TRIBUNII PIPITO MORIES SARMENTO No jornal nº 147, pu bllcumos um artigo lati lutado "Paplto: Um escla recimento necessário" on ele defendíamos o sr. Ab dali a Sain (Papito) dus calúnias e perseguições de elementos gananciosos por ocasião de sua cam punha de vendas de g~ 11erot1 alimenlicios por prêço baixo. O sr. Deo cleciano de Vasconcelos enviou um exemplar do Jornal ao jornalista e ra dialisla Moraes Sarmento da Rádio Tupi ele São Paulo, que em seu pro grama. ouvido por mi lhões de pessoas. leu a uossa mensagem e olo giou a justa deresa quo fizemos do Papito. Rece bemos também de São Paulo, carta do jovem Diam:ir Brunet, parabe nizando a Tril)unn pela atenção que meree u do famoso programa "Mo raes armento'. ossos agradecimento: ao sr. Dcco Vasconcelos pela iniciativa e tambem ao radialista Moraes Sa' mento pelos comentários a respeito da nossu TRIB NA DA FRONTE R.. FUNDADOR E DIRETOR rrn:Po 'AVEL: JVALDO PEREIRA A O iV Reduçáo, 0l'icina e Adminislrução Rua Duque ele Caxias SiN Hrrn Rela Vi ta. 19 de Junho ele 1975 MORAL, SEVER UE TOS, RESPONSABILIDADE , UBALDO BAREM FALA BELlViSlftO. SOBRE O POLOCENTRO Em pronunciamento na Cfimara dos Deputa rlos, o parlamentar Ubul do Barém, solicitou me dirlas parn o desenvolvi tnento ela região de Ma to Grosso, assim se ex pressunclo: no tia 29 de janeiro último, como ln tegrante da hancaclit por Mato Grosso, estive,rnos presente no Palacio cio Planalto ao ato ele assi natura, pelo Presidente Geisel, do Decreto de criação cio Programa de Desenvolvimento do Cer rado. Hoje, quando se a­ dotam medidas tendentes a viabilizar a execução do Programa, vimos su gerir a inclusão, pelos setores próprios cios Mi nistérios do Interior, A gricultura e Plunejamen to, das áreas servidas pelas BRs 60,267 e 4Hl, nos trechos Jardim 0ela 'ista, Jardim-Porto Mur '><,;:.<:-><, - - i>--..-X-·'Xf'•=-=::-:::-:===::-'>-<-X:-x; Novena N.S. Perpétuo Socor Quartas feiras as 15 horas Educação Hural de Campo Ouça a ro, toda::- as pela Rádio Grande. linho e Jardim, porquan to s0"% dos tenilórios desse :'llunicipios são cobertos por cerrados ele pmneirn qualidade, justi l'icando-se, assim, plena mente sejam contempla cios com os beneficios resultantes da concretiza ção desse programa ela mais feliz inspiração. DECUlRDÇiO O abaixo assinado declara que perdeu os documentos cio veiculo marca - Ford - F 75 - Ti­ po PicK-up, utilitário - ano 1.972 - cor verde jangada Cbassis: C 95AA 343-525 HP 9o - Confor­ me propriedade nº 6485 de Ponta Porá. Assim como a Ta:xa Roclovlári a e o Seguro. Jss. José Maia Costa. Bela - Vista. Junho de 1.975. '' F0RDCIIR '' "Financiamento próprio, carros novos e usados Pl'ça~ Originaí!- FORD Lubrificantes, Acessórios, Equipamentos para Qualquer Tipo de Carro '•Fordcm·. a Firma que veio pura Ficar" Duque de Caia- 1235 Bela Vi-ta M. UMA OBRA QUE FZ G Já não temos mais dúvidas em al'irmar so bre a concreta rl'alidade que transformou o gran de sonlro de nossa gente mormente os desporlis t; em virtude do êxito com o qual se coroou a campanha ele subscrição dos Titulos Patrimoniais ela LER, cujo l'inul está MIIRITONR CICLISTICfl O Grêmio Pedro' Ru fino promoverá !!O - dia 29 do corrente as 9 lJo­ rns uma maratona ciclis tica para crianças jo­ vens e adultos. As ins­ crições poderão ser fei­ tas na sede social do clu be, que ofere::erá trofé­ us e Q1edalhões aos me­ lhores colocados. A atu­ al Diretoria do GRP vem desenvolvendú uma profícua gestão, dando prioridade ao setor es- portivo numa demonstra çio objetiva do real pa­ pel do GRP na scieda­ de local. Segundo infor­ mações de elementos li­ gados a Diretoria. o Grêmio intensificará as campanhas e promoções sociais visa11do uma me lbor as&,istência aos só­ cios e freqn,mtadores. Cr$ 1.00 deste Exemplar Bi-Semaoúrio N 156 bem próximo, com as última visita sendo e fetuadas pela equi;;e res pousável por este setor. Alils, é de se destacar que não fosse o critério das vendas. feitas exclu sivamente. através ele in diração de pessoas res ponsá veis e já teriam'>s visto o epilogo da cam panha. Com o criléri1 da escolha a LEB, atra "és de seu departamento social pode trauquilizar se por que su .. ge a tmnqui !idade de no futuro fun cionar a carteira de re cebimentos com os quais será possivel construir a obra. REDJUSTE NO VIILOR 011 DPOSENTBDORIII Mensagem, preconizando o reajustamento para um sali rio minimo o valor mensal de aposentadoria concedida pelo Funrural, foi encaminhada ao Ministro da Previdencia Assis­ tência Social pela Assembléia Legislativa do E-tado Além do reajuste, o expediente, oficial ressalta a neve­ idade de adoação de normas mais flexives, de modo a per­ ,uitir que o trabalhador beneficiado posa exercer atividades compativeis com a sua idade. a justificativa, o autor da proposição. Deputado Sergio Cruz comparou: -"se com um salário minimo é praticamente imposivel viver, imaginemos a situação de quem obrigado a depender exclusivamente da metade deste salário". Mais adiante, falando da flexibilidade. Sergio Cruz e-- tranhou a ação rigorosa da inspetoria do Funrural, sugerindo que. "ao invés dessa temerosa vigilância o programa deve­ ria instituir um -eriço de Promoção social. Sobre a ação de alguns representante- no Funrural o Deputado ergo Cruz dis-e: No e111nn10. o pnnoramu que :;t" cnrrc,ê é e-ta cena «de humilhação ao velho camponês, cujo ace-o ao- beneficio- do Funrural é uma peça de final mai -ou-menos trágico, À intro dução é o canto de sereia" com nota- revelando um fim de vida menos cruel e os capitulos subsequente-, a agre--ividade de uma inspeção inflexivel. uma burocracia reflexiva do mái mo de pouca vontade, e não raro, a má fé de muitos fureio narios ou representantes que, no usufruto de um estrutura imediatista, e cumpliciam a esquemas incompatieis com a verdadeira finalidade do programa Muitos chegam a agir como e fo--em as própria- nor­ mas «do Funrural, como e, ao invés do simples dever de exercer uma atividade ara o qual foi instruido e é remune rado e-tivesse fazendo um favor ou dando um adjuntório ao homem de muita idade e humildade que bu-a o que lhe é tladu por clirciru. 'l'l'il>u11i1 da Fronleira .I l j!) de ,)Ulll,u Jt· l!lí.i " CASINHA f .LIZ" Centro de Orientação Escolar Direção: Prof. Maria Lourl'iro Pinli('in, D'+«.Primário e Maternal Matriculas Abertas IIOH,HIO da- ª·'"' li, :1- lo h-. A11lar- ParlÍ<·ulan·~ no pniodo da Tarde 11,. 1 a - 1 " Prefeitura Municipal de Caracól Fundos de Particip. dos Municipios O Prel' •ito .lurdci1ial de Carnc:ol. I•: ·tac!v tit' Mato Grosso, torna público para os efeitos do dis­ posto no rt. }», du Hesoluç·;'.io u" l 18 i2, de 0(j de dezembro de 1072, do T:·ibunal de 'outai,; dtt l Hifto. qu • os recursos do Fuuclo de Part;cipaçilo dos :lu11icipius. IH> C>Xcrcicio de 1974. tiveram u Heguin1es aplicações; I - Resumo Geral Dr. Késio Loureiro Pinheiro Advogado Rua Antonio Maria Coelho 22l Bela Aplic:-ição cm Despe:-m, de Capital lftPEÇllRlll MODELrlR de ,Juarnz Rodrigues "Trnbalh1,mos com perl'eiçüo pura continuurn1os a ser o modêlo no rnmr1 de tapeçaria" reforma qualquer tipo de móveis-, E-tofa«dos, Colchoe­ de mola-, Capota- de Jeep, e estofamento- de veículos em geral. tende-- Domicilio Fazemos )reatento sem Co111prnt11i:-:-•. Avenidu 11 de Dezemb,:> 126 - Jardim-Mt. Jornal "Tribuna da Fronteira" (lli-S,·1111111:'irio fundado em 2.i/2/7:!) H,.-~i:-:tro no Curtl,rio eh· Titulo:,; t· Doc11111c11to~ n.n 1066 Proprieclude da Empresa Gráfica Tribuna da Fronteira CGC 0.3201266/0001- Inscrição Estadual 13059232-3 Expediente Diretor e Editor-Chere - lntldo Pereira Colaboradu1·es - Diversos a) Saldo r11tcrio1· C'rS 4.702.3!) b) Total rPcebido no exc1·- cicio de lD7 .J « 1 1.G0J..23 e) Total aplicnclo no exercicio de 1974 d) aldo para o exer­ cicio seguiute » l !i2.122.2ü » 27.081,38 OFICINAS Gerente - Ç}i/,,,,, .:Silva .Sa111cs l:'-íPRE ,_ Ao - dfuiw,, lltdair /C/,.·fd COMPOSIÇÃO - 0ale e(quine d cus Che!o Q'A ... • '"' t '' - te! ô. ±te. lerse ]2. @ata. ±'is • p, dr 'Reee . Con1..:essüo de publicidade nüo implica em compromisso politico ideológico·· .-srnn111ra Anual: lida Yista - H0.00 Outros :l1111i,·ipio, _ 90 , 00 Redação, Administração e Oficinas: lln I Üuquc, de Caias E} para aquisição de l 11101011ivcladoru • '! 01al da D,·,1H·,as lunicipal de Caracol illt 1 e de ITIUIO ele 1975. • • " André Tleu Ocampos lct· G PrE:feilo ~luni!'in•I] 1 , a ll' _odoy Pereira · . . • ,., esoure1re, ill • • l isto._Albertino Rodrigues Russo um1erpa I'ecmco em Ccntabilidade. 7.G8Ci,OO -1.000.00 :z:; 006.27 3.221.77 Corn--ntes -19.616.00 12 .. 16.~.ou 16.:l7J.S8 -J9.6]6.00 CÂMARA FEDERAL É NOTICIA ] 2.16.i.U0 l(d7],.'>8 31.811,67 '31.811,67 O deputado Gasto Muller (Arena) transmitiu apelo do deputado esta «dual Airton dos Reis no ·eulido d• que o !BOI·: promova a criação de HUélt; N•]Jf'C!-Clllações eni todo.-; os municipios de Mato Grosso Ode A pulado Viceute :rnlo .(Arena) trausmitiu apelo ela Câmarn Municipal rlc Poconé 110 !lentido de que seja moctmcado e o traçadu da RR-07(), a l'im de aproveitar a ro dovia que liga o munici pio a Cuiabá, atingindo também Cáceres. - (J deputado 111tôuio Carlos (MDB) solicitou ao Cou selho a,::ional do Petr6 leo a redução dos preços de combustíveis em Co , um bá e Laclário, infor mando que os custos de tais produtos naquele, municípios são os mais elevados cio p~ís - O deputado Ubaldo Rarém (Arena) del'endeu a inclu­ são, 110 programa ele de­ senvolvimento do cerra­ do. dos m u u i c í pi os de Jardim, Bela Vista. Caracol. Porto .lurli.nbo e Guia Lopes da Laguna - Ubaldo Baréru tam bém reclamou do Minis tério cios Transportes a pavimeutaçITo da BR-473 no trecho Ponta Porã­ Douractos. O depufn do Rezende JIonteiro (Arena-Gó) solir:itou ao ministro Dirceu Nogueira o asfaltamento da HR-070 qo<:: liga Brasília a Mato Grosso. O ~--~==---__: e_ntrega em Granel~ E toq Guia Lop d ue ' es a Laguna ilato Ferrros. Chapas, Ferragens, Grosso - Tribuna da Fron{clra Bela lsta :ili. 22 de Junho dt• 1.ffi:-i INDICADOR COMERCIIL SERGIO ROBERTO PER DI ADVOGADO ESCHlTÓRlO Hua General O0-6rio. 825 Bela Vista nlalo Grosso HiDICllDOR PROfiSSHINDL Dr. Pedro Palmieri Advocacia em Geral Hun 15 de No, l'Jnhro 170 Fone 237 Bela 'i,111 .'>tT • fUHU ·MURfmNO Médico Rua 15 de OYemlH'O, 7;j - Bela Vista - Wl' ===HAROLDO MEDEIROS=== - , ()'()(;, uu U,B - .IT. 1 IU:l Cl'F 008,29.>.870 Rua 15 ele Novembro 177 - Bela Vista ilL. Dra. Maria Aparecida Zanda Grella Cirurgiã - Dentista (CRO-387) 0cloutopecliatria Prótese em geral - Raio X "Consultas com hora marcado" Hua Cel. Juvéncio 237 - ]ardim Mt. Instituto Psicotécnico SUDOESTE Exames Psicotécnicos para Motoristas PAnrndon:,., e rofi,,io11ai,- Praga Cel Ca111 i:-ào no. 5:3 llUGt,, '.!.0JJE~ f.l~ 1Ali'UH,~ ,,., J'.iH. Representações Cereal Ouro Ltda Adubos ··TREVO" - ln;;rticiJa,- - Ba11l11·iro Metálico "rertillzondo com Carinho o Nosso Terra" lt·rn ír,·11ll" 11 Hcc1·i1n F,·dn,d) f.l,•Ja "i•la • !1. Lanchonete que se imnpos pelo atendimento Solgodinhos - Bebidos Nocional Londres - hamburgsr - Bauru - Mote , Lanchonete mais completn da cidade Perfeito ·erviço de ,te11dimento Hua Duq,a· de Caias /N - Bela I Í•l:t .li. ( Em frente ao Ginasio Atrop~lc:me to Charutaria e Bazar Estadual ) 1 AmericGno Atac-ado ,. no "arejo Bt•prr ... t•nt..1111t· da ~0~1.;t Cruz Aberto até as 22 h . Bijouterias. :liudezas em Geral iYenitla Duque de Caxia • ;i:2;i - Jardim Mt. 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Fanta ·•Katira", Skol em laia e garra•a, Trigo Tosco Ovalado Argentino. Arame ilot.a. Secos e V,-.1ult!1no:-: 1n111bé.1n o Oleo maito prcfrrido tia Hu;!i:lo. O F::uuu:iu Ólt:u ~l:1ra,.:;oja ••l} "A Casa da Tradição" Avenida 1.i. de Dezembro 16°1 10 X 1, Querozene ,facaré. .lolharlm:. em Geral Óleo da dona de casa que -ale Arame Jardim - Mt. CONTESTDNDO o INCONTESTI VEL Fernando obre Filho Isto que o bom sen­ HO e II lól{il'a Hômente podem chamar experi­ enciu mas que os incnu­ Lo!', ou os de má fé con­ Vé11t11 ram qualil'icar de abertura, trn11sl'orn1011-se no momento que ulru­ vessumos num tios epi­ Aótlim, mais Hérios da vida nacional por isso ques obre o 111e81110 pode­ r.io ser tecidas cuidado­ sas e(l11siderações e avi­ ventadas inteligentes lembranças, Em vários momento da ltist(1ria Pútria as fi'or­ ça Arma dai.; do Brnsil foram convoca«las para i11tervelH,:ões necessárias es8as l'ot·ç,,~ que niio ele tlireilo mas de fato se con:-tituem 110 poder li­ Jitat·, pot· formaçilo pot· imdole e por convicção sempre demonstraram que. clen1ocráticaf', tem desenvolvido o maior es pirito civilista. Poder-se ia sei receio afirmar ((Ue os IIOHS•JS militares são mais civilistas do que muitos civis, pelo que se 111<'!:i atl'ihui aliso luta isenção de precon­ ceitos u integral ausên- ciu de seutimento d casta. A realidade é que, logo apús as suas inte!'venções que nada têm de semelhante com O' prouunciamenLos sul- amMican s as Forç:a Armadas depois terem recnlocados os desr:al'l'i­ lamentos nos resiJeetivos retiravam-se parn os quartéis eutreg,1ndo aos paisa1ws u nossa admi­ ni tração nucionul. • E - pern ,·am assim. pacien­ teme:1te, sernm nova­ mente requi'itadu.. pa­ ra repor outra vez nos t!'ilhos o. constantes e di­ to descanih,.menlos prn "ocadus pelos políticos. Em t95-1, a 31 ele março entretanto dois aconteeimentos e duas • transições ambos ela maior lrnncendencia se vel'il'icarnm. .- 31 de março requisitada;; que foram pelo povo as For ça A!'madas para o Brasil da hecatombe ,que os l'Uosos cuidaclosameu te pt·epanll'am. intervie­ ru m decisivamente com a coragen:. e o patriotis mo que as caracterizam Mas desta vez, leprovi­ dos que foram os clelri­ tos, as Fol'ças Armadu8 depois da vitória resol­ veram fazer uma r·evo­ lução, na qu::l procura­ mm demonstrai' como de lllOIISll'al'tlíTI que a pre­ ponderclncia das ueci­ sões militares poderia ser benél'iea, eomo l'ato e l'omm, em vista da co111pPtênciu da c11lturn e das cnnvh!ções que 1;s tnilit•u·e • provaram possuir. Convictos de que principalmente sem o COIICUl'SO cios sufrá­ gios u 1iversnis, OA mili­ tares poderiam selecio­ ar os civis para em conjunto eacet.1rem a mag11a tarefa ria recon • trução e higienização nacional propu ernm-se o::: reYolucionários de (i 1 a revolucionar; ou seja a rel'ormulur os usos e costumes bem como as l'nlsas -:oncepções cios principio: da Democra­ ciu. Realizou-se, assim, o que universalmente passou a ser qualificado como sendo o milagre esse que se realizou 11:lo apena no campo eCO!IÔlllico, e tudo leva u crer, que c,rntiauarú ·e realizando também no ::-ctur ~o.:iul e Ih! politieo. Entre 1500 e 1961 érnrnus um pais possui­ dor de un, imenso terri­ tót·io continental. con­ quistado pela bravurn pela raça e pela iuteli­ gêneia da heróica gente brnsileit·a. Nossa impor­ tância nós a conhecia­ mos mas tínhamos run- rladas dúvidas quanto ao eu prnstigio no contexto universal, da­ do que vivemos num Es tado desorganizado. con fuso e il'responsável. lfo je somos uma Nação, admirada e respeita.da, quancl? niio até inveja­ da, cujo prestigio inter­ nacional é indiscutivel. H je somos uma Mação c~m justit'icadas preten­ çoes e potencia. E a quem devemos tudo isto! se não a diretrizes, sob a preponderãcia 111il11ur, cnce1:11ln,; de 61 para cá? Desta forma (l terá sido uma contra revolução que pelas cir­ cunstancia, e pdas opor1unidn­ des, pelos planos pré estabeleci dos e pelas convicções enraiza- das se transformou uuma ver d adcira Rcvo lução Brasileira de .l!)(i l. esta que teve e conti­ nua L ndo na prcponde­ rància militar, que se constitui no Poder Re­ volucio11ál'io. o seu u licerce. Seria pois. im perdoável que os milita res, em face do suCt'I:' so em vistu cios resulta dos que ol'er •cem ao Bn1sil. vies em H de:er tar da lareYa que o Oes tino Ih q r sel'vou e que honra e o patriotis 1110 lhes impõem. Seria mesmo inconcebível que tal sueerlesse e, porta­ t,1, esteja o Brasil tran­ quilo pol'que segul'tlme11 to não há de suceder. E nio sucederá porque as Forças Arntttclas tem ampla noção elas res­ ponsabilidades qu':! lhes l'oram atribuidas pela Pé.triu. O ciclo parn o cum­ primento da magna tare rn conferiria ao Poder Revolucionário pela consciência cios brasilei ros responsáveis e que i'ará rio Srnsil uma p::i­ tência ele maior grande­ za ainda demanda um esforço minimo de vin­ te anos. E a mugua ta­ refa não ·e inter-rnmpe­ rá para satisfazer a uma clúzi,1 de câ11didvs e a meia duziu de russv.<: J.'N