TRIBUNII PIPITO MORIES SARMENTO 
No jornal nº 147, pu 
bllcumos um artigo lati 
lutado "Paplto: Um escla 
recimento necessário" on 
ele defendíamos o sr. Ab 
dali a Sain (Papito) dus 
calúnias e perseguições 
de elementos gananciosos 
por ocasião de sua cam 
punha de vendas de g~ 
11erot1 alimenlicios por 
prêço baixo. O sr. Deo 
cleciano de Vasconcelos 
enviou um exemplar do 
Jornal ao jornalista e ra 
dialisla Moraes Sarmento 
da Rádio Tupi ele São 
Paulo, que em seu pro 
grama. ouvido por mi 
lhões de pessoas. leu a 
uossa mensagem e olo 
giou a justa deresa quo 
fizemos do Papito. Rece 
bemos também de São 
Paulo, carta do jovem 
Diam:ir Brunet, parabe 
nizando a Tril)unn pela 
atenção que meree u do 
famoso programa "Mo 
raes armento'. ossos 
agradecimento: ao sr. 
Dcco Vasconcelos pela 
iniciativa e tambem ao 
radialista Moraes Sa' 
mento pelos comentários 
a respeito da nossu 
TRIB NA DA FRONTE 
R.. 
FUNDADOR E DIRETOR rrn:Po 'AVEL: JVALDO PEREIRA 
A O iV 
Reduçáo, 0l'icina e Adminislrução 
Rua Duque ele Caxias SiN 
Hrrn 
Rela Vi ta. 19 de Junho ele 1975 
MORAL, SEVER UE TOS, RESPONSABILIDADE 
, 
UBALDO BAREM FALA BELlViSlftO. 
SOBRE O POLOCENTRO 
Em pronunciamento 
na Cfimara dos Deputa 
rlos, o parlamentar Ubul 
do Barém, solicitou me 
dirlas parn o desenvolvi 
tnento ela região de Ma 
to Grosso, assim se ex 
pressunclo: no tia 29 de 
janeiro último, como ln 
tegrante da hancaclit por 
Mato Grosso, estive,rnos 
presente no Palacio cio 
Planalto ao ato ele assi 
natura, pelo Presidente 
Geisel, do Decreto de 
criação cio Programa de 
Desenvolvimento do Cer 
rado. Hoje, quando se a­ 
dotam medidas tendentes 
a viabilizar a execução 
do Programa, vimos su 
gerir a inclusão, pelos 
setores próprios cios Mi 
nistérios do Interior, A 
gricultura e Plunejamen 
to, das áreas servidas 
pelas BRs 60,267 e 4Hl, 
nos trechos Jardim 0ela 
'ista, Jardim-Porto Mur 
'><,;:.<:-><, 	- - i>--..-X-·'Xf'•=-=::-:::-:===::-'>-<-X:-x; 
Novena N.S. Perpétuo Socor 
Quartas feiras as 15 horas 
Educação Hural de Campo 
Ouça a 
ro, toda::- as 
pela Rádio 
Grande. 
linho e Jardim, porquan 
to s0"% dos tenilórios 
desse :'llunicipios são 
cobertos por cerrados ele 
pmneirn qualidade, justi 
l'icando-se, assim, plena 
mente sejam contempla 
cios com os beneficios 
resultantes da concretiza 
ção desse programa ela 
mais feliz inspiração. 
DECUlRDÇiO 
O abaixo assinado 
declara que perdeu os 
documentos cio veiculo 
marca - Ford - F 75 - Ti­ 
po PicK-up, utilitário - 
ano 1.972 - cor verde 
jangada Cbassis: C 95AA 
343-525 HP 9o - Confor­ 
me propriedade nº 6485 
de Ponta Porá. Assim 
como a Ta:xa Roclovlári 
a e o Seguro. Jss. José 
Maia Costa. Bela - Vista. 
Junho de 1.975. 
'' F0RDCIIR '' 
"Financiamento próprio, carros 
novos e usados Pl'ça~ Originaí!- FORD 
Lubrificantes, Acessórios, Equipamentos para 
Qualquer Tipo de Carro 
'•Fordcm·. a Firma que veio pura Ficar" 
Duque de Caia- 1235 Bela Vi-ta M. 
UMA OBRA QUE FZ G 
Já não temos mais 
dúvidas em al'irmar so 
bre a concreta rl'alidade 
que transformou o gran 
de sonlro de nossa gente 
mormente os desporlis 
t; em virtude do êxito 
com o qual se coroou a 
campanha ele subscrição 
dos Titulos Patrimoniais 
ela LER, cujo l'inul está 
MIIRITONR 
CICLISTICfl 
O Grêmio Pedro' Ru 
fino promoverá !!O - dia 
29 do corrente as 9 lJo­ 
rns uma maratona ciclis 
tica para crianças jo­ 
vens e adultos. As ins­ 
crições poderão ser fei­ 
tas na sede social do clu 
be, que ofere::erá trofé­ 
us e Q1edalhões aos me­ 
lhores colocados. A atu­ 
al Diretoria do GRP 
vem desenvolvendú uma 
profícua gestão, dando 
prioridade ao setor es- 
portivo numa demonstra 
çio objetiva do real pa­ 
pel do GRP na scieda­ 
de local. Segundo infor­ 
mações de elementos li­ 
gados a Diretoria. o 
Grêmio intensificará as 
campanhas e promoções 
sociais visa11do uma me 
lbor as&,istência aos só­ 
cios e freqn,mtadores. 
Cr$ 1.00 
deste 
Exemplar 
Bi-Semaoúrio N 156 
bem próximo, com as 
última visita sendo e 
fetuadas pela equi;;e res 
pousável por este setor. 
Alils, é de se destacar 
que não fosse o critério 
das vendas. feitas exclu 
sivamente. através ele in 
diração de pessoas res 
ponsá veis e já teriam'>s 
visto o epilogo da cam 
panha. Com o criléri1 
da escolha a LEB, atra 
"és de seu departamento 
social pode trauquilizar 
se por que su .. ge a tmnqui 
!idade de no futuro fun 
cionar a carteira de re 
cebimentos com os quais 
será possivel construir 
a obra. 
REDJUSTE NO VIILOR 
011 DPOSENTBDORIII 
Mensagem, preconizando o reajustamento para um sali 
rio minimo o valor mensal de aposentadoria concedida pelo 
Funrural, foi encaminhada ao Ministro da Previdencia Assis­ 
tência Social pela Assembléia Legislativa do E-tado 
Além do reajuste, o expediente, oficial ressalta a neve­ 
idade de adoação de normas mais flexives, de modo a per­ 
,uitir que o trabalhador beneficiado posa exercer atividades 
compativeis com a sua idade. 
a justificativa, o autor da proposição. Deputado Sergio 
Cruz comparou: 
-"se com um salário minimo é praticamente imposivel 
viver, imaginemos a situação de quem obrigado a depender 
exclusivamente da metade deste salário". 
Mais adiante, falando da flexibilidade. Sergio Cruz e-- 
tranhou a ação rigorosa da inspetoria do Funrural, sugerindo 
que. "ao invés dessa temerosa vigilância o programa deve­ 
ria instituir um -eriço de Promoção social. 
Sobre a ação de alguns representante- no Funrural o 
Deputado ergo Cruz dis-e: 
No e111nn10. o pnnoramu que :;t" cnrrc,ê é e-ta cena «de 
humilhação ao velho camponês, cujo ace-o ao- beneficio- do 
Funrural é uma peça de final mai -ou-menos trágico, À intro 
dução é o canto de sereia" com nota- revelando um fim de 
vida menos cruel e os capitulos subsequente-, a agre--ividade 
de uma inspeção inflexivel. uma burocracia reflexiva do mái 
mo de pouca vontade, e não raro, a má fé de muitos fureio 
narios ou representantes que, no usufruto de um estrutura 
imediatista, e cumpliciam a esquemas incompatieis com a 
verdadeira finalidade do programa 
Muitos chegam a agir como e fo--em as própria- nor­ 
mas «do Funrural, como e, ao invés do simples dever de 
exercer uma atividade ara o qual foi instruido e é remune 
rado e-tivesse fazendo um favor ou dando um adjuntório ao 
homem de muita idade e humildade que bu-a o que lhe é 
tladu por clirciru.

'l'l'il>u11i1 da Fronleira 
.I l 
j!) de ,)Ulll,u Jt· l!lí.i 
" CASINHA f .LIZ" 
Centro de Orientação Escolar 
Direção: Prof. Maria Lourl'iro Pinli('in, 
D'+«.Primário e Maternal 
Matriculas Abertas 
IIOH,HIO da- ª·'"' li, :1- lo h-. 
A11lar- ParlÍ<·ulan·~ no pniodo da Tarde 
11,. 1 a - 1 " 
Prefeitura Municipal de Caracól 
Fundos de Particip. dos Municipios 
O Prel' •ito .lurdci1ial de Carnc:ol. I•: ·tac!v tit' 
Mato Grosso, torna público para os efeitos do dis­ 
posto no rt. }», du Hesoluç·;'.io u" l 18 i2, de 0(j 
de dezembro de 1072, do T:·ibunal de 'outai,; dtt 
l Hifto. qu • os recursos do Fuuclo de Part;cipaçilo 
dos :lu11icipius. IH> C>Xcrcicio de 1974. tiveram u 
Heguin1es aplicações; 
I - Resumo Geral 
Dr. Késio Loureiro Pinheiro 
Advogado 
Rua Antonio Maria Coelho 22l 
Bela 
Aplic:-ição cm Despe:-m, de Capital 
lftPEÇllRlll MODELrlR 
de ,Juarnz Rodrigues 
"Trnbalh1,mos com perl'eiçüo pura continuurn1os 
a ser o modêlo no rnmr1 de tapeçaria" 
reforma qualquer tipo de móveis-, E-tofa«dos, Colchoe­ 
de mola-, Capota- de Jeep, e estofamento- de veículos em 
geral. 
tende-- Domicilio Fazemos )reatento sem 
Co111prnt11i:-:-•. 
Avenidu 11 de Dezemb,:> 126 - Jardim-Mt. 
Jornal "Tribuna da Fronteira" 
(lli-S,·1111111:'irio fundado em 2.i/2/7:!) 
H,.-~i:-:tro no Curtl,rio eh· Titulo:,; t· Doc11111c11to~ n.n 1066 
Proprieclude da Empresa Gráfica Tribuna da 
Fronteira 
CGC 0.3201266/0001- Inscrição Estadual 13059232-3 
Expediente 
Diretor e Editor-Chere - lntldo Pereira 
Colaboradu1·es - Diversos 
a) Saldo r11tcrio1· C'rS 4.702.3!) 
b) Total rPcebido no exc1·- 
cicio de lD7 .J « 1 1.G0J..23 
e) Total aplicnclo no 
exercicio de 1974 
d) aldo para o exer­ 
cicio seguiute 
» l !i2.122.2ü 
» 27.081,38 
OFICINAS 
Gerente - Ç}i/,,,,, .:Silva .Sa111cs 
l:'-íPRE ,_ Ao - dfuiw,, lltdair /C/,.·fd 
COMPOSIÇÃO - 0ale e(quine d cus Che!o Q'A 
... 	• '"' t '' - te! 
ô. ±te. lerse ]2. @ata. ±'is • p, dr 'Reee 
. Con1..:essüo de publicidade nüo implica em 
compromisso politico ideológico·· 
.-srnn111ra Anual: lida Yista - H0.00 
Outros :l1111i,·ipio, _ 
90
,
00 
Redação, Administração e Oficinas: 
lln I Üuquc, de Caias </na Bela 'Vista Mato (' 
»los-to 
(l'eno <ln Colégio Ca-elo Branco) 
a] Ensino Primário: 
t - ,quisiçãr, de livros pa rn 
n, bibliotecu. Municipal, ela Dis- 
tl'ibuidora de Livros Dou- 
rados Ltda 	CrS 
2-Pago a Con:. Id, ad. Bu­ 
tillani Ltda. pela aqui-i;ao de 1! 
carteiras escolares 	Cr l..i29..)U 
b) Demais etores: 
I- Administração Financeira 
Pago a Famaq. Ltda. pela 
ª'"i,ic;ào ele I maquina de «e-rever 
U ivetti, linea (88 	Cr:S ;l.()i.i,00 
2 - S,•rviço .lunicipal de E,1rada:0 
de Iodagem. 
lago à Males /A. Com. e Ind. 
de Maq. ref. a I prestações finai­ 
pelu aqui•içiio de 111aquin:c;: rodo- 
Yi:írias. de CrS l.818,:W nulu CrS 11.273.12 
,qui;:içiio de cime 1110 ,. 1·a,-,·:tlltos 
para eonf,·t·~·in d,· bueiro,:, para tes- 
1 rada- e ruas da cidade Cr 7.:1:l.'i, 15 
l'ago a Com. Id. ad. Batilanni 
Ltda. pela confecção de l corroccria 
de madeira para caminhoneta 
I· nrd-F, 100 
H'ago la parcela de amortização da 
divida contraida atraves do PA>E} 
para aquisição de l 11101011ivcladoru • 
'! 01al da D,·,1H·,as <lt:: Capi1al 
II - Aplicação em Despesas 
al Ensino Primario 
Despesas de Custeio 
Tran!'"Íercrv:ius correntes 
h) Saudc e Sancan1l'11l0 
Despesas de Custeio 
Tran:-,fcrcncins corrente~ 
e) Bct•urso.; N:11uru_is e Agro•Pcc·uario 
Despe-as de tu-teio 
Transferencias Correntes 
d) Serviço Municipal de Estrndas de 
Rodagem. 
Despesas de Custeio 
Transierencias cor:entes 
e) Bem Estar Social 
Despesas de Custeio 
Transferencias Correntes 14.636,24 1.J.63G,24 
'I otul das Despesas Conentes t 2-1.900.49 
IV_ - Torna publico ainda, q;_;e, no exerci cio de 
191-l, nao toram alienados bens adquirid 
re'!ursos do Fundo de P,1rticipação dos ":11luº~ . c_om 
desde ]!)67. 	- nrc1p10s, 
. Prel'eitura :'>lunicipal de Caracol illt 1 e de 
ITIUIO ele 1975. 	• • " 
André Tleu Ocampos lct· G 
PrE:feilo ~luni!'in•I] 
1
, a ll' _odoy Pereira 
 
· . . • ,., 	esoure1re, ill • • l 
isto._Albertino Rodrigues Russo um1erpa 
I'ecmco em Ccntabilidade. 
7.G8Ci,OO 
-1.000.00 :z:; 006.27 
3.221.77 
Corn--ntes 
-19.616.00 
12 .. 16.~.ou 
16.:l7J.S8 
-J9.6]6.00 
CÂMARA FEDERAL 
É NOTICIA 
] 2.16.i.U0 
l(d7],.'>8 
31.811,67 
'31.811,67 
O deputado Gasto 
Muller (Arena) transmitiu 
apelo do deputado esta 
«dual Airton dos Reis no 
·eulido d• que o !BOI·: 
promova a criação de 
HUélt; N•]Jf'C!-Clllações eni 
todo.-; os municipios de 
Mato Grosso Ode 
A pulado Viceute  :rnlo 
.(Arena) trausmitiu apelo 
ela Câmarn Municipal rlc 
Poconé 110 !lentido de 
que seja moctmcado e 
o traçadu da RR-07(), a 
l'im de aproveitar a ro 
dovia que liga o munici 
pio a Cuiabá, atingindo 
também Cáceres. - (J 
deputado 111tôuio Carlos 
(MDB) solicitou ao Cou 
selho a,::ional do Petr6 
leo a redução dos preços 
de combustíveis em Co 
, um bá e Laclário, infor 
mando que os custos de 
tais produtos naquele, 
municípios são os mais 
elevados cio p~ís - O 
deputado Ubaldo Rarém 
(Arena) del'endeu a inclu­ 
são, 110 programa ele de­ 
senvolvimento do cerra­ 
do. dos m u u i c í pi os 
de Jardim, Bela Vista. 
Caracol. Porto .lurli.nbo 
e Guia Lopes da Laguna 
- Ubaldo Baréru tam 
bém reclamou do Minis 
tério cios Transportes a 
pavimeutaçITo da BR-473 
no trecho Ponta Porã­ 
Douractos. O depufn 
do Rezende JIonteiro 
(Arena-Gó) solir:itou ao 
ministro Dirceu Nogueira 
o asfaltamento da HR-070 
qo<:: liga Brasília a Mato 
Grosso. 
O <lepu1ado Gasl:io jfoller 
(Arena) lamentou o falecimrn 
to do Advogado Clodoaldo Hlure 
gurney sobrinho, ex-vereador 
rio 111unicipio de Campo Gran 
dí'. - O depu1ado Anwnio 
Carlos ()1 D I:!) ,·ohuu a recb 
mar a di,-i,:io do Esiado - 
O deputado Bent"di10 C:iune 
las (Arena) solicirnu a inclu 
s:io de Hondon6polis na regi-Ou 
d:! Amazônia Legal. pi u uíru· 
ir ele incemi, os finais - O 
dcpu1:1do Ga•tiio ,1 uller (Are 
na) registrou o aniversário d 
fundação do municipio de 
arzea Grande _ Con,o,n 
le projeto de aulnria do dcpU 
lado Uh:ddo l:!artm (Arenn-:ÍI); 
aprovado pela Camara, sera 
denominada Hodovia Dr. E-ti 
cio )luniz o lrecho da BH-;l62. 
que liga Campo Granel.:. ,Aqui 
dau:111:i e Corumbá. no E,t::d
0 
de Mato Gro--o. 
----- 
Tubos. Tintas. Azulejos, Vidros Conun . . . 
E uma lnf" "d d" d . • 
1 
tos amtartos, Arames. 
'"
1 0 
- e Artigos 	. 
• 3}IZNDIDO 2O z.. Pgro o_Cliente Exigente. 
Rua ce Temos çi·iíó ara pi5,yAl Zy±)ALUA 
:..-----------~":.:.:_.....::'_u.:.:v..:e:.:':.:'c:.:i::o_:8::_l:_:f>~--~==---__: e_ntrega em Granel~ E toq 
Guia Lop d 	ue 
' es a Laguna ilato 
Ferrros. Chapas, 
Ferragens, 
Grosso 
-

Tribuna da Fron{clra 
Bela  lsta :ili. 	22 de Junho dt• 1.ffi:-i 
INDICADOR COMERCIIL 
SERGIO ROBERTO 
PER DI 
ADVOGADO 
ESCHlTÓRlO Hua General O0-6rio. 825 
Bela Vista nlalo Grosso 
HiDICllDOR PROfiSSHINDL 
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que de ... , r pa;...a .111, .. ~11 .. 
familiares par tia. de guru-, 
ta-o a Cia. de '"•';!ll· 
ros alegue que o motorista 
que atropelou a vitima do 
te culpa no acidente, ainda 
a-·im os familie- tem direi 
to à i uclt- n i 1~.u;Jo. 
O .-t":,!'tro obrigatório de 
,efrulol'" toi ,·riado ,.,..,,. nul 
tente para o beneficio da­ 
vítimas, deenlo a -gura«dora 
pagá-lo de,de logo, eu e 
coitar em quem fei o vulpa 
,lo rwlu e, 1·1110. Proe111 ,. uni 
logalo e ingre--e eum uma 
ação de cobrança, mediante a 
qual, -em qualquer divida, d,· 
veio os familiares reel r o 
q11:1111u u qtw Ct·m di11·i10. 
Nascimento no 
Estrangeiro 
O filh, ,1,. brJ-rl,·í, o 1111• 
cido no rerior pode adqui­ 
rir a rnwi111rnlida
1ft· bra-d,·i1,t. 
ba-tanlo qur ·vja regi-tra«do 
('ltt c:{111-ulado. Feito i-to. t .. r;Í 
t·o11 .. ide1adu hra-.ilt·iru 11aru. 
-em quai-quri proid·ncias 
pn .. Ct'rion•-.. 
Noiva 
n<Ida 
Abando 
::-,it• li ,.,•u t."·l10JO ,1,,.,f., 
lÍll ,(11 ,·a•~llll('tl[f) -("UI ju IO 
motiH,. , o' terá direito a 
plt:Ílt',ir 11111.1 ir11lc:."11i1.a1;.l••· n.,,, 
-ó prelo emprego qut perdeu 
k u .. n t ,. Jl fJ :.i d t' i , .t d u 
o t.· 111 p r, :!1> par::i ca .. :,r) 
l"OIIIU pnr 4J!lai-1p:,·r (JUlr/1 .. 
tft·•J)C'--;i .. ,·ft·tu.Hfa .. ,·111 nt:t~o 
do futuro casamento. 
Pruprit.·l;Írio ... - 
CASA SÃO JOSÉ 
De José Destefoni 
Vendas só no Atacado 
Coca-cola. Fanta ·•Katira", Skol em laia e garra•a, Trigo Tosco 
Ovalado Argentino. Arame ilot.a. Secos e 
V,-.1ult!1no:-: 1n111bé.1n o Oleo maito prcfrrido tia Hu;!i:lo. O F::uuu:iu Ólt:u ~l:1ra,.:;oja ••l} 
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10 X 1, Querozene ,facaré. 
.lolharlm:. em Geral 
Óleo da dona de casa que -ale 
Arame 
Jardim - Mt.

CONTESTDNDO o INCONTESTI VEL 
Fernando obre Filho 
Isto que o bom sen­ 
HO e II lól{il'a Hômente 
podem chamar experi­ 
enciu mas que os incnu­ 
Lo!', ou os de má fé con­ 
Vé11t11 ram qualil'icar de 
abertura, trn11sl'orn1011-se 
no momento que ulru­ 
vessumos num tios epi­ 
Aótlim, mais Hérios da 
vida nacional por isso 
ques obre o 111e81110 pode­ 
r.io ser tecidas cuidado­ 
sas e(l11siderações e avi­ 
ventadas inteligentes 
lembranças, 
Em vários momento da 
ltist(1ria Pútria as fi'or­ 
ça Arma dai.; do Brnsil 
foram convoca«las para 
i11tervelH,:ões necessárias 
es8as l'ot·ç,,~ que niio ele 
tlireilo mas de fato se 
con:-tituem 110 poder li­ 
Jitat·, pot· formaçilo pot· 
imdole e por convicção 
sempre demonstraram 
que. clen1ocráticaf', tem 
desenvolvido o maior es 
pirito civilista. Poder-se 
ia sei receio afirmar 
((Ue os IIOHS•JS militares 
são mais civilistas do 
que muitos civis, pelo 
que se 111<'!:i atl'ihui aliso 
luta isenção de precon­ 
ceitos u integral ausên- 
ciu de seutimento d 
casta. A realidade é 
que, logo apús as suas 
inte!'venções que nada 
têm de semelhante com 
O' prouunciamenLos sul- 
amMican s as Forç:a 
Armadas depois terem 
recnlocados os desr:al'l'i­ 
lamentos nos resiJeetivos 
retiravam-se parn os 
quartéis eutreg,1ndo aos 
paisa1ws u nossa admi­ 
ni tração nucionul. • E - 
pern ,·am assim. pacien­ 
teme:1te, sernm nova­ 
mente requi'itadu.. pa­ 
ra repor outra vez nos 
t!'ilhos o. constantes e di­ 
to descanih,.menlos prn 
"ocadus pelos políticos. 
Em t95-1, a 31 ele 
março entretanto dois 
aconteeimentos e duas 
• transições ambos ela 
maior lrnncendencia se 
vel'il'icarnm. .- 31 de 
março requisitada;; que 
foram pelo povo as For 
ça A!'madas para o 
Brasil da hecatombe ,que 
os l'Uosos cuidaclosameu 
te pt·epanll'am. intervie­ 
ru m decisivamente com 
a coragen:. e o patriotis 
mo que as caracterizam 
Mas desta vez, leprovi­ 
dos que foram os clelri­ 
tos, as Fol'ças Armadu8 
depois da vitória resol­ 
veram fazer uma r·evo­ 
lução, na qu::l procura­ 
mm demonstrai' como de 
lllOIISll'al'tlíTI que a pre­ 
ponderclncia das ueci­ 
sões militares poderia 
ser benél'iea, eomo l'ato 
e l'omm, em vista da 
co111pPtênciu da c11lturn 
e das cnnvh!ções que 
1;s tnilit•u·e • provaram 
possuir. Convictos de 
que principalmente sem 
o COIICUl'SO cios sufrá­ 
gios u 1iversnis, OA mili­ 
tares poderiam selecio­ 
ar os civis para em 
conjunto eacet.1rem a 
mag11a tarefa ria recon • 
trução e higienização 
nacional propu ernm-se 
o::: reYolucionários de (i 1 
a revolucionar; ou seja 
a rel'ormulur os usos e 
costumes bem como as 
l'nlsas -:oncepções cios 
principio: da Democra­ 
ciu. Realizou-se, assim, 
o que universalmente 
passou a ser qualificado 
como sendo o milagre 
esse que se realizou 
11:lo apena no campo 
eCO!IÔlllico, e tudo leva 
u crer, que c,rntiauarú 
·e realizando também 
no ::-ctur ~o.:iul e Ih! politieo. 
Entre 1500 e 1961 
érnrnus um pais possui­ 
dor de un, imenso terri­ 
tót·io continental. con­ 
quistado pela bravurn 
pela raça e pela iuteli­ 
gêneia da heróica gente 
brnsileit·a. Nossa impor­ 
tância nós a conhecia­ 
mos mas tínhamos run- 
rladas dúvidas quanto 
ao eu prnstigio no 
contexto universal, da­ 
do que vivemos num Es 
tado desorganizado. con 
fuso e il'responsável. lfo 
je somos uma Nação, 
admirada e respeita.da, 
quancl? niio até inveja­ 
da, cujo prestigio inter­ 
nacional é indiscutivel. 
H je somos uma Mação 
c~m justit'icadas preten­ 
çoes e potencia. E a 
quem devemos tudo isto! se não 
a diretrizes, sob a preponderãcia 
111il11ur, cnce1:11ln,; de 61 para cá? 
Desta forma (l terá sido uma 
contra revolução que pelas cir­ 
cunstancia, e pdas opor1unidn­ 
des, pelos planos pré estabeleci 
dos e pelas convicções enraiza- 
das se transformou uuma 
ver d adcira Rcvo 
lução Brasileira de .l!)(i l. 
esta que teve e conti­ 
nua L ndo na prcponde­ 
rància militar, que se 
constitui no Poder Re­ 
volucio11ál'io. o seu u 
licerce. Seria pois. im 
perdoável que os milita 
res, em face do suCt'I:' 
so em vistu cios resulta 
dos que ol'er •cem ao 
Bn1sil. vies em H de:er 
tar da lareYa que o Oes 
tino Ih q r sel'vou e 
que honra e o patriotis 
1110 lhes impõem. Seria 
mesmo inconcebível que 
tal sueerlesse e, porta­ 
t,1, esteja o Brasil tran­ 
quilo pol'que segul'tlme11 
to não há de suceder. 
E nio sucederá porque 
as Forças Arntttclas tem 
ampla noção elas res­ 
ponsabilidades qu':! lhes 
l'oram atribuidas pela 
Pé.triu. 
O ciclo parn o cum­ 
primento da magna tare 
rn conferiria ao Poder 
Revolucionário pela 
consciência cios brasilei 
ros responsáveis e que 
i'ará rio Srnsil uma p::i­ 
tência ele maior grande­ 
za ainda demanda um 
esforço minimo de vin­ 
te anos. E a mugua ta­ 
refa não ·e inter-rnmpe­ 
rá para satisfazer a uma 
clúzi,1 de câ11didvs e a meia duziu 
de russv.<: J.'N<JIH' se assim fosse 
admitido. dariarr11.,s pro­ 
vas de uma i111'itlita. par­ 
vonce, o que estaria em 
completo desacordo com 
o reconhecido de: evo!­ 
vimento mental do· bra­ 
sileiros. 
Não teria sentido ad 
mitir-se a hiµótese de 
perder, nem que fosse 
uma parcela, cio que l'oi 
brilhantemente conquis­ 
tado; quando mais cor­ 
rer risco rle arrninar 
tudo. 
l-to que os impreviden 
tes ou os adversários resolve 
ram explorar sob dc:nominn 
ção "aberturas" palavra que 
diga--e de passagem, o pre-i 
dente Geisel jamais pronun 
ciou, passou a dar ensejo em 
dctcrmin:nl:,, esfera, à muni 
resta ç ii o de. incongruente:; 
(."'OnLCl"tadorcs que, como é na 
tural persistem em fugir da 
rcnlidudc ou cm . deturpar as 
evidências. 
Existem contestadores 
porque imbuidos de princípios 
democráticos que não podem 
usais perdurar em face da guer 
rn Hcvoluciouáriu. Existe,; os 
constestadores impederidos 
porque na execução de ativida 
des que lhes são ditadas pe 
lo- russos, E, rote-ta«dores t 
i-tem -implemente pelo pra 
zer idiota de empre, conte 
t ar. E, ·io tess ,. i,. u~ 
que conte-tam; ainda bem 
que em insignificante minoria 
po--iel contestar o ineonte, 
tá«el. E o tragicómico; ena 
o imbecil ou o ab-urdo h 
tudo isto e que ei-tem conte. 
tadores a compor os quadre 
admini-trativos da elite gover 
coto e por ventura fosse namental, 
T J D 
. 'er'iço da llcgiflo" 
.-no I ela Vista MT. 1906 75-- N" 155 
O brasileiro Ernesto 
Imbassahy de !ello. elei­ 
to pl'esidentP cio R.r;tary 
luternacional para o bié 
nio 7-:'J. 7(i, está ba. tan te 
i11tere sado n:t oluçJ.o 
do ·problema do menor 
abandonado em nosso 
País, quando deu conhe­ 
cimento de um extenso 
plano dr atividade em 
todo o tel'l'itório nacio­ 
nal, procurando aten­ 
der a um apêlo do Pre­ 
sidente Ernesto Geisel 
no sentido de o!lnr a 
questão com carinho 
que ele merece. 
O Presidente do Ro­ 
tary que tomará pos e 
dia 1 ° de julho, mesmo 
antes de sua posse já 
realizou inúmeras visi­ 
tas a serviços da FUN A 
BE.1. em companhia do 
seu Prnsidente Dr. ila­ 
l'io Altenl'elder, e dema­ 
is assessorns da Funda 
ção do Bem-Estat· do 
.lenor. 
Na pat·te- dos ·clubes 
o Sr. Imbassahy afirma. 
Concordamos com a 
exposição que se secrue 
sob a assinatura daque­ 
les dedicados companhe 
1ros. constituidos em co­ 
missão para também re­ 
presentar-me junto aos 
clubes e companheiros 
de Rotary Clubs no Bra. 
sil tendo por objeto 
o rderido projeto ampliar a ori:a 
nização, cuordwar os seus trab'"a- 
□
lhos e para êsse at'elo 
a necessidade de um 
presidente leva-me. de 
acõrdo com os membro 
daquela comi ·são, a de­ 
signar o companheiro 
Américo Rodrigues Cam 
pello para assumil' o 
cargo de presidente, 
coo tanclo com a continu 
idade da colaboração 
dos demais, como mem­ 
bros da referida comis­ 
são. 
É um desafio: "0 
problema constitui um 
desal'io a toda a ocie­ 
dade. Participamos do 
contexto social. A dedi· 
cada colaboração dos 
rotat·ianos levar-no á a 
fazer a Il'ossa parte. O 
presidente da RepúbJit;íl 
general Ernesto Geisel, 
em sua mensagem de 
março de 1.974 tleu relê 
vo a êsse problema de- 
clarando ou c,:,rnplemen· 
tando as atividades a 
cargo dos Estados da 
Federação e dos municl 
pios". 
Preço Deste 
Exemplar Cr$ 1,00 
Com 
LETRO MINI LAR 
- 
em getal 
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Profissional seu Crédito é aberto 
A vertlda Duque de Caxias, 
653 
Fogões 
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de ROALDO TERRA DO AMARAL 
Móveis e utilidades domésticas 
Berços - 
Carteira 
Fone: 186 
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Mato Grosso