bijouterias, Artigos 
para o Inverno, malas, Tecidos. presentes e uma 
infinidade rle artigos para Embelezar o seu Jar. 
CASA FLORES 
"A Casa • de Sua Economia" 
Rua Pilad Rebuá 566 Bonito Mt. 
son Luiz Adesmir. Isto 
pósto, estando o denut 
ciado incurso nas penas 
do ar"" 289 da Lei 1' 
,1.737 de tG/7;65 (Código 
Eleitoral) requer a aber 
tura do competente pro 
cesso-crime contra o 
mesmo. citando-o, por 
Edital, para contestar a 
presente. no prazo de 
dez dias, ouvindo-se as 
testemunhas do rol abnl 
xo, sob us com!□ações 
de estilo, aendo urinai 
julguJo e condenado o 
denunciado. 'T'ermos em 
que p. cie!erírnento. 
Bela Vista, 29 de A 
bril de 1075. (a) Dr. Ge­ 
valr Ferreira Lima. Pro 
motor de ,Justiça. Rol de 
testemunha: 1) Ramon E 
ctilio Sanabrla, residente 
à R. Dr. Rodrigues de 
Francia, 1.416 em Ponta 
Porã l1t. 2) alvador Nl 
colau ana bria; 3) Calix 
ta 0dulía Rocha Sanabri 
a, residentes em Porto 
Murtinho Mt. E como o 
referido réu se encontra 
em lugar iucerto e não 
sabido, mandei expedir 
o presente edital com 
prazo de dez dias, pelo 
qual Iica citado para 
contestar a denúncia, 
podendo juntar documen 
tos que iludam a acusa 
ção e arrolar testemu­ 
nhas que houver. E pa 
ra que chegue ao conhe 
cimento do referido réu, 
mandei expedir o presen 
te edital que será publi 
cado pela Imprensa lo 
cal e afixado no Forum 
desta Comarca. Dado e 
passado nesta cidade e 
Comarca de Bela Vi ta. 
Estado de Mato Grosso. 
aos três dias do roes de 
Junho do ano de mil no 
vecentos e setenta e cin 
co. Eu (Pedro Vergilio 
da Silvo), Escrevente .Ju 
ramentado, o datilogra 
fei e assino. 
Dr. Valter José Ro 
drigues Contrera 
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Grosso

llMDRII MUNICIPIIL 
DE BELII VISTD 
TRIBO A Dll 
"Orgão Independente a 
FRONTEIRA 
SESSÃO DO DIA 9 DE 
JUNHO DE 1.975 
A 'essão ordinária so Dilon Nunes Leite. 
• da Camara Municipal, rea Osvaldo Turim, Fiori Mu 
lizadu no dia 9 do cor rano, e José Glaucy Fio 
rente, contou com a pre res, oportunidade em que 
sença dos seguintes ve foram desenvolvidos os 
readores: Pedro ,José Pul seguh,tes trabalhos: 
mie ri (Presidente], Afon 
Cooperativa de Consumo dos Funcionários 
Publicos Municipais 
Discutido e aprova 
do o Projeto de Lei n 
Ol-75. da autoria do ve 
redor José Glaucy Fio 
res, que cria a Coopera 
tiva de Consumo dos 
Funcionários Públicos 
Municipais, cujo texto 
na intrega é publicado 
nesta edição, com emen 
da aprovada. 
9€i0 E INOFEIS 
Lua ESCRIVR SELKVISTERISE 
Foi dando entrada na to o: detalhes comple­ 
mesa o projeto de Lei mentares, tai como, area 
que dispõe sobre a doa dimensõe , etc, - Para 
çã') de ter,·eno à Liga esse fim, será requerida 
Esportiva Belavistense. o medição da area, ocupa 
qual após di cu tido, foi da pelo Estádio ill unici 
dado vi tas ao eu autor pai, providencia que e 
vereador José Glaucy rá tomada pela ereta 
Flores, para complemen ria de Obras da Prefeitu 
tor e incluir em eu tex ra Municipal. 
Congratu,lações 
O Vereador Fiori a vinda imediata das 
Murano, apre entou à Máquinas da Dermat, 
Mesa Moção Congratula para os serviços de repa 
ções ao Chefe do Execu ros nas estradas Muni 
tivo, por ter conseguido cipais. 
Expediente Oficial 
Camar:i X Prefeitura 
Através de requeri do critério oficial, sejam 
mento verbal, apresenta acusados recebimentos 
do à mesa, o Vereador de todo o expediente 
.José Glaucy Flores, soli procedente deste Legis 
cita do chefe do Execu lativo para o melhor an 
tivo, sejam tomadas as damento dos trabalhos 
providencias junto à' Se e a defesa dos nossos 
cretaría de Administra reciprocas interesses· 
çüo, anm de que, dentro 
Ponte <lo Rio, 
Piripucu 
Através rle Indicação 
o Vereador Noedi Laran 
jeira, solícita os reparos 
devido na Ponte sobre o 
Rio Piripucu, ra Estra 
da que demanda à Fazem 
da Caracól e outras. 
inais de Transito 
O Vereador Fiori 
Murano, Indica a nece 
sidade de erem tomadas 
as providencias o mais 
breve possivel, no senti 
do de apressar a coloca 
ção da sinalização de li 
mites de velocidade nas 
ruas da cidade. 
podendo cobrar de cada 
subscritor mais CrS 100, 
00, sendo esta importan­ 
cia a titulo de emolume 
ntos. 
F) Para fazer face 
à. despesa, de Constru­ 
ço do Ginasio, de Des­ 
portes, a LEB. reserva­ 
ra 50 (cinquenta) do 
trezentos titulos patrimo 
niais, referidos no item 
anterior, para serem su­ 
bscritos como Beneméri 
tos 
ARTIGO 2.o 
ilo os poderes da 
Liga, de acordo com as 
atribuições do presente 
E tatuto; Conselho Ge­ 
ral, Conselho Fiscal, Jun 
ta Disciplinar Desporti­ 
va, Diretoria, Assem­ 
bléia Geral. Departamen 
to ocial, Diretoria do 
Dept° social, Assembléia 
Geral do Deptº ocial e 
Conselho Fiscal do De­ 
pa::tamento ocial. 
Paragrafo 1 ° - O De 
parlamento Social, que 
terá autonomia de ação, 
funcionando com Orça­ 
mento próprio, será cons 
tituido dos seguintes 
membros: Presidente, Vi 
ce-Presidente, 1º Tesou­ 
reiro, 2o Tesoureiro, 1 ° 
Secretário, 2° Secretário. 
BELB VISTD UNIDB POR 
UM GINÁSIO DE ESPIRIES 
BELA VISTA. Espe 
eia! da TRIBUNA DA 
FRONTEIRA --- Uma das 
mais caras reinvindica­ 
ções de Bela Vista tem 
sido a construção de 
um Ginásio de Esportes, 
onde a juventude tenha 
possibilidade de praticar 
as modalidades esporti 
vas próprias de quadras e 
que sirva também para 
finalidades sócio-recreu 
tiva da comunidade bela 
vistense. Em torno des- 
a esperança nasceu 
Paragrafo 2° - A Di 
retoria do Departamento 
ocial, será eleita exclu 
sivamente pela Assem­ 
bléia Geral desse Depar 
lamento, que será forma 
da unicamente com os 
ubscritore do 'l'itulos 
Patrimonias e Benemé­ 
ritos. 
Paragrafo 3° - A 
Atual Comissão Executi­ 
va de Con trução, cons­ 
ti tuida através da Reso­ 
lução n 01/75 e com 
membros nomeados a­ 
través da Portaria nº 
ol/75, terá mandato en­ 
quanto durar a Constru­ 
ção do Ginãsio de E - 
porte . O Presidente des 
ta Comissão deverá pre­ 
encher a seu critério, os 
ocupantes dos cargos es 
tabelecidos pelo Para­ 
grafo 1 º do Art. 2°. 
Paragrafo 40 - O De 
partamento Social, terá 
Estatuto Próprio, apro­ 
vado pela Assembléia 
Geral (Art. 2°), convoca­ 
dos pelo Presidente des­ 
te Departamento. 
Paragrafo 5° - Será 
firma do convenio entre 
a Liga Esportiva Bela­ 
vistense e a diretoria do 
Departamento social, so­ 
bre a utilização do Gi­ 
násio de Esportes, sen- 
um movimento nu cida­ 
de, da LEB. A campa 
nha vem alcançando o 
mais retumbante suces 
8o, num exemplo digno 
pe economias e segui 
mento por outras cida­ 
des que permanecem à 
espera de favores ou 
tros que não os frutos 
de seu próprios dina­ 
mismo. Em apenas cer­ 
ca de quinze dias já­ 
foram subscritos aproxl· 
madamente 600 mil cru· 
zeiros. jornal est. mate gres 
do "Que em' menhuma 
hipótese poderá ser ne· 
gada para utilização das 
promoções desportivas 
Liga Esportiva Belavis 
tense". 
Paragrafo 6 - Os di 
reitos do sócios patrt 
moniais e beneméritos. 
constantes do titulo so 
eia!. serão reconhecidos 
pela Liga Esportiva Be­ 
la vistense. 
Paragrafo 7° - Aos 
sócios Patrimoniais, se­ 
rão assegurados, enlr° 
outros direitos, o des 
conto de 50% (cique 
ta por cento) os ingre 
sos em promoções es 
portivas realizadas DO 
Ginãsio de Esportes, 
Por solicitação d9 
Dr. Késio Loureiro Pi· 
nheiro. foi aprovado que 
apresente ATA, no livro 
ele títulos e documentos. 
no Cartório · cc,mpetente. 
Nada mais have
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à tratar, foi pelo Sr. P" 
si dente José GJaur. 
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